[CEECAL EM FOCO] - Jorge Elarrat - O Poder da Mente e a Espiritualidade no tratamento da Dor

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 10/11/2025 (há 4 meses) 1:37:43 52 visualizações

Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 231 Expositor: Jorge Elarrat Tema: O Poder da Mente e a Espiritualidade no Tratamento da Dor Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 02/11/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Portal da Luz - 14ª Ure - Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal

Transcrição

Boa noite a todos irmãos e irmãs desse nosso Brasil, desse nosso mundo, né? Porque o SECAL em Foco é um programa que é assistido por muitos países, eh cada um no seu horário, né? E muita boa tarde também, bom dia, porque cada um tem uma uma hora que vai assistir esse programa, mais um programa nosso nesse domingo, dia 9 de novembro já, 2025. Vamos agradecer aos nossos parceiros que estão retransmitindo essas palestras na noite de hoje. TVAL, Web Rádio Fraternidade e GES, Instituto Goiano de Estudos Espírita, FEC TV de Santa Catarina, 14ª Hura de Florianópolis, Espiritismo Mediunidade e Rádio Portal da Luz. a todos esses nossos parceiros que estão conosco. Muito obrigado pela retransmissão e que possamos estar sempre junto nessa jornada de levar esse conhecimento que a doutrina espírita nos pede através da internet. Quem vai estar conosco hoje é uma pessoinha que eu adoro, todos vocês também adoram, tá sempre ligado na rádio fraternidade, no programa lá. É nosso queridísimo Jorge Lará. Ele vai estar conosco na noite de hoje. Boa noite, garoto. Seja bem-vindo a mais um programa Secal em Foco. >> Olá, meu garoto. Como é que está você? Como estão as coisas em Floripa? Tá tudo bem? >> Graças a Deus tá tudo 10, tudo correndo perfeitamente bem. E você tá onde? Tá em Curitiba ou tá em Ah, em Fortaleza, olha. >> Não, não tô não. Deixa eu mudar aqui. Eu tô em Porto Velho, tá errado. >> Porto Velho, Rondônia. Eu imaginei. Falei tá em Porto Velho, tá em Curitiba. >> É. Não, isso aqui tá errado. Vou ajeitar. >> O o tornado não passou por aí não, né? >> Olha, Jorge, graças a Deus não, só vento mesmo, forte. >> Aí no Paraná que foi feio, né? Tem o pessoal lá naquela cidadezinha lá foi bem complicado. >> Foi. >> Eu vi vários vídeos bonito do Iguaçu. >> É, Rio Bonito. Vários vídeos na hora que foi filmado. Não sei como é que as pessoas conseguiram filmar. como se foi a velocidade do do tornar. Agora rezaremos bastante para esse povo. Bom, vamos lá. Apresentação do Jorge. Quem não conhece é difícil, mas vamos lá.

omo é que as pessoas conseguiram filmar. como se foi a velocidade do do tornar. Agora rezaremos bastante para esse povo. Bom, vamos lá. Apresentação do Jorge. Quem não conhece é difícil, mas vamos lá. Ingressou no movimento espírita jovem no Pará em 1980, transferiu-se para Rondônia em 18 1987, onde atuou por 35 anos em grupos de jovens, palestras, estudos sistematizados, unificação, movimento. Em 2021 se transferiu para Curitiba, hoje se divide entre a Federação Espírita de Rondônia e o Centro Espírita Recanto da Prce em Curitiba. Mais alguma informação? Não, isso é mais suficiente. >> Então vamos elevar o nosso pensamento a Deus, a Jesus, que ele nos oriente, que ele nos auxilia nesse momento importante que passa o planeta, nessa transição planetária, onde muito nossos irmãos passam por processo difícil de vida devido a essa transformação, né? Que essa energia possa ir de encontro a os irmãos que sofreram esse processo de tsunami no Paraná, que todos recebam essa energia. resignando e levantando a sua para resignação, fazendo com que essa energia seja renovada e buscar, levantar a cabeça e seguir em frente, que é o que nosso mestre nos pede. E vamos trabalhar fraternidade aí, amigos, que conheça a todos nós, que possamos trabalhar através da prece, é uma forma de auxílio. E que Jesus ilumine sempre e que nosso Jorge tenha uma tenha o seu auxílio do seu mentor e todo mentor do Secal que possa estar presente com ele. Que a paz do divino Mestre se faça presente agora e sempre, meu garoto. Vamos lá, estamos junto. Vou pô v colocar mudo aqui até que você dá o start. É, você sabe que antes de começar queria até comentar um pouco sobre aí esse incidente. >> Eu até esqueci de falar o tema do Jorge, gente. Pera aí, deixa eu pegar aqui que eu não acabei esquecendo de falar o tema do Jorge, me perdoe. Eh, pera aí, de pegar aqui. É um tema da mente. >> É isso. >> Cadê aqui? poder da mente e a espiritualidade no tratamento da dor. >> Isso. Poder da mente, espiritualidade no

tema do Jorge, me perdoe. Eh, pera aí, de pegar aqui. É um tema da mente. >> É isso. >> Cadê aqui? poder da mente e a espiritualidade no tratamento da dor. >> Isso. Poder da mente, espiritualidade no tratamento da dor, que é praticamente o é o complemento da palestra semana passada que trabalhamos o início da dor. Vamos lá, Jorge. É, antes de falar sobre isso, eu queria só destacar uma coisa que o movimento espírita, ele tem uma responsabilidade muito grande dentro desse cenário de dor que a gente tá vivendo. E nada mais oportuno do que o nosso movimento se organizar para um atendimento mais efetivo dos nossos irmãos que estão em dor. São campanhas de doação, de tudo, porque a cidade ficou muito destruída e a gente precisa dar um socorro, dar um suporte, assim como nós fizemos acho que há dois anos atrás com Porto Alegre, que a gente teve que dar um suporte, né? O movimento espírita nacional se mobilizou para isso. Agora é o momento de nós prestarmos a solidariedade aos nossos irmãos lá da região do oeste do Paraná. Bom, vamos começar então. Vamos lá, meu garoto. Olha, eh, essa questão é uma questão muito, muito interessante para nós, para que a gente consiga entender o mecanismo do desenvolvimento da consciência. Nós temos algumas obras de Joana que nos trazem um material muito rico sobre isso. Entre elas, há uma obra que nos esclarece bastante sobre esta questão na série psicológica, que é o ser consciente. Nesse livro, o que fala a Joana sobre essa questão? Ela diz o seguinte, que no período em que nós ainda somos animais, no nosso período animal, hã, nós não somos ainda considerados espíritos, porque ainda não temos livre arbítrio, não temos consciência de nós próprios. Então, nós não experimentamos expiação, experimentamos apenas as provações. Não há uma consequência moral para os nossos atos. Tudo isso são eh características que vêm do nosso período animal. E para que serve esse período na nossa evolução? Para que durante esse período, ah, o princípio espiritual

moral para os nossos atos. Tudo isso são eh características que vêm do nosso período animal. E para que serve esse período na nossa evolução? Para que durante esse período, ah, o princípio espiritual descubra como fazer para sobreviver. Então, os animais precisam usar da sua inteligência, da do seu instinto para sobreviver, fugir do predador, conseguir comida, se reproduzir. Ele tem que usar os recursos que ele possui para alcançar esses objetivos. Esse é o foco, esse é o objetivo do do do período animal em nós. E por esse motivo, a espiritualidade sempre vê com muito bons olhos o desenvolvimento do instinto em nós. Porque o desenvolvimento do instinto é, ao mesmo tempo, o desenvolvimento das nossas possibilidades de sobrevivência. É isso que nós encontramos na literatura que a doutrina espírita nos oferece. Bom, então na dinâmica desse mecanismo, os animais vão vivendo suas experiências, vão aprendendo a fugir do predador, a procurar alimento, aonde buscar água, como sobreviver no meio hostil em que vivem, até que eles desenvolvem tanto o instinto que lampejos de inteligência começam a acontecer. Eu ainda sou um animal. Eu ainda estou ainda como um animal, mas eu tenho lampejos em que a inteligência se sobrepõe ao instinto. Quem tem cachorro em casa já viu o cachorro dando demonstrações de inteligência. Você pega um cachorro aí, pega um objeto e joga para ele buscar. Aí quando você joga, ele corre lá e pega o objeto e traz para você. Aí você joga de novo, aí ele corre para buscar. Aí você joga de novo, ele vai buscar. Aí você finge que joga, faz que joga e ele sai correndo. Quando ele vê que você não jogou, ele volta. A partir daí ele não corre mais quando você faz que joga. Ele fica olhando paraa sua mão para ver se realmente você está jogando ou se não tá só fazendo assim e segurando o objeto. Isso são os indícios do mecanismo da inteligência operando. André Luiz quando trata dessa questão no livro Evolução em Dois Mundos, ele faz uma metáfora com uma linha dizendo o

m e segurando o objeto. Isso são os indícios do mecanismo da inteligência operando. André Luiz quando trata dessa questão no livro Evolução em Dois Mundos, ele faz uma metáfora com uma linha dizendo o seguinte: quando o animal pensa, a linha fica contínua. Quando o animal para de pensar, levanta a pena. Aí o animal pensa, volta. Então é como se o pensamento do animal fosse uma linha tracejada, que hora está presente, hora está por instinto. Hora está presente, hora está por instinto. A medida que ele vai evoluindo, essa linha vai ficando cada vez mais contínua. Eu gosto de de usar uma outra metáfora, não essa do André Luiz. Eu gosto de usar a metáfora da lanterna. Quando o animal age por instinto, eu apago a lanterna. Quando ele está pensando, eu acendo. Então, a lanterna acende e apaga o tempo todo. E quanto mais evoluído está o animal, mais a lanterna fica acesa, menos ela fica apagada. Até que chega um momento que é o momento mágico em que a lanterna não apaga mais. Quando a lanterna não apaga mais, é sinal de que nós saímos da condição animal. Entramos na condição ominal. Somos agora espíritos. Antes nós éramos apenas um princípio inteligente, mas agora nós alcançamos a condição de espírito. Ao sermos espíritos, nós ganhamos livre arbítrio, ganhamos a consequência moral daquilo que nós fazemos, a lei de causa e efeito nos nos alcança e passamos a ser designados de espírito. Espírito somente o princípio espiritual. que tem consciência de si mesmo, que age com a razão e por esse motivo, é alcançado pela lei moral. Até esse momento, Flávia Dinis, o espírito, o princípio espiritual não respondia pelo que fazia. Na fase animal, o espírito não tem karma. O leão que come uma zebra não vai pro umbral dos leões porque comeu uma zebra. Ele não tem compreensão do que faz. Então não há para ele a consequência moral daquilo que ele faz. A partir do momento que nós cruzamos esta linha e ingressamos na fase ominal, tudo vai mudar. Agora nós estamos no universo do raciocínio. Estamos entre os homens.

