COMPREENDENDO A NÓS MESMOS - Lenadro Irigonhê [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 17/02/2026 (há 1 mês) 44:06 373 visualizações

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Transcrição

[música] vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. เฮ Senhor, [música] estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de mim [música] que encontrei na comunhão. foi nessa [música] >> boa tarde, queridos irmãos, queridas irmãs. Que a paz do meigo Rabira da Galileia, o amorável Jesus seja sempre em nossos corações. Sejam todos bem-vindos à nossa casa Comunão Espírita de Brasília. E nós esperamos nesses momentos de alegria, né, possamos encontrá-lo aqui sobre o impacto das lições memoráveis do Mestre Jesus. Nós estamos neste momento agudo, né? Mas nós esperamos que o nosso Brasil vatiniz pátria do evangelho, encontre a paz que procura, assim como nós que transitamos nessa jornada terrena de muitas experiências. Muito obrigado por tê-los aqui. E para iniciarmos a nossa preparação da tarde de hoje, nós escolhemos um tema, um tema que tá dentro do livro Calma, do livro eh pela psicografia do nosso querido e falecido Francisco Campos Xavier na pelo espírito Emanuel, né? Então nós escolhemos aqui um tema pelo lado melhor, para que a paz te abençoe a vida. Abre as portas íntimas do entendimento, a fim de que a misericórdia te instale no coração. Ninguém nega o mérito da crítica construtiva nascida nos mananciais da justiça, contudo quanto aos poderes, deixa que a compreensão nascida do amor te presida às manifestações. Comquanto estejamos todos submetido aos princípios de causa e efeito, não ouvidemos que Deus é amor, concedendo-nos os recursos de que carecemos para a integração com as leis universais que nos farão felizes para sempre. Para que a misericórdia te ilumine seus sentimentos, considere os nossos irmãos em humanidade pelo lado melhor em que estimariam estar agindo. Esse companheiro abandonou as tarefas que lhe competiam na seara do bem. No entanto, provavelmente adotou essa medida não por espírito de infidelidade aos compromissos assumidos, e sim para por lhe ter faltado a precisa resistência. Outro que entrou na sombra

seara do bem. No entanto, provavelmente adotou essa medida não por espírito de infidelidade aos compromissos assumidos, e sim para por lhe ter faltado a precisa resistência. Outro que entrou na sombra da delinquência não terá falhado porque a crueldade lhe dominasse o espírito, mas por não haver conseguido ainda senhorear a própria natureza. suscetível de queda nas tramas da obsessão. Aquele outro que desertou das obrigações domésticas não haverá fugido aos próprios deveres por falta de amor aos familiares e sim por lhes esmorecerem as forças no trato com as responsabilidades da vida. Lembremo-nos que Deus nos governa a cada um pelas forças da justiça, mas não nos compre compreende e espera a todos com infinito amor de nossa parte, uns diante dos outros, saibamos igualmente compreender e esperar. Bom, essa lição é muito importante. Eu pediria a todos que esquecessem os problemas que nós deixamos atrás. Vamos buscar o mestre Jesus na nossa tela mental e rogar-lhe tolerância, perseverança, que nos dê energia para percorrermos a jornada a qual nos comprometemos realizar. E assim fazemos, vamos fazer uma prece, buscando a intimidade a esse Jesus extraordinário. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso santo e divino nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no espaço infinito. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. Não nos deixeis cair em tentação. Livra-nos de todo o mal e de todos os males. Porque seu é o reino e a glória para todo o sempre. Que assim seja. Que esse mestre nos abençoe a jornada. Bom, agora nós temos o prazer de apresentá-los a a ao nosso irmão Leandro. Eu tô conhecendo o Leandro também agora aqui nesse instante. Alures me fizeram favor sem me conhecer e eu fiquei muito sensibilizado com a conduta do nosso irmão. E hoje ele vem nos ajudar nessa tarefa sacrossanta que é de eh levar e elevar a mensagem do do Cristo. Ele se propõe a nos trazer

