Capítulo 9 Abigail Cristã - Seminário Paulo e Estevão

Estudantes do Evangelho TV 10/09/2025 (há 7 meses) 1:07:18 150 visualizações

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Transcrição

A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GEF. Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos aqui no nosso auditório Bezerra de Menezes da Casa Espírita Estudantes do Evangelho. Sejam todos bem-vindos aqueles que nos ouvem de casa. É muito bom, muito gratificante a gente estar fazendo esse estudo aqui. Ah, nós estamos já quase encerrando a primeira parte do livro, né? Hoje é o capítulo 9º e semana que vem o capítulo 10º da primeira parte, tá? São duas etapas da vida de Paulo, de Saulo. Primeiro Saulo, depois Paulo, que nós vamos mergulhar profundamente nos nos ensinamentos que ela nos traz. Então, vamos fazer a nossa leitura preparatória do livro Palavras de Vida Eterna de Emanuel, a mensagem a número 80, intitulada Bemigamos: Porque quem quer amar a vida e ver os dias bons refreia a sua língua contra o mal. Pedro, primeira epístola de Pedro, capítulo 3, versículo 10. Eu acho muito apropriado, né, pro nosso capítulo de hoje, que é emocionante, mas é de um personagem de uma leveza incrível, ter uma epístola de Pedro, né? São dois personagens tão diferentes, né, do Paulo e do Pedro, mas todos os dois com muita fé, disseminando o conhecimento do evangelho de Jesus. Então, vamos lá pra mensagem. Não vale condenar. O desmentido talvez chegue hoje de maneira imprevista, porque a misericórdia é alicerce da lei de Deus. Reflete quantas vezes já observaste o socorro invisível ao que era tido em conta de mal irremediável. Viste doentes graves voltarem repentinamente à saúde quando já se achavam sentenciados à morte? Conheceste malfeitores que se transformaram em homens de bem quando pareciam totalmente afundados na delinquência? Tateaste problemas complexos que encontraram equação de improviso quando se te afiguravam plenamente insolúveis. Choraste sobre situações inquietantes que tomaram rumo Salvador quando tudo te fazia crer em tragédia.

mas complexos que encontraram equação de improviso quando se te afiguravam plenamente insolúveis. Choraste sobre situações inquietantes que tomaram rumo Salvador quando tudo te fazia crer em tragédia. Seja qual seja a provação em curso, refreia a língua para que a tua língua não amaldiçoe. É possível estejas vendo em tudo É possível estejas vendo tudo em derredor de teus passos pelo prisma do desespero. Entretanto, acerena-te e aguarda confiante, porque se a misericórdia de Deus ainda não está alcançando o teu quadro de luta, permanece a caminho. E se a gente acredita nisso, a gente mantém a serenidade durante as lutas e as tribulações, né? Então, vamos elevar a Deus os nossos pensamentos. Gratos pela oportunidade de estarmos aqui nesta casa, casa abençoada, que nos abre tantas oportunidades de aprimoramento pessoal, que nos dá oportunidades de trabalho individual e coletivo, que nos abre portas ao esclarecimento, ao estudo, ao trabalho da mediunidade, enfim, que é realmente uma escola de luz, um hospital, uma casa de repouso, um local de meditação, ao qual nós somos muito gratos, porque é a nossa oportunidade de aprimoramento, de enriquecimento da nossa trajetória aqui na terra, na presente encarnação. Obrigada aos amigos que nos acolhem, que nos recebem, que nos dão oportunidade. Obrigada à espiritualidade amiga desta casa, tanto os mentores do trabalho geral quanto aqueles outros cujas delegações de trabalho são as de nos orientar, de nos seguir, de nos inspirar, de estar conosco nas nossas iniciativas sinceras e de boa vontade desse trabalho de aprimoramento. Obrigada a Deus, nosso pai que abre para aquele de boa vontade todas as oportunidades de crescimento, nos dando a justa, a justa interpretação e significado do que é a nossa vida aqui na Terra e do que é a nossa imortalidade como espíritos que vão e vem nas experiências diversas, sob o amparo e a proteção dos mentores es desta casa, dos mentores deste trabalho, pedindo a eles que possam inspirar a nossa querida Cleidna no trabalho

ritos que vão e vem nas experiências diversas, sob o amparo e a proteção dos mentores es desta casa, dos mentores deste trabalho, pedindo a eles que possam inspirar a nossa querida Cleidna no trabalho desta noite. E com a vossa permissão, Senhor, nós iniciamos o encontro desta noite, dizendo graças a Deus e a Jesus. Muito bem, nós vamos convidar aqui a nossa querida irmã Cleidna, que é nossa companheira de grupo, que já demonstrou bastante conhecimento, bastante eh eh didática para apresentar os trabalhos. Ela é professora, não é à toa, né? E ela hoje vai nos apresentar um dos capítulos mais lindos deste livro que nos fala sobre Abigail. Obrigada, Cleid, a palavra é sua, tá? Agradeço, agradeço imensamente a oportunidade de estar aqui, né? A primeira vez que eu assumo essa tarefa de compartilhar a leitura das obras que nós temos estudado. Eh, e todos aqui sabem que a gente Sim. E todos aqui sabem que a gente quando assume essa tarefa é o primeiro beneficiado do estudo, né? Eh, eu queria assim cumprimentar com muita alegria os irmãos e irmãs que estão aqui no presencial e os que estão também no virtual, que a gente possa seguir essa leitura juntos. Eh, lembrando que Paulo Estevan é um clássico da literatura espírita e os clássicos eles têm características muito marcantes. A universalidade quando fala dos sentimentos e da condição humana, a profundidade dos seus personagens, a possibilidade de servir para qualquer época e qualquer tempo. E esse capítulo é um capítulo em que a gente se coloca no lugar dos personagens, né? É um capítulo que quando eu fiquei sabendo eh que eh seria esse capítulo da minha responsabilidade, eu senti uma alegria que até agora eu não consigo explicar, mas atualmente eu tenho pensado muito nesses últimos estudos que é a possibilidade de estar tão próxima de uma energia feminina tão elevada que serve para qualquer época da nossa vida. E a gente vai ver ao longo desse capítulo que nós é que estamos no capítulo justamente porque a gente vai se colocar no lugar de Paulo, de Saulo,