sequência moral daquilo que ele faz. A partir do momento que nós cruzamos esta linha e ingressamos na fase ominal, tudo vai mudar. Agora nós estamos no universo do raciocínio. Estamos entre os homens. Estamos para vivenciar as experiências provacionais e as experiências expiatórias. Agora, aquilo que fazemos passará a ter consequências morais para nós. Se fazemos o mal, experimentaremos a consequência do mal. Se fizermos o bem, experim experimentaremos a consequência do bem. Em o livro dos espíritos, na questão 614 da obra básica, Kardec pergunta aos espíritos: "O que é a lei de Deus?" E os espíritos respondem: "A lei de Deus é a única verdadeira para a felicidade do homem. Indica-lhe o que deve fazer ou deixar de fazer. E ele só é infeliz quando dela se afasta. Hum. Hum. Então, a infelicidade ela decorre do afastamento do homem da lei de Deus. O gato nunca descumpre a lei de Deus porque ele age por instinto. Então, ele não descumpre. O gato cumpre tudo que a lei de Deus pede. O cachorro cumpre a lei de Deus. Ele não tem karma, porque ele não tem, ele cumpre. Quando nós chegamos na fase ominal, teca filizola. Quando nós chegamos na fase nominal, nós ingressamos num estágio evolutivo em que a partir de agora a conversa vai ser diferente. O que eu faço de errado vai me trazer consequências. É a partir do momento em que eu ingresso na fase como homem, como ser humano, que as consequências morais daquilo que eu faço começam a ter. os seus reflexos na minha vida. E veja que a pergunta que Kardec faz, recebe como resposta o seguinte texto: "O homem só é infeliz quando dela se afasta, o que demonstra para nós que a infelicidade só nos alcança quando nós desobedecemos a lei. Enquanto eu não desobedecer a lei, eu não experimento a infelicidade. A infelicidade é o resultado da minha desobediência. Como o animal ele não desobedecia a lei de Deus, então ele não experimenta sofrimento. Nós, pela nossa desobediência, experimentamos sim o sofrimento e a infelicidade. Qual é a diferença entre infelicidade e

animal ele não desobedecia a lei de Deus, então ele não experimenta sofrimento. Nós, pela nossa desobediência, experimentamos sim o sofrimento e a infelicidade. Qual é a diferença entre infelicidade e sofrimento? O sofrimento está no corpo, a infelicidade está na alma. Uma mulher que dá a luz numa maternidade, ela sente dor, ela está em sofrimento. Sim, ela está em sofrimento, mas ela está infeliz? Não, ela não está infeliz. Essa é a diferença entre sofrimento e infelicidade. O que os espíritos dizem é que quem cumpre a lei de Deus não será infeliz. Não tá dizendo que não vai sofrer. De repente até sofre, vai experimentar a dor, mas não a dor da alma. pode experimentar a dor do corpo, mas não a dor do espírito. Então, nessa dinâmica que a gente tem, nós vamos nos surpreender com um determinado fenômeno que é muito curioso. Olha só, Luía Helena de Uberaba, como isso é interessante. Enquanto eu fui animal, enquanto eu não era ainda um ser humano, enquanto eu vivia antes da fase de ser um espírito, eu era regido pelo instinto. E os espíritos achavam lindo o instinto que eu tinha, porque o instinto demonstrava que eu estava me desenvolvendo. Quando eu cruzo a fronteira da humanidade, quando eu ingresso na condição hominal, o instinto não pode mais regera, não é lógico que uma pessoa que de repente tem a sua vida regida pelos instintos esteja em paz? Não, a perspectiva é que a partir do momento em que eu me afasto da lei de Deus, a partir do momento que eu descumpro a lei de Deus, eu experimento as consequências desse afastamento. E essa consequência do afastamento, que vai ser a infelicidade, é que vai promover na criatura a descoberta de que ela precisa mudar. É mais ou menos assim. A lei de Deus é a única verdadeira para a felicidade do homem. Ou seja, não tem outra para dar a felicidade à criatura humana. A única que pode dar felicidade ao homem é a lei de Deus. E quando diz que só existe o este caminho para alcançar a felicidade, o homem só é infeliz quando dela se afasta.

elicidade à criatura humana. A única que pode dar felicidade ao homem é a lei de Deus. E quando diz que só existe o este caminho para alcançar a felicidade, o homem só é infeliz quando dela se afasta. A grande conclusão que a gente chega é que não tem dois caminhos. Não existe o caminho do bem e o caminho do mal. Não existe caminho do bem e caminho do mal. Existe apenas um caminho. Só tem o Não tem dois. Só tem o caminho. O caminho é a lei de Deus. Quando eu me afasto desse caminho, eu automaticamente sofro. Imagina um caminho bem tranquilo, bem tranquilo. E fora desse caminho um monte de espinho. Quando eu saio desse caminho, eu automaticamente já estou no mal. Não existe o caminho do mal. O mal não é caminho, o mal é descaminho. Eu tenho a lei de Deus como roteiro para minha felicidade. Se eu descumpro a lei de Deus e saio desse caminho, eu imediatamente começo a experimentar a infelicidade e o meu pé vai doer no espinho até que eu diga: "Cara, esse caminho aqui não é legal. Eu preciso voltar para que eu deixe de sofrer. Então, nós fazemos um movimento de saída, experimentamos a dor, experimentamos o sofrimento e precisamos fazer o caminho de volta. O grande problema é que isso não é imediato, Antônia Barbosa, quem dera que a gente dissesse assim: "Eita, dei um passo errado, vou voltar." Nós não temos essa consciência. O ser humano tem muita dificuldade de fazer a conexão entre a causa e o efeito. A gente não consegue entender que o sofrimento que eu estou tendo é por conta daquilo que eu fiz de errado lá atrás. A gente não quer saber disso, não. A gente quer errar. O nosso gosto é errar. Então isso, Patrícia, descumprir a lei de Deus, vem o sofrimento. Eu até diria para você, Patrícia, numa frase melhor, que descumprir a lei de Deus vem a infelicidade, mas não necessariamente o sofrimento. Porque Paulo de Tarso sofreu para burro na pregação, mas ele não foi infeliz. Aí sofreu demais, mas não foi infeliz. Então, o descumprimento da lei de Deus nos leva para a infelicidade.

o sofrimento. Porque Paulo de Tarso sofreu para burro na pregação, mas ele não foi infeliz. Aí sofreu demais, mas não foi infeliz. Então, o descumprimento da lei de Deus nos leva para a infelicidade. Sofrimento é do corpo, isso uma hora passa, né? Embora e o Buda quando trata da questão da infelicidade, ele chama nos seus textos de sofrimento. O Buda não fala de infelicidade, ele fala libertação do sofrimento. Mas no fundo, no fundo, o que ele quer é a libertação da infelicidade. É uma questão de palavras apenas, né? Mas eu entendi, você tá correta, Patrícia descumpriu, você automaticamente inicia um processo de sofrimento. Então é como se a lei de Deus fosse um caminho. Quando eu saio deste caminho, eu sofro miseravelmente. Eu experimento muitas dores pelo meu descumprimento. Eu tenho que estar nesse caminho. Só que eu só consigo andar neste caminho se eu conhecer a lei de Deus. Porque se eu não conhecer, eu saio do caminho. Então eu preciso, eu preciso conhecer, preciso ter conhecimento espiritual para que eu ande no caminho que é o caminho da lei de Deus. Se eu não tiver conhecimento espiritual, é muito difícil andar no caminho, porque eu vou querer me vingar, vou querer matar os outros, vou querer tudo para mim, vou ser egoísta, vou ser uma série de coisas. E o que é que o espiritismo nos diz? Não, você não pode ter esse comportamento. Então, eu preciso andar no caminho para que eu acesse o conhecimento da verdade. Porque se eu não tiver esse conhecimento, eu vou fazer muita besteira. Eu só consigo cumprir a lei de Deus se eu conhecer essa lei. Tô confuso. Tô confundindo você, Antônio Carlos. Tá tranquilo, >> não? Tá perfeito o raciocínio seu nesse quesito, né? Porque o papel da dor, Jorge, na realidade, eh, seria o autoconhecimento, né, o aprendizado para a gente na transformação do ser, né, na nossa reforma íntima, para saber compreender naquilo que a gente, vamos dizer, se está falhando e precisa ver que é o ensinamento que tem, que Deus nos dá pra gente aprender a lidar com

do ser, né, na nossa reforma íntima, para saber compreender naquilo que a gente, vamos dizer, se está falhando e precisa ver que é o ensinamento que tem, que Deus nos dá pra gente aprender a lidar com todo esse, com essa sensação de nova vida, vamos dizer assim, né? É, então eu preciso de andar neste caminho para que eu descubra as leis espirituais. E só quando eu descubro a isso, Patrícia, descumprir a lei de Deus, vem a Puxa vida, um espetáculo, hein? Meu Deus do céu. Muito bem, Patrícia. É isso mesmo. Descumprir a lei de Deus vem a infelicidade. Isso mesmo. Então aí você precisa andar neste caminho para que você se aproprie do conhecimento espiritual. Se você não andar nesse caminho, como é que você vai saber o conhecimento espiritual? Não tem como saber. E é somente quando você se apropria deste conhecimento que você se liberta, que você quebra as algemas do sofrimento. Jesus dizia: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Verdade qual, meu filho? A verdade espiritual vai se libertar do quê? da infelicidade. Então, Sônia Maria Gular de Souza. É através do caminho que eu acesso o conhecimento da verdade para que eu tenha vida plena. Eu sou o caminho, a verdade, a vida. Eu sou o caminho da verdade para a vida. É isso que o ensinamento do Cristo representa, o roteiro da lei de Deus para que ninguém se perca. O roteiro, né? O roteiro. Olha, eu tenho uma pergunta aqui do Jorge Per. Bora matar essa pergunta logo pra gente ver. Vamos tratar logo isso. >> Como nossos pensamentos e sentimentos como raiva, medo, orgulho e rancor influencia o corpo e a alma. E de que forma a espiritualidade pode nos ajudar a transformar a dor em aprendizado e cura? Muito bem. daqui a pouco, no próximo bloco, eu vou só fechar este raciocínio e a gente ingressa nessa discussão aí, eh, que você está falando, né? Aqui tem uma outra também, se a mente tem o poder de nos adoecer, será que também tem o poder e um instrumento de cura quando iluminados pela fé e pelo amor? Daqui a pouco vocês estão muito

