A BENEFICÊNCIA - Terezinha de Jesus [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 17/02/2026 (há 1 mês) 58:11 239 visualizações

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Transcrição

Boa noite, meus irmãos, minhas irmãs. É uma alegria muito grande estarmos juntos mais uma vez nessa casa abençoada. Hoje estamos preparando os nossos corações, as nossas almas para recebermos uma semente divina do Evangelho de Jesus, que é as uma das instruções dos espíritos mais belas que está aqui em Evangelho Segundo Espiritismo, a beneficência. A beneficência é o título do estudo que nós vamos refletir, né, nessa nesse momento, para que os nossos corações sejam tocados de uma forma diferente pelas esferas superiores. Talvez não tenhamos ainda a dimensão do que é a felicidade de termos em nossas mãos uma orientação para a vida. vindo das esferas superiores, porque o Evangelho segundo o Espiritismo, ele tem uma característica diferente, né? Até essa obra, o nós conhecíamos as interpretações humanas do evangelho de Jesus. A partir dessa obra, nós temos essa comunhão, essa troca, esse diálogo entre as esferas superiores e o homem angustiado da Terra. Então aqui nós temos a parte que Allan Kardec comenta, mas também temos a luz que vem das esferas divinas e nós não podemos receber em nossos corações, em nossas almas, essa dádiva tão grande, sem preparar o nosso coração com a prece. Então vamos orar. E a oração mais bela que podemos fazer é a oração mais que evidencia essa comunhão. Não pode haver outra que supere aquela que Jesus nos ensinou. Então, meditemos em cada palavra do Pai Nosso e organizemos nesse instante os nossos pensamentos. Busquemos os corações amados, aqueles a quem desejamos auxiliar. Pensemos em nós mesmos, nas nossas necessidades pessoais. Conversemos com Deus. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os que nos são devedores. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém. Que essa prece, que a luz que emana desse trabalho possa chegar até os

ssas dívidas, assim como nós perdoamos os que nos são devedores. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém. Que essa prece, que a luz que emana desse trabalho possa chegar até os espíritos consoladores, aqueles que levam por toda parte a paz, a esperança, a fé, aos países em guerra, a pessoas em aflição, aos doentes sem possibilidade nenhuma de de cura, as pessoas que se encontram aflitas, desesperadas, precisando de um socorro e que não tem, enfim, que o sofrimento humano possa de alguma forma ser minorado, minhas irmãs, meus irmãos, pelas energias que emanam desse trabalho simples. Às vezes a gente diz assim: "Será, né, será que a prece que eu faço? Será que a leitura do evangelho que eu faço, a oração em que eu me recolho ali no meu cantinho? Será que isso ajuda a humanidade em quê? Sim, ajuda. Porque, como lembram bem os espíritos superiores, as montanhas são feitas de grãos de areia, né? E cada um de nós acrescenta um pouco do nosso amor, do nosso coração, aqueles lugares onde é necessária a o socorro, a o socorro divino, a intervenção humana. Mas vamos ao tema. A beneficência. A beneficência, meus amigos, dar-vos dar-vos a neste mundo os mais puros e suaves deleites, as alegrias do coração, que nem o remorço, nem a indiferença perturbam. Gente, que frase extraordinária. O que é a beneficência, né? A beneficência é essa capacidade de doar, essa capacidade de entregar algo alguém que se encontra em necessidade. Ele diz aqui que dá ao coração esses suaves deleites, essas alegrias que nada pode perturbar. E aí a gente começa a pensar na beneficência como um princípio de felicidade. Alguém pode dizer assim: "Mas a beneficiência você eh ela não deveria existir." Há pessoas que defendem que a caridade é o a gente quer fazer uma distinção entre caridade e beneficência, né? A beneficência é essa condição que nós temos de repassar algo com benefício para alguém, seja ele como for. Então alguém diz assim: "Ah, então vai ter ser necessário sempre existir pessoas e

ncia, né? A beneficência é essa condição que nós temos de repassar algo com benefício para alguém, seja ele como for. Então alguém diz assim: "Ah, então vai ter ser necessário sempre existir pessoas e necessidades para que a gente possa exercer essa essa caridade, essa virtude para que a gente possa ajudar. Não há na face da Terra, nenhum ser humano, por mais rico que seja, que não precise de algo, que não tem a necessidade de receber, nem que seja um olhar de indulgência, um pedido de misericórdia a Deus por alguém. Todos somos necessitados. Esse é um ponto importante. Então, quando se fala na beneficência e o Evangelho Segundo o Espiritismo, nós não estamos falando apenas da doação material, né? Há pessoas que precisam sim de um prato de sopa. Há pessoas que precisam de uma palavra de estímulo para que ela possa se levantar do lugar em que se encontra e ser capaz de partilhar um prato de soco. Então ele vai dizer aqui, ó, pudesse pudéseis compreender tudo o que de grande e de agradável encerra a generosidade das almas belas. Você a generosidade das almas belas. sentimento que faz olha a criatura às outras como olha para si mesmo, que se dispa jubilosa para vestir o seu irmão. Pudés, meus amigos, ter por única ocupação tornar felizes os outros. Esta frase, né, esta essa ideia eu acho insuperável. Às vezes a gente diz assim: "Tudo que existe no mundo, tudo que foi produzido, todas as ideias que o ser humano foi capaz de produzir, elas são capazes de ser refutadas. Pode vir outras melhores. Eu acho impossível esta serada. pudéseis, meus amigos, ter por única ocupação tornar os outros felizes. Porque aqui há um gênero de felicidade que os espíritos superiores nos ensinam, que é essa alegria que nasce da generosidade de uma bela alma, essa felicidade de ver os outros felizes, essa felicidade de repartir algo com alguém. Porque assim, às vezes, mesmo que nós não tivéssemos nada para dar, ainda temos o nosso coração para entregar aquele irmão. E é isso que os espíritos vêm nos estimular.

