Bom dia, café! 200126 AO VIVO Renovando Consciências
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias e bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade
Bom dia. Diz aí, meu amigo Quincas, >> bom dia. Com muita paz e com muita alegria. Que Jesus abençoe esse nosso dia de amor e de esperança. >> E aí, >> que que a gente veio fazer aqui? >> Cantar, né? >> Cantar. Aí, meu amigo. [risadas] >> Então, então vamos lá. >> Vamos lá. Um passarinho me ensinou uma canção feliz. E quando solitário estou, mais triste do que triste sou, recordo que ele me ensinou. Uma canção que diz: "Eu vivo a vida cantando ai por isso o que passou. Passou. O mundo gira depressa. E nessas voltas eu vou cantando a canção tão feliz de Ai Lili. Ai >> por isso é que sempre >> ai Lili. Eh, coisa maravilhosa. É isso aí. Assim a gente começa banho bem demais o dia. Não tem como não começar com essa alegria, não é, meu amigo? É verdade. >> Coisa boa. Coisa boa. Tão falando por aí, né, que essa live é uma live expiatória, porque [risadas] a gente entra cantando e a gente tá tentando, né, fazer assim essa cantoria o melhor possível, mas na verdade eu acho que ela é uma live salvatória, viu K? >> Olha que beleza, né? que permite aí os nossos corações, a nossa alma se reencontrar, colocar para fora todo essa potência do amor que os nossos espíritos têm. Você não acha? >> Verdade. Verdade. A vida é feita de momentos tão interessantes, né? Mas aqueles que marcam para nós são exatamente aqueles que nos transformam da lágrima ao sorriso. Passou. Que beleza, >> que beleza. Não. E essa música não poderia estar mais apropriada para o convite que eu fiz pro nosso amigo hoje, [risadas] pra gente falar um pouquinho de maturidade espiritual, porque sabe aqui, meu amigo, a gente tem esse programa maravilhoso, né, que nos oportuniza est aqui de segunda a sexta-feira com tantos amigos aqui que a gente já vai falar bom dia, e trocar informações, trazer aí eh conhecimento, né, dos nossos companheiros, dos nossos irmãos que já trilharam os caminhos dentro da doutrina, né, dentro de exemplos maravilhosos e que vão nos dando essa dimensão dessa caminhada, né, e que tudo passa, tudo
ossos companheiros, dos nossos irmãos que já trilharam os caminhos dentro da doutrina, né, dentro de exemplos maravilhosos e que vão nos dando essa dimensão dessa caminhada, né, e que tudo passa, tudo muda e o que vale é levar no coração a lição, né, o aprendizado para que a gente alcance essa tão almejada maturidade espiritual. Então eu vou fazer a minha audiodescrição rapidinho e aí eu passo para você fazer a sua pros nossos irmãos aí, né, que tem um pouco mais de dificuldade de nos enxergar. Mas para saber que nós estamos aqui hoje nessa dupla maravilhosa com esse amigo que ilumina nossas vidas. Eu tô aqui na Espanha do na sucursal espanhola aqui do Bom Dia Café. Sou uma mulher de pele clara, beando aí o 5.0, eh, tentando alcançar essa maturidade espiritual. Hoje eu tô com uma blusa branca, um colete verde. Tá um pouco frio aqui, estamos no inverno, mas sigo aqui com, né, os meus livros, as minhas estantes aqui com os meus bonequinhos queridos aqui, olha, que que nos eh auxiliam aqui, nos amparam a transmitir, né, esse programa, tudo que a gente puder dar de melhor para todos os nossos irmãos. E o nosso irmão Quincas está onde? >> Eu estou na cidade de Monte Carmelo, eh, Alto Paranaíba, de Minas Gerais. E o ponto de referência eh Uberlândia, da qual nós estamos a 110 km e Uberaba, que é 156 km. Monte Carmelo é uma cidade pequena, né, com 50.000 1 habitantes, mas belíssima e acolhedora. Eu sou de cor negra e estou de óculos, não é? Camiseta branca, eh, um ambiente doméstico. Nós estamos aqui, sabe, Patrícia, com reformas dentro de casa e de vez em quando pode até surgir um um ruídozinho, um barulhinho, mas vamos que vamos, né? É uma alegria estar com você. e com todo esse pessoal que já acompanha, >> todo esse pessoal que tá aqui, a Rita Antônia que se tornou membro de um canal espírita. A gente agradece muito sempre, né, porque nos dá esse apoio, esse incentivo para continuar divulgando a mensagem a Mais Corações. A nossa amiga Marilda que tá lá em São José do Rio