o elevada que serve para qualquer época da nossa vida. E a gente vai ver ao longo desse capítulo que nós é que estamos no capítulo justamente porque a gente vai se colocar no lugar de Paulo, de Saulo, em alguns momentos. A gente vai se colocar no lugar de Abigaí em alguns momentos. E aí logo no começo do capítulo, a gente já tem um spoiler, Abigail Cristã. A gente já fala: "Pronto, já sei o que aconteceu, né? Abigail converteu-se ao cristianismo. Abigail conheceu os ensinamentos de Jesus. Mas Abigail tem essa grandeza espiritual eh muito antes de conhecer os ensinamentos do Nazareno. Isso potencializou, assim como acontece com cada um de nós pelas voltas que a vida dá, né? Às vezes um encontro feliz com um livro, com uma obra, faz com que a gente recupere e redobre as forças, né? Eh, eu vou pedir licença para vocês porque eh eu acho que eu vou acabar lendo muita coisa, mas eu coloquei aqui justamente pela paixão que causa a as palavras escolhidas por Emanuel para descrever cada momento e cada situação. E eu fico pensando que se os autores da literatura terrena escolhem cuidadosamente as suas palavras para colocar no nos livros, imagina um autor espiritual que está no alto da montanha, que enxerga mais longe, né? Então, eu queria começar, eu não coloquei nos slides, mas eu queria começar lembrando aí, já dá pra gente lembrar que o no capítulo a gente vê o profundo amor e preocupação de Saulo, a gente vê o lado pessoal de Saulo, né? eh quando ele chega à casa de Zacarias, porque antes disso a gente vê um cenário socioliterário caótico. Eh, a Abigail está doente, está enfraquecida e ele a visita, né? Ele planeja muito essa visita. Ele ajoelha-se ao seu lado. Em alguns momentos do capítulo, a gente vai chegar lá, mas posso antecipar que Emanuel diz que ele fica trêmulo pela primeira vez diante do inevitável, que ele chora pela primeira vez, né? Então é um capítulo muito revelador, é um capítulo que continua nos emocionando depois da morte do Estevan, né? em dois capítulos tão próximos, dois

do inevitável, que ele chora pela primeira vez, né? Então é um capítulo muito revelador, é um capítulo que continua nos emocionando depois da morte do Estevan, né? em dois capítulos tão próximos, dois personagens tão fortes eh desencarnam, mas ganham uma força imensa paraa narrativa também, né? Mas quem será que é essa Abigaí que Saulo vai visitar? E aí o Emanuel no comecinho do livro, na página 20, ele descreve essa Bigail. Acho que vale a pena a gente lembrar. A gente já se lembra da prece sentida de Abigail no capítulo anterior, mas ele descreve Abigail da seguinte forma, não dá para transformar nas minhas palavras. Abigail, na candidez de seus 18 anos, era um gracioso resumo de todos os encantos das mulheres da sua raça. Os cabelos sedosos caíam-lhe em anéis caprichos sobre os ombros. emoldurando-lhe o rosto atraente num conjunto harmonioso de simpatia e beleza. No entanto, o que mais impressionava no seu tal belto de menina e moça eram os olhos profundamente negros, nos quais intensa vibração interior parecia falar dos mais elevados mistérios do amor e da vida. Não é por acaso que Saulo se apaixona por Abigail, né? A gente sabe que esse acaso não existe, mas depois de uma descrição dessa, de que pelos olhos da Abigail é possível ver essa vibração interior de vida e amor, por que que eu acho que é bom a gente lembrar disso ao longo da leitura desse capítulo, da nossa conversa sobre esse capítulo? Porque é justamente um leito de morte. Mas é também um leito de vida e como ela mesma diz no momentozinho aqui, um leito de meditação. Qual de nós não precisa deixar morrer coisas em nós para que a gente renasça de outra forma, a gente redescubra outras formas de viver, né? Então é essa condição humana que é lembrada ao longo de todo esse livro. Mas aí eu queria lembrar que o contexto socioliterário, que é a sociologia da literatura, ela fala que todo livro tem um plano de fundo, né? Toda obra, principalmente as clássicas. E é aquela época, é aquele momento histórico, mas não é só para dar o tom

, que é a sociologia da literatura, ela fala que todo livro tem um plano de fundo, né? Toda obra, principalmente as clássicas. E é aquela época, é aquele momento histórico, mas não é só para dar o tom da narrativa, para nos situar. É porque quem escreve o autor é um ser social. E aí eu lembro aqui que Emanuel é um ser espiritual, né? é um autor espiritual de grande potência. E aí ele fez questão de escolher para mostrar pra gente o cenário, em que que o Saulo estava tocado naquele momento anterior, a visita de Abigail, que vai contrastar muito com o Saulo, que a gente vê ao longo do capítulo. Ele diz, ele fala que a o Saulo parecia tocado de verdadeira alucinação depois de substituir Gamaliel no seu, nas suas funções religiosas, que ele deixava se fascinar por sugestões de fanatismo cruel, que ele tava obsecado com a ideia de resguardar o patrimônio farisaico. na cabeça dele, ele tava cumprindo o seu papel, né, a sua função, mas que ele entregava-se aos maiores desmandos e tiranias. Saulo não percebia. Emanuel narra isso. Debalde. Inutilmente mulheres indefesas eh suplicavam piedade. Crianças pediam complacência para os pais que estavam esquecidos nas como prisioneiros infelizes. Mas no meio de tudo isso, o alento, o oases do deserto, a casa do caminho havia seduzido para suas doces consolações a alma do povo, que estava cansada de incompreensão e do e de sacrifício. Então, houve um grande êxodo em Jerusalém, né? Isso fica bem claro, mas sobre esse ânimo, né? sobre todo esse contexto. E Saulo, diante disso, ele parecia dominado por indiferência criminosa. As rogativas mais sinceras encontravam no seu espírito um rochedo áspero, igualzinho a nós em alguns momentos da nossa vida de cabeça dura também, né? Indiferentes ao que tá acontecendo e o que precisamos fazer. Incapaz de compreender as circunstâncias que lhe havia modificado os planos e esperanças da vida, impultava o sucesso dos seus sonhos de mocidade a aquele Cristo que não conseguia entender, odiá-lo enquanto

z de compreender as circunstâncias que lhe havia modificado os planos e esperanças da vida, impultava o sucesso dos seus sonhos de mocidade a aquele Cristo que não conseguia entender, odiá-lo enquanto vivesse. E nós, será que a gente compreende essa presença do Cristo na nossa caminhada? Agora aqui a gente pode até dizer sim, estamos harmonizados, equilibrados, mas e ontem e anteontem, em outros momentos difíceis de provações que é da condição humana, né? Então é um bom momento pra gente perguntar, porque esse capítulo ele fala muito da caminhada. E uma coisa que eu queria assim compartilhar com vocês é que eu fiquei pensando durante esse capítulo, mas na obra toda depois, que a natureza, a natureza é um personagem dessa obra. Fala muito dos persegueiros, das flores, do caminho florido e a gente vê como a natureza permanece acima de tudo, né? Eu tô assim compartilhando com vocês assim uma inferência que eu fiz que pode ser que sim, pode ser que não, né? Mas o Saulo, diante de tudo isso, as pessoas quando estão infelizes espalham infelicidade também, mesmo quando elas acham que estão cumprindo sua tarefa, né? Nós. E aí ele não conseguia fazer o que a Joana de Ângeles discute muito no livro Plenitude, que é um livro que ela fala de sofrimento, exatamente, e que ela compara os preceitos do budismo com a a doutrina espírita. E ela fala num determinado momento do auto perdão, que é uma das coisas mais difíceis da gente, difíceis pra gente praticar, né? Nos perdoar. E esse autoperdão, ela fala da seguinte maneira: o autoperdão compreende a posição mental correta a respeito do erro e a satisfação íntima ante a possibilidade de interromper o curso dos males causados. Saulo não conseguia entender este Cristo. Ele não conseguia entender o que estava causando todo aquele reboliço naquele contexto em que ele trabalhava, né? Mas acima de tudo, ele não conseguia se perdoar por ter sacrificado o irmão da sua noiva amada, né? ainda não era o arrependimento de ter sacrificado cristãos. Na minha opinião ainda não