de de repartir algo com alguém. Porque assim, às vezes, mesmo que nós não tivéssemos nada para dar, ainda temos o nosso coração para entregar aquele irmão. E é isso que os espíritos vêm nos estimular. Às vezes ele pergunta aqui, né, quais as festas mundanas que podereis comparar às que celebrais quando, como representantes da divindade levais a alegria a essas famílias? que da vida apenas conhecem vicissitudes e amarguras. Alguém pode parar e dizer assim: "Mas era isso que não deveria existir, famílias em amarguras. Ess esse gênero de felicidade não deveria existir. Minhas irmãs, meus irmãos, aqui temos um ponto importante a ser trabalhado. É claro que um mundo feliz, em um mundo feliz não há uma pessoa morrendo de fome. Em uma sociedade organizada segundo as leis do Cristo, dirá o livro dos espíritos, ninguém morre de fome. Todos terão ali o necessário para viver. E o que é o necessário para viver, né? Então aqui nós estamos falando de do mundo em que nós estamos. Há mundos ditosos, mundos felizes, mundos de regeneração, mundos que nós não conseguimos sequer imaginar a sua beleza. Claro que sim. o a doutrina espírita, um dos fundamentos da doutrina espírita é justamente este, a pluralidade pr pluralidade dos mundos habitados. Mas nós estamos aqui e é aqui que nós estamos vendo tudo isso. Nós não podemos esperar que algo se modifique, que as as estruturas que sustentam a miséria, a fome, a desgraça humana, a falta de saúde, a falta do necessário, a infelicidade com a qual nós nos deparemos todos os dias, nós não podemos estudar, esperar que essas estruturas sejam desintegradas assim. Não, não é possível. Porque aqui há uma questão, há um muro que precisa de fato ser derrubado. É esse muro que me separa da outra pessoa, do meu próximo. Aqui é importante, nós temos o filósofo Emanuel Levinar, ele é judeu. E entre todas as éticas, nós temos vários, né, vários, várias várias éticas, vários estudos da ética, várias várias correntes de pensamentos de pensamento que nos leva para esse

Levinar, ele é judeu. E entre todas as éticas, nós temos vários, né, vários, várias várias éticas, vários estudos da ética, várias várias correntes de pensamentos de pensamento que nos leva para esse lugar maravilhoso que é a ética. A ética do Levinar é a ética do rosto. E ele diz algo que para mim é fundamental. O rosto do outro nos faz um apelo. Que apelo é esse, né? Quem é esse outro? Essa pessoa que está aqui diante de mim, ela me mostra quem eu sou. Ela é um espelho. O outro é um espelho. Ele apela, ele me responde, ele me lembra de quem eu sou, ele me lembra o lugar onde eu estou e onde. Às vezes alguém pode dizer: "Não, mas a gente podia estar na mesma situação. Seja como for, que a gente pense, o que importa diante de alguém que está ali em necessidade, diante de alguém que está em sofrimento, a única coisa que importa é o coração se derramar. E é isso que ele está falando da generosidade das almas belas, de levar alegria a uma família que só conhece a amargura da vida. É interessante, há três semanas atrás foi o dia da da do nosso encontro com as mães e é o dia que nós no nosso grupo espírita, nós temos um trabalho na Samambaia aqui no Distrito Federal do Grupo Espírito Operários da Espiritualidade, a quem a comunhão já bastante ajuda. E nesse trabalho, uma senhora me disse: "Terezinha, até hoje aquele livro que você me deu, aquele evangelho que você me deu, eu leio ele todos os dias. Isso me dá alegria, me dá esperança. Faz muitos anos, mas muitos e muitos, muitos anos mesmo, que nós tínhamos um trabalho. Hoje no momento nós não estamos podendo fazer esse trabalho, que nós visitávamos os lares e deixa, fazíamos, levávamos uma cesta básica, víamos a necessidade daquela família e deixávamos um evangelho. Ela tem esse, eu falei: "A senhora tem esse livro até hoje? Então aqui tem um ponto importante. O que que marca a vida de alguém? Quando alguém doa algo de si, né? Quando alguém faz algo, tira aquela pessoa daquela situação difícil que ela se encontra. Eu

