Bom dia, café! 190326 AO VIVO Renovando Consciências

Conecta Espiritismo TV 20/03/2026 (há 1 semana) 1:15:13 28 visualizações 2 curtidas

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias e bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 O Bom dia, café! tem agora uma playlist de músicas no Spotify. Vá lá conhecer a aproveitar para elevar os pensamentos através de boa música. Acesse e ouça: sptfy.in/bom-dia-café #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5749037626294272

Transcrição

Vê, estão voltando as flores. Vê nessa manhã tão linda. Vê [canto] como é bonita a vida. Vê a esperança ainda. Vê. As nuvens vão passando. Vê um novo céu se abrindo. Vê o sol iluminando. Por onde nós vamos indo? Vamos lá cantar. Vem. Estão voltando as flores. Vê nessa manhã tão linda. Vê o como é bonita a vida. Vê a esperança ainda. Vê. As nuvens vão passando. Vê um novo céu se abrindo. Vê o sol iluminando. Por onde nós vamos indo? Minha gente, bom dia. Bom dia, café. Começa agora o nosso jornal Espírita Bom Dia Café, que tem como objetivo trazer para vocês, trazer para todos nós os bons exemplos, as boas reflexões, as boas notícias com a ótica cristã, tendo em Jesus como nosso mestre. nosso modelo e nosso guia, usando como chave para aplicar os seus ensinamentos em nossa rotina diária. é também uma forma simples de pensar o espiritismo, equilibrando essas informações que resultam, nós sabemos dessa movimentação da sociedade que nós criamos e oferecidas todos os dias pela mídia convencional e as redes sociais, com aquelas que muitas vezes ficam escondidas, pois contam sobre gente do bem, agindo pro bem em favor de todos nós. E essas nós sabemos, minha gente, existem as milhares e nós sabemos, nós somos provas disso. Então, as notícias de hoje, não é do evangelho e das demais obras básicas, de uma forma leve, bem humorada. Então, participe, curta, é de segunda a sexta, 7:30, só segunda-feira às 7:15, porque eu sou uma menina letrada, estudiosa, estou aí. jornadeando no aprendizado novo para entender a mente, né? [roncando] Então, chame aí seus amigos, seus parentes, principalmente aqueles que estão desanimados com a vida, desiludidos com o ser humano. Vocês estão falando assim: "Que que ela tá fazendo aí? Cadê o Pedrux? Cadê o Pedrux?" Pois é, como é feriado aqui na minha cidade, dia de São José? São José do Rio Preto. Então nós fizemos uma troca, ele precisou e eu fiz essa troca assinada com testemunhas para que ele possa me compensar na segunda-feira. Então, na segunda-feira

dia de São José? São José do Rio Preto. Então nós fizemos uma troca, ele precisou e eu fiz essa troca assinada com testemunhas para que ele possa me compensar na segunda-feira. Então, na segunda-feira agora é Pedrux, não é Marilda Lux. Hoje estou aqui no lugar do Pedro e eu vou aqui já fazendo a minha autodescrição e com uma surpresa. Eu sou Marilda Veiga, uma mulher preta de 62 anos, cabelos castanhos escuros. Hoje eu estou aqui com o meu uniforme. Todos os dias vocês me virão com uniforme. Dou bom dia, café. Atrás de mim, uma porta marrom. Do meu lado direito, uma parede cinza do teto até a sua metade, bem clarinho, cinza abaixo, como fas cinzas ao fundo do meu lado esquerdo para vocês, né? Uma rosa maravilhosa, uma flor, um vaso, um armário, não é? Com a porta cinza e e a alegria de todos. falo diretamente do sudeste do Brasil, noroeste do estado de São Paulo, como falamos, cidade de São José do Rio Preto, que neste exato momento está aqui nos seus 23º. Minha gente, já fiz aqui a minha autodescrição e hoje, como eu disse a vocês, eu tenho aqui, né, uma flor para me acompanhar porque e eu resolvi trazer minha flor, a minha querida mana do coração. Estamos aí. Ei, fale seu bom dia, Marcali, não é visita, ela vai. Eh, somos gêmeas, deu para perceber? Fala aí, Marcel. >> Bom dia a todos. Bom dia, Café. Bom dia, irmã Marilda do coração. Eita, que nós aqui estamos de novo. Bom dia a todos que participam deste programa e que cedinho já estão abrindo seus corações para poder confraternizar. Nós, como disse minha irmã, estamos comemorando hoje o dia de São José do Rio Preto. Então, provavelmente aí em algum local da cidade que geralmente eu não vou, mas tem um bolo do tamanho da cidade para que os rio pretenses possam comemorar esse dia tão bonito, né, que o dia da nossa cidade é sempre um dia especial. E então estamos aqui para aprendermos mais um pouco com que a Mari vai trazer, né, e com que cada um geralmente traz no coração para compartilhar, para que a gente já comece um dia bom, né? Para que

. E então estamos aqui para aprendermos mais um pouco com que a Mari vai trazer, né, e com que cada um geralmente traz no coração para compartilhar, para que a gente já comece um dia bom, né? Para que a gente começa nessa estrada que a Marilda contou, onde o sol vai iluminando, né, as nuvens vão passando e tudo vai se tornando melhor, >> não é? Gostar da surpresa? Então agora eu vou falar com a turma aqui do chat. Essa é minha irmã Marceli do coração. >> Ah, você pede para falar, né, pra gente fazer a descrição. >> Isso. Nossa, então eu sou também uma mulher negra, preta, que estou com um vestido colorido, eh, marrom e estou com, eh, um brinquinho pequenininho aqui, que nem dá para ver, quase um colar de perolinha, que eu adoro pérola. E gente, eu adoro tudo que brilha. Que coisa interessante. Eu não me estudo muito não, mas tá aí uma sala, uma sala de quarto, né? É branca. Atrás de mim tem uma parede branca, o teto branco, né? Que na realidade eu estou no hospital. É como o Marvidou, eu estava de plantão, então não deu para sair para chegar em casa. E então estou aqui falando com vocês direto do hospital de base, do Hospital da Criança e Maternidade de São José do Rio Preto, na UTI é o Natal, onde eu trabalho, né, com os meus mais de 30 bebês aqui hoje, sobrevivendo, lutando pela vida, com as mais diversas características, seus pais e tentando aí fazer como novamente a música, né, caminhar, né, e aguardar as nuvens passando e sorrir novamente pra vida. Tem muitos aqui que sorriem, tem muitos que choram, tem muitos entristecidos, tem muitos ansiosos, mas tudo passa, como diz a nossa Maria. Então eu só vou aqui pro chat falar com os nossos queridos amigos que já chegaram, que são as nossas bênçãos, a nossa Pats, né, Cafezeiros Buenos dias. Olha só, BDC com mais surpresas, mais surprises, Patles. E aí, likes, likes, likes, likes. Mas é isso mesmo, né? A nossa queridinha Terezinha Falk. Aliás, a Tereesinha é tua fã, Marcel. >> Ah, é uma graça, uma querida. do bem e da luz, né? Muita paz, saúde,

