Bom dia, café! 110226 AO VIVO Renovando Consciências
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias e bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657. O Bom dia, café! tem agora uma playlist de músicas no Spotify. Vá lá conhecer a aproveitar para elevar os pensamentos através de boa música. Acesse e ouça: sptfy.in/bom-dia-café #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade
Meu irmão, [música] tuas preces mais singelas são vidas [música] no espaço ilimitado, mas [música] sei que às vezes e choras consternado [música] ao silêncio [música] da força que interpelas. Volve [música] ao teu templo eterno [música] abandonado, a mais alta de todas [música] as capelas e [música] as respostas mais lúcidas [música] e belas hão de trazer-te [música] Alegre e desombrado, ouve o teu coração [música] em cada prece, Deus responde em ti [música] mesmo e te esclarece. Com a força [música] eterna da consolação, compreenderás [música] a dor que te domina sob a linguagem pura e [música] peregrina da voz de Deus em luz de [música] redenção. >> Sabe o que eu queria agora, meu bem? Sair, chegar lá fora e encontrar alguém que não me dissesse nada, não me perguntasse nada. também que me oferecesse um colo, um ombro, onde eu desaguasse todo desengano. Mas a vida anda louca, as pessoas andam tristes. Meus amigos são amigos de ninguém. Meu amor, deixa eu chorar até cansar. Me leve para qualquer lugar aonde Deus possa me ouvir. Vem aqui, vem aqui pro Bom Dia Café. A sua live que acontece de segunda a sexta-feira, sempre às 7:30 da manhã. Hoje é dia 11 de fevereiro de 2026, o Natal já tá chegando. São 7:34 e esta é uma live para fazer com que a gente comece o nosso dia eh animados, contentes, felizes, não é? Porque tem muita coisa boa acontecendo por aí. Tem muito mais coisa boa acontecendo do que o contrário. Vocês não tenham dúvida disso. Vocês estão bem? Deixa eu pera. Muito bem. Vocês estão bem? Estão todos bem? Vocês estão me escutando direitinho? Tá fazendo frio aqui em São Carlos, galera. Estamos agora com 20º, né? Mas a hora que eu vim para cá tava 19. Hora que eu cheguei aqui nesta varanda 19º e esse vento gelado. Credo. Muito bem, Maurício Franco, muito obrigada por ser um novo, por ser membro de um canal espírita, querido. Seja bem-vindo. Márcio Silva, muito obrigada também, querido. Obrigado também pro Mateus Franklin, que também agora é membro de um canal espírita. Essas três pessoas se
de um canal espírita, querido. Seja bem-vindo. Márcio Silva, muito obrigada também, querido. Obrigado também pro Mateus Franklin, que também agora é membro de um canal espírita. Essas três pessoas se tornaram membros de um dos canais ou do Renovando Consciências, que é por onde parte o Bom Dia Café, ou então dos retransmissores. Eh, Grupo Espírito da Fonte Viva Conecta Espiritismo TV, Instituto Goiano de Estudos Espíritas, que é o Ig, Web Rádio Fraternidade e ainda a Rádio Espírita do Paraná. Se você puder e quiser, clica aí no botãozinho do lado do inscreva-se tem um seja membro, né? Acho que é isso. Eu preciso entrar no lugar que eu não seja membro para olhar de novo. E aí, eh, você vai ver lá quais são as condições para você ser membro de um canal. Taran. Deixa eu ver se eu acho aqui um para eu olhar. Tem uns uns uns uns canais aqui malucos que a gente não sabe se é isso mesmo ou se eles foram criados só para Vamos ver. >> Boa noite. Não, você tem que tá inscrito primeiro, né? Acho que primeiro você tem que tá inscrito para depois aparecer o seja membro. Eu vou dar uma pesquisada aí, mas enfim, se você for membro de um canal espírita, você vai contribuir mensalmente com valores que começam bem baixinho, tipo R$ 2, R$ 3 e ajuda na produção do conteúdo, certo? A gente agradece porque tem muita coisa, apesar do YouTube ser de graça, tem muita coisa que a gente usa para fazer essas boas transmissões para vocês que são pagas. E aí, né, é difícil e nem sempre a gente pode tirar do bolso. Às vezes a gente pode, às vezes não dá, né? É que nem na sua casa, às vezes você consegue ajudar, às vezes você não consegue. É assim, em todo lugar, né, Marilda? Bom dia, bom dia, bom dia, Terezinha. Paz para todos, meu bem. Bom dia também pr pra Hélia. Tá, parece que tá meio escuro hoje aqui, né? Mas é que tá mesmo. Música que acalma a alma. É verdade. É verdade. Deixa eu ver se eu melhor um pouco aqui. Pera aí. Vocês estão vendo, né, que foi preciso colocar uma, ah, deu uma melhoradinha, deu uma
é que tá mesmo. Música que acalma a alma. É verdade. É verdade. Deixa eu ver se eu melhor um pouco aqui. Pera aí. Vocês estão vendo, né, que foi preciso colocar uma, ah, deu uma melhoradinha, deu uma proteção aqui atrás, porque não para de chover desde o final de semana e não para e não parar mesmo. Você pensa: "Ah, não tá fazendo barulho agora, Estela, então não tá chovendo". Aí você vai lá olhar, tem umas gotinhas caindo, sabe? A essa noite foi de novo outra noite que choveu quase ela toda. Tá tá complicada a coisa aqui. Dolores, bom dia. Olha o café. Olha o café. Olha o like, like, Antonieta, bom dia. Pauls, o ministro T. >> Não deixa ele saber disso, hein. Não deixa ele saber disso. Silene, bom dia. Eu falei seu nome certo. Falei. Silene. Bom dia, querida. Bem-vinda. Bom dia. Café. Café e Terux. É isso aí. É a turma do café com exceção de segunda que acontece às 7 horas da manhã. É verdade, velho. É verdade. Essa é uma live que acontece de segunda a sexta-feira. de segunda-feira às 7 horas da manhã, porque nós temos uma apresentadora que é eh universitária. E aí de terça a sexta é às 7:30 da manhã, que é a turma que não tá a fim de estudar. [risadas] É pura inveja, viu, gente, da Maril Lux. Marilda Lux, bom dia, Dolores. Cristiane, bom dia, Chatl. Até o chat agora é Lux. [risadas] Tá certo. Manaus também tá chovendo, pois aqui é inferno e essa hora cedinho da manhã é sempre mais friozinho. Pois é. Pois é. Inverno aí chove, né? Caramba. É isso. Olguinha. Bom dia. Estrelux li. É legal. Paulux. [risadas] Estrelux li. Ô Jesus. Vanderl, onde Deus possa me ouvir. Essa música é linda, não é? Essa música é linda. Primeiro que ela tem já uma melodia, acho uma melodia que já é agradável, né? E depois porque ela tem uma letra também fantástica, né? E a gente e e eu hoje eu acordei com ela na cabeça. E é importante a gente pensar nisso, né? Porque quando ele fala nesse trecho aqui, ó, se acho que eu já até fechei fechei. Quando ele fala que as pessoas tão com pressa, que elas não querem
na cabeça. E é importante a gente pensar nisso, né? Porque quando ele fala nesse trecho aqui, ó, se acho que eu já até fechei fechei. Quando ele fala que as pessoas tão com pressa, que elas não querem ouvir, né? Os meus amigos são amigos de ninguém, é porque a gente não para mais para ouvir as pessoas, a gente precisa parar um pouco de falar, sabe? Por isso que a gente tem dois ouvidos e uma boca, que é pra gente fala, ouvir mais do que fala, né? Primeiro lugar e quando a gente ouve bobagem, entrar por um ouvido e sair pelo outro. Ouvi isso ontem, achei ótimo. Então, eh, nós não estamos, a gente não não dá tempo pras pessoas, né? E tempo é uma das, é, acho que a, eh, depois do amor é o que a gente tem mais caro, mais caro no sentido de valor verdadeiro que a gente pode oferecer pro outro, é o nosso tempo. Então, quando você não deixa o outro falar, não escuta o que ele tá dizendo, interrompe e quer contar do seu problema ao invés de conversar sobre o problema do outro, é, você tá sendo amigo de ninguém, né? A gente precisa desenvolver novamente a capacidade de ouvir. Ouve primeiro o que o outro tem a falar. Conversa sobre a dificuldade dele, sobre o problema dele e se houver espaço, aí você fala do seu dos seus problemas. Além de ser uma forma caridosa de agir, é a forma educada de se comportar. Porque é muito deselegante uma pessoa contando uma dificuldade dela, um problema, querendo desabafar e você interrompe, fala: "Ih, mas isso não é nada, você não sabe o que acontece comigo". E aí vira você, o pau, o o ator do momento, né? O personagem do momento, em vez de ser outra pessoa que já estava falando, né? É isso. A gente precisa retomar a paciência de ouvir. Conheço essa música linda. Que bom, que bom que vocês conhecem. Amo essa música. Vanderl nos deixou cedo, mas deixou um legado maravilhoso. Amo todas. Eh, você sabe que eu só conheci esse moço por causa dessa música, né? E aí eu fiquei procurando as coisas dele porque eu fiquei muito encantada com essa música.
