Bom dia, café! 221025 AO VIVO Renovando Consciências
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade e do canal português CONSOLAR E ESCLARECER. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhã com Deus, #bom dia com Jesus, #bom dia espiritismo, #mensagem de bom dia, #refletindo com Kardec, #palavra do bem, #espiritualidade e espiritismo, #reflexão espiritual, #live de bom dia, #despertar da consciência, #comece o dia no bem, #inspiração da manhã, #fé e espiritualidade
เ existirá em todo o porto tremulará a velha bandeira da vida acenderá todo farol iluminará uma ponta de esperança e se virá. Será quando menos se esperar, de onde ninguém imagina, demolirá toda certeza van sobrará pedra sobre pedra. Enquanto isso não nos custa insistir na questão da paz, não deixar se extinguir, desafiando de vez. a noção na qual se crê que o inferno não é aqui. Oh, bom dia. Bom dia. Além de não saber cantar, ainda quer mudar a letra da música. Se não dá. Bom dia para você. São 7 horas. São 7:35. Hoje é dia 22 de outubro de 2025 e está começando agora o nosso Bom Dia Café. Pra gente começar assim, sabe, fazendo umas coisas meio sem sentido. É isso, faz parte. Pera aí que eu me baguncei aqui. Sei porque que eu achei que ia ser bom cantar essa música hoje. Ai ai. Bom dia. Bom dia. De vez em quando a gente tem que correr uns riscos, né? Sempre eles dão certo. Faz parte, não é verdade? Porque se a gente não tenta, a gente não acerta, né? E obviamente que a gente também não erra. A gente fica naquele limbo de não fazer nada, né? Um em cima do muro que não tem muito sentido. Tem alguns momentos que é fundamental você ficar em cima do muro, sabe? Evitar os extremos. Mas tem situação que não dá, né? Não dá. Ai ai. Vocês são meus cúmplices nesses momentos. Eu tô tent tô brigando aqui com o streamart, mas ele não quer saber, ó. Quer ver? Ele não quer saber de mim hoje. Ele tá tá arrumando confusão aqui comigo. Mas vamos lá, tá tudo bem. Bom dia. Eu sou Estela Martins, sou uma mulher de 60 anos, branca, cabelos grisalhos. Tô de batonzinho vermelho. Tenho óculos de alho redondo, olhos castanhos. Estou com uma blusa que é um um azuis verdeado ou um verde azulado, sei lá, com uns desenhos geométricos em preto e um acasalho preto. E tô hoje excepcionalmente na minha cozinha, mais conhecida como estúdio B do Bom Dia Café, porque continua frio lá fora. Agora parou um pouquinho o vento. Lá foi só eu falar, começou de novo. E ele para, volta, para. Não dá para ficar lá
zinha, mais conhecida como estúdio B do Bom Dia Café, porque continua frio lá fora. Agora parou um pouquinho o vento. Lá foi só eu falar, começou de novo. E ele para, volta, para. Não dá para ficar lá fora, tá muito gelado. Tá muito gelado. Desnecessário também, né? Por que que eu vou ficar lá no vento sofrendo se eu posso ficar aqui no quentinho? Não é não? Eita! É isso. Então, seja muito bem-vindo a Bom Dia Café. Se você está chegando hoje, eu agradeço muito. Segunda-feira nós tivemos aqui um número bastante significativo de de novos eh como é que a gente chama, não é? Telespectadores. Eh, internautas de novos internautas. Eh, foi bem legal, né? que é bacana a gente eh poder chegar a outras pessoas, né, a mais pessoas, até para estimular não só o que a gente prega aqui no no no Bom Dia Café, né, como parte obviamente integrante da das obras básicas, que é a reflexão, a respeito da vida baseado nos ensinos dos espíritos, nos ensinos de Jesus, mas também para que as pessoas eh sejam estimuladas a a buscar boas notícias, né? Bons pensamentos, boas ideias, não ficar eh ruminando no que existe de ruim, né? Sabe? Então vamos lá, vamos dar bom dia aqui. Bom dia, Ângela. Pode orar por mim ou por Elvina? Com cer, com certeza, meu bem. Com certeza estaremos aqui já com você em nossas em nossas eh Nossa, acho que eu não dormi o suficiente, gente, em nossas mentalizações na prece. Achei a mentalização. Que coisa. Vini, bom dia, querido ou querida. Muito obrigada por ser membro de um canal espírita. O mesmo para Dayane. Muito obrigada, viu, Dayane, por ser membro de um canal espírita. Lux, bom dia, meu bem. É Lulu Santos, não deixa o Lulu Santos ficar sabendo que eu cantei a música dele hoje, que ele vai inartar, né? Cantei tom, fiz tou errado no final das frases, troquei a letra. Eita, que horror. Dulce Neia, bom dia, meu bem. Bom dia, Thago. Bom dia, querido. Oi, Rê, meu bem. Bom dia, queridinha. Dolores. Bom dia. O vento gelado. Nossa, aqui tá 14º, mas a hora que eu que eu