oje? Então aqui tem um ponto importante. O que que marca a vida de alguém? Quando alguém doa algo de si, né? Quando alguém faz algo, tira aquela pessoa daquela situação difícil que ela se encontra. Eu já me vi em situações que só a misericórdia de Deus para abençoar aquela pessoa que foi extremamente generosa comigo naquele momento. Então é isso que ele tá falando. O que que nós somos nesse instante? Representantes da divindade. Por isso que Jesus diz, né? Brilha a vossa luz para que os homens, vendo as vossas boas obras glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. Então aqui é o representante da divindade. E por que representante da divindade? Às vezes nós equivocamos achando que nós doamos algo, né? Que nós somos caridosos. Mas é, olha, veja que coisa linda. A luz divina, a energia divina, o amor de Deus passa pelo nosso coração e chega até aquela pessoa. Porque de nós mesmos, o que que nós temos? Nós repassamos, vamos dizer assim, aquilo que nós recebemos. Porque a caridade mesmo, e quem vai dizer isso não sou eu. Quem vai dizer eh eh esta essa quem vai definir caridade nessa lição é o próprio São Vicente de Paulo. Ele vai dizer, vejam vocês, a caridade é a virtude fundamental sobre a sobre que há de repousar todo o edifício das virtudes terrenas. A caridade é a virtude fundamental, ela é o alicerce, ela é a base. Sem ela não existem as outras. Claro, porque você não consegue simplesmente, né, enxergar a outra pessoa. Ele diz aqui, sem a caridade não há esperar melhor sorte. Não há interesse moral que nos guie. Sem a caridade não há fé, pois a fé não é mais do que a pura luminosidade que torna brilhante uma alma caridosa. E ele diz mais aqui, a caridade é em todos os mundos a eterna âncora de salvação. É a mais pura emanação do próprio criador. É a sua própria virtude dada a ele, a criatura. Deus é amor. A caridade é esse amor porque assim, gente, pensa no amigo. O amigo é aquela pessoa que retribui a amizade, né? Nós somos amigos aqui e ai, como ela é delicioso a amizade, né? A gente

ra. Deus é amor. A caridade é esse amor porque assim, gente, pensa no amigo. O amigo é aquela pessoa que retribui a amizade, né? Nós somos amigos aqui e ai, como ela é delicioso a amizade, né? A gente encontra. Que alegria, que felicidade estamos juntos. O amigo é aquele que estamos juntos em tudo. Beleza. Aqui tem o amor apaixonado, né? O amor conjugal. A gente é apaixonado por essa pessoa em particular, mas a caridade não. A caridade ela dos nesses dois amores que eu acabei de falar, nós temos uma retribuição, né? Nós temos uma retribuição. Ah, se você não gostar de mim, eu não vou ficar com você. É como que eu vou ficar casada com uma pessoa de quem eu não gosto, que não não me suporta? Não tem razão nenhuma para isso, porque aqui tá envolvido o prazer, né? alegria de estar junto, de ter projetos juntos, de construir juntos. Do mesmo modo, a amizade pura e simples, né? Nós há uma retribuição na caridade, nesse amor ágape, por isso que o nome, a palavra é essa, esse amor ágape, esse que inclui todos os outros, esse que dá, esse que oferece, sem não ter nenhuma perspectiva de retribuição. E é assim o amor de Deus é ele, é a própria emanação do criador. Esse amor é a própria virtude que ele dá a sua criatura. Então nós recebemos esse amor divino, acolhemos e transformamos ele em alegria, em felicidade, em amor para alguém que ali está numa situação de necessidade. E nós não temos. Em princípio, a gente encontra isso no livro O Mal-Estar da Civilização de Freud, quando ele ele fala do amor ao próximo como a si mesmo, ele diz que isso é impossível, né? ele vai dizer que isso é impossível você amar alguém sem nenhuma razão, né? Então, eh, e é interessante porque quando a gente pensa do ponto de vista unicamente humano, por que que eu vou me importar com as necessidades de alguém que eu nem conheço, né? Isso aqui tá acontecendo lá do outro lado do mundo. Não há motivo para que eu para que eu deixe o meu conforto para ir me ajudar alguém que muitas vezes é uma pessoa até

alguém que eu nem conheço, né? Isso aqui tá acontecendo lá do outro lado do mundo. Não há motivo para que eu para que eu deixe o meu conforto para ir me ajudar alguém que muitas vezes é uma pessoa até desnaturada, uma pessoa que até fez mal a sociedade. É porque esse amor ágape, ele nasce com Jesus. É esse amor que Jesus vem ensinar à humanidade. Por isso que ele vai dizer, quando ele diz assim: "Todas as vezes que fizeste isso a um desses pequeninos, foi a mim que o fizestes. Vinde a mim, benditos do meu pai." Ele vai dizer naquela parábola belíssima, né? Vinte a mim aqueles que porque eu tive fome e me deste de comer, tive sede e me deste de beber, estava nu e me vestistes, estava preso e foste me ver. Mas Senhor, quando é que te vimos nesse jeito, né, nessa situação? E ele responde: Todas as vezes que fizeste a um desses pequeninos, a mim o fizestes. Por que, minhas amadas, meus amados? Porque é impossível viver no mundo preso, voltados unicamente para o nosso satisfação dos nossos desejos. Muitas pessoas vivem assim, muitas, milhares de pessoas vivem assim ainda no mundo. E é por isso que o mundo ainda está assim. É por isso que nós ainda não estamos no mundo de regeneração. Nós ainda não estamos no mundo feliz, né? A, nós ainda não temos essa pureza de coração, essa generosidade da das almas belas, que é capaz, né, de levar a aqueles sembrantes macerados, como diz aqui o texto, refugirem subitamente de esperança, brilharem de esperança, porque necessitados de tudo, né, faltos de pão, os desgraçados ouviam seus filhinhos ignorantes. antes de que viver a sofrer, gritando repetidamente a chorar essas palavras, como agudo punhal que lhe enterravam nos corações maternos, estou com fome. Não pode haver uma dor maior nesse mundo do que uma mãe escutar de um filho que ele está com fome e ela não pode dar nada. Quando nós escutamos de pessoas com quem nós trabalhamos ao longo da vida, os relatos do que é a fome, é te cortar o coração. É te cortar o coração. Recentemente, num dos trabalhos

