Caridade e amor ao próximo • Geraldo Campetti

Mansão do Caminho 06/02/2026 (há 2 meses) 59:23 1,698 visualizações

Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #ReflexaoCrista #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Olá, que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos todos os amigos que estão aqui conosco pela TV Manão do Caminho e aqui pela nossa WebCTV. Sempre uma grata satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um instante de reflexão em torno da mensagem do mestre à luz da doutrina espírita. E para melhor sintonizarmos com esse instante, que possamos elevar os nossos pensamentos numa prece. Te agradecemos, Senhor, a hora bendita em que nos momentaneamente nos reunimos em espírito e em verdade para melhor compreender a tua mensagem, assimilando assim, Senhor, os teus ensinos para que possamos trabalhar cotidianamente na vivência deles. Por isso, amigo, nesta hora que ensina-nos a fim de que tenhamos a capacidade desta feita de ter ouvidos para ouvir-te, ampliando as nossas percepções e comungando contigo no trabalho edificante do bem, edificando o amor em todas as nossas ações. Por isso, Senhor, te rogamos que a tua presença generosa, através de tantos irmãos que trabalham contigo, estejam sempre a nos guiar e que seja a luz na nossa consciência. Hoje nós temos a alegria de receber mais uma vez em nossos canais nosso querido amigo, irmão Geraldo Campete, que hoje irá abordar o tema caridade e amor ao próximo. Meu irmão, seja bem-vindo. Sempre uma honra e uma alegria tê-lo em nossos canais. A casa já é sua. Fica à vontade. Rogando voto de muita paz. Passamos a palavra para você. >> Muito boa noite, querida Rosângela. Amigos, irmãos queridos da União Espírita Vitória da Conquista, o nosso queridíssimo Barreto, aos amigos da TV Mansão do Caminho que estão nos acompanhando também, todos vocês que já estão chegando, a nossa gratidão pela presença, que Deus nos abençoe a todos. Gratidão pela oportunidade de estarmos juntos uma vez mais. Agradeço a gentileza do convite para tratar do assunto que no nosso entendimento é o mais importante, se assim podemos nos expressar, do evangelho de Jesus e do Espiritismo.

armos juntos uma vez mais. Agradeço a gentileza do convite para tratar do assunto que no nosso entendimento é o mais importante, se assim podemos nos expressar, do evangelho de Jesus e do Espiritismo. Porque o Espiritismo deve estar conectado diretamente com o evangelho do Cristo, assim como Kardec é indissociável, é inseparável de Jesus. E a caridade, por isso mesmo, foi escolhida como a bandeira da doutrina espírita. Kardec, na sua genialidade de codificador, ele nos trouxe este lema que vem da inspiração espiritual. Fora da caridade não há salvação. De uma sabedoria tão profunda, porque a gente poderia pensar: "Ah, mas eu tenho a minha crença, eh, o meu credo, a minha fé, então eu poderia dizer que fora da minha religião na salvação. Quantos não pensaram assim ao longo do tempo? E quantos ainda não pensam assim até hoje?" E Kardec teve a sabedoria de dizer que não é fora da igreja, fora da religião, fora do catolicismo, protestantismo, fora do espiritismo, que não há salvação, não é? Mas é fora da caridade. Ele até ousa dizer, não é fora da verdade. E tem no capítulo 15 do Evangelho Segundo Espiritismo, essa obra monumental que vai trazer o desenvolvimento ético moral dos ensinos do Cristo, notadamente as duas virtudes por excelência que são o tema de hoje a caridade e que é o amor em ação. Por isso, o amor ao próximo e a humildade, que estão intimamente ligadas nessas duas virtudes, a caridade e a humildade, assim como os dois vícios também que dão origem a todos os males da humanidade, o vício do egoísmo, o vício do orgulho, estão extremamente conectados e eles, evidentemente, são antagônicos, né, entre si. E a caridade é a base da doutrina. Kardec coloca aqui para nós que a caridade é a alma do espiritismo. Isso ele diz na revista espírita. Aqui no Evangelho ele vai dizer que a caridade é uma questão de segurança e vai dizer também que a caridade é a base da felicidade. Fora da prática do bem não há felicidade. Fora da caridade não há salvação. Mas afinal de contas, o que é

caridade é uma questão de segurança e vai dizer também que a caridade é a base da felicidade. Fora da prática do bem não há felicidade. Fora da caridade não há salvação. Mas afinal de contas, o que é a caridade? Eu gostaria que vocês, queridos, que estão conosco aí, já estamos vendo aqui o céu, Patrícia, né, Salatiel, pessoal que tá chegando, por favor, se quiser responder eh o que é a caridade, o que significa caridade, porque se é um assunto fundamental, principal do Espiritismo, não é, Rosana querida, a gente precisa entender o que significa, qual a sua importância, a sua necessidade. Afinal de contas, o espiritismo deixa muito claro que todo o ensinamento que nós recebemos, ele não é meramente informativo, nem apenas cognitivo, ou seja, não é uma informação que tem algum significado e mesmo que a gente consiga interpretar esse significado, né, que é o conhecimento que a gente vai adquirindo ao longo do tempo, mas envolve a questão do sentir e do viver. a necessidade da gente colocar a alma, a vida, o sentimento naquilo que a gente faz. E é isso que vai fazer toda a diferença em torno das nossas ações. a gente vai percebendo, né, querido Barreto, eh, a Iv que tá tá conosco aí também, Rosângela, amigas e amigos queridos, conversando com uma querida irmã, ela disse assim: "Ô, meu irmão, eh, os nossos referenciais estão partindo, né, quando a nossa querida Marta Antunes no dia 29 de de janeiro agora, né, ela retornou à pátria espiritual e a querida Eulália Buenas se mandou uma mensagem para nós dizendo os nossos referenci is estão partindo, como é que nós vamos ficar? Aí falei, nós temos um legado que eles vão nos deixando, não é? E falando com o Godinho, falou: "Nosso principal referencial é Jesus". A gente não tem a menor dúvida disso, né? E a gente também vai, né? Conversando com o Mano Carlos Campete, ele falou, a gente também de certa maneira vai ter tendo que fazer as coisas, fazer a nossa parte, deixar um legado, não deixa de ser também um referencial, não como