. Eita, que horror. Dulce Neia, bom dia, meu bem. Bom dia, Thago. Bom dia, querido. Oi, Rê, meu bem. Bom dia, queridinha. Dolores. Bom dia. O vento gelado. Nossa, aqui tá 14º, mas a hora que eu que eu acordei tava menos, tava mais baixo um pouco. Alguinha, abençoado dia para nós todos. Antonieta, bom dia, querida. Oh, que espetáculo. Lilan, bom dia. Aqui também faz frio, chove muito. Inventando também. Deus abençoe. Nossa, se tá frio aí, tá frio no mundo, Lilia. Bom dia, Terezinha. Bom dia, querida. Nossa, eu acho que eu não dormi o suficiente. Acho que esse vou tomar café. Quando começa a faltar palavras assim na na cabeça, é porque a gente tá cansado, né? Não. E olha que não é comum me faltarem as palavras. A pessoa fala pelos cotovelos, como dizia a minha mãe, né? Então não é comum faltar as palavras. Ai Jesus, você sabe que tem muita gente que fala assim: "Ai, é bom, Estela, você tem o dom porque você fala: Gente, hoje tem a gente tem o dom de verdade quando a gente sabe ouvir, sabe? Mais do que falar. Esse é o dom mais não vou falar que é o mais precioso. Esse é um dom muito precioso nos dias de hoje é ouvir mais do que falar. Eu fiz que nem o chakreiro. Mas é verdade, não é? Ninguém tem paciência de ouvir. As pessoas, nós todos, não, as pessoas, nós todos ficamos muito impacientes em ouvir os outros. Isso não é legal. Bom, vamos vamos seguir aqui o nosso roteiro e vamos lá paraa nossa prece. руur coment, meu amigo. Não comentes os males do teu irmão. Também vives no caminho da dor e da imperfeição. Se vires num companheiro mazelas e cicatrizes, lembra que o mestre abraçou os pobres e os infelizes. Jesus não veio atender aos caprichos do mais forte, mas consolar sobre a terra os desventurados da sorte. Alguém errou? Guarda calma na espera da opinião. Às vezes tudo não passa de malícia e incompreensão. Recebe com vigilância quem acuse alguém contigo. Quem fala do mal dos outros não pode ser teu amigo. Quem segue o divino mestre em espírito e verdade conhece mais que a dos outros a
a e incompreensão. Recebe com vigilância quem acuse alguém contigo. Quem fala do mal dos outros não pode ser teu amigo. Quem segue o divino mestre em espírito e verdade conhece mais que a dos outros a própria necessidade. Bendita a boca fraterna que não vibra ou fala a esmo. Cuidado. O bom julgador julga os outros por si mesmo. O bom julgador julga os outros por si mesmo, mas não é com as com a própria régua, né? Mas faz o julgamento do outro a partir dos próprios erros, que é diferente, que é você saber que o outro errou e que possivelmente você nas mesmas circunstâncias não faria muito diferente, né? A gente fica eh pensando no no que o outro fez, né? no erro do outro, eh, no comportamento do outro. Eu vou falar aqui dos políticos, por exemplo, a gente fica aqui, se a gente senta pua, né? em vereador prefeito, em deputado estadual, federal, governador, presidente da República. A gente fala que der, o que pode, o que não pode. Se a gente tivesse lá nas mesmas circunstâncias, gente, não vale, né, em ambiente perfeito, todo mundo é ótimo. Mas se a gente tivesse lá nas mesmas circunstâncias, rodeada das mesmas pessoas, passando pelas mesmas situações, com a mesma família, com a mesma história, com tudo igual, será que a gente faria diferente? E por que que eu digo isso para você e falo, peço para você refletir sobre essa questão com carinho, porque a gente não pensa duas vezes em jogar lixo na rua. A gente não pensa duas vezes em colocar o nosso carro numa vaga que não é para nós, com as mais variadas desculpas, né? A gente não pensa duas vezes em defender a nossa classe profissional e a dos outros que se lasca. Não tenho nada com isso. A gente não pensa que, ah, tudo bem que eles não tão cuidando do esgoto lá da periferia, eu não moro lá. Então, a gente acaba tendo um comportamento muito parecido com de o de quem a gente critica, talvez numa escala menor, né? Mas é isso. Então, é preciso muito cuidado, sabe, com o que a gente fala e com o que a gente pensa dos outros.
portamento muito parecido com de o de quem a gente critica, talvez numa escala menor, né? Mas é isso. Então, é preciso muito cuidado, sabe, com o que a gente fala e com o que a gente pensa dos outros. Muito cuidado, Thaago. Escutar é fácil. Agora, ouvir. Se soubéssemos ouvir, já estaríamos sublimados. Se a gente soubesse ouvir, não tinha guerra, sabia? Pensa bem. Maria Ferraz, bom dia, meu bem. Acho interessante o discurso do mestre em 2000 anos quando encontro público lentos. Eu acho interessante essa memória que vocês têm, sabe? Que me irrita. Qual que vocês conseguem lembrar até das falas do Eu me mago tanto. Na próxima encarnação eu quero ver com essa memória maravilhosa que vocês têm, sabe? De lembrar tudo, lembrar o número da questão, lembrar em que livro leu, o nome do livro, o nome do autor. Chama inveja isso, sabe? Chama inveja. É isso. Podes atender o meu chamado agora ou daqui algumas centenas de anos. É isso. Bem, eu falei isso outro dia com a Patrícia, com a Pat Lucas, que muitas vezes que Jesus sabia dizer para ele, pro Públios Lentos, pro Públio Lentolos, eh, que ele tinha essa opção que ou ele encontrava agora ou encontrava daqui a 1000 anos ou centenas de anos, porque ele conhecia público, ele sabia do que público era capaz. faz, mas ele deu oportunidade, embora ele já soubesse que que o público ia fazer, né? Se ele já sabia o que o público ia fazer, você acha que ele não sabe o que nós vamos fazer? Sabe, ele sabe, mas ele tem esperança também, né? Eu imagino. E ainda estamos por aqui sem atender ao chamado do mestre em plenitude. Isso, Thaago. A gente ainda não atendeu em plenitude porque ainda não está ao nosso alcance essa plenitude, mas nós vamos chegar lá, viu? Nós estamos a caminho, não é que nós vamos chegar, nós estamos a caminho dessa plenitude. Patrícia Oliveira, vizinha, bom dia. E o jovem rico? Nossa, o jovem rico. Então, mas sabe o que de todos me pega mais? Nicodemos. Nicodemos is é uma história que me pega, porque ele não teve coragem de largar a
