#214 - A Doença, Um Chamado a Consciência - Jorge Elarrat (CEECAL EM FOCO)
Programa: CEECAL EM FOCO - Edição 214 Expositor: Jorge Elarrat Tema: A Doença, uma Chamado a Consciência Realização: Centro de Estudos Espirita Caminho da Luz - CEECAL Data: 29/06/2025 às 19h Transmissão: TV CEECAL Retransmissão: Web Radio Fraternidade, Espiritismo e Mediunidade, IGESE, FEC TV, Face TV CEECAL Playlists: CEECAL EM FOCO - https://youtube.com/playlist?list=PLv... PlayLists Transmissão TV CEECAL - https://youtube.com/playlist?list=PLv... 🔹 E-Mail CEECAL: Contato.ceecal@gmail.com - Carlos Schmitz Mídias Sociais do CEECAL 🔴Youtube: https://www.youtube.com/tvceecal 🌐 Nossos Sites: www.eventos-ceecal.com 🙋 Instagram: @tvceecal Telegram:Https://t.me/tvceecal Rádio CEECAL 24 horas no ar Web Radio CEECAL = https://www.radioceecal.webradios.net/ Convide um amigo 🔹 Inscreva-se no Canal 🔹 DEIXE SEU LIKE 🔹 E ative o sininho para não perder nossos vídeos 🔹 E nos ajude na sua divulgação 🔹 A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita - Seguindo o lema "A maior caridade que você pode fazer para a Doutrina Espírita é a sua divulgação" aqui estamos levando a todos catarinenses e ao mundo os eventos aqui realizados, bem como o intercâmbio entre expositores da nossa de terra e de outros estados oportunizando a todos um pouco mais de informação e conhecimento do espiritismo. A TV CEECAL tem o objetivo de Divulgação da Doutrina Espírita Amigo do CEECAL: Você pode nos auxliar atraves do - PIX - 09325195000114 #tvceecal #ceecal #maysebraga #rossandroklinjey #jorgeelarrat #aneteguimaraes #paraviver #autoajuda #relaxar #meditar #tranquilizar #reflexão #toxico #frustracoes #inveja #disciplina #pensamento #ansiedade #espiritas #evolucao #espiritual #esclarecimento #emmanuel #palestraceecal #shortsceecal #chicoxavier
Uma boa noite a todos irmãos, irmãs desse nosso Brasil, desse nosso planeta. Porque não precisa dizer, né? Porque hoje o programa Secal em Falco chega em vários países e então a gente com muito carinho, com muito amor agradece a todos a presença nesse momento. Com gratidão mais um programa Secal em Foco. Primeiramente, vamos agradecer os nossos parceiros que estão restransmitindo essas palestras da noite de hoje, a TV Secal, a Web Rádio Fraternidade e GES Instituto Goiano de Estudos Espírita, a FEC TV de Santa Catarina, a 14ª UDE de Florianópolis, ao Espiritismo Mediumidade e a Rádio Portal da Luz. Hoje é com grande prazer que a gente tá fazendo mais um programa e quem vai estar conosco é uma pessoa que todo mundo não gosta dele, o Mach. Acho que tá cansado de ver ele na na internet, né? Mas é muito amado e muito querido. O nosso queridíssimo amigo Jorge Elarrat, que vai est dando nossa honra hoje de estar conosco aqui nesse programa. Boa noite, meu garoto. Ô, meu garoto, boa noite para você. Boa noite para o nosso pessoal aí nos nossos bastidores que estão conosco aí na técnica da nossa live. E uma boa noite muito especial para o Adilson Shibucaua, para Bet Silva, para Bruna Costa, Vera Porto, que estão conosco através da internet e muitos outros que também estão com a gente aqui na nossa noite de hoje. Uma boa noite para todos nós e que tenhamos uma noite bastante agradável hoje de estudo. Que assim seja o Jorge hoje. Bom, o Jorge não presente não requer mais apresentação, mas vamos lá. Ele é presente espírita e hoje divide entre a Federação Espírita de Rondônia e o Centro Espírita Recanto da Pressa em Curitiba e mais outras coisas que não tem detalhes mais porque ele já tá bem conhecido já, né? E até é até um irmão já de caminhada muito longa aí que tá cada vez mais redescobrindo esse nosso planeta. Aí o tema que vai tratar hoje é um tema muito especial porque trabalha muito, é uma parte difícil ser trabalhado, né? A doença um chamado consciência. Nesse momento difícil que a
o esse nosso planeta. Aí o tema que vai tratar hoje é um tema muito especial porque trabalha muito, é uma parte difícil ser trabalhado, né? A doença um chamado consciência. Nesse momento difícil que a gente passa no planeta de transição aí, né? Muitos irmãos nossa se encontram enfermos e muit das vezes não sabe o porquê. Vamos ver. Quem sabe a gente consegue dar uma ajuda hoje, esclarecendo, auxiliando principalmente esses irmãos, fazendo compreender que estamos no mundo de prova expiação e tudo está a à nossa frente aí para nos fazer crescer, para nos fazer trabalhar o nosso eu. E a doença faz parte da evolução nossa desse mundo. Se não tivesse a doença, não estaríamos aqui mais. Com certeza estaríamos no mundo mais felizes, né? Mas como estamos no mundo de prova expiação, ainda precisamos de uns corretivos e a doença nada mais é do que isso. Antes de começar o programa, vamos fazer uma prece pedindo a nosso mestre Jesus, a nosso pai maior, toda a equipe espiritual que coordena esse trabalho de secão e foco. Que nesse momento possamos ser instrumento e auxílio aos irmãos necessitados, levando essa mensagem de paz e amor a todo esse nosso planeta. F que essa que essa mensagem chega, como disse nosso queridíssimo Paulo, usar os poderes do espírito. É isso que o Secal faz, levar essa mensagem de conforto, de trabalho a todos os irmãos necessários. E uma um nosso irmão Jorge tenha muito atenção da espiritualidade para auxiliá-lo nesse programa de hoje, fazendo com que ele nos traga uma mensagem de conforto e de muita paz. Que o nosso mestre Jesus nos ilumine hoje, agora e sempre. Meu jovem, eu tô aqui nos bastidores. Qualquer coisa me chama, a gente conversa. A medida que vai tendo pergunta ali, você vai vendo. Você não quer ficar comigo? Pode ser também, não seja por isso. Fica comigo pra gente ficar juntos. Então vamos ficar juntos. Me dê, me dê a honra da sua companhia. Então vamos ficar nós dois. Se vai, se for aparecendo pergunta ali, a gente vai falar. Isso. Exatamente. Vamos começar.
e ficar juntos. Então vamos ficar juntos. Me dê, me dê a honra da sua companhia. Então vamos ficar nós dois. Se vai, se for aparecendo pergunta ali, a gente vai falar. Isso. Exatamente. Vamos começar. Bom, eh, o nosso tema de hoje, como o Antônio Carlos estava comentando, é um tema muito instigante e muito oportuno em função dos graves problemas que a gente tem na nossa sociedade de hoje. Pet Silva, o que que acontece? Nossa sociedade está marcada por uma série de adoecimentos. E desde 1948, a Organização Mundial da de Saúde, a OMS, ela redefiniu o que é saúde, o que é a condição saudável da criatura humana. Porque antes nos crença de saúde era a condição de estarmos organicamente eh em pleno funcionamento de saúde. Mas desde 1948 que se alargou esse entendimento. E hoje para que você diga que uma pessoa tem saúde, ela tem que trabalhar três aspectos ao mesmo tempo para que se diga que ela está saudável. Ela tem que estar organicamente, fisicamente saudável. Ela precisa estar emocionalmente, psicologicamente saudável. E ela tem que estar socialmente saudável. Porque às vezes a gente está com um desafio orgânico, uma doença no corpo físico. Às vezes o nosso problema não é no físico. Você faz um exame de sangue, tá com as taxas estão normais, faz os demais exames e tá tudo dentro dos conformes, mas você está com a mente abalada. é um processo depressivo, um quadro de ansiedade, é um drama qualquer que você possa ter e que de repente não está sendo representado no corpo físico. E também a OMS destaca a questão social. Você precisa estar bem socialmente nas suas relações afetivas, no ambiente aonde você se movimenta para que você possa dizer que uma pessoa está plenamente saudável. Essa definição que a UMS coloca, ela é seguida por Jona de Angeles na série psicológica, quando ela trata sobre isso no livro seis da série, que é autodescobrimento, uma viagem interior. ali ela também apresenta esse conceito alargado de saúde, eh, nos lembrando exatamente sobre a necessidade de nós
trata sobre isso no livro seis da série, que é autodescobrimento, uma viagem interior. ali ela também apresenta esse conceito alargado de saúde, eh, nos lembrando exatamente sobre a necessidade de nós observarmos esses três aspectos para garantirmos a nossa condição de saúde física. Então, quando a gente abre para esse aspecto assim mais largo deci, nós vamos tendo uma sensação de que nós não somos saudáveis, né? Porque, poxa, quem é de nós que está plenamente do ponto de vista orgânico? Quem de nós que está plenamente no sentido psicológico? Quem de nós que está plenamente no sentido social? E aí, Cláudia Maciel é um grave problema para nós, porque diz assim: "Nossa, então nós somos todos doentes". É, não é estranhável que seja assim. Por quê? Porque como o Antônio Carlos estava começando a falar no início, o nosso padrão evolutivo no planeta é ainda de espíritos com muitas dificuldades. Nós não somos a humanidade do universo. Nós não somos nós não somos a humanidade daquilo que Deus criou. Nós somos, na verdade, um planeta que mais se parece com um hospital do que com uma sociedade saudável. Nós somos sim espíritos com muitas dificuldades emocionais. Nós temos graves problemas de egoísmo, de orgulho, de vaidades, de ressentimentos, de ódios, vinganças. Guardamos uma série de sentimentos ruins, somos ingratos. Então, esses processos emocionais, eles se depositam no fundo das nossas almas e eles são responsáveis por boa parte. Eu disse boa parte, eu não disse a totalidade, mas eles são responsáveis por boa parte dos adoecimentos que a nossa humanidade possui. Em outras palavras, de onde vem os adoecimentos sociais, físicos e psicológicos que nós enfrentamos na nossa sociedade Dalva. De onde vem isso? vem fundamentalmente do padrão espiritual que nós possuímos, do nível eh espiritual que nós alcançamos nas nossas existências e que carreia para a nossa história de vida uma série de dificuldades nesse sentido. Por quê? Porque a doutrina espírita sendo uma doutrina reencarnacionista,
