Divaldo Franco e Jorge Elarrat - Conversando Sobre Espiritismo

Mansão do Caminho 28/10/2021 (há 4 anos) 1:04:34 76,933 visualizações 7,147 curtidas

Apresentação: Mário Sérgio

Transcrição

Jamais abandono solidão Deus permanece contigo. Ele é o fulcro gerador de poder, em torno do qual tudo e todos gravitam. Dele a linguagem positiva, atuando à distância no equilíbrio cósmico, na força de atração das moléculas. magneticamente a ele atraídos, estamos associados uns com os outros na grande obra de regeneração. Sua ação se expande para dos efeitos que se devem realizar através dos fenômenos vivos da natureza. Quando as circunstâncias se apresentam à fomentando sombras e amarguras, quando as enfermidades predominam, diminuindo as resistências. Quando as necessidades se multiplicam em turbilhão de quietudes, quando os apodos invistam sem piedade e todos se t ido, Deus permanece contigo. Quando o homem cai, há um distúrbio no equilíbrio universal. Quando ele se regeue e avança, a harmonia sederal se reorganiza. Tu és um cosmo no universo e as leis que te regem o destino impõe em ti a gravitação harmônica em torno do astro rei. Deus aí permanece. Condutores orientam o passo. Mestres conduzem o ensino. Leis governam a vida. A tua vida escreve páginas que irão influenciar outras vidas, nelas permanecendo como exemplos, estímulos ou derrotas. Deus permanece sempre guiando-te e fortalecendo-te para o fanal feliz. Não o duvides, nem o desconsideres. pois que ele permanece contigo. Muito boa noite a todos. Estamos dando início nesse momento ao nosso Conversando sobre Espiritismo. Para início dos nossos trabalhos, convidamos a nossa irmã Solange Seixas para proferir a prece de abertura. Senhor e mestre Jesus, ó divino pastor, aqueles tempos da Galileia distante, convida-nos a reflexões profundas a respeito do nosso existir. Tu que nos legastes um roteiro iluminado para que as nossas consciências, através dos atos pudessem se libertar do primarício e seguir na estrada da elevação moral, na busca de Deus, pois para isto viestes, para nos dizer e ao mundo que Todos podemos ser felizes que Deus está dentro de nós, porque o seu reino é pertinente a toda criatura que é capaz de superar-se,

a busca de Deus, pois para isto viestes, para nos dizer e ao mundo que Todos podemos ser felizes que Deus está dentro de nós, porque o seu reino é pertinente a toda criatura que é capaz de superar-se, tendo uma consciência límpida pelo dever cumprido. Assim nesta noite, como de tantas outras, te pedimos, Senhor, abençoa e aplaca a sede de paz dos corações. Quieta a tempestuosidade daqueles que ainda mesmo assim, ouvindo o teu chamado, se comprazem esquecidos de que o amanhã os convidará a reflexão mais profunda através do processo reencarnatório do nosso ir e vir na busca da perfeição. Dá-nos, Senhor, a capacidade de sentir-te através da luminosidade que de ti emana na direção dos corações simples, desataviados de orgulho, de egoísmo e de vaidade, para escutar a tua mensagem e com ela fazer fazer um périplo de renascimento contínuo e constante na direção da luz. S conosco, Senhor. Fica conosco, abençoando-nos hoje e sempre. Que assim seja. Agradecemos a prece da nossa irmã Sola de Seixas e vamos convidar agora o nosso irmão Jorge Alará para fazer a sua apresentação para todos nós. Olá, uma boa noite para todos. Quero dizer do meu imenso prazer de estar hoje aqui na presença de todos e principalmente do nosso querido Divaldo, essa oportunidade sublime de poder dizer pessoalmente da nossa gratidão pelo majestoso trabalho que vem realizando há tantas décadas em prol da divulgação da mensagem espírita. Em primeiro lugar, quero dizer da minha honra de estar nesse momento, nesse lugar, dividindo esse espaço de discussão com todos. Eu sou espírita desde 1980. Ingressei na Juventude Espírita do Pará, no Centro Espírita Ivon Costa, sob a coordenação de Alberto Almeida, que foi meu coordenador durante os 7 anos que estive ali. Depois me transferi para Rondônia, aonde passei a atuar na Federação Espírita daquele estado, atuando na função de secretário da federação, a qual eu ocupo há 33 anos. E a partir daí, então, passei a me dedicar não somente a trabalhos com juventude, mas

ar na Federação Espírita daquele estado, atuando na função de secretário da federação, a qual eu ocupo há 33 anos. E a partir daí, então, passei a me dedicar não somente a trabalhos com juventude, mas de estudo sistematizado e fundamentalmente sobre a unificação do movimento espírita de Rondônia. Hoje continuo atuando no meu estado, mas em função da pandemia tenho recebido convites para falar em alguns lugares do Brasil e alguns centros espíritas virtualmente, tendo a oportunidade, portanto, de divulgar essa mensagem que o Espiritismo é portador, oferecendo esclarecimento e consolo para os corações e as mentes necessitadas. Jorge, muito obrigado pela sua apresentação. É uma honra para todos nós aqui também tê-lo como nosso convidado especial no dia de hoje. O nosso programa se divide em duas partes. Nesta primeira parte, a presença do Divaldo com uma pré-eleção. E na segunda parte, após o nosso intervalo, nós teremos então perguntas e respostas que nos foram formuladas pelos nossos internautas, que terá então aí a sua participação. Então a partir desse momento, vamos ouvir Adivaldo Franco. Senhoras, senhores, queridas irmãs, queridos irmãos espíritas, caras amigas e amigos, agradecemos a sua presença em nossa web TV Mansão do Caminho, por volta de 1884, na cidade de Boston, repentinamente nos Estados Estados Unidos apareceu uma pessoa que afirmava ser portadora de faculdades mediúnicas. Conseguiu sensibilizar a alta sociedade fazendo clarividências e formações. E uma dama que estava em gravidez pela segunda vez resolveu fazer uma consulta. havia nela algumas preocupações conjugais e problemas de outra natureza. Então, acreditou que talvez consultando as forças ocultas pudesse encontrar diretrizes de segurança para uma vida mais tranquila. Foi dessa forma que a senora Eleonora Pike visitou aquela pessoa que se apresentava como portadora do controle e com as vozes do além túmulo. O curioso narra as seleções do Rid Digert, é que naquele momento em que ela se encontrava para fazer a consulta,

