Bom dia, café! 270126 AO VIVO Renovando Consciências
O Bom dia, café! tem agora uma playlist de músicas no Spotify. Vá lá conhecer a aproveitar para elevar os pensamentos através de boa música. Acesse e ouça: sptfy.in/bom-dia-café A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias e bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade
Não é além. Não é >> nascer, morrer [música] nascer ainda e progredir sempre [música] não [música] é além nascer, nascer renascer, renascer ainda e progred >> progredir sempre [música] semi o [música] rei vá ser ainda. e [música] progred aléas nasceu poder [música] nascer ser ajuda e progredir [música] progred sem não [música] é além não Amen. Bom dia. Bom dia, amigos do BDC. Bom dia, mundo. Bom dia, Brasil. Começa agora o nosso jornal espírita Bom Dia Café, que tem como objetivo trazer para vocês os bons exemplos, as boas reflexões, as boas notícias com a ótica cristã, tendo em Jesus como nosso mestre modelo e guia e usando como chave, minha gente, para aplicar os seus ensinamentos e nossa rotina diária. É também uma forma simples de pensar o espiritismo, equilibrando as informações que resultam da movimentação da sociedade que criamos e oferecidas pela mídia convencional e as redes sociais, fazendo essa união com aquelas que muitas vezes ficam ali escondidas, pois contam sobre gente do bem, agindo pro bem de todos. E essas existem aos milhares. Nós sabemos disso e nós somos prova disso. As notícias, né, de hoje, do Evangelho e as demais obras básicas é comentada aqui de uma forma leve, bem humorada, com coração. Particip, curta, compartilhe. Esse nosso programa acontece de segunda a sexta às 7:30. Chame seus amigos, seus parentes, principalmente aquelas pessoas que estão na vida, com a vida, desiludidos, estão desiludidos com o ser humano. E hoje aqui em especial a nossa querida Flavinha Porto. Menina, cateia a Flavinha lá desse nosso encontro agora no final de semana que tivemos lá em Uberlândia, no nono céu, Congresso Espírita de Uberlândia, onde corações que se amam se encontraram. Nós nos harmonizamos e até agora estamos aqui com esse sentimento, com essa notícia boa. E eu vou ficar de pé porque de agora em diante eu tenho uniforme. Eu fui aqui, ó, essencialmente contratada. Olha aqui, minha gente. Uniforme do Bom Dia Café. Eu fui, assinei a carteira de trabalho, mas ainda com possivelmente
e de agora em diante eu tenho uniforme. Eu fui aqui, ó, essencialmente contratada. Olha aqui, minha gente. Uniforme do Bom Dia Café. Eu fui, assinei a carteira de trabalho, mas ainda com possivelmente algumas alterações de do dia, mas assinei a carteira de trabalho. Estamos aqui com a nossa querida Flavinha Porto, que agora ela é a comandante do canal agora, mas ela está aqui. Eu vou fazer a minha autodescrição e depois o programa vai ser com ela. >> Eu sou Marilda Veiga. falo diretamente do sudeste do Brasil, noroeste do estado de São Paulo, na cidade de São José do Rio Preto, que é uma cidade quente mesmo, calorosa. O sol nos abriga e nos esquenta também. E nesse momento estamos com 23ºC ou Cus. Estamos aqui numa temperatura agradabelíssima do verão chuvoso e está ensolarado. Nossa cidade quente, ensolarada. Desta forma, então fiz a minha autodescrição. Vou passar paraa Flavinha Porto fazer a autodescrição dela. Ou melhor, vamos lá no chat. Antes do chat, vamos agradecer, agradecer os canais, porque sem esses canais e sem vocês que estão aí, nós não temos razão de ser. Então vamos agradecer ao Renovando Consciências que é o canal BO via Facebook, via YouTube, agradecendo a Estela Martins pelo seu canal, ao Conecta Espiritismo TV, a Web Rádio Fraternidade, a Emissora do Bem na Internet, ao Instituto Goiano, à Rádio Espírita do Paraná e ao Grupo Espírita Fonte Viva pela parceria da transmissão. desse bom dia espetacular. Passo agora então a palavra pra Flavinha Porto e já vamos conversar com as crianças ali no chat que tem gente que não acaba mais. A gente Flavinha mais três segundinhos aí você manda a bola. Aqui nós vamos somente agradecer e totalmente ao novo membro, agradecer a Angélica, que é o novo membro por apoiar um canal espírita. Agradecemos a Cristina Freitas como novo membro de um canal espírita. E vamos agradecer agora as amiguinhas que estiveram no céu conosco. Estão todas animadas aqui, Ana Paula e dizendo assim: "Bom dia, pessoal. Flavinha, que alegria!" Ela agradeceu o convite,
espírita. E vamos agradecer agora as amiguinhas que estiveram no céu conosco. Estão todas animadas aqui, Ana Paula e dizendo assim: "Bom dia, pessoal. Flavinha, que alegria!" Ela agradeceu o convite, a nossa querida Enza, mulher, como você é alta, como tu é alta. E Flavinha, ela tá dizendo aqui, querida Flavinha, que felicidade poder te ouvir novamente. Um grande forte abraço para você também, Enza Matar, mulher grande. A Ana Paula Vieira tá dizendo aqui que ela é de Uberlândia, eh, do céu, né? Ó, a nossa querida Terezinha Falque, bom dia, gente linda. Obrigada. Abençoado dia de todos. Ela fala diretamente de Brasília, Distrito Federal, e ela tá assim: "Flavinha, hoje que lindo, seja muito bem-vinda." Eu tô aqui fazendo esse aranzé todo porque depois é Flavinha, só vou mexer os botões. A Zilminha é a Zilminha. A Zilma Helena Pinto é a Zilminha. Bom dia, Flavinho. Estou aqui assistindo vocês. Beijo. Bom dia. O amado, né? O inesquecível do do Porto. Ó o que ele diz. Bom dia. Essa é a minha adorável e amada Flavinha. Ai meu Deus, que emocionante. Dudu, vou te contar uma coisa. Aqui eu ten um monte de lâmpada. Aqui eu tô bem visível. Minha gente, vou contar uma história para vocês muito engraçado. Foram tirar foto e lá naquele azul, naquele palco azul maravilhoso. Só que, ô gente, venhamos e convenhamos. Para mim precisa tirar ter flash, né? Senão eu não apareço. E grito lá: "Ô, minha gente, se não colocar flash, eu não apareço". E me vem o Dudu dizendo: "Mas eu não vi o flash". >> Foram momentos especiais de carinho, de confraternização, de muita alegria, de muita espontaneidade. Muito obrigada pela presença de você, Dudu. Aqui agradecer a presença da nossa querida Flávinha Porto. Agradeço aqui a Neusa Guedes de Uberlândia, Minas Gerais. Olha aqui. Bom dia. Um prazer ouvir minha amiga Flávia. E vou contar para vocês hoje especialmente aqui, gente, pão de queijo para vocês. Pão de queijo. Olha, que delícia. E cafezinho ao vivo. Ó, que maravilha. Porque mineiro, se não tiver pão de queijo, não