um canal espírita. A gente agradece muito sempre, né, porque nos dá esse apoio, esse incentivo para continuar divulgando a mensagem a Mais Corações. A nossa amiga Marilda que tá lá em São José do Rio Preto, que é apresentadora do Bom Dia Café também, ela sempre acorda assim, ó. Bom dia, meu povo. Essa alegria aí. Ela chegou cedinho hoje. Meu Deus, Marilda caiu da cama aí, hein? A Maria Ferraz é uma amiga querida também, tá lá nos Estados Unidos, acorda cedinho para para tá com a gente também, sabe, Kincas, é uma bênção. Aí acorda, minha gente. É, você viu, né, pessoal? Hoje tá meio todo mundo dormindo, né? Vamos acordar, gente. Já cantamos, já derrubamos vocês da cama cantando. Vamos lá. Ó lá, ela tava cantando com a gente. A Estela querida. nossa chefa aqui do programa, muito muito querida, nossa chefa Lux. Agora é o Kincalux, hein, gente. Kincalux tá aqui com a gente porque quem chega nessa família já entra na família de luz aqui. Aí falando bom dia, ó. Tá lá todo mundo cantando com a gente. A Antonieta também tá com a gente, ó lá. Vamos tomar um cafezinho gostoso. Vamos. lá em Aracaju, lá em Iachuelo, na verdade em Sergipe. A Terezinha querida, salutam Terezinha lá em Brasília. Ó, ó, ó lá a Estela já falando. Veloso Lux é mesmo Lux. É isso aí, [risadas] já tá na nossa família. Ó lá, Pat Lux e Kinkacux. É isso aí. Não tão arrasando hoje, gente. Muita luz aqui porque esse amigo, Nossa Senhora, é um presente nas nossas vidas. A Priscila lá de Avaré, bom dia, Priscila, seja bem-vinda. A Dulce também chegando aqui. Nossa irmã tá sempre com a gente. Olha, essa família aqui é uma bção, viu, Kas? Essa família aqui não larga a gente. De vez em quando o pessoal chega um pouquinho atrasado, chega na turma das 8, a gente fala, sabe? Mas a gente deixa chegar na hora que for, porque é uma bênção tá aqui junto com eles. Ó, a gente vai colocar aqui uma uma precezinha, tá? pra gente se harmonizar nesse ambiente maravilhoso. É um poema da nossa querida Siaada, que eu gosto muito e acho que também representa
to com eles. Ó, a gente vai colocar aqui uma uma precezinha, tá? pra gente se harmonizar nesse ambiente maravilhoso. É um poema da nossa querida Siaada, que eu gosto muito e acho que também representa muito esse encontro de hoje. Então, vamos lá. Eu [música] mergulho no abismo de mim mesmo. Me procuro [música] na caverna em que me escondo e me encontro encurvado em sofrimento. [música] escuridão, meus erros camuflando. Me aproximo [música] e em meio a densas trevas me conheço, me abraço, me consolo, [música] me perdoo me acolhindo e sem reservas. >> Com ternura me aconchego no meu colo. Regozijo [música] ao descobrir-me sem ser falso. Me preencho [música] por amar-me e ser amado e decido a mim [música] mesmo resgatar. Me retiro da caverna nos meus braços. Me apresento a liberdade encantado e me entrego inteiro à vida por me amar. Que assim seja. que a gente não desista desse caminho do autoencontro, não é, meu amigo? Porque eu acho que é ele que vai nos levar à maturidade espiritual. Tenho assim uma leve impressão [risadas] que é por esse caminho que a gente vai. Mas fala um pouquinho pra gente, Quincas, quais são os programas que você apresenta, participa para nossos amigos saberem, né? e já deixar o convite pra gente não deixar pro final e e não dá tempo. >> Ah, beleza. É, >> obrigado pela oportunidade. É, nós temos toda segunda, quarta e sexta às 10 horas o papo com quincas. Nesses mesmos dias, às 18 horas, nós temos um momento de gratidão, 3 minutinhos com Quincas Veloso. E nós temos na quinta-feira às 20 horas eh o Prosa Espírita. Prosa espírita. No sábado, às 7:30 pela manhã também, esse mesmo horário de hoje que estamos, né, aqui no Brasil, nós temos o Palavras de Esperança. Temos também, né, no domingo às 9 horas ou e a família como vai ou o FCES da África. E à noite às 19 horas nós temos o falabo espiritismo.net. Então a gente tem muitos amigos online, né? Que é uma alegria imensa, como eu estou vendo você aí com esse pessoal querido. Muita paz, muita alegria no coração de
s nós temos o falabo espiritismo.net. Então a gente tem muitos amigos online, né? Que é uma alegria imensa, como eu estou vendo você aí com esse pessoal querido. Muita paz, muita alegria no coração de cada um de vocês, essas meninas que aí estão, né? Alegria, alegria, alegria. >> É maravilhoso, né? Todo esse trabalho do nosso querido irmão Quincas já nos dá assim uma uma luz aí também, né, de como chegar, como alcançar essa maturidade espiritual. E eu vou inverter aqui um pouco, quem quiser, eu ia falar um pouquinho aqui das efemérides, como a gente tinha, né, comentado, porque hoje, né, o dia de seria comemoração dia de nascimento de Cloves Tavares, né, e desencarne de Analia Franco, que são dois exemplos assim que cada um daria um programa inteiro, né, de uma ou a semana inteira de programa, né, né, por conta de tudo que fizeram aí nas suas jornadas, nessa existência, eh, diante, né, do encontro, do reencontro com a verdade espiritual. Mas o Quinca sempre começa, né, os programas dele e tanto o Prosa, né, e o o Fala Boa também, né, Kencas, com uma leitura para para abrir, né? E aí, então, eu fui procurar uma leitura Kencas pra gente falar desse tema, né, da maturidade. E aí a gente pode dentro da nossa conversa eh trazer aí essa essa história de vida, né, dos nossos irmãos, do Cloves e da Anália, né, como o que no caminho deles, né, aconteceu ali de especial e de importante, que os colocaram nessa grande oportunidade de trilhar, né, essa plenitude da missão, alcançando aí a sua maturidade espiritual. Então, ó, vou colocar aqui na tela pro pessoal acompanhar e para você acompanhar. Não sei se vai ficar muito pequeno, mas é um texto de Emanuel que eu acredito que você já deve ter lido algumas vezes, né, que é Madureza espiritual, em que ele vai comentar esse versículo de Paulo, né, na lacarta aos Coríntios. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino. Quando cheguei a ser a ser homem, desisti das coisas próprias de menino. E aí ele nos diz, antes do
