OPORTUNIDADE DE BURILAMENTO - Flaviana de Souza [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Olá, meus amigos queridos. Sejam todos muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília para mais um esse momento, né, de harmonização, o que a gente chama grupo de harmonização Chico Xavier. É uma grande alegria estarmos com cada um de vocês. E vamos passar então para a nossa reflexão do dia, mas antes vamos fazer a nossa prece. Então, convido vocês nesse momento para que nós respiremos fundo. Isso. Enquanto nós respiramos, vamos trazer a figura de Jesus, nosso mestre, a nossa tela mental. Jesus que nos convida a amarmos uns aos outros, que nos convida a fazermos as transformações necessárias em nossa vida, que nos convida a servir. Querido Jesus, nós te agradecemos por cada oportunidade que nos chega em nossa vida. Agradecemos pelas lições. Agradecemos pelo ar que respiramos, pela vida, por esse planeta que nos serve de morada. Agradecemos também pelas situações necessárias que nos fazem crescer, pela dor que é a mestra, que nos ensina quem somos, que que nós somos e por onde nós demos andar, devemos andar. E pedimos, mestres, que suas bênçãos se estenda a cada um de nós aqui presentes nesse momento de harmonização, que envolvam os nossos familiares, que envolvam os nossos trabalhos. Assim seja, graças a Deus, graças a Jesus. Então, meus amigos queridos, aqui estamos com essa obra. Eh, Recados do Anacleta. É a quarta edição dessa obra. É um, esse livro foi psicografado aqui na comunhão espírita de Brasília da dona Hilda Alonso, que foi uma das fundadoras dessa casa, né? E o espírito que da do qual ela recebeu essas mensagens chama-se Anacleto. É um espírito que acompanha, que tá nos livros do André Luiz como um grande mentor que nos auxilia, que auxilia a todos com as suas com seus ensinamentos. Então, hoje o tema é oportunidade de burilamento. E quando a gente fala burilamento, que que bem a cabeça, né? Tem às vezes a gente pergunta: "Nossa, todo mundo fala: "Ah, a gente precisa se burilar, ah, a gente não tem que fazer o burilamento". Mas o que que é, né? Purilamento é uma
que que bem a cabeça, né? Tem às vezes a gente pergunta: "Nossa, todo mundo fala: "Ah, a gente precisa se burilar, ah, a gente não tem que fazer o burilamento". Mas o que que é, né? Purilamento é uma palavra que significa retocar, gravar, gravar numa pedra, gravar numa madeira, gravar e no sentido figurado tornar-se requintado, né? Tornar algo requintado, tirar daquilo que é bruto para o requ. Então nós, enquanto espíritos imortais que somos, temos essa oportunidade, a oportunidade de nos burilarmos através de quê? Aí nós vamos ver o que que o Anacleto vai trazer aqui. Mas antes, Anacleto, nesse livro tem uma citação do capítulo 18 deus e ele traz o versículo 33, mas nós vamos dar o contexto do versículo 33. No versículo 33, antes dele, né, Jesus está conversando com os discípulos dele e dizendo o seguinte, que vai dando todos os ensinamentos, né, das crianças que têm os coração puro quando as crianças. É naquele mesmo momento em que Pedro fala para ele, eh, pergunta quantas vezes deve perdoar e ele fala que é 70 x 7. E aí ele vai e conta a história da parábola de uma um de um conta uma parábola, né? Uma história onde um rei eh tem um servo que deve para ele muito dinheiro, muito talentos, né? Muitos talentos. E esse servo vem pedir clemência, né? Porque ele ia ser preso, porque tava devendo, não havia pago, né? Então ele pede clemência ao rei e o rei fica, né, eh, eh, compadecido dele e fala: "Não, tudo bem, vá, que ele ia ser preso ou então ia aprender escravizar seus filhos, sua família, etc. E ele pede clemência ao rei. E ao pedir clemência ao rei, eh, o rei deixa ele ir. Só que quando ele tá saindo, vai embora, já tá sendo acompanhado pelos servos do rei, ele vê alguém que deve a ele e cobra. E no que ele cobra, o moço também pede clemência. Ô, me dá clemência, eu tô doente, minha família, tal e tal. E o o moço falou: "Não, você vai me pagar agora e se você não pagar, então você vai ser preso agora. Então pega e pede para prender, né? Não teve clemência com o outro".