vou contar para vocês hoje especialmente aqui, gente, pão de queijo para vocês. Pão de queijo. Olha, que delícia. E cafezinho ao vivo. Ó, que maravilha. Porque mineiro, se não tiver pão de queijo, não é mineiro. E ela diz aqui, a Zilma, essa galera do céu está tudo aqui, cambada. Tudo bem com vocês, Dudu, seu goiaba, olha só que que hum que mais? O Júlio Lourenço, que gracinha o piloto, o nosso ET. Olha que lindo. Flavinha, bom dia, Suí. Flavinha, bom dia. Café, bom dia, amigos. Gente, que linda. E a nossa chefe. Agora vamos ver a chefe. Tem que ficar direitinho, né? Gostou da camisa? Gostou do uniforme? Eu adorei. Porque agora não precisa mudar a cor. Agora é só essa aqui. E aí, que mais diz Zilminha aqui do chat? Ah, aí ah, com a gente do bem, esse povo do céu é tudo gente do bem, né? Aí ela diz aqui também, Dudu, você está sendo possessivo porque ele diz que você é dele, né, Flavinha? Aí a a chefa, amor de novo. Bom dia, cafezeiros. A Dodô, ô Dodô, você já chegou ou você ainda tá no ônibus? Porque ela foi aí, a história da Dolores, minha gente, é assim, ela ficou conversando com a vizinha e perderam o avião. Perderam o avião e ela tá voltando paraa casa de ônibus. Olha só. E ainda diz que o motorista do ônibus perguntou para ela se ela não ia dormir. E ela delicadamente disse aqui: "É para dormir? Mas se eu dormiu, o senhor também pode dormir?" Então ela não dormiu não. E os dois riram que foi só. Gente, é só alegria. E aqui ela diz: "Bom dia, Sté Lux." O Júlio. Que mais que o Júlio disse? Gente, o Júlio é pintitinho essa coisita. Pitinho, mas um coração enorme. É assim, é só alegria estar falando aqui hoje nesse Bom Dia Café, né? E aqui a a Dolores fala assim: "Olá, Flávia, beijinho para você". Tá bom. E gente, tem que ser, né? Hoje é a Flávio Lu. É a Fláv Lux. Você já é Flávio Lux? A Zilminha diz aqui, ó. Estou aqui no meu café. Eba. Tá. E eles estão tudo ao vivo, né? Eu tenho meus cachorrinhos que eu sou, sabe? Cachorro, don de cachorro, sabe? Patinho que quando a patinha vai, os patinhos vão
aqui, ó. Estou aqui no meu café. Eba. Tá. E eles estão tudo ao vivo, né? Eu tenho meus cachorrinhos que eu sou, sabe? Cachorro, don de cachorro, sabe? Patinho que quando a patinha vai, os patinhos vão atrás, os meus cachorros são assim. Onde eu estou, eles est atrás de mim. Se eu levando para tomar água, eles vão. Se eu vou ali, eles vão. Então eles estão aqui fazendo a maior festa. E aí a Dolor disse que ela tá saindo de barbacena. Que hora que você vai chegar a tua cidade, mulher? Ó a Ritinha, Rita Isabel, bom dia, Marildo e Flavinha, queridas, bom dia, cafezeiros. Meu Deus, que maravilha. Ah, chegou aqui agora o Paulo Inter. Bom dia, cafezeiros. Bom dia, chefe. Eita, é uma alegria esse Paulo Inter. Lá ele. Bom dia, Marildíssima. Bom dia, minha gente. Eu amo todos vocês. E agora a nossa leide, a nossa resolve tudo, porque ontem quase morri do coração, ninguém me escutava, ninguém me dava código para entrar. Eu falei: "Como que eu vou apresentar o programa? Como que eu vou apresentar o programa?" Até que no final a nossa querida Norma me deu lá o código para que eu pudesse acessar o programa. Ó, então, buenos dias, cafezeiros LS. Buenos dias, Marilda Lux e Flavinha Lux. É mais personalidade de amor e luz na nossa família. Gratidão mesmo. Abraços a todos. Para você também, querida Patrícia. Ó, tem aqui a nossa Edna. Edina Silva, que que é que tá falando aqui? Ah, o Júlio, eles estão conversando entre eles. A conversa entre eles no A nossa Nivalci lá de Olinda. Posso copiar, chefa? Amor, adoro freo. Aliás, eu adoro a nossa cultura, o nosso Brasil, essa diversidade maravilhosa. Ai, que manhã espetacular essa, hein, minha gente. Estela, olha que ela fala. Unifor uniformizada. Ah, me chamou de lei. Sou não. Sou não. Sou a marido da Luz. e a nossa sempre eterna, eterna Antonieta Bezerra lá de Riaçuelo, Sergipe. Gente, Antonieta é, ó, ela aprende mesmo, ela está nos nossos estudos, ó, é uma maravilha. E ela faz parte do renovando consciências. Aqui a Dinara Ferreira, bom dia, café
