Bom dia, café! 180825 AO VIVO com Chris Drux

Conecta Espiritismo TV 18/08/2025 (há 7 meses) 1:11:06 49 visualizações 9 curtidas

#manhã com Deus #bom dia com Jesus #bom dia espiritismo #mensagem de bom dia #refletindo com Kardec #palavra do bem #espiritualidade e espiritismo #reflexão espiritual #live de bom dia #despertar da consciência #comece o dia no bem #inspiração da manhã #fé e espiritualidade A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade e do canal português CONSOLAR E ESCLARECER. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280

Transcrição

เฮ Toda vez que eu penso em Jesus, já comecei errado em plena segunda-feira. Bom dia. Vamos para uma mais basiquinha em homenagem a Rita, querida, que nos hospedou lá em São Paulo esses dias todos. Bom dia, o sol amanheceu na fazendinha. Bom dia. São 7:31. Hoje é dia 18 de agosto de 2025. Está começando agora o nosso Bom Dia Café. Essa já é do Roberto Bitencur. Bom Dia Café. a live que acontece de segunda a sexta-feira para que a gente se encha de fé e de esperança, para que a gente tenha certeza que tem muita gente boa nesse nosso mundão fazendo coisas maravilhosas e pelos outros, pelos outros, ajudando as pessoas, criando coisas bonitas que sejam que vão fazer bem para todo mundo. Tem muita gente boa nesse nosso mundão. É para isso que nós estamos aqui. E aí o resto do dia a gente vai tomando contato com as notícias, né, que vem aí pela mídia tradicional, vem pelas redes sociais que não são tão boas assim, mas que a gente tem que ter contato com elas também, não é? E e fazer aquele equilíbrio, um pouco do bom, o pouco do que não é tão bom para que a gente aprenda a viver, né? A gente não vai aprender a viver se a gente tiver num paraíso, digamos assim, né? Não dá para viver numa bolha, sabe? A gente precisa ter contato com todo mundo para aprender a viver bem com todo tipo de pessoa, não é? É para isso que a gente tá na família. É o nosso primeiro núcleo de exercício. Eu vou dar aqui um bom dia rapidinho para quem já chegou. Já tem bastante gente aqui. Isso é muito bom. É muito bom. Bom dia, Terezinha querida. Bom dia, meu bem. Terezinha já tá dando aqui bom dia pra Cris também, que é a nossa visita de hoje. Já vou chamar ela aqui pro pra nossa tela. Só um minutinho. Bom dia, Dolores. Congresso de Juiz de Fora foi maravilhoso. Senti falta da crise. Ixe, gente, a Cris tava com as nos pés no final de semana, pelo que ela me contou aqui. Eliana, bom dia, querida. Bem-vinda ao Bom Dia Café. Bom dia, Marcondes. Bom dia, Olga querida. Bom dia, Ducineia, meu bem. Bom dia, Elamar.

as nos pés no final de semana, pelo que ela me contou aqui. Eliana, bom dia, querida. Bem-vinda ao Bom Dia Café. Bom dia, Marcondes. Bom dia, Olga querida. Bom dia, Ducineia, meu bem. Bom dia, Elamar. Ele amar. Ontem não deu pra gente se encontrar, né, lindinha? Bom dia, Marilda, meu bem. Bom dia. Tá calor aí em Rio Preto. Bom dia, Xarazinha. Marília. Oi, Marília. Bem-vinda, Marília. Oi, Shirley. Bom dia. Rafael, bom dia. Bem-vindo ao Bom Dia Café. Já deixa um abraço para que diz. Isso mesmo. Muito bem. Então, já que nós estamos aqui mandando bom dia e dando abraços na Cris Drux, já vamos chamar antes da prece, já vamos chamar a visita, né? Aqui visita. >> Bom dia. >> Bom dia, Estela querida. Bom dia a todos que nos acompanham. Um beijo, um abraço eh para todos vocês. É uma alegria amanhecer nesse espaço e com esse carinho todo do chat. Muito bom. Bom dia. >> Bom dia. Quer dizer, então, que você tava de asas esse final de semana? É isso. >> É isso. Eu estive eh na montagem, né, colaborando lá com a equipe do Conecta e depois eu me desloquei para Curitiba, porque tivemos em Curitiba o primeiro encontro nacional da área de comunicação social espírita lá no espaço Ling Vasconcelos, né, que a Federação Espírita do Paraná tem. Eh, e é, e esse espaço ele surge com a vocação de sediar exatamente esses encontros para o movimento espírita. Então, foi muito bom. A gente pôde eh falar sobre o planejamento estratégico da FEB, né, na área de comunicação para os próximos 10 anos, né, e depois ao longo da da nossa conversa, se você quiser, a gente fala um pouquinho sobre isso. >> Nossa, que bom, né? Adoro gente organizada que tem planejamento e organização. Adoro. Adoro. >> É isso. Necessário. >> É necessário. É necessário. Bom, gente querida, nós vamos aqui manter a nossa ordem de do nosso roteiro, né? Não vai ser exatamente como a gente costuma fazer nos outros dias do Bom Dia Café, obviamente, até porque o tema hoje é diferente. Já faz um tempo, né, Cris, que a gente vem conversando sobre isso,

é? Não vai ser exatamente como a gente costuma fazer nos outros dias do Bom Dia Café, obviamente, até porque o tema hoje é diferente. Já faz um tempo, né, Cris, que a gente vem conversando sobre isso, sobre a importância de falar mais a respeito disso e mas nós vamos começar, vamos fazer a nossa prece e em seguida nós vamos fazer a nossa audiodescrição e vocês vão entender porque que ela inverti a ordem dela hoje. Vocês já vão entender já já. Aguenta aí um pouquinho, mas vamos pra nossa prece. Resposta fraternal. Solicitas uma orientação para os teus passos, guardando fadiga e abatimento. Trazes contigo cansaço e a desilusão a maneira do viajor transviado na escuridão noturna, suspirando pelo retorno à bênção luminosa da madrugada. Entretanto, quem se refere à orientação, desarmonia e ajustamento, e somente Jesus é bastante sábio para guiar-nos com segurança. Refugia-te no santuário da prece e roga-lhe inspiração. Antes, porém, alija das sandálias o pó que trazes no caminho de nossos antigos enganos. Perdoa quem te feriu, recordando quantas vezes temos sido tolerados pelas misericórdias divinas. Não retribuas mal por mal, compreendendo o imperativo do bem. para que a paz nos esclareça. Lembra-te de que o trabalho é o dissolvente de nossas mágoas e auxilia sem distinção, na certeza de que, na alegria dos outros encontrarás alívio e consolação aos próprios pesares. Não invejes a prosperidade alheia, porque ninguém sabe na terra onde se oculta a verdadeira felicidade. De vez que, em muitas ocasiões, o palácio esconde chagas de trevas, e a choupana desguarnecida permanece aureulada de luz. Solve tuas dívidas com sorriso de quem se liberta. Mas vale o suor e as lágrimas no dever as vantagens transitórias na indiferença. Roga orientação para que a tranquilidade te favoreça. Não ouvides, no entanto, suplicar o Senhor a força precisa para que te não desvencilhes da própria cruz, da cruz que te garante a necessária vitória espiritual para a vida que nunca morre. Consagra-te

