Bom dia, café! 040226 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 05/02/2026 (há 2 meses) 1:27:12 7 visualizações

O Bom dia, café! tem agora uma playlist de músicas no Spotify. Vá lá conhecer a aproveitar para elevar os pensamentos através de boa música. Acesse e ouça: sptfy.in/bom-dia-café A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias e bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade

Transcrição

Nascer, morrer renascer ainda e progredir sempre não é além nasceras Nascer renascer nascer ainda e progredir progredir sempre sem não é além. He. Toda vez que penso em Jesus, meu coração se acende no meu peito. Toda vez que sinto essa luz iluminando a minha mente e o meu corpo, pareço flutuar. Quando penso em Jesus, eu sinto paz e o mundo inteiro é alegria, colorido como uma manhã de sol. Quase grito de tanta felicidade e o meu sorriso não demora a despontar. Quando penso em Jesus, só quero amar. Bom dia. São 7:33. O tempo passa, o tempo voa. Hoje é dia 4 de fevereiro de 2026. 26. E está começando agora o nosso o meu o seu Bom Dia Café. A live que acontece sempre de segunda a sexta-feira às 7:30 da manhã. Mas mas anota aí na sua agenda. Segunda-feira, a partir da próxima semana, às segundas-feiras, o nosso Bom Dia Café vai começar à 7 horas, porque nós queremos muito a presença da nossa Marildinha. E a Marilda tem aula, olha só que pessoa dedicada, aposentou e foi fazer faculdade. Não é demais? É demais. Marildinha começa segunda-feira no BDC às 7 horas da manhã. O resto da semana vai ser às às 7:30, mas as segundas-feiras às 7 horas da manhã, anota aí na sua agenda para você não pegar o Bom Dia Café segunda-feira pela metade, combinado? Muito bem. Então essa é uma live que acontece segunda às 7 horas da manhã e o restante da da semana 7:30 e para trazer para você boas informações, boas notícias, porque tem muita gente legal fazendo muita coisa boa por aí. E pra gente refletir a respeito do passado, do presente, à luz da doutrina espírita, lembrando sempre que Jesus é nosso modelo e guia e que nós estamos todos aqui graças ao nosso pai, não é? Bom, e tô bem. E hoje, olha, já vou avisar, vou dar spoiler. Ah, esqueci aqui, ó. Pera. Aí, hoje tem nossas histórias. Hoje é penúltimo episódio do Nossas Histórias, as minhas conversas com o Cléber e o Cléber contando para nós a suas peripécias, as suas histórias muito legais, né? E vocês gostam? porque eu tenho visto os comentários, ele também e nós temos

órias, as minhas conversas com o Cléber e o Cléber contando para nós a suas peripécias, as suas histórias muito legais, né? E vocês gostam? porque eu tenho visto os comentários, ele também e nós temos ficado muito contentes com a reação de todo mundo. Ai ai. Ah, agora eu vi que o povo acordou porque eu falei assim: "Pronto, hoje vai todo mundo dormir. Quarta-feira vai todo mundo dormir." Muito bem, eu sou a Estela Martins. Eu estou na tela num retângulo e sou uma mulher branca de cabelos curtinhos, eh, grisalhos. Ã, estou usando um batom vermelho. Eu uso óculos de arroado. Estou com uma camiseta preta da camisaria per espírito e tá escrito assim: Nascer, morrer, renascer. progredir sempre, tal é a lei. E um agasalho cinza por cima, porque tá um arzinho gelado, 21º aqui na capital do clima. É um dos apelidos de São Carlos. São Carlos no interior do estado de São Paulo. E eu estou no meu quintal. Então, eu tenho várias plantas atrás de mim, a minha garrafinha de café em cima da mesa e também hoje, ai, hoje eu vou fazer inveja, posso fazer uma invejinha em vocês, por favor? Ah, acho que eu posso, né? Eu tô com um vaso aqui hoje na frente do computador com flores, todas elas que eu tirei do meu do meu jardim. Essa amarelinha não. Essa amarelinha eu ganhei. Essa amarelinha é lá do Vô Joaquim, mas o restante são plantas e flores todas do meu quintal. Não, uma delícia. Tô tão contentinha com meu quintal. Muito bem. Se você tiver vaso aí na sua casa, tiver um pedacinho de terra, dá para plantar tanta coisa. E é tão bom mexer na terra, sabe? É tão bom ver nascer, crescer. E é bonito também a gente ver quando a flor murcha, porque até quando a flor murcha ela é bonita. Vocês já prestaram atenção nisso? Muito bem. Eu vou primeiro eu vou fazer a prece, depois eu vou falar bom dia para todo mundo. Pode ser? Hoje eu vou fazer um pouquinho diferente do que a gente costuma. Mas primeiros primeiro vamos à prece, depois eu dou todos os bons dias. Ao apelo do divino mestre. Bondade

a para todo mundo. Pode ser? Hoje eu vou fazer um pouquinho diferente do que a gente costuma. Mas primeiros primeiro vamos à prece, depois eu dou todos os bons dias. Ao apelo do divino mestre. Bondade ao apelo do divino mestre, recomendando-nos ser desperfeito, evitemos a indesejada resposta da aflição. Ninguém pode trair os princípios de sequências que governam a natureza. E o tempo, o tempo será sempre o patrimônio divino, em cujas bênçãos alcançaremos as realizações que a vida espera de nós. Antes de cogitar da colheita, adentamos a sementeira, antecipando a construção do teto da nossa casa espiritual. No aprimoramento que nos cabe atingir, edifiquemos os alicests possibilidades humildes, erguendo sobre eles as paredes da renovação, a fim de não nos perdermos no movimento vazio. Iniciemos a perfeição do amanhã com a bondade de hoje. Ninguém é tão deserdado no mundo que não possa começar com êxito necessário. Não entes curar o enfermo de um momento para o outro. Sede-lhes algumas gotas de remédio salutar. Não busca regenerar o delinquente. A rudes golpes verbais. auxilia-o de algum modo, oferecendo-lhes algumas frases de fraternidade e compreensão. Não procures estabelecer a verdade em um gesto impetuoso de esclarecimento espetacular, acreditando desfazer as ilusões de muitos anos em um só dia. obra do reajustamento moral com os teus pequeninos gestos de sinceridade à frente de todos. Não suponhas sejas possíveis a milagrosa transformação de alguém no caminho empedrado da crueldade ou da ignorância. Faça algo que possa servir de plantação inicial de luz no espírito que te propões reformar. E ainda em se tratando de nós. Não julgue sejas fácil converter nossa própria alma para Deus. Num instante rápido, trazes conosco vasto acervo de sombras e precisamos de serenidade e diligência para desintegrá-las pouco a pouco ao preço de nossa própria submissão. A ti, Senhor, que nos rege os destinos. Se realmente nos dispomos à aceitação do ensinamento do divino mestre, usemos

diligência para desintegrá-las pouco a pouco ao preço de nossa própria submissão. A ti, Senhor, que nos rege os destinos. Se realmente nos dispomos à aceitação do ensinamento do divino mestre, usemos a bondade em todos os momentos da vida. Bondade para com o próximo, bondade para com os ausentes, bondade para com as nossas nossos opositores. Bondade para com todos. que nos cercam. A bondade é a chave de que? simpatia e conhecimento, com que descerraremos a passagem para as esferas superiores. Com ela seremos mais humanos, mais amigos, mais irmãos, a vencermos assim com a bondade, por norma de ação, retificando em nossa estrada os aspectos e experiências que nos desagradam na estrada dos outros. E deste modo, estejamos convictos de que o sonho sublime de nossa aperfeiçoamento encontrará em breve futuro, plena concretização na vida eterna. Emanuel, é isso, né? A gente não pode ter eh querer obrigar ninguém a mudar, não pode forçar ninguém a pensar como nós mesmos. E neste ano de eleições no Brasil, vocês vão me ouvir falar nisso até se vocês não aguentarem mais. Não podemos transformar questões político-partidárias em motivo de desavença, de raiva, de sentimentos ruins com as outras pessoas. Cada um decide em quem vai votar por si próprio. Por isso que voto é secreto. Você pode fazer propaganda do seu candidato, pode, mas seja respeitoso com todo mundo. Não desrespeite as pessoas por conta de político, política partidária, sabe? Porque depois eles todos os políticos pelos quais as pessoas brigam, se ofendem, rompem relações, eles vão tudo pro mesmo bar tomar whisky. Desculpa, mas é exatamente isso que acontece, sabe? A hora que eles precisam negociar, eles vão sentar na mesma mesa e vão tomar o ISC junto, um vai pagar pro outro, inclusive. Então, não deixa, não perca o trabalho todo que você teve no evangelho para se alinhar ao evangelho, para caminhar junto com o evangelho por conta de eleição, né? E arrumar uma confusão que pode durar, sei lá, quantas décadas. Não vale a pena.

