Bom dia, café! 230925 AO VIVO Renovando Consciências e Consolar e Esclarecer
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade e do canal português CONSOLAR E ESCLARECER. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhã com Deus, #bom dia com Jesus, #bom dia espiritismo, #mensagem de bom dia, #refletindo com Kardec, #palavra do bem, #espiritualidade e espiritismo, #reflexão espiritual, #live de bom dia, #despertar da consciência, #comece o dia no bem, #inspiração da manhã, #fé e espiritualidade 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280
เฮ >> Eh, min qu di sejam todos muito bem-vindos a mais um Bom Dia Café. Aqui o nosso programa de segunda a sexta-feira às 7:30 da manhã, onde a gente traz os bons exemplos, as boas notícias pra gente ir renovando a nossa fé com o nosso mestre, com as verdades, né, a verdade da nossa vida verdadeira, né, com muito amor, com muito carinho, com muita alegria sempre de estarmos aqui. aqui juntos, juntos, muito juntos. Olha, hoje um dia muito, muito especial. A gente tem uma visita muito querida. Vou passar aqui rapidamente falar bom dia para vocês. Hoje não tem aniversários, não tem efemérides e essas boas notícias vão vir junto com esse querido, com essa visita querida que tá com a gente, que a gente aguardou ansiosamente por uma oportunidade dele tá aqui, porque todo dia é dia de falar de amor, de falar de fraternidade, né? a essência da lei universal. Então, como vocês já sabem, tá aqui conosco o nosso querido Wagner Moura, fundador do Fraternidade sem Fronteiras. Então, ninguém sai daí, viu? Nem um minutinho. Vamos aqui tá juntos no chat, vão mandando seus comentários, suas perguntas. A gente vai fazer uma conversa muito boa, muito gostosa. Aí perguntar pro Wagner, né, conversar sobre essa trajetória maravilhosa do Fraternidade Sem Fronteiras e a sua trajetória dentro, né, desse encontro com a espiritualidade. Então, bom dia pro Lindomar e para o para Bel, que se tornaram membros de um canal espírita. Nós agradecemos imensamente essa colaboração ao José Lopes, bom dia, seja bem-vindo. Terezinha, buenos dias, salutam, minha amiga, muita lux para tudo. Hoje tá com a gente o Wagner Lux, nosso amigo. Eh, coisa boa. Ângela. Bom dia. Maria Ferraz, seja bem-vinda. Olha, começou a outono. Maria Ferraz tá lá em Houston, nos Estados Unidos. Bom dia, Pedrux, nosso companheiro. Bom dia, Estelux, nossa chefa Lux aqui do programa. Sejam bem-vindos. A Margarete já tá aqui com a gente. Bom dia. Está espalhado pelo mundo. Exatamente. A gente já vai ver onde que tá o Wagner. Ritinha, bom dia. Seja
nossa chefa Lux aqui do programa. Sejam bem-vindos. A Margarete já tá aqui com a gente. Bom dia. Está espalhado pelo mundo. Exatamente. A gente já vai ver onde que tá o Wagner. Ritinha, bom dia. Seja bem-vinda. Maria Helena, seja bem-vinda. Dolores querida, bem-vinda. Lá de J de Fora. Júlio, bom dia. Que saudade, amigo. Faz tempo que a gente não se fala. Isso. Salutam, querida. Eh, Antonieta lá de Sergipe, querida, seja bem-vinda. Marelena. Antônio, bom dia, Aracaju. Olha, já já o Wagner vai estar em Aracaju, hein? A gente vai falar disso. Bom dia. Bom dia. É isso aí. Eu visto a Eu tô com a minha camisa também vestida e endossada, né, nossos corações. Marilda querida, bom dia. Mara, seja bem-vinda, querida. Seja bem-vinda. Ana Paula. Mali querida, olha, muito bom dia. Mas vamos, né, já a gente volta nos bom dias e vamos trazer o nosso Wagner aqui para juntinho de nós, um pouquinho mais perto. Vamos lá. Cadê? Ah, tá aqui. Bom dia, Wagner querido. Seja bem-vindo. Como você está? Aonde você está? Você viu? Já falaram que esse Bom Dia Café tá por volta do mundo todo. Seja bem-vindo. Obrigada por estar aqui com a gente. Bom dia. Bom dia, Patrícia, e boa tarde também, né? Agora já é tarde aqui. Estou numa live. Eh, mas uma alegria poder estar aqui com com você e a gente poder bater um papo, né, nesse café. >> Você tá com a sua água ou você tá com seu café, Wagner? Eu tô com suquinho aqui. Eu acabei de almoçar, viu? >> Olá, viu? É, gente, eu também. Eu tô com a minha água porque café essa hora não dá mais, né? É que aqui na Espanha, sabe, Wagner, é uma outra uma outra um outro hábito. A gente só fala boa tarde depois que almoça e aqui o pessoal almoça só depois das duas. Então aqui ainda é bom dia. [risadas] Exatamente. As coisas de cada lugar, né, de cada cultura. Mas é uma alegria estar aqui com você. Que bom que deu certo, né, de você estar conosco. E vamos fazer uma precezinha. Então vou colocar e um poeminha aqui da nossa querida Siaada, que sempre nos inspira e nos
alegria estar aqui com você. Que bom que deu certo, né, de você estar conosco. E vamos fazer uma precezinha. Então vou colocar e um poeminha aqui da nossa querida Siaada, que sempre nos inspira e nos ajuda a sintonizar com o mais alto. Vamos lá, querida Sânia. Eu mergulho no abismo de mim mesmo. Me procuro [música] na caverna em que me escondo e me encontro encurvado em sofrimento. >> escuridão, meus erros camuflando. Me aproximo [música] e em meio a densas trevas me conheço, me abraço, [música] me consolo, me perdoo me acolhindo e sem reservas. >> Com ternura me aconchego no meu colo. Regozijo [música] ao descobrir-me sem ser falso. Me preencho por amar-me e ser [música] amado e decido a mim mesmo resgatar. Me [música] retiro da caverna nos meus braços. Me apresento a liberdade encantado e me entrego inteiro à vida por me amar. Que assim seja. Obrigada. Querida Sâmia, todas esses poemas, essas músicas estão lá no site Saga das Almas ou no canal do YouTube também, Saga das Almas, essa querida irmã que compartilha esse trabalho maravilhoso com a gente e esse maravilhoso irmão também que tá aqui com a gente hoje e compartilha, né, conosco toda essa entrega que fez nessa busca do autoencontro. Eu vi esse poema de Sâmia, gosto muito dele. lendo, né, a um pouquinho da tua história, Wagner, eu achei que ele ia muito de encontro com esse essa sua busca, né, que te levou a fundar a Fraternidade Sem Fronteiras, né, e claro, como tá lá no no site do Fraternidade, né, é um movimento que é escrito por muitas mãos, mas que saiu do seu coração, né? Então, eu queria que você contasse um pouquinho pra gente como foi esse início, né? Como foi esse despertar, tanto para esse chamado quanto para essa busca de estar mais próximo da fraternidade e da espiritualidade da nossa essência. >> Uhum. Muito bom, Patrícia. Que legal, que que bom. Vamos bater esse papo muito legal aqui. Olha só, quando você tava falando aí, eu já eh fiz uma uma breve viagem, né? Eh, no que que significou, né? Que que significa?
