COMO SE LEVANTAR? - Mário Augusto[PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 05/09/2025 (há 7 meses) 1:05:45 2,039 visualizações

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Transcrição

tempo, mas não com o tempo do Cristo. Então, amanhã vai ter na abertura o coral Elos de Luz, que é um coral da casa, tem abertura propriamente dita e 7:30, uma apresentação solene, que é uma apresentação teatral intitulada capa de santo com o teatro vida. Depois, no sábado, haverá programação tarde e noite e no domingo também. A programação artística é aqui no auditório, mas a nossa casa também estará repleta de arte e certamente também de espíritos. E amanhã, em relação à palestra pública, a direção pede para avisar que só vai haver a palestra da manhã, das 8 hor da da 8 de 8 horas da manhã, porque ao longo do dia o auditório será preparado para receber a nossa amostra de arte e cultura espírita. Amasses, registrado aqui esse protocolo, vamos aqui, para quem porventura esteja pela primeira vez, a nossa reunião pública se divide em três momentos. Primeiro, é uma prece inicial que objetiva tentar, não que vá conseguir apaziguar os nossos corações. Segundo, a exposição, a palestra propriamente dita. E terceiro, a prece final. para quem quiser, e não é obrigatório, depois da palestra tem o passe que funciona aqui por trás de onde nós estamos sentados no auditório. O passe não tem nada de fantasmagórico. O passe é uma doação de amor, como se fosse uma transfusão de energia fluídica para nos fortalecer e a gente continuar aí nas nossas andanças. Vamos agora à nossa prece inicial. Quem porventura quiser fechar os olhos, fique bem à vontade. Não é obrigado. Particularmente eu estou de olhos abertos. Mas que tentemos mentalizar Jesus dizendo, na verdade, sentado do nosso lado, dizendo: "Que bom que você chegou para mais um momento de comunhão da obra de Deus, para mais um momento de semeadura. de esperança, fé e trabalho. Independente do que estejamos passando nesse atual momento de agora, 4 de setembro de 2025, que possamos confiar em Deus, na sua providência, que passa longe de aparecer por intermédio do extraordinário. A sutileza divina nos presenteia todo dia, nos acolhe todo dia e nos socorre

ro de 2025, que possamos confiar em Deus, na sua providência, que passa longe de aparecer por intermédio do extraordinário. A sutileza divina nos presenteia todo dia, nos acolhe todo dia e nos socorre diariamente, mesmo a gente sem perceber, mesmo a gente sem conseguir entendê-la, porque Deus quer o nosso bem e nos criou por amor e para o amor. Com essa prece, damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje. Deixa me ver aqui quem tá conectado no nosso canal do YouTube. Gisaura, é uma colega que assiste as redes sociais da comunhão espírita de Brasília. Muito obrigado, Gisaura. Sobre os episódios diários. Os episódios diários, eles são mais um programa de estúdio da comunhão, o que é executado por Flaviana, por Cláudia, por Wagner e o qual também tenho a alegria de participar. Em relação aos episódios diários, Gisaura, é só acompanhar aí o canal do YouTube que sempre tem. Entra lá no canal da comunhão espírita, ativa lá o sininho da notificação que ele vai despertando. E nas redes sociais a gente tem um link, Gisaura, que a gente consegue acessar um grupo de WhatsApp. Aí no grupo de WhatsApp posta em tempo real a programação da casa com os links das palestras e dos programas. Judite, boa noite. Miriam Ieda sempre conosco lá de Canoas. Daía, muito obrigado. Juliana Souza, que é lá dos episódios diários também. Ana Beatriz, Telma e Daniele. El uma que nos assiste pelo canal do YouTube, que eu tive alegria de conhecer recentemente, pessoalmente, dar um abraço bem apertado, tipo um abraço de quebracostelas, em que a gente aí vai ampliando as atividades espíritas, ampliando o volume aqui da tribuna e sendo humanos e humanizados, não é? Porque porventura, temporariamente quem está do lado de cá em uma posição ostensiva de movimento espírita, que é uma pessoa destacável, que é uma pessoa notória, que é uma pessoa inacessível, que é uma pessoa intangível. Muito pelo contrário, a gente tá aqui em um propósito de falarmos um pouco sobre o que a gente eventualmente estude. E se tem algo que

tória, que é uma pessoa inacessível, que é uma pessoa intangível. Muito pelo contrário, a gente tá aqui em um propósito de falarmos um pouco sobre o que a gente eventualmente estude. E se tem algo que particularmente eu estudo, é sobre fé. para aprender em relação aos meus processos, em que eu fraquejo, em que eu desacredito, em que eu atravesso as minhas turbulências, as minhas situações e a gente vai se socorrendo, aprendendo e tentando compartilhar o conhecimento. Porque se tem algo que o Espiritismo nos ensina, é compartilharmos o conhecimento de Jesus, continuarmos com a semeadura do nosso Nazareno. E o tema de hoje se intitula: Como se levantar diante das nossas quedas, diante das nossas adversidades, dos nossos problemas, que às vezes muitas delas nos sugam, nos deixam sem energias, muito cansados. Eu tenho uma amiga, por exemplo, certamente eu não vou falar o nome dela, que passa por uma situação pessoal hoje e eu tava conversando com ela aqui no WhatsApp antes de entrar na palestra, falei sobre o tema, falei que seria, qual seria a abordagem e disse que iria transversalizar o seu momento, que pode ser também um momento de todos nós aqui ou de alguns de nós. Não de todos, mas de alguns de nós. Eu tenho uma amiga pessoal que ela passa agora nesse momento por uma situação pessoal em relação a um relacionamento amoroso, em relação a um relacionamento afetivo, que muitas vezes quando a gente se relaciona com alguém, certamente a gente não se relaciona para não dar certo. A gente se relaciona porque nós acreditamos no amor, nós somos seres de afeto e nós buscamos compartilhar a força psíquica que é o amor divino dentro dos nossos corações. Mas conviver com alguém não é fácil. Conviver consigo já não é fácil, ainda mais com outro alguém que tem outras premissas, que tem outra criação, que tem outros mundos. e que também, assim como a gente, é um ser imortal. E os desafios dos nossos relacionamentos afetivos e amorosos é trabalharmos um sentimento, por exemplo, chamado