que nós alcançamos nas nossas existências e que carreia para a nossa história de vida uma série de dificuldades nesse sentido. Por quê? Porque a doutrina espírita sendo uma doutrina reencarnacionista, assim como muitas outras, que também defendem a mesma posição para explicar os fenômenos da vida. A doutrina espírita, evidentemente, vai apresentar para nós as causas profundas da maior parte ou de grande parte dos adoecimentos que a criatura humana possui. Então, o que que conta a doutrina espírita a esse respeito? O que é que ela fala para nós, Andreia? Qual é a leitura que o Espiritismo nos faz? O Espiritismo diz o seguinte, que quando a morte vem, nos colhe e nos devolve para o mundo espiritual, nós saímos da vida física com algumas histórias mal resolvidas, porque durante a existência física, nós desenvolvemos sentimentos negativos em relação a algumas pessoas. odiamos, planejamos vingança, temos uma forma de viver agressiva. Podemos estar encharcados do vício, Rosineid, podemos estar encharcados de desequilíbrios emocionais. Podemos estar feridos pelo desinteresse pela vida. Quantos de nós partimos da existência física, desistindo de viver pela porta enganosa do suicídio, acreditamos que não vamos mais existir. Então, a grande maioria de nós chega no mundo espiritual com muitas questões a resolver. Nós não chegamos como espíritos felizes do lado de lá. É lógico que existem as exceções. Existem pessoas que fizeram uma história muito bonita. E quando eu falo de história muito bonita, meu querido Dudu Porto, eu não estou querendo dizer que são pessoas que se dedicam eh a uma causa religiosa ou que são espíritas destacados, não. Uma mãe silenciosa que cuida de seus filhos, sem às vezes grandes conhecimentos espirituais, mas que amou muito, é um espírito que volta para o mundo espiritual em excelentes condições eh em termos de eh ambiência para o retorno ao mundo espiritual. As condições de um espírito desse são bastante razoáveis. Então, não é necessário que eu tenha uma
o espiritual em excelentes condições eh em termos de eh ambiência para o retorno ao mundo espiritual. As condições de um espírito desse são bastante razoáveis. Então, não é necessário que eu tenha uma dedicação, seja um São Francisco, para chegar bem no mundo espiritual. Se alguém tiver dúvida disso, veja o livro A Luz do Consolador, capítulo eh os Segredos do Túmulo, que vai verificar isso que eu estou falando, no qual Ivone do Amaral Pereira nos mostra que a pessoa mediana já chega no mundo espiritual em condições satisfatórias. Não precisa ser um abnegado para chegar lá em condições boas, mas evidentemente o abnegado chega melhor. Então, eh nós chegamos no mundo espiritual frequentemente com muitas sequelas, com muitas dores, muitos conflitos. E esses conflitos tem uma coisa muito interessante. Ele pode estar sendo motivado por duas grandes classes de problema. Primeiro tipo de problema, eu sou o causador. Fui eu que produzi, fui eu que fiz. Então, eu matei, eu fiz mal à pessoas, eu fui cruel, eu fui um déspota, eu fui um marido terrível, eu fui uma um filho ingrato, eu fui um rico perverso, eu fui um pobre eh iracível, odiento, invejoso. Então, todas essas condições, elas levam para o mundo espiritual um tipo de problema. quando eu sou o causador do problema. Mas existe uma segunda situação que também acontece na nossa chegada no mundo espiritual, que nem sempre é citada. É quando nós chegamos no mundo espiritual, não na condição de algóz, mas nós chegamos na condição da vítima magoada. Não é qualquer vítima, Antônio Carlos, não é qualquer vítima. É a vítima que ficou aqui. Ai, ele me bateu, ai mim, coitadinho. Ai, isso também gera compromisso no mundo espiritual. Então, eu vou colocar uma imagem assim bastante eh didática pra gente entender. Imagina que alguém pegou uma espada e enfiou essa espada atravessando, furou o pulmão de alguém e esta pessoa morreu. O que furou com a espada? Chegar, meu Deus, o que eu fiz? Eu furei o outro? Como é que eu pude fazer isso? Como é que eu pude fazer?
espada atravessando, furou o pulmão de alguém e esta pessoa morreu. O que furou com a espada? Chegar, meu Deus, o que eu fiz? Eu furei o outro? Como é que eu pude fazer isso? Como é que eu pude fazer? e vive um drama em função das descobertas do lado de lá da vida, que não deveria ter feito isso. Mas o que acontece, Celina Julieta? A vítima que recebeu o golpe da espada se guardou mágoa, guardou o ódio, movimentou seu coração no sentido de odiar a pessoa que lhe feriu, também chega no mundo espiritual em condições negativas. Olha que interessante. Não é só o que é mau e que chega no mundo espiritual problemático. A vítima que também ficou, Rita Isabel, a vítima que ficou também no mundo espiritual gemendo pelo que foi feito, querendo vingança, essa vítima também adoece. Os dois t a tendência de no mundo espiritual apresentarem doenças. Então, nós vamos perceber que quando fala-se de alguém que está no mundo espiritual adoecido, não devemos pensar sempre que ele é um algóz que feriu. Ele às vezes é, na verdade, a vítima que não conseguiu eh se desenvolver desse processo de sofrimento que o outro lhe causou. A Rosângela eh faz um uma pergunta aqui. É isso daí, ó. Jorge, isso quer falar para você. A R faz, o Luiz também faz o comentário também depois. Jorge, a doença é encarada como um chamado para os a reflexão e transformação moral? Daqui a pouco, no próximo bloco, Rosâela, nós iremos trabalhar essa questão, tá bom? Não, se eu não tratar disso, você puxe a minha orelha, porque a gente deverá chegar nesse ponto. Cadê o comentário? O do Luiz do Luiz ali, ó. Tratar a doença como aprendizado é um dos passos que se dá como autoconhecimento. É, sem dúvida nenhuma. A gente vai mostrar essas coisas mais para frente. Quando estivermos mais lá pro final da nossa live de hoje, a gente vai encaminhar as questões de solução. Primeiro, a gente precisa entender como é esse mecanismo da origem, da gênese da doença, como que a doença ela se origina, por que nós adoecemos. Então, quando estamos lá no mundo espiritual, o
lução. Primeiro, a gente precisa entender como é esse mecanismo da origem, da gênese da doença, como que a doença ela se origina, por que nós adoecemos. Então, quando estamos lá no mundo espiritual, o que que acontece conosco? Nós trazemos o corpo espiritual com as sequelas daquilo que nós temos de mal resolvido nas nossas almas. Quando nós estamos no mundo espiritual, há uma tendência muito grande eh das pessoas no mundo espiritual verem a nós e enxergarem as lesões que nós temos. Então, um está com o coração, outro está com a mão, outro tem eh problemas na área da mente, outros problemas nos órgãos sexuais. A depender de onde nós nos comprometemos, existe no corpo espiritual demonstrações claras de que nós somos devedores da lei. Devedores da lei. Só que há uma coisa muito importante, meu querido Antônio Carlos, a gente precisa avançar. E está na lei de Deus que ninguém consegue ser feliz sem amar. Não existe. O amor é a condição inarredável para a felicidade humana. Igual Rodrigo fala ali também, ó, devemos perdoar até 70 x 7 para nos curarmos. É, Rodrigo, a gente precisa resolver isso. E se eu tô no mundo espiritual, curtindo um remorço daquilo que eu fiz, incomodado com o mal que eu pratiquei, o que que acontece? Nós começamos no mundo espiritual a procurar a solução para esse problema. Então, se eu ferir alguém, o que que se espera que aconteça no mundo espiritual? que a gente procure essa pessoa a quem nós ferimos e consigamos nos resolver com ela. Isso acontece em boa parte dos casos. Uma boa parte dos casos, os espíritos que tiveram dificuldade durante a existência física se reencontram no mundo espiritual e eles se buscam, eles se procuram para que eles consigam eh se perdoar, se entender, porque veja, o problema foi lá na existência, nós não estamos mais na existência. Agora nós compreendemos que somos espíritos imortais. Agora nós entendemos que aquilo era só a vida física. E muitas questões que a gente teve de ódio, de mágoa, de ressentimento, briga, confusão,
ia. Agora nós compreendemos que somos espíritos imortais. Agora nós entendemos que aquilo era só a vida física. E muitas questões que a gente teve de ódio, de mágoa, de ressentimento, briga, confusão, malquerença, elas se acertam no mundo espiritual. Os espíritos chegam lá, sentam, conversam e na medida em que eh esse entendimento vai acontecendo, eles vão resolvendo as suas diferenças, o desamor que existe e eles conseguem se pacificar. Então, qual é a lógica para a grande parte dos casos? Eu estou dizendo grande parte porque vai ter um que não vai ter solução, não, mas tem muitos que vai ter solução. As pessoas vão se entender e vão se conversar. Para aqueles que se entenderam e conversaram, existe a resolução desse problema, existe a chave dessas nossas questões. A Shine tá Shiny Panhard tá fazendo uma pergunta aqui. Shine Panhard. Shine. Vamos lá. Ela nesta vida sou mãe de autista. na vida passada, quem foi vítima e quem foi algo? Olha, olha, vocês estão muito ansiosos. Vocês estão querendo que eu fale das soluções antes de falar do problema. Olha, Shine, eu eu eu vou adiantar porque é para você, porque é para você, mas eu não iria responder agora não. Mas como é para você, eu vou adiantar. Quem foi que disse que tem que ter vítima e algós? Quem é? Quem foi que disse para você que todo processo tem que ter vítima e alg? Isso não é verdade. Nem todo processo de adoecimento eu tenho que ter uma vítima e gostó no processo. Porque veja, você já leu o livro há 2000 anos que tem a história de Pubulentolos e Lívia? Quem era o Gois e quem era a vítima? Não existia algise vítima. Existia um espírito comprometido e alguém que amava muito. Então, nem sempre quem vem para socorrer alguém que está na retaguarda é um espírito comprometido. A gente tem que rever esses conceitos. Muitas vezes é, muitas vezes existe uma vinculação de de desamor dois, mas tem muitas vezes que é alguém que ama muito e que diz assim: "Eu quero ir para buscar esta pessoa que ficou para trás. Me deixa aí para cuidar