que você teve no evangelho para se alinhar ao evangelho, para caminhar junto com o evangelho por conta de eleição, né? E arrumar uma confusão que pode durar, sei lá, quantas décadas. Não vale a pena. Vocês concordam? Não vale a pena. Muito bem, vamos lá. Tá cheio de comentário aqui. Adoro, adoro a obra. Muito bem. Bom dia, Verônica. Bom dia. Muito obrigada por ser membro de um canal espírita, querida. Agora apareceu um solzinho. Tá tudo bem o som aí para vocês? Tá tudo certo? Verônica, muito obrigada por ser membro de um canal espírita. Isso ajuda muitos canais, colabora para que eles possam se sustentar, né, e manter a boa qualidade eh na transmissão para vocês. Bom dia, Terezinha, muitas bênçãos para todos nós. Tá calor aí em Brasília, Terezinha, bom dia, Maria Ferraz. Ei, Maria Ferraz, Maria acorda cedo, né, para falar com a gente, hein? Bom dia para você, querida. Bom dia, Pedrux. Bom dia, Patril Lux. Bom dia. Quartou com alegria. Quartou com alegria. Lá. Likes, likes, likes, likes. Bom dia, ministro. Bom dia, Pauluc. Bom dia, Terezinha querida. Não é linda a música? Essa música é maravilhosa. Eu vou aprender a cantar, inclusive. Oi, Dolores. Bom dia. Amanheceu pensando em Jesus. Não é, não é. Tem a gente, eu não sei como é que é com vocês, mas comigo acontece isso ou aconteceu isso. Quando eu tô bem, eu já acordo com uma música na cabeça, sabe? Eu acordo, né? Às vezes, agora eu ando lembrando dos meus sonhos. Olha que interessante. Eu tô lembrando dos meus sonhos. Eu não sei muito bem o que eles significam ainda, mas que eu tô lembrando, eu tô. Mas em seguida já pens lembro de uma música e já começa a cantar olá, porque aí o ambiente já muda, né? O ambiente muda. Ah, muda. Nem música muda o o nosso ritmo cardíaco, inclusive. Pai amado, 4 de fevereiro, um ano de congresso RC. Nossa. Nossa, Patrícia. Tem um ano. É mesmo. Puxa vida. Um ano que eu abracei a primeira vez e única vez. O nosso amigo Munir. Beijos para você, querida. Orça. Ah, bora lá. Bom dia, Rosiane, querida. Paz

sa. Nossa, Patrícia. Tem um ano. É mesmo. Puxa vida. Um ano que eu abracei a primeira vez e única vez. O nosso amigo Munir. Beijos para você, querida. Orça. Ah, bora lá. Bom dia, Rosiane, querida. Paz e luz para nós todos, meu bem. Dolores, bom dia. Não é, a gente passou janeiro aqui meio que afastado das telas, né? Porque nós estávamos com a nossa as nossas personalidades. E não é gostoso ver como cada pessoa interpreta e entende diferente o o Bom Dia Café e as efemérides. É muito legal isso. É muito legal mesmo. Oi, Thago. Bom dia, querido. Eliamar, meus amor, bom dia. Bom dia. Bom dia, Dolores. Eurídice, Eurídice, bom dia. Vi sua figueira chique, hein? Ela tá aqui, ó. Vou levantar ela, ó. Essa é meu meu pezinho de figo, gente. A louca das plantas. Hum, é verdade. Eu que você tá fazendo acordada essa hora da manhã. Olha, fiquei preocupada agora. Oi, Lu. Bom dia, querida. Bem-vinda. Bom dia, Café. Bom dia. Ó lá, cumprimentando todo mundo, todos os Luxs, a família Lux. Bom dia, Marilda. A Marilda manda umas mensagens nos grupos, uma mais linda que a outra, mas a de hoje também foi. A de hoje é uma coisa, se der tempo eu leio, porque hoje tem tanta coisa para falar com vocês, tanta coisa que eu acho que não vai dar tempo. Estrelux. Jairux fala, escreve desse jeito. Estrelux. Ai, Olguinha, bom dia. Antonieta, bom dia, meu bem. Chile e Petre, bom dia, querida. Bom dia, estudante Marilda Lux. É verdade, não é? Eu de verdade, gente, eu tenho um tem umas coisas que eu olho as pessoas fazendo eu, eu sinto inveja, mas inveja nesse sentido de puxa vida, eu queria fazer isso também, mas eu não tenho coragem de começar uma faculdade. Então aí eu acho mais fantástico ainda quem consegue, sabe? Não é fantástico você ver uma pessoa fazendo aquilo que você não dá conta de fazer. Eu fico encantada. Eu falo: "Nossa, que beleza, né? Assim seja." É isso aí. Xarazinha, bom dia. Você sentiu ele daí? Xá, olha a reforma da casa ao lonstrução, né? Eles estão construindo. Derrubaram a casa inteira da dona Lourdes e do seu

ue beleza, né? Assim seja." É isso aí. Xarazinha, bom dia. Você sentiu ele daí? Xá, olha a reforma da casa ao lonstrução, né? Eles estão construindo. Derrubaram a casa inteira da dona Lourdes e do seu Domingos. E agora eles estão, agora não, né? Eles vão daqui a pouco a gente que eles já vão pro acabamento. Deus nos ajude. Mas não tem jeito, né? Não adianta a gente querer eh reclamar, porque pensa bem, como é que você vai fazer uma obra sem fazer barulho e sem fazer poeira? A gente não consegue fazer isso na casa da gente, então não dá para exigir que o vizinho faça uma construção sem barulho e sem poeira. Não tem como. Tem umas coisas que até dá para reclamar, mas o geralzão tem como, gente, não tem como. Então é é aguentar. Aí passa a semana inteira com as janelas tudo fechada e aí quando chega final de semana elas não fecham nunca. Pode até cair o maior temporal. As janelas estão tudo aberto. Ai ai, faz parte. Tem muito jeito. Terezinha, ontem fui à colação de grau do meu neto debaixo de muita chuva e hoje está chuvoso também. Ah, puxa vida. Mas é bom que chove, né? É bom que chove porque assim a gente tem água, né? No período da estiagem, sabe? Então eu não reclamo, não. Deixa, deixa eu chover. Ah, deixa a chuva molhar. Não é para rir. Você é santa mesmo. Eu já teria martelado dentro do vizinho que poderia esperar 40 minutos para fazer barulho desse lado da obra. Santa. Não sou santa não. Já dei umas broncas aqui. Mas não por causa do barulho, gente, por causa do barulho e nem da poeira. Não dá. Tem jeito. Lúcia, bom dia. Amor e luz para você também, querida. Lúcia. Não vou conseguir falar, né? Você sabe que eu vou tentar. Luciane. Ah, é Luciane, né? Não é Lúcia. Luciane, não vou conseguir. Deixa para lá, né? Eita, saudade da boa do nosso Munir. Suspirei junto aqui. Pois é. Pois é. Ele acha que ele passa por aqui ou ele dá uma chega mais perto porque dá uma uma emoção, né? E aí eu não aguento. E é engraçado, gente, porque assim, ó, eu encontrei o Munir fisicamente uma vez.

is é. Ele acha que ele passa por aqui ou ele dá uma chega mais perto porque dá uma uma emoção, né? E aí eu não aguento. E é engraçado, gente, porque assim, ó, eu encontrei o Munir fisicamente uma vez. exatamente no congresso do Renovando Consciências, mas a gente se via com muita frequência segundas-feiras para fazer o evangelho no lar. E olha só que conexão profunda que criou, né? Porque ele se aproxima, ó, e eu não aguento a remoção, sabe? Eu não aguento. É muito bom, né? A gente poder criar laços amorosos com o maior número possível de pessoas. Porque isso contamina mesmo. É a palavra que eu quero usar. contamina tudo. contamina tudo, porque você vai se relacionando positivamente com mais gente, com mais gente e e vai se vai criando esses laços que são tão tão gostosos, né, de pensar na pessoa e falar: "Nossa, o fulano, oxe, a gente fez tanta coisa bacana". Aquilo é uma vibração que sai de você, chega até a outra pessoa, mas que nesse caminho vai, né, sendo distribuída sempre para muita gente. Isso não é uma maravilha. Essa é aí que entra aquela frase de Jesus: "Vós sois deuses". Porque nós somos capazes de fazer essa distribuição de coisas boas para todo mundo. Espetáculo. Mair São Carlsse, bom dia, querida. Pedrux, quando fazemos reforma interna, o barulho ainda maior. É verdade. Tem razão, tem razão, tem razão, tem razão. Bom, hoje não tem aniversariante, não achei nenhum aniversariante aqui. Eu vou fazer o seguinte, eu vou dar que eu faço? Não, acho que eu vou colocar o nossas histórias primeiro e depois nós vamos falar sobre as efemérides e sobre notícias, ótimas notícias que vem por aí, sabe? Então vocês segurem aí porque esse o de hoje é o penúltimo capítulo com o Cléber. Vocês estão com os lencinhos? Seg, pega aí o lencinho. Segundo lencinho aí, porque vem história. Vem história da boa. Da boa. Vai começar mais um episódio de nossas histórias, a série Nossas Histórias com conversas entre dois jornalistasosos da vida dele e eu da minha, mostrando que toda história merece ser contada