abalhava, né? Mas acima de tudo, ele não conseguia se perdoar por ter sacrificado o irmão da sua noiva amada, né? ainda não era o arrependimento de ter sacrificado cristãos. Na minha opinião ainda não era, né? Mas ele vai chegar lá. E aí depois de ele ele sentia no meio de tudo isso uma luta interna muito grande, né? Ele ficava o tempo inteiro nessa aflição, porque o sofrimento ensina pra gente muita coisa. Então, tinham-se passado oito, 8 meses depois da morte do Estevan. E o Emanuel diz o seguinte: "Ante a saudade e o amor lhe dominavam que lhe dominavam a alma, resolveu rever a paisagem florida da estrada de Jope, onde, por certo, reconquistaria o afeto de Abigail de maneira a reorganizarem todos os projetos de um futuro ditoso. Ele tomou aquele caminho, aquela estrada movido pelo amor. Que bom quando a gente consegue ao longo do caminho eh lembrar qual motivo nos fez ir em direção, né, a algo, a alguém, a algum lugar. E ele ia matutando pelo caminho, né? E ele ia pensando, construindo as ideias do que fazer, porque ele era muito racional, né? Então ele vai pensando na melhor maneira de reaver a dedicação da mulher escolhida sem humilhação para sua vaidade. Embora mantivesse firme o propósito de omitir toda e qualquer alusão ao carpinteiro de Nazaré, falaria Abigaí do remorço por não lhe haver estendido mãos amigas naquele momento de tanta dor. ante o imprevisto da morte dolorosa do irmão em circunstâncias tão amargas, esclareceria os detalhes de seus sentimentos. Havia de referir-se à recordação indelével por sua prece angustiosa e ardente quando Estevão penetrava os umbrais da morte. O Emanuel, ele usa muito, muitas vezes a expressão assim nos escaninhos da alma, lá no escondidinho da alma. Aí quando ele fala que o Saulo se lembrava dessa prece, eu falo: "Olha o escaninho da alma, a prece guardadinha, né? Quantas vezes a gente tem isso, né? Uma prece, uma fala de alguém, o trecho de uma leitura do evangelho para iluminar o nosso caminho." Então ele já ia movido pelo amor e movido também pela

dinha, né? Quantas vezes a gente tem isso, né? Uma prece, uma fala de alguém, o trecho de uma leitura do evangelho para iluminar o nosso caminho." Então ele já ia movido pelo amor e movido também pela lembrança dessa prece, né? Quando ele chega à casa de Zacarias, o coração batendo descompensado, ele é recebido com alegria, abraços demorados, porque Zacarias e Rute gostavam muito dele. E ao contrário do que ele imaginava, para Zacarias e Rute, ele estava apenas muito compenetrado no seu trabalho. Ele não tinha deixado Abigail por 8 meses, né? Porque ela não contou isso e ela achava que não podia pesar mais. a missão de Zacarias e de Rute, que a acolheram como filha. E quando ele pergunta, e Abigail, né, que Zacarias responde, mas não te contaram. Eu achei que os seus amigos tinham te contado, eu te mandei tantos recados. Não temos qualquer esperança. Então ele fica desorientado, né? é um susto muito grande, não só a palidez física, né, mas desmonta emocionalmente. E ele conta rapidamente, né, o Zacarias, logo depois que voltou precipitadamente de Jerusalém, Jerusalém, esteve mais de um mês entre a vida e a morte. Em vão nos esforçamos, eu e Rute, para restituí-lo o vício e as cores da juventude. A pobrezinha entrou a definhar e, em pouco tempo acamou-se a batida. Solicitei tua presença com ansiedade, a fim de resolvermos o possível em benefício, mas não apareceste. E o Saulo, mesmo diante daquele susto, olha lá a questão da vaidade, né, que é forte. Homem não chora e homem tem a sua vaidade. Naquela época mais ainda, né? Mas Abigaí fez alguma queixa a meu respeito, perguntou aflito, né? Ele não queria que isso tivesse acontecido, mas Abigail não fez nenhuma reclamação. E foi esclarecido por Zacarias que ela arrumou uma justificativa, que ele estava muito eh atarefado e que ele tinha suas obrigações. Então, nenhum mesmo assim, quando Rute dizia, mas ele tinha que vir, ele tinha que arrumar um tempo, você está adoecida ela dizia, não. é porque ele não pode, não se preocupe. Então ela guardou para

. Então, nenhum mesmo assim, quando Rute dizia, mas ele tinha que vir, ele tinha que arrumar um tempo, você está adoecida ela dizia, não. é porque ele não pode, não se preocupe. Então ela guardou para si aquela dor que a gente, bom, eu não consigo nem imaginar, né? A gente consegue passar longe. Só que um encontro no caminho de Abigail, que naquele momento era um caminho que ela conseguia só sentir a brisa pela janela, né? eh de do jardim que ela ajudou a cuidar, ela encontra um homem que, de certa forma, ele é descrito como um homem comum, um homem comum, como qualquer um de nós, né, pensando na na eh no ser humano de uma maneira geral, mas ele é o mesmo Ananias que estava em Jerusalém para as comemorações da Páscoa e que foi olhado por Jesus. Jesus olha para ele. É o mesmo Ananias que vem e fala para Abigail, conforta o seu coração. Ele estava, ela o encontra na casa dos rendeiros e ele entrega os pergaminhos a ela. E é o mesmo Ananias que devolve a visão a Saulo, né? E é muito simbólico, né? Outra característica do de dos clássicos atemporais, é muito simbólico que seja um homem comum. É sempre simbólico que seja uma mulher, que seja uma criança, que seja Não é por acaso que isso acontece na literatura de uma maneira geral. E a partir desse encontro, Zacarias diz que ela criou uma energia de vida nova, uma energia que já existia nela. Lá na descrição do Emânuel, né, a gente vê que era uma energia de vida. Com efeito, desde que começou a falar no discutido do Jesus Nazareno, observamos que Abigail se encheira de profundas consolações. E o fato é que não mais a vimos chorar, embora se não lhe apagasse do semblante abatido e dolorosa expressão de amargura e melancolia. Sua conversação daí por diante parece haver adquirido inspirações diferentes. A dor transformou-lhe em confortadora expressão de alegria íntima e fala a teu respeito com um amor cada vez mais puro. dá a impressão de haver descoberto nos misteriosos escaninhos da alma a energia de uma vida nova. Que bom que a gente às