liveira, vizinha, bom dia. E o jovem rico? Nossa, o jovem rico. Então, mas sabe o que de todos me pega mais? Nicodemos. Nicodemos is é uma história que me pega, porque ele não teve coragem de largar a família. Ele não teve coragem de colocar a família numa situação difícil, porque ele já tinha um status, né? A família toda dependia dele, todos estavam ligados à posição que ele tinha lá no Sinedério, lá no no templo lá dos na cultura dos judeus. Ele não teve coragem. Ele não teve coragem. Que dó, né? Tem mu oita dó de Nicodemos. Queria muito saber o que aconteceu depois, né? Como é que foi a vida depois para Nicodemos? Falamos sobre isso ontem, mas só o tempo nos mostra a vida. Só o tempo nos mostra a vida de verdade. Difícil acordar para parte de que todos estamos em evolução. Exato. Exato. Família Santana, bom dia para vocês. Oi, Mair aposentada, bom dia. Rosiane, bom dia. Tia Estela, lembrar é doloroso. Evidenci dói pesada por vezes, mas nos auxilia muito a auxiliar. Não, lindinho, eu não tô falando disso, eu tô falando dessa memória mesmo. A memória de você lembrar o que você leu. Eu leio depois eu lembro do ensinamento, mas aí eu já não lembro que livro que é, quem falou, onde tava, sabe como é que é, Estela? Que ano? Que ano foi mesmo que onde a gente tava quando nós cantamos música, tá? Não lembro. E não é de hoje, viu, que eu tenho 60 anos, é desde sempre. Então, o que que minha mãe, como eu não conseguia decorar as regras eh gramaticais, por exemplo, eu sou jornalista, trabalhei 35 anos, agora eu tô aposentada, mas durante 35 anos eu fiquei ali, ó, na lida. Eu nunca decorei regra gramatical, eu não consigo. Então, o que que minha mãe me ensinou? Leia muito para você saber o jeito certo de escrever, já que eu não conseguia fazer decorar nada. E assim eu aprendi a usar as regras gramaticais, entendeu? É essa memória que eu tô falando agora, a memória do espiritual, né, que a gente tá que a gente tá falando aqui e a clareevidência, né, ou a a vidência tem um entendimento muito
gramaticais, entendeu? É essa memória que eu tô falando agora, a memória do espiritual, né, que a gente tá que a gente tá falando aqui e a clareevidência, né, ou a a vidência tem um entendimento muito eh bonito da claridência nesse nesse aspecto de você lembrar ou ver eh ver com a com a memória vidas passadas, por exemplo. Essa é uma ferramenta, né? É uma ferramenta que pode ser muito boa. Pode ser muito boa se a gente souber usar, se a gente souber ter tranquilidade com ela, mas ela pode atrapalhar mesmo a gente. Eu concordo com você. Pode ser muito doloroso, vai depender de como você vai usar, né? De que maneira você vai usar. E tá dependendo e depende também do por que tá sendo trazida, não é? Às vezes é trazida como um alerta para você não errar da mesma forma e às vezes é trazida para lembrar você que você tem aquela capacidade que você pode usar. Aí você tem que interpretar um essa parte dura. Essa é a parte difícil, é justamente a interpretação, não é? Que vocês acham? Quem aí no chat, quem aí no chat gostaria de lembrar de vidas passadas? Não vou nem fazer comentário sobre isso. Vou já, ó, tô esperando respostas, hein? Vocês não me decepcionem, porque eu vivo falando do chat do Bom Dia Café. É verdade, gente, o chat, o Bom Dia Café, o Bom, as pessoas vêm no Bom Dia Café e saem daqui encantados. Vocês sabem disso, os convidados. Mas sabe por eles saem encantados? Eles saem encantados por causa do chat, porque vocês participam, conversam, dão pitaco, dão boas-vindas para pros convidados. É muito legal isso. É muito bacana, é ótimo. Eu fui procurar aqui para ver se dona Patrícia colocou aniversariante aqui para nós, mas não tem aniversariante. Não tendo aniversariante, sabe onde a gente vai, né? Nós vamos, é, não tem mesmo. Nós vamos para as nossas efemérias. Eu, a pergunta está no ar, vocês respondam aí no chat. Quem gostaria de lembrar de vidas passadas? Uma, duas, 10, sei lá, vidas passadas. >> Muito bem. Tô esperando, hein. Vamos lá. E toca, meus amor. Bom dia, querida. Tá
o ar, vocês respondam aí no chat. Quem gostaria de lembrar de vidas passadas? Uma, duas, 10, sei lá, vidas passadas. >> Muito bem. Tô esperando, hein. Vamos lá. E toca, meus amor. Bom dia, querida. Tá muito frio aí. Você não foi nadar hoje? Bom dia. Será que a gente ainda será aquela velha história de? Não, aquela velha, aquela história de amor que sempre acaba bem, meu bem, um tanto quanto demor para hoje em dia. Antigamente tudo era bem mais simples que Ah, aí sim, ó. Vou falar começar com o primeiro efendo, vocês vão respondendo. Quem quem gostaria de lembrar de vidas passadas? A gente nem sabe por 1922, no dia 22 de outubro, era fundado o Lar Anália Franco, no Rio de Janeiro. Seu fundador e primeiro presidente foi Francisco Antônio Bastos. Deixa eu compartilhar aqui. Não, aqui. Aqui. Achei. Ó lá. Esse é o site do lar Anália Franco. Ó lá. Ele está em funcionamento