Não ouvides, no entanto, suplicar o Senhor a força precisa para que te não desvencilhes da própria cruz, da cruz que te garante a necessária vitória espiritual para a vida que nunca morre. Consagra-te ao serviço e à caridade, ao aperfeiçoamento de ti mesmo e à renúncia edificante. avança hoje na estrada pedregosa das obrigações retamente cumpridas e amanhã em te despedindo do corpo da terra teu coração convertido em estrelas de amor, será com Jesus um marco celestre, orientando as almas perdidas no vale das sombras, para que atinjam contigo A felicidade do eterno bem. Emanuel, tem sempre uma paradinha depois dessas mensagens, né, pra gente respirar um pouco, né? Muito bem. Então, vamos lá. Nós vamos para nossa autodescrição hoje. E aí eu já vou aproveitar na nossa autodescrição, nós já vamos colocar aqui uma mini bill, Cris, a cada uma faz a sua, que assim as pessoas vão entender porque que nós duas resolvemos falar sobre comunicação, né? Eh, que eu acho que fica mais fácil. Nem todo mundo que que acompanha o Bom Dia Café sabe qual é a minha a minha vida profissional, porque não costumo também falar muito sobre ela, né? Na maioria das vezes não cabe no Bom Dia Café, então não falo. Mas vamos lá. Eu sou Estela Martins, sou uma mulher de 60 anos, branca, cabelos grisalhos, bem curtinhos. Eles estão meio amassadinhos, meio bagunçados. Eh, estou com uma blusa preta, vou fazer propaganda. Agora é da camisetaria eh perespírito e tá escrito nossa nascer, morrer, renascer, progredir sempre. Essa é a lei. Tal é a lei. E tô com agasalho cinza que hoje deu uma esquentadinha aqui no interior do estado, mas ainda nós estamos num gelozinho mais ou menos, mais ou menos frio. Eu sou jornalista, tem já uns 35, 36 anos e boa parte da minha vida profissional foi em TV, trabalhando com televisão, eh, em várias várias funções dentro da TV. e trabalhei também em no setor público, na área de comunicação no setor público e muito no setor privado, fazendo assessoria de imprensa para empresas e para instituições também, que

ões dentro da TV. e trabalhei também em no setor público, na área de comunicação no setor público e muito no setor privado, fazendo assessoria de imprensa para empresas e para instituições também, que é o que eu faço hoje, assessoria de imprensa e já trabalhei bastante no movimento espírita na na União das Sociedades Espíritas Intermunicipal de São Carlos e região no departamento de comunicação durante muito tempo, inclusive inclusive com a feira do livre espírita daqui de São Carlos e hoje eh faço parte do departamento de comunicação da US Regional de Ribeirão Preto, que é a são as federativas aqui do estado de São Paulo, uma das federativas, né? O estado de São Paulo tem três federativas espíritas e a US é uma delas. Eu faço parte, ainda faço parte da regional de Ribeirão Preto na área de comunicação. Vamos lá, dona Cris Drux. Eh, bom, eu tô com óculos azuis, com olhos azuis. Eu tenho pele clara, cabelo encaracolado, ã, mais para grisalhos hoje do que para claros. Eh, tenho 56 anos. Eh, profissionalmente atuei a vida toda em comunicação. Sou colega da Estela, trabalhei em todas as mídias, rádio, jornal, televisão. eh pude participar, né, na capital, no Rio de Janeiro, né, na gênese de muitos projetos, eh, Jornal do Brasil, né, eu não acompanhei a a a inauguração do jornal, mas trabalhei lá enquanto foi inaugurada, foram inaugurados vários setores. Depois passei pra rádio, da rádio pulei pra televisão, participei da gênese do projeto, eh, TVs 24 horas no ar. com notícias. Participei do projeto da Globo News, né, nos primeiros passos da Globo News como apresentadora de telejornal. E hoje, né, entendo que toda essa minha experiência talvez tenha sido uma preparação para me dedicar a essa tarefa que atualmente desempenho, que é pela comunicação social espírita. Então, quando a gente fala comunicação social espírita, esse e esse essa completude aí do espírita traz para nós missões um pouco mais tarefas e missões, né, valores dentro de missão e valores um pouco mais eh aprofundadas do que a

nicação social espírita, esse e esse essa completude aí do espírita traz para nós missões um pouco mais tarefas e missões, né, valores dentro de missão e valores um pouco mais eh aprofundadas do que a comunicação social ordinária. E a gente vai poder falar um pouquinho sobre isso, né, Estela? Apresentar essas diferenças, falar das nossas propostas. falar do que tá em curso em termos de planejamento e dos valores, dos valores da comunicação social espírita que tem um contributo imensurável, como o Bezerra de Menezes fala em diversas mensagens. Ele diz assim: "Meus amigos, sem comunicação não há caminho". E eu acho que a gente pode até se debruçar sobre essa esse atestado de bezerra pra gente entender o que ele quer dizer decididamente. Mas eu gostei mesmo do comunicação ordinária. >> É isso. >> Eu ri aqui com comunicação ordinária. Nossa, me remeteu muitas coisas aquiamente. >> Isso ordinária. Ordinária às vezes, né? >> É, é isso mesmo. É isso mesmo. Bom, Cris, então vamos lá. você tá voltando então de um encontro falando de comunicação, mas eu acho que a gente pode aqui eh quando a gente fala em comunicação, a gente pensa principalmente em divulgação, né? No caso do da comunicação eh dentro do espiritismo como formato no espiritismo. E isso já dá uma semana de conversa ininterrupta, né? Porque tem muita coisa para ser dita sobre isso. Certamente a gente não vai esgotar os temas aqui na conversa de hoje, mas a proposta aqui é a gente colocar algumas ideias para que vocês possam levar essa discussão para suas casas espíritas, para os seus grupos, para pra rotina mesmo, pro dia a dia, porque tem muita coisa bacana que pode ser dita com relação à comunicação. É, mas o nosso foco hoje é mais diz mais respeito à comunicação no movimento espírita, dentro do movimento espírita, do movimento espírita para fora de si, que eu acho que é também um papel fundamental do movimento espírita brasileiro, principalmente. Mas eu vou começar então com as visitas. Cris, conta aí pra gente. Então, eh,

espírita para fora de si, que eu acho que é também um papel fundamental do movimento espírita brasileiro, principalmente. Mas eu vou começar então com as visitas. Cris, conta aí pra gente. Então, eh, hoje você que tá mais a que participa ativamente dos grupos que discutem comunicação e que trabalham com a comunicação no movimento nacional espírita, o que é que se diz e o que é que se pensa hoje sobre comunicação do movimento? Olha, Estela, primeiro a gente começa com o entendimento, né, que sempre foi a proposta da doutrina espírita e de todos os seus, digamos assim, operadores, né? E eu vou tô colocando essa palavra entre aspas, porque os operadores da doutrina espírita formam o movimento espírita, né? A doutrina ela é perfeita. O movimento precisa ser ajustado porque é feito pelos homens, né? feito por trabalhadores imperfeitos que desejamos e que queremos e que trabalhamos para que, apesar das suas imperfeições, sejam servos fiéis, ou seja, quadunados com a proposta do Cristo e com a proposta da própria doutrina, que é, qual é a finalidade maior da doutrina espírita? é a evolução do homem, é o aperfeiçoamento individual para que esse individual possa repercutir no coletivo e para que ele esse coletivo eh evoluído possa promover, né, a evolução do próprio planeta. Tanto se fala hoje, Estela, em transição planetária. Nós estamos já em pleno processo de transição planetária. Nós não estacionamos mais num mundo de provas e expiações. Nós já estamos em pleno curso a caminho do mundo da regeneração. Só que esse processo ele vai ser findado dependendo de nós, né? E é nesse foco que trabalha a comunicação social espírita, a a possibilidade de promoção, né, de promoção de ideias para que esse essa evolução individual, começando por nós, ela se concretize. Então, a comunicação social espírita, ela vai trabalhar com uma proposta, não apenas informar, mas formar para transformar. E todos os nossos projetos, todas as nossas iniciativas se baseiam, né, com essa proposta maior