ersando com o Mano Carlos Campete, ele falou, a gente também de certa maneira vai ter tendo que fazer as coisas, fazer a nossa parte, deixar um legado, não deixa de ser também um referencial, não como pessoa, né? assim, a personalidade, nada disso, mas no sentido do compromisso que nós temos com o trabalho a ser feito. E a gente vê como o espiritismo nos é assim tão esclarecedor pra gente não ter dúvida sobre o significado da caridade. O que é efetivamente a caridade? Existe uma pergunta que tá no livro Basilar, que é o livro dos espíritos, que todos nós sabemos, não é? Quando Kardec pergunta qual é o sentido, né, verdadeiro da palavra caridade, conforme entendia Jesus. E é uma pergunta eminentemente filosófica e também prática, profunda, porque nos leva à informação, ao conhecimento, ao sentimento e à vivência. Ela é transformadora. Kardec, ele utiliza-se das palavras de uma forma sábia, a tal ponto de que tudo o que ele escreve e tudo que ele falou tenha um significado, tem um sentido. Nada foi em vão, nada foi perdido, nada simplesmente para poder eh talvez assim ludibriar, enganar, pelo contrário, foi para trazer a verdade, tornar essa verdade acessível a todos, não é? E aí a gente verifica a resposta que o Espírito da verdade nos oferta, né? Quando a gente vai ver o conceito de verdade no consolador, eh, Emanuel nos ensina pela psicografia do Cândido Chico Xavier, que a verdade é a, eh, essência espiritual da vida. É tão profundo esse conceito, né? É essência espiritual da vida. essência, porque é o que é o, né, assim, o de mais profundo que poderia ter, que vai lá no âmago, não, não é aparência, é essência, não é essência espiritual, não é aquela coisa passageira, transitória, é algo que fica, que transcende, né, que vem antes e que continua depois, é imortal. E além disso, é da vida. A vida que é valor, que é imortalidade, que é doação, que é amor, né? O que é a vida? A vida é esse valor, esse valor imensurável, né? Esse valor eterno é imortal, nunca acaba.

além disso, é da vida. A vida que é valor, que é imortalidade, que é doação, que é amor, né? O que é a vida? A vida é esse valor, esse valor imensurável, né? Esse valor eterno é imortal, nunca acaba. Deus nos criou e já nos deixou legado da imortalidade. A doação, que é o amor em ação, que é a caridade, que a gente precisa empregar para o nosso próprio bem, para a nossa libertação, paraa nossa felicidade. E esse amor, evidentemente, né, que representa a essência de toda a obra. Por isso, caridade e amor andam juntos, porque a caridade nada mais é do que esse amor que está em andamento. É o amor movimentado, é o amor colocado em prática, é o amor em ação. Por isso, a caridade é ação. Caridade não é nós ficarmos estagnados. E aí o espírito da verdade então responde em três ações fundamentais que a gente pode ter para entender o significado essencial da caridade, como Jesus, né, entendia, que é a benevolência para com todos. Já é uma ação de nós sermos bons indistintamente. É um grande desafio. Como é desafiador sermos bons, mas como é bom ser bom. Fazer o bem é bom. Quanta alegria nos traz. Quem faz o bem é feliz, quem faz o bem vive em paz. A gente já aprende isso na música, né, da infância, da evangelização com a tia Vilma. Então a gente vai se sentir bem, fazendo bem. Mas continua com uma outra ação. A caridade também é nós termos a indulgência para com as imperfeições alias, ou seja, sermos tolerantes. A gente é imperfeito e a gente precisa ter também essa tolerância para com os outros, assim como os outros têm para conosco. Como é bom tolerar, como é bom a gente ter entendimento, criar pontes de entendimento, não muros de separação, porque esse entendimento leva a paz, leva ao amor, a fraternidade, a solidariedade, não é? É tudo isso importante. Essa indulgência vai levar um mundo melhor, o mundo que a gente busca. Implantação do reino de Deus no nosso coração, na nossa mente. Começa com esse entendimento. E o espiritismo é uma doutrina eminentemente de discernimento.

um mundo melhor, o mundo que a gente busca. Implantação do reino de Deus no nosso coração, na nossa mente. Começa com esse entendimento. E o espiritismo é uma doutrina eminentemente de discernimento. Nos leva a discernir, a poder compreender, a tirar da letra que mata o espírito que vivifica, né? da palavra que tem a sua simbologia, o seu conceito profundo e do texto, muitas vezes emblemático, o seu contexto, pra gente entender sistemicamente a essência da própria vida e a razão de nós vivermos. E finalmente o espírito da verdade culmina com outra ação fundamental para que a verdade ela se aplique na nossa ação da caridade, do amor, não é? E sendo colocado em prática, que é o perdão. Gente, o perdão é extremamente difícil. Não é fácil a gente perdoar e se autoerdoar, mas o perdão é necessário paraa nossa evolução. Ninguém consegue evoluir se tem alguma marra, se tem alguma, né, algum elo ali aprisionando. A gente precisa se libertar. E o perdão é a chave dessa libertação, porque a gente se, né, desapega, se desprende, a gente não fica enfatizando coisas que não tm tanto valor e vamos seguindo em frente, né? Então, benevolência, indulgência, perdão, são, né, estes substantivos e que a gente pode transformar também em ação como verbo, né, que é exatamente a caridade. E aí a gente vai, né, como a Rosana coloca, o bip, né, o famoso bip. A Denise Curi, querida, amiga e irmã, diz que a caridade é o exercício do bem e do verdadeiro amor. Isso é a caridade. A caridade é o exercício do bem. é o bem colocado em prática no nosso dia a dia, na nossa agenda cotidiana, é a manifestação do verdadeiro amor. Eu estava aqui consultando, queridos, no espiritismo de Az um livro publicado pela fé, uma espécie de um dicionário, em que foi compiladas informações aqui de 353 livros, não é? São basicamente 10.000 conceitos e definições, não é? E a gente tem aqui eh o conceito de caridade, eu vou trazer apenas um que foi compilado de Allan Kardec, a fonte aqui é 110, que é a obra Viagem Espírita em 1862, né? E outras

tos e definições, não é? E a gente tem aqui eh o conceito de caridade, eu vou trazer apenas um que foi compilado de Allan Kardec, a fonte aqui é 110, que é a obra Viagem Espírita em 1862, né? E outras viagens de Kardec aqui na tradução do nosso querido Evandro Noleto. Aliás, gente, eh começou agora essa semana, né, terça-feira, o estudo da revista espírita, viu? pela FEB Los, FEB TV, uma coisa muito bonita da gente acompanhar um estudo longo que vai ser, vai ser toda terça-feira, a revista espírita, né, de Allan Kardec. E aqui a gente tem é nessa viagem espírita em 1862, Kardec em discursos ele dizendo o seguinte: "A caridade é a antítese do egoísmo. A antítese é o oposto. Então a caridade é uma virtude, o egoísmo é um vício. A caridade é a principal virtude junto com a humildade que a gente pode ter. E o principal vício também, aquele mais grave, que dá origem a todos os males que a gente pode alimentar, se fundamentam exatamente no egoísmo e no orgulho. A primeira, que é a caridade, é a abnegação da personalidade. Gente, prestemos atenção como a gente vai ver Kardec, como é gostoso ler Kardec. Às vezes a pessoa diz assim: "Cardec é difícil". Não, difícil é a gente se manter na ignorância, né? A gente vai aos pouquinhos lendo, não tem a pressa, né? vai contando com a ajuda de outros, estude em grupo, leia pessoalmente também, insista, persista e a gente vai aprendendo, né? E a gente vê o tanto que Kardec é didático, ele é realmente assim de uma apresentação eh muito organizada, muito fácil de entender, porque é educador, porque é professor, né? Então ele vai dizer que a primeira que é a caridade é a abnegação da personalidade. Eu não sabia nem o que era a palavra abnegação. Vocês sabem o que que significa abnegação? A palavra bonita, né? Ai, preciso ser abnegado, preciso se abnegar, né? Abnegação. E a gente sabe que é uma coisa boa, né? Que é uma virtude. Agora, o que é exatamente? Aí depois estudando, que me tocou muito o item oito do capítulo 6 do Evangelho segundo Espiritismo, quando o espírito