. Da boa. Vai começar mais um episódio de nossas histórias, a série Nossas Histórias com conversas entre dois jornalistasosos da vida dele e eu da minha, mostrando que toda história merece ser contada como uma celebração de aprendizado. Desculpa aí que eu errei aqui alguma coisa. a nossa estrada. Vai ali na playlist, aqui nesse mesmo canal e veja os episódios anteriores, porque as histórias são ótimas. É um por semana. Vai acabar logo, hein? Vai acabar logo. Nós já estamos até com saudade. E por conta disso, vem para cá, Cléber. Tudo bem aí? >> Tudo bom, Estelinha? Tudo bom com você que tá em casa? Bom dia, boa tarde, boa noite pros notívoros como eu. Boa madrugada. Tudo bom, Estelinha? >> Tudo tranquilo, tudo calminho. >> Passou bem a semana, >> graças a Deus, tudo sossegado. >> Vamos inverter hoje. Vamos. >> Começa, começa você fazendo sua autodescrição. >> Tá bom. Essa semana eu não vou errar, até porque eu já me expliquei a semana passada. Eu estou com a com o fundo aqui, é um banner, né, que é o banner do viver sem preconceitos, que é o campo de giraçóis com o sol resplandecendo atrás. Eu não sei se é um se é o sol nascendo ou o sol se pondo. É, mas é um sol bem bonito atrás. A luz do sol bem bonita, com campos de girassol. Eu sou o Cléber, eu uso óculos, um óculos redondinho. Eu estou com uma camisa preta. Do CC para variar um pouquinho. Eu tenho outra 2 CC que eu acho que eu já usei aqui, mas era uma cinza. Tenho o cabelo, tô com cabelo bem curtinho, cortei agora. Ã, uma barbichinha branca, branca, branca, branca com E é isso. Tem mais alguma coisa? É o cabelo curto, né? Isso. O cabelo meio grisalho, meio Quando você vê na tela aí não parece muito grisalho, mas eu tô bem grisalhinho já. E é isso. >> Quase pintando a barba. >> Quase barb. Quase. >> Eu sou a Estela. >> Sou uma mulher de 60 anos, branca, cabelos grisalhos, bem grisalhos, curtinha também. Também uso óculos de aro arredondado. Tô com batom, né, e uma camiseta que tá escrito espírito, espírito por natureza.

uma mulher de 60 anos, branca, cabelos grisalhos, bem grisalhos, curtinha também. Também uso óculos de aro arredondado. Tô com batom, né, e uma camiseta que tá escrito espírito, espírito por natureza. Ó >> lá, espírito por natureza. Ela é bege e eu estou no quintal da minha casa. Então, tenho várias plantas aqui ao meu redor. Lindinho, qual é a história de hoje? Porque olha, foi uma história fantástica atrás da outra, hein? >> Qual que é a boa de hoje, Clé? >> Então, hoje vai ser uma coisa um pouquinho diferente. Eu já falei de Eu já falei de milagres, eu já falei de viagem. Hoje eu vou contar uma história um pouva até pensando nisso, né? >> Você já contou até de aventura de de Ana Jones também. >> E de Ana Jones já já contei histórias espirituais. Eh, hoje vai ser uma história, como que eu posso? De fé. Mais do que uma, é uma história diferente, mais do que uma história de religião, é uma história de fé. Eu não vou falar qual é, em que em que templo isso aconteceu, em que religião isso aconteceu. Aconteceu dentro de uma igreja, mas eh eh é é onde eu tive a minha formação religiosa, que é a religião do meu pai e da minha mãe, né? Apesar de ter tido toda a minha formação religiosa dentro desta igreja, eu não segui por esta igreja, não me batizei nessa igreja. E hoje, se eu fosse me classificar ou me colocar como um um uma pessoa que segue uma religião, eu diria que eu sigo o espiritismo mais do que qualquer outra. Apesar que eu me acho uma pessoa bem ecumênica, não sei se é esse o nome que eu posso dizer, né? Eu eu tenho um pouco de eu acredito em várias religiões. Eu acho que todas elas é é uma coisa que eu já escrevi há uns 20, 30 anos, 40 anos atrás, acho que uns 40 anos atrás, sempre não, uns 35 anos atrás. menos. Eh, eu acho que toda religião que leva a Deus, ela deve ser deve ser respeitada. >> Exatamente. >> E ponto final. É isso. >> Então essa aconteceu essa essa isso que aconteceu aconteceu dentro de uma igreja e ela tem a ver um pouco. Olha, você que tá em casa, eu e a Estela não sabemos,

xatamente. >> E ponto final. É isso. >> Então essa aconteceu essa essa isso que aconteceu aconteceu dentro de uma igreja e ela tem a ver um pouco. Olha, você que tá em casa, eu e a Estela não sabemos, mas você que tá aí assistindo a gente, se por acaso eu já contei essa história, manda um recadinho. Ô Cléber, você tá ficando gagá, você já contou essa história? Entendeu? Eu acho que não. Eu acho que eu não cons ela também não vai lembrar >> porque eu vou gagar também. Ué. >> Então eu vou contar essa história. Talvez eu tenha contado alguma coisa dela, como todas as as histórias da vida, então elas vão se entrelaçando em algum momento, né? Então, talvez eu tenha contado alguma coisa dessa história aqui. Eu, se eu não contei nos bastidores, eu devo ter conversado com a Estela. Então, talvez tenha ficado no meu subconsciente isso que é o seguinte, essa história se passa, uma história de fé e vocês vão entender porque lá no final eh ela se passa dentro de um templo religioso, né? E quem é quem for, eu até vou falar algumas palavras aqui, talvez para as pessoas se identificarem. Quem é desta fé vai se identificar. Eh, eu frequentava essa igreja um dia, um determinado dia da semana, eu sempre ia lá, porque assim, até porque eu fui, eu fui criado, a minha cultura religiosa infantil, a minha as minhas primeiras memórias religiosas são dentro dessa religião, né? Porque meu pai e minha mãe eram de lá e me levavam lá quando eu era pequeno. Então, eu tenho essas memórias, né? Então eu tenho esse afeto ainda por essa por essa religião. Então eu frequentava lá e eu gosto muito da forma como eles falam da palavra de Deus ali dentro. E eu frequentava. Aí um belo dia eu resolvi levar o Lucas, né? Meu filho, ele tinha na época, a Gabriela era recém-nascida, então o Lucas devia ter por volta de uns 8 anos. 8 8 e5 mais ou menos. Torno de 8:30. A Gabriela devia ter uns 6 meses e o Lucas uns 8 anos e meio. E eu levei o Lucas lá e deixei a Gabriela com a Odet em casa, né? Ficaram as duas lá em casa e eu fui