desde 1922. Ó que bonitinho aqui. Olha que que bonitinho. Quanto mais terna e mais dedicada for a mão que dirige a criança, tanto mais forte e mais completo será depois o ser humano. Analia Franco. Bonito, né? Muito bonito. E aí você vê lá uma história da Anália Franco. Olha que bonito. Educadora. É. Ó lá. Muito bonito, né? Bem legal. É um site bacana. Você pode conversar com eles. Aí tem as informações sobre Olha que que lugar bacana. Bonito, né? Ó, história do ar. Ó lá os fundadores. Que bacana, né? Aí como ajudar, né? Como você pode colaborar com eles. Vídeos e fotos. Agora a lá. vídeos e fotos, tá vendo? Muito bom, muito bom. E tem o contato também deles. Bem interessante, né? Bem bacana. Muitas foram as casas fundadas eh para cuidar das crianças. nesse mesmo período e até uns 30 anos atrás, ã, porque o poder público não cuidava da primeira infância, não existia a obrigatoriedade do cuidado da primeira infância. Então, essas primeir essas crianças muito pequenas, elas não tinham onde ficar, as mães não tinham onde deixar para poder trabalhar e aí também não havia nenhuma rede de apoio, né, né? a gente nem entendia rede
as primeir essas crianças muito pequenas, elas não tinham onde ficar, as mães não tinham onde deixar para poder trabalhar e aí também não havia nenhuma rede de apoio, né, né? a gente nem entendia rede de apoio, nem existia esse termo rede de apoio. Então, as casas espíritas muitas delas acabaram criando lares, creches, enfim, lugares para essas crianças, tanto para as crianças que eram que eram ã, não gosto do termo abandonado, as crianças que eram deixadas pelos pais, como também para aquelas crianças que os pais precisavam trabalhar e e alguém precisava cuidar dessas crianças, né? Hoje em dia isso já é mais difícil. Por quê? Porque além da obrigatoriedade do poder público se eh da responsabilidade do poder público sobre a primeira infância também que passou a ser considerada uma fase de aprendizagem eh de educação formal, digamos assim, né? que não é o saber ler e escrever, mas é o preparo para que a criança possa aprender a ler e a escrever, sabe? Eh, que é uma coisa que a gente não faz em casa, porque a gente não tem conhecimento para isso, mas, eh, exercício da da motora fina, enfim, exercício de uma série de funções até do corpo que nós não vamos saber fazer, né? Por mais que a gente goste de criança e a gente queira cuidar da criança em casa, na escola eles têm a possibilidade de ensinar as crianças coisas que a gente não tem conhecimento para fazer isso, né? E nem tempo também, não é mesmo? Então, hoje em dia, essa responsabilidade ficou do poder público. Algumas cidades ainda têm muita dificuldade com relação a isso, mas não são todas. Então essa necessidade de abrir creche, de abrir lar de crianças, já não existe mais, né? Salvo alguns lugares ainda no país. Vou repetir, eu tô tô generalizando, mas lembrando que ainda existem cidades onde isso é necessário. O que agora virou a bola da vez, porque o o poder público não tá cuidando disso, é a outra infância. A infância é depois do 60, do 70, né? Agora a gente precisa pensar em cuidar dos idosos, sabe? Precisa pensar em
irou a bola da vez, porque o o poder público não tá cuidando disso, é a outra infância. A infância é depois do 60, do 70, né? Agora a gente precisa pensar em cuidar dos idosos, sabe? Precisa pensar em cuidar dos idosos. Vamos lá, vamos ver. Deixa eu voltar aqui nas respostas. Ai, Ritoca chegou. Aí veio do ciné. Fiquei sabendo de uma das minhas encarnações passadas e meu esposo disse que eu não poderia ter ficado sabendo. Eu era escrava dele. Agora eu digo a ele de vez em quando: "Opa, já não sou mais, hein?" É. Então, mas se você ficou sabendo, é um alerta, né? Você voltou com ele, que é para cuidar dele agora como esposa e aprender a amá-lo, né? E ele também. Ele também tem a cota dele aí, né? Eu não gostaria de lembrar de vidas passadas, não. Mal estou dando conta desta. Tem sentido também, Ritoca. Tem sentido, velho. Rosiane, às vezes penso que seria importante lembrar para não repetir comportamentos. O duro, Rosiane, é você não conseguir, você não conseguir não, né? é que lembrar para não repetir os comportamentos pode ser que nem o caso da docinei aí. Então o marido dela vai lembrar que ela foi escrava dele, o que ele fez com ela, como é que ele vai conviver com ela? E você acha que ele vai conviver eh sem esse peso? Não vai ter uma um equilíbrio, né? ele vai olhar para ela e vai ser sempre se sentir culpado. E aí a relação passa a ser de inferioridade e não de igualdade, né? De equidade, igualdade, enfim, sabe? Porque você vai olhar pra pessoa e vai falar assim: "Ai, eu judiei tanto dela ai agora eu preciso compensar". Mãe e pai faz isso, sabe? Ah, tem muita mãe que faz isso. Eu fiz, eu fiz durante um bom tempo, eu fiz isso com os meus filhos também. Ai, coitado deles, né? Eles estão sem pai porque eu tava separada, eles não têm pai. Até eu ver que esse não era um caminho muito bom, não. Não tava dando muito certo. Mas a gente tende a fazer isso. Então, veja só, né? Eu acho que como é o véu. Bom, vamos continuar lendo aqui, mas você pensa nesse sentido, né?
