Bom dia, café! 171225 AO VIVO Renovando Consciências
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade
Meu irmão, tuas mais singelas são vidas no espaço ilimitado, mas sei que às vezes choras consternado ao silêncio da força que interpela. Volve ao teu templo interno abandonado, a mais alta de todas as capelas e as respostas mais lúcidas e belas. de trazer-te alegre e desombrado. Ouve o teu coração em cada prece. Deus responde em ti mesmo e te esclarece. Com a força eterna da consolação, compreenderás a dor que te domina sob a linguagem pura e peregrina da voz de Deus em luz de redenção. Ah. Bom, bom dia. Todo dia o sol levanta e a gente canta o sol de todo dia. Fim da tarde a terra mora e a gente chora, venerando à tarde. Quando à noite a lua mansa e a gente dança venerando a noite. Bom dia, bom dia, bom dia. São 7:35. Hoje é dia 17 dezembro de 2025. Boa tarde, boa noite para você e como diz meu amigo Cléber, boa madrugada para os notívalos. Está começando agora o nosso Bom Dia Café, a live que acontece de segunda a sexta-feira, sempre às 7:30 da manhã, pra gente falar sobre espiritismo, sobre os ensinamentos de Jesus, o nosso dia a dia, isso tudo misturado, mas sempre de bom amor, sempre levemente pra gente começar o Assim também com tranquilidade, com paz, ainda mais agora, né? Dezembro, dezembro a gente tem que, né? Caprichar. Vamos falar bom dia aqui pra turma que já chegou, pra turma que chegou por aqui. Bom dia, José Valim. Muito obrigada por ser membro de um canal espírita querido. A gente agradece bastante. Dona Marilda, bom dia. Alegria aos lux. Alegria aos lux é bom. Bom dia, cafezeiros. Bom dia. Oi, Olguinha. Bom dia. Coloca a lenha para queimar porque aqui hoje está frio. Ah, imagina. 18º. Caiu a temperatura de ontem. para hoje e estamos com 18º, mas essa nem é a questão. Eu estou hoje no estúdio B aqui do Bom Dia Café. Devia ser estúdio C porque C de cozinha, mas tudo bem, estúdio B porque tá um vento lá fora que parece que daqui a pouco o telhado vai sair voando, cara. Mas tá um vento. Mais um vento. Hoje é dia de Mary Poppins. Mary Poppins vai sair para passear hoje.
estúdio B porque tá um vento lá fora que parece que daqui a pouco o telhado vai sair voando, cara. Mas tá um vento. Mais um vento. Hoje é dia de Mary Poppins. Mary Poppins vai sair para passear hoje. Bom dia, Dulcineia. Bom dia. Bom dia, Patrícia querida. Patrícia desenroios. Buenos dias. Vamos que vamos fazer acontecer. Isso mesmo. Hoje nós temos uma mensagem muito especial na efemérite. Dolores, bom dia. Bom dia. Ah, é sim. Eu sou Estela Martins. A pessoa, esse negócio de eu fazer bom dia café uma vez por semana tá me deixando meio preguiçosa. Olha, meu, eu sou a Estela, sou uma mulher de 60 anos, branca, cabelos grisalhos, meio aqueles meio desarrumados assim por cima. Eh, estou usando uma blusa bege com uma frase em é um rosa espírito por natureza e tem umas flores embaixo. Essa camiseta é muito bonita, muito confortável. Gosto muito dela. Eu tô na cozinha de casa hoje, então tem uns uns eletrodomésticos, umas coisas assim nas minhas costas, porque afinal de contas, né, café da manhã. Então, se a gente não toma café da manhã lá na varanda do quintal, a gente toma café na cozinha, né? Como todo mundo toma café na cozinha. Eu, pelo menos, eu acho que todo mundo toma café na cozinha, né? Imagino que sim. E aí nós vamos, deixa eu ver quem chegou. É, o vento tá frio. Ué, um vento frio. Volta para segunda-feira. Não posso. Já tomaram posse da segunda-feira. E se eu voltar paraa segunda-feira, Pedro fica nervoso. Ai, ai. Oi, Cris, bom dia. Paz e luz para nós todos. Paz e luz para nós todos. Imagina, né? Eu volto para segunda-feira. É, pelo amor de Deus. Vira uma confusão aqui. O povo já acha isso aqui uma confusão. Vai ficar mais confuso. Se tiver que discutir, faça-o com serenidade. Lembre-se de que seu adversário tem os mesmos direitos que você de fazer-se ouvi-lo. Ouça-o com a mesma atenção que gosta de receber. Não tumulte a discussão. Os direitos deles são iguais aos seus. Quem sabe muitas vezes a razão está com ele. Então, discuta com serenidade. Conquiste fama de sábio e de homem bem
que gosta de receber. Não tumulte a discussão. Os direitos deles são iguais aos seus. Quem sabe muitas vezes a razão está com ele. Então, discuta com serenidade. Conquiste fama de sábio e de homem bem educado. Carlos Torres Pastorino. É curtinho o pastorino, mas ele é cirúrgico, não é? É muito bom, muito bom mesmo. Deixa eu ver se eu acho uma coisa aqui. Pera aí. Tã. Todo dia o sol levanta e a gente canta o sol de todo dia. Eu tô com a internet aqui dando um certo trabalho em casa, mas acho que ela vai aguentar, então tá bom. Olha que bonitinho que eu ganhei. Feliz Natal. Bonitinha, né? E eu gostei porque o feliz Natal fica virado para mim, que eu que quero ver o feliz Natal, sabe? O enfeite que vem aqui do lado de cá, eu não gosto. Eu gosto do enfeite pro meu lado para eu ver. Ai, ai, vale, amig. Muito bem, minha gente. Deixa eu ver quem mais que tá comentando aqui que chegou. Vamos lá, Pedrux. Bom dia. Diretamente do salão nobre de todas as casas, a cozinha. Exatamente. É isso mesmo. O salão nobre segunda-feira já tem dona. Justamente, Pedrux. Eu concordo. Oi, Shirley, bom dia. Como vão as as crianças? Como vão as crianças e as mães das a mãe da criança? Vão todos bem aí? Tá fazendo muito frio. Terezinha, bom dia. Minhas, minha cozinha muitas vezes é sala de visitas. Ah, normalmente, né? Normalmente é sala de visitas. E eu dei uma arrumada porque ela tava numa bagunça aqui, porque tudo que a gente chega aqui ou vai para cima da mesa ou vai para esse pedaço aqui, né? Aí fica aquela confusão. É isso. Oi, Jairux. Bom dia, meu bem. Antonieta, bom dia. Bom dia para todos os amigos. É isso aí. Muito bem. Nós temos aniversariante hoje. Deixa eu ver aqui se nós temos aniversariantes. Piririm. Não tem aniversariante, né? Não tem aniversariante. OK. Muito bem. Esse café é delicioso, minha gente. Tive o sabor, prazer de saborear. É muito bom mesmo. Café aqui, a gente capricha no café aqui, viu? Eu não gosto de cozinhar, já falei isso um milhão de vezes, mas no café a gente capricha. É