ela pessoa que se apresentava como portadora do controle e com as vozes do além túmulo. O curioso narra as seleções do Rid Digert, é que naquele momento em que ela se encontrava para fazer a consulta, experimentou um malestar, uma espécie de tontura e perdeu a consciência. Quando retornou diante do dito médium, esse estava profundamente perturbado e ela não sabia o que houvera ocorrido. Ele falou-lhe com naturalidade: "Senhora, o dom que eu digo possuir, a senhora o tem. A senhora acaba de dar-me um recado do mais além. chamando-me a atenção para a farça a que eu me tenho submetido, fingindo possuir mediunidade. Eu agradeço profundamente a sua lição e lhe peço que na saída receba o dinheiro que pagou para a consulta. Ele Paik era católica, não entendia absolutamente de nada. ali fora como resultado das conversações das senhoras. A maioria delas falou que esse cavalheiro era dotado de uma estranha força e conseguia trazer os mortos para a comunicação com os vivos. De repente, aquela dama tranquila deu a luz à sua segunda criança, uma menina como a primeira, e de repente ela se viu no verdadeiro turbilhão. Era por volta de 1888, quando ela foi entrevistada por um periódico local. E porque numa daquelas reuniões em que apenas iam as senhoras, estava uma dama que pertencia à Sociedade Borgesa de Boston. Ela era a sogra de um grande psicólogo, William James. William James é considerado pai da psicologia espiritualista. De alguma forma, ele é o idealizador da denominada psicologia transpessoal. Ela esteve numa reunião na residência da Senora Piper, mas não acreditava em absoluto. Quando chegou o momento em que a senhora se comunicava com mais além de uma forma muito especial, ela entrava em transe, movimentando os olhos que apresentavam a faceta branca e era um aspecto estranho. Nesse momento, ela conseguia falar em francês, porque o espírito que a conduzia dizia ter vivido na cidade de Mets, na França, e era conhecido como Dr. Finwit. Ele teve a oportunidade de demonstrá-lo

Nesse momento, ela conseguia falar em francês, porque o espírito que a conduzia dizia ter vivido na cidade de Mets, na França, e era conhecido como Dr. Finwit. Ele teve a oportunidade de demonstrá-lo diversas vezes. Ela não falava francês no seu estado normal. E essa senhora, a sogra Julian James, perguntou assim de repente: "Onde estaria uma joia que ela estava preocupada, que buscava, fazia tempos e o vera perdido. O espírito lhe disse que por estação depois de haver usado tempos antes, ela abrira uma das gavetas de um dos móveis do quarto e ali colocara a joia que com o movimento correu para o fundo. Mas o espírito descreveu tão bem a peça do quarto que ela ficou impressionada. E quando chegou em casa, ela teve a oportunidade de encontrar exatamente como o espírito havia dito a joia que era procurada. A senhora estava muito impressionada e perguntava a James como é que podia explicar uma coisa dessa? Não era uma telepatia, porque ela não lembrava absolutamente de haver guardado a joia. Não se tratava de uma farça mesmo porque a senora Piper não cobrava coisa nenhuma. Também como podia conhecer a intimidade do seu quarto de dormir aquela dama austera da classe média que era muito bem considerada. E então William James ficou muito curioso e respondeu na linguagem da época: "Isso é coisa de mulheres. As mulheres são muito impressionáveis. E sempre quando surgem questões dessa natureza, todas elas procuram fazer a maior propaganda e são facilmente ludibriadas. Na primeira oportunidade de que eu disposei, eu gostei de conhecer a senora Piper. Foi desta forma que começaria uma das mais belas sagas mediúnicas do espiritualismo norte-americano. A doutrina espírita já havia conseguido implantar-se no planeta terrestre. Allan Kardec desencarnada em 1869. Estamos, portanto, a apenas 29 anos de distância. As obras gloriosas do espiritismo na literatura, nas letras, já estavam traduzidas ao inglês e muitas delas percorriam os Estados Unidos. Mas a grande realidade é que ali o nome era

anos de distância. As obras gloriosas do espiritismo na literatura, nas letras, já estavam traduzidas ao inglês e muitas delas percorriam os Estados Unidos. Mas a grande realidade é que ali o nome era dado de newespiritualismo, não era a denominação de espiritismo, conforme Allan Kardecinara. A religião predominante era de natureza protestante, evangélica. E não era muito difícil das pessoas somarem as suas crenças, já que aceitavam a imortalidade da alma, a comunicação dos espíritos. Foi um momento de efervescência em toda a pátria do tio mas a senora Piper era diferente. Ela fazia o seu transe, os espíritos comunicavam-se. Havia uma mudança facial, uma transfiguração. E acima de tudo ela conseguia proferir palestras em outros idiomas. As reuniões eram muito agradáveis e frequentadas pelas pessoas interessadas em saber da imortalidade da alma ou qualquer coisa que pudesse beneficiar a sua vida. Nesse ím, a senora Piper já estava famosa. Os jornais noticiavam-la. foi quando ela recebeu uma carta de Londres dizendo que a convidavam para ir até a capital inglesa, onde ela poderia ser examinada com severidade. Os americanos, na opinião do civista, eram muito superficiais, não tinham grandes vultos. O espiritualismo na Inglaterra havia crescido muito, as sociedades multiplicavam-se. As investigações desde o William Crooks, por volta de 1872, tornaram-se afervescentes e haviam interesse muito grande em consultar os médiuns, agora famosos, Sleide, Madame de Perrance e tantos outros que apareciam e desapareciam de um momento a outro. A senora Piper, casada, mãe de família, ficou muito embaraçada com a situação. Então, ela escreverá mais tarde: "Para provar que eu sou uma mulher honesta, tive que abandonar a minha família por 35 dias em Boston e ir à Inglaterra para poder submeter-me a vários testes e experiências." Mas digamos, a partir deste momento, a senora Piper passou a viver da mediunidade. Ela se tornou uma profissional, como era e ainda é muito comum em alguns países