uitas vezes existe uma vinculação de de desamor dois, mas tem muitas vezes que é alguém que ama muito e que diz assim: "Eu quero ir para buscar esta pessoa que ficou para trás. Me deixa aí para cuidar dele. Mas você nem precisa, mas é meu desejo. São os processos, eu disse, eu falei antes agora, quase sempre, né? Por quê? Porque nem todas as doenças são expiatórias, nem todas as síndromes são expiatórias, nem todos os nem todas as as ocorrências do lar são expiatórias. O lar de pubiolentulos tinha Lívia, não em processo expiatório, mas nem por isso ela deixou de sofrer. Teve um filho sequestrado, teve uma filha com uma doença grave, experimentou a o o indiferença do marido por 25 anos, foi devorada por um leão. Quer dizer, ela teve uma vida nada fácil, tá? Mas isso não era uma vida expiatória. Então, quando a gente vem para a Terra, existem alguns espíritos que sim, que vem para um processo expiatório, mas tem outros que não, que vem por uma outra razão, vem por amar demais. Aí você me pergunta, como eu vou saber se o meu caso é expiatório ou se o meu caso é este outro do amor? É só você ver como que você se relaciona com a prova que você atravessa quando a gente se debate muito, quando a gente se revolta shiney, quando a gente assim, eu não aguento mais, eu não quero mais ser professor, eu odeio essa profissão, eu vou tocar fogo na escola. Não é missionário, não é, é expiatório. Mas se é um mesmo professor da mesma escola que diz assim: "Quando chega o período do final do ano, eu fico adoeço de saudade dos meus alunos. Quando vejo meus alunos chegou, choro. Maior prazer de ir para dar aula. ganha o mesmo salário, trabalha na mesma escola, com a mesma diretora chata, mas tem uma visão totalmente diferente. Então, não é não é a experiência que determina que é expiatório, é como o espírito se posiciona na prova. Então, só você, Shiney, no fundo do seu coração que poderá responder essa pergunta, se o caso é expiatório ou se o caso é missionário. Se você viver uma história de muito
pírito se posiciona na prova. Então, só você, Shiney, no fundo do seu coração que poderá responder essa pergunta, se o caso é expiatório ou se o caso é missionário. Se você viver uma história de muito amor, de muita intensidade, de você ter orgulho do seu filho, é o indicativo de que aqui não existe processo expiatório, existe amor. Existe alguém que ama muito, que foi buscar alguém para o seu processo. Ah, foi buscar alguém. Não se preocupe que eu vou colocar a minha câmera reserva aqui. Às vezes a minha câmera principal ela fica assim. Aí vocês vão se divertindo enquanto eu monto a sua foto, né? E a Shane fala aqui, viu? Tenho muito orgulho do meu filho. Olha só, olha aí. Então isso é um indicativo de que as coisas não são assim como ela está pensando, não, tá? As coisas não são dessa forma. Então tem muitas histórias que são histórias muito positivas em que companheiros de outras espirituais eh se apresentaram para nos ajudar nesse grande mecanismo de de desenvolvimento das nossas vidas, né? Deixa eu ver se eu abro aqui a câmera. Vamos ver se vai abrir. Oremos ao Senhor. Abriu. Muito bem. Deixa eu fechar aqui. Essa câmera é até melhor, mas ela ela é uma câmera externa. Bom, vamos lá. Vamos ver. André, André lá no espiritual. Boa noite, Paulo Wter G. Eli. Oi, Paulo Inter chegou por aqui. Diga, fala, Antônio Carlos. André colocou uma pergunta ali. Vamos lá. Eh, bom, Augusta primeiro. Então, vamos lá. Boa noite. Muito abençoada a todos os irmãos e irmãs em comunhão espírita ao querido professor Jorge e ao Senhor Antônio Carlos. Muita paz, excelentes reflexões. Ah, tá agradecendo a da Andreia. O processo de cura exige consciência dos dos próprios erros e a disposição para mudar de carinho, abandonando hábitos e padrões negativos. Então, a doença é a fonte necessária. Olha, eh, vamos com calma. Olha, vocês estão numa ansiedade danada, vocês não vão deixar eu terminar. Eh, olha aqui, o processo de cor exige consciência dos próprios erros. É o processo de cura, sim, mas o
eh, vamos com calma. Olha, vocês estão numa ansiedade danada, vocês não vão deixar eu terminar. Eh, olha aqui, o processo de cor exige consciência dos próprios erros. É o processo de cura, sim, mas o processo da doença não. Processo da doença não. Deixa eu eh eu te falei para você deixar pro final colocar. Lúcia. Aí eu gostei dessa da Ana Lúcia. Eu gosto muito de dar a hora, mas não sinto saudade dos alunos nas férias. É. Ó, tá vendo? Gosto muito da aula. Saudade dos alunos na série, mas sinto falta da sala de aula. Tá vendo? É, exatamente. Mas tem pessoas que odeiam sala de aula, odeia está na profissão porque não consegue sair. Esse é um típico processo expiatório. Mas vamos lá. Deixa eu ver se eu consigo terminar isso pra gente pegar a pergunta dela sobre a questão da doença. Bom, então o que que vai acontecer? Nós estamos lá no mundo espiritual, Raquel Vitório, seja porque somos a vítima magoada, seja porque somos o algó e nós precisamos nos resolver. Se eu ficar no mundo espiritual lembrando do que foi feito, do que aconteceu, eu talvez tenha muita dificuldade de me renovar, muita dificuldade, porque eu fico lembrando das coisas que eu fiz ou que me fizeram e isso não ajuda muito no progresso. Além do que eu não sei se eu realmente perdoei o outro. Então, o que que Deus fez para ajudar o progresso da humanidade? Ele nos concedeu a encarnação. Por quê? A, o objetivo da encarnação é o esquecimento do passado. É o esquecimento. E esquecer o quê? Três coisas. Primeira coisa que a gente esquece, o que é que eu fiz pros outros? Eu tenho que esquecer o que é que eu fiz para os outros. Segundo, o que é que os outros me fizeram, que também eu tenho que esquecer. O que eu fiz para as pessoas, eu tenho que esquecer. O que os outros eram para mim, eu também preciso esquecer. E eu preciso esquecer o que eu fiz para mim mesmo, porque tem vezes que a gente faz coisas para nós próprios e a gente fica se torturando, se remoendo de cólicas por conta do que fizemos de errado. Então, eu preciso de uma
o que eu fiz para mim mesmo, porque tem vezes que a gente faz coisas para nós próprios e a gente fica se torturando, se remoendo de cólicas por conta do que fizemos de errado. Então, eu preciso de uma encarnação para que o corpo promova um apagamento parcial eh da memória e isso produza um processo de desinteresse, digamos assim, por ficar relembrando aquele passado. Então, o que que vai acontecer? Pelo mecanismo da reencarnação abarfa a memória. E eu não lembro tão claramente as coisas. Isso permite que eu esqueça um pouco de mim mesma e consiga caminhar. Ajuda muito a reencarnação, como também ajuda para que as pessoas se reencontrem. Como que eu vou reencontrar com algo, com o inimigo, com alguém que me fez tanto mal? A reencarnação ajuda bastante porque abafa e permite que eu descubra o que tem dentro de mim. Porque é assim, lá no mundo espiritual a gente acha que perdoou, a gente acha que resolveu, a gente acha que tá tudo resolvido, mas na verdade não está. Então é muito importante que eu tenha um processo de aprendizado interior no qual eu me revele. Reencarnar é como se fosse uma fotografia da minha alma. é uma raio, é um raio X do espírito em que eu sei o que de fato está acontecendo eh na minha vida emocional. Só que tem um detalhe, quando a gente vai reencarnar, o perespírito, aquele que estava manchado, problemático, cheio de traumas no mundo espiritual, ele vai ser a forma do novo corpo. Ele vai ajudar na modelagem do corpo novo que nós iremos formar. Então, se o novo corpo que eu vou formar é oriundo de um espírito que tinha uma sequela emocional, isso vai ser impresso no corpo que está se formando. Eu vou ser mais claro do que eu quero dizer. O sujeito matou o outro com uma espada, atravessou o pulmão dele. Então, esse que colocou a espada, meu Deus, enfiei a espada aqui, enfiei foi enfiei a espada. Meu Deus, como é que eu pude? enfiei. Uma das possibilidades é ele nascer com um problema no pulmão. Por que que ele nasce com problema no pulmão? Será que