utra criação, que tem outros mundos. e que também, assim como a gente, é um ser imortal. E os desafios dos nossos relacionamentos afetivos e amorosos é trabalharmos um sentimento, por exemplo, chamado tolerância, ponderação. Observar no outro, não colocando um holofote nos seus defeitos, mas vendo nas suas imperfeições um imenso e um intenso potencial de crescimento. Porque a lógica da vida é nós progredirmos. A lógica da vida é nós superarmos eventuais frustrações que atualmente nós tenhamos e que atualmente nós estejamos imersos. Quando a gente está em um relacionamento afetivo, que tudo parece não dar certo, nada melhor do que um sopro, um suspiro de esperança, como se a gente parasse um pouco para descansar. para nós não tentarmos desistir no próximo desafio, no próximo problema, para nós fazermos um juízo de valor em relação a como nós podemos mudar. E o grande detalhe de nós, espíritos imortais não é se conseguimos mudar, porque nós conseguimos. A questão é como. E assim a gente pode, por exemplo, se observar em um espelho psíquico e termos em si um potencial de crescimento, porém respeitando os nossos valores, respeitando os nossos pensamentos nucleares. Quando a gente se relaciona com a pessoa, é certo que nós devemos ceder, é certo que nós devemos mudar. Até porque se o relacionamento amoroso for a dinâmica que a gente espera, for a dinâmica que a gente quer, não necessariamente será um relacionamento, será como se fosse um eco, que tudo que a gente fale reverbere de volta pra gente. E se tem algo que a vida ensina para quem quer aprender, porque para quem quer aprender, a vida ensina e ensina muito. É nós observarmos no outro um potencial de crescimento nosso. porém com alguns limites. O espiritismo apresenta a perspectiva do autoconhecimento para nós trabalharmos esse tipo de ponderação. Se eu me relaciono com Mário, eu vou ceder um pouco em relação à forma de vida com a qual ele vê a vida. Porém, eu não posso perder a minha essência. Porque todos nós, enquanto seres

po de ponderação. Se eu me relaciono com Mário, eu vou ceder um pouco em relação à forma de vida com a qual ele vê a vida. Porém, eu não posso perder a minha essência. Porque todos nós, enquanto seres imortais, nós temos uma essência. Nós temos como se fosse um pensamento nuclear, que são os nossos valores adquirindos, adquiridos ao longo de milênios, não é nesta atual reencarnação, por exemplo. E às vezes a gente vem, começa uma relação amorosa, onde tudo são flores e depois tudo passa a ser um campo um pouco árido e nada melhor diante da aridez de nós nos refrescarmos. Diante da aridez nós tomarmos um copo com água. E aqui um registro de um dos diálogos mais emocionantes, pelo menos que particularmente eu acho, de Jesus Cristo, descrito por João Evangelista, que é o diálogo de Jesus com a mulher samaritana, onde Jesus trabalha sentimentos como empatia, como sororidade, como ponderação e principalmente confiança. Porque se tem um sentimento, se tem um sentimento que Jesus tem pela gente, é confiança. Confiança que nós iremos conseguir. Ele confia tanto na gente, mas Jesus confia tanto na gente que ele se dispõe a noss, por exemplo, estamos cansados e sobrecarregados. Estou falando no vindim lá no capítulo na lá no evangelho de Mateus, finalizando o sermão do monte, quando Jesus traz uma observação de dividir o nosso peso e não viver por nós. Não nos enganemos, o Cristo, ele é bonzinho. Ele é tão bonzinho que ele não vive por nós. Ele nos ajuda. E no vinde a mim é um recado bem específico, mas é bem específico. Vinde a mim, os que estão cansados e sobrecarregados. Que somos nós quando a nossa esperança já não sustenta o nosso ânimo, quando a nossa esperança já não é o nosso fôlego, quando nós já não temos vontade de nos levantar, aí chega Jesus como se tivesse do lado. Faça uma fezinha. Vinde a mim, os que estão cansados e sobrecarregados, porque eu vos aliviarei. Meu fardo é leve e o meu julgo é suave. Jesus falava para agricultores e pescadores. E ele é muito simbólico.

