Bom dia, café! 250825 AO VIVO | Renovando Consciências e Consolar e Esclarecer
#manhã com Deus ; #bom dia com Jesus; #bom dia espiritismo; #mensagem de bom dia; #refletindo com Kardec #palavra do bem; #espiritualidade e espiritismo; #reflexão espiritual; #live de bom dia; #despertar da consciência; #comece o dia no bem; #inspiração da manhã; #fé e espiritualidade A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade e do canal português CONSOLAR E ESCLARECER. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280
О. nos combates ciclópicos titânicos que eu às vezes na terra empreendia, nos vastos campos da psicologia. Buscavas almas, seres inorgânicos, nas lágrimas, nos risos e nos pânicos, nos distúrbios sutis da porri. เฮ Bom dia. O sol amanheceu na fazendinha. Ele amanheceu meio sol de geladeira hoje. Meio luz de geladeira, não soladeira. Bom dia. Bom dia. Bom dia. São 7:34. Lá o Bent tá feliz da vida, ó. Hoje é dia 25 de agosto de 2025. Segunda-feira, sua linda. Esse negócio de odiar segunda-feira não dá certo, gente. Segunda-feira é um dia como outro qualquer. Um dia pra gente acordar e se encher de esperança, de fé, né? Porque tem muita coisa bacana que a gente pode fazer. Ó lá, ó, minhas cortinas. Minhas cortinas estão balançando aqui. Bom dia. Bom dia. Bom dia. O Bom Dia Café é a sua live que acontece de segunda a sexta-feira, sempre às 7:30 da manhã, para que a gente comece o nosso dia cheios de fé, de esperança. Tem muita gente bacana fazendo coisas maravilhosas por esse mundão. Não acredite quando te disserem o contrário. É só a materialidade querendo nos convencer de que não há nada depois da morte do corpo físico. E nós sabemos que isso não é verdade, não é? Então vamos acreditar, porque se nós estamos nos eh caminhando para um uma nível evolutivo de regeneração, que é o que a gente sabe que tem que está acontecendo, porque é o que a espiritualidade nos informa, é porque nós estamos melhorando. E se nós estamos evoluindo, significa que tem muito mais gente legal no planeta Terra do que o contrário, não é não? Senão não tinha lógica. Hoje o Bom Dia Café tem visita, porque nós vamos falar sobre uma efeméride muito legal e vamos falar sobre isso, sobre centenas de pessoas que trabalham para o bem de outras centenas de pessoas. Isso há décadas, hein? há décadas, não é coisa nem recente, é, ó, de muito tempo. Eu tenho certeza que você vai gostar. Aproveita, curte a live, se inscreva nos canais que eh do Bom Dia Café. Bom Dia Café é uma live que parte dos canais Consolar
a nem recente, é, ó, de muito tempo. Eu tenho certeza que você vai gostar. Aproveita, curte a live, se inscreva nos canais que eh do Bom Dia Café. Bom Dia Café é uma live que parte dos canais Consolar Esclarecer e Renovando Consciências e também é retransmitido para o a Conecta Espiritismo TV, para a Rádio Espírita do Paraná, pro Instituto Goiano de Estudos Espíritas, o Igesi, a Web Rádio Fraternidade e pro Facebook. E eu espero que vocês estejam bem animados hoje, hein? bem animados, que segunda-feira é dia de estar animado. Então, pra gente começar e antes de fazer a nossa prece, nossa autodescrição, eu vou chamar a visita, né? A gente inverte um pouco hoje as coisas por aqui. Tananã. Tá aqui. >> Bom dia, Miram. >> Bom dia, Estela. É uma satisfação estar aqui com você, amanhecer esse dia lindo, como você falou, de segunda-feira. Acabei de chegar de viagem, Estela. Eh, e eu já peguei aqui, mei para poder estar com vocês. Bom dia a todos. >> Que bom, que bom, querida. A gente agradece muito porque sabe que tá numa correria aí, né, como você acabou de dizer, voltando de viagem, veio participar aqui conosco. Nós agradecemos muito, viu? Muito obrigada. Eu que agradeço. >> Muito bem, Miriam. A gente vai primeiro fazer a nossa autodescrição pros nossos companheiros que eh têm baixa visão ou tem eh que tem deficiência visual mesmo, né? Pessoas com deficiência visual. E em seguida a gente vai fazer a nossa prece. Aí depois nós já vamos conversar, tá bom? >> Tá. OK. >> Então tá, joia. Eu vou começar aqui. Eu sou Estela, sou uma mulher de 60 anos, branca, cabelos grisalhos, curtinhos. Eu tô, eu uso óculos de aros redondos e vermelhos. Tô de batom também, mais vermelho, mais avermelhado hoje. Tô de camiseta alaranjada da Fraternidade Sem Fronteiras. É uma das camisetas da coleção. Adoro as camisetas da Fraternidade Sem Fronteiras e estou no meu quintal. Portanto, eu tenho várias plantas ao meu redor e a minha inseparável garrafa de café hoje também que tá aqui me fazendo companhia. E ao meu lado tá Miriam, que
e Sem Fronteiras e estou no meu quintal. Portanto, eu tenho várias plantas ao meu redor e a minha inseparável garrafa de café hoje também que tá aqui me fazendo companhia. E ao meu lado tá Miriam, que é a nossa visita. Fica à vontade, Miriam. >> Tá bom. Eu sou Miriam, como foi falado, né? Sou 60 mais também. Eh, tenho cabelos castanhos, olha os castanhos, pele clara. Estou com batom vermelho para combinar com o da Estela. E aqui um lenço ao redor do pescoço para aquecer um pouquinho o coração. E é uma satisfação estar com vocês e poder vocês me conhecerem um pouquinho mais. Também estou de óculos. >> Muito bem. Então vamos lá. Vamos pra nossa prece. Em torno da oração. Antes de pedir pão à providência divina, não menosprezes o esforço por obtê-lo. Antes de rogar a paz em teu benefício, não ouvides a consciência reta para que a tranquilidade não te abandone. É preciso lembrar que as súplicas humanas não devem estorvar as concessões divinas, sendo a Terra a nossa escola multimilenária, cada aprendiz dentro dela recolhe a lição que lhe cabe. É por isso que vemos a cada passo dificuldades materiais que preservam a integridade do espírito. Moléstias que funcionam por mazelas do corpo em favor da higiene da alma e inibições físicas que asseguram a defesa do coração. contradecida ao despenhadeiro. Aprendamos a ver-nos infortúnios de agora os elementos vivos que nos garantirão a felicidade depois. Campo adentro do espiritismo com Jesus. Não podemos abraçar na prece a válvula de escape injusto. Sabemos que a ordem universal não nos perde de vista e que todos receberemos hoje de acordo com as nossas obras de ontem. Assim sendo, mantenhamos a oração como escada de luz. no intercâmbio com o plano superior à procura da inspiração divina, de modo a sermos mais úteis ao próximo e mais conscientes em nós mesmos. E não desconhecendo a nossa obrigação de aprender e servir infatigavelmente, peçamos ao Senhor não para que a nossa cruz se disfaça antes do momento oportuno, mas que se nos amplifique