o social espírita, ela vai trabalhar com uma proposta, não apenas informar, mas formar para transformar. E todos os nossos projetos, todas as nossas iniciativas se baseiam, né, com essa proposta maior de evocar no individual os ensinamentos do Cristo. Porque a doutrina espírita, ela vem trazer completude também para um processo, o processo da revelação de um Deus único, a entrega da boa nova e depois a consolidação e a prática dessa boa nova entre as sociedades. Então, a culminância desse processo foi a terceira revelação, mas o eixo a ser trabalhado são os valores do Cristo, né? Esses serão sempre prevalentes, né? Muito se trabalha e muito se estuda eh Kardec e precisa se estudar Kardec. é extremamente necessário para que a gente possa exercitar a fé raciocinada, mas trabalharmos eh com essa lógica, mas entendendo que a essência, a nossa essência deve ser sempre pautada na moral do Cristo. Então, a comunicação social espírita, ela ela traz consigo esses pilares, né? E eu também, Estela, depois na medida que a gente vá dialogando, porque eu não quero que seja um monól um monólogo, eu gostaria de explicar para vocês o que a gente entende como diferenciação filosófica entre o propagandista, o divulgador/messageiro, mas daqui a pouquinho a gente fala sobre isso. Pois é, nós íamos cair nessa questão, obviamente, porque eh não sei se em todos os estados brasileiros foi dessa maneira, mas aqui no estado de São Paulo, eh, no interior do estado de São Paulo, lá o começo da da divulgação mais acentuada do Espiritismo, isso já século XX, eh o que na falta de livros, né, da de uma quantidade de livros e do acesso que a gente tem hoje aos livros espíritas, a literatura espírita, o que acontecia muito era justamente você trazer palestrantes, né, pessoas que já tinham estudado o espiritismo, já tinham lido obras básicas e estudado, se debruçado sobre elas, como você gosta bastante de dizer, né? já já haviam eh entendido com alguma profundidade as obras básicas e vinham para a cidade do

o, já tinham lido obras básicas e estudado, se debruçado sobre elas, como você gosta bastante de dizer, né? já já haviam eh entendido com alguma profundidade as obras básicas e vinham para a cidade do interior do estado de São Paulo para falar sobre espiritismo, porque o acesso aos livros ainda era eh pequeno, ele ainda não era satisfatório, né? Hoje você consegue livre espírita de todo jeito, né? O acesso ao livro espírita ficou muito fácil, mas naquela época, que não é tanto tempo assim, mas eh eu me lembro muito quando eu era criança, dos palestrantes que vinham aqui para falar de livros que a gente que meu pai e minha mãe não tinham acesso, por exemplo, né? E nós estamos a 300 km da capital de São Paulo. Não sabe, é uma uma coisa louca isso. pouco tempo o que o ganho que nós tivemos de acesso à informação. essa essa transição, né, esse trazer a informação de forma oral tem eh por um lado algumas características positivas, mas algumas questões que foram eh se perpetuando, né, interpretações do conteúdo, interpretações que não estavam exatamente corretas ou que eram eram o que a pessoa podia fazer também, né? a gente tem que entender que os tempos eram outros, a sociedade também era outra e o entendimento das obras básicas era diferente. Isso foi se perpetuando no movimento espírita, na prática do movimento espírita. E eu entendo, ô Cris, que essa necessidade da gente discutir não só o o discutir o conteúdo daquilo que se de eh se divulga do espiritismo, que era eh muito sobre isso que você tava falando antes, mas também a forma ainda é muito necessário, né? ainda é muito importante. E no caso aqui do Bom Dia Café, o que a gente tem falado muito paraas pessoas é para elas não se pautarem apenas naquilo que o divulgador espírita, o propagandista espírita possa estar dizendo, mas para elas irem até a fonte ler por si mesmas, entender por si mesmas aquilo que tá escrito. Então, ah, queria que você dissesse também que a gente começasse a nossa conversa sobre essa questão do conteúdo, né? De

em até a fonte ler por si mesmas, entender por si mesmas aquilo que tá escrito. Então, ah, queria que você dissesse também que a gente começasse a nossa conversa sobre essa questão do conteúdo, né? De que maneira as pessoas acabam, aquelas que têm facilidade para se comunicar, facilidade para falar ou pouca vergonha, que é o meu caso, a gente fica menos envergonhado, então a gente já sai falando por aí quais são as as os cuidados, quais são as exigência, não é, né? Mas as necessidades para que isso aconteça e como a gente se prepara, não antes eh para começar, mas a gente se prepara o tempo todo, né? >> É maravilhoso, Estela, isso que você nos traz, porque faz aí, né, uma justificativa histórica, eh, de como era e do momento que a gente se encontra agora. é inquestionável a amplitude de mídias, a amplitude de formas que ganhamos para termos acesso às informações, né? O livro espírita sempre e será sempre se constituiu e continuará sendo um grande pilar da divulgação doutrinária, né? nós tivemos eh dentro da conjuntura eh de 30 40 anos a 30 40 anos a estrutura da rádio sendo também já bastante utilizada. E hoje a a internet, né, o continente invisível, como eu gosto de falar, ele ele me apropriando de uma já de um verbete, né, de um olha essa história é incrível, é um grande consultor de conglomerados de grandes empresas. Eh, esse consultor é um consultor mundial chamado Kenichomai. E ele lança um livro para quem quiser estudar comunicação, informação, vale a pena, porque ele lança um livro chamado Continente invisível, exatamente analisando a a era digital. E ele é justamente chamado como consultor para grandes empresas, porque essas grandes empresas elas querem se posicionar no mercado da internet. Então ele diz que hoje vivemos com a internet, né, com a rede mundial de computadores, um novo grande período das colonizações. Só que agora já vivemos isso inserido dentro do ambiente cibernético, não mais nos mares, nos oceanos, né, da época do mercantilismo, entre continentes. Nós navegamos na