8 8 e5 mais ou menos. Torno de 8:30. A Gabriela devia ter uns 6 meses e o Lucas uns 8 anos e meio. E eu levei o Lucas lá e deixei a Gabriela com a Odet em casa, né? Ficaram as duas lá em casa e eu fui para lá. E esse essa era uma época e assim eu já isso eu já falei aqui, Estela, até você já me deu uma bronca uma vez para eu falar isso, né? Eh, eu me acho uma pessoa extremamente abençoada e eu me acho tão abençoado que eu às vezes fala nada, hein, Estela, nem me acho tão merecedor de tantas bênçãos. Mas a Estela já disse que eu sou merecedor e que eu tenho que pensar que, né? Mas é uma forma meio de brincar as pessoas não é, senão as bênçãos não teriam acontecido, né? >> Exatamente, né? Mas é que eu sou tão, me acho tão abençoado que às vezes falam assim: "Poxa, o que que Deus quer de mim? Que que ele vai me cobrar lá na frente, né?" E eu sempre tive isso, isso que eu eu tô meio brincando com a Estela, mas é verdade. Eu sempre pensava assim, gente, um pode ser que uma hora Deus me cobre, né? Pode ser. Eu pensava mesmo, né? Não tô mentindo não. E aí levei o Aí voltando, levei o Lucas nesse dia a essa igreja e estamos lá. E aí a igreja, nessa igreja, ela tem eh os hinos que ela toca lá e aí tem alguns testemunhos e aí as coisas vão acontecendo até o momento que tem a palavra, né? E a palavra não é algo prédeterminado, não é algo que já vão para lá, né? pensado. A palavra do dia vai ser essa. Não. Uma das pessoas da que tem ali na igreja, tanto a pessoa que tá lá na frente, né, no púlpito ali falando, como alguma das pessoas que ficam ali na frente com ele, qualquer uma dessas pessoas pode sentir que é o momento de falar a palavra. E aí essa pessoa fala: "Olha, a palavra vai ser comigo hoje". A pessoa vai, pega a Bíblia e fala: "Olha, Mateus 11:18 e pede para todo mundo abrir a Bíblia naquele naquele momento e ele fala a palavra ali e aí ele explica depois o que é aquilo, né? E por isso, inclusive, eu sempre falo pro meu pai isso, né? que eu vejo um uma ligação muito forte entre essa

quele naquele momento e ele fala a palavra ali e aí ele explica depois o que é aquilo, né? E por isso, inclusive, eu sempre falo pro meu pai isso, né? que eu vejo um uma ligação muito forte entre essa religião e o espiritismo, porque eh eles dizem, né, que é o Espírito Santo quem dá a palavra. E eu vejo ali para quem já para quem já frequentou o o Espiritismo também que tem uma ligação que nem por o Espírito Santo, por que não um espírito levou essa palavra, por que não um espírito transmitiu isso, né? E então, mas anyway, não é não é essa questão. Aí falou a palavra, depois que ele que ele ele lê, ele explica e na explicação ele começa a falar o que pode acontecer ou o que já aconteceu e por que ele tá dizendo aquilo. E aí ele vira e diz assim, ele começa a falar, falar e para. Ele para, depois que ele já leu, já tá explicando, ele para e diz assim: "E Deus está me dizendo que a essa palavra assim, sei lá, umas 300 pessoas na igreja, que esta palavra vai para você que não é desta graça e que hoje trouxe o seu filho aqui pela primeira vez. Isso a gente costuma chamar de mediunidade. >> Por isso que eu falo que existe uma ligação. Por isso que eu não quero falar o nome da porque eu não quero, não quero ofender ninguém, sabe? As pessoas podem podem considerar uma ofensa mesmo que eu não acho que é. >> É, podem se sentir ofendidas. Não tem. >> Exatamente. Então eu prefiro não falar. >> É o nosso é o nosso entendimento sobre a situação. >> Exato. Estela. Eu concordo. Tanto é que eu falo pro meu pai, eu vejo uma ligação de uma religião com a outra, né? Mas anyway, não é o não tô aqui para para fazer esse tipo de de relação nada. E aí o que acontece? Ele disse isso. A palavra vai para você hoje. Não teve mais. A palavra vai para você hoje que que não é desta graça, que trouxe o seu filho aqui hoje pela primeira vez. e que deixou a sua esposa com a sua filha pequena na sua casa. >> Só não disse seu nome. >> Só não disse o meu nome. Aí eu fiquei imaginando, Estela, quantas pessoas ali

o aqui hoje pela primeira vez. e que deixou a sua esposa com a sua filha pequena na sua casa. >> Só não disse seu nome. >> Só não disse o meu nome. Aí eu fiquei imaginando, Estela, quantas pessoas ali dentro que não são batizadas pela religião, que não são dessa graça, que estão levando o filho lá pela primeira vez, de novo eu. E que a deixou a mulher e a filha pequena em casa. É porque vamos combinar, ele podia, ele podia ter visto você lá com seu filho, como ele é o pastor ali, o orientador, o o padre, enfim, >> ele ele deve conhecer as fisionomias, né? Ele pode não saber o nome de todo mundo, mas ele bateu o olho e viu você lá que é diferente, que não é normal, que não é da casa. E aí ele concluiu que você tava aí ali pela primeira vez, talvez, e pela primeira vez do seu filho também. Mas aí saber que você deixou a sua esposa com uma filha pequena em casa, aí já não dá, né? Aí já não dá, >> não dá. Então e aí aí aí e aí aquele negócio, né? Eh, eu eu frequentava lá, então eles já me conheciam. Aí você, aí as pessoas poderiam falar: "Ah, mas você pode ter comentado em algum momento da sua esposa, da sua filha, do seu filho?" Não, eu nunca, eu não, eu não, eu não conhecia ninguém. Eu não conversava com as pessoas, eu sempre chegava em cima da hora e saía correndo de lá, porque eu tinha que pegar carro longe, ir para casa. Então, eu não conversava, eu não conhecia as pessoas e eu não sou de falar da minha família. frequentador e frequentador esporádico clássico, né? Hora depois que acabou. É vez >> uma vez por m por semana ou uma vez a cada 15 dias. Então não tinha como saber da minha vida. Ninguém sabia da minha vida ali. Então não tinha como. Ah, do Lucas eles poderiam ter arriscado. Tipo assim, esse cara vem sempre, nunca trouxe esse essa criança, então trouxe hoje. Legal. Adivinharam? Mas e a mulher, a filha pequena em casa, né? Aí continuaram falando, né, da mulher pá pá e falou toda a palavra, foi muito bonito, fiquei emocionado, tal. E ele falou assim: "Você

Legal. Adivinharam? Mas e a mulher, a filha pequena em casa, né? Aí continuaram falando, né, da mulher pá pá e falou toda a palavra, foi muito bonito, fiquei emocionado, tal. E ele falou assim: "Você é uma pessoa, Deus está me dizendo a palavra que é para você, que é para você guardar isso para sempre. Você é uma pessoa que se cobra muito e fica sempre se perguntando o que que Deus quer de você, né? Deus não quer nada de você material. Deus está dizendo que a única coisa que ele quer de você é a tua fé, porque você é um homem de muita fé. Então, Deus tá dizendo que o recado hoje é para você por causa disso, porque ele quer a tua fé. E mais, você fica tranquilo, porque aquela mulher e aquela menina, aquela filha que estão na sua casa, elas estão protegidas porque Deus colocou um anjo na porta da sua casa para proteger você e tua casa e tua família. E aí, Estel? Você fica chocado, entendeu? E você tem certeza que é com você, mas eu sou falho, né? Passou, fui para casa, conversei com Aldet, falei, achou super bonito, tal, tal, tal. Passei aquela semana toda, né, né? Puxa vida, olha, Deus falou comigo, Deus falou comigo, Deus quer a minha fé. Pá, pá, pá. Segunda semana eu começo a falhar. Será que foi comigo mesmo? >> Porque veja bem, aí começa aquelas indagações que eu já te falei lá. Eles podiam ter chutado que eu, né, me vem sempre lá. Nunca viram o Lucas. Chutaram que era a primeira vez que eu tava levando o Lucas. Mas Cléber e a mulher e a filha em casa, não sei, de repente chutaram e vai que tem outro lá dentro. Aí começa aquela tudo bem. Aí passei a segunda semana um pouco com isso na cabeça. Aí falei: "Acho que não será?" Anyway, passou uma semana, iso quarta-feira, então passou uma semana, quarta, mais uma semana quarta, eu já com essas dúvidas na cabeça, na quinta-feira eu tinha, tava tendo uma feira da de uma dessas, desses grandes magazines ali no Enbi. E eu combinei com Aldet, pô, vamos lá, tá tendo aquele ferão de de eletrodomésticos lá, tal, vamos dar uma