gente sabe que é uma coisa boa, né? Que é uma virtude. Agora, o que é exatamente? Aí depois estudando, que me tocou muito o item oito do capítulo 6 do Evangelho segundo Espiritismo, quando o espírito da verdade traz ali a revelação mesmo, né, do próprio espírito da verdade e tal. E a gente vai vendo, ele manifestando para nós de uma maneira muito didática em apenas um parágrafo, como é que a gente coloca as duas principais virtudes, né, ensinadas e testemunhadas, primeiramente, depois ensinadas pelo Cristo, que são a caridade, a humildade ou a humildade em em caridade. Como colocar isso em prática? Como colocar na nossa agenda cotidiana? E aí o Espírito da verdade vai e diz que a gente consegue sim vivenciar a caridade e a humildade, mas para isso nós temos que ser abnegados e devotados. Eu acho interessante. Olha que que coisa curiosa. Abnegação tem a ver com desapego, com desprendimento. Quando a gente é abnegado, a gente renuncia. Olha só que coisa. Então, eh, por isso que a gente diz, a primeira caridade aqui é a abnegação, ou seja, é a renúncia do quê? Da personalidade. Nós todos somos personas numa existência, vestimos-nos, né, de uma personalidade, de uma máscara, não é? Mas se a gente se deixa envolver pelo personalismo, que é o sistema da personalidade, da persona, da máscara, a gente acaba se iludindo porque essa é uma etapa de manifestação temporária durante uma existência. Isso é a personalidade, mas a essência que a individualidade ela é imortal, que somos nós mesmos, o espírito. Por isso, muito cuidado, porque o personalismo vai levar ao ego, ao egocentrismo, né? Vai levar a gente ao narcisismo, ao hedonismo, ao consumismo, ao materialismo, tudo que é negativo, não é? a gente vai começar a se achar melhor do que o outro, se achar superior aí se associa o que é vaidade, ao orgulho, ao poder, as ilusões, que tudo passa, tudo é temporário. Então, a caridade, ela é a abnegação da personalidade. Não é que a gente vai se abandonar, mas nós vamos sim saber trabalhar este

, ao orgulho, ao poder, as ilusões, que tudo passa, tudo é temporário. Então, a caridade, ela é a abnegação da personalidade. Não é que a gente vai se abandonar, mas nós vamos sim saber trabalhar este ego para que ele tenha essência, não é, do selfie, do eu profundo, como diz Joana de Angângeles, a psicóloga da espiritualidade. Então, é muito necessário a gente cuidar de nós mesmos em termos físicos e espirituais, materiais e naquele sentido que transcende a existência e que prossegue na vida imortal. Então, a personalidade quando voltada, né, para o egico, para o egoísmo, eh, para o poder, pro narcisismo, a vaidade, enfim, tudo é prejudicial. Aí vai levar, né, ao interesse próprio, que é a base do egoísmo. Quando a gente exaccera, né, o interesse próprio, esse cuidado muito exagerado conosco, quando extrapola, a ponto da gente prejudicar o outro, a gente não está sendo caridoso, pelo contrário, né? Estamos sendo egoístas. Então, a primeira é a abnegação da personalidade. É preciso renunciar à personalidade nesse sentido da máscara, deixar as ilusões, os engodos, os enganos e se fixar no que é essencial, no que é primordial, naquilo que é verdadeiro, que são os valores espirituais, cultivar as virtudes que nós precisamos alimentar no dia a dia e estarmos regando sempre, né, com a nossa prudência, com a nossa vigilância. com o nosso cuidado. O segundo que é o egoísmo, é a exaltação da personalidade. Olha o oposto. Um é a renúncia da personalidade, o outro é exaltação. Então o que que o egoísmo faz? Ele coloca a personalidade num patamar, coloca-se no palco, como se fosse uma estrela brilhar, não é? E a gente tá vendo tantas coisas que são transitórias passageiras, que depois perdem rapidamente o sentido, porque não tem base. É como a casa construída sobre sobre a areia e não sobre a rocha. Então, a exaltação da personalidade é pela exaltação da personalidade, ou seja, ficar elevando a personalidade, o personalismo, que a gente vai cometer os excessos, os abusos, os erros. Vamos nos

cha. Então, a exaltação da personalidade é pela exaltação da personalidade, ou seja, ficar elevando a personalidade, o personalismo, que a gente vai cometer os excessos, os abusos, os erros. Vamos nos desviar do caminho correto, vamos nos afastar de Deus, não é? E a gente tende a cometer então erros por um mau uso do livre arbítrio. Esse essa exaltação da personalidade leva a gente ao engano, ao engodo, a ilusão, a quimera, a fantasia. E aí a gente busca assim como se fosse, né, a fama, a a a o personalismo se manifestando diante de de um momento em que a gente tem aquele momento de glória, sabe como é que é? E depois passa, passa. Você cai no ostracismo assim de uma maneira tão veemente e que você vira de repente um trapo, um ser lamentável, porque não se baseou no que é essencial. Veja, a exaltação da personalidade nos leva a esse ego, a esse egocentrismo, a essa idolatria, né, do próprio eu, que é extremamente prejudicial a nós mesmos. Por isso o egoísmo ele é enganador. A caridade ela é uma irmã verdadeira. Ela é companheira que nos assiste em todos os momentos, os mais difíceis e os mais fáceis, os mais alegres, os mais tristes. O egoísmo vai nos acompanhando, sabe quando? Esse momento em que a gente tá muito bem ali aparecendo. Aparentemente você tá na fama, não é? na vaidade, no orgulho, no poder. E depois ele vai te levar a dor ao sofrimento, porque a gente vai ter um preço a pagar diante desses comportamentos que a gente assume. Uma diz, a caridade, né, para vós em primeiro lugar, é para mim depois. Olha que interessante, a caridade coloca em primeiro lugar o outro e o outro, não é? Aí vai dizer o seguinte, o outro que é o egoísmo, para mim antes, para vós se sobrar. Então primeiro lugar coloca a pessoa, né? Primeiro lugar para mim, segundo lugar para mim, terceiro lugar para mim, se sobrar alguma coisa para vocês. Assim é o egoísta, assim é aquele que não é caridoso. Já o caridoso ele vê em primeiro lugar os outros, ele sempre tá disposto a ajudar. Por isso que ele é

