CARIDADE MORAL E CARIDADE MATERIAL - Terezinha de Jesus (PALESTRA ESPÍRITA)
TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.
Queridas irmãs, queridos irmãos, é com muita alegria que nós estamos juntos nesse instante. Sou Terezinha de Jesus, palestrante convidada da comunhão espírita de Brasília para que possamos fazer algumas reflexões sobre o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo e tentar alinhar esses preceitos divinos às nossas vidas. Escolhemos como tema da nossa reflexão o capítulo 13 de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Não saiba a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita. Nesse capítulo nós temos a instruções dos espíritos e dentre essas instruções nós temos a irmã Rosáli, a mensagem da irmã Rosália, a caridade material e a caridade moral. A irmã Rosária começa nos fazendo um convite a refletir a reflexão sobre as palavras de Jesus. Amemo-nos uns aos outros e façamos aos outros o que quereris que eles nos fizessem. Jesus nos diz, nos dá um novo mandamento quando parte desse mundo físico. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Como é que Jesus nos ama? como é que Jesus nos amou, qual foi o exemplo, né? o exemplo que ele deixou em toda a sua vida, a cada momento que ele vai passando, em que a cada lugar que ele passa, quais são as atitudes que Jesus vai tomando, vai orientando seus discípulos para que esse mundo possa ser um mundo pleno de paz, de harmonia, de amor, para que nós realizemos nos nossos corações essa essa potência divina em nossas próprias almas. A irmã Rosária nos faz esse convite dizendo que toda religião, toda moral se acham encerradas nesses dois preceitos. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Ama a teu próximo como a ti mesmo. Ela diz aqui: "Se fossem observados neste mundo, todos seriais felizes." Felicidade, né? Qual é o bem do homem? O bem do homem, segundo Aristóteles, é a felicidade. Todos nós buscamos felicidade. Nós temos no mundo até no botão, nós temos o ministério da felicidade. Nós questionamos e estudamos o que que significa felicidade, o que que nós fazemos, o que que eu preciso fazer para que eu possa ser feliz. A irmã Rosária aqui define de uma
ministério da felicidade. Nós questionamos e estudamos o que que significa felicidade, o que que nós fazemos, o que que eu preciso fazer para que eu possa ser feliz. A irmã Rosária aqui define de uma forma muito simples, dizendo que se esses princípios do amor, esses preceitos do amor fossem observados no nosso mundo, seríamos felizes. Por quê? Ela diz, não mais aí ódios nem ressentimentos. Então, começa por alguma coisa que ocorre em nossos corações. Começa com uma capacidade que nós temos de olhar para as outras pessoas e perceber que elas são diferentes de nós, que elas têm o direito de pensar de uma forma diferente, o que nós nem sempre aceitamos. Normalmente nós desejamos que as pessoas concordem conosco sempre. E quando isso não acontece, é um sofrimento muito grande. Nós criamos sofrimentos e nós ficamos magoados. E aí vem os grandes problemas. Eu lembrei agora de um professor que nós tivemos, um professor, ele era de filosofia da lógica e numa dessas aulas ele colocou uma coisa muito importante. É impossível a comunicação humana, porque eu penso de uma forma, você pensa de outra. Você pensa de uma forma e eu penso de outra totalmente diferente e assim nós vamos. Por isso nós temos os problemas. E ele está certo. Realmente é isso. Porque nós saímos de novo. Pode olhar. Muito simples. Você posta no Instagram, no Facebook, no WhatsApp e algumas pessoas gentilmente ainda curtem você, ainda se interessam por aquilo que você postou, mas normalmente vem um post em cima, em cima. E há pessoas que se sentem profundamente incomodadas com isso. Por quê? Porque elas não foram reconhecidas, porque elas não foram curtidas. Porque umas pessoas são mais curtidas do que outras, porque umas pessoas são mais importantes do que outras. Por que que eu falei aqui no grupo? Ninguém nem percebeu que eu estava presente? Isso é uma angústia dos nossos tempos. E isso gera um sentimento muitas vezes de mágoa, de ressentimento, muitas vezes até de ódio a si mesmo, que é uma das doenças mais graves da nossa