r-me a vários testes e experiências." Mas digamos, a partir deste momento, a senora Piper passou a viver da mediunidade. Ela se tornou uma profissional, como era e ainda é muito comum em alguns países europeus, capitaneados pela Inglaterra, Estados Unidos e outros. Porque o americano em si dispõe de uma frase muito curiosa: tempo é dinheiro e não se pode gastar tempo sem ter um investimento, sem esperar uma resposta e naturalmente uma resposta monetária. Ela foi contratada e viajou a Sós a Londres, onde não conhecia ninguém. Ela foi convidada para hospedar-se na casa de um famoso escritor, aquele que havia escrito Sherlock Holmes. E então para ela era uma grande honra. Por sua vez, o célebre escritor tomou as providências compatíveis com a experiência que ia ser realizada pela Sociedade Britânica de Estudos Psíquicos. tirou das paredes todos os quadros que se apresentavam como lembranças de pessoas honradas que foram pintadas. A Bíblia, onde se anotavam o nome das pessoas dos recém-nascidos, colocavam a data de nascimento de óbito, foi trancada cuidadosamente dentro de um cofre. e outras providências. Os empregados já antigos foram dispensados e foram contratados empregados que não conheciam de maneira nenhuma a família. Ela chegou, foi muito bem recebida e curiosamente, conforme o diário que ela vai apresentar mais tarde, bem mais tarde, ela dirá que em apenas 40 dias ela conseguiu fazer 82 reuniões mediúnicas para comprovar a saciedade aos investigadores convidados pelo eminente escritor, a fim de a investigarem a intimidade das suas possibilidades. Ela conseguiu deslumbrar aquides que se acercavam. As comunicações eram de uma autenticidade que o de Time de Londres dedicou uma edição às pesquisas com a senhora Eleonora Piper. E quando ela voltou, a Boston já era famosa. Os jornais americanos haviam feito divulgações da sua temporada na Europa, especialmente na Inglaterra. E ela agora era vista de uma maneira muito especial. As reuniões eram todas controladas pelo seu marido,

is americanos haviam feito divulgações da sua temporada na Europa, especialmente na Inglaterra. E ela agora era vista de uma maneira muito especial. As reuniões eram todas controladas pelo seu marido, por amigos, como também os salários que ela pedia pelo tempo que se dedicava aos investigadores ficava inteiramente às suas ordens, claro, acompanhada pelo esposo, para poder demonstrar que era um autêntico. O mais surpreendente, porém, é que a senhora Eleonora Piper não acreditava nas comunicações espirituais. Ela dizia que eram sonhos, eram estados sonamúlicos, ela não tomava parte, ela não sabia o que acontecia no seu trânsito sonabúlico, absolutamente inconsciente. Ela não guardava deles a mínima ideia. E então seleções deidad quando escreve a biografia dessa maneira admirável dá um detalhe surpreendente. Numa pequena praça da cidade de Boston, uma senhora idosa de cabelos brancos está acompanhada de uma dama que é praticamente uma enfermeira que a ajuda. Aquela senhora está com uma surdez impressionante. campanário da igreja pode tocar nos tons mais elevados e ela mergulhada no seu silêncio, não tem ideia do que se está passando. E seleções diz: "No entanto, essa dama extraordinária abalou o mundo americano com as vozes que escutavam do mais espiritual. Curiosamente, as experiências tornaram-se cada vez mais impressionantes. Um jovem advogado frequentava essas reuniões. Ele era bostoniano e era um advogado ilustre, jovem ainda ele desencarnou. Depois de desencarnado um mês, ele apareceu na reunião incorporando na senhora Piper. Aquilo provocou uma tranquilidade, uma alegria muito grande dos frequentadores habituais. Porém, a família ficou sensibilizada de forma negativamente, porque não desejava que o nome do seu parente fosse agora colocado com as questões espiritualistas, com essas coisas do mais além e ameaçou de processo. Ela explicou que não tinha nada com isso. coisa ocorria sem a sua vontade, mas quanto a ser autêntico, não havia dúvida, porque ela jamais teve a