a gente. Tive o sabor, prazer de saborear. É muito bom mesmo. Café aqui, a gente capricha no café aqui, viu? Eu não gosto de cozinhar, já falei isso um milhão de vezes, mas no café a gente capricha. É isso. Mamãe e bebê ótimas aqui hoje. Tá tranquilo. Dois com sensação de menos dois. Que espetáculo. Bom dia, Hélia. Bom dia. Nossa, me dá até um arrepio de pensar em -2º. Jesus amado. Olha, vamos paraa nossa, já que não tem aniversariante, deixa eu ver se eu esqueceu alguma coisa aqui no nosso roteiro, porque precisa. Ah, hoje nós vamos ter um um roteiro aqui diferente. Não tem aniversariante, então nós vamos para efem. Vocês vão, a gente gosta aqui de surpreender, sabe? Esse negócio sabe o que que é? Eu vou explicar. Eu sou sagitariana, com ascendente em Sagitário. Então, se tem uma coisa que me incomoda profundamente, fazer todo dia a mesma coisa. Não, não, não dou conta, sabe? Eu vou ficando deprimida, me incomoda muito. Então, ah, tudo bem, tem que acordar todo dia no mesmo horário. Sabe o que eu fazia? Eu colocava ou o despertador para mais cedo para eu poder depois colocar a soneca ou eu dava outro jeito, só para não ter que acordar exatamente todo dia no mesmo horário, entendeu? É assim, eu não gosto. E aí o pediatra dos dos meus filhos falava assim: "Então, mãe, mas criança precisa de rotina". Acho que foi a única vez que eu tive rotina na minha vida, foi quando os meninos eram muito pequenininhos, que aí não tinha jeito, né? Precisava ter rotina. Porque isso dá tranquilidade, né? Segurança paraa criança. Então, tudo bem. Mas, cara, é muito chato rotina, fazer todo dia a mesma coisa. Tem gente que gosta, eu super respeito, mas eu não gosto não. Não gosto não. Vamos lá paraas efemérides, então. Eemérides. Vocês conhecem a revista espírita? Eu tenho certeza que já ouviram falar, mas vocês já se dispuseram a estudar revista espírita? Eh, revista espírita, principalmente, né? Tem algumas obras dentro do espiritismo que não adianta a gente querer estudar sozinho porque
am falar, mas vocês já se dispuseram a estudar revista espírita? Eh, revista espírita, principalmente, né? Tem algumas obras dentro do espiritismo que não adianta a gente querer estudar sozinho porque não dá certo. No seguinte sentido, algumas coisas a respeito da história da codificação, da história do Kardec, a anterior, a a do momento da codificação e a posterior, a gente precisa saber para entender o contexto em que aquelas coisas foram foram escritas e foram colocadas. A revista espírita é uma delas. Então, procura porque tem muito estudo sobre a revista espírita na internet. E se você quiser fazer presencial, junta uma turma aí, encontra alguém que já tenha estudado, que já tenha conhecimento, mas conhecimento aprofundado da revista para não entender as coisas erradas, porque isso obviamente que pode acontecer comigo e com todo mundo. Eh, e vai estudar a revista espírita, revista eh espírita, porque ela é eh de uma riqueza fantástica, sabe? fantástica. Mas se você ainda não fez um estudo eh pelo menos mediano das obras básicas, eh melhor você se aprofundar nas obras básicas primeiro. Mas a revista espírita é fantástica, fantástica, vale muito a pena. Bom, a efeméride de hoje eu trouxe lá da revista espírita, a lei do progresso. Essa é uma mensagem de eh que foi eh psicografada em Lyon em 17 de setembro de 1862 pelo médium Sr. Emil V. Esta comunicação foi recebida na sessão geral presidida pelo Sr. Allan Kardec. É. tá 17 de setembro, mas vocês vão entender porque que eu tô trazendo agora, sabe? Eh, hoje a gente não tinha efeméride nenhuma. E aí eu fui dar uma fuçada lá na revista eh espírita e fiquei coloquei lá 17 de dezembro, mas eu gostei tanto dessa mensagem que eu falei assim: "Nós vamos de efemere de de setembro em dezembro". Esta comunicação foi recebida na sessão geral presidida pelo Sr. Allan Kardec. Parece, vou começar a ler, tá? Presta atenção. Parece se considera humanidade em seu estado primitivo e em seu estado atual, quando sua primeira aparição na Terra
eral presidida pelo Sr. Allan Kardec. Parece, vou começar a ler, tá? Presta atenção. Parece se considera humanidade em seu estado primitivo e em seu estado atual, quando sua primeira aparição na Terra marcava seu ponto de partida e agora que ela percorreu uma parte do caminho que leva perfeição. Parece, dizia eu, que todo bem, todo progresso, toda filosofia, enfim, não pode nascer senão do que lhe é contrário. com efeito pela formação, é o produto de uma reação. Desculpa. Com efeito, toda formação é o produto de uma reação, assim como todo efeito é geral gerado por uma causa. Todos os fenômenos morais, todas as formações inteligentes são devidos a uma momentânea perturbação da própria inteligência. Intelectualmente, apenas dois princípios devem ser considerados. Um imutável, essencialmente bom, eterno, como tudo que é infinito. O outro temporário, momentâneo, simples agente empregado para produzir a reação de onde sai a cada vez a progressão dos homens. O