Bom dia, café! 170226 AO VIVO Renovando Consciências

Conecta Espiritismo TV 17/02/2026 (há 1 mês) 1:06:47 9 visualizações 1 curtidas

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias e bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 O Bom dia, café! tem agora uma playlist de músicas no Spotify. Vá lá conhecer a aproveitar para elevar os pensamentos através de boa música. Acesse e ouça: sptfy.in/bom-dia-café

Transcrição

Sal Eu diria, fique calma, se não vai passar. Eu daria um conselho. Chore mesmo. Enquanto chora, aproveita para orar. Porque quem chora para Deus é consolado, é bem-aventurado. E Deus não desamparará. Ele mesmo enxugará as tuas lágrimas e desabafa e deixa ele te abraçar. Calma, calma, não se preocupe. Tenha calma, calma, calma. Eu dedico esse refrão pra tua alma. Calma. Calma, não se preocupe. Tenha calma, calma, calma. Eu dedico esse refrão pra tua alma. Se eu pudesse conversar com a sua alma, eu diria: "Fique calma. Não é só você que sente assim. Não é que você seja estranha, que você é estrangeira. O seu lar não é aqui. Lá no céu, um dia tudo se encaixa. O que te inquieta não vai mais te preocupar. Você vale mais que o mundo inteiro e por toda a sua espera, Deus vai te recompensar. Ah, calma, calma, não se preocupe. Tenha calma, calma, calma. Eu dedico esse refrão pra tua alma. Calma, calma, não se preocupe. Tenha calma, calma. Calma, eu dedico esse refrão paraa tua alma. Eh, minha gente, mi gente querida, dias com muita calma que a nossa alma precisa dessa tranquilidade, dessa pacificação para começar bem todos os dias nessa oportunidade chamada existência. existência, porque a vida é infinita, imortal. Então, oportunidade nessa existência para termos uma vida cada vez mais pacífica, mais pacificadora, mais completa, mais amorosa. Então, muita calma, como diz aqui essa nossa música, porque tudo vai se encaixando. Nós não somos daqui. Nós somos estrangeiros aqui encarnados, vivendo essa experiência. O nosso lar verdadeiro é a pátria espiritual. Tudo vai se encaixar. Nós vamos ser recompensados pelo todo bem, todo amor, toda intenção verdadeira que colocarmos nesse bem e nesse amor que fizermos por nós e por todos. E é para isso que a gente tá aqui todos os dias, todo dia não, gente, de segunda a sexta, segunda às 7 da manhã, de terça a sexta, 7:30 da manhã. para falar das coisas boas que acalmam a nossa alma, que nos dão essa perspectiva de que estamos numa experiência

ão, gente, de segunda a sexta, segunda às 7 da manhã, de terça a sexta, 7:30 da manhã. para falar das coisas boas que acalmam a nossa alma, que nos dão essa perspectiva de que estamos numa experiência altamente necessária, porque se não fosse assim, o Pai não teria criado esse roteiro para a nossa evolução, para o nosso melhoramento. E aí com os bons exemplos, as boas reflexões, trazendo a essência do Cristo, a essência das leis universais, os exemplos de Jesus que precisam estar em nós cada vez mais, né? Essa é a chave que nós vamos conseguir abrir todas as portas da nossa intimidade imortal, da nossa intimidade divina. E aí a gente vai ajudando a nós mesmos e ajudando a todos, porque a gente sai dessa sintonia massificante da manada, né, que olha para o mundo e não olha para o que transcende o mundo, para essa construção de nós mesmos e de uma família fraterna que quanto mais se auxilia, quanto mais se doa, quanto mais serve um ao outro, mais feliz se torna. Então, é com muita alegria que a gente tá aqui. Coisa boa. Cadê essa turma? Eu mandei mensagem lá. Bora, bora, bora. Terçou nesse, nesse clima de folia aqui fraterna. Olha só. Ah, pera aí, tenho que fazer minha audiodescrição. Ai, gente, pera, pera, pera. Estamos aqui no estúdio e Espanha no meu quartinho aqui com muito amor, com muito carinho. Sou uma mulher de pele clara. Aí chegando aos 50 quase, estamos no caminho com os cabelos castanhos escuro meio ondulado, meio rebeldes, meio não querendo ficar em nenhum lugar. Armação de óculos marrom retangular. Hoje eu estou com uma blusa branca para trazer essa calma, para trazer essa paz do nosso Carnalí, dar essa sustentação para esses irmãos que, né, que se colocaram à disposição dessa empreitada, desse serviço de trazer as reflexões para nos abrir a mente, a consciência e os corações para a verdade espiritual. Então, estamos com uma camiseta branca, combinando com a o armário branco, com a estante branca, com os nossos livros, com os nossos bonequinhos. Dr. Bezerra. Ah, hoje a nossa prece é

dade espiritual. Então, estamos com uma camiseta branca, combinando com a o armário branco, com a estante branca, com os nossos livros, com os nossos bonequinhos. Dr. Bezerra. Ah, hoje a nossa prece é uma mensagem de Dr. Bezerra. Uau! Gente, essa espiritualidade é uma coisa de louco. É uma coisa de louco. É muito maravilhosa. Então, vamos ver quem já chegou aqui e aí a gente faz a nossa leitura aqui, a nossa prece. Vou guardar meu meu ponto aqui da música. Coisa boa. Olha só. Muito bem, Chilei. Chegou na hora. Gostei. Pontual no feriadão. Estamos aqui. Aqui não é feriado, gente. Aqui estamos estamos um dia normal. Vocês já sabem, né? Aqui o carnaval tem até coisa de carnaval aqui, tá? Mas é muito menos do que, né, se constituiu aí no Brasil, apesar do carnaval ter sido, né, inventado aqui a longa longa de longa data. A nossa Marilda Lux falou muito nisso, já explicou, né? E mas aí no Brasil as coisas tomaram uma proporção um pouquinho maior, né, até a atualidade. Então aqui a nossa parada, né, técnica aí para eh um momento eh mais festivo é em março. Lembre que nós temos aquela festa que é patrimônio cultural da UNESCO que queima tudo. Então assim, tem até uma ideia parecida, né, no final, amanhã, quarta-feira de cinzas, ó, depois vira tudo o cinza aqui também, né? Mas eh tem um outro fundo, né? Tem um outro fundo e da renovação, mas sem tantos excessos. a gente só precisava diminuir aqui eh os excessos, né, do exagero, da das alegorias e talvez dessa queimação pelo ambiente e do barulho, dos fogos. Mas enfim, estamos no caminho, gente. Estamos no caminho. Olha o Adilson aqui com a gente hoje. Bom dia. Obrigada por estar aqui com a gente. Muito bem, Terezinha. Bona, Mat, não é isso aí. Vamos cair da cama, Ritinha, que maravilha. Chegando junto aqui. Muito bem, acho bom. Pedrux ca da cama. Ó, a chefa Lux nem caiu da cama ainda, gente. Quero só ver que hora que ela vai aparecer. Muito bem. Vamos então fazer a nossa leitura aqui do Dr. Bezerra, porque, né, ele que está dando essa assessoria