nte, minha família, tal e tal. E o o moço falou: "Não, você vai me pagar agora e se você não pagar, então você vai ser preso agora. Então pega e pede para prender, né? Não teve clemência com o outro". E eh o rei, né, fala para ele: "Olha, eu te dei oportunidade e você não deu oportunidade ao outro." E aí vem o que, né, Jesus fala aqui na parábola, né? Não devias ter tu igualmente ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti, que tá em Mateus 18, versículo 33. Então, o que que isso significa? Que que que qual é o chamado para isso? Como vai nos vai trazer Anacleto, o chamado é o amor, né? O maior mandamento. Todos os ensinamentos de Jesus, todo o seu legado é um convite a amar, né? Ao amor. Ama o teu próximo como a ti mesmo, né? O que diz aqui, amar a Deus. Aí, aí tá dizendo aqui a que Anacleto traz. Todas as passagens do evangelho do Cristo se fundamentam no maior mandamento. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Cumprindo esse mandamento, estareis dando cumprimento a todos os demais. Então, e como nós podemos exercitar o amor? Como que nós podemos amar o nosso próximo? Como que nós vamos desenvolver isso? E aí, o Anacleta, ele vai nos convidar ao olharmos à nossa volta, né, a aos nossos próximos, mais próximos, aqueles que os nossos familiares, os nossos queridos, né, na nossa convivência do dia a dia, os nossos amores, no nosso trabalho. Então o Anacleto vai chamar atenção, né, para isso. Como é a nossa convivência com as pessoas a nossa volta? Como é a convivência? É a minha convivência com quem mora no mesmo, né, lugar que eu, na mesmo lar, componho lá lá, como é a minha convivência com com os meus parentes, com os meus filhos, com os netos, com os avós, com os pais, com os companheiros. Como é essa convivência? Por quê, né? Todos aqueles que estão perto de nós t algo a nos ensinar, ou melhor, nós temos algo a aprender com eles. E quanto mais próximo, mais é o nosso aprendizado. Porque não é fácil, né, meus amigos, conviver. A convivência é
stão perto de nós t algo a nos ensinar, ou melhor, nós temos algo a aprender com eles. E quanto mais próximo, mais é o nosso aprendizado. Porque não é fácil, né, meus amigos, conviver. A convivência é um exercício diário de quê? De paciência, de sabedoria. E às vezes nós precisamos mesmo parar e e tentar entender o que acontece nas relações humanas. Então esse é o nosso gurio. Por quê? Porque não sou, eu não posso mudar, eu não posso mudar o meu irmão que tá aqui do meu lado, eu não posso mudar o meu colega de trabalho. Eu posso, posso. Às vezes a gente às vezes, né, gosta de dar conselho, ah, não, vamos fazer assim, vamos fazer aado, mas é, às vezes a gente precisa primeiramente olhar para dentro de nós mesmos, não é? Que será, né, em mim que eu posso mudar para que melhore o ambiente à minha volta. Então, a autotransformação é a minha, o máximo a gente pode dar. Às vezes no nos grupos mediúnicos, a gente vai falar com os nossos irmãos, eles falam: "U, mas vocês fazem isso que vocês estão pregando aí?" A primeira coisa que eles vão perguntar, você faz isso, vocês estão pregando ou pelo menos se esforça, porque como diz o evangelho, né? os bons espíritos, o livro dos espíritos é aquele que se esforça em fazer o seu melhor, em vencer as suas más inclinações. Pelo menos há o esforço, porque nós não vamos ser perfeitos agora, não é verdade? é um processo, mas nós podemos fazer começ fazer a nossa luz brilhar através das boas ações, através dessa nossa autotransformação. Então vamos ver o que que o Anacleta traz aqui. Então, na prática da benevolência, como com os vossos adversários, aqueles que não comungam os mesmos propósitos que vós, ou mesmo aqueles que vos ornam a caminhada terrena, é que reside a obra de vosso aperfeiçoamento. Se julgais que encontrareis doçuras e alegrias, sem buscar antes esta paz, com os que vos cercam, estais enganados. Naquele que vos devem, que vos reclamam o trabalho, a paciência e o perdão, está a oportunidade do vosso gurilamento. Eles são os instrumentos que Deus se