E aí, likes, likes, likes, likes. Mas é isso mesmo, né? A nossa queridinha Terezinha Falk. Aliás, a Tereesinha é tua fã, Marcel. >> Ah, é uma graça, uma querida. do bem e da luz, né? Muita paz, saúde, muita gratidão, muita gratidão pra vida, né? Estamos aqui respirando. A nossa querida Ângela Brandão, olha que maravilha. Ela achava que fosse irmãos Stilux, Pedrux, Patrilux, Jairux e Mario Delux. [risadas] Então, estou aqui, tô com esse jardão. Nossa querida Roca, não é? Muito bom dia para você, para todos nós. E aí, a Rita? Olha ali, Marceli. Marcali, bom dia. Olha aí, que lindinha. E aí a nossa Dodô, querida Dodô. Olha lá, uma bênção esse dia, minha gente, porque como disse aqui, estão voltando as flores e todos os dias tem que voltar essas flores em nossos corações. Como disse Marcel, as nuvens vão passando mesmo. E é isso, um dia atrás do outro, mas todo dia nascendo, não é? O sol, essa manhã tão linda, porque é tudo de graça, o sol. Vamos observar, como diz a música, como é bonita a vida e há há muita esperança ainda, sempre haverá, não é? Mas essa manhã é linda, um novo céu se abrindo, o sol iluminando. Por onde nós vamos indo? O sol para todos nós. Então, olha, é muito feliz, tô muito feliz de estar aqui hoje, né? Ah, o Jairuxs, né? Vai de Aracaju. Vou levar a Marcel. Vou levar a Marcell lá para Aracaju. Não quis é dessa vez, mas Dolores, bom dia para vocês tudinho. Aí ela dá bom dia pro povo do chat, né? Cadê o Pedrux? Tem o Pedrux em cima da hora. Lux [risadas] arrumou um compromisso Lux e tá tudo certo. Um novo C se abrindo. [risadas] Mas ele estará aqui, Dodô. Segundona, na segunda-feira, Pedruques estará aqui. Então, minha gente, estamos aqui, então, nesse nosso Bom Dia Café maravilhoso de hoje, né, para falar aí das nossas boas notícias, efemerdes, mas antes disso temos que começar o nosso dia com a prece e para tudo aqui, vamos avisar da nossa prece. Vamos lá. >> Vamos lá. >> Deus nosso pai, que tendes poder e bondade, [música] dai força àquele que procura verdade,

que começar o nosso dia com a prece e para tudo aqui, vamos avisar da nossa prece. Vamos lá. >> Vamos lá. >> Deus nosso pai, que tendes poder e bondade, [música] dai força àquele que procura verdade, ponde no coração do homem [música] a compaixão e a caridade. Deus. Dai ao [música] viajor a estrela guia, ao aflito a consolação, [música] ao doente o repouso. Pai, dai [música] ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, a criança o guia, ao órfão o pai. Senhor, [música] que vossa bondade se estenda sobre tudo que criastes. [música] Piedade, Senhor, para aquele que não vos conhece. Esperança para aquele que sofre. Que vossa bondade permita [música] aos espíritos consoladores derramarem por toda [música] parte a paz, a esperança e a fé. >> Deus, um raio, uma faísca [música] do vosso amor pode abrasar a terra. Deixai-nos beber nas fontes fecundas [música] e infinitas, e todas as lágrimas secarão. Todas as dores acalmar-seão. Um só coração, um só pensamento subirá até vós como um grito [música] de reconhecimento e amor. Como Moisés sobre a montanha, [música] nós vos esperamos com os braços abertos. Ó poder, [música] ó bondade, ó beleza, [música] ó perfeição. E queremos [música] de algum modo alcançar a vossa misericórdia. Deus, [música] dai-nos a força de ajudar o progresso a fim de subirmos até vós. Dai-nos a caridade [música] pura. Dai-nos a fé e a razão. Dai-nos a simplicidade [música] que fará das nossas almas o espelho onde se refletirá a vossa imagem. >> Então, né, minha gente, como está aqui? E nós começamos com essa música linda, né, que nós falamos aqui, que é uma canção, né, de 1997, estão voltando às flores, interpretada por várias pessoas. e principalmente interpretada por Emílio Santiago. Falando de vida, antes de falarmos mesmo de efemério, são só duas hoje. Eu vou passar a palavra pra Marcali, porque ela trabalha com a vida, a vida chegando e essa vida, essas experiências de vida, porque muitas pessoas hoje, né, desanimadas, como nós falamos, tristes,

e. Eu vou passar a palavra pra Marcali, porque ela trabalha com a vida, a vida chegando e essa vida, essas experiências de vida, porque muitas pessoas hoje, né, desanimadas, como nós falamos, tristes, não tenha noção do que seja aquele preparo, né, da parte dos espíritos, aquele planejamento que é feito para as nossas vidas. antes da reencarnação, antes da vida, aqui é um longo preparo, tudo tem um porquê. Então eu gostaria que a Marc contasse da experiência dela, desses 40 anos aí de experiência como neonatologista, né, trabalhando com essa vida que é vida em abundância, tentando dar vida muitas vezes à aquela criancinha que tem 200 g. Pensa alguém 200 g, um pedacinho de carne aqui em nossas mãos, nascendo e tendo que permanecer com a vida. Então, nessa encarnação, a Marceline, minha irmã, ela, por obra do divino, do planejamento da vida dela, resolveu ter essa profissão neonatologista. Então, ela cuida das crianças. Ela mantém essa vida. Então eu gostaria que ela contasse dessa experiência, porque a vida temos que olhar, não é? Onde nós vamos indo? Tem esse sol iluminando para todos nós. É um novo céu se abrindo e os problemas, situações difíceis vão passando, as nuvens vão passando. Como é bonita a vida. Fala aí, Marceline. >> Ah, então a gente costuma refletir que muitas vezes a gente procura algumas profissões, né, pra gente poder caminhar. Vamos dar um direcionamento, então, hoje nas bases da sua música, né? E você falou, nós vamos caminhar, as nuvens vão passar e a gente vai ver o sol se abrindo. Então, neste caminhar, muitas vezes, a gente procura, né, a busca, né, de realizações, a que nós nos propomos muitas vezes no plano espiritual, como você disse. Então, são compromissos assumidos. Provavelmente nós assumimos o compromisso com a doutrina espírita. Por isso nós estamos aqui. E no nosso caso, né, Marilda, desde o nascimento, porque nós não tivemos muita segunda opção. A nossa mãe era espírita, nos levava no cateicismo espírita e nós fomos desde crianças, né? Nós conhecemos