a chefa Lux nem caiu da cama ainda, gente. Quero só ver que hora que ela vai aparecer. Muito bem. Vamos então fazer a nossa leitura aqui do Dr. Bezerra, porque, né, ele que está dando essa assessoria para nós nesse livro que está sendo estudado aí, refletido no nosso carnal, ó, para vocês não esquecerem, começa daqui a pouco o bloco sete, tá? Mas eu só permito que vocês eh se pirulitem para o bloco s quando acabar o bom dia café, viu? [risadas] Eu vou anotar o nome de todo mundo. Ai meu Deus. Então ó, vamos ver essa mensagem. Dr. Bezerra. Olguinha, muito bem. Buenos dias. chegou porque tem muita efeméride, tem vários vídeos pra gente ver as histórias maravilhosas e pensar nessas histórias. Eu e eu não quero passar muito porque eu quero que vocês se pirulitem para o Carnal, certo? Então, bora aqui na na mensagem. >> Caríssimos irmãos, a bênção que Jesus nos oferece de aprender é grandiosa. Precisamos libertar os preconceitos, as dificuldades imperativas para acender a luz da esperança no pensamento de tantos espíritos aflitos, portadores de desilusões. Chegou a hora de sorrir para Deus, agradecendo o entendimento da vida. Jesus, o Mestre, nos conclama o grande trabalho de renovação, em que o entendimento pleno do ser espiritual conclama forças, esforços inteligentes, para que não brinquemos com as oportunidades existenciais a que todos estamos sendo submetidos. Olha só, né? a gente fala de brincar o carnaval e ele tá falando aqui pra gente deixar de brincar com as oportunidades. Chegou a hora de desvendar com seriedade o espírito, diagnosticar seus conflitos e lhe fornecer as argumentações sinceras, coroadas de verdade. Os sentimentos guardados, cristalizados no espírito, necessitam ser desacomodados para que essa desagregação gere o desejo de mudar. Na zona de conforto a gente não vai avançar. Os conceitos sobre o pensamento e a vontade já foram trazidos por tantos espíritos que procuraram colaborar com o entendimento dos princípios básicos contidos na obra codificada por Allan

vai avançar. Os conceitos sobre o pensamento e a vontade já foram trazidos por tantos espíritos que procuraram colaborar com o entendimento dos princípios básicos contidos na obra codificada por Allan Kardec. É tempo de mergulhar na intimidade do ser para compreender as causas dos males que perturbam a capacidade de refletir. É hora do espírito posicionar-se perante sua própria programação reencarnatória. Eu eu eu vou fazer mais um comentário. Gente, quando eu li esse parágrafo aqui, eu lembrei daquela frase que aparece nas redes sociais, né? Tudo volta. Isso te conforta ou te assusta? E aí, domingo a gente tava fazendo uma reflexão e falando sobre responsabilidade e pensamos exatamente nessa mesma nessa mesma colocação. A responsabilidade sobre a nossa programação reencarnatória, a nossa evolução é nossa. Isso te conforta ou te assusta? Pensemos. Para espiritualizar a existência, é preciso desprender-se das querelas doentias, das vibrações difíceis que o sentimento se encarregou de formar. As estruturas energéticas do ser têm o modos operante devido à movimentação dos sentimentos que transformam e transcendem além da dimensão mental. Tudo que fazemos fica registrado em nós e no livro fluídico da vida. Temos que ter essa consciência urgente, evangelizar o espírito com a luz da verdade, conduzindo a uma postura reflexiva que promova em si o desejo de fazer, de construir e renovar suas estruturas mentais. É a proposta de Eurípedes Barçsanufo. Gente, essa mensagem tá num livro de eh estudos lá de Sacramento, por isso ele tá falando de Ourípedes. E por isso eu escolhi essa mensagem também, porque nós vamos Euedes vai entrar hoje novamente no nosso Bom Dia Café. Mudar tendências e restaurar desejos e pensamentos. Mudar hábitos é formalizar novos conceitos que surgem a partir de do esforço do querer. Ninguém muda sem o concurso da vontade. A evangelização de espíritos mostra os caminhos que o espírito busca para entender sua ação, sua formação, sua história, a sua dimensão do futuro, que

o querer. Ninguém muda sem o concurso da vontade. A evangelização de espíritos mostra os caminhos que o espírito busca para entender sua ação, sua formação, sua história, a sua dimensão do futuro, que está intimamente ligada à estrutura divina cósmica, o livro fluídico com o qual o espírito se relaciona e se dimensiona. Alargar o pensamento é dimensionar-se no universo como filho de Deus e não se aprisionar no corpo. Somos seres de natureza divina com perspectivas grandiosas e desejos de evoluir. A evangelização de espíritos é esse método pedagógico que orienta o espírito a buscar todos os recursos do conhecimento trazido pelo espírito de verdade, contribuindo assim com os espíritos no sentido de promover um destino evolutivo consciente. E aqui estamos nesse programa bendito. Passamos desse momento sublime da humanidade à alavanca do nosso progresso, auxiliando, amparando e amando a todos como irmãos, os filhos de Deus, espíritos que desempenharão grandes tarefas de ordem superior a restaurar os sentimentos. Estão apostos. A espiritualidade está sempre à nossa a nosso alcance, né? À distância de uma oração, de uma mentalização. Educar os filhos de Deus. Essa é a nossa grande tarefa. A paz conclamo a todos. Que Jesus seja vivenciado por todos nós. Paz, Adolfo Bezerra de Menezes. Esse livro chama pelos caminhos do entendimento do espírito. E vai ter mais uma mensagem desse livro que nós vamos ler. Porque essa espiritualidade, ó, tá ao alcance de uma mentalização, de uma abertura do nosso coração e da nossa mente e da nossa disposição íntima, do nosso querer de ser acessado e de receber o auxílio, mas da forma que é necessária, da forma que é precisa e não da forma que eu quero, né? Eu preciso entender os processos pelos quais eu tenho que passar e que talvez o outro tenha que passar. e fazer o meu melhor sempre, porque a intenção é o que conta. A intenção é o que eh é sondada em nós pelo Pai e pela espiritualidade. Eh, ah, gostei. Essa turma aqui, ó, acordando seu ministro.