um caminho muito bom, não. Não tava dando muito certo. Mas a gente tende a fazer isso. Então, veja só, né? Eu acho que como é o véu. Bom, vamos continuar lendo aqui, mas você pensa nesse sentido, né? Eu entendi o que você quis dizer e também acho que talvez fosse fosse uma saída, mas aí você encontra alguma alguns obstáculos nessa saída que fazem com que ela não seja mais viável. Então já tive recordações, não foi bom. Lembrei da emoção e dos sentimentos vividos. Pois é, pois é, pois é, pois é. Vera Lúcia, bom dia, querida. Bem-vinda. Bom dia, Café, meu bem. mas me auxilihou a não encorrer no mesmo erro. Por isso você lembrou. Por isso você lembrou. Eu não gostaria. Talvez seja difícil lidar com conhecimento. Agradeço o vel do esquecimento. É isso. É isso. É, tem coisa que é melhor não lembrar, né? Pois é. Levei um tombo e estou com joelho ralado. Eita, quase dá uma trilha sonora. Só volta a nadar na próxima semana. Ei, meu Deus do céu, hein? Olha esse joelho aí, hein? É o joelho daquela perna que já é já é sensível. Cuidado, cuidado. A gente sempre tem um lado da gente que é mais sensível que o outro. Vocês já pensaram nisso? Um lado que parece que funciona menos. Deixa o ortopedista ouvir eu falando isso. Mas a culpa bateu forte. Passei duas semanas para me recuperar. É, eu eu entendo bem você. Já já eu conto. V. Tá certo, querida. Uma foi em sonho, foi conduzido por um irmão espiritual que me disse assim: "Apenas o espiritismo pode descortinar o vel do passado e depois me vi na mesma situação que vive a séculos." Ah, entendi. Com as mesmas pessoas que estão encarnadas comigo. Ah, entendi os rostos com os mesmos traços e faces diferentes. Nossa, se o velo do passado foi posto para nós, deve ter o motivo. Então, não quero mexer nesse mo, não. É, é isso. Tem sentido. Ó lá. E a emoção e a culpa veio forte quando acordei. Tá vendo? É isso. Tem sempre mais de um lado, né, na história. Xarazinha, bom dia, querida. A mais nova vovó da comunidade. Bom dia. Bom dia, Chiley lindinha, a sua neta.
pa veio forte quando acordei. Tá vendo? É isso. Tem sempre mais de um lado, né, na história. Xarazinha, bom dia, querida. A mais nova vovó da comunidade. Bom dia. Bom dia, Chiley lindinha, a sua neta. Beijo grande para todo mundo aí. Thago, outra foi trabalhando meio mediunicamente. Mais suave, menos mal, né? Portanto, esquecimento é uma verdadeira bção. É isso. Aricata, espetáculo. Bom dia. Bom dia. Nós cantamos parabéns para você no seu aniversário. Você já viu? Você trata de procurar o bom dia café do dia do seu aniversário que a gente cantou. Parabéns, Maria Rejane, se for necessário lembrar, por curiosidade, não. Deixa onde está no passado. É, é, é isso. É, essa é essa é a a questão, né, importante. Pois com esse entendimento para esclarecimento pedido por mim, consigo compreender as situações da vida que vivo hoje, mas não deixe de ser mais ser doloroso, mas aprendi a lidar melhor e amar mais os que prejudiquei. É, é, é essa. Se é esse o caminho, se você conseguiu trilhar esse caminho, tá? Aí, deu certo. Mudamos muito pouco de uma encarnação para outra. Percebi isso. É, é. Inclusive com ente querido que convivi retornou e manteve os mesmos hábitos e comportamentos. Pois é. Pois é, chefa Graça, bom dia, querida. Bom dia. Boa tarde, Patrícia. com isso. Ai ai. Buenas tardes. Chegando na turma das 8 aqui está mais quente que aí gente tem. Eu quero saber Eu quero saber não se essa é a nossa melhor encarnação. Vixe bxe. É verdade. Ai, ai. A Shirley, gente, tá lá curtindo a netinha dela. Ai, que delícia. Shirley. Eu não quero. Morreria de vergonha. Aicatuta, obrigada. Vocês são demais. Você que é um amor, meu bem. Ainda preciso ir aí na sua terra para tomar o café aí, hein? Maria Susete, bom dia, meu bem. Deixo passado lá. Estou na minha melhor etapa como espírito e vejo e sinto muita coisa para construir ainda. É verdade. É verdade. Acho que a gente só descobre se tem um propósito. Bim, bem. E aí, o que que eu ia falar com vocês? A gente aqui no Bom Dia Café vive
ejo e sinto muita coisa para construir ainda. É verdade. É verdade. Acho que a gente só descobre se tem um propósito. Bim, bem. E aí, o que que eu ia falar com vocês? A gente aqui no Bom Dia Café vive falando das efemeres, né, lembrando desses personagens fantásticos, né, e maravilhosos. Mas pensa só, eh, existem várias encarnações do Chico Xavier, por exemplo, que já são conhecidas, né, que a gente já sabe quem ele foi e tal, e ele ficou sabendo delas também, encarnações em que ele não foi sim exatamente um exemplo de candura. Não é o carnações em que ele não foi no exemplo de cantora. No caso dele, por exemplo, em alguns momentos, eu acho que isso foi eh trazido à tona para mostrar para ele o quanto eles ele cresceu, o quanto ele evoluiu, o quanto ele melhorou, sabe? para dar um ânimo mesmo nele. Não desanima, não fica triste. Você tem feito um esforço lindo no decorrer desse tempo. Olha só como você melhorou. E a gente pouco pensa nisso, não é? Então, às vezes, por exemplo, Thago, Thago foi lá e viu que ele fez coisas que não foram legais, né? E aí ele entendeu porque estamos estão juntos agora aí como família de novo. Mas você não viu que o que você fez lá te incomodou? Porque você já não é mais aquela pessoa, você já mudou. Então, nesse aspecto, você lembrar de algumas coisas de encarnações passadas é sim uma ferramenta do plano espiritual para deixar, para nos ensinar, para nos alertar, pra gente eh para ajudar a gente. É uma ferramenta, mas nem tudo é assim. Então, alguém já alguém falou aí que agora não vou lembrar quem é. Por curiosidade não funciona, porque você não tem estrutura neste momento para lembrar de tudo. Vou tentar ser mais clara com relação a isso. A gente não lembra de toda a encarnação, a gente lembra de coisas específicas. Quando você vai por curiosidade, não necessariamente você vai estar bem acompanhado, nem vai tá fazendo essa regressão com, talvez com uma pessoa eh devidamente capacitada e responsável. E aí você pode lembrar de coisas que você ainda não tá