ma fezinha. Vinde a mim, os que estão cansados e sobrecarregados, porque eu vos aliviarei. Meu fardo é leve e o meu julgo é suave. Jesus falava para agricultores e pescadores. E ele é muito simbólico. Quando ele fala que o fardo é leve e o jugo é suave, ele traz uma analogia para uma estrutura de carroça. Tem a carroça, o jugo são aquelas duas traves que ficam no ombro do animal. O jugo de Jesus é suave. Particularmente quando eu estou cansado e sobrecarregado, eu visualizo essa cena do vind a mim e imagino como se fosse Jesus trazendo um colchete, um colchão para aliviar os meus ombros, mas dizendo: "Vamos caminhar que eu estou com você". E não se preocupe, porque aqui atrás vai ter um fardo que corresponde a sua bagagem de vida. Mas esse fardo, se você confiar em mim, olhe Jesus. Jesus é tão bom que além de confiar na gente, ele ainda pede que a gente confie nele. Como diria um amigo meu, Jesus é toper, é mais do que top. Antigamente era, pessoa era muito boa, a pessoa era 10. Você é 10, aí o vocabulário vai mudando. Você é top, você é toper. Aí eu já tenho outro amigo que fala topzeira. Posso ter 1 milhões de amigos com 1000 vocabulários que eles não vão conseguir decifrar e simbolizar o Cristo. Então, quando Jesus vem falar sobre o seu fardo, é como se dissesse: "Olha, é o seguinte, vai ter 10 kg aí, mas você vai caminhar aqui do lado. Eu vou lhe dando palavras de sentivo, em outras palavras, palavras de vida eterna. Porque enquanto você tá com seu julgo, enquanto você tá com seu farto, eu vou lhe dizer que essa caminhada vai demorar muito. Vai demorar muito para terminar. Porém, você é imortal, porém você é eterno. Porém, as suas lágrimas um dia secarão. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. E na nossa caminhada, o Cristo nos pede muito pra gente se levantar, mas ele respeita o nosso tempo. Jesus respeita a nossa fadiga. E ele não fica assim batendo palma, nem estalando o dedo, dizendo: "Bora, bora, bora, bora, bora se levantar". Não. Por quê? Porque Jesus já passou por

ta o nosso tempo. Jesus respeita a nossa fadiga. E ele não fica assim batendo palma, nem estalando o dedo, dizendo: "Bora, bora, bora, bora, bora se levantar". Não. Por quê? Porque Jesus já passou por situações semelhantes às que a gente passou. registra a questão 115 de livro dos espíritos que todos nós, todos nós fomos criados simples e ignorantes. Na sua categoria que lhe é característica, Allan Kardec pergunta pra equipe do espírito de verdade: Deus criou uns bons e outros maus? A resposta é longa, a gente abrevia. Não, Deus criou todos. todos simples e ignorantes. O grande detalhe, isso é um pouco de filosofia espírita, que os espíritos quando respondem essa questão, eles não excetuam Jesus. Então, aparentemente é um pouco polêmico dizer que o Cristo foi criado simples e ignorante, que o Cristo enfrentou as as suas viaces, não só aquela do Calvário, do martírio que a gente tanto sabe. Jesus vivenciou inúmeros porquês da vida e ele conseguiu vencer com a ajuda de Deus. E vem nos dar um registro lá no capítulo 16, versículo 33 do Evangelho de João. No mundo tereis aflições, mas tendes bom ânimo, porque eu venci o mundo. Ali Jesus diz o seguinte: "A vida não vai ser fácil". Não vai ser fácil. Você vai passar por inúmeras, inúmeras, incontáveis situações. Você vai desacreditar, você vai ficar cansado, você vai pensar que você não é capaz. Nas suas quedas você vai ter a convicção, a convicção que você não vai ter como se levantar. Jesus primeiro ele nos alerta. E depois ele nos consola. Aí ele fala, mas aí vem a dica espiritual de um ser perfeito. Tendes bom amigo, porque eu já passei por situações semelhantes. Jesus não passou por situações iguais, até porque as nossas situações não são iguais às dos outros, são semelhantes. Eu venci o mundo. Quando Jesus fala que venceu o mundo, ele se propõe a nos dizer que inúmeras, inúmeras vezes, ele conseguiu se levantar. Inúmeras, independente dos problemas e das situações que ele passou, ele conseguiu se reerguer e continuar a sua

ndo, ele se propõe a nos dizer que inúmeras, inúmeras vezes, ele conseguiu se levantar. Inúmeras, independente dos problemas e das situações que ele passou, ele conseguiu se reerguer e continuar a sua caminhada. Não à toa. Jesus é tão paciente com a gente. Ele funciona como se fosse um irmão mais velho. Para quem porventura seja filho único, Jesus funciona como se fosse um amigo querido, mas um amigo querido mesmo, bem experimentado, que passou por inúmeras situações, e vem nos dar um conselho. Para quem, porventura não tem um amigo querido, ainda dá tempo de repensar a vida. um amigo querido que às vezes a gente liga sem tempo, só para falar e ele escuta, escuta, escuta sem julgar. A depender do amigo, ele pode escutar, bota no viva voz, vai lavar uma louça, vai fazer uma faxina, porque amigo que amigo nos escuta independente da situação na qual estejamos imersos, sem fazer juízo de valor, se estamos certos ou errados. Ele pode considerar isso depois. Isso vale pra gente quando a gente receber de alguém uma aflição. Tem um poeta chamado Ruben Alves. Então, pois é incrível. E o tópico frasé é o seguinte: o mundo precisa mais de escutatória, porque tem muita oratória. Ruben Alves vem escrever em forma de poesia que nós sempre temos respostas prontas para os outros. Porque é fácil opinar na vida dos outros. Mas nos nossos processos, nós temos que tentar nos fortalecermos. E aí Jesus, ele nos acolhe. Estávamos falando de algo de Jesus com a mulher samaritana. Certa vez o Cristo saiu com seus discípulos e no calor do meio-dia, adaptando o exemplo, esse tempo seco aqui de Brasília, na metade de setembro, quando aperta seca, a depender das mudanças climáticas, que choveu sexta-feira, não era para chover. Aí lá um calor, um calor, como a gente chama lá no Nordeste, um pingo do meio-dia. Aí Jesus para, observa os discípulos, vamos descansar um pouquinho, vamos, vamos fazer o seguinte, vão ali ao vilarejo, pegar uma alimentação, uma comida pra gente. Naquela época não tinha

