[CEECAL EM FOCO] Liz Maria Rajab - A Visão de Deus

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 14/04/2025 (há 1 ano) 1:17:01 12 visualizações

Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 203 Expositor: Liz Maria Rajab Tema: A Visão de Deus Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 13/04/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita - Seguindo o lema "A maior caridade que você pode fazer para a Doutrina Espírita é a sua divulgação" aqui estamos levando a todos catarinenses e ao mundo os eventos aqui realizados, bem como o intercâmbio entre expositores da nossa de terra e de outros estados oportunizando a todos um pouco mais de informação e conhecimento do espiritismo. A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal

Transcrição

Boa noite, sejam todos bem-vindos a mais um Secal em Foco, uma produção SECA. Centro de Estudos Espírita Caminho da Luz em Florianópolis. Agradecemos aos internautas que nos assistem pela TV Secal, Web Rádio Fraternidade e GESE, Instituto Goiano de Estudos Espíritas, FEC TV Santa Catarina, 14ª UR de Florianópolis, Santa Catarina e Espiritismo e Mediunidade, EM. Hoje temos uma satisfação de ter como convidada Lise Maria Rajab, que irá abordar o tema A visão de Deus. Boa noite, Lei, seja bem-vinda ao SEAL em Foco. Boa noite, Valimar. Muito obrigada, né, por estar aqui com muita alegria novamente, né, eu aqui presente, eh, entre vocês, entre os corações amigos de Florianópolis. Agradecemos imensamente por tua presença com um tema extremamente importante, né? A visão de Deus, né? Leis Maria Rajab, trabalhadora do Centro Espírita Ismael na cidade de Araraquara, estado de São Paulo, onde exerce a função de coordenadora de estudos e trabalho mediúnico. É isso mesmo? Temos mais alguma coisa? Não, tá muito bom isso. Aliás, é na verdade aquilo que a gente pretende fazer, né? Sempre procurar ser aquela servidora de Jesus, como eu sempre falo, né? Eh, então, dúvida é assim que a gente tem que fazer, né? Sem dúvida. Títulos aí desse mundo, né, Lice? Essa coisa é Lise, é uma satisfação. Informamos as nossas internautas que as perguntas formuladas no decorrer das da palestra, elas serão respondidas no final da apresentação. Faça a sua pergunta porque é sempre bom, né? Porque a gente sabe que isso enriquece, né, esse trabalho, né, enriquece praticamente toda uma exposição, né? O questionamento sempre é válido, né, El? Eu acho que é importante aquela pergunta que não que não é feita é a pergunta que a gente não quer, né? Tem que fazer, não é isso? Mas a gente está num momento extremamente precioso, no momento que Deus permite que nós possamos estar aqui, né, nos encontrarmos. É uma concessão divina, né? Podemos estar todos os domingos nesse encontro do secal em foco, mas nós temos que pedir e agradecer, pedir

Deus permite que nós possamos estar aqui, né, nos encontrarmos. É uma concessão divina, né? Podemos estar todos os domingos nesse encontro do secal em foco, mas nós temos que pedir e agradecer, pedir permissão e agradecer por este momento. E nós, né, fazemos através da prece, aquela prece que o nosso mestre Jesus nos trouxe, nos ensinou, não é, dizendo: Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita, pai, a tua vontade aqui na terra, assim como é feita nos céus. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoe as nossas dívidas, na medida que devemos perdoar as dos nossos devedores. E não nos deixeis cairmos em tentações, mas livrai-nos de tudo que seja mal. Que assim seja. Lice, agora a palavra está contigo. Um bom trabalho. Muito obrigada. Muito obrigado, Valimar. Eh, mais uma vez vamos agradecer aqui, né, a essa a esse grupo de amigos, né, de corações daqui de Florianópolis, onde a gente tem oportunidade de sempre estarmos juntos para juntos refletirmos. Eh, o Valsimar estava falando das perguntas. Sim, veja a importância das perguntas, uma vez que o próprio Allan Kardec, ele nos trouxe a nossa doutrina através de perguntas. Então, as perguntas são importantes para recebermos as respostas, paraa gente refletir, ou é aquela dúvida que muitas vezes a gente tem, não consegue muitas vezes eh ter aquela visão, né, mais alargada? E aí de repente alguém diz alguma coisa, pronto, já estimula em nós essa visão, não é? Hoje nós vamos falar sobre a visão de Deus. Qual é a visão que eu possa ter de Deus? Qual é essa visão? Não é como que eu vejo Deus? Eu tenho condições de ver a Deus, não é? Como que é isso? E nós nos baseamos na revista espírita de maio de 1866, cujo texto ali está: A visão de Deus. Mas antes de eh buscarmos compreender como é que eu vejo Deus, nós vamos fazer uma um passeio, né? Vamos dizer assim, um passeio por essa ideia de Deus. Lei, ele nos fala eh de que todos nós temos a necessidade da ideia de Deus. Todos nós,

omo é que eu vejo Deus, nós vamos fazer uma um passeio, né? Vamos dizer assim, um passeio por essa ideia de Deus. Lei, ele nos fala eh de que todos nós temos a necessidade da ideia de Deus. Todos nós, todos nós, eh, quem quer que seja, tem a necessidade da ideia de Deus. Porque Deus, nos diz Leon Deni no seu livro, O grande enigma, Deus é maior que todas as teorias e todos os sistemas. Tudo que se é criado em torno de Deus, Deus é maior. Deus é maior, não é? Deus ele é soberano, né? Deus é soberano em tudo. E o seu, o ser divino, podemos dizer assim, né? Esse Deus, esse ser divino escapa a qualquer denominação que a gente possa eh ter em relação a isso. O nome, né, vamos dizer, nos diz Víor Hugo, né, que não é por falta de um de um nome, né, vamos dizer, o nome Deus é maior, né? O nome Deus é maior, porque nós não temos eh palavra que possa expressar aquilo que nós eh podemos pensar em Deus. Então, essa necessidade da ideia de de Deus, da ideia da existência do Pai, está em todas as fases da nossa evolução. Se nós fizermos um passeio por essa evolução da ideia de Deus, nós vamos ver que mesmo lá entre os homens primitivos, uma vez nós também estivemos lá, essa ideia de Deus existia. Todos eh entendiam que existia uma força suprema. Eles não conseguiam identificar, não conseguiam definir, mas eles sabiam que existia, não é, algo superior. E como eles não sabiam, não é, ou como nós não sabíamos, né, a adoração a Deus, né, essa ideia de Deus fazia-se por intermediários. Então, muitas vezes a gente eh adorava, né, os minerais, adorava as rochas, adorava os rios. Então, falava, falava-se, né, de que aquilo seria a manifestação do Pai, a manifestação de Deus, dessa força, não é, do qual não se conseguia eh compreender. E nós vamos percebendo isso quando nós vemos algum documentário, né, ou quando assistimos algum filme. Então a gente vê aquelas imagens de pedra, né, sendo adoradas como se fosse essa força, essa força é exterior, essa força é grandiosa que com certeza nós eh não