i a espada aqui, enfiei foi enfiei a espada. Meu Deus, como é que eu pude? enfiei. Uma das possibilidades é ele nascer com um problema no pulmão. Por que que ele nasce com problema no pulmão? Será que Deus vem para com o dedinho dele furar o pulmão de quem machucou os outros? Não. Isso é um processo reflexo. Isso é um processo natural da própria condição da vida humana. Como eu trago questões mal resolvidas do passado, eu imprimi no meu perespírito e lesões. Quando eu vou assentar sobre o corpo para modelar um novo corpo que vai nascer, eu imprimo as minhas características, podendo inclusive alterar o genoma. A ciência oficial chama isso de mutação. Eu tenho um cromossomo e esse cromossomo ele acaba sofrendo uma alteração, uma mudança em função do bombardeio espiritual que o espírito faz sobre o corpo. Quero dizer que isso não é tão incomum não, tá? A ciência reconhece que o fenômeno da mutação é um fenômeno razoavelmente comum e que os filhos podem ter característica que os pais não tinham. E é muito comum as pessoas que não conhecem da espiritualidade dizer assim: "Olha, eu tenho esse problema na perna porque eu herdei do meu pai, porque eu erdei da minha mãe. Minha mãe é culpada, meu pai é oculado". Na verdade, quem modelou seu corpo foi você. O espírito que estava reencarnando é que se assentou sobre esse corpo, Fátima Rabelo, e aí promoveu nesse corpo novo as impressões que eh o corpo apresenta durante a vida física. Então, as mazelas que nós apresentamos durante o processo reencarnatório são oriundas do nosso perespírito mal arrumado. Então, se eu sou um algós, eu tenho a tendência de apresentar com alguma sequela física. Se eu sou a vítima magoada, a mesma coisa. E eu não sei quando eu vejo uma pessoa com uma sequela física, se aquilo vem de eu ser o algó ou se aquilo vem deu ser a vítima. tanto faz, porque lesou o perespírito da mesma forma. Não interessa se foi a vítima ou se foi o causador do mal. E eu estou dizendo isso eh não apenas para que todo mundo pense
o vem deu ser a vítima. tanto faz, porque lesou o perespírito da mesma forma. Não interessa se foi a vítima ou se foi o causador do mal. E eu estou dizendo isso eh não apenas para que todo mundo pense assim: "Ah, quer dizer, então que vai tudo pro corpo?" Nem tudo vai pro corpo, às vezes vai para uma outra coisa. o sujeito renasce, matou, né, com a espada, vai ser eh médico, vai ser eh juiz, vai ser enfermeiro, vai ser técnico de enfermagem, auxiliar técnico de enfermagem, vai trabalhar na área de saúde, vai ser um advogado criminalista, vai ser um bombeiro, vai ser um policial, vai ser um professor, vai ser alguém que vai atuar em alguma área, vai ser o pai daquele que matou. Quer dizer, existem muitas alternativas, muitas alternativas. Agora, eh, evidentemente, uma das alternativas é o adoecimento físico. Ele não é a única alternativa da lei de causa e efeito, mas na verdade eh existem muitas formas de nós nos reabilitarmos diante das nossas faltas. Então, só voltando aí a essa questão, Ana Lúcia Alessa, eh, quando o perespírito ele está com uma enfermidade, o perespírito é como se fosse a forma de um bolo. Se você faz um bolo numa forma redonda, o bolo sai redondo. Se você faz o bolo numa forma quadrada, o bolo sai quadrado. Se a forma caiu do armário e amassou, quando você fizer o bolo, o amassado da forma vai para o bolo. Então, quem dá forma ao bolo é a forma. A forma dá a forma do bolo. E é assim que o corpo físico toma as características genéticas de meu pai e minha mãe. Toma as características, é a forma que dá forma. pega as características genéticas que o espírito tem e compõe o corpo que a gente possui. Então, quem é o meu corpo? O meu corpo é fruto da genética de meu pai e minha mãe. Meu corpo é fruto das minhas histórias do passado. Mas tem uma terceira componente para formar os nossos corpos, que é a misericórdia de Deus. Porque se a gente fosse nascer só debaixo da lei de justiça, nós estávamos lascado, né? Porque a gente ia sair com sequela de cima em baixo. Então, quando você,
s corpos, que é a misericórdia de Deus. Porque se a gente fosse nascer só debaixo da lei de justiça, nós estávamos lascado, né? Porque a gente ia sair com sequela de cima em baixo. Então, quando você, mesmo tendo uma imperfeição, tem uma possibilidade de servir ao bem, os espíritos impedem que aquela deformidade chegue ao corpo para que você consiga exercer o seu papel na sociedade. Ah, o cara pode ser um bom professor, então deixa ele nascer saudável. né? Deixa ele nascer saudável, só que ele não se comporta bem. Ele não se comporta bem, ele não tem uma boa conduta durante a vida. Então, essa proteção, ela vai sendo eh destruída. A minha conduta pode, ao longo da existência, quebrar essa parede que foi feita pelos espíritos para que as minhas mazelas não chegassem ao corpo. E aquilo que eu deveria ter tido desde a infância e que me foi impedido, ah, pelo processo reencarnatório, eu posso quebrar essa resistência e então adoecer daquilo que desde o princípio eu poderia ter tido a condição de ter apresentado. Então, as nossas doenças, elas são originárias muitas vezes do perespírito adoecido que imprimiu suas características no corpo e produziu desde o nascimento a possibilidade de nós estarmos com alguma sequela. Mas isso não é tudo, porque nós temos doenças que podem ter vindo do nascimento, não porque a gente deva, mas porque nós precisamos, odi-la, ter a possibilidade de mostrar ao mundo quem somos nós em termos de eh de testemunho. Então, tem muitos espíritos que dizem assim: "Eu poderia vir saudável, mas eu quero mostrar pras pessoas que mesmo não tendo saúde, eu sou capaz de fazer". Então você tem um Chico Xavier que tinha um olho ruim e o que era bom não prestava. você tinha uma irmã DC que só tinha um pulmão. Então você tem várias pessoas eh na nossa sociedade que possuem doenças que não estão ligadas a um trauma perespiritual, mas é para dar um testemunho de como a pessoa, mesmo com limitações, pode ser um grande exemplo de realização no bem. Conta-se que Braile, aquele que inventou
estão ligadas a um trauma perespiritual, mas é para dar um testemunho de como a pessoa, mesmo com limitações, pode ser um grande exemplo de realização no bem. Conta-se que Braile, aquele que inventou o alfabeto Braile, ele quando tinha 3 anos foi brincar na oficina. O pai dele era pespontador de couro. Faz aquelas coisas no couro. Ele foi brincar e ele bateu com aquela máquina de pesponto. Bateu no olhinho dele, tinha três aninhos e infeccionou um olho. Infeccionou. A infecção que poderia ter sido resolvida facilmente hoje, naquela época não tinha antibiótico. Passou pro outro olinho e ele ficou cego dos dois. E aos 12 anos ele inventou o alfabeto Braile já cego. Ele inventou o Brail. E naquela época não existia, evidentemente, eh, outro recurso, né? Era muito ruim naquela época a forma de de se fazer leitura para cegos. E ele se notabilizou como sendo aquele que, sendo cego, trouxe uma coisa que revolucionou a linguagem para esses companheiros. Isso tudo mostra que nem sempre as doenças estão relacionadas com uma dívida. A gente tem que acabar com essa ideia no movimento espírita é que a pessoa quando tem uma doença obrigatoriamente ela tem necessariamente um débito do ponto de vista espiritual. Não, isso isso não é verdade. Existem doenças que são provacionais, que são para o início da o início da nossa história evolutiva ou para coisas muito simples. Por exemplo, eu peguei uma unha encravada e ah meu Deus, isso é cármico. Não, a pergunta é daqui a um ano isso vai ser importante para mim? Não, daqui a um ano já nem lembro mais que essa unha encravou, desencravou, que eu fiquei gripado, nem lembro mais. Mas se deixa sequelas, aí é uma coisa de consequências espirituais. Não tem muitas doenças que são provacionais, ou seja, não tem compromissos espirituais. A grande parte delas são doenças expiatórias, são essas que têm a sequela e tem as doenças que são eh missionárias, em que a pessoa pede para vir assim para deixar um exemplo. Só para terminar essa parte das doenças, eu queria comentar sobre eh os
ão essas que têm a sequela e tem as doenças que são eh missionárias, em que a pessoa pede para vir assim para deixar um exemplo. Só para terminar essa parte das doenças, eu queria comentar sobre eh os aspectos das doenças que não acontecem efetivamente eh durante o nascimento. Tem muita gente que tem uma vida satisfatoriamente nasce plenamente saudável e no curso da existência sofre um acidente, fica paraplésico, fica fica com algum tipo de trauma que vão ser decorrente do quê? Das dificuldades que o companheiro apresentou durante a existência. Não foi do nascimento. Do nascimento veio o corpo numa condição típica. A atipicidade vai acontecer depois que a existência já aconteceu. No livro Florações Evangélicas, capítulo 34, Florações Evangélicas, Joana de Ângele, Jangângeles, capítulo 34, existe uma mensagem chamada acidentes. Essa mensagem acidente diz o seguinte: "Se você tem algum problema de cármico, você não sabe, você não sabe se você teve um problema cármico, então não corra demais no trânsito, não desafie a vida com roleta russa. Não brigue no bar, não se mostre assim, não, eu vou pular daqui que se eu não tiver que morrer, morre. Tive que pular, morre". Então, tem que tomar cuidado para que a gente não se exponha além do que deve se expor. Porque eh existem possibilidades, eu disse possibilidades, eu disse possibilidades de adoecimentos, eu tenho possibilidades de adoecimento. Mas se eu provocar a lei de causa e efeito, eu posso abrir uma porta que não deveria ser aberta. Não que a porta, se for aberta, seja injusta, mas ela não estava prevista de ser aberta. Eu tô confundindo vocês? Sim, estou confundindo. Então não tô confundindo. Vou dar um exemplo para não confundir. Nós temos um personagem do livro há 2000 anos chamado Púbiulentul. Lembra? Púbiulentulos, Antônio Carlos. Pubulentolus. Numa encarnação anterior, ele cegou pessoas. Ele cegou pessoas. Na encarnação atual ele não tem problema nos olhos. Ele tem os olhos saudáveis. não tem nenhum problema do olho.