lando, né? Aqui tem uma outra também, se a mente tem o poder de nos adoecer, será que também tem o poder e um instrumento de cura quando iluminados pela fé e pelo amor? Daqui a pouco vocês estão muito adiantados nas perguntas de vocês. Então, eu tenho um roteiro que eu preciso seguir para que eu automaticamente descubra as coisas e esse conhecimento me dê acesso à verdade. A verdade liberta minha alma e eu me torno um espírito livre e, portanto, tenho vida plena, caminho, verdade e vida. Conhecimento da lei natural. libertação do espírito e desalgemar da alma em relação à sua infelicidade. Só que tem um detalhe que é muito importante. Nós vivemos um longo período como animais. longo período. E quando nós fomos animais, a espiritualidade achou lindo o desenvolvimento do nosso instinto. Quando nós éramos ainda da savana, que a gente vivia na savana como seres primitivos, nós pegávamos pedra, pau, nós jogávamos nos outros, nós mordíamos as pessoas. Não era assim que a gente fazia. Eu era um animal. Meu Deus, Sâmia Mariaada. Meu Deus, que maravilha. Sâmia tá aqui, cara. Meu Deus, que coisa maravilhosa. Que maravilha. Que coisa boa demais. Vamos lá. Então, quando nós ainda andávamos na savana, era virtude. Era a virtude você jogar pedra, pegar um pedaço de pau, morder os outros. Nós éramos assim. Como é que você quer, Antônio Carlos, que a gente saia da nossa condição de animais, ingresse na condição ominal e esqueça toda a nossa ancestralidade em termos de instintos? Não tem como. A criatura humana, ela carrega todo o histórico de sentimentos, de emoções e de soluções que nós demos ao longo da nossa trajetória espiritual. Nós fizemos isso. Só que quando éramos animais, o instinto nos bastava. As soluções que o instinto nos dava Adilson Shibucaua. era suficiente para resolver as nossas questões. O instinto bastava, só que agora o instinto não vai bastar mais não, tá? Agora não basta não. Agora nós vamos ter que realmente eh termos uma segunda camada. Eu não vou tirar o

ver as nossas questões. O instinto bastava, só que agora o instinto não vai bastar mais não, tá? Agora não basta não. Agora nós vamos ter que realmente eh termos uma segunda camada. Eu não vou tirar o instinto que eu tenho. Eu tenho um instinto, mas sobre o instinto eu tenho que colocar a razão. Por exemplo, quando nós estávamos na savana, que tinha um pedaço de carne, o que que a gente fazia? A gente pegava esse pedaço de carne e fugia para dentro da da floresta para comer escondido dos outros. Os outros vinham atrás, eu saía correndo, comendo a carne para não dividir. Isso é instinto. Naquela época isso era lindo. Nossa, que lindo. Olha como ele é esperto. Ele subiu na árvore para não dividir com os outros. Puxa, esse cara tá ótimo. Quando passamos paraa condição ominal, por sobre a camada do instinto, haverá de ter a camada da inteligência. Eu não perderei os instintos que eu tenho, mas sobre eles uma nova camada de saberes vão vai se impor e eu vou ter que refrear o meu instinto, entendendo que aquilo não é mais legal de ser feito. Só que tem um detalhe, para que eu tivesse desenvolvido aquele instinto que eu desenvolvi, eu demorei milhões de anos para desenvolver aquele instinto. Como é que eu vou me libertar da noite pro dia dos instintos que estão dentro de mim? Não tem como. Então eu também terei que repetir experiências para que eu aprenda que a razão se sobreponha ao instinto. Eu vou precisar de muitas encarnações para que o instinto permaneça em mim, mas a razão diga: "Eu não vou deixar de dividir, ainda que eu coma menos, porque se eu não dividir com as pessoas, elas não vão gostar de mim. Eu vou ficar sozinho, o bando vai me abandonar. Então eu tenho que dividir porque me incomoda quando eu como e sei que os outros ficaram com fome. Eu começo, eu é pate p parte pati p parte di, eu não sei nem dizer esse nome, Dionani. É, Pat, é isso mesmo. Leva tempo para aprender. Leva tempo. Por isso que a gente tem que ter um pouco de paciência com a gente. Então eu tenho que aprender

di, eu não sei nem dizer esse nome, Dionani. É, Pat, é isso mesmo. Leva tempo para aprender. Leva tempo. Por isso que a gente tem que ter um pouco de paciência com a gente. Então eu tenho que aprender assim: "Poxa, eu não posso comer tudo sozinho. Porque se eu comer tudo sozinho, eles vão me abandonar, eu vou ficar só. Eu não posso comer tudo sozinho porque me incomoda ver os outros com fome. Já não é mais legal eu se saber que os outros estão com fome e eu tô bem. Me incomoda, prefiro dividir. Eu não vou comer tudo sozinho porque eles podem me expulsar e eu terei que me virar só. E não é legal. Só que, meu amigo Paulo Moreira, para que eu chegue numa condição eu em que eu entenda que eu não posso ficar com tudo para mim, vai tempo, tá? Vai muitas encarnações para que eu aprenda isso. Nós não aprendemos isso numa única existência. São milhares e milhares de anos para que a gente sobreponha ao instinto as questões da razão, os aspectos da moralidade. E Joana de Angeles no livro O Ser consciente dá um nome para isso. Ela diz o seguinte, que as conquistas do instinto que nós trazemos para a fase ominal e que precisam ser trabalhadas, ela dá o nome de atavismo. O que que é atavismo? Atavismo é um comportamento instintivo que precisa ser dominado pela razão. Eu digo assim: "Ah, eu não consigo, gente, quando eu vi, eu já tinha agredido. Ah, eu não dou conta porque quando eu vi eu já tinha feito. Ah, eu não dou conta porque eh eu eu fico com raiva mesmo, eu não consigo." São atavímos. São condicionamentos de comportamento que a gente vem repetindo há muitos séculos e milênios e que tem dificuldade de mudar. Então, qual é a solução para resolver o problema do atavismo? Repetição. Repetição. Do mesmo jeito que eu construí o instinto por repetição, eu vou me desatar do atavismo com repetição. Até que a inteligência se sobreponha ao instinto sem matar o instinto. O instinto tem que ficar, né? E é uma conquista minha, mas eu vou colocar por sobre um instinto uma nova camada para

m repetição. Até que a inteligência se sobreponha ao instinto sem matar o instinto. O instinto tem que ficar, né? E é uma conquista minha, mas eu vou colocar por sobre um instinto uma nova camada para dizer: "Poderia fazer, mas não me sinto bem fazendo." Só que para que isso chegue, para que eu consiga efetivamente descobrir isso, é necessário que o espírito acorde, é necessário que nós façamos a conexão entre a causa e o efeito, coisa que a gente não faz. >> Ô Jorge, ali, ó, e por que ainda temos o instinto animal dentro de nós que deve ser dominado e reparado? Eh, exclamação. É exatamente, é isso mesmo. Ele tem que ser dominado e reparado. É isso mesmo. Tem que ter, nós temos que ir eh respeitando as nossas condições animalescas que nós possuímos, mas marchando no sentido de dominar essas tendências que a gente tem. Na medida em que a gente for fazendo isso, nós vamos criando nexo entre causa e efeito, porque a gente não faz nexo entre causa e efeito. A gente diz assim: "Eu não sei porque que eu sofro, gente. Não sei por. Não sei". Então a gente faz um monte de maldade aí na encarnação seguinte, não sei porquê. Não sei porque eu nasci assim, não sei porquê. E aí faz de novo, e faz de novo até que pela repetição o espírito vai descobrir, cara, a razão do meu sofrimento foi as minhas ações no passado. Mas só que pra gente chegar nesse estágio, a gente demora muito, Antônio Carlos, a gente demora demais. São muitos milênios para eu conseguir dizer. Foi por isso que eu estou hoje sofrendo, porque eu tive um problema lá atrás que me impediu hoje de ter aquilo que eu tanto queria. Então, o que é que o nosso governador planetário faz? Que que foi que ele fez exatamente para nos ajudar? Ele sabe que essa conexão entre causa e efeito demora muito para acontecer. Então ele usou um instrumento muito poderoso para que isso chegasse até nós, um instrumento chamado religião. O que que faz a religião? é um conjunto de ensinamentos trazidos por um guru. Aí a Terra tá cheia de religiões, lotada de

uito poderoso para que isso chegasse até nós, um instrumento chamado religião. O que que faz a religião? é um conjunto de ensinamentos trazidos por um guru. Aí a Terra tá cheia de religiões, lotada de reveladores, uma um número incontável de seres especiais que vieram ensinar as coisas, o nexo entre a causa e o efeito. Não faça o mal para que você não receba de volta, porque com a mesma medida com que medirdes, também vos medirão de novo. Que nosso pai nos perdoe tanto quanto nós perdoamos os nossos inimigos. Não façai ao próximo aquilo que não quererias que os outros vos fizessem. Amai ao próximo como a ti mesmo. Todas essas regras das mais diferentes religiões são ensinamentos para que nós façamos o nexo entre causa e efeito através do ensinamento de alguém. para que eu não tenha que passar tanto tempo para descobrir isso. Porque eu vou ser sincero com você, meu garoto. Se nós tivéssemos que descobrir sozinho as leis espirituais, vai tempo, tá? Vai tempo, porque sabendo a gente já não faz. Ouvindo ensinamento a gente já tem dificuldade. Imagina eu descobrir fazer o nexo entre causa e efeito. Eu não ia fazer era nunca. Então, veja o papel extraordinário das religiões. Não me interessa se elas são dogmáticas, se elas são politeístas, se elas são ritualistas. Não interessa. O que interessa é que mesmo que a liturgia das religiões seja diferente, o ensinamento converge para a fraternidade. Pode olhar, não importa que religião é, mas todas elas falam: "Olha, cuida da família, faz o bem aos outros, faz o bem às pessoas, seja uma pessoa honesta". está em todas as religiões, né? Não, meu filho. >> Poderia então falar, Jorge, que seriam as fases nesse processo de evolução, vamos dizer assim. Aí vem a reencarnação. A medida que você vai descobrindo, trabalhar esse processo, né, do ser consciente, da dor, você vai trabalhando essa evolução onde os diversos tipos de religião veio ali através dos tempos. Poderia dizer isso? >> Sim. E e essas religiões, o objetivo delas é fazer o despertamento da mente, porque a

i trabalhando essa evolução onde os diversos tipos de religião veio ali através dos tempos. Poderia dizer isso? >> Sim. E e essas religiões, o objetivo delas é fazer o despertamento da mente, porque a mente está coagulada no pensamento animal, a atávica, a mente atávica. A mente quer vingança. Nós queremos morder os outros, igual a gente mordia ainda quando era um pitecantrópode. A gente quer pegar um pedaço de pau, pegar uma pedra. A gente quer isso. Eu quero me vingar, eu quero matar a pessoa que me fez o mal. O que que é isso? São os nossos comportamentos atávicos gritando dentro de nós e as várias religiões como instrumentos que buscam o despertar do espírito nessa grande jornada. É essa que é a grande questão, o grande desafio que nós temos é exatamente esse. Então, o problema nosso é que nós não sabemos tratar a dor. Por que que a gente não sabe tratar a dor? Porque não sabe conectar com a causa. Eu só posso, eu só posso tratar uma dor quando eu conheço a causa dela. Por exemplo, eh, eita, um leite ali derramou. Deixa eu só de Magda. Magda. Mas já foi. Agora já foi. Ela botou um leite para ferver e o leite derramou. >> Faz parte. >> Pois ela deu. O leite não adianta reclamar do leite derramado, né? O leite já fez assim na panela, não adianta mais. Olha, a Magda Batista tá respondendo. Não é a Magda Esber que botou a panela no fogo. Magda, o o o leite derramou. >> Tá bom. >> Tudo bem. Já foi. Já foi. Então, o que que a gente tem aqui? Nós temos um comportamento que tem uma consequência e eu não sei a causa. Aqui, por exemplo, nós temos muitas nós temos muita muitas doenças que a gente não sabe a causa. Como é que eu vou tratar se eu não sei a causa? Não tem como. Eu só posso, ah, fulano está com com a glicemia alta. Como é que eu trato isso? Ah, tem que reduzir a quantidade de açúcar. Fulano está com uma gastrite, que que tem que fazer? tem que mudar a alimentação dele. Eu preciso saber qual é o nexo causal para que eu consiga me salvar de um processo de dor