, né, ou quando assistimos algum filme. Então a gente vê aquelas imagens de pedra, né, sendo adoradas como se fosse essa força, essa força é exterior, essa força é grandiosa que com certeza nós eh não conseguiríamos entender a época. Mas eh nós vamos ver também, né, em muitos, é sendo adorado a chuva, o trovão, não é? vamos eh eh vamos ver ao longo do tempo, não é, a adoração das plantas, dos animais e tudo isso foi se dando nome, né, a essa a essa ideia de Deus que eles passam a chamar de totemismo, os tótem, né? Então, nós vamos ver dentro da da idolatria, né, nós vamos ver a a litolatria, nós vamos ver a a zoolatria, nós vamos ver a fitolatria. Então, é, a cada tempo nós fomos, eh, observando e tendo uma ideia de Deus, porque nós eh não eh vamos dizer assim, a gente não tinha ainda aquela condição de compreender com profundidade o que seria esse esse Deus, né, essa força. Passamos depois para um eh politeísmo, né, justamente trazendo aí a ideia de vários deuses, passando aí pela a mitologia grega, né, onde existiam os deuses e os semideuses, não é? Então, os deuses estavam no Olimpo, quem dirigia, no caso da mitologia grega era Zeus, porque nós temos a mitologia romana. também, né? Então, Zeus ficava ali, ele comandava tudo, né? E tínhamos e tinha os semideuses, né? dando a ideia daqueles ministros de Ezeus que estavam ali também trazendo, né, essa essa força. Então, todos eh falavam de Zeus como realmente aquela força eh criativa, aquela força eh da divindade. E com isso fosse criando aí politeísmo, ou seja, a crença em vários deuses, não é? até chegarmos, por exemplo, lá, é em Abraão, aonde ele traz a ideia da do Deus único, né? a essa ideia que veio sendo trazida depois por algumas religiões. Então, Abraão, ele foi o pai, né, do cristianismo, foi o pai do islamismo, foi o pai do judaísmo. Então, essas religiões todas, não é? Eh, quem eh, vamos dizer assim, eh, o pai delas todas foi Abraão, porque veio trazendo aí essa ideia de Deus único. E a gente entendia

ismo, foi o pai do judaísmo. Então, essas religiões todas, não é? Eh, quem eh, vamos dizer assim, eh, o pai delas todas foi Abraão, porque veio trazendo aí essa ideia de Deus único. E a gente entendia esse Deus e tinha essa ideia de Deus, não é? Mas é Deus naquela semelhança conosco, porque nós temos dificuldade de lidar com abstrato, né? Nós temos dificuldade de lidar com abstrato. Então, nós temos que lidar com algo que seja concreto. Então, para eu entender Deus, eu tenho que entender como eu sou. Então eu Deus era aquela criatura que castigava, ela era criatura que eh que tinha lá o seus repentes, como nós temos, né, que daí fala, né, a ideia de Deus, a nossa semelhança. Mas o tempo foi passando, né? O tempo foi passando e tivemos aqui Jesus, Jesus dizendo sim de um Deus único, mas já não apresentava esse Deus como sendo é aquele que castigava, não é? Aquele que era eh, vamos dizer que impunha medo. Não. Deus foi apresentado por Jesus como sendo o pai. o pai de todos nós, não é? O criador, aquele que se encontrava no céu, né? E aí a gente sempre achava que a gente tinha que olhar pro céu, é, para poder encontrar Deus, né? E as igrejas eram sempre eh construídas, né, com aquelas torres voltadas para o céu. E aí chegamos na doutrina espírita, onde na primeira pergunta de O livro dos espíritos, Kardec pergunta: "Que é Deus?" E aí então os espíritos nos respondem: "A inteligência suprema, a causa primária de todas as coisas". Então Deus é único, é o nosso pai, é o pai de misericórdia, o pai de justiça, não é? O pai é que eh que criou tudo, inclusive criou a nós mesmos. Então, esse conhecimento da verdade sobre o sobre Deus, esse conhecimento sobre o mundo, sobre a vida, é o que é essencial para todos nós. É o que é essencial para que nós realmente possamos nos compreender e compreendermos que somos regidos por uma força muito maior. Então, ao olharmos para o céu, nos diz Leonê, né, naquele seu, naquele seu linguajar doce, nos levando a ver o universo, nos levando a

der e compreendermos que somos regidos por uma força muito maior. Então, ao olharmos para o céu, nos diz Leonê, né, naquele seu, naquele seu linguajar doce, nos levando a ver o universo, nos levando a ver a os planetas, as estrelas, com aquela aquela profundidade, com aquela harmonia. E aí eu paro e pergunto, quem de nós, né, conseguimos sentir essa harmonia, essa harmonia do universo que Pitágoras vem trazendo o som do universo, a música do universo. Então, é muito interessante todas essas colocações para que a gente possa começar a nos perguntar, uma vez que Deus então está em toda parte. Deus está em toda parte. Sim, Deus está em toda parte. Foi o que nós aprendemos. Por que será que nós não vemos? Será que quando nós deixarmos a Terra, nós vamos poder vê-lo? Então são dois questionamentos muito importante, porque nós vamos aprendendo com a doutrina espírita que nós somos capazes de ver a Deus, de sentir Deus no seu esplendor através da sua criação. Então, Leon vem trazendo o universo para que nós realmente possamos eh entender a criação divina, não é? onde esses planetas ali estão, girando, vivendo os seus momentos em harmonia, de forma que cada eh planeta está distribuído aqui falando do nosso sistema solar, que cada planeta está distribuído de forma igual entre uns e outros. entre uns e outros. Então, veja que eh a maravilha que é isso. Quando nos dispomos, não é, a irmos, a viajarmos, né, pegarmos as estradas e nos abstrair daqueles carros, né, que corram, que correm, que andam, que vão, a gente prestar atenção à nossa volta. aquela natureza, né? Aquelas árvores, cada lugar tem uma uma vegetação que é própria. E aí a gente olha e fala: "Que beleza! Quando nós estamos naquela seca, não é, onde não cai a chuva, a gente vê toda a vegetação, né, ali empobrecida, ressequida, de repente cai aquela chuva e aí a gente diz: "Olha só, com uma pouco, com pouco de chuva elas já eh cresceram. Então, a gente não tem o hábito de prestarmos atenção em tudo aquilo que é está ao