para mim, se sobrar alguma coisa para vocês. Assim é o egoísta, assim é aquele que não é caridoso. Já o caridoso ele vê em primeiro lugar os outros, ele sempre tá disposto a ajudar. Por isso que ele é bom, ou pelo menos é esforçado por ser bom, né? Ele não procura confusão, briga, algazarra, polêmica. Porque ele é indulgente, ele é tolerante, ele sempre vai estar buscando criar pontos de entendimento, não essas facécias que a gente tá vendo aí, né, essas falácias que é uma coisa impressionante de confusão, né, de de engodos, de enganos, de ilusões, em que tantos imprudentes encaltos acabam caindo porque não vigiam. Gente, todos nós estamos sujeitos à queda, todos nós estamos sujeitos ao erro, mas nós temos que ter atenção, prudência. O espiritismo é uma doutrina de discernimento. A fé raciocinada não é a fé cega. A fé cega leva ao fanatismo. A gente toma decisão sem refletir, sem pensar. Vai como num comportamento de grupo em que você parece que nem raciocina. Agora a gente vai ter aí o carnaval, né? Que que acontece no carnaval? O comportamento grupal muitas vezes leva a à insanidade, ao espetáculo da idionez, em que a gente comete verdadeiras barbárias, crimes, não é? Porque você se deixa influenciar tanto aqui pelo lado de cá pelo lado de lá, que é um conub muito grande, né? Porque o carnaval é uma festa espiritual, nós escrevemos sobre isso, tá aí publicado. Então esse cuidado que a gente precisa ter, né? Então a atenção, por isso que eu tem que buscar boas companhias, boas influências, não é? Então, para mim, antes, para vós, se sobrar, é assim que o egoísta pensa. Eu vai est pensando só nele. A primeira, que é a caridade, está toda inteira nestas palavras do Cristo. Fazei aos outros o que quereris que vos fizessem. Que coisa bonita. Quando a gente enxerga desta maneira, fazer aos outros o que a gente gostaria, né, que nos fizessem. Eu sempre tenho uma forma de raciocinar. E uma vez fui questionado sobre isso, né? Porque qual é o referencial? Fazer ao outro que eu gostaria que fosse feito

e a gente gostaria, né, que nos fizessem. Eu sempre tenho uma forma de raciocinar. E uma vez fui questionado sobre isso, né? Porque qual é o referencial? Fazer ao outro que eu gostaria que fosse feito para mim. Qual que é o referencial? Olha que interessante. Tá no evangelho, gente. Fazer ao outro que eu gostaria que fizesse a mim não é fazer a mim o que eu gostaria que fosse feito ao outro. Porque quando eu faço ao outro que eu gostaria que fosse feito a mim é caridade. Quando eu faço a mim o que eu gostaria que fosse feito ao outro é egoísmo. Por uma simples razão. Em primeiro lugar estou me colocando para fazer em mim, fazer para mim. A mensagem do evangelho é fazer ao outro, é olhar o outro, pensar no outro em primeiro lugar. Por que que faz assim essa, né, essa referência também no sentido de trazer para nós, porque a gente quer o bem para nós, ninguém quer se prejudicar, a não ser que tenha algum processo, né, eh, doentil e tal, mas de um modo geral a gente quer o bem para nós. Nós queremos ser felizes, né? Esse é o caminho natural, normal, divino. Agora, quando a gente pensa em primeiro lugar em nós, nós vamos estar no interesse próprio, que é o egoísmo e não a caridade. Por isso, fazer aos outros o que quererias que vos fizessem. E é essa a bandeira, né, que Chico Xavier quando perguntado se ele poderia deixar algum registro para as pessoas, né? Ele fala: "Se eu pudesse deixar em cada balão de cidade, sabe quando você tá no, né, pela estrada rodoviária assim, não tem um balão de entrada da cidade ali, né? O trevo, ele se pudesse botar uma placa, um audor, alguma coisa assim, colocaria: "Amai-vos uns aos outros", né? Essa mensagem, como é bonito é o amor, é a caridade. E numa palavra aplica-se, sem exceção, a todas as relações sociais. Essa é a caridade. A caridade se aplica a todas as relações sociais. Isso vale para um ambiente doméstico, caridade em casa, no lar, com a família, os entes queridos, os pais. Meus amigos, pelo amor de Deus, se a gente tem qualquer

e aplica a todas as relações sociais. Isso vale para um ambiente doméstico, caridade em casa, no lar, com a família, os entes queridos, os pais. Meus amigos, pelo amor de Deus, se a gente tem qualquer conflito, qualquer disensão com os nossos pais, se eles estiverem aqui ainda, nos reconciliemos. Eles podem agir de uma forma que talvez a gente não aceite, não entenda, não queira, mas só o fato deles terem dado a oportunidade da gente estar aqui hoje na presente encarnação, só por isso já merecem a nossa gratidão. Então vamos agradecer, não é? Não é ser conivente com erro, mas é ter essa tolerância, indulgência, da compreensão, do entendimento. Ser também não é caridoso para com os filhos, né? não significa passar a mão na cabeça, como a gente tá vendo tantas coisas hoje em dificuldade no processo educacional, não é? A gente ainda tem dificuldade em dizer não, não coloca limites. Estava vendo hoje uma cena aconteceu nos Estados Unidos, como poderia acontecer em qualquer país, mas uma menina com a picareta, ela batendo no carro da mãe, né? uma espécie de uma picap, alguma coisa assim, e a menina com a picareta ali estragando, né, a a parte de trás do carro. Qual foi o motivo? Porque a mãe tirou o celular da menina, a menina ali adolescente, pré-adolescente e tal. Então, a gente vê, né, e a o estudo que os especialistas vão fazendo, isso é semelhante a uma droga, por exemplo, né? É como se a pessoa tivesse drogada, tira a droga dela, ela perde todo o equilíbrio. Por isso tem todo um tratamento terapêutico precisa ser feito, né, gradativo e tal. E também a mesma coisa com as nossas crianças, os nossos jovens e tudo e tal, que acaba se viciando, né, na nas redes sociais, na internet, né, nessa informação eh virtual e acaba eh deixando de viver uma realidade verdadeira, né, uma coisa impressionante. E a gente vai tendo dificuldade na educação. É preciso trabalhar o caráter desde cedo, né, na formação da criança para dar base, para dar segurança. Assim a gente vai conseguindo estruturar uma sociedade