progresso abraça o universo durante a eternidade e jamais é tão espalhado como quando se concentra num ponto qualquer. Vós não podeis abraçar com olhar a imensidade que vive e que consequentemente progride. Mas olhar em olha em redor de vós o que vedes. Em certas épocas, pode-se dizer em momentos previstos, designados, surge um homem que abre um novo caminho, que escarpa os rochedos áridos, de que se acha semeado o mundo conhecido da inteligência. Geralmente esse homem é o último entre os humildes, entre os pequenos. Contudo, ele penetra nas altas esferas do desconhecido. Ele se arma de coragem, pois precisa dela para lutar corpo a corpo com os preconceitos, com os usos herdados. Vou repetir. Ele precisa dela para lutar corpo a corpo contra os preconceitos com os usos herdados. Ele precisa dela para vencer os obstáculos que a má fé semeia. sobre seus passos, porque enquanto restarem preconceitos a derrubar, restarão abusos e interessados nos abusos. Ele dela precisa porque deve lutar ao mesmo tempo contra as necessidades materiais de sua
obre seus passos, porque enquanto restarem preconceitos a derrubar, restarão abusos e interessados nos abusos. Ele dela precisa porque deve lutar ao mesmo tempo contra as necessidades materiais de sua personalidade. E sua vitória, neste caso, é a melhor prova de sua missão e de sua predestinação. Quando chega ao ponto em que a luz emana em profusão do círculo do qual ele é o centro, todos os olhares se voltam para ele. Então ele assimila todo princípio inteligente e bom e reforma e regenera o princípio contrário. Ele reforma e regenera. Ele não destrói. A despeito dos preconceitos, a despeito da má fé, a despeito das necessidades, ele atinge o seu objetivo. Ele faz a humanidade transpor um grau. Ele dá a conhecer o que não era conhecido. Tal fato já se repetiu muitas vezes e repetir-se há muitas outras antes que a Terra tenha atingido o grau de perfeição que convém a sua natureza. Mas tantas vezes quanto forem necessárias, Deus fornecerá a semente e o trabalhador. Esse trabalhador é cada homem, em particular como cada um dos gêmeos que o ilustram por uma ciência frequentemente sobre. Em todos os tempos houve esses centros de luz, esses pontos de ligação e o dever de todos é aproximar-se, ajudar e proteger os apóstolos da verdade. É isto que o Espiritismo vem dizer ainda. Apressai-vos, pois, vós todos que sois irmãos pela caridade, apressai-vos e a felicidade prometida, a perfeição, vos será concedida muito mais cedo. Espírito protetor. Esse é um momento muito importante pra gente fazer reflexão a respeito desse texto, porque nós todos somos agentes dessa felicidade, nós todos somos agentes dessa evolução. Nós já tivemos um salvador que era Jesus. Agora a gente não tem mais, porque nós somos os nossos salvadores. Isso é belíssimo. É belíssimo. A gente deve, obviamente, proteger aqueles que vem falar de uma forma mais profunda os nossos corações, né? Porque nós temos, nós temos, obviamente, irmãos em todas as religiões que trazem esse conteúdo eh divino mais para perto da
ger aqueles que vem falar de uma forma mais profunda os nossos corações, né? Porque nós temos, nós temos, obviamente, irmãos em todas as religiões que trazem esse conteúdo eh divino mais para perto da gente. Esses a gente precisa proteger, mas eles não podem ser alçados à condição de santos ou de salvadores de todo mundo, porque não é esse o papel deles. Esse papel de Salvador é nosso, é meu, é seu. Em dezembro a gente precisa pensar mais profundamente ainda sobre isso, aproveitar esse ambiente de Natal, né, que o Ocidente vive, que a gente não pode não pode esquecer que existem muitas partes no mundo em que Jesus Cristo não é exatamente o Salvador do planeta, né? Eles têm outro entendimento. Tão caminhando exatamente na mesma direção que a gente, só que eles não acreditam em Jesus, né? A gente sabe que o que importa são as obras, não é? Então eles podem acreditar em qualquer outra coisa. Eles podem acreditar em qualquer outros ser celestial que os leve a um bom comportamento, a serem pessoas melhores, espíritos melhores. É isso que importa. Então, para nós aqui no Ocidente, esse é um período muito importante e é um período em que nós devemos concentrar os nossos as nossas reflexões nessa nossa transformação eh para iniciarmos o próximo ano não cheios de promessas, mas já cheios de mudanças, já com as mudanças acontecendo dentro de nós. Sabe aquela coisa, dia de começar regime é todo dia, não pode ser na segunda-feira, tem que ser todo dia. E dia a dia de nos tornarmos melhores espíritos é também todo dia. Precisa ser todo dia, não é verdade? E essa mensagem eh me tocou profundamente, porque além dela dela dela colocar, né, ela começa com esse o espírito protetor começa falando como se ele tivesse dizendo de Jesus, né? Dá impressão, pelo menos me deu a impressão que ele tava falando de Jesus ou de alguém assim fantástico, especial para ele dizer: "Sim, fantástico, especial somos todos nós." Nós todos somos, né? Fantásticos, especiais. É muito legal isso, não é? Eu fico
