COMO DISSIPAR A TRISTEZA? - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando. >> Olá, pessoal. Boa noite para quem está aqui presente, para quem nos assiste no YouTube nessa noite de quinta-feira, 2 de outubro de 2025, em que essa tribuna se propõe mais uma vez com a graça de Deus a fazer uma reflexão sobre o evangelho do Cristo e uma tentativa de provocar reflexões sobre esperança e sobre consolações. Para quem porventura esperava a amiga Patrícia fazer a palestra, ela teve um imprevisto e a gente tá aqui, mas vai dar tudo certo, que com fé em Deus tudo dá certo. E a proposta do tema é refletirmos sobre como dissipar a tristeza, que às vezes nos sonda, às vezes nos visita, às vezes nos paralisa, tira as nossas forças. E a gente vai aqui nos próximos minutos conversar sobre isso. Para quem porventura esteja aqui pela primeira vez, não sei se tem alguém aqui pela primeira vez, mas eu gosto sempre de fazer esse registro do recadinho da primeira vez, porque eu tive a minha primeira vez em um centro espírita. Eu não tinha a menor ideia do que acontecia. Eu pensava que as cadeiras iam se levantar, que ia ter assombração, mas nada melhor do que o tempo para o conhecimento do evangelho. Para quem porventura esteja aqui pela primeira vez, da nossa reunião pública, ela se divide em três momentos: a prece inicial, a palestra propriamente dita e a prece final. Depois, para quem quiser, vai ter o passo que a equipe vai chamar. Feito esses registros, vamos paraa nossa prece inicial. Para quem quiser fechar os olhos, fique à vontade. Particularmente eu estou de olhos fechados, que tentemos imaginar Jesus vindo na nossa direção, como se fosse fazer um atendimento, um atendimento de um amigo, um atendimento fraterno, consolando e fortalecendo os nossos corações. apresentando esperança e como se fosse um remédio para as nossas dores. Amado Mestre Jesus, que eu possa te senti-lo cada vez mais no meu coração. Que o teu raio de amor ilumine a minha escuridão. que na minha caminhada eu possa me
e fosse um remédio para as nossas dores. Amado Mestre Jesus, que eu possa te senti-lo cada vez mais no meu coração. Que o teu raio de amor ilumine a minha escuridão. que na minha caminhada eu possa me fortalecer contigo, até porque eu sei que você me oferece um um ombro amigo, que no silêncio da vida eu consiga discutar e ter esperança por novos dias que vão brilhar. Paciência que rima. com persistência. Evangelho que rima com refrigério. Independente da construção linguística, que eu tenha certeza que tu, mestre amigo, é o meu caminho, minha verdade e a vida. Com essa prece, damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje. Eu quero deixar um abraço para quem nos assiste do YouTube. Larissa lá de Belém. Raf, obrigado, Raf. Flávio, Raf tá registrando aqui que o microfone tá baixo. Se puder dar um ajuste, se o colega aí do Puder tocar a campainha do estúdio, por gentileza. Mas vamos tocando aqui, ver se a perspectiva para quem está em casa melhor. E eu quero começar falando em dissipar a tristeza, abordando a saudade, a saudade de quem se foi de volta ao plano espiritual. A saudade de quem escolheu seguir a sua vida com outras rotinas, a saudade de quem mora longe e a saudade que nos causa tanta reflexão. Tem uma música de Toquinho e de Vinícius de Morais incrível, chamada Onde anda Você? em que eles vêm escrever sobre isso. E por falar em saudade, onde anda você, onde andam os teus olhos que a gente não vê? E aquela poesia em formato de canção vem falar na dimensão pequena que é a perspectiva da matéria, em que a gente efetivamente precisa ver. precisa tocar, precisa estar perto, porque nós temos dentro da gente uma incrível demanda para sermos amados. Quero só fazer uma pergunta, se quem tá ali é Reinaldo e Maria do Bom Sucesso, lá de João Pessoa, do Centro Espírita, Lar de Jesus. A gente se conheceu aqui essa semana, eles estão em viagem, voltando de gramado de carro e decidiram conhecer a comunhão. Me desculpe se tô causando algum constrangimento, mas eu tô com muita
