COMO AGIR DIANTE DAS DECEPÇÕES - Flaviana de Souza [PALESTRA ESPÍRITA]
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Casa que aprendi, toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. >> Obrigada comunhão espírita de >> Boa tarde a todos. Sejam todos bem-vindos à nossa querida comunhão espírita de Brasília. É uma grande alegria estar aqui de volta, né? as palestras nunca mais eu havia feito. E meu nome é Flaviana e nós vamos eh refletir hoje sobre um tema que é muito comum ainda entre nós, que são as decepções, né? Por que que nós nos decepcionamos? Qual é o sentido de nós nos decepcionarmos, né? E como lidar, como agir diante dessas situações que nos chegam que por meio das decepções. Então, como inspiração, nós temos aqui o livro do Divaldo Franco pelo espírito Joana de Ângeles, mundo regenerado. Tem um capítulo que Joana reflete sobre esse tema e claro, o Evangelho Segundo o Espiritismo e entre outros. Então, vamos começar com a nossa prece inicial. Nós estamos sem dirigente há um tempo. Dona Expedita pediu uma licença, então, por enquanto, nós estamos só o palestrante sem dirigente. Então, vamos lá. Eh, vamos respirar fundo e vamos elevar o nosso pensamento ao mais alto, agradecendo a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, aos benfeitores desta casa, Dr. Bezerra de Menezes, todos os benfeitores que aqui trabalham, agradecer pela vida, agradecer pelo ar que respiramos. Às vezes esquecemos de sermos gratos pelas pequenas coisas, Senhor. E nós te agradecemos. Agradecemos por cada oportunidade que nos chega. Agradecemos pelo evangelho de Jesus, que é o nosso roteiro. Agradecemos por essa doutrina que tanto nos esclarece e nos concita autotransformação. E pedimos as tuas bênçãos, Senhor, a cada um de nós aqui presentes, a cada um daqueles que nos acompanham através do canal e dos canais da comunhão. Agradecemos e pedimos bênção aqueles que sofrem em todos os lugares, aqueles que se
r, a cada um de nós aqui presentes, a cada um daqueles que nos acompanham através do canal e dos canais da comunhão. Agradecemos e pedimos bênção aqueles que sofrem em todos os lugares, aqueles que se sentiram decepcionados em algum momento, para que possam nesse momento se sentirem acolhidos, amados e gratos pela vida e por cada oportunidade que chega. Peço inspiração ao mais alto para que as palavras possam tocar os nossos corações e nos auxiliar na nossa transformação. Assim seja. Então vamos lá. Quando nós vamos falar de decepção, né, quem é aqui primeiro a gente faz uma reflexão. Claro que não precisa ninguém responder. Eu sempre vou fazer perguntas, mas é pra gente pensar, né? Quem é que nunca passou por uma uma decepção, seja amorosa, seja de filho, seja de amigo, né? Quem de nós e até mesmo decepção com nós mesmos. Nós já nos decepcionamos conosco também, não é verdade? Então, estamos aqui nessa trajetória, nesta jornada, nessa estrada dessa existência e vamos passar por inúmeras situações e uma delas, com certeza, são as decepções. E por que será que nós nos decepcionamos, né? Então, vamos entender o que que é decepção. Muitas vezes a gente olha no dicionário, né, o que que quer dizer a palavra decepção, né? quando nós nos sentimos eh atingidos pelo outro, magoados, tristes, desapontados, né, com relação ao ao outro, às pessoas à nossa volta e às vezes, como eu disse, até mesmo conosco. E esse desapontamento, essa amargura, ela tem a ver com o quê? com aquilo que nós esperamos do outro ou de algo. Então, a decepção, ela está naquela naquela projeção que nós fazemos com outro e aí nós nos desiludimos. Nós às vezes convivemos, vamos trazer alguns fatos, convivemos com pessoas por inúmeros, inúmeras, número tempo, seja eu trabalho muito no atendimento fraterno, vou trazer algumas situações, claro que nem sei quem são as pessoas, mais porque lá a gente esquece tudo, mas algumas situações que às vezes ocorrem e conosco também, né? Às vezes a gente convive com uma pessoa durante