ta aos Coríntios. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino. Quando cheguei a ser a ser homem, desisti das coisas próprias de menino. E aí ele nos diz, antes do esclarecimento espírita, é compreensível que a criatura subverta os valores da vida, mas depois de investir-se na posse do conhecimento da própria imortalidade e das leis que lhe regem os destinos, a maneira espírita de se conduzir claramente lhe revela o caráter cristão nas mínimas circunstâncias da existência. É por esse motivo que o espírita evangélico age sem apego, progride sem soberbia, ama sem egoísmo, serve sem recompensa, auxilia sem reclamação, aprende sem vaidade, ensina sem exigência. Ah, pera um pouquinho que faltou um pedacinho aqui que ele não pegou todo o texto aqui. Vamos voltar aqui então. Aqui. Ensina sem exigência, esclarece sem azedume. Perdoa sem condição, espera sem ociosidade, corrige sem reproche, observa sem malícia. Recolhe sem barulho, socorre sem barulho, opera sem temeridade, colabora sem constrangimento, constrói sem alarde, confia sem basófia, administra sem imposição, obedece sem servilismo. O espírita evangélico, onde esteja ou com quem esteja, sabe perfeitamente que as suas convicções se erigem à condição de veículos de ideias que abraçam e em razão disso seleciona as suas próprias atitudes perante o mundo e a vida, consciente de que, havendo atingido a madureza espiritual, se pode fazer o que quer, somente mente acerta com as leis do Senhor quando faz o que deve. Ai, como a gente fala, né, esse mas o que eu achei interessante é esse começo aqui, porque é esse eh essa constatação, né, que a gente vê na vida desses irmãos que a gente apresenta aqui nas efemérides e que o Quincas vai contar um pouquinho pra gente, né, que é essa esse antes e depois do esclarec espírita eh, diante, né, do conhecimento da sua própria imortalidade e das leis que eles regem o destino. E André Luiz tem lá no Agenda Cristã, né, Quincas, que depois acho que de duas
ois do esclarec espírita eh, diante, né, do conhecimento da sua própria imortalidade e das leis que eles regem o destino. E André Luiz tem lá no Agenda Cristã, né, Quincas, que depois acho que de duas semanas ou é uma semana, eu sempre coloco um pouquinho mais de tempo, né, para dar um chorinho pra gente. a gente já tem todas as condições de viver as lições evangélicas. Então, meu amigo, diante desse texto maravilhoso aqui do nosso Emanuel e hoje, né, inspirados por essas vidas de Cloves e de Analia, diz para nós eh um pouquinho como é esse antes e depois da doutrina espírita. Olha, eh, é tão interessante essa ponderação que você disse, que nós vamos pensar, por exemplo, eu nasci praticamente num lar espírita. Eh, interessante porque a minha família era bastante católica, né? Nada contra, nada contra. Mas a, eu tive uma irmã que inclusive já desencarnou e desencarnou com 91 anos de idade. >> Ela entrou num processo obsessivo, exatamente quando eu estava com um ano de idade. Então eu nasci, fui batizado na igreja, a minha irmã entrou nesse processo obsessivo e em razão desse processo, meu pai teve que buscar os recursos na doutrina espírita. É, é uma história um pouco longa que a gente vai resumindo e mostrando. Então, resultado, deixamos a ideia católica para abraçar a doutrina espírita. E aí entra o detalhe que eu gostaria de narrar para não ser prolixo. Quando a família tornou-se espírita, o médium, que era de um lugarejo pequeno no estado de Goiás, perto de Corumbaiba, denominado Arião, ele era ex-disíplo de Eurípedes Barsanufo. Ele fundou o centro, a pedido do próprio Eurípedes, e teve uma atuação maravilhosa depois que conheceu o Espiritismo. É bom que se lembre isso. Bom, então quando ele deu alta, eu vou vou vou usar esse termo porque a minha irmã ficou lá algum um período, ele disse ao meu pai, é necessário que a família se reúne em torno do Evangelho Segundo o Espiritismo. que naquela época, isso foi em 41, ele deu instruções tal qual as instruções de Neio Lúcio,