uida, de repente cai aquela chuva e aí a gente diz: "Olha só, com uma pouco, com pouco de chuva elas já eh cresceram. Então, a gente não tem o hábito de prestarmos atenção em tudo aquilo que é está ao nosso redor. A gente não tem esse hábito. Tão é imersos que estamos na nossa própria eh na nossa própria vida, na nossa correria. A gente não tem essa essa esse hábito de olharmos à nossa volta, olharmos o sol nascendo, né, trazendo aquela alegria do dia iniciando aquela luz, não é? Nós raramente sentamos à noite para vermos as estrelas sentindo aquela harmonia dentro de nós, sentindo aquela harmonia, aquela beleza que nos emociona, inclusive, que nos leva a pensarmos em nós, a pensarmos naquilo que nós fazemos. naquilo que fizermos, qual resposta quero ter para que eu possa solucionar este ou aquele problema. Mas a gente não vê Deus, não vê uma figura, não vê algo que a gente possa eh segurar, que a gente possa visualizar. a gente vê Deus através da sua criação. Então, se Deus está em toda parte, como é que nós não vemos? A primeira pergunta que o texto lá na revista espírita eh eh vem nos fazendo. E aí nós começamos, né, a pensar como que eu veria Deus, não é, com os meus olhos materiais, porque encarnada, né, enquanto encarnada que eu sou, as minhas limitações, as minhas percepções, melhor dizendo, né, são muito limitadas. As minhas percepções estão limitadas aos meus órgãos do sentido, mas concordam que eu com os olhos materiais eu não consigo ver a Deus? Um ser extremamente, se podemos dizer assim, espiritual. E o texto vem nos trazendo elementos para compreendermos tudo isso. Então ele vem dizendo, né, que eh eh acontece isso, por exemplo, com os fluidos que escapam à nossa visão, ao nosso instrumento de análise. Nós ligamos o interruptor, pronto, a luz está ali, mas a gente vê o fluido, né,essa energia elétrica, essa energia que passa pelos fios, que são capazes de iluminar aquele ambiente. Nós não vemos. Ele traz o exemplo da peste da doença. Nós vemos efeitos da peste

vê o fluido, né,essa energia elétrica, essa energia que passa pelos fios, que são capazes de iluminar aquele ambiente. Nós não vemos. Ele traz o exemplo da peste da doença. Nós vemos efeitos da peste daquela doença, mas a gente consegue ver aquele fluido que a transporta. A gente não consegue ver. A gente vê olhando para o céu, vamos dizer, aqueles corpos se moverem. Se a gente pegar um um eh eh algo que nos leva, né, para o para o infinito, né, vamos dizer, para o universo, não é verdade? A gente vai olhar e vai ver todas aquelas coisas e a gente diz: "Meu Deus, por que que não cai? Por que que aquele planeta não cai? Por que que a igreja, a, aquela, desculpa, aquela estrela não cai? E aí a gente vê os corpos, mas a gente não consegue dimensionar a força da gravidade. Nós não conseguimos ver a força da gravidade. Então, as as coisas de essência espiritual, elas não podem ser vista com os nossos órgãos materiais. Então, se eu falo assim, ai, né, eu tô vendo um espírito desencarnado, né, nós vamos falar assim: "Eu tô vendo esse espírito desencarnado. Por que que eu tô vendo? Porque eu tenho o dom da mediunidade e quando eu vejo significa que eu é emancipei do meu corpo físico e eu estou vendo, não é, pela ação do espírito ou então num processo de sonambulismo, eu estou vendo através de mim mesma, eh, vamos dizer assim, eh, eh, Eh, como que fala? Não desligada, mas emancipada. Essa é a palavra emancipada do nosso corpo físico. Eu sou capaz de ver, não é? E se eu tenho ainda a condição ainda de eh conseguir entrar em êxtase, como eles dizem, não é? essa essa visão ela se torna muito mais eh primorosa, muito melhor. Então eu só consigo ver as coisas espirituais através do quê? Da visão espiritual. E quando a gente fala em visão espiritual, nós não podemos dizer que essa visão espiritual é igual a visão material, porque não é. Os espíritos nos ensinam e está lá no livro dos espíritos, que eh os espíritos vêm por todo, por tudo. Nós conseguimos entender isso? Não, ainda

isão espiritual é igual a visão material, porque não é. Os espíritos nos ensinam e está lá no livro dos espíritos, que eh os espíritos vêm por todo, por tudo. Nós conseguimos entender isso? Não, ainda não. Mas a gente sabe, a gente já sabe que não é pelos por esses órgãos é que eu vou enxergar o mundo espiritual. Então, nós podemos eh ver os espíritos se a gente tem algum tipo de de mediunidade, senão nós estamos aqui, nós não conseguimos ver o espírito desencarnado. Muito bem. Então, como que eu posso é eh vamos dizer assim, eu posso ver a Deus com os meus olhos materiais? Não, somente a alma, ou seja, a essência, ela pode ter a percepção de Deus. Ela pode ter a percepção de Deus, mas ela vê a Deus. E aí vem a segundo questionamento. Será que depois se se essa visão tem que ser uma visão espiritual? Será que essa eh quando eu desencarnar, eu sair do mundo material e adentrar o mundo espiritual, eu vou ver imediatamente a Deus? E que que os espíritos, na verdade eh nos respondem, que para que a gente possa ter essa visão de Deus, é preciso que eu cresça, que eu evolua, porque na verdade essa visão de Deus não é privilégio. senão das almas mais depuradas. Como que eu, ainda espírito imperfeito posso ver a Deus? E Allan Kardec pergunta, tem uma pergunta no livro dos espíritos que ele faz, se a gente tem condições de estar com próximo a Deus. E eles nos dizem, só quando a alma se depurar. Então, bem poucos de nós vamos conseguir ver a Deus depois de nós deixarmos o nosso corpo material depois que a gente deixar nesse corpo material. Mas muitas vezes quando adentramos o mundo espiritual, muitas vezes ainda ficamos da da nossa própria condição de de estar próximo à matéria. Muitas vezes nós não conseguimos esse grau de desmaterialização que é necessário. E aí ele nos traz um exemplo, né, para que a gente possa entender. Então ele começa por dizer aquele que está no fundo de um vale, cercado de uma bruma espessa, de uma nuvem espessa, não consegue ver o sol. tá lá embaixo, não consegue ver o sol,