situações, claro que nem sei quem são as pessoas, mais porque lá a gente esquece tudo, mas algumas situações que às vezes ocorrem e conosco também, né? Às vezes a gente convive com uma pessoa durante muito tempo e de repente ela faz algo daquilo que a gente não espera. E o que que acontece? Nós nos decepcionamos e até nos sentimos, né, traídos. Não é assim que a traição não significa ser só uma traição, né, conjugal, mas uma traição em todos os sentidos de amizade. Inclusive, quantos temos amizades de longos anos e de repente, né, é uma pessoa faz algo que nós não esperávamos ou que nós nunca havíamos percebido, eh, algum comportamento que nós nunca tínhamos percebido e de repente nós nos surpreendemos. falamos: "Nossa, não é possível que eu me deixei enganar", né? E a gente ainda às vezes se sente culpado, não é assim? Mas também nós decepcionamos. Será que não, né? Quantas vezes algumas pessoas esperam de nós mais do que nós podemos dar e aí as pessoas se decepcionam ou nós nos eh nós nos deixamos, né, deixamos a outra pessoa decepcionada. Então, a decepção ela é bem complexa, é um assunto bem amplo, mas nós vamos trazer essa questão do sentimento de decepção. Como que ele chega até nós, por que nós nos decepcionamos, né? Para quê? E como lidar com isso. Então, a Joana, ela vai dizer aqui que eu gosto de trazer sempre a a palavra do mentor, eh, a decepção, o desencanto, em razão de esperar-se do outro uma retribuição, pelo menos conforme aquilo que você oferece. Então ela vai dizer que ela, essa decepção, ela ocorre por conta desse desencanto. Que que acontece? Nós quando estamos na convivência com nossos irmãos, com os nossos entes queridos, com os nossos amigos, nós estamos sempre procurando doar o melhor de nós, não é assim? E ao doar o melhor de nós, às vezes nós retiramos todas as eh as proteções que nós temos. Nós nós somos nós mesmos, seja com filho, seja com irmão, seja com tudo. E às vezes doamos tudo. E isso acontece muito. As pessoas falam, né? Nossa, passei 30 anos casada, eu fiz
teções que nós temos. Nós nós somos nós mesmos, seja com filho, seja com irmão, seja com tudo. E às vezes doamos tudo. E isso acontece muito. As pessoas falam, né? Nossa, passei 30 anos casada, eu fiz tudo por ele ou por ela e olha só o que eu recebo em troca. Então, a Joana vai dizer que a ingratidão, né, eh, esse sentimento, né, da ingratidão, ele tá relacionado com a decepção, porque nós oferecemos o nosso melhor pro outro e queremos que o outro agradeça. Nós queremos que o outro eh faça o mesmo conosco, não é isso? Não é assim que nós esperamos. Seja cônjuge, seja com, né, irmão, seja filho. Quantas histórias nós temos de mãe ou n é mãe, às vezes a mãe chega e fala: "Nossa, eu fiz tudo pela minha filha, dou, doei tudo, larguei de, deixei de trabalhar, fiz tudo para cuidar dela. Hoje ela nem olha para mim." E a gente vê isso muito nos lares de idosos também. E também a mesma coisa, às vezes filhos pequenos, né? Os os filhos fazem tudo, pai vai embora. E é assim, irmão, marido, amigo, por nós fazemos e queremos um retorno. Queremos que a pessoa faça o mesmo conosco. E isso não é algo ruim. Claro que nós precisamos, ainda temos muito que aprender. E sim, nós nos decepcionamos. E dói a decepção, né? Quem nunca passou por um tipo de decepção sabe, não, não pode saber, mas todos que passaram sabe que dói. Quando você espera algo de alguém, seja até um filho, você espera e de repente o filho não corresponde àilo que você projetou, que você gostaria e aí dói e fala: "Poxa, mas eu fiz tudo ou cônjuge ou e etc. Dói porque nós queremos que o outro, nós esperamos desse outro, esperamos que ele faça aquilo que nós queremos. E, infelizmente, cada um, cada um de nós é um ser que está em processo, em caminhada aqui nessa nesse planeta. E cada um está naquilo que pode doar e dar. E nem todos, né, vão poder oferecer. Só v poder, a gente só pode oferecer aquilo que a gente tem. Eu não posso oferecer algo que eu não tenho. Então, se me pedirem Flava, eu quero 1 milhão, como que eu vou dar um milhão de