e Jesus. A gente se conheceu aqui essa semana, eles estão em viagem, voltando de gramado de carro e decidiram conhecer a comunhão. Me desculpe se tô causando algum constrangimento, mas eu tô com muita alegria de reencontrá-los, porque a proposta do movimento espírita é aquele abraço que a gente deu aqui essa semana. A proposta de Jesus pra gente é quebrar com a perspectiva de rotina, é quebrar ciclos, é quebrar paradigmas. Estávamos falando na canção Por onde anda você, no sentido que os poetas escrevem uma perspectiva de saudade, de aproximação, de estarmos juntos, de vermos, de tocarmos. E aqui uma reflexão, por exemplo, para quem porventura tenha deficiência de visão, que não enxergue, mas sente. Aqui uma reflexão para quem tem saudade de quem já retornou à pátria espiritual e não consegue ter a presença física, uma reflexão a respeito do amor, o amor de Deus pra gente que nos presenteia com a reencarnação, que é mais uma oportunidade que nós temos de seguir a nossa nossa caminhada sempre aprendendo o amor do Cristo que nos ensina muita consolação, muita esperança, como se dissesse mais ou menos assim: "Vai demorar, mas vai passar". O tempo eu não sei, mas eu sei que Deus nunca nos abandona. que tenhamos bom ânimo. Jesus nos apresenta inúmeras, inúmeras fontes de informação. Mas o que é que a gente faz, por exemplo, na perspectiva de transformar essa informação em conhecimento, num conhecimento mais dinâmico que possa nos fortalecer. Um dos principais atributos do espírito, para mim é o principal, mas para evitar controvérsia, a gente generaliza, um dos principais atributos do espírito é a capacidade de pensar, a capacidade de fazer escolhas diárias. E o colega de movimento espírita Geraldo Campet, em uma palestra que ele fez aqui no último domingo, ele falou muito isso no finalzinho, que sempre é tempo de escolha. A gente não precisa esperar o final do dia. A gente não precisa esperar terminar a palestra. Não precisamos esperar o final de semana. Até porque essa perspectiva de tempo cronológica é
po de escolha. A gente não precisa esperar o final do dia. A gente não precisa esperar terminar a palestra. Não precisamos esperar o final de semana. Até porque essa perspectiva de tempo cronológica é muito diferente, muito diferente do tempo do espírito imortal. Aprisionados em uma perspectiva de cronômetro, nós vamos estabelecendo padrões. Horário de dormir, horário de comer, horário de vir ao centro espírita, horário de terminar uma palestra, sempre rodeados pelo tempo Cronos. Porém, seres eminentemente sentimentais, nós somos efetivamente regulamentados pelo tempo de Deus. E o nosso tempo não é e nunca, nunca vai ser o tempo de Deus. O tempo de Deus significa representações. O tempo de Deus significa simbologias, novos, novas oportunidades, novos aprendizados e novas descobertas. Porque Deus, como infinito amor, infinita bondade, infinita sabedoria e principalmente misericórdia, está disposto a nos apresentar novos caminhos e não os mesmos, porque na trilha da vida a gente não volta atrás. A gente pode até ter uma perspectiva de ficar com a lembrança como se fosse alimentando uma lembrança na teoria do si. E se eu tivesse feito diferente? E se eu tivesse me controlado? E se eu tivesse respeitado? Mas não fez a teoria. do si é mais uma é mais uma característica de que nós espíritos reencarnados tanto queremos quanto teremos novas oportunidades. E como a vida é dinâmica, a gente, na nossa perspectiva de padrão de pensamento, a gente sempre vai se colocando em situações semelhantes. Então, às vezes, o erro que nós cometemos ontem, que hoje nos coloca em um imenso estado de tristeza, nada mais foi do que uma consequência do nosso pensamento, uma consequência da nossa escolha, uma consequência do nosso livrearbítrio. E como nós temos a eternidade para aprender, a eternidade para nos corrigir, e como o nosso processo de evolução espiritual e cognitiva demanda tempo, muito provavelmente. Muito provavelmente. Eu não posso dizer certeza, porque a única certeza que eu tenho da vida, a única, é que graças a
so processo de evolução espiritual e cognitiva demanda tempo, muito provavelmente. Muito provavelmente. Eu não posso dizer certeza, porque a única certeza que eu tenho da vida, a única, é que graças a Deus eu vou morrer de novo, de novo e de novo. Muito provavelmente nos nossos processos da vida, a nossa vibração, o nosso parâmetro de pensamento nos coloca em situações semelhantes. E quando a gente vai se aproximando de uma situação semelhante no que diz respeito à nossa condição moral, a gente consegue perceber intimamente que estamos errando novamente. a gente consegue perceber intimamente que provavelmente vamos sucumbir de novo. Porque nós, muito embora coloquemos uma areia embaixo do tapete, nós sabemos sim da formatação dos nossos equívocos. E a vida quando ela vem se apresentar pra gente na perspectiva do autoconhecimento que o espiritismo tanto ensina, por exemplo, lá na questão 919 do livro dos espíritos, a gente sente o nosso erro se aproximando como se fosse colocando a mão no fogo. Ultimamente a gente sabe que tá praticamente inclinado para uma próxima queda. Mas viver não é