gente vai tendo dificuldade na educação. É preciso trabalhar o caráter desde cedo, né, na formação da criança para dar base, para dar segurança. Assim a gente vai conseguindo estruturar uma sociedade melhor, né, mais justa. Hoje a gente vive muitas dificuldades por questões familiares também de educação que vão refletir lá no comportamento, como a gente tem visto tantas coisas assim assustadoras, né? A gente fica assim admirado, estupefato, né? Eh, como coloca Paulo na carta, segunda carta aos Coríntios, capítulo 4, versículo 8, né? Em tudo somos atribulados, mas não angustiados. Eh, assim, perplexos, mas não desanimados. Essa perplexidade que a gente tá sentindo a cada dia com as notícias, com as ocorrências mundo aa não nos devem desanimar. pelo contrário, eu falo com os times de trabalho que a gente tem, na minha equipe, com com a qual a gente lida diariamente, né, nos trabalhos doutrinários, né, de divulgação do espiritismo, eh, que a gente quando está enfrentando uma dificuldade, a prova vem, o teste vem, é exatamente porque nós precisamos dar o testemunho, não tem outro caminho. Deus é tão bom que ele apresenta ali a prova sob medida a nossa capacidade de superação. E mais que isso, é porque a prova vem, né Dina, né, Rita, né, Rosana, né, Denise, Ana Maria, quando a gente já tem condições não só de enfrentá-la, mas de superá-la. Toda prova carrega uma lição, como nos ensineemo pela psicografia do Chico, e a gente precisa aprender a tirar da lição, né, que a prova nos traz pro nosso crescimento, pro nosso aprendizado e seguir em frente, né? Esse é o caminho. Pode parecer difícil, mas não é impossível. E aí tem uma coisa muito bonita que eu queria trazer para vocês que tem tudo a ver com a caridade, com o amor ao próximo, que está aqui nesse livrinho que se chama Sementes do Evangelho, trabalho. São cinco volumes, livros de bolso. Esse aqui é o quinto, né? Cada um trata de um tema amor, caridade, não é? Eh, fé, paz e trabalho. Ah, obrigado pelo trabalho lindo aqui,

tes do Evangelho, trabalho. São cinco volumes, livros de bolso. Esse aqui é o quinto, né? Cada um trata de um tema amor, caridade, não é? Eh, fé, paz e trabalho. Ah, obrigado pelo trabalho lindo aqui, né, da língua Libras, né? É maravilhoso isso para acessibilidade, os nossos irmãos que estão nos acompanhando aí, gente. Que maravilha. Então, amor, caridade, fé, paz e trabalho. E a organização é de Larissa Silva, Francisco An Xavier, pelo espírito emano. É uma compilação de informações, de várias publicações com a assinatura do espírito emano. E tem uma aqui que trata de justiça e misericórdia divina. eh está na fonte 124, que é o reformador de 73 de maio, e também foi publicado perante Jesus, que é um livrinho maravilhoso da FEB, publicado com o Ideal, a parceria do Ideal com a Febe, no capítulo 4. E a gente vai ver, olha que interessante, quando o trabalho se transforma em prazer de servir, surge o ponto mais importante da remuneração espiritual, que a gente à fica pensando, eu trabalhando, vou receber alguma coisa, a gente tem que trabalhar sem esperar recompensa. É o bem pelo bem. Mas evidentemente quando a gente trabalha no bem, alguma coisa restará espontaneamente, sem que a gente fique esperando. Então, o que que vai surgir? Toda vez que a justiça divina nos procura no endereço exato para a execução das sentenças que lavramos contra nós próprios, segundo a lei de causa e efeito, se nos encontra em serviço ao próximo, manda a divina misericórdia que a execução seja suspensa por tempo indeterminado. Meus amigos, vocês conseguiram entender? Eu quando li isso aqui a primeira vez não entendi nada, né? Fal, mas que que tá querendo dizer, Emanu isso? Não é? Olha só que bonito. Emanu tá dizendo o seguinte, queridos. A justiça divina nos procura, sempre vai nos procurar no endereço exato. Não adianta querer fugir, ela vai nos encontrar, não é? Por quê? Precisa executar sentenças. Estas sentenças são aquelas que nós lavramos contra nós mesmos pelo mau uso do livre arbítrio. Porque a justiça

adianta querer fugir, ela vai nos encontrar, não é? Por quê? Precisa executar sentenças. Estas sentenças são aquelas que nós lavramos contra nós mesmos pelo mau uso do livre arbítrio. Porque a justiça divina não condena, não pune. Ela aplica a justiça, mas ela aplica com misericórdia. Olha que interessante. Então, se ela vem para cumprir uma sentença, ó, estou com o mandato aqui, não é? você o mandado, você precisa cumprir esta sentença. Aqui está a determinação tal para você cumprir. Você precisa ser preso, você vai ficar não sei o quê durante um tempo, você vai ter aqui uma pena alternativa, você tem que prestar serviço. Ela vai colocar lá. Só que é o seguinte, né? Se esta lei de causa e efeito que ela vem cumprir ali a justiça divina, ela encontra a gente trabalhando, prestando serviço ao próximo. O que que acontece? Manda a divina misericórdia. a divina misericórdia, a providência divina que é misericordiosa, que é boa, que quer o nosso bem, que a execução daquela sentença seja suspensa, suspende a execução da sentença. Não aplique a sentença por tempo indeterminada. É uma coisa maravilhosa. Olha, tá suspensa essa sentença por tempo indeterminado. Por quê? Porque encontrou a gente trabalhando, a gente servindo ao próximo, ou seja, praticando a caridade, o amor ao semelhante. Isso quando eu li agora, foi recentemente no Evangelho lá da dona Maria, me chamou muita atenção, me despertou, porque são coisas que às vezes a gente sabe, mas não atenta muito. Ou a gente pensa de uma certa forma, mas quando você enxerga realmente parece que abre uma luz assim, não é? Não sei se acontece com vocês também. A gente parece que desperta a consciência, tá? Corda, fala, Campete, presta atenção, meu amigo, no que tá acontecendo aqui. Olha que interessante. Então, por isso que é bom a gente tá trabalhando, servindo ao próximo. Fazei aos outros o que gostaria que os outros fizessem a vós. Então, como é importante se a sentença ela vai ser cumprida e executada pela misericórdia divina, pela

á trabalhando, servindo ao próximo. Fazei aos outros o que gostaria que os outros fizessem a vós. Então, como é importante se a sentença ela vai ser cumprida e executada pela misericórdia divina, pela necessidade da lei de causa efeito que rege os nossos destinos, mas ela encontra a gente tá ativo, tô fazendo bem, tô trabalhando, ela pera aí, suspende isso aí, deixa essa sentença por tempo indeterminado, porque o que vai acontecer, se a gente continua trabalhando, nós não precisaremos ser sentenciados naquela, naquele cumprimento, naquela execução anterior, Porque aí a a sentença ela vai mudar de configuração, ela vai se tornar muito mais branda, muito mais leve, que ela pode até ser que deixe de existir, porque nós já vamos ter cumprido a nossa sentença pelo trabalho. Essa é a lei de causa efeita misericordiosa. Que coisa linda. Deus não p, não condena, ele quer que a gente se aperfeiçoe, que a gente se liberte pelo esforço próprio, pelo trabalho. Dá para compreender, gente? Eu fiquei assim maravilhado com esse conceito que o espiritismo nos desperta cada dia. A gente assim, ah, pensar, ah, já sei disso, ah, já tá, tá falando da caridade de novo, Campete. Que coisa mais cansativa. É cansativa se a gente achar que nós já somos caridosos, a gente vai precisar falar de caridade enquanto a gente não for caridoso. E depois que a gente for caridoso, a gente vai, não precisa nem falar porque vai viver. Ela vai ser divulgada pelo nosso testemunho. Por hora, a gente precisa falar dela pra gente aprender, para conhecer, para sentir, para poder viver. Esse é o processo. E veja, trabalhar em prol do Cristo é o caminho da nossa libertação. A Denise coloca, é a misericórdia divina sempre, né? O egoísmo tem uma um grande impacto nas relações interpessoais. É verdade. O comportamento egoísta se concentra excessivamente nas próprias necessidades e interesses. É assim, a pessoa lembra-se de si e se esquece do outro. Por isso o egoísta ele vai sofrer, não é? O hedonista, o narcisista, né? Porque ainda há muito