pressão de alegria íntima e fala a teu respeito com um amor cada vez mais puro. dá a impressão de haver descoberto nos misteriosos escaninhos da alma a energia de uma vida nova. Que bom que a gente às vezes sente, consegue sentir esses lampejos na nossa vida também, né? especialmente nos momentos de dificuldade. E o Saulo, ele fica angustiado outra vez o carpinteiro de Nazaré cruzando o meu caminho. Outra vez, ele ao mesmo tempo que estava emocionado de saber que a noiva estava doente e sofrera em silêncio, reconhece a alma generosa e sensível, né, de Abigail, mas ele também era uma alma sensível, né? Ele também tinha essa sensibilidade dos seres humanos que buscam, que buscam, que questionam. E ele falava como definir-se. Ele pensava: "Esmagar-lhe o espírito. Amargurosas interrogações esmagavam. Ele se sentia esmagado por essas interrogações que não tinham resposta para ele naquele momento. Quem era afinal aquele Jesus que o topava em toda parte? O interesse de Abigail pelo evangelho perseguido revelava a vitória do carpinteiro nazareno a contrastar os próprios sonhos de sua mocidade. Quer dizer, ele aparece como mais uma problemática pro nosso relacionamento, né? Ele tava pensando um relacionamento com a noiva e com a futura esposa. E para nós, né, em cada momento da nossa vida, o que será que nos define? Essa é uma pergunta dificílima, né? Todos os filósofos estudam, né? Ser ou não ser? Eis a questão que me define como eu estou me sentindo neste momento. Mas é uma pergunta necessária paraa minha reforma íntima. O que me define nesse momento em que eu estou irritada com uma situação? O que me define nesse momento que eu estou entristecida por uma situação familiar, né? E o que que o que que o meu espírito me faria interrogar neste momento? Eh, Saulo não conseguia crer porque ele não conseguia entender. Ele não conseguia crer no Nazareno. Ele atribuía a crença do do da das pessoas do caminho à muitos fazem até hoje, né? Como algumas religiões, não. Aquele, a pessoa frequenta aquele

onseguia entender. Ele não conseguia crer no Nazareno. Ele atribuía a crença do do da das pessoas do caminho à muitos fazem até hoje, né? Como algumas religiões, não. Aquele, a pessoa frequenta aquele centro, aquele lugar é por ignorância, né? Muitos não pensam que é por afinidade e por evolução, né, como a gente tem aprendido. Eh, e aí lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, a gente vai encontrar algo que acho que amplia a nossa reflexão nesse momento da leitura. A criatura então crê porque tem certeza. E ninguém tem certeza senão porque compreendeu, eis porque não se dobra. Fé inabalável só o é a que pode encarar de frente a razão em todas as épocas da humanidade. E aqui a gente se coloca ao lado de Saulo, um intelectual, um doutor da lei dentro do seu orgulho, buscava cumprir, seguir a lei de Moisés, né? Então, para ele eh fazer uma guinada, tomar um outro caminho que ele não conhecia naquele momento, pedia uma fé raciocinada. E é isso que ele vai buscando, né? E aí quando Abigail vê Saulo, ela é tomada por uma alegria transbordante. Só que Saulo já entra ali naquele leito de morte preocupado, meditando, né? meditando sobre tudo aquilo que está acontecendo. E aí ele tá muito comovido, porque ele tenta disfarçar, mas não consegue por ver a situação física dela. E quando ele se vê em sós, ele fala: "Eu, Abigaí, eu abdiquei". Exatamente. Olha como ele era racional, né? exatamente que ele tava pensando no caminho. Ele ensaiou a fala: "A, eu abdiquei o meu orgulho e a minha vaidade de homem público para vir até aqui perguntar se me perdoaste, se não me esqueceste." E aí Abigail fala para mim uma, eu arrepio com essa frase porque para mim é um dos momentos mais lindos, né? Que resposta maravilhosa, romântica para uma mulher ler, né? mas tão profunda paraa gente pensar na nossa humanidade, né? Ela diz: "Perdoarte-te". Quer dizer, ela nem tinha o que perdoar. E aí ela faz essa comparação. Por mais rude e longa que seja a estação de sol ardente, a folha do deserto não poderá

a humanidade, né? Ela diz: "Perdoarte-te". Quer dizer, ela nem tinha o que perdoar. E aí ela faz essa comparação. Por mais rude e longa que seja a estação de sol ardente, a folha do deserto não poderá esquecer a chuva benéfica que lhe deu a vida. E aí eu não coloquei o pedacinho aqui, mas já que eu me lembrei agora, ela fala assim: "Poderia alguém perdoar a si mesmo? Nós, Saulo, pertencemos um ao outro para a eternidade? Não me disseste muitas vezes que eu era o coração do teu cérebro?" Aquela humildade e aquele tom de ternura penetravam-lhe o coração, reconquistando-lhe o discernimento para o caminho reto. Por que dizes que eras o coração se ainda és e o selo hás para sempre? Dominada por indefinível alegria, a noiva que o contemplava com lágrimas murmurou: "Desconfio, Saulo, que os lares da terra não foram feitos para nós. Deus sabe quanto desejei ardentemente ser a mãe carinhosa dos teus filhos. Como conservei o ideal acima de todas as circunstâncias para a formosear tua existência com o meu carinho. Para exaltá-lo, eu idealizei a vida do homem amado. Ou seja, ela tinha construído todo um ideal de mulher. E ela sonhava, aquela jovem de 18 anos já sonhava com isso. Perdeu a mãe muito jovem, assumiu de certa forma a figura materna da mãe diante da família, do pai e do irmão, relembrando sempre os ensinamentos da mãe. E o Saulo, olha o Saulo que chegou endurecido, que chegou bravo, que tinha prometido que o ódio, ele tomou o caminho com amor, mas que ele odiaria o cariniro pro resto da vida. Ele escutava comovido. Ele nunca lhe observara tamanha largueza de raciocínio e lucidez naquele tomura tranquila. E aí eu queria chamar atenção, a nossa atenção, pro tomura. Esse tom de ternura que o Emmanuel diz é a vibração. É a gente saber que muitas vezes o que a gente diz pode ser poético e bonito, mas tem que vir do coração. É essa vibração. É essa vibração que tocou o coração do Saulo, que já a amava e que entrou naquele quarto enraivecido com o encontro dele. Mas o Saulo sentia dor naquele momento.