fácil. Quebrar paradigmas não é fácil. Albert Einstein, por exemplo, ele tem uma expressão bem marcante, bem marcante. Ele diz que é mais fácil quebrar um átomo do que um preconceito. Porque o preconceito, pra gente dissolver o nosso preconceito, nós temos que nos deparar com dois sentimentos que nos são ainda bases, que é o orgulho e o egoísmo, que a questão 785 de o livro dos espíritos vem trazer como dois sentimentos que ainda nos são obstáculos. ainda nos são muros para o nosso progresso. Porque como nós somos, na verdade estamos e não somos, como nós estamos imediatistas, a tendência é nós querermos que se faça valer, que se faça cumprir as nossas vontades, como se o outro tivesse sido criado para nos servir. E a vida ela vem nos apresentar pela lei de sociedade registrada na terceira parte de o livro dos espíritos, uma oficina como se fosse um atelier do conhecimento espiritual
ido criado para nos servir. E a vida ela vem nos apresentar pela lei de sociedade registrada na terceira parte de o livro dos espíritos, uma oficina como se fosse um atelier do conhecimento espiritual que nos proporciona paciência, que nos proporciona resiliência. ou como escreve o espírito Lázaro no Evangelho Segundo Espiritismo, obediência e resignação para os nossos processos de amargura. Há uma recomendação que tenhamos essa dupla camada, esses dois amigos sentimentais como um holofote a nos mostrar o caminho. A obediência uma perspectiva mais racional, já resignação não é o fortalecimento da espiritualidade. e espiritualidade de tá aqui agora desta tribuna passa longe, muito longe de professar um credo religioso. Espiritualidade é, conforme Allan Kardec escreve na introdução de o livro dos espíritos, uma grande oportunidade que nós temos de desbravar e conhecer a intimidade de Deus. E o componente espiritual é um componente psíquico. A medicina tem mudado, a medicina tem estudado e a medicina tem comprovado isso. Semana passada, por exemplo, na última sexta-feira, o Conselho Federal de Medicina promoveu um evento sobre medicina e espiritualidade. um dia de médicos falando sobre isso. Na parte da manhã, por exemplo, falou um psiquiatra, falou um cardiologista e falou um médico de família e comunidade. Três especialidades diferentes que desaguaram no entendimento que a espiritu aumentou. Eu acho que a espiritualidade, deixa eu ver aqui se aumentou. Vamos fazer um teste que a espiritualidade fortalece os nossos corações e os nossos processos. Melhorou, Rafa? Eu não sei se você tá aí. O pessoal já perguntou aqui, mas para mim foi só falar em espiritualidade que o microfone aumentou a voz. E lá na intervenção do psiquiatra, ele diz que o nosso sentimento, a nossa vontade, o nosso desejo de espiritualizar a nossa rotina nos leva aos templos e a gente vai conhecendo outras pessoas e a gente vai se socializando, porque às vezes, a depender do caso, no templo religioso, a
o nosso desejo de espiritualizar a nossa rotina nos leva aos templos e a gente vai conhecendo outras pessoas e a gente vai se socializando, porque às vezes, a depender do caso, no templo religioso, a gente vê que existem dores maiores do que a nossa. Como se as nossas dores fossem possíveis de serem comparadas. Dora, dor se sente. Tristeza não se compara. Eu sou mais triste ou mais feliz? Não, eu sou o que sou. Na verdade, eu sou o que consigo ser. E nessa perspectiva de o espírito desbravar o tempo imortal, o tempo da eternidade, a questão 780 de O livro dos Espíritos nos traz duas advertências. Como se dá o progresso segundo o Espiritismo? Porque o Espiritismo diz aí que nós somos seres imortais. O espiritismo diz aí que nós temos todo o tempo do mundo. E nessa ideia de tempo, como é que a gente cresce? Como é que a gente evolui, como é que a gente se desenvolve? Aí o espiritismo traz em uma perspectiva um pouco alegórica a questão das duas asas. Não sei se vocês já ouviram falar isso. A gente fala muito na turma do ESD, do estudo sistematizado da doutrina espírita. Primeiro a asa do conhecimento científico cognitivo e depois a do moral. Percebamos a perfeição da divindade em relação ao nosso tempo de aprendizado. Primeiro, a gente desenvolve a psiquê, a racionalidade, a razoabilidade e depois o conhecimento moral. cada um no seu tempo. E a grande ideia pra gente é no nosso processo de eventual aflição, no nosso processo em que a gente busque como dissipar a tristeza, termos na fé um instrumento de fortalecimento, porque a fé é um sentimento que a gente tem de fábrica, mas uma situação é ter a fé disponível como uma fé ferramenta de aprendizado como uma ferramenta de fortalecimento. Outra situação completamente completamente diferente exercermos esse sentimento. É como se a gente fosse reverberando a lição de Jesus em uma perspectiva alegórica, pensarmos em agricultura, em ter um solo, uma gleba, que é um solo livre, um solo solto, e ter uma enchada parada, como é que a gente vai conseguir semear
