JESUS, O TRABALHADOR DIVINO - Terezinha de Jesus [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração [música] a paz. dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão. Boa >> noite, minhas irmãs, meus irmãos. É uma alegria muito grande estarmos juntos, que nesta noite de hoje possamos fazer uma reflexão sobre o trabalhador divino, né? Como é que a gente reconhece um trabalhador divino? Esse é o tema da noite, Jesus, o trabalhador divino. Mas antes vamos preparar os nossos corações, as nossas almas com a prece. Às vezes a gente diz assim: "Ah, mas por que a prece, né? Qual é a importância da prece? Será que eu não tô falando com os passarinhos, né? Será que tem alguém escutando lá em cima? Mas quando nós estudamos a doutrina espírita, nós entendemos que é o pensamento que nos liga com aqueles a quem desejamos nos sintonizar. Então é interessante porque ah, é a prova de que a prece funciona. É, já existe hoje, né, trabalhos na área da da medicina e da espiritualidade, da psicologia, já tem até comissões de de espiritualidade eh eh eh referendada pelo CFM. Então, a gente tá num tempo em que a espiritualidade está em alta e a prece, esse momento em que nós nos colocamos, vamos dizer assim, em harmonia, em que a nossa mente se acerena, né? Essa ideia de que nós voltamos, nos voltamos para dentro de nós mesmos é uma ideia muito antiga, mas que temos como estes que nós estamos vivendo. E isso é fundamental. Então, a prece é esse momento de recolhimento, é esse momento em que os nossos corações se enche de esperança, dá certeza de que nós não caminhamos sobre a terra em vão e de que temos amigos devotados do nosso lado. Eh, os discípulos de Jesus, em dado momento, dizem a ele: "Senhor, ensina-nos a orar". E os evangelistas registram esse momento em que ele nos ensina a nos colocar em sintonia com o Pai Celestial,
do. Eh, os discípulos de Jesus, em dado momento, dizem a ele: "Senhor, ensina-nos a orar". E os evangelistas registram esse momento em que ele nos ensina a nos colocar em sintonia com o Pai Celestial, reconhecendo que todos temos a mesma origem, que todos somos irmãos. E essa é a missão sublime de nosso Senhor Jesus Cristo, lançar em nossos corações a ideia da paternidade divina e da fraternidade humana. Então, recordando Jesus, vamos orar a prece que ele nos ensinou. Quem quiser acompanhar em voz alta, pode acompanhar e vamos pensar em nossos irmãos e humanidade. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos os que nos têm ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal, porque vosso é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja. Muito bem, minhas queridas, meus queridos, vamos refletir sobre esse momento especial, momento de Natal, né? Esses dias são belíssimos porque os nossos corações ficam um pouco mais compassivos. Porque mesmo nós que não nos lembramos das outras pessoas o ano inteiro, chega essa época sentimos uma necessidade imensa de de auxiliar, de amparar, né? E aqueles que já fazem isso sempre, né? também é um momento de muito mais alegria, porque é a hora da confraternização, é a hora dos encontros, é a hora da conclusão de determinados trabalho, determinados trabalhos, é a hora em que nós descobrimos dores imensas que pessoas muito próximas de nós estão vivendo e que às vezes pela falta de tempo durante o ano inteiro, nós não nos inclinamos para elas e este é o momento de reflexão sobre as nossas vidas, sobre estarmos aqui. E nós escolhemos para estudarmos nessa noite Jesus como esse trabalhador divino. Esse título quem dá ele é Emanuel, o trabalhador divino. Emanuel vai nos lembrar de uma mensagem linda em que ele vai fazer um comentário ao evangelho de
essa noite Jesus como esse trabalhador divino. Esse título quem dá ele é Emanuel, o trabalhador divino. Emanuel vai nos lembrar de uma mensagem linda em que ele vai fazer um comentário ao evangelho de Lucas. Ele, quem tem o livro Pão Nosso, está no livro Pão Nosso. Ou então vocês podem encontrar nessa obra que é uma coletânea de comentários de do de Emanuel, né, comentários do Evangelho. Ele vai lembrar esse fragmento, esse versículo do Evangelho de Lucas, em que João, os discípulos de João, Jesus é anunciado por João Batista. João Batista é o seu primo, filho de Isabel e Zacarias. E os discípulos de João eh eh perguntam a ele se ele é o Cristo. E ele diz que não. Não sou digno de desatar as correias das suas sandálias. Ele aí e João vai explicar quem é ele. A pá está na sua mão para limpar sua eira e recolherá o trigo no celeiro. Todavia queimará a palha com fogo inextinguível. Lucas 13:17. O que significa isso, né? Ele vai lembrar que Jesus recebe vários títulos, né? Vários títulos. Nós o conhecemos por mestre, pastor, o Messias, o Salvador, o príncipe da paz. Todos esses títulos dirá Emanuel, que são justos e veneráveis. Mas não podemos nos esquecer que ao lado dessas evocações sublimes, essa inesperada apresentação do Batista, ele diz aqui: "O precursor designo por trabalhador atento que tem a pá nas mãos, que limpará o chão duro e inculto, que recolherá o trigo na ocasião adequada, que purificará os detritos com a chama da justiça e do amor que não se apaga. Então, o fogo do qual ele está falando é justamente essa ideia de amor e de justiça que nasce na humanidade com Jesus. Porque, minhas amadas, meus amados, com Jesus há algo diferente. Uma ideia nova nasce no mundo. Nós temos grandes filósofos, grandes sábios, grandes mestres da humanidade que nos debruçamos sobre a sua suas obras e nós nos encantamos naturalmente, né? Quando a gente estuda, lê o bagavagita, a sublime canção do hinduísmo, o coração do do livro dos Vedas, nós vamos encontrar ali uma beleza extraordinária, um incentivo ao