o meio-dia. Aí Jesus para, observa os discípulos, vamos descansar um pouquinho, vamos, vamos fazer o seguinte, vão ali ao vilarejo, pegar uma alimentação, uma comida pra gente. Naquela época não tinha aplicativo de comida. Aí eles foram, Jesus fica sozinho. Aí tinha um poço, aí Jesus se aproxima, aí tem uma mulher colhendo água. Aí Jesus fala: "Mulher, me dá de bebê". A mulher se vira bem assustado. Jesus. Ai meu Jesus. Jesus. Você existe. Existe. É tanto que eu tô lhe pedindo um copo d'água. Mas Jesus, eu não sou digna que eu sou uma mulher samaritana e o Senhor é judeu. Aquela época, assim como hoje, tinha estratificação social. ainda é um atraso da matéria. Aí Jesus insiste. Não, mas mesmo assim tá tudo certo. Não se preocupe com esses preconceitos. E a mulher ainda envergonhada, sem saber ali como se levantar naquele choque psíquico, naquela surpresa. E ela, numa perspectiva refratária, vai começar a dar água ao Cristo. E Jesus fala: "Mulher, no dia em que beberes da minha água, nunca, nunca mais terás sede." Ali é outra personificação que Jesus registra, porque no evangelho de João é Jesus em primeira pessoa. Eu sou o pão da vida, luz do mundo, caminho, verdade e vida, sou a videira, que daqui a pouco a gente vai falar sobre essa fofoca da videira do capítulo 15. E ali na água, aí nos nossos processos de aridez, nós podemos beber da fonte do evangelho, porque o evangelho vai nos ensinar ressignificação e novos começos. O evangelho não vem nos ensinar julgamento. Ó o dedinho. O evangelho vem nos ensinar a incrível capacidade e o potencial que nós temos de continuar aos trancos e aos barrancos como porventura nós teríamos hoje. O diálogo prossegue. A mulher fala que não é digna do Cristo. Aí Jesus fala: "Eu sei que você pensa que não é. Eu sei que você já casou algumas vezes e que se separou algumas vezes e que você é muito, muito julgado. Mas no reino do meu pai você é acolhida. Jesus falando sobre os nossos processos de tomar fôlego. Jesus falando sobre os nossos processos

ue se separou algumas vezes e que você é muito, muito julgado. Mas no reino do meu pai você é acolhida. Jesus falando sobre os nossos processos de tomar fôlego. Jesus falando sobre os nossos processos de envergonhamento dos nossos erros. dizendo que o reino dos céus, o reino de Deus nos aceita do jeitinho, do jeitinho que a gente é. Aí, Gilberto Gil vem escrever uma música chamada sede. Não sei, preciso até pesquisar isso, se ele estudou o evangelho de João, porque toda vez que eu escuto essa música, eu me lembro do diálogo de Jesus com a mulher samaritana. Certamente eu não vou cantar a música, mas a música diz mais ou menos assim: "Traga-me um copo d'água que eu tenho sede e essa sede pode me matar. Minha garganta, olha só isso, minha garganta pede o teu amor. Se não me deres, posso até morrer. A letra da música que a gente faz aqui, uma associação do diálogo com a mulher samaritana significa que nos nossos processos de desesperança, nos nossos processos de aridez, nós temos como se fosse um oasis pra gente parar, mas é parar mesmo, parar um pouco, porque embora o tema da palestra seja uma pergunta existencial. Como se levantar? Pra gente se levantar, a gente precisa ter caído. Nós precisamos respeitar os nossos processos. E aqui, porventura, para quem esteja passando por um processo de tratamento espiritual, os nossos processos não dizem respeito à cobrança do outro. Os nossos processos não dizem respeito às projeções de validação que a gente tem do outro. Os nossos processos dizem respeito à gente. Antes de vir para cá, eu tava assistindo um programa da comunhão chamado Papo Espírita. É um programa que foi lá agora às 6:30, 7 horas. E quem tava sendo entrevistada era uma colega de movimento espírita chamada Bárbara Brito. Se vocês ainda não conhecem o trabalho de Bárbara, eu recomendo muito. Bárbara tá com um programa Explorando o Espiritismo, que tem um episódio semanal e todo terceiro sábado do mês ela faz a palestra aqui das 5 horas da tarde. E agora ela estava sendo entrevistada no

