CASA ESPIRITUAL - Wilter Coelho (PALESTRA ESPÍRITA)
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Eh, É sempre um prazer participar desses projetos, desses trabalhos, desses estudos da comunhão espírita de Brasília. Hoje a gente vai tratar de um texto do livro Vinha de Luz, capítulo 133, casa espiritual. Antes da gente entrar nesse texto, a gente vai se concentrar para uma prece. Que Deus nos abençoe, esteja presente em nosso trabalho, no coração de cada um, nossos pensamentos, nos inspirando, nos intuindo, nos protegendo para que esse trabalho, essa leitura, esse estudo possa frutificar em nossos corações. Que Deus nos abençoe. Que assim seja. Bom, eh, esse texto, caso espiritual do livro Vinha de Luz, ele foi escrito, Chico Xavier e o espírito Emanuel, a partir de um versículo de primeira carta de Pedro, capítulo 2, versículo 5, quando Pedro disse: "Vós também, como pedras vivas, sois edificados casas espirituais". Então, essas casas espirituais somos nós como pedras vivas. Uma pedra que pensa, uma pedra que tem um livre arbítrio, uma pedra que tem movimento próprio, uma pedra que tem vontade, que tem desejo, que tem imperfeição, mas uma pedra que se constrói, que se autoconstrói. É essa pedra que nós somos e que é uma figura. E essa figura Emanuel utiliza de maneira muito forte, não foi Emanuel o primeiro a utilizar dessa figura. O próprio Jesus, né, já tinha utilizado dessa figura em relação a Pedro. E a gente pensa muito nesse texto quando começa a colocar algumas casas, algumas casas descuidadas, algumas casas mais relaxadas, algumas casas eh eh entregues ao a à ação do tempo, e ele vai colocando essas casas e a gente vai sentindo, se sentindo como essas casas. Eh, ele começa o texto de maneira muito muito objetiva. Cada homem é uma casa espiritual que deve estar por deliberação e esforço do morador em contínua modificação para melhor. Primeiro, ele faz a a figura, né, a comparação. Cada homem eh é como se fosse uma casa espiritual, mas essa casa espiritual não tá entregue. Essa casa espiritual deve estar por deliberação e esforço. Olha, são duas coisas:
figura, né, a comparação. Cada homem eh é como se fosse uma casa espiritual, mas essa casa espiritual não tá entregue. Essa casa espiritual deve estar por deliberação e esforço. Olha, são duas coisas: deliberação e esforço. Deliberação é vontade e esforço é trabalho. Então, por deliberação, por vontade, por esforço, por trabalho, o morador deve estar em contínua modificação. Então, nós somos eh eh vamos edificando essa casa através da vontade, através do trabalho. Nós somos os nossos os nossos operários. Eh, temos um planejamento espiritual e viemos executar esse planejamento. Esse planejamento é a planta e viemos executar esse planejamento. Mas quando o Emanuel diz que cada homem é uma casa espiritual e que por vontade e por trabalho deve estar em contínua modificação para melhor, eu peguei naquele livro Pensamento e Vida, uma coisa curta sobre vontade e uma coisa curta sobre trabalho. Já que a Mona colocou essas duas coisas, esses dois fatores como fundamentais para pra nossa melhoria, que é a vontade e o trabalho, eu trouxe dois momentos rápidos a respeito desse tema que tá no livro, que estão no livro Pensamento e Vida. Vontade, olha o que diz. A vontade é a gerência esclarecida e vigilante, governando todos os setores da ação mental. Então, a vontade governa a ação mental, mas ela é esclarecida e vigilante. Ela sabe porê, ela entende e sabe a hora porque ela é esclarecida e porque ela é vigilante e ela comanda ação mental. Então eu só vou fazer se eu tiver vontade, porque a vontade comanda essa ação mental e a ação mental manda a ordem paraa execução. E tudo isso de acordo com o que tá no coração. E ainda na vontade, o Emano diz que a vontade é o leme de todos os tipos de força. É o leme de todo tipo de força. Se é o leme, ela conduz. Então, a minha vontade me conduz. Eu utilizo as minhas forças paraa construção dessa casa espiritual, da qual eu sou pedra viva. Eu utilizo essas forças de acordo com esse leme, com esse leme da vontade. E é esse leme da vontade que vai trazer em seguida o