oder oferecer. Só v poder, a gente só pode oferecer aquilo que a gente tem. Eu não posso oferecer algo que eu não tenho. Então, se me pedirem Flava, eu quero 1 milhão, como que eu vou dar um milhão de dólares se eu não tenho? Então, eu só posso doar ou dar aquilo que eu tenho para doar, né? E no campo eh moral, o que que eu posso doar? O que eu posso doar é aquilo que a gente que eu tenho de melhor, né? Então, e quando a gente doa aquilo que a gente tem de melhor, será que a gente quer algo em troca? E aí, eh, Kardec faz essa pergunta aos espíritos, né? E é bem interessante, na questão 937, ele diz assim: "Para o homem de coração, as decepções oriundas da ingratidão e da fragilidade dos laços da amizade não são também fontes de amargura?" E aí os espíritos vão dizer: "São, porém deveis lastimar os ingratos e os infiéis. serão muito mais infelizes do que vós. A ingratidão é filha do egoísmo e o egoísta topará mais tarde com as com os corações insensíveis, porque essa é a lei, né? A lei de causa e consequência. Tudo que nós fazemos, nós recebemos. Então, se hoje nós recebemos a ingratidão, nós vamos ficar focados nisso, na ingratidão do outro, ou e vamos deixar de fazer aquilo que nós devemos enquanto espíritos imortais que somos ou vamos continuar fazendo? Porque também tem uma outra pergunta aqui, Kardec fala: "E aqueles que falam assim: "Ah, eu já fiz tudo, eu só me deparo com ingratidão, então eu vou parar de ser bonzinho, vou parar de ser". Tem gente que fala, né? Ah, cansei de ser bonzinho. Faço, faço, faço, só recebo, né, coisa ruim, então vou parar de ser bonzinho. Isso é egoísmo também faz parte do nosso processo. Nós ainda somos egoístas, mas precisamos, estamos aqui para aprender, não é? Então, aprender e diminuindo o egoísmo e diminuindo o orgulho e depurando. Nós somos convidados a nossa autotransformação. Então, somos como convidados a nos depurar. E nós vamos nos depurando, aprendendo, exercitando. Jesus nos convida, né? Amai-vos uns aos outros, né? Como eu vos amei.
vidados a nossa autotransformação. Então, somos como convidados a nos depurar. E nós vamos nos depurando, aprendendo, exercitando. Jesus nos convida, né? Amai-vos uns aos outros, né? Como eu vos amei. Nós ainda não conseguimos amar como Jesus amou. Mas nós precisamos exercitar esse amor. E como que nós exercitamos? Exercitamos amando. E nós vamos amando, fazendo o nosso melhor. Significa que nós não vamos nos deparar com situações desagradáveis? Claro que vamos, né? Jesus falou: "No mundo tereis tribulações, mas tem de bom ânimo." Ele não falou que, "Ah, eu vou fazer o meu bem, o meu melhor agora e vou receber só". Olha só, ele mesmo veio ao planeta Terra, fez só o bem e olha o que ele recebeu. Aí vocês falam: "Nossa, Flávina, mas fica difícil, né? Mas nós vamos ter as recompensas sim, futuramente, por enquanto nós estamos aprendendo e vão e recebemos amparo. Sim, quanto mais nós fazemos o bem, nós também vamos recebendo amparo e vamos recebendo o bem. É porque nós muitas vezes nos eh ficamos focados só no que acontece de ruim. E o que acontece de ruim é para que nós possamos aprender. Inclusive as decepções que são ingratidões, porque nós esperamos demais do outro. Quando nós aprendermos a doar sem querer nada em troca, aí nós vamos entender o que realmente é o amor, né? Joana vai trazer essa situação aqui. Ela vai dizer: "Doação é uma conquista moral que expressa desprendimento e amor. No primeiro caso, demonstra ausência de apego às coisas transitórias e valorização da outra pessoa que vai envolvida não apenas pelo que lhe doa, mas também pelas vibrações de ternura e amizade. Ou seja, o que importa não é como a pessoa vai receber, é como eu vou doar. Então é sempre sobre nós mesmos. Se eu amo, eu amo. Independente se o outro não me ama, independente se o outro me decepciona, ainda é amor. Significa que eu tenho que conviver ou me machucar com isso? Não, ainda estamos em processo de aprendizado, mas é o aí vem o, né, o doar, que que é o doar completamente? É o perdoar. Aí já