assar. e fazer o meu melhor sempre, porque a intenção é o que conta. A intenção é o que eh é sondada em nós pelo Pai e pela espiritualidade. Eh, ah, gostei. Essa turma aqui, ó, acordando seu ministro. Buenos dias. Buenos dias. Anivalci também acordou. Muito bem. Ó, ó, tem gente em bicorporiedade aqui. Coisa maravilhosa. Essa mensagem é muito linda, gente. É muito linda. Eh, não vai dar para eu falar tudo que eu queria falar hoje, né? Porque tem muitas efemérides, mas na semana que vem a gente volta nessa mensagem porque ela tá também relacionada com outra coisa que eu queria falar. Mas vamos lá. Vamos lá, porque tem muita coisa. Ah, gostei. Ah, gostei. Antonieta. Bom dia, amigos do Cafezal. Ó, muito bem, Antonieta. Muito legal. Chega junto aqui nesse cafezal, gente. Vamos embora. Vamos embora que tá bom demais. Pera aí, que que eu tenho que apertar mesmo, gente? Ah, não tem aniversários hoje. Então, bora lá paraa nossa. Ai gente, vamos enrolar. Vou ter que cantar de novo. Calma, calma. Eu dedico esse refrão pra sua alma. Por nós não colocamos os slides no estúdio ainda, mas vai dar tudo certo. Vai baixar rapidinho aqui e vai entrar rapidinho aqui. Bora lá. >> Para você que tá me assistindo e que me escuta falar, se desespere com calma. Esse é o momento do desespero com calma, que você olha e não está ali o material que você precisa. Mas ele já chegou, minha gente. Muito bem. Que bênção essa internet quando ela funciona é coisa boa. Hoje então é celebrado o desencarne do grande maestro Johan Henrich Pestalose. Meu Deus, esse nome é difícil. Como eu vi um videozinho, o pessoal até traduziu o nome, João Henrique. Então o nosso João Henrique Pestalose para os íntimos. Alguinha, você não sabe. E essa essa é a técnica para o ao vivo dar certo, entendeu? Essa é a técnica, porque senão a gente se desespera com desespero e aí o trem descarrila, tá tudo certo. O nosso queridíssimo Pestalose, né, grande reformador social, educador suíço, que ficou conhecido como pai de educação

e senão a gente se desespera com desespero e aí o trem descarrila, tá tudo certo. O nosso queridíssimo Pestalose, né, grande reformador social, educador suíço, que ficou conhecido como pai de educação moderna, ele era chamado pelos alunos por pipestalose. Olha como ele era querido, apesar de ele, ele mesmo em si não dar as aulas, ele dava toda a orientação, a coordenação, o direcionamento, porque era uma mente brilhante, né? precisava est aí nessa coordenação, nessa orientação de todos os educadores. A era moderna da educação começou com ele, o seu espírito e ideais conduziram a grandes reformas educacionais na Europa do século XIX. E a gente sabe, né, quem foi aluno do nosso querido Pestalose, do nosso João Henrique Pestalose, né? Mas antes da gente falar mais sobre isso, eh, como diria Freud, nós vamos ver o videozinho sobre pestalose. É um pouquinho longuinho, gente. Tem 8 minutos, mas fiquem aí, se segurem na cadeira. Jesus tá vendo quem vai sair da sala, hein? O pestalose chamado Johan Heinrich Pestal [música] nasceu em 1746, morreu em 1827, nasceu em Zurique, na Suíça, e teve uma vida bastante movimentada, né? Ele foi um escritor bastante eh fecundo, teve muit escreveu muitas obras. As obras completas dele somam 40 volumes, mas dentro de cada volume são vários títulos. fora as cartas que ele mandava, então ele escrevia muito, né? Mas ele também foi um homem da prática pedagógica. Ele testava suas teorias na prática e mudava as suas ideias a partir das experiências práticas. Pestalose teve diversas experiências pedagógicas que duraram eh alguns anos e fracassaram financeiramente, né? Ele teve muita dificuldade financeira. primeira dela em Noyof, numa fazenda eh que era a herança da mulher dele, onde ele desenvolve desenvolveu uma educação para as crianças camponesas, né? Depois teve eh uma experiência curta, mas definitiva, que foi a distance. Ele lidou sozinho com 80 crianças órfãs, traumatizadas de guerra, com ajuda apenas de uma governanta. Eh, esse essa experiência