Patrícia. Que legal, que que bom. Vamos bater esse papo muito legal aqui. Olha só, quando você tava falando aí, eu já eh fiz uma uma breve viagem, né? Eh, no que que significou, né? Que que significa? Eh, eu acho que todos nós temos uma tarefa e eu acho que é importante a gente já começar falando sobre isso, porque eh eu tive uma e e consegui abraçar essa. Vamos esperar um pouquinho, gente, que acho que o Wagner deu uma travadinha. A gente sabe que a internet nem sempre auxil Ah, voltou, vai, né? Aí, >> sim. Então, eh, então eu tenho feito algumas reflexões, tipo assim, por que que deu certo, como e como que deu certo, né? Então, tem o porquê e o como eh chegar a um momento aonde a gente tem 11 projetos humanitários, né, projetos assim significativos mesmo, né? São mais de 600.000 refeições servidas, né, por por mês em regiões de extrema necessidade, né? são escolas fundadas, eh, grupos de trabalho, casas construídas, então assim, vários segmentos, caravana, agora eu tô com uma caravana aqui de 33 pessoas aqui no Malu na área da saúde, médicos, dentistas, enfermeiros, né, profissionais também liberais que fizeram uma captação de de muito tudo doação, sabe? Coisa mais linda. São são mais de 50 malas de medicamentos tudo doação, sabe? Eles doam a passagem, enfim, 100% de doação. Como chega, como que a gente chegou e por que a gente chegou? Então, eh, essa reflexão me leva lá atrás, né? Eh, de você é interessante porque bem bem no início eu olhava, né? Eu sentia é que assim, é que tem muita história. Então eu só vou dar uma resumida nesse aspecto. >> É, quem quiser mais detalhes vai lá no livro Caçadores de Bom Exemplos, né, Wagner, do Fraternidade sem financeira. Isso tem um livro Bunto, isso também >> o Alon Santos, né, que fez os direitos autorais, tem alma fala, tem caçadores, >> bons exemplos, né? Eh, mas assim, olhando pelo propósito, é muito interessante porque era uma ânsia, era tipo, era um um chamado, era uma busca, né, muito muito forte, muito forte. né? Só que o início dessas nossas buscas
, mas assim, olhando pelo propósito, é muito interessante porque era uma ânsia, era tipo, era um um chamado, era uma busca, né, muito muito forte, muito forte. né? Só que o início dessas nossas buscas a gente não sabe ao certo que é. Você vai tentando tatear, né, Patrícia? Você você O que é isso? Quantas vezes eu eu fiz uma oração, eu tinha uma dores na alma profundas, né? Eu achava que era depressão, mas depois eu via que não era, né? eh eh não era continuado, vinha intenso e passava, sabe? E quando vinha aquelas dores intensas, eh, isso só me jogava paraa frente, que eu tinha que fazer alguma coisa, que eu precisava ir além daquela minha vida. Eu não, eu era minha única opção, era ir paraa frente, né? >> Uhum. >> E e tudo isso me levava a fazer trabalhos sociais. O que me, o que amenizava o coração era o trabalho social. Então eu ia participar de trabalho e geralmente locais muito pobres. Eu queria o lugar mais difícil. Então eu pegava a favela que tava começando, por exemplo, uma comunidade bem e eh e eh então eu gostava de estar ali. Eu eu me senti em paz estando ali desenvolvendo trabalhos sociais. Eu sentia paz de cantar. Eu era, eu era coralista também. Finais de semana ia cantar em hospitais, visitar, falar com as pessoas, né, internadas e tal, né? Eh, então, sempre eh voltado a isso, mas o chamado ainda continuava. Não tem que ir além, tem que ir além. Eu não sabia que que era esse além. Então, quantas vezes eu falava assim, chorando, né, eh, na cama, assim, eu acordava 5 horas da manhã com a dor imensa. Eu falava: "Senhor, mas que que eu preciso fazer, né? Eu tô pronto para fazer, mas isso foi muito tempo, sabe? Não é você pedir agora e amanhã já." >> Isso. A gente acha que, né? Foi da noite pro dia, mas não é bem assim. >> Não, não é, >> foi muitos anos. Eu posso dizer que isso foi algo mais de 20 anos nesse processo, Patrícia. >> Não, 20 anos não, mas eh uns 15 anos, né, nessa busca. Tanto é que da última vez já tinha fundado até uma um trabalho social
posso dizer que isso foi algo mais de 20 anos nesse processo, Patrícia. >> Não, 20 anos não, mas eh uns 15 anos, né, nessa busca. Tanto é que da última vez já tinha fundado até uma um trabalho social espírita que virou um centro espírita numa das regiões mais pobre de Campo Grande. E é um trabalho social que tinha ali, muito forte e e ainda não passou. Eu achava que aquilo era a tarefa, né? Aquela >> e aquela dor imensa, aquela dor imensa, eu com dois baldes de sopa que tinha sobrado ali da distribuição, distribuindo eu com com aquela dor imensa, né? Mais uma vez chorando, conversando com Deus, foi: "Tá bom, senhor, eu vou paraa África porque eu tinha, eu mesmo dizia não, né, para essa ideia. O que que eu vou fazer lá se tem tanta coisa para fazer aqui e tal, né? até o ponto que eu falo: "Não, eu vou a partir daí as coisas começam a tomar um caminho, né? E e depois de 15 anos, né, quase 16, hoje estamos aqui, eh, neste movimento, né, que são milhares de pessoas eh de bem, né, que encontram dentro desse movimento eh sem fronteiras, né, religiosa, política, de nacionalidade. É um exercício de uma fraternidade sem fronteiras, né? Onde nosso grupo a gente tem ateus, né? Sem fronteiras, tem tem de tudo, tem se tem amor no coração, sabe? Eu acho que esse é o ponto que sabe, é a visão de fraternidade. Esse é essa é a missão, tá? tem amor, se preocupa com o seu semelhante, então pode vir para dentro, né? Não interessa tua religião, teu partido político, se você acredita ou não acredita, mas se você acredita no amor e na fraternidade, né, é bem-vindo. E aí estamos com esse movimento super lindo aí, só crescendo, né, cada vez mais. Eu não sei. É o que eu te falei, eu tive que resumir aqui porque a história [risadas] >> é um bom foi um bom resumo, gente, mas vale a pena ir, né, atrás aí dos livros que ele mencionou, porque tem todos os detalhes, né, e você tava falando. aí eh, é essa, esse movimento interno realmente, né, do doar-se, de buscar doar-se acima de qualquer coisa. É claro que são necessários