em nós mesmos. E não desconhecendo a nossa obrigação de aprender e servir infatigavelmente, peçamos ao Senhor não para que a nossa cruz se disfaça antes do momento oportuno, mas que se nos amplifique a resistência nos ombros, a fim de que a suportemos com a dignidade de vida. Valiosa é a prece que transforma situações e paisagens exteriores, embora muitas vezes nos aumente os compromissos. Entretanto, é imperioso não esquecer que a oração mais sublime é aquela que nos renova por dentro, ajudando-nos a crescer mentalmente para discernirmos com segurança e amparando-nos a visão íntima para que estejamos cada dia não na pauta de nossos próprios desejos, mas segundo a vontade sábia e misericordiosa de Deus. Emanuel, eu sempre preciso de uns minutinhos depois das mensagens, né? Porque elas são sempre maravilhosas. A Tânia escolhe umas mensagens lindas. Olha, Miram, você sabe que eu quase esqueci que tem um povo assistindo a gente. É mesmo, não podemos esquecer porque sem eles não tem, não tem programa, né, Estela? >> Exatamente. Exatamente. Cenilde, bom dia, querida. Muito obrigada por ser membro de um canal espírita. E vocês todos podem ser membros, viu, gente? É, basta ir procurar do lado daquele botãozinho de inscreva-se, tem ser membro. E aí para você ser membro, você paga uma pequena taxa que começa com acho que R$ 1,50, R$ 2. É um valor bem baixinho, mas que ajuda muito, principalmente os canais a a bancarem, né, eh, o software de transmissão que que possibilita a gente ter todos esses recursos que tem aqui para conversar com vocês e a transmitir para mais de um canal simultaneamente. Ele tem um custo, é em dólar e é sempre um problema, né? Aí tem que cotizar todo mundo. É uma confusão para fazer o pagamento disso. De vez em quando eles dobram o preço, sabe? Então, se você puder ajudar, é sempre bom. E não se esqueçam que são vários canais espíritas e todos eles com um conteúdo muito bom, com conteúdo muito bacana. Então, quando eu falo aqui para vocês, curta a live,
cê puder ajudar, é sempre bom. E não se esqueçam que são vários canais espíritas e todos eles com um conteúdo muito bom, com conteúdo muito bacana. Então, quando eu falo aqui para vocês, curta a live, inscreva-se no canal, eu tô falando para todos, né? Não tô falando só pro renovando e pro Consolar, mas para todos eles. Bora lá e se inscrever em todos os canais espíritas e fazer como a Senilde, quando for possível, né? Ser também um membro do canal. Maria Ferraz, bom dia, meu bem. Guinha, bom dia. Oi, Marcondes. Bom dia, querido. Pedru. Pedru, chega logo, Pedro. O Pedro tá em trânsito, viu, gente? Por isso que ele não tá aqui, porque ele queria entrar hoje, >> mas ele tá em trânsito. Dolores, bom dia. Quintal Agro, bom dia. Adorei a cortina colorida, deu jeito no sol. Exatamente. Bate uma luz aqui, Miriam. Tem hora que as pessoas não conseguem nem enxergar meu rosto. Eu falei, eu vou pôr uma cortininha aqui, vamos ver se dá certo. Deu certo, né? Deu certo. Dulcineia, bom dia, querida. Terezinha, bom dia, meu bem. Maria Angélica, bom dia. A Dolores mandando bom dia também para você, Miram. >> Obrigada. Bom dia a todos. >> Família Santana, bom dia. Tiaguinho, bom dia para você. A Terezinha lá, bem-vinda. Miriam também. Isso mesmo. Oi, Nivalci, bom dia. Bom dia, Estelinha Chará. Ah, tá na estrada também, ó. É o Pedrux e ela estão em trânsito, cada um num lugar. Oi, Gorete, bom dia, querida. Bem-vinda. Bom dia, Café, meu bem. Lá tá falando oi pr pra Miram. É, Gorete é lá da casa transitória, nos ajuda com voluntariado. >> Ah, que beleza, que beleza. Parabéns, Gorete. Parabéns. Oi, Maíde. Bom dia. Bom dia, Telma também. Bom dia para todo mundo. Bom dia para aqueles que ainda não deram bom dia no chat. Fiquem à vontade. Gente, nós, a Miriam tá aqui por causa da efemérid, né? Eu contei lá no começo do programa. Então vamos falar da efemérid paraa gente já poder conversar com ela. Primeiro, cadê? Ah, tá, tá certo. Por ordem cronológica aqui, viu, gente? 1874, também num dia 25 de agosto, nascia Luís
programa. Então vamos falar da efemérid paraa gente já poder conversar com ela. Primeiro, cadê? Ah, tá, tá certo. Por ordem cronológica aqui, viu, gente? 1874, também num dia 25 de agosto, nascia Luís Joaquim de Oliveira. Ele poeta, prosador, teatrólogo, com várias peças encenadas, filho do próprio esforço, foi para Juiz de Fora e aí se fez jornalista e professor. Foi um dos fundadores da Academia Mineira de Letras, ocupando a cadeira de número 30, espírita valoroso na fé e na ação, dirigiu por muitos anos o asilo Deus Cristo e Caridade de Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. Eu eu fiquei de procurar o link deles lá e acabei me esquecendo disso. Eh, então se vocês puderem dar uma procurada, existem outros abrigos de idosos e hospital psiqu hospitais psiquiátricos também, hospitais que são não são necessariamente da de saúde mental, mas que são mantidos pela comunidade espírita e e às vezes a gente esquece deles e não colabora. É preciso colaborar com esses com essas entidades, com esses lugares que ajudam tanto a sociedade, né, que colaboram com o poder público no cuidado da saúde das pessoas, no cuidado eh da terceira idade, por exemplo, que esse é uma é uma questão que a movimento espírita vai ter que olhar cada vez com maior intensidade, mas nós vamos falar de novo sobre isso já já, daqui a pouco. A outra efeméride que nós temos é que em 1894 também no dia 25 de agosto desencarnava, eu vou tentar falar o nome dela, vamos ver se sai. Maria Alexandrine de Delô, mãe de Gabriel Delane, era comerciante, esposa de Alexandre Delane, amigo íntimo de Allan Kardec. A gente lê muito o Gabriel Delane, mas o amigo, quem era amigo do Alan Kardec era o pai do Gabriel, que é o Alexandre, portadora de mediunidade ostensiva, de psicografia, muito colaborou na codificação cardequiana com suas comunicações, transmitindo informações eh do mundo espiritual. desencarnou em 25 de agosto, né, aos 63 anos, quando redizia, eu não vou não, quando residia em Paris, eu não vou conseguir falar o nome do do bairro
, transmitindo informações eh do mundo espiritual. desencarnou em 25 de agosto, né, aos 63 anos, quando redizia, eu não vou não, quando residia em Paris, eu não vou conseguir falar o nome do do bairro aqui. Seu corpo foi enterrado no cemitério de Banhô, depois transferido para outro lugar em 1906. E agora nós vamos falar exatamente sobre a nossa efemériite, que a Miriam tá aqui hoje por conta disso. Em 1989, no dia 25 de agosto, desencarnava José Gonçalves Pereira, fundador da casa transitória Fabiano de Cristo. E é por isso que a Miram está aqui, né, Miram? Exatamente. >> Dessa nossa eh dessa nossa efeméd, dessa figura, eu não conhecia eh não não conhecia nem a casa transitória, já tinha ouvido falar, obviamente, mas não conhecia lá e e não conhecia também seu fundador, né? Se você puder falar sobre ele um pouquinho. >> Bom, falar sobre o seu José Gonçalves é falar de amor, né? Falar de caridade é uma coisa que realmente a doutrina espírita leva atrás como como um lema, né? fora da caridade não há salvação, porque nós sabemos que é através do amor ao próximo que nós vamos ter a oportunidade de atuar na vida, né, atual, eh, e conseguimos aí fazermos as nossas transições para o mundo melhor e para uma pessoa melhor que somos. E ele o fez muito bem, porque ele nos deixou aí um legado há 65 anos, que é a Casa Transitória Fabiana de Cristo, que fica ali na Avenida Condes Elizabeth Robiano 454. Para quem não sabe, é marginal do Tit, né, Estela, que você já esteve lá e é bem fácil de chegar. Nós temos ali uma área enorme que ele, o seu José Gonçalves, ele conseguiu essa área que era um charco. Ele conseguiu uma um comodato, né, com a junta à prefeitura, o governo estadual e temos ali, então, 45.000 m² de área total com muitas árvores. Eh, temos ali 10.000 m² de área construída aproximadamente, tudo para ser um braço social, que foi o que o nosso querido José Gonçalves eh nos permitiu através do legado que ele nos trouxe. A época, imaginem, né, seu José Gonçalves tinha aí o apoio da