encantamos naturalmente, né? Quando a gente estuda, lê o bagavagita, a sublime canção do hinduísmo, o coração do do livro dos Vedas, nós vamos encontrar ali uma beleza extraordinária, um incentivo ao bom combate, ao voltar-se para dentro, a união com Deus. Nós vamos encontrar Krishna e Árdona ali conversando sobre o que que agrada ao Senhor do universo, né? É interessante que tem um momento que Krishna se revela Árdona. Ádona, para quem não conhece a história, é um discípulo, né? E ele se revela em toda a sua exuberância, né? O Deus Krishna. E Arduna fica angustiado e ele pede perdão, né? Peço te perdão se eu não me comportei devidamente em tua presença, se eu não me sentei e me levantei, assim como o amado perdoa, pede, perdoa a amada, também te peço perdão. Ou seja, aqui há um encontro, há uma experiência pessoal de um discípulo, de alguém que busca um caminho espiritual. E há essa revelação, porque todos aqueles que de fato buscam a espiritualidade vai sim vai encontrar esse caminho, porque essa essa fé, vamos usar essa palavra, essa fé inabalável, ela é uma experiência espiritual com Deus. Nós vamos encontrar os místicos de todos os tempos, né? Nós vamos encontrar o caminho que Buda vai oferecer aos seus discípulos. vai lembrar que a vida é sofrimento, implica sofrimento. Estar vivo, né, por si só, faz com que nós sejamos afetados por todas as coisas que aí estão e que o sofrimento nasce do desejo. Então, um dos caminhos que Buda vai apresentar é justamente o controle das paixões. Nós vamos ter outros grandes mestres, grandes discípulos, mas Jesus tem uma peculiaridade. Ele não ensina das cátedras. Ele vai até as pessoas mais simples. E aqui nós vamos encontrar na obra de Humberto de Campos, Boa Nova, primeiras pregações, psicografia do Chico Xavier. Eh, o Humberto de Campos aqui no prefácio, ele diz que o mundo espiritual também tem o seu folclore. Ele usa essa essa palavra. Ele diz assim: "Eu, que agora sou um discípulo humilde desses educandários de Jesus, reconheci que os planos
fácio, ele diz que o mundo espiritual também tem o seu folclore. Ele usa essa essa palavra. Ele diz assim: "Eu, que agora sou um discípulo humilde desses educandários de Jesus, reconheci que os planos espirituais t o seu folclore. Os feitos heróicos e abençoados, muitas vezes anônimos do mundo, praticados por seres desconhecidos, encerram aqui profundas lições em que encontramos novas forças. Então, cada autor, naturalmente, cada, né, cada artista vai expressar na sua obra os seus sentimentos. Então, aqui nessa obra de Humberto de Campos, ele vai falar dessas primeiras pregações de Jesus. Lembremo-nos que Jesus é apresentado por João como esse trabalhador divino que tem a pá na mão. E nós vamos encontrar agora Jesus passeando em Jerusalém. E é claro, né, deve devia ser realmente muito diferente olhar para ele, pelo menos pelas narrativas de Emanuel que nós temos no livro há 2000 anos, né? Eh, é comovente. Se alguém quiser conhecer bem a personalidade de Jesus de Nazaré, leia o livro há 2000 anos de Emanuel. E ele vai dizer que Jesus está ali nas adjascências do templo e ele é notado por aqueles que passam, pelo sacerdote. Mas um e em especial o Anã, que mais tarde vai ser um dos julgadores, né, um dos juízes da um da da causa de Jesus. Ele vai se aproximar e vai perguntar a ele: "Galileu, o que fazes na cidade?" E Jesus responde: "Passo por Jerusalém buscando a fundação do reino de Deus". Reino de Deus. O que vem a ser isso? Pergunta o sacerdote ironicamente, naturalmente, né, gente? E ele diz: "Esse reino é a obra divina no coração dos homens. Obra divina em tuas mãos. E com que contas para levar avante essa difícil tarefa? Quais são seus teus seguidores, os teus companheiros? Acaso terás conquistado apoio de algum príncipe desconhecido e ilustre para auxiliar-te na execução dos teus planos? E Jesus responde humildemente: "Meus companheiros hão de chegar de toda parte." E o Anã vai dizer para ele: "Eh, sim, os ignorantes e os tolos estão em toda parte da terra. Certamente este
eus planos? E Jesus responde humildemente: "Meus companheiros hão de chegar de toda parte." E o Anã vai dizer para ele: "Eh, sim, os ignorantes e os tolos estão em toda parte da terra. Certamente este representará o material da tua edificação. Entretanto, propõe-te realizar uma obra divina e já viste uma estátua perfeita, modelada com fragmentos de lama?" E Jesus responde: "Sacerdote, nenhum mármore existe mais puro e formoso do que o sentimento e nenhum cinzel superior ao da boa vontade." E o juiz impressionado pergunta: "Conheces Roma e Atenas?" E Jesus responde: "Conheço o amor e a verdade". E o Anã, incomodado, pergunta: "Tem ciências do dos códigos da corte provincial e das leis do templo?" Jesus diz a ele: "Sei qual é a vontade do meu Pai que está nos céus". irritado. Anã sai e Jesus passa por Nazaré, convida alguns discípulos. Eh, interessante porque Pedro fica empolgado, né? Que ele diz assim: "Um reino, o lago aqui, as adjacências do lago é grande, tem várias aldeias, o rei não pode abranger todas elas, né? Eh, isso é a alegria de Pedro." E Jesus segue convidando os discípulos e convida Levi, né? Mas naquele mesmo dia, ele começa a sua pregação na casa de Simão Pedro. E é claro, é a diferença dos nossos grandes mestres, filósofos, né, os grandes professores da humanidade, cujas obras nos encantam, né? Meu Deus, que maravilha poder ter Platão na biblioteca. Mas Jesus, ele faz um movimento diferente. E aqui ele vai dizer que nessa tarde, desse mesmo dia, Jesus faz a primeira pregação da boa nova numa praça, né? Ali estão na praia extensa, grande multidão de pescadores rústicos, mulheres aflitas por continuadas flagelações, crianças sujas e abandonadas, misturados com publicanos e pecadores, homens analfabetos e simples, haviam acorrido ansiosos para ouvi-lo. Jesus contempla a multidão satisfeito. E contrariamente às ironias de Amã, Anã, ele aproveitaria sim o sentimento como mármore precioso e boa vontade como o cinzel divino. Os ignorantes, os fracos, os pecadores, seriam em suas