encionou, porque tem todos os detalhes, né, e você tava falando. aí eh, é essa, esse movimento interno realmente, né, do doar-se, de buscar doar-se acima de qualquer coisa. É claro que são necessários recursos materiais, porque ainda estamos nesse mundo que exige, né, que tenhamos o básico, o necessário paraa sustentação da existência de todos aqui. Mas o doar-se com essa intenção do amor que o Wagner colocou, eu acho que é onde dá o eh dá o clique para tudo se conectar, não é, Wagner? para que todos possam ir se reunindo nessa fraternidade sem fronteira, né, nessa grande caravana, né, não só nas específicas, mas uma grande caravana, porque tá todo se todo mundo se movimentando o tempo todo por conta desse propósito, né? E aí todo mundo se reúne e vai adiante e os recursos chegam, né? é um é o movimento do ajuda-te que o céu te ajudará, né? E aí você encontra os meios, não é? >> Sim. Eu acho que a a missão primordial nossa, de todos nós, é ser fraterno, sabe? É ser irmão. Ah, a gente não aprendeu a ser irmão ainda, sabe? Eh, Patrícia, a gente não aprendeu. Verdadeiramente não aprendeu, sabe? a gente ainda faz alguma caridade, a gente ajuda, né? Eh, doa a a a nossa que tá tudo ótimo, tá? Você doar sua e suas suas roupas usadas, né? Começa tudo por aí, né? Porque é um exercício, sabe? Você doa alguma coisinha, né? O o o que te >> a migalha que te sobra a mesa, sabe? Mas isso é o começo, não é o fim. Atenção, esse é o começo, o começo do exercício, porque eh essa irmandade precisa exercitar. Se você não tiver esse exercício, é tão difícil, é tão difícil, né, você conseguir eh chegar ao ponto de reconhecer o outro como irmão, sabe? de verdade, até dentro de casa, né, difícil essa fraternidade, né, que que a a o lar é a célula realmente ali que vai >> nos dar realmente suporte ou deveria, né, dar esse suporte, mas eh logo na sequência vem a visão eh mais ampliada, né? a gente tá vendo a situação que tá acontecendo no mundo hoje e e muitas vezes quando eu vejo algumas situações,
everia, né, dar esse suporte, mas eh logo na sequência vem a visão eh mais ampliada, né? a gente tá vendo a situação que tá acontecendo no mundo hoje e e muitas vezes quando eu vejo algumas situações, né, de crianças caindo bomba em cima de criança e tal, eu eu eu me recolho e peço perdão. >> Isso, >> perdão a a Deus, a Jesus, sabe? Eh, Senhor, me perdoe. Eu só que eu peço para me perdoa. Me perdoa que eu tô jogando uma bomba. num hospital em cima de umas de de crianças. Então dá uma dor no coração aquilo, porque é nossa humanidade. O que que você tem a ver então com o Oriente Médio? O que que você tem a ver com a República Democrática do Congo? Tudo a ver, >> tudo, >> né? Quando você consegue enxergar o outro como irmão, sabe? Então muda as coisas e e essa visão de fraternidade, eu falo isso eh muitas vezes, né? Eh, você já não, quando você entende isso, você vai se doar, você já não vai dar 5%, 10%, não tô falando de dinheiro, não é dinheiro, sabe? Você vai doar sua vida. Eu tava fazendo até uma uma palestra em Belo Horizonte, foi até interessante, eu falando sobre isso e aí eu disse assim: "Poxa, imagina você, né, eh, se brincando assim com com os amigos ali, eram voluntários, né, fal assim, ó, poxa, imagina você, você tem 10 milhões de dólares na sua conta, você vai conseguir gastar tudo isso nessa vida, né?" E ele dis não hipótese nenhuma. Então, quando você acha, ah, talvez um, né, [risadas] ou dois, dependendo da idade, né? Falei, então faz o seguinte, pega esses outros 8 ou 9 milhões restantes, invista no ser humano, na sociedade, na pesquisa, na educação, sabe? Eh, invista na na fraternidade, invista invista no amor, faça o investimento, trabalhe a tua vida. em prol disso, né? E eu eu vi que tem um recado que você acabou de receber aqui, que eu conheço uma umas almas tão queridas, é, >> que trabalha nesse sentido. Adoro, amo, amo, são parceiros lindos, né? Eh, mas enfim, não que eles tenham tudo isso, tá? Não tô, mas tô dizendo que [risadas] eles se dedicam, né? Eu não sei quanto
>> que trabalha nesse sentido. Adoro, amo, amo, são parceiros lindos, né? Eh, mas enfim, não que eles tenham tudo isso, tá? Não tô, mas tô dizendo que [risadas] eles se dedicam, né? Eu não sei quanto que tem na conta, mas dedica a vida, dedica >> a ao amor, ao próximo, sabe? A ao engrandecimento, né, da vida. Então eu acho que é isso, sabe, Patrícia? Eh, o o olhar real não. E aí a pessoa que tava lá levantou a mão um senhor, né, um voluntário muito tempo falou: "Puxa, Wagner, tem algumas igrejas aí que perde 10%, né, de dízimo. Você tá pedindo 80 e a gente todo mundo caiu na risada, né, [risadas] brincando. E aí não devo tempo de responder. Eu falei: "Não, mas eu eu acho que não é 80. Eh, é, é 100% da sua vida, sabe? Não é a visão de que, ah, eu vou tirar um um percentualzinho, >> não tá não tá sendo perdido, tá sendo investido. >> Investido. Eu não vou tirar um percentualzinho da de mim para eu ficar bem com a minha consciência. Não é essa a proposta. A proposta é o engajamento na vida para que todos estejam melhores, né? Para que e começando do irmão que mais precisa. Por isso >> que a fraternidade ela começa a atuar em regiões assim indescritível. Indescritível. Sabe que o mundo fala, não existe isso, existe. E quando a gente fica sabendo, né, >> é? E quando a gente sabe disso, a gente vai e não vai sozinho, leva um monte de gente atrás para sofrer com a gente, porque é sofrido. Só que a gente não vai sofrer sozinho. A gente leva um monte de amigo para sofrer sozinho, para sentir. Mas não pode, gente, isso acontecer em pleno século XX, né? com tanto dinheiro no mundo, com tanta tecnologia, >> você vê situações como a gente vê >> e aí a gente leva um monte de gente, né? E depois fica todo mundo pensando ali angustiado, pensando o que que eu posso fazer para melhorar essa realidade, sabe? E aí começa vários movimentos super lindos. Eh, então assim, >> paralelos, né? Vai, é, é essa, é essa >> inspiração é fundamental. É, >> a missão é ser irmão, é o exercício da
ar essa realidade, sabe? E aí começa vários movimentos super lindos. Eh, então assim, >> paralelos, né? Vai, é, é essa, é essa >> inspiração é fundamental. É, >> a missão é ser irmão, é o exercício da irmandade, da fraternidade. >> É. E e a gente vê, né, por tudo que você tá trazendo, que é o dia a dia, é aquilo, né? É o pouco para chegar no muito. Então, é começar a gente viver e sentir com essa compaixão pelo outro. né, e se integrar, entregar aí no trabalho sem olhar a quem e sem olhar números, né? Então a gente vê, imagina, 15 anos pro Wagner chegar a fundar a fraternidade. Olha a trajetória. Então a gente não precisa se cobrar da noite pro dia fazer algo diferente, mas a gente precisa começar, a gente precisa se empenhar, né, diariamente a fazer diferente se a gente quer atingir um resultado diferente e não fazer as mesmas coisas. E aí me mandaram uma pergunta aqui por fora do chat perguntando para você se você tivesse que fazer tudo novamente, se como você faria, se seria dessa forma, se seria de alguma teria