va falando de Jesus ou de alguém assim fantástico, especial para ele dizer: "Sim, fantástico, especial somos todos nós." Nós todos somos, né? Fantásticos, especiais. É muito legal isso, não é? Eu fico sempre encantada quando eu vejo essa eh as diversas maneiras e as diversas possibilidades de evolução que Deus nos oferece sempre me deixam assim passada, passada, porque é tão bonito, tão bonito, que eu não sei nem explicar que que eu sinto, porque é muito bonito, né? E lembrando, né, no ano que vem nós temos eleição e a gente precisa ter, nós vamos, cada um vai escolher seu candidato, mas nós precisamos nos concentrar agora em manter o clima pacífico entre todos nós. Para nós espíritas, isso é mais importante ainda, porque a gente sabe que isso é tudo cíclico, que daqui a pouco nós vamos estar em outro lugar, em outros corpos, com outras cores, com outros formatos, em outros países, enfim. E nós vamos voltar. Então, essas brigas por conta de política, essas essas discussões, essas disenções por causa de política, elas tem menor sentido. Nós precisamos ser os multiplicadores da pacificação no nosso país. É urgente que a gente faça isso. Não incentive. Faça o que você puder para acalmar os ânimos, principalmente nas famílias, sabe? Entre os amigos. Não vou mais ser amigo do fulano porque ele volta no belrano. Para, né? Para. Tem dó. Se os motivos materiais não são suficientes para você não brigar, porque depois esse povo todo faz acordo e eles vão tudo tomar whisky juntos, né? Tem muita gente que acha que não, mas é isso que acontece. Que seja pela nossa paz espiritual, né? Pela possibilit. Sabe, sejamos todos pacificadores porque é necessário, não é? É necessário. Tânia Maria, bom dia. Bom dia, Xarazinha. Bom dia para todos. Muito bem. Eu aqui, ai, ai, vocês sabem que eu tive um problema com o cadê? É sim, eu vi. Não, Marilda não voltou. A Marilda mandou uma pergunta no WhatsApp. Eu tô respondendo aqui. Ô Jesus Cristo, não é na anterior. Bom, eh, ai, bom, é isso. Marcondes, bom dia. Bom
m o cadê? É sim, eu vi. Não, Marilda não voltou. A Marilda mandou uma pergunta no WhatsApp. Eu tô respondendo aqui. Ô Jesus Cristo, não é na anterior. Bom, eh, ai, bom, é isso. Marcondes, bom dia. Bom dia. Agora nós vamos para uma parte muito legal. Eu acho, eu eu tive um, eu tava falando para vocês, né? Eu tive uns problemas com o YouTube, eh, que aparentemente já foram já foram resolvidos. Aparentemente foram resolvidos. E e aí eu não tava conseguindo baixar as gravações do do nossas histórias, mas eu acho eu acho que foram só quatro, né? Eu não lembro agora. Não consegui checar isso antes porque como eu disse para vocês, faltou a pessoa fica preguiçosa, né? Ah, é, era isso que eu ia olhar. Vamos aqui. Pera, porque se se foram quatro, eu tô com Ah, lá. Obrigada, querida. Ser pacificador é de extrema importância para nós e para o mundo. É isso, velho. A gente não pode cair nessa. Uma. Pera aí, gente. Um, dois. 3 4 Ah, então tá certo. Eu tava com medo de colocar hoje um vídeo, repetindo, eh, a gente pode depois conversar sobre isso, sobre essa questão de ser pacificador, mas isso é importante, sabe? Já começar agora nessas nesses encontros familiares, encontros de amigos, falar isso para as pessoas. Olha, esses caras, eu não, eu aqui eu tô fazendo uma generalização, né? Tem, óbvio, tem casos diferentes no meio do caminho, mas generalizando, eh, os políticos e política é fazer é saber fazer acordo, né? Saber eh negociar. Essa é uma das grandes características da política como política partidária. Eh, então eles depois que eles que acontece a campanha e um alguém é eleito, né, os grupos são eleitos ou as pessoas são eleitas, enfim, eles vão todos sentar junto para conversar e para negociar a gente. Essa coisa de ser inimigo até a morte, isso é conversa. É só pra gente ver. Porque a hora que eles precisarem negociar para chegar ao objetivo que eles querem, eles vão negociar. Não é porque eles são sem vergonha, é porque funciona assim a política. Política é desse jeito. Nós estamos nessa faixa de
ecisarem negociar para chegar ao objetivo que eles querem, eles vão negociar. Não é porque eles são sem vergonha, é porque funciona assim a política. Política é desse jeito. Nós estamos nessa faixa de evolução espiritual que se presta a isso, né? Se nós todos tivéssemos o mesmo, quiséssemos alcançar o mesmo objetivo traçando a mesma estrada, a gente não tinha 58 partidos políticos, nem dois, né? Como é lá no no em vários países, né? Não, não é só no nos Estados Unidos, mas a gente quer chegar no mesmo objetivo por estradas diferentes. E aí, né, cada um quer ir por pelo seu caminho. Eu não concordo com o seu caminho, você não concorda com o meu, mas a gente não precisa ser inimigo por causa disso. Nós não temos necessidade de ser inimigos. E até pouco tempo atrás, eu tô falando de pouco tempo atrás, eu tô falando de 10, 15 anos atrás, a gente não era inimigo, não era o pessoal, vou dar aqui um exemplo, eh, Paulo Maluf, no estado de São Paulo, super conhecido, porque ele sempre foi da direita. E aí a turma que era naquela época era a esquerda do Brasil, que era o PC do B, né? Eles não eram inimigos, eles não se ofendiam quando eles discutiam. Quando um ia criticar o outro, ninguém falava palavrão, ninguém chamava o outro de ladrão, nem de bandido. Não existia isso. Não era assim. As pessoas não gostavam umas das outras, ou melhor, as pessoas discordavam umas das outras, mas havia educação, civilidade. Nós já tivemos outros períodos no Brasil em que houve essa esse racha muito profundo e um deles é o período do Getúlio Vargas, que não foi bom pro Brasil, apesar da criação da legislação trabalhista, não foi bom pro Brasil por conta do racha, dessa dessa coisa de um ser inimigo do outro. Não pode, gente. Não pode. Do mesmo jeito que a gente não pode ser inimigo de alguém porque ele tem uma religião diferente da nossa. E eu sou palmeirense, então eu vou ter ódio de corintiano. Não, né? Não, não dá. Ah, Estela, mas eu não suporto porque o fulano, ele é isso, ele é aquilo. Cara, cada um com seus defeitos.