conhecer e eu fiquei muito sensibilizado com a conduta do nosso irmão. E hoje ele vem nos ajudar nessa tarefa sacrossanta que é de eh levar e elevar a mensagem do do Cristo. Ele se propõe a nos trazer esclarecimento sobre o tema compreendendo a nós mesmos. Vamos ouvi-lo, Nando. A palavra está contigo. Muito obrigado, >> gente. Muito boa tarde. É um, pode não parecer, mas é um prazer estar aqui com vocês nessa segunda-feira de carnaval, porque é uma oportunidade muito, muito interessante para a gente pensar no que somos e no que estamos fazendo aqui. Sérgio foi muito feliz quando me escolhe uma leitura introdutória, aonde ele diz que nós não somos medidos de parte de Deus. pelo que nós não estamos fazendo corretamente, mas sim pelo seu amor. Onde fica claro que que se compreende que a gente não faz coisas que não deveria fazer ou não faz coisas que não são tão boas, é de pirraça o tempo todo. Deus vê a cada um de nós de uma forma muito diferente. Não, Sérgio, mas aquela ali não tem jeito, não. Ela é terrível. ou ele não presta, tá fazendo porque quer, já foi esclarecido, sabe a respeito, mas continua teimando. Então, eu tava pensando, algum de nós gosta de ser menos numa escala de qualidade em qualquer situação que a gente esteja trabalhando? A gente quer sempre ser reconhecido, ser visto como o melhor, se não for possível, mas um muito bom na área em que atuamos ou nas coisas que fazemos. Nós gostamos de escrever um bom texto, nós gostamos de fazer um bom bolo, dar uma boa aula, operar muito bem um paciente, conduzir uma aeronave tranquilamente. A gente não gosta de fazer as coisas mal feitas. A gente gosta de ser reconhecido até pela vaidade, nossa, pelo egoísmo, né, que ainda carregamos conosco numa escala um pouco alta, talvez queremos esse reconhecimento da nossa capacidade. E assim também é quem transita no mal. Eu sou um bandido, mas eu quero ser reconhecido como o bandido. Eu não sou um bandidinho qualquer, eu sou um bandidão. Então mesmo quem tá caminhando

capacidade. E assim também é quem transita no mal. Eu sou um bandido, mas eu quero ser reconhecido como o bandido. Eu não sou um bandidinho qualquer, eu sou um bandidão. Então mesmo quem tá caminhando pelo lado esquerdo, vamos dizer assim, né? Supondo aí o lado direito, o lado da paz, tem não tem nada a ver com política, tá gente? É só um comentário. Eh, quem está do outro lado da calçada, por assim dizer, também tá dando o melhor de si. Ah, mas ele não presta, ele é um bandido. Bomão, e por que que ele ainda é um bandido? Eu digo ainda é na nas leituras do Sérgio agora a pouco, ele citava dessa nossa caminhada para Deus, mas lembrando que todos nós iremos a Deus, quer queiramos, quer não, porque Deus é a maior força atrativa do universo. Então, nós estamos sim todos a caminhos da luz, todos a caminhos de Deus. Mas por que que esse irmão ainda ainda é bandido, né? Ainda tá no mal. Bom, é porque ele ainda não consegue estar no bem. A resposta é muito simples. Coloca-se muito no seio espírita que o mal é a ausência, o desconhecimento do bem. Se eu não percebo a vantagem de viver no no caminho do bem, se eu não consigo sentir as alegrias que realizar o bem me traz, por que eu vou sair do caminho do mal, aonde eu ainda tô muito próximo de reconhecer os prazeres muito ligados à matéria, a um momento em que estou aqui vivendo encarnado na Terra ou em outros planetas. Então eu faço uma associação muito prática, muito direta daqueles prazeres que eu consigo ter aqui na Terra e vou buscar isso da melhor maneira que eu puder. Como o meu interesse tá ainda no controle, no poder, é lógico que eu vou agir de maneira conforme a adquirir o que eu quero e nem sempre de uma forma muito bonita. Ah, ô Sérgio, mas um dia você desencarna, você morre. Aí você muda, né? Assim, hoje você era malvado, aí você morreu hoje, né? Teve um um infarto aí puf fulminante, chegou do lado de lá, bom, agora eu não tô mais na terra, não preciso mais nada disso. É, é isso que acontece, gente? É claro que não.