algum outro caminho? >> Olha, olha, Patrícia, eu acho assim que não, eu não sei se teria outro caminho, né? Eh, mas quando eu olho para trás, eu só agradeço a todas as experiências, todas. Isso é muito legal também, sabe? Você olhar para trás, dizer: "Não, eu não tive experiência ruim, ruim". >> Uhum. >> Eu tive experiências, sabe? Se você passa pelas experiências e tira dela o ensinamento, nossa, é um degrau na vida. psológica, moral, sabe? Eh, social, é uma é um degrau. Então, assim, nada de ficar eh com culpas, sabe? É experiência, tá tudo bem, >> foi difícil, foi, mas a gente não pode ficar parado no passado com os erros, as pessoas. É sempre a gratidão por tudo que você passou, eh, por todos que passaram pelo teu caminho. As nossa, as pessoas difíceis foram muito boas também quando você olha pro passado, né? Porque te desafiou mesmo aquilo que você sabe, quantas vezes que você às vezes perdeu a noite, né? eh, pensando, refletindo, às vezes sofrendo por algum ponto. Gente,
quando você olha pro passado, né? Porque te desafiou mesmo aquilo que você sabe, quantas vezes que você às vezes perdeu a noite, né? eh, pensando, refletindo, às vezes sofrendo por algum ponto. Gente, tudo isso foi matéria prima, né, para que hoje você esteja onde você está. E e aí você olha para um passado, não foi ótimo. A experiência foi difícil, difícil, porém maravilhosa, né? Então é só e e quando a gente olha para trás, eu acho que é isso, sabe? A gratidão por tudo. E aí você se liberta, né, de das amarras, da de tantas coisas e vai pra frente, né? Acho que é muito importante. Então eu faria eh faria tudo de novo, né? Eh, com essas experiências e muito grato. >> Que maravilha. Vai, olha. E aí, né, falando de toda essa rede, né, que a gente precisa envolver para levar, para nos apoiar, nos suportar, né, que é essencial e para cada vez mais despertar os irmãos para essa condição essencial que nós temos que é fraterna, a família universal fraterna, né? Tem duas perguntinhas aqui, ó. Já vamos juntar elas. O nosso Pedro perguntou: "Ó, como ser voluntário? Tem que ter diploma de faculdade?" E aí a Estela perguntou: "Como tocar os corações para que se dediquem ao voluntariado?" >> Então, olha, a a questão eh o que você precisa é ter amor no coração e mesmo que se você não tiver, se você tiver boa vontade, sabe? Eu acho que você precisa de boa vontade, um pouquinho de boa vontade de querer fazer o melhor, de querer se melhorar, de querer melhorar a sua realidade dentro do, como você falou, o povo e não não pense, gente, no muito. Eu tenho aprendido, eu tenho aprendido nessa, sabe, nessa trajetória aí de uns 20 anos, entre vários trabalhos sociais, né, entre trabalho humanitário, entre fraternidades sem fronteira, entre movimento social, que não é o o muito, sabe? É é o pouco. Quantas pessoas você já viu senhoras altamente iluminadas? que você eh eh quer estar perto da da do ser humano, porque eh o seu meio, o seu lar vira um santuário, sabe? Pela paciência, pelo pelo poder do o aconselhamento,
já viu senhoras altamente iluminadas? que você eh eh quer estar perto da da do ser humano, porque eh o seu meio, o seu lar vira um santuário, sabe? Pela paciência, pelo pelo poder do o aconselhamento, sabe? A pessoa que cuida do seu lar, que cuida do seu vizinho, sabe? a coisa mais linda. Então, ela tem uma iluminação, ela tem um desenvolvimento e ela cumpre um papel que você não sabe. Você não sabe se o o filho dela, se o sobrinho, se o vizinho, aquela pessoa, se é uma professora, né? E alguém se inspirou e dali saiu um grande líder, né? Eh, na humanidade a gente não sabe os planos maiores. Acho que a gente tem que fazer é o nosso melhor aonde eh você esteja, fazer o teu melhor, sabe? eh aonde você estiver, porque aonde você onde você tá é o melhor local para você se desenvolver e ajudar no progresso. E se de alguma forma isso te levar a a outros mundos, né, eh, que seja bem-vindo, mas não é essa preocupação maior. Preocupação, eu acho que é você consigo mesmo e Deus, sabe? eh encontrar o teu teu caminho, né? Marat Magandang falava isso, que uma pessoa que consegue se iluminar, ela ilumina milhares, né? E ele iluminou 250 milhões, né, de de pessoas, né, saindo do julgo, eh, né, eh, inglês, né, sem levantar uma arma. Então, ele é um exemplo, um grande um grande exemplo disso, né? E como como fazer com que as pessoas se tornem, né? Olha, talvez pelo pelo exemplo, viu? Pelo exemplo, o exemplo mais do que palavras, né? Pode às vezes a gente fica muito preocupado em falar muito, não entra, tem muita informação, né, hoje no mundo. E não, eh, talvez pelo exemplo, sabe? Quando a gente vê um exemplo, sabe, Patrícia, eh, de cuidado, de acolhimento, de amor genuíno, a gente se identifica e aquilo gera em nós um bom sentimento. E a gente, o sentimento que eu quero fazer aquilo também, >> sabe? Eu acho, eu acho que é isso, sabe? Eu acho que é isso. >> Fica, fica um convite, né? Um convite concreto, um convite real. né, para que a gente se coloque à disposição também, né? E aí você falou da da boa vontade,
ho que é isso, sabe? Eu acho que é isso. >> Fica, fica um convite, né? Um convite concreto, um convite real. né, para que a gente se coloque à disposição também, né? E aí você falou da da boa vontade, eu lembrei do dos anjos, né, aos pastores. Glória a Deus nas alturas e paz entre os homens, né, na terra de boa vontade. E é isso. E é isso. Se a gente se coloca com o nosso melhor, tudo acontece. Tudo acontece, mesmo que seja pequeno. E a gente pode fazer, pode fazer essa diferença, nem que seja dentro da nossa família, como o Wagner colocou e como a gente sabe que é a, né, o núcleo essencial para que tudo mude nesse mundo nosso, né, que a gente tanto quer ver essa mudança. Vou colocar o videozinho do voluntariado, então, Wagner, que aí todo mundo já tem uma ideia, né, desse engajamento que todos colocam aí dentro do Fraternidade e para motivar todos entrar nessa nesse convite, aceitar esse convite. >> É no [música] gesto de doar-se que descobrimos a verdadeira grandeza do ser humano. O voluntariado é a força do amor [música] coletivo em movimento. Quando caminhamos juntos, transformamos vidas. Reconhecer [música] o outro como irmão é viver a essência da fraternidade. É entender que a felicidade cresce [música] quando é compartilhada. Hoje celebramos a força do voluntariado, a entrega, generosidade e a coragem de amar sem fronteiras. Cada voluntário é um sopro de esperança no mundo. No Dia Nacional do Voluntariado, reconhecemos a beleza de quem serve e amam, porque juntos somos fraternidade. Nossa gratidão a todos que fazem do amor uma ação. Maravilhoso ficou esse vídeo, né? Tudo que que o Wagner trouxe aqui pra gente e que tá aí, né? tá sendo realmente realizado, está em ação. E é por isso, né, Wagner, que eu acho que é importante as pessoas entenderem eh a relevância desses encontros que o Fraternidade Sem Fronteiras promove para que os voluntários se reúnam, não é? Para que eles tenham esse momento de conexão e de reabastecimento, né? você geralmente está presente nesses