ssariamente você vai estar bem acompanhado, nem vai tá fazendo essa regressão com, talvez com uma pessoa eh devidamente capacitada e responsável. E aí você pode lembrar de coisas que você ainda não tá preparado para lembrar. E aí, em vez de fazer bem, te faz mal. Essa é a questão. Agora, que algumas coisas eh a gente precisa lembrar, como disse o Thaago, o exemplo do Thiago tem muito a ver com o meu, por exemplo. Eu nunca quis lembrar, continuo não querendo, tá de boa, tô tô sossegada aqui. Mas num determinado momento da minha vida, era necessário que eu lembrasse para que eu lidasse com aquela situação como realmente uma condição de aprendizado e não de sofrimento, que era o que eu tava, eu tava bem perturbada, viu, gente? Tava bem fora do eixo. E aí foi sugerida a regressão várias vezes até eu concordar, até eu aceitar. E aí eu fui fazer regressão de memória mesmo. Não, não foi, não foram flashes de memória, nem desdobramento, foi regressão mesmo. E e foi não foi como o do Thaago. Não foi bom. Não foi bom. Foi bem difícil. Foi bem difícil porque eu voltei bem incomodada. Mas esse incômodo quando ele passou me fez ver o porquê das relações, o quanto as coisas já tinham mudado e o que eu precisava fazer e por que eu tinha tomado algumas decisões que eu eh já tava me arrependendo. Então, para mim, aquele ali foi um um mar foi uma mudança muito forte nas minhas relações familiares, sabe? nas minhas relações, eh, de diversas formas, no meu entendimento ali, foi muito importante, mas foi também de não foi confortável, não foi agradável. E de vez em quando eu tenho uns uns flashes também de outras encarnações, mas aí de novo, assim, coisa muito rápida que é para falar assim: "Isso aqui você vai lá fazer porque você pode fazer. Você já fez isso outras vezes você vai conseguir fazer. Porque quem fala muito esconde a a verdadeira personalidade. Vocês já pensaram nisso? Eu sou extremamente insegura, extremamente insegura. Então eu tenho isso aqui para mim é normal porque eu
r fazer. Porque quem fala muito esconde a a verdadeira personalidade. Vocês já pensaram nisso? Eu sou extremamente insegura, extremamente insegura. Então eu tenho isso aqui para mim é normal porque eu trabalhei a vida toda com isso. Então eu sei parece que eu sou super tranquila, né? Mas eu tenho muita insegurança com muita coisa. Aí de vez em quando eles dão uma empurradinha. Vai, vai, minha filha, que você consegue. Vai, minha filha, que você consegue. Tô tentando. Eu tô tentando. Mas coragem não é sempre uma um dispositivo que a gente aperta e ele passa a funcionar, né? Ai, ai. A Susete eu falei bom dia, né, Susete? Falei bom dia para Susete. Chile deixa passado para lá. Acho que a gente só descobre se tem um propósito. Exatamente. Não fui atrás, fiquei sabendo é diferente. É muito diferente. Aceps jura? É aquela a sacerdotisa. Minha irmã mais velha tinha uma uma ligação forte com ela também. Tinha memó tinha sensação de memória desse período aí dessa hardsut. Eu não sei falar esse nome, mas acho que é isso. Minha irmã mais velha. Então esse é o ponto, entender qual o propósito das repetições e agora com o conhecimento da doutrina entender qual o sentido e aprendizado. Disse tudo, Rosine, disse tudo. É isso mesmo. Eu mudei muito depois disso. Mas é porque senão não tem sentido, né? Não tem sentido. Oi, Miram. Bom dia, querida. Bom dia. Dá bom dia pro Nicolau também. Então essa é uma condição, né? Essa é uma condição. Se a gente não tem essa essa clareza de do por que a gente lembra das coisas e para que que a gente lembra. E olha que interessante, né? Na terapia eu tô entendendo porque que a gente esquece. Não é engraçado? Na terapia eu tô entendendo porque que a gente pega umas coisas e põe tão embaixo do tapete que a gente acha que a gente não lembra mais delas. A gente lembra, elas estão lá. Elas estão inclusive fazendo a gente dar umas tropeçadas. Sabe quando você passa no tapete e eles tem ele tem aquela ondinha assim, ó, das coisas que você enfiou lá para guardar, aí você passa lá