não pode dar nada. Quando nós escutamos de pessoas com quem nós trabalhamos ao longo da vida, os relatos do que é a fome, é te cortar o coração. É te cortar o coração. Recentemente, num dos trabalhos que nós fazemos, uma senhora falou para mim: "Como era difícil criança três dias sem comer nada. O dia passava, a noite chegava, porque a fome dói. E no nos tempos de hoje a gente vê, escuta, lê coisas absurdas. Existe um termo, é aporofobia de uma uma filósofa socióloga espanhola. esqueci o nome dela agora, gente. Pera aí que eu acho. Eh, eu tenho o livro dela que ela vai falar justamente desse discurso de ódio contra os pobres. A aporofobia é justamente essa aversão ao pobre. A gente às vezes vê no Instagram pessoas dizendo que pobre, que tudo que o pobre põe a mão, ele detona, ele acaba e vão dizendo coisas horríveis, eh, horríveis. Eu tô falando, gente, de uma Eu tô falando de um post de Instagram e de YouTube, desses posts de pessoas que se colocam nesses lugares que não não o nome da da autora é Adela Cortina e o título do livro é A porofobia, aversão ao pobre, um desafio para a democracia. Então, essas pessoas, pessoas jovens com esse tipo de discurso. Então assim, e coisas mais, a gente não precisa discutir isso aqui, mas isso faz parte do nosso tempo. E nós que temos minimamente gotas de evangelho no coração, precisamos sim ler esses textos, se interessar pelas necessidades alheias, entender, ah, mas por que que não faz como eu hoje? Eu tô numa situação privilegiada, né? Porque eu estudei, porque eu isso, porque eu aquilo, porque eu aquilo outro. Espera um pouco, né? Nem todo mundo partiu ali da mesma, né? Né? Nem todo mundo partiu ali daquela, daquela linha, daquele lugar. Há condições muito difíceis. Nós somos diferentes, nós temos necessidades diferentes. Então assim, a gente vive no mundo de injustiça e a única forma de corrigir as injustiças é nós mesmos corrigindo em nossos próprios corações as injustiças que nós cometemos com os nossos comentários, com as nossas, né,

e vive no mundo de injustiça e a única forma de corrigir as injustiças é nós mesmos corrigindo em nossos próprios corações as injustiças que nós cometemos com os nossos comentários, com as nossas, né, as nossas ideias, de ideias que nós defendemos. Então, nós precisamos sim resgatar esse pensamento dos espíritos superiores que vem nos lembrar que só uma alma generosa, que tem belos sentimentos, que é capaz de se enternecer com a necessidade alheia, sem julgar. Ah, é um bêbado, é o não sei quem, é o, sabe essas situações, essas pessoas que estão aí nessas condições, somos irmãos. Somos humanos, somos pessoas humanas. Nós temos o mesmo sangue. Nós somos filhos, temos a mesma origem. Somos filhos da terra, somos filhos de Deus. Nós somos um só. Porque aquilo que afeta o meu irmão e que eu não reconheço ainda, não sou capaz ainda de me ver, né, espelhada, refletida ali no rosto do meu irmão, isso volta para mim de alguma forma. Então, nós precisamos entender que nós somos um, nós somos uma família, a família de nosso Senhor Jesus Cristo, a humanidade. Eu me tornei espírita por causa dessa lição. Foi a primeira, a primeira lição que eu abri no Evangelho Segundo Espiritismo aos 17 anos. Está aqui nesse capítulo que nós estamos estudando, capítulo 13. Não saiba a vossa mão esquerda o que dê à vossa direita, a vossa mão direita. Primeira lição que eu li é desse capítulo, o item 13. Chamo-me caridade, sigo o caminho principal que conduz a Deus. Acompanhai-me, pois conheço a meta que todos deveis lisar. É uma mensagem de cáritas, do espírito cáritas. mensagem belíssima que eu vou deixar para vocês lerem, né? Pega o evangelho e lê e risca palavra por palavra, né? ali marca eh o evangelho vai se tornando vivo em nossos corações. Então é isso. Ele disse aqui compreendei quão deliciosas são as impressões que recebe aquele que vê renascer a alegria onde momentos antes havia desespero. chegou a nossa casa recentemente uma um além das cestas básicas, nós temos as cestas de emergência