te da nossa. E eu sou palmeirense, então eu vou ter ódio de corintiano. Não, né? Não, não dá. Ah, Estela, mas eu não suporto porque o fulano, ele é isso, ele é aquilo. Cara, cada um com seus defeitos. E vou repetir, para nós que somos espíritas, isso tem que ter mais sentido, porque como já disse Jesus numa passagem muito conhecida nossa, quem não tiver pecados que atire a primeira pedra. Quem de nós pode garantir que não teve escravo em vidas anteriores? Quem de nós pode garantir que nunca assassinou ninguém, que nunca roubou ninguém, que nunca derrubou um governo, que nunca se apropriou da terra dos outros? Enfim, é preciso que a gente tenha compreensão da situação de todos nós. Eu não tô fazendo apologia a crime aqui, não é isso. Eu tô querendo só que nós entendamos que cada um tem seu tempo de evoluir. A legislação existe para ser cumpridas. As leis estão aí para serem cumpridas. É para isso que existe justiça. OK. Eu faço a minha parte cumprindo as leis. Se você faz a sua parte cumprindo as leis, mas a gente não pode odiar o outro porque ele não deu conta de cumprir as leis. É isso que eu tô querendo dizer, sabe? A gente não pode odiar o outro porque ele não cumpriu as leis e aí falar: "Tem que morrer, tem que matar". Não pode, gente. Depois quer que o outro morra, mas aí fala que é contra o aborto. Então, ou você valoriza todas as vidas ou não tem sentido. Certo? Respeito às opiniões. Respeito a opiniões. Se fôssemos perfeitos, nós estaríamos aqui. Exatamente isso. Ó lá, Estelinha, como mediadora judicial, já fez muito acordo entre políticos de partidos contrários que se degladevam publicamente, que saíram rindo e abraçados da mediação. É isso. É isso. Somos adversários políticos. Apenas isso. Exatamente. Apenas isso. Mas você não gosta do fulano, ok, não tem problema você não gostar dele. Eu também não gosto de um monte de gente, mas isso não significa que eu vá ter ódio das pessoas, né? Porque você sabe, né? Ódio é um veneno que você tá tomando e não o outro,
ema você não gostar dele. Eu também não gosto de um monte de gente, mas isso não significa que eu vá ter ódio das pessoas, né? Porque você sabe, né? Ódio é um veneno que você tá tomando e não o outro, né? Você tá tomando veneno, não o outro. Então a gente não deve ter esse sentimento. Então não odeia as pessoas da sua família, né? Aproveita agora Natal, Ano Novo, restabeleça os laços. Pode pode não ser, ah, vamos já vamos fazer a ceia junto, mas telefona, deseja um feliz Natal, um feliz ano novo para aquele povo com quem você brigou. Ah, mas é impossível. Não conversa. Então é, você não precisa ficar uma hora sentado com a pessoa conversando, mas você pode desfazer os piores sentimentos e estabelecer uma convivência harmoniosa. Ela não precisa ser amorosa, mas ela pode ser harmoniosa e deve ser harmoniosa, sabe? antes que as coisas fiquem muito complicadas, porque é esse alimentar de de do sentimento de violência, de mal-estar, de raiva, isso só piora a situação. A gente passou agora eh um período aí com vários casos de feminicídio que deixavam a gente deprimida. Vocês ficar, eu fiquei deprimida. Imagino que vocês também, porque é muita violência, mas se a gente se fixar nisso, nós vamos afundar, tá certo? Não tá? A gente precisa fazer alguma coisa? Precisa, começa fazendo dentro da sua casa, acaba com as piadinhas de mulher, sabe? eh, ensina e educa os homens e as mulheres, não só os homens, mas as mulheres também, que é preciso haver respeito para todo mundo, que não é porque você foi eh desprezado por qualquer um ou que você foi traído por qualquer um, você tem direito de ir lá perseguir, matar, enfim. É, esse é o nosso papel. Agora, ficar discutindo aquela situação ruim, rememorando aquilo e eh, reproduzindo aquele mau sentimento, faz mal para nós todos, é ruim para nós todos. Os os pedreiros vizinho aqui já tão sabe um último mandamento vos dou: Amai-vos como eu vos amei. Exatamente. Muito bem. Agora nós vamos para nossas histórias. Já já eu volto. Principalmente se a imagem abrir, né?