ncontros que o Fraternidade Sem Fronteiras promove para que os voluntários se reúnam, não é? Para que eles tenham esse momento de conexão e de reabastecimento, né? você geralmente está presente nesses encontros para dar esse esse combustível, né, para que eles permaneçam com esse sentimento e não desistam dessa desse convite, desse chamado, não é? >> É o objetivo maior. A gente faz vários encontros durante o o ano, né, eh regionais, né, enfim, vários locais. O objetivo principal, a gente se são dois, né? Eh, o primeiro a gente se encontrar mesmo, sabe? Olhar nos olhos, se abraçar. Esse é o objetivo principal. Tem gente que viaja longe só para dar braço, só para ganhar braços. Por e você quer estar junto daquele, você quer se se fortalecer também no outro, né? Na verdade, a gente quer ser amado também, sabe, Patrícia? A gente quer ser amado, a gente quer amar, tem que fazer sentido a vida. E às vezes você encontra nesse movimento em tanta gente linda, tanta gente linda. Eh, é, é, é uma, é uma bênção, sabe? Foi no encontro agora de Goiânia, para onde você olhava, você olhava gente, mas que que gente mais fofa, gente. Que que delícia, que delícia. Eh, eh, eh, todos pensando, sabe, pensando no bem, pensando eh eh o no respeito, no carinho, na fraternidade, no cuidado, na gentileza e tudo isso junto eh muitas eh é 1 m² potencializado de fofura, sabe? Então, é muito legal isso. Esse é o ponto número um. O ponto número dois é a gente conseguir eh falar do que a gente tá fazendo, mostrar o que a gente tá fazendo, que é outro passo muito interessante, muito legal também acontecendo, porque esse movimento de voluntário, tá? Enfim, eles estão imersos, né, em ações assim extraordinárias. Eh, o contato, por exemplo, com com as nossas crianças do Congo, as nossas mamas de Moçambique, as nossas mamas, sabe, do do Malau, eh as mamas da criança com eh com microcefalia, sabe? É muita gente eh do bem, dos dois lados, sabe? formando uma uma grande família, uma grande nação de amor. Então, falar disso, mostrar isso com os
eh as mamas da criança com eh com microcefalia, sabe? É muita gente eh do bem, dos dois lados, sabe? formando uma uma grande família, uma grande nação de amor. Então, falar disso, mostrar isso com os seus amigos e levar outros, né? E sempre estamos levando, trazendo e as pessoas levam assim, cheia de amor, cheia de de entusiasmo, né? A a fraternidade sem fronteiras é uma organização que se mantém pelo amor, não é pelo dinheiro. >> O dinheiro sempre uma consequência. Às vezes as pessoas Wagner, eu vou, eu tenho, eu tô querendo ir às vezes na África, mas eu sei que que não é barato, é caro. E se eu pegasse esse dinheiro e doasse para vocês ao invés de ir? Eu acho que seria talvez mais produtivo. Eu imediatamente eu digo: "Não, você tá enganado, né? Vá, vá, faça uma imersão, depois você me fala". Porque a pessoa que faz uma imersão e que vê tudo que eles estão vendo, porque tem um outro aspecto, viu Patrícia? quando fizesse aos mais dos pequeninos, dos meus irmãos e a mim que você tá fazendo. A gente tá nos locais onde estão os os pequeninos, os mais pequeninos. Imagina uma mãe com 5, 6, 7, 8, 9, 10 filhos sozinha, cujo pai foi assassinado na guerra. Ela teve que fugir com com todas as crianças. chega num campo de refugiados, mora numa casinha de pau a pique, né, e tenta comer uma vez ao dia, ganhando $ por mês para tentar comer. Não consegue comer, não consegue trabalhar porque o país não deixa ela trabalhar. Tem que ficar confinada num espaço. E a única possibilidade que ela tem é se prostituir, né, em troco de centavos de dólar para alimentar seus filhos, tendo que fazer vários programas por dia para ter uma alimentação, né? Imagina o esgotamento dessa mãe, dessa mulher, a guerreira. Quando eu chego dentro de uma casa de uma mulher dessa, eu eu entro com admiração e respeito, sabe? E e e a gente faz o que a gente pode, então, estar próximo e Jesus, onde será que o Cristo estaria? Sabe >> onde será? Onde será que ele está? Se não junto com essa mulher, sabe? Eh, senão junto com aquelas
a gente faz o que a gente pode, então, estar próximo e Jesus, onde será que o Cristo estaria? Sabe >> onde será? Onde será que ele está? Se não junto com essa mulher, sabe? Eh, senão junto com aquelas crianças no sul da ilha de Madagascar. Famintas, famintas, comendo só fruto do cactus. sabe? Eh, uma desnutrição severa, sem roupa, crescendo dentro de uma roupa, sem acesso à água para tomar um banho, sem acesso a um sabão para se limpar. As pessoas não têm ideia do que é isso. Ou uma criança que sendo resgatada no meio, os pais foram mortos. Os pais foram mortos e ela tá sozinha. Imagina uma criança de 3, 4 anos passando 24 horas sozinha numa casa em que os pais foram assassinados. Ela tá dentro dessa casa sozinha, vendo os pais mortos, né, sendo resgatado talvez 24, 48 horas depois. A gente não tem ideia do que é isso, mas uma coisa a gente tem, a gente sabe, não é nem a gente acredita, a gente sabe, é que existe no meio dessa extrema dificuldade, dessa dor, a presença de algo muito sagrado, sabe? E quando você, Patrícia, se faz um um intermediário disso, fica um pouco de perfume nas mãos que oferecem flores, né? Tem uma canção que fala isso, >> fica sempre um pouco de perfume e você quer tá sempre perto desse perfume, sabe? Por isso que a gente não para de, as pessoas falam, como que vocês, o que que vocês vão fazer nessas regiões, né, tão tensas, né, tão difíceis. Talvez a pergunta, ah, vou ao encontro do sagrado, vho no encontro de Deus, sabe? Vou no encontro de Alá, de de Tupã, de Jeová, de Ochos, de sabe dos espíritos de luz, dos anjos, né? Dos anjos. estão lá, né, nessa presença, >> estão próximo aos menores do mundo. Foi isso que o que o Agora a gente entende um pouco que Jesus disse, né? Quando fizesse os mais pequeninos dos meus irmãos, foi a mim que você olha só você fazendo uma uma coisa dessa para um um ser como Jesus. Foi ele que disse, não sou eu que tô dizendo. Você tá fazendo para ele quando você por isso sente paz, >> sabe? Por isso que você sente paz.