as são as impressões que recebe aquele que vê renascer a alegria onde momentos antes havia desespero. chegou a nossa casa recentemente uma um além das cestas básicas, nós temos as cestas de emergência e uma senhora, duas crianças lindas, uma senhora jovem e envergonhada, mas bateu lá na porta. Era a primeira vez que ela aparecia. A ela foi, as meninas, né, as crianças foram encaminhadas para tomar um lanchinho. Ah, um lanchinho. Quer um lanchinho? A mãe falou que ela tinha comido uma vez ontem. Eu tô falando, gente, agora do mês de novembro, tá? novembro do ano passado. Então, há muito sofrimento. E aí a a a gente, né, vai naturalmente oferecer a sexta e a mãe e porque você conhece, tem uma uma pessoa, né, a gente não tá aqui para julgar ninguém, há pessoas que a gente sabe que elas vão querer aquela cesta e vão vender, mas isso não é problema nosso, né? né? Isso aí que não tá no nosso no nosso lugar julgar ninguém, cada um com as suas necessidades. Aí a a ela explicou que também não tinha não tinha nem como comprar gás, né? E aí a gente vai, faz cotiza, o grupo vai ajuda e compra o gás. Com que as pessoas cozinham? Ah, mas eu não vou dar dinheiro, gente. A gente precisa derramar o coração. Quando a gente oferece algo a alguém, é como ele tá dizendo aqui, compreendei as obrigações que tendes para com os vossos irmãos. Ide ao encontro do infortúnio. Ide em socorro sobretudo das misérias ocultas por serem as mais dolorosas. Porque há uma miséria que ninguém vê. Não, não vê mesmo. Há pessoas que sofrem ali em silêncio. Ah, é orgulho. A gente tem um nível de dignidade. Todo mundo tem, né? Porque tem minimamente o nível de dignidade, um lugar que a gente diz: "Não, isso aqui não dá para ultrapassar", né? E ele diz aqui: "Ide, meus bem amados, tende em mente as palavras do Salvador. Quando vertirdes a um desses pequeninos, lembrai-vos de que é a mim que o fazeis". Por que Jesus diz isso? Porque nós somos um só, meus irmãos, minhas irmãs. Olha para um manancial, olha pro oceano,

. Quando vertirdes a um desses pequeninos, lembrai-vos de que é a mim que o fazeis". Por que Jesus diz isso? Porque nós somos um só, meus irmãos, minhas irmãs. Olha para um manancial, olha pro oceano, olha para todas as águas da terra. As águas são uma só, né? Tá lá as gotinhas de águas que compõem. Nós somos um só. A terra é uma só. A gente tá vendo, tá aprendendo isso a duras penas. Nós tivemos uma pandemia. Essa pandemia, ela nos mostrou que todos estamos em risco. Todos estamos em risco o tempo todo, né? Nós estamos no mesmo mundo. Aqueles que ficam tentando se proteger de todas as formas, uma hora a morte chega e nos leva a todos. E o que que nós vamos levar deste mundo, né? A alegria de ter feito a alegria de alguém. Aí a gente volta na na frase para mim que é lapidar, né? Pudesses, meus amigos, ter por única ocupação tornar os outros felizes. Ele continua aqui: Caridade, sublime palavra que sintetiza todas as virtudes. És tu que hás de conduzir os povos à felicidade. A caridade já o dissemos, né? Aliás, São Vicente Paulo aqui no Evangelho Segundo Espiritismo já nos disse que ela é a emanação do próprio criador. A tradição judaica, eu adoro repetir essa frase, talvez vocês já estejam cansados de ouvir, mas eu vou repetir. A tradição judaica diz que diz o o Eterno, abre em teu coração uma fresta do tamanho do buraco de uma agulha e eu te inundarei com a minha luz. Então a gente, Deus ama o coração partido. E quando é que o nosso coração parte? Quando a gente sofre, quando a gente passa por dificuldades, a gente compreende melhor a dificuldade alheia, né? E a gente precisa ter essa coragem de se sensibilizar diante da necessidade humana. Aí alguém diz assim: "Mas Terezinha, então eu tenho que sofrer? Daqui a pouco eu trago um exemplo para vocês, meu exemplo preferido. Então ele vai dizer: "Praticando-te, criarão eles para si infinitos gozos no futuro. E quando se acharem exilados na terra, tu lhe serás a consolação, o prelibar das alegrias de que fluirão mais tarde, quando se encontrarem

raticando-te, criarão eles para si infinitos gozos no futuro. E quando se acharem exilados na terra, tu lhe serás a consolação, o prelibar das alegrias de que fluirão mais tarde, quando se encontrarem reunidos no seio do Deus de amor." Então aqui nesse mundo, o que que nos dá alegria de fato? Que eu digo para vocês, faz questão de recontar 1000 vezes essa história. Eu tinha 23 anos de idade. O tempo é mais ou menos maio de 1984. Eu era recém-chegada aqui em Brasília, longe da família, desempregada, muitas dificuldades, me sustentando no trabalho espírita, porque eu vim para cá só com as amizades, né, espíritas, assim, apresentada a um grupo espírita, a dois grupos espíritas, na verdade. E numa depressão profunda, eu estava fazendo terapia e o psicólogo, ele que era um professor do CEUB e ele inclusive era um trabalhador da comunhão espírita e ele me disse: "Como que você se sente na vida?" E eu falei: "Eu me sinto como se eu fosse uma pessoa em estado terminal e a doutrina espírita como os aparelhos que sustentam a minha vida." E ele disse: "Então, já é alguma coisa". Então, a gente partiu desse ponto, fizemos algumas sessões de terapia, era terça-feira minha terapia e no sábado nós tínhamos o trabalho e eu tinha sido eh eh ficado responsável pelo trabalho com as mães. Nós fazíamos um trabalho de distribuição de sopa, evangelização infantil, debaixo de árvores e o meu trabalho era com as mães e cada situação mais difícil que outra. E teve uma dessas mães que falou pela primeira vez. Ela disse para mim que todas as semanas que ela ela sofria um tipo de violência que vocês imaginem a pior de todas as violências. E eh pelo marido, ela tinha um filho de 8 anos de idade, era uma condição dificílima. Ela tomava um medicamento e que muitas vezes, algumas vezes durante a semana, ela pegava os medicamentos, resolvia tomar todos e ela se lembrava de mim e ela começava a contar nos dedos quantos dias faltavam pra escolinha de Jesus. E aí ela olhava pro filho pequeno dela e pensava como é que ele ia ficar.