nda é amor. Significa que eu tenho que conviver ou me machucar com isso? Não, ainda estamos em processo de aprendizado, mas é o aí vem o, né, o doar, que que é o doar completamente? É o perdoar. Aí já entra em uma outra questão, né, que nós podemos trabalhar mais tarde em outro em outra ocasião. Mas doar é não esperar nada em troca. Nós ainda esperamos, né, meus irmãos? Nós todos ainda, eu também espero. Cada um de vocês, eu tenho certeza que sempre espera algo, mas a gente pode começar a fazer um exercício de doar sem esperar, né? Começar a olhar para dentro de, será que eu tô fazendo isso? O que que eu tô querendo? Né? Porque no livro dos espíritos também fala que uma dos um dos maiores problemas para nossa eh autotransformação em nosso progresso e aperfeiçoamento é o interesse pessoal. Então, quando nós fazemos algo e buscamos, né, uma compensação, então tá ligado ao nosso interesse pessoal. Quanto mais nós nos desprendermos desses interesses pessoais, mais nós vamos evoluindo moralmente, né? Então é uma coisinha pequenininha que para nós ainda é muito complicado, mas nós podemos fazer começar e é e não é começar como uma Madre Teresa de Calcutá ou um Chico Xavier. Eles já eram espíritos mais evoluídos, um pouco mais, mas nos esforçando para fazermos um pouquinho a diferença em casa, no trabalho. Às vezes fazer um exercício de anonimato, fazer um bem sem que ninguém saiba que você tá fazendo. Não tem no próprio evangelho, segundo né, que sua mão, que a mão direita não saiba o que faz a mão esquerda. Então é ser anônimo, a pessoa não vai ter nem como agradecer. Isso já é um exercício que nós podemos fazer e aos poucos nós vamos ampliando para aqueles que estão à nossa volta, que são os nossos filhos, os nossos netos, os nossos companheiros, companheiras, amigos. Olhar para o espírito que que muitas vezes nos causa decepção, né, cuja máscara cai. Nós estamos em um momento de transição e esse momento de transição, as máscaras, muitas máscaras caem. E aqueles a quem a gente às vezes
que que muitas vezes nos causa decepção, né, cuja máscara cai. Nós estamos em um momento de transição e esse momento de transição, as máscaras, muitas máscaras caem. E aqueles a quem a gente às vezes caminha durante tanto tempo quando você, né, pensa que não muda completamente a uma outra pessoa, diferente daquilo que você via. E aí isso causa realmente uma dor, um desconforto, né? Mas isso não pode ser impedimento pra nossa caminhada, porque é sobre nós e não sobre a pessoa que nos causa dor, não sobre aquele que é o ingrato, porque senão nós vamos cair na mesma situação do ingrato, que é o quê? O vitimismo, que é uma outra questão que a Joana traz aqui, nos fazendo de vítima. são sempre as vítimas e que é algo que nós também precisamos, né, afastar de nós. Nós somos espíritos imortais. nada nos acontece que não tenha, né, a eh que não tenha um propósito, mesmo que, ah, eu não acredito nisso, mas nós fazemos as nossas escolhas e se nos deparamos com determinadas situações, não é porque nós somos vítimas, não é porque nós som estamos aqui para aprender com essa situação. E essa situação muitas vezes nos traz uma uma cura interior. Por quê? Porque nos faz crescer, nos faz progredir, nos faz olhar o outro com olhar de compreensão. Se uma criança pequenininha, a quem eu tenho, né, quatro netos, então posso falar de uma criança pequena, faz uma malcriação, uma, você olha pra criança, até chama a atenção dela, claro que faz parte, mas você não fica com raiva nem decepcionado porque é uma criança, não é assim? E todos nós aqui somos espiritualmente ainda estamos em processo. Então, muitos, alguns estão no jardim, outros no maternal, outros já estão assim, né, no ensino fundamental, um, dois, ainda não chegamos nos níveis mais altos, não, ainda estamos assim bem, então cada um tá num nível. uma criança, um uma criança de 4 anos que, né, que tá num um jardim de infância, na educação infantil, ela não faz um uma equação de segundo grau que aprende-se no ensino médio. Então, cada
num nível. uma criança, um uma criança de 4 anos que, né, que tá num um jardim de infância, na educação infantil, ela não faz um uma equação de segundo grau que aprende-se no ensino médio. Então, cada um aqui, nós temos uma mistura, estamos, temos maternal, temos jardim, temos bersário. E é só aprender aos poucos. Não estou dizendo que nós não vamos sentir dor. Nós vamos sentir dor quando nos deparamos com uma decepção, com uma traição, com uma ingratidão. Dói. Mas quando nós começamos a nos educar mentalmente para compreender que o outro é sobre o outro e não sobre nós, que a ingratidão é dele e não nossa, e que nós podemos, né, modificar a nossa caminhada. olhando