damente, tudo para ser um braço social, que foi o que o nosso querido José Gonçalves eh nos permitiu através do legado que ele nos trouxe. A época, imaginem, né, seu José Gonçalves tinha aí o apoio da esposa, claro, né? nem poderia ser diferente. Ela sempre deu muito apoio a ele, as causas sempre esteve junto com ele. Mas ele nasceu em São José do Barreiro, no Vale do Paraíba. Tá aí passando as imagens da casa transitória. Convido já todos, né, para estarem lá conosco e verificarem o que é feito lá de de obras assistenciais e educacionais. Eh, foi em 14 de junho de 1906 que o seu José Gonçalves nasceu. Eu vou falar um pouquinho dele, né? Eh, Estela. Eh, ele casou-se com a dona Luía, que sempre esteve, como falei, ao lado dele, trabalhou na Gess Lever como vendedor, depois foi a diretoria comercial e ele despertou o interesse pelo Espiritismo através de um convite que ele recebeu, eh, conversando assim com o comandante de Garmon época, né, que é o idealizador praticamente da maioria dos trabalhos ali na Federação Espírita do Estado de São Paulo. Quia só fazer, desculpa, vou vou interromper você. >> Pode interromper >> porque você você falou uma coisa que é muito importante, né? >> Eh, o espírita tem uma certa resistência ainda em convidar as outras pessoas para conhecer casa espírita e conhecer o espiritismo, né? E olha, a gente vive eh eh compartilhando aqui com os cafezeiros o quanto isso é importante, o quanto pessoas maravilhosas entraram no movimento espírita, conheceram a doutrina dos espíritos através de convites, né, de quem já estava acompanhando a doutrina e e transformaram não só suas vidas, né, mas transformaram muitas vidas pelo seu trabalho. Então a gente não pode, é óbvio que a gente não vai ficar querendo que todo mundo vire espírita, não é isso? Mas você convidar alguém >> que é seu amigo, uma pessoa que é da sua convivência, vamos lá conhecer a casa espírita que eu vou. É uma coisa que devia ser natural para nós, né? Então, convido vocês que estão
cê convidar alguém >> que é seu amigo, uma pessoa que é da sua convivência, vamos lá conhecer a casa espírita que eu vou. É uma coisa que devia ser natural para nós, né? Então, convido vocês que estão nos escutando a pensar que pelo em convidar pelo menos uma pessoa é um convite, não é uma coisa de insistência de falar: "Não, você tem que ir porque olha, não é? Ô, eu vou lá no Obreiros do Bem aqui em São Carlos, você quer ir lá conhecer" e aí fala, né? Quando tem reunião pública, né? ou doutrinária, como eles lá no no Nordeste eles gostam de chamar. Pede para convida a pessoa para ir para acompanhar um evento, talvez uma palestra de alguém que que vai ser bacana, que você sabe que é legal. Olha que importante que é convidar alguém, né, que ainda não conhece a doutrina para conhecer, né? É uma boa forma, né, Estela também de um convite é você dar de presente um livro que tenha um conteúdo de amor, né, e tudo fala: "Olha, é um livro da doutrina espírita". >> Então a pessoa ali, >> eh, ela acaba vendo que a doutrina não é aquele bicho de sete cabeças, né? Que às vezes a pessoa fala: "Nossa, tenho medo de espírito, não se pode falar em espírito". E e na realidade ela vai verificar que ela só vai eh entender o que são os aspectos ciência, filosofia e religião na vida de um ser humano, que todos nós somos espíritos, então não tem não tem por ter medo de espírito, né? Eh, então um livro, eu acho também uma boa ideia, não um livro que a pessoa não entenda, né, o conteúdo dele, mas um livro tipo assim, eh, frases de amor, um livro de Chico Xavier aí que que tem uma conotação mais suave. As pessoas realmente gostam muito disso. A pessoa às vezes perde um ente querido, você dá uma obra espírita que explica isso, ela acaba indo à casa espírita até por um interesse pessoal, né, de ter suavizado aquela dor daquele momento. >> É verdade, tem toda a razão. Mas aí nós estávamos falando do fundador da casa transitória. >> Exatamente. Então foi em. Eu tô até pegando aqui os dados porque não dá para
quela dor daquele momento. >> É verdade, tem toda a razão. Mas aí nós estávamos falando do fundador da casa transitória. >> Exatamente. Então foi em. Eu tô até pegando aqui os dados porque não dá para decorar tudo, né? Mas aí vamos tentar ser bem eh didáticas. O São José Gonçalves, olha, em 1949, ele então passa a ser diretor da do Departamento de Assistência Social da Federação Espírita, né, do Estado de São Paulo. É nomeado por nada mais nada menos que de Gararmon. Então, eh, sobre sua direção, aí vai haver um crescente, né, dessa área e depois ele então começa a idealizar a construção da casa transitória Fabiano de Cristo, porque ele marca então praticamente a sua vida após aposentadoria eh na vida civil, né, do trabalho. Ele se dedica integralmente à casa transitória Fabiana de Cristo. E uma coisa interessante é que quando foi levado numa reunião onde estava inclusive Bezer de Menez, Chico Xavier, etc., não, ainda não existia a casa transitória que foi colocada nessa reunião essa idealização, as pessoas já chamaram de louco, né? Imagina, né? Isso aí é visionário, isso não vai acontecer. No entanto, Chico Xavier o apoia com a mediunidade que ele tinha, né? Ele podia ver o outro lado, sentir, falar. Falou: "Não, vá, precisa ser feito, vai ser feito, já está tudo pronto para ser eh para se dar aí a o andamento, a a esse a essa idealização, né? Então, a pedra fundamental eh foi colocada em 25 de janeiro de 1960, ou seja, nós estamos já com 65 anos desse trabalho maravilhoso de amor que o seor José Gonçalve nos legou. E ele então começa aí a construção, né? A coisa mais difícil. Olha, eu vou dizer para vocês uma coisa. Hoje nós temos muito trabalho e demandamos também muito dinheiro para poder eh conseguir levar adiante essa idealização e esse fato. Agora fato não é mais ideia, né? Já é algo de 65 anos. Eu fico imaginando, Estela, como foi construir quase 10.000 1000 m² na há 65 anos atrás, onde você falava que era espírita, todo mundo saia correndo, né? Não é mesmo?