gente possa entender. Então ele começa por dizer aquele que está no fundo de um vale, cercado de uma bruma espessa, de uma nuvem espessa, não consegue ver o sol. tá lá embaixo, não consegue ver o sol, mas no entanto a luz do sol está ali presente, está difusa. E aquela criatura que está ali no fundo daquele vale, ela julga, ela presente, ela tem a percepção de que o sol está presente. nós não conseguimos ver. Mas se nós saírmos, não é, daquela daquela condição de estarmos no fundo do vale e passarmos a subir a montanha, à medida que nós vamos nos elevando, o que vai acontecendo? Aquela aquele noivoeiro, ele começa a clarear. A luz que antes a gente só pressentia, a luz começa a se fazer mais presente, mas ainda de forma velada, porque somente um menor vapor que passe, pronto, já vai enfraquecer o brilho. Somente quando nós conseguirmos estar elevado nessa montanha, acima daquela camada de de nuvens brumosas, é que nós vamos perceber, ver aquele ar perfeitamente puro e a gente vai conseguir ver o esplendor daquele sol. Quem já pegou um avião e sabe que estamos aqui na terra aqui embaixo, aquele tempo fechado, não é? Sem uma semizinha mostrando a presença do do sol. Mas quando o avião se eleva e ele vai voar acima das nuvens, a gente consegue ver aquele céu maravilhoso, aquele céu azul, aquele sol que brilha. Então, exatamente isso. Para eu ver o sol, embora eu saiba que ele exista, que ele está ali, que eu tenha percepção dele, se eu estiver no fundo de um vale, eu não consigo enxergá-lo. Para enxergá-lo, eu preciso subir essa montanha até chegar no alto, no ápice, para eu poder ver. E essa imagem, ele eh realmente nos traz para o quê? Para que a gente possa entender por não vemos a Deus. Sabemos que ele existe, mas nós não vemos porque ainda estamos em nesse vale, ainda estamos envoltos nesses véus, não é? ainda da nossa das nossas limitações, os véus do nosso desconhecimento, os véus das nossas paixões, dos nossos vícios que nos tornam materializados mais. Então ali embaixo eu não consigo ver

s, não é? ainda da nossa das nossas limitações, os véus do nosso desconhecimento, os véus das nossas paixões, dos nossos vícios que nos tornam materializados mais. Então ali embaixo eu não consigo ver ainda preso a essas minhas imperfeições. É como se eu tivesse naquele eh, vamos dizer naquele naquele vale. Então eu estou envolvida, não é, por esses véus da nossa ignorância, como eu disse. Então, primeiro, né, num primeiro momento, eu não consigo ver nada. E se nós trouxermos aqui a parábola, né, do semeador, nós vamos ver que aquele que está à beira do caminho, ele não consegue ver a nada. Ele está preso ainda a essas brumas. Mas a cada véu que ele levanta, ou seja, a cada conhecimento que nós vamos tendo, a cada verdade que nós vamos eh conhecendo, nós vamos começar a distinguir aquele lampejo que nós temos, a certeza, a intuição, a certeza mesmo de que existe uma força superior. E essa força superior, esse essa luz vai se tornando cada vez mais claro. E somente quando eu tirar o último vel é que eu vou conseguir ver as coisas nitidamente. E aí entendemos quando lá na questão de O livro dos espíritos, os benfeitores nos dizem que o Pai nos criou simples e ignorantes para que a gente possa atingir a nossa perfeição. Mas para eu atingir a minha perfeição, é preciso o conhecimento da verdade. Para que eu possa atingir essa perfeição, eu tenho que ir retirando esses véus da minha ignorância, conhecendo a verdade, porque a verdade vai me libertar. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Porque através do conhecimento da verdade é que nós vamos conseguindo retirar esses véus, sair daquele vale para que a gente possa alcançar o esplendor do pico daquela montanha. E veja que Jesus, ele nos traz isso naquela belíssima canção dos da das bem-aventuranças. Jesus, ele nos mostra porque nós vamos sair de um estágio ainda, eh, que ele coloca eh que eu vou ser bem-aventurada se eu conseguir entender essa pobreza de espírito no sentido da minha desmaterialização, aonde eu vou então eh

e nós vamos sair de um estágio ainda, eh, que ele coloca eh que eu vou ser bem-aventurada se eu conseguir entender essa pobreza de espírito no sentido da minha desmaterialização, aonde eu vou então eh eh, vamos dizer, desenvolver em mim, desenvolver ver em mim a humildade para que eu possa atingir o ser parcificador para que eu possa levar a paz a todos aquele. Então, é uma conquista onde cada degrau aprender alguma coisa. Um degrau eu aprendo a humildade, a outra a resignação, a outra a serenidade, a outra compreensão da justiça, a outra a misericórdia, a pureza de coração, até nós chegarmos ao ser pacificador. Terceira, a terceira bem, eh, bem-aventurança nos fala do pacífico, da paz que eu tenho que ter em mim, a serenidade que eu tenho que ter em mim. Na última é o pacificador, aquele que já atingiu o grau máximo da montanha. Então, os véus já desapareceram. Aí eu sou capaz de eh compreender Deus. E ele ainda vem dizendo, não é? Que a mesma coisa acontece com o quê? Com o rio. Muitas vezes com licor, desculpa, com licor. Licor no sentido fluido, né? Não é o licor, não é a bebida, né? Licor é o o os fluidos, né? Um licor que é muitas vezes cheio de matéria estranha, muitas vezes é turvo. Então, por exemplo, se nós pegarmos a água, pegarmos a água de um rio poluído, nós vamos ver aquela água, aquele licor de que jeito? É com matéria estranha. De início, ela vai estar turva, mas vai passar pelo processo da destilação, aonde vai havendo a separação das coisas estranhas, do material estranho. E cada vez mais que eu vou retirando esse, é, esse material estranho, eu vou então aumentando a sua transparência até que aquele licor, aquela água, ela fica completamente sem nenhum obstáculo, pura, transparente. E aí ele diz assim: "É como a alma, o nosso involtório perespiritual, não é para nós é uma verdadeira matéria. E os espíritos nos dizem que, embora para nós seja uma matéria mais eh mais sutil, para nós ainda é muito grosseira. Então, é preciso que eu, através das minhas

ão é para nós é uma verdadeira matéria. E os espíritos nos dizem que, embora para nós seja uma matéria mais eh mais sutil, para nós ainda é muito grosseira. Então, é preciso que eu, através das minhas conquistas, através dessa dessa, ah, vamos dizer, de eu vencer todas essas eh esses degraus que Jesus nos traz, é que este envoltório vai se tornando cada vez mais sutil. E com isso essas imperfeições que ainda temos e que ainda nos eh nos eh vamos dizer assim, nos faz com que nós tenhamos essa matéria estranha em nós, como se fôssemos o licor, não é? e a matéria estranha, as nossas imperfeições, eu preciso eh trazer essa destilação. E essa destilação que eu vou utilizar para, eh, vamos dizer, fazer com que eu esteja cada vez mais transparente, mais eh eh vamos dizer mais evoluída. O móvel é justamente a dor que vai nos trazer, vai nos levar a, vamos dizer, a destilar as nossas imperfeições, retirar os véus que ainda tem da nossa ignorância. E assim nós vamos nos tornando cada vez mais depurados. nós vamos eh conseguir, na verdade, gozar dessa plenitude das nossas eh vamos dizer assim, dos nossos eh das nossas faculdades. Aí sim, quando eu tiver com certeza depurada, eu vou poder ver a Deus? Sim, eu vou poder ver a Deus. Então, sendo Deus, a essência divina, não pode ser percebido com todo o seu brilho, senão pelos espíritos desmaterializados já, senão pelos espíritos superiores. As imperfeições que nós temos são esses véus que não nos permite ver a Deus. Nós sabemos que ele existe, porque todos nós somos criaturas dele. Então, vemos que a gente passou por uma, eh, vamos dizer, um aperfeiçoamento da ideia de Deus, mas ele nunca esteve ausente, a não ser aqueles que têm eh o eh que eles entendem que Deus não existe. Aí é um conceito de sistemas, né, que nós não vamos entrar aí nos detalhes, né? Os materialistas eles não conseguem eh entender que exista Deus. Ele acha que não. Tá certo? É da Nós devemos respeitar porque afinal de contas devemos respeitar todas as ideias, não é verdade?