o Carlos. Pubulentolus. Numa encarnação anterior, ele cegou pessoas. Ele cegou pessoas. Na encarnação atual ele não tem problema nos olhos. Ele tem os olhos saudáveis. não tem nenhum problema do olho. E, pelo que parece no radar ele não teria nenhum problema nos olhos. Em que péssem ter cegado outros, parece que não teria eh no seu quadro de possibilidades para acontecer uma cegueira na existência. Mas o que que o que que meu amigo Pubulento luz fez? Ele provocou as coisas, ele gerou ódios, ele provocou inimigos, ele fez muita coisa errada. Então ele cai num quadro em que ele quebrou as barreiras na lei de causa e efeito. Coisas que eh não estavam previstas em princípio de acontecer, aconteceram com ele. E aí o que que vai acontecer com o meu querido lentolos? Ele é preso pelo seu grande inimigo. E se vocês lerem lá no livro, o que que aconteceu? O inimigo prendeu e ficava andando na sala dizend assim: "O que que eu vou fazer com ele? O que que eu vou fazer? Eu quero torturar. Eu quero torturar." Ele tinha mil formas de torturar. Podia quebrar as pernas dele, podia cortar as mãos, cara. Ele podia fazer mil coisas. De onde veio a ideia de cegar? Vem do há espiritual que a pessoa tem. vem do hábito. Ele poderia ter feito, ah, eu vou tirar o cabelo dele fora, te fazer um escalpo. Ele disse, vou cegar. Essa ideia de cegar vem do quê? Do que irradia de nós pela lei de causa e efeito. Ele não estava previsto para ter isso, mas em tendo acontecido, não é injusto. Vejam como é a coisa. Não é injusto, mas não era previsto. E nem por isso quem o segou deixou de ter responsabilidade. Ai daquele por quem o escândalo vier. Não é? É necessário que a lei de causa efeito se cumpra. Ele talvez ficasse cego por uma catarata. Talvez ele ficasse cego por conta eh do vulcão que caísse uma brasa no olho dele. Ele poderia ficar cego, sei lá, por mil outras coisas, fazendo um guisado. A aí o a panela de pressão dele lá naquela época que não existia, explodiu no olho dele e ele ficou cego e ninguém
olho dele. Ele poderia ficar cego, sei lá, por mil outras coisas, fazendo um guisado. A aí o a panela de pressão dele lá naquela época que não existia, explodiu no olho dele e ele ficou cego e ninguém responderia por isso. Mas quando André de Dioras se meteu na história, ele alcançou, na verdade, eh, um compromisso espiritual por conta disso. Então, vejam que as coisas, na verdade, em termos do adoecimento, elas podem se dar por essas formas todas. Antes de nós passarmos para as perguntas, que tem muita pergunta aqui que eu tô vendo, eu já estou até aflito por conta dessas, é, fica aflito, né? Na realidade essa parte aí do que você tá falando do que aconteceu do público, né? Porque fica no magnetismo, né, Jorge? Você fica ali presa fica naquele fica presa ali num no seu inconsciente que futuramente se for necessário, se você tiver não tiver fazendo aquilo que se programou fazer e que precisar de um de um corretivo, tá ali no seu perespírito para você passar por aquele processo de aprendizado. você vai repreender, reaprender aquela nova lição para a saber lidar como instrumento de mudança ou para uma aprovação sua, né? Eh, não é verdade? É verdade. Vamos lá. Tem um monte de pergunta. Vamos começar, meninas. Não sei. Eu eu tenho um monte de pergunta. Tem um monte de pergunta, mas tem um Andre a Andreia que você ficou de responder. Vamos lá. O processo. Não, não. Eu queria fazer um comentário RR. Acho que não sei se é RR Soares, mas é R. Não, R não, a última aqui, ó. Último último comentário. RR o nome eu vou ler. Certa vez certa vez um palestrante da escrita disse que a gente deveria ter vergonha de contar. diz que a gente deveria ter vergonha de uma doença, pois indicaria uma reação da lei de causa efeito. Ele não tá totalmente coisa de doença que não você vai ter esse é tá travando um pouquinho. Que sorte não quer dizer que seja adébito, às vezes é por amor. Então a gente tem que tá, vai já melhorar. Eh, então a às vezes a pessoa entra no centro espírita puxando da perna e o pessoal olha, hum,
ue sorte não quer dizer que seja adébito, às vezes é por amor. Então a gente tem que tá, vai já melhorar. Eh, então a às vezes a pessoa entra no centro espírita puxando da perna e o pessoal olha, hum, isso aí é devedor, por isso que puxa da perna. Eu tenho que acabar com isso. Nem todo mundo que tem doença é porque é devedor da lei. Antes só queria só fazer um comentário para poder passar para perguntas que são as doenças emocionais, depressão, ansiedade, não corpo, elas não tá falhando. Calma aí, deixa reestruturar novamente sua comunicação porque tá falhando agora mais forte. Nós interpretamos os trás. Tá travando um pouquinho. Tá travando. Vamos ter paciência agora. A gente, o Jorge tá acertando lá. Torou. Vai lá, fala um pouco mais. Vamos lá. Vai já já passar. Então, eh, a doência, né, às vezes o trauma. Imagina, imagina uma pessoa que numa encarnação anterior ela viveu uma história de guerra, de violência, de muito desamor. Ela renasce com sequelas disso. Uma pessoa que foi abusada sexualmente no passado pode nascer com sequelas no presente, com medo de conviver. Então, às vezes nós trazemos sequelas das existências anteriores e a gente diz assim para um filho ou uma filha: "Mas por que, minha filha, que você é depressiva? Meu Deus do céu, eh, como é que pode?" E na verdade, eh, essas angústias que a gente está assim aflito, querendo que as coisas tenham uma explicação para esta existência, não tem, porque a raiz tá no ontem, não tá no agora. O espírito da nossa filha, do nosso filho, já é um espírito bem sequelado do passado. Ou às vezes é uma sequela do presente, uma história de abandono, uma história de abuso, alguma ferida da situação atual que acabou produzindo no indivíduo uma sequela particular. Em outro, aquela mesma experiência poderia traduzir uma outra sequela. Por exemplo, só para deixar claro, existem pessoas que sofrem abuso sexual e que em função do abuso se tornam promíscuas. E tem pessoas que em função do abuso se retraem, não querem ter nenhum tipo de
Por exemplo, só para deixar claro, existem pessoas que sofrem abuso sexual e que em função do abuso se tornam promíscuas. E tem pessoas que em função do abuso se retraem, não querem ter nenhum tipo de parceiro. Então isso depende muito de cada indivíduo para que a gente possa entender. Então assim, eh as os adoecimentos mentais tem muitas raízes, muitas causas diferentes também que a gente precisa trabalhar. Tem muita pergunta, Antônio Carlos, vamos passar para as perguntas, senão a gente não vai dar conta de responder. Vamos, vamos lá. Da Andreia primeiro que você ficou de responder, gente. Coloca da Andreia aí, por favor. Cadê? Vamos lá. Deixa o pessoal achar ali. Vamos lá. O processo de cura exige consciência dos próprios erros e a disposição para mudar de caminho, abandonando hábitos e padrões negativos. Então, a doença é a ponte necessária. Quando você coloca aqui a ponte necessária, você tá dizendo que a gente tem obrigação de adoecer para se curar. Eu não preciso necessariamente ser doente para encontrar a cura. Se eu cometi algum equívoco, eu tenho mil formas de me recuperar diante da lei de causa e efeito. Uma das formas é o adoecimento físico ou outro tipo de adoecimento, mas eu não preciso disso. Questão 120 de O livro dos Espíritos. É necessário passar pela fieira do mal para chegar ao bem? Não, mas pela vieira da ignorância. Então, se alguém tem erros, cometeu delitos, tropeçou em alguma pedra da estrada, ela não precisa obrigatoriamente você colocou a palavra necessária, é essa palavra que eu tô implicando. Então assim, eu não é necessário que eu fique doente para poder alcançar a cura, mas é necessário experiências que me eduquem no ponto de vista emocional. Pode ser com uma doença, pode ser com uma profissão, pode ser com uma vida familiar. Por exemplo, eu tive uma história de muito desamor alguém. Eu posso nascer doente em função do que eu fiz, mas eu posso nascer pai dela e ter que conviver com ela. Eu posso ter uma história em que a gente se reabilita sem
uma história de muito desamor alguém. Eu posso nascer doente em função do que eu fiz, mas eu posso nascer pai dela e ter que conviver com ela. Eu posso ter uma história em que a gente se reabilita sem que eu preciso ter uma doença. Então, vamos tirar essa palavra necessária. Eu poderia dizer assim, ó, eh, o processo de cura exige consciência dos próprios erros e a disposição para mudar o caminho, abandonando hábitos e padrões. Então, é a experiência, não a doença, a experiência para a reabilitação do espírito é necessária. A experiência sim, doença não. A doença é uma das possibilidades para a reabilitação do espírito. OK? Andreia Cristina? Luiz, tratar as doenças como aprendizado é um dos é um dos passos que se que se dá com autoconhecimento, né? Olha quem é o perguntador. Luís Antônio. No meu entendimento é Cheren. Se fosse em hebraico era heren, mas ele disse que é sherem. Então tudo bem, né? Vamos lá. Tratar as doenças como aprendizado é um dos passos que se dá para o autoconhecimento. Sim. Joana deâeles traz os passos para a cura real. eh, e integral no livro sete da série psicológica, que é Desperte e seja feliz. No capítulo 23 da obra, capítulo 23, ela dá nove passos para a cura real. Eu vou só ler aqui. Primeiro, reconhecer sem erro. Dois, amar a si mesmo e ao próximo. Três, eleger o amor como regra de conduta. Quatro, mudar o hábito mental, libertar-se das paixões. Quinto, integrar a vida a a programas superiores. Seis, procurar eh compreender que a imunidade física do corpo vem daquilo que a gente faz, daquilo que a gente pensa, daquilo que a gente realiza. Sete, exercer a solidariedade com todos os seres da natureza. Oito, eh, compreender a debilidade alheia. Nove, tolerar a tudo e a todo. Eu disse que eram nove, né? São 12. Tolerar a tudo e a todos. Número 10, mergulhar no oceano da oração. Número 11, pode não ser a ausência da da doença, mas a libertação do ego inferior. Ou seja, eu continuo com a doença, mas liberto. E por fim, o último passo, número 12, que é não volte a pecar. Vai
o. Número 11, pode não ser a ausência da da doença, mas a libertação do ego inferior. Ou seja, eu continuo com a doença, mas liberto. E por fim, o último passo, número 12, que é não volte a pecar. Vai e não voltes a pecar. mudar a vida para que a gente consiga ter uma nova história. Isso tudo, essa receita de 12 passos é uma receita de autoconhecimento, capítulo 23, livro 7 da série psicológica. É a consciência, né? É o ápice da consciência. A Rosângela doença é encarada como chamado para reflexão e autotransformação moral. Olha, eh, se assim fosse, todas elas teriam que ser expiatórias. Eu diria que as doenças expiatórias, as expiatórias são um chamado para reflexão e transformação moral, as expiatórias. Mas tem muita doença que não é expiatória, gente. Tem muita doença que faz parte eh do esforço que a gente fez para eh realizar algo em favor de alguém. Por exemplo, quantas vezes você tem pessoas que se sacrificaram em favor dos filhos e e em função do que fizeram pelos filhos ficaram doentes? É uma é uma é um karma, é por uma questão expiatória. Às vezes é por amor estar na vida na terra, a a vida na terra tem seus desafios. Tu vai querer que o corpo não sofra, que o corpo não adoeça. Nós estamos vestidos no corpo agora. Não tem como a gente sair daqui tranquilíssimo. Uma hora ou outra a gente vai ter que se defrontar com os males do corpo físico. Então eu colocaria uma palavra aí. A doença expiatória, ela é um convite para reflexão e mudança. É no aí a Ana Lúcia, alguém que tem depressão, será que pode ser a vontade de não ter voltado? Mas no caso sentido assim, tá falando vai voltado a reencarnar, imagino eu. Alguém que tem tem depressão, será que pode ser a vontade de não ter voltado? Eu reler porque deu uma, olha, eh, a depressão não chega eh a ser exatamente a vontade de não ter voltado. A gente encontra no livro Loucura e Obsessão de Manuel Filomeno de Miranda uma explicação que é oferecida lá para autista que coloca essa explicação aí, desinteresse pelo retorno à vida