ideia, né? Já é algo de 65 anos. Eu fico imaginando, Estela, como foi construir quase 10.000 1000 m² na há 65 anos atrás, onde você falava que era espírita, todo mundo saia correndo, né? Não é mesmo? >> É verdade. E eu, você falou que era um charco, né? >> Era as doações, as doações eram de terrenos que ninguém queria, né? Em lugares onde ninguém queria ficar. Normalmente era isso. É. Ningém. É. E aí você imagina ainda a pessoa virar e falar assim: "Não, nós vamos construir lá muitos prédios". Mas pensavam dele, né? Porque eu eh >> eu estive lá recentemente, eu não não conhecia as lindinhas da Patrícia e da Rita que me levaram lá. >> Eh, aconteceu uma coisa muito legal lá que eu vou contar para vocês já já. Foi muito muito muito legal e eu não conhecia lá, nunca tinha ido. Então, a hora que a gente chega lá já tem uma sensação diferente, porque você vem pela marginal, né? Aquele monte de carro, aquele monte de gente, aquela confusão que é São Paulo e de repente você entra no Oasis, não é? Você entra em outro, parece que você, ó, mudei de planeta. Mudei de completamente, porque é uma tranquilidade. Você escuta os passarinhos. Olha que lugar mais gostoso. Eu tirei o som porque a gente fica falando muito. Olha que lugar mais gostoso que é, gente. Então, quando você entra, você percebe que são vários prédios construídos no mesmo período. Então, talvez não tenham ficado prontos todos ao mesmo tempo, mas eles foram feitos na no mesmo período, né? Dá bem pra gente perceber isso. E o lugar é uma delícia. Uma delícia. Uma delícia. Que coisa fantástica, né? Olha só que bonito que é lá. Tem várias pracinhas, né, que a gente pode sentar, ficar conversando ou só olhando pras árvores. Então, é um ambiente que a gente precisa ter esse cuidado nas casas espíritas de criar ambientes harmoniosos, lugares que sejam agradáveis pra gente ficar, que não seja aquela coisa do entra, participa da palestra, toma água fluidificada e já vai embora. E eu acho que a casa transitória é um bom exemplo
osos, lugares que sejam agradáveis pra gente ficar, que não seja aquela coisa do entra, participa da palestra, toma água fluidificada e já vai embora. E eu acho que a casa transitória é um bom exemplo disso, desse cuidado. >> É, você falou bem, Estela. É um oasis mesmo. E onde existe um oasis de amor, como é o caso da casa transitória, tem paz, tem luz e tem um envolvimento espiritual intenso, né? Porque a própria natureza permite >> que ocorra essa intercessão dos espíritos amigos aí nos auxiliando. Tem canto de pássaro lá também, viu, Estela? pássaros cantando. >> É verdade. Olha que coisa mais linda. Muito bacana. >> Você vai falar dos dos trabalhos da casa do Transform? >> Vou vou falar sim, porque aí agora o eu só vou fazer uma observação com relação ao São José Gonçalves, que eu acho muito bonito para ficar aqui como recordação de todos vocês, né? Eh, ele, como foi falado, desencarnou em 25 de agosto de 1989. E olha o que ocorreu. O corpo dele foi velado em um dos pavilhões da casa transitória. E no dia seguinte, em uma reunião pública lá em Uberaba, o espírito Maria Dolores, por meio da mediunidade de Chico Xavier, enviou uma mensagem que o denominou apóstolo do bem e herói da caridade. O próprio Chico Xavier chamou de o precursor da assistência social espírita no Brasil. Olha que maravilha. Então eu acho assim que resumir o o que o seu José Gonçalves fez é uma coisa muito complicada, porque ele realmente deixou agora o que eu vou falar para vocês, que a gente só dá aí continuidade. Eh, merecido o título, né, Estão? É merecido o título. E olha que interessante, quando você falou, olha que eu tava dizendo, né? Convida as pessoas paraa casa espírita e você deu a sugestão belíssima de livro, eu ia falar assim: "Olha, era mesmo, né? Era bom inclusive, deixa eu abrir, não vou abrir outra coisa aqui, senão eu vou fazer confusão. Era bom inclusive sugerir como como eh sugerir como livro, né, a Maria Dolores. Por que que eu lembrei da Maria Dolores? Não, as coisas estão sempre
brir outra coisa aqui, senão eu vou fazer confusão. Era bom inclusive sugerir como como eh sugerir como livro, né, a Maria Dolores. Por que que eu lembrei da Maria Dolores? Não, as coisas estão sempre entrelaçadas, né? Por que que eu lembrei da Maria Dolores? Porque ontem, hora que eu tava fazendo o roteiro da semana do Bom Dia Café e eu faço o roteiro de todos os dias, né, e encaminho pro pros meus companheiros aqui de de apresentação do Bom Dia Café. Eu adoro fazer o roteiro, viu, gente? Podia até ter passado para eles, mas eu adoro fazer. Acho uma delícia fazer o roteiro. E aí eu fui olhar lá no no roteiro 20 aqui na quarta-feira, dia 27 de agosto, só que lá em 1959, desencarnava Maria Dolores. Então, a hora que você falou, ofereça um livro, né? Eh, dê um livro de presente, um livro espírita. Eu falei: "Ah, eu ia falar, ofereço um livro da Maria Dolores." E agora você falou que a Maria Dolores deu uma comunicação falando sobre ele, né? sobre o José Gonçalves. Olha só como sempre as a eh a as histórias estão entrelaçadas. Que legal, né? >> Não são por acaso, né? Nós que que aí atuamos na doutrina espírita há tantos anos, nós percebemos que nada é por acaso. Nenhum programa, nenhuma obra, eh nada. Tudo está na nossa vida para nos ajudar a crescer. ter essa espiritualidade maravilhosa. Eu sempre falo assim, eles estão acima do acima de nós, acima de tudo, porque nós não sabemos de nada. Quem pensa que sabe alguma coisa, nada sabe, como dizia Sócrates, né? Eu só sei que nada sei, >> mas assim, vamos lá. Vamos convidar vocês para adentrar ao mundo da casa transitória Fabriano de Cristo. Como está o legado, né, que o seu José Gonçalve nos deixou? Nós hoje temos eh várias obras sociais e educacionais na casa. Vamos começar pela educacional. Nós temos duas creches conveniadas com a Prefeitura de São Paulo. Temos uma em São José dos Campos também. Tá, ao todo, nós temos quase aí 350 crianças, né, que nós damos o dia inteiro de atenção a elas com profissionais eh registrados,
om a Prefeitura de São Paulo. Temos uma em São José dos Campos também. Tá, ao todo, nós temos quase aí 350 crianças, né, que nós damos o dia inteiro de atenção a elas com profissionais eh registrados, CLT, registrados pela Federação Espírita do Estado de São Paulo. Nós temos também o educacional eh com eh parceria profissionalizantes, nós chamamos curso profissionalizantes com parceria junto ao SENAI para poder certificar, né, os alunos. São mais de 2.000 vagas por ano, onde nós damos a as pessoas em estado de vulnerabilidade social a oportunidade de se profissionalizar e adentrar ao mundo do trabalho. Porque lá nós falamos assim, né? Não basta dar o peixe, nós vamos ensinar a pescar. A pessoa vai passar por ali transitoriamente, vai receber o que precisa, desde uma cesta básica, uma roupa, um enxoval e vai também aí ter essa oportunidade de fazer os cursos, se quiserem. Então, nós temos muitas mãezinhas, inclusive que adentram a casa, né, que nós damos essa oportunidade de termos cursos e ajuda a essas mães. E elas então recebem todo o nosso apoio até antes da criança nascer. A criança nasceu, que vai acontecer com essa criança? Essa mãe precisa trabalhar. Então, nós profissionalizamos essa mãe. Nós temos inclusive curso para gestante, desculpe, para que elas possam até ler, aprender a ler e escrever alfabetização, não só para elas, mas para todo mundo. E nós vamos aí ter a oportunidade então de ver que nós temos esses cursos de profissionalizante, nós temos a a deentrada das gestantes, nós temos eh a Lar Batuíra, não sei se você esteve lá no Lar Batuíra, viu? Eh, Estela, mas já fica aqui o nosso convite para você e para quem quiser conhecer. Nós fornecemos aí, >> passamos, passamos no entorno dele ali. Passamos no entorno dele. >> É o Sol, Lar Batuíra. Nós temos quase 880 m² de área construída, né, para as idosas, todas elas em estado também de vulnerabilidade social. Eh, o Larbatuira ele foi ele foi aberto, a intenção era o seguinte, de dar as trabalhadoras da casa espírita, né, as voluntárias que