a quantidade de açúcar. Fulano está com uma gastrite, que que tem que fazer? tem que mudar a alimentação dele. Eu preciso saber qual é o nexo causal para que eu consiga me salvar de um processo de dor e de sofrimento. O nosso problema é que nós não fazemos um nexo causal. Ou seja, por que que eu sofro? Eu não sei. É porque Deus me persegue. Eu não consigo saber por que existe o sofrimento. A ignorância com relação a isso é que promove em nós grande parte do sofrimento que a criatura humana experimenta. Então, para que eu consiga fazer o tratamento da minha dor, eu só posso fazer se eu souber o sentido da dor, como foi que ela surgiu, como é que eu trabalho esta questão. E aí nós temos um grande especialista no entendimento da dor humana, um grande estudioso do comportamento do coração humano, que trouxe, fez, deixou um trabalho magnífico sobre a dor ao longo do seu tempo que esteve conosco. Ele se chama Sidarta Gautama, o Buda. O Buda talvez tenha sido a pessoa que mais investigou o comportamento humano e as causas do sofrimento. Dizem os seus biógrafos que ele saiu do palácio onde ele era príncipe, em busca da iluminação para entender a dor, para entender o sofrimento. Ele queria entender as causas do sofrimento e como poder tratar o sofrimento. Então ele abandona o palácio e vai viver 8 anos em meditação, procurando encontrar a resposta para essa questão. Pessoal que fala da biografia do Buda conta uma coisa que eu acho terrível. Diz que nos 8 anos que ele ficou meditando, ele comia um grão de arroz por dia. Se eu fosse o Buda, eu nem queria o grão de arroz, porque só ia abrir o apetite. Era. Mas é verdade, Antônio Carlos, é melhor ficar sem nada. Eu vou comer 1 grão por dia, 8 anos. Meu Deus do céu. Mas tudo bem. Ele teria ficado 8 anos comendo um grão de arroz. E depois de 8 anos, ele enfim encontrou a iluminação. Quando ele encontra a iluminação, ele faz o seu primeiro discurso. Esse discurso é, na verdade, a primeira fala pública do Buda. O Cristo também teve a sua

de 8 anos, ele enfim encontrou a iluminação. Quando ele encontra a iluminação, ele faz o seu primeiro discurso. Esse discurso é, na verdade, a primeira fala pública do Buda. O Cristo também teve a sua primeira fala pública, que é o sermão do monte. E o Buda teve sua primeira fala pública, que é o sermão no Parque dos Servos, chamado primeiro giro da roda do Dharma. Ah, dma é ensinamento. A roda do dharma seria o giro dos ensinamentos. Então, ele tinha um conjunto de ensinamentos. O primeiro giro da roda do dharma, ou seja, os primeiros ensinamentos que ele deu, o primeiro giro nos conhecimentos, seria o primeiro grau, a primeira lição que ele tinha para oferecer, ele faz nesse discurso no Parque dos Servos. E nesse parque, o Buda entrega para a humanidade o resultado das suas pesquisas durante 8 anos. Ele descobre sobre o sofrimento e a dor. Ele traz esta resposta que é o objeto da nossa discussão de hoje. Como que a mente pode tratar a sua dor? Como é que a gente pode fazer para tratar a dor? Então, o Buda entrega para a humanidade as chamadas nobres verdades. Anota aí as nobres verdades do Buda. Lá vai. Primeira nobre verdade do Buda. Quando a gente ouve a primeira nobre verdade, diz assim: "Mas nem precisa 8 anos para descobrir isso, porque eu já sei disso sem precisar meditar, não precisa ficar comendo um grão de arroz 8 anos para saber disso." Por quê? Porque a primeira nobre verdade que o Buda descobriu é: existe o sofrimento? Aí você diz: "Cara, mas isso aí eu já sabia. Isso eu já sabia que existe sofrimento. Eu já sabia. Mas não é esse o sentido da fala dele. O sentido da fala dele é: existe o sofrimento na sua vida. Porque enquanto você não fizer o inventário das suas dores, você não vai poder tratar. Como é que eu vou tratar uma dor que eu nem sei que existe? Então, a pessoa pergunta: "Como é que tá tua vida? Tá ótimo? Tá tudo bem? Tá maravilhoso? Se eu tô assim, eu não tenho como cuidar da minha vida, porque se tá tudo bem, como é que eu vou mudar? Para que eu

, a pessoa pergunta: "Como é que tá tua vida? Tá ótimo? Tá tudo bem? Tá maravilhoso? Se eu tô assim, eu não tenho como cuidar da minha vida, porque se tá tudo bem, como é que eu vou mudar? Para que eu mude a minha vida, eu preciso primeiro descobrir: eu tenho sofrimento. Só quando eu descobri que eu tenho sofrimento, eu estou em condições de fazer. Porque eu fazer o nexo causal. Porque se eu se eu não tiver sofrimento, eu não tenho como tratar. Então, primeiro para e pensa, você tem sofrimento? Vamos ver se você tem sofrimento. Você tem alguma doença física, alguma coisa do seu corpo que que te entristece, que te aborrece, que te limita, que que para você é um sofrimento? Muito bem. nas suas relações familiares, você tem alguma coisa que te entristece, que te magoa, que te traz dor. Então isso também é motivo de sofrimento. A primeira, a primeira das nobres verdades é você descobrir que você sofre. Inventarie seus sofrimentos. Levante as dores que você tem. Não existe cura se eu não souber a doença, porque eu primeiro sabe que eu tô doente para depois procurar a cura para o meu sofrimento. Então, no primeiro discurso do Buda, primeiro discurso, a primeira nobre verdade é existe o sofrimento. Você precisa descobrir que você sofre. Jesus teve um primeiro discurso, o sermão do monte. E a primeira bem-aventurança diz: "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus". Bem-aventurados os frágeis, os que sabem que sofrem, os que padecem, os que têm fragilidade, os que têm sofrimento, porque esses estão marcados para se transformar. Porque quem não tem sofrimento, quem não é pobre de espírito, não sofre. Então, portanto, não tem como mudar. Bem-aventurados os que sabem que estão em sofrimento, porque tem possibilidade de mudar a sua vida. Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Diz o Buda, há o sofrimento. Então, a primeira parte do nosso processo de desenvolvimento, Carolina Fernandez, é nós dizermos para nós mesmos: "Sim,

obres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Diz o Buda, há o sofrimento. Então, a primeira parte do nosso processo de desenvolvimento, Carolina Fernandez, é nós dizermos para nós mesmos: "Sim, existe sofrimento na minha vida". Existe sofrimento. Existir sofrimento é é a condição fundamental para que eu comece a mudar. Mas esta é só a primeira das nobres verdades. Há uma segunda nobre verdade que o Buda trouxe, que para mim, eu tô falando para mim particularmente é a mais fantástica de todas. Porque a segunda nobre verdade do Buda, essa precisava de 8 anos para poder chegar a essa conclusão. A segunda nobre verdade é: existe uma causa para o sofrimento. Porque olha só, se perguntassem para mim qual é a causa do sofrimento humano, gente, eu ia dar mais de 100. Esse é o egoísmo, é o orgulho, é a vaidade, a ambição, é o materialismo, é a raiva, é o mago, é o ressentimento, é o desejo de vingança. Meu Deus, é tanta coisa. Mas o Buda, nos 8 anos que ele meditou, ele descobriu que só tem uma causa, only one, uma única causa para todo o sofrimento de todas as criaturas. Sabe qual é a causa? Desconhecimento das leis espirituais. Como eu não sei as leis espirituais, eu padeço. O dia que eu descobrir que eu sou um espírito imortal, que eu vivo além da morte, meu filho também tá vivo além da morte, que existe o mundo espiritual, que os espíritos se comunicam, que ele vai reencarnar, que ele vai estar junto comigo, que o nosso caminho é na direção da felicidade, que nós alcançaremos a perfeição e que o amor é a chave que liberta as almas, que tudo é transitório, cara, o sofrimento acaba. O sofrimento acaba. Então, aonde está a causa do sofrimento humano? No desconhecimento espiritual. Essa é a fala do Buda. Aí você vai em Jesus. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. é a mesma verdade, porque é conhecereis as verdades espirituais e te libertarás do sofrimento. Se você conhece as leis divinas, você se liberta da dor. A nossa mente, quando ela se conecta com a espiritualidade, ela tem o

rque é conhecereis as verdades espirituais e te libertarás do sofrimento. Se você conhece as leis divinas, você se liberta da dor. A nossa mente, quando ela se conecta com a espiritualidade, ela tem o poder de tratar a nossa dor. Não, Sidnei do Nascimento Silva, nós não conseguiremos nos libertar do sofrimento. Por isso que é tão imperioso você fazer contato efetivo com o conhecimento espiritual, para que esse conhecimento espiritual seja a bússola. Por isso que as religiões foram tão importantes, porque as religiões nos entregaram mais ou menos, não é? esse tipo de informação. Boa noite, Elane Catarina Costa Santos. Seja muito bem-vinda à nossa live. Muito bom ter você conosco hoje aqui. Ora, a dinâmica do desenvolvimento nosso diante do sofrimento passa obrigatoriamente pela descoberta de que não tem jeito. Sem nós conhecermos as leis espirituais, a gente não vai para lugar nenhum. O Buda dizia o seguinte: "Não existe iluminação sem conhecimento espiritual. Não tem como. Como que eu vou me iluminar, transcender, conseguir interpretar a vida pelos olhos espirituais sem uma visão espiritual? Como é que eu vou perdoar as pessoas, me desapegar dos bens terrenos sem a visão de que a vida material não é não tem a importância da vida espiritual? Eu preciso ter esse conhecimento, eu preciso ter isso. Então, de onde vem o poder da mente para o tratamento da nossa dor? Da capacidade de nós entendermos a vida espiritual. Eu tenho que vencer os meus atavismos. Eu tenho que quebrar essas barreiras que me impedem. Porque veja, Bet, Bet, a Bet de da Pieva. Veja só, se eu venho de uma ancestralidade cheia de atavismos e eu não me predisponho a vencer os atavismos, eu vou sofrer, gente. Claro que vai. Acho que vai. Eu faço mal, vem a consequência, eu fico com mais raiva, faço mais mal ainda. Não consigo fazer o a conexão entre a causa e o efeito. Não consigo entender por que eu estou em sofrimento. Vai sofrer até aprender, até que as leis espirituais cheguem até nós. Sem conhecimento da lei espiritual não

