Bom dia, café! 120925 | AO VIVO | Renovando Consciências e Consolar e Esclarecer

Conecta Espiritismo TV 12/09/2025 (há 6 meses) 1:05:37 7 visualizações

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade e do canal português CONSOLAR E ESCLARECER. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhã com Deus, #bom dia com Jesus, #bom dia espiritismo, #mensagem de bom dia, #refletindo com Kardec, #palavra do bem, #espiritualidade e espiritismo, #reflexão espiritual, #live de bom dia, #despertar da consciência, #comece o dia no bem, #inspiração da manhã, #fé e espiritualidade 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280

Transcrição

เฮ Buenos dias, minha gente. Que susto. Cafeiros e cafezeiras, bom dia. Muito bom dia. Estamos aqui na nossa sexta-feira, ou melhor, na sexta-feira do Jairux, que está com problemas técnicos. Ai, meu Deus. Então, estamos aqui, meus queridos, hoje juntos novamente com muita alegria. Vamos tentar com menos emoções hoje, mas a efeméri de hoje nos reserva. Ai, meu Deus do céu, viu? Essa espiritualidade, amiga? Que coisa, que coisa. Vamos tentar fazer o programa de hoje sem chorar. Se eu chorar um pouquinho vocês me dão desconto, tá bom? Porque é foi um presente, um presente estar aqui hoje nesse programa maravilhoso que a gente se encontra de segunda a sexta-feira às 7:30 da manhã. Cadê todo mundo? Vamos acordar, vamos lá fazer o café e vi para cá ficar junto pra gente se unir nessa família BDC, Bom Dia Café, essa família universal para que a gente eleve as nossas vibrações, para que a gente mude a nossa frequência pro dia de hoje, pro fim de semana. Hoje tem que ser assim, ó, muito, muito bom pra gente levar tudo isso no nosso coração pro sábado, pro domingo, até segunda-feira, quando a gente se encontra novamente. E aqui tudo isso, né, juntos, porque nós juntos que fazemos esse programa, nós juntos que estamos buscando aqui levar aos corações, mais corações, essa renovação através de olhar o mundo pelas lentes do evangelho, pelas lentes da espiritualidade, ver os bons exemplos, trazer as boas notícias para que a gente se renove, né? Construa cada vez mais a nossa fé raciocinada, operante pelo amor que o Pai tem por nós, para que a gente possa trazer à tona essa nossa essência dessa imagem e semelhança que somos desse pai celestial. Então, meus amigos, a gente vai aqui trazendo essas notícias, esses exemplos pra gente fazer essa corrente do bem e do amor. E aí, ó, bora lá. Hoje, então, estamos aqui. Sou uma mulher de pele branca, quase chegando no cabo da Boa Esperança dos 50. Cabelos meio ondulados, descabelados, castanhos escuros na altura do ombro. Estou usando uma armação, óculos de

mos aqui. Sou uma mulher de pele branca, quase chegando no cabo da Boa Esperança dos 50. Cabelos meio ondulados, descabelados, castanhos escuros na altura do ombro. Estou usando uma armação, óculos de armação marrom. Aqui, fones de ouvido branco hoje com uma camiseta listrada, dourada. Aí, muito bem. E aí, ao meu fundo, um armário branco, uma estante com livros, uma estante com quadros. né, da nossa borboleta eterna, símbolo de transformação, para que a gente nunca se esqueça que nós precisamos permanecer nessa busca constante de sermos melhores hoje, agora, já do que fomos no minuto anterior. Quem já chegou, bora lá ver quem chegou nessa turma boa aqui. Quero ver quem que acordou. Ah, a Parcer acordou. Bom dia, bom dia, bom dia. Seja bem-vinda, minha querida. Bom dia, Cláudio. Bom dia. Seja bem-vindo, a Dulce. Bom dia, querida. Ei, Paulux, boi nos dias. Ah, você não veio na terça, mas você veio hoje. Te peguei, hein? Ah, olha só a surpresa. Bom dia, Hélia, querida, lá de Salvador. Ola, olá, meu querido. Ah, que ministra aqui. Somos todos ministros desse programa de amor e de luz. Bom dia, Thago. Seja bem-vindo, Marilda querida, bom dia. Ô, Paulux, a gente tenta, né, se ajudar. A gente se ajuda por dentro, por fora também, porque esse corpinho aqui faz parte, né, da nossa caminhada. Coisa boa, Dolores. Buenos dias, Bona Matena, um bom fim de semana para todos nós. É isso aí. Bora lá. Bom dia, Marildinha. É isso aí. Vamos chegando, minha gente, vamos acordando. Corre aqui porque hoje tá emocionante. E o nosso querido Jairux, né, tá com os problemas técnicos lá, mas ele mandou o roteiro que ele tinha feito. Nossa Senhora, que organizado, gente. Que coisa maravilhosa, que bênção, viu? Então, com base no roteiro dele, a gente conseguiu preparar aqui algumas coisinhas, mas ele já tinha deixado aqui no roteirinho dele uma prece para nós colocarmos aqui já em homenagem a esse espírito luminar que tem a sua efeméride hoje. Então vamos colocar a nossa vinheta e fazer a leitura dessa prece.