eixou um legado maravilhoso. Amo todas. Eh, você sabe que eu só conheci esse moço por causa dessa música, né? E aí eu fiquei procurando as coisas dele porque eu fiquei muito encantada com essa música. Bom dia, xarazinha. Bom dia, querida. Ah, muito bem, Cene, bom dia. Ó, Cene, bom dia. Bom dia, Estela, gostei da estufa. O cenário ficou com colorido lindo. É, é verdade. Precisei baixar o o a o plástico aqui porque não dá. Hora que dependendo do jeito que bate o vento, a chuva vem tudo aqui para dentro, né? É bom, mas é ruim. [risadas] Sabe aqui em Jus de Flor semana de chuva, agora tá fresquinho. Pois é. E tem gente falando que ainda não choveu o suficiente para colocar os reservatórios em uma um volume considerável, né? Que seja confortável para pro período de estiagem. Maria Ferraz, bom dia, querida. Oi, Rosiane, bom dia. As flores do quintal, todas do meu quintal, né? Elas são lindas mesmo. Eu adoro. Ai, ai. Precisamos ter mais caridade de ouvir. Exatamente. Solidão não deve usar bengalas. Essa frase dele também toca fundo. É verdade. Solidão não deve usar bengalas. É isso. Muito bem. E aí, vocês estão bem? Vamos pra nossa prece, já que nós falamos. Bom dia para todos. Vamos pra nossa frente passear. >> Se tiver que discutir, faça-o com serenidade. Lembre-se de que seu adversário tem os mesmos direitos que você de fazer-se ouvi-lo. Ouça-o com a mesma atenção que gosta de receber. Não tumulte a discussão. Os direitos deles são iguais aos seus. Quem sabe muitas vezes a razão está com ele. Então discuta com serenidade. Conquiste fama de sábio e de homem bem educado. Carlos Torres Pastorino. Conquista a fama de ser humano bem educado, né? É o que a gente acabou de falar, [risadas] não sabe? É o que nós acabamos de falar. E às vezes é difícil porque a gente pega uma mania, né, de interromper os outros, de não deixar os outros terminarem a frase. Um pouco é falta de educação e um pouco também ansiedade, mas de qualquer forma são coisas que a gente precisa corrigir, sabe? Ninguém eh é obrigado a aguentar a
o deixar os outros terminarem a frase. Um pouco é falta de educação e um pouco também ansiedade, mas de qualquer forma são coisas que a gente precisa corrigir, sabe? Ninguém eh é obrigado a aguentar a nossa falta de educação por conta da nossa ansiedade. Não dá, né? Muito bem. Agora eu fiquei aqui na dúvida, mas acho que o primeiro nós vamos para onde, hein? Tô pensando aqui. Ah, então vamos pro último episódio do ou não? Tô pensando qual vai ser a ordem das coisas, mas acho que eu vou pro último episódio do Nossas Histórias e depois a gente fala das efemérides e conta sobre algumas coisas, fala sobre algumas coisas bem importantes. Certo? Certo? Vamos lá para nossas histórias, então. Bom dia, boa tarde, boa noite. Olha a gente aqui de novo em mais um nossas conversas, né? Nossa, nosso bate-papo, eu e Cléber. E a gente vem contando para vocês várias histórias muito interessantes, histórias dele pra gente lembrar que vale a pena eh contar. Todas as histórias valem a pena serem contadas. Histórias dele nada, né? Agora eu tô contando as minhas também. Já virou uma confusão aqui. Então, chamando o nosso amigo Cléber, nosso companheiro de bancada. Oi, >> bom, bom dia, boa tarde, boa noite e boa madrugada para quem ainda é notívago como eu. Tudo bom, Estelinha? >> Tudo ótimo. Bem, estou estamos eu e Cléber em dois retângulos aí na sua tela. Eu sou uma mulher branca de cabelos grisalhos, que já não estão mais tão curtinhos assim, porque eles já cresceram um pouquinho, mas estou no quintal da minha casa e tem tem umas plantas ao fundo. Tô com uma camiseta preta hoje. Nós estamos trocando, né, Cléber? Porque agora eu tenho vindo mais com camiseta preta do que você. É verdade, é verdade. >> Eu uso óculos e e é isso. >> Olha, eu tenho que aqui hoje eh me retratar porque semana passada eu falei do meu banner aqui e falei: "Ah, porque eu tô agora num banner, no banner". Falei, falei e não falei nada. Ou seja, quem me ouviu não entendeu nada do que eu falei, gente. É um banner com campo de
lei do meu banner aqui e falei: "Ah, porque eu tô agora num banner, no banner". Falei, falei e não falei nada. Ou seja, quem me ouviu não entendeu nada do que eu falei, gente. É um banner com campo de girassol, com o sol na se pondo atrás. Ou seja, é difícil a pessoa falar: "Eu tenho um banner que é igual do viver sem preconceito, mas se ninguém conhece, como é que a pessoa vai saber?" Ainda bem que depois eu pensei, falei: "Deixa eu dar uma olhada, ver se eu não fiz." Pronto. É isso, gente. É um banner, é um campo de girassol com o sol. nascendo atrás assim, dá para pegar, dá para pegar só um pouquinho da da claridade do sol ali nascendo ou se pondo, não sei. E mas é uma imagem bem bonita de um campo de girassol. Eu eu tenho uma uma barbichinha branca, meus cabelos também são um pouco grisalhos, também não tão curtos mais. uso óculos e ah, e hoje eu tô com uma camiseta eh que remete a minha infância, um dos meus desenhos prediletos, que é da Pantera Corde-rosa. Eu tô com uma camiseta cinza com desenhinho da Pantera Corde-rosa, que é um dos meus desenhos prediletos da infância. E para homenagear aí o mês da das crianças, né? Outubro. >> Nossa, é verdade, né? Outubro é mês das crianças. Exato. >> É o outubro rosa também. Mês de pretensão. >> Tem uma coisa importante que você falou, Estelá, que eu gostei muito >> na sua abertura aí, >> é que realmente não são mais as minhas histórias, >> é, >> são as nossas histórias, né? Conto, mais a Itela conta também. >> E a gente fica esperando as histórias do nosso do pessoal que nos assiste ainda. >> Falando nisso, qual que é a história de hoje? >> Eu vou continuar em viagem. Tá? Eh, a semana passada eu contei uma de viagem, vou contar mais uma de viagem agora. Só que essa é uma vi é uma história um pouco complicada, porque na verdade são duas histórias. Eu não vou contar a primeira, que é a que que a a lança a segunda, porque elas são bem separadas, né? E a primeira não é de viagem, a primeira é de A primeira é só para vocês
rdade são duas histórias. Eu não vou contar a primeira, que é a que que a a lança a segunda, porque elas são bem separadas, né? E a primeira não é de viagem, a primeira é de A primeira é só para vocês entenderem, é o seguinte, a primeira eh fala um pouco como é que eu cheguei nessa viagem, né? Eh, eu trabalhava na na TV Senac e um dia toca meu telefone, eu atendo. Ah, por favor, o Cléber era sou eu, né? Tal. Não, meu nome é fulano, não sei o quê. Eu estou na, eu estou em São Paulo, mas eu sou da Alemanha. Aí começou a falar e quem me me indicou você foi o Aton Nasser, o Aton lá da que trabalhou com a gente na Record. E ele me indicou você porque você trabalha com documentários. Eu trabalhava com documentários na época, né? Documentários e e grandes reportagens na TV Senac. E eu preciso de uma pessoa experiente em projetos. Sou eu mesmo, né? Aí ele ficou lá, tal, a gente foi lá para para a Tá. Isso foi de manhã, a gente marcou um encontro para depois do expediente à tarde para tomar um café ali perto. E aí ele me passou o que ele queria. E aí é que eu falei assim rapidinho, por quê? Porque tem uma história por trás disso, né? Então até chegar em mim, né? Mas essa é uma história que agora se eu for contar não vai dar tempo. Então vamos contar a da viagem que é a mais legal. Marcamos eh dele me passar as informações, tudo que ele precisava. E aí nesse encontro à tarde com ele no café, ele me explicou. Tava vindo uma equipe, ele mais duas pessoas da Alemanha, era ele brasileiro, um espanhol, né, do País Vasco e um argentino. E era um, eles trabalhavam na Alemanha, os três, e estavam querendo fazer um documentário. E aí ele me explicou o que era o documentário. Falou: "Aí, eu vou, já vou começar a contar tudo assim para vocês entenderem, né? Vou contar exatamente o que ele me falou". falou: "Kléber, eu preciso de alguém que faça um projeto de documentário sobre a comissão demarcadora de limites." A comissão de marcadora de limites é um um um órgão que sai da de Brasília e vai
ou". falou: "Kléber, eu preciso de alguém que faça um projeto de documentário sobre a comissão demarcadora de limites." A comissão de marcadora de limites é um um um órgão que sai da de Brasília e vai paraas pras pros limites de fronteira para fazer a demarcação, porque ela ele sempre muda, por incrível que pareça, as nossas fronteiras mudam de em virtude da rotação da Terra, tal, elas mudam. Então eles têm sempre que fazer ir lá de de de acho que de 10 em 10 anos, eu não me lembro mais. Isso foi em 2001. Eh, eu não me lembro mais exatamente como é como é que é o qual é o tempo. Tem que ir lá de tempo em tempo, acho que de 10 em 10 anos para fazer essa demarcação, porque muda o norte, o sul, a a a longitude e latitude muda um pouco. Então, tem que refazer. Falou Cléber, só que é o seguinte, nós vamos com essa com essa explicação. Vamos fazer um documentário sobre a comissão demarcadora de limites. Só que não é isso que a gente vai fazer. Eu falei: "O que que é?" Ele falou: "Porque essa comissão ela vai fazer a demarcação lá na cabeça do cachorro, né? Então a gente vai para Tabatinga, isso no no Amazonas, a gente vai em Tabatinga, que é sul, e depois vai com eles de helicóptero pro norte, que é onde fica a cabeça do cachorro, aquela região do do Amazonas que parece a cabeça de um cachorro. Lá tem que eu ia falar, né? Vocês querem entender, só olhar lá no mapa que vocês vão ver que parece mesmo uma cabeça de cachorro. >> É igualzinho a cabeça do cachorro. >> É. >> E falou: "E lá tem o rio Caquetá". Se vocês olharem na na no bem lá onde tem a cabeça do cachorro, tem o rio Caquetá que sai da Colômbia, vem pro Brasil. Aquela região era uma região onde os colombianos plantavam coca paraa extração da cocaína. Os Estados Unidos na época estavam jogando um fungo para matar a Coca. É um fungo que ele ele ele pegava na planta e ia pra raiz e matava a coca a partir da raiz. Só que ele também ia pro solo e ali tinha o rio Caquetá. E o rio Caquetá vai pro Brasil, sai do da Colômbia e vai pro