íodo, ele disse ao meu pai, é necessário que a família se reúne em torno do Evangelho Segundo o Espiritismo. que naquela época, isso foi em 41, ele deu instruções tal qual as instruções de Neio Lúcio, não é? E Joana de pra gente reunir, fazer as leituras, ter a aguinha para fluidificar e e o e etc, né? Que a gente conhece bem. Então eu cresci nesse ambiente que aí nunca mais parou e meu pai arregimentou a família inteira. É bom que a gente lembre que a minha família completou 16 pessoas reencarnadas ali, nós reuníamos e tal. E quando eu erei ali meus 16, 17 anos, um dia eu perguntei ao meu pai: "Papai, aqui sempre foi fraterno igual é porque nós somos muito, eu não vejo briga, não vejo nada". Ele falou: "Ah, meu filho, antes da doutrina espírita era uma rilia. E depois que nós nos tornamos espíritas, é essa bênção. E todos abraçaram a doutrina espírita. E a minha irmã, não é, foi um excelente médium, se a gente pode usar esse termo, psicofônica. foi, formou-se em filosofia, foi professora, trabalhou muito, fazia belas palestras, tinha uma memória muito boa, mas o importante é a realização da transformação que a doutrina espírita operou na minha família. E olha, Patrícia, o meu pai, ele aprendeu a ler e escrever sozinho. >> Eh, ele nasceu no estado da Bahia, criou-se também com muita carência e adotou a doutrina espírita de uma forma tão maravilhosa. Só, só para você ter uma passaginha que eu não me esqueço da minha vida. Eu já estava com 29 anos, aliás, eu já estava com 30, estava com 30 anos. E nós fomos fazer uma um passeio, como fazer uma pescada à beira de um de um rio no município de Paracatu, aqui em Minas Gerais, rio São Pedro. Estávamos ali e eu fui paraa pescada, atravessei o rio que tinha umas pedras para atravessar, não era muito fácil, juntamente com um amigo e estamos ali pescando e deu a noite e quando começou a escurecer, eu estou anotei um barulho, alguém rompendo as dificuldades para chegar até nós. Quando eu vi era meu pai que já estava bem de idade, eu assustei. Falei: "Papai, vim
oite e quando começou a escurecer, eu estou anotei um barulho, alguém rompendo as dificuldades para chegar até nós. Quando eu vi era meu pai que já estava bem de idade, eu assustei. Falei: "Papai, vim aqui essa hora?" Falou: "Ué, papai, que que foi? Que que aconteceu?" "Não, meu filho, é que aí tem um centro e eu vim dizer para você que eles querem que você faça uma palestra lá". Eu falei: "Ô, papai, mas olha como que eu tô sujo, tomei banho não, mas tá na hora". Falou: "Não, meu filho, você não vai nem desfilar não, você vai falar sobre Jesus". Olha que que que que coisa, né? E eu tive que ir, né? [risadas] >> Ah, quando quando o superior chama, né, meu amigo? >> E foi muito interessante. E e e então a a religiosidade, essa busca do evangelho, ela é primordial, porque nós temos o direito de sermos intelectualizados, de ter bastante conhecimento, porém não temos nenhum dever e não podemos sermos, por exemplo, eh, vaidosos e e usar o nosso conhecimento, o nosso cabedal para exibicionismo. Então, esse evangelho é nós aprendermos essas regras que o nosso querido Emanuel nos dita, porque evangelho é conduta, é como você agir. Tudo que você ouvir dentro da doutrina espírita, tudo que você ouvir de Jesus, é como você proceder para caminharmos naquilo que um Analia Franco realizou, que tá está no livro eh A vida escreve, psicografia de Valdo e Chico Xavier, que mostra uma passagem dela que é maravilhosa, mas deixa Deixa você falar alguma coisa, porque eu tô tomando conta aí. >> Não, mas você é a visita, a visita que vem falar. Olha aqui a nossa amiga Isa lá de Tabaiana também, de Sergipe. Ó, ela tá encantada. Ela é a nossa poetisa do canal do Renovando Consciências, é uma querida. Eh, a gente não tem como não se encantar. Isso não tem como se encantar, porque eh o nosso irmão Quincas, ele traz para nós, por isso que eu falei, né, quando o superior chama, né, ele traz para nós essa consistência, coerência da doutrina e do evangelho conhecido e vivido, que nem ace fala, né, lá no Renúncia, conhecer, meditar,
so que eu falei, né, quando o superior chama, né, ele traz para nós essa consistência, coerência da doutrina e do evangelho conhecido e vivido, que nem ace fala, né, lá no Renúncia, conhecer, meditar, sentir e viver. Ver o nosso irmão Quincas, ele fez esse ciclo completo. >> Não, não, não >> está fazendo, está fazendo, está fazendo, está deixando. >> Vou ter que reencarnar por causa desse C aí, viu? >> Você vai ter que reencarnar sim para continuar nos dar exemplo. Pode ter certeza. Nós não vamos deixar você quietinho lá no plano espiritual. viu? Fique certo disso, mas mostra para nós, né, meu amigo, é muito interessante, né, você tem essa essa exposição a a à doutrina, o evangelho desde infância, né, por conta desse chamamento que uniu toda a família. E a gente vê, né, nas histórias, nas nossas próprias histórias, que geralmente, né, é algo que nos acontece de força maior, que a gente ainda dá o nome de dor, que nos convida a ir de encontro com a doutrina e com o evangelho. Mas vocês, né, essa família que conseguiu captar a essência desse convite, não permitiu que tudo isso se transformasse apenas numa crença, não é? E tudo isso foi se transformando em vivência por conta dessa simplicidade que você aí ressaltou para nós. Olha, e o pessoal tá aqui dizendo, né? Ninguém vai desfilar, sabe o papai? Exatamente. Exatamente. Nós vemos isso em Jesus, né? que podia ter feito de tantas outras formas, falado de tantas outras maneiras. E o que que ele mostrou para nós? Essa simplicidade, né? Olha a nossa irmã também Estela, lá do Rio Grande do Sul, uma querida, ó, nos ilumina com a sua dedicação, a espiritualidade, com certeza, porque podia ter ficado só na forma, né, Quincas, só numa fazessão de evangelho, de leitura e não ter saído, né, do coração, aquela fase que é paraa doutrina sair por nós, né, o evangelho velho sair por nós, porque aí a gente compreendeu realmente que é esse chamado a nossa constante transformação, né, que eu gosto de deixar lá nos nos meus perfis, porque a gente não sabe