orças paraa construção dessa casa espiritual, da qual eu sou pedra viva. Eu utilizo essas forças de acordo com esse leme, com esse leme da vontade. E é esse leme da vontade que vai trazer em seguida o trabalho. Mas ainda da ainda na vontade, o texto do do livro Pensamento de Vida ainda diz mais alguma coisa. Em verdade, a vontade não consegue impedir a reflexão mental. A vontade não é suficiente para quebrar a minha sintonia com as com os afins, os afins do meu sentimento, os afins do meu pensamento, os afins das minhas imperfeições. Então, a vontade não é suficiente para quebrar isso. Olha como ele diz. Em verdade, a vontade não consegue impedir a reflexão mental. Porque ela é um uma lei que não dá para modificar, é uma lei inderrogável, mas a vontade pode impor o julgo da disciplina sobre os elementos que administra. Então a vontade ela não vai quebrar a lei da sintonia. Se eu tô sintonizado, se eu tenho essa frequência imperfeita, sintonizado com essas imperfeições, a vontade em si não é suficiente para quebrar essa lei da sintonia, mas ela dá para impor o julgo da vontade. Ela dá para impor o julgo da disciplina. Então, pela vontade eu me disciplino e é só pela disciplina que eu consigo cumprir o dever. Então, a vontade traz a disciplina. Com a disciplina eu cumpro o meu dever e o dever é de trabalhar, porque eu sou essa pedra viva e essa pedra viva eh tá construindo essa casa espiritual com o trabalho. E sobre o trabalho, esse mesmo livro Pensamento e Vida, diz o seguinte: "Hoje sabemos que a lei do trabalho é roteiro da justa emancipação. Então, se se eu tenho que me modificar para melhor, se eu sou uma casa espiritual e que através do da vontade do trabalho eu preciso me modificar para melhor, hoje a gente tem consciência que o trabalho emancipa, que é pelo trabalho que eu vou me construindo. Não dá para construir essa casa espiritual sem trabalho. Só a vontade não é suficiente. Por isso que na primeira frase do texto, Emanuel diz que cada homem e é essa casa espiritual que deve
nstruindo. Não dá para construir essa casa espiritual sem trabalho. Só a vontade não é suficiente. Por isso que na primeira frase do texto, Emanuel diz que cada homem e é essa casa espiritual que deve estar por deliberação e esforço, o que quer dizer por vontade e por trabalho do morador da casa, que sou eu, em contínua modificação para melhor. Fugir aos impositivos do trabalho é situar-se à margem do caminho. Qual caminho? do caminho evolutivo, eh, morrer espiritualmente. Quando Jesus disse, "Deixe os mortos, o cuidado de enterrar os seus mortos". São esses que ficam à margem do caminho, esses que desistem do trabalho, porque o trabalho é difícil, é preciso ter bom ânimo, né? Então, fugir aos impositivos desse trabalho é situar à margem do caminho, onde o carro da evolução marcha, as coisas seguem, o tempo passa, a evolução vai, as pessoas vão, os espíritos vão, as coisas vão, quem não vai é por culpa do seu livre arbítrio. É porque ele não teve a vontade suficiente e não fez o trabalho necessário. Então, não dá pra gente culpar ninguém. Nós somos racionais, nós temos pensamento, nós temos sentimento e nós temos, acima de tudo, essa capacidade de do livre arbítrio que que que é o que faz a justiça divina, porque é muito justo, cada um de acordo com a sua obra. E se eu não tive coragem de edificar essa casa espiritual porque me faltou vontade e porque me faltou