, com essas coisas do mais além e ameaçou de processo. Ela explicou que não tinha nada com isso. coisa ocorria sem a sua vontade, mas quanto a ser autêntico, não havia dúvida, porque ela jamais teve a oportunidade de procurar informação com qualquer pessoa encarnada ou não. E lembrava que durante o período que esteve na Inglaterra, dois agentes da Scotland de Art acompanhavam-na. Há uma loja para fazer compras, há um passeio pelo parque, há uma visita, uma exposição. Ela estava sempre acompanhada de dois policiais a Dreed contratados e em Boston. Ela estava sendo vigiada por todo mundo que a conhecia. Então ela pedia que a família fizesse uma experiência que fosse a sua casa ou ela seria levada à casa em que viveu o rapaz e poderia dar as informações compatíveis. A família resolveu fazer um teste curioso, marcou uma data e então convidou-a para que fosse à sua casa, a casa do desencarnado, para poder, numa coleção de 200 fotografias que foram colocadas sobre uma mesa, dizer quais aquelas fotografias de pessoas conhecidas do desencarnata. Era um desafio. A família recolheu fotografias de amigos, de parentes, de conhecidos e desconhecidos e mesclaram e sobre a mesa colocaram todas as 200 fotografias. A senora Piper tomou a sua postura, os olhos voltaram-se para dentroar e com o dedo ela apresentou três fotografias. Apenas três daquelas 200 pertenciam a pessoas que foram amigas do jovem advogado. O surpreendente é que eram absolutamente exatas. daquelas 200 pessoas, algumas que não eram dos Estados Unidos, foram apanhadas ao acaso, jamais tiveram qualquer contacto com ele. Mas aquelas três que era destacada do meio do volume imenso haviam sido amigos, dialogaram, etc. E ele deu detalhes a respeito da vida de cada um delas. Então, chegou o momento capital. William James, com a sua grande fama de psicólogo, teve uma ideia, mandar buscar na Inglaterra um dos desmascaradores de médiuns mistificadores. Havia o Sr. William Barret, que era extraordinário investigador. Sem dizer

a sua grande fama de psicólogo, teve uma ideia, mandar buscar na Inglaterra um dos desmascaradores de médiuns mistificadores. Havia o Sr. William Barret, que era extraordinário investigador. Sem dizer nada à senora Piper, ele entrou em contacto com a Sociedade Britânica de Pesquisas Psíquicas. E lá eles resolveram mandar esse investigador de uma maneira secreta. Ele veio sem que ninguém soubesse. O Will Crues recebeu no Porto, levou para sua casa e ele ficou dentro da casa de do pesquisador psicólogo, sem que ninguém soubesse. No dia da reunião, ele pegava uma carruagem toda forrada de negro, usava uma máscara sobre a face, entrava na reunião sem ninguém saber, se via aquele estranho com uma face diferente e ouvia a reunião em silêncio. Numa dessas reuniões, veio um espírito e dialogou longamente com o estranho. dizia ser seu pai. O estranho falava o mínimo possível para que não se pudesse identificá-lo, talvez pelo timbre da sua voz. Na 10ª reunião, o estranho tirou a máscara, mudou o aspecto da face e ajoelhou-se aos pés de Eleonora Piper para dizer que aquele com quem ele estava falando era, sem a menor sombra de dúvida, o espírito que na terra havia sido seu genitor. É desnecessário dizer que a Leonora Piper passou a desfrutar do privilégio de ser a médium que mais foi investigada no mundo desde 1888 até 1928. 40 anos ela foi investigada. Para se ter uma ideia, foram gastos com ela mais de 100.000 000 no século XIX. Nesse período desses 40 anos de investigação, as sociedades pagavam uma importância correspondente e jamais foi surpreendida em fraude. Nunca ela poôde ser detectada no menor erro, no equívoco, numa troca de datas ou de identificação pessoal. Eleonora Piper desencarnou idosa com mais de 80 anos sem acreditar na imortalidade da alma. Ela dizia que gostaria sim de ver, de ouvir, de ouvirse, mas aquele tempo, obviamente não haviam os aparelhos delicados de que hoje dispomos para gravar voz, imagem e etc. e desencarnou, deixando uma lista abençoada de fenômenos, provando a

vir, de ouvirse, mas aquele tempo, obviamente não haviam os aparelhos delicados de que hoje dispomos para gravar voz, imagem e etc. e desencarnou, deixando uma lista abençoada de fenômenos, provando a imortalidade da alma. Por que a criatura humana tem tanto interesse em buscar provas repetidas? Porque em toda a parte em que o fenômeno espírita se apresentou, cientistas de nomeada logo buscaram o meio de averiguar se tratava de fraude por causa dos mistificadores que são encontrados em todo e qualquer movimento. uma ideia nova, um empreendimento ou qualquer uma coisa que sensibilize a sociedade, logo é imitada de uma forma chã vulgar. Isso levou Friknit a dizer que toda a ideia é logo prostituída quando cai no sabor da sociedade. As pessoas temos o hábito de adulterar, de procurar modificar, de trazer informações que não correspondem à realidade. E este grande mal perverte muitas vezes aqui do que é legítimo. Europa nos apresenta uma folha de fenômenos mediúnicos dos mais notáveis, desde as experiências de Sleid, era um jovem médium que foi pesquisado muito pela Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas em Londres pela Sociedade de Pesquisas Psíquicas em Stockolmo, em Berlim, esse médio Slade esteve diante do grande pai da fisiologia humana e ele com o carisma prêmio Nobel de fisiologia ao examiná-lo detidamente ficou sem encontrar uma hipótese para negar os fenômenos de Sleade. Mas ele havia notado uma coisa. Slle não apenas dava mensagens intelectuais, também mensagens físicas materializadas. E ele percebeu que Slle era uma pessoa um pouco covarde, não sabia enfrentar a dor. E a Leid possuía na cabeça, no couro cabeludo, um uma protuberância feita de uma massa e essa massa era muito dedicada à aquele ciso era mole. Que fez Charles Rich? pegou ácido sulfúrico, antes hipnotizou esse leite e depois fez uma cirurgia no cisc daquele com o ácido sulfúrico até encontrar a sua raiz e raspou-a do couro cabeludo. acompanhou tudo aquilo naturalmente sem demonstrar o menor sinal de sofrimento,