xado aqui no roteirinho dele uma prece para nós colocarmos aqui já em homenagem a esse espírito luminar que tem a sua efeméride hoje. Então vamos colocar a nossa vinheta e fazer a leitura dessa prece. Salutam Terezinha, bem-vinda. Olha aí, muita paz. É isso aí. E é muita paz que essa pessoa querida aqui que nos inspira tanto, nos traz com o seu trabalho, com tudo que deixou para nós e depois também, né, através aí do nosso querido Chico Xavier, continuou trabalhando para a nossa harmonia, para nossa pacificação íntima. Então, vamos ler a prece. né, que se chama oração de hoje, que o nosso Jairx havia escolhido para nós. Hoje, Senhor, resplandece novo dia que deveres e júbilos condensam. Nova esperança luminosa e imensa, renascendo da noite espessa e fria. Uma prece de amor e de alegria. Que eu te veja na dor com que me elevas, por flamejante sol rompendo as trevas ante a beleza do celeste abrigo. Dá-me trabalho por excelso guia. Ensina-me a servir sem recompensa e a fazer do amargor de cada ofensa e que eu possa seguir na caravana dos que procuram na bondade humana a glória oculta de viver contigo. Que assim seja essa prece de hoje, chamada oração de hoje da amadíssima Alta de Souza. Ela, meus queridos, ela é a rainha de hoje, a ministra de É ela, Paulo, que não tem nada de ministra aqui. É a nossa ministra Alta de Souza, que será a nossa homenageada de hoje nas Efemérides. Aí chegou a nossa querida chefa Lux. Buenos dias, que tal? Vamos que vamos. Aqui, ó, não deu nem tempo ainda de colocar os slides aqui no estúdio. Então, vamos aqui rapidamente se vira nos 30. Não é assim, minha gente, que a gente faz. É. E tá tudo certo. Dá tudo certo no fim, né? porque a gente tá aqui com muito amor, com muito carinho, com muita alegria, compartilhar um pouquinho, um pouquinho do que a gente busca, né, para conhecer mais esses irmãos que tanto, tanto, tanto fizeram por nós e continuam fazendo, né? porque o trabalho deles não termina na desencarnação. Muito pelo contrário, tudo que eles nos deixam, nos

ra conhecer mais esses irmãos que tanto, tanto, tanto fizeram por nós e continuam fazendo, né? porque o trabalho deles não termina na desencarnação. Muito pelo contrário, tudo que eles nos deixam, nos mostram, vem nos transmitir através das suas mensagens, é que o trabalho não cessa e que cada vez mais a gente sende uma sente uma alegria profunda em saber que o trabalho não cessa e que nós estaremos permanentemente atuando a favor do bem e do amor, a favor de todos nós, de todo o universo. Bom dia, querida Chilei. Bom dia, seja bem-vinda. A Xara Lux falando bom dia pro ministro Paulux, pra nossa Estelux, pra Marilda. É isso aí. Então, ó, agora a gente pode colocar a nossa vinhetinha e vamos lá. Muito bem, aqui está o nosso slide feito assim rapidamente. Então, se tiver algum errinho, gente, vocês já perdoa, ó, aquele perdão que eu pedi na segunda já tá valendo até hoje. Perdão, perdão, perdão. E mas só para, né, auxiliar aí a nossa, o nosso encadeamento aqui da apresentação dessa nobre alma, né, que foi a querida Alta de Souza. E e aí a gente vai acompanhando aqui o que o Jairux também tinha colocado no seu no seu roteiro. Então, olha, em 1876 nasce Alta de Souza, em Macaíba, Rio Grande do Norte, ou lá da terrinha de Ana Rogéria de Rio Grande do Norte. Não sei se é a mesma cidade, eu acho que não, mas lá do estado de Ana Rogéria. E antes dela ter completado três anos, já ficou órfão de mãe e aos quatro de pai. Olha só, né? Que luta, que luta que começa cedo para nos impulsionar, para nos dar a certeza de que o pai não é um pai punitivo, mas um pai que nos proporciona oportunidades para sermos melhores a cada dia. e já me lembra de Leão Denise, né? sempre lá no problema do ser, do destino da dor, da potência da dor, da revelação pela dor. O quanto ainda nesse estágio que estamos aqui, nesse planeta, nesse orb, né, escola, hospital de regeneração, precisamos ainda desse desse instrumento para nos despertar. e para colocar o nosso melhor para fora, né? Esse é o convite. Esse é o convite.