o ter voltado. A gente encontra no livro Loucura e Obsessão de Manuel Filomeno de Miranda uma explicação que é oferecida lá para autista que coloca essa explicação aí, desinteresse pelo retorno à vida corporal para autista. Por isso o distanciamento da vida. Mas eh a depressão não seria necessariamente a vontade de não ter voltado. Pode até ser que sim, mas eh o a depressão ela corre muito mais pela dificuldade de aceitar os desafios que a vida traz. Pode, a não ser que eu não queira ter voltado, mas eh às vezes eu me acho feio, eu me acho eh que não sou tão inteligente, eu acho que eu não sou amado, eu acho que eu não vou ter perspectiva de futuro, eu não vejo propósito para a vida. Aí eu deprimo, desenvolvo vazio existencial de ação suicida. Isso não chega a ser necessariamente um desinteresse de vir, mas uma dificuldade de entender por estou aqui. Verdade. Eh, o Toninho Batista Leite, por que algumas pessoas fazem regressão a vidas passadas para descobrir o o que fomos em outras vidas? Olha, Toinho, a terapia de vidas passadas, ela é um recurso interessante, desde que a gente saiba usar de maneira correta. Você até colocou muito bem quando para descobrir o que fomos, né? Não é bem o que fomos, mas é a causa dos nossos males. Por exemplo, eu tenho uma pessoa que tem pavor de entrar no elevador, pavor de entrar no elevador, tenho medo, não entra no elevador de jeito nenhum. Aí, mas por que aconteceu? Não, não. Aconteceu. Eu desde criança. Tenho medo, tenho medo, tenho medo. Investiga a infância, não tem nenhum fato. Não ficou trancado, não foi abandonado, não sofreu castigo em quarto escuro. Por que tem medo do elevador? Vamos fazer uma TVP. Então veja, não é para saber quem foi, é para descobrir a gênese da doença e aí vai descobrir que foi enterrado vivo. Aí a pessoa, o terapeuta vai mostra que aquela experiência ficou no passado e consegue fazer com que a pessoa se reorganize emocionalmente no presente. Isso ajuda muito. Onde estão os problemas da TVP? E quando entra a
apeuta vai mostra que aquela experiência ficou no passado e consegue fazer com que a pessoa se reorganize emocionalmente no presente. Isso ajuda muito. Onde estão os problemas da TVP? E quando entra a curiosidade, eu queria saber quem eu fui. Isso não é papel de terapia de vida passada, porque isso não é terapêutico. Terapêutica se tiver uma doença, não tem doença. Eu queria só saber que disseram que eu fui uma cigana. Cara, esquece isso. Esquece isso. Então, o primeiro grave problema de TVP, curiosidade para saber quem eu fui, sem ser um processo de adoecimento. E segundo problema, que é gravíssimo é a pessoa descobriu que ela foi sepultada viva. Ela diz: "Agora eu quero saber quem foi que me sepultou". Isso aí não vale, porque aí eu vou querer trazer para o presente um problema no passado. Quem me sepultou, larga a mão, deixa isso para lá, porque você pode até descobrir que foi sua mãe, seu pai que sepultou você. Aí você vai trazer pro presente conflitos que já deveriam ter ficado encerrados na história. Então, TVP é bom para terapia e para entender a sua história, sem trazer mais ninguém para confusão e nem querer matar a curiosidade que nós temos. Deb a Fátima rabelo, o reconhecimento. Irmã, você diga assim, sua irmã Fátima Rabelo Bastos. Ah, então bom. Sua irmã Fátima Rabelo Bastos. O reconhecimento dessa lei pode influenciar a neuric plasticidade e evitar tal situações por modificar as propensões íntimas? Eh, o reconhecimento disso ajuda demais. Ajuda demais. Por quê, Fátima? Porque na medida em que eu descubro o que que o processo está profundamente vinculado ao meu ao meu eu profundo, eu posso mudar. Joana de Angeles propõe no livro seis da série psicológica Autodescobrimento, que a gente converse com as nossas células. você conversa com ela, que ele diz o seguinte: cada célula tem um princípio inteligente associado a ela. Então, se você tem um órgão que tá doente, em vez de você espraguejar e dizer: "Esse meu rim agora eu tô com problema. problema no rim, essa desgraça
lula tem um princípio inteligente associado a ela. Então, se você tem um órgão que tá doente, em vez de você espraguejar e dizer: "Esse meu rim agora eu tô com problema. problema no rim, essa desgraça que não funciona, porque não sei o quê. Não faça isso. Converse com suas células, faça as pazes com ela e mande energias positivas que podem alterar as condições de funcionalidade dela. Então, essa neuroplasticidade que você está colocando do da reorganização da forma de como nós trabalhamos as nossas emoções e os nossos neurotransmissores e o envio de substâncias positivas para as nossas células vai ser muito importante. Nós temos alguma, alguns neurotransmissores que são essenciais para doenças tanto físicas e principalmente para as doenças emocionais, que se você trabalhar os seus níveis de serotonina, de noradrenalina, de níveis de dopamina, de gaba, de ositocina, isso é muito importante. Depois vocês procurem na internet como aumentar os níveis de ositocina, que é o hormônio do amor. Quanto mais você ama, mais você produz essa substância que é essencial para a cura integral do corpo. Então, eu poderia falar aqui 1000 horas sobre o citocina, mas vou reduzir uma frase. Fora da caridade não há salvação. Quanto mais eu amo, mais eu libero esta substância que reorganiza a minha condição orgânica. Quem vive de mau humor, quem vive com raiva, quem vive se mordendo de ódio da vida, dando coice em todo mundo, cuidado, porque quem tem esse tipo de prática de viver no armargor, gera uma série de substâncias nocivas, produz nas suprarrenais uma quantidade imensa de cortisol e isso desorganiza o organismo todinho, aumenta as cargas de adrenalina, gente, vira um trend doido o organismo. Então, o que você puder fazer para se manter tranquilo, manter sereno, eh, procure ver como é que faz para aumentar os níveis de gaba. Gaba é G de gato, a de a de águia, B de boi e A de águia, né? Então, gaba é uma sigla de um ácido que a gente produz quando a gente medita, quando a gente reflete. Procurem
aumentar os níveis de gaba. Gaba é G de gato, a de a de águia, B de boi e A de águia, né? Então, gaba é uma sigla de um ácido que a gente produz quando a gente medita, quando a gente reflete. Procurem ver, é muito importante que a gente vai entender porque que o pessoal faz yoga. É verdade. O Toinho Batista ele fala: "Então, nossa aparência somos o que escolhemos quando podemos, sim, né? A grande maioria de nós não tem muita condição de escolher muita coisa, porque é tanto compromisso que não dá para escolher. Às vezes a gente gostaria de nascer até mais bonitinho, mas não consegue. Vou contar um caso meu. Posso contar o meu caso? Vou contar meu caso. Posso contar a minha encarnação? Quando eu fui reencarnar, o meu mentor me chamou e disse: "Olha, deixa aqui um desses modelos para reencarnar". Eu vi um modelo lá, achei bom o modelo, gostei. E eu pedi aquele modelo para minha encarnação. E aí eu encarnei em função do modelo que eu pedi. Depois de adulto, eu encontrei meu mentor e disse para ele: "Olha, eu pedi um modelo quando eu estava lá no mundo espiritual e na verdade quando eu cheguei aqui, eu não encontrei nada do modelo que eu pedi. Aí se não encontrou, foi, mas foi anotado, foi anotou na minha ficha, mas não vim com o modelo que eu pedi. Aí fomos lá ver, ele disse: "Olha, tudo que podia ter sido aproveitado do modelo que você pediu, a gente colocou em você. Vamos ver qual é o modelo." Aí eu mostrei para ele, olha, foi esse modelo aqui. Aí disse: "Ah, esse modelo quem levou foi uma pessoa que passou depois de você. Você não teve condição de levar. Quem levou foi outro, que é o Reinaldo Janequini". Mas o que deu para aproveitar dele foi a data de nascimento. Eu aproveitei pelo menos a data de nascimento do Janequin, que é a mesma, não o ano, claro, mas o mesmo dia e mesmo mês. Mas evidentemente eu não tive mérito para ter uma condição diferente. Então, o corpo que eu tenho não foi bem escolhido, né? Eu recebi o que deu. A gente às vezes interfere só um pouquinho.
mesmo mês. Mas evidentemente eu não tive mérito para ter uma condição diferente. Então, o corpo que eu tenho não foi bem escolhido, né? Eu recebi o que deu. A gente às vezes interfere só um pouquinho. Alguns de nós não interfere a em nada. Não tem condição de escolher nada. O trem vai do jeito que foi. E eu tentei vir igual o Janequinho, mas não deu. Não deu para vir. Vamos ver se na próxima eu tenho mais chance de vir mais parecido com ele. Muito bom. Muito bom. A Thaís pergunta a ela, aquela doença, né, é de origem dessas ou de outra reencarnação? Veja só, eh, a ela, ela não é esquilerose lateral a a outra palavra eu esqueci, mas é um processo de esclerose que vai travando a pessoa. É uma é uma doença ou é uma síndrome, é um é uma ocorrência que ela não está ligada a nenhuma ação efetiva do indivíduo. Foi que ele fez para ter isso? Ele foi a alimentação, foi um eh eh o que o que foi que ele fez? Ah, a miotrófica. Isso mesmo. Muito obrigado, Minervina. Então, no caso da da ela, o indivíduo ele não produziu nada especificamente para que ele tivesse tido essa doença. Não é uma coisa assim como digo: "Ah, o cara bebeu, bebeu, teve uma cirros". Não, mas ele não produziu, ele não bebeu para ter a cirrosa. No caso da ela, eh, ele não tem uma uma uma ação efetiva dele. Então, se não existe causas no presente, a causa precisa estar no passado. E se, evidentemente, é uma doença que ela é extremamente relevante para o curso da encarnação, ela é relacionada com o ontem, porque existem doenças que não estão relacionadas com o passado. O sujeito teve uma conjutivite. Aí eu vou dizer: "Ah, isso é do passado, conj não, essa conjuntivite é de agora. Ele deu de cara com um vírus ali ou uma bactéria, sei lá. E aí ele pegou essa doença, essa conjutivite, tá inflamado e vai depois curar, vai ficar bom". Mas no caso da ela, ela vai ser determinante para o curso da existência. Então ela não pode ser uma coisa que aconteceu aleatoriamente. Ela vem de uma história do ontem, sim, ela está