paz, com os que vos cercam, estais enganados. Naquele que vos devem, que vos reclamam o trabalho, a paciência e o perdão, está a oportunidade do vosso gurilamento. Eles são os instrumentos que Deus se serve para testar as vossas qualidades, as virtudes que já adquirístes e a que podeis praticar. Então, não é na doçura, porque eh eh às vezes a gente para para refletir, né, no nosso dia a dia e aí a gente vê, caramba, não é num é aqui dentro, por exemplo, de uma casa espírita que todo mundo tá sempre sorridente, alegre. Ai, que bom, meu amigo, vamos lá, eu abraço você, eu acolho. É dentro lá de casa. é daquele que desafia a minha paciência, desafia o meu perdão. É onde eu vou encontrando os motivos e as oportunidades para me autoburilar, para tornar-me, como eu mais requintada espiritualmente, não é fisicamente, né? fisicamente a idade vai chegando e a gente vai se deteriorando. Mas é espiritualmente o convite é para nosso aperfeiçoamento moral, para a nossa reforma íntima. Então é com aquele que me tira do sério, que que eu preciso fazer para melhor? E nos nossos estudos, nas nossas, no nosso aperfeiçoamento, a gente vai entendendo que é só o amor, é a linguagem do amor que nós precisamos exercitar mais. É esse campo de amor do Cristo. É tentarmos pelo menos parecer um pouquinho. Nós somos fomos criados à imagem e semelhança de Deus, mas quando nós colocamos amor naquilo que nós vamos fazer, tudo começa a se transformar. Não vai vir com louros, não vai, meus irmãos. Os louros não são para agora. Haja vista. Paulo. Vamos ver Paulo. A história de Paulo que veio, veio, veio com toda aquela, com aquela energia dele, né, de masculina, de mudança, de transformação, de inquietação. E aí, de repente ele se depara com Cristo e a vida dele se transforma. Ele mudou, não. Ele canalizou aquela energia dele para o bem. Então, somos nós. Nós temos nossos nossas eh eh dificuldades, os nossos desafios. Vamos buscar essa luz dentro de nós para que nós possamos vencer cada dia um pouco
zou aquela energia dele para o bem. Então, somos nós. Nós temos nossos nossas eh eh dificuldades, os nossos desafios. Vamos buscar essa luz dentro de nós para que nós possamos vencer cada dia um pouco mais aquilo que nós podemos vencer, porque também nós não vamos ficar perfeitos. Hoje é um processo. Nós ainda estamos no início da caminhada rumo, né, à angelitude. Estamos bem no início, somos crianças ainda espirituais, né? Se nós pegarmos uma criancinha de 3, 4 anos, de dois, nós e dá uma birra ali e fica exasperada por alguma coisa, por um brinquedo que quebrou, porque tem que tomar uma vacina. Nós ainda somos assim, mas nós ainda estamos nesse processo. E a cada dia, quando nós olhamos para nós, olhamos pro nosso próximo, buscamos transformar uma coisinha que seja dentro de nós, nós já estamos, né, começando, já temos um pouco de consciência para poder trabalhar isso. Então nós estamos indo pelo rumo, né, o amor, pelo caminho do amor. E é aos poucos, sem também autoflagelação, porque e sem, né, remorço, culpa, sem se auto, ai, eu preciso fazer, eu tenho que ser isso agora, não. Mas é um processo, é um processo de autotransformação. E essas que moram conosco, esses que nos tiram às vezes a paciência, tinha um colega aqui na comunhão que falavam que os nossos inimigos ou adversários são os nossos personal trainers do amor. Ou seja, eles estão nos ensinando, né, através da do desafio a amarmos, né, como Jesus falou, ama, ó, perdoa 70 vezes sete vezes. teu inimigo. Tá tudo escrito no evangelho. Então, não julgues, não condenes, não, né? Não, não. A gente gosta de julgar, às vezes a gente é intolerante com outro que pensa diferente da gente. Só porque a pessoa pensa diferente, ela a gente já fica aborrecido, né? as cada um tá no seu patamar, cada um tem as suas escolhas. Então, precisamos aprender a respeitar as escolhas dos outros também para que os outros nos respeitem, respeitem as nossas, não é? Então, continuando aqui, eh, com o conhecimento das leis do progresso, não vos assiste direito de