e planeta, nesse orb, né, escola, hospital de regeneração, precisamos ainda desse desse instrumento para nos despertar. e para colocar o nosso melhor para fora, né? Esse é o convite. Esse é o convite. E aí a gente vai ver o quanto essa alma querida pôde aproveitar esse convite. Então ela e seus quatro irmãos foram criados em Recife, no velho sobrado de Arraial, uma grande chácara pela avó materna e seu esposo, que desencarnou quando tinha 6 anos, a Alta de Souza, né? Então, olha aí, com 6 anos ela perde o avô também. Então, só a avó eh que fica responsável por todos esses por todas essas almas, né? E antes dos 12, ela foi matriculada no colégio São Vicente de Paula, no bairro Estância, onde recebeu carinhosa acolhida por parte das religiosas francesas que dirigiram, né, dirigiram ali o colégio e lhe ofereceram primorosa educação. Então, olha, até um pouquinho antes dos 12 anos, essa alma ali, né, não pôde ter contato com nenhuma instrução, mas então ela recebe essa grandiosa oportunidade de estudar nesse colégio, né, São Vicente de Paula, que homenagem, não sei a quem que nós sabemos que esteve aqui aqui, ó, eu achando que eu tô no Brasil. Brasil que esteve aí na nossa terrinha, né? Quem será que foi Sandric de Paulo? Então, ela teve acesso à literatura, a inglês, música, desenho e aprendeu a dominar também o francês, o que lhe permitiu ler no original. La Martine, Vittor Hugo, Chatubrian e Fenelon. Meus amigos, olhem esses nomes a quem a nossa querida Alta de Souza teve acesso ali na sua tenra idade, né, na sua pré-adolescência ou na adolescência ali, né, nesses poucos anos em que ela pôde já ter contato com uma outra língua. Olha só o quanto essa alma ansiava em receber essa instrução e pôde então aproveitar e leu nos originais, né? Lá Martine, Vitor Hugo, Chatubrã, Inferno. Será que a gente lembra desses nomes de algum lugar, de alguns lugares aí, né, dentro da codificação espírita? dentro dos espíritos que vieram auxiliar o codificador, a trazer as verdades espirituais, a

rá que a gente lembra desses nomes de algum lugar, de alguns lugares aí, né, dentro da codificação espírita? dentro dos espíritos que vieram auxiliar o codificador, a trazer as verdades espirituais, a deixar registradas as verdades espirituais, né? E depois aí Vittor Huc pelas mãos tanto de Divaldo, né, e de dona Evon trazendo as histórias maravilhosas de outras vidas, para que a gente saiba como percorremos os nossos caminhos e para que a gente possa saber refazê-los da maneira maneira correta diante, né, das diretrizes amorosas universais do nosso pai através das lições do evangelho. Olha só que bção, que bção, né? É isso aí, Estelux, bom dia, Charazinha, bom dia, Pedrux com Jesus Lux. Isso. Jesus Lux esteve sempre presente no coração dessa alma querida. Meu Deus. Vamos lá. Já vou começar até respirar fundo. Pera aí que eu nem pus água na minha canequinha aqui para tomar um golinho de água que a garganta já secou. Olha, hoje eu tô com a minha canequinha renovando consciências. Então vamos lá, vamos ver que que diz aqui mais um pouquinho, ó. Não, vamos falar um pouquinho ainda da sua vida aqui. Depois a gente traz essas outras informações dentro da doutrina espírita. Então, aos 14 anos ainda, né, nesse educandário, começam-se a manifestar os primeiros sintomas da enfermidade que lhe roubou em plena juventude o víço e foi causa da sua morte que ocorreu então em fevereiro de 1901. Então, aí ela teve uma vida muito curtinha, né? muito curtinho entre nós. Mas que proveito teve essa existência da nossa irmã Alta de Souza. E aí, desde muito cedo, né, por conta de tudo que já tinha lhe acontecido, veja, os pais já tinham ido, o avô já tinha ido, o irmão também, olha só aqui, fala, né? O irmão teve uma morte muito trágica que ela assistiu eh sendo queimado por chamas, né? Então ela tinha um horror à morte a esse momento muito grande, né? Muito justificado. Claro. Eh, porque imaginem todos nós, né? Nos coloquemos no seu lugar. Perder pais, perder a voz, né? o avô que cuidava, que

tinha um horror à morte a esse momento muito grande, né? Muito justificado. Claro. Eh, porque imaginem todos nós, né? Nos coloquemos no seu lugar. Perder pais, perder a voz, né? o avô que cuidava, que criava. Perder um irmão nessas condições. Deve ser um sentimento muito, muito profundo de horror mesmo que a gente fica em relação a esse momento que nós sabemos, né, hoje com toda a elucidação que temos que não precisamos temer, porque é só uma passagem. Mas aquela menina, né, de 14 anos ainda não tinha essa ilucidação, né? É isso aí, Dolores falando bom dias para todos. Ah, presentinho pra Marilda. Quero ver Marilda aqui, ó. Marilda, fique presente, hein? Como diz um amigo nosso, ó, Jesus tá vendo você tá aqui ou não para para acompanhar. Ângela, bom dia, seja bem-vinda. Estamos aqui hoje com esse presente maravilhoso de estar com vocês, estar com Alta de Souza. Então diz aí, né, alguns relatos da sua biografia que desde a infância o destino lhe pareceu como um enigma sem a possibilidade de outra decifração que o luto, né? Tudo que rondava ela era essa sensação, né, essa impressão de que tudo levava à morte, tudo levava esse término. Quero presente. Ah, calma, eu vou pôr mais paraa frente vai ter presente, viu? Fica aí. Ó, foi a Estela que falou, hein? Pergunta para ela. Vamos ver que que ela vai te responder. Mas tem o presente maravilhoso, gente. Eu já até coloquei outro dia, mas é hoje eu vou ser obrigada a colocar de novo no final, né? Porque não tem como a gente terminar esse programa hoje sem esse presente maravilhoso que eu recebi e que nós recebemos pela sua poesia, perdão, e que, queridas almas transformaram em música, né? Então se segura aí que já já tem, ó. E aí, olha o que eles colocam. Salvaram-no do desespero a fé religiosa e o resignado exemplo de ignorada heroína para quem escreveu o soneto. A minha avó. Olha só, essa avó se tornou tudo na vida dela e dos seus irmãos ali que permaneceram, né? Era realmente uma grande heroína que ficou ali, né, até o final.