o. Bárbara tá com um programa Explorando o Espiritismo, que tem um episódio semanal e todo terceiro sábado do mês ela faz a palestra aqui das 5 horas da tarde. E agora ela estava sendo entrevistada no Papa Espírita e ela trouxe um pensamento muito válido sobre os nossos processos. Porque quando a gente cai, segundo Bárbara, e eu concordo, nós temos uma perspectiva de mudar ali o pensamento. E quando a gente se reergue e volta à nossa caminhada, tenhamos ponderação, não para pensar efetivamente onde vamos e onde queremos chegar. Observemos, conforme recomenda a Bárbara, a travessia, porque é na travessia onde estão os nossos bastidores. E aí, meu amigo? E aí, minha amiga? dos nossos bastidores só sabem a gente que o diga, por exemplo, uma mãe que chora de madrugada, que chora tomando banho, que chora escondido, porque não consegue mudar o padrão de pensamento do filho. Uma mãe que tanto torce às vezes para um filho se levantar em decorrência de um processo da vida, não consegue. Não consegue porque ninguém vive a vida de ninguém. E vem um sentimento imenso de culpa. Imenso. Uma culpa que paralisa. Aí a mãe se percebe sem forças. Observa seu filho, observa sua filha vendo uma perspectiva descarrilhada, não sabe o que fazer. Aí vem a lição dos espíritos na questão 954 de O livro dos Espíritos, onde Kardec pergunta, vou até colar aqui por causa da profundidade do assunto. A mal-les que independem da maneira de agir e que atingem a pessoa mais justa. Haverá algum meio dessa pessoa se preservar deles? Em outras palavras, o que é que a gente faz quando algo está fora do nosso controle e nos atinge? Mesmo a gente ter feito, tendo feito de tudo, de tudo para não sermos atingido, atingidos. Aí vem a resposta, a consciência. Se tem uma coisa que é valiosa e que os espíritos registram, é a consciência. Consciência tranquila, consciência do dever cumprido, consciência que aquele sofrimento dói tanto, dói tanto porque a gente não pode pegar o braço do outro e conduzi-lo a um caminho, porque

nsciência. Consciência tranquila, consciência do dever cumprido, consciência que aquele sofrimento dói tanto, dói tanto porque a gente não pode pegar o braço do outro e conduzi-lo a um caminho, porque é ele que escolhe. No Evangelho Segundo Espiritismo tem um texto lindo de um espírito chamado La Corder, salvo me engano, vou até colar aqui o nome do texto. Bem e mal sofrer. Capítulo 5, item 18. O espírito ele vem dizer o seguinte: "Olha, é o seguinte, deixa eu lhe jogar um papo reto." Ele não fala assim não, porque naquela época não tinha essa expressão não. Isso era lá do século XIX. Vou te jogar real aqui. A gente vive no mundo de provas e expiações, no mundo que é difícil, no mundo em que a matéria nos sufoca, no mundo em que a gente pensa em desistir. Mas faça o seguinte, faça o seu. Eu sei que você vai se contestar porque eu me contestava. Faça o seu, porque lá na frente, mas é lá na frente mesmo, você vai observar toda a sua trajetória. Você vai observar, é muito sério isso, você vai observar toda a sua trajetória de altos e baixos. Tá me tremendo. Você vai observar a sua trajetória em que você caiu, em que você não sabia e nem tinha forças de como se levantar. Mas lá na frente, lá na frente você vai se observar, dar um abraço bem aconchegante na sua consciência e dizer aí vem o que ele fala no final do texto, abre abre aspas. Fiz o que pude, fui o mais forte. Fecha aspas. O que é que o espírito quer falar com isso? Eu acho que eu não conversei com ele. Eu acho que o espírito quer dizer com isso que nós somos seres limitados, que nós estamos longe, estamos muito longe da perfeição, que a rota da nossa vida não necessariamente depende de tudo que a gente faça. Porém, resgatando a questão 954 de O livro dos espíritos, que tenhamos a consciência tranquilo. Aí vem a frase do coleguinha. Fui o mais forte, fiz o que pude. Pode não ter dado certo, mas eu dei o meu máximo. Porque se tem algo que os espíritos nos ensinam, é que a lei de Deus está na nossa consciência.

frase do coleguinha. Fui o mais forte, fiz o que pude. Pode não ter dado certo, mas eu dei o meu máximo. Porque se tem algo que os espíritos nos ensinam, é que a lei de Deus está na nossa consciência. Questão 625, livre dos espíritos. Onde está a lei de Deus? Várias religiões, a gente tem vários cultos, várias celebrações. Mas onde efetivamente, efetivamente onde está a lei de Deus? Kardec praticamente fala assim: "Pelo amor de Deus, onde é que tá a lei de Deus? Onde é que tá esse pote de ouro?" Mas como Kardec não era materialista, ele não utilizou analogia porte de ouro. Ele só perguntou onde está a lei de Deus. Os espíritos nos respondem na consciência. E cada um de nós tem a sua própria consciência do que faz. E muito dos nossos erros, eles são decorrentes das nossas convicções. A gente trabalha um pouco sobre o processo de amadurecimento do ser, porque as nossas convicções de hoje foram as convicções que nos levaram às eventuais quedas nas quais nós, porventura estejamos imersos. Aí vai também um pouco de filosofia espírita. Ninguém, ninguém, mas absolutamente ninguém erra porque quer. Nós erramos pela nossa consciência. E aqui eu resgato a história de Saulo, de Paulo apóstolo, a história da transformação. E recentemente eu tenho feito uma reflexão em relação à bem-aventurança. Bem-aventurados os que têm sede e fome de justiça, porque serão fartos. Lá no sermão do monte, Saulo, enquanto rabino, ele seguia a lei hebraica. E ele não entendia o processo de transformação social que Jesus propunha. E Saulo começou a perseguir os cristãos. E aquela época apedrejar as pessoas era normal. Hoje em dia a gente apedreja pela maledicência. Naquela época era apedrejamento mesmo. E prestes a apedrejar uma pessoa chamada Ananias no meio do caminho. Aí vem a história de Saulo que se encontra com a luz intensa que cai do camelo e não do cavalo. Durante muito tempo que era cavalo, mas cavalo não tinha naquela época. Era camelo. Aí escuta a voz é uma historinha já um pouco batida.