o, aí você morreu hoje, né? Teve um um infarto aí puf fulminante, chegou do lado de lá, bom, agora eu não tô mais na terra, não preciso mais nada disso. É, é isso que acontece, gente? É claro que não. Quando eu chego do lado de lá, eu posso não ter mais acesso aos prazeres da carne, porque não estou mais num corpo de carne. Mas as outras particularidades da minha personalidade que eu desenvolvi, o orgulho, a vaidade, o mando, a autoridade, o poder, a traição, tudo que envolve esse meandro não tão bom na vida, eu vou continuar guardando no meu coração. Então, não é uma questão de mais de estar num corpo de carne ou não. É uma questão de que eu por dentro ainda sou assim. Ah, Leandro, mas eu não sou assim não. É claro que não. A maioria de nós não é mais assim ou não se sente tanto mais assim. A gente já desenvolveu muitas habilidades, né? Muitas capacidades em fazer o bem. Então, já enxergamos a vida de outra forma, com outra esperança. Mas não podemos nos esquecer que não somos santos, por assim dizer. Ainda tem um tantinho dentro da gente que tá mais, vamos dizer, voltado pro caminho do mal. E se a gente parar para pensar, Sergio, é bom que a gente nem faça isso com muita, com muita falta de respeito conosco, nós vamos encontrar um tantão de coisas para arrumarmos dentro de nós. Mas por que que eu disse para não fazermos isso com tanta falta de respeito conosco? Porque pra gente avançar, precisamos nos levar juntos. Já repararam que a gente não vai se livrar da gente nunca mais? Tudo passa, né? No que tange ao plano material. As pessoas, os espíritos vêm e vão, as as encarnações se sucedem e todos nós aí, milênios e milênios caminhando e a gente encontra um, encontra outro, tá com um, tá com outro, né? Pode evitar um, pode evitar outro, mas a gente não se livra de nós nunca, porque nós somos imortais. Então, nem morrer a gente vai. Eh, morre o corpo. O corpo morre, né? Do pó viestes a pó voltarás, significando que da matéria se formou-se o corpo que te deu condições de viver aqui na terra.

mortais. Então, nem morrer a gente vai. Eh, morre o corpo. O corpo morre, né? Do pó viestes a pó voltarás, significando que da matéria se formou-se o corpo que te deu condições de viver aqui na terra. E quando você foi embora, você devolve o corpo pra terra. Biologicamente falando, as células vão se decompor, voltam novamente à natureza e aí o ciclo continua. Mas para que eu possa evoluir, para que eu possa continuar caminhando em direção à luz, eu preciso caminhar direito. Para caminhar direito, eu preciso saber o que é que eu não tô fazendo muito bem. Então, eu preciso modificar alguma coisa por dentro, né? Preciso me corrigir, fazer uma reforma. Nem a casa quando tá ficando assim meio escangalhada, você tem que arrumar de novo, né? Você pinta de novo, você às vezes muda uma parede de lugar, você troca um um açoalho, né? Você mexe na decoração, mas você tem que estar dentro da casa fazendo isso. Então nós temos que estar dentro da nossa casa, que é o aqui, que é o que aqui na doutrina espírita nós chamamos de reforma íntima. Tem tudo a ver com autoconhecimento, só que para eu olhar para dentro de mim e eu não sou santo, eu vou então ter que ter muito amor comigo mesmo para enxergar as coisas que não são boas e ter coragem para começar a pensar num jeito de consertar isso. Ah, lendra é simples. Alguns comportamentos eu não preciso mais emitir, não preciso mais ser grosseiro, não preciso mais ser intolerante, não preciso mais ser egoísta e por aí vai. OK, vai fazer, então é fácil. Para mim não é e acho que para a maioria de nós não é também. Por que que ainda somos assim? Ou porque temos certas tendências que não ajudam no bem? Temos que descobrir, temos que saber o porquê. do nosso lado menos iluminado para poder trabalhar pela sua iluminação. Então, pensando nesse assunto, eu tava lendo esse livro, Palavras de Vida Eterna, eh, não sei se vocês conhecem aquela coleção Ponte Viva, né? né? Caminho Verdade e Vida, Pão Nosso, Ponte Viva. São quatro livros que tá na sequência