você fazendo uma uma coisa dessa para um um ser como Jesus. Foi ele que disse, não sou eu que tô dizendo. Você tá fazendo para ele quando você por isso sente paz, >> sabe? Por isso que você sente paz. Parece que é algo tão, mas é tão simples as coisas sagradas. E a gente complica demais, né? Então, eh, isso faz todo sentido para ess >> essa essa viagem, né, dos caravaneiros, realmente ela é um convite profundo, né? Um convite profundo. Realmente não tem um valor que defina isso, né, Wagner? é um valor eterno. É aqueles que a gente tanto lê, estuda e às vezes não sabem nem como desenvolver em nós dentro dessa realidade que a gente se encontra, que a gente complicou, como você falou, saiu da simplicidade. Então, fazer essa viagem, né, dentro das possibilidades de cada um, é aquele momento em que este ser, né, está pronto para fazer esse encontro, né, esse retorno e esse e essa se dar essa chance de encontrar com esse sagrado dentro dele mesmo, né, através do auxílio ao outro. >> É, e eu tive no Brasil, não precisa ir longe, né? Não precisa ir longe. Eu eh tive no Brasil agora, né, na semana passada e visitei alguns projetos, né, da Fraternidade sem fronteiras com pessoa em situação de rua. >> Uhum. >> Sabe, eu estive em Denver, nos Estados Unidos, lá são oito projetos nos Estados Unidos, né? Eh, e e vários também no no Brasil, eh, do Rio de Janeiro, São Paulo, né, Uberlândia, Campo Grande. Você vai nesses projetos, você vê assim o cuidado e e é tão é tão lindo isso, é tão é tão sagrado, é é tão genuíno, porque eu via potinhos de de sabonete, sabe? Eh, eh, eh, potinhos de shampoo, de condicionador, potinhos de perfume, sabe? >> Aí as pastinhas de dente para que as pessoas em situação de rua que não água gelada, sabe? Então, a pessoa em situação de rua não tem nem acesso à água. Primeira água potável, gelada, ela é recebida com todo o carinho. Eu tô falando de algo paliativo, sim, mas não tô falando de de eu tô falando de humanidade, tá? >> É, é, mas precisa ser iniciado por algum
ira água potável, gelada, ela é recebida com todo o carinho. Eu tô falando de algo paliativo, sim, mas não tô falando de de eu tô falando de humanidade, tá? >> É, é, mas precisa ser iniciado por algum caminho, não é, Vagner? Um caminho. >> A gente não faz nada. É, >> ela recebe uma palestra, ela recebe abraços, ela toma um banho com com tudo isso, depois ela sobe, tem um refeitório que ela vai comer comida. fresca da hora, vai sentar mesmo. Então, eu vejo tanta dignidade, sabe, eh, em todos. E aquelas pessoas, para mim, elas são iluminadas. Essas são as pessoas iluminadas que acordaram no dia voluntários, são 80 voluntários no Rio de Janeiro, né? Eh, que fazem um trabalho com pessoas em situações de rua, fraternidades na rua, que cuidam disso, que cuidam das doações, sabe? Então, é eh é isso, sabe? Eh, quando a gente consegue entender isso, Patrícia, a gente entra no outro fluxo da vida, é o fluxo de servir, sabe? Aí você vai conseguir sentir um pouco mais essa paz que você tanto procura. Só que às vezes você você quer paz e você quer talvez o carro novo, a casa nova e a situação diferente. Não é que você não tenha, todo mundo merece, né? Mas há algo muito maior, muito melhor, muito mais fundamental, que é o desenvolvimento dessa espiritualidade, a construção do ser humano imortal. sabe? É desse ser humano integral. E a gente só vai desenvolver isso na vivência da nossa humanidade. A gente não vai alcançar a espiritualidade somente no conhecimento. O conhecimento faz parte dela, mas eu preciso desenvolver verdadeiramente essa vivência com o outro, >> porque a vivência com outro dá trabalho, Patrícia, muito trabalho. E aí você vai desenvolvendo aos poucos a paciência, a disciplina, a integração, a visão coletiva, o desprendimento, né? É um processo. Por isso que eu sempre digo, gente, se você não tá matriculada em nenhum trabalho social, matricule-se, nenhum trabalho, matricule-se, porque é o melhor universidade, né? Eh, >> do espírito, né? Espírito. No espírito. >> É. E aqui, ó, que a Tânia falou, a gente
a em nenhum trabalho social, matricule-se, nenhum trabalho, matricule-se, porque é o melhor universidade, né? Eh, >> do espírito, né? Espírito. No espírito. >> É. E aqui, ó, que a Tânia falou, a gente se sente tão pequeno ouvindo os relatos do Vagner, né, Tânia? Importa começar, é isso. Importa cada um poder fazer o que é possível naquele momento, como ele falou, né? que a gente se matricule no que está perto de nós, no que, né, eh, é possível para ser feito naquele momento. E nunca vai ser pequeno, porque cada um veio com o seu propósito. Todos nós somos diferentes. Não adianta eu querer fazer a mesma coisa que o Wagner faz, porque não vai dar certo. Eu não tô nesse momento, não foi esse o convite, né, para essa existência. Então, que a gente possa escutar no nosso coração, fazer essa conversa, né, com o pai, como Wagner fez aí durante tantos anos, pra gente entender onde a gente pode ajudar, onde a gente pode, né, ser fazer o nosso melhor e contribuir. E não importa, não importa o tamanho, importa fazer, né? Importa viver a verdade para que ela realmente nos liberte e que a gente viva pela lei de amor e de fraternidade, né? E aí a Dolores, ó Wagner te perguntando como que a família entendeu a missão. Bom, como toda eh toda a família eh é natural que uns entendam e outros não entendam, porque somos também você não tem, é um outro ponto, né? Você não tem que querer levar todo mundo porque você achou que aqui esse caminho é o melhor caminho da vida, mas é para você. Você acabou de falar sobre isso agora, né? Talvez é o melhor caminho, mas é para você. Isso, >> né? Então não adianta você querer colocar na cabeça de todo mundo. É claro que você você deve pode fazer o convite, né? fazer o máximo para que isso para que isso caminhe, né? Fazer todo possível. Então, mas hoje eu estou aqui eh hoje eu moro, né, no Malaui, eu e minha esposa, oia e mais 13. Nós somos entre 14 aqui, né? 14 filhos que a gente do coração, né? Da alma. Alguns a gente tá conseguindo fazer adoção, outros não,
ui eh hoje eu moro, né, no Malaui, eu e minha esposa, oia e mais 13. Nós somos entre 14 aqui, né? 14 filhos que a gente do coração, né? Da alma. Alguns a gente tá conseguindo fazer adoção, outros não, mas não importa. O nosso lar é cheio eh disso, né? Cheio de amor, cheio de compartilhamento, né? Eu posso ter eh e e isso a gente tem que tá pensando também, sabe, Patrícia? O que eu tenho hoje, o que eu posso compartilhar? >> Será que eu posso compartilhar também a minha casa com mais pessoas? Eh, é, é uma forma de compartilhamento, sabe? Sim. >> O meu l Ah, seria muito cômodo. Ah, eu tô sozinho, né? Tenho mais um e tal, vou botar mais dois, três aqui. Alma diferente, né? Você consegue fazer isso, o teu coração te chama a isso. Faça, sabe? faça o movimento. Então, são muitas formas de de compartilhar, sabe? Hoje, então, a gente vive uma vida eh procurando sempre refletir esse compartilhamento, né? Mas é natural, todo projeto que você entrar de verdade, é um projeto positivo do bem, que gera transformação, é natural que no início também alguns venham imediatamente e outros fiquem meio reticentes, outros digam que não. Mas quando você mantém a coerência do que você tá fazendo, a honestidade, as pessoas vem a sua transformação para melhor, né? Vem a tua paz, é natural que o teu meio vá vá vindo contigo. Então, mas atenção, hein? No início pode parecer uma coisa fica meio estranho, dependendo o que você foi. Ah, eu agora eu estou me dedicando ao trabalho com pessoas em situação de rua, né? Nossa, vai vir um monte de reticências, né? Que vocês vão fazer lá. Nossa, são criminosos, não sei o quê, são vagabundos. Se enfim, pode vir as críticas, o que que você tá fazendo da sua vida, né? Aí veio o propósito e você precisa perguntar para si mesmo, sabe? Eh, o que eu quero, o que é importante quando você responde isso para você, quando você é verdadeiro, quando você é sincero, naturalmente existe um movimento energético que vai fortalecendo e vão chegando. >> Cedo ou tarde >> eles vão vir, né, de uma forma ou de
so para você, quando você é verdadeiro, quando você é sincero, naturalmente existe um movimento energético que vai fortalecendo e vão chegando. >> Cedo ou tarde >> eles vão vir, né, de uma forma ou de outra. né? Eh, fazendo parte desse movimento. E que bom que é um movimento que dá uma sacudida, né? Não só na gente, mas também interfere naqueles que estão ao nosso lado. >> E que bom que seja positivamente, para que seja um movimento positivo para que mais pessoas possam se engajar na na tarefa do amor, né, e do bem comum. É lembrar sempre, né, mais uma vez que cada um é um, então cada um tá no seu tempo, no seu momento, no seu chamado, né, e que antes de qualquer coisa a gente vem com o propósito de atender, né, a vontade do pai, né, não a vontade do mundo, mas é o nosso grande desafio hoje, né, não ceder as vontades do mundo aqui. né? Como a gente se abasteceu de tantas coisas aí para nos distrair, para nos iludir, esse é o grande desafio. Aí já aproveita, então, perguntar pro Wagner como que estão os desafios atuais aí do do Fraternidade, né? a gente sabe, acompanhou tantas histórias aí ultimamente, né, do resgate das crianças, eh, de Madagascar também, que sofreu com a questão climática. Como que estamos, Wagner? Aí você falou de compartilhar as experiências nos encontros, né? O que que tá sendo mais forte nesse momento para passar para todos nós? Então, Patrícia, olha, aproveite quem tá nos assistindo aí, nos ouvindo, né? Eh, quem quiser desafio, vem pro Fraternidade sem fronteiras, tá? [risadas] Quem quiser, quem quiser arrumar um desafio super legal, super grande, venha pra fraternidade sem fronteira, porque a gente tá cheio de desafio. Eu não sei qual é o maior, mais sabe, eu não sei agora. Eu não sei se é se é Moçambique, se é Madagascar, se é se é o Chicoaquala lá na região de de Moçambique, se são os órfãos do Congo, né? Então, eh, se são as pessoas em situação de rua que só cresce, né, com todo mundo, mas se você quiser se incomodar, né, olha, olha o convite.