o que ele ele ele pegava na planta e ia pra raiz e matava a coca a partir da raiz. Só que ele também ia pro solo e ali tinha o rio Caquetá. E o rio Caquetá vai pro Brasil, sai do da Colômbia e vai pro Brasil. Então tava poluindo o Brasil e os americanos diziam que não, os estados diziam que não, que aquilo não tinha problema nenhum. E o Brasil falava a mesma coisa, não dá problema nenhum, não dá problema nenhum, não dá problema nenhum. Aí nós fomos para lá, resumindo a história, a gente foi para lá, eu fiquei, não sem brincadeira, eu fiquei três, quase 4 meses em negociação com o Ministério das Relações Exteriores, com o Itamarati. >> É. Porque essas coisas são bem, essa produção sempre é muito complicada e demorada, né? >> Muito, muito, muito. E assim, e você não pode dar o passo seguinte se você não resolver um problema anterior. Eu não podia marcar hotel, eu não podia não podia fazer nada, eu tinha que fazer a coisa bem cronológico ali, entendeu? E foram quase 4 meses ali de uma injeção de saco danada. Até que o Itamarati me deu autorização para que a gente fosse, que nósos quatro, nós quatro fôssemos para lá. Aí nós fomos, eh, e ficamos hospedados no exército, no quartel do exército lá em Itabatinga. Aí chegamos, a gente foi pro hotel, nós chegamos lá, fomos pro hotel e bom, a gente se se hospedou, né? Isso foi a começo da tarde, pro meio da tarde, assim. Aí eu tentando contato com o pessoal do Itamarati e não conseguia. E não conseguia. Eu falei: "Pô, preciso avisar que estou aqui em Tabatinga, né, que a equipe já tá aqui e quando é que a gente vai pegar o helicóptero lá para cabeça do cachorro?" Aí pelas 8, 9 horas da noite, eu consigo contato com eles e recebo a seguinte informação: a missão foi cancelada. A missão foi cancelada >> com vocês já lá. É isso? >> Com a gente já lá no dia que a gente diárias rodando. >> Oi? >> E as diárias rodando. >> Olha, Estela, eu lembro bem disso. Eu fui na época o que investiu menos 2001. Eu investi R$ 7.500 na época. 7.500 mais ou menos. Eu fui o
ue a gente diárias rodando. >> Oi? >> E as diárias rodando. >> Olha, Estela, eu lembro bem disso. Eu fui na época o que investiu menos 2001. Eu investi R$ 7.500 na época. 7.500 mais ou menos. Eu fui o que investi menos. Imagina o pessoal vindo da Alemanha para cá que eles não tinham investido. >> Puxa a vida. >> Então é um baita investimento. E a gente chega e fala e o cara fala isso pra gente. Nossa, o Eduardo, que era o nosso diretor, ficou louco, né? O cara alucinou, né? E mas como é que você não sabe que eu falei, gente? Não tinha como saber, não tinha, né? Tava tudo certo. Tenho aqui, eu tenho todos, tinha todos os fax. Na época era fax, né? tinha todos os faxos na mão, tava tudo certinho. Olha, tá tudo aqui, ó, os caras na cabeça do cachorro e marcaram aqui em Tabatinga, que Tabatinga fica na divisa com Letícia, que é uma cidade da da Colômbia. E Estela e Letícia é uma cidade na Colômbia. >> Desculpa, tava acabando a bateria, eu precisei correr e ligar lá na tomada. Perdão. >> Não, tudo bem. É que eu fiquei, eu fiquei com medo que você não tivesse me ouvindo. >> Então, e Letícia é uma cidade que faz divisa com, né? É a cidade da Colômbia que faz Letícia com com que faz divisa com Tabatinga, faz fronteira com Tabatinga, né? E a gente atravessava a pé ali. E aí, que que a gente faria, pô? Aquele, naquela noite, aí o Eduardo saiu nervoso para caramba, saiu do hotel do do exército, foi andar, todo mundo foi andar, foi pra rua, todo mundo irritado, nervoso, sem saber o que fazer. E umas duas, 3 horas depois a gente se encontra de novo. Isso já era meia-noite quando a gente se encontrou de novo no hotel. Ele falou: "Gente, eu acho que eu arrumei a solução. Falei: "O quê?" Aí todo mundo, foi o que que foi? Eu conheci um maluco aqui que veio com um papo muito estranho sobre religião e que ele é israelita. Eles são os verdadeiros israelitas, eles são os novos israelitas. É uma religião que tem aqui no Peru, porque ali onde a gente tava é tríplice fronteira. A gente tava fazendo
ão e que ele é israelita. Eles são os verdadeiros israelitas, eles são os novos israelitas. É uma religião que tem aqui no Peru, porque ali onde a gente tava é tríplice fronteira. A gente tava fazendo fronteira ali com eh eh chão, né? Fronteira terra com a Colômbia, só que depois do Rio é Peru. Então é tríplice fronteira ali, né? Então de um lado do Rio é Peru, do outro é Brasil e Colômbia, né? e falou: "Os caras são são peruanos. Então, com aí a gente começou a a a tentar entender aquilo, por novos israelitas, né, e por eh seria interessante fazer uma matéria com eles. Aí aquele dia a gente foi pro hotel tal, no dia seguinte a gente foi conhecer esse cara e ele começou a explicar pra gente. um grupo e assim tinha um monte de gente, eles se vestem como se vestia, como o pessoal se vestia na época de Cristo, com aquelas túnicas, barba enorme, cabelo enorme, tudo parecia, parecia que eles estavam online na na em 2, 3, 4000 anos atrás com aquelas túnicas e parecia Moisés com com o pessoal indo em busca de Canaã. Cristina Angeline sabe disso, precisa saber dessa história. >> Eu acho que eu já contei para ela. Saiu um documentário sobre, mas depois vamos lá, vamos continuar a história que aí já tá aqui delirando. Delir >> é aí a a gente conheceu o pessoal ali em Tabatinga, né, que alguns deles moravam ali em Itabatinga. E aí nós começamos a tentar entender e eles com medo da gente, né, desconfiado da gente, quem é quem são esses aí, né, que querem conhecer, porque a gente descobriu que eles tinham um centro que se chama Automonte. Automonte está eh com voadeira. É o que ele uma lancha que vai em alta velocidade de voadeira, que é uma lancha que vai em altíssima velocidade ali pelo rio, pelo rio Amazonas. São 7:30 de viagem. A gente foi com outro barquinho mais lento. Foram três dias >> noss >> viajando no rio Amazonas. >> Três dias no rio Amazonas. do rio Amazonas. Mas aí, pera aí, a gente estava lá em Itabatinga ainda, a gente começou a conhecer as pessoas, eles desconfiados da gente e a gente
ando no rio Amazonas. >> Três dias no rio Amazonas. do rio Amazonas. Mas aí, pera aí, a gente estava lá em Itabatinga ainda, a gente começou a conhecer as pessoas, eles desconfiados da gente e a gente desconfiado deles também, né? Porque, pô, todo mundo desconfia de todo mundo ali, né? Que pô, os caras estão falando que são eles, são os verdadeiros israelitas, aqueles que estão lá em Israel são falsos. Pera aí, né? É, >> então assim, e aí assim, e quanto mais a gente ia conhecendo, mais aí a gente ia vendo que a coisa era muito grande, né? Não era uma coisa assim, era uma coisa falar da boca pequena, mas a coisa era grande. >> Não era nem dú de gato. >> É, nós ficamos ali uns dois, três dias conhecendo esse pessoal em Tabatinga, até que marcaram pra gente para que a gente fosse para outro monte. né? E eu só deixando, ligando para casa, falando, ó, qualquer hora, qualquer hora eu vou dar uma uma pernada aí, né? E aí a coisa começou a a de repente eles viraram pra gente num dia de manhã, falaram: "Olha, vocês vão hoje". É, como é que a gente foi avisado no dia anterior? Eles chegaram pra gente tipo 10 horas da manhã, falam: >> "E, pega as coisas e vai embora." >> Exatamente. Você tem uma hora para arrumar as coisas, pô. monte de equipamento, bateria e sabe, tinha que se virar e arrumar, porque o barquinho tava saindo naquele horário. Aí a gente correu, a gente entrou no barco, eu vi e assim um é um barquinho que, né, porto lá de Tabatinga, não é porto, é é Barrão. Sai do Barrão ali. Eu vi um um telefone público, um chamado Orelhão, né? Eu vi aquilo, falei: "Gente, eu preciso falar com Aldet". Peguei, corri, liguei para ela a cobrar, falei: "Det, não se preocupa. Eu vou ficar pelo menos uma semana sem falar com você, porque eu tô indo pro meio da selva amazônica". >> É. >> Ai, Cléber, não sei que eu falei, D, eu não tenho mais tempo, o barco tá saindo, >> mas fica tranquila. Eu não vou morrer >> e nem desaparecer. Nem desaparecer. >> E desliguei, pulei no barco, o barco
Ai, Cléber, não sei que eu falei, D, eu não tenho mais tempo, o barco tá saindo, >> mas fica tranquila. Eu não vou morrer >> e nem desaparecer. Nem desaparecer. >> E desliguei, pulei no barco, o barco vumba, foi embora. Aí começa um um calvário meio maluco, né? Porque eles tinham os hábitos deles, né? E assim, e eles tinham os cânticos deles, né? E eles começavam a cantar durante, eles ficavam cantando durante 40 minutos. >> Puxa, >> às 4 da tarde, às 4:30 da tarde e às 4:30 da manhã. >> Mas eles cantavam música, música conhecida ou era >> não, completamente desconhecidas, músicas, músicas da igreja deles em espanhol e em língua que sei lá o que, né? Não sei. Era uma língua estranha. E e assim e às 4:30 da tarde, tudo bem. O problema era as 4:30 da manhã, você dormindo no barco, dormindo numa rede que já não é muito confortável, os caras que acordam com gritos, gritando, você acorda assustado, aquilo começou a a ser desagradável, entendeu? >> Vai vai estragando o humor da gente, né? >> É, exatamente, né? >> Porque você já tá cansado, já não tá dormindo legal. já não sabe em todo um stress anterior aí e eles não estavam nem aí pra gente. Chegamos em Alto Monte três dias depois à noite disseram está tendo um culto na igreja deles lá em Alonte. Quando a gente chega em Alonte, Estela, a gente começa a olhar assim, a gente para o o barco assim num um barranco ali, a gente sobe esse barranco. Quando a gente olha assim, a gente vê uma casinha ou outra assim, tudo de sapê, não tinha uma casa de, não tinha nada de alvenaria, nada, era tudo de sapê, uns umas barracas mesmo, assim, como se fosse 5000 anos atrás. [risadas] Eles viviam isso. Todos, todos, todos de túnica, com aquelas, aquelas roupas, né? Puxa, que coisa, né? >> E aí eu descobri lá eram 10.000 pessoas dentro dessa ilha. >> Nossa, >> quando a gente aí quando a gente desceu do barco, >> no meio da no meio da floresta, isso, né? >> No meio da floresta. E tinha tinha luz assim, uma luz longe assim. Ah, vem cá vocês.