-feira eu tinha, tava tendo uma feira da de uma dessas, desses grandes magazines ali no Enbi. E eu combinei com Aldet, pô, vamos lá, tá tendo aquele ferão de de eletrodomésticos lá, tal, vamos dar uma olhada lá. Ah, vamos, né? Eu fazer o seguinte, eu passo em casa por volta de umas 5 horas, 4:30, 5 horas e pego vocês aí. Ah, tá bom. A sua mãe tá aqui. Ah, ela falou para mim, né? Sua mãe tá aqui. Ela fica com a Gabi. Tá bom. Então, pego você e o Lucas. Cheguei em casa, parei, o, liguei, tô indo. Parei o carro em casa, dei uma buzinadinha. Eu eu morava num um assobradado, não era um sobrado, era o assobradado que é aquele que a porta eh pra rua, porta na rua, você abre e sobe uma escada, né? Direto. A porta dá para uma escada que você sobe e são dois apartamentos em cima, né? E eu morava num desses apartamentos e a porta fica paraa rua. Aí eh, tava garoando, eu buzinei, abri a porta da a porta, abri e voltei pro carro. Voltei pro carro, entrou o det, veio minha mãe com com sombrinha tal, com para tal, tava uma garoa forte e tal, uma ve com sombrinha, entrou, entrou a detet e o Lucas no carro, minha mãe subiu, vamos embora. Isso era umas entre 4:30 e 5 horas da tarde. Aí saiu, logo parou de chover, não era nem chuva, era uma garoazinha. Aí fomos lá pro Abi, aqui em São Paulo, a zona norte. Ah, ficamos lá até umas 10:30, 11 horas da noite. Saímos de lá, bora, bora lá. E voltando, quando tava chegando perto de casa, eu falo para Odet assim: "O Det, eh, pega a chave de casa. Já pega a chave de casa da tarde, né?" Aí você entra correndo, abre a garagem, que chega a entrar por essa porta. Na frente era uma escada, do lado esquerdo era uma outra porta onde você entrava e abria a garagem por dentro, que era uma porta de essas portas de correr, essas portas de aço, né, para que sobe, porque essas portas que sobem. E falei, você entra correndo, tira, né, e abre a a garagem para eu guardar o carro, porque tarde já era umas quase umas horas, umas umas 11 e pouco já, 11, sei lá, 11:30.

orque essas portas que sobem. E falei, você entra correndo, tira, né, e abre a a garagem para eu guardar o carro, porque tarde já era umas quase umas horas, umas umas 11 e pouco já, 11, sei lá, 11:30. E falei: "Você abre?" Ela: "Não, eu não tô com a chave". Falei: "Claro que tá". Ela falou: "Foi você que abriu?" Falei: "Sim, só que eu abri e saí correndo pro carro. Alguém tinha que fechar a porta para minha mãe. Aí falou: "Não, eu deixei tua mãe fechar a porta". Falei: "Dete do céu, você deixou a chave na porta. Imagina numa avenida. A gente morava num lugar que não era é uma rua, mas é como se fosse uma avenida. O tráfego ali muito, tem padaria, tem mercadinho, tem tinha farmácia, um monte de comércio. Então assim, o lugar transita muito a gente, né? E de todo de tudo quanto é jeito, né? Tem gente boa e gente que não é boa, como todo lugar. Jedete do céu, você deixou a chave na porta. Ela não, não deixei. Aí o sangue, o coração já disparou, né? E aí eu já acelerei o carro. Quando eu chego na esquina, eu moro, essa casa morava, esse prédio era numa esquina, né? Eu quando eu cheguei na na outra esquina que que dava para para pra minha, eu olho assim, sem brincadeira, Estela. Eu olho pra minha porta, eu vejo um brilho na porta, eu viro e a chave tava lá colocada na porta. das 4:30 da tarde às 11:30 da noite, a chave ficou lá e ninguém pegou, ninguém mexeu. E aí a gente não acreditou, né? Tipo, gente, que mesmo que alguém desconfiasse que tinha gente aí, ia pegar a chave, entendeu? Passou tanta gente aqui o dia inteiro. Ou então alguém ia tocar a campainha para avisar que a chave tava do lado de fora. Não, ninguém viu a chave. Você sabe por quê? >> Porque tinha um anjo na porta da sua casa, um anjo na porta da minha casa >> enviado por Deus para proteger sua família. >> E não deixou as pessoas verem a chave. Então isso acredita quem quiser, entendeu? É, isso aconteceu comigo, né? É o que é o mesmo caso que eu falo, Estela, da minha hér de ato. Como que ela assumiu? Hneia de ato? Qualquer um de vocês tá

e. Então isso acredita quem quiser, entendeu? É, isso aconteceu comigo, né? É o que é o mesmo caso que eu falo, Estela, da minha hér de ato. Como que ela assumiu? Hneia de ato? Qualquer um de vocês tá assistindo aí a gente. Eh, pesquisa, foi lá, dá um Google. Como se cura hérneia de cirurgia? Eu não fiz cirurgia e ela sumiu. >> Mas essa história a gente já contou, eu lembro disso. Deata. Então se quiser por isso que eu tô dizendo, para quem já viu, é a mesma coisa, gente, >> tem que voltar, tem que voltar lá na playlist para para ouvir a história da Hern de Ao que é muito legal também. Então assim, Estela, aí é assim, eh eh porque eu acho que que Deus quis me dar uma uma resposta por Ah, você não tá acreditando naquilo, Cléber? Você tá duvidando? Porque eu passei a segunda semana duvidando. Eu passei duvidando de uma coisa que era muito clara, era 100% clara. Eu não sei porque eu duvidei, mas eu duvidei. E aí veio a resposta na mesma semana. Aí eu nunca mais duvidei. >> Mas é isso, cada um de nós tem a sua experiência, né, para acreditar. Mas você tem que estar disponível, que é a história do olhos de ver e ouvidos de ouvir. >> Exato. >> É a disponibilidade de entender o que está sendo, qual é a mensagem que tá sendo enviada e entender que é para você, né, e não para os outros. >> E isso vem de vários de várias formas, né? vem pelo pelo líder religioso numa numa assembleia de 300 pessoas, 400 pessoas e que tá falando para você. Podia tá falando com outros também na sua mesma condição. Podia, mas isso diminui o quê? A mensagem. Nada. >> Nada. Exatamente. >> Não diminui nada a mensagem não muda a mensagem. E aí, por que que Deus escolheu você para colocar um anjo na porta? Ele não escolheu. Ele faz isso com todos nós. A gente é que não quer ou não tem, não mantém olhos de ver e ouvidos de ouvir. Sempre tem alguém protegendo a gente, sempre tem. Mas a gente precisa estar atento para isso, disponível para isso. E mais do que isso, Cléber, a gente precisa est disposto a entender o que é

e ouvir. Sempre tem alguém protegendo a gente, sempre tem. Mas a gente precisa estar atento para isso, disponível para isso. E mais do que isso, Cléber, a gente precisa est disposto a entender o que é que Deus quer da gente e ser ferramenta dele em todas as situações. quando a gente tá trabalhando, quando a gente tá dirigindo, quando a gente tá conversando com a família, quando a gente tá fazendo, gravando um podcast, quando a gente tá fazendo qualquer coisa, porque qualquer coisa é pode ser e deve ser um uma ferramenta de Deus falando com as outras pessoas. O que nós dois estamos conversando aqui, o que nós temos conversado durante esse tempo todo, essa é a nossa esperança que toque os outros, né, para as outras pessoas perceberem como a vida e a história deles também vale a pena ser contada, porque toda história vale a pena ser contada, não é isso, Cléber? >> Exatamente. Toda história vale a pena ser contada. E aí o que era aparentemente um trabalho ou uma ideia bacana de de um jornalista, eh, vira uma ferramenta de Deus. É, e legal, Estela, você falar isso, porque essa semana eu eu marquei, mas eu não eu não anotei. Eu apenas peguei a a mensagem e repliquei em algum alguma conta, não sei se paraet ou para Gabriela, mandei para alguém que é uma pessoa falando exatamente isso, falando das histórias das pessoas comuns, tá? Mas ele usou uma frase, ele disse, gente, é isso, é é aquilo que eu sempre digo, toda a história vale a pena, entendeu? Então assim, mas esse cara fala de uma de uma maneira muito mais sóbria do que a minha. Ele tem um uma coisa mais didática, uma coisa que falei, gente, é isso. É, eu vou eu vou ver se eu pego paraa semana que vem, se eu consigo achar e eu trago aqui o que foi, o que que foi que esse esse acho que foi um filósofo que falou isso, né? o um psicólogo, alguém que tava dando uma palestra e falou sobre as histórias das de pessoas comuns e foi muito legal. Eu peguei na aula, tava correndo, eu só mandei para um para alguém, falei: "Depois eu pego". E aí depois acabei