lição de Jesus em uma perspectiva alegórica, pensarmos em agricultura, em ter um solo, uma gleba, que é um solo livre, um solo solto, e ter uma enchada parada, como é que a gente vai conseguir semear se não colocarmos a mão na enchada? Como é que a gente vai conseguir semear se não cortarmos a terra? Como é que a gente vai fortalecer a fé se a gente não coloca o evangelho em ação? O espírito de Emanuel tem um texto intitulado O arado, em que ele vem falar na perspectiva que nós devemos arregaçar as nossas mangas e tentar tentar, não que vá conseguirmos, mas tentarmos adubar novos horizontes. mudar a frequência do pensamento, iniciar uma nova conduta, porque é uma nova conduta reiterada que nos vai nos trazer um novo hábito. Tentemos perceber a ideia do tempo. a gente muta a conduta, permanece com a conduta e de repente aquela conduta se transforma em um hábito e o hábito vira rotina. Estamos falando de tratamento espiritual, estamos falando em um conceito do espiritismo que eu acho que deve ter em outros créditos, mas espiritos fala muito, fala muito sobre leitura edificante. Leitura edificante é nós mudarmos toda a nossa estrutura mental que nos trouxe ao atual momento de tristeza. Leitura edificante é uma estratégia cognitiva, é uma ferramenta neurológica para nós sairmos de uma espécie de atoleiro que nos paralisa, que nos imobiliza. E nessa perspectiva de mudarmos a conduta, a rotina e o hábito, não tenhamos pressa. Ou conforme ensina Chico Xavier, não percamos tempo. Todos nós, a gente deve ter consciência e, principalmente responsabilidade em relação a isso. Cada um de nós tem o seu próprio tempo. O meu tempo não é o tempo de Reinaldo, não é o tempo de Maria do Bom Sucesso. E o inverso é o mesmo. Porque nós temos um processo de individuação. Nós somos seres individuais perante o grande, o grande oceano que é a obra de Deus. E nós temos história, nós temos muita, muita história. A psicanálise, por exemplo, nos ensina muito que muito dos nossos processos de adulto
ais perante o grande, o grande oceano que é a obra de Deus. E nós temos história, nós temos muita, muita história. A psicanálise, por exemplo, nos ensina muito que muito dos nossos processos de adulto possuem ressonância da infância. Se tem uma coisa que Freud, Lacan escrevem é sobre isso. O adulto malmorado, o adulto irritado, provavelmente é uma criança ferida, mas não ferida na perspectiva pejorativa, mas sim não compreendido. Porque quando a gente não se sente amado, isso mexe muito, muito com os nossos brios. E sabe por mexe com os nossos brios? Porque intimamente falando, nós temos a certeza de que fomos criados para sermos amados. Um dos grandes propósitos da vida que provavelmente um dia nós aprenderemos é que nós fomos criados para sermos amados. E às vezes num processo de socialização, a gente cria uma expectativa, gera um reflexo das nossas demandas no outro que algumas vezes não consegue corresponder. Aí vem frustração, aí vem tristeza, aí vem a depender da situação, mágoa, raiva. Raiva. Eu aprendi recentemente na terapia a diferença entre raiva e mágoa. E hoje eu tô refletindo. A raiva tentemos associar como um raio. Um raio que cai instantaneamente na gente. a gente tem uma determinada situação, nós temos as nossas expectativas, nós temos as nossas projeções e de repente somos frustrados. Me desculpe se esse barulho acordou alguém, tirou desdobramento. Tão bom dormir na palestra espírita. André Luiz fala muito disso nas suas obras. Por se adormeceu na palestra espírita, não se culpe. Você tava vivendo um processo de desdobramento. É muito sério isso. Provavelmente um socorro espiritual, mas não nos fixemos nisso para dormir a palestra toda. A gente dá uns cochilos, acorda, dá uns cochilo, acorda. nessa par quinta-feira, 8 hor da noite até 8:50, cheio de historinha, cheio de sambarilov espiritual para falar aqui. Então, às vezes, quando a gente vai conviver com o outro e nós não temos os nossos desejos correspondidos, imediatamente a gente tem uma raiva. É