o a conexão entre a causa e o efeito. Não consigo entender por que eu estou em sofrimento. Vai sofrer até aprender, até que as leis espirituais cheguem até nós. Sem conhecimento da lei espiritual não vai dar para chegar a lugar nenhum. Então, as religiões cumprem um papel muito importante na espiritualização das pessoas e na entrega das lições de como a gente deve viver para que a gente consiga se libertar do sofrimento. Só que tem um detalhe, muitos de nós já possuímos o conhecimento espiritual, mas não estamos fazendo nada com esse conhecimento. Então, ter o conhecimento espiritual não é condição suficiente. Ela é condição necessária, mas não é suficiente. Por quê? Porque muitos de nós estamos em consciência de sono. O que que é consciência de sono? Eu vivo e tô dormindo no mundo. Tô patando. A, eu, eu até eu até tenho conhecimento espiritual, mas eu não faço nada. Olha, Flávia Dinizer, Flavinha Porto, seja bem-vinda, Flavinha Porto, de Belo Horizonte. Meu Deus do céu, quanta honra ter você conosco hoje aqui. Se eu soubesse que você viria, eu teria deixado para você fazer a fala de hoje aqui para todo mundo. Poxa, você tem mais capacidade do que eu para falar deste assunto, Flavinha, boa noite para você. Cadê Dudu, Flavinha? Cadê Dudu? Então, eh, vamos paraa frente. Vamos paraa frente. Nós às vezes, temos o conhecimento espiritual. Nós já temos isso, mas nós não espiritualizamos a nossa vida. Nós temos o conhecimento espiritual, mas vivemos em consciência de sono. Nós temos que acordar para isso, porque muitos de nós vivemos uma questão chamada síndrome de Nicodemos, que é saber muito e não fazer nada. Temos vaidade do conhecimento intelectual. Gostamos de mostrar o que a gente sabe, de humilhar as pessoas de outras religiões, ter vaidade dos cargos que a gente ocupa no movimento espírita, ter orgulho porque fazemos a tarefa de caridade com os chamados pobres. Eu sou bom. Isso tudo é vaidade intelectual, gente. Isso é síndrome de Nicodemos. Eu estou coberto com a capa da soberba,

írita, ter orgulho porque fazemos a tarefa de caridade com os chamados pobres. Eu sou bom. Isso tudo é vaidade intelectual, gente. Isso é síndrome de Nicodemos. Eu estou coberto com a capa da soberba, apesar de ter os conhecimentos espirituais. Eu acho que, por exemplo, eh, eu acho que, ah, que bom, Dudu tá aí do lado dela. Muito bom, Flavinha. Excelente. Então, eu acho que o trabalho espiritual é mais importante do que família. Se for verdade isso, Deus errou, porque nos deu para conviver com um grupo que não é para conviver. Gente, principal tarefa nossa nesta encarnação chama-se F a Fá Mi, L. Assento agudo no primeiro I. Família >> é este que é o foco. Não adianta, não invente outra prioridade. A prioridade nossa na encarnação se chama família. Quando nós sofremos síndrome de Nicodemos, nós achamos que o trabalho espiritual, eh, religioso, ele se sobrepõe à família. Tá errado. O o trabalho mais importante é a família, não é o trabalho espiritual. é a família. Ah, então quer dizer que eu não tenho que ir no centro espírita, não. Tem que ir para pegar as ferramentas para lidar na família. Então eu vou no centro espírita, estudo, aprendo, me fortaleço, aí vou pro meu embate, paraa minha casa, para aprender a lidar com os meus entes queridos e dar a melhor solução possível no andamento das minhas atividades. É isso que a gente busca quando nós estamos na dinâmica. do entendimento verdadeiro da vida para não estarmos mexidos com a síndrome de Nicodemos. Outro sinal da síndrome, nós somos muito piegas, muito piegas. A gente fala as coisas só da boca para fora, não fala de verdade. Então eu digo assim: "Boa noite, meu irmão. Boa noite, minha irmã. Boa noite. Até a voz é trêmula". Conversa de voz trêmula é essa? Nós temos que ser verdadeiro em vez de ficar com essa essa coisa externa. Isso não funciona. Quando estamos picados pela síndrome de Nicodemos, nós somos muito impiedosos com as pessoas. Nós começamos a botar peso nos ombros dela, dizer assim: "Olha, você perdeu seu filho, mas não

o funciona. Quando estamos picados pela síndrome de Nicodemos, nós somos muito impiedosos com as pessoas. Nós começamos a botar peso nos ombros dela, dizer assim: "Olha, você perdeu seu filho, mas não pode chorar não, viu? engula o choro. Você sabe que ele tá vivo. Isso é uma maldade você exigir de uma mãe que ela não possa chorar pelo seu filho. As pessoas têm o direito de chorar e tem o direito de deprimir. Deprimir. >> Tem o direito de deprimir, mas tem o dever de se tratar. Tem o dever de se tratar, mas tem o direito de deprimir. Ah, mas é espirit, gente. Mas eu sou humano. Eu tenho meus meus atavismos, eu tenho minhas histórias. Eu tenho. Você não sabe quais foram as minhas outras encarnações. Como é que você quer medir que eu não posso? Eu posso. Talvez eu não deva, mas eu posso. E da feita que eu adoeci, agora vamos procurar um tratamento para a minha questão. Procuro um terapeuta, um psiquiatra, um psicólogo, sei lá, para ajudar a não ficar com o luto, que seria um luto patológico, um luto que adoeceu, não é? A gente tem que, claro, ter o direito de viver as nossas dores da hora da do adeus, mas nem por isso nós termos uma visão fria, dizer: "Ah, meu filho morreu, mas eu sei que ele tá vivo". Gente, nós não somos esquizofrênicos, nós temos que ter contato com o sofrimento. Não vale a gente se desesperar, mas sentir saudade é plenamente saudável. Isso tudo são sinais da síndrome de Nicodemos. Então, se eu tenho conhecimento espiritual, mas eu não me libertei da síndrome de Nicodemos, eu não consigo fazer o tratamento da minha dor. Para fazer o tratamento da dor, eu tenho que libertar a minha mente. O poder da mente está na libertação efetiva. Quando eu faço este movimento com a minha mente, eu me levanto. Eu não fico apenas estudando e dizendo: "Ixe, eu já sei um monte de coisa, já sei o que que é o void, já sei o que é um completista, eu já sei o que são espíritos construtores, já sei um monte de coisa. Eu já vou pro mundo espiritual, um local maravilhoso."

m monte de coisa, já sei o que que é o void, já sei o que é um completista, eu já sei o que são espíritos construtores, já sei um monte de coisa. Eu já vou pro mundo espiritual, um local maravilhoso." Não vai, não garante nada. O simples conhecimento não garante nada. Depois vocês leiam a questão hã 982 da obra básica, que lá diz que conhecimento espiritual não é suficiente para a felicidade do mundo espiritual e sim a prática do bem. >> A prática do bem. O Jorge, o Emanuel, no livro Pensamento e Vida, ele fala: "A mente é o espelho da vida em toda parte, definindo-a por espelho da vida, reconhecemos que o coração lhe é a face, que é o cérebro, é o centro de suas ondulações, gerando a força do pensamento que tudo move, criando e transformando, destruindo e refazendo para acrisorar e sublimar. emano pensament nenhuma, sem dúvida nenhuma. O espelho de quem nós somos é mostrado na mente. A mente reflete aquilo que nós somos, né? E nós possuímos plenas condições de mudar esse nosso padrão mental. Então, o que é que eu preciso fazer? Eu preciso ter uma vida que seja coerente com aquilo que eu acredito, porque não é suficiente o conhecimento espiritual, é preciso fazer alguma coisa. Então, a segunda nobre verdade foi qual? Existe uma causa para o sofrimento. E o Buda depois disse a terceira nobre verdade. Terceira nobre verdade é existe uma forma de acabar com o sofrimento. Aí você diz: "Ué, se a causa do sofrimento é o desconhecimento espiritual, qual é a forma de acabar com o sofrimento?" Acessando conhecimento espiritual. É isso que a casa espírita nos oferece, o conhecimento espiritual. Mas o conhecimento espiritual sozinho não nos dá liberdade, não nos permite a plenitude. Então nós vamos ver agora a última das nobres verdades que o Buda disse nesse discurso. A quarta nobre verdade, quarta e última nobre verdade que ele trouxe. É, é, Cris também. Eu queria que fosse fácil, mas a gente tem que ir tentando. A gente não pode é desistir. Eu não posso assim: "Ai, mas é muito difícil

, quarta e última nobre verdade que ele trouxe. É, é, Cris também. Eu queria que fosse fácil, mas a gente tem que ir tentando. A gente não pode é desistir. Eu não posso assim: "Ai, mas é muito difícil perdoar as pessoas. Eu não vou conseguir, porque se eu fizer isso, eu eu fico estagnado, Cris. A gente precisa mudar. Como está Marlci? Como é que ela está? Tá bem? Como está nosso menino? Tá tudo em paz? Então vamos paraa frente, vamos avançando. O Buda disse também uma quarta nobre verdade, que é a última, é a mais longa de todas. Na quarta nobre verdade, sabendo que o conhecimento espiritual não era suficiente para garantir a nossa libertação espiritual, o Buda apresentou para nós um método para que a gente consiga se libertar do sofrimento. Não é legal? Então, o que que o que que o Buda disse? Eu tenho não simplesmente o conhecimento espiritual, mas eu sei um método. Nesses 8 anos foi bom. Eu tenho um método de como a gente se libertar do sofrimento. E aí, Cris, o que que ele faz? Ele vai contar uma uma verdade que é a verdade mais conhecida do do Buda, chamado o caminho octoplo de Buda, que é o caminho que ele criou para que a gente verdadeiramente trate e se liberte do sofrimento. Mande um abraço para o Artur, mande um abraço para a Marl. Depois me fale como é que os meninos estão. Vamos para a frente. O caminho ótoplo são oito passos para que a gente consiga tratar a nossa dor, se libertar do sofrimento. Primeiro passo, tem que ter conhecimento espiritual. Se você não tiver conhecimento espiritual, você não se liberta do sofrimento. Já falei isso antes. Eu, primeiro passo é conhecimento espiritual, ou seja, entra num estudo sistematizado, entra numa tarefa de estudo da casa espiritual para ter conhecimento espiritual, saber o que é reencarnação, o que é lei de causa efeito, o que é mundo espiritual, o que é mediunidade, o que é evolução. Tem que entender isso, tem que entender o mecanismo da vida. Esse é o primeiro passo, mas não é suficiente. Segundo passo. Segundo passo pra gente