E no nosso caso, né, Marilda, desde o nascimento, porque nós não tivemos muita segunda opção. A nossa mãe era espírita, nos levava no cateicismo espírita e nós fomos desde crianças, né? Nós conhecemos basicamente a doutrina espírita. Eu vou dizer até que a gente tentou assim, às vezes sair um pouquinho, fui batizada, né, Marilda também, temos as nossas madrinhas, mas o nosso compromisso maior foi com a doutrina espírita. Então nós ficamos, né, nos fixamos levados então por alguém. Então é um compromisso firmado na doutrina espírita para nos ajudar, né? Porque sozinhos, sem um norte religioso, a gente novamente se equivocaria muito mais do que nós já nos equivocamos. Então, nós [limpando a garganta] temos esse compromisso e dentre estes vários compromissos da nossa vida, um deles é a profissão. Então, eu digo que eu na realidade a medicina eu escolhi, eu fui lá tinha uma escolha. que que você quer fazer na hora da inscrição? E eu escolhi medicina lá atrás e aí provavelmente guiado por este fluxo do que deveria ser a minha vida. Aí fui fazer a medicina, acabei, me formei. Aí na hora de escolher, na realidade o que eu faço hoje, a neonatologia, aí sim eu digo que foi um encontro não tão escolhido, mas eh não deixa de ser escolhido também, mas foi um encontro necessário, porque na época que eu fazia a residência lá em Botucatu, minha meu pai adoeceu. Meu pai adoeceu gravemente com um se de isôfago. E aí eu tive que voltar, eu quis voltar para Rio Preto, como a gente fala, tudo é escolha. Então eu quis voltar e aí eu deixei de passar por essa experiência em Botucatu da neonatologia que era muito forte. Aí eu fiquei com meu pai, então voltei aqui no ano, fiquei com ele 4 meses, 4 meses na realidade, porque ele desencarnou. Eh, em maio, se não me engano, eu voltei no começo do ano e perdi essa parte em Botucatu. E aí eu falei: "Não, agora eu vou voltar para fazer estas eh essa esses estágios da residência que eram tão bons lá e eu não fiz. Voltei para lá depois do desencarne de meu pai

essa parte em Botucatu. E aí eu falei: "Não, agora eu vou voltar para fazer estas eh essa esses estágios da residência que eram tão bons lá e eu não fiz. Voltei para lá depois do desencarne de meu pai no outro ano e aí me encantei pela neonatologia lá. E aí falei, vou porque eu fui para fazer esse estágio, mas aí acabei ficando na neonatologia, fiz toda a residência e voltei depois para cá para começar a trabalhar só basicamente uma maior parte da minha do meu dia com os recém-nascidos. Então é isso que a Marilda falou, nasce de 300, 400 g até 5 kg, 6 kg. Então, uma faixa grande de, hum, de peso, de recém-nascido, de idade gestacional. E a maioria que está na UTI no natal são prematuros, né? Abaixo de 37 semanas são bebês prematuros e são bebês que precisam muito de um de um cuidado muito especial. Se a gente for computar a mortalidade infantil, ela na sua grande maioria de de prevalência, de incidência, são os recém-nascidos de eh da mortalidade de 1 a 5 anos, mais de 60% às vezes é nessa faixa do recém-nascido, que é de 0 a 28 dias e mais ainda frequentemente de zero a 6 dias. Então, estes bebês precisam de muitos cuidados. Os pais precisam de muitos cuidados, né? Por isso a gente fala que um pré-natal bem feito ajuda muito. Hum. E quantas mães não conseguem fazer o pré-natal bem feito e acaba vindo os bebês por conta disso para o te natal, né? Então, são doenças não diagnosticadas na mãe, né? São doenças diagnosticadas mal mais mal conduzidas, porque a mãe às vezes que era uma diabética, que precisava de todo um cuidado, ela não faz, né? sequer ela vai fazer o teste da glicose na no dedinho para ver quanto tá, para ver se controla melhor. E a gente vê que o diabetes, a gente pega aqui todo dia, né? Eh, mães diabéticas com, então é um parte de risco, né? com bebês nascendo e vindo paraa UTI por conta das alterações causadas pelo diabetes e que se fosse melhor controlado, eh, teria talvez outro despecho. Então, este compromisso com a neonatologia me fez crescer muito, porque a gente diz

I por conta das alterações causadas pelo diabetes e que se fosse melhor controlado, eh, teria talvez outro despecho. Então, este compromisso com a neonatologia me fez crescer muito, porque a gente diz aqui que é um local que tem muita dor, né? muita dor. São mães que desejavam ter, é, o filho desejado, que a gente diz, né, e o filho real, né? Então, quando nós estamos aqui na alterina natal, nós estamos com as crianças reais, né? E que nem sempre foi aquilo que ela desejou. Então, tem marcas aí, né? e que vão fazer com que haja uma expressão de sofrimento muito grande. E aí nós precisamos cuidar das crianças porque tem um compromisso com a vida, tem um compromisso conosco. Não é à toa que elas estão passando por dificuldades muito grandes, mas que a gente precisa menorar a dor, porque o evangelho pede isso, né? que a dor é necessária, mas a gente precisa ajudar a diminuir essa dor, porque muitas vezes a gente fala: "Ah, tá aqui porque eh tá pagando, né? Tá pagando". Uma moça fala na TV: "Tô pagando, tá pagando." Mas a gente tem um compromisso também com a vida de aliviar este sofrimento, né? De aliviar a dor, né? Uhum. >> E de várias maneiras a gente pode fazer isso. No nosso caso aqui, como profissionais da saúde, a gente tem atuação, a gente tem ferramentas para ajudar, a gente tem uma um analgésico, né? A gente tem um sedativo, né? Então a gente tem várias maneiras de poder diminuir a dor dessas criancinhas, porque elas choram, elas gritam, entendeu? E a gente tá aqui de olho. A gente fala assim: "Gente, a incubadora número cinco, dá uma olhadinha naquele bebê. Ele tá chorando, não tá com dor, não tá com fome, não tá como a gente faz com os filhos em casa, né? E eles às vezes é dor. Então a gente precisa atuar aí nessa tarefa, né, abençoada que Deus nos deu. Eu falo assim, no meu caso, duas coisas, né, aconteceram. Ele me deu a tarefa de cuidar de bebês, de crianças, que eu amo. Eu amo. Pessoal fala assim: "Ah, você não cansa de dar plantão? Eu adoro." Cansa, lógico que

no meu caso, duas coisas, né, aconteceram. Ele me deu a tarefa de cuidar de bebês, de crianças, que eu amo. Eu amo. Pessoal fala assim: "Ah, você não cansa de dar plantão? Eu adoro." Cansa, lógico que cansa. Você ficar uma noite sem dormir, depois no outro dia ter que trabalhar, continuar, cansa. Mas é um prazer. É um prazer. Eu sentia um prazer quando eu tava em casa com meus filhos, que eu ficava a noite inteira acordada e depois às 6 horas da manhã, 7 horas, tinha acabado a febre. Eu falava: "Ah, graças a Deus passou a febre, cansada, mais alegre, feliz". Então, isso é a vida. Então, uma coisa é a tarefa que eu enfrentei, né? que eu me aqui me dediquei esses mais de 40 anos. E outra é a doutrina espírita que nos dá chão pra gente continuar, como a gente fala, às 7 horas da manhã que a gente vai continuar, a gente, a doutrina espírita nos dá chão, porque é Cristo falando para nós, tudo vai passar, [limpando a garganta] né? firme aí, não desanima não, porque em meio a essa tarefa toda tem muitos desafios, tem muitos problemas, né? Que às vezes você olha e fala assim: "Nossa, será que eu vou dar conta? Acho que eu vou desistir." Não, não desiste não, né? Então, a doutrina espírita me deu muito este chão para mim poder continuar dia após dia. E Marceli, é o seguinte, como a gente tá baseado nessa música linda que começou hoje e a doutrina espírita nos ensina esse de onde eu vim, o que eu estou fazendo aqui, o que eu preciso fazer aqui e para onde vou, porque a música diz por onde nós vamos indo, por onde faz esse questionamento de onde eu venho e esse de onde Eu venho, onde eu estou e para onde eu vou, tem que ter um programa. Eu como ser humano não nasço. Eu nasci, né? Mamãe me cuidou, me amamentou, proporcionou a todos nós a educação, não é? Levou-nos à escola, nos agasalhou, nos ensinou. E a doutrina espírita ensina isso para a gente, para nós, né? depois das nossas conquistas, o que nós estamos fazendo com essas ferramentas que nos foram dadas para a vida e temos que fazer