rinha, cheio de sambarilov espiritual para falar aqui. Então, às vezes, quando a gente vai conviver com o outro e nós não temos os nossos desejos correspondidos, imediatamente a gente tem uma raiva. É como se fosse um pensamento visceral que vem lá de dentro. Não sei vocês, mas eu tenho uma colônia de dragões que quando ela acorda, aí eu preciso respirar bem fundo. E a raiva é um movimento imediato, é um movimento fisiológico. Já a mágoa não. Mágoa, nós temos uma oportunidade de escolha para não ficarmos ruminando as nossas frustrações. Na raiva, por exemplo, eu vou passar uma dica para vocês que funciona comigo e é bom o que a gente falar falar com conhecimento de causa para não ser um papo furado. Nos meus processos de raiva tem um texto incrível no Evangelho Segundo Espiritismo chamado A cólera, que tem a construção da perspectiva que as nossas os nossos processos de raiva ainda denotam ainda denotam uma grande possibilidade de amadurecimento espiritual. Se fosse outra época, eu falaria pequenez, mas o espiritismo, ele se propõe também a fazer uma ressignificação linguística, tanto de comunicação não violenta como de linguagem de poliana e o jogo do contente. Então, nós temos na oportunidade em que tivermos uma raiva, dissipá-la. Como? com a seguinte reflexão. Se eu não sou perfeito, porque o outro que não é Jesus vai ser? Mas é difícil. É muito difícil porque quando a gente fica contrariado é como se implodisse um prédio de expectativa. Como assim você falou isso de mim? como ousas ou no jargão popular você não sabe com quem está falando. A autoridade, a única, a única autoridade que nós devemos ter em relação ao outro de mais diz mais sobre a gente do que o outro. É autoridade moral. O resto, cargo, função, o que quer que seja, é passageiro. E a nossa autoridade moral, a gente vai construindo por intermédio do tempo como uma grande ferramenta. Kardec escreve isso na questão 257 de O livro dos Espíritos, quando ele vem falar que o corpo é um instrumento da dor, quando ele vem falar
struindo por intermédio do tempo como uma grande ferramenta. Kardec escreve isso na questão 257 de O livro dos Espíritos, quando ele vem falar que o corpo é um instrumento da dor, quando ele vem falar sobre o ensaio teórico da sensação dos espíritos, que nós somos sentimentos e pensamentos e por intermédio deles, nós temos as nossas percepções que são muito, muito muito subjetivas. Muitas vezes a gente passa por uma situação, é a mesma situação, e as pessoas ao nosso entorno, as pessoas muito próximas da gente, têm leituras diferentes por dois motivos. Primeiro, porque ninguém é igual a ninguém. E segundo, é muito sério isso. Nós vemos o mundo de acordo com as nossas percepções, de acordo com os nossos olhos. E Jesus quando vem falar sobre a lei de sociedade, ele fala muito, ele diz o seguinte: "Se o teu coração for luz, verás luz. Porém, se no teu coração ainda ainda estiver sombra, você verá alguma coisa ainda um pouco turva. Eu vejo muito turvo, porque o Cristo, ele também tem um raciocínio eminentemente psicológico. Jesus é o grande médico das almas. E Jesus também também é o nosso terapeuta, porque ele vem falar sobre tempo, ele vem falar sobre ressignificação, ele vem falar sobre nós não desacreditarmos de si. Ele vem falar na importância do trabalho. No Evangelho de Mateus, por exemplo, ele fala a linda, a linda parábola dos talentos. É como se ele dissesse que ninguém, ninguém, nenhum de nós veio a passeio. Nenhum de nós, nenhum de nós é emprestado. E às vezes quando a gente cai num estado de tristeza, quando a gente fica triste, a gente tem essa associação com a imprestabilidade. Mas não, todos nós somos seres angelicais, não estamos ainda no estado, estamos a caminho. Estamos no rolê da evolução. Cada um com as suas histórias, cada um com as suas marcas. E as marcas da vida, algumas ficam no corpo, como são as cicatrizes. Para quem porventura também seja desastrado, caiam muito na infância, o joelho deve ser marcado. Mas para o espírito são as marcas e as dores da vida
a, algumas ficam no corpo, como são as cicatrizes. Para quem porventura também seja desastrado, caiam muito na infância, o joelho deve ser marcado. Mas para o espírito são as marcas e as dores da vida que ficam no perespírito, que é como se fosse o nosso HD espiritual. que é lá onde está a intimidade de todos nós. E às vezes um processo de erro na nossa caminhada pode nos gerar culpa, tristeza, sensação de fracasso que gere, que gere, mas que nós não nos alimentemos disso por muito tempo. Por incrível que pareça, por incrível que pareça, a vergonha é diretamente proporcional a percepção que nós temos que poderíamos ter feito melhor. Então, não tem para que ficarmos nos martirizando por muito tempo. É certo que devemos fazer um senso de autorresponsabilidade. É certo que devemos fazer um juízo de meia culpa, mas muito cuidado quando isso