do espiritual, o que é mediunidade, o que é evolução. Tem que entender isso, tem que entender o mecanismo da vida. Esse é o primeiro passo, mas não é suficiente. Segundo passo. Segundo passo pra gente poder passar para as perguntas. Segundo passo, tem que pensar corretamente. O que que é pensar corretamente? É você pensar coerente com aquilo que você acredita. Porque às vezes eu já tenho conhecimento espiritual, mas eu não penso corretamente. Eu olho para uma pessoa diz: "Meu Deus, por que não morre um diabo desse? Meu Deus do céu, nossa, eu tenho tanta raiva, como é que pode? Então eu desenvolvo um pensamento que colide com a minha crença. Então não basta crer. Eu tenho que ter um pensamento que seja compatível com a minha crença. Eu tô confundindo você com o que eu tô dizendo. Uma coisa é eu acreditar, outra coisa é o que eu penso. Às vezes eu acredito, mas eu penso de outro jeito. Eu penso de outro jeito. Parece até que eu nem creio naquilo que eu penso, porque a minha, o meu pensamento é totalmente diferente do que eu acredito. Muito bem. Passo número três. Eu também preciso falar corretamente. Falar corretamente é falar produtivamente, falar de maneira que seja correto que a gente fala. Porque às vezes o que eu falo é totalmente diferente do que eu acredito. Então eu acredito numa coisa, mas o meu falar desconstrói tudo que eu penso, desconstrói todas as minhas verdades. Tudo que eu conheço é é desconstruído pelas minhas falas, né? Você acaba de fazer uma palestra sobre família, né? Termina a palestra aí você fica bom. Então gente, muito obrigado. Vou me despedir, minha esposa vai já chegar ali para me pegar, eu vou ficar esperando por ela aqui. Aí fica esperando, a mulher não chega, se prendeu no trânsito e tá todo mundo lá no centro espírito esperando para sair também. Aí Antônia Barbosa, a mulher demora e o marido diz assim: "Pas essa minha mulher é horrível, sabe? Ela se atrapalha toda vez. Eu tenho tanta raiva disso, tenho um ódio disso, porque toda vez que eu espero por ela, ela nunca

ulher demora e o marido diz assim: "Pas essa minha mulher é horrível, sabe? Ela se atrapalha toda vez. Eu tenho tanta raiva disso, tenho um ódio disso, porque toda vez que eu espero por ela, ela nunca vem. Aí a mulher chega: "Mas é possível? Olha a hora que você chega, você chegou meia hora atrasada, parece uma doida". Aí você fica pensando, mas não era esse cara que tava falando sobre família agorinha que tava pregando então tão coerente quanto o meu saber? É o meu pensar e o meu falar. O meu falar tem que ser compatível com o que eu acredito. Tá claro, meu filho? Tranquilo, meu garoto. Posso seguir? Vamos seguir. Número quatro. Bom, primeiro eu tenho que crer corretamente, tá certo? Depois eu tenho que pensar corretamente, falar corretamente. Ora, se aqui é pensamento, aqui é palavras, qual é o quarto? Atos. agir corretamente, porque às vezes eu tenho uma crença, eu penso, eu falo, mas eu não ajo de maneira coerente. Os meus atos colidem com o que eu penso. Eu não vou me libertar do sofrimento enquanto os meus atos não forem compatíveis com a minha crença. Se os meus atos colhidem com a minha crença, não tem libertação de sofrimento. E eu tô dizendo isso não é porque eu tenho acesso direto a Deus para dizer: "Não, olha, não dá para ela sofrimento. Não dá uma felicidade para aquela ali não, porque aquela ali tem mágoa". Não, não é isso. É porque a felicidade é a vivência do amor. A felicidade é a vivência do amor. Se eu não tenho amor, não tem como ser feliz. É uma condição lógica. Quando eu tenho uma fala que é carregada de ódio, de raiva, quando eu tenho uma ação que é carregada de raiva, carregada de ódio, eu desconstruo o que eu creio. Então, as minhas ações colidem com o que eu acredito. Quando existe colisão entre atos e e a fé, não há libertação do sofrimento. Ficou claro? Ele podia, >> claríssimo, >> eh, ele poderia parar aí, né? Porque atos, palavras e pensamentos já tava bom. Porque Jesus disse assim: "Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos aborrecem, atos.

? Ele podia, >> claríssimo, >> eh, ele poderia parar aí, né? Porque atos, palavras e pensamentos já tava bom. Porque Jesus disse assim: "Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos aborrecem, atos. Bendizei os que vos maldizem, palavras, orai pelos que vos perseguem e caluniam, pensamentos." Então é atos, palavras e pensamentos. O Buda podia ter feito um caminho mais fácil, só com quatro passos, mas ele achou de inventar oito. E eu fico às vezes pensando: "Meu Deus, o que é que pode vir depois dos atos?" Porque já teve o pensamento, já teve a palavra, agora o ato, que que tem depois? Pois é, mas tem. Quinto passo do caminho octoplo de Buda, não basta agir, é preciso viver corretamente, porque agir corretamente é um ato. É eu ter um lampejo de liberdade. Sabe quando a gente tem o atavismo e você venceu um atavismo e você conseguiu perdoar uma pessoa? Você conseguiu se libertar da sua conduta instintiva? Poxa, foi um progresso incrível. Eu amei. Ah, maravilhoso. Consegui me libertar. É, se libertou. Verdade. Faz sentido. Houve uma libertação, mas foi só um ato. Só um ato. Aí a gente fica parece o escoteiro. Porque o escoteiro deve praticar todos os dias o quê? Que que o escoteiro tem que praticar todos os dias? Você não foi escoteiro. Foi escoteiro, meu filho. Então você não sabe. O escoteiro tem que praticar todos os dias uma boa ação. Não é lindo? Só que é uma boa ação. Não sei quantas más ações ele faz, mas ele faz uma boa ação por dia. Então, agir corretamente é praticar uma boa ação, mas viver corretamente é muito mais do que agir, porque é a sequência dos atos. todos coerentes com aquilo que se acredita. Sexto passo do Buda. Além de viver corretamente, ele também tem um outro passo. Paulo Moreira diz o Buda. É preciso esforço correto. O que que é o esforço correto? Quem já leu Kardec sabe o que é o esforço. Reconhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço que faz para domar as suas maisinações, para trazer no dia seguinte algo de melhor que não tinha na véspera. Isso é

á leu Kardec sabe o que é o esforço. Reconhece-se o verdadeiro espírita pelo esforço que faz para domar as suas maisinações, para trazer no dia seguinte algo de melhor que não tinha na véspera. Isso é que é o sexto passo do Buda, esforço correto. Esforço correto é você estar lutando para se melhorar, se autoconhecendo. Todo dia eu procuro estar melhor. Eu não estou conformado com o que eu sou. Eu vejo muitos espíritas que dizem assim: "Olha, eu bebia e eu já não bebo mais. Eu também fumava, não fumo mais. Então, já parei de fumar, eu já parei de beber. O resto eu vou deixar tudo pra próxima." Meu amigo não sabe nem se vai ser muçulmano lá na Europa. Tá marcando o compromisso de mudança numa encarnação que não sabe nem onde vai acontecer. Não dá para você imaginar que você vai conseguir se libertar do sofrimento com esse tipo de conduta. Não é assim que funciona. Não é dessa forma que as coisas ocorrem. Então é aproveitar tudo que eu posso nessa existência. Esse é o sexto passo. Sétimo passo. Passo número sete diz o Buda. Além do esforço correto, precisa ter atenção correta. O que que é a atenção correta? Mente desperta. Porque se eu não tiver a mente desperta, as oportunidades de fazer o bem vão passar. Eu não vou ver. Eu não vou enxergar as oportunidades de serviço. Para que eu enxergue as oportunidades de fazer o bem, eu preciso estar atento a tudo que está ao meu redor. Às vezes você mora com a sogra e a sogra diz assim: "Você é uma pessoa muito egoísta". Aí você fica com raiva da sogra, porque a sogra chamou você de egoísta. Não fique com raiva dela. Enxergue na sua sogra um grande elemento revelador de quem você é. Esteja com atenção correta. Olha, ela disse que eu sou egoísta. Então eu devo ser, vou trabalhar para que eu não seja assim. Ao invés de rechaçar as críticas, analise as críticas e tente melhorar nas críticas que são feitas. Isso é a atenção correta. é você estar prestando atenção nas críticas, nas coisas erradas, no que acontece para que você possa melhorar. E

ise as críticas e tente melhorar nas críticas que são feitas. Isso é a atenção correta. é você estar prestando atenção nas críticas, nas coisas erradas, no que acontece para que você possa melhorar. E o último passo pra gente encerrar, porque tem muitas perguntas aí pra gente conversar, último passo é meditação correta. O que que é meditar corretamente? É você tirar um tempo durante o dia para você pensar na sua vida, pegar tudo que você fez, avaliar. Isso é a questão 919 a de o livro dos espíritos. avaliar a vida, observar o que tá fazendo de errado, tentar corrigir com a mente desperta, que se a mente dormindo, você vai chegar de noite para dormir, vai dizer: "Gente, hoje eu fiz tudo certo". Eu briguei com fulano, mas ele mereceu. Eu bati no fulano, mas ele também merecia. Eu não tenho nada que ninguém tenha reclamado de mim, porque tudo que eu fiz estava certo. Eu sou um anjo. E aí dorme tranquilamente. Então, para que a gente consiga de fato fazer a nossa mudança interior, tem que ter mente desperta para que a meditação consiga surtir efeito. Se eu seguir esses oito passos no Buda, se eu entender a proposta para a libertação do sofrimento que ele traz, a minha mente ganha um poder extraordinário para se libertar, porque conectada com a espiritualidade vai oferecer de maneira muito clara a possibilidade de tratamento para dor, justificando o nosso tema da noite de hoje, o poder da mente e a espiritualidade no tratamento da dor. >> Linda palestra, Jorge. E é tudo isso mesmo. esses oito passos, se a gente conseguir pegar esses oito passos e trabalhar isso no nosso dia a dia, olha, você vai caber, vai saber compreender o sentido da vida, vamos dizer assim, né? Vamos lá pr as perguntas. Primeira pergunta lá do Jorge de Peres, que ele nós deixamos para depois. Como nossos pensamentos e sentimentos, como raiva, medo, orgulho e rancor, influencia o corpo e a alma. E de que forma a espiritualidade pode nos ajudar a transformar a dor em aprendizado e cura? Eh, a espiritualidade nos ajuda nos