ande período das colonizações. Só que agora já vivemos isso inserido dentro do ambiente cibernético, não mais nos mares, nos oceanos, né, da época do mercantilismo, entre continentes. Nós navegamos na internet, não mais nos oceanos. E muitos possuem nesse processo de ocupação na internet um comportamento colonizador, um comportamento colonialista, eh, arrangimentando tudo que há de negativo que possa haver com esse título. Então, Estela, não querendo divergir para muito distante do foco da sua pergunta, eh nós precisamos, né, saber, antes de mais nada avaliar os conteúdos, os conteúdos com que com os quais queremos travar contato. E como é que se faz essa avaliação desses conteúdos com domínio doutrinário? Se nós não estudarmos, nós não saberemos separar o joio do trigo. E há assim, meus amigos, muito espírita produzindo joio, muito espírita produzindo conteúdos comunicacionais que divergem da essência da nossa doutrina. Na maioria, desculpa, desculpa te interromper, mas na maioria das vezes fica claro, né, Cris, que é falta de estudo. A pessoa vai falar de um tema que ela não conhece, que ela não sabe exatamente do que se trata, né? E aí, por conta, vejam a vejam a sensibilidade desse momento digital, por conta do imediatismo, por conta da característica de largo alcance, essa desinformação atinge muitos corações, né? E isso é extremamente sensível. A gente tem que tá alerta, a gente tem que tá atento para a que para que a nossa divulgação doutrinária se coadune com a doutrina, né? A gente pode divulgar qualquer coisa, mas não pode se dizer espírita se a gente não tá tendo o senso, a responsabilidade de buscarmos a essência doutrinária, né? Ou a gente pode até, né? E seria melhor se esses detratores fizessem isso de assumirem para si criar a criação de uma outra de uma outra doutrina, de uma outra religião. E aí, né, eh faz a divulgação dos seus eh dos seus pensamentos, mas a a doutrina espírita no seu escopo de doutrina, ela é robusta. E para o divulgador, para o

a outra doutrina, de uma outra religião. E aí, né, eh faz a divulgação dos seus eh dos seus pensamentos, mas a a doutrina espírita no seu escopo de doutrina, ela é robusta. E para o divulgador, para o comunicador social espírita, é importantíssimo a sedimentação desses conceitos, o conhecimento do que é doutrina espírita para podermos falar sobre ela. E aí, eh, eh, eu, Estela, eu já quero aproveitar para trazer a diferença, porque nesse contexto do lidar com conteúdo, que é o que você me pergunta, a gente tem também eh companheiros nossos que caem no desengano no sentido de primeiro acharem que a doutrina espírita precisa de divulgação. Vou explicar melhor essa frase minha, porque ela precisa, porque ela precisa chegar ao público leigo, mas é também tácito, é também um acordo que não podemos ser proselitistas. A doutrina espírita não quer navegar nesse proselitismo. Então, é necessário que a gente cuide do alcance dela. Mas a doutrina espírita, isso que eu acho bacana, porque o comunicador espírita, ele se diferencia por isso, ele quer divulgar, ele precisa divulgar porque é um modo de caridade também fazermos irmãos que estão ao nosso lado serem tocados por essa consolação, por essa libertação que é a doutrina espírita. Mas nós precisamos trabalhar com algo que é também, e a Estela vai poder confirmar isso, algo que é fundamental no jornalismo, que é credibilidade. Então, o divulgador espírita, ele precisa, antes de mais nada, ao entregar a mensagem, entregar essa mensagem com credibilidade. E como é que ele faz isso? Na tentativa de vivência daquilo que ele entrega. Então, o conteúdo doutrinário que nos torna pessoas melhores precisa estar como meta diária do divulgador espírita, ser uma pessoa melhor. E aí eu aproveito, né, essa ideia para trazer mais um desdobramento dela. Aí vem a diferença entre o divulgador, o comunicador espírita que é mensageiro. Por que que ele é mensageiro? porque ele vive a mensagem, ele vive, ele exemplifica da diferença desse mensageiro pro

a. Aí vem a diferença entre o divulgador, o comunicador espírita que é mensageiro. Por que que ele é mensageiro? porque ele vive a mensagem, ele vive, ele exemplifica da diferença desse mensageiro pro propagandista, porque o propagandista ele está assentado no personalismo, ele está assentado na perspectiva que o ato de comunicar, o ato que de estar dentro de uma live, o ato de ocupar uma tribuna casa espírita ou até mesmo, né, ocupar uma tribuna num congresso espírita, esse ato dá a ele evidência. E o o mensageiro, o divulgador espírita, ele não está buscando essa evidência. a evidência acaba acontecendo como um fator decorrente natural que ele não consegue conter, mas ele tá o o mensageiro, ele ele ele fica centrado na proposta principal dele, que é ser um servidor desse processo comunicativo. Ele é um servidor de Jesus, ele é um servidor da moral do Cristo, ele é um servidor da doutrina espírita. Então, não cabe protagonismo, não cabe vaidade, não cabe ismo, né? E a gente vou só, eu sou a pessoa que invade as conversas, né? Você já sabe disso, que eu sou aquela que interrompe. É ótimo. >> A gente a gente quando a gente fala que o o comunicador espírita, ele é um servidor de Jesus, um servidor de Cristo e ele tá trabalhando pela doutrina, a gente não tá dizendo aqui, pessoas que ele tem que ser um ser angelical, né? Ele não é perfeito. Nós não somos perfeitos. Nenhum de nós aqui no planeta Terra é perfeito. Nem aqueles que a gente ama muito e que já estiveram aqui, eles também não são perfeitos, mas são pessoas que estão buscando isso. Porque muitas vezes também a gente se equivoca quando a gente acha que um palestrante espírita, um dirigente espírita, alguém com alguma evidência no movimento ou que se dedica muito ao movimento, não pode errar, não pode falar nada errado, não pode cometer um erro. Os erros acontecem, né? Às vezes a pessoa troca uma palavra numa live ou faz, troca autor, a frase não é exatamente aquela. Essas são coisas que são inerentes à nossa condição evolutiva. Não existe

o. Os erros acontecem, né? Às vezes a pessoa troca uma palavra numa live ou faz, troca autor, a frase não é exatamente aquela. Essas são coisas que são inerentes à nossa condição evolutiva. Não existe comunicação 100%. Isso eu aprendi, eu tava na faculdade ainda. Comunicação 100% é uma coisa que não existe. A gente procura por ela. A gente busca chegar a comunicação 100%, mas eh a nossa condição é que não permite que a gente tenha essa comunicação 100%. Né? >> Exato. E >> fala bem. Não, não. Pode, pode completar, Estela que eu falei. >> Então, essa questão, quando a gente diz para vocês assim, olha, eh, preciso ter estudo, é preciso ter estudo nesse sentido. Se eu vou falar a respeito de um tema, se eu vou falar a respeito de alguma coisa, eh, de algum conceito, eu preciso ter estudado esses temas, ter conhecido de verdade esse tema. Vou dar um exemplo recente para vocês aqui que tem acontecido não só comigo, eu tenho certeza que com nosso, com todos nós. Quando a gente escuta agora o o Álvaro Morderai, o Severino Celestino, o Jorge Lará, o Aroldo Dutra Dias, falando a respeito eh da cultura eh judaica e como a gente se equivocou durante muito tempo no entendimento dessa cultura ao estudar o evangelho, eu tenho certeza que vocês ficam surpresos como eu fiquei, né? Eu vou falar de uma coisa que não tem nem muita relevân, não tem muita relevância não, mas que não tem tanta tanto peso no conteúdo de Jesus, dos evangelhos. Eu fiquei passada quando eu soube que era de verdade o sabá. Eu, para mim era uma coisa e aí eu escutei eles conversando e descobri que era outra completamente diferente e que a gente devia incorporar o sabá na nossa vida. Entendeu o que nós estamos falando? Então, às vezes você não tem a informação, mas você precisa buscar. Ou se você não não tem como buscar, não fala sobre isso, né? Isso já é um uma lei dentro do jornalismo sério. Se você não sabe do que você tá falando, você não tem conhecimento, você chama o especialista para falar sobre isso ou