rra lá de Riaçuelo, Sergipe. Gente, Antonieta é, ó, ela aprende mesmo, ela está nos nossos estudos, ó, é uma maravilha. E ela faz parte do renovando consciências. Aqui a Dinara Ferreira, bom dia, café Dinara, Dirana, de onde tu é, de que país? Vamos lá. E aqui também, Adriana. Gend do muita gente. E aí o Julinho, obrigada. Bom dia, Marilda Lux, gente, bom dia. Falando demais. Nossa, foi, eu acho que foram quase 30 minutos de de alegria. Vamos passar então agora pra nossa querida dona do programa, Flavinha Porto, que vai fazer a sua autodescrição, vai dar bem-vindos a todos. E aí, vamos lá. Bom, então oficialmente, bom dia. Bom dia para todos. Bom dia, essas pessoas queridas que estão aqui. Muito obrigada pela presença. Fico lembrando aqui, né, de cada um que a gente encontrou lá no céu, a Ana Neinha que foram nos acompanhando, foram os meus olhos, né, e os amigos todos aqui. Muito obrigada. Eu agradeço, gente, pelo convite. Agradeço eh o convite da Marilda querida. Fiquei muito feliz. Agradeço a Estela Martins pelo programa. Olha, eu tô aqui, gente, apenas eh para compartilhar, trocar experiências, porque, eh, eu não sou apresentadora não, então vocês me perdoem e vamos lá, vamos com calma. Eh, fazendo então, né, a minha autodescrição. Eh, eu sou de Belo Horizonte, né, sou Flávia Porto, falo de BH e eu sou uma mulher branca, eu tenho os cabelos, eh, meu, meu cabelo cresceu, então eu não cortei. Ele tá mais um pouquinho abaixo do ombro. Eh, e eu tô com uma blusa branca, uma camisa branca. Eh, enfim, eu acho que é isso da de importante, né? Eu tô tô na minha casa, eh, na sala de jantar aqui e tô realmente muito honrada por estar aqui trocando essas experiências com vocês, tá bom, gente? Um beijo grande e é isso, Marilda, me ajuda. Nós vamos fazer o que agora? >> Sim, sim. Agora, minha gente, eu comecei a fazer a autodescrição, eu não falei, né, que eu sou uma mulher preta de 62 anos. Esse ano eu completo 63 anos. Cabelos castanhos escuros, cortados a na base da orelha. Estou com esse uniforme
omecei a fazer a autodescrição, eu não falei, né, que eu sou uma mulher preta de 62 anos. Esse ano eu completo 63 anos. Cabelos castanhos escuros, cortados a na base da orelha. Estou com esse uniforme amarelo do Bom Dia Café. Atrás de mim, uma porta marrom do meu lado direito, uma parede cinza clarinho do teto até sua metade e cinza baixo com almofadas cinzas escuras ao fundo. E do meu lado esquerdo um armário. Lá dentro tem livros. Vou mostrar para vocês porque ele fica sempre fechadinho. Mas, ó, cheinho de livro, cheinho de livro, né? Mas ele tá, é a porta é cinza. Claro. Estamos lá. E agora nós vamos fazer a nossa prece que é linda. Nossa prece maravilhosa. Vamos lá. >> A nossa prece >> Jesus, no silêncio da prece, teus irmãos [música] A ti pede paz para aliviar [música] um pouco as aflições. Senhor, enxugi nosso pranto. Precisamos do teu [música] amor e sentir tua presença, [música] envolver nossos corações por insúv [música] Jesus. >> Jesus [música] no silêncio da prece, teus irmãos, [música] a ti bebe paz para aliviar um pouco [música] as aflições. Senhor, [música] enxugi nosso canto. Precisamos do teu amor [música] e sentir tua presença envolver [música] nossos corações. Por isso vem [música] Jesus. >> E ir ao teu encontro. Queremos [música] te seguir e afastar o mal da terra. [música] que acabar de vez a guerra que caminharmos [música] juntos como a luz e ir ao teu encontro. Queremos [música] te seguir e afastar o mal da terra [música] que acabar de vez a guerra e caminharmos [música] juntos como a luz. [música] >> E aqui estamos mais uma vez. E agora o programa é tu, é teu, Flavinha. Aí ela agora ela vai falar da efemérides, vai falar das coisas boas, as notícias boas. Eu vou sair de cena e só você vai me perguntando e eu entro aqui quando precisar o programa, >> tá? Muito obrigada. >> Beijos, beijos, beijos, >> beijos. Obrigada, gente. Música linda, né? Eu adoro essa música. Suplica Jesus. Bom, vamos então conversar um pouco sobre o dia de hoje, dia 27 de janeiro
Muito obrigada. >> Beijos, beijos, beijos, >> beijos. Obrigada, gente. Música linda, né? Eu adoro essa música. Suplica Jesus. Bom, vamos então conversar um pouco sobre o dia de hoje, dia 27 de janeiro de 2026. Eh, hoje a gente vai lembrar eh de alguns acontecimentos, né, que eh marcaram essa data do dia 27 de janeiro. Primeiro lugar, eh, eu particularmente não conhecia, mas eu acho que é sempre bom a gente ter essas informações, porque é mais um trabalhador anônimo, né? O nome dele é Homero, eh, Homero Escobar. Homer Escobar, ele foi um trabalhador do estado de São Paulo em Bauru. Durante 45 anos, gente, ele foi diretor de uma casa espírita, casa de Jacó. Então, eh, é uma personalidade, né? Ele depois desse tempo ele se afastou, ele ficou preocupado porque ele percebeu que a casa espírita estava esvaziando, né? o que que tava acontecendo. Então, assim, um exemplo para que nós também eh possamos seguir, né, do incentivo ao trabalho, a participação na casa espírita, né, as nossas sensibilidades em relação aos colegas que estão ao nosso redor. Às vezes um colega some, né, então procurar entender que que tá acontecendo, né? Eh, quando começa a algo ficar diferente, né, a gente tem essa sensibilidade de de buscar, de procurar saber, de ligar, de dar um oi e tô por aqui, né? Também no dia 27 de janeiro de 1995, o Divaldo, nosso querido Divaldo Pereira Franco, foi homenageado pela Assembleia Legislativa de Salvador. Nada mais justo, né? Eh, ele tem, né, agora o eh esse vulto dele fica lá na galeria. Então, eh, que bom, né, que nos, na década de 90 já havia esse reconhecimento em relação ao trabalho exercido pelo nosso querido Divaldo, que agora nos acompanha pelo plano espiritual, né, e tá aí na nessa junto de nós de outra forma, né, mas do lado de lá. Eh, tem também uma outra eh recordação, eh, que não é uma recordação eh alegre, mas muito importante. Eh, nesse dia 27 tem eh hoje é como é que eu digo? é é a homenagem, eh, a memória das vítimas do holocausto. Então, um momento da nossa história de