m que vir do coração. É essa vibração. É essa vibração que tocou o coração do Saulo, que já a amava e que entrou naquele quarto enraivecido com o encontro dele. Mas o Saulo sentia dor naquele momento. Abigail sentia dor física, estava serena espiritualmente. Saulo sentiu uma dor muito grande. E aí eu trouxe aqui pra gente é um trechinho do livro O profeta Cali Gibrã. Ele tem um capítulo em que ele fala só da dor. E o primeira frase é essa: "A vossa dor é o quebrar da concha que envolve a vossa compreensão. Então, quando a gente diz que o sofrimento burila a nossa alma e o nosso espírito, por mais que a gente tenha medo do sofrimento e não queira sofrer no momento em que a gente tá dizendo isso, Deus me livre do sofrimento, realmente essa concha, ela envolve uma compreensão que só pode ser revelada diante daquele sofrimento e daquele momento, né? né? A Joana de Anjelos até nesse livro Plenitude ela fala, né, que algumas situações só diante da aprovação pra gente compreender, né? E aí aqui a gente lembra também da borboleta no casulo, né? Passar por aquela casulo para vir aí. Eu vou andando bem rapidinho. Minha me avisa, qualquer coisa tá tá longe. É medo de falar muito alto. Tá bom. Obrigada. E aí Abigaí conta a ele: "Eu conhecia a história do Cristo, filho de Deus vivo". Aí ela fala da solidão que ela sentiu, que foi quando surgiu um velhinho respeitável, né? Eh, que momentos antes Saulo tinha dito que era um feiticeiro, que tinha que ficar livre desse tipo de pessoa, né? E Abigaí já se refere a ele. E ela diz que ele deu a ela conhecer as luzes sagradas da nova revelação. Conhecia a história do Cristo, o filho de Deus vivo. Devorei o seu evangelho de redenção. Edifiquei-me nos seus exemplos. Desde essa hora compreendite-te melhor, conhecendo a minha própria situação. Olha só essa concha da compreensão, né? É o romper dessa casca, né? Para ela também. E ninguém devora uma leitura. Dizem que o verbo ler é igual o verbo amar. Ele não aceita interativos. Ninguém fala ame,

só essa concha da compreensão, né? É o romper dessa casca, né? Para ela também. E ninguém devora uma leitura. Dizem que o verbo ler é igual o verbo amar. Ele não aceita interativos. Ninguém fala ame, ninguém fala lei. A gente lê quando a gente se sente seduzido pela leitura. E ela fala que ela devorou o evangelho, né? É muito bonita essa palavra escolhida por Emmanuel, né? Devorar a leitura, comer, né? Mas nesse momento, Saulo, à medida que ele ouvia essa narrativa, eh, além dele estar emocionado de saber que não tinha mais esperança de vida para Abigail, aquela única vida que ele reconhecia como uma vida válida, ele fala também, ele ele também percebe a dor moral que ele tava sentindo naquele momento, muito grande. Mas essa dor moral, ela já vinha lá desde a lembrança da prece, desde que ele tomia esse caminho com amor. Isso tudo vai sendo plantado pela espiritualidade, assim como é plantado na nossa vida, né? As palavras da noiva caíam, caíam-lhe no coração como gotas de fé. Nunca experimentar a dor moral tão aguda. Como pudera abandonar assim a escolhida de sua alma? Ouvidando-lhe a fidelidade e o amor? Onde encontrar a tamanha dureza de espírito para esquecer deveres tão sagrados, né? Aí ele já tá pensando com o seu espírito, né? Ele é eh é eh eh quando fala que Abigau era o coração da sua mente, a gente vê, né, que é esse é é aquela velha história das duas asas, né, né, da razão, eh, e da emoção, do sentimento, né? Então, naquele momento, é como se ele tivesse equilibrando esses dois lados. tentando equilibrar. E aí a gente pensar, né, que também me fez pensar, eh, que tem algumas curvas do caminho que são difíceis, né? Tem alguns momentos do nosso caminho e que a gente realmente deixa fugir e toda esse amor que tá internalizado em nós, né? E várias vezes na vida a gente faz isso, mas isso nos lembra da nossa condição humana. E isso faz com que o personagem de Saulo cresça mais ainda, porque é como se o Emanuel dissesse: "Tá vendo? Ele é igual a você. Se ele pode vencer,

isso, mas isso nos lembra da nossa condição humana. E isso faz com que o personagem de Saulo cresça mais ainda, porque é como se o Emanuel dissesse: "Tá vendo? Ele é igual a você. Se ele pode vencer, você também pode, né?" Então, acho que ele nos fortalece muito. E é aí que ela vai falar, Saulo. E ele fica desesperado. Ele fica desesperado. Olha, eu não posso aceitar isso. Eu não aceito como você aceita com essa serenidade. E ela chama a razão. De que valeria a desasperação? Não será melhor inclinarmo-nos com paciência aos sagrados desígnios? Não alimentamos, temos dúvidas prejudiciais. Este leito é de meditação e de morte. Acho muito forte essa frase, muito. Para mim, ela define muito esse capítulo. O sangue várias vezes já me golfou prenunciando o fim. Nós não queremos, nós que cremos em Deus e sabemos que esse fim é apenas corporal, nossa alma não morrerá. amarnos emos eternamente. Eu gosto dessas palavras que me remete àela época em que foi escrito, sabe? Por isso que eu acabo lendo também, né? Parece que a gente entra também nesse momento e nesse clima. Eh, mas antes de ir embora, né? Aí a visita já estava quase no final. Essa era a penúltima vez que ele via Abigail e estava quase no final. E aí ela vai, continua falando sobre Jesus, né? que ela descobriu que o Nazareno ele ele vinha eh para trazer consolo aos pobres, aos humildes do caminho. E aí acontece dois momentos antes que Saulo volte para Jerusalém, que são muito fortes também, que é uma que quando ele ouve essa fala, ele fala sempre o mesmo refrão, invariavelmente a afirmativa de ter vindo para os infelizes, para os doentes e afortunados. E os homens valorosos do povo escolhido, ele quer saber. E as famílias de bem. E aí Abigail dá uma longa resposta, que eu tirei só uma amostra grátis mesmo para nós. Ela fala: "O Cristo é um roteiro para todos, constituindo-se em consolo para os que choram e orientação para as almas criteriosas chamadas por Deus a contribuir nas santas preocupações do bem". Quer dizer, se eu tenho mais condições,

para todos, constituindo-se em consolo para os que choram e orientação para as almas criteriosas chamadas por Deus a contribuir nas santas preocupações do bem". Quer dizer, se eu tenho mais condições, se eu tenho mais esclarecimento e a minha responsabilidade, ele tá aí, tá esperando, tá esperando eh que você na sua função de grande importância possa dar-lhe atenção, né? Assim como esperou, por Saulo, assim como seguiu Saulo, né? E aí a gente vai vendo claramente que a Abigail já estava tão embuída deste amor, ela já vinha desde os ensinamentos maternos, né? Vários colegas que me antecederam falaram isso sobre o papel da mãe, que não, o nome não é citado, mas que é uma figura, uma personagem. Eh, eu tô usando personagem, gente, mas eu sei que não são personagens de ficção, né? Eu sei que são desse romance e que são eh personagens muito importantes paraa história do cristianismo. E aí ele faz a última pergunta que é que ele queria fazer desde que chegou. Ele planejou isso no caminho, mas ele não tinha coragem porque cada vez que ele vê a generosidade de Abigail, cada vez que ele sente aquela generosidade, ele fala: "Meu Deus, como que pode? Eu não consigo entender, eu não consigo compreender". E ele fala: "Me desculpastes pela morte de Estevão". Aí ele já não chama de imprevisto, como ele tava pensando lá no caminho. E Abigaí diz: "Por que te recordas disso? Esforçando-se para manter a voz firme e clara, uma vibração de amor, de luz, né? Mesmo já tendo, estando tão debilitada. Minha alma está agora tranquila. Gesiel está com o Cristo e morreu legando de um pensamento amistoso. Que poderia eu reclamar de minha parte se Deus tem sido tão misericordioso para comigo? Ainda agora estou agradecendo ao Pai justo de todo o coração, a a dádiva de tua presença nesta casa. E aí ela completa que ela tinha pedido tanto que era que queria vê-lo antes de partir, né? E aí é a gente a gente começa a se indagar na na altura do desse capítulo de onde vem essa clareza de raciocínio, né, de Abigail,