s, né? Os materialistas eles não conseguem eh entender que exista Deus. Ele acha que não. Tá certo? É da Nós devemos respeitar porque afinal de contas devemos respeitar todas as ideias, não é verdade? Então, quer dizer, a gente só vai conseguir ver a Deus retirando os véus das nossas imperfeições, que ainda faz com que eh a gente esteja em meio a esse nevoeiro. E na medida que eu vou me desmaterializando, eu vou, é, subindo essa montanha, subindo, chegando cada vez mais ao alto e aí sim eu vou estar desembaraçada de tudo aquilo que ainda me obscurece a minha vida. Mas a gente consegue isso de uma hora para outra, não? O espírito ele só se depura. O espírito que somos nós só se depura se não com o tempo, com as bênçãos da reencarnação. É através da reencarnação que nós vamos cada vez mais nos depurando. E é o tempo, é o nosso tempo, é o tempo que nós temos para nos modificarmos. Primeiro, nós estamos ainda eh alienados a essas ideias. Depois passamos a despertar para as ideias de Deus, para a necessidade da nossa transformação. E depois ainda que nós despertamos, nós temos que buscar pelo nosso arrependimento e para nossas conquistas verdadeiras. Então isso leva um tempo. Mas o que é o tempo? Para nós, nossa, 100 anos é muito tempo, mas para nós que somos criaturas imortais, tendendo a uma vida eterna, o que são 100 anos. Então, pelas bênçãos da reencarnação, eu vou conseguir realmente ver a Deus. Por enquanto, eu sei que ele existe e vejo tudo à minha volta e posso me comungar com ele através desse dessa beleza que é a natureza, essa força criadora, não é? Essa força divina. Então, nós não podemos ver a Deus com os olhos da carne. E se fosse eh esse favor, né, fosse concedido a alguns, isso seria somente no estado de êxtase. Ou seja, quando nós nos desligamos, nos emancipamos do corpo físico, isso se fosse possível que acontecesse, tá certo? Então, nós não podemos ver Deus com os olhos da carne. E para vê-lo é preciso que nós, na verdade, nós eh eh buscarmos pela nossa eh a nossa a

físico, isso se fosse possível que acontecesse, tá certo? Então, nós não podemos ver Deus com os olhos da carne. E para vê-lo é preciso que nós, na verdade, nós eh eh buscarmos pela nossa eh a nossa a nossa perfeição moral. E aí a gente pergunta e lá ele diz sobre qual aparência Deus se apresentaria, não é? Será que como que Deus vai se apresentar para nós quando nós realmente pudermos eh vê-lo sobre uma forma qualquer, sobre uma figura humana ou como um foco resplandescente de luz? E aí Allan Kardec diz: "É o que a linguagem humana está impossibilitada de descrever?" Então, com qual forma que a gente vai ver a Deus? Uma figura humana como a gente, um foco de luz. A nossa linguagem ainda é inapropriada para que a gente realmente possa eh definir. Por isso que os espíritos definem Deus como a inteligência suprema, a causa primária de todas as coisas. Mas e o que é que nós podemos fazer? Se eu não consigo ver a Deus, mas eu sei que ele existe, o que é que eu devo fazer para um dia eu conseguir ver, sabe Deus de que forma? Cumprindo com as suas leis? É as leis que estão inscritas na nossa consciência. Então, nos esforcemos. Nos esforcemos, trabalhemos. pelo nosso aperfeiçoamento. Uma boa noite a todos. Muito bom. Obrigado, Lis, uma satisfação ver a tua apresentação, nosso público Brasil, né, assistindo, né, e com algumas perguntas já pautadas, né, para que nós possamos colocar, né, nossos amigos que estão nos bastidores logo colocarão, né, para que aqui você possa fazer uma abordagem, né, nosso amigo Antônio, Antônio Carlos, quando Jesus diz o Pai e eu somos um refere-se a uma unidade idade de ideias. Isso é uma visão importante. É, é uma visão importante, porque Deus é porque Jesus ele diz, né? O Pai e eu somos um. Uhum. O que isso quer dizer? Eu começo por trazer para responder essa pergunta, Antônio, eh, justamente uma passagem de Paulo de Tarso. Paulo de Tarso, eh, no final, né, da vida dele, quando ele já passou por todas as coisas que ele passou, eh, ele diz o

responder essa pergunta, Antônio, eh, justamente uma passagem de Paulo de Tarso. Paulo de Tarso, eh, no final, né, da vida dele, quando ele já passou por todas as coisas que ele passou, eh, ele diz o seguinte, que para ele nada mais importava. Porque tudo que tinha que passar, ele passou. nada mais importava, porque Jesus estava nele. Então, veja, é a mesma, é uma, ah, vamos dizer, a comparação. Então, Paulo ele entendia que o que ele e Jesus é que Jesus estava nele, ou seja, todos os conhecimentos que ele eh tinha, que ele tinha apreendido, compreendido de Jesus, estava nele, não é? Ele já conseguia perceber, compreender e agir conforme as leis, conforme aquilo que Jesus ensinava ele. Então, o que mais eu espero? Jesus vive em mim. Então, quando Jesus ele se refere ao Pai como sendo ele e o Pai sendo um, é justamente nessa eh nesse sentido de a perfeita comunhão com o Pai através do quê? Das leis, através da eh do cumprimento das leis divinas. Então, ele e o pai eram. Não existia eh, vamos dizer assim, eh, não existia outra forma. Jesus, o ser mais perfeito que habitou a terra, não é? O Jesus já no estado celestial de alma, não é? Ele só podia estar em comunhão com Deus. se a gente está em comunhão com e ele estaria em comunhão com Deus pelo eh, vamos dizer, por eh estar vivendo conforme as leis divinas. Não sei se eu respondi a pergunta. Com certeza, né? É um entendimento, Nelice. Eu penso que, né, pra gente conseguir ver a Deus é muito amplo, né? Primeira vez acho que eu penso assim, né? A gente tem que primeiro olhar para tudo que tá ao nosso redor e a gente já tá vendo Deus ali, né? Porque poxa, é criação. Deus já está na própria criação. É presença dele. Sem Pois é. E é isso. E é isso que a gente tem que entender. Você não vai ver Deus como eu vejo um livro, como eu tô vendo você, né? Como você tá me vendo. Eu não posso ver eh não posso ver Deus com meus olhos carnais e nem com em espírito. Por quê? Porque eu ainda estou limitada às minhas imperfeições. Sim, com certeza. né? Eu tinha mais até