na região de de Moçambique, se são os órfãos do Congo, né? Então, eh, se são as pessoas em situação de rua que só cresce, né, com todo mundo, mas se você quiser se incomodar, né, olha, olha o convite. >> Isso. >> Se você quiser um incômodo na sua vida, venha para a fraternidade sem fronteiras. Se você quiser se incomodar entre Fraternidade sem fronteiras, pô, tá aí, ó, o site, né? paternadesemfronteiras.org.br e venha se incomodar com a gente, tá? Eh, a gente não pode ser um um mar morto, né? que por cima tá tudo tudo limpinho, no fundo é um talvez seja eh eh enfim fétido e tudo mais, que a gente possa se movimentar e fazer essa limpeza em nós mesmos >> através e de servir de servir a humanidade, né? Então assim, quando você vai no sul da ilha de Madagascar, visita uma aldeia, você a gente já tem 14 sendo atendidas, né? >> Nossa. >> Mas quando você vai numa nova, você vai, nossa, vou começar tudo de novo, né? Porque eu comecei há 7 anos, porque tá do zero. Crianças morrendo de fome. Crianças com bicho de pé, bicho de mão, com sarna. com, sabe? E aí vai, eh, enfim, precisa de tudo uma criança dessa e é uma comunidade inteira precisando. Por isso que a gente não pode parar. E eu te agradeço já de antemão aqui, Patrícia, pelo convite, né, pelo carinho >> de de de fazer o convite para que a gente pudesse falar um pouquinho, porque é mais uma oportunidade de mais pessoas eh se incomodarem com a gente, >> sair da sua paralisia, né, interna. O convite da fraternidade é esse pra gente fazer esse movimento realmente como a gente quer ver, né, tantas mudanças no mundo, mas aí a gente não começa com a gente. E aí como é que faz, né? Como, né, Cand também disse, então eu preciso ser a mudança que eu quero ver no outro. Não adianta, né? Não resolve eu só apontar o dedo pro outro, né? Como o Vagner falou. e não fazer nada por mim primeiro, porque aí mesmo que eu não tenha tudo em mim já para doar de mim, mas o pouco que eu vou construindo, eu vou ofertando, vou oferecendo nesse convite aí
Vagner falou. e não fazer nada por mim primeiro, porque aí mesmo que eu não tenha tudo em mim já para doar de mim, mas o pouco que eu vou construindo, eu vou ofertando, vou oferecendo nesse convite aí desafiador, né, do Wagner ou acredito, né, do voluntariado em si, como o Pedro falou lá, precisa ter faculdade, não, não precisa ter faculdade, precisa ter esse coração que compreendeu que tudo que eu faço ao outro volta para mim, né, invariavelmente, porque nós estamos nessa conexão, nessa sintonia, até como o Wagner falou, né, uns não vem ao mesmo, né, no mesmo tempo, vem depois, vão, a gente vai refazendo as sintonias, né? Então, se no começo o que nos é possível é fazer uma doação, né, V, que a gente possa fazer a doação, mas que a doação, até coloquei aqui um uma foto, né, das possibilidades, eh, ser um padrinho, uma madrinha, né, fazer a a doação única ou se você tem uma empresa que pode ser uma empresa solidária, mas que a doação seja esse começo, né? Esse começo para depois ser o doar-se de si, porque olhar para o outro como irmão é o que realmente vai transformar o ser espiritual no que ele verdadeiramente é, né? E vai possibilitar que a gente alcance o tão almejado mundo feliz, né? Isso eu acho que tem que ser eh esse caminho é um caminho eh é tão importante porque ele é um caminho individual, né? Intransferível. Isso é um caminho teu. A a organização ela é a fraternidade, mas como muitas outras, né, no no mundo, ela é um um meio, né, um caminho para você se desenvolver, né, porque você tando com outras pessoas, sabe, isso ajuda. >> Por isso que caminhar junto num processo >> é é mais fácil do que você caminhar sozinho. Por isso que eu digo, olha, o melhor caminho, matricule-se num grupo, seja qual ele for, que pensa, vamos pensar junto, sabe? Vamos refletir junto, vamos sentir junto. Faz muito mais sentido. Nós somos pessoas, né? Precisamos viver realmente trabalhar em sociedade, eh, criar junto, porque junto tem um provérbio africano que fala isso, né? Se
nto, vamos sentir junto. Faz muito mais sentido. Nós somos pessoas, né? Precisamos viver realmente trabalhar em sociedade, eh, criar junto, porque junto tem um provérbio africano que fala isso, né? Se você quiser ir rápido, vá sozinho, mas se você quiser ir longe, vai acompanhado. Então é isso, a gente consegue ir mais longe em todos os sentidos, em todos sentidos, um ajudando o outro, né? Isso é, isso é lindo. É o que a gente tá fazendo na fraternidade sem fronteiras. Mas você que tá aí sozinho, sabe? Eh, tá muito sozinho, procura, tem, procura um amigo, procura mais alguém, eh, busque um grupo, sabe, que pensa no bem e e comece comece a estudar um pouquinho, começa a ler, começa a se envolver, porque mais uma vez é um aprendizado, você não vai eh fazer essa mudança do dia paraa noite. É um exercício espiritual, social, sabe? Humano. É um exercício. Um mais um, um passinho mais um passinho. Se você não não pode vir numa caravana fazer movimentos e tal, você pode fazer um movimento no teu prédio ali com o seu vizinho, a situação que tá acontecendo, sabe, dentro do do teu bairro, sabe? vai plantar flores, né, [risadas] para todos lá no jardim, plante pros outros. Faça alguma coisa pensando, comece exercitar um pouco o fazer pelo outro, né? O pensar no outro em proporcionar talvez um jardim pro outro. Olha que coisa linda. Se você fazer um um jardim pro seu vizinho, coisa mais linda. É isso, não é? >> Não é isso? É muito legal. É demais. Você sai da tua casa para ajudar o jardim do seu vizinho. Quem faz isso? Então, a gente tá muito preso no nosso, no nosso brigando com o vizinho, né? >> Então, comece começa em casa, né? Começa em casa, do lado de casa, mas é um exercício, um exercício espiritual que gera esse desenvolvimento, né, do ser humano integral. Ô Vago, né, para não tomar muito seu tempo, né? A gente sabe que a gente ficaria aqui a manhã toda e tem uns companheiros aqui que a gente chama de cafezeiros, né, que gostaria que durasse até meio-dia o Bom Dia Café, né,