respeitar as escolhas dos outros também para que os outros nos respeitem, respeitem as nossas, não é? Então, continuando aqui, eh, com o conhecimento das leis do progresso, não vos assiste direito de prosseguir tateando em atitudes incertas e empoderadas. Já tendes condições de realizar a tarefa, de espalhar amor, amor que Deus, o Pai misericordioso, vos oferece a todos os momentos e que às vezes pareceis ignorar. Meditai sobre as dádivas que vos coronam a vida. Será que faz por merecê-las? Nossa, aí já vem uma outra etapa, né? Primeiro ele fala que eh são os nossos aqueles opositores, adversários, a da nossa convivência também, que nós precisamos aprender a amar. E a segunda, ele já traz para a questão de tudo que nós temos. Nós já com se nós estamos aqui na doutrina espírita que traz tanta clareza, né? Se nós já temos um certo conhecimento, se nós nós estamos aqui acompanhando as palestras, acompanhando os programas, já estudamos um pouquinho a doutrina, nós já temos uma pontinha de consciência, não é? Então, se nós temos essa consciência, nós precisamos parar de de recalcitrar, né? Como diria os antigos lá, eu tô lendo livro Paulo Estevo. Então, quando eu leio o livro vem umas palavras assim de ficar, né, teimando em fazer as mesmas coisas. Nós já aprendemos, nós estamos aqui, ó, já todo dia a gente escuta que a gente precisa amar um pouquinho mais. Precisa transformar aquilo que a gente já pode transformar em nós. Então, se eu sou intolerante, por que que eu não trabalho a minha tolerância? Se eu sou, se eu falo demais, por que que eu não trabalho também a escuta, não é? Se são cada coisinha nossa que a gente já pode fazer, se eu pouquinho fazer uma mudança, se eu sou intolerante com a minha pessoal da minha casa que deixa tudo bagunçado, então cara, o que que eu posso fazer para melhorar? Vai adiantar eu ficar brigando, brigando, brigando, reclamando, reclamando, reclamando, né? Se eu dirijo, tô num trânsito, né? Quando chove em Brasília, aqui quem mora em Brasília sabe, é um
melhorar? Vai adiantar eu ficar brigando, brigando, brigando, reclamando, reclamando, reclamando, né? Se eu dirijo, tô num trânsito, né? Quando chove em Brasília, aqui quem mora em Brasília sabe, é um horô, um caos. Então, se eu já sei que vai chover, então eu preciso sair um pouquinho antes, tal, a pisca tá meio molhada para não me estressar, para não me atrasar. Então, são pequenas atitudes que nós podemos mudar em relação e e pequenas atitudes e um olhar também e olhar para todas as bênçãos que nós temos, porque nós temos uma tendência a não enxergarmos as coisas boas que tem a nossa volta. Nós só enxergamos aquilo que nós não temos e esquecemos das dádivas que nos chegam todo dia. A dádiva de estarmos aqui, a dádiva de podermos fazer o bem. Nós temos oportunidade de fazer o bem. Olha só que bção. Nós temos oportunidade de conviver, de aprender com pessoas, com tantas pessoas, mesmo aquelas que são, que pensam diferente da de nós, mas que também enriquecem a nossa vida. Já pensou se fosse todo mundo igualzinho e nós esquecemos de agradecer? E aí o o o Anacleto faz a seguinte pergunta, né? Será que eu tenho merecimento para tanta idade? Será que nós merecemos? Nós às vezes achamos que merecemos até mais, não é? Mas será? O importante não é ficar focado também nisso, não. O importante é fazermos o melhor e agradecermos. A gratidão é é muito importante. Nós muitas vezes nos colocamos sempre na posição de vítima e esquecemos que somos tão gratos pela vida, pelo trabalho, pela oportunidade que nós temos de fazer algo diferente daquilo que nós vios fazendo. Às vezes uma palavra, uma mudança, um umas uma mudança de pensamento, uma mudança de ação já faz uma diferença muito grande. Continuando aqui, meus irmãos, chegando aqui, é importante que cada dia olheis para o vosso interior e verifiqueis se tendes agido com aquela bondade que Cristo espera de vós. lá no na questão 119, né, de Santo Agostinho, ele vai falar que todos os dias quando ele ia dormir, né, ele é um convite, né, porque Kardec