eu tava lendo esse livro, Palavras de Vida Eterna, eh, não sei se vocês conhecem aquela coleção Ponte Viva, né? né? Caminho Verdade e Vida, Pão Nosso, Ponte Viva. São quatro livros que tá na sequência lá, todos conhecemos. E tem um um quinto livro, um quinto lugar de livro, né, que foi ocupado por dois livros diferentes. Um deles esse Palavra de Vida Eterna, dependendo da época em que essa coleção sai, ou um outro livro também. Bom, mas nesse livro, especificamente, na lição 21, de título Compreendendo, eu eu tirei inspiração para esse para esse nosso bate-papo, essa nossa conversa de hoje, que é compreendendo a nós mesmos, né? Vou falar de que a gente tem que ter paciência com a gente, saber que não somos Ah, Sérgio, pronto, tá aí. Somos todos botafoguenses, preto e branco. Olha que coisa bonita, hein? Uma faixa preta, uma faixa branca, uma faixa preta, uma faixa branca. Então, todo mundo tem um pouco de luz, um pouco de sombra dentro de si. No fundo, no fundo, somos todos botafoguenses, né? caminhando aí para um uniforme todo branquinho, sem emblema. Uniforme do Cristo, uniforme de Deus. Mas olha só o que é que traz no texto. O cara diz assim, achei interessante vou ler para vocês, ele é rápido, dá pra gente entender aí bem aqui. Ele ele traz em epígrafe, ele traz um um texto inicial em cima chamativo, um móti da da segunda carta de Paulo aos Coríntios, o seguinte trecho. Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que é a excelência do poder de Deus seja e não de nós. Ele tá falando de que existe esse poder de Deus dentro de um vaso de barro. Olha a diferença. Bom, então Emanuel começa a a nos colocar a respeito desse comentário que lhe trouxe. Sigamos compreendendo diz ele. Lembra-te de que os talentos da fé e o conhecimento superior, o dom de consolar e a capacidade de servir. Então ele elenca quatro coisas: fé, conhecimento, consolação e serviço. Não obstante, laboriosamente conquistados por teu esforço, independentemente de terem sido conquistados pelo nosso esforço,

vir. Então ele elenca quatro coisas: fé, conhecimento, consolação e serviço. Não obstante, laboriosamente conquistados por teu esforço, independentemente de terem sido conquistados pelo nosso esforço, constituem bênçãos do criador em teu coração de criatura. Olha que coisa interessante. Ele tá dizendo pra gente que a gente ainda não é o último biscoito do pacote. Nós ainda não somos muitas vezes a luz que imaginamos ser. Não somos os bonzinhos que pensamos ser. Muitas vezes estamos a caminho, mas ele diz que com todo o nosso esforço, onde nós chegamos já, que no fundo o que sustenta a nossa fé, o nosso conhecimento, a nossa capacidade de consolação e de serviço, é a luz divina, é Deus, é o amor divino. Olha que interessante. Aí ele continua e diz assim: "Não te furtes, né, deste modo à lavoura do bem, ao trabalho no bem, a pretexto de te sentires ainda sobre a influência do mal." Bom, já que eu não sou tão bonzinho mesmo, Sérgio, já que tudo vem de Deus, ah, então que que eu vou trabalhar nesse bem? Deus me dá, Deus, né? Ele vai me ajudando, eu não não tenho muito o que fazer não. Eu vou ficar aqui assim. Eu aí ele diz: "Olha, não é por aí. Não vamos evitar o nosso trabalho. Não vamos deixar de continuar na busca da melhora". Por enquanto, Deus, com sua força, vai suprindo a nossa necessidade, a nossa incapacidade de fazer o bem total, digamos assim. Então, a gente entra com a boa vontade, com o esforço, com a tentativa, com a repetição para que fazer o bem se torne um hábito. É assim que a gente vai ser uma pessoa boa. É quando o bem for uma coisa natural, uma coisa habitual. E só vai sê-lo se nós insistirmos nesse comportamento. Se nós não insistirmos nesse comportamento, isso não vai dar certo. Aí ele diz o seguinte, em seguida até até alcançarmos triunfo pleno sobre os nossos desejos mações, né? Desejos malãos. Sofreremos na vida, seja no corpo de carne ou além dele. Sofreremos os flagelos da tentação. Enquanto a gente não chegou nesse bem total, nessa luz total, enquanto