se transforma em um pensamento habitual. Muito cuidado com quando isso se transforma em uma espécie de alimento diário. Aí a gente precisa mudar a dieta. Ninguém, ninguém diminui a gordura visceral sem parar com refrigerante. Ninguém consegue. Revivenciando o exemplo Reinaldo de Maria do Bom Sucesso dessa semana. Ninguém consegue correr 3 km. Se não ultrapassar os 500 m. Às vezes a gente não percebe, mas a vida é muito, muito a longo prazo. E a gente, como tem um viés imediatista, a gente quer resolver os nossos processos hoje, antes de terminar a palestra. Às vezes pensa, não, vou pro centro espírito, vou assistir uma palestra, vou tomar um passo e vai dar tudo certo. Se der, tudo bem, mas e se não der? vai assistir quantas palestras, vai tomar quantos passes, porque o ponto aí é a mudança do comportamento. O fortalecimento da fé é difícil, fácil é falar. A depender do microfone, fácil é falar. Mas o fortalecimento da fé envolve a necessidade de experimentá-la. E ninguém experimenta a fé sem o sofrimento. Ninguém conhece o poder restaurativo de Jesus sem a dor. Ninguém. A gente pode até saber, a gente pode ter até uma impressão, mas
sidade de experimentá-la. E ninguém experimenta a fé sem o sofrimento. Ninguém conhece o poder restaurativo de Jesus sem a dor. Ninguém. A gente pode até saber, a gente pode ter até uma impressão, mas são nas práticas da vida que a gente vê o poder do evangelho. Allan Kardec tem um texto incrível no capítulo 27, item item 9 do Evangelho Segundo Espiritismo, quando ele veio falar no poder da prece. Prece oração, mesma coisa. Mesma coisa que louvor é um ato de adoração a Deus. E Kardec vem nos sugerir que a gente direcione à vontade. E se tem algo que os espíritos nos ensinam, que os espíritos nos pedem, que os espíritos insistem, é que nós acreditemos no poder da vontade, a vontade psíquica de sermos melhores, a vontade psíquica de acreditarmos em si. Às vezes a gente pode fazer uma reflexão, tá? Mas você tá falando de fé, tá falando de evangelho, mas e aí se eu sou um ser imortal? Se Deus existe, se Jesus existe, se existe anjo da guarda, se existe a equipe de Bezerra de Menezes, se existe a equipe de Eurípedes Barçanufo, se existem os mentores, se existem os espíritos familiares, por que eu não saio desse desse atoleiro? Porque a ignição quem liga é a gente. O primeiro passo, o primeiro quem dá é a gente. O segundo também a gente cansa, a gente cai, respira, continua. E daqui a pouco a gente começa a perceber o que sempre existiu, que é o nosso anjo da guarda conosco. Como se dissesse assim: "Mário, levante, tu não vai conseguir de uma vez, não, mas levante. Tente levantar que um dia você vai conseguir. Eu tô aqui torcendo e eu tô aqui dizendo que você vai conseguir." Mesmo assim a gente pode questionar, mas se todo esse conhecimento a gente traz da imortalidade, por que a gente já não gira a chave paraa gente dissipar realmente essa tristeza? Porque essa lei de Deus a gente não tem realmente uma concretização se efetivamente a gente sabe de outras reencarnações. Aí vem a questão 619. Essa questão é maestral, dá para ler até o final do ano. Quando Kardec, na terceira parte do
tem realmente uma concretização se efetivamente a gente sabe de outras reencarnações. Aí vem a questão 619. Essa questão é maestral, dá para ler até o final do ano. Quando Kardec, na terceira parte do livro dos espíritos, começa a construir o conceito de lei natural, que é a lei de Deus, que sempre existiu, a lei natural é uma constante. Nós, a depender do nosso contexto de vida, nos deparamos com essa constante de acordo com as nossas circunstâncias. Mas a lei de Deus sempre existiu e sempre vai existir. E a gente vai se moldurando, a gente vai se adaptando, a gente vai se conectando com a lei de Deus. E na questão 619, Kardec pergunta: "Vem cá, me diz uma coisa. Se a gente sabe que é um ser imortal, se vocês estão dizendo que nós somos criações divinas, por que a gente já não pega um atalho para nos fortalecer? Em outras palavras, como é que pelo pelo amor de Deus eu sei efetivamente das leis naturais? A resposta é grande. A gente encurta um pouquinho que os espíritos dizem: "Olhe, saber todo mundo, todo mundo sabe, mas é preciso conseguir senti-las. Aí, meu amigo, aí, minha amiga, a lei de Deus a gente sente de acordo com o nosso processo. O que é que a gente sabe, por exemplo, que o reino de Jesus não é deste mundo. Ele falou isso para Pilatos, falou isso no Sinédrio. O Espíritismo vem nos ensinar que a completa felicidade não é desse mundo. Questão 920 de O livro dos espíritos. Quando Kardec inaugura a quarta parte, esperanças e consolações, penas e gozos terrestres. Tá triste, tá com a dificuldade? Tá angustiado? Quarta parte do livro dos espíritos. Questão 920. É um abraço de consolação e de esperança. É possível viver a plena felicidade nesse planeta? Não, porque a felicidade é relativa à perspectiva espiritual do ser. Hoje de manhã eu tava conversando com a pessoa sobre fé, ainda refletindo sobre o congresso que o Conselho Federal de Medicina promoveu semana passada sobre medicina e espiritualidade. Quando a gente tem um pensamento de espiritualidade, independente do credo