satisfeito. E contrariamente às ironias de Amã, Anã, ele aproveitaria sim o sentimento como mármore precioso e boa vontade como o cinzel divino. Os ignorantes, os fracos, os pecadores, seriam em suas mãos o material de base para a construção eterna e sublime. converteria toda miséria e toda dor num cântico de alegria e tomado pelas inspirações sagradas de Deus, começou a falar da maravilhosa beleza do seu reino e magnetizado pelo seu amor, o povo escutava num transporte de ventura. No céu havia uma vibração, uma claridade desconhecida. Então, minhas irmãs e meus irmãos, é este sentimento que Jesus começa a trabalhar, que faz com que nós estejamos aqui hoje. Este sentimento que Jesus foi trabalhando, modelando com as suas palavras, que faz com que nós nos inclinemos com o coração cheio de compaixão, de piedade, de misericórdia por alguém que está ali caído, faminto, aflito. Seja essa uma fome do corpo, seja essa a miséria da alma, como nos lembra o Evangelho Segundo Espiritismo na mensagem belíssima, a lei de amor, que ele vai dizer: "Feliz aquele que ama porque não conhece a miséria do corpo, nem da alma, porque de fato há uma miséria da alma. Todos nós reconhecemos e os grandes estudiosos também que há em nós uma falta, um sentimento de falta que nada preenche. o lugar de uma solidão, o lugar de um desejo que nós não sabemos o que é e que buscamos de todas as formas satisfazê-los de mil modos, mas que nós não conseguimos identificar o que que nos move de fato, o que nos leva a fazer isso ou aquilo ou aquilo ou aquilo, né? O que é o nosso desejo real. Essa era a preocupação de Buda, né? Então, como nós, quais são os nossos desejos, as nossas paixões? No primeiro momento, quando somos ainda profundamente ignorantes, o espírito Lázaro vai nos dizer na lei do de amor que no primeiro momento nós somos movidos pelos instintos, mas avançado e corrompido, temos sensações e mais elevados nós teremos sentimentos e o amor é o sentimento por excelência. E é justamente esse amor que Jesus vai
nto nós somos movidos pelos instintos, mas avançado e corrompido, temos sensações e mais elevados nós teremos sentimentos e o amor é o sentimento por excelência. E é justamente esse amor que Jesus vai trabalhar em nossas almas. É um amor diferente, porque até Jesus nós conhecemos o amor aos amigos. Aliás, pode ter uma amizade, algo mais extraordinário do que a amizade, porque nós amamos sem saber porquê. A gente gosta de graça dessa pessoa. Essa pessoa não fez nada, a gente simplesmente ama, né? Todo mundo tem um amigo a toda prova. aquela pessoa que você pode ligar para ela 2 horas da manhã, dizer: "Por favor, me ajuda, né? Nesse momento nós sabemos, né? Tô indo aí". Nós temos casos, né? casos conhecidos, pessoas amigas, pessoas que são presentes em nossa vida e que às vezes nós nos esquecemos de cultivar, porque o tempo em que nós estamos vivendo, nós estamos tão ocupados, parece que estamos voltados para dentro de nós mesmos, mas não. Nós estamos sendo cooptados, arrancados de nós mesmos por várias situações, por várias, né, vários motivos que não não é o nosso trabalho hoje discorrer sobre isso, que nos arrancam de nós mesmos e nós somos levados, arrebatados, sabe Deus por que coisas. E o tempo vai passando e nós nos esquecemos de que a vida passa muito rápido e que existem pessoas que nos amam. E de repente nós só nos lembramos delas quando estamos naquele momento difícil e ainda assim elas nos atendem, né? Por isso que é tão importante o Natal, porque a gente lembra ali daquela aquela lista imensa de contatos e manda mensagens lindas, coraçõezinhos vermelhos para todos. Mas isso aqui é interessante porque esse amor, né, a filia, a amizade, né, a ideia daqueles que andam juntos, né, que é essa amizade, é esse amor a toda prova. Nós vamos ter o amor romântico, apaixonado, né? Esse amor que faz com que nós escolhamos alguém especial para constituir uma família, para começar, né, essa paixão, esse amor que é fundamental. Mas Jesus, ele nos traz um amor diferente, porque ele vai trazer
que faz com que nós escolhamos alguém especial para constituir uma família, para começar, né, essa paixão, esse amor que é fundamental. Mas Jesus, ele nos traz um amor diferente, porque ele vai trazer esse amor que faz com que nós sejamos capazes de incluir outras pessoas que não são do nosso clã, não são da nossa tribo, que são muito diferentes de nós. E é essa a grande mudança que Jesus faz. Se hoje nós temos essa maravilha, né, que é a ideia de direitos humanos, do reconhecimento de que todos somos iguais, todos temos os mesmos direitos, nós somos humanos. A vida tem uma dignidade por si só, por ser vida. Vida tem valor intrínseco. Vida é vida, né? A vida tem quarto e sala. Isso aqui é importante, mas com quem nós aprendemos? Com Jesus. Porque ele é esse trabalhador divino que quando chega ao mundo, né? É bem bonito isso. Eh, qual é a o programa de trabalho que ele traz? Glória a Deus. Nas alturas, paz sobre a terra, boa vontade para com os homens. essa essa ideia da boa vontade, da boa vontade divina, da presença divina. Emanuel vem lembrar numa mensagem linda que está no livro também nesse livro de Lucas, o Evangelho por Emanu Lucas, mas no livro Fonte Viva. Ele vai lembrar que as legiões angélicas junto à manjedoura anunciaram o grande renovador, mas não houve nenhuma palavra de violência. Porque meus amados, minhas amadas, como chegam os grandes conquistadores. Esse tempo ainda não passou, meu senhor. 2000 anos de evangelho, mas ainda nós ainda somos tomados pela violência, né? Ainda ainda há os conquistadores que chegam nos lugares. A gente não precisa nem falar de violência, né? Porque nós estamos vivendo constantemente tudo isso. Nós vivemos esse perigo. É assustador. É como se nós estivéssemos nós como como se não. Nós estamos como sociedade estamos profundamente doentes. No livro No Mundo Maior de André Luiz há uma pré-leção de Eusébio, um espírito de alta hierarquia em que ele vai falar, acho que é 1948 esse livro, o prefácio desse livro, prefácio de Emanuel. Esse