ína para quem escreveu o soneto. A minha avó. Olha só, essa avó se tornou tudo na vida dela e dos seus irmãos ali que permaneceram, né? Era realmente uma grande heroína que ficou ali, né, até o final. Ela permaneceu, né, viva após a partida de Alta de Souza. Então essa avó foi tudo para essa pequena notável, né? E aí ela escreve esse poema, A minha avó, publicado lá no livro, né, Oorton, que é então o quê? Essa história de uma grande dor. Toda essa dor, toda essa penúria, né? todo esse sentimento de perda, de abandono transformado em poemas maravilhosas, né? Tudo que sentiu até então. Então, a gente colocou aqui, ó, algumas capas. Não sei nem qual que é a capa original, sabe, gente? Mas essa aqui é uma edição especial, diz, então deve ser mais recente. Encontrei essa contracapa aqui da segunda edição, tá? eh, do livro 1921, acho que tá aqui em letras pequenininhas. E aí num jornal, né, não consegui identificar de que ano mais uma nota, né? Deve ter sido muito perto do lançamento, né? Depois, eh, livro de versos de Alta de Souza, eh, chegou ao exemplar 5.000, né? Acaba de entrar para as oficinas da República, este primoroso livro da talentosa poetisa riograndense, que dará uma brochura de mais de 200 páginas nitidamente impressas. Então, acho que essa essa notinha foi antes da eh no momento do lançamento do livro, né? Então não dá para saber direitinho ali qual que que a relação tem esse número, mas enfim, né? Aí ficou marcado, né, dentro da publicidade da época, esse lançamento importante, primoroso, né, como ele diz aqui, para as oficinas da República, para a nossa cultura brasileira, né, essa artista aí primorosa. Ah, Marilda tá indo pra escolinha, sei. Coloca aí no no celular, vai escutando a gente no caminho. Bom dia, Heredice. Seja bemv Euredice, seja bem-vindo. Seja bem-vindo aqui com a gente o nosso Bom Dia Café. esse programa aqui pra gente trazer coisas boas, bons exemplos, boas notícias, conversando sobre a doutrina espírita, sobre o evangelho, sobre a nossa condição de espíritos imortais que

Bom Dia Café. esse programa aqui pra gente trazer coisas boas, bons exemplos, boas notícias, conversando sobre a doutrina espírita, sobre o evangelho, sobre a nossa condição de espíritos imortais que nos oportuniza estar no mundo sem ser do mundo, fazer coisas melhores por nós e por todos cada dia mais. Bom dia, Marconde. Seja bem-vindo. Bom dia. Ah, olha só, Estelinha aqui lembrando. Então, Marildó, sim. Lembra do período em que Alta de Souza estava presente quando fazíamos o evangelho juntas? Ela quem começou a te chamar doce Marilda. E continuo te chamando assim. Ai, Marilda, eu acho que você tinha que estar aqui nesse programa hoje. Então, olha só que presente. Esse foi o presente. Ah, esse foi o presente, Marilda. Olha que bção. Muito bem, muito bem. Olha, mas no final tem o presente da música também, da poesia. Coisa boa, viu? Bom dia, Margarete, seja bem-vinda. Bom dia. Bom dia. Então, essa querida, né, essa querida alma que passou por tantos desafios e se foi tão jovem, mas pode nos deixar esse legado impressionante. Aqui, ó, eu coloquei eh tem esse vídeo, tá no YouTube da Comunhão Espírita de Brasília falando sobre Alta de Souza. ele é um pouco comprido, então não deu tempo de editar, mas eu encontrei um outro videozinho falando do livro do orto. Então a gente vai colocar ele e depois a gente traz as outras informações que o nosso Jairux colocou aqui no seu roteiro da nossa querida Alta de Souza na doutrina espírita. Hoje trago a história de Alta de Souza. A primeira poeta mística do Brasil, nasceu no Rio Grande do Norte, portanto essa poeta potiguar, que nasceu em 1876 e morreu muito jovem aos 24 anos em 1901, vítima de tuberculose. Deixou uma obra poética lindíssima. E mais, tem um fato muito curioso e a gente traz isso pro leitor de ouvido. Ata de Souza, além de ter feito uma literatura que transpôs a como era simples o seu coração e ela tocou eh no coração dos leitores, tanto é que os poemas dela eh todos foram publicados num único livro chamado Orto. Esse livro