e ela tinha pedido tanto que era que queria vê-lo antes de partir, né? E aí é a gente a gente começa a se indagar na na altura do desse capítulo de onde vem essa clareza de raciocínio, né, de Abigail, de vem de onde vem também essa clareza que já está alcançando Saulo, eh essa clareza para os ensinamentos de Jesus. E eu achei muito interessante, muito apropriado quando a Jona de Angeles, ao falar do sofrimento, ela fala o seguinte: "Conhecer-se na condição de espírito imortal em processo evolutivo diante das experiências reencarnatórias representa para o homem alta aquisição de valores para compreender, considerar e vencer o sofrimento que faz parte do seu modo de vida e do modo de vida de todos os seres. Muitas pessoas advogam que o sofrimento é a única certeza da vida, sem compreenderem que ele está na razão direta da conduta remota ou próxima, mantida para cada qual. Pode-se dizer, portanto, que a sua presença resulta do distanciamento do amor, que ele é o grande e eficaz antídodo. Interdependentes. O sofrimento e o amor são mecanismos da evolução. Quando um se afasta, o outro se apresenta. Ai, agradeço. Veja bem, quando a dor tiver muito grande, muito difícil de suportar e até de definir, eu tenho que buscar o amor, né? Esse amor infinito, esse amor misericordioso, esse amor que me conhece muito mais do que eu mesma, né? Então, eh, eu acho, é muito eh, revelador mesmo quando ela nos lembra que esse sofrimento tá na relação direta com a nossa conduta. E a gente, muitas vezes nos nossos estudos, a gente já tem falado disso, de quantas vezes fui eu que pedi, né, esse sofrimento. Então, se eu pedir que eu peça com muito amor para suportar, mas mais do que isso, para me perguntar o que aquele momento da minha vida quer me ensinar. Não é uma pergunta difícil quando tá doendo, mas necessária, né? E aí a gente já chega em um momento em que Saulo já voltou para Jerusalém. Eh, e aí no dia seguinte, e aí quando ele chega, que vê aquele templo todo suntuoso, aí ele volta si diz: "Não,

cessária, né? E aí a gente já chega em um momento em que Saulo já voltou para Jerusalém. Eh, e aí no dia seguinte, e aí quando ele chega, que vê aquele templo todo suntuoso, aí ele volta si diz: "Não, quando ela melhorar eu vou convencê-la de que isso são devaneios dela. Não, esse pessoal do caminho é porque eles não entendem muito, eles não são muito esclarecidos. Eu vou. Então ele já dorme um pouquinho mais tranquilo, mas no outro dia mandam chamar porque Abigail queria se despedir dele. E ao se despedir, quando chega ela já vê o desespero de Saulo. E diante do choro de Saulo, né, ela nunca tinha visto. Às vezes naquela primeiro dia da visita, ele ficou com o olho úmido várias vezes. Ele quase chorou várias vezes, mas ela não tinha visto esse pranto desesperado. E aí vem algo que nos faz eh mostrar a profunda ligação entre Abigail, Saulo e Estevan, que vai se reafirmar mais a partir de de agora, né? Eh, conhecia Saulo e comprovala ali a rigidez de caráter, que não era um coração eh cheio de maldade e de ódio, mas rígido nos seus preceitos. Aquele pranto revelava o calvário íntimo do bem-amado, mas demonstrava igualmente o alvorecer de uma vida nova para o seu espírito. Quer dizer, morte, calvário íntimo e vida, né? O renascer pro seu espírito. E ela conseguia ver. E na verdade na nossa vida, esses opostos que a gente diz, eles sempre caminham lado a lado, né? A gente nunca tá só em sofrimento. A gente nunca está só com um uma emoção e o sentimento. São muitos. E aí a gente vai chegar já nas derradeiras palavras de Abigail, que para mim é um momento assim lindíssimo do capítulo, eh, de revelações de um encontro espiritual de Abigail com Estevan e mais ainda do início das revelações de como Estevan cuida de Saulo lá da espiritualidade e de como diante daquele momento de morte daquele da da do sacrifício de Estevan, aquele olhar que ele deu para Saulo não era um olhar de ódio, né? Ele fez questão antes da Abigail fazer a prece de dizer: "Não deixe interferir na vida de vocês dois", né? Então ele já

io de Estevan, aquele olhar que ele deu para Saulo não era um olhar de ódio, né? Ele fez questão antes da Abigail fazer a prece de dizer: "Não deixe interferir na vida de vocês dois", né? Então ele já cuidava. E ela fala: "Não chore, Saulo". com dificuldade. Ela já tava nas últimas palavras, mas ela queria dizer isto: "A morte não é o fim de tudo. Quero-te comigo por toda a vida", ele dizia. Ele não aceitava, né? Diante da morte, desfeito em lágrimas. E ela serena, não que não sofresse, né? Não que não sofresse a dor da separação. Ela diz: "Contudo é preciso morrer para vivermos verdadeiramente". A gente relembra lá, parece que a gente vê a Abigail lendo os pergaminhos que ela recebeu de Ananias, né? Diante dessas palavras, Jesus nos ensinou que a semente caindo na terra fica só, mas se morrer dá muitos frutos. Não te rebeles contra os desígnios supremos que me arrebatam do teu convívio material. Enquanto esperamos a união indissolúvel, auxiliar-te ei de onde estiver, e te consagrarás ao eterno em esforços sublimes e redentores. Saulo não via isto ainda, né? E aí ele acha estranho ela falar isso, né? Vou me consagrar a esses esforços sublimes, né? Quem te deu semelhante ideias? Ele diz: "Eu não quis passar aqui. Quem te deu semelhante ideias?", perguntou angustiado Saulo. Esta noite, depois que partistes, gente, não quer passar, mas eu vou continuar, tá? Esta noite, depois que partistes, senti que alguém Ah, passou, Cíntia. É, senti que alguém se aproximava enchendo o quarto de luz. A gente sabe que esse encontro não foi só isso que ela falou, né? A gente sabe que tem muito mais. Eh, ao avistar eh, era Jesiel que vinha ver-me. Ao avistá-lo, lembrei-me de Jesus no inefável mistério da da ressurreição. Era a única eh referência que ela tinha até o momento, né? Ela tava conhecendo os ensinamentos de Jesus naquele momento, né? E por isso eu eu acho que por isso que ela não se refere como encontro espiritual. Depois vocês me ajudem aí, me ensinem. Ela anunciou eh anunciou-me