ão é uma recordação eh alegre, mas muito importante. Eh, nesse dia 27 tem eh hoje é como é que eu digo? é é a homenagem, eh, a memória das vítimas do holocausto. Então, um momento da nossa história de muita tristeza, de muita dor, mas que é preciso ser lembrado para não ser repetido, né? a gente sabe os desafios que nós estamos vivendo, mas se nós lembrarmos daquela história do do beijflor, né, que levava aquela a aguinha no bico para apagar o incêndio na floresta, né, se nós formos motivados pela nossa vontade, nós conseguimos, porque cada um fazendo a sua parte. Sozinho a gente não apaga o fogo. Sozinho a gente não vai conseguir eh acabar com as guerras, como diz na música, né? Afastar o mal da guerra. Mas cada um fazendo a sua parte, nós todos, né, somos anjos de uma asa só. A gente precisa dar a mão pro outro para que a gente consiga voar. Então fica aqui essa recordação, né? o nosso respeito e carinho por essas vítimas da do holocausto, mas que daqui paraa frente a gente possa tentar fazer a nossa parte, né? Usando aqui eh um um uma frase que o nosso querido Elará, o Georgito, falou naquela palestra maravilhosa que ele fez no céu. A gente só não faz determinadas coisas pelo mesmo motivo que o sapo não lava o pé, né? É só porque não quer. Então vamos lá, vamos fazer. Eh, bom, fecho aqui as efemérides e eu quero agora lembrar uma data, porque nós temos um aniversariante hoje muito especial. É um aniversariante conhecido internacionalmente, eu acho que universalmente. Hoje é a data de nascimento do Mozart. >> Então, espera um bocadinho aí, um bocadinho. Tch tch tchã. Minha gente. >> Ah, surpresa. >> As efemérides foram e aí foi vinheta, já foi. Então agora tem aniversariante. >> Mas como aniversariante faz parte da efemérid, vamos lá, senão eu não ganho meu salário. >> Isso mesmo. Vamos lá. >> a tudo aquilo que ela falou do Homero, né, que ele morava e eh era trabalhador lá em o Homero Escobar era trabalhador em Bauru, não é? falou da homenagem do Divaldo. Tudo foi efemérid. Essa aí
lá. >> a tudo aquilo que ela falou do Homero, né, que ele morava e eh era trabalhador lá em o Homero Escobar era trabalhador em Bauru, não é? falou da homenagem do Divaldo. Tudo foi efemérid. Essa aí também será efemérid. É universariante, mas é efeméri. >> Uhum. Podemos ir. Marildinha, posso continuar? Segue em frente só na caixa. Pode continuar. Já pus o FM. >> Obrigada. Obrigada. Então, eh, então vamos continuar. Eh, as efemérides com essa data de nascimento, 27 de janeiro de 1756. Então, chega aqui na terra o Amadeu Mozart. e ele austríaco, né? Eh, compositor músico, né? Dessas músicas lindas, eh, clássicas. E eu gostaria, eh, só de trazer uma uma referência que ele traz pra gente, porque na revista Espírita de 1858, eh, tem um artigo, né? que Kardec conversa com Mozar e ele fala que ele eh habita, né, hoje eh em Júpiter. E aí ele conta, né, a essa questão da música. Gente, pensem bem, eh, tem músicas que a gente escuta aqui, as próprias músicas dele, e a gente fica assim encantado, né? Parece que a gente vai sendo transportado assim para para outros lugares porque a nossa vibração eleva. Mas ele fala que em Júpiter tudo é música, tudo tem uma melodia, sabe? As águas, o movimento dos ventos, as flores, né? O tudo traz uma música e que não existem instrumentos. Os coralistas são a natureza e as aves. Gente, eu eu acho, eu não consigo imaginar eh como deve ser maravilhoso. Tanto que eh tem algum momento que Moza fala, né, na nesse artigo, ele fala que não lembrava de algumas composições dele. E o Kardec pergunta, né, mas como que você não lembra de suas músicas? Ele fala assim: "Porque com tanta beleza que existe aqui, para que ficar apegado à matéria?" Então, gente, é uma é um incentivo, né, pra gente chegar lá também. Eh, ele inclusive fala, né, coragem, coragem, porque quem fala, né, ele diz: "Sou eu, sou moa, né, e já passei por por esse por essa escada, né, evolutiva e hoje ele tá lá. Então, vamos animar, ter coragem para conseguir, né, chegar, porque nós vamos chegar, gente,
é, ele diz: "Sou eu, sou moa, né, e já passei por por esse por essa escada, né, evolutiva e hoje ele tá lá. Então, vamos animar, ter coragem para conseguir, né, chegar, porque nós vamos chegar, gente, né? Eh, tem mais alguma vinhetinha, Marilda? >> Você vai falar do que agora, minha querida? >> Agora nós vamos conversar um pouco. Eu falei com a Marilda, né, assim, essa proposta de renovação. A gente tá começando aí o ano, estamos renovados. Quem foi ao congresso reabasteceu, né, as energias. Realmente eu eu tô até agora assim com a com as vibrações, sabe? Eu lembro, meu Deus, que alegria. Eu cheguei falando que eu quero chegar rápido no mundo, nos mundos felizes. Olha a audácia. Porque gente, espíritos ainda imperfeito como nós, mas todos ali no mesmo propósito, né? Como diz a frase de Jesus, meus discípulos se reconhecerão por muito se amarem. E e é isso que acontece quando a gente se reúne em nome de Jesus, né? esse amor. Então, nós ainda imperfeitos, a gente consegue sentir toda essa emoção maravilhosa, né? Imagina cada etapa que a gente for concluindo. Então, eh, eu, eu fiz uma reflexão a respeito desses ciclos, né, que, eh, fecha um ano, abre outro. E na verdade esse ciclo ele não muda a gente. O que vai mudar somos nós. Isso é uma mudança no calendário, né? Então, a necessidade da nossa, do nosso olhar íntimo paraa nossa transformação. E pensando em transformação, eh, eu vou trazer aqui o auxílio do espírito Emanuel, porque ele diz pra gente lá no livro Fontes de Paz, numa lição chamada Natal de Jesus, ele conta pra gente que eh qual que é a essa necessidade, né? nada é o ao acaso eh de o nascimento de Jesus anteceder o nascimento do tempo. Então ele fala pra gente que eh para que a gente consiga se renovar, primeiro é preciso que Jesus renasça nos nossos corações. Então, quando a gente consegue colocar, né, aquecer o nosso coração com o amor de Jesus, eh, a gente tá pronto para mais uma, mais um ciclo, para mais um ano, porque a gente precisa dessa renovação interna,