os vizinho aqui já tão sabe um último mandamento vos dou: Amai-vos como eu vos amei. Exatamente. Muito bem. Agora nós vamos para nossas histórias. Já já eu volto. Principalmente se a imagem abrir, né? Ah, então esse aqui não. Pera aí, pera aí que eu acho que eu peguei o o vídeo errado. Oh Jesus Cristo. Calma que vai começar. Tá parecendo a os cards de aniversário. Ai ai. Olá para você, bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada. Esse é o episódio número cinco do Nossas Histórias, uma série de conversas entre dois jornalistas, eu e o Kéber, que vai entrar já. Calma que ele já vai entrar. E essas conversas, essas histórias são para nos mostrar que, como diz o Cléber sempre, toda a história vale a pena ser contada. E como eu digo, toda a história vale um conto e mais que isso, né? Vale muitos contos ser contada várias vezes, muitas delas que nos parecem até milagres, como a gente falou no episódio anterior. Não fique de fora dessa nossa estrada, vá até a playlist aqui do canal e veja os episódios anteriores, porque todas as histórias são ótimas. Eu tenho certeza que você vai gostar bastante. Então, vamos lá chamar o Cléber. Cléber. E aí, minha gente, tudo bem? Bom dia, boa tarde, boa noite e para os notívagos como eu, boa madrugada. Tudo bom, gente? Tudo bom, Estelinha? >> Tudo bem, graças a Deus. Vamos fazer >> como semana? Tudo bem? >> Tudo tudo em paz, tudo sossegado. Que bom. Graças. Algumas viagens, bastante passeio, muita gente legal no caminho, graças a Deus. Vamos fazer nossa autodescrição. >> Vamos. Vamos lá. Começa contigo, >> então. Vamos lá. Eu sou Estela. Eu tô do lado esquerdo da tela. Nós estamos em dois quadradinhos, dois retângulos, né? Eu tô do lado esquerdo. Eu sou eu sou uma mulher branca de cabelos bem curtinhos, grisalhos. Tenho 60 anos. Tô no, tô usando uma camiseta preta. Hoje nós invertemos, né? Normalmente é o Cléber que vende camiseta preta. Hoje sou eu. Tô de camiseta preta, estou no quintal da minha casa, então tem várias plantas aqui atrás de mim. Um solzinho
ta. Hoje nós invertemos, né? Normalmente é o Cléber que vende camiseta preta. Hoje sou eu. Tô de camiseta preta, estou no quintal da minha casa, então tem várias plantas aqui atrás de mim. Um solzinho gostoso. Hoje o tempo tá bem agradável aqui em São Carlos, graças a Deus. Bora lá, Cléber. >> Eu sou o Cléber, né? Eu estou como das outras vezes, no mesmo ambiente, com uma parede beja. atrás de mim, um gaveteiro do lado esquerdo, alguns livros também do lado esquerdo e uma porta do lado esquerdo. Ah, eu tô com uma essa linha falou que eu tô sempre de preto, né? Então, para não contrariar, vamos lá. Vou abrir a minha jaqueta vermelha e também estou com uma A camisa minha dessa vez ela parece preta, mas não é. Ela é um azul marinho bem escuro. E para não fugir a regra é sobre rock and roll. Não é de nenhum nenhuma banda hoje, mas é sobre rock and roll, Rock the Wars. E mas assim, eu tô com um blusão vermelho com algumas faixas pretas e brancas, claro, para não negar o meu o meu clube, né, São Paulo Futebol Clube. E é isso, gente. E tô aqui pra gente contar mais algumas histórias. Ah, eu tenho barbichinha branca, um uma sujeirinha branca embaixo da boca também. Não tenho bigode e cabelos curtinhos, grisalhos. Opa, nós dois usamos óculos, né? Nós esquecemos de falar. >> É verdade, Tela, estou de óculos. Tá até dando uma olhada aqui. É verdade. Mais próximo. Eu tô de óculos. E mas eh eu vou falar uma coisa, gente. Eh, óculos para mim parece que já faz parte do meu corpo. Quantas vezes aqui em casa eu fico procurando óculos, procurando, procurando e ele tá na minha cara. >> Esse é o clássico. >> Já entrei em procurar o óculos e ele tá na cara. É verdade. >> Aliás, eu vou contar uma história rapidinha aqui. Vamos começar hoje com uma história rapidinha. Eu tava no hospital, fui buscar minha sogra que ela tava saindo do hospital. Eu deixei o carro no estacionamento no hospital e era uma coisa assim que tinha que ser muito rápida. Eu deixei o carro no estacionamento, subi correndo, peguei
sogra que ela tava saindo do hospital. Eu deixei o carro no estacionamento no hospital e era uma coisa assim que tinha que ser muito rápida. Eu deixei o carro no estacionamento, subi correndo, peguei minha sogra, coloquei no carro, voltei, entrei no carro, parei o carro na saída do estacionamento. Caramba, dona Ana, ela, que que foi? Meu óculos. Ela o quê? Eu desci correndo do carro. Ela Cléber, ela gritando dentro do carro. Cléber, Cléber, eu desci correndo do carro. Moço, moço, eu perdi meu óculos. Você viu se ele caiu por aí? O cara começou a olhar para minha cara e dar risada. Aí eu olhei para cara, não, não tô brincando. Ele falou: "Eu sei que não, inclusive ele tá no esse aí tá no seu rosto." >> Aí eu fui pro carro com rabo no meio das pernas, né? Aí minha sogra, eu tava te chamando para isso, para falar que ele você tava com >> Quem nunca, né? Quem tá muito tempo usando óculos já passou por uma situação como essa? Com certeza. Eu também acho não sou não é nenhum privilégio meu isso é de todos nós, né? >> Não é não é >> é muito engraçado. >> Então falando nisso, qual é a história de hoje? >> Não, então você comentou agora na abertura aí, você falou de milagres, né? Vou contar mais uma. Eu tenho algumas histórias de milagres para eh contar, mas eu vou contar mais uma, tá? Essa realmente é, eu acho que eu já até falei alguma coisa sobre essa história lá no primeiro episódio. Acho que eu dei um ampando dela, ou no primeiro ou no segundo, mas acho que eu já dei um an passando ela aqui, tá? Foi no dia da minha cirurgia de coluna cervical, é geoperia cervical e a lombar. E nas duas eu tive acontecimentos assim que foram estranhos, né? A primeira foi demais, né? Porque assim, eu tinha marcado a cirurgia da da Pois é, acabei de ver isso. Infelizmente já passou esse, né? E o duro é que o episódio seis eu não consegui baixar. Porque eu tava, como eu disse, eu tava com aqueles problemas com o YouTube. Ele não tava me deixando nem baixar as a os vídeos que tavam no meu no meu