s. No livro No Mundo Maior de André Luiz há uma pré-leção de Eusébio, um espírito de alta hierarquia em que ele vai falar, acho que é 1948 esse livro, o prefácio desse livro, prefácio de Emanuel. Esse espírito vai lembrar da ameaça. A grande ameaça naquele momento, ele falando a à humanidade é justamente o desequilíbrio mental. E nós estamos vivendo isso em largas proporções na humanidade inteira. E qual é o remédio para isso? Por que que os nossos tempos são tão difíceis? Por que que com 2000 anos de evangelho no mundo cristão, os nossos instintos mais agressivos ainda predominam? E nós possamos podemos reconhecê-lo em nós mesmos nas microviolências do dia a dia, no modo às vezes como a gente responde descuidadamente a algo que nos incomoda, né, dentro da nossa casa ainda estamos assim. Mas nós seguimos, servimos, buscamos, somos alunos da escola de um mestre que chega a esse mundo sem apresentar nenhuma palavra de violência. Quando ele chega, qual é a palavra que se ouve? Glória a Deus no universo infinito, né? Paz na terra, boa vontade para com os homens. Aí, Emanuel vai dizer aqui: "O pai supremo, legando uma nova era de segurança para a humanidade, não declarava o embaixador celeste com poderes de ferir ou de destruir. Jesus não traz castigo, né? Aqui Emanuel vai lembrar, não vai trazer castigo ao rico avarento, pelo contrário, ele vai à casa de Zaqueu, né? Ele diz: "Zaqueu, ainda hoje estarei contigo, né? Estarei em tua casa. Desce teu cômo, por favor, né? Não traz punição ao pobre desesperado. Não despreza os fracos, não condena os pecadores. Isso aqui é muito importante. Não condena os pecadores. Alguém pode dizer: "Mas isso tá errado, né?" Não, não tá errado. Não tá errado. Por quê? Porque quando nós erramos, o que que nós precisamos? de empatia, de compreensão. Sim, precisamos. Essa mudança Jesus vai fazendo. Quando nós cometemos um erro grave, é possível, né? Todos nós cometemos graves erros. Quem já viveu mais de 20 anos já fez alguma coisa muito errada, né? Com
recisamos. Essa mudança Jesus vai fazendo. Quando nós cometemos um erro grave, é possível, né? Todos nós cometemos graves erros. Quem já viveu mais de 20 anos já fez alguma coisa muito errada, né? Com certeza. Meu Deus, eu não devia ter falado daquela forma com a minha mãe, com o meu pai, com o meu irmão. Tem e outras coisas. E outras coisas. Todos nós temos as nossas culpas. A dor de se reconhecer errado, que fez o mal, que ofendeu alguém, já é suficiente, né? Que para que nós possamos, tendo uma compreensão, tendo alguém que seja no capaz de nos mostrar outros caminhos, é suficiente para que haja modificação nas nossas almas. E é isso que Jesus, por isso que Jesus não condena. Ele vai lembrar aqui nem hostilidade para com um fariseu orgulhoso, nem anátema contra o gentil inconsciente. Nada de ficar discutindo, porque ele é gentil e eu não sou, né? Eu sou uma pessoa, é uma pessoa que pensa diferente de mim. Ela tem o direito de pensar de forma diferente. Então, esses são detalhes que Emanuel vai nos lembrando aqui dessa presença divina em Jesus. E aí a gente olha, essa presença divina em Jesus também um recado para nós, né? Essa presença divina também somos nós. Porque quando nós vamos um pouco, pensamos um pouco, né, no que nós somos, quando nós somos capazes de reconhecer a outra pessoa, né? Porque a outra pessoa é o outro de nós mesmos, né? Quando nós somos capazes de olhar para outro ser humano e nos reconhecer neles. Eu gosto muito de um filósofo chamado Leviná. É um filósofo judeu do dos anos 1940 e ele diz que o rosto do outro faz um apelo. É verdade. Então, quando nós nos reconhecemos também que estamos presentes na outra pessoa, a outra pessoa nos olha, só reconhecemos aquilo que nós conhecemos. Nós somos capazes sim de desenvolver um sentimento de empatia, de amor, de compaixão, de perdão. Você não é como eu pensava que fosse. Eu tenho um livro que eu gosto muito. Eh, eu não sou a mulher com quem você se casou. Não sou a mulher com quem você se casou. Esse é o título do livro. E essa
o. Você não é como eu pensava que fosse. Eu tenho um livro que eu gosto muito. Eh, eu não sou a mulher com quem você se casou. Não sou a mulher com quem você se casou. Esse é o título do livro. E essa é a ideia. Eu não sou mais essa pessoa. Nós estamos em constante mudança, né? Nós estamos mudando, as outras pessoas estão mudando e só há amor onde eu olho para esta outra pessoa e não espero nada que seja meu filho, meu marido, minha mãe, meu pai, meu professor, minha irmã, né, meu amigo, minha amiga. E nesse lugar do amor não há um espaço para que a gente fique exigindo que seja diferente, que todo o nosso sofrimento vem daí. E Jesus vai nos mostrando isso quando nós estudamos uma obra como boa nova. Nós vamos ver exatamente isso. Jesus tá ali, conversa com a multidão, mas cada discípulo seu tem a sua peculiaridade e a cada um ele trata, ele fala do jeito a língua de cada um deles. Assim como uma mãe que conhece bem os seus filhos, ela vai, para cada filho, ela vai ter aquele jeitinho especial de lidar com eles, né? Às vezes, ah, você gosta mais do meu irmão do que de mim, né? Não sei se alguém aqui já disse isso, mas eu já falei várias vezes paraa minha mãe. Não sei, né? Você gosta mais dele do que de mim. Essas brincadeiras também que tem em família, mas a gente sabe que não, que cada um é cada um. E Jesus vai tratar cada pessoa como ela é. Por isso que ele não quando nós somos de fato aqueles que pensam, que seguem o pensamento de Jesus, nós vamos nos despindo dos nossos preconceitos. Nós vamos nos reconhecendo nas outras pessoas, por incrível que pareça, sejam elas quem forem. Até aquelas insuportáveis. Aí a gente lembra do Cristo. Pera aí. Para mim ela insuportável, para Jesus não. Pera, deixa eu, deixa eu corrigir um pouquinho aqui esse sentimento, né? Então ele vai lembrar aqui que essa justiça do olho por olho e do dente por dente encontrara enfim, vejam vocês, o amor disposto a sublime renúncia até a cruz. Renúncia, minhas irmãs, meus irmãos, que que é renúncia? Renúncia não é: "Ai, meu