buscar, não fala sobre isso, né? Isso já é um uma lei dentro do jornalismo sério. Se você não sabe do que você tá falando, você não tem conhecimento, você chama o especialista para falar sobre isso ou não fala sobre isso. Fique em silêncio, né, Cris? É isso. E aí, só pra gente trazer um também um exemplo de um amigo espiritual, né, e Estela e vários que nos acompanha. Aliás, vi aqui o Paulo, um beijo para você, Paulo. Há muito tempo a gente não se abraça. Quero deixar um beijo para você e todos os queridos amigos que tão aqui, né, que nos ofertam tanto carinho. E eu sou muito grata por isso. Mas eh lembrando, é um trabalho que a gente já vem desenvolvendo e que já tá na culminância dele e a gente faz isso com muito carinho, porque eu sou eh verdadeira fã nesse sentido de adorar a proposta do trabalho desse amigo espiritual que é CET Araju. Sim, >> ele na obra eh eh O Guerreiro da Paz, ele já nos dá muitas relações do que seria, né, esse colaborador do Cristo, esse mensageiro. Mas quando o filme estava sendo produzido exatamente lá na redução de São Miguel, no sul do Brasil, no território das missões, eh ele se aproxima da médium Maria Elizabeth Barbieri. até separei, Estela, eh essa frase, esse conceito que ele entrega para ela falando justamente do que deveria ser, né, ou qual é a proposta de aplicabilidade do comunicador social espírita. E aí eu trouxe porque é é uma frase que sai de uma psicografia que não tá pública, mas a Bet me autorizou a revelá-la, né, a essência dessa mensagem. Ele diz assim que é só para exemplificar aquilo que a gente vinha tentando construir aqui nesse início de conversa. Ele fala assim: "Eh, o grande papel desses tarefeiros, despertarem as suas próprias essências divinas e legarem a outras mentes o mesmo estímulo. Por essa razão, asperezas da tarefa, o cansaço físico, o desgaste mental, as questões periféricas estranhas e desafiadoras a margearem o caminho percorrido, porque esse é o preparo eficaz aos que no mundo se determinam a ajudar o Cristo.

o cansaço físico, o desgaste mental, as questões periféricas estranhas e desafiadoras a margearem o caminho percorrido, porque esse é o preparo eficaz aos que no mundo se determinam a ajudar o Cristo. significantes mostras dos embates a serem travados para sustentar a tarefa de auxílio em meio a sombras tão densas a rodearem a humanidade. E aí ele começa a falar da necessidade urgente, né, de colaborarmos para a mudança dessa psicosfera do planeta Terra, eh, a edificação do reino dos céus. Porém, vê-se que Jesus é irresistível pelas vias mais inusitadas e por vezes imperceptíveis, a percepção humana vai se instalando no coração humano. Então, o comunicador eh social espírita seria esse indutor, né, esse canal, né, não midiático, mas esse canal humano para que nós possamos colaborar nesse processo. E é interessante, eu queria colocar aqui agora uma coisa que eu acho fundamental, é que muitas vezes ah nós aqui resistimos, e eu já conversei com muitas pessoas sobre isso, que é, olha, eu vou, eu faço live, eu faço palestra, mas eh eu acho que o que a mão direita faz, a esquerda não pode saber, então eu não divulgo o trabalho que eu faço, né? E a gente tem um problema sério com isso. Por quê? Porque as pessoas acompanham exatamente esses indivíduos que têm algum destaque dentro do movimento. E quando esses indivíduos com destaque não divulgam as atividades, as próprias atividades, as atividades da sua casa espírita, do seu canal, eles estão fazendo um desserviço para as pessoas. É preciso que nós todos divulguemos os nossos trabalhos e os trabalhos dos outros. A gente não pode ficar, ai não, eu acho que é complicado porque não sei se eu devo. Que você acha, Cris? Eu acho que o trabalho precisa ser eh divulgado, anunciado nesse sentido para que exatamente os outros tenham contato com o trabalho que você produz, né? e a própria pessoa vai conseguir, e é só ela fazer isso, avaliar com que objetivo e o que a movimenta por dentro. Então assim, eh quando eu falo aqui, amigos, assistam

o trabalho que você produz, né? e a própria pessoa vai conseguir, e é só ela fazer isso, avaliar com que objetivo e o que a movimenta por dentro. Então assim, eh quando eu falo aqui, amigos, assistam mensagens de CEPÉ, entrem na Rádio Espírita do Paraná as quintas-feiras, né? A gente criou esse jargão, não para se envacer, né? Mas eu vou falar o jargão, o horário nobre do espiritismo >> é >> com toda a minha história jornalística, né, do horário nobre da TV. Então, horário nobre do espiritismo, é óbvio que inúmeros outros horários nobres, em um inúmeros outros canais, mas a gente elege esse jargão até para fixar na mente das pessoas que existe o projeto Raízes, que existe a Rádio Espírita do Paraná, que a gente sempre vai trazer os nossos conteúdos nessa faixa das 9 horas da noite, às quintas-feiras. Então, são recursos de divulgação que a gente se a a senhora se apropria para poder divulgar o trabalho. E aí quando a gente divulga e quando eu falo para vocês aqui, amigos, assistam, né, mensagens de CPÉ, assistam Flores do Evangelho, assistam a moral da história, são todos produtos criados por esse projeto que eu que eu acabo conseguindo consolidar graças ao trabalho em equipe. Eu não faço nada sozinha, eu preciso de equipe, de corações valorosos que se somam nesse trabalho. Então a gente fala: "Assistam". Eu quando falo isso, eu não tô eh e eu posso confessar isso porque é verdade, gente, eu não tô com o mínimo objetivo de me promover. Eu tô com objetivo de promover a mensagem. Eu tô com o objetivo de promover a produção, né? E eu acho que cada um, Estela, você pode avaliar isso na no trabalho belo que você realiza e outras pessoas conseguem avaliar também. Não se deixem eh ludibriar pelas luzes, né? É, >> as luzes fazem parte do processo, mas o seu objetivo não deve ser as luzes >> no sentido >> é porque se você se você tá fazendo, se eu tô fazendo Bom Dia Café, é porque eu acredito que o que a gente compartilha aqui, eu, a Patrícia, o Pedro e o Jairo, o que a gente compartilha aqui vai fazer