á me vendo. Eu não posso ver eh não posso ver Deus com meus olhos carnais e nem com em espírito. Por quê? Porque eu ainda estou limitada às minhas imperfeições. Sim, com certeza. né? Eu tinha mais até mais uma pergunta aqui agora rouba colocar, né? Que caminho nos leva a Deus. Essa aí é praticamente o teu o teu tema, né? Forma a tua exposição. Qual caminho, é o nosso programa, é o nosso programa de vida, Rosângela. é aquele programa de vida que nós temos que eh abraçar, que é justamente é eh caminharmos segundo as leis de Deus que estão inscritas na nossa consciência, segundo os ensinamentos que Jesus veio nos trazer. E eu resumo numa palavra, amor. O fundamento de Jesus, dos ensinamentos do Cristo é o amor. quando ele nos fala para nós eh ah a nós nós aceitarmos o outro, sermos indulgente, eh quando ele nos fala para sermos misericordiosos, quando ele nos chama atenção para que a gente possa perdoar, ele tá nos falando de amor. Então o caminho que vai me levar a Deus é o amor. Sem dúvida, né? A gente tem que ter uma preparação, né, Lice? Eh, quando nós pensamos, como você falou, eh, eh, amar, que não é fácil, né, que a gente vai passar, eu amo, né, de uma forma, né, a gente normalmente é seletivo, né, dizer que não faz seleção é muito difícil. Nós somos seletivos, né? Amar os seus inimigos é um tema que a gente sabe que dá para fazer o simpósio, né? Dá para fazer aí que realmente é muito difícil, é muito complicado, né? Então, essa pura pureza de espírito que nós temos que buscar é justamente aquilo que vai nos conduzir a uma visão de Deus certamente ainda muito precária, né? Porque a gente não tem a menor ideia do que que significa, né, esse esse vamos chamar de serra, né, vamos dizer assim, né, porque é realmente pela condição, né, se nós pararmos para pensar Jesus, um filho de Deus, como nós somos, nós temos a essência, nós temos a centelha divina em nós, né? E Jesus na sua perfeição dizia que ele não era. Então a gente já começa a ficar bastante assim, pois eh, né?

ilho de Deus, como nós somos, nós temos a essência, nós temos a centelha divina em nós, né? E Jesus na sua perfeição dizia que ele não era. Então a gente já começa a ficar bastante assim, pois eh, né? Caramba, se esse diz não ser, né, o bom nem no sente que só um era o pai, então a gente já vê que o próprio Jesus já tinha uma visão de Deus limitada, né? Porque ele sabia que era um filho de Deus e ele agora olha que visão que ele tinha. Eu não chego a ser o que ele é, que claro, senão ele também seria Deus. Nós somos filhos e na condição de filhos nós somos eternos aprendizes, né? Então nós temos que ter a condição do aprendizado e termos a humildade de nos resignar a nossa ignorância para que nós possamos avançar, porque senão nós conseguimos, né? Eh, e esse amor, né? eh, que nós eh você disse, né, do limitado. Então, o nosso amor ainda é muito restrito. esse sentimento de amor que a gente tem, eh, é um sentimento ainda muito restrito, porque é voltado para aqueles com os quais a gente tem, eh, mais afinidade, né, com os nossos familiares, né, mas o amor que Jesus vem trazendo, esse é o amor que nos transcend, é o amor fraternal, onde eu não vou ver aquele que é de sangue. ou aquele que não é da minha família de sangue, é qualquer um, é o meu próximo. Por isso que Jesus ele diz, não é? Eh, eh, lá no Evangelho nós vamos ver, não é? Ah, para eu amar a Deus, eu preciso amar a mim mesmo e amar o próximo. Então, na verdade, o próximo, ele é a ponte que nos leva até a Deus. Porque eu só vou conseguir amar a Deus, entender Deus a partir do momento que eu começar a entender e amar o meu próximo. E para eu amar o meu próximo, eu preciso aprender a amar a mim mesmo, no sentido de ainda me reconhecer criatura imperfeita, mas sabendo que eu tenho todas as possibilidades de crescimento espiritual e que se eu vou conseguir eh esse crescimento espiritual através do próximo, que é a prática da caridade. A caridade, eu costumo dizer que é o amor em ação. A caridade é o amor em ação, a verdadeira caridade.

eu vou conseguir eh esse crescimento espiritual através do próximo, que é a prática da caridade. A caridade, eu costumo dizer que é o amor em ação. A caridade é o amor em ação, a verdadeira caridade. Sem dúvida. Mais uma pergunta já sendo colocado, é o nosso amigo Luís Antônio aí, né, grande amigo. Louvar a Deus antes de iniciar nosso dia é uma prática para nos conectar com o criador. Sem dúvida, Luiz, sem dúvida. eh digamos assim, eu iniciar o meu dia, Joana deângele nos fala isso, que iniciar o o nosso dia e com a prática da oração é nós nos brindarmos contra as várias situações que vamos encontrar pelo caminho. A oração é a forma que eu tenho de me de conversar com o meu pai. A, é a forma que eu tenho de conversar com Jesus, é a forma que eu tenho de conversar com os benfeitores divinos, é através da oração. Então, quando eu acordo pela manhã, não é, e me conecto pela oração, eu estou me brindando, ou seja, eu estou trazendo para mim aquela aquela postura, né, aquela vestimenta moral que muita eh que é necessário para eu não cair diante das situações eh que acontecem. sem na minha na nossa vida é eu estar em ligação com o pai. Muitas vezes a gente fala assim: "Ah, mas orar e aí eu vou um pouco mais longe, né? Eu vou orar sim, eu vou eu vou eh fazer a minha prece, sim. Mas a oração é aquele, é aquela ligação que eu tenho para com o Pai, para com Jesus e para com os benfeitores. Então eu devo estar sempre em oração. Para eu estar sempre em oração, eu tenho que estar com o meu pensamento voltado a eles, estar conectado com eles, não é? Então, sem dúvida, eh, é a primeira coisa que nós realmente precisamos fazer. Então, TV Secal, né, fazero uma pergunta para ti. Na verdade, uma pergunta, né, é uma exposição da revista espírita, né? As imperfeições são véus que ocultam Deus à visão dos espíritos inferiores. Quando a serração se dissipar, eles o verão resplandecer. serviço de maio de 1866 até para fazer um comentário, né? Serve essa essa colocação da revista, né? É, é exatamente, né? Aquilo que a