ivamente nas próprias necessidades e interesses. É assim, a pessoa lembra-se de si e se esquece do outro. Por isso o egoísta ele vai sofrer, não é? O hedonista, o narcisista, né? Porque ainda há muito apego, há muito interesse. Não há abnegação. Abnegação a gente tá renunciando, se desprendendo. E a doação é quando a gente aplica, né? se doa, né, eh, em bem em benefício do outro. Essa esse é o devotamento. Ser devotado não é só ter aquela devoção, né, na oração, tudo. A oração é prática, ela é vida, não é uma coisa que eu só faço teoricamente, não é? E é tão interessante, a gente vai vendo esse processamento todo num dinamismo da vida quando a gente acorda pra realidade maior em que nós precisamos necessariamente sermos aquelas pessoas voltadas para o bem, que vamos beneficiar o outro. E aí tava conversando com a mamãe outro dia, mamãezinha tem 87 anos. Aí ela disse assim: "É, meu filho, a gente às vezes eh enfrenta muitas dificuldades, mas a gente não pode desanimar nunca e tem que trabalhar." E você vê, né? A gente tá aqui trabalhando e tudo, toda hora tá gente batendo aí na porta que a gente, né? Mora em casa, então aí tem a rua, tem o pessoal que vem e bate mesmo. E algumas casas parece que são mais escolhidas que outras, não é casual. Eu me lembro uma vez que no meu egoísmo eu pedi Deus me mande aqueles que são necessitados, né, no meu caminho para poder ajudá-los. Olha só que ignorância. Ao invés de eu ir buscá-los, né, eu pedi a Deus que eles mandasse, né, mandasse esses necessidade. A gente tem que tomar muito cuidado que pede a Deus, porque corre o risco dele nos atender, não é? Então, impressionante. Depois que eu fiz esse pedido, não é dificilmente um dia que passa, se é que isso acontece, que não tem alguém de certa maneira batendo a porta, chegando até nós para pedir ajuda. Eu agradeço a Deus todo dia, porque realmente, né, e a gente sempre pode fazer alguma coisa, porque se a gente acha que é necessitado, queridos, sempre haverá um necessitado maior que

ara pedir ajuda. Eu agradeço a Deus todo dia, porque realmente, né, e a gente sempre pode fazer alguma coisa, porque se a gente acha que é necessitado, queridos, sempre haverá um necessitado maior que nós. A nossa necessidade não é a maior do mundo. Tem gente que sofre que a gente não faz nem ideia. tem prova tão difícil que tá lá, né, escondida, eh, tá oculta e a gente não sabe. Às vezes a pessoa tá até próxima de nós, né? Até uma pessoa que está muito ali no nosso, né, que a caridade tem que se estender para além do lar da família, os companheiros, os colegas de trabalho profissional, na casa espírita, na sociedade, né? Tudo isso, esse amor em ação, ele tem que se expandindo. O próximo, o próximo, quando diz Emanu e e Joana de Anjes, são todos os seres criados por Deus. Não é apenas, inclusive, não é? Eh, os seres humanos que são os nossos semelhantes. Todos os seres, tudo que tem vida, né? Tudo que é criado por Deus e todas as criações, mesmo aquelas inanimadas, entre aspas, né? Eh, precisam do nosso cuidado, da nossa proteção, da nossa caridade. OK? Então, eh, a mamãe falava, as pessoas batem a porta e tudo eu falei: "Pois é, mãe, a senhora sabe, tem até uma lição do irmão X, né, que vai trazendo para nós aquela eh visita que Pedro estava esperando por parte de Jesus e era um dia de festa, né? E Jesus prometeu que naquele dia iria visitar Pedro. E Pedro, então, ele organiza, né, a a sua casa para poder receber então aquela coisa toda. E acontece que aí começa a manifestar de manhã bate a porta lá uma uma pessoa em necessidade, tudo, né, carente aí, né, Pedro não admite, fala que ia receber o Senhor, que não tinha tempo e tudo, que poderia chegar a qualquer momento. No período da tarde, bate lá a porta outro necessitado, alguém, mas era alguém viciado, alguma coisa assim, né? E Pedro, imagina, né? Vou receber que o senhor vai chegar, imagina como que vai ficar. A noitinha bate a porta lá, né? Uma pessoa que aí imagina se eu vou me confundir com a pessoa, né? De uma vida e tal, né?

imagina, né? Vou receber que o senhor vai chegar, imagina como que vai ficar. A noitinha bate a porta lá, né? Uma pessoa que aí imagina se eu vou me confundir com a pessoa, né? De uma vida e tal, né? Jamais essas coisas todas. E aí vai passando, vai chegando, o dia vai acabando, né? Noitinha e Pedro fica aí meio descorçoado, sabe? assim desanimado. Falou: "E aí ele faz, né, aquela conversa que ele di, ô Senhor, o Senhor não vê período inteiro. Aí o Senhor se manifesta, diz: "Como não, Pedro? Estive por três vezes batendo a sua porta, você me recusou. Por três vezes você não me aceitou". Então, eh, Jesus, ele se coloca, né, na posição desses necessitados. A gente poderia dizer um monte de coisa. Ah, Campete, mas tem aqueles que são mendigos, né, da mendicância profissional. São aqueles que vêm, a mamãe fala que, mas você já veio ontem, né? Vem na semana que vem. Eu falei: "Ô, mãezinha, a necessidade dele a cada dia, como é que faz, né? Mas tudo bem, vai lá e aí na outra semana vem." Aí vem toda semana. Você sabe que cada por semana ela tende, mas todo dia aquele lá não tem que ser outro diferente. Então, de qualquer maneira, é a figura de Jesus que tá batendo a nossa porta que a gente não pode recusar. Eu queria trazer para vocês aqui desse belíssimo livro o nosso amigo que é o Jorge, né? O Jorge Brito, que é um pesquisador e disse que um dos melhores livros de Chico, se a gente pode classificar assim, né? Que é uma coisa tão difícil saber o que é melhor, mas enfim, todos são bons, né? É um, chama-se Poetas Red Vivos, pouco conhecido, né? São espíritos diversos aqui. Publicação da FEB editora. Olha a edição que a FEB fez. E aqui nós temos vários poetas. Castro Alves, Maria Dolores, Cruz de Souza, Carmira, Augusto dos Anjos, Alta de Souza, Antério de Quent aí vai, né? Eu queria trazer aqui um soneto para vocês de Alta de Souza, quando ela fala de palavras de caridade e ela diz assim: "O apoio, a simpatia, uma oração apenas carregada de fé na bondade divina, a bênção do sorriso, a