e encontra com a luz intensa que cai do camelo e não do cavalo. Durante muito tempo que era cavalo, mas cavalo não tinha naquela época. Era camelo. Aí escuta a voz é uma historinha já um pouco batida. Saulo, por que me persegues? E ali Saulo, no seu processo que começa ali, o processo de reconstrução, aquele espírito missionário que ali começa a missão, que ele poderia, por exemplo, ter mantido o padrão de pensamento, mas não. Ele decidiu mudar. Por quê? Porque ele encontrou com Jesus. Porque quando a gente encontra com Jesus, a gente muda, a gente gira a chave. E Saulo de imediato se coloca à disposição. O que queres que eu faça? Tipo assim, me dê mais uma oportunidade, só mais uma. Porque quando a gente cai nos nossos processos de arrependimento, tudo que a gente quer, tudo que a gente quer é mais uma oportunidade. Mas Deus nos dá inúmeras. Quem fala isso é Jesus. Lá no Evangelho de Lucas, no pediu obtereis. Daqui a pouco a gente chega lá. vai dar tempo. E ali Saulo, que era que tinha sede e fome de justiça da lei do homem, nas suas convicções, se vem erro e continua com a mesma sede e fome de justiça, mas agora pela lei de Deus, pela matriz cristã. E o perseguidor junto com Pedro, o negador, passa a ser o fundador das igrejas, porque Deus e Jesus lhe deu inúmeras inúmeras oportunidades. Até preso, até preso Paulo escreveu as cartas. E sobre as nossas oportunidades a respeito de como nos levantarmos, Jesus nos apresenta outra diretriz. Pedi e obtereis. Batei a porta e ela se abrirá. Vamos por partes, porque é difícil, pelo menos para mim. No pedi obtereis, bater a porta e ela se abrir, se abrirá. A gente pode fazer uma diferenciação primeiro, porque pra gente pedir um recomeço, nós temos que saber para onde nós queremos ir. Formatar a rota. Eu caí, tá doendo, mas eu quero seguir o meu caminho e eu não quero levantar agora porque eu não dou conta. Eu não dou conta. É que nem quando a gente leva uma topada, não sei vocês, era uma criança muito desastrada, vivia caindo,

o seguir o meu caminho e eu não quero levantar agora porque eu não dou conta. Eu não dou conta. É que nem quando a gente leva uma topada, não sei vocês, era uma criança muito desastrada, vivia caindo, sou todo remendado. Cara vez caía levava uma topada na calçada, era uma dor no dedo, uma dor. Aí o dedo latejando, latejando. E com o tempo aquela dor paulatinamente, paulatinamente ela ia diminuindo, diminuindo. Aí depois já dava para colocar um gelo. Aí colocava um gelo, passava uma semana, o dedo roxo, mas o dedo ia ali diminuindo a dor e na outra semana eu já estava livre para continuar caminhando, continuar caindo. E na minha época, quando a gente caía, que via o estrago na pele, particularmente, eu não chorava nem pela queda, nem pelo estrago. Eu chorava pensando se ia precisar passar um remédio chamado mertiolate, que era pior 10 vezes do que a queda. Era uma ardência. Aí minha mãe chegava, meu filho, você caiu, tá doendo? Depende de quê? vai passar merteolato. Qual que a gente joga uma água gelada aqui, aí algumas quedas, os maiores tombos, a gente passava o merteolato e com o tempo ia cicatrizando. Mas a criança desastrada que eu era esperava o tempo de cicatrização e caía de novo. E passa o tempo. Graças a Deus a ciência evolui e é criado um remédio chamado povedini, que era o mesmo princípio do mertiolate, mas sem o efeito do ardor. O que se quer dizer com isso? que paraas nossas quedas morais, pros nossos processos em que a gente desacredita, nós temos um remédio chamado evangelho, que no começo é muito amarrabo. Sabe por quê? Porque o evangelho vem nos recomendar tempo. O evangelho vem dizer que os nossos processos não serão resolvidos do dia paraa noite. E ler sobre isso dói. Pensar sobre isso dói. Nada melhor para quem é imortal do que o tempo. É como escreve o Antigo Testamento lá o livro de Eclesiastes, que existe tempo para tudo. Existe o tempo da queda, existe o tempo da dor, existe o tempo da cicatrização, existe o tempo em que a gente se levanta