vai ficar bom". Mas no caso da ela, ela vai ser determinante para o curso da existência. Então ela não pode ser uma coisa que aconteceu aleatoriamente. Ela vem de uma história do ontem, sim, ela está vinculada a um processo eh de outras existências. A gente só fala que está ligado ao presente quando existem causas no hoje que justificam o ocorrido. Você vê o Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 5, itens 4 e 5, que você vai ver que existem causas atuais e causas anteriores das aflições. Para você entender que tem coisas que a gente produz no hoje, mas tem coisas que produz no ontem. Só podemos recorrer ao ontem se no hoje não existe nada que justifique aquilo que está acontecendo. Como no caso da ela não tem nada no hoje que se tenha feito, a gente vai remeter ao passado em função da relevância dessa doença para o curso da existência. Mas tem um colega que tá perguntando aqui, toda doença então tem fundo espiritual? Não, nem toda doença tem fundo espiritual. Tem muita doença que ocorre do presente. Uma conjunud, uma unha encravada, uma coisa que você tem e que não é determinante para a existência, ela não tem componente espiritual. Ela aconteceu porque o nosso organismo está num processo de melhoria. Nós temos uma obra de Venda de Carvalho, ah, a luz do Espiritismo, não, não é a Rigor. Não vou lembrar agora o nome da obra, daqui a pouco eu lembro. No Viana de Carvalho que diz o seguinte: "Nós adoecemos porque o corpo ainda não está completo na sua evolução. Por isso que a gente ainda adoece. Na medida que o sistema imunológico vai ficando cada vez mais competente, a gente vai adoecendo menos, né? menos gripe, menos menos lesões, porque o sistema imunológico fica melhor. Então, tem muitas coisas que fazem parte da do processo provacional para o desenvolvimento eh do mecanismo da vida, né? Então, você tem aí situações que estão ligadas a adoecimentos, que são passageiros que não deixam sequelas. As doenças espirituais, elas estão muito mais relacionadas a aspectos que deixam uma
da, né? Então, você tem aí situações que estão ligadas a adoecimentos, que são passageiros que não deixam sequelas. As doenças espirituais, elas estão muito mais relacionadas a aspectos que deixam uma sequela mais duradoura no indivíduo. Certo? Vamos lá. A Ana Lúcia Lessa. Mas se amar esse mag Mas se amar esse magnetismo, permanecerá? Isso aí é Isso aí é do Pubolentulos, eu acho. É que tinha um magnetismo que fez o cara. Aí ela pergunta: "Mas se amar esse mag?" Não, se amar esse magnetismo desaparece. E eu vou fundamentar a minha fala. Eh, a minha fala no livro Há 2000 anos, que é essa mesma obra que estamos falando. No finalzinho da obra, os dois personagens se encontram e depois de uma longa conversa em que André de Dioras fala tudo que ele tinha para dizer, ele pede para Pubulentol: "Eu preciso do seu perdão". E surpreendentemente público perdoa o seu grande algo, mas o perdão dele é um perdão verdadeiro, não é um perdão de boca. Sabe por que é de não é de boca? Porque nos quatro outros livros ele não aparece mais. Ele não aparece no 50 anos depois. Ele não aparece no Av Cristo em que ele é Basílio. Os 50 anos depois ele é Nestório e ele não aparece quando ele é freio Damiano. Eles se desconectam. E na introdução do livro 50 Anos Depois, está dito lá que André de Diora estava encarnado em outras lutas redentoras. Então, houve uma desconexão desses personagens porque o perdão que público concedeu foi verdadeiro. E aí houve a desconexão, ou seja, ele desfez o magnetismo que estava em torno dele. Legal. A Thaísa. Então ela um portador de paralisia cerebral média pode trabalhar no centro espírita devido a ser uma doença permanente? Qual o impedimento? Qual impedimento que ele teria? Nós temos pessoas com adoecimento emocional muito pior. Nós temos pessoas despóticas, pessoas cruéis, maridos terríveis, bastante problemáticos. Então, todos no centro espírita trabalhando. Porque que uma pessoa que tem uma paralisia cerebral média e, portanto, ela consegue se eh fazer algumas atividades, é
s terríveis, bastante problemáticos. Então, todos no centro espírita trabalhando. Porque que uma pessoa que tem uma paralisia cerebral média e, portanto, ela consegue se eh fazer algumas atividades, é importante dar a ela uma atividade para que ela se sinta útil, algo que ela possa realizar e que seja compatível com as possibilidades que ela tem. Você não vai dar a ela uma tarefa que seja irrealizável por ela, mas tem muita coisa que essa pessoa pode fazer, meu Deus. E eles ficarão extremamente felizes por se sentirem úteis naquilo que podem fazer. Verdade. Filomena Bonfim de Oliveira Lopes. Cuidar demais dos outros às vezes adoece. É uma Isso é verdade. Principalmente se a pessoa que você trata, principalmente se a pessoa que você trata é exigente demais. Experimente cuidar de uma pessoa narcisista que você vai adoecer. Uma pessoa narcisista que ficou acamada, meu amigo, você tá morto. Ela exige demais de você. Exige demais. Não precisa nem ficar acamado. Experimente conviver com um marido narcisista. É horrível. Uma mãe narcisista, ela acaba com a sua autoestima. Você é ridícula, você é feia. Ninguém vai casar com você. Você é uma horrorosa. Sua vida vai ser o inferno. Eu não vou deixar com que você case. É só o que faltava eu ter uma filha e ela casar. Aí depois eu ficar sozinha, você não casa e qualquer rapaz que chegar aqui eu expulso da porta de casa. Então, e você vai ter que cuidar porque ela põe culpa. É, você vai sair, não vai sair não, porque eu não vou deixar. Então, doce que a pessoa vive um um processo de de trauma muito profundo, tem medo de se aproximar das pessoas, sofre agressões verbais o tempo todo, é humilhad. Então, a gente tem que cuidar, mas a gente também tem que cuidar do cuidador, senão o cuidador adoece, não consegue cuidar do cuidado. Então você tem que eh dar a essas pessoas a condição delas terem um respiro. Se você não tiver respiro, você vai adoecer fortemente. E aí, Valdineia, é a atenção que você tem que ter com você também, tá? para que
em que eh dar a essas pessoas a condição delas terem um respiro. Se você não tiver respiro, você vai adoecer fortemente. E aí, Valdineia, é a atenção que você tem que ter com você também, tá? para que você consiga não deixar com que eh esse processo eh contamine seu coração e adoeça você, que é complicado. Filha de mãe narcisista é complicado. Só falar uma coisa para Valdineia. Geralmente as mães narcisistas, elas têm um filho dourado para o que para o qual ela dá tudo e o filho escravo de quem ela tira tudo. Para um, ela dá tudo que pode e para o outro ela tira tudo que pode. Mas o filho dourado também sofre demais porque ela não deixa ele viver a vida dele. E ele mesmo sendo filho dourado, vive escravizado ao pé da mãe. Fátima Rabelo Bastos. Ó, Sana de novo. O que a ciência chama de epigenética? A epigenética é um ramo novo da genética que está fazendo a genética se aproximar da doutrina espírita. Porque, por exemplo, na época que o Antônio Carlos estudava genética na escola, isso, meu Deus, tem quase 100 anos que estudava, nossa, a gente estudava, fazer uns quadros de, lembra dos quadrinhos de probabilidade, azão com azinho vezes azão com azinho, dá azão, azinho, azinho, azão, 25% aqui, 50% ali, não era? Estudando as leis de Mendel. Por quê? Porque a gente tinha a genética como uma ciência exata. Se você repetisse um experimento, você ia ter, evidentemente, os percentuais previstos nas tabelas da lei de Mendel. A epigenética é uma revisão dos conceitos de Mendel, sem dizer que eles estão errados, mas comentando o fato de que há outros elementos que interferem na genética, fatores sociais, ambientais, que interferem nos indivíduos. E aí a epigenética estuda um fenômeno chamado expressão gênica. O que que é expressão gênica? Expressão gênica é o seguinte: eu tenho um gen para uma determinada situação, mas o gen não se expressa. Na minha genética, eu tenho gen, mas o gen não acontece. O gen não acontece. Eh, nós temos uma síndrome, depois vocês vão olhar que eu não vou poder tratar
rminada situação, mas o gen não se expressa. Na minha genética, eu tenho gen, mas o gen não acontece. O gen não acontece. Eh, nós temos uma síndrome, depois vocês vão olhar que eu não vou poder tratar dela. Síndrome de Morris. O que que é síndrome de Morris? É um homem X Y que nasceu, mas o Y, que é o que faz a característica masculina, não foi ativado e ele cresceu como se ele fosse uma mulher. E você é uma mulher linda. Inclusive existem algumas artistas muito famosas que tem e muito famosa mesmo, que tem síndrome de Morris. Elas são belíssimas. As mulheres de síndrome de Morris são absurdamente bonitas. Pense uma mulher bonita. Pois é, essas mulheres elas têm uma grande propensão de serem síndrome de mó. Desenvolve normal, fica adulta normal, não menstrua e não engravida. Aí quando vai no médico descobre que era XY, que não era um um XX. Epigenética, ou seja, o cromossomo Y não se manifestou, a expressão gênica não permitiu que eles acontecessem. E tem vários fenômenos que eh a pessoa traz o genótipo com aquele cromossomo, mas aquilo não manifesta no físico. Então a epigenética é o estudo do de como isso acontece, tirando da genética a condição de uma ciência exata e mostrando que ela está sujeita a muitos fatores. o que aproxima a genética do espiritismo quando fala que muitas vezes nós trazemos características que não se manifestam e outras que não eram previstas e que acabam acontecendo em função da interferência do espírito sobre o corpo. A a Filomena, tem uma pergunta aí, ó. Filomena, Bom fim de Oliveira. Só um detalhe, só um detalhe, deixa eu volar para eh procuremos um livro que foi editado recentemente pela Ami Brasil chamado Bioética Espírita. É um livro bem grosso lá. O capítulo seis é só sobre epigenética e é muito bom. Vamos paraa frente. Vamos lá. A Filomena Bonfim de Oliveira Lopes. Doenças autoimunes são aprendizados. Eh, a doença autoimune, como ela mesma está dizendo, é o próprio indivíduo que a produz, né? Então você tem aí lupos, artrite reumatoide,
Bonfim de Oliveira Lopes. Doenças autoimunes são aprendizados. Eh, a doença autoimune, como ela mesma está dizendo, é o próprio indivíduo que a produz, né? Então você tem aí lupos, artrite reumatoide, eh algumas doenças que surgem porque o próprio organismo bombardeia ele mesmo. É o próprio organismo que eh cria tanta defesa que passa a agredir o próprio corpo. Elas são sim aprendizados que acontecem conosco sem que seja preciso que ninguém se comprometa. Percebe, Filomena? Então a gente não pode dizer assim: "Ah, porque foi fulano que produziu autoimune, só eu mesmo que produzo." Vitiligo também é autoimune, tá? É o próprio organismo que promove o surgimento dessa doença. Isso é que a gente pode chamar de doença. Interessante. Ana Lúcia Lécia, mas a pessoa que fez o mal irá responder isso? Sim. André Luiz no livro Ação e reação diz que nós não devemos para os outros. Nós devemos é para a lei e para nós mesmos. Então, quando eu A machuca B, não cria um vínculo entre A e B. Cria um vínculo de A com a lei, mas não cria vínculo com B. E por que que a gente vê tantas vezes o vínculo de A com B? Porque A machuca B e B fica com ódio de A. Aí cria o vínculo. Quando os dois entram em sintonia, aí eles se reencontram. Quando A machuca B, mas B perdoa A, A B se retira da história, mas o mal está em A e ele vai precisar se resolver. Vou dar um exemplo para que você consiga entender o que que significa isso eh na prática. Pensemos na pessoa de Jesus. Jesus teve vários inimigos e durante a sua vida, ele teve a oportunidade de ter destravou. Destravou, destravou. Jesus teve a chance de perdoar os seus agressores. Ele se desconectou. de Pilatos, de Herodes, de Anás, Caifás e não se reencontrou mais com eles. Mas isso não tira a culpa deles. Anas, Caifaz, Herodes e todos tiveram que se resolver. Não sei com quem, mas eles foram se resolver em algum canto em função do que fizeram, tá? Então nós não podemos considerar que que porque eu perdoei eu tiro a responsabilidade do outro pelo feito. Não. O mal está dentro