, o evangelho velho sair por nós, porque aí a gente compreendeu realmente que é esse chamado a nossa constante transformação, né, que eu gosto de deixar lá nos nos meus perfis, porque a gente não sabe onde é o nosso ponto final. A gente sabe, mas a gente sabe que é muito, né? A gente vai passar por muitas transformações. Então, importa realmente que a gente viva o que a gente tá tendo, essa oportunidade de conhecer. É isso. Olha, cada um tem o papai e a família que conquista. Com certeza. cada cada momento, né, que a gente reencarna, a gente vem nesse ambiente necessário para dar essa continuidade à nossa transformação, né? E esses exemplos que a gente traz aqui é pra gente ter a certeza de que vale a pena essa entrega, né? Essa entrega a ser, a fazer o bem, a ser o melhor que pudermos, né? sem egoísmos, sem orgulho, sem vaidades, porque vamos receber tudo de volta na mesma medida que fizemos. Mas conta aí a história da nossa querida irmã. Então, >> olha a a nossa anália, né? Que que coisa maravilhosa. Eu me dou ao direito, mas lhe peço permissão para fazer uma leitura de uma página que eu achei assim extraordinária dessa vida. Isso aqui é exemplo, não é? Isso aqui é exemplo do livro A vida escreve o capítulo primeiro da segunda parte. E a mim me parece que esta é uma psicografia do Valdo Vieira. A doente que se queixava em desespero perguntou à senhora que ele que velava o leito. Permite que eu leia para seu reconforto algum pequeno trecho de Allan Kardec? Deus me livre! Gritou a enferma, cuspindo-lhe aos pés. Ainda assim, as mãos abenegadas da companheira continuaram ajeitando-lhe os lençóis. Quero água exigiu a doente. Amiga trouxe-lhe a água pura e fresca. Decopo as mãos a enferma no ímpeto, atirou-lhe todo o líquido à face vociferando. Água imunda. Como se atreve a tanto? Quero outra. Paciente humilde, a senhora enxugou o rosto molhado e em seguida trouxe mais água. Quero chá. E o chá surgiu logo. Chá mal feito, chá frio. O conteúdo da taça foi projetado ao peito
anto? Quero outra. Paciente humilde, a senhora enxugou o rosto molhado e em seguida trouxe mais água. Quero chá. E o chá surgiu logo. Chá mal feito, chá frio. O conteúdo da taça foi projetado ao peito da outra, ensopando-lhe a blusa. Traga chá quente, foi a ordem obedecida. Você aceita agora o remédio? indagou a assistente. Que venha depressa. Ao tomar contudo, a porção, a dama inconformada agarra colher e vibra num golpe no braço da amiga. Surge pequeno ferimento mostrando sangue. E a enferma cai em crise de lágrimas, chora, chora e depois diz: "Anália, se a religião espírita que você abraçou é o que lhe ensina a me suportar com tanta calma, leia o que quiser." A interpelada sentou-se, tomou o Evangelho Segundo o Espiritismo e leu a Formosa página intitulada A Paciência do capítulo 9, que começa afirmando: "A dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos". Acalmou-se a doente que acabou aceitando o socorro do passe e o benefício da água fluida. Conversaram ambas. A enferma serenada ouviu da companheira os planos que arquitetava para o futuro em benefício dos meninos abandonados à rua. No dia seguinte, ao despedir-se, obsediada em reequilíbrio, beijava-lhe as mãos e dava-lhe os primeiros dois contos de réis para começar a grande obra. Essa enfermeira admirável de carinho e devotamento era Anha Franco, a heroína espírita paulista que se fez sublime benfeitura das criancinhas desamparadas. Hilário Silva, olha >> que falar, querida Patrícia, >> que falar, não, né? Por isso ela era chamada de o anjo da caridade. O anjo da caridade, né? Porque ela realmente compreendeu o chamado, né, desse conhecimento, dessa crença para a sua vida, para essa existência. E aqui, enquanto você ia lendo, né, eu fiquei pensando então que para ela, né, foi essa essa esse grande convite, né, que ela abraçou da caridade. E na história do nosso Cloves também fiquei pensando, né, você o paio te chamar para fazer a palestra, para falar de Jesus. ele também foi eh muito, né, chamado a falar, né, quando ele