s ensinou. E a doutrina espírita ensina isso para a gente, para nós, né? depois das nossas conquistas, o que nós estamos fazendo com essas ferramentas que nos foram dadas para a vida e temos que fazer adequadamente, porque todo mundo tem problema, todo mundo tem situações difíceis, mas tem muita alegria, não é? Porque essas situações difíceis elas passam, o dia passa, né? O relógio conta para nós 24 horas, né? E onde nós estamos, estão voltando as flores. Essa oportunidade da encarnação nossa, não é? É para que a gente observe tudo, para que nós cresçamos como as flores. E nessa manhã, convidando a Marci aqui para falar sobre as flores, nós também temos algumas informações desse nosso aprendizado do dia de hoje. Olha que interessante. ela vai estar junto comigo porque ela falou da profissão dela que é para cuidar dessa vida pequenininha muitas vezes de algumas doenças previsíveis, previníveis, que as mães se fizessem um pré-natal adequado, não é? Elas eh talvez evitariam que essas patologias fosse seguisse à frente com elas e com seus bebês, né? a gente previne muitas coisas. E vamos lá, então, antes de tocar, nós temos boas notícias hoje, minha gente, muito boas notícias, mas vamos falar aqui dessas nossas efemérides, que é importante. Marcele tá aí. Vamos lá. Opa. Ã ã ã [risadas] ó ã. Tchã tch tch tch tch tch tchã tchã. O negócio vai. Efemérides. Vamos lá, minha gente. E olha só que espetáculo, que maravilha. A efeméride de hoje, minha gente. Simplesmente é esse senhor Antônio Gonçalves da Silva. com o denominado Batuíra, que nasceu em Portugal em 19 de março de 1839. Ele foi filho de humildes camponeses, cantando apenas com a instrução primária, veio para o Brasil com 11 anos de idade. E sabe porque ele chamou-se Batuíra? É o nome de uma ave. que era celete, rápida, andava para lá e para cá. E como ele quando criança ele fez isso, né? Ele era um serelep quando criança e na sua idade aí mais ou menos 11 anos quando ele veio para cá e todo mundo via esse serelepe, o apelidaram de batuira

á. E como ele quando criança ele fez isso, né? Ele era um serelep quando criança e na sua idade aí mais ou menos 11 anos quando ele veio para cá e todo mundo via esse serelepe, o apelidaram de batuira por conta dessa ave. Ele aportou aqui no Rio de Janeiro, lá na Guanabara, em 3 de janeiro de 1850. E durante 3 anos ele trabalhou no comércio da corte. Trabalhou desde pequeno, hein? E aí ele passou alguns dias pra cidade de Campinas, na cidade da nossa Pat Lux, que era de Campinas e agora ela está em na Espanha. né? Então ele passou paraa cidade de Campinas em São Paulo, onde ficou por algum tempo até que se transferiu definitivamente pra capital de São Paulo. Ele trabalhou como distribuidor do jornal Correio Paulistano. Foi um diligente, honesto e espírito dócil. Ele foi entregador de jornais. E com essa entrega de jornais e serelep como ele era, rapidinho, agitado, ele foi formando amigos e admiradores por toda parte. Já era uma pessoa especial desde criança. Ele foi um dos pioneiros do Brasil. [limpando a garganta] Foi esse médium. Ele foi médium muito. Quando a gente vai lendo aí a história das pessoas, você vai falando: "Nossa, gente, quanta coisa fez esse menino". Eu falo assim: "Ô, aí esse pessoal especial que a gente sabe que é especial, que não vem aqui à toa, não é? As pessoas não nascem aqui a to. tem algo a fazer, como disse Marceli, tem um programa, vai trabalhando direitinho, vai tendo o seu caminho, vai ajeitando, vai ajeitando. Ele foi médium e iniciou-se por diversas, né, teve várias amizades, criou grupos e centros espíritas em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro. Vamos observando que dentro das efeméries já contadas por nossos amigos anteriormente, as pessoas que vêm com essa capacidade direcionadas para a doutrina espírita não é o acaso, porque elas são especiais, elas têm atributos especiais. É como se fosse, entre aspas, um Paulo de Tarso. Vamos ver as Olha o tanto que essa pessoa fez no aqui no Brasil. criou grupos e centros espíritas em São Paulo,

speciais, elas têm atributos especiais. É como se fosse, entre aspas, um Paulo de Tarso. Vamos ver as Olha o tanto que essa pessoa fez no aqui no Brasil. criou grupos e centros espíritas em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro. Por onde ele passou, ele criou grupos espíritas. Ele era muito ativo, né? Correndo daqui para lá. Como eu disse, foi a Piridário de Batuíra, que era o nome que o povo dava uma ave muito ligeira, de voo rápido, que frequentava os charcos formados pelo transbordamento do rio Tamando do Ateí. onde hoje está situado o Parque Dom Pedro. E aí, no ano de 1889, Batuira passou a ser o agente exclusivo da revista Reformador na cidade de São Paulo, né? E como a gente falou, ele também era médium curador, gente. Médium curador. Como assim? é um indivíduo que tinha bastante energia, ele tinha esse fluido bem ele saiu, caiu, caiu, mas é porque ela tá no hospital, alguma coisa ocorreu. Então, Batuira [limpando a garganta] era também médium curador. >> Só vou, só vou mudar de sala aqui daqui a pouco, tá >> certinho. fluido. Ele tem esse fluido com essa capacidade amorosa, ele toca e cura as pessoas. Olha que capacidade tinha esse ser, essa pessoa especial, né? E ele efetuou centenas de curas físicas e espirituais através da administração da água efluviada ou fluidificada e aplicação de passes magnéticos, transmissão do fluido do médium com esse potencial, né? E nós sabemos que ele não está sozinho. Tem com isso também o auxílio dos espíritos. E muito, porque segundo nós aprendemos a doutrina espírita, os espíritos interferem nas nossas vidas muito mais do que imaginamos, pois muitas vezes são eles que nos dirigem. Então, devido a isso, né, o povo beneficiado por Batuíra passou a denominá-lo médico dos pobres, minha gente, esse cognome que geralmente era aureolado fornecido pro médico Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, pra Batuíra também. E o que eu tô achando interessante é que eu percebi agora essa foto dele aí, a original é em preto e branco. E quando eu fazendo slide colei, eu nem

Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, pra Batuíra também. E o que eu tô achando interessante é que eu percebi agora essa foto dele aí, a original é em preto e branco. E quando eu fazendo slide colei, eu nem percebi, porque eu tô aqui com uma cópia na minha frente, uma cópia preto e branco. Eu coloquei no slide, ela ficou colorida. Eu não coloquei cor não, gente. Pois eu pergunto para Patux o que que é que aconteceu? Mas a foto está preto e branco no slide. Eu não pedi para colorir. Olha que interessante. É uma bênção isso aí também. Eu achei muito interessante. Então, esse foi o Batuíra, o nosso Antônio Gonçalves da Silva, que nasceu em 19 de março de 1839, né? Uma criatura fantástica, fez muito bem, curou muitas pessoas, tinha muito amor, cumpriu. Imagine se essa criatura com todas essas potencialidades que ele tem, não é? eh não tivesse vingado no seu nascimento, se a sua mãe não tivesse eh dentro da da gravidez tido uma vida adequada, não é, para que ele pudesse nascer, nós não estaríamos com essa bênção que passou aqui pela terra, que passou aqui pelo nosso Brasil e fez esses feitos maravilhosos, não é? Então isso, muito obrigada ao senhor Antônio Gonçalves da Silva. Esse >> Oi. >> E nós temos ainda mais a agradecer a ele, porque na nossa infância, acho que você se lembra, tinham dois BS que acompanhava as nossas lutas diárias com a nossa mãe. Um era ele, >> Menzes e o outro Batuira. Eram os dois. Tá vendo? nome muito ligadinho, porque minha vida, gente, como diz lá no evangelho, a vida é difícil. Ela se compõe muitas vezes de miladas que são picadas de alfinetes, que acabam por ferir, mas com o apoio de todos esses nossos luminares, os nossos anjos guardiães e o que tem que seguir na vida, eles nos ajudam. E dentro da nossa infância, né, Marceli? Que foi lá bem produtiva, porque se não fosse essa infância com todos os problemas, com todas as dificuldades e com a doutrina espírita ao nosso lado, nós não estaríamos aqui. Com certeza não estaríamos aqui. E se estamos aqui hoje,

se não fosse essa infância com todos os problemas, com todas as dificuldades e com a doutrina espírita ao nosso lado, nós não estaríamos aqui. Com certeza não estaríamos aqui. E se estamos aqui hoje, todos nós, nós que estamos aqui na telinha e vocês que estão do lado de lá da telinha também não estariam. E aí a gente agradece ao Batuíra por ter cumprido corretamente a missão a que veio, né? Então a gente agradece aqui ao Thago, não é, que chegou depois, não é? E a Terezinha mandando um beijo aí, Marcel e também na Rubiane, a Nivalcila, muito obrigada. A Maria Ferraz que chegou. Maria Ferraz, ela tá lá é madrugada, Maria lá nos Estados Unidos, Marcelinho, ela tá madrugando aqui conosco. A Nivalci, o Thago. Que que Tiago diz aqui, ó? Reconhecem meus discípulos por muito se amarem. Venha, carregue sua cruz e me siga. É isso aí, Thago. É o que nós temos que fazer todo dia, né? E é o que esses luminares fizeram, né, esses desbravadores do Espiritismo para nós. Porque hoje para nós o Espiritismo está muito tranquilo, fácil, né? sem perseguição estão até nos aceitam hoje. Porque até então, nessa época aí dentro desse início da doutrina espírita aqui no Brasil, nós fomos, os espíritas foram muito perseguidos, não é, como o cristianismo no primeiro momento. E aí ele diz aqui, continua Thago, né? ama, trabalhe, espere e perdoa. Exatamente no livro Paulo Estevano. E é isso que precisamos fazer e viver com uma música, indo, mas vivendo com consciência, né, Thaago? É isso aí. E a Maria Ferraz disse: [risadas] "Estar aqui é uma bção, ohó, que linda. É uma bção para nós aqui. Recebemos todos vocês. Então esse foi o batuiro, tá certo? E ainda tem aquela música e é graças a esses, né, nossos queridos amigos espirituais, nossos anjos guardiães, né, que são os verdadeiros anjos guardiães da humanidade, né, e tem aquela música que fala, né, que e eu fico pensando nisso, mas me dá uma força. Ele eles falam assim que um dia todos nós seremos anjos, né, a música que fala, né? >> Sim.

iães da humanidade, né, e tem aquela música que fala, né, que e eu fico pensando nisso, mas me dá uma força. Ele eles falam assim que um dia todos nós seremos anjos, né, a música que fala, né? >> Sim. Um dia, todo a hora que eu acordo que eu falo, gente, você anjo um dia e aí ela fala mesmo assim, ó. Permitir, >> eh, ela fala assim, vamos isso. Ela fala, vamos trabalhar e acreditar, acreditar que um dia nós vamos ser anjo, vamos mesmo assim, mas tem que trabalhar. E aí a própria música fala assim: "Quem de nós não tem nenhum defeito?" >> Exato. >> Quem de nós não tem uma virtude? >> Exato. >> Então é isso, né? é a gente eh, com essa assistência de um batuira na nossa vida >> e de n irmãos, né, na qualidade maiores ou menores que Batuira, que nos dão suporte nessa, como a gente falou, né, doutrina abençoada. E aí nós vamos lá agora para um outro que é esse nada mais que Ângelo Watson Campelo e muito, muito prazer em conhecê-lo porque muitos desses baluartes da doutrina espírita ficam ali como a mensagem do início, escondidos, ninguém vê, trabalham omissos, não, trabalham ali >> escondidinhos, vão fazendo a sua tarefa, o seu trabalho. E esse é um prazer conhecer também, que foi o Ângelo Watson Campelo, né, que em 1963 eu estava chegando há 63 anos atrás eu estava chegando e ele tava indo embora. Então, em 19 de março de 1963 desencarna Angelo Watson Campelo. Ele foi substituto de Carbar Chupel na edição do livro O Clarim. Então, e ele fez parte também da revista e substituto também de Carbajuto, da revista internacional do Espiritismo. Ele foi redator, né, desde que desencarnou o Kachutel, né, [roncando] que foi o fundador da revista do Clarim. Esse Ângelo Watson Campelo assumiu a sua função. E sempre assim, nesse contínuo, né, minha gente? Sai um, volta outro, não é? É, Antonieta Bezerra. É assim na vida, né? Então, desencarnou eh quando desencarnou eh Carbachutel, o Watson assumiu, né? Ô, Marc, a a Maria Ferraz quer saber o nome da música que você tá falando aí, que você falou?