epois teve eh uma experiência curta, mas definitiva, que foi a distance. Ele lidou sozinho com 80 crianças órfãs, traumatizadas de guerra, com ajuda apenas de uma governanta. Eh, esse essa experiência que transformou a vida do Pestale. Depois ele teve uma outra escola em Burgdof que demorou alguns anos e por fim Iverdan veio como coramento da sua obra. Ele recebeu a oferta do cantão de No Chatel na Suíça. Eles ofereceram para ele o castelo, um castelo medieval do ano 1000, que até hoje está lá. Hoje é um museu do Pestalose nesse castelo de verdade, ele criou a sua escola definitiva, porque foi a escola que durou mais tempo, 20 anos, acabou antes dele morrer, 2 anos antes dele morrer em 1825, mas se tornou um centro de referência de educação na Europa. Vinha gente de todo lugar, até dos Estados Unidos também, visitar a escola, conhecer, se inspirar, né, nas ideias e nas práticas de pestalose. E essa escola funcionava de maneira muito vanguardista na época, vanguardista até hoje, né? E era uma educação muito ativa. Pestalose não dava aula, mas ele coordenava e tinha uma relação muito afetiva com as crianças. E esses professores, então, saíam com os alunos, eh, faziam atividades físicas, eh, na natureza, eh, de música, de teatro, tinha tudo. É uma escola muito completa, muito estimulante, né? eh, e bastante afetiva, né? Então, semanalmente as crianças iam conversar com o Pestalose e o mais interessante é que se tratava de uma escola experimental, porque o que que acontece? os professores se reuniam com Pestalose [música] semanalmente e iam eh testando ideias, projetos pedagógicos e depois ele escrevia sobre isso a partir da prática do Instituto de Verdão. Eu diria que a uma das principais [música] contribuições que o Pestalose deu paraa história da educação foi a a ênfase no papel da afetividade da educação. Ele dizia que não existe processo pedagógico se não houver um vínculo afetivo. Isso era muito novo. Depois isso se iria se aprofundar. Outros educadores e psicólogos eh iriam

afetividade da educação. Ele dizia que não existe processo pedagógico se não houver um vínculo afetivo. Isso era muito novo. Depois isso se iria se aprofundar. Outros educadores e psicólogos eh iriam falar sobre isso, mas foi o Pestalose que primeiro teorizou especificamente sobre isso. Ele dizia que o amor na educação tem que ser um amor vidente, né? Ou seja, um amor lúcido, um amor que enxerga eh o outro, né? É um amor construtivo que ajuda o outro a crescer, que ajuda o outro a ser, né, e a se fazer. Outro conceito do pestalose era a ideia de uma educação integral, que ele resumia metaforicamente em coração, cabeça e mãos, né? O que que significava isso? É que ele pensava que a educação deveria desenvolver simultaneamente e equilibradamente todas as potencialidades do ser humano no sentido cognitivo, né? Eh, emocional, moral e também ativo, né? É, que é o que simbolizava as mãos, né? Ele achava que se houvesse um descompasso entre o desenvolvimento dessas potencialidades, é que gerava um ser humano problemático. Veja como isso é atual, né? Porque hoje se sabe o quanto que as emoções podem atrapalhar inclusive a cognição, né? Como ainda a nossa educação faz, né? Porque fragmenta só no cognitivo, só no intelecto racional e não trabalha com outras coisas. A mão também simbolizava o corpo, né? e e que também é uma coisa desconsiderada às vezes na nossa educação. E e o Pestal já tinha isso intuitivamente no final do século XVI, começo do século XIX. Eu diria que praticamente todos os grandes educadores do século XIX, do século XX, tiveram [música] influência de Pestalose. Por exemplo, Maria Montessor conhecia, citava eh eh Pestalose e ela tem muita influência do Pestalose, né? Por exemplo, Frenê tem tem influência do Pestalose, Pestalose, por sua vez, era discípulo de Rousseau. Então, estão todos na mesma tradição, né? Eh, porque essa ideia de observar o desenvolvimento da criança é uma ideia que vem de Comênios, Rousseau, Pestalose, que depois vai ser desenvolvida eh por Pag

ntão, estão todos na mesma tradição, né? Eh, porque essa ideia de observar o desenvolvimento da criança é uma ideia que vem de Comênios, Rousseau, Pestalose, que depois vai ser desenvolvida eh por Pag de uma maneira mais eh sistematizada, mais científica, né? Eh, mas todo o movimento da escola nova, né, que teve grande influência no Brasil na década de 20 e de 30, toda ela era influenciada por Pestalosea, né? Então, uma das coisas, por exemplo, que Pestalosa inventou e que depois inúmeros educadores iam reproduzir, até hoje a gente tem nas nossas escolas, é aula passeio, né? Eh, sair de de pesquisar, de, enfim, olhar o ambiente, né? Ele tinha, por exemplo, as crianças tinham horta, né? Eh, tinham aula de música, tinham projetos, ou seja, era, digamos assim, um summer hill do século XIX, né? >> Pestalose chegou no Brasil apenas de maneira indireta, porque nós nunca tivemos uma obra dele traduzida português. Primeiro texto traduzido por português, aliás, o primeiro até agora o único texto traduziu português foi o que eu traduzi, que foi a carta distance, né? Eh, então, ninguém no Brasil nunca chegou a ler os originais das obras de Pestalose. Então, como que chegou Pestalose aqui de maneira indireta? Eh, por exemplo, teve o o Joaquim Macedo, né, eh, Teixeira Macedo, que no século 19 foi a Europa, pegou alguns textos, conheceu, falou alguma coisa aqui no Brasil, nas revistas de educação, no início do século XX falava de Pestalose, mas eh como ele tendo sido criador do método intuitivo, inclusive em vários documentos da escola pública no Brasil, das primeiras décadas do século XX, mencionavam esse método intuitivo como sendo o método de pestaloseia, né? Eh, eu discordo um pouco dessa tradução, intuitivo. Eu eu coloco que ele ele criou uma ideia de percepção e não de intuição, porque ele trabalhava com a ideia de que a criança tinha que perceber todas as coisas externamente, sensorialmente e internamente através de um autoconhecimento. Uma pessoa que realmente conhecia Pestalose e que fez