a as idosas, todas elas em estado também de vulnerabilidade social. Eh, o Larbatuira ele foi ele foi aberto, a intenção era o seguinte, de dar as trabalhadoras da casa espírita, né, as voluntárias que trabalham muitos anos junto às casas espíritas na velice, ter uma velice digna. Então, a quando se viam sozinhas, desamparadas, elas iam ali pro lar Batuíra. Então, hoje nós continuamos com essa ação que é realmente bastante custosa, né? Tudo isso que nós estamos falando é custoso. Vejam que nós temos aí uma folha de pagamento enorme. Eh, mas a federação, eh, como braço social, tendo a casa transitória Fabiano de Cristo, ela então faz diversas ações que você até passou aí agora a pouco para poder eh subsidiar, né, eh toda todo esse trabalho. Então, nós vamos continuar. Hoje a casa transitória Fabiano de Cristo, ela tem todas as certificações permitidas pelo poder público. Então nós vamos aí desde Comas, inclusive ao CEBAS, que é a certificação que nós chamamos master, difícil de conseguir. O que significa isso? que nós atuamos de acordo com as políticas públicas, que são bastante exigentes, trabalham de uma maneira eh as a verificar todas as ações que nós fazemos dentro da casa transitória, ver se nós estamos de acordo com essas políticas públicas e isso ocorre também no lar, >> certo? E é isso que eu queria falar. Eu queria falar para você que isso é fantástico. >> Essa é outra questão importante da gente eh refletir muito no movimento espírita, né? Casas espíritas sem acessibilidade determinada por lei. Trabalho assistencial que não segue as diretrizes legais. Eh, atendimento à criança que não é também não segue todas as exigências legais. O espírita não pode fazer isso. O espírita não, nenhuma entidade religiosa poderia fazer isso, né? Porque como é que você eh serve a Deus se você não não começa não não consegue fazer o básico, que é seguir a lei dos homens? É difícil, né? é difícil. Então, acho que além de seguir a legislação, a casa transitória tem eh a o cuidado, né, e o esforço de
começa não não consegue fazer o básico, que é seguir a lei dos homens? É difícil, né? é difícil. Então, acho que além de seguir a legislação, a casa transitória tem eh a o cuidado, né, e o esforço de conseguir eh certificar certificações que eh validem, né, a excelência do trabalho que é realizado aí. Isso é fantástico. É fantástico. Não basta atender. É preciso atender da maneira certa esse negócio que tem no movimento espírita. Não. Basta você ter boa vontade, ter amor que dá tudo certo. Não é assim, né? Como é que você atende criança, idoso, como é que você atende as pessoas com questões eh de saúde mental se você não tem capacitação, se você não tem treinamento e nem pessoal eh habilitado para fazer isso? Não, não pode, gente, não pode >> não. Não pode, não pode. >> Mas agora eu fiquei mais encantada com a casa transitória ainda. Eh, então, e nós e nós para eh correspondermos também às políticas públicas, nós também precisamos dentro da casa, no caso, se alguém for partir, né, que esteja nos ouvindo, e for partir paraa certificação, é importante saber que a política pública ela define determinadas eh questões que você precisa seguir, você precisa estar de acordo. Então, eh, nós temos, por exemplo, o serviço, o nosso serviço social hoje na educação, ele abrange de zero a 6 anos. Depois de 6 a 14 anos, nós temos a educação social para crianças. Então, nós temos aula de judô, de xadrez, nós temos várias dinâmicas, mas não é uma uma dinâmica que você chega lá e vai fazer o que você quer. Você tem como uma grade anual do que vai ser feito, do que esses instrutores voluntários vão passar para essas crianças, para esses jovens. E ali nós seguimos. É tudo escrito, não é nada teórico, não é nada, ai vamos trazer as crianças aqui, vamos fazer algumas atividades com ela. Não, não é assim. tem que ter realmente algo muito sério, muito muito trabalhado, >> planejamento, né? >> Planejamento, muito com pessoas que entendam daquele segmento para poder eh nós darmos aí andamento para nós temos
m que ter realmente algo muito sério, muito muito trabalhado, >> planejamento, né? >> Planejamento, muito com pessoas que entendam daquele segmento para poder eh nós darmos aí andamento para nós temos departamento de enxoval e de campanhas para poder atender essa demanda lá na casa transitória. Temos um centro de distribuição, para vocês terem ideia, nós temos um sistema integrado desenvolvido pela nossa querida Bet, o Flávio, né, de TI. são voluntários também, onde nós eh desde o momento em que a pessoa adentra a casa, que já é recebida por uma equipe técnica contratada por nós, que conta com pedagogo, com psicólogo, com Deu uma deu uma travadinha. Miram, conta com psicólogos. E aí, fechou o seu som? Tá sem som. Clica de novo lá no seu microfone. >> Agora >> agora tá OK. >> Voltou, né? É microfone sem fio. Às vezes acontece isso. Eh, então, olha só, tudo é colocado nos computadores. Quem são aquelas pessoas? Para onde elas foram? para para que política pública dentro da casa transitória elas foram. Se elas precisarem, eh, nós estamos recebendo muito imigrantes, né, ultimamente. Se elas precisarem de apoio do poder público, nós vamos, nós buscamos o poder público, fazemos essa parceria com o poder público, ajudamos aquela pessoa. Nós damos aula para vocês terem ideia, de português para estrangeiro, porque eles falam assim para nós: "Ai, eu estou nesse país, mas eu não consigo entender o que é falado. meu filho não entende o que é falado na sala de aula ou eu não consigo entender o que as pessoas falam e eles acabam sendo agressivos como uma defesa que eles usam para poder se comunicar, porque eles também são olhados de uma maneira assim estranha, né? Quem é você? É um imigrante. Nós temos isso agora no mundo inteiro. É uma realidade nossa. cada vez mais receberemos imigrantes, eh, infelizmente em razão das guerras, da fome que existe fora do nosso país. Então, isso tudo vai para uma eh, nós temos aí a central de distribuição de alimentos, onde nós recebemos a doação, desde cestas básicas