zerra. É assim na vida, né? Então, desencarnou eh quando desencarnou eh Carbachutel, o Watson assumiu, né? Ô, Marc, a a Maria Ferraz quer saber o nome da música que você tá falando aí, que você falou? >> É Anjos. >> Anjos. Aí, Maria Ferraz, respondido. Legal. Então, voltando aqui pro Watson, Ângelo Watson Campelo, né, que desencarnou em 1963, ou seja, tava chegando e tava indo. E havido esse ciclo, né? Uns vem, outros vão, uns vem, outros vão e vão para lá, vão pra frente que atrás vem gente. Que mais fez esse Watson, esse querido Ângelo Watson Campelo? Ele nasceu em Campinas em 4 de abril de 1882, tá certo? Eh, opa, eu acho que eu passei demais isso. Nasceu em Campinas em 4 de abril de 1882. Formou-se em odontologia, odontologia pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1908, tendo exercido essa profissão de odontólogo até os 77 anos de idade. Olha que beleza. Olha que beleza. E o que que ele faz? Que que ele fez? Então, desde 1928, ele prestou uma ajuda valiosíssima a Carbachute. Ele foi tradutor das obras. Porque o que que ele era? Olha aqui, é o povo comum. Comum somos nós. Ele era poliglota, falava inglês, francês, alemão, espanhol, italiano, além do conhecimento primoroso do latim português. Gente, é uma turma que tá assim, paro a pário, com Paulo de Tarso também. Então, dá para perceber que todas as pessoas envolvidas na divulgação da doutrina espírita, principalmente nesse início de espiritismo no mundo, tinham que ter esse contato, tinham que ter várias línguas para ter acesso a vári uma uma gama grande de pessoas, né, para transmitir essas obras fantásticas que são as obras espíritas para outras línguas. Ele deveria saber essas outras línguas. Não é maravilhoso? Não é maravilhoso? E aí o Thago também quer saber. A música chama anjos. [risadas] >> É, é anjos é do do grupo acorde, é um grupo espírita, né? E ela é assim apaixonante, né? Eh, nós cantamos, né, Marilda lá no centro outro dia. >> Isso é que no cedo nós temos um coral, viu, minha gente? Coralzinho começou

upo acorde, é um grupo espírita, né? E ela é assim apaixonante, né? Eh, nós cantamos, né, Marilda lá no centro outro dia. >> Isso é que no cedo nós temos um coral, viu, minha gente? Coralzinho começou agora novinho, recém-nascido, né, sendo cuidado pela filha da Marcini, que canta também, canta e encanta. Tudo bem. E a Márcia ali tocou numa numa num tema aí, né, Márcia, de principalmente do diabetes, não é? Você tinha falado do diabetes, >> né? As mãezinhas com diabetes >> e os bebezinhos nascem prematuros porque muitas vezes [roncando] não consegue segurar o bebê por muito tempo, não é, no seu ventre. Então eles saem prematuros. E aí nas boas notícias que faremos agora, tem alguma coisa importante. Vamos lá. Olha aí que beleza. Então tem boa notícia, muito boa notícia. Tem boas ações, Brasil, educação, entretenimento, mundo e saúde. Mas vamos lá pro mundo, né? no mundo que eu eu até até deixei aqui um slide interessante, depois a gente volta, tá? Ou vocês querem na sequência? Não, vamos pra frente que atrás vem gente, vamos falar desse mundo e a gente volta porque tem muita coisa boa. É muita notícia boa e muita notícia boa que é aqui é uma não tá nem saúde, que é essa aqui, né? Opa, essa aí também é boa. É saúde. Só notícia boa. O medicamento que atrasa a progressão do diabetes tipo 1 é aprovado pela Anvisa. Você sabia disso, Marcelin? Não, não sabia desse medicamento ainda não. >> Nossa, olha aqui. Então, esse medicamento que agora eu tô colocando aqui, ele atrasa o diabetes tipo um aprovado pela Anvisa, tá? E ele chama-se Tiziel, depois a gente vai ver o princípio ativo dele. Ele agora ele segue para pr pra comercialização da nossa agência. de vigilância sanitária, Anvisa, aprovou o registro de um medicamento que atrasa o desenvolvimento do diabetes tipo 1. O remédio se chama etilisomab e é indicado paraa paciência a partir de 8 anos que já apresentam sinais iniciais da doença. Ó, que maravilha que o diabetes tipo um, sabemos, ele acontece quando o próprio sistema de

chama etilisomab e é indicado paraa paciência a partir de 8 anos que já apresentam sinais iniciais da doença. Ó, que maravilha que o diabetes tipo um, sabemos, ele acontece quando o próprio sistema de defesa do corpo ataca células do pâncreas responsáveis por produzir insulina. E sem esse hormônio, o açúcar se acumula no sangue, o que exige acompanhamento constante e o uso de insulina para controlar a glicose. E são vários casos, né? E esse novo medicamento não impede o surgimento do diabetes, mas ele pode retardar o avanço da doença, porque nós sabemos que com diabetes é uma doença degenerativa, né? Quando nós estamos aqui belos e formosos, depois de uma certa idade, muitas vezes, e se temos a predisposição, o nosso pâncreas começa a diminuição, né, da produção de insulina e nós, com os nossos hábitos inadequados em em alimentação, né, não procuramos muitas vezes uma vida saudável, estamos sujeitos a ter o diabetes tipo 2, né, e é uma doença silenciosa, né, que vai degenerando, chegando a degenerar todos outros jogos, não é, Marcelin? Isso é muito ruim. >> E aí esse Tizield atua diretamente no sistema imunológico. E aí a proposta é reduzir o ataque do próprio organismo à células do pâncreas que produzem insulina. Essas células, nós sabemos, são importantes porque elas ajudam a controlar a quantidade de açúcar no sangue. Quando elas são destruídas, o corpo deixa de produzir insulina e a glicose começa a subir. E com a ação desse medicamento, essa destruição pode acontecer de forma mais lenta. Isso faz com que a doença leve mais tempo para chegar até a fase que o paciente precisa de insulina, né? Que o paciente vai precisar de insulina todos os dias. E aí o que que diz? Os especialistas explicam que esse atraso pode trazer benefícios, principalmente para crianças e adolescentes que tem maior risco de desenvolver a doença. Não é bacana isso, né? E por que atrasar, né? Por que atrasar o diabetes pode ajudar, já que ele não impede que ocorra, não é, o diabetes, mas ela traza