as eles foram se resolver em algum canto em função do que fizeram, tá? Então nós não podemos considerar que que porque eu perdoei eu tiro a responsabilidade do outro pelo feito. Não. O mal está dentro de mim e vai caminhar comigo para onde quer que eu vá até que eu consiga me resolver emocionalmente. Meu garoto, vamos pra última pergunta. Depois a gente vai fazer aquela consideração final, aquela prece que todo mundo tá esperando. Eh, Mauriceia Herácio, tem como sabermos quando a doença é expiatória? Olha, quando você vê a Mauricélia, você diga assim: "Sua vizinha, Mauricélia Herácio, ela é minha vizinha. É de Curitiba ou lá de Porto Porto, Porto Velho?" Não, ela mora no Acre, então ela mora no estado vizinho do Ela de Rio Branco, então ela mora no estado vizinho, então ela é minha vizinha, né? Boa noite, vizinha. Como sabemos se a doença é expiatória? Não tem como saber. Não tem como saber, mas existe alguns indicativos que podem ajudar a que a gente consiga descobrir. Eh, o que que a gente faz? A gente verifica como é que a gente lida com a experiência, se eu me revolto, se eu tenho ódio, se eu não aceito, é bem típico de expiação. Toda a experiência que eu me debato, que eu odeio, que eu não quero, que eu não aceito, que eu não me conformo, é bem típico de expiação. Eu disse típico, mas não quer dizer que obrigatoriamente seja expiatório. Eu posso ter alguém que, mesmo tendo vindo numa condição não expiatória, surtou e tá com ódio da experiência que está vivendo, não é? Então, eh, a experiência expiatória tem a tendência de ser uma uma experiência que a gente se revolta diante dela. Maria Imaculada, o filho Dourado, é o filho que a mãe narcisista faz tudo, tudo, cuida dele desesperadamente, arranca de todos os filhos para dar para este, mas ao mesmo tempo que ela arranca, ela prende ele no pé para que ele não saia de perto dela. Ela dá, mas ela segura. e os outros ela só explora para dar para esse. Meu garoto, gratidão pela pela palestra de hoje. Eu vou pedir para você fazer
ende ele no pé para que ele não saia de perto dela. Ela dá, mas ela segura. e os outros ela só explora para dar para esse. Meu garoto, gratidão pela pela palestra de hoje. Eu vou pedir para você fazer suas considerações finais em relação ao tema e depois você faz aquela prece específica que só você sabe fazer pra gente encerrar esse finalzinho de domingo para começarmos mais uma semana, mais um mês que tá chegando aí agora, né? Passamos a metade do ano, já tá chegando o mês de julho aí pra gente entrar nesse novo mizinho aí com muita saúde e paz. Vamos lá, suas considerações e a prece. Eh, eu quero fazer duas considerações finais. Primeira consideração é a seguinte. Queria sugerir que numa próxima oportunidade a gente reduzisse o tempo da fala para aumentar o tempo de pergunta para atender todo mundo. Eu fico aflito quando eu não respondo todas as perguntas que tem. que eu fico pensando que quem perguntou quer quer resposta, né? Então vamos ver se a gente na próxima diminui assim para aumentar assim e poder atender melhor o nosso querido público que tá aqui. Tá bom, gente? Me perdoem não poder responder, é porque o tempo também não dá e é difícil. Mas eh o que é importante a gente compreender de tudo isso é que todos os processos de doença são todos passageiros, expiatórios, provacionais, missionários, decorrentes do passado, decorrentes do presente, são todas experiências temporárias que quando a existência acabar também se desfarão. E isso é muito alentador, porque eu compreendo que quando a minha encarnação terminar, eu terei uma possibilidade, possibilidade mágica de poder fazer muita coisa diante da perspectiva que a vida vai me dar. Então, minha querida Estela Martins, quando a gente vê a compreensão que a doutrina espirit oferece sobre saúde e doença, a gente vai compreender que esses processos são todos transitórios, porque como diz Maria, isso também passa. Todas essas coisas vão passar e a gente vai ter a possibilidade sim de viver a felicidade perene, a felicidade
der que esses processos são todos transitórios, porque como diz Maria, isso também passa. Todas essas coisas vão passar e a gente vai ter a possibilidade sim de viver a felicidade perene, a felicidade que nunca passa na medida em que nós desenvolvermos o amor. Podemos fazer a nossa prece, Antônio Carlos. Então nós vamos orar. Vamos orar. Querido Senhor dos nossos corações, envolve-nos nesta hora de paz em que te buscamos no fundo das nossas almas para te procurar, Senhor, a fim de entender a razão dos males que atravessam as nossas almas, as nossas doenças físicas. as nossas limitações corporais, os nossos dramas emocionais, os nossos transtornos que parecem que nunca passam, a nossa solidão, a dor do luto, o vazio existencial, a falta de um propósito para viver. É por isso que te buscamos, Senhor, porque precisamos da tua presença nas nossas vidas para iniciarmos verdadeiramente o nosso processo de cura e cicatrizarmos as feridas profundas que arrastamos a tantas existências dentro de cada um de nós. Deixa que os nossos corações se banhem na paz que só tu podes oferecer às criaturas, para que as nossas almas comecem a perceber a extensão da lei de causa e efeito onde estamos inseridos e o maravilhoso mecanismo da vida no seu extraordinário balé de amor para que aprenda a ser felizes. Ajuda-nos, Senhor, a inundar o nosso entendimento com a compreensão espiritual da vida, a fim de que sejamos capazes de voltar sobre os nossos próprios passos, revisitando as nossas experiências e desatando os nós que ficaram no passado. por uma compreensão mais plena do sentido de todas as coisas. Por isso, te rogamos, Senhor, que tu nos ajudes para que o conhecimento espírita não nos seja apenas um conjunto de princípios intelectuais, mas, Senhor, ajuda-nos a transformar todas essas verdades em instrumentos terapêuticos nas nossas almas enfermas, ajudando-nos a redescobrir que em cada um de nós o sentido do por estamos aqui, a ponto de bendizermos as nossas próprias dificuldades e as nossas
instrumentos terapêuticos nas nossas almas enfermas, ajudando-nos a redescobrir que em cada um de nós o sentido do por estamos aqui, a ponto de bendizermos as nossas próprias dificuldades e as nossas lágrimas, a ponto de te agradecermos, Senhor, pelos nos temporários que tu nos deste na espera do sim definitivo que nos aguarda quando aprendermos a amar. por esta compreensão dilatada da vida que nos permite entender o sentido profundo das coisas e que nos faz revisitar os nossos corpos agradecendo por aquilo que eles nos oferecem ainda por entre as suas limitações. a bendizer, Senhor, as nossas histórias afetivas, a te agradecer pelos parceiros que atravessaram as nossas vidas e que deixaram seus contributos edificando os nossos corações na jornada. as múltiplas experiências em família, nossas alegrias e tristezas do ambiente doméstico. Todas essas coisas estão sendo profundamente ressignificadas por nós na medida em que entendemos os princípios da lei que tu hoje nos ofereces como entendimento. Por isso, te pedimos, ajuda-nos para que consigamos fazer isso, para que verdadeiramente o Espiritismo transforme as nossas vidas, nos dê sentido a todas as coisas e nos permita agradecer-te, Senhor, por tudo que tu nos concedes e fundamentalmente por aquilo que tu ainda não nos dás, porque ainda não temos condições de receber. Por isso, nós te rendemos graças e te pedimos que tu nos abençoes, que tu nos protejas e que guardes as nossas almas sobre as tuas bênçãos de infinito amor e de infinita misericórdia. Que assim seja, Jorge, linda prece, gratidão. Essa essa mensagem da noite de hoje possa nos confortar cada dia mais nesse tema que é muito importante, que é uma coisa dolorida também, né, que muitas pessoas querem uma resposta, né, uma, um, vamos se dizer assim, e a gente sabe que não é o tempo nosso, esse o tempo de Deus, né? Então, a gente tem que correr atrás, fazer o melhor possível para que a gente possa conseguir ter esse merecimento e cada vez mais ficar na saúde material,
o é o tempo nosso, esse o tempo de Deus, né? Então, a gente tem que correr atrás, fazer o melhor possível para que a gente possa conseguir ter esse merecimento e cada vez mais ficar na saúde material, espiritual. Eh, alguns avisos para a próxima a semana, né, nós vamos estar realizando no próximo domingo, no dia 5 de julho, agora no sábado próximo, nosso 14º seminário espírita catarinense. Vai, essa, esse evento vai ser no hotel Cambirela, no Estreito. Ali o tema central vai ser caminho para Deus. Quem vai estar presente conosco vai ser a Ana Guimarães, Raul Teixeira, o Cosm e o Luís Alberto Silveira. Então, irmãos, todos convidados, seja presencialmente ou seja pela internet, porque vai est sendo transmitido para todo o Brasil, para todo mundo. Quem puder, quem não, quem não tiver aqui presente conosco, pode estar, vai poder estar assistindo pela internet que tá, vai estar sendo transmitido. E vai ter também musical, né, o Dedé e a nossa querida Simone e também uma peça de teatro. Então, esse ano vai est bem bom. O ano que vem o Jorge vai estar conosco aqui, ele e a Sanga vai estar presente conosco aqui. Mas esse ano a agenda deles, a agenda desse rapaz aí é muito complicada, né? É difícil demais, mas o ano que vem ele vai estar presente conosco aqui, ele e a Sandra. Já tá confirmado. Ô Jorge, gratidão. Pessoal, quem não conseguiu responder aqui hoje, lembra que toda segunda-feira tem um pinga fogo. O Ruben está lá com a Divina, o Jorge, a Sam pode fazer pergunta lá também que com certeza o Jorge vai estar lá e vai responder. Pode falar, ó, tava no programa, não deu tempo. Bota lá amanhã, quem sabe o Jorge relê lá e faz a responde para todos vocês. Tá bom, Jorge? Gratidão mais uma vez pela sua presença aqui. Vamos estar no baixo tesouro. Vamos conversar um pouquinho ali, meus irmãos. Uma boa noite a todos. Fique em paz e que Jesus ilumine todos vocês e que possamos ter um mês, um início de mês agora com muita saúde, com muita paz e que assim seja. Gratidão a todos. Boa noite,
ãos. Uma boa noite a todos. Fique em paz e que Jesus ilumine todos vocês e que possamos ter um mês, um início de mês agora com muita saúde, com muita paz e que assim seja. Gratidão a todos. Boa noite,
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