feito uma literatura que transpôs a como era simples o seu coração e ela tocou eh no coração dos leitores, tanto é que os poemas dela eh todos foram publicados num único livro chamado Orto. Esse livro ele foi esgotado, ele saiu em 1900 e se esgotou em dois meses, em apenas 60 dias, toda a tiragem se foi. E ela morreu um ano depois disso, mas ela já pôde colher em vida, né? Eh, toda essa, esse amor com que as poesias dela foram recebidas pelo povo. E foram recebidas assim, ó, eram repetidas até como benditos de igreja. Sabe esses benditos que as igrejas fazem? Então, a versos da Alta de Souza eram repetidos nas igrejas ao redor de berços, em roda de amigos, porque ela sabia de fato ler, né? Ler a o ser humano, o homem simples, a mulher simples e todas as suas passagens. Nos comentários que a gente faz na nota de rodapé de Alta de Souza, a gente traz explana essa questão de ela ter voltado no do Além Vida e ela ditou poesias para Francisco Cândido Xavier, ou seja, o grande médium reconhecido no ano em que ele fez 66 anos e se comemorou o centenário do nascimento da Alta de Souza. Portanto, em 1976, Chico Xavier começou a receber mensagens de Alto de Souza e então saiu um livro de poesias que se chama Alta de Souza, psicografado por Chico Xavier. E a gente traz neste episódio, particularmente a última poesia, eu fiz uma seleção de 10, nove do de Orto. E a última poesia é se chama Segue adiante e é psicografada por Chico Xavier. Olha, gente, eu estudo literatura e posso dizer que a poética de escrita da psicografia e de o orto que eu li praticamente inteiro todas as poesias, tanto de um livro quanto do outro, em uma semana ali para fazer o episódio, é a mesma pessoa que está escrevendo. Eu tenho convicção disso. Portanto, eu provoco você a conhecer esse essa transcendência da poesia. Alta de Souza tem realmente esse epíteto, que é a primeira poeta mística do Brasil. Então, ela tem a maior é a maior poeta mística do Brasil e tem tudo isso no entorno. Então, vai lá YouTube e barraitura

a de Souza tem realmente esse epíteto, que é a primeira poeta mística do Brasil. Então, ela tem a maior é a maior poeta mística do Brasil e tem tudo isso no entorno. Então, vai lá YouTube e barraitura deovido e assista esse episódio completo. Vale muito a pena. >> Muito bem. nós diríamos, né, uma poeta espiritualista, porque sabemos muito bem o que é a nossa essência, o que acontece conosco, para onde vamos, o nosso propósito, mas realmente, né, a gente consegue entender a simplicidade dessa alma que tinha tudo já nela, né? né, toda essa bagagem para colocar para fora nos seus versos, na sua poesia, esse sentimento profundo do espírito, né, como ela falou, perceber na alma humana o que ela precisava escutar e aí se tornando até, né, eh, referência, né, para que alguém se sentisse mais eh consolado ou até abençoado pelas suas palavras, pelos seus versos. Impressionante, né, o alcance que teve essa vida rápida, essa existência rápida de Alta de Souza, mas foi impactante. E aí, como disse a nossa companheira aí, né, que faz os as revisões, né, literárias e e aí fica o convite também para ir lá no canal terminar de assistir o o que ela, né, nos traz sobre Alta de Souza. O nosso querido Jairux, né, tinha deixado aqui espírito extremamente amoroso e comprometido com Jesus Cristo, que traz-nos a oportunidade de inúmeras tarefas onde o seu amor acoberta e direciona. É isso, né? Isso que essa moça trouxe para nós, né? nos contando que os seus versos tinham se transformados em quase aí momentos de bendição, né? ou momentos de bendição, é por conta de tudo que ela tinha no seu espírito, o seu amor, né, que conseguiu acobertar a todos, as suas palavras que traziam essa vibração, né, transmitiam a todos essa frequência. Tá lá, gente. Pensamento e vida, capítulo. Eu acho que a educação emano fala que quando a gente entra em contato com essas obras desses espíritos de altíssima envergadura, a gente faz a conexão com essa vibração, a gente entra nessa frequência. Por isso, a leitura,

emano fala que quando a gente entra em contato com essas obras desses espíritos de altíssima envergadura, a gente faz a conexão com essa vibração, a gente entra nessa frequência. Por isso, a leitura, né, edificante é fundamental para que a gente permaneça em estados vibratórios fora do mundo, como a gente tanto quer, né? E não fique aí nesse turbilhão da manada, né, que não nos auxilia a sair para fazer coisas a as da de outra forma, né, que não o que o mundo pede e sim o que o amor pede. E aí ele coloca aqui em certa ocasião, então, né, como ela falou, eh, ata de Souza se apresentou a Francisco Cândido do Xavier, que psicografou, né, os seus poemas de alento, consolo, com lições valiosas. é um espírito que transmite a todos nós as benéfices da fé e da prática da caridade. E aí o primeiro soneto de Alta de Souza, então como ela falou, 1930, psicografado por Chico, se intitula Senhora da Amargura e recebe então de Chico um comentário especial. Ele disse assim: "Eu estava em oração certa noite quando se aproximou de mim o espírito de uma jovem irradiando intensa luz, pediu lápis e escreveu o soneto a que me referi, né? O Senhora da Amargura. chorou tanto ao escrevê-lo que comecei a chorar de emoção. Não vamos chorar, gente. Sem saber naquele momento que meus olhos eram os dela e os seus olhos e os olhos dela eram os meus. Olha isso, gente. A sintonia em que se que se fez entre Chico e Alta. Mais tarde, então ele dissoube por nosso caro Emanuel que se tratava de Alta de Souza, admirável poetisa do Rio Grande do Norte. E aí o Chico ficou tão, né, abalado e e comovido com esse encontro, né, por esse envolvimento tão amoroso que ele envia uma carta a Manuel Quintão, para dizer que sentia muitas saudades quando o espírito, né, Alta de Souza ausentava-se da da ali da sua casa, né, das do seu da sua presença. E ele diz, quando ela escrevia, fazia-me sentir sensações indefiníveis. Algumas vezes eu sentia que ela estava em companhia de outro espírito bastante elevado, que nos disseram tratar-se de