ça do olho por olho e do dente por dente encontrara enfim, vejam vocês, o amor disposto a sublime renúncia até a cruz. Renúncia, minhas irmãs, meus irmãos, que que é renúncia? Renúncia não é: "Ai, meu Deus do céu, lá vai eu de novo. Tudo eu, tudo eu. Eu tenho que deixar a minha vida para ir cuidar dos outros". Isso não é renúncia. Renúncia, renúncia real essa alegria do serviço, que é um ato de renúncia mais fantástico do que todo mundo vai almoçar com você lá no domingo e a pia fica daquele tamanho e você diz: "Não, pera aí. Cada minuto com vocês aqui é precioso. Por favor, ninguém vai lavar prato aqui na minha pia não, né? Amanhã eu faço isso. Mas no dia seguinte é aquela alegria, porque todos estavam ali e você estava ali? Porque é isso sim, é um momento de renúncia. Eu posso dedicar um pouco de mais tempo a determinado serviço para ter a alegria, né, de ver aquelas pessoas que estavam comigo ali felizes. Renúncie a isso. É uma atitude em que a gente sabe que o dever acima de tudo, mas ninguém cumpre um dever como se fosse um peso. O dever não é um peso. O dever é a lei da vida. dirá o espírito Lázaro em o evangelho segundo o espiritismo, né? O dever é a lei da vida. É aquilo que nós, qual é a lei da minha vida? Quais são os deveres que a vida me impõe? Às vezes eu me sinto cansada, claro, eu sou uma pessoa humana, mas naquela hora, o que que me cansa? O que que me angustia? O que que dói meu coração? E a quem eu recorro? E há muitas vezes, né, a gente só tem a recorrer mesmo ao nosso Pai Celestial, porque as grandes dores são mudas, mas são profundamente necessárias, porque cada vez que nós passamos por uma experiência muito difícil, vocês podem ver, nós saímos mais amorosos, mais compassivos, mais inclinados ao perdão. Quando nós conhecemos o evangelho, por quê? Porque nós vamos entendendo que o tempo vai resolvendo tudo e que quando Jesus fala: "Pai, perdoai-lhes, eles não sabem o que fazem". Quando Jesus se dirige a Deus dessa forma, ele está nos dando um modelo de caminhar sobre a
do que o tempo vai resolvendo tudo e que quando Jesus fala: "Pai, perdoai-lhes, eles não sabem o que fazem". Quando Jesus se dirige a Deus dessa forma, ele está nos dando um modelo de caminhar sobre a terra, nos esquecendo um pouco de satisfazer o desejo egoísta que nós carregamos, de que tudo que seja do jeito que a gente quer, na hora que a gente quer e exatamente como a gente quer. Então, o evangelho, minhas irmãs, meus irmãos, eh o André Luiz vai dizer: "O evangelho dá equilíbrio ao coração". E realmente o evangelho é um caminho, não é um livro. O evangelho é o próprio Jesus descendo das alturas celestiais para mergulhar aqui no nosso mundo e caminhar conosco e nos auxiliar a compreender o que é a verdadeira felicidade. Então, é por isso que Jesus modifica o mundo com o seu modo de pensar, com as suas ideias, que nós temos dificuldade ainda para entendê-las. Nós temos dificuldade. Não, não adianta dizer que não, porque nós vamos descobrindo essa beleza que é o evangelho à medida que nós vamos renascendo e renascendo e vivendo e convivendo. É uma ilusão eu achar que eu vivo o evangelho. Agora é uma alegria estarmos aqui com essa obra, olhando para ela, olhando para aqueles que de fato servem ao Cristo e dizer: "É possível, é possível que haja uma alma como São Francisco de Assis, capaz de reconhecer todos como a mesma origem divina. É possível. Existia uma alma belíssima, como aquela bisavó, que todo mundo conta as histórias dela, que era um coração que não deixava ninguém passar necessidade, que no mundo é anônima, mas para Deus está com certeza no suas histórias no folclore do mundo espiritual que Humberto de Campos falou. Então aqui André Lu, o Emmanuel vai dizer que daquele momento em diante a terra realmente se renovaria. O que quais são as grandes renovações? O algó passa a ser digno de piedade. O inimigo converterse ia em irmão transviado. Amai vossos inimigos. Orai pelos que vos perseguem, caluniam, a fim de que sejais filho do vosso Pai celestial. Essa é a recomendação de Jesus. Esse
dade. O inimigo converterse ia em irmão transviado. Amai vossos inimigos. Orai pelos que vos perseguem, caluniam, a fim de que sejais filho do vosso Pai celestial. Essa é a recomendação de Jesus. Esse amor ao inimigo. O que é amar o inimigo? Como é que eu posso ter a mesma alegria que eu sinto quando eu encontro uma pessoa querida? Eu vou sentir a alegria de encontrar alguém que eu sei que pode destruir a minha casa, a minha família, a minha vida? Allan Kardec, brilhantemente, em um Evangelho Segundo o Espiritismo, ele vai nos lembrar que amar o inimigo é não ter sentimentos de ódio, de rancor, de vingança e bem pensado, né? Carregar ódio, rancor, vingança, mágoa. É um peso que chega a uma hora que fica insuportável. Por isso que mais uma vez a palavra de Jesus vai nos dando uma orientação, vai nos mostrando que de fato quando nós vivemos a experiência, nós vamos vendo que é melhor andar sem mágoa, que é melhor, tudo bem, isso passa, isso também passa, isso aqui já passou. Perdoai-lhes, Pai. Eles não sabem o que fazem, né? Jesus não diz: "Ah, perdoo vocês". Ele faz uma oração. Então o Algo passa de ser digno de piedade. O inimigo converterseia em irmão transviado. O criminoso passa a condição de doente. Uma pessoa feliz, minhas irmãs, uma pessoa saudável, meus amigos. Uma pessoa com um coração cheio de amor, de alegria, não comete um crime, crime nenhum. Não, não, não, não desvia o dinheiro da maioria escolar, não mata ninguém, não rouba ninguém, não. E um coração feliz, um coração voltado para o bem sempre é diferente. E quando nós somos diferentes disso, nós estamos adoecidos. Há doenças e doenças do mesmo modo que há roubos e roubos, né? A pessoa que rouba, rouba o dinheiro da merenda escolar, a pessoa que rouba a paciência dos outros tem, né? Cada um tem tem a gravidade, vamos ser dizer assim, da sua atitude. Então nós começamos, Jesus vai nos mostrando caminhos diferentes. Então, se eu me reconheço como uma pessoa doente, que que eu preciso de um médico, de um tratamento, de um