resolvia tomar todos e ela se lembrava de mim e ela começava a contar nos dedos quantos dias faltavam pra escolinha de Jesus. E aí ela olhava pro filho pequeno dela e pensava como é que ele ia ficar. Quando ela me dis, quando ela disse isso no grupo, eu assumi compromisso com Jesus naquela hora. Acontece o que acontecer na minha vida, Senhor, eu dedicarei a minha existência ao teu evangelho. Isso foi há 40 e 2 anos. Ou seja, aquela mulher me salvou desde aquele tempo. É claro que a depressão não cura assim, é claro que a vida tem seus sofrimentos, é claro. Mas aqui tem essa alegria que o mundo não dá, mas também não tira. que essa alegria que a doutrina espírita nos oferece, nos lembrando exatamente essa frase: "Praticando-te, criarão eles para si infinitos gozos no futuro. Quando se acharem exilados na terra, tu lhe serás a consolação, aquilo que nos dá a dimensão do que são as alegrias celestes." Continuamos juntas por muito tempo. É aquela senhora, aquela criança, né? Era as dificuldades que ela tinha. Nós ajudávamos como podíamos. Naquela época não existia Lei Maria da Penha, não existia muita coisa que se pudesse fazer. Sim, não existia. A gente tá vivendo um tempo que as coisas estão melhorando, meus irmãos, minhas irmãs. As ideias hoje são mais avançadas e nós precisamos olhar para isso. Então ele diz aqui: "Foste tu, virtude divina, que me proporciones os únicos momentos de satisfação que gozei na terra." Sim, porque aqui nesse mundo nós estamos sujeitos a muitas dores. Claro que nós temos alegrias, nós temos os nossos familiares, mas nós temos nossos desgostos, mas assim, essa alegria é que é uma amostra do céu, realmente. E aqui ele diz isso, espírito, que os meus irmãos encarnados creiam na palavra do amigo que lhes fala, dizendo: "É na caridade que deveis procurar a paz do coração, o contento da alma, o remédio para as aflições da vida. Eu e meu marido, nós somos espíritas, né, desde jovens e nós fomos colegas de juventude espírita e a vida nós passamos a vida

a paz do coração, o contento da alma, o remédio para as aflições da vida. Eu e meu marido, nós somos espíritas, né, desde jovens e nós fomos colegas de juventude espírita e a vida nós passamos a vida inteira no nosso trabalho. Muitas vezes as pessoas eh criticavam, né, porque a gente vivia no centro, esse tipo de coisa. Mas sinceramente nós não triunfamos, né? Não tivemos, mas a gente reconhece que foi justamente o trabalho espírita que nos deu sustentação para que a gente tivesse na medida do possível uma família equilibrada, uma cheio de amor, de muito carinho, né? Ah, amigos queridos, a alegria de nos encontrarmos sempre fazendo bem. né, olhando paraa vida, pro que há de mais belo na vida, de melhor, nos ajudando mutuamente nos momentos de grandes desafios, né? Ou seja, eh esse esse amor que nós recebemos que foi, né, eh o sustentáculo paraa vida. E por isso que nós, eh, eu me emociono, vocês me perdoem, porque quando eu olho para trás eu compreendo muito bem o que ele tá dizendo aqui. É na caridade que deve procurar a paz do coração, o contentamento da alma, o remédio para as aflições da vida. Quando estiverdes a ponto de acusar a Deus, lançai um olhar para baixo de vós. Vede que misérias a aliviar. Que de pobres crianças sem família, que de velhos sem mão amiga que os ampare e lhe feche os olhos quando a morte os reclame. Quanto bem a fazer, ó não vos queixeis. Ao contrário, agradecei a Deus e prodigalizai a mancheias, a vossa simpatia, o vosso amor, o vosso dinheiro, por todos os que, deserdados do bem, dos bens desse mundo, enlanguecem na dor e no insulamento, e colhereis nesse mundo os bem bem doces alegrias, e mais tarde só Deus o sabe. Adolfo Bispo de Agel Bordô, 1861. Esse capítulo é perfeito. E eu falei para vocês, a gente vai preparando aqui já a conclusão do nosso estudo. Preparei para vocês um exemplo. Às vezes a gente diz assim: "Ah, mas será que eu tenho que sofrer para poder aprender? Ah, mas você não passou pelo que eu passo, então você não sabe. Minhas