nda refletindo sobre o congresso que o Conselho Federal de Medicina promoveu semana passada sobre medicina e espiritualidade. Quando a gente tem um pensamento de espiritualidade, independente do credo que professarmos, independente do credo que professarmos, nós sabemos que não temos o controle das situações. E se tem uma coisa que nos desestabiliza, é tentarmos ter o controle das situações, sobretudo para quem porventura queira controlar o outro, como se pudesse ter um controle remoto psíquico. Vou mudar aqui o canal porque eu não tô gostando do que você tá falando. como se o outro não tivesse a liberdade de pensamento que nós também temos. Se a gente tá triste, tenhamos lucidez do que nos deixa triste. Às vezes não é o outro que nos deixa triste. Às vezes é uma situação de frustração que é intrínseca à nossa história, que o outro não corresponda, que o digam, por exemplo, as dores de cotovelo que a gente associa ao outro, me fez sofrer, me abandonou como se nós fôssemos um objeto, como se o outro não tivesse a liberdade de escolha de seguir com a sua vida. As tristezas, por exemplo, das nossas dores de cotovelo dizem respeito à incrível capacidade que nós queremos ser amados. E o amor que Jesus ensina pra gente é o amor ágape, é o amor desprendido, é o amor não correspondido, não é o amor de dor, é o amor de doação. É o amor em que a gente projete energia fluídica, querendo bem ao outro, independente de recebermos elogios, aplausos, curtidas e por aí vai essa nossa frágil necessidade de autoafirmação. Às vezes, por exemplo, a tristeza de uma viuvez se dá pelo grande ato da saudade. Às vezes, a tristeza de uma orfandade se dá por um processo de incompreensão do retorno à pátria espiritual. Às vezes, a dor da perda de um filho se dá pela inversão da lógica da vida. Mas o que é a vida para quem é imortal? Quando Jesus se apresenta como pão da vida, do qual nós devemos nos alimentar, existe uma grande reflexão ali sobre o tempo. Porque o pão, antes de ser pão, foi trigo.
ue é a vida para quem é imortal? Quando Jesus se apresenta como pão da vida, do qual nós devemos nos alimentar, existe uma grande reflexão ali sobre o tempo. Porque o pão, antes de ser pão, foi trigo. E o trigo para ter germinado precisou de um corte de terra, precisou de um arado. Quando se fez trigo, precisou de tempo, de tempo para fermentação, de tempo para o fogo aquecer o forno para depois, depois se transformar num pão bem quentinho, principalmente para quem tá com fome, que são quase 9 horas da noite. Um pão bem quentinho. Aí vem Gilberto Gil na música Drão fala sobre isso. Uma música que é linda e que conta a história de uma separação. No finalzinho da música, Gil traz a proposta do drão, em que ele vem falar dos processos que a gente pode refletir das perspectivas que nós temos para pensar. O amor nunca acaba, porque o amor é direcionado. O amor está dentro da gente. Gente que escolhe direcioná-lo para as pessoas, que eu diga quem é mãe, quem é avó, quem é pai, quem é avô, quem é tio, quem está em um processo de enamoramento, quem está com choro e ranger de dentes por uma dor de um amor que se foi. O amor está dentro da gente. Que o diga, por exemplo, quem porventura vivencia o que é um segundo, um terceiro casamento. Que o diga porventura quem já voltou ao namoro. O amor é uma escolha que nós fazemos de doar a nossa força psíquica para o convívio com o outro. E Gil quando vem escrever sobre isso, ele faz, fala o seguinte: "Quem poderá fazer aquele amor morrer? Se o amor é como um grão? morre, nasce triggo, vive e morre, pão. A vida demanda tempo e muitas vezes nós não entendemos nos nossos processos de sofrimento. Deixe-me ver se tem alguma pergunta do YouTube. Boa noite, Gisaura. Muito obrigado, Judit, lá da Espanha. Eliana, ainda não foi hoje que a gente se conheceu pessoalmente. Eliana conhece a comunhão. A gente se fala muito aqui pelo canal do YouTube. Telma lá de Recife, que eu tenho alegria de ter dado um abraço aqui e ter tido um momento video show depois de uma palestra.