izer assim, da sua atitude. Então nós começamos, Jesus vai nos mostrando caminhos diferentes. Então, se eu me reconheço como uma pessoa doente, que que eu preciso de um médico, de um tratamento, de um psicólogo, de alguém que me ajude um terapeuta, alguém que me um amigo, alguém que me ajude sair, mas eu primeiro preciso me reconhecer nessa condição. E Jesus vai dizer: "Os são não necessitam de de médico, mas os doentes eu vim para os doentes. Jesus vem para todos e vai nos mostrar justamente isso aqui. tá lembrando que em Roma a matança no circo se extinguiria lentamente, porque no primeiro momento como se divertiam, jogavam as pessoas doentes, as pessoas, os gladiadores machucados, as pessoas que não tinham, não eram produtiva, não eram produtivas. Lamentavelmente, ainda no nosso mundo, nós temos problemas com isso, com a questão das pessoas que são produtivas e não são produtivas. Ainda temos ideias assim muito arraigadas e preconceituosas que precisamos nos libertar dela com o evangelho. Mas Jesus já já vai trabalhando isso aos poucos nos nossos corações. Então, aos poucos essa matança se extinguiria nos circos. Em Sidom, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos seus senhores. Em Jerusalém, os enfermos não seriam mais relegados ao abandono nos vales de Immundícia, né? Tem um filme belíssimo, Benhur, né? Um filme antigo, foi refeito eh recentemente há uns alguns algum tempo. Rodrigo Santoro faz lindamente o papel de Jesus. É, eu acho belíssimo o trabalho que ele faz ali, mas é interessante porque você imagina, é muito bonito quando o no livro Paulo Estevão, psicografia do Chico Xavier, um monumento, quando o Gamaliel, o rabino, chega lá no no na casa do caminho e ali ele encontra um amigo e esse amigo que tinha sido leproso, ele diz para ele, né, que enquanto ele estava saudável, a vida era de uma forma, mas quando ele se viu enfermo e ali acolhido por aqueles cristãos, muda totalmente a concepção. E ele pergunta, né, onde as casas que podiam
que enquanto ele estava saudável, a vida era de uma forma, mas quando ele se viu enfermo e ali acolhido por aqueles cristãos, muda totalmente a concepção. E ele pergunta, né, onde as casas que podiam abrigar as pessoas doentes não tinha, porque essas pessoas eram relegadas. Então, há uma mudança, sim. Há um interesse pela necessidade humana, pela outra pessoa. Há com Jesus há esse interesse. E nós devemos isso aos primeiros cristãos. Se alguém extremamente generoso, meu Deus do céu, eu me lembro quando a gente, as minhas filhas eram crianças, a gente andava com uma caixa de biscoitos para sossegá-las, para dar os meninos na na no sinal, né? [risadas] Que levava lá caixa de biscoitos para dar os meninos, né? Porque a gente se inquieta assim, desde a infância, a gente se inquieta com as injustiças do mundo. A gente não pode resolvê-las, mas pode aliviar algumas, né, da na na condição em que nós nos encontramos. E aí ele diz aqui que Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade. Revelando-a, transitou vitorioso do berço de palha ao madeiro sanguinolento. Irmão, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros. Natal, boa nova, boa vontade. Estendamos a simpatia com todos e comecemos a viver realmente com Jesus sobre os esplendores de um novo dia. É a última mensagem do livro Fonte Viva. Para concluirmos, eu trouxe do livro Antologia Mediúnica do Natal, já que estamos falando de trabalho, o Natal do Apóstolo, né? Quadomine, aonde, Senhor, aonde vais, né? Essa é a tradução dessa dessa frase latina, que inclusive é um título de um filme belíssimo e de uma obra prima da literatura universal que é Povates, que conta a história dos primeiros cristãos. E ali a gente tem um filme antigo, muito bonito. Eh, essa pergunta é feita por Pedro a Jesus. Quando nós pensamos nesse trabalho do trabalhador divino e no trabalho divino, nós já entendemos que o nosso grande trabalho é o trabalho da fraternidade,
Eh, essa pergunta é feita por Pedro a Jesus. Quando nós pensamos nesse trabalho do trabalhador divino e no trabalho divino, nós já entendemos que o nosso grande trabalho é o trabalho da fraternidade, onde é às vezes, eu tenho certeza que se nós ganharmos aqui, todo mundo aqui ganhar na mega cena, que todos ganhemos na mega cena, né? Primeiro precisa jogar, vai que eu lembro e jogue e ganho. O que que a gente pensa? Meu Deus, eu vou fazer hospitais, escolas, né? A gente tem um coração assim generosíssimo. Eu tenho certeza. A gente faria muita coisa. Nó Senhor, se eu fosse você, eu escutava isso. Mas não, não escute, deixe quieto. Faça como o senhor quiser. Isso é um ponto importante, porque a boa vontade, lembra que o programa de Jesus é esse. Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens. A boa vontade nós é aquela atitude que nós vamos descobrindo o serviço por fazer. Às vezes, se nós não passássemos por dificuldades pessoais, nós, alguns de nós, não digo todos, nós não consegui, não conseguiríamos entender a situação em que aquela outra pessoa se encontra. Então, nós temos muita vontade de oferecer algo a Jesus, à humanidade, né? Fazer grandes coisas, mas estamos ali, é naquele trabalho, é naquele pai doente, naquela mãe eh que está precisando de atenção, né? Às vezes assim, meu Deus, minha mãe tá velha, fala pelos cotovelos, diz a mesma coisa mil vezes, será que ela tá demente contando a mesma história, né? Isso é um incômodo, né? Uma vez eu perguntei a minha mãe, tem 10 anos, que ela voltou pro plano espiritual, por que que a senhora sempre faz questão de de recontar essas histórias tristes que nós vivemos, que foram tão difíceis? Ah, fazia questão de contar. Sabe qual foi a resposta dela? Surpreendente. Ô, meu Deus, desculpa, mamãe. Para vocês verem o quanto eu venci as dificuldades da vida com a minha fé. Olha que coisa linda. Eu não esperava essa resposta. Aquilo que eu achava que era só lamentação, né? Isso aconteceu algumas vezes. Então, às vezes a gente