quando a gente consegue colocar, né, aquecer o nosso coração com o amor de Jesus, eh, a gente tá pronto para mais uma, mais um ciclo, para mais um ano, porque a gente precisa dessa renovação interna, né? Isso é muito importante na nossa vida. Eh, lembrando aqui a frase de de Gandes, né? seja a transformação, a mudança que você quer ver no mundo. Então, o o que que é aquilo que me incomoda, né, que eu gostaria que fosse diferente, que eu possa ser, né, esse vetor de mudança. E lembrando também, eu vou, eu tô trazendo aqui essas referências porque são eles que nos direcionam, né, gente, esses espíritos amigos. Quando Paulo, apóstolo, ele fala assim: "Eh, não conformai, não conformai-vos com eh este mundo, mas transformai-vos". Então, o que que ele quer dizer com isso, com essa frase, né? que a gente não se conforme com o mundo, mas que a gente se transforme. O gente, a sociedade a a tem ela é tão transitória, ela muda tão rápido, né? Tem a referência aqui do do sociólogo polonês Zigmundo Bauer, que fala sobre a sociedade líquida. Por quando você olha, gente, eu acredito que todo mundo aqui tem exemplos, né? Mas olha, vou vou trazer. Você pega um celular, você vai comprar um celular, ah, eu quero o último que foi lançado. Gente, daqui a pouco, né, aparece um outro mais tecnológico, com mais recursos, sabe? Então assim, eh, eu pelo menos eu tenho muita dificuldade com isso, sabe? Quando eu vou comprar o celular, eu falo: "Gente, eu quero celular que eu possa conversar, não preciso, não faço nem questão de foto, porque eu não vou tirar, né? Alguém que precisa tirar." Inclusive, eu esqueci de dizer >> que na na hora de me auto autodescrever, que eu sou, para quem não me conhece, eu sou uma pessoa com deficiência. Eu tenho deficiência visual, estou com deficiência visual, vivendo esses desafios, mas muitos aprendizados. Então eu procuro mais simples para poder conseguir usar. E é assim com tudo, né? Comoda, padrões de beleza, carro. carro, você compra um carro hoje, ano que vem ele já tá ultrapassado.
s aprendizados. Então eu procuro mais simples para poder conseguir usar. E é assim com tudo, né? Comoda, padrões de beleza, carro. carro, você compra um carro hoje, ano que vem ele já tá ultrapassado. Então, se a gente for se a gente for ser conduzido para para essas eh demandas, a gente não dá conta, né? É muita coisa, gente. Eh, por isso que a gente tem visto o quanto eh eh tá tá surgindo de adoecimento mental, de problemas, transtornos, né? É essa falta de olhar para dentro. Se a gente olha para fora o tempo todo, a gente perde o foco, né? E a gente tem que lembrar que o nosso foco é o nosso mestre Jesus, né? Ele não é um objeto de adoração, ele é um um modelo de comportamento para que a gente possa seguir, né? Então é essa importância de de buscar a nossa transformação, mas entendendo que essa transformação não significa ficar revoltado, rebelde, com raiva, reclamando de onde nós estamos, né? que nós estamos de passagem, mas que seja uma conformação para movimentar eh essas necessidades que nós temos de nos conhecermos melhor, de entender o que que a gente tem de potencialidade, de dificuldade, né? tem uma frase, é, é, é como se fosse um ditado eh, desculpa, oriental, porque eu não sei se é do Japão, mas é oriental, que fala assim: "Aquele quer ser eh algo importante na sociedade, para que isso eh eh para que ele consiga esse destaque, primeiro ele precisa conseguir arrumar o quarto dele." Por quê? Porque às vezes a gente quer tanta coisa, a gente quer fazer tantas coisas maiores, né? A gente quer abraçar o mundo. E metaforicamente a gente primeiro precisa arrumar o nosso quarto íntimo, né? A gente precisa olhar para ele, fascinar sem culpa, né? com amor, com compaixão, porque não é a agressividade que vai nos ajudar a a nos modificar. É a nossa compaixão, é o nosso cuidado, é a nossa gentileza, né? Então tem muita gente que no início do ano faz lista, né? As aquelas famosas, né? Esse ano eu emagreço, esse ano eh eu vou me dedicar mais à família. Eu vou fazer um curso, eu vou me
sa gentileza, né? Então tem muita gente que no início do ano faz lista, né? As aquelas famosas, né? Esse ano eu emagreço, esse ano eh eu vou me dedicar mais à família. Eu vou fazer um curso, eu vou me alimentar melhor, aprender uma língua. E aí eu particularmente nunca fiz lista, gente. Eh, eu eu não não sinto essa necessidade, mas tem gente que gosta e tudo bem, né? Eh, mas que ela seja para uma orientação e não para no final do ano, quando a gente vai, né? repensar o que que aconteceu, os nossos aprendizados, que é quando a gente olhe para essa lista, quem precisa, quem gosta, não se sinta eh culpado, não se sinta eh escravo dessas necessidades. A simplicidade é o caminho. Às vezes a gente se propõe fazer uma coisa. Esse ano eu vou fazer um trabalho voluntário. Esse ano eu quero olhar mais para mim, ter mais cuidado comigo, né? A gente vai conseguir de uma forma mais generosa com a gente mesmo do que querer fazer tudo, né? Então, eh é é muito importante a gente pensar sobre isso, né? O que que eu gostaria eh nesse ano eh que fosse melhor? O que que eu posso fazer melhor? Como eu posso me cuidar melhor? aprender a eh desatar esses nós que a gente tem em relação às comparações, aos julgamentos, porque às vezes a gente acha que tá sendo julgado, mas o maior, a maior plateia tá dentro de nós, né? São as nossas cobranças. É claro que a gente precisa de disciplina, né? É claro que a gente precisa de organização. Eh, então a gente também eh tem que olhar essas questões, né? Mas entendendo que nós estamos caminhando, né? Que nós somos ainda pequenos, somos crianças e e a necessidade de nos acolhermos, de cuidar da gente, né? Não vai ser a força eh quando a gente quer fazer alguma coisa, não é a força exagerada que ajuda, né? É o cuidado, não é o ano que vai mudar a gente. Somos nós, são os nossos cuidados para nós mesmos, né? olhar paraa gente com carinho. Então, eh, eu pensei um pouco nesse sentido, sabe, de tentar trazer essas reflexões para que a gente possa eh cuidar de nós