lha. >> Nossa, >> quando a gente aí quando a gente desceu do barco, >> no meio da no meio da floresta, isso, né? >> No meio da floresta. E tinha tinha luz assim, uma luz longe assim. Ah, vem cá vocês. Nós fomos para um para uma salinha ali, tipo um escritório, uma salinha. Passaporte de vocês. Pegaram nossa nosso passaporte. >> Eita. E agora aí começou a ficar difícil, hein? >> Aí você fala: "Mas para que pegar o meu passaporte? Não me dá, me dá". Assim, os caras mal encarados, tipo segurança mesmo. Meu, você tá na ilha dos caras, os brutamte te manda a dar o passaporte. Você vai fazer o quê? >> Entregar o passaporte. >> O passaporte. >> Entreguei o passaporte. E aí agora vamos pra igreja. Quando a gente entra na igreja, Estela, ah, sei lá, tinha umas 400, 600 pessoas lá dentro, as mulheres de um lado, os homens do outro, e eles começam a cantar pra gente. Sabe quem que tava chegando na igreja? >> Hã? A gente descobriu >> os quatro cavaleiros do apocalipse. >> Ah, >> nós quatro, os quatro cavaleiros do apocalipse estavam chegando ao alto monte para dar para reviver a palavra de Deus. >> Eram vocês, >> éramos nós. >> Nossa. >> E a gente e a gente não sabia disso, Estela. Olha a loucura. Não sei se é muito bom vocês não saberem ou muito ruim, >> pô. Mas a gente podia, pelo menos no barco, alguém podia ter falado pra gente, né? >> É, >> porque assim, a gente ficou olhando pra cara do eles falando, os quatro cavaleiros do apocalipse vieram para levar a nossa palavra ao mundo, porque eles porque assim, como a gente ia fazer um documentário, nós éramos os quatro cavaleiros do apocalipse que íamos levar a palavra deles pro mundo e eles iam dominar o mundo. >> Ah, tá. Entendi. É porque quatro cavaleiros do apocalipse me remete a outra coisa e não a comunicação. Sim. >> E não a comunicação. E aí eles pegaram um símbolo, um símbolo religioso, né? >> E fizeram uma ligação completamente diferente do original, né? >> Se você é, é que eu tô tentando, eu não sei onde eu coloquei o documentário. Tem
eles pegaram um símbolo, um símbolo religioso, né? >> E fizeram uma ligação completamente diferente do original, né? >> Se você é, é que eu tô tentando, eu não sei onde eu coloquei o documentário. Tem um amigo meu essa semana que me pediu o documentário, eu não consegui achar ainda, tá? no meu Facebook, eu só não consigo achar no meu Facebook. Se alguém aí souber como é que se faz para procurar coisa no Facebook, me fala que eu vou procurar porque eu não sei. E tá lá no meu Facebook, ele tá lá o documentário, né? Mas aí, Estela, aí a gente fica completamente perplexo ali, né? >> É, >> sem saber o que fazer. E quando a gente sai da igreja, aquele monte de gente querendo tocar na gente, como se a gente fosse um Deus ali, sabe? Só que assim, um Deus para uns e uns terroristas pros outros que pegaram nosso doc nosso documento. Quer dizer, você não sabe o, na verdade como é que você tá sendo tratado ali, >> quem que é você aí na história, né? >> Exatamente. Quem somos nós? Nossa, aí >> a gente começou a ficar com medo mesmo. E aí a gente tinha que fazer um caminho e aí, Estela, a gente começou a ver as casas todas iguais de sapê, com aqueles sapezão em cima da do telhado assim, sabe? É, no documentário dá para ver bem. É muito, era muito. Viajei no tempo, eu tava vivendo ali 5000 anos atrás, era tudo de eh eh cavalo ou cavalo ou burro e com umas no máximo que tinha mais de moderno ali era charrete e uma um gerador que fazia com que na igreja tivesse luz à noite. Era o máximo que tinha. É, era tava mais para filme, sei lá, Hollywoodiano, né? Porque você entra, sabe, sequestra teu passaporte, leva você pro meio da floresta, chega lá no meio da floresta, tem uma uma comunidade desconhecida que vive em outro tempo, está para quase um Indiana Jones. [risadas] >> E aí, Cela, a gente começou a viver ali, né? a gente ia passar uns três, quatro dias ali. Aí esse dia a gente foi para pro nosso, para um lugar lá que arrumaram pra gente, uma casinha lá que arrumaram pra gente. E eu acho que essa inclusive era a única
ia passar uns três, quatro dias ali. Aí esse dia a gente foi para pro nosso, para um lugar lá que arrumaram pra gente, uma casinha lá que arrumaram pra gente. E eu acho que essa inclusive era a única casinha que era de madeira e era de um equatoriano. Lembro direitinho. Era de um equatoriano. Ela era de madeira >> e ela tinha uma parte em cima, tipo um quarto em cima. E aí onde foi onde deixaram a gente, né? E aí no dia seguinte assim, eh, tinham preparado um holocausto para nós, né? Quando a gente acordou, tinha um holocausto, aí chamaram a gente para ver matar o bode, né? Aí foram o o cinegrafista, o Yon, que é o espanhol, foi lá com a câmera. Eu não quis ver, né, porque sacrificaram um bod e o sacrifício é apenas sacrifício, porque depois tem o fogo, eles colocam o corpo do bode naquele naquela >> fogueirona, >> aquela fogueirona gigante e só queima >> o bode ali, né? Eu tenho fotos disso e só e e sangram, né, para tirar o sangue. E aí fizeram esse holocausto pra gente ali para olha, estamos matando um bode em sacrifício por vocês. >> Não que isso seja muito agradável, né? Mas >> é. E você vai vai falar o quê? Não quero que mate o bod. Tá bom. Quem que vai que a gente vai matar então? Você escolhe um dos quatro aí. [risadas] Não, a gente não falava tinha que seguir, né? pé o baile. E nesse dia não, mas no dia seguinte a gente pegou um casamento lá também. Foi tanto, foi muito interessante o casamento. Só que assim, eh, eu fiquei três dias sem comer praticamente. Eu chupava limão, pegava mamão nos pés, banana que me davam. A única coisa, eu vou te explicar. A única coisa que eu comi lá foi um bolinho de pão que fizeram dentro de um forno e tava bem torrado, preto, quase carvão. Estela, eles não têm banheiro lá. >> Hum. >> Não tem banheiro. E estava na gente e nós estávamos na casa de um deles um dia e o cara estava fazendo comida. Ele saiu, foi pro banheiro, pegou lá uns papel lá, uns negócios lá para ir com ele e voltou e continua fazendo a comida. Eles não tm onde lavar
casa de um deles um dia e o cara estava fazendo comida. Ele saiu, foi pro banheiro, pegou lá uns papel lá, uns negócios lá para ir com ele e voltou e continua fazendo a comida. Eles não tm onde lavar a mão. Eles não lavavam a mão. Falei, gente, todo mundo aqui faz assim, eu não vou comer comida, desculpa, mas não vou comer. Os outros três tavam nem aí. Gentinho ali era eu. Deus é o seguinte, segir toda. >> Os três ficaram doentes, eu não. >> É, >> é. Teve isso. Os três tiveram alguma doença, algum tipo de doença lá e eu não. Eu fui o único que não fiquei doente. A gente teve que levar dois, inclusive para hospital lá. Depois, depois que a gente saiu de lá. >> Nossa. É. Então, eh, o Ion ficou muito, mas o Ion comia até pedra, né? Ele comia qualquer coisa que passasse da frente dele. O espanhol, ele não tava nem aí. Eu não. Eu fiquei três. Eu, para minha sorte, eu tinha levado umas bolachinhas, como é que é o nome? É clube social. Tinha levado estilo clube social três pacotinhos. Eu fiquei racionando aquilo. [risadas] Comia um pacotinho daquele por dia, mas chupava limão, pegava mamão em pé que tinha lá, banana que me davam ou eu achava lá também. Eu comia essas coisas assim. E um dia eu comi um pãozinho que que eu vi que foi feito no forno lá, queimou, virou carvão. Falei: "Ah, isso aqui matou tudo quanto é germe, eu vou comer isso aqui porque eu também tô com fome, né?" E mas o o pior, Estela, foi um dia que a gente tava dormindo à noite, foi na segunda noite ou na terceira, não sei. Eh, dois caras entraram no nosso quarto. Isso já foi um pouco antes da da cantoria, né? Porque toda noite tinha cantoria, a gente acordava toda a noite, não tinha como não acordar. Imagina você numa comunidade com 10.000 pessoas, 10.000 1 pessoas cantando ao mesmo tempo à noite. >> Nossa, não. >> Tudo bem que é grande, era muito grande. Era grande. >> Essas essas 10.000 essas 10.000 pessoas moravam ali, viviam ali, elas ou elas voltavam? >> Viviam ali mesmo. >> Viviam ali. Viviam ali. A maioria vivia