a dando uma palestra e falou sobre as histórias das de pessoas comuns e foi muito legal. Eu peguei na aula, tava correndo, eu só mandei para um para alguém, falei: "Depois eu pego". E aí depois acabei esquecendo. Mas eu lembrei disso agora você falando >> falando falando da lição de casa que o Cléber designou para ele mesmo, nós vamos voltar a semana que vem. Não, antes de dizer para vocês que a gente continua aqui esperando que você também mande as suas histórias para nós, que elas vão ser exibidas logo em seguida desta dessa série. E nós estamos aqui na expectativa, viu? Esperamos de verdade que você mande sua história pra gente, não é isso, Cléber? Ah, você precisa dar mais um recado. >> Isso é que é o seguinte, Estelinha. Eh, a estar já falou aí que estamos, né, na na reta final aí. Eh, essa primeira temporada nossa aí termina no próximo episódio, né? Teremos 12 e mas a gente pretende continuar depois. Então, continue enviando suas histórias, né? a gente vai passar, a gente vai mostrar aqui, a gente vai conversar com vocês. Mas é isso, né? Já dá um pequeno spoiler aqui e eu não posso esquecer a semana que vem de trazer essa essa essa frase que eu ouvi, mas é isso, continue enviando suas mensagens pra gente, suas histórias para nós. >> Isso mesmo. E acessem lá o site eh Viver Sem Preconceitos. para conhecer o trabalho de lá. Tá bom? A gente volta, a gente volta então a semana que vem aqui para conversar mais uma vez com vocês. >> Um abraço para todo mundo. >> Um beijo, gente. Até a semana que vem. Boa semana para vocês. Fiquem com Deus. E isso acontece com todos nós, né? quando a gente tá eh conectado e disposto a ouvir. E é muito interessante porque eu ontem fui dormir e acordei hoje também com uma dúvida profunda aqui na minha cabeça. Será? Será que eu mereço? Será que é isso mesmo? Será que que eu não tô criando coisas na minha cabeça? E aí eu eu, gente, eu preparei eh eu editei esse esse nossas histórias a semana passada já para deixar pronto, né, para não

erá que é isso mesmo? Será que que eu não tô criando coisas na minha cabeça? E aí eu eu, gente, eu preparei eh eu editei esse esse nossas histórias a semana passada já para deixar pronto, né, para não fazer as coisas em cima da hora. E e aí a hora que começou eu falei: "Não acredito que é essa história que ele vai contar hoje, não acredito. Que coisa, né? Sabe?" E aí vem, é justa a história para dizer para mim, mas de novo você tá duvidando outra vez você tá duvidando porque não é a primeira nem a segunda. Não sei se com é com vocês, mas comigo é complicado. É sempre complicado. Ai ai. Deixa eu voltar aqui nos comentários, gente, porque tem vários aqui, eh, pra gente poder falar sobre eles, né? Opa, pera aí, deixa eu tirar o banner que eu esqueci. Eh, nós ainda temos, vamos ter ainda um episódio do Nossas Histórias que é muito legal. Eh, o Cléber já contou algumas histórias muito emocionantes da vida dele, mas a última é a mais emocionante e ela é uma história que ainda não acabou. Então vocês fiquem espertos porque quarta-feira que vem é o último episódio. Não é o mais bonito. Não vou dizer que é o mais bonito porque cada um vai se identificar com com uma história em particular que ele conta, né? Mas a mais emocionante para mim é a da semana que vem. Embora de hoje tenha me causado novas novas novos impactos, não é? Então deixa eu colocar aqui os comentários. Imagine eu que estou do outro lado do Atlântico. Minha alegria e emoção é encontrar todos esses corações queridos que eu falo o tempo todo. Pois é, a Patrícia tá falando de que hoje tá completando um ano que nós fizemos o primeiro encontro do Renovando Consciências ou primeiro congresso. Aí o nome é aquela coisa, né? O nome não importa, gente. Importa que nós fomos para lá, encontramos quase todo mundo, porque obviamente algumas pessoas não puderam ir. O Pedrux, por exemplo, foi um deles que infelizmente não pode ir, mas foi um encontro maravilhoso. Foi muito bom. Foi muito bom. Bom, aí teve essa esse comentário, né,

algumas pessoas não puderam ir. O Pedrux, por exemplo, foi um deles que infelizmente não pode ir, mas foi um encontro maravilhoso. Foi muito bom. Foi muito bom. Bom, aí teve essa esse comentário, né, da Patrícia. Depois teve o Pedro falando, né, o espírito te entregou, te acompanho porque tem valor a repassar, Pedro. Tem mesmo, tem mesmo. E semana que vem eu conto o que que foi que aconteceu, como é que os caminhos foram foram sendo dirigidos para que o Cléber pudesse finalmente exercer aquilo que ele fez. Pode fazer. Não que ele não tenha exercido antes, né? Mas enfim, ele tá, ele atendeu ao chamado, sabe? Ele atendeu ao chamado. Eh, deixa eu tirar aqui. Não, não adianta pitar porque eu não sei que hora que eu vou acabar o Bom Dia Café hoje. Tem muita coisa para falar ainda. Ângela querida, olha, não sei o que é isso. Eu não tenho nem como dizer para você qual é o seu sentimento. Não tenho nem o que dizer para você, além de que nós estamos todos com você, com os nossos corações conectados e desejando que você tenha muita paz e eles também. Sabe que você, como disse uma amiga minha faz muito tempo, ela disse assim: "O que me, como é que era?" Ela dizia para mim, ela disse para mim que o que a a fazia forte de novo, o que a fortalecia, é que ela teve o privilégio de conviver com essas pessoas, sabe? Porque ela também teve uma situação em que várias pessoas da família próx muito próximas tinham desencarnado uma na sequência da outra. Eh, e aí eu acho que essa é uma boa, uma boa maneira de encarar o momento, né? Eh, eu tive o privilégio de conviver com essas pessoas eh como encarnada, sabe? E desenvolver por elas todas um sentimento muito profundo de amor, de gratidão, de entendimento, né, de compreensão. E isso é algo que a gente tem que agradecer. Mas isso não nos tira saudade, né? Não faz com que a gente eh não sinta falta das pessoas. A gente sente falta, a gente sente, chora de saudade, faz parte, né? O que o espiritismo nos ensina é que a gente não deve ter sentimento de revolta,

az com que a gente eh não sinta falta das pessoas. A gente sente falta, a gente sente, chora de saudade, faz parte, né? O que o espiritismo nos ensina é que a gente não deve ter sentimento de revolta, que é muito diferente de sentir saudade, eh, de incompreensão, né, de achar que Deus tá sendo injusto, porque cada um de nós tem seu tempo aqui, né? E se a gente fala tanto que é difícil viver nesse planeta, que é difícil viver nessa época, quem veio, cumpriu o seu período e voltou pro plano espiritual teve essa chance, teve essa possibilidade de voltar antes. A sorte é deles, não é? Que sorte é deles de terem cumprido o seu período e poderem voltar paraa casa de verdade, né? Pra nossa casa verdadeira. E nós ficamos aqui honrando a memória desses nossos amores e agradecendo por ter convivido com eles como encarnados e certamente convivendo com eles quando nosso quando nós, né, como espíritos eh nos distanciamos do corpo físico e aí podemos encontrá-los. E é preciso que a gente tenha serenidade para poder encontrá-los, né? Para poder ajudá-los na medida do possível ou para receber ajuda deles. Nós precisamos de serenidade. Então, lindinha, que Deus esteja sempre com você e nós vamos estar sempre aqui com você, tá bom? Para quem tem aí os grupos de prece, o os filhos da Ângela chamam Alex e Adriana, tá bom? Muito bem. Aí nós estamos aqui. Pera aí. A Dolores colocou aqui, olha, estamos sempre aos cuidados de Deus. Isso mesmo. Dodô também falou com a com a Ângela, né? Marilda também aqui, ó. É a lei divina. Exatamente, né? Não, aí não a respeito da Ângela, mas a respeito do comentário do das histórias do Cléber. Orai confiar. É, então é confiar, né? Confiar. Haverá sinais. É isso. E você sabe que essa na segunda-feira a gente tava conversando sobre isso, a Eurídice, não sei se a Eurídice ainda tá aí, a Eurídice contou uma história muito interessante que eu vou compartilhar com vocês, eh, que um alpinista resolveu subir uma montanha gelada sozinho. Já tá errado, né? Mas tudo bem, vamos lá. Ele resolveu subir a