lá. Elas estão inclusive fazendo a gente dar umas tropeçadas. Sabe quando você passa no tapete e eles tem ele tem aquela ondinha assim, ó, das coisas que você enfiou lá para guardar, aí você passa lá e tropeça. Tá lá. É isso. Ah, é uma das encarnações do Chico. É, foi Ratsuti, faraó no Egito. Eu não lembro. Acho que era esse o nome. Será que eu tô fazendo confusão? Eu tô lembrando do nome por causa da história do Chico. Pode ser. E a da minha irmã era outra. Ô, gente, a obra do lado, ó. Tô fazendo col. O muro é do ladinho. Ai, talvez, talvez, talvez. E Chico foi muito feliz quando disse para não magoarmos ninguém. É exato. Porque às vezes você lembra quem foi aquela pessoa numa outra encarnação, você deve ficar em silêncio, né? Você não deve ir lá contar para ela. Você, né? O Chico não falava. O Chico via, mano, eu contava para ele e ele punha aquela peneinha, falava: "Meu bem, quem sabe, né? Sabe >> é isso?" Porque magoamos as pessoas. Isso mesmo. Aqui, ó. Se eu continuar com as efeméridos, eh, para câs, eu devo estar muito cansada, porque tem umas, eu eu pensei 50 vezes em fazer isso, se esqueci. ligar o notebook na tomada. Mas hoje tem nós temos uma que nós não podemos deixar que tem tudo a ver com o que a gente tá falando, inclusive. Bom, no dia 22 de outubro de 1922, nascia Irma de Castro Rocha. Já ouviram falar? Irma de Castro Rocha em Mateus Lemes Leme, Minas Gerais. Ela desencarnou no mesmo estado em Belo Horizonte a 1o de outubro de 1946. Irma de Castro Rocha, conhecida como Meimei, foi uma educadora brasileira que se tornou um espírito proeminente no meio espírita, famosa pelas mensagens psicografadas por Chico Xavier. Ela é reconhecida por sua bondade, inteligência e amor pelas crianças. E seu espírito continua a atuar no amparo e orientação infantil a partir da espiritualidade. O apelido Meimei foi dado por seu marido Arnaldo Rocha após lerem juntos o livro Um um momento em Pequim. Logo na infância, Mei foi diagnosticada com nefrite crônica, uma condição que se agravou eh
e. O apelido Meimei foi dado por seu marido Arnaldo Rocha após lerem juntos o livro Um um momento em Pequim. Logo na infância, Mei foi diagnosticada com nefrite crônica, uma condição que se agravou eh durante sua adolescência. Mesmo assim, conseguiu cursar o ensino fundamental e ingressar na Escola Normal de Taúa, que hoje é um colégio estadual. Contudo, no segundo ano do curso, foi obrigada a abandonar os estudos devido a piora da sua saúde. Então, ela já veio com uma condição física precária, não é, que certamente não era só uma prova ou uma expiação, sei lá, também não importa, apenas para ela, mas com certeza paraa família também, né? Porque você já tem um filho que e um irmão, um sobrinho, um neto que já de partida já tem um problema de saúde grave, né, como é uma nefrite. Hoje os tratamentos são mais eh eficientes, mas enfim, eh isso cria uma uma uma situação delicada paraa família também. E aí, independente, né, gente, se é expiação, se é prova, interessa, interessa que a pessoa passe bem por aquela situação e aprenda o que for necessário, né? Porque nas duas condições é a a o objetivo é o aprendizado, né? tanto na expiação quanto na prova. É aprendizado. Meimei voltou a adoecer gravemente em 1946 por conta da Nfrit, falecendo aos 24 anos no dia 1eiro de outubro em Belo Horizonte, vítima de insuficiência renal. Fazia pouco tempo que ela tava casada, né? Eh, ela tem, eu vou falar os livros dela, deixa eu ver se eu consigo pôr as a imagem aqui, que é sempre mais legal. Tã. abri aqui e aí apareceram umas coisas esquisita. vai entender. Achei livros de Mei, vida e mensagem. Pai nosso. Esse aqui não é dela não. História de André. É assim. Cartilha do bem. Ah, não. Coleção é outra coisa. Evangelho no lar é dela também. Então tem vários livros, viu? Para Ah, esse eu tenho, ó. É lindo esse amizade. É lindo. Eu tenho a capa é desse jeitinho. São mensagens tão bonitas, eh, tão significativas, sabe? E e doces, né? Acho que a principal característica dela é a doçura que ela traz nas mensagens,
zade. É lindo. Eu tenho a capa é desse jeitinho. São mensagens tão bonitas, eh, tão significativas, sabe? E e doces, né? Acho que a principal característica dela é a doçura que ela traz nas mensagens, sabe? O carinho que ela traz na mensagem. Vamos ver se eu acho. Esse é lindo. Para vocês muito bem. É, nem sempre teremos oportunidade de reparar presencialmente. É, essa é a questão, né? É por isso que é resolva os seus problemas enquanto você está a caminho com eles, né? A caminho com as pessoas, né? As oportunidades são únicas. Aproveitem hoje. Isso mesmo. Ouso dizer, Estela, que todos nós médiuns temos um pé no Egito, nas gales e certamente no Oriente também. É isso. Sem falar as tribos, né? As tribos dos povos nativos, dos povos originários. Vocês já pensaram que em várias oportunidades foi preciso esconder? Esconder no bom sentido, né? esconder a a nós espíritos aqui na depois da gente viver em todos esses lugares que o Thiago falou, foi preciso trazer a gente paraas paraas tribos eh de povos originários aqui das Américas para esconder a gente daqueles a quem nós fizemos muito mal no passado. nessa possibilidade, porque essa coisa de falar que, ah, eh, ninguém viveu em tribo, em tribo brasileira, vocês já perceberam isso? Que ninguém viveu numa tribo no Amazonas? A gente veio para cá direto pra cidade, não, né? Não, não. A gente passou uns bocados aqui. A gente não veio para cá como português e como holandês. A gente certamente veio encarnando como ã qual o jeito certo de falar? Esqueci. Não é indígena. Eh, enfim, como eh no junto com os povos originários, né, nós viemos para cá para ficar junto neles e viver de forma humilde, simples, sem aqueles vícios de culturais, vícios de paixões que nós já conhecemos na Europa, sabe? Então, a gente vem para cá para viver junto deles na nesse formato eh singelo e humilde que eles vivem a a boa parte deles vive até hoje, que não é um formato não eh não civilizado, muito pelo contrário, é uma civilização com cultura diferente da nossa.