m que é grande, era muito grande. Era grande. >> Essas essas 10.000 essas 10.000 pessoas moravam ali, viviam ali, elas ou elas voltavam? >> Viviam ali mesmo. >> Viviam ali. Viviam ali. A maioria vivia ali, tá? Olha, eh, o Eduardo na época, eh, na época não, depois de um tempo, a gente tava conversando sobre a nossa, aí eu falei para 10.000 pessoas, ô Cléber, lá não tinha 10.000 não. Eu falei, eu não sei, eu não contei quantas tinham. Eles me falaram que tinham 10.000, tanto que eu anotei, eu tenho anotado isso, eu tenho até hoje as anotações. E lá os caras me falaram, moramos aqui em 10.000 pessoas. Se tinha 1000, 2000, 5000, Estela, eu não sei. Eu passo a informação que me passaram lá tinha 10.000 pessoas, entendeu? Então é o que eu posso trabalhar, é o número, >> é o número que eu posso trabalhar. Eu não posso falar tinha 1000 aí é aí, aí é coisa minha, >> não é coisa deles, >> né? E como jornalista eu não posso fazer isso, né? E e aí esses caras entraram no nosso quarto e começaram a conversar sobre nós em espanhol, um espanhol enrolado para caramba. E aí um deles falou: "Tá, mas e se eles não fizerem da forma como a gente quer?" O cara virou falou: "A gente queima os quatro". Jesus Cristo, eu tô rindo porque eu tô vendo você aqui, né? [risadas] >> A gente queima os quatro. Eu achei isso era umas 3 horas da manhã mais ou menos. Eu achei que só eu tivesse ouvido. >> Mas eles entraram lá para vocês ouvirem, né? Eles entraram lá que apavorável. >> Acho eu acho que sim, mas ninguém, nenhum de nós quatro acordou. E aí eu não lembro se foi o Yon ou o Maurício, que era o fotógrafo, que também fazia câmera. Eu não sei qual dos dois que também ouviu e falou: "Gente, vocês ouviram aqui?" Falei: "Os caras aqui de madrugada, é, eles falaram que iam queimar a gente. É isso. Eu não entendi. Falei: "É, os dois entendi sim. Falou que era para para nos matar. Se a gente não fizesse da forma como eles queriam, eles é para é para matar a gente." Falei, gente do céu, né? Mas tudo bem,
entendi. Falei: "É, os dois entendi sim. Falou que era para para nos matar. Se a gente não fizesse da forma como eles queriam, eles é para é para matar a gente." Falei, gente do céu, né? Mas tudo bem, entende bem. As coisas foram acontecendo, a gente foi gravando, foi gravando um dia, dois, três, sempre dessa maneira. Até que chegou num numa noite e que a gente se separou. Eu saí com o Maurício e o Eduardo saiu com o Yon. Cada um foi para um canto e eu fui entrevistar esse equatoriano, né? E aí três dias, Estela, você ouvindo sempre a mesma ladaainha. Tudo que você perguntava era segundo a Bíblia. E eu falava: "Mas eu não quero saber segundo a Bíblia. Eu quero a tua opinião como pessoa, como ser humano, como homem, né? Não como e até como religioso, mas não segundo a Bíblia. Eu quero a opinião do fulano, sei lá, o nome do cara, Aristides, sei lá. Quero opinião do Aristides. Aí então Cléber, segundo Mateus 12 nos eu falava: "Não, eu não quero essa resposta eu, eu cortava. Eu não quero essa resposta. Eu quero assim, assim, assim. Dá para você me responder?" O cara começava de novo, Estela, eu não sei por, acho que o estresse tava muito alto. Eu levantei porque assim, eles vieram também, deram pra gente comer ali uma papa de arroz que eu não tive coragem de comer. O, acho que nem o Maurício nesse dia comeu. E assim, fome, estress, os caras na noite anterior tinham falado que iam matar a gente. Eu levantei, Estela, eu peguei a cadeira, eu taquei em cima da mesa. >> Surtou >> dentro da casa do cara. Eu surtei. O Maurício correu, me me pegou por trás assim, me abraçou e me tirou. Falou: "Cléber, você tá louco? Você tá louco?" E me tirou dali. Eu ttei mesmo na hora. Falei: "Cara, falei um palavrão, né? Não quero essa de resposta, meu." Aí ficou todo mundo assim, né? Aí ele veio, pô, você enlouqueceu, tal. Peguei, saí e pedi desculpa. Falei: "Vamos embora, vamos embora. Vamos pedir desculpa para me desculpa, me desculpa". Aí quando eu encontrei o Eduardo, falei: "Eduardo, eu
, pô, você enlouqueceu, tal. Peguei, saí e pedi desculpa. Falei: "Vamos embora, vamos embora. Vamos pedir desculpa para me desculpa, me desculpa". Aí quando eu encontrei o Eduardo, falei: "Eduardo, eu não sei você, cara. E também não sei do meu passaporte. Eh, eu não sei nenhum de vocês. Se vocês não forem embora amanhã, porque eu sei que tem um barco amanhã. Se vocês não forem embora e eu não puder entrar no barco, eu vou mergulhar no rio Amazonas, eu vou nadar, eu vou voltar a nado pro Brasil, cara. Aqui eu não fico mais, cara. Eu tô surtando, meu. Falou, Cléber, a gente vai embora amanhã. Eu também não fico mais aqui. Falei, por qu? O que aconteceu? Ele falou: "Sabe aquela outra área que eu fui lá, que eu tava querendo conhecer, que ninguém pode entrar lá?" Falei: "Sei". Falou: "Pois é, eu cheguei lá e eu quis entrar. O cara abriu o palitó assim, ele tava com >> o rifle, tava com alguma coisa". Falou: "Você não vai entrar ali". Falou, Cléber, depois da ameaça de ontem, o cara me mostra uma arma hoje escondida e fala que eu não vou entrar lá. O que que a gente desconfia, Estela? Que ali a gente desconfia que daquela parte para lá era plantação de coca. >> É. >> Então esse >> a a religião é um acobertamento, né? Esses caras estavam ali encobertos pelo Fujimori, que logo depois foi, teve problema de corrupção no governo, saiu deposto, sabe? Então assim, não lembro se ele foi deposto, mas >> enfim, >> lembro que o Gimore teve um problema sério depois, então ele tava ali ou logo depois ou pouco antes, eu não me lembro agora, teve um problema com o Fujimore e ele e e eles estavam ali ah acobertados por ele, né? A gente descobriu depois que o Fujimor acobertava a aquele pessoal ali. E aí assim, Estela, eu Vamos embora. Vamos embora. No dia seguinte a gente falou: "Olha, a gente precisa ir embora, a gente precisa dar". Aí nos devolveram os passaportes e a gente foi embora dali. E eu lembro que foram três dias a de uma agonia enorme para voltar, porque eu olhava Rio, Rio,
ente precisa ir embora, a gente precisa dar". Aí nos devolveram os passaportes e a gente foi embora dali. E eu lembro que foram três dias a de uma agonia enorme para voltar, porque eu olhava Rio, Rio, Rio. A gente parou em duas cidades, eh, San Pablo de alguma coisa e Cavalo Cotcho, né? E uma das dessas uma dessas duas cidades, acho que era São Pablo. São Pablo de alguma coisa, tinha um um asilo de Anseníase. Ele chamava asilo de leprosos, né? E nós fizemos um um uma reportagem ali com eles também e não era contagioso, não é? Então assim, a gente entrou, conversou com diversas pessoas comenias ali, porque era tipo um azelo mesmo assim, tinha muita gente ali, mas muit era um lugar, uma era uma ilhota onde para onde eles mandavam as pessoas com com ancenias. >> Com ancenias, >> é para para tirar da sociedade, entendeu? >> É, é, >> né? E a gente foi lá, fez matéria com eles também. >> Hoje tem tratamento e a gente sabe que não precisa mais desse afastamento. >> Exatamente. Isso em 2001, faz 24 anos. Isso. >> Muito recente, >> muito recente. E na outra cidade eu descobri que tinha, na cidade seguinte eu descobri que tinha um cara que tinha um um rádio rádio amador. Com esse rádio amador eu consegui ali do Peru entrar em contato com o Equador. No Equador fizeram uma ligação paraa minha casa. [risadas] Sem brincadeira. Na época, Estela, eu falei um minuto com Aldet. Eu paguei R$ 50. Isso em 2001, mas eu tinha que falar com ela. Olha, estou voltando, tá? Oito dias sem falar comigo, mas olha, eu tô voltando para cá. Fica tranquilo. Teu marido não morreu. O pai do Lucas tá voltando. Na só o Lucas, né? Fala pro Lucas que o papai tá voltando, tá tudo bem, né? E eu lembro que quando eu quando a gente encostou o barco em Tabatinga, eu pulei do barco, comecei a gritar, sabe? Pô para fora, gritar, gritar. Tô de volta, ninguém me tira mais daqui, não volto nunca mais para aquele lugar. E assim, fiquei completamente eh eh assim estressado, entendeu? Quase surtei ali na quando eu voltei para Tabatinga.