é porque se você se você tá fazendo, se eu tô fazendo Bom Dia Café, é porque eu acredito que o que a gente compartilha aqui, eu, a Patrícia, o Pedro e o Jairo, o que a gente compartilha aqui vai fazer bem pras pessoas, faz bem para nós, então vai fazer bem pros outros. Então, por que não divulgar? Ah, não, porque a mão direita, a mão esquerda, eu falo: "Nossa, a tem tem situação que a gente precisa eh se fixar nisso, tem, mas o que a Cris falou é é perfeito. Qual é a sua intenção? Você tá divulgando o seu trabalho porque você quer aparecer ou você tá divulgando o seu trabalho porque você sabe que aquele conteúdo que você vai trazer vai fazer bem para outras pessoas como faz para você? É fácil, não é muito difícil fazer essa avaliação. E aí é aí, Estela, só pra gente pensar mais uma questão em termos de desafio, né, que eu acho que precisa andar nessa reflexão conjunta que a gente tá fazendo agora. Eh, vamos pensar, vamos fazer um exercício aqui juntos de pensarmos como antagonistas do espiritismo. Nós agora somos obsessores com outros interesses e o primordial deles é acabar com o espiritismo, acabar com o divulgador espírita. Qual é a estratégia? o isolamento. Então você começa, enquanto obsessor incensar nesse indivíduo a vaidade dele. É >> porque a vaidade ela é associada intrinsecamente com o orgulho. E o orgulhoso, e aí a gente se lembra do texto de Allan Kardec em obras póstumas, né, quando ele vai analisar o orgulho e o egoísmo. É um texto magistral. Ele fala que o orgulho ele sempre vai dar a pessoa a imperfeita sensação que ela é superior ao outro. Então, se você se considera superior, você não vai se misturar, né? E ao não se misturar, você acaba caindo no isolamento. >> É, >> vamos recuperar essa palavra isolamento. O que que uma uma o que que um o que que um algó quer fazer com uma presa? Isolá-la. É assim que o mundo animal age também, acua, isola e come. Então assim, e esse processo de de de incensar vaidade no expositor espírita ou no proeminente espírita é uma tática

com uma presa? Isolá-la. É assim que o mundo animal age também, acua, isola e come. Então assim, e esse processo de de de incensar vaidade no expositor espírita ou no proeminente espírita é uma tática altamente clara e até inocente, mas apesar de toda essa teoria, muitos, infelizmente caem nessa cilada, né? Porque é o fluxo natural dos antagonistas do espiritismo. Aí a pessoa se isola, a pessoa não quer mais ouvir, perde a capacidade de ouvir, ela passa apenas se ouvir, né? Não querendo mais receber opinião externa. E com isso ela vai ficando cada vez mais isolada, né? Se achando melhor, se achando diferente, não quer mais frequentar o coletivo, né? ela só aparece no coletivo na hora da sua exposição. Enfim, eh, a gente vê, infelizmente, muitos, muitos, muitos companheiros espíritas caindo nesse modus operande e nessa cilada. É verdade. O Thiago Brito veio aqui faz uns umas semanas, fazia tempo que eu tava tentando colocar ele no Bom Dia Café, porque é outra coisa do do da comunicação espírita que eu acho que é muito legal, que é você poder ter esses momentos mais leves, divertidos, né? É muito bacana. E aí ele depois ele mandou uma mensagem assim para mim: "Olha, você, eu vou te dar um conselho que você não me pediu, então como você não me pediu, se você não quiser usar, não usa." Eu achei, eu achei uma graça, porque é legal a pessoa que tá de fora ter uma visão a respeito do que a gente faz e fazer alguns apontamentos. Tanto que os apontamentos que ele fez, nós conversamos aqui entre nós, achamos que era que era interessante e nós temos implementado vários dos apontamentos dele, porque é bacana você poder ouvir quem tá fora falando, te dando eh um feedback, né, e principalmente quando ele não é positivo, porque aí você pode fazer uma reflexão sobre aquilo que você tá fazendo. E dentro desse aspecto, né, de você refletir sobre o que tá sendo feito, eh, como a gente já tá bem adiantadinho aqui no horário, eu queria pelo menos que a gente conversasse um pouco, ô Cris, sobre a forma eh além do

pecto, né, de você refletir sobre o que tá sendo feito, eh, como a gente já tá bem adiantadinho aqui no horário, eu queria pelo menos que a gente conversasse um pouco, ô Cris, sobre a forma eh além do conteúdo, que era o que a gente tava falando até agora, mas sobre a necessidade que o movimento espírita tem de cuidar de forma mais profissional mesmo e se informar para adquirir esse esse esse esse conhecimento profissional dentro da comunicação no que diz respeito a cartaz de evento e etc, até mesmo a como as palestras vão ser transmitidas e como a gente faz as lives, né? Tô aqui brigando com a luz do sol, por exemplo, que tem me castigado ultimamente. Eu tô tentando resolver essa questão da luz aqui, que a gente precisa ter cuidado com isso, né? com essas questões que a gente não pode achar que qualquer coisa serve desde que o conteúdo seja bom. O conteúdo precisa ser bem apresentado, ele tem que ser muito bom, ele tem que estar bem eh construído, bem baseado, mas é preciso que esse conteúdo seja bem apresentado também, que a forma de apresentação seja boa, né? É isso. A gente costuma trabalhar na área nacional da comunicação da FEB, com um conceito que vai recuperar, né, eh, noções gregas. E aí a gente fala assim: "É necessário articular a mensagem espírita dentro do âmbito da verdade, então véritas", né? A verdade, usando aí o latim, e também cuidarmos da beleza, da estética, que é isso que você nos fala, eh, eh, Estela, da forma. Eh, recuperando um pouco aquela ideia do continente invisível, onde temos muita concorrência dentro do ambiente mediático da internet, por exemplo, eh a gente precisa ser eh a nossa comunicação, ela precisa ser revestida de algo atrativo, algo belo que vá chamar a atenção do nosso público. A gente precisa adequar nossa mensagem ao público para o qual a gente fala. Então, por exemplo, se a gente vai fazer uma divulgação junto aos jovens, os jovens precisam encontrar na nossa no nosso formato, e aí eu tô falando de formato, a eleição da letra, a eleição das cores,

ntão, por exemplo, se a gente vai fazer uma divulgação junto aos jovens, os jovens precisam encontrar na nossa no nosso formato, e aí eu tô falando de formato, a eleição da letra, a eleição das cores, a eleição inclusive da mídia. Não adianta tentar fazer divulgação para jovem publicando em jornal impresso. O jovem não vai ler o jornal impresso. O jovem não vai ler eh com raríssimas exceções, livros, né? Ou quer dizer, se bem que ninguém faz divulgação em livros, mas eh o livro, inclusive o Adilson pode falar muito sobre isso, né? E os editores aí que se dedicam às aos livros infanto juvenis, eles têm todo um trabalho de ilustração elaborado, eles têm todo um trabalho de apresentação de capa diferenciado, exatamente para adequar o produto a esse público. Então, a gente traz e aí sim a gente carreia da comunicação social ordinária, vou repetir essa palavra só para mexer com a Estela, eh, da comunicação social, eh, a gente carreia eh determinados conceitos que são valiosíssimos na aplicabilidade no movimento espírita, né? A mensagem ela precisa ser adequada ao seu público. Isso é uma teoria básica do comunicador, né? a gente sabe disso. O movimento espírita precisa mergulhar, precisa, precisa se articular com esses conceitos para atingir melhor os seus objetivos, trazer mais alcance para as suas produções midiáticas, para as suas divulgações. Então, isso que você tá lembrando, Estela, é importantíssimo, adequação da mensagem à forma. E aí você citou o Thago e ele é um desses eh bandeirantes, diria eu, que encontram uma forma diferenciada de entrega de conteúdo espírita. O Thaago, ele trabalha, né, com essa coisa da desenvoltura, da comédia, né, do do standup, né, que a gente traz do americano, né, do da exposição, mas uma exposição muito mais intimista, muito mais eh coloquial, né, usando uma linguagem mais coloquial, né, para poder comunicar isso. eh, digamos assim, a ondas que no momento a gente tem de algumas iniciativas de companheiros que chegam para trazer esse tipo de contribuição,