ou da caridade. E na história do nosso Cloves também fiquei pensando, né, você o paio te chamar para fazer a palestra, para falar de Jesus. ele também foi eh muito, né, chamado a falar, né, quando ele realmente abraçou a a doutrina e o conhecimento, chamado a fazer esse bem através da sua eloquência das palavras, né? E aí eu fiquei pensando que mais que não pode faltar nessa trajetória, meu irmão, no seu ponto de vista aí, pelo que você já viveu, pelo que você já sentiu, já meditou, o que não pode faltar na nossa caminhada espiritual pra gente tentar ser um completista, vamos dizer assim, né? e buscando essa maturidade moral e espiritual. >> É interessante. Eu fico muitas vezes pensando, vou falar um pouquinho de mim mesmo, sem pretensão nenhuma. Olha, eu tive a oportunidade de conviver com determinadas pessoas que eu tinha por obrigação de ser um criulim melhor. Sem dúvida. Eu convivi com o meu pai e a minha mãe, que só nos deram exemplos assim maravilhosos. Quando mudamos para Monte Carmelo, que nós viemos da zona rural, então nós chegamos, mamãe nos reuniu e disse assim: "Meus filhos, eu vou observar para vocês como nós devemos viver aqui nessa cidade. Somos aqui como que estrangeiros e só temos coisas que o povo não gosta. Nós somos eh sem recursos financeiros. Nós somos negros e somos espíritas. E aí então um um dos irmão acrescentou, tem mais um mãe, meu pai é fiscal, porque meu pai era fiscal do estado. Mas olha bem, agora vocês prestem bem atenção. O destaque de cada ser está nas ações para o bem. Sejam bons e não briguem com ninguém. Que que coisa, né? Então, eh, eu fico lembrando, o meu pai quando ia chamar a atenção de um dos filhos, nós tínhamos um uma mesona muito grande. A minha mãe não gostava que a gente entrasse na cozinha enquanto ela estava fazendo o almoço, lugar de homem na sala. É tanto que eu não aprendi a fazer nada, nada na cozinha. Hã, beleza. Então, a gente sentava ali, quando o papai queria chamar a atenção de alguém, geralmente ele falava assim
lugar de homem na sala. É tanto que eu não aprendi a fazer nada, nada na cozinha. Hã, beleza. Então, a gente sentava ali, quando o papai queria chamar a atenção de alguém, geralmente ele falava assim com um de nós após o russo. Olha, eu preciso falar com você. E aí era em particular. Beleza. Fui também crescendo e observando essas coisas. Um dia eu perguntei para ele: "Papai, por que quando o senhor vai chamar a atenção de um de nós em particular?" Ela falou: "Meu filho, se você já está desmoralizado, eu vou lhe desmoralizar mais ainda. Prestem bem atenção. Então são detalhes assim históricos para mim, pro meu coração. Aí eu convivi com o Dr. Elias Barbosa, com o Valdo, Dr. Valdo Vieira, Chico Xavier, que esteve na nossa residência, residência dos meus pais por algumas vezes. Eu tive a oportunidade de conviver com o Honório de Abreu. É, então, >> Chico Xavier, gente, que coisa maravilhosa, né? muitas passagens eh particulares que a gente viveu, tudo para que a gente se torne melhor, porque está lá no Evangelho, no capítulo de número cinco, no item 11, falando sobre o esquecimento do passado, que Deus nos concede sempre aquilo que é para nós nos tornarmos melhores. Lá expresso isso aí. Eu fiquei encantado porque eu já tinha lido o Evangelho 200 vezes, ainda não tinha deparado com esse fato, né? Então a gente vai observando que a doutrina espírita não nos pede milagre, nos pede amor. E esse amor transforma-se em milagre. milagre da tolerância, da paciência, do desprendimento, mas sobretudo da simplicidade, porque é na simplicidade que Deus lança a semente do amor. É na simplicidade. Por mais que você tenha conhecimento, não seja arrogante. Por mais você possa operar transformações com o poder da sua mediunidade, lembre que o poder de Jesus foi a sublimação de saber tolerar o caminho da manjedoura, a estrada das experiências que foram infinitas. E nós vamos observar Mateus, mostrando já no início do seu evangelho que uma multidão se enfileirava por onde Jesus passava,
ar o caminho da manjedoura, a estrada das experiências que foram infinitas. E nós vamos observar Mateus, mostrando já no início do seu evangelho que uma multidão se enfileirava por onde Jesus passava, lhe esperando não só para ouvir a sua a sua palavra, mas também para ser tocado por ele, a fim de que se curassem. E Jesus fez qualquer ostentação. E a sua simplicidade, por exemplo, de equilíbrio nas situações mais complexas, mestre, é nos lícito pagar o tributo a César. Ah, que maravilha, né? E Jesus mostra que os valores da terra são imensos, mas a finalidade é o princípio do espírito que se conclui com a nossa aproximação cada vez mais no entendimento do que é Deus. Porque quando nós entendermos, viu Patrícia, quando nós entendermos o Deus realmente, nós vamos respeitar uma formiguinha, nós vamos nos encantar com o voo das borboletas, mas vamos entender também porque ainda existem criaturas que se propõem ao crime e a maldade, mas que são filhos de Deus. E vamos amá-los. O amor verdadeiro. Nossa, eu tô falando demais hoje. Ô, meu amigo, tá maravilhoso isso. A turma tá encantada aqui e eu aqui pensando, né? você