uro é que o episódio seis eu não consegui baixar. Porque eu tava, como eu disse, eu tava com aqueles problemas com o YouTube. Ele não tava me deixando nem baixar as a os vídeos que tavam no meu no meu no meu canal. Ô, caramba, tá fácil não. Hoje mudei de câmera aqui, ó. vai entender, né? Vamos ver se ela vai. Ah, não vai abrir a outra. Abriu. Pronto. É, pessoas, olha, vocês me desculpem, esse episódio já foi. O Cléber também me perdoe. Eu vou editar o outro que é o episódio seis e semana que vem eu trago para vocês. Me desculpem o erro aí. É, então, pois é. Então, aí é chato, né? Porque aí vai repetir um que você já ouvido, não tem graça. Então, hoje nós vamos ficar excepcionalmente sem o nossas histórias e eu vou semana que vem eu trago para vocês o episódio número seis, que é a continuação, porque a gente foi fazendo, o Cléber tinha o cuidado de teve o cuidado de colocar as coisas numa ordem lógica, sabe? E aí eu não quero, não vou estragar isso, né? Não vou aqui só para preencher espaço, colocar ele de novo que tem graça. E vocês me desculpem, é uma pena. Então vamos para boas notícias. como diz Pedrux, eh, como diz Pedrux, ao vivo é assim, né? Ao vivo é desse jeito, mas não há de ser nada. Nós vamos aqui. Eita! Deixa eu procurar aqui. Vixe, Maria. Tá só notícia boa. Tá com com problema no site deles desde o final de semana e eles deixaram um recado nas redes sociais dizendo que o site tava em manutenção. Alguma coisa deve ter acontecido lá, né? Para quem não sabe, o só notícia boa é o site que a gente vai buscar a maior parte das boas notícias. das boas notícias que a gente compartilha aqui, mas obviamente que a gente não coloca só notícia lá do só no do desse site, porque existem notícias boas em vários lugares diferentes. Tanto é que lá no grupo do Bom Dia Café, eu compartilho com vocês todas as notícias bacanas que eu acho. Tem dia que eu mando um monte, tem dia que eu mando, não mando nenhuma, porque não é por falta de notícia boa, viu, gente? É por falta de tempo mesmo. Eu não parei
das as notícias bacanas que eu acho. Tem dia que eu mando um monte, tem dia que eu mando, não mando nenhuma, porque não é por falta de notícia boa, viu, gente? É por falta de tempo mesmo. Eu não parei para mandar, eh, não deu tempo, enfim, alguma coisa aconteceu e aí eu não consegui eh mandar uma uma boa notícia lá pro grupo. Mas se você quiser participar aí no final da aqui embaixo, no final da na descrição do do vídeo da live, tem lá o link para você entrar no grupo do WhatsApp do Bom Dia Café. Se você tiver um número que for de fora do país, você se identifique, porque põe uma identificação na sua no seu WhatsApp, porque sem o nome da pessoa e sem uma identificação razoável e com um número internacional, a gente não inclui por uma questão de segurança mesmo dos dos membros ali do grupo, tá bom? E aí eu vou abrir lá o grupo do Bom Dia Café para contar para vocês quais foram as boas notícias de trás para frente. Eu vou hoje, ó. É um Ah, o legal aqui era compartilhar o vídeo, né? Vamos ver se eu consigo. Tá carregando. Pera aí. Então, vou para outra. Vou paraa outra. Ah, essa é ótima. O chefe Agenor Maia, que é um chefe de cozinha, não, eu não conhecia ele, conheci agora com essa notícia. Ele fez uma publicação na rede, nas redes sociais dele contando que há 3 anos ele jantou com o João. O João de Santo Cristo, um verdadeiro João de Santo Cristo, como na música do Legião Urbana, é um era um menino, era porque ele já desencarnou, viu, gente? Era um menino de 14 anos que teve, cadê, se não me falha a memória, leucemia. Isso é isso, né? Acho que é leucemia. E ele já estava em cuidados paliativos quando uma das médicas que trabalhava ali com no cuidado com o João entrou em contato com o chefe Agenor e disse que o o a médica chama Juliana. E aí ela disse que o João tinha um sonho. Ele queria provar a minha carbonara, né? A carbonara do do chefe Agenor, conhecer o restaurante dele, conhecer o o chefe e se tornar um chefe, que esse era o sonho dele. E que ela tava entrando em contato
queria provar a minha carbonara, né? A carbonara do do chefe Agenor, conhecer o restaurante dele, conhecer o o chefe e se tornar um chefe, que esse era o sonho dele. E que ela tava entrando em contato com ele para saber se era possível, já que João com 14 anos já tava em cuidados paliativos. E aí o o chefe Agenor disse que sim, que isso era possível, mas que precisava ser feito rápido, né? Porque o menino já tava, como eu disse, em cuidado paliativo. Aí eles marcaram jantar, marcaram a visita e aí fizeram uma camiseta de chefe, né? Aquela roupa de chefe, sabe? Aquela que é bonita, né? fizeram uma roupa de chefe com o nome dele bordado na roupa. E aí o o o a Genor pediu para grandes para seis grandes chefes do Brasil gravarem vídeos pro João assistir no dia que ele fosse jantar lá no no restaurante do chefe Agenor. É legal isso, né? Eu quero compartilhar com vocês porque tem umas imagens legais. Bom, mas enfim. Eh, João foi para lá, né? Foi uma aí o o chefe Agenor contando, né, que