te em razão das guerras, da fome que existe fora do nosso país. Então, isso tudo vai para uma eh, nós temos aí a central de distribuição de alimentos, onde nós recebemos a doação, desde cestas básicas até itens avulsos. Tudo é colocado num computador, eh, tudo é assinado por quem retira uma cesta. Ou seja, a seriedade de uma casa espírita precisa ser muito grande, como a Estela falou, porque senão nós ficamos desacreditados. E isso é péssimo. Não só saber, é até para que todos possam saber o que tá acontecendo, né? Porque como é que uma pessoa o voluntário é o voluntário de amanhã que vem, sei lá, o voluntário que trabalha na terça-feira, como ele vai saber o que aconteceu na segunda? Se você não tiver um o mínimo controle sobre isso e não tiver registrado em algum lugar, ele não vai saber, né? E aí, se ele não sabe, ele não se interessa. >> Voluntário não é funcionário de Essa é outra coisa terrível no movimento. >> Tocou num ponto, >> sabe? Achar que voluntário tem que se comportar como funcionário de empresa, como CLT. Ele não se comporta como CLT. Voluntário é voluntário. Você tem um tratamento diferente com ele, a conversa com ele é outra. E você tem que entender o que você, como que você tá lidando com aquela pessoa. >> É lá dentro da casa transitória, é lá dentro da casa transitória, nós temos um departamento que é o Carlos Fagund, do diretor do departamento, né? ele ele para receber os voluntários que são formados lá na sede, na federação, nós eles querem trabalhar, atuar, vamos supor, na casa transitória, eles vão, eles passam por um outro treinamento, ou seja, a gente fala, tem que fazer um acolhimento ao voluntariado. Ele precisa saber para onde ele vai, o que ele vai fazer. Ele tem que se sentir útil, ele tem que ter o sentido de responsabilidade pela tarefa, saber que se ele não for, não tem quem substituir, ele tem que estar naquele dia, naquele horário, ou avisar com antecedência, né, que ele não estará. Então, o vínculo de um voluntário com uma casa espírita deve
e ele não for, não tem quem substituir, ele tem que estar naquele dia, naquele horário, ou avisar com antecedência, né, que ele não estará. Então, o vínculo de um voluntário com uma casa espírita deve ser integral, sabe, dentro do momento e do horário que ele se disponibiliza para ajudar, >> porque agora você falou, você falou tudo, tem que desenvolver e dar manutenção no vínculo que o voluntário tem com a casa. É isso, M. É isso. >> Exatamente. Nós sabemos que existem intercorrências, né? Às vezes a pessoa fica doente, às vezes tem um problema em casa, às vezes perde o emprego, mas o voluntário também é um assistido nosso. Isso. >> Se nós pensarmos em dar assistência, nós temos que pensar, quem trabalha conosco precisa primeiro dessa assistência. Tá acontecendo alguma coisa? Olha, você não tem vindo, precisa de um bilhete para pegar uma condução, tem necessidades em casa, precisa de uma cesta básica. Aí depois nós passamos pro assistido, porque que que dá pro assistido e não dá pro pro voluntário que precisa. Então >> ex precisa ter. Então eu falo assim, eh uma casa, nós temos hoje na federação quase 4.000 voluntários atuando, né? Porque vocês, não sei se vocês sabem, mas a Federação Espírita ela trabalha eh dia e noite, não depois das 22 horas e nem antes das 7 da manhã. Mas nós na federação, nos outros horários e todos os dias, inclusive aos domingos, estamos com as portas abertas na casa transitória também. Então é necessário muito voluntariado. E esse voluntário nós temos um olhar todo especial para ele, porque então nós temos, vamos supor, 4.000 voluntários e nós temos 8.000 assistidos. Então são 12.000 pessoas assistidas. Todos somos assistidos, né? Todos ainda precisamos de um momento de tomar um passe, de uma ouvir uma palestra, de estarmos aí fazendo leituras edificantes. Mas vamos lá, né? Vamos passar do voluntariado para eh falar um pouquinho mais sobre a casa transitória. Nós lá temos então a oficina de geração de renda, que também eh dá as pessoas a condição de atuarem
vamos lá, né? Vamos passar do voluntariado para eh falar um pouquinho mais sobre a casa transitória. Nós lá temos então a oficina de geração de renda, que também eh dá as pessoas a condição de atuarem nas suas casas com petchwork, eh fazendo bolsas, itens que vão dar aquela pessoa a condição de vender aquilo que elas vão fazer depois que elas aprenderem conosco. e também tem condições de cuidar do seu filhinho, ficar em casa, né, que é uma necessidade que nós vemos muito atualmente. As mães não conseguem trabalhar, normalmente são mães solo e aí elas precisam fazer algo em casa. Nós temos para isso parcerias importantes, né, como a a Chocolândia, que esteve lá fazendo, ensinando, eh, e certificando as as nossas assistidas e assistidos, eh, como fazer bombons, fazer em casa, eles dão todo um curso eh também financeiro, sabe, de como a pessoa vai fazer ali a o cálculo para ter lucro. Então é é muito importante nós termos essas parcerias, né? Porque vai fazer com que essas pessoas venham até nós, nós ajudamos, fazemos elas se profissionalizarem. Dali um tempo, quem serão elas? Aquelas que vão ajudar as demais que virão. E nós temos também um grupo de gestantes, como eu falei, né? Temos o grupo de família e idosos, nós temos lá também 60 mais. É um grupo bem grande. A família, como é que funciona? A pessoa passou lá na, nós falamos no primeiro acolhimento, né? Foi identificado que ela tem um problema de familiar, familiar grande, que nós podemos ajudá-la. Nós convidamos toda a família a estar conosco e ali dentro da nossa grade, eh, essa família participa conosco, os filhos, a esposa, o marido, se tiver, uma mãe, todos participam e vão ali sendo orientados a como trabalhar entre si a empatia, o perdão, a ajuda mútua. E é importante na casa transitória Fabiano de Cristo, por ser certificada, nós não podemos impor a doutrina espírita. Nós podemos oferecer, se a pessoa quiser, a pessoa participa. Senão, ela vai ser assistida da mesma maneira, independente da religião, independente
tificada, nós não podemos impor a doutrina espírita. Nós podemos oferecer, se a pessoa quiser, a pessoa participa. Senão, ela vai ser assistida da mesma maneira, independente da religião, independente de credos ou independente de qualquer coisa, ela vai ser assistida por nós. >> Aproveitando que você tá falando dessa dessa questão, vou eu vou tirar o som, eh, vou colocar aqui de novo. Quando nós estávamos lá na na casa transitória fazendo a visita, nós não nós tínhamos nós não combinamos com uma pessoa para mostrar pra gente. Então a Rita foi explicando alguma coisa e aí eu brinquei com elas, falei assim: "É só entrar na internet". Entrei no site da casa transitória, fui falando os números que estavam lá, a gente deu risada e tal e aí esse grupo apareceu lá no nosso caminho, tá vendo? Esse grupo apareceu lá, é um grupo eh de 60 a mais, ó. Ele estavam numa atividade, está saindo de uma atividade, indo para outra. E aí no meio dessa turma que tava saindo de um dos prédios, eu acho que é Regina. Se a se a Rita tiver assistindo, ela >> é a Regina. É a bom, eu acho que a Regina, porque a Regina que é responsável por esse departamento. Nós temos eh surgiu, >> eh, a Regina surgiu junto com o com a turma e nós três estavam parada vendo, né? Da onde será que esse povo tá vindo, né? As três com cara de o que será que é isso? E a Regina parou e falou assim: "Vocês estão fazendo visita aqui na casa transitória?" "É, nós estamos aí mesmo. Da onde vocês são?" virou, parou ali e em 10 minutos ela deu uma aula sobre casa transitória, deixou a gente super à vontade, deixou a gente super animada, contou desse grupo que tava lá, contou coisa, olha, mas ela foi de um nível de simpatia e dea podia ter dito bom dia e ter continuado o caminho dela, né? Vamos, vamos, vamos falar a verdade. Mas não foi isso que ela fez. Ela, olha que bom que vocês estão aqui. Vocês querem saber de alguma coisa aqui é tal coisa, esse grupo faz isso ali, tem o quê, tem não sei o quê. Olha, foi uma gracinha, uma gracinha. A