se tendes agido com aquela bondade que Cristo espera de vós. lá no na questão 119, né, de Santo Agostinho, ele vai falar que todos os dias quando ele ia dormir, né, ele é um convite, né, porque Kardec pergunta para ele como que ele fazia, né, como é que ele faz, como que a gente faz para poder fazer essa reforma interior, esse autoconhecimento, para fazer o melhor? E aí ele, Santa Agostinha, fala: "Quando eu estava encarnado, todos os dias antes de dormir eu passava em revista a minha vida. O que que eu fiz de bom? O que que eu fiz que não foi tão bom? Que que precisa ser melhorado, que que eu falei?" E daí depois de passar em revista tudo, ele fala: "Bom, então isso não foi legal, amanhã eu vou tentar não fazer, vou fazer diferente". Então isso é importante como nos convida aqui o o nosso Anacleto, né? Olhar pro nosso interior, verificar se eu tenho agido com a bondade de Jesus. Eu fui bondosa ou fui benevolente ou não. Nossa, como eu fui egoísta, como eu fui grosseira, como eu fui indiferente, né? Então, às vezes nós precisamos parar e olhar, refletir, porque nós olhamos muito para fora, pro outro, pro cisco que tá no olho do outro. Olhamos como é que o outro tem agido, julgamos e esquecemos às vezes de olhar para nós. Mas não é um olhar também com julgamento, não é aquilo que eu posso melhorar. Será que hoje eu posso melhorar um pouquinho? Se eu sou muito fofoqueiro, então eu vou tentar diminuir, vou segurar minha língua, colocar dentro, colocar um copo de água. Se eu sou muito impositivo, eu vou tentar ser um pouco mais gentil. Se eu sou tão eh grosseiro às vezes, então vou melhor ficar calado do que responder mal, não é? Então vamos tentar ver o que que aqu uma pequena modificada para melhor, né? Não o decepcioneis. Sois ovelhas do seu rebanho, muito amadas, e ele não quer que nenhuma de vós seja perdida ou desviada. Ai-vos todos os dias a ele e deixai-vos conduzir mansa e suavemente ao sabor das palavras do seu evangelho, que funciona sempre como música embaladora para os
nenhuma de vós seja perdida ou desviada. Ai-vos todos os dias a ele e deixai-vos conduzir mansa e suavemente ao sabor das palavras do seu evangelho, que funciona sempre como música embaladora para os corações sensíveis e despertos para o bem. Que as palavras do evangelho dirijam sempre as nossas vidas. Olha que convite lindo, amoroso, né? Eh, os espíritos mais os nossos, né? os espíritos mais elevados do que nós um pouquinho, como eles são bondosos, como eles são amorosos, mesmo quando eles vão nos ad amestar, mesmo quando eles vão chamar a nossa atenção, eles chamam de uma forma tão amorosa, né? Então nós temos uma oportunidade maravilhosa, que é a oportunidade de nos transformarmos aqui, agora, hoje. Então eu tenho hoje para fazer o melhor que eu posso fazer. Eu tô triste, tá? Então acolha-se, né, para não causar danos a outro. Se eu estou aborrecido, né, olha o que tem de bom, acolha o seu aborrecimento, entenda o que que ele quer dizer, por o qual o motivo de você estar, né, eh, aborrecido, se foi com alguém, será que o alguém será essa? Será mesmo que é sobre o alguém? Porque muitas vezes nós falamos do alguém, mas somos nós mesmos. Olhemos para dentro de nós o que que tá nos trazendo, que tá ressoando tais sentimentos. E procuremos ser gratos, ser gratos por essa oportunidade de nós já termos uma fagulhazinha muito pequena de entendimento para podermos fazer diferente no dia a dia, para podermos mudar, né, o nosso a a rota e acertar essa rota com a rota de Jesus e acertar essa rota com a eh o evangelho. Não vamos esquecer do evangelho, é o nosso roteiro, é o legado de Jesus. E para que nós possamos estar sempre envolvidas nesse campo, sempre leiamos um pouquinho, né, e nos coloquemos naquele momento em que Jesus conversa com os discípulos, os apóstolos. Vamos trazer isso paraa nossa vida, paraa nossa autransformação. Bom, meus queridos, muito obrigada a todos vocês. Que a paz, o amor de Jesus esteja no coração de cada um. Fiquemos agora com o passe virtual.
razer isso paraa nossa vida, paraa nossa autransformação. Bom, meus queridos, muito obrigada a todos vocês. Que a paz, o amor de Jesus esteja no coração de cada um. Fiquemos agora com o passe virtual. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos [música] uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando [música] a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores
çoando [música] a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada [música] da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. >> Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de [música] cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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