so estudo. Preparei para vocês um exemplo. Às vezes a gente diz assim: "Ah, mas será que eu tenho que sofrer para poder aprender? Ah, mas você não passou pelo que eu passo, então você não sabe. Minhas irmãs, meus irmãos queridos, o livro céu e o inferno é uma uma das obras primas do pensamento humano. Quando nós falamos isso da doutrina espírita, é uma pena, né, que os estudos da doutrina espírita, eh, muitas pessoas têm falado em nome da doutrina espírita e nós vemos que são pessoas que realmente não têm eh uma base doutrinária, né, não estudou a doutrina espírita, vamos ser francos, né, foi assistiu a aula, fez palestra, trabalhou, fez isso, fez aquilo outro, mas não se deu ao trabalho de de se debruçar no pensamento espírita num pouco de filosofia, né? Só faz bem. E esse livro, o Céu e o Inferno, ele é um livro que ele vem desconstituir o um pensamento dogmático religioso em uma primeira parte. E na segunda parte ele nos traz espíritos em de diversas condições que se foram evocados na sociedade espírita espírita de Paris e em outros centros espíritas. Aqui tem eh eh o a condição, né? Ele vai apresentar aqui a uns exemplos, né, do dos espíritos felizes, dos espíritos em condições medianas, dos espíritos sofredores, dos espíritos suicidas, dos criminosos arrependidos, dos espíritos endurecidos e das expiações terrestres. Estamos falando sobre a beneficência. Kardec até ele vai colocar aqui no no Evangelho Segundo Espiritismo os infortúnios eh os infortúnios ocultos, que também é desse capítulo. Ele vai, Kardec vai dizer que esse caso que nós vamos apresentar, pode-se dizer que essa senhora era o retrato vivo da mulher caridosa referida em O Evangelho Segundo o Espiritismo. Kardec, ele faz uma imagem, ele ele constrói, né, numa inspiração belíssima a no nos infortúnios ocultos, uma mãe que leva a filha para visitar pessoas necessitadas. Vocês podem ler daqui a pouco quando a gente terminar o estudo. Está aqui nesse mesmo capítulo, capítulo 13, que estamos estudando aqui em Ou Inferno. Ele vai

filha para visitar pessoas necessitadas. Vocês podem ler daqui a pouco quando a gente terminar o estudo. Está aqui nesse mesmo capítulo, capítulo 13, que estamos estudando aqui em Ou Inferno. Ele vai trazer o caso do espírito feliz que é a condeça Paula. Vejamos o caso da Condesa. Eh, olha a apresentação dela, tá? Bela, jovem, rica e de família ilustre. A Condessa Paula era também um perfeito modelo de qualidades intelectuais e morais. Faleceu em 1851 com 36 anos. Seu necrológio é é daqueles que podem resumir-se nestas palavras repetidas em todas as bocas. Porque Deus retira tão cedo essas pessoas da terra. Felizes os que assim fazem abençoada a sua memória. Ela era boa, meiga, indulgente, sempre pronta a desculpar ou atenuar o mal em vez de aumentá-lo. Já mais a maldicência lhe imaculara os lábios sem arrogância nem austeridade, era ao contrário, com benevolência e delicada familiaridade que tratava os que lhe eram inferiores, sem quaisquer aparência de superioridade ou de humilhante proteção. Por aí você já vê, né, que ela é um sonho, é um modelo ideal, é alguém que a gente precisa pensar. Um dia a gente chega lá, né? Porque aqui tem um ponto importante que ele vai falar aqui sem aparência de superioridade ou de humilhante proteção. Vocês já viram isso? Ah, você aquela pessoa que faz tudo por você, né? que ela tá ali cobrando, cobrando. Ela te dá, mas ela cobra, ela espera, né? Ela espera que aquelas pessoas a quem ela está ajudando, né, façam mudanças. Isso é degradante. Degradante. Ela não tem isso, né? Pelo contrário, ela trata todos com familiaridade, porque a verdadeira caridade, a beneficência eh real, ela se disfarça. E ela se disfarça de não é nem um disfarce, ela vai ser, como é que eu digo? Não sou eu que tô te beneficiando, é você que está me dando o prazer de compartilhar algo com você. Entenderam a diferença, né? Se você é uma pessoa muito rica, né, e não tiver com quem compartilhar, olha que tristeza, né? Então ele diz aqui, ela ele vai dizer aqui, ó,

de compartilhar algo com você. Entenderam a diferença, né? Se você é uma pessoa muito rica, né, e não tiver com quem compartilhar, olha que tristeza, né? Então ele diz aqui, ela ele vai dizer aqui, ó, a simples ideia, compreendendo que as pessoas que vivem do trabalho não são rendeiros e, por conseguinte, precisam de dinheiro que do dinheiro que se lhe deve, seja pela sua condição, seja para se manterem, jamais reteve um pagamento de um salário. Isso naquela época, gente, é impressionante. Naquela época não era assim, né? A simples ideia de que alguém pudesse experimentar uma privação [risadas] por sua causa seria um remorço de consciência. Ela não pertencia ao número dos que sempre encontram dinheiro para satisfazer as suas fantasias em pagarem as suas próprias dívidas, né? Ela não podia compreender que houvesse prazer para o rico em ter dívidas. Vou repetir, tá? Porque tem muitas pessoas que são ricas, riquíssimas e que se comprazem ter dívidas, né? Não poderia compreender que houvesse prazer para o rico em ter dívidas e se julgaria humilhada se lhe dissessem que os seus fornecedores eram constrangidos a fazer-lhe adiantamentos. Por isso houve só houve pesares por ocasião da sua morte. E tem mais, as altas funções do marido da sociedade obrigavam-na a lidar com onerosos encargos domésticos. Mas o que que ela fazia na sua posição? Ela fazia tudo sem avareza, com método, evitando que era supérfluo, aquilo que uma condensa precisava. Ele tá dizendo aqui para para viver bem. Ai gente, volta com essa pa. Ela gastava metade. Ah meu Deus. Ele diz aqui. E aí um dos amigos, né? E aquilo que sobrava daquilo que ela economizava com os luxos que seriam próprios da sua condição social, ela destinava a assistência aos necessitados. Então ela encontrara assim um meio de conciliar os seus deveres para com a sociedade e para com os infortunados. E aí um dos parentes dele a evocou 12 anos depois de falecida e fizeram várias perguntas a ela. E uma delas, né, uma dessas respostas, ela diz: "Tendes