venci as dificuldades da vida com a minha fé. Olha que coisa linda. Eu não esperava essa resposta. Aquilo que eu achava que era só lamentação, né? Isso aconteceu algumas vezes. Então, às vezes a gente acha que o trabalho do que o Cristo nos convoca são grandes obras. Ah, eu queria ter a fazer a obra da irmã Dulce, do Divaldo Franco, do Chico Xavier. Não vou, não sou Divaldo, não sou da irmã Dulce. Eu sou uma simples pessoa chamada Terezinha. E o meu trabalho, o meu dever, a lei da minha vida, ela vai trazendo, né? Então aqui pra gente concluir, vou trazer para vocês o Natal do apóstolo. O apóstolo é Pedro. Pedro, todo mundo sabe que ele é crucificado de cabeça para baixo. Ele vai dizer: "Porque eu sou indigno de morrer como meu Senhor." Mais de 80 anos de idade em Roma, né? Dizem, a lenda diz que é ali onde está o Vaticano, a Basílica de São Pedro. Ele diz aqui que o velho apóstolo eh se destacava na turba, mas era como se ele fosse um pai atormentado por filhos inconscientes. Eu fico imaginando a compaixão que Pedro sentia daquela turba, daquele grupo que eu acompanhava. Mas existiam aqueles também que estavam profundamente comovidos e angustiados e desesperados e chorosos com o sofrimento do apóstolo. E ele diz aqui que mulheres, crianças se aproximavam dele, né? queriam beijar-lhe as mãos, mas tinha um pretoriano chamado certório anisseto, que era um elemento que não poupava sarcasmo. Então ele batia em Pedro, né, velho lixo humano, judeu sujo, né, ladrão, você abusa da crendice popular. Mas Pedro subindo lá, né, ele ia pro martírio, contemplava o céu da tarde e orava em silêncio. Às vezes parece que é os cristãos, né, se tem essa ideia de que os cristãos eram, ah, mas eles não sentiam nada, não sentiam, mas se refugiavam na oração. Pedro fez isso a vida inteira e estava ali fazendo novamente. Fatigado, cansado, né? se sentia incapaz, mas ele compreendia que tinha chegado a hora. A boa nova era para os os mais jovens, né? O trabalho para os mais novos novos. E
estava ali fazendo novamente. Fatigado, cansado, né? se sentia incapaz, mas ele compreendia que tinha chegado a hora. A boa nova era para os os mais jovens, né? O trabalho para os mais novos novos. E ele sentia uma saudade imensa de Jesus, né? Ansiava para retornar à sua companhia. Então ele escala a colina, via não longe o campo de Marte, né? Via aquele monumento que foi erguido por Augusto. Mas ao mesmo tempo a sua imaginação voltava paraa Galileia. pro lago, paraas pescarias, buscando Jesus em pensamento. Revia o lago de Genezaré em seus dias mais belos e as multidões simples e generosas, né? Com quem Jesus repartia o pão da verdade, do consolo e da esperança, né? E aí ele começa a rever o passado, ele revê. E é uma uma coisa interessante. Às vezes as pessoas chegam para mim, Terezinha, eu não sei o que que tá acontecendo comigo, mas é de um tempo para cá eu tô revendo o passado. O passado tá vindo muito forte, né? Eh, isso é faz parte da da da nossa idade. E aqui ele também ele começa a rever os caminhos percorridos, senti o perfume das rosas de Betsaida, as romanzeiras de da da Mamuta, né, os vinhedos de Cafarnaum. Ele vai sentindo essa brisa suave e aí ele vai reconstituindo as pregações do divino amigo e aí ela atinge o local do suplício e se confia e se entrega aos soldados. Ele não tem resistência nenhuma, né? Isso tá indo, indo. Chegou a hora de ir. Tomara, meu Deus, que quando chegar a hora que a gente saia desse mundo, a gente saia assim, entregue as forças divinas da espiritualidade. Então ele diz aqui que atingido o local do suplício, confiou-se automaticamente aos soldados que o desnudaram e como se estivesse hipnotizado pela ideia do reencontro sofregamente aguardado, quase nada percebeu dos martelos rudmente manobrados que lhe aprezavam os pés e as mãos ao madeiro que se lhe erguera de improviso. de redor. Ele escutava os protestos dos espectadores, mas detido pela ânsia de repouso, Pedro não via que o tempo escoava sem que lhe desfechasse nenhum golpe. Ele ouvia ali
lhe erguera de improviso. de redor. Ele escutava os protestos dos espectadores, mas detido pela ânsia de repouso, Pedro não via que o tempo escoava sem que lhe desfechasse nenhum golpe. Ele ouvia ali as lágrimas, as orações, mas a morte estava vindo, mas Aniceto não perdia de vista. E ele pega e ele não não não tá morrendo ainda, né? O o Anineto, o certório anineto, ele pega um uma pedra, bate no crânio de Pedro e grita: "Morre, bruxo!" E o apóstolo observa o sangue esguixando, né? Sem qualquer reação, dormiu. E essa impressão se se continuou até que ele observa, né? Ele vê o o corpo dele, mas ele observa um homem que desce do alto, se materializa em luz, uma fugurante luz e a vê que é Jesus. E ele corre, né, para abraçar Jesus e diz: "Mestre". Eh, e Jesus toma Pedro nos braços e parte com ele. E aí Pedro fica nas regiões celestiais, claro, feliz da vida. Imagine vocês, né? naquela estância que Jesus reservara para ele e visita paragens belíssimas, recolhe lições preciosas, fica lá feliz, feliz, feliz. Só que tem uma hora que Jesus chega para Pedro e anuncia a separação. Dig: "Olha, Pedro, né? Você pode descansar o quanto você quiser, pode se elevar excelas regiões, mas eu preciso me ausentar". E Pedro diz: "Senhor, aonde vais?" E Jesus se inclina para ele, né, e mostra o recanto escuro da vastidão que o Pedro adivinhou seu planeta Terra. E Jesus informa ele: "Pedro, enquanto houver um um gemido na terra, não me será lícito repousar". Que é que Pedro diz? Então, Senhor, eu também. E aí, como outrora, os dois saíram caminhando, né, vendo os quadros de ação onde eles precisavam trabalhar, onde eles precisavam agir, e de repente foram atraídos por centenas de vozes que atravessaram Roma. Eles atravessaram Roma e pairaram no espaço no cemitério da Viaápia, mergulhado na sombra noturna. Lembre-se que os primeiros cristãos se reuniam nas catacumbas, né? tem algumas preservadas, inclusive. E a multidão cantava glorificando o Senhor. Eh, a lembrança do Natal estava na cabeça de uns poucos e eles se reuniram