r. Tô de volta, ninguém me tira mais daqui, não volto nunca mais para aquele lugar. E assim, fiquei completamente eh eh assim estressado, entendeu? Quase surtei ali na quando eu voltei para Tabatinga. Passa alguns anos, eu não entro em contato de novo pessoal Porto com vontade de voltar lá para outro monte. >> Escuta, e a matéria inicial >> não tem gente negócio do jornalismo não faz, Stel. A gente passa por esse >> matéria, a matéria inicial você nunca conseguiu fazer. Não, não, mas nós nós fizemos um outro documentário que foi o Deus é ele o nome do documentário, Deus é ele, né? E e aí o Eduardo acabou voltando para lá alguns anos depois, mas não para Alumonte, voltou para Tabatinga para encontrar as pessoas ali que ele conheceu, né? >> E descobriu que o Carlos, que foi o primeiro cara que a gente conheceu, tinha sido assassinado alguns anos depois que nós saímos de lá. Ah, puxa vida. >> Ele tava num dos restaurantes que a gente ia sempre comer lá em Tabatinga. Chegou um cara por trás e deu dois, três tiros nas costas dele por trás dentro do restaurante. É. E aí assim aí por sem várias >> possibilidades. >> Possibilidades, entendeu? Tem várias possibilidades. Na verdade eu não sei de nenhuma. várias possibilidades que aventaram. Eu não sei de nenhuma, né? Quer dizer, eu sei das eu sei das possibilidades que ele aventaram. Eu não sei se nenhuma delas é verdadeira, entendeu? >> É, eu nunca tive uma experiência assim tão emocionante, graças a Deus. >> Mas olha, e isso, Estela, porque eu contei aqui em meia hora, [risadas] entendeu? Tem muito mais coisa para contex >> sem os sem os detalhes sórdidos. Isso é para vocês que estão assistindo, escutando, perceberem que maravilha, que glamor que é a vida do jornalista. >> Exato. [risadas] Não, e assim a a família, né, o Bet falou que foram dias de de uma agonia imensa, né? >> É. Ah, só para você perguntou e depois que a gente voltou, isso foi interessante, depois que a gente voltou de Tabatinga, ó, de Tabatinga, de Alto Monte para
foram dias de de uma agonia imensa, né? >> É. Ah, só para você perguntou e depois que a gente voltou, isso foi interessante, depois que a gente voltou de Tabatinga, ó, de Tabatinga, de Alto Monte para Tabatinga, lá em Tabatinga tinha uma base da ABIM. Abim é a Agência Brasileira de Inteligência, a nossa CIA. Os caras estavam atrás da gente. A Abin estava atrás da gente >> para saber onde vocês tinham ido, que >> não, porque assim, porque a gente sumiu do exército. Aí eles foram no exército. P, cadê o pessoal que tá da o que tava aqui que começou, o pessoal que começou a ter contato com os israelitas? Eles sumiram. Fal pô. Sumiram como eles sumiram. Aí a Bim foi atrás da gente e quando a gente voltou eles ficar eles, eles pegaram um por um. Primeiro o Eduardo, depois eu, depois o Ion e depois o Maurício para interrogar que eles queriam saber que que a gente tinha, o que que o que que acontecia lá em Alonte. Por quê? E a gente descobriu que a Bin tinha mandado, tentado mandar a gente para lá e não conseguiu. Ninguém entrava em automonte. Nós fomos os quatro primeiros que os os quatro estrangeiros que conseguiram entrar em automonte. os cavaleiros do apocalipse. >> Os cavaleiros do os quatro cavaleiros do apocalipse. Então assim, eh, todo mundo que o exército atrás da gente, porque lá em Tabatinga tem uma base gigantesca do exército. Até onça tem lá dentro, é claro, né? Também onça na na no Amazonas. É. Eh, mas assim, os o exército atrás da gente, a BIM atrás da gente e a gente ali ali só fazendo uma uma materinha. E quando a gente voltou, a Comissão Demarcadora de Limites entrou em contato com a gente, eles foram fazer a demarcação, mas aí a demarcação de Tabatinga com Letícia e aí a gente teve que se embrenhar mesmo no meio da selva amazônica ali. Mas foi aí naquela região. >> Então então quando você voltou de Automonte, você não vem embora para São Paulo? Você ainda ficou? >> Não, não. Eu fiquei um mês lá. >> Ah, tá. Eh, o cancelamento se dá no primeiro dia. A gente leva mais uns três dias
o você voltou de Automonte, você não vem embora para São Paulo? Você ainda ficou? >> Não, não. Eu fiquei um mês lá. >> Ah, tá. Eh, o cancelamento se dá no primeiro dia. A gente leva mais uns três dias para ir para >> Automonte. Para Al Monte, né? Uns três, qu dias para ir para Automonte. Passa entre ir e voltar uns 9, 10. E a gente ficou mais uns 15 lá ainda, né? A gente foi fazer outras coisas, foi fazer outros outras matérias, outras coisas. A gente foi conhecer outros lugares lá, também foi fazer outras, porque a gente tava com tempo, pô, a gente vai ficar aqui até até dar o tempo. Eu vim embora, eu não lembro se todos vieram embora, acho que eles, alguns deles ainda ficaram lá, porque eu tinha que vir, porque eu tinha que trabalhar. Eu tinha só 30 dias de féria, tá? E >> aí você usou seus 30 dias de féria para trabalhar. >> Exatamente. Exatamente. >> É isso. É isso. >> Não ganhei nada. documentário. O documentário foi premiado, pegou o primeiro lugar no festival que teve aqui no Brasil, no Amazonas, mas não ganhei nada, mas ganhei experiência, né? Foi muito legal, foi muito legal viver esses 30 dias na selva amazônica aí. >> Ai ai. Gostar história para contar, né? >> Ganhei experiência. É ótimo, [risadas] >> porque é o que resta pra gente como jornalista, né? É história para contar. Ganhei história para contar. >> Olha, vou eu não vou nem fazer comentário nenhum. Eu só vou dizer que se você quiser assistir as outras histórias que nós já contamos aqui, vai na playlist, tem uma playlist para isso, vai acompanhando aí e semana que vem tem mais, mas você acelera o passo porque já tá quase acabando. >> Exatamente. >> Ah, mais ponto nós. >> Não esquece de ir lá conhecer o site Viver sem Preconceitos. Ia >> falar isso. >> Conhecer as redes sociais do Viver Sem Preconceitos, não é? Exatamente. >> E aguarde, aguarde que na próxima semana tem mais. É isso, Cléber. >> Isso. O viver sem preconceitos no site, se você quiser colocar, é só colocar no Google lá. Viver sem preconceitos é o
atamente. >> E aguarde, aguarde que na próxima semana tem mais. É isso, Cléber. >> Isso. O viver sem preconceitos no site, se você quiser colocar, é só colocar no Google lá. Viver sem preconceitos é o primeiro site que aparece. É a primeira coisa, primeira que aparece ali, é o Viver sem preconceitos. E rede social. Eh, eu tenho usado por enquanto só o Instagram, é @vspreconceitos. É um girassolzinho, como vocês já perceberam, eu gosto um pouco de girassol, né? Então, eh, é um girassolzinho que é o símbolo do viver sem preconceitos. E lá tem tudo. >> Muito bem, até logo, então. Tchau para vocês e até a semana que vem. >> Um beijo e até a próxima semana, gente. Boa semana para vocês. Fiquem com Deus. Eu falei para vocês que esse era o último episódio, mas não é. Esse, na verdade, não era nem o penúltimo, porque esse episódio eu deveria ter exibido. Vocês lembram um dia que eu coloquei um e falei: "Ih, esse aqui é repetido?" Coloquei o errado. Lembra disso? Vocês lembram que eu coloquei um um que já tinha entrado uma vez? Então, era para ter usado esse. A próxima semana é que vai ser o último, pelo menos até agora foi o que eu entendi. Acho que vai ser o último, o da semana que vem, mas vocês não percam. E aí, eh, aqui nós temos já uma a Elisa deu um spoiler. Ó lá, ó. Vi o Cléber no Cisco de Luz em São Paulo. É, o Cléber tá indo no Cisco de Luz já faz uns meses já. Tá encantado lá com com a história. É, o Cléber é uma figura. [risadas] É uma figura. Isso porque tem umas histórias que não deu tempo da gente contar. Nós estamos pensando na segunda temporada. Pedro de Paiva, Cléber Jones e Estela Dora. [risadas] É isso. É, gente, tem umas uns jornalistas que entram numas histórias que vocês não fazem ideia. Eh, se eu tivesse, se eu tivesse nascido, eh, se eu hoje tivesse, sei lá, os 25, 30 anos, certamente eu ia ser correspondente internacional. Eu não ia ficar no país, não. Eu ia ser correspondente internacional, ia ser jornalista investigativa, porque é uma uma um trabalho muito