, são os nossos cuidados para nós mesmos, né? olhar paraa gente com carinho. Então, eh, eu pensei um pouco nesse sentido, sabe, de tentar trazer essas reflexões para que a gente possa eh cuidar de nós mesmos, né? Para que a gente possa ter um ano. E isso é o que realmente eu desejo a todos, né? Eu desejo para mim e e eu desejo a todos que a gente possa se prometer menos, se prometer olhar para fora menos e se permitir mais, se permitir olhar internamente, se permitir perceber as nossas emoções, os nossos sentimentos. O que que eu tô sentindo nesse momento? Deixa eu me acolher. se permitir não cobrar tanto, se permitir pedir ajuda, né, nos momentos que a gente precisa pedir ajuda. A gente tem amigos, a gente tem pessoas que nos amam, que nos quer bem e é uma oportunidade também deles fazerem algo bom. Quem não gosta de fazer uma coisa boa, né? se permitir dar uma pausa, respirar, porque é muita agitação. Então, que a gente consiga também ter essas pausas. Eu gosto muito, às vezes que eu sinto assim, eu tenho que eu tenho tempo, eu vou eh em um café, sabe? Tem perto da minha casa tem um café, mas eu gosto muito de ir nesses cafés. Eu acho o ambiente gostoso. Eh, mas eu gosto às vezes de ir sozinha, sabe? Para que eu sinta aquele momento de tranquilidade, para que eu possa me silenciar, né? Às vezes é muito barulho interno. Eu já nem digo os externos, né? Mas eu gosto de sentar ali na no café. Pedi um cappuccino, pedi um pão de queijo e senti. Me dá esse momento de presente, sabe, gente? Faz tanta diferença no nosso dia. Quando eu chego em casa, eu falo assim: "Gente, eu fiz uma coisa boa hoje para mim, né? Porque a gente precisa se fortalecer para dar conta de também cuidar do outro. Então são coisas as simples que a gente pode fazer, né, gente? Tanta coisa que nós fizemos esse fim de semana simples, né? Um abraço, os abraços que eu recebi, que eu dei, né? Eu vou citar só um aqui, vocês me perdoem. Eu eu guardo todos aqui porque a minha cabeçota aqui ela tem que funcionar, senão
de semana simples, né? Um abraço, os abraços que eu recebi, que eu dei, né? Eu vou citar só um aqui, vocês me perdoem. Eu eu guardo todos aqui porque a minha cabeçota aqui ela tem que funcionar, senão eu não consigo. Mas uma coisa tão simples, gente, eu fiquei tão feliz de ter conhecido pessoalmente a Enza. Nós nos conhecemos no banheiro, né? Foi assim, ela se aproximou de mim oferecendo ajuda. Então, olha só, é estar atento ao outro, né? E e daí a gente se conheceu, eh, e foi tão gostoso, né? Então, a gente se proporcionar esses momentos, porque a gente não precisa de muito para poder fazer as coisas, a gente consegue com pouco. Eu sempre costumo dizer que nós não temos a dimensão de onde nós tocamos no coração do outro. Nós não temos, gente. Então, é ter mesmo esse esse cuidado. Para mim, a palavra são duas: sensibilidade e acolhimento, né? Que a gente possa buscar isso na nossa vida. Marildinha, eu tô sem saber do tempo. >> Não, o tempo tá joia e tem muita coisa, tem muita gente no chat. você falando desse acolhimento que é importante e eu vou aqui colocar uma coisa importante que a Elian, a Eliamar Borges, né? Bom dia, cucô, diz aqui, [risadas] >> sim. >> Aprendendo a gostar da Marilda. >> Vixe, Maria, eu acho isso ótimo. Mas que será que impressão que eu causei que ela tá aprendendo alguma coisa nesse? Pô, não tô entendendo. Tá acontecendo aí, Eliana? Porque eu vou dizer, na minha vida, nesses 62 anos, eu o que eu mais queria era tentar me encaixar nesse mundo que você sabe que é complexo, né, Flavinha? onde >> há uma dificuldade muito grande das pessoas em aceitarem as outras, em aceitarmos umas às outras, em muitas vezes eu como subordinada aceitar as ordens da minha chefia, né, a minha posição na vida e eu como coordenadora, aceitar a o os meus profissionais que estão sobre a minha direção. Então, certa feita no meu, vou dar só um exemplo, certa feita na minha unidade de trabalho, porque eu sou enfermeira e nós, como enfermeiras, quando a gente começa a trabalhar, a gente já tem uma
ção. Então, certa feita no meu, vou dar só um exemplo, certa feita na minha unidade de trabalho, porque eu sou enfermeira e nós, como enfermeiras, quando a gente começa a trabalhar, a gente já tem uma equipe de trabalho, não é, que temos que coordenar. E muitas vezes eu vejo que a minha postura de ser, a minha maneira de falar, de impostar a voz, causa em muitas pessoas um certo nossa, que que ela quer? Não é? E principalmente na nossa função de coordenação. E as pessoas me aceitavam, elas achavam que eu era muito imponente. P p pá p p pá. Bom, passou o tempo e aí querendo ajudar com a equipe, trabalhando junto com a equipe, não é? Porque nós precisamos trabalhar junto da equipe para eles sentirem, nós temos que fazer juntos. E trabalhando nesse nessa dificuldade toda que sabemos, eu fui falar com a minha coordenação. Eu disse: "Olha, isso no início da carreira, já faz 30 anos atrás". E aí eu disse pra minha coordenadora, eu me lembro que o local da direção era uma escada longa e eu tava aqui na base da escada com ela. Eu dizendo assim: "Olha, eu estou tendo muita dificuldade, as pessoas não me aceitam". E isso para mim é ruim porque traz uma um obstáculo no trabalho, na tarefa. Eu estou junto, quero trabalhar junto. Aí ela bateu no meu ombro e disse: "Que Marilda, que que você quer? Se nem o Jesus foi aceito. Depois desse dia, [risadas] eu falei, eu parei, pensei, falei: "Nossa, é assim, >> o mundo precisa, as pessoas, nós precisamos de acolhimento >> uns para com os outros. Nós precisamos aceitar o outro qual ele é, >> porque às vezes a primeira impressão muitas vezes não é muito agradável. Muitas vezes a primeira impressão não muito agradável, mas depois com o tempo, com o trabalho, com a convivência e com todo esse aprendizado que a doutrina espírita nos proporciona de que nós precisamos ter bondade para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas, é o roteiro, é o caminho da verdade e a vida colocado por Jesus de qual deve ser o