trabalho, eu não posso culpar ninguém se essa casa espiritual não é a casa dos meus sonhos. se essa casa espiritual tá escura, se essa casa espiritual tá mal feita, se essa casa espiritual poderia ser melhor. Eh, aí a gente volta pro texto de hoje quando Emanu aproveitando esse mesmo símbolo, que o homem é essa casa espiritual, ele diz: "Olha, valendo-nos desse símbolo, a gente pode recordar que existem casas ao abandono, casas espirituais ao abandono. Quem abandonou? O proprietário da casa espiritual abandonou por quê? porque não teve vontade e porque não trabalhou. Elas estão ao abandono, caminhando para a
abandono, casas espirituais ao abandono. Quem abandonou? O proprietário da casa espiritual abandonou por quê? porque não teve vontade e porque não trabalhou. Elas estão ao abandono, caminhando para a ruína. Mas a nossa casa espiritual não era para caminhar paraa evolução em contínua modificação para melhor. Mas se essa casa tá ao abandono, deixa a vida me levar, me vida leva eu. Eu não tomo atitude. Eu não venço a inércia, a preguiça, o óscio, as imperfeições. Essa casa tá abandonada, entregue como uma folha seca ao vento. do lado que sopra, leva essa folha, né? Essa casa tá abandonada, ela tá caminhando pra ruína. Não tá caminhando pra ruína quando pelo domínio espiritual o proprietário da casa assume as rédias e através da vontade do trabalho começa a construir essa casa espiritual. Mas ele faz mais, ele aproveita esse símbolo e vai mais. Ele fala dessas casas ao abandono e fala também de outras casas que mostram eh eh que ficam sufocadas pela era entrelaçada. O mato que vai nascendo e cobrindo os telhados das paredes. Esse mato que vai tomando conta da casa, esse mato eh não é o trigo, é o joio. Esse mato que vai tomando conta da casa e eu sou incapaz de ter vontade e o trabalho de fazer a limpeza, a faxina, o cuidado, o zelo, a conservação dessa casa, porque ela tá abandonada e ela vai sendo sufocada. Olha a semente que o semeador saiu a semear e que foi sufocado pelos espinhos. Essa era entrelaçada vai sufocar qualquer semente que o semeador semear aqui nessa casa, porque ela tá abandonada, ela tá entregue a essa era entrelaçada que vai sufocar essa semente. Essa semente que o seuador saiu a semear não vai não vai eh eh progredir nesse espaço, porque o espaço tá abandonado. Essa casa espiritual tá abandonada. Não tá não, não é um templo que tá sendo construído aí, é um abandono. E ele fala também de outras casas transformadas em redutos de seres traiçoeiros e venenosos da sombra. essas casas abandonadas, entregues a a as imperfeições, entregue a a ação do tempo, a ação de de a todas
ala também de outras casas transformadas em redutos de seres traiçoeiros e venenosos da sombra. essas casas abandonadas, entregues a a as imperfeições, entregue a a ação do tempo, a ação de de a todas ações, as ações normais da vida, sem um esforço, sem uma vontade, sem um trabalho, né? Ela é ocupada por esses seres traiçoeiros e venenosos. As casas abandonadas são ocupadas por esses seres. Esses seres que vão chegando e permanecendo e procrio e fazendo dessa casa, dessas casas, os seus lares, porque encontram espaço nessas casas, porque não tem faxina, porque não tem cuidado, porque não tem eh eh não tem essa limpeza necessária, não tem esse cuidado, não tem essa luz necessária, né? Mas eu, o Emanuel continua que tem também as as casas, as edificações relaxadas, relaxadas, simplesmente relaxadas, sem atitude, cujos inquilinos não se animam a remover o lixo. Tá bom, deixa. É assim mesmo, fica. É assim mesmo. Semana que vem eu resolvo. O ano que vem eu resolvo. Ano novo eu resolvo. Segunda-feira eu resolvo. E o lixo vai ficando. E o lixo vai ficando. E eu não cuido dessa casa, né? É uma casa, é uma edificação relaxada