falou de pagar os tributos, que realmente era um grande desafio, né, de compreensão naquele momento para o povo do que deveria ser feito. E aí lembrei de Judas, né, da passagem de Judas. E qual foi a reação de Jesus ao, né, recebê-lo ali naquele momento, chamou de amigo. Então, eh, te ouvindo falar, né, das suas experiências, do contato com todas essas pessoas incríveis, né, com essação da do convite, né, da espiritualidade a nos deixar no caminho reto, né? é realmente olhar para todas essas oportunidades que nos chegam e colocar em prática a outra face, como Jesus veio nos ensinar, né? Eu acho que quando você falou aí do esquecimento do passado e nesse trecho tem, né, ali o que nós precisamos saber pro que é necessário pro nosso melhoramento, eh talvez a gente passe um certo tempo aí ao conhecer a doutrina espírita, ao conhecer a verdade espiritual, a nossa
em, né, ali o que nós precisamos saber pro que é necessário pro nosso melhoramento, eh talvez a gente passe um certo tempo aí ao conhecer a doutrina espírita, ao conhecer a verdade espiritual, a nossa imortalidade aí, como disse Emanuel, as leis que nos regem, tentando entender o nosso passado. E aí a gente pode até se perder nesse caminho, porque a gente não pode refazer esse passado. Ele apenas pode se tornar referência, né, pro que nós queremos pro nosso futuro, que é imortal. E é aí que entra a vivência da outra face, como você tá nos contando aí, com a paciência, com a tolerância, né, com essa amorosidade, com um outro olhar para a dor, para o que chega para nós, né, que é o plantil das nossas colheitas. E a gente tem ainda muita dificuldade, né? a gente ainda criou tantos eh outros recursos que nos iludem, né? Recursos que foram permitidos, né? Porque tudo que a gente tem é permitido por esse Deus maravilhoso que o Quincas está nos contando, que nós precisamos conhecer verdadeiramente para que a gente faça o bom uso, para que a gente siga nessa trilha da nossa maturidade espiritual. Então, nada do que nos acontece é o acaso. A gente precisa passar. Então, olhar sempre para o que está nos chegando como grande oportunidade do resgate e de refazer a sementeira, né? Olha a nossa amiga dizendo aqui, olha que Deus te conserve por muito tempo conosco para aprendermos mais e mais com a sua sabedoria e humildade. É isso. E ele vai colher muita manga ainda, viu Estela? Fica [risadas] lembrou doito. >> Exatamente. [risadas] Ele vai colher muita manga ainda nessa existência. A dor é o tributo a nos ensinar a sermos melhor hoje. Responder a ler sobre exatamente o passado. Acho que essa esse convite, né, de transformar a crença em vivência, em ser a o próprio evangelho, né, o quinto evangelho, ter as marcas do Cristo. É isso, né? é deixar de ver a dor como uma inimiga e aceitar o que nos chega hoje, né? Ou todos esses reencontros aqui, olha, porque cada um desses irmãos que estão aqui com a gente
marcas do Cristo. É isso, né? é deixar de ver a dor como uma inimiga e aceitar o que nos chega hoje, né? Ou todos esses reencontros aqui, olha, porque cada um desses irmãos que estão aqui com a gente no chat, alguns a gente conhece pessoalmente, outros ainda não, ainda não conheço quincas pessoalmente, mas como ele vai colher muita manga, tá guardado o nosso dia, né? Mas eh é esse a gente precisa dessa conexão, não é, meu amigo, desses reencontros e aproveitar o que cada um traz para nós para nós sermos melhores, não é esse o caminho? >> É, minha querida Patrícia, a vida é uma coisa muito bela. É interessante você pensar, eu eu tive um um momento na juventude em que eu me nasceu uma espécie de de desencanto. Eu não acreditava, eu tive um momento que eu não acreditava que alguém pudesse amar realmente, sabe? E esse período o Chico me acolheu de tal maneira, todas as vezes que eu ia lá, ele me distinguia, me dava oportunidade de falar e tal, ao ponto de muita gente falar: "Ah, você que aí do Chico?" Mas eu é que sabia o que estava fazendo. E eu só fui entender isso porque quando eu diria que eu relativamente me equilibrei, aí o Chico já não me dava tanta atenção como dava antes. E notei que um amigo meu que estava vivendo também, ele passou a dar muita assistência. Então, eh, a vida tá sempre nos ofertando as oportunidades de nos tornarmos melhores. E a doutrina espírita nos dá a convivência com pessoas que se vacilam, não é? Nos dá a oportunidade de conviver com pessoas como eu convivia. Eu fiquei 3 horas um dia sentado conversando com o Martin Esperalva. Meu Deus, >> olha, você você imagina, né, quanta pessoa boa que que eu tenho relacionado e e para falar para você, olha, a minha esposa, vou falar baixinho, senão ela pode escutar. A minha esposa é algo extraordinário, extraordinário, >> maravilhosa, né? tem me ajudado e me ensinado cada coisa, porque eu não sou fácil não, viu, gente? Vocês estão achando que eu sou fácil? Não sou não. [risadas] >> Quem é fácil levanta a mão.