e e depois fez uma cirurgia no cisc daquele com o ácido sulfúrico até encontrar a sua raiz e raspou-a do couro cabeludo. acompanhou tudo aquilo naturalmente sem demonstrar o menor sinal de sofrimento, sem apresentar qualquer esgar. Quando terminou, Charles Recherchet despertou e ele começou a urrar de dores do ácido sulfúrico que havia destruído lentamente aquela calcificação que se encontrava no seu couro cabeludo. Slade deu as provas mais retomantes e outros médiuns, médiuns admiráveis, como a jovem menina de 19 anos. casada com o filho do general Noel. O general Noel era uma personalidade muito famosa na França nessa época, 1880, 85, e ele tinha uma situação privilegiada na Argélia, em Argel, era governante. E então Rich viajou à Argélia, levando a sua médium, de preferência admirável. Ele mandou construir um quarto de 3 por4 m com a única porta de entrada. E ali ele se reunia a jovem médio, ele, o esposo dela e o pai. eram, portanto, cinco pessoas, uma única porta e ela fazia as matizações mais impressionantes, principalmente de um Arabi que dizia ter morrido no deserto. Ele era um peregrino do deserto chamado Ben Boá. Era impressionante como aquela jovem frágil ali empurrada por detrás de uma cortina eliminava ectoplasma a energia pelos orifícios naturais da face e compunha homem com a indumentária pesada, com barba e que falava um dialeto que nenhum dos presentes conhecia. Rich ficou suspeitando que aquilo fosse um ardio, que ela tivesse entre as roupas, alguma máscara, alguma coisa. E chegando ao espírito, puxou-lhe a barba para ver se era fixa ou se era uma impostura. E a médium à sua vista, ele fotografou. A médium, fotografou Ben Boá. Mas o mais interessante é que para acabar qualquer dúvida, Rich riscou o solo dividido a sala. Na parte de lá ficava médium por detrás de uma cortina e do lado de cá as cadeiras com eles e jogou talco no chão. Porque quando os espíritos materializavam eles andavam e se eles estivessem flutuando, é claro, não deixariam nenhuma marca no talco. Quando

e do lado de cá as cadeiras com eles e jogou talco no chão. Porque quando os espíritos materializavam eles andavam e se eles estivessem flutuando, é claro, não deixariam nenhuma marca no talco. Quando terminava a sessão, o talco estava perfeito e os espíritos estiveram com ele dando as maiores demonstrações. Ele então preferiu fazer uma experiência química, levou um copo com água de barita e escondeu. Quando a reunião começou, ele pegou um canulo, deu a beniboá para soprar o canulo até o vaso com água de barita. Quimicamente, o oxigênio, o hidrogênio, o azoto, quando entram em contacto com esse essa substância química, produz uma substância leitosa. E a substância tornava-se leitosa diante dos olhos de Richê, toda vez que Beniboá soprava, o que provava não pertencer a um fantasma, porque a sua dúvida é que aquilo fosse uma fantasia. era saído de um pulmão humano. O pulmão produzia gás carbônico e o gás carbônico produzia a reação da substância de Barita. E Rich escreve a obra fantástica metapsíquica humana. Em 1885, quando Freud estava em Paris, Rich deu-lhe de presente esse livro e Freud, por preconceito, nunca o leu. Em 1925, remexindo seus livros em Viena, Freud encontrou o Metapsíquica Humana escrita em francês. E então lamentaria depois. Lamentava profundamente nunca ter lido aquela obra extraordinária que Rich gastou 30 anos de pesquisas. Se ele tivesse lido sem preconceito, isso teria sido muito útil na elaboração da psicanálise. escreveu mais tarde um outro livro a respeito da esperança e declarou numa carta que ele fez uma correspondente inglesa, a senora Bbas de que tudo aquilo que eles faziam e pensavam eram realmente a imortalidade da alma. Os espíritos se interessam a dizer-nos que a vida continua. A miúde em todo lugar do mundo. Quando se apresentam fenômenos mediúnicos, a base é para provar a imortalidade da alma e nos preparar para atravessar o portal da eternidade com dignidade e justiça. Eis porque hoje no turbilhão das angústias temos o consolo

ômenos mediúnicos, a base é para provar a imortalidade da alma e nos preparar para atravessar o portal da eternidade com dignidade e justiça. Eis porque hoje no turbilhão das angústias temos o consolo extraordinário da doutrina espírita. A morte é somente uma mudança de estado vibratório. A porta da desencarnação é também a porta do triunfo. Saímos de um estado de energia para um outro estado de energia e confirma em género número e grau a grandeza do evangelho de Jesus, dando-nos a ética que vem sendo descuidada e mesmo posta ao abandono, falando-nos dos princípios básicos que Jesus tanto ofereceu, porque o espiritismo é uma ciência, é uma filosofia. Mas é também uma doutrina religiosa. Ela não é uma religião com dogmas, com formulários, com experiências, com grandezas e misérias humanas. Como disse Emanuel, o espírito é a doutrina dos espíritos, a religião dos imortais, provando que nós somos imortais. Então, nos cabe neste momento cuidar do ser que somos. Porque a morte vai nos abrir as portas do porvir e dar-nos a verdadeira felicidade. Desde hoje, trabalhemos em prol desta felicidade, acumulando bens para tornarmos o tesouro da vida de maneira imortal para todos os tempos do existir. A mansão do caminho apresenta em todas as épocas, desde aquelas nas quais o princípio inteligente iniciou o seu processo de crescimento, encontrou outros seres que se caracterizaram pela ferocidade e percepções elevadas da vida. Quantos leprosos eram aqueles no grupo que Jesus curou? Por somente um voltou para agradecer-lhe a vida e a rapidez da conquista da saúde? E os outros para onde seguiram? A ressurreição de Jesus é o mais belo testemunho de amor e de sua gratidão aos que lhe assassinaram o corpo, pois que se não tivesse havido a morte, não se teria a gloriosa ressurreição. Vida plena de Divaldo Pereira Franco pelo espírito Joana de Angeles. Muito bem, Jorge. Vamos agora então à nossa segunda parte. Depois dessa palestra brilhante que o Divaldo elaborou, mostrando a beleza