eiros cristãos se reuniam nas catacumbas, né? tem algumas preservadas, inclusive. E a multidão cantava glorificando o Senhor. Eh, a lembrança do Natal estava na cabeça de uns poucos e eles se reuniram ali para eh rememorar a melodia dos mensageiros angélicos. Simão, premido, lembra que ele tá com Jesus do lado, premindo de emotividade, começou a chorar de alegria. Desejava ser bom. aspirava a ser um irmão da humanidade, queria auxiliar a construção do reino de Deus, homenagear manjedoura de Belém, ofertando algo de si mesmo ao evangelho, né? Esse é o nosso desejo também, né, gente? É isso que nós queremos, nos reconhecer como irmãos da humanidade, ofertar algo a Jesus, ofertar em nome do evangelho o que vier de melhor na nossa alma para aqueles que estão perto de nós. Esse era o desejo de Pedro. Jesus se aproxima de Pedro e diz ao ouvido: "Pedro, alguém te chama?" E o apóstolo voltou-se e admirado, enxergou na pequena comunidade um homem triste, carregando nos braços um pequeno agonizante. Era aneto a rogar-lhe mentalmente que se lhe compadecesse do filhinho que a febre devorava. Qual se lhe registrasse a presença, expunha-lhe os remorços que amargava e pedia-lhe perdão. O antigo pescador não hesitou. Depois de oscular-lhe a fronte suarenta, afagou a criança atribulada, impondo-lhe as mãos. E ali mesmo, magneticamente tocado por forças renovadoras e inatingíveis, o menino despertou lúcido, refeito, abraçando-se ao pai. Aniceto no íntimo, compreendeu o socorro e a bênção que recebia renovado e começou a cantar com lágrimas de júbilo. Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens. E aí o irmão X conclui: Para o Rude Legionário de César começava a nova vida e para Silmão Pedro o serviço continuou, né? Esse está no livro Antologia Mediúnica do Natal. Então, minhas irmãs, meus irmãos, esse é o tempo da renovação. Quem é o anisseto das nossas vidas, né? Quem é a pessoa a quem nós precisamos perdoar, precisamos servir? Quem é aquela pessoa que desperta em nós
nhas irmãs, meus irmãos, esse é o tempo da renovação. Quem é o anisseto das nossas vidas, né? Quem é a pessoa a quem nós precisamos perdoar, precisamos servir? Quem é aquela pessoa que desperta em nós sentimentos não muito agradáveis? Às vezes nós precisamos sim nos aproximar dela com um outro olhar. Isso é muito difícil. É muito difícil. Mas aos poucos Jesus vai nos mostrando que o caminho do amor é o caminho mais fácil. Se a gente pensar bem, vê se não é. Porque quando a gente se liberta da mágoa, quando a gente perdoa, quando a gente passa a compreender as as pessoas como são, aceitar as circunstâncias que a vida nos oferece, né? compreender. Quando nós passamos a compreender isso, a gente fala muito de leveza nos nossos dias, com certeza a vida passa a ser mais leve, porque aquele peso que nós carregávamos, que nós que nos incomodava tanto, nós partilhamos com Jesus. E é por isso que ele diz: "Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jo, porque o meu julgo é leve e é suave o meu farto." E Kardec vai completar essa lição no capítulo sexto do Evangelho Segundo Espiritismo, Cristo Consolador, dizendo: "Por quê? Porque esse julgo, esse fardo é o amor, é a caridade. Que tenhamos compaixão e caridade. E para finalizar, vamos fazer a prece, a prece de Cáritas, que foi um um presente de Natal no dia 25 de dezembro de 1874, se não me engano. Deus nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai forças àqueles que passam pela provação, dai luz àqueles que procuram a verdade, ponde no coração do homem a compaixão e a caridade. Deus, dai ao viajor a estrela guia, ao aflito a consolação, ao doente o repouso. Pai, dai ao culpado o arrependimento, ao espírito, a verdade, a criança o guia, ao órfão Pai. Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criastes. Piedade, Senhor, para aqueles que não vos conhecem, esperança para aqueles que sofrem. Que a vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a
obre tudo que criastes. Piedade, Senhor, para aqueles que não vos conhecem, esperança para aqueles que sofrem. Que a vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a esperança e a fé. Deus, um faísca do vosso amor pode abrasar a terra. Deixai-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita. E todas as lágrimas secarão, e todas as dores acalmar-seão. Um só coração, um só pensamento subirá até vós como um grito de reconhecimento de amor. Como Moisés sobre a montanha, nós vos esperamos com os braços abertos, ó poder, ó bondade, ó beleza, ó perfeição. Queremos de alguma sorte merecer a vossa misericórdia. Pai, dai-nos a força de ajudar o progresso, a de subirmos até vós. Dai-nos a caridade pura, dai-nos a fé e a razão. Dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas um espelho onde se há de refletir a vossa divina imagem. Minhas irmãs, meus irmãos, feliz Natal para todos nós e feliz ano novo. Muito obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia [música] no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia [música] íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos
or, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos
mamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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