eriores. Quando a serração se dissipar, eles o verão resplandecer. serviço de maio de 1866 até para fazer um comentário, né? Serve essa essa colocação da revista, né? É, é exatamente, né? Aquilo que a gente trouxe, né? Então, as nossas imperfeições são os véus. Nós ele não deu ali aquele exemplo de que para eu ver o sol, eu tenho que sair do vale para chegar até o ápice da montanha. Então, esses véus, né, que eu vou tirando, né, das minhas visões, eh, são essas nossas imperfeições que não nos permite realmente eh ter aquela visão de Deus. Porque veja, nós estávamos falando a respeito da de ver a Deus através da sua obra da criação, da obra da criação, não é? Se eu ainda tenho esses véus das imperfeições muito acirrados e que eu não consigo, né, vamos dizer, ter uma visão clara, eu passo pelas coisas sem ver. Eu, como eu disse, eu não sou capaz de ver o sol. Eu não sou capaz de ver aquela aquela aquele aquela planta, aquela planta. aquele vegetal. Eu não sou capaz de ver, não é? aquela aquela roseira dando aquela flor maravilhosa, aquele cheiro, aquele perfume. Eu não sou capaz de diferenciar os vários perfumes tão voltados para as minhas próprias imperfeições que eu tenho. Então, se eu vejo Deus hoje pela criação, eu não consigo ver por quê? Porque eu não consigo derrar esses véus das minhas imperfeições. Eu não consigo eh eh me desvenciliar disso. Na medida que eu entendo isso, eu começo a perceber, não. Eh, vamos olhar ao nosso redor. Concorda que a nossa a nossa visão vai se tornando cada vez mais clara? Então, é isso que é ali a eh, vamos dizer assim, o eh o texto tá querendo nos dizer que na medida que eh eu vou me libertando das minhas imperfeições, eu consigo ver a Deus. Mas uma coisa importante, as imperfeições são os véus que ocultam Deus na visão dos espíritos inferiores. Significa que ele não está presente, significa que os espíritos inferiores, que somos nós, né, estamos aí, né, jogado, vamos dizer, as traças? Com certeza não. Nós não conseguimos ver, mas o Pai sabe de nós e o Pai está

ão está presente, significa que os espíritos inferiores, que somos nós, né, estamos aí, né, jogado, vamos dizer, as traças? Com certeza não. Nós não conseguimos ver, mas o Pai sabe de nós e o Pai está conosco sempre. Muito bom. Com certeza, né? Nós não estamos abandonados, né? A Márcia Mendonça faz uma pergunta, né? Que qual a primeira ação para aprendermos a amar? Mas eu vou aproveitar mantendo a pergunta ainda no ar, né? A Márcia fez alguns comentários antes no chat que eu vou me permitir, Márcia comentar, né? Você diz, só descortinando o vel da ignorância e das nossas imperfeições, conseguiramos ver a Deus. Ah, mas você tinha feito esse comentário que de certa forma é o que exatamente você havia colocado, né? El dis nós temos que tirar, né, de nós, né? Imagina o orgulho, a vaidade, uma série de coisas que nós temos, né? Nós temos essa ignorância. Isso que nós, né, alimentamos o nosso espírito diariamente. Tem pensão que nós fazemos questão de alimentar, né? E aquele negócio, a gente sabe aquela famosa plantinha que se molha e a plantinha que cresce, né? Que rega, né? E outro comentário que ela colocou, né, que esse olhar é puramente espiritual, né, a condição da visão. Só a perfeição da nossa moral nos conduzirá a esta dádiva celestial, que é nós termos a condição de ver a Deus, com certeza é uma perfeição que temos que ter alcançado, que senão nós não temos a menor ideia do como, né, isso poderia acontecer hoje. Falta-nos, né, esse conhecimento, quer dizer, como ver a Deus? É uma pergunta que vai ficar um grande grande ponto de interrogação. E tá aí, né, a pergunta da Márcia, né, que qual a primeira ação para aprendermos amar, que nós havíamos comentado, que não é fácil, né? Não. Pois é, né? Qual que é a primeira ação? Eh, é realmente entendermos por que nós devemos amar. Eu penso assim, eh, o nosso inimigo, o nosso adversário, por que que eu tenho? ele está eh me fazendo tão mal, por que que eu tenho que amá-lo, né? A primeira ação é realmente eu entender o que é esse amor

nso assim, eh, o nosso inimigo, o nosso adversário, por que que eu tenho? ele está eh me fazendo tão mal, por que que eu tenho que amá-lo, né? A primeira ação é realmente eu entender o que é esse amor que Jesus está nos falando. O que é esse amor? é o respeito que eu ainda tenho. E aí quando eu, como eu disse para complementar o meu pensamento, quando eu digo assim que a caridade é o amor em ação, e a gente entendendo que a caridade é nós nos tornarmos bons, é nós sermos indulgente e nós aprendermos a perdoar, é essa as primeiras ações que nós devemos fazer. Primeiro, buscarmos ser bons. Buscar ser bom é procurar, na verdade, é eh compreender as lições de Jesus e aprender a colocar em prática. É fácil? Não é fácil, mas precisa do esforço. Aí eu digo assim, são três situações. Primeiro, a vontade. A vontade que me faz olhar, não é? E querer me mudar. é a vontade. Eu tenho que ter a coragem para que nessa coragem eu possa eh enfrentar as dificuldades que eu ainda tenho. Porque muitas vezes eu pretendo, eu tenho um um ideal, por exemplo, né? A Jana de Angela nos fala muito isso. Então eu tenho aquele ideal e eu quero chegar até ele. Só que muitas vezes esse caminhar não é um caminhar fácil, é um caminhar que exige mim um esforço muito grande. Trabalho, esforço. Se o meu carro atolar e eu ficar olhando para ele, ele não vai desatolar. Então eu tenho que me esforçar para tirá-lo de lá. E aí eu vou te vou, vamos dizer, buscar instrumentos que me ajuda a tirar aquele carro daquele atoleiro. A mesma coisa e são econômico. Diante das nossas imperfeições, diante dos nossos eh muitas vezes das nossas invigilâncias, eu preciso trabalhar isso para que eu possa eh me recuperar. Mas aí eu tenho os instrumentos, eu tenho que ir atrás dos instrumentos. Não adianta eu ficar eh, vamos dizer, sentada, olhando para a dificuldade, me lamentando. Eu tenho que ir à busca, eu tenho que ir trabalhar, tá certo? E depois eu tenho que ter perseverança, porque eu vou cair muitas vezes e aí eu tenho que aprender a me