presença. E ele diz, quando ela escrevia, fazia-me sentir sensações indefiníveis. Algumas vezes eu sentia que ela estava em companhia de outro espírito bastante elevado, que nos disseram tratar-se de uma colaboradora da fraternidade de Celina, mensageira de Maria de Nazaré. Gente, olha isso. Se não é pra gente realmente se emocionar, porque essa falange é de altíssima envergadura. Espírito de imensa luz que em nossa e certamente em outras orbes arrebanha espíritos equivocados em suas escolhas, perfilando-os como almas queridas, com o intuito de reconduzi-los ao caminho do mestre Jesus, através do exercício da mediunidade e tarefas fraternas. Então, o convite dessa falange, dessa eh alma, né, desse espírito querido, para que não deixemos para trás o que viemos fazer, se for através da mediunidade, que seja o exercício da mediunidade, essa faculdade sublime do espírito. se for através da do amor em ação nas tarefas fraternas da caridade, em todas as suas categorias, que assim o seja. E aí ele coloca aqui, né, são diversos centros espíritas e instituições fraternas que t Alta de Souza como patrona e dirigente. E aí, seu Pedrux, que estava me mandando mensagem aqui, devia até entrar aqui no programa, sabe, para falar melhor, porque a gente não tem todos os detalhes, mas mandou aqui uma mensagem para nós e o nosso querido Jairux tinha colocado aqui na no seu roteiro que a FESP, né, a Federação Espírita de São Paulo lá pela Casa Transitória Fabiana de Cristo, né, que é a unidade ade social da federação em abril de 1953, né, eh, realizou, inicia, né, a idealização de uma campanha de de arrecadação de donativos, né, e divulgação da doutrina espírita, que iria acontecer então com visitas domiciliares, né, as coletas dos donativos. que seriam destinadas então às famílias carentes, né, ali da pra campanha do Quilo. E aí o nosso Pedrux mandou aqui: "Essa campanha surgiu da necessidade de arrecadar-se mantimentos para as famílias assistidas pelo departamento então de assistência

, né, ali da pra campanha do Quilo. E aí o nosso Pedrux mandou aqui: "Essa campanha surgiu da necessidade de arrecadar-se mantimentos para as famílias assistidas pelo departamento então de assistência social eh lá da FESP, né? E aí o nome e a forma definida surgiram após uma visita do querido Chico, né? eh a uma visita ao querido Chico, né, da do pessoal da FESP lá em Pedro Leopoldo. E aí no encontro eh conta-se então que o o que Chico revelou então a Correia, que deu a ideia da campanha do Quilo, né, que um espírito amoroso se apresentava como protetora e orientadora da nova tarefa. Desde então, a campanha do Quilo mudou de nome, sendo chamada campanha Alta de Souza, né? Eh, então aí ficou eh a patrona, né, dessa campanha dentro da parte social da Federação Espírita de São Paulo, que segue, né, até hoje. É isso aí, né? Junto, né? Dando esse suporte, essa assistência aos seus voluntários, né? para que não esmoreçam na tarefa, porque esse é um recado muito importante que ela deixa para nós, né, através das suas mensagens e através da sua presença permanente, né, vindo aí dessas falanges de altíssima luz, de puro amor, né? E aí, ó, vamos ver o que que mais colocou aqui. Então, tem o centro espírita Alta de Souza também em São Paulo, fundado por Stig Holland Ibisen Ibsen e sua esposa Edit Nóbriga Canto Ibsen e trata de uma das instituições que também está sobre a direção espiritual de Alta de Souza. Gente, esses espíritos não assumem uma tarefa só, né? Prestem atenção. Então, é o convite ao trabalho eh incessante e um trabalho que engloba muitas tarefas, muitas tarefas. Então, a quem mais é dado, mais é acrescentado, né? Então é isso. Se nós fazemos o bom uso do nosso livre arbítrio, do nosso entendimento, se estamos, né, cada vez mais próximos da da das diretrizes amorosas universais, mais nos é acrescentado, mais no nos é dado como cocriadores desse dessa Ah, meu Deus. dessa obra de amor, né? Vamos lá, de cocriadores pequenininhos, vamos crescendo, crescendo, crescendo. E