alhava com a ideia de que a criança tinha que perceber todas as coisas externamente, sensorialmente e internamente através de um autoconhecimento. Uma pessoa que realmente conhecia Pestalose e que fez um trabalho inspirado em Pestalose foi Helenpof. uma educadora russa radicada aqui no Brasil, né, e que fundou a associação eh Pestalose, que até hoje existe. Uma outra porta de entrada do Pestal no Brasil foi através do Espiritismo, [música] porque Kardec, o fundador do Espiritismo, era discípulo de Pestalose. Então, os [música] espíritas mencionam, estudam a pestalose às vezes por Minha mãe do céu, que espírito, que espírito maravilhoso, que legado, né? Legado de décadas de século, uma transformão, transformação profunda, né? Fez uma marca profunda na vida de todos, né? foi permeando ali todas essas entrelinhas da educação. Mas muito interessante, né? Muito interessante a sua proposta, né? A proposta do ser integral, né? Que precisava então ser trazida ao mundo, né? A luz para sairmos dessa condição de corpos, né? e o ser integral em constante transformação, né? Vocês viram que ela falou, essa é a Dora Encontrem, para quem não conhece, é uma profunda pesquisadora de pestalose, né? Tanto que ela fez essa tradução de um dos textos e já vi aqui no castelo, né? Vocês estão vendo a foto do castelo lá que ela falou do ano 1000. E aqui ao lado tem uma praça, né, com a estátua dele, com as crianças. Então, Dora tem muita propriedade para falar de pestalose e seu trabalho, eh, que essa, né, que vem trazer essa marca profunda e que nós vamos ver, né, eh, que qualquer coincidência, não, qualquer semelhança não não era coincidência, né? Eh, tudo está conectado porque olha só, além do nosso queridíssimo Allan Kardec, né, que vem como seu discípulo, que vem como seu aluno, opa, olha quem chegou aqui. Bom dia, Thaago. Bom dia. Ó, tá na sua área, hein? tá na sua área hoje, o nosso querido Pestale. Então, além do, né, do nosso querido Kardec ter tido toda essa base para então se preparar

chegou aqui. Bom dia, Thaago. Bom dia. Ó, tá na sua área, hein? tá na sua área hoje, o nosso querido Pestale. Então, além do, né, do nosso querido Kardec ter tido toda essa base para então se preparar eh em todos os sentidos, né, preparar o seu ser integral para receber as verdades, né, a verdade do mundo espiritual e toda a sua, né, informação contida nessa verdade, nós também vamos ver que houve aí uma conexão entre Pestalose e professor Eurípedes, né? Então, olha como ela falou, né, que ele tinha essa crença inabalável do poder transformador do afeto na educação do ser humano integral, né? Aí eu só achei essa frase em espanhol, mas olha, para mudar uma pessoa, uma pessoa tem que se amá-la. Nossa influência chega só até onde chega o nosso amor. Quem será que exemplificou isso, gente? Quem será? Então aqui peguei algumas frases dele sobre, né, que ele falava da educação. O amor é o eterno fundamento da educação. A base da educação é o amor. Sem amor, nem as potências físicas, nem as intelectuais, nem as afetivas, né, se desenvolverão naturalmente. Então aí tem sobre essa questão do método, né, que é esse ser pleno integral, que precisa utilizar todas as suas potências para se realizar, para alcançar a sua plenitude, né? Eh, e ele diz, na educação é o meio supremo para o aperfeiçoamento individual e social. Então nós precisamos, né, da educação. E aí depois vem o nosso querido Kardec, né, eh trazer eh e colocar, né, em prática também eh toda essa base que ele recep recebeu de de pestalose. Mas olha, esse método então que ele desenvolveu e que Dora, né, gosta de chamar de perceptivo, eu acho que não deixa de ser intuitivo também, porque se nós vamos percebendo o mundo à nossa volta e vamos trazendo pro nosso íntimo para descobrirmos a nossa essência, a nossa condição de ser muito mais do que corpos, automaticamente nós vamos acessando a nossa nossa intuição, porque o conhecimento, a educação vai abrindo, né, as portas da nossa consciência para ela entrar em contato

e ser muito mais do que corpos, automaticamente nós vamos acessando a nossa nossa intuição, porque o conhecimento, a educação vai abrindo, né, as portas da nossa consciência para ela entrar em contato com a verdade e com as leis que estão em nós. Então eu coloquei aí o método perceptivo, intuitivo, né? Porque existe, né, esse trabalho de eh se fazer o ser dentro da educação, que é depois o que Kardec vai dizer. Eu não lembro exatamente. Eu eu ia procurar, gente, agora aí eu esqueci que ele diz, né, depois que a educação é arte de formar caracteres. Então essa arte de trazer para fora o que é a essência de cada um de nós, a individualidade de cada um de nós, para que nós nos eh aproveitemos ao máximo, sejamos esse instrumento, né, do pai. Aí o Thiago aqui colocando, será que Paulo Freire é reencarnação de pestalose? Hum, fica o convite para, né, para uma pesquisa. Aí fica o convite. Ô Marilda Lux, muito bem. Tá meio atrasado, mas tá valendo. Tá valendo. E aí, olha quem era amigo de Pestalose? Então a gente foi buscando aí, né, as influências, então a influência em Kardec, que foi seu aluno, e a influência em Eurípedes. Euedes seria a reencarnação de João Casper Laváter, que era um teólogo e filósofo suíço contemporâneo e amigo íntimo de Pestalose. Então, recebeu toda essa influência, recebeu toda, né, essa ambientação, uma preparação para reencarnar então aqui na terra do Cruzeiro e implementar essa escola maravilhosa, sem punições, baseada na fraternidade, no estímulo à inteligência, mas a inteligência que conecta com os sentimentos. né, com o que transforma os sentimentos, então que vai seguindo os princípios da educação integral, né, ali propostos por Pestalose e vivenciados também por Kardec, que é a educação e a evangelização de espíritos, que é essa maravilha de proposta, de metodologia para nós mergulharmos na nossa intimidade sem medos. sem rodeios e assumirmos a nossa responsabilidade da nossa programação reencarnatória, como disse o Dr. Bezerro, é isso aí, é o convite ao