para aquele ser como alguém que ainda precisa aprender muito, não porque nós somos melhores, não, porque nós também já passamos por isso. E muitas vezes nós fomos aqueles que foram que foram os ingratos, né? E deixaros de e sairmos dessa situação de vítima. Que o que que Joana fala? Ela diz assim: "Plorifera na sociedade contemporânea o número de vitimistas, aqueles que sempre se consideram injustiçados". Então aí ela complementa e é natural que isso aconteça e aumente de forma equivalente o número dos decepcionados. Então, em que papel nós vamos nos colocar? Daqueles que foram as vítimas da ingratidão, que se decepcionaram, ou do espírito imortal que vai olhando, acolhendo a dor que chega diante de uma situação, porque nós somos humanos e nós sentimos. Sim, nós sentimos quando nos decepcionamos. seria eh eh, né? Não seria real nem verdadeiro falar que nós não vamos sentir. Claro que vamos. Nós somos humanos, não somos psicopata. Psicopata que não tem empatia, mas, né, e não sente. Mas nós sentimos. Se nós somos decepcionados, nós vamos sentir. A questão é como nós vamos olhar daqui paraa frente para isso, acolher a dor, né? Cuidar dessa dor, mas começar a ampliar esse olhar, olhar de um, né, por um lugar de que o que que eu vou fazer com isso? A caminhada. Eu vou desistir da minha vida e virar uma vítima. Eu vou entregar os
dar dessa dor, mas começar a ampliar esse olhar, olhar de um, né, por um lugar de que o que que eu vou fazer com isso? A caminhada. Eu vou desistir da minha vida e virar uma vítima. Eu vou entregar os pontos, falar: "Não vou ser melhor, não vou ser bom. Ah, cansei de ser bom. Nossa, eu só faço faço bem, faço bem, faço bem. E olha só o que eu recebo. Ou vou falar, vou receber essa dor, vou olhar para ela, vou cuidar e vou continuar a minha caminhada. Por quê? Porque eu tenho um objetivo. E esses dias eu lendo um livro, eu nem ia falar sobre isso, mas me veio a cabeça. Eu vou falar de uma Ana Teresa Camesmi, esqueci até o nome do livro, e ela fala que escreveu esse livro sobre a inspiração de um professor que explicou que era, qual a diferença entre o andarilho e o peregrino. O andarilho, ele anda, viaja, vai para vários lugares, vai para um lado, vai para outro, vai para um, vai para outro, pode estar quebrado, machucado, mas ele anda. Já o peregrino, ele também caminha, viaja, só que ele tem um objetivo, ele tem uma meta e ele vai, mesmo com as pedras no caminho, mesmo com os pés machucados e feridos, mesmo, né, com com as quedas, ele tá ali, machucou, caiu, espera melhorar um pouquinho, mas continua a sua peregrinação. E aí é para que nós possamos olhar para nós e nos perguntar, né, qual é o meu papel nessa vida, na jornada em que eu estou? É adiantarilho ou eu vou seguindo, levando aonde a vida me levar, né? tem até uma música e fala: "Ah, deixa a vida me levar ou eu vou ser como um peregrino que tem um objetivo e o meu objetivo, o objetivo de cada um de nós é a nossa autotransformação. Para quê? Para que nós possamos amar mais, né? Jesus fala: "Ama o teu próximo como a ti mesmo". Então, nós precisamos nos amar, nos conhecer para que nós possamos olhar para esse outro que muitas vezes nos, né, nos traz a questão da ingratidão, da decepção, da traição com o olhar de alguém que também passa por situações, que também erra ainda, que também tropeça na caminhada, mas que tem um
as vezes nos, né, nos traz a questão da ingratidão, da decepção, da traição com o olhar de alguém que também passa por situações, que também erra ainda, que também tropeça na caminhada, mas que tem um objetivo. Nós temos o objetivo da nossa autransformação. Se ele ainda não tem, se ele ainda é um andarilho, aí é é uma questão dele. Mas nós vamos fazer a nossa parte, que é isso que nos cabe. E podemos fazer olhando pras pequenas coisas do dia a dia, né, para nos observar com relação ao que acontece conosco. E não é ser bobo. Não é ser bobo. Porque muitas vezes nós nos colocamos: "Ah, você é bobo". Não é, qual é o meu objetivo? É ser bobo ou aprender com cada situação que nos chega e transformar dá limite também. Porque quando nós nos conhecemos bem, nós sabemos dar limite pro outro, não invadir aquilo e nosa não