linguagem mais coloquial, né, para poder comunicar isso. eh, digamos assim, a ondas que no momento a gente tem de algumas iniciativas de companheiros que chegam para trazer esse tipo de contribuição, uma fluidez maior paraa mensagem espírita, sendo que eu acho que a gente nunca pode prescindir da base, né? a base a Kardec e por que não ler Kardec com dicionário do lado, porque aí a gente se enriquece de novos vocábulos, de novas palavras e melhora, né, o nosso o nosso vocabulário. É um aprendizado também que a gente não pode esquecer isso, mas tentar trabalhar com linguagem apropriada é muito bem-vindo. Eu tenho percebido também é que eh nós tínhamos uma nós temos uma confraternização aqui no interior do estado de São Paulo que durante muitas décadas eh teve o formato de uma palestra, ela aconteceu durante o carnaval, né? Agora não acontece mais. infelizmente passou pro final de semana anterior, era uma palestra de abertura, uma palestra de encerramento e no meio do caminho a gente tinha grupos de estudo. Eh, eu acho esse formato ótimo, mas infelizmente como os outros formatos atraem mais público, essa esse não é um formato muito comum, né, de você fazer eh encontros pequenos, por exemplo, né, e de encontros que não tenham o formato eh mais eh comum, que é uma pessoa falando e o resto da turma escutando. Eu tenho visto e Juiz de Fora fez isso, Goiânia, até onde eu soube, faz isso também já há muito tempo, né, de colocar roda de conversa, de ter três palestrantes conversando entre eles ali, eh, ou respondendo a perguntas, que eu acho que também é um um outro formato muito bacana. essa multiplicidade de formatos e de maneiras de de expor o conteúdo espírita, você acha que ele se expande ou a gente agora eu vou falar para quem não tá acostumado com Bom Dia Café, vai ser uma novidade, mas a gente vai continuar com essa história de igreja, né, de missa. um fala e o resto da turma escuta. Eu desculpam que não é o meu preferido. >> O o momento igrejismo já deveria ter passado, apesar da gente

nte vai continuar com essa história de igreja, né, de missa. um fala e o resto da turma escuta. Eu desculpam que não é o meu preferido. >> O o momento igrejismo já deveria ter passado, apesar da gente ter algumas reproduções no movimento espírita, onde o presidente da casa espírita é o padre, né? >> É. É. Issa é o momento ali de comunhão, onde todo mundo finge estar fazendo esforço para ser melhor, todo mundo muito agradável, todo mundo muito cordato dentro da casa espírita e na sociedade a gente não evidencia o modo espírita de ser, né? É aquela coisa da credibilidade que eu falava antes. Mas eh você tem toda a razão. Esse formato interativo, né? você pode classificar assim, é um formato que permite a reflexão e a reflexão vai nos conduzir nesse processo transformador que eu também falava antes. Então assim, a proposta da comunicação, e eu vou repetir de novo essa tríade, né? É informar para formar e para transformar. Se você fica no esquema palestra barracátra, >> né? Eh, é só o você estaciona no processo informativo. Informativo. Só que a proposta espírita e do divulgador espírita é que a mensagem ela não estacione nessa nessa fase informativa e que migre do cérebro pro coração. E como é que a gente vai fazer essa migração? proporcionando momentos interativos, proporcionando momentos onde o nosso interlocutor se aproprie da mensagem, entenda a mensagem e sedimente ela dentro, no seu interior, que aí vai estacionar no coração e nunca mais esquecer, >> né? Então é a mensagem que emociona, é o a comunicação que constrói. É isso, Estel. Eh, nós tivemos esse final de semana no sábado, que é uma outro um outro jeito muito Eu me agrada profundamente, eh, não necessariamente vai agradar todo mundo, mas eh um formato que é o lítero musical. Nós tivemos aqui em Araraquara no sábado e aí eu quase fiz uma proporção um pouco reduzida, mas eu fui para São Paulo, depois fui para Araraquara e depois vir para vim para cá. você fez uma um um tour como esse, só que o seu foi de avião porque as

u quase fiz uma proporção um pouco reduzida, mas eu fui para São Paulo, depois fui para Araraquara e depois vir para vim para cá. você fez uma um um tour como esse, só que o seu foi de avião porque as distâncias eram muito maiores. Mas enfim, e aí eh trazendo o conteúdo de da caridade, falando sobre caridade e incluindo nessa nessa discussão sobre a caridade, inclusive músicas populares brasileiras, né, e fazendo a gente entender e pensar nesse nessas nas coisas que a gente encontra no nosso dia a dia com essa visão espírita, com essa visão Então, eh, do entendimento, com esse entendimento do do espiritismo na nossa rotina. E isso eu acho fantástico, fundamental, que é você poder ouvir uma música e falar: "Olha que interessante, parece até que ele tá falando de de reencarne, parece até que ele tá falando de plano espiritual, né, das nossas necessidades de transformação." Acho essa também uma ideia, uma uma volta desse formato artístico das exposições espíritas fantástica, porque eu não me canso de repetir, a Meli, a esposa do Kardec era a grande responsável por esse material artístico mediúnico lá junto com o Kardec. E por algum motivo, um dia a gente conversa sobre isso, porque tem uma motivação, não foi à toa, eh, e não foi por maldade, que nós deixamos as questões artísticas de lado no espiritismo e ainda estamos resistindo com relação a elas, né? >> Ó, só para trazer uma uma pílula dessa proposta de pauta que eu acho maravilhosa e até gostaria de contribuir, Estela. Eh, a Melib Budet era a grande companheira incansável de Kardec, sua esposa, e ela era, como você falou, tinha como pano de fundo na sua formação pedagógica a arte. Isso. >> Ela decorava, meus amigos, ela decorava os ambientes da sociedade espírita parisiense para criar essa ambiência de arte, para criar essa ambiência de perspectiva, de aprofundamento nas reflexões, porque a arte ela eleva e eleva e eleva, né? >> Então, eh, são exemplos que a gente pode resgatar assim, Estela, com muita certeza. que que a Federação Espírita Brasileira