desejos mações, né? Desejos malãos. Sofreremos na vida, seja no corpo de carne ou além dele. Sofreremos os flagelos da tentação. Enquanto a gente não chegou nesse bem total, nessa luz total, enquanto dependemos desse amparo divino, enquanto estamos avançando, conquistando essa capacidade de amar cada vez mais. Muito interessante esse aviso. Presta bem atenção, Sérgio. Enquanto você não se torna um espírito de luz, um espírito puro, enquanto você não é, entre aspas, um anjo, enquanto nós não chegamos lá na frente, o tempo todo nós vamos sofrer o problema da tentação. E o que que é a tentação? é dar uma paradinha excessiva, é descansar um cadinho mais, é, eu já fiz muito bem nessa vida, eu já ajudei demais, eu já fui muito longe, eu já sou muito bom, já tá bom. é o querer parar o aprendizado no bem. Para Deus que nos atrai constantemente, isto não existe. Você pode parar, né? Você ficou tentado em não continuar. Tem outras formas de tentação também. Umas são só aquelas que a gente já se julga suficientemente kit no trabalho com bem e outras piores ainda são que nós enveredamos pelo caminho que não é tão bom nem para nós e nem pelos outros. Pergunto eu aqui assim até extemporaneamente segundo de carnaval. Por que que essa moçada não tá toda pulando aí na rua agora, hein? Será que o divertimento que a gente vai conseguir durante as festas de carnaval e aí não vai nenhuma crítica a quem lá está? Só tô perguntando se a gente se nós vamos encontrar alguma alegria legítima ou se nós estaríamos tentando encontrar alguma alegria. A questão é, será que ir ao carnaval pular, gritar, não sei o quê e tal, tal, tal, tal, tal, tal, preenche o meu coração de verdadeira alegria, me dá paz, amor, sensação de que eu tô melhor na vida? Então, podemos entender que lá fora, muitas vezes, nós vamos encontrar a ginástica, o sol, a caminhada, o pula-pula. Aquele momento que talvez sirva até para uma atividade física, né? Mas existem com outros excessos que a gente pode passar sem eles. Mas voltando

ncontrar a ginástica, o sol, a caminhada, o pula-pula. Aquele momento que talvez sirva até para uma atividade física, né? Mas existem com outros excessos que a gente pode passar sem eles. Mas voltando aqui à nossa situação, então a gente não pode se esquecer que até até no final nós vamos ter o problema do deixa disso. Você já foi longe demais. A gente tá conseguindo muita coisa já. Não precisa insistir tanto. Vai devagar. Você tem muitas encarnações, muito tempo pela frente, que essa pressa pega leve, OK? Tudo isso faz sentido dentro do limite de nossas forças. Ninguém vai sair doidinho, trabalhando no caminho do bem até se matar, né? Porque se esgotou fisicamente, se esgotou psicologicamente, né? se esgotou emocionalmente. Não é isso. A gente vai trabalhar sempre com amor no coração, com paz, com tranquilidade. E na verdade nós não vamos mudar muito a nossa vida, não. Nós só vamos mudar a maneira como nós estamos enxergando a vida ao pensarmos nos outros. E a maneira como nós estamos nos colocando na vida ao pensarmos nas nossas atitudes para os outros. É aquela coisa do vamos caminhar com menos orgulho, vou caminhar com mais tolerância, vou caminhar com menos egoísmo. Vou caminhar compreendendo que o outro, tanto quanto eu, tem suas dificuldades. Todos nós temos. Então, para que ficar brigando? Para que fica apontando o dedo na cara do outro, fica reclamando, ah, porque ele fez mais mal que eu, porque não sei, gente, tá todo mundo da mesma escola. Somos todos colegas matriculados na mesma escola, estudantes de várias classes diferentes, mas todos estudantes. Precisamos nos ajudar. A palavra para este caminho, para esse avanço luminoso é cooperação. Sem cooperação fica difícil. Não podemos usar, não devemos usar a palavra competição na vida. Não, Sérgio, eu estou competindo porque eu quero ser melhor do que você. Eu quero ser mais caridoso que você. Eu morro de inveja das pessoas caridosas. Tão fazendo caridade sete dias por semana. Eu só tô conseguindo fazer seis.