nos causar dano para que não haja decepções e para que nós não viremos a vítima da ingratidão. Então é bem complexo, não é? Por isso que é um convite. E aí para ilustrar, trouxe uma uma passagem do livro Boa Nova, um livro maravilhoso que eu recomendo, que todos poderiam ter e ser um livro de cabeceira, que ele tem várias histórias de Jesus. E Jesus ia paraa casa de Pedro, onde eles faziam o evangelho, iam conversar, né, que a gente não tem o evangelho nosso semanal com a família ou conosco mesmo. Eles faziam, Jesus fazia esse evangelho, segundo nos conta Humberto de Campos nesse livro. E aí Pedro está ali pensativo, recebendo Jesus e os outros discípulos em sua casa, com alguma coisa incomodando. E aí ele pergunta: "Eh, Senhor, como devemos proceder quando os amigos não nos entendem ou quando nos retribuem com ingratidão?" E Jesus olha para Pedro e responde: "Pedro, o amor verdadeiro e sincero nunca espera recompensas. A renúncia ao seu ponto de apoio como ato de dar é a essência de sua vida. A capacidade de sentir grandes afeições já é em si um tesouro. A compreensão de um amigo deve ser para nós a maior recompensa. Todavia, quando a luz do entendimento,
o de dar é a essência de sua vida. A capacidade de sentir grandes afeições já é em si um tesouro. A compreensão de um amigo deve ser para nós a maior recompensa. Todavia, quando a luz do entendimento, tarde no espírito, olha como Jesus é sábio nessa resposta. Tarde no espírito daquele que amamos, devemos lembrar-nos de que temos a sagrada compreensão de Deus, que nos conhece os propósitos mais puros. Ainda que todos os nossos amigos do mundo se convertessem um dia em nossos adversários ou mesmo em nossos algozes, jamais nos poderiam privar da alegria infinita de lhes haver dado alguma coisa. Olha que lindo. Então, o que Jesus faz? fala para nós aqui que falou para Pedro que o mais importante é aquilo e Joana traz no livro também aquilo que nós, a ternura, o amor com que nós doamos, é isso que vai nos enriquecer, que vai nos fazer cada vez aumentar o nosso patamar evolutivo e não o sentido de que de vitimismo, de vingança, de decepção, que vai aumentando cada vez mais. É claro que nós vamos, como nós falamos aqui, nós vamos nos decepcionar, mas nós acolhemos isso, vamos conversar com esse sentimento e procurar ter esse olhar de que cada um só dá o que tem. Se fomos pagos com a ingratidão, isso não importa. O que importa é aquilo que nós oferecemos de melhor. Então, é isso, é isso que Jesus nos convida e foi isso que ele veio fazer aqui na terra, né? Tanto que muitos se decepcionaram com ele também, porque esperavam de Jesus o quê? Que ele viesse com a espada e acabasse com o império romano. E o que que Jesus vem? Ele usa o quê? O amor. E isso causou grande decepção naquela humanidade que tá aí. Mas os seus ensinamentos estão perdurando há mais de 2000 anos e nos concitando a amar para que nós possamos vencer a cada vez mais as trevas, principalmente aquelas que estão dentro de nós. Então, meus queridos, que nós possamos caminhar sempre com esse propósito, sempre com objetivo e com um olhar de compreensão para nós mesmos e para aqueles que ainda não tardam, como disse
tro de nós. Então, meus queridos, que nós possamos caminhar sempre com esse propósito, sempre com objetivo e com um olhar de compreensão para nós mesmos e para aqueles que ainda não tardam, como disse Jesus em suas palavras, em aprender a amar. Então, vamos fazer a nossa prece de encerramento. É uma muito obrigada a todos. Pai amado, mestre Jesus, Joana de Ângeles, amigos espirituais, nós agradecemos por mais esse momento reflexivo, que os ensinamentos de Jesus, desta doutrina possam ser o objetivo dessa jornada a qual estamos, para que possamos transformar cada vez mais o nosso caminhar em flores. flores de amor, flores de bênçãos, flores de doação, porque tudo aquilo que nós fazemos, nós recebemos. Tudo aquilo que nós doamos, somos nós os maiores beneficiários. Muito obrigada. Que a paz de Jesus esteja com cada um de vocês. Até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos
ça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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