tava presente? Isso é uma angústia dos nossos tempos. E isso gera um sentimento muitas vezes de mágoa, de ressentimento, muitas vezes até de ódio a si mesmo, que é uma das doenças mais graves da nossa época. uma verdadeira epidemia de ódio a si mesmos. Então, disfarçado de eu tenho uma autoestima baixa, né? Nós temos um as sombras da nossa alma que nós precisamos trabalh enxergá-las. Por isso que é tão importante esse momento que nós estamos vivendo, porque nós começamos a perceber tudo aquilo que nos incomoda e isso é uma dica para que nós percebamos tudo aquilo que nós incomodamos nas outras pessoas. E a irmã Rosália diz: "Serieis felizes, não mais ódios nem ressentimentos. Nossas mágoas se curariam, se curarão no momento em que nós começarmos de fato a amar, amar uns aos outros e fazer com os outros, fazer aos outros aquilo que nós gostaríamos que fizessem conosco. Aliás, essa é a regra áurea desde o princípio da humanidade. Mas a irmã Rosária vai acrescentando: "Direi ainda não mais pobreza, por quanto do superérfluo da mesa de cada rico, muitos pobres se alimentariam e não mais veríis nos quarteirões sombrios onde habitei durante a minha última encarnação. Pobres mulheres arrastando consigo miseráveis crianças a quem tudo faltava. E o nosso mundo, essa mensagem de 1860, não mudou muito. Aliás, em todas as épocas da humanidade nós vamos encontrar essa chaga que é a miséria extrema. Pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. Ter uma linha de pobreza já é chocante. Agora, viver abaixo da linha da pobreza é mais chocante ainda. E mais chocante ainda é nós não percebermos que essas pessoas não são diferentes de nós. De repente, é necessário uma calamidade pública, um estádio de catástrofe para que nós percebamos que essas pessoas existem, que elas sentem e sofrem tanto quanto nós e que o que acontece a elas também pode nos acontecer. E está, esse momento que nós estamos vivendo agora do coronavírus, por exemplo, nos mostra exatamente isso, os riscos que é para que são para todos.
ue o que acontece a elas também pode nos acontecer. E está, esse momento que nós estamos vivendo agora do coronavírus, por exemplo, nos mostra exatamente isso, os riscos que é para que são para todos. Esses riscos não atinge apenas um grupo, atinge hoje a humanidade inteira. E de repente, nessa pandemia, nós estamos tendo a oportunidade de compreender que o planeta Terra é uma casa, que nós somos uma família. A humanidade é uma família. Que cada um de nós, nos conheçamos aos outros ou não, estejamos perto um dos outros ou não, somos irmãos. E esta é a boa notícia. Somos os da mesma família, a família de Jesus. No prefácio de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Espírito de Verdade vai dizer: "Homens, irmãos, a quem amamos, aqui estamos junto de vós." Então, eh, há uma solidariedade entre os planos espirituais, os planos invisíveis e os planos visíveis. Há uma solidariedade nos mundos, porque qual é a lei fundamental do universo? é o amor. E a irmã Rosária está nos lembrando disso. Como é que nós vamos corrigir as misérias humanas? Como é que nós vamos corrigir a pobreza quando nós começarmos a aprender a sair de nós mesmos e irmos em busca da necessidade alheia? Às vezes há aquelas pessoas que fazem, fazem um pouco, já é alguma coisa. Nós não fazemos o suficiente porque nós podemos dizer: "Mas meu Deus, são tantos. Isso é uma responsabilidade do governo? Sim, há uma responsabilidade política, há uma vontade política que precisa ser acionada, mas há coisas que nós respondemos por elas. Nós podemos, sim, minhas amadas, meus amados, nos interessar pelas dores alheias, visitar o sofrimento. Nós podemos sim se nos fazermos presentes ali naquele lar onde tudo falta. E irmã Rosáliia nos faz um convite aqui. Ricos, pensai nisso, nisto um pouco. Ricos, eu posso dizer, mas eu não sou rica. Eu posso não ser rica. E ao longo da mensagem nós vamos compreendendo a nossa riqueza. Porque a riqueza, segundo o Evangelho, segundo o Espiritismo, conforme os estudos trazidos pelos espíritos