endo os ensinamentos de Jesus naquele momento, né? E por isso eu eu acho que por isso que ela não se refere como encontro espiritual. Depois vocês me ajudem aí, me ensinem. Ela anunciou eh anunciou-me que Jesus santificava os nossos propósitos de ventura, mas que eu seria levado ainda hoje à vida espiritual. ensinou-me. Acho muito lindo isso. Abigail falando de egoísmo, gente, ensinou-me a quebrar o egoísmo de minha alma, encheu-me de bom ânimo e trouxe-me a grata nova de que Jesus ama-te muito, tem esperanças aqui em ti. Aqui está resumida a missão do Saulo Paulo, né, revelada, resumida com todas as palavras. E isso seria para Saulo unir os pensamentos na verdadeira compreensão. Isso seria crer. Isso seria entender aquele Jesus que desde o início do capítulo ele falava que não entendia, né? E Abigail continua falando do sonho. Refleti então que seria inútil entregar útil entregar-me jubilosa as mãos da morte, pois quem sabe se ficasse no mundo não perturbaria a missão que o Salvador te destinou. Jesiel afirmou que nós te ajudaremos de um plano mais alto, porque então deixarei de ser tua companheira, né? Só estarei lá. Seguirei teus passos no caminho. Revelar-te ei se encontrarem nossos irmãos do mundo. Em abandono auxiliarei teus raciocínios a descobrir sempre a verdade. ainda não aceitaste o evangelho, mas Jesus é bom e terá algum meio de nos unir a pensamentos de verdadeira compreensão. Era muita emoção, né, e era muita revelação para Saulo, mas ele mal sabia o que estaria para acontecer no capítulo 10, né? E aí ela, diante de dessas despedida, tão emocionada de dizer do amor de Jesus pro Saulo, da missão de Jesus, do encontro com o irmão amado, que para ela é como se fosse um filho, né? Saber que iria reencontrá-lo. Ela diz: "Jesiel já veio buscar-me". ela recebe esse presente, né, de se despedir do dos pais adotivos de Saulo e de reencontrar. Instintivamente, Saulo compreendeu que era chegado o momento fatal. Então, ele, como louco, como muitos de nós, reage diante da morte,

é, de se despedir do dos pais adotivos de Saulo e de reencontrar. Instintivamente, Saulo compreendeu que era chegado o momento fatal. Então, ele, como louco, como muitos de nós, reage diante da morte, mesmo quando a gente acha que está preparado, né? Como louco, ele gritou por Zacarias, por Rute. E a Rute, desfeita em prantos, abraçou Abigail. se lembrou da morte do filho e que Abigail depois da morte do filho, ela resumia todo o seu tesouro maternal, né? Então, naquele ambiente de carinho e de amor, ela fixou o olhar em cada um, como se ela quisesse dizer do amoroso agradecimento que ela tinha na sua alma. Depois só uma lágrima silenciosa e o seu adeus. Mas a natureza no jardim mostrava a vida plena, ampla, do jardim próximo, diz Emanuel, chegavam perfumes brandos. O céu crepuscular tonalizava-se de nuvens aurifulgentes, enquanto os pássaros em recolhida cruzavam os ares alegrementes, os mesmos pássaros que a Abigail deu de comer, que ela cuidou no jardim, né? E e é esse contato íntimo que nós todos temos com a natureza. Por isso que uma caminhada no bosque, na praça, nos reconecta, né, com o divino, com a espiritualidade, eleva a nossa vibração. E aí aquela amiga das flores é coberta de flores, né? Ele fica mudo daquele momento de dor, de sofrimento que muitos de nós já vivemos e que às vezes vamos viver em alguns momentos. Por isso que isso que a gente se coloca no lugar deles, né? Ele tava estarrecido e a Rute cobre de rosas a morta adorada que parecia dormir para despertar no plano espiritual ao lado do seu irmão, tendo uma visão mais ampla, né, de toda a sua missão, tendo uma visão mais ampla da missão de Estevão, da missão de Paulo, né? Eh, e confesso a vocês que o meu aprendizado com esse capítulo não para aqui, né? que eu tenho certeza que ele vai reverberar em cantinhos da minha alma que eu nem desconfio e eu tenho certeza que em momentos necessários, né, durante a leitura que a gente vai continuar junto aprendendo, né, mas eh especialmente eu acho que para cada um de nós aqui que

que eu nem desconfio e eu tenho certeza que em momentos necessários, né, durante a leitura que a gente vai continuar junto aprendendo, né, mas eh especialmente eu acho que para cada um de nós aqui que vai tá compartilhando a leitura de um capítulo, não é por acaso, né, ele veio pra gente para que a gente releia. Então assim, essa leitura não é só a minha, é a minha tarefa de casa é ver o que mais eu tenho a aprender com esse capítulo, com esses diálogos, né? Então, muito obrigada pelo carinho, pela escuta, por tudo, tá? Obrigada a todos amigos que estão em casa também pela oportunidade. Bom, eu não quero estragar aqui a a emoção e a reflexão. Acho que cada um tá fazendo diante da emoção da Cleade, né, que eu acho que nos tocou a todos, né, quando ela falou do olhar de ternura, que significa justamente a vibração que vai junto com as nossas palavras, significa justamente que toda a emoção que ela sentiu ao preparar esse capítulo, ela jogou em cima de todos nós aqui, né? Eh, eu acho que foi um momento importante, porque nós podemos na na releitura dela, deste capítulo e de trazendo esses apontamentos, recordar muita coisa das nossas vidas, né? eh rever posturas, conceitos, a nossa os ajustes da nossa caminhada que são tão necessários e que é através do conhecimento, da reflexão em cima de tudo isso que a providência divina nos dá, que a gente vai endireitando a reta, né? Por enquanto a gente vai por caminhos curvos, como sal para haver um momento da nossa caminhada em que, como ele, a gente vai endireitar a estrada, né? a gente vai começar a traçar em linha reta o nosso caminho. Eh, isso nos faz recordar as emoções que nós já passamos com seres queridos que já partiram, as lições que ficaram, as sensações que nós sentimos muitas vezes de de solidão por ser um ser tão ligado a nós e que partiram eh nos deixando assim com aquela sensação que a vida, nossa vida estava em nossas mãos. principalmente aqueles que que são tão próximos, mãe, pai, filho, né? Um companheiro de