ontou uma história muito interessante que eu vou compartilhar com vocês, eh, que um alpinista resolveu subir uma montanha gelada sozinho. Já tá errado, né? Mas tudo bem, vamos lá. Ele resolveu subir a montanha sozinho. Ele subiu a montanha e num determinado ponto ele escorregou e ficou pendurado lá. E aí ele viu que ele não tinha muita coisa para fazer porque já tinha escurecido, né? Já tava à noite. Outra coisa que ele fez errado, mas continuemos a conversa. E aí ele começou a rezar, né? Pediu para Deus ajuda, pediu para Deus, pediu, pediu, pediu, mas pediu de verdade, gente, de verdade. E aí ele escutou: "Corta a corda". Uma vez ele, ah, como eu vou cortar a corda? Se eu cortar a corda, eu vou morrer. Corta a corda. E ele não aceitou. Ele não cortou. Não, não, não vou cortar. Imagina. E ele pediu tanto ajuda a Deus, ouviu a voz e não cortou a corda. E aí os bombeiros, porque a tudo indica, essa é uma história verídica, mas a gente não sabe se é a mesma ou não, ou se ela é inventada. provavelmente é inventada, mas é uma boa história. E aí apareceram os bombeiros e os bombeiros contaram que encontraram ele congelado, né, desencarnado, congelado e preso e segurando ainda segurando fortemente na corda. Ele tava a 1 m do chão. Então, se ele tivesse cortado a corda, possivelmente ele teria conseguido se salvar. E como era noite, ele não conseguiu ver onde ele tava. E é interessante porque cada um de nós ali diante daquela história pensou em situações diferentes, né? As pessoas mais práticas pensaram em soluções práticas para aquela situação. Outros nem tanto. Outros já ficaram: "Olha, podia ser também a voz de um de um obsessor, não precisava ser a voz de Deus, né? ou de um bom espírito. Cada um pensou numa coisa diferente. E aí hoje lembrando dessa história e da minha resposta, eu fiquei pensando, né? Eh, eu acredito o suficiente e eu acredito o suficiente e me e me dedico, não como se eu fosse um ser puro nem nada disso. Mas se você se esforça, esse é o meu entendimento, pessoas, é o

pensando, né? Eh, eu acredito o suficiente e eu acredito o suficiente e me e me dedico, não como se eu fosse um ser puro nem nada disso. Mas se você se esforça, esse é o meu entendimento, pessoas, é o que eu penso para mim. Se eu se eu me dedico, se eu me esforço, se eu eh eh busco de todas as formas fazer o que eu o melhor que eu posso e me esforço para para não errar nos nas coisas que eu sei que eu tô fazendo errado, busco conhecer os meus defeitos para que para poder trabalhá-los e eles deixarem de existir e serem substituídos por virtudes. Enfim, se eu faço essa busca, por que que eu não vou ser protegida por bons espíritos? Não tem motivo pra gente não ser. A gente não escuta sempre deles você não está sozinho, é porque eles estão sempre com a gente. Então, eh, o que faz, o que fez o homem duvidar? A insegurança dele, a pouca fé. né, que é o que faz a gente duvidar também, a nossa insegurança e a nossa pouca fé, sabe? Na dúvida nada que uma boa prece não nos ajude a resolver, né, a pensar melhor. Ah, aqui, ó. Estou aqui, ó. Estou aqui. Essa é uma história pra gente ficar pensando em várias situações diferentes. Eu guardei ela, não vou esquecer tão cedo. Ó lá, Xarazinha falando com a Ângela. Ângela, ó, já está nas nossas preces para te confortar e confortar sua família. Tive a honra de conviver com meu amado filho por 21 anos. Que empréstimo lindo Deus me deu por este tempo. É isso. A Chará fala sempre isso, né? Que Deus emprestou o filho para ela por um tempo. É isso. Ô Regina, bom dia, meus amor. Bom dia, vizinha. Bom dia. Essa é uma história do Richard Simonete, Estela. Ah, você tem o vídeo dela? Você chegou a fazer vídeo dela? A a Elisa fez vários vídeos do Richard Simonete, vários. Muito legal. Conheça essa história. Um bom exemplo da fé. Com dúvida. É verdade. É verdade. Falando em histórias, vou contar uma coisa para vocês. Hoje, daqui a pouco, inclusive às 9 horas da manhã, vai estrear um novo programa. Não é uma live, é um programa no Renovando Consciências.

rdade. Falando em histórias, vou contar uma coisa para vocês. Hoje, daqui a pouco, inclusive às 9 horas da manhã, vai estrear um novo programa. Não é uma live, é um programa no Renovando Consciências. O livreiro espírita é um espaço para divulgar não só obras espíritas, mas para divulgar os escritores espíritas, os escritores mediúnicos e não mediúnicos. Então, a gente até falar das obras básicas, mas não é esse o objetivo. O objetivo desse desses encontros e o objetivo do livreiro espírita é divulgar esses autores, o que eles eh já escreveram, como eles escrevem. Eh, eu vou conversar também com pessoa com eh pessoas que trabalham nas editoras para explicar como isso funciona, como são feitas as escolhas, né, de livros, de escritores mesmo, quem é aceito, como que isso é feito, etc. Então, nosso objetivo aqui, claro, que é indicar bons livros para vocês e esses escritores fazem isso, né? mostram seus livros, falam deles, mas é para também paraa gente se aproximar, saber quem são essas pessoas, né? E eu inclusive gravei recentemente, gravei essa semana passada com um escritor que é de Bauru. Não, não é de Bauru. Enfim, eu gravei com um escritor espírita que conviveu com Richard Simonete. É muito interessante. É muito interessante. Então vocês vão conhecer pessoas muito legais, eh, figuras fantásticas, com histórias assim muito emocionantes, porque a gente não pensa muito bem, por que que escritor escreve, né? Por que que a pessoa vira escritor, por que que ela vai escrever sobre espiritismo? Como que será que ela escolhe os temas? Por que que resolveu falar de determinado assunto? Da onde tira essas ideias? A ideia é essa, esse é o objetivo do do livreiro espírita. Toda quarta-feira com duas publicações, né, porque é uma gravação às 9 horas da manhã e depois às 9 horas da noite para você assistir no horário que você quiser, sempre pelo canal Renovando Consciências. Então hoje daqui a pouco tem a primeira a primeira estreia que é o padrinho do programa. Eu tô chamando

a noite para você assistir no horário que você quiser, sempre pelo canal Renovando Consciências. Então hoje daqui a pouco tem a primeira a primeira estreia que é o padrinho do programa. Eu tô chamando ele de padrinho porque ele, vocês vão ver, eu falo disso na gravação. Eh, Orson Peter Carrara, não percam, porque o Orson é uma figura fora do fora da casinha mesmo. O Orson é fora do quadrado, porque pelo amor de Deus, é tanta informação que a a gravação passou rapidinho e pega papel e caneta. Porque para acompanhar o Orson, a gente tem que ir anotando que ele fala, porque é fantástico, fantástico. Vai ser muito legal. Vocês vão gostar, eu tenho certeza. Lá. Sim, eu fiz o vídeo. Eba. Se você puder mandar para mim, eu agradeço, porque assim eu compartilho com o pessoal lá do Repensando a Vida. Oi, Miriam. Bom dia, querida. Vai ser muito bom. Vai sim, Bem. Vai sim. As gravações estão ótimas. Estão ótimas, porque eh você começa a conversar com a pessoa, você já percebe se vai dar liga ali, se a entrevista vai ser gostosa ou não vai, né? Eh, isso é rapidinho para você perceber e vai dar certo? Ih, não vai. Mas elas todas até agora foram muito boas, muito boas. Já gravei algumas, né? Porque a gente tem que deixar material gravado com antecedência para evitar ter que ficar sem gravação e pular alguma coisa. Então, ah, legal, que bom. Vai ser bem bacana. Então vocês já fiquem aí espertos que daqui a pouco começa. Outra coisa que vai começar, vai acontecer e que vocês precisam acompanhar é essa aqui. Nós vamos ter um plantão de carnaval aqui no Renovando Consciências. E vocês sabem que esse é um período em que as pessoas eh querem viver sem limites. E isso é sempre muito perigoso, é sempre muito desafiador pr pra pro plano espiritual, porque são momentos em que a gente esquece ou acha que pode descumprir algumas alguns limites, né? Isso nunca é bom. Nunca é bom. Então, obviamente que tem gente que curte o carnaval como uma festa de alegria só, né, de momento, é um feriado, então as pessoas vão vão