tindo porque eu quero ser melhor do que você. Eu quero ser mais caridoso que você. Eu morro de inveja das pessoas caridosas. Tão fazendo caridade sete dias por semana. Eu só tô conseguindo fazer seis. É assim que a gente pensa normalmente? É claro que não, né? A gente não compete para ser melhor, a gente compete para ter mais. Só tem um pequeno detalhe que a gente se esquece. o que nós temos, as coisas materiais, isso inclui a posição relativa na sociedade, o conhecimento que temos, a posição social, o emprego, o título, a universidade, não importa. Tudo isso fica aqui. Quando a gente retorna pra nossa casa, porque aqui é a escola. Quando a gente volta paraa nossa casa, a gente é recebido com um vem cá, meu irmão, deixa eu te dar um abraço, meu irmão, minha irmã. E podemos ser continuamente referenciados por irmão e irmã, sem nos perguntarem os nomes, as posições ou nada. E aí vamos descobrir muitas vezes até assim meio assustados que a única coisa que contou da nossa vida é todo o bem que fizemos pros outros e pra gente. O resto ficou ali para ser retrabalhado. Mas o que nos avalizou, o que nos embasou no retorno à casa é o bem. Então ele diz assim: "Até alcançarmos triunfo pleno em nossos desejos malsãos, sofreremos na vida, seja no corpo de carne ou além dele, os flagelos da tentação." Aí ele fala: "Tentação da luxúria, tentação da vingança, tentação da cobiça, tentação da crueldade, tentações de todos os matizes que emergem do poço de nossos impulsos instintivos ainda não dominados. Ele tá mostrando pra gente no texto que a tentação não nos é imposta, não é algo que venha de fora para dentro. A tentação é uma aceitação nossa do que nos é oferecido. É a gente que ainda quer, somos nós que ainda buscamos. Então tá dentro. Pois tá bom, Sérgio. Porque se tá dentro é meu. Se é meu eu posso consertar, eu posso modificar. E aí, para concluir, ele diz assim: "Se a tentação, contudo, nasce de nós, a flama da educação e do aprimoramento vem de Deus." Olha que interessante,

Se é meu eu posso consertar, eu posso modificar. E aí, para concluir, ele diz assim: "Se a tentação, contudo, nasce de nós, a flama da educação e do aprimoramento vem de Deus." Olha que interessante, estamos ainda com dificuldades nossas, mas o apoio, a luz, o conhecimento, o aprimoramento virão de Deus, conduzindo-nos para a esfera superior, para a casa do Pai. Ele diz assim: "Segue a luz, segue a luz e acertarás o caminho." Então, compreendendo a nós mesmos, no fim das contas, é nos preocuparmos com o nosso caminho, com o melhor caminho que nós podemos percorrer. E ele fecha assim: Riqueza mediúnica, fugurações da inteligência, recursos geniais e consagração à virtude são tesouros do Senhor, que na feliz definição do apóstolo Paulo, transportamos no vaso de barro de nossa profunda da inferioridade, a fim de que saibamos reconhecer que todo amor, toda sabedoria, toda santificação, toda excelência e toda beleza da vida não nos pertencem de modo algum, mas sim à glória de nosso Pai, a quem nos cabe obedecer e servir. vir hoje e sempre. Então, compreendendo a nós mesmos, é reconhecer em nós a semente divina que existe em cada um de nós. Somos filhos do Pai, estamos a caminho dele, mas que esse desenvolvimento, que é trabalho nosso, é de um material dado por Deus. Deus nos dá o amor em sua expressão maior, mas é a gente que tem que aprender a amar. E com esse pensamento eu entrego a todos vocês a paz, Divino Mestre, para que ela permaneça em nossos corações sempre que nos sentirmos um pouco longe do caminho da luz. Que assim seja. Você acha? Nós agradecemos ao nosso querido irmão Leandro pelo carinho que ele expôs essas narrativas com sabedoria, né? É um aprendizado espírita, é onde nós estamos, é esse objetivo, esse roteiro de transformação, de mudança, de entender-se inserido dentro desse contexto maior. Precisamos ampliar a nossa consciência para alcançar esse entendimento e não nos colocarmos na posição de vítimas que invariavelmente nos colocamos. Muito obrigado, querido irmão Leandro, e

xto maior. Precisamos ampliar a nossa consciência para alcançar esse entendimento e não nos colocarmos na posição de vítimas que invariavelmente nos colocamos. Muito obrigado, querido irmão Leandro, e esperamos revê-lo brevemente. A vocês, queridos irmãos, obrigado por estarem aqui. Esperamos revê-los na próxima eh segunda-feira e pedimos a Deus que os cubram de paciência, de tolerância, de muito amor. Muito obrigado por estarem aqui conosco, repartindo esse manancial, esse imenso conhecimento que a doutrina espírita nos traz. Bom, agora vamos partir para a segunda parte. Permaneçam seus lugares. Serão chamados para a aplicação do passe. Muito obrigado a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e [música] espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido

físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão [música] nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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