reve o Antigo Testamento lá o livro de Eclesiastes, que existe tempo para tudo. Existe o tempo da queda, existe o tempo da dor, existe o tempo da cicatrização, existe o tempo em que a gente se levanta e continua. O espírito de Lázaro tem um livro incrível em O Evangelho Segundo Espiritismo, lá no capítulo 9, item oito, chamado obediência e resignação. E que ele vem falar sobre as nossas quedas e que ele vem falar sobre como nós podemos nos levantar e seguir a nossa caminhada. E o espírito de Lázaro vem dizer mais ou menos o seguinte: "Olhe, para as questões mundanas temos obediência. Um tratamento espiritual, a depender da situação, demora 4 semanas. Por outro lado, Lázaro fala: "Tenhamos resignação". O que é que isso significa? que paraas respostas que a gente ainda não tem hoje, tenhamos fé, tenhamos resignção. E o Espiritismo vem falar sobre a fé raciocinada. O espiritismo vem falar sobre a fé dirigida, porque a fé é um potencial de energia. E no Evangelho Segundo Espiritismo, já no finalzinho, no capítulo Pediobereis, capítulo 17, item 17, Kardec escreve o seguinte: "A prece só tem valor pelo pensamento que lhe está conjugado". É o codificador dizendo mais ou menos assim: "Olhe, tenha boa fé". Tenha vontade, tenha persistência e confie. Mas confie, a fé é algo indescritível e individual em relação à gente. A fé é a gente dizer o seguinte: Deus, é o seguinte, um papo reto aqui com o Senhor. Eu não sei mais o que fazer. Já fui para centro espírita. Vou pra palestra da comunhão 8 da manhã, 1 da tarde, 4 da tarde, 6 da noite, 8 da noite. Cada palestra que eu vou tomo dois passes. Já não sei o que fazer. A vida está no seu comando, então me ajude. Quando a gente dirige essa questão da fé, um boa noite para Iago, meu colega de do estudo espírita, que também é do movimento cultural aqui da comunhão espírita de Brasília. O movimento da fé nos leva ao fortalecimento. E se tem uma coisa que os espíritos nos recomenda na questão 90 do livro dos espíritos, é a vontade. Porque aí, pessoal, quando a gente tem

a de Brasília. O movimento da fé nos leva ao fortalecimento. E se tem uma coisa que os espíritos nos recomenda na questão 90 do livro dos espíritos, é a vontade. Porque aí, pessoal, quando a gente tem vontade de acreditar, a gente começa a perceber efetivamente a misericórdia divina aparecendo. Porque a misericórdia divina aparece todo dia. todo dia. Por isso que Jesus fala: "Quem tem olhos para ver que veja, quem tem ouvidos para ouvir que ouça". E muito cuidado com interpretação restritiva do evangelho, porque se nós interpretarmos o evangelho de maneira restrita, quem tem olhos para ver que veja. Um cego não vai perceber Deus. Quem tem ouvidos para ouvir que ouça. Um surdo não escuta a providência ajudando a sua vida. Deus é uma percepção neurosensorial. Em relação aos nossos processos de como se levantar, evitemos, evitemos a intensidade da culpabilização. Muito cuidado com os holofotos que a gente coloca pros nossos erros. Já canta o conjunto Engenheiros do Havaí na música alívio alívio imediato. Um estrofe linda, linda. Olofotes nos meus olhos cegam mais do que iluminam. Muito cuidado num peso que a gente coloque em relação aos nossos erros, porque já basta errar, já basta reconhecer um erro, já basta sentir vergonha do erro. É muito sério isso. Já basta uma vontade enorme que a gente tem de voltar no tempo e não volta não. Não volta. É daqui paraa frente. A gente pode se restaurar, se ressignificar, se reformar. E aí vem o termo espírita, reforma íntima. Reforma é pior do que construir. No nosso processo de reforma, a gente vai cair. No nosso processo de queda, a gente pensa que não vai ficar pedra sobre pedra, mas fica, porque a base do espírito é Deus. E o esquadro da vida é Jesus, que nos pede uma parametrização com seu evangelho que é imerso, que é imerso de amor. Se a gente passa por uma situação que não sabe como se levantar, tentemos respirar. Primeiro momento, tentemos respirar. Não é clichê aquele pensamento de quando dá uma turbulência que as marçanas caem,

a gente passa por uma situação que não sabe como se levantar, tentemos respirar. Primeiro momento, tentemos respirar. Não é clichê aquele pensamento de quando dá uma turbulência que as marçanas caem, coloque primeiro a máscara em você. Para quem porventura nunca tem andado de avião, uma turbulência é mais ou menos assim. No avião é tudo parado. Aí a turbulência é quando o avião ele atravessa rajadas de vento. Aí o avião começa a balançar. É como se fosse um carro que tivesse ali andando e começa a passar por um monte de buraco. Para quem porventura também seja no interior, numa costela de vaca, uma estrada de costela de vaca, o carro fica só balançando. A diferença é que no avião a queda é maior do que no carro. A gente se segura de tudo que é jeito, como se fosse dar um jeito. E a depender da turbulência caem umas máscaras de oxigênio porque a estrutura do avião ela dispersorizo. E a recomendação da equipe técnica é em caso de despressurização, coloque primeiro a máscara em você e depois no outro. nas nossas quedas, antes de nós respirarmos as críticas alheias, que nos oxigemos, oxigenemos com a nossa possibilidade de se reconstruir com o nosso incrível, incrível potencial de nos refazer. Porque se tem algo que Jesus propõe pra gente é isso. No começo do episódio de hoje do Papa Espírita, a coloca Bárbara tá fazendo uma reflexão sobre fracasso. Ah, o que é o fracasso? Fracasso é errar. Será? fracasso é errar ou não tentar. Quando chegar do lado de lado de volta na pátria espiritual, que se Deus quiser, todo um dia nós morreremos. Se Deus quiser de novo, na verdade ninguém morre, a gente vai desencarnar. E tu vai chegar do lado de lá e tu vai se observar. O que é que eu mudei? Nada. Beleza, tranquilo, não mudei nada. Aí vem a pergunta: o que é que eu tentei mudar? Esse é o ponto. Esse é o ponto quando a gente vai se levantar para continuar a nossa caminhada. O que é que essa queda nos ensinou? Como essa queda pode ajudar no nosso processo de melhoria? Porque não vai ajustar, não ajusta.