da plena de Divaldo Pereira Franco pelo espírito Joana de Angeles. Muito bem, Jorge. Vamos agora então à nossa segunda parte. Depois dessa palestra brilhante que o Divaldo elaborou, mostrando a beleza da mediunidade. Então, para você, Jorge Larate, a primeira pergunta que nos chega de Karina, ela diz o seguinte: "Existe a opção de de nos negarmos a reencarnar ou não temos escolha?" Uma resposta mais exata seria sim e não. Sim, no sentido de que não há um impositivo absoluto, no sentido de que o espírito tenha que obrigatoriamente cumprir uma decisão da reencarnação quando apontada por alguém do mundo espiritual. E não porque é impossível resistir à lei do progresso e a necessidade da reencarnação como a oportunidade bendita do espírito rentear novamente com suas experiências e a oportunidade de provar a si mesmo a vitória sobre as suas imperfeições morais e a chance do reencontro com aqueles a quem precisa conviver para de certa maneira consolidar os laços de afeto e, ao mesmo tempo cicatrizar feridas dos laços mal resolvidos do ontem e que muitas vezes renascem dentro do lar. Resumidamente, podemos dizer, portanto, que o Espírito pode postergar por um tempo a sua possibilidade de reencarnação, mas ele não tem a condição de impedir a manifestação da vontade divina, porque a reencarnação é o imperativo divino. Não é uma punição, não é um processo punitivo de Deus, mas uma oportunidade bendita de progresso. O espírito, portanto, necessita dessa experiência, mas pode, pelo seu livre arbítrio, optar de maneira mais ou menos de acordo com a sua evolução, o período mais propício para que isso possa acontecer, havendo os imperativos da lei, quanto mais atrasado e comprometido for o espírito, mas ele tem a necessidade da reencarnação. Divaldo, a pergunta que nos chega de Antônio, qual a origem do demônio e de Satanás e por que até hoje predomina a ignorância neste aspecto? Na tradição literária vamos encontrar Sócrates anunciando no século antes de Cristimon que eu acompanhava.

ual a origem do demônio e de Satanás e por que até hoje predomina a ignorância neste aspecto? Na tradição literária vamos encontrar Sócrates anunciando no século antes de Cristimon que eu acompanhava. Daimo ou daimônio significa demônio. Só que o demônio que acompanhava Sócrates era um espírito familiar que ele dava notícias positivas, que anunciava inclusive acontecimentos. são narrados pelos biógrafos do insignimestre ateniense, fatos em que o seu dion recomendou a pessoas que não tomassem determinadas oposições porque iam ser muito infelizes. O jovem mesmo que disse que ia fazer uma viagem, Sócrates lhe disse que não, não fosse. O seu Diamond disse-lhe que ele iria sofrer muito ao atravessar uma floresta. E assim a palavra da Aimon passou para o cristianismo como sendo aquelas forças espirituais que a tradição bíblica denominavam como anjos maus descendentes daquele que se rebelou contra Deus, nãoé? Então, a palavra da Aimon passou a ser mais tarde traduzida para o latim com o significado pejorativo de demônio. Demônios significa o anjo ma que perdeu e esse entrou no cristianismo como sendo as forças negativas que combatem a divindade e que parece imitá-la em suas manifestações para poder vencer. Não sei o que iria vencer, porque Deus é o criador, seria também o criador dessa própria força. Mas em realidade o demônio só existe na palavra. E o demônio socrático, o anjo bom, o se familiar, esse sim existe. Jorge, uma pergunta que nos chega de Nelson. A condição de pobreza é sempre expiatória ou pode ter caráter missionário? A exceção da doença mental. Todas as demais experiências humanas podem ser uma expiação, uma aprovação ou uma atividade de caráter missionário. Na obra Reflexões Espíritas, no capítulo 33, existe uma mensagem de Viana de Carvalho que trata sobre a questão da pobreza como sendo não fruto de um processo expiatório da criatura humana. mas fruto do processo de exploração que pode acontecer nas sociedades modernas, na quais nas quais determinados indivíduos que ainda são iniciantes no

uto de um processo expiatório da criatura humana. mas fruto do processo de exploração que pode acontecer nas sociedades modernas, na quais nas quais determinados indivíduos que ainda são iniciantes no processo evolutivo integramas das grandes cidades e acabam se tornando vítimas do processo exploratório daqueles que deveriam ser os seus orientadores na inserção desses indivíduos nas condições da sociedade. moderna. Assim, portanto, esses que poderiam integrar a sociedade numa condição de classes mais simples, mas que convivendo com aqueles que são mais experimentados, poderiam produzir assim o crescimento intelecto, moral desses indivíduos, acabam se tornando explorados por eles, gerando muitas vezes bolões de miséria e antros de violência, que não são frutos de processos necessariamente expiatórios, embora nesse esses grupos possam existir aqueles que estejam nessa condição, mas são antes resultados do fenômeno provacional, dos quais os indivíduos explorados acabam sendo assim vitimados por aqueles que, motivados pelo seu egoísmo e seu orgulho, se utilizam das suas condições para explorar aqueles mais frágeis. E pode existir também as as pobrezas, os as situações de pobreza por circunstâncias missionárias, como por exemplo o pobrezinho de Assis, a figura de Paulo de Tarso, o tecelão, e tantos outros, como o próprio Jesus, que vividos na singeleza, na no desprovimento das riquezas da terra, deixavam o rastro luminoso pela possibilidade de percebermos que, bem-aventurado São os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Divaldo, uma pergunta de Fátima. Na escala evolutiva, em que momento se dá a passagem de corpos, de nossos corpos materiais para corpos mais fluídicos? À medida que vamos vencendo as paixões e passando a dedicar-nos a construção do bem, o nosso perespírito vai acumulando energias saudáveis que vêm do espírito na sua comunhão com o cosmo. E essa transformação é lenta, não é? determinado instante há um golpe do destino. Recordemo-nos de uma das obras lindas do Chico Xavier