5, 30 anos, certamente eu ia ser correspondente internacional. Eu não ia ficar no país, não. Eu ia ser correspondente internacional, ia ser jornalista investigativa, porque é uma uma um trabalho muito necessário, sabe? Expor algumas situações que a gente não tem a menor ideia que existam. Ah, mas esses são trabalhos que na época em que eu me formei ou que eu tava na faculdade eram impensáveis paraa mulher. Você viu que ele falou que só tinha homem no grupo, né? Eh, mulher, mulher nem era correspondente internacional. Imagina que eles iam mandar uma mulher para fazer cobertura de guerra. Hoje tem, né, mais de uma, inclusive, mas na época que eu me formei, 35 anos atrás, não tinha não. Mas vamos lá, vamos paraas nossas efemerdes, porque senão eu só saio da vou sair daqui hoje meio-dia. >> Muito bem, a gente vai achando, conforme vai fazendo as pesquisas para efemerides, a gente vai achando cada cada história bacana. E é legal, né, porque eu vejo a os os outros apresentadores aqui do Bom Dia Café eh se divertindo também, né, com essas novidades, com essas coisas diferentes, com esses personagens diferentes que a gente não tá acostumado, porque normalmente eles não são discutidos no no movimento espírita. Antes de começar com a com a Eh, bom, vou depois eu vou para as notícias. Vocês me lembram de contar um estudo que começou lá do lá em Sacramento que tá sendo feito pela internet. Eu achei ele ontem, mas eles começaram agora mesmo. Vocês me lembram na hora das boas notícias? Faz favor. Então aqui nas efeméries, 1926, no dia 11 de fevereiro, nascia a médium de efeitos físicos, Otília Diogo. Aí tem uma frase aqui legal. Otía, numa só noite conseguia trazer do outro lado personagens que ficavam no ambiente. Chegou a ter quatro entidades. Euco, que assim se identificava em outras comunicações da casa, embora sem materializar-se, circulava por todo ambiente, sempre conversando e vez por outra transportava pequena circunferência de madeira de cerca de 50 cm de diâmetro, que trazia o
nicações da casa, embora sem materializar-se, circulava por todo ambiente, sempre conversando e vez por outra transportava pequena circunferência de madeira de cerca de 50 cm de diâmetro, que trazia o desenho de uma estrela para todos os lados, ora próximo ao forro de madeira, suspenso no teto e ora no solo junto das pessoas. uma indiazinha que dizia chamar-se Japi, algumas vezes tocando alegremente uma gaitinha, sendo apenas observada sua discreta silueta. O Dr. Alberto Veloso, que fora médico no Rio de Janeiro, e a mãe de Otília, irmã Josefa, com a materialização de ambos completa, diz o Senhor, Euclides, cujas imagens estão vivas e claras em suas lembranças, não é o Euclides da Cunha. sobre mediunidade. Aí eh tem eh não tem muita coisa a respeito da da Otilha de Oo, tem ela sendo citada várias vezes, mas eh não existem descrições muito muito precisa sobre isso. E aí eu fazendo essa efeméria de eu me lembrei de mais de um eh espírita eh bons bons palestrantes, bons e eh excelentes conhecedores da doutrina, a gente estuda mesmo e que diz eh por conta de uma mensagem, né, que que tá realmente no livro dos médiuns, que o a as reuniões de efeitos físicos ou os as os efeitos físicos só são provocados por espíritos eh pouco evoluídos, que os espíritos muito evoluídos não se dão a esse trabalho. Eh, que eles eh estão mais interessados no que o próprio Kardecinou como mediunidade de efeitos intelectuais e não de efeitos físicos. E aí eu eu tô com essa coisa batendo na minha cabeça. Por que que eles vão alegar é que essa mediunidade especificamente é só para espírito pouco evoluir? Tem na minha cabeça aquilo não tinha sentido. Você eh determina que determina que algumas mediunidades são para espíritos evoluídos e outras aquilo me soua estranho. Sabe essa divisão? Porque tem a divisão, né? mediunidade de efeitos físicos e mediunidade intelectual. Por que por que intelectual? Porque ela não causa movimento de matéria. Ela causa a ela é provocada, ela é realizada pelo intelecto.
isão, né? mediunidade de efeitos físicos e mediunidade intelectual. Por que por que intelectual? Porque ela não causa movimento de matéria. Ela causa a ela é provocada, ela é realizada pelo intelecto. Isso não significa que o médium ou o espírito sejam [risadas] intelectualmente evoluídos, né? a gente tem eh comunicação de psicofonia de eh espíritos extremamente endurecidos. Então, por que chamar mediunidade de efeito físico, falar que é só de de espírito pouco evoluído, aquilo me incomodou. Aí eu fui atrás, né? Porque a gente não pode ficar com uma coisa martelando a cabeça e não procurar informação sobre ela. E aí eu fui ver, achei lá o texto do no livro dos médicos médiuns, é a questão 160. Os médiuns de efeitos físicos são particularmente aptos a produzir fenômenos materiais, como o movimento de copos, cinos, ruídos e tal. Então, médiuns facultativos e médiuns involuntários. você eh possibilita a existência de médium de efeito físico só para trabalhar com um espírito pouco evoluído. Vocês estão entendendo que para mim isso para mim ficou meio esquisito. Embora não demos importância capital a esses fenômenos, recomendamos, contudo, que não sejam desprezados. podem proporcionar ensejo a observações interessantes e contribuir para a convicção dos que os observem. Cumpre por, entretanto, ponderar que a faculdade de produzir efeitos materiais raramente existe nos que dispõe de mais meios de comunicação, quais a escrita e a palavra. Em geral, a faculdade diminui num sentido a proporção que se desenvolve outro. Veja o trecho de uma mensagem do São Luís publicada na revista espírita. Aí nós vamos entender porque que eles disseram no livro, por que que tá escrito no livro dos médiuns que a mediunidade de efeito físico é só só é realizada por espírito pouco evoluído. Zombaram das mesas girantes, mas não zombarão jamais da filosofia, da sabedoria e da caridade que brilham nas comunicações sérias. Aquelas foram o vestíbulo da ciência, onde ao entrar devemos deixar os preconceitos, assim
rantes, mas não zombarão jamais da filosofia, da sabedoria e da caridade que brilham nas comunicações sérias. Aquelas foram o vestíbulo da ciência, onde ao entrar devemos deixar os preconceitos, assim como quem deixa cá. Nunca sereis por demais aconselhados a transformar as vossas reuniões em centros sérios. Que aures se façam demonstrações físicas. Que aure se veja, que aure se escute, mas que entre vós hacha compreensão e amor. Que esperais parecer aos olhos dos espíritos superiores quando fareis girar uma mesa? Você entenderam? Por que que eles no livro dos médiuns ele tá dizendo, eles Kardec coloca que o a mediunidade de efeito físico é mediunidade só para espírito não sério ou não evoluído. Porque na época era isso que eles faziam. A mediunidade de efeitos físicos era para causar, era para passar tempo para fazer a mesa girar, para fazer pergunta boba e escutar como respostas batidas. Elas não eram sérias. Então, quem tava envolvido eram espíritos pouco evoluídos e não sérios. Não é isso? Agora, dizer que as que toda eh comunicação ou toda reunião de efeitos físicos eh resultado da ação de espíritos não evoluídos não é verdade. Não é porque para quem já participou de uma reunião de efeitos físicos, não é possível aquilo tudo acontecer só por espírito brincalhão. o espírito brincalhão sustentar aquelas situações todas eh sozinho, sabe? Então, a relação que ele faz ali no livro dos médiuns é por conta de como ela era estava sendo usada na França e nos Estados Unidos era de maneira pouco respeitável, certo? Aí eu falei: "Ah, bom, agora eu entendi". >> né? Às vezes é preciso você contextualizar essa frase do São Luís. Tá na revista tá na revista espírita. Cadê? Vou dar o pera aí. Tem mais o texto. O texto dele é longo, viu, gente? Eu não copiei ele inteiro, não passei ele inteiro para cá porque era muita coisa. Aí, olha. Cadê? Ah, não pus aqui. E ainda tem uma outra frase dele aqui, mas agora não vou não vou falar sobre isso, mas é interessante vocês darem uma procurada na revista espírita, se vocês
a coisa. Aí, olha. Cadê? Ah, não pus aqui. E ainda tem uma outra frase dele aqui, mas agora não vou não vou falar sobre isso, mas é interessante vocês darem uma procurada na revista espírita, se vocês entrarem no na cardecédia.com, vocês vão colocar lá eh efeitos físicos, aí vai aparecer uma série de coisas, vocês vão achar a comunicação do São Luís, sabe? Olha, essa foi excelente, hein, Terezinha? Que história mais insólita. Hum. [risadas] Tem cada uma do Arco da Velha, gente. Ainda bem que tem mais. Muito legal. É verdade. É verdade. Vamos pra segunda temporada. Eu tô esperando o Cléber voltar de viagem para ver como é que vai ser essa segunda temporada. Jornalista e assistente social também. Você não tem noção dos lugares que a gente visita. Eu tenho, Rosiane. Pior que eu tenho. Eu durante um ano, não, menos um pouco, há uns meses, não chegou há um ano, que eu fui assessora de imprensa da Secretaria de de Cidadania e Assistência Social aqui da prefeitura. Eu pulei muro junto com assistente social. Imagina eu com uma câmera profissional pulando o muro para acompanhar, para poder registrar o trabalho delas. Não era divulgado, não podia divulgar, né? Porque eram situações ali muito complicadas, principalmente as relacionadas com eh idosos abandonados. Abandonados por vários motivos, viu, gente? Não foi. Eu fui em abandono, que a família abandonou e em abandono porque os idosos não deixavam ninguém entrar na casa e aí a família não conseguia entrar. Era isso. Então, mas pulei, pulei muro, pulei portão. Eh, eu tenho uma boa ideia dos lugares onde vocês entram. E aí passei a olhar assistente social de outra forma, completamente diferente. Bom dia. Eis que encontro aqui outra colega assistente social e sim visitamos lugares inimagináveis. É verdade. É verdade. É que aqui no caso dos jornalistas a gente vai aonde você, a gente normalmente vai aonde os outros profissionais vão, sabe? Essa é uma característica muito legal do jornalista. A gente entra em lugares que vários profissionais trabalham, né? É