foi uma noite mágica. Eh, João me disse que foi incrível, inesquecível, mas o que João nunca soube é que naquela noite minha vida mudou. Ele que me salvou. Passei anos em busca de um propósito. Naquela noite, ele o propósito, me encontrou. E foi através do João, né? E aí João que desencarnou algum tempo depois, o chefe Aenor ainda visitou algumas vezes e uma delas foi dois dias antes do João desencarnar e depois contaram pro chefe Agenor que João pediu para que a a roupa, né, a sua última roupa, a roupa do do enterro dele, fosse a roupa com a fosse a jaqueta de chefe. Olha que legal. E aí ele eh o chefe agenor encerra assim, ó. Sempre que puder ajudar alguém, ajude. Você se aproxima de Deus e ainda pode sair transformado. Bacana, né? Bacana. A gente pensa que as pessoas não têm mais. Eita. Bom, vou ficar nessa aqui porque a outra tá pirulitando. Tá feia, tá complicada a coisa aqui hoje. Travou outra vez. É, eu falei para vocês, é câmera, internet, mas a gente segue firme aqui, hein? Até chegar, até terminar. Eita, já vai
outra tá pirulitando. Tá feia, tá complicada a coisa aqui hoje. Travou outra vez. É, eu falei para vocês, é câmera, internet, mas a gente segue firme aqui, hein? Até chegar, até terminar. Eita, já vai terminar. Eu vou pôr aqui uma, vou compartilhar com vocês porque vale a pena. Esse vídeo é muito legal. Ué. Não, não é isso que eu quero ver. Quero ver esse aqui. Eita, vou falar, hein? Hoje tá aparecendo, ontem não vai abrir. Eu vou contar. Eu queria muito que vocês vissem. Quem tiver lá no grupo do Mão Dia Café vai assistir. Mas foi mais ou menos isso o que aconteceu. É uma oficina de carros, né? Uma oficina mecânica, pelo que eu entendi ali. E aí, que que eles fizeram? Puseram dentro de um de um de uma caixinha vários bilhetinhos e cada funcionário abriu um bilhetinho. Tinha que abrir um bilhetinho. E nos bilhetinhos tava escrito assim, ó: "Abrace a pessoa". que mais fal, que mais chega atrasada. Aí o cara, a, quem tirou o bilhetinho ia lá e abraçava quem ele acha que chega mais atrasado. Abrace a pessoa que mais te ensinou aqui no trabalho. Aí ia lá e abraçar. Abrace. Ele s era, sabe, a pessoa que você tem menos contato, a pessoa mais bonita, eh, o mais engraçado. E eles foram fazendo isso, né? As reações são fantásticas, as reações são muito legais e o bacana é que é tudo homem, né? E o homem não tem esse eh necessariamente esse hábito do toque, de se abraçar, né, de dizer eu gosto de você, né? Essa não é uma um uma coisa muito comum entre os homens, infelizmente. Infelizmente. E essa brincadeira de final de ano deu essa possibilidade, né, para eles. Então isso é muito legal, isso é muito bacana. É um vídeo que que vale a pena. Como é que você eh promove a sensibiliza as pessoas que trabalham com você? de uma forma lúdica, né, e de uma forma simpática, que não era poder apontar o defeito dos outros, mas a brincadeira em si, né? E uma brincadeira saudável de abraçar, de compartilhar sentimentos foi muito bacana. E a outra notícia também muito legal é um vídeo também que eu não vou
eito dos outros, mas a brincadeira em si, né? E uma brincadeira saudável de abraçar, de compartilhar sentimentos foi muito bacana. E a outra notícia também muito legal é um vídeo também que eu não vou conseguir mostrar para vocês, infelizmente, mas vocês podem ver lá no grupo do WhatsApp do Bom Dia Café. Eh, tava chovendo muito e tinha uma uma pessoa tentando descer de cadeira de rodas, uma uma rua muito íngreme e ela tava no asfalto, né? Porque vocês sabem que calçada não é feita para pedestre, nem para cadeirante, né? Calçada, Deus sabe para que que eles fazem, mas tem mais obstáculo na calçada do que no asfalto. Então, é muito mais fácil andar no asfalto do que andar na calçada, infelizmente. E essa pessoa tava tentando descer pelo asfalto e não dava, né? Porque ficou escorregadinho e para você usar uma cadeira de rodas no asfalto molhado não é fácil, viu gente? É uma coisa complicada. Cadeira de rodas é uma coisa complicada de ser usada. Mesma elétrica. Mesma elétrica. E aí vem um uma um cara de carro no no sentido contrário da cadeira de rodas. Estaciona o carro, para, fecha o carro, desce embaixo de chuva, pega a cadeira de rodas e vai descendo a rampa e segurando a cadeira de rodas até chegar na parte plana e ele conversa lá com a pessoa da cadeira de rodas, eles conversam ali e tal, aí ele volta pro carro dele e vai embora. Por isso a gente tem que acreditar que existe muito mais gente boa nesse mundão do que o contrário. Quando você olha aí pra sua rua, pro seu quarteirão, você vê mais gente boa ou mais gente ruim. Quando você olha paraa sua família, sempre tem um chato, né, na família da gente, trabalho também. Mas numa família de 10, 15 pessoas, você tem um chato, um implicante, é a minoria ou é a maioria? No ambiente de trabalho assim também. Então, não duvide, não duvide que nós estamos sim evoluindo, viu? Nós estamos sim evoluindo. Eu peço desculpa a vocês por hoje pela por essa confusão toda do Bom Dia Café, mas infelizmente isso acontece. Desejo para vocês uma boa quarta-feira,
os sim evoluindo, viu? Nós estamos sim evoluindo. Eu peço desculpa a vocês por hoje pela por essa confusão toda do Bom Dia Café, mas infelizmente isso acontece. Desejo para vocês uma boa quarta-feira, que seja um dia muito agradável, muito proveitoso, de muitas reflexões. Amanhã tem mais Bom Dia Café. Só para contar para vocês, não quero dizer nada não, mas amanhã tem Bom Dia Café. Beijos, até amanhã.
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