odologia para nós mergulharmos na nossa intimidade sem medos. sem rodeios e assumirmos a nossa responsabilidade da nossa programação reencarnatória, como disse o Dr. Bezerro, é isso aí, é o convite ao conhece-te a ti mesmo. Mas para eu me conhecer, eu preciso reconhecer, né, todo o ambiente eu e me reconhecer como parte desse ambiente, né? Eh, somos, somos um. Deus Deus, nosso pai fez tudo para que nós aproveitássemos para o nosso crescimento. Então, se a gente não colabora, né, com a natureza ou com os animais, a gente tá afetando a nós próprios. Olha só, nós estamos vendo agora resultado disso, né? Pensamento, coração e ação. É isso aí. Mão, coração e mente. É isso aí. É pensar, sentir e agir, gente. Pensar, sentir e agir. Nós precisamos criar uma linha coerente, consistente, perseverante nessa proposta. Essa é a base da educação e a evangelização de espíritos. Eh, ressignificar, né? eh eh iluminar pensamentos com a verdade para ressignificar os sentimentos, né, que é a base do ser espiritual, para que ele compreenda as suas experiências nas diversas existências, entenda que todas as oportunidades, como o Dr. falou, não sejam desperdiçadas e que tudo que lhe acontece é o que é necessário para então entrar em ação como filho de Deus, como homem de bem e aí, ó, formar essa família fraterna maravilhosa. Bora lá então, querido Pestalose, querido irmão, muita gratidão por tudo que pudeste fazer, né? Conseguiu ver a sua obra, conseguiu deixar o seu legado, um legado essencial. E aí, ó, vamos ler a mensagem que ele colocou aqui neste livrinho. Já tava quase pulando, minha gente. A mensagem que abre o livro chamada Anotações Importantes, a evangelização de espírito, porque Pestalose faz parte da equipe de Eípedes, né? Eurípedes o convidou no plano espiritual para fazer parte. Então, ó, já, ó, agora acabei de lembrar disso, Thago. Então, não sei se reencarnou o Pestalose já ou não. A evangelização de espíritos é um método pedagógico organizado pelo pensamento de vários espíritos que com Eurípedes

acabei de lembrar disso, Thago. Então, não sei se reencarnou o Pestalose já ou não. A evangelização de espíritos é um método pedagógico organizado pelo pensamento de vários espíritos que com Eurípedes Barsanufa assumiram o compromisso da elaboração desse trabalho. recebe esse nome por gratidão ao grande irmão que nos oferece a sublime oportunidade de participar desse trabalho que é de inteira responsabilidade de seu espírito. Olha só, professor Eurorípedes tem a mão na xa nesse trabalho. Toda essa obra chamada evangelização de espíritos foi, é, será sempre a vivência de toda essa equipe que desempenhou as mais variadas atividades para auxiliar os espíritos que aqui reencarnam com grande incumbência em seus planejamentos reencarnatórios de serem colaboradores do Mestre Jesus e edificarem no pensamento de todos a esperança e o amor. tem como ponto fundamental na sua metodologia a educação de espíritos e não de corpos. Esse entendimento é ímpar e quebra estruturas arcaicas de um processo cristalizado no ser. Ela é precursora e, se bem trabalhada por todos os espíritos reencarnados, conscientes de seu compromisso de evangelizar espíritos, muito auxiliará o mestre. E veremos o planeta Terra se cobrir de novas luzes pelo processo da evangelização. Esperamos que essa equipe de irmãos encarnados que se multiplica por todo o Brasil seja consciente desse grande trabalho que o mestre nos confia sobre os cuidados e amparo de Oípedes Barçanufo e o espírito compromissado com a evangelização do Brasil. Está lançado o primeiro fascículo dessa grande obra que trará a luz da argumentação e da vivência da sublime doutrina chamada espiritismo. Já fomos todos conclamados ao trabalho. O milênio pede postura e seriedade aos espíritos compromissados com a nobre causa. Evangelizar espíritos. O nosso abraço. Paz e luz ao planeta Terra. Pestalose, estamos conclamados trabalhadores da última e da primeira hora, minha gente. Vamos lá, vamos ficar com a mão na charrua, nada de desistir. E hoje também se comemora a fundação da

eta Terra. Pestalose, estamos conclamados trabalhadores da última e da primeira hora, minha gente. Vamos lá, vamos ficar com a mão na charrua, nada de desistir. E hoje também se comemora a fundação da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Opa, ó lá, ó. Eu vou me desesperar com calma de novo. Mas como o nosso tempo tá curto, não vou me desesperar com calma, não. Eu vou deixar o convite para vocês aqui, ó, para vocês entrarem no site da federação eferg porg.br, tá? para vocês fazerem a visita aqui virtual do Memorial Francisco Espinelli, né, que foi aí um grande eh trabalhador da federação. Então, tem aqui tudo organizadinho, bonitinho. Eu ia mostrar, mas aí eu olhei a hora, meu Deus, ainda tem, ó, tem dois vídeos porque nós sabemos, né, gente, nós sabemos o que aconteceu com a Federação Espírita do Rio Grande do Sul. lá o ano passado com as enchentes foi assim desesperador, né? Foi de muita angústia. Então, olha, vou colocar aqui para vocês o videozinho mostrando. Ai, nem entrou esse gente. Eu ia colocar o videozinho mostrando aqui a federação, mas não entrou aqui. Então, eu vou pedir paraa Estela mandar para vocês. Mas vou colocar aqui o videozinho do Divaldo, eh, deixando, né, a sua mensagem aí, eh, de incentivo a essa federação, porque olha, uma coisa que eu achei interessante, né, tá lá no site também, essa esse convite ao diálogo interreligioso. O site é muito rico, gente, muito rico. Vale a pena passear por lá, né? e fica o convite para o passeio ao memorial do Francisco Espinelli. Vamos ver a mensagem de Divalde. É rapidinha. De minha parte, em nome do Centro Espírita Caminho da Redenção, de todos os nossos diretores, [música] alguns dos quais aqui estão conosco, gaúchos também, homenageando a casa mãe de todos nós, não só do Rio Grande do Sul, para dizer aos irmãos: "Avante! Este é o momento grave. Mais do que nunca precisamos estar unidos. A nossa mensagem de luz. Não apontemos erros, corrijamos. [música] Não falemos do pântano, abramos uma vala. Não reclamemos da escuridão,