r aqui um soneto para vocês de Alta de Souza, quando ela fala de palavras de caridade e ela diz assim: "O apoio, a simpatia, uma oração apenas carregada de fé na bondade divina, a bênção do sorriso, a página que ensina a vencer o amargor das lágrimas terrenas, o minuto de paz. O auxílio que armazenas na supressão do mal ao trabalho em surdina. O bilhete fraterno, uma flor pequenina, o socorro, a brandura, as palavras serenas, a esmola, a roupa ousada, o copo de água fria, o pão, o entendimento, um raio de alegria, um fio de esperança, atitude sincera. Da migalha mais pobre a dádiva mais rica. Tudo aquilo que dás a vida multiplica nos tesouros de amor da glória que te espera. Alta de Souza. Quem se arrepiou aí? Como diria minha minha tia Rosária, né? Já no plano espiritual, a gente se arrepia, né? com essa benesse, com esse banho de luz que a gente recebe, palavras de caridade, gente, são coisas pequeninas, gestos simples. Todo mundo pode ser caridoso. Não há nenhuma pessoa que não possa praticar a caridade, mesmo que ela esteja na situação que a gente nem imagina, na situação de maior necessidade, a gente vai perceber que todos podemos fazer o bem ao próximo, todos podemos ajudar. E aí a gente vê quantos exemplos que Alta de Souza nesse soneto lindo, tão singelo e profundo, tão maravilhoso e dignificante que a gente fica estasiado pela beleza da arte na literatura tão bem empreendida nessas mãos que semeiam o perfume, da onde também permanece o perfume. pelo amor da caridade expressa em cada gesto, em cada olhar, como o nosso querido amigo, irmão Chico Xavier, como o nosso querido amigo, irmão, Pai do Coração, Tivaldo Franco, missionários, exemplares do bem, do amor, da doação, da abnegação, dessa renúncia, não é? Tantos exemplos. Francisco de Assis, Madre Teresa, irmã Dulce, tantos ícones que passaram sem qualquer interesse no destaque e que representaram tanto deixando um legado, um legado de amor que a gente hoje pode honrar fazendo da nossa parte, mesmo que de maneira mais simples. Então, o apoio,

m qualquer interesse no destaque e que representaram tanto deixando um legado, um legado de amor que a gente hoje pode honrar fazendo da nossa parte, mesmo que de maneira mais simples. Então, o apoio, olha que coisa linda, o apoio, apoiar. A irmã Rosália vai dizer para nós no Evangelho Segundo Espiritismo sobre o maior e mais belo conceito sobre caridade moral que eu já encontrei. Ela vai dizer que a caridade moral consiste em cada um suportar o outro, em vos suportardes uns aos outros. E a gente vai ver que esse suportar não é apenas de aguentar, ai eu não te aguento, mas eu tenho que ficar te aguentando, mas é de dar suporte. Dar suporte é dar apoio. Então apoiar, dar apoio é ser caridoso. A simpatia, queridos, como é importante a simpatia. Ser simpático não custa nada. Tem gente que é antipática, que é chata, que é enjoada, que é mal humorada. Deus credem cruz. Se afaste, [risadas] porque a pessoa antipática, malumorada, ela chega, carrega todo o ambiente. Para que isso? Quando a pessoa simpática, né, ela é bem humorada, ela é alegre, ela é empática, ela é acolhedora, faz muito bem. Por isso que no Evangelho Segundo Espiritismo a gente vai aprender quando vai falar exatamente da missão do homem no mundo, do desafio que a gente tem. A espiritualidade nos ensina que vamos conseguir a simpatia dos bons espíritos quando nós formos indulgentes para com os outros. Quando nós empregarmos essa caridade de saber dar o suporte, de poder assistir ao necessitado, isso é que angaria a simpatia. dos bons espíritos. Uma oração apenas. Ah, como é importante a prece. A prece também é caridade, não é, Rosana? Orar é auxiliar. E Kardec vai nos ensinar no livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, que a oração melhor que a gente pode fazer é aquela oração que é a extensão da nossa ação ao longo do dia. Ou seja, a gente começa o dia orando e encerra o dia orando, porque a oração é ação do que nós estamos fazendo. E se a gente tiver essa atenção, as nossas ações serão benéficas, serão

ao longo do dia. Ou seja, a gente começa o dia orando e encerra o dia orando, porque a oração é ação do que nós estamos fazendo. E se a gente tiver essa atenção, as nossas ações serão benéficas, serão produtivas, serão aquelas que vão trazer assim felicidade, vão auxiliar o próximo. fé na bondade divina. E isso tudo faz com que nós reforcemos a nossa caridade, o nosso amor ao próximo. Lembrando que Jesus disse que foi a tua fé que te curou. Então, importante essa fé estar junto com a força, com a coragem. A bênção do sorriso, queridos, vai dizer para nós Leão Deni no livro Depois da Morte, na quinta parte. quando ele ensina que o bom humor é a saúde da alma. Então, a pessoa bem humorada, ela é saudável, ela está bem assim emocional, psiquicamente, espiritualmente, pode até ter alguma doença física, mas ela vai estar saudável espiritualmente porque é bem humorada. E a gente sente, né, quanto a pessoa malumorada faz mal para nós e para ela principalmente. Por isso que a gente tem que exercitar o sorriso. Alguns dizem assim: "Ah, Jesus não sorria, Jesus sofreu, Jesus passou pela dor." Quando a gente foi fazer o índice do livro Boa Nova, que aliás na sua tradução para o inglês, Good News, foi premiado com a medalha de prata num concurso que é realizado nos Estados Unidos por equipe de especialistas, né? conhecimento cristão. Eles avaliam livros que explicam a mensagem de Jesus, o Novo Testamento ali tudo e tal, e premiaram voluntariamente o Pão Nosso, né? Eh, melhor, o Pão Nosso foi antes, há 15 anos, eh, com a medalha de bronze e agora o livro de Humberto Campos Boa Nova, ganhou a medalha de prata, isso tudo na tradução para o inglês. Então, é uma coisa muito bonita, né? E a gente foi fazer o índice desse livro e dos 30 capítulos que tem ali, praticamente 16 deles a palavra sorriso aparece. É Jesus sorrindo, são os apóstolos, é na relação ali com sorriso, com alegria. Porque boa nova, gente, é a mensagem da esperança. Boa nova significa alegria. Quando se fala bem aventurados, você