de que nós precisamos ter bondade para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas, é o roteiro, é o caminho da verdade e a vida colocado por Jesus de qual deve ser o nosso comportamento na vida. Então eu depois desse momento eu falei: "Olha, realmente eu estou aqui para trabalhar, para unir forças com os trabalhadores e seguir a rota". Eu só sei que como essa a Hélia eh aprendendo a gostar da Marilda, eu lembrei desse momento, lembrei da sua frase de acolhimento, porque nós precisamos nos acolher. Muitas vezes a nossa primeira impressão, hoje nós temos uma personalidade, mas essa personalidade hoje tenho é a pontinha do iceberg. >> Uhum. fundo, no na profundeza, aquilo que nós queremos expressar, muito vem lá de trás, né, das nossas vidas anteriores, do nosso comportamento anterior, que está aqui. Eu estou expressando a ponta do iceberg, do que eu sou, né? Uma pessoa que muitas vezes disciplina, não é? A maneira de falar às vezes pode colocar uma certa maneira diferente de ser, mas minha gente, a vida me ensinou tanto, me ensinou a respeitar, me colocou situações em que eu tive que enfrentar todas as dificuldades, porque esse nosso mundo é provas e expiações, é um mundo de reconstrução da personalidade hoje, de mudança de um caráter antigamente muito duro, muito imponente e hoje tentando ser mais dócil, mais tranquila, mas isso só o tempo, só a experiência. Oxalá, um dia eu vou ser mais delicada na maneira de se expressar, de falar, mas aqui dentro há um coração que quer vencer, que quer lutar, que quer ser amada, mas também, como disse Francisco de Assis, eu preciso amar mais do que querer ser amada. E é essa aí o recadinho. Eu queria que você colocasse eh que eh qual é o maior aprendizado que a sua trajetória lhe trouxe. >> Uhum. Sim. Eh, eu quero só deixar aqui eh que para mim, sabe, Marilda, eh a sua voz, eu reconheço as pessoas muito pela voz, né? e pelos sentimentos. Eh, é, não, não é importante hoje eu, hoje eu estou aprendendo o não
quero só deixar aqui eh que para mim, sabe, Marilda, eh a sua voz, eu reconheço as pessoas muito pela voz, né? e pelos sentimentos. Eh, é, não, não é importante hoje eu, hoje eu estou aprendendo o não julgamento, porque eu eh não é importante quem se aproxima de mim para me ajudar, como é que essa pessoa é? O importante é que ela tá tendo boa vontade, né? Quantas vezes na rua eu já fui auxiliada por moradores? moradores não, porque a gente não mora na rua, né? Pessoas em situação de de rua, quantas vezes, né? Como que eu sei? Eu sentia, eu sentia, né? Às vezes o cheiro, eu escutava o barulho do carrinho de reciclado. Então, quem tá me ajudando ali são essas pessoas, se tá engravatado, se não tá, se tá perfumado, se não tá. Isso, gente, não é o mais importante. O importante é o coração de cada um, né? Eu também, eh, Marilda, eu faço parte hoje de um grupo considerado minoria, né, das pessoas com deficiência. Então, eh, a gente tem necessidade de pertencimento, a gente quer pertencer, a gente quer ser aceito, né? Mas uma das coisas que eu também estou aprendendo é que isso que você falou de Jesus, à medida que você tava falando, eu pensei sobre isso. Eu não posso ter a audácia de querer agradar todo mundo, né? Eu sei que tem gente que não se simpatiza por mim, que às vezes tem alguma ideia que nunca conversou comigo, não mudou ainda de opinião ou continua com a mesma. Por quê? Porque eu também tenho os meus defeitos, né? Então, eu não posso querer agradar todo mundo, eh, exatamente porque Jesus não agradou. né? Então tá tudo bem se tem alguém que não se simpatiza comigo, mas eu acho que a gente tem que sempre dar oportunidade para rever isso, né? Porque as propostas, as ideias, né, que Jesus trouxe é do amor, né? Os o mundo é governado por aqueles que amam. Então, tudo que coloca a margem, tudo que coloca eh a exclusão, tá contrária a lei de amor. E o que eu tenho aprendido, gente, nesse eh nesse ano que passou, né, a cada vez que eu saio é a humildade, porque eu preciso do meu irmão e tudo