liana conhece a comunhão. A gente se fala muito aqui pelo canal do YouTube. Telma lá de Recife, que eu tenho alegria de ter dado um abraço aqui e ter tido um momento video show depois de uma palestra. Um abraço nos meninos, Telma. Raquel, concordo, Telma. Anderson, eu vou parar aqui. A, é bom que a luz vermelha não acendeu. Se você Eu tô todo emocionado. que vocês não conhecem o trabalho de Anderson Portugal, que é um trabalhador aqui da casa, não percam mais a oportunidade. Anderson fez uma palestra maestral aqui na última sexta-feira de manhã sobre a questão dos nossos impulsos, sobre a questão dos nossos desejos, reverberando a obra de Joana de Angeles. Anderson, ele tem um programa aqui que é gravado no estúdio em que ele vem falar sobre o livro Boa Nova. Para quem não leu esse livro, eu recomendo ler até o final do ano. O livro Boa Nova eu li no primeiro domingo da pandemia. Natal fechou, eu acho que 19 de março, tudo fechado, eu sem saber o que ia acontecer. Que que eu vou fazer? Vou ler um livro espírita. Qual? Preciso ler Boa Nova. Eu li boa nova num domingo de manhã. E eu acho que é no capítulo 8 intitulado Bom Ânimo, que antes tem um episódio sobre esse capítulo. Jesus conversa com Bartolomeu. Bartolomeu era um sujeito que estava muito triste, muito triste, mas triste e não sabia dissipar sua tristeza. E Jesus percebeu, porque Jesus percebe o nosso psiquismo. E Jesus procura Bartolomeu. Bartolomeu, o que que tá acontecendo? Ô Jesus, tô tão triste com os processos da vida. Mas Bartolomeu, pensemos no amor de Deus, no reino dos céus. Tudo vai se ajustar, tudo vai se acalmar. Não, Jesus, tô com a dor, tô com aflição, tô tão triste, tô tão desanimado. Aí Jesus começa a verticalizar a conversa. Ô, Bartolomeu, eu sei porque você tá aqui. Você tá assim, sabe nada. Sei, Bartolomeu, no fundo, no fundo, sabe porque você você tá assim? É porque você sabe que esse não é o mundo de Deus. Você sabe que esse mundo, Bartolomeu, não é o mundo que Deus tem para todos nós.
Sei, Bartolomeu, no fundo, no fundo, sabe porque você você tá assim? É porque você sabe que esse não é o mundo de Deus. Você sabe que esse mundo, Bartolomeu, não é o mundo que Deus tem para todos nós. E tem um texto no Evangelho Segundo Espírito chamado Melancolia, que também fala sobre isso. Então, não deixem de conhecer a obra de Anderson Portugal. Quase que eu fazia uma mini palestra com as coisas de Anderson Portugal aqui. Deixa eu ver quem tá mais. Álvaro Batista lá de Recife, Rafíba, não sei se é de João Pessoa, Rafa, eu tenho família em São Mamed, Judit, Isabele e Sarinho só tá Recife. A gente tá com a comunidade recifense aqui no canal do YouTube. Tô não, Gisara, é a palestra. Tô emocionado com Jesus. E para finalizar, eu quero fazer uma referência à outra colega de movimento espírita, Bárbara Brito. Ela tem um programa incrível chamado Explorando Espiritismo. Toda semana, eu acho que na no terceiro sábado de cada mês, ela faz a palestra das 5 horas da tarde aqui e ela tava falando sobre arte. Aí eu decidi fazer uma coisa depois que eu asti o último episódio dela. Eu gosto de escrever poesia, poesia cristã. Aí tô começando a declamar poesia no final das palestras. Então essa poesia se chama imensidão. A gente tá terminando a palestra. Quem tá dormindo vamos acordar para tomar o passe, acordar para Jesus. Imensidão. A depender do tamanho, a saudade é um mar. E quando for assim, para onde olhar? Olhe para si. Não se deixe levar pela tristeza. Perceba em si o amor que te fortaleça. As frustrações dóem, eu sei, conheço. Sabe o que fortalece o coração? O tempo. Há tempo para tudo, ensina o livro de Eclesiastes. Diante da nossa dor, que tenhamos vontade. Confiemos em Jesus, o bom pastor das almas. O amado mestre se simboliza como a água. A mulher samaritana foi acolhida pelo Cristo. Como é bom termos no mestre um amigo. Amigo que acolhe, aconselha e direciona. Jesus compreende todas as nossas escolhas, está conosco diante dos nossos erros. Oferece oportunidades com imenso
Cristo. Como é bom termos no mestre um amigo. Amigo que acolhe, aconselha e direciona. Jesus compreende todas as nossas escolhas, está conosco diante dos nossos erros. Oferece oportunidades com imenso desapego. O sorriso do Cristo nos traz um novo abrigo. É o amor de Jesus. É no amor de Jesus que somos acolhidos. Ó mestre amado, que eu sempre te perceba, porque assim conseguirei dissipar minha tristeza. Era isso que tínhamos para falar, que independente da tristeza, saibamos que é Jesus que enxuga as nossas lágrimas, só ele. Muito obrigado. Vou agora vamos agora a prece final. O colega do passe quer fazer a prece final? Eu faço, amado Mestre Jesus, nesse momento de tentativa de fortalecimento, que eu possa compreender as minhas dores, que eu saiba aprender a dissipar os meus rancores, que eu consiga compreender um próximo, alguém que foi criado semelhante a mim. E para isso eu preciso compreender o teu evangelho e para ele dizer sim. Ó mestre amigo, me ajuda a ter paciência, porque é com você que eu conseguirei ter resiliência. Que essa comunhão espírita seja uma oportunidade abençoada e que assim eu possa fortalecer a minha caminhada. Com essa prece damos por finalizados os trabalhos da noite de hoje. Quem quiser tomar o passe fica sentadinho que a equipe vai chamar. Muito obrigado. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira
que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos,
ue nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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