mentos, como raiva, medo, orgulho e rancor, influencia o corpo e a alma. E de que forma a espiritualidade pode nos ajudar a transformar a dor em aprendizado e cura? Eh, a espiritualidade nos ajuda nos informando que isso influencia sim. No livro Autodescobrimento, uma viagem interior, o sexto volume da série psicológica de Joana de Angeles, capítulo 1 e 10, ela apresenta uma tabela, onde nesta tabela ela mostra o tipo de sentimento e qual é a doença que vai produzir. Acho que seria interessante ler o capítulo um, capítulo seis também tem alguma coisa, mas um e o 10 tem mais. pegar essa obra, dar uma lida no que ela trata sobre o comportamento nosso e o adoecimento do corpo físico, mostrando que a espiritualidade fez tudo que podia, nos ensinou, mostrou, falou, o Buda veio, mostrou, falou, cara, agora a gente tem que colocar em prática. Quer o quê? Não tem mais o que fazer. Já foi entregue, já foi falado, já foi mostrado. Ah, o o conhecimento espírita já disse não sei quantas mil vezes o que que mais você quer que a espiritualidade faça? Tudo que poderia fazer por nós já foi feito. Eu fico às vezes pensando, Antônio Carlos, na paciência de Emmanuel. Você viu quantas mensagens sobre perdão Emanuel escreveu? Aí você fica pensando, por que que não, por que que ele não fez só duas? Rapaz, ele fez mais de 1000 mensagens só perdão. Por quê? Porque a gente não aprende de novo, de novo, de novo, de novo. Repete, repete, repete. Mas por quê? Porque a gente repete para sair do atavismo. Então é assim que funciona. O Emmanuel deixou milhares, eu diria até que milhões de informações espirituais para nós ao longo desses, meu Deus, 70 anos de mediunidade do Chico. >> O Chico, né? >> E durante esse tempo todinho, ele repetiu as informações, sei lá, quantas vezes. Por quê? Porque a espiritualidade entrega o conhecimento, mas a gente não usa. É uma coisa parece meio de doido. A gente sabe, mas não usa o conhecimento que tem na mão. >> Prática, né, Jorge? >> Oi. >> É a prática, né? A gente sabe, mas não

o conhecimento, mas a gente não usa. É uma coisa parece meio de doido. A gente sabe, mas não usa o conhecimento que tem na mão. >> Prática, né, Jorge? >> Oi. >> É a prática, né? A gente sabe, mas não sabe pôr em ação aquilo que você sabe, né? >> É, é muito doido isso, mas a gente tem muito disso. É a síndrome de Nicodemos. Eu sei um bocadão, mas eu não consigo colocar em prática. Então, como que a espiritualidade pode ajudar? Entregando o que ela já entregou. Agora é a nossa vez de se apropriar não só do conhecimento espiritual para não ficar preso na síndrome de Nicodemos, mas pegar o conhecimento espiritual e aplicar o caminho octoplo de Buda para ver se a gente se liberta do sofrimento de uma vez por todas. Verdade. Ele continua a pergunta também. Se a mente tem o poder de nos adoecer, será que também pode ser instrumento de cura quando iluminada pela fé e pelo amor? >> Sim, com certeza. Nesse mesmo livro, Autodescobrimento, uma viagem interior, Joana dá até uma dica sobre a questão da saúde. Ela diz o seguinte: "Olha que interessante, Antônio Carlos. Quando você estiver doente e que você pedir a Deus pela saúde, não peça a saúde. Peça a saúde com um propósito. Não diga assim: "Ô, meu Deus, me cura dessa artrite que não não consigo andar. Poxa, meu Deus, tira esse mal de mim que me dói tanto." Não diga assim. Faça a sua oração assim, ó. Senhor, queria tanto ver meus netos crescerem. Eu queria tanto poder participar da vida deles. Me dá essa oportunidade. Cura a minha artrite para que eu possa cuidar melhor dos meus netos. Ou seja, coloque um propósito no bem que justifique sua cura. Porque não é a cura pela cura, é a cura para ser útil. A cura para que eu possa fazer alguma coisa em favor de mim e dos outros. Não vale também a pessoa que diz assim: "Ó, Senhor, me ajuda a fazer a caridade". Eu quero tanto fazer a caridade, eu tenho, eu tenho tanta pena daquele rapaz ali da concessionária que que não tem vendido tantos carros, aquele médico ali que faz cirurgia

ajuda a fazer a caridade". Eu quero tanto fazer a caridade, eu tenho, eu tenho tanta pena daquele rapaz ali da concessionária que que não tem vendido tantos carros, aquele médico ali que faz cirurgia plástica também, ele está eh faz tem tão poucos clientes, me ajuda a ganhar na loteria para eu poder fazer caridade com o cara da concessionária, para eu poder fazer uma caridade com ele, tirando um carro novo. E para que eu pedir pro médico para fazer uma escultura total meu corpo e tal, também não vale, né? Porque aí é interesse pessoal naquilo que se está fazendo. O objetivo, na verdade, era que nós conseguíssemos sim através do sofrimento, libertar as nossas almas. Então, sim, do mesmo jeito que a mente pode adoecer o corpo, a mente também pode curar o corpo se ela se recondicionar nos seus pensamentos e garantir um equilíbrio das suas das suas ideias. Cuidar do corpo e do espírito significa cuide da sua mente para que a mente cuide do seu corpo. >> Verdade. Olá, Ana Lúcia, né? Ela já no início lá que você tava você deu resposta para ela. Se começamos a pensar sobre essas consequências vem os pensamentos despreciativos. Como evitar pensamentos tão profundos? É o início lá da sua do sua palestra. >> É. Como é que a gente faz para evitar esses pensamentos assim tão negativos? Conhecimento espiritual. Eu preciso entender que existe obsessão, que existe perturbação, que existe lei de causa efeito para que eu combata em mim essa fragilidade, essa baixa da autoestima que faz com que a gente se entregue a esse a essa dor e não consiga fazer o seu a sua cura espiritual. Verdade. Aí até uma uma ajuda, Alin. Acontece que já somos do caminho e a cada encarnação procuramos retomar o caminho, o que nos faz passar pelos percalços conforme transgredimos a lei. Está certo esta colocação? >> Está. Essa colocação sua está em consonância com os artigos 6, 6º, séo e oitavo do Código Penal da Vida Futura, que diz o seguinte: "Quanto mais imperfeição, mais sofrimento". Porque as pessoas que não conhecem das leis

o sua está em consonância com os artigos 6, 6º, séo e oitavo do Código Penal da Vida Futura, que diz o seguinte: "Quanto mais imperfeição, mais sofrimento". Porque as pessoas que não conhecem das leis espirituais diz assim: "Ah, eu já matei, eu já vou pro inferno mesmo. Já que eu vou pro inferno, para não matar 10, porque eu vou pro inferno mesmo, gente. Eu vou pro inferno, então eu vou matar 100 que já tô lá." E o espiritismo diz: "Não, não, não, não quanto mais imperfeição, mais sofrimento. Quanto menos imperfeição, menos sofrimento." Aí ela coloca aí, põe de novo a pergunta aí para nós. >> É, >> né? Então, sim, quanto mais distante do caminho eu estou, mais espinhos eu vou pisar para voltar. É, >> quando eu piso saindo, eu não tô nem aí pros espinhos, porque eu estou movido pela vontade. E a vontade faz eu pisar nos espinhos, mas ir ao encontro do que eu quero. Quando eu me desiludo e chego lá fora do caminho e vejo que eu peguei um caminho equivocado, eu tenho que voltar, não tem jeito. Aí pisa doído, viu? Porque vai voltar pelo caminho, já não tem mais a vontade de seguir, então já não tem mais a motivação para pisar no espinho. E dói, colega. E quanto mais tiver andado, maior é o espinhairal para voltar. Mas só tem uma forma de encontrar a felicidade, voltar para o caminho sem espinho, que é a lei de Deus. Vai pisar nos espinho mesmo, sabe? Não tem jeito. É assim, não tem problema. Verdade. A próxima vem pela TV Secal. Conforme o leondismo fala, né? A dor pode ser de dois tipos: física e moral. A primeira produz sensações e a outra sentimentos. A dor moral é a infelicidade, a dor física é o sofrimento. >> É >> uma mulher que está dando a luz, Antônio Carlos. >> Hum. Ela está em sofrimento, mas ela não está infeliz. >> Justamente tá ali uma felicidade, né? é uma totalmente diferente. Aí tem uma outra do Sidney, ele coloca eh por um outro lado, devemos entender que muitos já passaram por essa fase e melhorar e melhoram muito neste aspecto através das dos diversas reencarnações.

te. Aí tem uma outra do Sidney, ele coloca eh por um outro lado, devemos entender que muitos já passaram por essa fase e melhorar e melhoram muito neste aspecto através das dos diversas reencarnações. >> Sim, repare uma coisa, Sidney. As pessoas muitas vezes dizem assim para nós: "Olha, a Terra não evoluiu nada, tá? Porque até hoje nós temos um monte de Judas, o monte de Maria Madalena, nós temos um monte de Pedro, tudo igual. Que que a Terra andou nesses anos todos? Não andou nada. Nós estamos do mesmo jeito, não é verdade? Andou sim. Só que os espíritos que se iluminaram não estão mais conosco. Eles se iluminaram e foram embora. estão noutros lugares. Livro a Gênesis, capítulo 11, item 30 e c fala dos espíritos que migram porque estão muito melhores do que seus planetas. Migram, vão para outro lugar. É convite. Auni recebeu esse convite e foi. Bezerra recebeu esses convites, Patrícia Sara, e não foi. Então ele pode ir, pode não ir. É como se fosse um cozinhamento de inhoque. Quando vai ficando pronto, ele vai subindo e o governador planetário vai só tirando. Esse já tá pronto. E quem não se transforma fica na fervura até subir. Enquanto não sobe, colega, >> fervura no lombo. Então a gente imagina uma pessoa, volta lá, eh, imagina uma pessoa que todos os anos visita uma escola no mês de março. Todos os anos o cara visita a escola no mês de março, uma escola de alfabetização. Tem 20 anos que ele vai todo mês de março visitar a escola. Ele chega lá, passa um teste, as crianças não sabem ler. Aí ano que vem vou voltar a saber se vocês já sabem ler. No ano seguinte ele volta em março, aplica a mesma prova, eles não sabem ler. Tem 20 anos que ele volta na escola, aplica a mesma, o mesmo teste no mês de março e as crianças não conseguem repetir, resolver. Ele diz: "Ninguém tá aprendendo nada aqui. Tem 20 anos, ninguém aprende." Mas não são os mesmos alunos. Cada vez que ele volta no mês de março é uma outra turma, porque durante o ano letivo elas aprenderam a ler. >> Aprenderam