é o momento grave. Mais do que nunca precisamos estar unidos. A nossa mensagem de luz. Não apontemos erros, corrijamos. [música] Não falemos do pântano, abramos uma vala. Não reclamemos da escuridão, acendamos uma luz. [música] >> Seguir em frente, né? Como aquela música. Bora seguir em frente, gente. É refazer sempre, né? É seguir confiando, pedindo, né? Para que a gente tenha compreensão, discernimento dos acontecimentos e saibamos aproveitar as lições. Então, tá aí, 105 anos da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Muito bom, gente, muito bom. E hoje também se comemora a desencarnação de Cornélio Pires. Olha que achei interessante, né, esse espírita, eh, que passou por tantos campos aí de atuação e se eh, como é que se diz? Se se concretizou como um artista, né? se realizou nessa existência, né, como um artista aí, eh, e pôde viver experiências, né, mediúnicas, estando nesse nesse campo e trazendo para nós aí algumas mensagens, né, e continuando depois, a gente vai ver trabalhando, né, depois da sua desencarnação. Então, olha, o que eu achei interessante é que ele era tio de José Culano Pires, né? Então, talvez, olha ali, até influenciado, né, pelo pelo tio ali, eh, tentou ser jornalista também, ser escritor, eh, não conseguiu, então, entrar na faculdade de farmácia, aí tentou o jornalismo, né, mas, eh, não deu muito certo, né, e acabou então eh adentrando, né, enveredando pela carreira artística e humorista, né? Então, eh, deixou a arte, né, vir sair por ele para dar alegria, né, trazer as mensagens do mundo espiritual através da arte, né, a gente tem tantos programas aqui no Renovando também que valorizam, que estimulam, que mostram, né, a necessidade da dessa eh faculdade do ser espiritual, ser expressada. Muito importante, né? Então, olha, ele se converte ao espiritismo já, né, estando nessa nessa via aí, nessa vereda artística, né? Porque nesses caminhos aí, nessas viagens, ele começou a presenciar fenômenos mediúnicos, né? e acabou então, né, indo estudar a doutrina

á, né, estando nessa nessa via aí, nessa vereda artística, né? Porque nesses caminhos aí, nessas viagens, ele começou a presenciar fenômenos mediúnicos, né? e acabou então, né, indo estudar a doutrina profundamente e foi um defensor aí da fé raciocinada e da imortalidade da alma. E ele tinha nascido em Tietê, né, na cidade de Tiatê. E aí ele volta para lá, né, funda essa granja de Jesus para auxiliar, né, crianças desamparadas, mas acabou desencarnando sem ver a conclusão da sua obra, né? Então, na época em que ele desencarna, ele estava preparando uma coletânea espírita, né? Eh, já tendo publicado duas obras, Onde estás, ó Morte? E Coisas de Outro Mundo. E depois da sua desencarnação, ele continuou ativo na literatura espírita através da psicografia do Chico, né? Então ele é um irmão lembrado não apenas por essa manifestação da sua potencialidade artística como poeta caipira, mas como um batalhador que uniu a cultura popular brasileira a vivência espírita, focando na caridade e na imortalidade da alma. Olha só, né? Mais um irmão que deixa esse legado de que é necessário incorporar o o ensinamento, a instrução, a vivência, né? Como diz aqui o nosso querido Pestalose, olha, eh, a grande obra, né, essa obra da evangelização do espíritos que trará luz da argumentação e da vivência. da doutrina, né, do espiritismo. Precisamos viver o que estamos estudando, o que estamos conhecendo, ou seguiremos, né, aprisionados aqui no mesmo ponto. saber e não fazer, é, já não poderemos mais alegar eh ignorância da verdade quando retornarmos. Então vamos pensar nisso. Olha, eu peguei um um dos poemas espíritas dele, olha, narrado aqui pelo saudoso também Rolando Boldrin. É uma linguagem bem simples, direta, mas que toca a nossa consciência, não é? Nós estamos porveitando essa existência, essa oportunidade de trabalho que o Pai nos ofertou, de retornar e refazer os caminhos, reajustar, né, os pensamentos, os sentimentos. Ai, vamos abraçar, vamos abraçar esse convite bendito da educação

essa oportunidade de trabalho que o Pai nos ofertou, de retornar e refazer os caminhos, reajustar, né, os pensamentos, os sentimentos. Ai, vamos abraçar, vamos abraçar esse convite bendito da educação dos nossos espíritos. Olha, tudo conectadinho, gente, tudo conectadinho. Essa espiritualidade é maravilhosa. E olha, para não prender vocês aí demais, né, para vocês poderem ir pro Carnal. Eu já tô vendo que tem gente que tá indo pro carnal, mas tá tudo certo. Eu vou só colocar aqui para as boas notícias já um videozinho pra gente encerrar essa, né, essa esse momento reflexivo do carnaval, mas que ele possa se estender para todos os momentos que a gente sabe que vai estar numa situação em que as frequências, as vibrações, as sintonias eh são mais complicadas, né? E fazer o convite eh para como então eh nós seguirmos aí eh olhando, vigiando e orando. Pera aí que eu tenho que pôr a vinheta das notícias, né? que eu sempre esqueço. Então, ó, a dona Isabel vai falar primeiro para nós eh o que temos que estar atento não só agora no carnaval, mas a lição do carnaval é muito grande porque ela é impactante, mas a gente pode trazer ela para todos os momentos das nossas vidas em que estamos em ambientes e situações que não sejam os mais colaborativos e por conta de estarmos ainda, né, a caminho da luz. O clima da cidade fica negativo, o teto fica baixo na ocasião do carnaval, nós precisamos manter em vigilância, porque o pensamento é força poderosa. Ele atrai e também repele. Ele atrai os seus afins e repele aqueles que não lhe correspondam à afinidade. E ninguém é tão forte, tão poderoso, ninguém tem tanta luz para conseguir se manter vigilante e equilibrado num ambiente de tumulto, de confusão, de balbúrdia, onde os pensamentos são diversos. Diversos são os níveis daqueles pensamentos. Por isso, nós não devemos nos desafiar, procurando a vigilância e o equilíbrio espiritual para que o nosso ambiente seja visitado por espíritos do bem, que nos possam ajudar a progredir. Então, que a gente possa, né, nesses