nesse formato eh singelo e humilde que eles vivem a a boa parte deles vive até hoje, que não é um formato não eh não civilizado, muito pelo contrário, é uma civilização com cultura diferente da nossa. Bom dia, Hélia, meu bem. Bom dia. Não amo rede à toa. Certamente eu amo mato também. Também nativos da terra. É, mas tem uns jeitos de falar, Patrícia, que não é mais a gente não chama mais de índio, nem de tem, enfim, a gente precisa aprender o jeito certo de falar as coisas, né? Caramba, na justiça estamos aplicando as ferramentas dos povos originais para solução de conflitos. Olha que belezura. Então isso é civilização, né? E nós certamente viemos a a viemos e e possivelmente ficamos ali um bom tempo, né? Até a gente poder acalmar os corações, até o poder acalmar o coração daqueles que estavam atrás da gente também, né? E certamente eles não estavam atrás de nós, porque nós somos de novo modelos de candura, sabe? É isso. Então, a gente precisa sempre ter uma ã, eu vou achar aqui, a gente precisa parar para pensar nas coisas. é indígena mesmo, o jeito correto. A palavra indígena reconhece a diversidade cultural, as línguas, os costumes e o dos territórios. Use indígena, tá bom? Então é isso, é indígena. Nós já vivemos lá, com certeza. Povos originários. É, mas quando eu quero falar assim, ó, aquela aquela pessoa é uma pessoa é um uma pessoa, entendeu? Nós já vivemos estes valores. Pena termos perdido. Pois povos originários. É indígena também, viu, gente? Acabei de pesquisar aqui. Pode chamar de indígena. Ah, menos mal, porque é ruim isso, né? Quando eu eu já falei isso aqui várias vezes, mas vocês sabem que tem umas coisas que a gente tem que ficar repetindo, né? Chama politicamente correto porque é politicamente correto, entendeu? Então não é para usar aqueles termos que a gente usava antes. Por quê? Porque esses termos que a gente usava antes, eu não vou dar ah exemplo aqui para não cair em erro, eh, não ficar repetindo os erros, entendeu? Mas enfim, tem várias coisas que a gente
antes. Por quê? Porque esses termos que a gente usava antes, eu não vou dar ah exemplo aqui para não cair em erro, eh, não ficar repetindo os erros, entendeu? Mas enfim, tem várias coisas que a gente falava muito e que a gente não deve falar por um motivo básico. Básico. A pessoa a quem você tá se referindo gosta desse termo e ela não quer ser chamada assim. Eu, para mim isso tem que ser o suficiente, sabe? Então, você olha para uma pessoa que nem eu, por exemplo, você vai chegar para mim e vai falar: "Ô, gorda, você vai falar: "Não vai, né, cara? Não vai, porque é ruim isso, não é? Então, a gente chegar para outra pessoa e chamar ela de um jeito que ela não quer ser chamada é coisa, tá errindo. Então, mas ah, esse politicamente correto é chato, cara. Chama politicamente correto para a gente vai levar um tempo para perder todos esses hábitos. Vai, mas a gente tem que se dispor a não falar, não usar mais termos que são incorretos, que são errados, né? Muito bem. Mas aqui a gente já falou das nossas efemérias e nós já vamos terminar. Então, para terminar, já que eu falei pouquíssimo da nossa queridíssima Meimei, é que recentemente a gente falou dela. Confia seca. Não percas a tua fé entre as sombras do mundo. Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue para a frente, erguendo-a por luz celeste acima de ti mesmo. Crê e batalha. Esforça-te no bem e espera com paciência. Tudo passa e tudo se renova na terra. Mas o que vem do céu permanecerá. De todos os infelizes, os mais ditosos, os mais desditosos, são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmos. Porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo. Eleva, pois, o teu olhar e caminha, luta e serve. Aprende e adianta-te. Brilha a alvorada além da noite. Hoje é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te com aflição ou ameaçando-te com a morte. Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia. Mei é linda, não é? É linda. Chama confia sempre.
rfanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te com aflição ou ameaçando-te com a morte. Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia. Mei é linda, não é? É linda. Chama confia sempre. Então, confiando sempre, porque nós não estamos aqui à toa, não estamos aqui a passeio, certamente, mas estamos aqui rodeados de bons amigos. Eh, já conhecedores da doutrina espírita, nós estamos aqui certamente para aprender e como disse e nos orientou a querida Mei, estamos aqui para confiar sempre que vocês tenham uma quarta-feira maravilhosa, que seja um dia de paz, de tranquilidade e que a gente possa se ver o mais breve possível. Perdi tudo aqui, ó. Achei. Até amanhã. Amanhã tem bom dia, café.
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