vai aonde você, a gente normalmente vai aonde os outros profissionais vão, sabe? Essa é uma característica muito legal do jornalista. A gente entra em lugares que vários profissionais trabalham, né? É muito bom isso. Olha, eu queria falar outra coisa com vocês. E agora vamos para as boas notícias. Deixa eu trocar aqui. Boa notícia. [música] 1 hora e meia de bom dia, café, hein? Eu vou ter que aguentar a gozação do resto da turma. Olhe, eh, eu queria falar para vocês sobre isso aqui. [risadas] Não sei se vocês conseguem ler, mas essa aqui é uma campanha eh sobre doação de sangue. Nós, ontem a gente recebeu esse folheto lá no Obreiros do Bem, na casa espírita que eu frequento, porque o obreiros tá completando 100 anos esse ano e e eles estão fazendo uma série de campanhas, né? Então, o ano passado eles começaram com a campanha de plantil de árvore, depois eles começaram a campanha para parar de usar copo de plástico lá na casa. Eh, andou bem, depois deu uma parada, agora tá andando de novo. Porque mudar hábito é sempre uma coisa complicada, né? Eu posso querer mudar o meu e mesmo assim de vez em quando dar umas escorregadas. Faz parte. E agora eles começaram uma campanha com os os trabalhadores e os frequentadores da casa para doação de sangue, não momento específico, mas para se transformarem em doadores de sangue frequentes. Então, o que que eu gostaria muito de dizer para vocês? que isso é uma ação. Eu não, não, eu não queria falar caridosa porque acho que não é nem esse o termo, mas isso a gente devia fazer como como hábito mesmo, sabe? A no caso das mulheres, a cada três meses fazer uma doação e no caso dos homens acho que todo mês pode doar, né? Existem uma série de possibilidades para isso. Procura aí na sua cidade o banco de sangue, o local onde é possível fazer a coleta de sangue e faça a coleta, porque tem sido cada vez mais difícil pros bancos de sangue manterem seus estoques. Agora, então, na época do carnaval, isso é mais complicado, porque diminui o número de doadores e aumenta o número de
orque tem sido cada vez mais difícil pros bancos de sangue manterem seus estoques. Agora, então, na época do carnaval, isso é mais complicado, porque diminui o número de doadores e aumenta o número de necessitados. Vai doar sangue aqui em São Carlos a gente pode agendar aí na sua cidade, eu não sei. Dá uma ligada, liga pro hospital. Normalmente as santas casas podem dar esse essa informação, mas se você entrar no Google e procurar assim, ó, doação de sangue, puser o nome da sua cidade, vai aparecer a informação. Com certeza. Vai lá fazer a doação de sangue antes do carnaval. Tem mais do três dias. Hoje à tarde, quinta e sexta-feira. vai lá fazer a doação de sangue, porque eles precisam sempre muito, muito, muito. E a gente, o brasileiro esquece de fazer isso, não esquece. E aí vai nessas campanhas, sabe? Aí vai, eh, 50, 100 pessoas num dia só. É ruim. Claro que não é, né? Óbvio que não é, mas o que a gente precisa é de doador frequente, constante. Marca na sua agenda. vai doar sangue. A outra coisa importante para dizer a vocês, ó lá as as assistentes sociais conversando. Tá faltando El Helenice aqui. É lá só com proteção. É isso mesmo. Imagina medo de nos lugares enfio para levar socorro. É isso. É medalha de ouro, programa muito gostoso. Que bom, que bom que vocês estão gostando. Fui doador. Digo, fui porque por conta do se não pude mais, mas a melhor coisa é você sair da sala de coleta e dar de cara com o cartaz. Você acaba de salvar cinco vidas. Precisa mais? Não, não precisa. É isso mesmo. Olha. E agora paraa gente encerrar, vamos ver se eu consigo achar aqui. Vou tentar achar porque eu assisti um pedaço ontem e é muito legal. Tomara que eu ache. E que eu já procurei tanta coisa hoje. Ah, tá aqui outra. Então, tá, eu vou procurar em outro lugar, sabe, né? Que você não acha do de um jeito, você acha do outro. Mas vocês esperem, porque isso é muito bacana. E eu quero muito falar desse estudo com vocês porque eu achei ele bem legal. Eu achei que tava, mas não tá.
não acha do de um jeito, você acha do outro. Mas vocês esperem, porque isso é muito bacana. E eu quero muito falar desse estudo com vocês porque eu achei ele bem legal. Eu achei que tava, mas não tá. Olha que coisa. Hum. aqui. Acho que é isso. Deixa eu ver. Não, não é esse, pelo menos. Boa noite para você também. Aqui achei. Esse foi o que eu assisti ontem. Pera que eu vou compartilhar. Eu vou tentar explicar para vocês o que é isso, mas eu queria muito que vocês fossem assistir porque eu não vou conseguir explicar direito, sabe? Esse aqui é um estudo que tá lá no na procura na no YouTube do Colégio Allan Kardec. Escreve lá no YouTube, Colégio Allan Kardec. Vocês vão entrar aqui na página deles e vai lá na playlist e procura o Vou trocar aqui linha do tempo. Vocês vão ver o Saulo, né? O Saulo eh desenvolveu essa esse esse site que vocês estão vendo aqui à direita na tela, tá vendo? Vamos ver se eu consigo aumentar aí. Vocês estão vendo aí na tela à direita e é uma linha do tempo. Ele vai explicar como isso funciona, OK? Eu eu ainda preciso abrir ele no computador para entender direito, porque eu confesso para vocês que eu não entendi muito bem. Mas se vocês ouvirem esses dois meninos explicando a relação entre os espíritos, um veio, depois preparou pro outro, depois preparou pro vocês não têm ideia de que coisa mais linda que eles estão fazendo ali. Pra gente entender que a gente que quando sabe aquela coisa que a gente escuta muito no movimento espírita, olha, o fulano eh veio primeiro, tipo, vou que inventar uma história, tá? Não é, não é verdadeira, mas é só para poder exemplificar que eu entendi. Meu avô veio porque ele precisava casar com a minha avó e aí meu eh ter minha tia e minha mãe e aí minha mãe poder casar com meu pai e aí eles poderem ter os filhos e e e isso aí determinar a evolução espiritual de nós todos. Isso a gente consegue visualizar. Tudo bem? É fácil da gente perceber o que eles estão explicando. É isso no macro. Que que o Eurípedes Barçsanufo tem com a
erminar a evolução espiritual de nós todos. Isso a gente consegue visualizar. Tudo bem? É fácil da gente perceber o que eles estão explicando. É isso no macro. Que que o Eurípedes Barçsanufo tem com a vinda do Chico Xavier, do Kaibar Chutel? Que que eles fizeram antes disso? Quem eles foram antes disso? E por que que eles foram se especializando num determinado eh tipo de trabalho para poder ajudar o desenvolvimento do planeta? Não, só do Brasil. É a coisa mais fantástica que vocês imaginaram. Vão lá assistir, vocês não vão perder. Ontem eu falei assim: "Eu preciso parar porque senão vou passar a madrugada escutando ele aqui, sabe? Eu eh é muito legal. Não fiquem sem assistir. Entrem lá no no no canal do Colégio Allan Kardec, que é de Sacramento, e procure esse moço fantástico que é o Saulo, que além desse trabalho maravilhoso ainda toca um piano que é de arrepiar a gente. E ouçam a conversa dele, a o episódio dele com o o Artur Valadares. É, é, é a coisa mais linda. E vão escutando o resto, porque esse projeto começou agora, então eles vão fazer outras etapas. Certamente esse é um trabalho que não pode ser deixado de lado por quem gosta de estudar o espiritismo e a história do Espiritismo e a evolução do do planeta, a evolução do país. Não pode ficar sem, vocês vão amar, eu tenho certeza. Eu achei, achei ontem, achei, né? Sabe, né, que essas coisas de achei é sempre relativo. Eh, mas são, a gente precisa aproveitar esses meninos, essas meninas maravilhosas que fazem esse esses trabalhos lindos, sabe? de refletir a respeito de coisas profundas e deixar isso mais mais palatável para nós, sabe? Mais fácil. E esse trabalho deles é maravilhoso, maravilhoso. Fiquei encantada. É isso. Chega de Estela Martins falando, já passou da hora, passou do tempo. Vocês todos fiquem com Deus. Amanhã tem mais Bom Dia Café e eu espero que vocês tenham uma ótima quarta-feira, uma ótima quinta-feira. Não esqueçam, reforcem as a leitura do Evangelho e as preces, porque daqui até o outro domingo, depois
em mais Bom Dia Café e eu espero que vocês tenham uma ótima quarta-feira, uma ótima quinta-feira. Não esqueçam, reforcem as a leitura do Evangelho e as preces, porque daqui até o outro domingo, depois da quarta-feira de cinzas, nós temos um período bem conturbado no nosso país, né? Então vamos fazer mais preço do que a gente faz, ler mais o evangelho do que a gente faz para colaborar com a harmonização do país todo, viu? A gente não precisa falar mal do carnaval, ser contra o carnaval, nada disso, mas a gente pode ajudar a melhorar o ambiente fazendo mais prece, escutando boa música. Vai lá na no Spotify, procura a playlist do Bom Dia Café que eu inclui mais músicas lá. Divirta-se, aliás, inclua mais músicas, porque agora eu acho que já dá para você incluir músicas na playlist. Um beijo grande para vocês. Fiquem todos com Deus e até amanhã. Amanhã tem mais bom dia, café.
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