profundamento nas reflexões, porque a arte ela eleva e eleva e eleva, né? >> Então, eh, são exemplos que a gente pode resgatar assim, Estela, com muita certeza. que que a Federação Espírita Brasileira pode oferecer para ajudar os nossos amigos que quiserem eh conhecer melhor, principalmente no que diz respeito a formatos, né, que eu acho que é o mais fácil. O conteúdo, a gente sabe onde procurar, né? O conteúdo tá nas obras básicas, então tem segredo. É estudar obras básicas, procurar os temas que você sobre os quais você quer falar nas obras básicas e, óbvio, no restante da literatura. Mas a gente tem que começar lá pelo começo mesmo, como já diz a campanha. >> É isso. Feb tem para isso. >> É, e a gente tem dentro da estrutura mediática da FEB também o portal, né? Portal FEB, temos a FEB TV. Kardec tinha o laboratório da revista espírita. Então, quando a gente fala de comunicação, a gente precisa eh evidenciar aquilo que a gente quer conceituar. Então, a gente tem a FEB TV, né, no seu arcaboço, eh, mediático, internet, com inúmeros programas, com inúmeras, inúmeros vídeos, músicas, programas nos mais variados formatos que exemplificam aquilo que a gente acaba pregando, né, em como condução do trabalho. Então, quem quiser acessar FEB TV, né, é um grande portal, digamos assim, de ensinamento, de como produzir material com conteúdo de qualidade. >> Agora eu vou colocar você numa saia justa, posso? >> Claro, sem problema nenhum. >> Aí, vamos marcar uma data para você vir falar sobre o CPÉ. Ah, >> maravilhoso. Vamos lá. >> Essa essa é uma boa saia justa, >> ó. Eu posso, eu vou dar um spoiler aqui. A gente tá em construção, >> mas a ideia é ano que vem a gente fazer em São Miguel, aproveitando o que você falava da música, uma palestra lítero musical comemorando, né, a efeméride aí, eu acho que dos 400 anos das missões. E ano que vem a gente vai estar em São Miguel com uma equipe construída dentro de um projeto pensado para esse evento, fazermos uma palestra lítero musical. E aí, evidentemente,

400 anos das missões. E ano que vem a gente vai estar em São Miguel com uma equipe construída dentro de um projeto pensado para esse evento, fazermos uma palestra lítero musical. E aí, evidentemente, como eu trabalho em equipe, eu não vou estar sozinha, né? inclusive nesse espaço expositivo com eu vou estar com a Maria Elizabeth Barbieri, com Cid Sarrorizmou presença também nesse nosso esforço. E nós falaremos de CPÉ no território dele dentro da efemédite que comemora os 400 anos das missões, tentando, Estela, é, é assim, eu acho que agora eu vou me confessar abertamente aqui usando o espaço do seu programa. Quando a gente roteirizou o livro, me incomodou muito uma fala do jesuíta Padre José, que cria Sepete Araju, cria o cacique, né, dentro do aldeamento ali da missão. E ele diz que no no na localidade das missões se comemoram a em nível eh turístico, né, como apelo turístico, eh a lembrança da Guerra Guaraníica num espetáculo de luz e música, sombras, enfim. É um espetáculo que também se faz aqui em Petrópolis, na cidade vizinha minha, recuperando a a situação imperial. E durante esse espetáculo que é levado lá nas missões, eh, o padre José, que já tá com a visão espiritual da situação, ele diz que esse tipo de espetáculo, esse tipo de comunicação com o público reverbera de uma forma extremamente negativa junto às almas envolvidas, né, que ainda estão errantes no plano espiritual em relação à guerra guaranítica. é algo que exacerba, é algo que violenta, é algo que traz dor, que traz perturbação. Então, quando eu li isso e agora me deparo diante de uma data fixa de efeméride, ano que vem, eu falei: "Não, a gente vai fazer o contrário. A gente vai usar os conceitos da comunicação social espírita. A gente vai usar companheiros valorosos com coração, né, querendo praticar caridade para fazermos algo diferenciado, diferente, para criar um contraponto. Então, nós vamos fazer uma palestra lítero musical no local das missões, entregando o conceito, né, a água lustral do

ar caridade para fazermos algo diferenciado, diferente, para criar um contraponto. Então, nós vamos fazer uma palestra lítero musical no local das missões, entregando o conceito, né, a água lustral do evangelho, os conceitos de sepeta, né, não para evidenciar a guerra, mas para evidenciar o contributo inquestionável das missões para inclusive entendermos o que é uma coletividade, o que é uma sociedade. harmonizada, vivendo dentro dessa moral do Cristo que eu falava. Muito bom. Olha, Xarazinha, ó, me convida que eu também vou aí para sua casa. Aí nós vamos junto para evento. Eu já prometi mesmo que o ano que vem eu vou pro sul do país em vez de ir pro Nordeste. Então já aproveito, eu já vou visitar a Estelinha, Vasconcelos, a Chará, e a gente já vai encontrar a Cris aí no nesse evento. E ela tá lembrando também, Cris, que você já veio no Bom Dia Café, estreou no Bom Dia Café no janeiro, em janeiro, falando sobre Cepé. Exatamente. >> Exato. Com ela. Exatamente. Muito bom. Deixo para você, Estela, das cons >> Olha, nós temos aqui uma tonelada e meia de de comentários muito legais. Vocês me perdoem não ter utilizado o comentário de vocês, mas a gente já sabia que tinha muita coisa para falar e que o tempo era reduzido. Então, certamente nós vamos voltar a falar, viu, Cris? Queria muito que você viesse aqui também para falar sobre o Conecta espiritismo, sobre a proposta do Conecta, que é tá eh eh semana passada pass semana passada acho que foi, eh passou a retransmitir também o Bom Dia Café e o estudo da do livro A Esquina de Pedra. E pra gente é muito importante isso, né? porque a gente faz eh uma distribuição geográfica acabou se criando aqui na na entre os retransmissores do Bom Dia Café. Isso para nós é muito bacana, é muito muito interessante até pra gente avaliar de que maneira eh há mesmo uma interferência ou uma influência em onde a pessoa está e com quem ela se conecta, né? Quais são os canais que ela se conecta? Eh, bem, vamos ver, eh, eh, depois de um tempo, né, de algum tempo,

smo uma interferência ou uma influência em onde a pessoa está e com quem ela se conecta, né? Quais são os canais que ela se conecta? Eh, bem, vamos ver, eh, eh, depois de um tempo, né, de algum tempo, como é que isso vai estar se distribuindo. Nós temos acompanhado isso para ver quais são as reações, né, diante de dessa distribuição geográfica com a internet. Vamos ver se ela funciona mesmo ou não. Então eu eu peço desculpa a vocês por não ter usado todos os documentários e desculpa, não ter usado todos os comentários e a gente não ter discutido sobre eles, mas era muita coisa para conversar. Cris, muitíssimo obrigada por por esse tempo valioso aqui com a gente, que eu tenho certeza que vai ser bem aproveitado e e bom trabalho aí para você, uma boa semana e vamos nos falando para marcar as próximas, viu? A gente precisa marcar as próximas e sempre que você quiser fazer divulgação de alguma coisa, pode mandar que a gente põe aqui no Bom Dia Café. >> Maravilha. Um beijo para você, Estela. Seria muito oportuno trazer a Ivana nessa Ivana Heisk nessa conversa sobre o conecta, né, que por conta as múltiplas tarefas eu acabei eh precisando abdicar desse trabalho mais próximo ao Conecta, mas Ivana far falará lindamente sobre o Conecta Espiritismo. E aí, meus amigos, eh fica o renovado com o com a o contato, né, e a perspectiva de nos encontrarmos novamente. E é isso, desejando a todos uma ótima semana, uma ótima segunda-feira. Estela, parabéns pelo seu trabalho. Ontem eu, ontem eu comprei de novo o esquina de pedra porque já não encontrava mais aqui em casa o livro. Vou relê-lo, incentivado aí pela sua iniciativa do da live do Esquina de Pedra. E é isso, meus amigos. Fiquem com Deus e um beijo no coração. Beijo para todo mundo. Ótima semana. Amanhã tem bom dia café com umas FM diz que vocês preparem-se, hein? Tá fantástico de amanhã. O do resto da semana também. Beijo grande para todos e até Eh

Mais do canal