dendo nada aqui. Tem 20 anos, ninguém aprende." Mas não são os mesmos alunos. Cada vez que ele volta no mês de março é uma outra turma, porque durante o ano letivo elas aprenderam a ler. >> Aprenderam >> no mês de março do ano seguinte tem um monte de aluno novinho que não sabe nada ainda, que vai começar a aprender. Então é isso que acontece no nosso planeta. Quem estava se alfabetizando já se alfabetizou, foi embora. Os que não se alfabetizaram vão ficar por aqui por um tempo ainda. Então essa dinâmica, né? Muita gente já foi e muita gente ainda está por aqui. >> Verdade. Vamos lá. O Paulo, um exemplo prático é o trânsito. Quando agimos por extinto e acabamos discutindo à toa por um espaço que é de todos e achamos que é nosso. Orgulho, egoísmo falando alto. >> É isso mesmo. Isso mesmo. Tudo bem, Paul? >> Mais uma. Aí tem vários comentários ouvindo atentamente, né? Eh, um exemplo prático é o fal já foi outra. Ah, como eu pouco conhecimento espiritual, aprendi que tudo me é é emano, né? >> Para meu próximo, >> para meu próximo volta para mim. >> Volta para mim. >> Lei causa efeito. >> Errado. >> Errado. >> É. Não, não é verdade não. Esse conceito não é espírita. Pode voltar lá. >> É, volta essa pergunta, Luiz. >> Tudo que emano para o meu próximo volta para mim. Não, não é, não é essa a imagem da doutrina espírita. >> Porque o mal que a gente faz, ele não vai e volta, ele sequer sai de mim. Porque seria muito conveniente se eu fizesse o mal e o mal fosse embora e me deixasse, porque eu fazia o mal pro outro. O mal ia embora de mim, eu ficava limpo do mal. Aí eu me escondia. Quando o mal voltasse, eu me escondia, o mal passava e não me achava. Então não é verdade. O mal não volta. O mal sequer sai de mim. A melhor imagem Joana deângeles apresenta no livro Amor imbatível ao amor, em que ela diz que a prática do mal junto ao próximo é semelhante a alguém que arremessa uma brasa em outra pessoa. Então eu vou jogar uma brasa em alguém, eu pego a brasa e jogo no outro. Quando eu jogo a brasa,

iz que a prática do mal junto ao próximo é semelhante a alguém que arremessa uma brasa em outra pessoa. Então eu vou jogar uma brasa em alguém, eu pego a brasa e jogo no outro. Quando eu jogo a brasa, pode ser que eu acerte, né? Mas pode ser que eu erre. Mas uma coisa é certa, eu já me queimei porque o mal não sai de mim. Quando eu pego a brasa, a brasa já me queimou. Por mais que eu jogue, eu já estou sequelado. Então nós não podemos ter aquela ideia que eu faço o mal, o mal vai todo embora e eu fico de flos maravilhoso e lindo, porque o mal foi lá pro outro e eu não, primeiro eu me encharco do mal. Eu fico cheio do mal e eu emano de mim, mas ele não sai de mim, ele não volta. Eu fico cheio dele e tento acertar o outro, mas eu sou a primeira vítima do mal que eu faço. >> Verdade. Vamos lá. A a Flavinha lá, né? Lembrei hoje. Lembrei da história a visita da da verdade no livro Jesus no Lar. Porque mostra a consequência da falta do conhecimento de si próprio, cara. É, >> é, é verdade. A visita da a visita da verdade, >> da verdade, por meio da história da visita da verdade do livro Jesus no Lar, que mostra >> essa é a história do homem que morava numa caverna, morava numa caverna e queria a luz da verdade. E aí ele insistia que ele queria a luz da verdade. Ele queria a luz da verdade. E depois de muito pedido, um anjo apareceu e disse para ele: "Olha, o seu pedido foi atendido e a luz da verdade vai chegar para você". Daí um belo dia, chegou a verdade entrando com uma luz na caverna onde ele estava. Quando a luz entrou na caverna, iluminou o próprio corpo dele. Ele descobriu que o corpo dele era cheio de chagas purulentas e o mau cheiro da caverna vinha exatamente dele. Quando ele descobre que ele era a causa do mal e do macheiro na caverna, ele dá um urro desesperado e sai correndo, fugindo da luz e se esconde no local mais escuro da caverna. Então, a verdade precisa ser dosada para não enlouquecer as pessoas quando ela chega. Verdade. Verdadeira. Ó Jorge, tem muitas

ai correndo, fugindo da luz e se esconde no local mais escuro da caverna. Então, a verdade precisa ser dosada para não enlouquecer as pessoas quando ela chega. Verdade. Verdadeira. Ó Jorge, tem muitas perguntas, mas nosso tempo tá encerrando. Tem uma aqui que é para você respondendo pinga fogo de amanhã. Depois eu vou mandar pro Rubens. Pra Sâmia. >> Pra Sâmia. Tá, eu vou passar pra Sâmia depois. A S tá indo na live, tá assistindo. >> O último. Ó, com o meu pouco conhecimento espiritual, aprendi que tudo que emano pro meu próximo volta para mim. Lei os efeitos certos. Aí Paulo, grande, é, você já respondeu ali, >> grande admirador do seu irmão, fala de Belém, grandes verdades no centro espírita, muitas vezes como Nicodemos em casa. Aí são textos. >> A Samia tá dizendo que ela não quer responder a pergunta. Não sei nem qual é a Sam. Ele nem colocou a pergunta aqui. >> Depois eu vou mandar para S. Você estuda. Eh, é isso daí. Hoje estava estudando o pensamento nos livros. do poder da mente de cauda. Súb o problema do ser do destino. Leoni. Por que ainda sentimos utilizar nossos pensamentos para o bem? Porque ainda não sabemos utilizar nosso pensamento para o bem? Porque não temos certeza das verdades que nós temos posse. Nós não temos certeza da vida espiritual. Se eu tivesse certeza da vida espiritual, eu não fazia besteira. É a nossa dúvida com relação às nossas crenças que ainda nos faz pegar o caminho equivocado. Se eu tivesse certeza mesmo das coisas, eu não faria. Eu não faria. Eu só faço porque a minha fé ainda não é uma fé robusta. Se que ela for, não faço mais. Verdade, irmão Jorgito. Acabou nosso horário. Teu horário estourou. Gratidão pela sua mensagem da noite de hoje. Foi fantástico esses oito passos aí. Se a gente pegar esse oito passos aí, com certeza vão estar trabalhando esse tema de hoje que é pensamento. >> Discurso do Parque dos Servos, o primeiro discurso do Buda, as quatro nobres verdades. >> Aí suas considerações finais. Depois eu vou pedir para você fazer a nossa prece

a de hoje que é pensamento. >> Discurso do Parque dos Servos, o primeiro discurso do Buda, as quatro nobres verdades. >> Aí suas considerações finais. Depois eu vou pedir para você fazer a nossa prece de pra tá pra gente encerrar o programa. à vontade. Minhas considerações finais são simplesmente o seguinte: não existe libertação espiritual sem conhecimento espiritual. Não existe. A única forma de nós nos libertarmos do sofrimento é tomando posse das verdades espirituais. O espiritismo é um é um bom representante das verdades espirituais, mas ele não é o único. Eu posso chegar a essas verdades espirituais por outras fontes. O importante é ter o acesso à reencarnação, a lei de causa efeito, entendimento disso, compreensão dessa questão. Só que somente ter o conhecimento não é suficiente. É preciso interpretar isso nas nossas vidas para que faça sentido todo o arcabolso de conhecimento que a vida nos oferece. É daí que vem a verdadeira libertação que o Espírito pode alcançar nesta existência. E é uma libertação que não é só para esta existência, é uma libertação para a vida. Porque uma vez que eu compreendo as leis espirituais, eu quebro as algemas, quebro a mandala onde estamos presos e me torno uma criatura liberta e capaz de alcançar a felicidade que nós tanto buscamos. Nós vamos então fazer a nossa prece para que a gente possa agradecer esta oportunidade que o Senhor nos concedeu. Vamos orar. Querido Senhor da vida, que nos oportunizaste nesta existência tantos tesouros para que nós conseguíssemos honrar a tua presença em nós. Nesta noite que tu nos concedes para reflexão do sentido da dor nas nossas vidas, nós queremos bendizer esta oportunidade sagrada que tu nos concedeste de entrarmos em contato com as verdades espirituais multimilenares, agora reapresentadas à luz da doutrina espírita. Permite, Senhor, que nos banhemos das verdades espirituais para que entendamos em profundidade a nossa imortalidade, as nossas relações com a lei de causa e efeito e o nosso encontro com a

a espírita. Permite, Senhor, que nos banhemos das verdades espirituais para que entendamos em profundidade a nossa imortalidade, as nossas relações com a lei de causa e efeito e o nosso encontro com a felicidade a partir da vivência do amor. Deixa que essas verdades avancem para a profundeza do nosso ser, permitindo com que não somente saibamos, mas que elas se transformem em verdadeir verdadeira motivação para os nossos atos, transformando as nossas histórias de vida e nos fazendo ressignificar as nossas relações familiares, os vínculos com o nosso corpo e todas as demais experiências que aí existem. ência humana nos oferece. Que a tua luz infinita bane as nossas almas e desperte os nossos corações para a necessidade da mudança. Ajuda-nos assim a ressignificar todas as coisas pelos olhos do Espírito, a fim de que a existência que tu nos concedes transforme-se num hino de gratidão por tudo que tu tens nos oferecido. Inunda de paz as nossas almas, Senhor. liberta os nossos corações e nos concede a aventura de sabermos que tu estás no controle de todas as coisas e que é a tua vontade soberana e justa, cheia de misericórdia, que rege a vida e o destino de todos nós. Obrigado por tudo e permanece conosco, Senhor. Que assim seja, meu garoto. Vamos fazer o convite pros nossos irmãos pro próximo domingo no cercal em Foco. Quem vai estar conosco é o nosso queridíssimo Carlos Campete, irmão do Geraldo Campete, todos conhecem. Ele vai trabalhar um tema muito interessante que é a nova era. Vai ser no dia de 16/11 nesse mesmo horário às 19 horas. Então, sejam todos convidados pro próximo programa em Foco. Domingo próximo, Carlos Campete, a Nova Ela. Jorgito, gratidão pela sua atenção, que Jesus te ilumine sempre essa pessoa tão especial que você é para nós. E que Jesus se ilumine a você, a S, a toda a família e que possamos ter uma semana com muito amor, com muita paz, com muita harmonia. A gente vai estar um pouquinho no bastidor ali só para tirar umas dúvidas. Gratidão e felicidades para

a toda a família e que possamos ter uma semana com muito amor, com muita paz, com muita harmonia. A gente vai estar um pouquinho no bastidor ali só para tirar umas dúvidas. Gratidão e felicidades para todos aí que nos assistem. Que Jesus ilumina todos. Muita paz. >> Um abraço para você, meu garoto. Um abraço para todo mundo que está aí no chat. Um abraço muito especial para Flavinha Porto. E um beijo enorme para a Sâia que está conosco aí na nossa live de hoje. Então, até uma próxima. Que Deus nos abençoe e tudo demais, maravilhoso para todos nós.

Vídeos relacionados