versais, mais nos é acrescentado, mais no nos é dado como cocriadores desse dessa Ah, meu Deus. dessa obra de amor, né? Vamos lá, de cocriadores pequenininhos, vamos crescendo, crescendo, crescendo. E que sensação maravilhosa deve ser essa de cada vez mais receber essa responsabilidade, essa confiança das falanges, né, do mais alto, mais iluminadas, que o fazem, né, em confiança também da confiança que recebem do nosso pai. Ai, é muito maravilhoso, gente, todo esse plano divino. Ah, olha só quem chegou aqui também. Ana Paula Pimenta. Muito bem, Ana Paula. Seja bem-vinda. A Teresinha, Marilda ganha presentes porque É isso aí. É, olha o que eu acabei de falar. Acabei de falar. a gente vai ganhando os presentes, eles são grandes responsabilidades. Isso. E aí quanto mais a gente se coloca à disposição, mais presente a gente ganha. Ei, querida Antonieta, seja bem-vinda. Bom dia. Bom dia, Maíde, lá da nossa querida Flórida. Ah, ó, Estelux também já participou aí da campanha Autó de Souza que tinha lá em São Carlos. Verdade. Ela já falou isso várias vezes aqui. Bater na porta é outra coisa, né, Estela? Uma interação, uma troca, né, ali corpo a corpo, que hoje em dia tá um pouquinho mais desafiador, né? A Marilda também, ó lá. É isso aí. Ah, porque então vocês acham que ela ronda aí vocês, né, Estela, será? Marilda. Certeza. É, vocês já têm esse comprometimento com esse espírito, minhas irmãs. É isso que maravilha. É uma alegria, né? uma alegria. Olha, ontem um pouquinho, uma fotinha que apareceu aqui no meu telefone, né, de um da recente visita que nós fizemos lá no Lar e Amor, já trouxe no nosso coração todo esse sentimento, né, toda essa essa emoção que foi. Então, imagino realmente, né, estar ali na ativa por mais tempo, o quanto provoca em nós essa transformação que tanto nós precisamos fazer, né, e ficar com esse sentimento, né, de amor, de ser útil, de poder auxiliar isso. Essas são as bagagens dos céus. Essas são as bagagens que nós iremos levar conosco para todo o tempo,

ecisamos fazer, né, e ficar com esse sentimento, né, de amor, de ser útil, de poder auxiliar isso. Essas são as bagagens dos céus. Essas são as bagagens que nós iremos levar conosco para todo o tempo, para toda a nossa vida infinita por onde estivermos, essa que não perdemos de forma alguma. Muito bem. Que mais que diz o nosso Jairu aqui? Então, ó lá. Eh, aí, ah, ele diz assim, ó, então como, né, várias instituições aí, como a Marilda tá falando, a Estela também tá falando, né, começaram a realizar essa tarefa da campanha Alto de Souza. Então, foi criado um livreto, Bases e Regulamentos da campanha da fraternidade Alta de Souza, né, pela sociedade de divulgação espírita Alta de Souza, no Distrito Federal. E aí eles dizem, né, que atualmente as campanhas Alta de Souza ultralpassam as fronteiras nacionais. Aí o nosso querido Jairux, né, deixa um comentário aqui para nós, eh, porque realmente nós temos que reverenciar esse espírito. Nós temos que ser muito grato por termos a oportunidade de conhecer, de estar em contato, né, alguns mais próximos, outros aqui com, né, essa esse presente de hoje, mas sempre relembrando, né, pelos estudos, pelas leituras. Então, que a gente possa ser muito grato sempre, né, a a essa alma irmã, a esse espírito irmão que nos fortalece a fé, a fé cristã, a fé que olha para o outro, que olha para si, mas olha para o outro. A fé que entende, né, que tudo está certo dentro da vontade divina, que cada um de nós recebeu a sua tarefa dessa existência sem nenhum peso a mais e sem nenhum peso a menos. E que tudo que nos acontece é momento para que a gente refaça os caminhos, clareie os caminhos. traga a pacificação, o equilíbrio, nos coloque em condições cada vez mais libertas do mundo, né, de não estar aí apegado às coisas que o mundo nos pede, mas que essa influência dessa alma querida possa nos impulsionar a essa libertação que nós precisamos tanto tanto, tanto, tanto, para que se faça o nosso equilíbrio como espíritos imortais e não como corpos que vivem uma única vida,