tomar muito seu tempo, né? A gente sabe que a gente ficaria aqui a manhã toda e tem uns companheiros aqui que a gente chama de cafezeiros, né, que gostaria que durasse até meio-dia o Bom Dia Café, né, meio-dia Brasil. Mas pra gente não tomar muito seu tempo, a gente sabe que você tá aí com a caravana, tem muita coisa para fazer. Ó, vou deixar essa última questão aqui que a Estela trouxe para nós, a chará da outra Estela. Como seria possível, é possível ter um braço, uma filial do fraternidade nos nossos municípios? Como funciona essa instituição aí desse? Coisa mais fácil, tá? Hoje você pode entrar no site aí da fraternidade e você pode falar no no setor de de voluntariado, você pode eh enviar pra gente qualquer um eh qualquer um eh nas redes sociais vão te responder. Eh é muito fácil, é só ter realmente boa vontade e começar a fazer um trabalho. Às vezes, às vezes, eh, tem pessoas que montam bazares, por exemplo, junto os amigos. Vamos montar um pequeno bazar, gente, tem bazar assim que é a coisa mais extraordinária, que começou assim, sabe? De uma pessoa a outra, >> que que a gente pode fazer? A gente não tem dinheiro. Ah, mas a gente consegue roupas usadas. Vamos fazer? Vamos, gente. Coisa mais linda, o bazar, né? os bazares que tem, por exemplo, da fraternidade sem fronteiras. E não é só bazar, porque é um encontro de pessoas ali, sabe? É um exercício, né? É que ele vi vira vira um centro de voluntariado. >> Aí as pessoas vão >> e organizam eh livros fraternos, por exemplo, né? pega, organiza eh livros usados, vendem esses livros também, arrecadam recurso para algum projeto específico. Eh, vou fazer um jantar, sabe? Vou fazer um jantar na minha casa e vou chamar meus amigos e vou apresentar esses vídeos da fraternidade do Senhor Fronte. Olha só, sabe, gente, que que a gente poderia fazer para mudar essa realidade? Que que vocês acham, né? Ah, vamos fazer, enfim, ideias aqui no que não faltam, né? Mas eh e aí você no site você encontra lá no portal do do voluntariado, né? E as pessoas vão te
udar essa realidade? Que que vocês acham, né? Ah, vamos fazer, enfim, ideias aqui no que não faltam, né? Mas eh e aí você no site você encontra lá no portal do do voluntariado, né? E as pessoas vão te dar várias ideias, vários exemplos. Você vai encontrar muitos amigos que vão te ajudar nessa jornada. E são todos bem-vindos. qualquer núcleo. Fraternidade hoje vive realmente desses núcleos que divulgam, a gente nem sabe muitas vezes até onde está. Tem gente que monta um grupo, a gente vai ficar sabendo só depois, né, que estavam fazendo coisas lindas, né? E no site você tem tudo, o manual, né, do do voluntariado, exemplos, vídeos, né? Sejam muito bem-vindos. >> Coisa maravilhosa, né? são semeadores que saem a semear essa sementeira fraterna essencial para que a gente possa realmente acalmar os nossos corações, né, Wagner? Porque a gente vê por tudo que você nos traz, por todos os exemplos, por todas as histórias, né? O pouco que a gente conhece, porque deve ter assim um caminhão de histórias, de detalhes, mas no pouco que a gente consegue, né, saber o quanto é essencial esse movimento, né, esse movimento do doar-se, de estar em ação para que tudo realmente aconteça, né? E e cada um fazendo o que pode, né? Cada um fazendo o que pode. Acho que esse é o grande é o grande chamado para nós, né? A gente não se comparar com o outro, a gente sair dessa desse chamamento do mundo de se comparar com o outro, ter que ser igual ao outro jamais, porque senão o pai teria nos criado todos iguais, né? E já todos no mesmo patamar e a gente estaria fazendo todas as mesmas coisas, não é V? É isso. Não, não, nada de comparação. A gente tem que fazer cooperação, não comparação. Cooperar. Cooperar sempre, a gente sempre vai ter alguma coisa que pode cooperar com outro e o outro com a gente. Então é caminhar junto, sabe? Cooperar, eh, não competir. Tir essa ideia de competição, né? a gente já a gente já, na verdade, a gente foi educado, né, a competição, a ser melhor, a ser o primeiro e tal, né? E o melhor é
to, sabe? Cooperar, eh, não competir. Tir essa ideia de competição, né? a gente já a gente já, na verdade, a gente foi educado, né, a competição, a ser melhor, a ser o primeiro e tal, né? E o melhor é compartilhar. Quando a gente consegue compartilhar, a gente escuta mais, a gente interage mais, a gente constrói mais e faz muito mais sentido. Nós somos criados para cooperação e não para essa competição que nos desumaniza e a o compartilhamento, a cooperação cada vez mais nos fos humanos. Então, sejamos nós esses cooperadores e eh da vida, né? Eh, e façamos o compartilhamento da nossa existência, da nossa vida, dos nossos pensamentos, do nosso tempo, sabe, da nossa partilha. Eh, e a gente vai estar mais integrados à vida, a Deus e a humanidade. >> Exatamente. Vamos compartilhar o pouco amor que a gente já pode sentir que já vai fazer uma grande diferença. Wagner, muito obrigada por est aqui com a gente, por ter disponibilizado esse tempo. Já passamos até um tantão da nossa hora, mas a gente agradece demais. foi muito esclarecedor, muito emocionante para que a gente possa realmente entrar, né, nesse convite do nosso pai em estarmos aí nos reconhecendo como irmãos todos e que esse é o único caminho que vai nos trazer a verdadeira felicidade. Ó, vou deixar aqui só pro pessoal ver o próximo encontro. Então, ó, lá em Aracaju, quem puder, 17, 18 de outubro, volta o Wagner pro Brasil, né? Ele fica aí na nessas viagens, mas, né, tem mais outros encontros também, mas esse é o trabalho da doação dele e que nos inspira todos os dias. Todos os dias, viu, Wagner? a gente tem vocês nos nossos corações, >> ó. E dia 3 a 5 v a gente vai estar em Londres com encontro em Londres, 3 a 5 agora de outubro também, né? O encontro, >> quem sabe a gente consegue lá, quem sabe, quem quiser entra no site, tem lá todas as informações, endereço, link inscrição, né? né? Quem sabe tá pertinho aí. Tá pertinho de vocês. >> Tá pertinho aqui. Eu vou eu vou olhar com muito carinho. Pode deixar, pode deixar.
te, tem lá todas as informações, endereço, link inscrição, né? né? Quem sabe tá pertinho aí. Tá pertinho de vocês. >> Tá pertinho aqui. Eu vou eu vou olhar com muito carinho. Pode deixar, pode deixar. >> Muito obrigado, viu? Obrigado pelo carinho, obrigado pela pelo compartilhamento e todos que estão no nos ouvindo, né? Que a gente possa caminhar nesse caminho de paz. E esse caminho de paz é o caminho sempre do compartilhamento, é sempre o caminho também do outro, não do individual, mas do movimento coletivo, né? Então, muita paz a todos. Muito obrigado. Estamos juntos sempre. >> Estamos junto, gente. Obrigada. Um ótimo dia a todos e amanhã tem mais Bom Dia Café. Um beijo grande para todos.
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