rica. Eu posso não ser rica. E ao longo da mensagem nós vamos compreendendo a nossa riqueza. Porque a riqueza, segundo o Evangelho, segundo o Espiritismo, conforme os estudos trazidos pelos espíritos superiores para nós, a riqueza é como uma fonte manancial que precisa ser distribuído para todos, mas há a riqueza financeira e há também a riqueza da inteligência. Mas qual é a maior riqueza senão a riqueza daquele coração que ama? Nós nos lembramos aqui do Chico Xavier, sua vida humilde, a sua presença estimulava a beneficência e tantas e tantas pessoas. Só a sua presença, só o trabalho do Chico foi suficiente para nos mostrar que nós não precisamos muito quando nós queremos fazer de fato alguma coisa a alguém. E ela diz: "Auxiliai os infelizes o melhor que puderdes. Dai, para que Deus um dia vos retribua o bem que houverdes feito, para que tenhais, ao saírdes do vosso involo cruerreno, um cortejo de espíritos agradecidos a receber-vos no limear de um mundo mais ditoso." Olha o que ela lembra aqui. saírdes do vosso invólucro terreno, como deve ser a desencarnação dessas almas belíssimas que das esferas superiores, os amigos e benfeitores espirituais que as inspiraram durante a vida vem buscá-la. E ao mesmo tempo aqueles que foram auxiliados, as famílias daqueles que elas auxiliaram materialmente mesmo com a sua presença. Como deve ser lindo esse momento em que essa alma deixa a terra e chega do outro lado da vida e encontra aqueles a quem ela ajudou um dia. Mas a irmã Rosáliia que nos traz uma surpresa. Continuemos. Se sou se pudesseis saber da alegria que experimentei ao encontrar no além aqueles a quem na minha última existência me fora dado servir. Hã, essa é a felicidade reservada aos espíritos generosos, caridosos. E ela diz: "Amai, portanto, o vosso próximo. Amai-o como a vós mesmos, pois já sabeis agora que repelindo um desgraçado, estareis quissá afastando de vós um irmão, um pai, um amigo de outrora. Se assim for, de que desespero não vos sentireis presa ao reconhecê-lo no mundo
ois já sabeis agora que repelindo um desgraçado, estareis quissá afastando de vós um irmão, um pai, um amigo de outrora. Se assim for, de que desespero não vos sentireis presa ao reconhecê-lo no mundo dos espíritos?" Sim, minhas amadas, meus meus amados, nós não nos encontramos pela primeira vez. Nem vocês que estão aqui nesse momento generosamente continuando chegar esse a a a esse estudo até o final, né? Nós não estamos juntos pelas pela primeira vez. Todos nós temos compromissos uns com os outros. Há um momento na vida em que nós vamos nos encontrar por 5 minutos. Vamos ter aquela oportunidade de transformar, talvez um desentendimento de uma outra vida numa oportunidade de um favor, de um serviço, de uma gentileza. Nós precisamos nos nós precisamos compreender que estamos ligados uns aos outros, que o amor é exatamente isso, que somos vasos diferentes, alguns maiores, com a capacidade maior de amar, de oferecer, de compartilhar amor outros pequenos, mas nós estamos nesse exercício. Mas tem algo importante aqui que a irmã Rosália acrescenta: "Desejo compreendais bem o que seja a caridade moral que todos podem praticar, que nada custa materialmente falando, porém que é a mais difícil de exercer-se, a caridade moral". O que é a caridade moral? Segundo o entendimento da irmã Rosáia, caridade moral consiste em suportarem umas às outras criaturas, e é o que menos fazeis neste mundo inferior, onde vos achais por agora encarnados, suportarem em se suportarem umas às outras. Aqui ela está falando da tolerância. Nós temos uma dificuldade muito grande de aceitar o diferente. Todos nós temos os nossos preconceitos. Ah, Terezinha, eu não tenho preconceito. Como assim, Terezinha? Você é espírita, tem preconceito? Nós temos preconceitos. Só se nós não nos conhecermos é que nós vamos achar que somos totalmente livres do preconceito, porque isso é cultural. Nós reconhecemos os nossos preconceitos e começamos a trabalhá-los. E é esse é o espaço, é o terreno da tolerância que a humanidade vem aos poucos, né,