ma querida possa nos impulsionar a essa libertação que nós precisamos tanto tanto, tanto, tanto, para que se faça o nosso equilíbrio como espíritos imortais e não como corpos que vivem uma única vida, uma única existência, né? Então, estar em contato, né, com essa literatura, eh, com essa atividade, né, com esse convite à caridade é o que nos faz promover em nós essa renovação da forma segura, da forma que realmente ela se efetive, né, e não apenas para as redes sociais verem né, para o mundo ver. É o nosso mundo íntimo, a nossa consciência que precisa estar segura, em paz, pacificada na certeza de que estamos sim fazendo o nosso melhor. A gente continua, né, na nossa caminhada. Não são todos os dias em que tudo vai bem e tudo dá certo, mas que a gente tenha essa luz para nos guiar já é um grande consolo, um grande alento, né? Porque o que nós recebemos desses irmãos são esses sentimentos nobres, as virtudes do céu que nós precisamos colocar para fora, porque já temos em nós. Nós não estamos aqui, meus amigos, para nos transformar em algo que não somos. Nós já temos tudo em nós. Nós estamos aqui para tirar de nós o que não é nosso, pelas escolhas que fizemos afastadas das diretrizes de amor do Pai. Essa é a libertação, colocar para fora o nosso verdadeiro ser, nosso verdadeiro eu. E aí, Jarux deixou aqui então mais uma poesia da querida Alta de Souza que se chama Glória ao Bem. A anônima semente pequenina, atirada por mão piedosa e boa, parecia dormir no charco à toa, solvendo o solos beijos na da neblina. Depois cresceu, abrindo-se em coroa, árvore nobre a frandejar, divina, fruto a fazer-se pão que nutre e ensina, flor que perfuma, tronco que perdoa. Assim é o bem humilde que semeias pelo espinheiral das dores alheias, que sombra, provocação e angústia encerram. Hoje se gela dádiva perdida, amanhã será luz, beleza e vida, dulcificando as lágrimas da terra. O convite, o convite a deixarmos por onde passarmos a anônima semente pequenina do bem. Pode parecer que não vai fazer a mínima

dida, amanhã será luz, beleza e vida, dulcificando as lágrimas da terra. O convite, o convite a deixarmos por onde passarmos a anônima semente pequenina do bem. Pode parecer que não vai fazer a mínima diferença e pode ser que leve tempo, né, para germinar, mas ali estará. Deixamos, sempre deixamos, né, por onde passamos um pouco do nosso perfume e que esse perfume possa ser sempre o do bem, o do amor, porque como eu tava escutando um uma fala ontem, aí somos eternamente os responsáveis por aquilo que cativamos e deixar o nosso melhor. é sempre ou sempre e a única, né, resposta para que nós conquistemos a nossa verdadeira essência e para que o outro compreenda que esse é o único caminho. é o único caminho, eh, como ela disse aqui, né, para nutrir, para ensinar, para perfumar e para perdoar. Estamos todos a caminho. Estamos todos juntos nessa grande caravana. Então, sem o outro não iremos a lugar nenhum. Ai, meus amigos, olha só como voou o tempo. Meu Deus, meu Deus, meu Deus. Olha só. Então, nós vamos trazer aqui para nosso encerramento o grande presente, né, desse poema da querida Alta de Souza, do nosso templo íntimo, né, que a gente abandona e que é lá que nós iremos nos tirar dessa condição que não é nossa, que nós criamos para nós, que estamos, que não somos. Somos amor, somos o bem, a imagem e semelhança do nosso pai. Mas para isso precisamos trilhar os nossos caminhos e trilhar os caminhos, né, da caridade, do auxílio fraterno, porque se permanecermos em nós mesmos, não iremos a lugar nenhum. Meus queridos, foi muito bom estar aqui com vocês hoje. Eu tô me segurando aqui. Eu vou deixar para chorar no final. Ainda bem que eu consegui, viu? Porque realmente é muita emoção. É muita emoção essa mensagem é maravilhosa. Todas são, né, Marilda? Todas são. É isso aí, Dolores. Nossa Marilda merece sim, com certeza. Meus queridos, um ótimo final de semana para todos, uma boa sexta, que vocês fiquem com essa vibração maravilhosa dessa irmã de amor e de luz. E que a gente leve isso para todo

erece sim, com certeza. Meus queridos, um ótimo final de semana para todos, uma boa sexta, que vocês fiquem com essa vibração maravilhosa dessa irmã de amor e de luz. E que a gente leve isso para todo sempre, para todos os momentos eh da nossa existência aqui para tudo que nos acontecer, sempre colocar, né, o nosso mestre e esses irmãos queridos antes de tudo que formos fazer, porque não é o que nos acontece, é o que fazemos com o que nos acontece que importa para nós. Um beijo pro Jairux, né, Dolores? É isso aí, maravilhosa mensagem. Dil Benovinui, a todos, tio. Que todos sejam abençoados, queridos. Agora a mensagem, senão, ó, eu já vou aqui me ganhar, me ganhar me ganhar o o troféu aqui de passar do tempo. Mas tá tudo certo, vale muito a pena. Beijo. Asaselas são ouvidas. Mas se queres ver és constado silêncio da força no teu abandonado atrás. E todas as campelas e as respostas mais luzidas e ante alegre e desjumbrado. >> Ouve o teu coração em cada prece. Vi Deus responde em ti mesmo e te esclarece com a força eterna da consolação. Compreenderá a dor que te domina sobre a linguagem pura eterna. Ainda mais queos em luz e redenção. Hoje é o teu inferno abandonad mais alados de todas as capelas. Estas costas mais lúcidas e belasão de presos alegre. Ouve teu coração em cada prece Deus com mesmo distânce com a força eterna da consolação. que te domina sobre a linguagem pura e na voz de Deus.

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