ado a nós e que partiram eh nos deixando assim com aquela sensação que a vida, nossa vida estava em nossas mãos. principalmente aqueles que que são tão próximos, mãe, pai, filho, né? Um companheiro de jornada, alguém assim que dá um rumo diferente aos nossos passos e que nos ensina muito, porque nenhum de nós aqui tá isento de defeitos, todos nós os temos, né? E se nós os temos, aqueles que caminham conosco também tem. Mas será que a gente só olha os defeitos? Não era bom a gente olhar muitas virtudes? que a gente deixa para olhar só quando as pessoas vão embora. Aí a gente começa a lembrar tudo de bom que aquela pessoa representou na nossa vida. E aquilo é, como Abigaí falou, eh, um leito de meditação, porque aí a gente vai ver, não é, não é aquela história sofrida da gente dizer assim que, ah, só aprende a dar valor depois que perde. Não, não é isso. Todos os acontecimentos da nossa vida tem um valor real de aproveitamento para o nosso caminho evolutivo, né? Quando alguém se afasta nossa vida, se despede de nós por algum motivo, tá deixando em nós ou conosco uma tarefa muito importante, um divisor de água paraas nossas vidas, porque até então tudo tava muito tranquilo, né? E e eu vivi isso com várias pessoas da minha família. Eu acredito que todo mundo aqui tem uma experiência dessa para contar, mas a gente tem que sair da posição da autopiedade. O leito é de meditação. A gente sabe, a gente sabe, né? A gente já acredita porque sabe. O áudio, o evangelho nos disse que a vida não termina aqui. Aliás, a vida começa depois que ela termina aqui. É onde a gente vai fazer a nossa aferição de valores, é onde a gente tá voltando para casa. Eh, esses essa viagem a serviço que a gente faz quando a gente vem aqui paraa terra, que a gente pode comparar uma como uma viagem a serviço, ela é enriquecedora. A gente vem com uma bagagem muito grande, com uma expectativa muito grande, com muita vontade de fazer um bom trabalho. É uma viagem a serviço. Então, se a gente sabe disso e acredita

é enriquecedora. A gente vem com uma bagagem muito grande, com uma expectativa muito grande, com muita vontade de fazer um bom trabalho. É uma viagem a serviço. Então, se a gente sabe disso e acredita porque sabe, mais uma vez vou repetir lá as palavras do Evangelho que ficaram muito bem colocadas nesse capítulo, é porque a gente pode fazer e pode realizar. E esse é o exemplo que Paulo vai deixar pra gente até o final do ano, quando a gente estiver estudando, com todas essas reflexões maravilhosas que eles nos trazem. E assim, sem querer quebrar muito aqui a o silêncio interior de cada um, eu só quero avisar que o nosso festival de sorvete vai ser no dia 18 de outubro, tá? Ah, os convites já estão à venda na livraria, já estão à venda conosco, que somos trabalhadores da casa. Vocês podem nos procurar, quem já participou sabe o tanto que é bom. Podem trazer suas famílias. É uma forma de ajudar a nossa casa que nos dá uma oportunidade de um momento como esse, tá? Eh, toda a manutenção da nossa casa vem dessas ações que a gente faz, como toda a casa espírita faz, né? Eh, assim não honera ninguém. E a gente pode compartilhar momentos de alegria, de confraternização com alguma coisa boa, né? O sorvete que a gente usa aqui ao longo dos anos é muito bom, todo mundo elogia muito. Quando sobra sorvete no final, o pessoal fica disputando as caixas que sobram para levar para casa. Sai até por um preço mais barato, né? Mas o bom mesmo é a gente comprar, trazer a nossa família, comprar um ingressinho, trazer a nossa família. crianças até 5 anos não pagam, né? E e é um momento da gente reencontrar as pessoas que há muito tempo a gente não vê, porque a nossa vida corrida, né, nos traz aqui nos dias das nossas atividades e às vezes aquela pessoa que a gente não vê há tanto tempo tá num outro dia, mas aquele instante é importante. E de trazer os nossos filhos, as nossas famílias para verem, né, o que nós estamos realizando aqui, como é o lugar onde a gente trabalha. Eh, eu li uma frase hoje de Bezerra de

instante é importante. E de trazer os nossos filhos, as nossas famílias para verem, né, o que nós estamos realizando aqui, como é o lugar onde a gente trabalha. Eh, eu li uma frase hoje de Bezerra de Menezes que dizia assim: "Quando você decide ser espírita, eh, não, não tenha não guarde a expectativa de ser compreendido por todas as pessoas, né? Então, é bom de vez em quando as pessoas virem ver onde é que nós estamos, o que nós fazemos, que não é diferente das outras pessoas, não, né? que nós estamos aqui para servir o próximo, para aprender, para melhorar a nossa postura diante da vida, para evoluirmos espiritual, para a espiritualmente para e emocionalmente, né, para levarmos a nossa jornada a bom termo, tentando cultivar uma amplitude de visão da espiritualidade, como Abigail fez depois que já tinha e ampliou mais ainda quando leu os pergaminhos que a Ananias deu para ela, né? né? Próxima semana é o Fabiano que vai nos apresentar, será um encontro virtual, tá bom? É o Fabiano que vai nos apresentar o o clímax da primeira parte, né? Como a a Cleidna falou, ele não sabe o que vai acontecer com ele no capítulo 10, né? Tá bom? Então eu vou convidar o Fabiano para vir aqui em cima fazer a nossa prece, tá bom? Boa noite a todos. Um prazer revê-los. Nós vamos acalmar o nosso coração, fechar os nossos olhos. Em primeiro lugar, agradecer a Deus pela oportunidade da vida, pela oportunidade de estarmos nessa escola tão abençoada, essa mãe terra que nos acolhe, que nos ensina e que nos ampara. agradecer ao nosso mestre Jesus, que é o protagonista de todo esse trabalho com teu evangelho, com os teus ensinamentos, com a sua estada aqui há 2000 anos atrás, nos ensinando, exemplificando o evangelho na prática e que nós possamos nos converter não a estudantes do evangelho, mas sim viver o evangelho. sermos o evangelho vivo todos os dias. Que possa em nós morrer o Fabiano antigo, o homem antigo, a mulher antiga, mas que renasça dentro do evangelho do nosso mestre Jesus, seguindo os teus passos e seguindo os

vangelho vivo todos os dias. Que possa em nós morrer o Fabiano antigo, o homem antigo, a mulher antiga, mas que renasça dentro do evangelho do nosso mestre Jesus, seguindo os teus passos e seguindo os teus ensinamentos. agradecer ao nosso apóstolo Paulo, que tanto nos mostra que sempre temos uma chance, sempre temos a luz a nos esperar, sempre temos Jesus de braços abertos a nos esperar. E sempre temos Deus com o teu amor, com a tua misericórdia e com todo esse universo a nos esperar, por mais pequeninos que somos, mas Deus nos fez grandes e nos espera muito maiores. Obrigado a toda equipe espiritual que aqui também nos ampara, nos acolhe, aos trabalhadores dessa casa, do plano espiritual. que participam dos trabalhos mediúnicos, dos estudos, de tudo, da reunião pública, de tudo que é feito dentro desta casa maravilhosa que nos acolhe dentro do evangelho do nosso Cristo, sobre o amparo do Cristo, sobre o amor do Cristo e sobre a sua supervisão. toda essa equipe com tanta misericórdia, tanto amor e tanta dedicação a esta casa e a todos os seus frequentadores. Muito obrigado. Quero agradecer a todos vocês pela presença, agradecer à nossa irmã pela apresentação e que o nosso mestre Jesus esteja no coração de cada um aqui presente, encarnados e desencarnados. Que assim seja, amada mestre Jesus. Que assim seja.

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