os nos desafiar, procurando a vigilância e o equilíbrio espiritual para que o nosso ambiente seja visitado por espíritos do bem, que nos possam ajudar a progredir. Então, que a gente possa, né, nesses momentos em que a gente vai enfrentar um ambiente de confusão, desafiador, fazer aquela mentalização, fazer uma leitura edificante, né, permanecer firme no evangelho, no lar, entrar em oração por aquele com quem eu preciso me relacionar, né? Porque nós não sabemos o que o outro traz consigo, mas nós podemos então fazer o nosso caminho de evangelização dos nossos pensamentos e sentimentos para construir essa proteção, né, cada vez mais sólida, né, cada vez mais firme aí, eh, né, tirando as nossas fantasias ilusórias, né, para que a gente deix de se conectar com essas ilusões, né, com esses ambientes, porque vamos nos tornando cada vez mais lúcidos, né, estamos mais preparados. E aí eu li uma frase do livro dos espíritos, olha, que os males desse mundo estão na razão das necessidades fictícias que criais para vós mesmos. Então esse é o convite, né, para virarmos a chave da nossa sintonia, eliminar as necessidades fictícias, buscar os tesouros dos céus, os tesouros eternos. E aí que já é parte, né, da nossa proposta, então para vivermos esse momento todo o tempo, o tempo todo, o ano todo, não só na quaresma, mas como o nosso papa atual fez esse convite, né, para os cristãos católicos, vamos eh compreender aí essa essa colocação, né? Acho que muitos de vocês já talvez tenham visto vídeos desse irmão Carlo Bezerra Júnior nas redes sociais, que traz com muita clareza aí para nós eh a proposta cristã verdadeira de buscarmos o jejum. >> Agora na quaresma tem gente que fica 40 dias sem comer carne, mas não consegue passar 40 minutos sem ferir alguém. Jejua do prato, mas não jejua da dureza, da aspereza. não jejua do julgamento, não jejua das palavras que esmagam em silêncio, que humilham. E foi exatamente sobre isso que o Papa falou essa semana. Ele fez um convite inesperado, um jejum

a, da aspereza. não jejua do julgamento, não jejua das palavras que esmagam em silêncio, que humilham. E foi exatamente sobre isso que o Papa falou essa semana. Ele fez um convite inesperado, um jejum de palavras ofensivas. No mundo onde todo mundo grita, onde todo mundo ataca, cancela em segundos, ele falou algo extremamente simples, mas profundamente desconfortável. Pare de ferir com a boca, com o teclado. Porque hoje nós aprendemos a ferir as pessoas sem tocar, com comentários, com ironias, com desprezo, com julgamento. Palavras que às vezes parecem pequenas, mas que ficam ali morando dentro de alguém por anos. E o mais inquietante é que isso também acontece dentro da fé. Gente que ora, mas não ama. Gente que levanta as mãos para Deus, que fecha os olhos, mas usa a boca para destruir quem ele criou. Só que isso não é novo. O profeta Isaías já denunciava lá no capítulo 58, denunciava um povo que jejuava, orava, fazia ritual, era profundamente religioso e continuava humilhando gente. E Deus faz uma pergunta que atravessa os séculos. É esse o jejum que eu escolhi? Porque o jejum que Deus escolhe, gente, nunca foi sobre estômago vazio. Sempre foi por um coração cheio de misericórdia, por braços abertos, sobre parar de apontar o dedo, sobre soltar a violência da própria linguagem, sobre como tratar gente como gente. Jesus nunca elogiou um jejum que afastasse de pessoas. Ele revelou um caminho que aproxima, que cura, que restaura. E talvez o problema do nosso tempo não seja falta de fé, menos ainda de religião, seja falta de amor. Porque é mais fácil mudar o prato do que mudar o coração. Mais fácil abrir mão da comida do que abrir mão do direito de ferir alguém. Mas aqui está a pergunta que realmente importa. Quantas pessoas hoje estão carregando o peso de uma palavra que saiu da boca de alguém que dizia amar a Deus? Porque no fim o verdadeiro jejum sempre teve um nome, misericórdia. E tem gente que não abandonou a fé por causa de Deus. Abandonou por causa de uma palavra que

a boca de alguém que dizia amar a Deus? Porque no fim o verdadeiro jejum sempre teve um nome, misericórdia. E tem gente que não abandonou a fé por causa de Deus. Abandonou por causa de uma palavra que alguém disse em nome dele. Alguém que disse que estava falando por ele. Que Deus nos guarde, nos livre e guarde também a nossa boca e a nossa língua descrita na palavra como um órgão que pode colocar fogo num campo inteiro. Deus nos guarde. >> Que Deus tenha misericórdia da nossa ignorância. ainda que possamos aceitar os convites simples, mais desconfortantes de Jesus, né? desse exercício dos exemplos de Jesus no dia a dia, fazer ao outro o que queremos que seja feito a nós. Por isso, nunca foi sobre jejum material, e sim o jejum das nossas inferioridades, para que nós abandonemos esses hábitos que não nos permitem transcender, como disse dona Isabel. que não permitem que sustentemos a nossa luz, porque nos desconectamos do que é essencial, a essência do espírito imortal, né? Que a gente possa então fazer o jejum, né? O caminho da construção do homem de bem que busca, né? que busca ser, viver como espírito imortal e não mais como corpos que buscam essas satisfações imediatas para ganhar o quê, para levar o quê? E ficamos sem a fundamentação, né, na rocha da verdade. Continuamos nos edificando na areia das ilusões. Fica o convite, então, meus amigos, para que eh mergulhemos nesse jejum do que não precisamos mais para sermos os verdadeiros filhos de Deus e vivermos em plenitude, reformando o pensamento, reorganizando o pensamento, ressignificando os sentimentos e abraçando a nossa família. fraterna que seja todos os dias, não só mais na quaresma, né? Fica o convite para iniciarmos, mas para jamais pararmos de fazer esse caminho que vai nos salvar. Eh, minha gente, vou liberar vocês pro carnal, viu? Muito bem. É isso aí, Cris. Responsabilidade. É isso. Diante do carnaval. E sempre, sempre a a responsabilidade da nossa vida é nossa, como nós falamos ali na mensagem, isso te assusta ou te conforta?

Muito bem. É isso aí, Cris. Responsabilidade. É isso. Diante do carnaval. E sempre, sempre a a responsabilidade da nossa vida é nossa, como nós falamos ali na mensagem, isso te assusta ou te conforta? Vamos buscar, viu? Vamos buscar porque está tudo em nós. Nós podemos. Vós sois deuses. Gratidão, meus queridos. Obrigada. Anotei quem ficou até o final, viu? Brincadeira. Um beijo grande. Bora lá pro Carnal e seguimos juntos nesse nessa trilha do amor, da Lux e da paz. Beijo no coração de todos. Até semana que vem.

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