onto quando a gente vai se levantar para continuar a nossa caminhada. O que é que essa queda nos ensinou? Como essa queda pode ajudar no nosso processo de melhoria? Porque não vai ajustar, não ajusta. Somos espíritos ainda lá na questão 101 imperfeitos. Mas o que é que ela pode ensinar no que é que a dor pode ser pedagógica? É uma reflexão para nós fazermos na nossa próxima queda, que é questão de tempo. Desculpe dizer, que a gente vai querer levantar porque a vida é linda e Jesus está no comando, nos encaminhando aqui pro final. Deixa-me ver se tem alguma pergunta. Boa noite, Fernanda, Larissa lá de Belém, Gisaura, manda o e-mail para ouvidoria. Gisaura, tem lá no site, no perfil do Instagram, procura o pessoal, aliás, coloca teu e-mail aí, Gisaura, que eu vou ver com o pessoal da comunicação de dar uma instrução para você. Telma Bárbara é ótima, aprendo muito com ela mesmo, Telma. Boa noite, Eliana. Eliana, você frequenta aqui, eu não lhe conheço ainda presencialmente. Rolda, Maria Madalena lá de Teresópolis. E é isso, pessoal. Como se levantar? Não sei vocês, não sei vocês, mas toda minha queda eu começo a me levantar rastejando, cheio de dor, cheio de dúvidas, com remorço, com culpo, mas é o meu processo. Com Jesus eu me culpo menos. Com Jesus, eu tenho a oportunidade de ressignificar o meu recomeço. Então, que a gente possa ter esperança diante dos momentos, diante das provações que porventura nós estejamos passando, porque vai dar certo. Não é no nosso tempo, é no tempo de Deus. Para finalizar, eu quero mandar um beijo no coração de uma amiga minha chamada Juliana Grande, que ela não é grande só no sobrenome, mas ela é grande em termos afetivos, ela é grande em termos de esperança, ela é grande em termos de desenvolvimento do espírito, de fé no porvir e na vida futura. Não só ela, como todos nós. Quando a gente passa por um processo de dificuldade, quanto mais a gente resmunga, quanto mais a gente fica triste e insatisfeito, mais é a certeza que nós temos, mesmo no

Não só ela, como todos nós. Quando a gente passa por um processo de dificuldade, quanto mais a gente resmunga, quanto mais a gente fica triste e insatisfeito, mais é a certeza que nós temos, mesmo no inconsciente que Deus nos socorre. Parece não fazer sentido, mas quanto mais a gente espreme uma lágrima, mais a gente sabe que Deus nos socorre. Porque conforme Jesus complementa no pedir, obtereis, qual é o filho que o pai, quer dizer, desculpa, qual é o pai bondoso que o filho pedindo um pão dá uma pedra? Qual é o o pai bondoso que o filho pedindo um peixe dá uma serpente? Nem. A proposta de Deus pra gente é nos acolher quanto a gente mais, quando a gente mais precisa. Se você, porventura tá passando por um processo e não sabe como se levantar e chegou essa palestra, ainda tem uma dúvida, estuda a questão 495 de dos espíritos, sobretudo recorando, de Santo Agostinho, quando ele vem falar, não sinta vergonha de pedir ajuda, porque para quem ama e quem quer ajudar, só uma oportunidade basta. Abramos os nossos corações, as nossas mentes e o nosso processo de fé paraa intercessão divina, que ela é linda, a gente ainda não compreende hoje, mas um dia compreenderemos. Era isso que tínhamos para falar no tempo que nos foi concedido. Vamos agora à nossa prece final. Nesse momento de fortalecimento de fé, que estamos conectados com a comunhão espírita de Brasília, que possamos acreditar nas palavras de vida eterna que o Senhor traz, nas palavras de esperança, consolação e acolhimento. Que pelo teu psiquismo eu possa fortalecer e dissipar a minha angústia. pelo teu psiquismo, eu possa fortalecer a minha fé, dissipar as minhas sombras, que pelo teu psiquismo eu possa afastar o meu medo e confiar cada vez mais, cada vez mais na vida. Com essa prece, damos por finalizados os trabalhos da noite de hoje. Quem quiser tomar o passe, fica sentadinho que a colega teu nome como Rita Ida. Tá ruim, hein, amiga? Ira, Ira vai chamar para tomar o passe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe

s da noite de hoje. Quem quiser tomar o passe, fica sentadinho que a colega teu nome como Rita Ida. Tá ruim, hein, amiga? Ira, Ira vai chamar para tomar o passe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para

orações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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