que ela fez. Ela, olha que bom que vocês estão aqui. Vocês querem saber de alguma coisa aqui é tal coisa, esse grupo faz isso ali, tem o quê, tem não sei o quê. Olha, foi uma gracinha, uma gracinha. A gente se sentiu tão acolhida, tão contente. >> Eu ia falar >> feliz da vida. Nós ficamos falar essa palavra, viu Estela? nós, a federação e todas as subsédes, né, que nós somos em cinco subsedes, todos nós, a palavra de ordem é acolhimento. Então você vê, você conseguiu isso nas nossas reuniões de diretoria de departamento lá na casa transitória, porque eu como diretora de área vários departamentos e coordeno esses departamentos, esse eh esse acolhimento e essa esse conhecimento dos demais departamentos é muito importante. E nós vimos trabalhando isso para que que as pessoas saibam. E a e quem você te recebeu ali, né, naquele momento inesperado, foi uma diretora de departamento. Então, todos eles sabem tudo que é feito na casa, o dia a dia, porque uma vez por mês nós nos reunimos e aí cada um apresenta o que faz. Isso é uma dinâmica muito boa também para vocês colocarem, né, nas casas espíritas, tá? eh fazer com que todos tenham conhecimento do que é feito por uma ou outra pessoa, que às vezes você fica distante no dia a dia, não tem tempo, né, para poder conversar, chega para tarefa e vai embora. >> Mas fazendo uma reunião uma vez por mês e deixando eles falarem, se apresentarem, você consegue atingir a todos com essa experiência global do que é feito na casa. Agorete, Agorete falando, ó, é maravilhoso trabalhar na casa transitória, só naquele ambiente fantástico lá, aquele monte de árvore. A Ritoca, Ritoca que levou a gente lá, ó. Miram e amigos chegando agora, mas vou assistir desde início depois. Ô, Rita, acabei de contar da Regina que recebeu a gente, conversou, parecia que era uma amiga querida lá. Olha, foi fantástico, foi muito legal, muito legal. E depois nós encontramos outras pessoas que foram fazendo a mesma coisa, sabe? Eh, vocês precisam de alguma coisa? E e aí, tá
uma amiga querida lá. Olha, foi fantástico, foi muito legal, muito legal. E depois nós encontramos outras pessoas que foram fazendo a mesma coisa, sabe? Eh, vocês precisam de alguma coisa? E e aí, tá todo mundo bem? Esse final de semana, ô Miram, deixa eu aproveitar aqui. Esse final de semana em São Paulo, que não foi esse último agora, foi o anterior, foi muito especial porque a gente encontrou. Vou chorar, viu, Miriam? Eu sou a chorona aqui. A Rita de vez em quando até canta para mim uma musiquinha porque eu sou muito chorona. Mas é eh é diferente você encontrar pessoas que estão no voluntariado para ajudar os outros e pessoas que estão no voluntariado porque elas se sentem felizes fazendo isso. E acho que esse final de semana em São Paulo foi isso que eu eh foi a medida de perceber essa diferença. Uma coisa é você sair distribuindo sopa, sair distribuindo comida e fazer o que você acha que você precisa fazer. E outra coisa é você fazer isso, porque isso te deixa feliz. E essa foi o que a gente sentiu tanto lá na casa transitória, visitando a casa transitória, que nós não ficamos muito tempo lá. Foi um tempo curto inclusive, mas isso ficou muito claro para nós, muito claro. As únicas pessoas carrancudas que nós vimos lá estavam visitando a casa transitória. Não eram não eram trabalhadores da casa. Não eram trabalhadores da casa. Foi muito engraçado isso, inclusive. E depois nós visitamos uma ONG que nós ainda vamos falar mais sobre ela aqui na mesma pegada, a a o trabalho voluntário, fazer o bem pros outros, porque isso me deixa feliz. Foi muito legal, muito, muito, muito bom mesmo. >> Então, Estela, um dia assistindo uma palestra do Deluca, né, ele disse assim: "Vocês voluntários, quem é voluntário aqui? Não, todo mundo, né, era voluntário, tava assistindo palestra do Deluca, todo mundo atua na casa espírita. Falou assim: "Se vocês se sentem enfadados, cansados, eh, quando vão trabalhar na casa espírita, quem se sente assim?" "Ah, as pessoas levantaram a mão, né? Porque realmente, ah, vou
na casa espírita. Falou assim: "Se vocês se sentem enfadados, cansados, eh, quando vão trabalhar na casa espírita, quem se sente assim?" "Ah, as pessoas levantaram a mão, né? Porque realmente, ah, vou levantar, vou lá paraa tarefa". Ele falou assim: "Então vocês estão no lugar errado, porque você para ser voluntário, você precisa estar feliz com aquilo que você faz. precisa despertar e dizer: "Eu vou sair daqui e vou ajudar o próximo". Como Jesus nos ensinou. E quando você ajuda o próximo, nós sabemos disso muito bem, nós temos um suporte, uma sustentação incrível do plano espiritual e tudo vai se solucionando na nossa vida. Eu falo até mais. Eu falo: "Olha, se você não faz com tanto amor ainda, não despertou, faça por interesse, porque olha, não é que a gente busque fazer o bem ao pegando algo em troca, o que uma mão, né, dá, outra não pode." E como a Estela sentiu lá na casa transitória, em outros locais que ela tem ido, com certeza esse amor em ação. Eh, não é só uma casa espírita, eh, em todo lugar que você vai, em locais de fé, em locais que praticam realmente o amor verdadeiro cristão, nós vamos sentir essa essa energia boa, né? Vai vamos nos sentir bem, vamos sair de lá melhores. E os nossos voluntários, nossa, nossos diretores de departamento são maravilhosos, todos trabalham com amor, todos com sorriso nos lábios, todos recebendo muito bem. você foi testemunha disso. Eu digo assim, levar adiante um trabalho como esse, como que a federação faz e tantas outras casas espíritas fazem, né, que nós temos lá na federação, inclusive uma área chamada área federativa, que dá todo o suporte paraas casas espíritas, ensinando-as, mostrando a elas o caminho, como fazer, igual a da federação. Então, mas sendo independentes, né? Cada um precisa trabalhar por si. Então, temos aí muita ajuda, sabe? E lá na casa transitória para nós mantermos eh eh todas essas atividades, como é que nós fazemos? Nós fazemos almoços beneficentes uma vez por mês lá, geralmente aos terceiros domingo. Mas gente, de todo jeito, é com
nsitória para nós mantermos eh eh todas essas atividades, como é que nós fazemos? Nós fazemos almoços beneficentes uma vez por mês lá, geralmente aos terceiros domingo. Mas gente, de todo jeito, é com música ao vivo, é alegre. O espírita tem que ser alegre. Nós estamos levando a mensagem de Jesus. Nós estamos levando amor, nós estamos sendo exemplo. Então, nós temos que ser alegres, ouvir boas músicas, né, trabalhar, eh, para que todos nós sejamos felizes num planeta melhor, regenerado. Então, olha só que beleza esses eventos. Nós fazemos agora eventos com temas, sabe, específicos. Então, aí o almoço, o nordestino, nós fizemos o a feijoada com samba. e sempre tem música, sempre tem alegria. Nós temos um bazar beneficente, nós temos ali eh venda de livros, ou seja, nós nós abrimos para várias empresas também contribuírem conosco através de uma área chamada área institucional. nós vamos atrás de políticas públicas que que consigam nos reverter valores, né, para nos ajudar como emendas parlamentares. Eh, isso sim é um bom investimento para os parlamentares, porque eles vão estar nos dando um valor que a gente consegue eh atuar. Por exemplo, nós recebemos uma agora uma emenda parlamentar que vai subsidiar um pouquinho da nossa folha de pagamento no Lar Batuíra, que é grande, porque nós temos que ter ali, nós temos enfermeira chefe, nós temos médico voluntário, nós temos toda cozinha, cozinheira, auxiliar, cuidadoras, tudo pago e com CLT. É, >> então o dinheiro é a gente falar assim, ah, mas em casa espírita não pode se falar de dinheiro. Não há lugar numa economia, né, que nós trabalhamos numa economia como a nossa, que uma casa espírita consiga sobreviver sem uma boa administração e sem ter recursos financeiros. É, é, >> né? >> É preciso pagar. Não, vamos imaginar que você não tenha funcionário nenhum na sua casa espírita, porque ela tem um funcionamento restrito, então ela não precisa ter funcionário lá. OK, tá tudo bem, não tem problema. Mas você tem que pagar água, luz, você tem que pagar