e livres do preconceito, porque isso é cultural. Nós reconhecemos os nossos preconceitos e começamos a trabalhá-los. E é esse é o espaço, é o terreno da tolerância que a humanidade vem aos poucos, né, compreendendo que a tolerância é essa é dar ao outro direito de ele ser como ele é, como ele deseja ser, porque eu também tenho esse direito. Então, nós precisamos aprender a nos suportarmos uns aos outros. Há pessoas que nos incomodam muito, essa é uma realidade. Há atitudes que nos incomodam muito, essa é uma realidade. Mas isso não nos dá o direito de querer tirá-las da face da terra, de excluí-las do mundo, que esse é o problema maior que é gerado pelo preconceito. É a intolerância. E a irmã Rosalia diz: "É o que menos fazeis nesse mundo inferior onde vos achais. Porque a inferioridade desse mundo, a inferioridade do planeta Terra, que nós nos queixamos tanto às vezes, ela vem exatamente da nossa inferioridade moral. Nós precisamos fazer algumas mudanças no nosso comportamento para que a Terra também seja melhorada. E ela diz aqui: "Grande mérito há, crede-me, em um homem saber calar-se, deixando fale outro mais tolo do que ele". É um gênero de caridade isso. Quando ela fala que deixe que o mais tolo do que ele fala, ela lembra que nós os dois somos tolos porque os dois estamos ali enredados numa briga desnecessária, numa atitude desnecessária. Às vezes nós precisamos do silêncio, mas um silêncio construtivo, aquele silêncio ativo, não é aquele silêncio que a gente fica se remoendo por dentro, é aquele silêncio em que nós estamos sendo ofendidos, que nós estamos sendo muitas vezes maltratados, nós estamos sendo e aquele não é o momento para que nós possamos falar alguma coisa, porque as coisas podem piorar. Ou então quando nós soubemos que alguém nos levantou uma calúnia, por exemplo, a calúnia é uma coisa terrível, mas nós silenciamos e começamos a envolver essa pessoa numa outra atitude, que é uma atitude de caridade, numa atitude de perdão, numa atitude de prece. E a irmã Rosália nos dá alguns
coisa terrível, mas nós silenciamos e começamos a envolver essa pessoa numa outra atitude, que é uma atitude de caridade, numa atitude de perdão, numa atitude de prece. E a irmã Rosália nos dá alguns exemplos disso. Saber ser surdo quando uma palavra zombeteira se escapa de uma boca habituada a escarnecer. Nós vemos muito isso no no dia a dia, nas nossas relações. De repente alguém vai dar uma patada e outra revida com força, né? Com toda força e começa e daí começa uma briga e mais tarde a gente diz: "Eu não sei como é que tudo começou. Essa é uma questão. Outra questão importante, às vezes numa brincadeira ofensiva, né, a pessoas que se ofendem, que ofendem umas outras. Ela lembra, não vê o sorriso de desdém com o que vos recebem, pessoas que muitas vezes erradamente se supõem acima de vós. Sim, é muito comum isso, né? pessoas que tornam outras pessoas invisíveis pelo gênero de trabalho dela, por exemplo, pessoas que se porque estão numa posição superior hierárquica, se acham no direito de ofender os seus subordinados, de humilhá-los e outras outras atitudes profundamente lamentáveis que felizmente hoje, né, a legislação trabalhista, o direito já nos convida a refletir sobre as nossas atitudes, porque assédio moral é crime, porque dano moral é crime. Isso é um grande avanço na história da humanidade para que nós possamos compreender que as outras pessoas são iguais a nós e que merecem todo o respeito do mundo. E ela diz aqui pessoas que muitas vezes erradamente se supõe acima de vós quando na vida espírita, a única real. Aqui nós precisamos nos lembrar, a nossa vida corporal é de fato passageira. O medo mais absurdo que nós temos é o medo da morte. Embora nós reconheçamos a importância da vida no mundo físico, a morte vai chegar e nós precisamos estar prontos para quando ela chegar dizer: "Send, seja bem-vinda, irmã morte". Como disse Francisco de Assis, a doutrina espírita vem nos preparar para isso, mas ela lembra, na vida espírita, a única real, estão num raro muito abaixo,