que vai ser também ocupada por esses seres da sombra, venenosos, traiçoeiros. Eh, eh, vai essa era, essa era também vai ser uma casa em abandono e etc, né? Eh, mas ele continua também casas eh eh moradias fantasiosas. Olha a nossa ilusão. As nossas ilusões criam em nós essas casas fantasiosas. Nós vivemos muito nessas casas fantasiosas, né? E ele diz, eh, essas casas fantasiosas que ostentam fachada soberba com indisfarçável desorganização interior. Quem não conhece isso, né? Eh, quantas vezes a gente tá exatamente de acordo com o que pede o tempo normal, a sociedade, os costumes, a gente tá com a roupa adequada, com corte de cabelo adequado, com tudo adequado, no carro adequado, tudo certo, mas lá dentro tá uma desorganização total, uma indisfarçável desorganização interior. É uma casa fantasiosa. Eu tô vivendo de fantasia, não é real, é ilusão. E aí depois quando eu me dou conta
certo, mas lá dentro tá uma desorganização total, uma indisfarçável desorganização interior. É uma casa fantasiosa. Eu tô vivendo de fantasia, não é real, é ilusão. E aí depois quando eu me dou conta disso, que essa casa estava ao abandono, que ela que era a pura fantasia, que essa o véu da ilusão se desfaz, eu me dou conta de quanto tempo eu perdi em não em não construir essa casa, em não fazer o trabalho de manutenção dessa casa. Então, eh morar nessa casa fantasiosa também é uma grande armadilha que que acontece muito com a gente. Eh, e ele diz, o Emmanuel continua, tem também as que se encontram penhoradas por hipotecas, as casas vendidas, as casas entregues por qualquer coisa que a gente quis e não podia e deu a casa em troca. Sabe quanta coisa nossa tá em hipoteca? porque a gente não teve coragem, não teve atitude, a gente não soube eh eh educar os sentimentos, os desejos, os pensamentos. Quantas vezes os nossos desejos avançaram tanto que a nossa casa foi paraa hipoteca, tá hipotecada. hipotecada que tá entregue aos outros, não é mais minha, ela tá entregue aos outros como garantia de pagamento de uma coisa que eu já recebi, de uma ilusão que eu já vivi. Eu vivo uma ilusão e para viver essa ilusão, eu hipoteco uma casa espiritual. Isso é de uma dimensão profunda. Essa simbologia é muito grande, né? Como é que eu posso hipotecar uma casa espiritual em troca de ilusões? É, é triste isso. E por fim, ele diz que são raras as casas espirituais completamente livres. É difícil ser livre. Ser livre não é fazer o que quer. Ser livre é fazer o que deve. É muito mais difícil fazer o que deve do que fazer o que quer. Fazer o que quer é gostoso. Todo mundo quer, é fácil. Agora, fazer o que deve é difícil, porque muitas vezes ou na maioria das vezes, eh, o que eu devo fazer não é exatamente aquilo que eu queria fazer, porque o meu dever vai me fazendo avançar. Então, o meu dever tá sempre adiante de mim, porque a consciência traz esse dever e eu vou ter que ir caminhando por aí. E
amente aquilo que eu queria fazer, porque o meu dever vai me fazendo avançar. Então, o meu dever tá sempre adiante de mim, porque a consciência traz esse dever e eu vou ter que ir caminhando por aí. E as minhas imperfeições continuam, algumas delas vão sempre eh eh jogando contra os deveres. E aí isso mostra o abandono da casa. Essa figura é muito interessante e essa figura do Pedro, né? E aí o o Emanuel, voltando pro texto, ele diz: "A lição de Jesus não deve ser tomada apenas como carícia embaladora". Aí nós estamos falando da fé, nós estamos falando do do do evangelho. As lições do Cristo não são só música para colocar na casa, não são só carícia embaladora para embalar essa casa, para divertir essa casa, para distrair essa casa, para iludir essa casa e sim por material de construção e reconstrução da reforma integral da casa íntima. Então, as palavras