nenhum na sua casa espírita, porque ela tem um funcionamento restrito, então ela não precisa ter funcionário lá. OK, tá tudo bem, não tem problema. Mas você tem que pagar água, luz, você tem que pagar internet, você tem que pagar IPTU e muitas das casas espíritas precisam pagar aluguel. Esse dinheiro não cai do céu, gente. >> Precisa de papel higiênico. Normalmente todo mundo exige que esteja limpo. É. Exatamente. Ninguém quer ajuda limpar, mas tem que tá limpo. >> Então é, se você ainda não contribui pra casa espírita, onde você vai tomar pass assistir palestra, é bom você já ir procurar lá como é que você faz para contribuir. Fique sócio, contribua R$ 10, R$ 20, R$ 25, sei lá quanto você puder, mas contribua mensalmente porque toda casa espírita tem despesa. E agora para fazer um trabalho que nem faz a casa transitória, aí aproveita, entra no site deles que tem como fazer doação. >> Exatamente. Sim. É assim, né, Estela? Nós precisamos pensar que como é que nós vamos fazer o bem. Tem pessoas que não pode sair de casa para fazer o bem e ela quer ajudar. é uma maneira de ajudar, porque você sabe que você vai estar colocando seu dinheiro no local sério, que vai utilizar o o seu dinheiro de maneira própria, apropriada, para ajudar o próximo. Olha que facilidade para fazer a caridade, né? Imagine Jesus na época dele que ele saía, né? Eh, andava, pegava aquela, aquelas estradas, né, para poder levar o bem, para poder ajudar as pessoas. E nós não, nós fazemos isso dentro de uma casa espírita que dá tudo para nós, que é maior facilidade que isso para fazer a caridade, podemos ajudar de casa, né? Então é é muito fácil ajudar o próximo. O difícil que eu falo, o difícil é nós temos que pedir. Então esses assistidos que vêm pedir para nós, isso sim é difícil, porque mexe com a dignidade do ser humano. >> Então nós precisamos ajudar a casa espírita a dar dignidade para o ser humano, >> para que ele possa se sentir incluído na nossa sociedade e pare eh pense: "Não, eu também vou ajudar. Eu também agora
Então nós precisamos ajudar a casa espírita a dar dignidade para o ser humano, >> para que ele possa se sentir incluído na nossa sociedade e pare eh pense: "Não, eu também vou ajudar. Eu também agora posso fazer. Eu também agora não preciso mais pedir. Agora eu vou dar o melhor de mim. Olha que maravilha. Esse é o mundo regenerado. Esse é um mundo transformado. >> Tem toda a razão. Miram. Nós já estamos já estamos nos nossos finalmente e daqui a pouco abre a creche vovó aqui. Fecha o café. Fecha o Bom Dia Café e abre a creche vovó. Sabe como é que é, né? É, todos nós. >> Você eh tem algum recado, quer convidar as pessoas? Fica à vontade agora para suas considerações finais. >> Ah, obrigada. Bom, claro, o convite está aberto. Quem quiser nos eh nos visitar pessoalmente, principalmente as quintas-feiras e sábados, nos períodos da manhã, podem ir, podem acessar o site, né, da da Federação Espírita, que é www.fesp.org.br ou casitória, eh, eh, Fabiano de Cristo, SP, tá? porque tem outra casa transitória no interior. Então, é SP e lá vocês vão ter eh o acesso aos dias de horário de atendimento, o que nós fazemos, quais as nossas necessidades, vocês queerem ajudar, olha, nós recebemos todo tipo de doação. Olha aí, até cesta básica online vocês podem fazer, né? ia tá mostrando. Se entrar no link, eh, você consegue doar uma cesta, duas, quantas você quiser, chega para nós lá na casa transitória. Vocês estarão realmente estando conosco, estarão nos ajudando, como a maioria pode ser de outros estados, né? Você pode ajudar de onde você estiver, tá? seja nós ou seja outras entidades espíritas, como foi falado. E eu vou deixar aqui o meu agradecimento ao seu José Gonçalves, que é o homenageado de hoje, a espiritualidade maior que nos permite eh darmos de uma maneira tão farta, tão bela, tão bonita tudo aquilo que as pessoas vêm buscar na casa transitória e principalmente o nosso amor através do nosso sorriso amigo, através da nossa empatia, através da nossa ajuda. ajuda mútua ao próximo, que é esse é o nosso
e as pessoas vêm buscar na casa transitória e principalmente o nosso amor através do nosso sorriso amigo, através da nossa empatia, através da nossa ajuda. ajuda mútua ao próximo, que é esse é o nosso trabalho. Então, sejam todos bem-vindos. Se quiserem ver nos nossos almoços, eh, na terceira semana agora desse mês eh de setembro, nós teremos o nosso almoço. Acessem aí o nosso o nosso site para vocês terem que também é uma maneira de nos ajudar e a aproveitar para visitar, né? Podem visitar o lar também. Aí esses eh nós temos uma idosa do lar Batuíra na imagem. Eh, aos domingos, terças, quintas e domingos à tarde, nós também permitimos aí a entrada, né? Não permitimos direto todos os dias, porque as famílias é que podem ir todos os dias, mas os de fora precisamos respeitar aí a casa das idosas que nós falamos. E muito obrigada a todos por terem me ouvido. Obrigada a Estela e ao programa haverem me recebido de maneira tão carinhosa. Foi uma grande satisfação estarmos aqui neste café da manhã. >> Nós que agradecemos, viu, querida? Manda nosso abraço para todo mundo lá da casa transitória, nosso abraço pro pessoal da FESP também. E o nosso objetivo aqui é sempre eh apresentando trabalhos que já existem, que já são feitos, estimular as pessoas a desenvolverem algo semelhante, eh, talvez não do mesmo tamanho, obviamente, mas que comece por algum lugar, né? e que se sinta já que as pessoas se sintam estimuladas a realizar trabalhos assim e e se inserirem no no mundo do voluntariado, porque ele só faz bem pra gente, ele só traz felicidade para nós. E são oportunidades maravilhosas da gente eh perceber se as nossas virtudes estão sendo desenvolvidas da forma correta, né? Porque a gente lidar com o ser humano é sempre uma experiência muito enriquecedora de todas as formas possíveis que vocês imaginarem. Miriam, muitíssimo obrigada, viu, pela sua participação. Mando o nosso abraço para todo mundo da casa transitória. Quem sabe dá certo em setembro eu vou almoçar com vocês. Vamos ver se vai dar certo.
Miriam, muitíssimo obrigada, viu, pela sua participação. Mando o nosso abraço para todo mundo da casa transitória. Quem sabe dá certo em setembro eu vou almoçar com vocês. Vamos ver se vai dar certo. >> Oh, vou mandar o convite para você. Já está convidada. Aliás, você já é minha convidada, tá? Certo. Vamos ver se dá dá certo de eu sair daqui de São Carlos e almoçar com vocês. >> Ah, >> um beijo enorme para vocês todos. Amanhã tem bom dia café. Vocês não, olha, essa semana tem cada efeméri de que vocês não acreditam café porque eles todos essa semana vão ser espetaculares. Beijo grande para vocês e até. เฮ
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