rir algumas alguns limites, né? Isso nunca é bom. Nunca é bom. Então, obviamente que tem gente que curte o carnaval como uma festa de alegria só, né, de momento, é um feriado, então as pessoas vão vão passear, vão ficar tranquilas, né, vão descansar, claro que sim, mas tem um grupo muito grande de pessoas que têm outro pensamento. E por um lado é também uma oportunidade para que os bons espíritos consigam ah resgatar espíritos que estão em situação difícil, complicada. É um período em que muita gente comete erros e tropeços que podem complicar a sua existência. Então a gente precisa redobrar o nosso cuidado desde já, né? Porque em muitos lugares o carnaval já começou. É preciso que a gente mantenha mais preces, independente do que você tá fazendo, a sua família tá fazendo, mas não necessariamente por quem por quem você conhece que tá no carnaval, porque às vezes a gente não conhece pessoas que vão ao carnaval, exatamente, mas a gente pode e deve rezar, orar pelos espíritos que estão, os bons espíritos que estão trabalhando no carnaval. junto às pessoas que optaram por esquecer os limites, né? E nós vamos estar fazendo isso aqui no Renovando Consciências, fazendo esse plantão e conversando a respeito desse livro que é muito legal, que é muito bacana. Eu tenho certeza que vocês vão gostar. Então aqueles que quiserem acompanhar lá nós vamos estar falando sobre nas fronteiras da loucura, que é um livro que falam bastante sobre isso, e de 14 a 17 de fevereiro, portanto do sábado, que é 14, 15, domingo, 16, segunda, 17, terça-feira de carnaval. Certo? Vamos estar lá. Muito bem. Deixa eu ver se eu tinha mais alguma coisa. para falar. Ai, ai. Vou Estela, vou compartilhar sim, pode deixar. Ó lá, estou preparando os blocos. É exatamente o que ela tá fazendo, preparando os blocos. Ai, ai. Esse livro chegou para mim quando eu tinha assinatura da mansão do caminho. Eu levei alguns anos sem lê-lo porque eu caía na folia literalmente. E quando li, acabou a minha farra. Por quê?

os. Ai, ai. Esse livro chegou para mim quando eu tinha assinatura da mansão do caminho. Eu levei alguns anos sem lê-lo porque eu caía na folia literalmente. E quando li, acabou a minha farra. Por quê? Porque a gente acorda, né? Sabe, querida? A gente vai acordando, Hélia, para várias coisas, né? E e a gente acorda na hora certa. É isso que às vezes a gente tem dificuldade de entender. Ah, por que que eu não fiz tal coisa quando eu tinha 30 anos? Não fez porque não era. Olha, você não tinha maturidade para fazer, sabe? Eu penso sempre isso com relação a várias coisas. Não vou falar porque senão vocês sabem que eu vou chorar de novo, mas é, a gente precisa entender isso, que tem algumas coisas que a gente só vai conseguir fazer quando a gente tiver maturidade para isso. E a natureza não dá saltos, não é essa frase? A natureza não dá saltos, a gente também não. A gente vai andando, cara. E é bom a gente andar porque assim o nosso caminhar fica mais estruturado, sabe? Se a gente ficar pulando, a gente não estrutura o nosso caminhar. É preciso caminhar. Temos que orar por todo mundo, né? Sonha com os obsessores que também sofrem. Exatamente. Eles também sofrem muito. Percebi o trabalho que tem os irmãos espirituais nessa época. Pois é. Pois é, verdade. Bom, ô Patrícia, eu tinha mais alguma coisa para falar? Tinha mais algum recado para dar? Nossa, as efemérides, né? Ave Maria, as efemérides, olha, esqueci das efemérides. Ah, mas aqui tem um tão legal. Hoje é dia internacional da fraternidade humana, viu, gente? Hoje é dia internacional da fraternidade humana. Pera aí, pera aí, eu vou, eu vou. Ah, falta pouco. Pera aí que eu vou, eu vou colocar as efemédes. Eu tenho uma aqui que eu preciso falar. Espera um pouco. Serei breve, porque assim vocês saem do Bom Dia Café e já vão direto pro Livreiro Espírita. Não fui eu que defini a quarta-feira, viu? Para para ter livreira espírita. Quem fez até essa definição foi a dona Norma. Eh, e eu acatei, obviamente, mas eu vou dizer para vocês o seguinte, olha,

ta. Não fui eu que defini a quarta-feira, viu? Para para ter livreira espírita. Quem fez até essa definição foi a dona Norma. Eh, e eu acatei, obviamente, mas eu vou dizer para vocês o seguinte, olha, em 1859, no dia 4 de fevereiro, foi eh descoberto no Egito o códex sinaiticus. Acho que é assim que fala, tá? São manuscritos adicionais. Eh, a Bíblia do Sinai é um dos quatro grandes cólices unciais, uma antiga cópia manuscrita da Bíblia em grego coin Coiné. Esse código có cdice é um manuscrito de texto tipo alexandrino que foi escrito no século em letras unciais em pergaminho. O entendimento acadêmico moderno considera o código o côdex sinaiticus como sendo um dos melhores textos gregos do Novo Testamento, juntamente com o códex codex Vaticanos. até sua descoberta por Constantin Von Terdirf, Tischendorf, Tisendorf, o Códex Vaticanos não tinha paralelos. Aí o Códex Sinaiticos atraiu a atenção dos estud estudiosos no século XIX, ainda no mosteiro de Santa Catarina, na península do Sinai. E o material adicional foi descoberto depois, nos séculos XX e XX. Embora partes do códice estejam espalhadas, espalhadas por quatro bibliotecas, a maior parte do manuscrito está hoje na biblioteca britânica em Londres, aberta à visitação pública. Desde a sua descoberta, o estudo do Codex Sinaiticus vem se mostrando extremamente útil para a disciplina da crítica bíblica. Apesar das grandes porções do Antigo Testamento estejam faltando, assume-se que o códice originalmente os dois testamentos completos. Cerca de metade do texto do Antigo Testamento em grego sobreviveu juntamente com todo o Novo Testamento, todos os livros deocanônicos, a Epístola de Barnabé e Partes do Pastor de Hermas. Interessante, né? Eu achei isso tão legal. Eu falei: "Olha que beleza". E hoje também é o dia em que o historiador russo Butterof publicou no jornal The Spiritualist artigo sobre Kate Fox. O Buterof foi um químico russo, eh, descobridor da examina, desenvolveu também a reação de formose. Ã, panã, teve um, tem, ele chama Alex,

of publicou no jornal The Spiritualist artigo sobre Kate Fox. O Buterof foi um químico russo, eh, descobridor da examina, desenvolveu também a reação de formose. Ã, panã, teve um, tem, ele chama Alex, ah, não, aqui ele teve muita influência do Axakov, certo? Eh, Butlerov participou ativamente de sessões espíritas, investigando médiuns famosos da época, incluindo a célebre médium italiana Eusapia Paladino. Ele publicou artigos e estudos defendendo a autenticidade dos fenômenos mediúnicos contra as críticas da comunidade científica materialista, argumentando que a mediunidade era um campo legítimo de investigação. É isso. Eu achei que eu não podia ficar sem falar das efemérides, porque essas duas são muito legais, né? São muito boas. Bateu o record. Ixi, olha, nós extinguimos o recorde. O Bom Dia Café agora não tem limites. Bom dia, Maria das Graças. Bom dia, querida. Aqui você está congelando. Olha, será? Tô congelando aí, gente. Puxa vida. Espero que Agora sim voltou. Ainda bem, gente. O Bom dia, Café agora não tem mais limites. Queridos, um beijo enorme para vocês. Eu espero que vocês gostem bastante do Livreiro Espírita. Ele tem, tá sendo feito com muito carinho e com o desejo verdadeiro de que nós nos sintamos estimulados a ler. Eu falo sempre aqui para vocês, vou repetir a de eterno, que não importa o que o palestrante diga, o que importa é que você precisa ler aquele livro, aquele trecho que ele tá falando e ter o seu entendimento sobre aquilo. Porque quando a gente lê, lê para si. E aquilo que tá tá escrito ali serve para mim. Eh, como eu vou absorver aquilo? O palestrante ajuda? Claro que ajuda a gente a entender. É sempre muito melhor estudar em grupo, mas eu preciso ler também. Leia as obras espíritas, não só leia, comece pelo começo, pelas obras básicas, mas leia o que de o que mais você encontrar, porque são obras muito boas. Nós temos ótimas editoras, ótimos escritores e muito a aprender com todos eles, certo? Manda quem pode, obedece quem tem juízo. Isso mesmo, queridos. Muito obrigada

ntrar, porque são obras muito boas. Nós temos ótimas editoras, ótimos escritores e muito a aprender com todos eles, certo? Manda quem pode, obedece quem tem juízo. Isso mesmo, queridos. Muito obrigada pela presença de todos vocês, pela paciência de todos vocês. E amanhã tem mais, vocês não esqueçam, vocês fiquem espertos, porque Pedrux e Marilda Lux ainda tem que mostrar para nós e contar para nós tudo que eles viram e ouviram no céu no Congresso Espírita de Uberlândia. Tá bom? A gente tá esperando por isso. Beijo grande para vocês.

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