do Cristo são não são palavras para me para me acalentar somente. O Cristo é o consolador, não tem indiscutível o consolo que traz a palavra de Jesus, mas não é o consolo pelo consolo. Não é o consolo do pai que dá o pirulito pra criança que faz o que que a criança quer. É um consolo que traz acima de tudo o material de construção de e de e reconstrução dessa casa. Então é libertação. Esse é o papel libertador das palavras de Jesus. Porque a partir desse papel, a partir dessas informações, a partir desse manual, eu consigo construir e reconstruir e reformar essa minha casa espiritual. E muitas vezes a casa tá tão complicada que abalam, os alicces, estão abalados. Tem que fazer uma reforma muito grande. É difícil fazer. Quanto mais abandonada tá a casa, maior é a reforma. E quanto mais tempo eu deixo a casa, eu abandono, mais necessidade de reforma eu vou ter. Muitas vezes é imprescindível que os aliceces de nosso santuário interior sejam abalados e renovados. A palavra de Jesus muitas vezes traz esse abalo e essa necessidade de renovação da casa. não é só aquela música para embalar a casa eh eh no seu momento de lazer.
interior sejam abalados e renovados. A palavra de Jesus muitas vezes traz esse abalo e essa necessidade de renovação da casa. não é só aquela música para embalar a casa eh eh no seu momento de lazer. Cristo não é somente uma figuração filosófica ou religiosa, é também o restaurador da casa espiritual dos homens. O Cristo não é somente figuração filosófica e não é somente também figuração religiosa. É também restaurador me trazer inspiração, me trazer intuição, me trazer elementos, me trazer instrumentos, me trazer material de construção e reconstrução para eu fazer a restauração dessa casa espiritual. Porque eu não sou perfeito e as minhas imperfeições vão trazendo problemas, infiltrações nessa casa e as imperfeições continuam e os problemas da casa vão aumentando. E aí vem Jesus de trás, chama para si, vinde a mim os cansados e aflitos, os que querem fazer a reforma, porque ali vão ter paz, vão ser consolados. O consolo é ficar nessa casa espiritual reformada. Eh, o restaurador dessa casa espiritual do homem, enxergar Jesus como restaurador dessa casa, eu acho que falta muito pra gente. A gente enxerga muito esse Jesus filosófico, esse Jesus religioso, mas esse Jesus que restaura a nossa casa espiritual, restaura não, que traz os elementos para que cada um faça a sua restauração. Ele esclarece o olhar, o ouvir, o sentir para que cada um observe a sua casa e encontre os problemas dessa casa. As rachaduras, os defeitos, as goteiras, os mofos, as sujeiras, as imperfeições, eh, aquilo que tá deteriorado para que a gente possa fazer a reforma nessa casa. E o e o e o Emanuel continua: "O cristão sem reforma íntima, dispõe apenas das plantas do serviço." Eu fico pensando, o cristão sem reforma interna dispõe apenas das apenas das plantas do serviço. E seriam essas plantas do serviço? Seria o meu planejamento reencarnatório? Então eu só disponho do meu planejamento reencarnatório, mas eu não faço a reforma. Eu vim aqui com todo um projeto, um projeto elaborado no mundo espiritual, com um
o meu planejamento reencarnatório? Então eu só disponho do meu planejamento reencarnatório, mas eu não faço a reforma. Eu vim aqui com todo um projeto, um projeto elaborado no mundo espiritual, com um auxílio de de pessoas competentes, com a minha anuência, com a minha participação, né? eh tudo eh feito em todas as mãos, com meu consentimento. Eu vim com esse projeto em mãos, cheguei todo animado para uma nova encarnação. E aqui eu começo a me iludir, eu começo a hipotecar a casa, eu começo a abandonar a casa, eu começo a viver, sabe, festivamente nessa casa, sem dar manutenção nessa casa. E eu vim com uma