r dizer: "Send, seja bem-vinda, irmã morte". Como disse Francisco de Assis, a doutrina espírita vem nos preparar para isso, mas ela lembra, na vida espírita, a única real, estão num raro muito abaixo, constitui merecimento, não do ponto de vista da humanidade, mas do da caridade. Porquanto não dar atenção ao mal proceder de outrem é caridade moral. E a irmã Rosália lembra que essa caridade não deve obstar a outra, não deve impedir a outra. Tende cuidado, principalmente em não tratar com desprezo o vosso semelhante, no vosso semelhante, né? tratar com desprezo, com indiferença, essa atitude de não reconhecer outra pessoa. Quantas e quantas pessoas acham, não, o contrário do ódio amor dão. O ódio é o amor que adoeceu, diz André Luiz. O contrário do amor é a indiferença. E há pessoas que conseguem viver tão enclausuradas dentro de si mesmas, tão egoísticamente, que não são capazes de perceber aquela outra pessoa que ali está, que não olha para ela. Não são capazes de perceber que essas pessoas são iguais, que nós somos iguais, que nós somos um, que nós somos irmãos. Claro, minhas amadas, meus amados, são categorias que nós vamos desenvolvendo ao longo do tempo. Para nós espíritas, que todos os dias estudamos o evangelho, pouco a pouco essa água viva do evangelho vai nos banhando e nós vamos começando a amolecer, né, os nossos corações. caminhando para o final do nosso estudo, a irmã Rosáia vai dizer: "Tende, porém, cuidado, principalmente, em não tratar com desprezo o vosso semelhante. Lembrai-vos de tudo que já vos tenho dito. Tende presente que, repelindo um pobre, talvez repilais um espírito que vos foi caro e que no momento e se encontra em posição inferior a vossa." E aí vem a surpresa. Encontrei aqui um dos pobres da terra a quem tem a quem por felicidade eu pudera auxiliar algumas vezes e ao qual a meu turno tenho agora de implorar auxílio. Esta é a surpresa que a irmã Rosália nos revela. Quem conhece a história dela agora não não vai dar tempo nós comentarmos. Faremos isso numa próxima
o qual a meu turno tenho agora de implorar auxílio. Esta é a surpresa que a irmã Rosália nos revela. Quem conhece a história dela agora não não vai dar tempo nós comentarmos. Faremos isso numa próxima oportunidade. Ela dedicou a sua vida inteira aos pobres. Ela era conhecida como a mãe dos pobres. Ela é mentora de alguns grupos espíritas, inclusive nos grupos espíritas em que eu trabalhei, que eu trabalho. Ela termina dizendo: "Lembrai-vos de que Jesus disse que todos somos irmãos e pensai sempre nisso, antes de repelirdes o leproso ou mendigo a Deus. Pensai nos que sofrem e orai." Irmã Rosa, Paris, 1860. Então, minhas amadas, meus amados, agradeçamos a Jesus nesse momento pela felicidade que temos de ter essas lições que nos orientam à vida. que todas as vezes que nós esbarrarmos na nossos preconceitos, na nossa intolerância, na nossa falta de cuidado com o nosso semelhante, que nós lembremos que há dois gêneros de caridade, segundo a irmã Rosália, a caridade moral e a caridade material. Naturalmente, a caridade material será um pouco mais fácil. A caridade moral. Nós somos convidados a esse exercício diariamente, em especial dentro dos nossos lares. Imagine um lar onde essas palavras de Jesus estejam inscritas. Ama teu Deus de todo o teu coração e a teu próximo como a ti mesmo. E cada um olhem uns para os outros, respeitando-se e praticando essas palavras do Cristo. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Que a paz do divino mestre seja conosco e fechemos os nossos olhos e elevemos os nossos corações em agradecimento ao Pai, dizendo: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos os que nos têm ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Porque vosso é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja. Muito obrigada, minhas irmãs, meus irmãos. Sejamos unidos pela
ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Porque vosso é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja. Muito obrigada, minhas irmãs, meus irmãos. Sejamos unidos pela fé, pela esperança, pela caridade. Obrigada. Comunhão espírita. pela confiança.
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