para a dificuldade, me lamentando. Eu tenho que ir à busca, eu tenho que ir trabalhar, tá certo? E depois eu tenho que ter perseverança, porque eu vou cair muitas vezes e aí eu tenho que aprender a me levantar novamente. Então, ser bom é eu criando isso em mim, é ir construindo o reino de Deus em mim, não é? Mas só que para eu construir esse reino de Deus em mim, eu preciso saber que ele é o tesouro que eu tô querendo. É o tesouro que tá escondido no meu campo e que eu corro vendo tudo que eu tenho para comprar aquele campo. Como nos diz Jesus, o reino de Deus é aquele que é querem uma pérola, que também vai vender tudo para ficar com a pérola mais bonita. Então, o reino de Deus é a construção que nós temos, uma construção que fazemos, não é? Onde cada dia, cada hora, cada momento eu aprendo alguma coisa. Eu compreendo, coloco em prática e tá ali naquele tijolinho para eu construir esse reino de Deus, que é o caminho, que é o caminho para eu ver a Deus, eu estar em comunhão com esse com esse pai. E segundo a caridade, outra coisa eu ser indulgente. Porque quando eu sou bom, eu aprendo a ser indulgente. Se eu não tiver a bondade, eu não sou indulgente. E o que é ser indulgente? É reconhecer a fraqueza do outro. é reconhecer que o outro tem as suas limitações, que o outro é imperfeito. Esses são os adversários que Jesus nos fala e nos convida a amar, a não criticar, a não guardar rancor, a não guardar pensamentos, eh, vamos dizer assim, eh, pessimistas e ruins em relação a a ele. Porque a gente entende aquele amor de abraçar, né? Não é o amor fraternal que Jesus tá nos dizendo. E eu somente consigo perdoar aquele que me magoa quando eu sou bom e quando eu sou indulgente. Essa é a definição de caridade que Jesus nos traz e tá lá, né? Que os espíritos nos trazem. Então, este é, na verdade, é o nosso caminho. A primeira ação, Márcia, que nós devemos fazer para aprender a amar é justamente aprender quais são os instrumentos que eu preciso para construir o reino de Deus em mim.

na verdade, é o nosso caminho. A primeira ação, Márcia, que nós devemos fazer para aprender a amar é justamente aprender quais são os instrumentos que eu preciso para construir o reino de Deus em mim. Obrigado, Leí. Fazendo uma reflexão, né, uma pequena reflexão, a gente nem se vou parar de pensar, nem reconhecemos bem Jesus, né? Porque se nós tivermos, né, que é o que nos trouxe, que nos trouxe nós temos uma bagagem imensa que Jesus nos o dia que Jesus nos traz, né? Porque Jesus nos trouxe, Jesus tá presente, né? Jesus nos traz todos os dias essas mensagens e nós não conseguimos internalizar, mal conseguimos ver Jesus e de repente você quer ver Deus. Então e Jesus falou, né? Quer dizer que na verdade nós só vamos a Deus por ele. Então quer dizer primeiro é aquele que esse que nós temos que ver primeiro. Então pois essa é a premissa. Eu tenho que ver Jesus, reconhecer Jesus, entender essa mensagem. A partir do momento que eu internalizar Jesus em mim, eu já estaria me habilitando a ver Deus. Estarei me habilitando. Sem dúvida. É uma prática acho que a gente tem que ter. Vamos começar a ver Jesus primeiro. E quando nós chegamos a essa prática, acho que a gente já está num grande passo, né? Já estamos dando um grande passo para nós conseguirmos viver, né? Deus, né? Com certeza. Muito obrigado. Estamos chegando a mais um final de um o secal em foco, né? de que foi maravilhoso, um tema muito bom, fantástico. Lise, nós então pedimos, se possível, aproveitando para te convidar para as considerações finais desse encontro e a gent gentileza de encerrar, né, nossas atividades, né, se possível, com uma prece, né, para que a gente também, da mesma forma que nós começamos sermos gratos por nós termos, né, concluído esse trabalho, né, e que termos tanta gente conosco, né, e futuramente, considerando que estará aí disponibilizado, né, daqui a pouco. Eh, é como consideração final justamente eh é isso, né? A gente observar, a gente realmente eh ter olhos para ver, ouvidos para ouvir, não é verdade? Então,

tará aí disponibilizado, né, daqui a pouco. Eh, é como consideração final justamente eh é isso, né? A gente observar, a gente realmente eh ter olhos para ver, ouvidos para ouvir, não é verdade? Então, eh, Jesus, ele nos fala da sua, ele nos fala por parábolas, justamente para que a gente possa se esforçar e conhecer o seu evangelho e conhecer o seu evangelho, não, o evangelho do pai, o evangelho do pai que ele veio nos trazendo para que a gente possa eh ir se modificando. é não desanimarmos nunca, é estarmos sempre buscando, é nos equilibrarmos, não é? Para que a gente possa conseguir vencer e vamos vencer? Vamos, nós temos o tempo, não é, para vencermos. E o Pai sabe que um dia nós chegaremos lá à perfeição, um dia estaremos lá junto, junto com ele, não é verdade? Então vamos fazer a nossa parte aqui e vamos agradecer. Nós temos muito agradecer, agradecer a esse pai de amor misericordioso por todas as oportunidades que nos oferece para que a gente possa, para que a gente possa dar os nossos passos transcendentes. Amos agradecer a Jesus por tudo que veio nos fazer, nos dar o exemplo, o conhecimento que precisamos e retirando como véus, agradecer ao nosso guia protetor por tudo aquilo que nos oferece, a intuição, o amparo, o estímulo que precisamos para continuar no nosso trabalho, no bem. Agradecermos aos benfeitores que nos auxiliam pelas suas mensagens. agradecermos pelo dia de hoje, pela noite que estamos tendo ou pelo dia, que possamos aproveitar todos os momentos para buscarmos deixar a nossa cegueira indo em direção à luz. Que assim seja. Obrigado, Liz, mais uma vez, né, por esse momento, né, por esse encontro, como você disse, né, a gente aproveita o momento para convidar a todos que estão conosco para estarem no próximo dia 20 de abril, próximo domingo, né, para mais um SECAL em Foco, quando estaremos recebendo nossa convidada Helene Cap, que irá abordar o tema o homem de bem e os bons espíritas. Então aí tá o slide já, né, sendo mostrado. Então que nós possamos nos encontrar no próximo

o estaremos recebendo nossa convidada Helene Cap, que irá abordar o tema o homem de bem e os bons espíritas. Então aí tá o slide já, né, sendo mostrado. Então que nós possamos nos encontrar no próximo domingo, estamos todos aqui reunidos para mais essa esse momento de energia, né, esse encontro que é extremamente importante para todos nós. Então que tenhamos todos uma boa noite, uma excelente semana e fiquem todos com Deus. Até a próxima, se Deus quiser. Ciao. Ciao.

Vídeos relacionados