rgias saudáveis que vêm do espírito na sua comunhão com o cosmo. E essa transformação é lenta, não é? determinado instante há um golpe do destino. Recordemo-nos de uma das obras lindas do Chico Xavier quando fala a respeito de um grande missionário do Espiritismo no Brasil, irmão Jacó, que havia sido judeu e que adotou um pseudônimo no livro porque a família ainda estava encarnada. Voltei. Ele sempre que ia a qualquer atividade, acompanhado pelos mentores, ele aplicava paz, socorro e via as luzes que eram exteriorizadas pelos benfeitores espirituais. Certo dia, depois de muita luta, ele faz uma aplicação de passe e fica feliz de ver a luminosidade que se encontra nele. E o benfeitor aí diz: "Essa luz já é já é conquista dele, não era mais dos outros". A nossa evolução, a nossa mudança, a sutileza do perespírito está na razão direta da leveza moral do espírito que somos no corpo brutal em que ainda estamos. Jorge, uma pergunta de George. Os espíritos ficam com a mesma aparência da sua última reencarnação até a próxima reencarnação? mantém a mesma aparência. Tipamente existe uma certa tendência de o espírito apresentar fisicamente no mundo espiritual as características básicas daquelas nas quais ele se manifestava durante a última existência. Isso de certa maneira é uma regra geral, mas não se constitui um determinismo divino, até porque existem algumas condições que precisam ser consideradas. Ponto número um, indivíduos desencarnados muito jovens podem apresentar-se num curto intervalo de tempo como indivíduos adultos, mostrando que, embora ainda possam se dizer como sendo os mesmos que desencarnaram, mas rapidamente alcançando a condição diferente daquela que desencarnaram quando muito crianças. Segunda situação número dois. Na obra O céu e o inferno de Allan Kardec, quando retrata a figura de Messier Sanson, que era um dos integrantes da sociedade parisiense de estudos espíritas e que desencarna, ele aparece pouco tempo depois no grupo mediúnico ao qual pertencia,

uando retrata a figura de Messier Sanson, que era um dos integrantes da sociedade parisiense de estudos espíritas e que desencarna, ele aparece pouco tempo depois no grupo mediúnico ao qual pertencia, muito mais jovem do que ele havia desencarnado, apresentando uma característica bastante comum que é o remoçamento, a possibilidade de você se apresentar dar mais jovem do que naquela idade que você teria desencarnado. Mas mesmo nessas circunstâncias, note que o indivíduo ainda está na mesma existência, mas existem casos nos quais os indivíduos, por uma questão de evolução, pela capacidade que já possuem evolutiva, podem apresentar-se não mais com a mesma característica física da última existência, porque quem determina a forma do perespírito é a vontade do ser humano. E quando o espírito está desenfaixado das circunstâncias materiais sob as quais a existência humana os subjulga ou serem entidades mais elevadas, eles podem se apresentar com características distintas porque possuem no corpo mental, ou seja, a imagem que fazem de si mesmo, uma representação diferente daquela que tiveram na última existência. Exemplos dessa circunstância encontramos na figura de Emanuel, aquele que já teve tantas encarnações nas diversas obras de Chico Xavier e depois na própria história do Brasil mais recente, mas que prefere apresentar-se como o senador Rubiolentulos por haver sido essa a encarnação na qual encontrou Jesus e, portanto, modela o perespírito dentro dessas conformações e coroando Todas essas questões na manifestação no alto do monte Tabor, em que Jesus encontra-se com Moisés e Elias, importa considerar que Elias acabara de desencarnar como João Batista, mas preferira apresentar-se a Jesus como profeta Elias, Eliahuanavi, o profeta Elias dos judeus e não como João da cidade de Ainarim, o João, o Batista. Divaldo, uma pergunta de Vitória. Como conquistar a saúde mental e a inteligência emocional através do esforço para melhor a cada momento, sem desistência, sem recu? Qualquer esforço que fazemos cria um

valdo, uma pergunta de Vitória. Como conquistar a saúde mental e a inteligência emocional através do esforço para melhor a cada momento, sem desistência, sem recu? Qualquer esforço que fazemos cria um hábito e é através do hábito bom, o hábito de bem pensar, as boas conversações, os esforços para a conduta reta, socialmente considerada nobre. Isso irá impregnando-nos e nós vamos mudando do nível espiritual e moral em que estamos para o mais elevado. O nosso coeficiente emocional muda, a sensibilidade faz-se muito mais sutil e delicada à medida em que a nossa percepção da vida espiritual, num caso específico se fez o maior iluminada. Os medos que antes nos acompanhavam cedem lugar a confiança e nós passamos a ter uma vida interactiva, dinâmica, uma vida emocional tranquila e equilibrada. Por isso que Jesus nos disse: "Sois deuses". Então, é necessário que nós mergulhemos no mundo íntimo e arranquemos essa presença transcendente do Pai que está em nós em germe, aguardando a nossa contribuição para poder atender o processo da evolução. Jorge, Isabel nos faz uma pergunta no seguinte contexto: o porquê da dor? O livro dos espíritos, na questão 614, nos oferece como resposta dos espíritos à indagação de Kardec Deus é a única, verdadeira para a felicidade do homem. Indica-lhe o que deve fazer ou deixar de fazer. E o homem só é infeliz quando dela se afasta. Observar que a resposta diz que o homem só é infeliz quando dela se afasta e não que o homem sofre quando dela se afasta. A infelicidade é uma coisa e a dor é outra. Porque a dor, na verdade, como diz o livro, o Evangelho Segundo o Espiritismo, a dor, a partir do momento que nós fazemos a ressignificação dela nas nossas vidas, passa a ser interpretada como uma bênção que Deus envia a seus eleitos. Então, experimentar a infelicidade é uma circunstância. Experimentar a dor é uma circunstância profundamente diferente, porque a partir do momento que o indivíduo interpreta o propósito do sofrimento nas suas eh condições de