es que tem maior risco de desenvolver a doença. Não é bacana isso, né? E por que atrasar, né? Por que atrasar o diabetes pode ajudar, já que ele não impede que ocorra, não é, o diabetes, mas ela traza esse início da doença. É porque o diabetes tipo um exige cuidados diários. A pessoa precisa medir a glicose com frequência, aplicar insulina para manter os níveis de açúcar. É uma situação bem desagradável, né, dentro do recomendado. E mesmo com tratamento, manter esse equilíbrio nem sempre é simples. E Marceli sabe disso, né? Quando a glicose fica alta por muito tempo, ela pode aparecer problema de saúde ao longo dos anos. E entre as complicações possíveis, minha gente, da doença, estão as doenças cardíacas, as doenças renais, as alterações visuais, né? porque a pessoa às vezes pode ter aquela aquela cegueira pelo diabetes. Então, por isso atrasar o momento em que a doença se desenvolve completamente pode dar mais tempo para acompanhamento médico e um planejamento adequado, né, no tratamento. E nós sabemos que a diabetes tipo um é uma doença autoimune, crônica. Então, o próprio sistema de defesa do organismo passa a atacar as células do corpo. E nesse caso o alvo são as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina, esse hormônio tão importante que controla o açúcar do sangue. E nascer com diabetes ou com essa predisposição também não é o acaso. Nós somos os artífices de nossa vida, de nossas vidas, não é, Marcelinho? Esse é o diabetes tipo um. diferente diabetes tipo dois que Marceli é possuidora, que muitas vezes pode ser controlado com mudanças na alimentação, no estilo de vida. O tipo um não. O tipo um exige aplicação de área de insulina e o acompanhamento constante da glicose. Minha gente, vocês sabem qual que são os sintomas da diabetes? fome, sede frequente, vontade de urinar várias vezes pro dia, perda de peso, fraqueza, fadiga, mudança de humor, vômito. Nossa, e liberar um remédio desse é importante, né? Fala aí, Mar, Márcia, alguma coisa sobre

equente, vontade de urinar várias vezes pro dia, perda de peso, fraqueza, fadiga, mudança de humor, vômito. Nossa, e liberar um remédio desse é importante, né? Fala aí, Mar, Márcia, alguma coisa sobre diabetes que você sabe. >> Eu vou tocar numa parte, então, com relação a essa doença, né, que para mim também tá muito relacionado, porque eu tá até dou aulas sobre isso, que é um dos fatores que vem diminuir a possibilidade de dessa expressão da doença, né? a gente diz, né, muito no curso, no no programa que eu fiz com a Rubiane, né, o Elará que a gente falava da epigenética, né, desse controle adequado alimentar, né, e quando a gente entra nessa parte alimentar, um dos pontos fundamentais, principalmente no meu trabalho, é o aleitamento materno. Então, a gente sempre tem que falar dessa importância desta nutrição, que eu também já falei em algum programa aqui com vocês, Marilda, do dessa eh desse valor que tem eh o aleitamento materno, porque a gente eu eu falo assim que uma das coisas mais importantes na vida do ser humano é nascer. Este momento do nascimento é super importante. Então, se a gente nasce bem, a gente tem um caminho traçado. Se a gente não nascer bem, a gente tem outro caminho. Por isso que o está, esse pré-natal, tudo que a gente diz, né, importante, é para dar uma qualidade de vida melhor. Então, se a gente tem uma boa assistência quando se nasce, né, a gente aumenta a chance de diminuir as doenças. Então, uma coisa é esse momento de nascer e logo depois que a gente nasce, o que que a gente precisa de alimentar, porque senão a gente não vive. Então, e neste alimentar que a gente fala, né, a amamentação entra aí como um dado primordial. A gente fala até muitas vezes de amarmentar, né, que tem amamentação, é muito mais do que alimentar. é todo um vínculo que se forma ali e cujo amor é um alimento fundamental, afeto também sem ele é difícil viver. Então a gente fala desse aleitamento materno, então quanto é importante o leite, o leite materno? Aí você fala: "Mas por que você tá falando

alimento fundamental, afeto também sem ele é difícil viver. Então a gente fala desse aleitamento materno, então quanto é importante o leite, o leite materno? Aí você fala: "Mas por que você tá falando leite materno?" Porque ele protege contra diabetes, contra hipertensão, contra a hipercolesterolemia, né? Que é o colesterol alto nessas crianças, né? Então, a gente vê que a exposição do leite de vaca antes dos 4 meses está relacionado com o desenvolvimento do diabetes méitos tipo um. Então, só de tomar o leite de vaca já tem um aumento na taxa. E 30% dos casos diabetes méditos tipo um, que é esse que você falou, poderiam ser prevenidos. 30% do diabetes poderia ser prevenidos. Se 90% das crianças até 3 meses não recebessem o leite de vaca. >> Então a gente tem, né, essa porque depois vai ser é um picar de dedos no nenê, é picar na na pele para receber insulina, né? Porque não tem insulina eh eh porvia oral, né, para tomar uma gotinha, tá? É picadas, né? e dói e a criança se traumatiza, mais marcas aí vão se formando. Então, eh, paraa gente evitar de até diminuir, pelo menos o risco de ter que tomar essa essa medicação que tá surgindo aí para ajudar, né? O diabetes, já que tem, temos que tratar, mas se a gente puder evitar e a gente consegue com a a alimentação diminuir essa incidência, diminui também a o aleitamento materno. A mãe que está dando leite pro bebê, ela diminui os trabalhos, mostram a chance de ter diabetes ela, diabetes tipo dois, né, que é é demonstrado, né, pelos trabalhos. Então ela 15% da incidência do diabetes reduz, né, para cada ano de amamentação. Então, olha, minha gente, quanta coisa importante. Vamos tirar aqui para a nossa prevenção de vida, para que a gente tenha vida vida em abundância, o controle, o que a sociedade faz, o que os cientistas fazem para evitar um monte de problema, para melhorar a nossa vida. E nós estamos aqui para isso, nessa manhã tão linda e essa vida que é vida em abundância. E aí, mais uma noticinha, Marcelinha, mais uma mensagem que vai

monte de problema, para melhorar a nossa vida. E nós estamos aqui para isso, nessa manhã tão linda e essa vida que é vida em abundância. E aí, mais uma noticinha, Marcelinha, mais uma mensagem que vai ficar para todos nós nessa manhã. Olha agora que nós precisamos acreditar então nessa vida. E eu adoro Cornélio Pires. E aí no baú de casos ele tem essa mensagem fantástica. Almas sem fé. Minha gente, vocês têm fé, né? Aí a Maria Els Elzinha que tá aqui conosco. Você tem fé, Thaago? Você tem fé? Dodô, você tem fé, né? E olha aqui o que o Thago diz. Fica emocionado com a simplicidade de irmãos trabalhadores dos primórdios do Brasil e da África que muito nos ensinam e nunca se intitulam muitas vezes, né? Dizem assim: "Um irmão trabalhador". É verdade, Thaago. São essas pessoas que fazem, que executam as tarefas ali escondidinhos. Então vamos pra mensagem do Cornélio Pires. É a nossa boa mensagem de hoje, alma sem fé. Ele diz em carta, você me pergunta, meu caro Antônio Peri, de que modo almas sem fé costumam viver aqui? Porque nós não dissemos aqui, estão voltando as flores, essa manhã é linda, a vida é bela, é bonita, tem esperança sempre, não é? Ainda sempre. E aí ele pergunta, né, Cornélio Pires, pro Carlo Antônio Peri, de que modo almas que não acreditam nesse mundo, nessa vida, costumam viver aqui? Diz você, almas sem fé. E a sua definição faz com que a gente medite nos assuntos tais quais são. A você posso afirmar de quanto agora conheço cada qual depois da morte procuro o próprio endereço, né? Quem quem não tem fé aqui, como que vive lá no plano espiritual? Quem se dedica a elevar-se no campo do dia a dia vive no além pela fé. No trabalho que servia. Gente, a vida continua. Eu, Marilda aqui saindo da carninha aqui, passo pro lado de lá. Eu, Marceli e todo mundo aqui do chat. Então, quem se dedica a elevar-se no campo do dia a dia vive no além fé no trabalho a que servia. Mas quem anda mundo aa sem ideal ou sem crença na terra ou fora da terra está naquilo que pensa.