para com a sociedade e para com os infortunados. E aí um dos parentes dele a evocou 12 anos depois de falecida e fizeram várias perguntas a ela. E uma delas, né, uma dessas respostas, ela diz: "Tendes razão, meu amigo, em pensar que eu sou feliz. Realmente sou muito feliz, muito mais do que a linguagem pode exprimir, embora ainda não seja o último grau de felicidade. Estive na terra entre os felizes, pois não me lembro aí de ter experimentado um desgosto só real. Um só desgosto. Ela nunca teve uma tristeza. juventude, saúde, fortuna, consideração. Eu tinha tudo em o que entre vós constitui felicidade. No entanto, o que é essa felicidade comparada a que desfruto aqui? É isso que Adolfo, bispo de Argel, está falando. Aí ela vai falar dessa felicidade lá. El, olha, eh, e ela vai falando, a comunicação ela é pequena, mas o nosso tempo não é. E aí ela vai dizer o seguinte: "Não foi sem luta que alcancei a posição que oro ocupo na vida espiritual e fiquei aí certo de que a minha última existência, por mais meritória que vos pareça, não era por si só o bastante para tanto. Durante várias existências, passei por provas de trabalho e de miséria, que voluntariamente havia escolhido para fortalecer e depurar a minha alma. Tive a felicidade de sair vitoriosa dessas provas, das provas da pobreza, mas restava uma de todas a mais perigosa. E qual era a mais perigosa de todas as provas? A da fortuna e o do bem-estar material. um bem-estar sem sombra de desgosto. Nisso consisti o perigo. Antes de o tentar, eu quis sentir-me bastante forte para não sucumbir. E Deus levou as em conta as minhas boas intenções e concedeu-me a graça do seu auxílio. Aí ela diz aqui que muitos outros espíritos seduzidos pelas aparências, né, pedem essa prova, mas sucumbem, porque essa é a mais difícil de todas. Então, minhas amadas, meus amados, o que é que a gente vê que os espíritos superiores quando retornam à Terra, aqueles que desejam caminhar com Jesus, seja qual for a religião em que eles se encontrem, né, eles que aqueles que

amados, o que é que a gente vê que os espíritos superiores quando retornam à Terra, aqueles que desejam caminhar com Jesus, seja qual for a religião em que eles se encontrem, né, eles que aqueles que escolhem o caminho espiritual, eles vão escolher também o caminho de amar a Deus sobre todas as coisas, de todo o teu entendimento, de todo o teu coração, como diz o mestre, e ao próximo como a si mesmo e não tem maior prova de amor a si mesmo. Não pode haver maior prova de amor que nós podemos dar a nós mesmos do que oferecer o nosso coração para que ele seja uma lâmpada através da qual a luz divina possa passar para iluminar, para aquecer, para socorrer aqueles irmãos nossos que estão em dificuldade mesmo, porque do outro lado, um lado invisível, e se nós olharmos paraa nossa história de vida, quantas e quantas mãos generosas se estendem para nós, para nos sustentar, para que nós sejamos sustentáculos de outros. Minhas amadas, meus amados, muito obrigada. Que Jesus nos abençoe, que esses dias de paz, de harmonia, que nós possamos buscar sim paz, harmonia pro nosso coração. que possamos buscar na oração o refúgio sublime de comunhão com as esferas mais altas, que possamos fazer leituras do evangelho, leituras superiores, porque são as únicas formas que temos de fixar a luz das esferas mais altas, segundo o nosso amado André Luiz no livro nos domínios da mediunidade, lá no primeiro capítulo. Então, Jesus, amigo celeste, te agradecemos por cada lágrima derramada, pelas alegrias que nós temos, pela felicidade que nós sentimos de ter em nossas mãos essa obra divina que nos ensina, segundo o espírito cura aqui no capítulo bem-aventurados os puros de coração, que Deus fez a felicidade e permite a tristeza. e que na sua infinita misericórdia, Jesus amado, ajuda-nos a compreender sempre as oportunidades que a vida nos oferece todos o dia, todos os dias, de sermos paz, luz, amor, esperança, alegria, perdão, enfim, Jesus, de caminhar contigo, porque tu caminhas conosco sempre. Assim

re as oportunidades que a vida nos oferece todos o dia, todos os dias, de sermos paz, luz, amor, esperança, alegria, perdão, enfim, Jesus, de caminhar contigo, porque tu caminhas conosco sempre. Assim seja. Muito obrigada, minhas irmãs, meus irmãos. Que Jesus nos abençoe, nos dê a sua paz e até o nosso próximo encontro. Muita paz para todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão [música] espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra,

o for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a [música] tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e [música] a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. [música] Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. [música] Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, [música] calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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