felicidade é uma circunstância. Experimentar a dor é uma circunstância profundamente diferente, porque a partir do momento que o indivíduo interpreta o propósito do sofrimento nas suas eh condições de vida, ele pode tirar bastante proveito positivo dessas experiências. A dor, portanto, não pode ser interpretada por nós como um instrumento do peso da mão de Deus sobre as nossas vidas, como um castigo, como uma movimentação de Deus para querer nos punir. Porque a dor, ela é uma circunstância que, de certa maneira, faz parte da própria existência humana. O próprio ato do parto, do nascer, do primeiro vagido da criança, já é uma circunstância da sinalização do processo, daquilo que poderíamos chamar de dor, mas que é o chamamento da vida para o crescimento da criatura. Então, dentro dessa perspectiva, a dor faz parte da existência. O que não faz parte das nossas circunstâncias reais é aquilo que o Buda chamava de o sofrimento do sofrimento. O homem pode sofrer, o homem pode experimentar a dor, mas o sofrimento do sofrimento, ou seja, a dor de mim mesmo pelo fato de eu experimentar o sofrimento, é que constitui a leitura equivocada do homem sobre a própria vida. A revisão dos conceitos apresentados pelo B sinalizava para nós as reflexões sobre a razão do sofrimento humano, são muito importantes para uma visão mais nítida sobre as razões pelas quais muitas vezes essas experiências nos alcançam. Nós temos que perceber que muitas vezes as nossas existências possuem sofrimentos que são provocados por nós próprios. Nós deflagramos o processo de sofrimento pelas nossas condutas. Então, às vezes, o sofrimento sinaliza os nossos desequilíbrios, as nossas dificuldades emocionais que resultam em sofrimento. De outras vezes, eles não resultam de uma ação objetiva do homem agora, mas resultam de uma história do passado, de uma má conduta no ontem, que se reflete no hoje. E existe as dores que são naturais da própria existência, independente das circunstâncias, porque fazem parte do natural processo da vida.

passado, de uma má conduta no ontem, que se reflete no hoje. E existe as dores que são naturais da própria existência, independente das circunstâncias, porque fazem parte do natural processo da vida. Então, é preciso que nós saibamos não nos lamentar diante da dor, mas aprender com as oportunidades que a vida nos oferece, indagando o que fiz eu para que determinadas circunstâncias pudessem me alcançar. Se eu fui de alguma forma responsável por esse processo, aprender a não procurar as mesmas causas, fugindo dos processos de sofrimento e alcançando progressivamente progressivamente a minha questão de liberdade espiritual. em contrapartida, quando eu verifico que não sou eu o causador do sofrimento, pensar que, como sou eu uma alma imortal, a dor me alcança como processos muitas vezes para que eu me reabilite diante da lei ou para que eu deixe os meus testemunhos de aprendizado e de ensinamento pelo processo da dor missionária. Recomendo como leitura para essa questão o capítulo 32 da obra Crestomatia da Espiritualidade, uma página chamada As Três Sombras, aonde a própria dor apresenta a sua ressignificação após o encontro com Jesus, uma página assinada por Padre Natividade pela psicografia do nosso querido Divaldo Pereira Franco. Jorge, muito obrigado aí pelas suas respostas. Tenho certeza que o público ficou extremamente satisfeito e lamentavelmente chegamos ao final no dia de hoje do nosso Conversando sobre Espiritismo. Então, colocamos à disposição de você para se despedir do nosso público ouvinte. Quero aproveitar a oportunidade final para dizer a todos nós que somos nós, os artífices constituidores da paz do nosso planeta, do nosso país, do nosso lar e do nosso coração. Já chega de tanto desamoris, já chega de tanto destilar de ódios e de divisões entre as criaturas. Já passou o tempo de nós baixarmos todas as nossas armas, as armas da língua, as armas do coração, as armas do teclado e nos enxergarmos como verdadeiros irmãos. Porque não será possível construir uma

Já passou o tempo de nós baixarmos todas as nossas armas, as armas da língua, as armas do coração, as armas do teclado e nos enxergarmos como verdadeiros irmãos. Porque não será possível construir uma sociedade harmoniosa com os nossos corações cheios de desamor. Está passando da hora de nós enxergarmos as nossas responsabilidades coletivas e darmo-nos as mãos verdadeiramente para a construção da sociedade que tanto sonhamos, mas que não queremos dar o nosso contributo para poder construí-la. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Esse o mandamento novo e inamovível para que construamos a sociedade que a terra há de se transformar. Muito obrigado, Jorge. Agradecemos a nossa equipe técnica da TV Web Mansão do Caminho, ao Júnior, ao Sérgio. Agradecemos a Divaldo, a professora Solange pela prece de abertura, a Dra. Piedade, nossa diretora, e a todos aqueles que estiveram conosco nesta hora de aprendizado e de comunhão fraterna no meio espírita. Então, despedimo-nos, agradecemos a todos e que Jesus nos abençoe hoje e por todo sempre.

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