rece. É Jesus sorrindo, são os apóstolos, é na relação ali com sorriso, com alegria. Porque boa nova, gente, é a mensagem da esperança. Boa nova significa alegria. Quando se fala bem aventurados, você está se falando quão alegres serão. Mas essa não é essa alegria que passa, né, fugaz, é aquela alegria que leva ao júbilo, que é uma felicidade interna. E no que consiste a felicidade? em a gente, não é? Para nós mesmos termos o necessário no aspecto material, como tá na questão 922 e o livro dos espíritos. E no aspecto moral, a gente ter a consciência tranquila. Só vamos ter consciência tranquila pelo dever retamente cumprido e tendo fé no futuro. O fé que a fé que a nossa Alta de Souza destaca aqui, fé, né, na bondade divina e ter esse sorriso, não é que é muito bacana. O minuto de passar, olha, Denise coloca um sorriso de simpatia, sempre um toque de luz. É verdade. Eh, Rosana diz aí, não é? Que maravilha, né? A caridade bem praticada pode fazer em nós muito bem, né, Rosana? Sem dúvida. E aí a gente vai ver, olha que lindo aqui, um minuto de paz. Um minuto de paz, gente. A paz é fundamental, né? E a paz do mundo começa em mim, começa em nós, como diz o poeta, né? Tão bonito na letra e na melodia. Tão bonito o nosso querido Nano Cordel. Então, atenção, né? Minuto de paz. A esmola. Olha só, a gente fala que a beneficência é importante fazer a caridade material também, né? O copo d'água, a roupa usada. Outro dia eu tirei aqui nas minhas gavetas, né? Aí eu falei: "Mãe, adivinha quantas camisetas assim eu tenho?" Né? Tem essas camisas mais polo, né? Essa elegância aqui que aí tem o pessoal que sa que faz design e tudo mais, né? Aqui, ó. Essa daqui é de uma das semanas espíritas, né? Tem essa verde, tem uma preta, tudo elegante. Pessoal aí que faz, as meninas, né, as que fazem, não sei se é a Rosana que uma das design, enfim, o pessoal sabe fazer muito bem, fica tudo muito lindo. E aí falei, mas você sabe quantas camisetas eu tenho, né? Além dessas assim tudo, mas aquelas que, né,

i se é a Rosana que uma das design, enfim, o pessoal sabe fazer muito bem, fica tudo muito lindo. E aí falei, mas você sabe quantas camisetas eu tenho, né? Além dessas assim tudo, mas aquelas que, né, camiseta mais tal. Falei aí ela falou: "Quanto você tem?" Umas cinco? Eu falei: "Mas a senhora sabe que é mais, né?" Aí falou: "Tá bom, meu filho, você tem umas 20". Eu falei: "Mãe, tem 40. 40. Falei: "Vixe Maria". Aí eu fui separando, separando para doar, doar, doar. Separei, separei, separei. Sabe quanto você olha? Depois você vai colocando de volta. Essa não, essa não. Aí separei umas três para doar e as outras estão lá. Falei: "Gente, isso é falta de caridade, eu tenho que tomar juízo e fazer essa limpeza porque eu não tenho nemhuma encarnação, dá para usar nem duas encarnações tanta camiseta assim, não é? E a gente vai cada momento, você tá com a camiseta nova, aquela coisa ganha de presente, né? nos eventos também de aniversário agora c umas cinco, seis camisas, uma coisa de maravilha. Olha que coisa, né? E a gente tem que ir fazendo uma roupa usada, gente. Às vezes a pessoa vem aqui, ó, o senhor tem um short, uma calça usada, aí ele já pede, tem um cinto, tem um sapato. É impressionante. Outro dia eu doei um sapato com cinto, com short. Falei, gente, a não sei quantos já não usava anos aquilo ali. Então, a gente vai deixando, tem que aí, né, exatamente, eh, trabalhar, né, essa questão, eh, da caridade. A caridade também, né, com a roupa usada, com copo de água fria. Ah, às vezes a pessoa pede um cafezinho, pede um copo d'água. O pão, o entendimento, que coisa linda, o fio de esperança, atitude sincera, gente. Tudo isso é caridade, o amor ao próximo, essa vinculação, esse cuidado, atenção, acolhimento. A gente precisa fazer isso. Faz bem para nós, não é? Estarmos presentes, poder conversar, ouvir uma necessidade do outro, deixa a pessoa falar, desabafar, não é? Eu já recebi uma mensagem assim, tava cheio de mensagem, foi tudo apagado, apagado, apagado, apagado, não tava desabafando.

sar, ouvir uma necessidade do outro, deixa a pessoa falar, desabafar, não é? Eu já recebi uma mensagem assim, tava cheio de mensagem, foi tudo apagado, apagado, apagado, apagado, não tava desabafando. Falei, se desabafou, peixa, deixa aí desabafado, não tem problema, a gente lê e depois, né? Não, não, tudo bem. A gente às vezes precisa colocar para fora, né? Mas tomar o cuidado de não ser digno, né? da gente também não ser mal agradecido, porque a providência divina sempre que é o melhor para nós. E a caridade, meus queridos, ela é a alma do espiritismo. A caridade é a bandeira do espiritismo. Fora da caridade não há salvação. Fora da prática do bem não há felicidade. E o evangelho segundo o Espiritismo coloca mais ainda que a única senda, o único caminho para a felicidade, pra gente realmente ser feliz é a caridade. Então não tenham dúvida, sejamos caridosos, porque isso vai fazer bem para nós mesmos. Não que a gente vai ficar esperando recompensa, mas que a gente vai ter a satisfação, prazer de auxiliar o nosso próximo e com isso também de sentirmos a alegria do outro quando é auxiliado verdadeiramente, sem que ele seja cobrado da na expectativa de qualquer recompensa, mesmo do agradecimento. A nossa gratidão a Deus por tudo que a gente tem recebido deve ser uma constante na nossa vida. E o bem que a gente faz ao próximo nada mais é do que o nosso dever em reconhecimento a Deus por nos ter criado e ter dado a oportunidade de vivermos em família, na comunidade, na sociedade, para fazer o máximo que a gente puder, reconhecendo que, por mais que a gente faça ainda, será pouco diante do muito que nós temos recebido. Nós chamamos aí a nossa querida amiga e irmã, agradecendo a oportunidade de estar aqui com vocês. Gratidão a toda nossa, Geraldo, pelas reflexões desta noite, por contribuir conosco com sua generosidade da sua presença. Que o Senhor da vida te ilumine, te inspire sempre, meu irmão. Paz e luz a ti. Nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco que participam tanto aqui

onosco com sua generosidade da sua presença. Que o Senhor da vida te ilumine, te inspire sempre, meu irmão. Paz e luz a ti. Nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco que participam tanto aqui na UFC TV como aqueles que estão conosco pela TV Mansão do Caminho. Lembrando sempre que o que é bom precisamos compartilhar. Então, todos aqueles que se sentirem à vontade de encaminhar essa mensagem pros amigos e para aqueles que não são tão amigos assim, né, fiquem sempre à vontade para compartilhar o bem. Lembrando também que todas as manhãs às 7 horas nós estamos aqui na UFCTV com o nosso momento de reflexão para começarmos o dia na luz da oração e todas as quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa Somos Todos Imortais. Contamos sempre com a generosidade da presença de todos. No mais, que tenhamos uma boa noite e paz e luz a todos.

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