planta muito bem elaborada para restaurar essa casa. E o cristão que não faz essa reforma, ele dispõe apenas da planta e vai retornar pro mundo espiritual com a planta, sem ter executado nada do serviço que ele veio fazer. Porque faltou aquelas duas primeiras coisas que a Manuel colocou, deliberação e esforço, que quer dizer vontade e trabalho. O discípulo sincero, porém, é o trabalhador devotado que atinge a luz do Senhor, não em benefício de Jesus, mas sobretudo em favor de si mesmo. Eu sou o morador da casa. A reforma da casa, o maior beneficiado é o morador da casa. E aí no livro Boa Nova, Chico e Humberto de Campos trata um pouco disso. Nós que conhecemos a vontade suprema, temos que seguir esse roteiro, cumprir as plantas de serviço dessa casa, né? Não tem como a gente abandonar, ficar com essa planta na mão e não realizar o trabalho. Nós conhecemos a vontade suprema, nós conhecemos um pouco dessa planta, né? Eh, e é necessário seguir esse roteiro, executar a obra. Jesus tinha dito: "O meu alimento é fazer a vontade do Pai e cumprir a sua obra". Eu posso tentar dizer isso. O meu alimento é fazer a vontade do Pai e cumprir a sua obra. E qual é a obra do pai que eu tô executando? A construção e reforma e reconstrução da casa espiritual, da minha casa espiritual. Aí o Emanuel diz: "O o Humberto de Campos, não devemos pensar no Deus que concede, mas no pai que educa,
executando? A construção e reforma e reconstrução da casa espiritual, da minha casa espiritual. Aí o Emanuel diz: "O o Humberto de Campos, não devemos pensar no Deus que concede, mas no pai que educa, não Deus que recompensa, mas no Pai que aperfeiçoa. Esse é o que liberta. Esse é o pai que que que restaura a nossa casa. Não é aquele simplesmente aquele que que a gente queria acreditar, né? Aquele que concede: "Meu Deus, me dá isso, meu Deus, me dá aquilo, eu vou rezar para isso, vou rezar para aquilo, vou pedir isso, vou pedir aquilo." Não é esse Deus que concede, é o que educa, é o que eu necessito. Não é aquele que recompensa. Se eu fizer isso, eu ganho aquilo. Se eu rezar tanto, eu ganho tanto. Se eu fizer tanto, eu faço tanto. Não é esse que recompensa, mas é aquele que aperfeiçoa. Aperfeiçoa é aquele que me auxilia na construção dessa casa espiritual. Daí se segue que a nossa batalha pela redenção tem que ser perseverante e sem tréguas. A nossa batalha, pela reforma da nossa casa espiritual tem que ser perseverante e sem tréguas. Não dá para descansar no ócio, não dá para abandonar essa casa. a gente tem que tá sempre cuidando, sempre eh observando eh pequenos problemas que surgem, coisas que vêm de dentro do tempo, do uso e a gente precisa observar cada vez mais. A gente vai encerrar com uma prece, agradecendo sempre a possibilidade de pensar, de sentir, de olhar, embora a gente não consiga usar todos os sentidos, porque nós mesmos ofuscamos o funcionamento desses sentidos, mas nós Nós trazemos um grande projeto, um projeto de espírito, que é o projeto de construção. Nós somos pedras vivas, pedras que vivem, pedras que pensam, pedras que falam, pedras que têm livre arbítrio. Que Deus nos abençoe, abençoe nossa consciência, abençoe os nossos deveres, abençoe o nosso livre arbítrio para que as nossas escolhas sejam baseadas sempre na vontade e no trabalho. Que Deus nos abençoe. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de
bítrio para que as nossas escolhas sejam baseadas sempre na vontade e no trabalho. Que Deus nos abençoe. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e [música] espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério [música] necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando
paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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