nário, >> maravilhosa, né? tem me ajudado e me ensinado cada coisa, porque eu não sou fácil não, viu, gente? Vocês estão achando que eu sou fácil? Não sou não. [risadas] >> Quem é fácil levanta a mão. >> Ah, que marav >> são os nossos anjos encarnados, né? Que nem esses irmãos que vêm, cumprem as suas missões, né? abrem mão de todos os seus interesses pessoais, como Jesus falou lá pro jovem rico. E a gente não entende, né, como a gente pode fazer isso, como não ser do mundo ainda, né? apenas estar no mundo, viver as experiências, ofertar o nosso melhor, porque a gente não vai ao nosso autoencontro, como disse lá o poema da nossa amiga Sâmia, nós precisamos fazer essa jornada, não é, Quincas, de ir ao nosso autoencontro, entender onde estão as nossas fraquezas, né, jogar luz luz paraas nossas sombras e não temer. Não temer, porque o pai é amor, como você falou, né? Você mesmo um momento, né? não conseguiu sentir isso no seu coração. E é natural, é natural porque nós passamos por esses momentos do testemunho e chega para todos nós, né, de diferentes maneiras. A gente não pode querer que seja igual para todo mundo, porque eu tenho falado, sabe quem que senão o nosso pai tinha criado uns robozinhos, né, todos iguais. A gente não precisava nem ser humano, então a gente não seria filhos, né, do nosso pai, porque cada um tem algo a contribuir. E a diversidade da criação é que torna essa essa caminhada, né, essa jornada tão incrível e tão esplendorosa, né, tão eh instigante, eu diria, e que não nos deixa eh levantar, né, um dia de manhã e pensar em desistir, porque nós temos sempre inúmer inúmeras oportunidades. Inúmeras oportunidades. Olha, meu amigo, essa caminhada é uma maravilha. E quando a gente tá reunido, né, com corações queridos, como vocês dizem lá no fala boa, né? Quando a fala é boa, o tempo voa. [risadas] A turma aqui quer que a gente eh leve o Bom Dia Café até meio-dia, viu? Mas aí não vai dar. O Quincas não vai, né? Não. Ele tem muita coisa importante para
Quando a fala é boa, o tempo voa. [risadas] A turma aqui quer que a gente eh leve o Bom Dia Café até meio-dia, viu? Mas aí não vai dar. O Quincas não vai, né? Não. Ele tem muita coisa importante para fazer lá, muito trabalho. >> Você sabe o que que eu vou fazer agora? Vou pro Pilates. Ô, tá vendo? Tá vendo? Ó lá. E essa? [risadas] Essa era a pergunta que eu ia fazer para você deixar para nós aqui, ó, para quem tá nesse meio da caminhada, enfrentando essas dúvidas, né, buscando transformar os significados dos desafios dentro de nós, indo em busca desse autoencontro, o que realmente nós temos que olhar olhar com a outra face para conseguirmos e nos aproximando dessa maturidade espiritual, cada vez mais conscientes e com a paz de consciência. >> É a paz de consciência. Olha, eu tô procurando ver se encontro e tudo isso que você tá falando, eu não sei aonde está não. Mas olha, gente, meu, minhas amigas, eu tô olhando aí no chat, parece que não tem nenhum homem, só mulher. >> Olha, tá. Eh, tem o Pedro aqui com a gente. Deixa eu ver. Vou voltar aqui que Ah, o Paulo, ó, o Paulo já apareceu aqui. Paulo Paulo, Paulo, um abraço para você, meu amigo Ponchau, o Pedro que é de São Paulo. >> Olha que beleza >> isso. >> Ah, que bom. Pois é, gente, vamos pensar uma coisa juntos. Não deixemos que a tristeza invada o nosso coração. Façamos meditações para entendermos que a vida é alegria, que o pai criador é alegria, que o sabiá canta de noite e de dia. No extremo do nosso país, lá no sul tem tanta coisa. Mas se você for para o Nordeste, para o norte, você vai encontrar tantas outras belezas. E o seu coraçãozinho ele pulsa, ele bate. As suas pernas lhe permite caminhar, correr, acelerar ou diminuir ou até parar. Mas o céu está sempre à sua disposição. A noite as estrelas que cintilam ou luar que ilumina friamente. De dia a nossa oportunidade do trabalho, a nossa oportunidade do encontro sempre, sempre. Registremos que tempo é vida. Aproveitemos o tempo vivendo da melhor maneira possível. Nada de ódio.
riamente. De dia a nossa oportunidade do trabalho, a nossa oportunidade do encontro sempre, sempre. Registremos que tempo é vida. Aproveitemos o tempo vivendo da melhor maneira possível. Nada de ódio. Não, não, não. Nada de reclamação. Não, não, não. Nada, nada, nada. Ah, que bom. Você conhece o Foz do Iguaçu? Ah, que maravilha. Quem será que projetou aquela beleza toda? Ah, com certeza, Jesus Cristo. Mas ele projetou também a tua manjedoura, a tua cruz e a tua ressurreição de homem velho para homem novo. Um beijo no coração de todos vocês. Patrícia, minha amiga querida, obrigado por essa oportunidade. Foi uma alegria estar com você. E você é linda, você sabia, né? [risadas] São seus olhos quincas, esse coração enorme. A gente agradece imensamente. Olha, o pessoal tá aqui agradecendo demais, ó. Foi um presente, é um presente todos esses irmãos nas nossas vidas. a gente que agradece pelo seu tempo, por toda essa experiência maravilhosa que você pode compartilhar conosco e vai continuar compartilhando por muitas mangueiras ainda a serem colhidas. [risadas] Fique com Deus, meu amigo. Um ótimo dia. Tem cuidar do corpo, ó, gente, KCAS tá dando a dica também, viu? Fica esperto, [risadas] Lenira, um beijo grande para ela também. Obrigada por tudo. Ó, você mora nos nossos corações e até a próxima. Nada de live expiatória essa aqui, viu, gente? É live salvatória das nossas vidas. >> Até amanhã, meus queridos. Amanhã tem mais, ó. Nossux aqui, ó. Opa, essa vai ser uma super live. Quinkas e Wellington juntos, ó. >> Já vamos marcar em breve. Obrigado. >> Obrigada, queridos. Fiquem com Deus. Até semana que vem e amanhã tem mais. Um beijo. >> Tchau. Ciao
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