chat. Então, quem se dedica a elevar-se no campo do dia a dia vive no além fé no trabalho a que servia. Mas quem anda mundo aa sem ideal ou sem crença na terra ou fora da terra está naquilo que pensa. Nesse caso, vale pouco. A morte por nova estrada. A mente em desequilíbrio continua alucinada. Adoro. Quem viveu só para si segue essa linha incorreta. E é tanta gente no embrulho que eu mesmo fico pateta. Você recorda o João Panca no roçado da parede, desencarnado em preguiça, vive atolado na rede. Garimpeiro apaixonado, Manuelino de Nhxica, sem corpo mora na serra caçando mina de mica, continua do lado de lá. atrás do do quê? Espírito. Mas continua. Tanto pensava em comida, ó. Vamos lá os nossos que que a gente que adora um excessinho. Tanto pensava em comida que Altino de Vista Bela, no além traçou na cabeça a forma de uma panela. Pelo amor de Deus, bebedor como ninguém, nosso Anselmo Rosmaninho já morreu há muito tempo e está no copo de vinho. Olha o perigo. Gosta ali da cachaça? Continua. Vamos prestar atenção no nosso dia a dia, porque eu não mudo de uma hora para outra quando eu saio da terra, né, Marcelin? Sempre parada no ouro desencarnou dona Rita. Ô Ritinha, e a Teixa está sem corpo há 10 meses e a pobre não acredita. É lógico, vivia só no material. Não acredita que morreu mesmo? Conquistador morreu Nico. Hoje, ao fazer-se presente, ele ataca de fantasma e as moças correm na frente. Meu Deus, tanto buscava adorar-se que Esmeraldina Botelho depois de desencarnada não larga a face do espelho. Eu não mudo de uma hora para outra não, minha gente. Tomar cuidado. esforço em que progrida, tal qual por aqui se vê, é muita gente que vive sem saber como e por estão voltando as flores, minha gente, né? As nuvens vão passando, um novo céu se abrindo, vamos ver o sol iluminando, vida ativa. Por onde nós vamos indo? Por onde nós vamos indo? Porque como diz aqui Cornélio Pires, sem esforço em que progrida, tal qual por aqui se vê, é muita gente que vive sem saber como e por quê.

ida ativa. Por onde nós vamos indo? Por onde nós vamos indo? Porque como diz aqui Cornélio Pires, sem esforço em que progrida, tal qual por aqui se vê, é muita gente que vive sem saber como e por quê. A vida sem ideal é trilha na contramão, dificuldade e perigo seguindo sem direção. Use o carro do seu corpo. É a recomendação de Cornélio Pires para todos nós, minha gente. Use o carro de seu corpo servindo e amando com fé. Quem age e confia em Deus. Aí, Thago, não precisa marchar ré. Ninguém vai para trás. Ninguém vai para trás. Cornélio Pires, que mensagens piszeira, Marcali. E eu gosto muito de Cornélio Pires, porque ele se dá essa dica para todos nós. Então, faça aí as suas considerações finais sobre o seu trabalho, sobre a vida e o que precisamos fazer para continuar nela conscientes, gostando de viver, mesmo através das lutas e das dificuldades. Diga aí, Marcali. Bom, a minha consideração final, então, eh, fica a no agradecimento, né, por esse encontro maravilhoso, por todos esses queridos corações que estão juntos conosco, como eu falei na música, quem for lá para eh pesquisar, né, essa do grupo Acorde, é um grupo espírita, eh, e vai ver lá dessa dessa nossa eh designação de sermos, de sermos criados para sermos bons, para melhorarmos. E essa é a nossa a nossa proposta, né? O nosso desejo é de a gente melhorar cada dia e não deixar a peteca cair. A gente nem sempre vai estar de alto astral. a gente vai estar dias que vai est melhor, dias que a gente vai est pior, mas a gente acreditar, sabe que esse momento difícil de dor, de tristeza, ele passa a acreditar em Deus, como diz eh que a música que a gente vai ser anjo, a gente vai ser espírito melhor, vai ser espírito perfeito, com tantas capacidades assim que hoje a gente às vezes luta para ter um apartamento na avenida paulista e como dizia nosso irmão Haroldo, tem apartamentos, tem assim eh vivendas no plano espiritual que a gente nem calcula a beleza, né? E a gente às vezes errando para buscar ter um apartamento

a paulista e como dizia nosso irmão Haroldo, tem apartamentos, tem assim eh vivendas no plano espiritual que a gente nem calcula a beleza, né? E a gente às vezes errando para buscar ter um apartamento na Quinta Avenida lá em Nova York. Então a tem muita coisa linda esperando por nós, que não é não que seja errado a gente querer ter uma coisa melhor, não é isso, mas a gente saber que todo esse nosso esforço aqui no dia a dia vai valer a pena, porque as belezas do plano espiritual, eu fico pensando quando a Lívia estava desencarnando e que ela estava subindo e que ela vê aquela beleza toda, ela fala: "Ah, se os homens soubessem o que está esperando, né? o que tem para pra gente, o quanto a gente não superaria melhor as dificuldades aqui. E ela dá esse essa como uma vibração, essa eh toda essa energia, né, que ela passa de confiança, né, de que realmente vale a pena, né, fortalecermos para viver melhor, né? A gente às vezes fala assim, já perdoei bastante aquele meu companheiro do dia a dia chega, entendeu? Então a gente fala hoje não tá muito em vog assim o o ambiente tóxico, né? A relação tóxicaã e a gente quer sair, mas como diz o nosso irmão Jorge Alarrá, já fez tudo que podia, né? Antes de desistir, antes de debandar, né? Então acho que é isso que fala, né? esse despertar nosso, que é essa nossa conexão com Deus, é a nossa conexão conosco mesmo, é a nossa conexão com o próximo, né, que vai fazer com que a gente se descubra. E a Marilda tinha mostrado na prece inicial que ele fala: "Dai força àquele que busca a verdade". Porque realmente a busca da verdade, a transformação exige muita força, né? que nem sempre a gente as tem. Então, a gente agradece a oportunidade do convite, Marilda agradece os corações queridos que estiveram conosco e vamos em frente, gente. >> Gente, e é isso aí. Deixando aqui um agradecimento aos canais parceiros, ao canal Renovando Consciências pela plataforma YouTube, Facebook e a todos os que fazem parceria aqui. Vê, estão voltando as flores

, e é isso aí. Deixando aqui um agradecimento aos canais parceiros, ao canal Renovando Consciências pela plataforma YouTube, Facebook e a todos os que fazem parceria aqui. Vê, estão voltando as flores >> nessa manhã tão linda. Como é bonita a esperança as nuvens vão passando um novo céu se abrindo. O sol iluminando por onde nós vamos indo. >> É isso aí. Bom dia, café para todos. Muita paz e muita alegria para todos nós. >> Obrigada.

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