que coloca eh a exclusão, tá contrária a lei de amor. E o que eu tenho aprendido, gente, nesse eh nesse ano que passou, né, a cada vez que eu saio é a humildade, porque eu preciso do meu irmão e tudo são desafios mesmo. tudo. Eh, eu falo assim de você pegar um aplicativo até você está na família, né, na rua, eh porque nós tivemos oportunidade de conversar e de rir bastante quando a gente almoçou, né? >> Mas, gente, eh, às vezes eu pego, saio da minha casa, eu falo: "Tá tudo bem? Eu pego e parece brincadeira, mas frequentemente eu pego um aplicativo com motorista que é surdo. Então, como que eu cega me comunico com esse motorista surdo, gente? Aí você fala assim: "É, não vai ter jeito, né? Alguém vai, a gente vai ter que, eu imagino, ele não tá me escutando, não tá me respondendo, ou então eu vejo escrito lá deficiente auditivo, aí eu penso lascor, como é que vai ser essa viagem, né? Mas eh às vezes a comunicação ela é indispensável, mas é o que a gente sente que vai reger nossas reações, né? Então, eh, é o aprendizado, né? Como que é isso? Como que é a a a esse trabalho de aceitação, né? Outro dia eu escutei do Rossandro uma coisa que eu achei muito engraçada assim e acho que é verdade que família é igual eh eh esses combos de TV a cabo tem um tanto de canal que você não gosta, mas vem junto, né? Então, às vezes isso, isso tá relacionado, a gente pode pensar a família, amigos, tem pessoas que a gente tem mais dificuldade, tem pessoas que t mais dificuldade com a gente, né? Mas a gente vai aprender porque vai continuar ali na nossa caminhada. A gente vai aprendendo. E eu, qual que é a minha referência, né? Sou eu mesma, entendendo os ensinamentos, né? da boa nova, mas o que é do outro é do outro. É a dificuldade que ele tem, são os problemas, é a história, né, de vida dele. Então, eu vou fazer a minha parte, eu vou tentar me melhorar, né? Mas os desafios são grandes, né? Existe muito preconceito. Eh, >> ô Flavinha, a Héli disse, a Eliana Mar, ela falou assim: "Devo ter me expressado
u fazer a minha parte, eu vou tentar me melhorar, né? Mas os desafios são grandes, né? Existe muito preconceito. Eh, >> ô Flavinha, a Héli disse, a Eliana Mar, ela falou assim: "Devo ter me expressado mal, não fiz não. Não é questão de julgamento, é que eu me lembrei do que você disse para o programa precisa ter um tchan tchan tchã, viu Eliana? A gente precisa colocar, como diz a nossa a querida Estela, chefe Estela Martins, a gente precisa colocar fogo no parquinho. Então, a sua frase, né, o que você colocou, importante. Importante não, não é por nada. A gente não interpreta nada aqui. A gente não interpreta. A gente só utiliza as palavras paraa gente colocar algo importante na relação de conversa para que, como esse é o nosso Bom Dia Café, é um momento de reflexão dinâmico, né? E não nos esquecendo agora, ô Eliana, não tem nenhum julgamento não. Eu só aproveitei a frase para colocar o que é importante para nós. Você até ajudou o nosso programa. A Eliana Marques agora tá contratada para toda vez, não é Marques, Eliana, éar Borges tá contratada para eh incrementar, né, o nosso programa, não é? Não é, Flavinha, porque desses momentos o >> O que a gente tá falando é para todo mundo, né? É para mim, é para você, é paraa nossa vida. Exato. É, não é, eu te interpretei mal, não interpretei nada não. A gente não fez interpretação. Eu só coloquei porque eu achei interessante e me veio o que aconteceu para que a gente pudesse discutir isso. que já que o Bom Dia Café não é, é uma proposta de elevar os nossos pensamentos, a nossa conexão mental, né, e espiritual, através do compartilhamento de boas notícias, bons exemplos, né, que estão amplamente disponíveis ao nosso redor, na nossa vida diária. É isso que nós estamos colocando, porque isso é importante, né? É a fé raciocinada, né, Flavinha? eh >> nos explica o espiritismo com a aplicação do evangelho em nosso cotidiano. Por que será que eu fui buscar lá com a minha chefe? Porque eu estava numa situação desconfortável, não
, né, Flavinha? eh >> nos explica o espiritismo com a aplicação do evangelho em nosso cotidiano. Por que será que eu fui buscar lá com a minha chefe? Porque eu estava numa situação desconfortável, não é? E eu queria que ela me esclarecesse, porque eu estava ali com a equipe de trabalho tentando lutar, tentando me esforçar e eles não queriam, >> eles queriam do jeito deles, porque a gente sabe como é a equipe, né? Cada um quer fazer da forma. Vou dar só um exemplo. Nós tínhamos na nossa unidade de trabalho, Flavinha, >> Aham. >> trabalhava na unidade de nutrição parenteral, >> eu coordenava essa equipe e tinha uma paciente lá que ela tinha síndrome do intestino curto, >> então ela não podia naquele momento, estava, né, bem magrinha, bem desnutrida e ela não podia, ela estava tomando alimento pela pela veia. estava tomando nutrição parenteral, ela não podia se alimentar de comida como nós eh oral naquele momento. >> Sim. >> E os profissionais à noite ela pedia comida na marmita, os profissionais davam. Você falava assim: "Meu Deus, piorava a situação do paciente". Não, eles com carinho. Isso naqueles tempos. Porque, minha gente, eu sou da época da seringa de vidro. Nós terminávamos o plantão. É verdade. Nós terminávamos o plantão. Nós embalávamos as seringas de vidro para ir pro centro cirúrgico fazer esterilização. Olha que época é. >> Então, naqueles tempidos, as pessoas não entendiam ainda. Elas achavam que o paciente está pedindo, ele tá com fome ele quer. Então eles davam. Então era o momento de instruir a equipe, educar os pacientes, porque esse é nosso papel, nossa função, né? >> Então, estamos falando disso. >> E aí a doutrina espírita nos esclarece, nos fortalece como que nós devemos nos direcionar na vida, não é? Porque a fé raciocinada que o espiritismo está nos explicando com a aplicação desse evangelho no nosso cotidiano, porque o evangelho não é só ser colocado lá na cátedra, não é? o palestrante falar, escutarmos aquela coisa linda e ficar por isso mesmo. Tem que ter prática,
cação desse evangelho no nosso cotidiano, porque o evangelho não é só ser colocado lá na cátedra, não é? o palestrante falar, escutarmos aquela coisa linda e ficar por isso mesmo. Tem que ter prática, >> é >> buscando a nossa mudança íntima através do que estamos fazendo aqui, do debate, da reflexão dessas questões que nos preocupam. >> Então, querida Heliana Marques, queridos amigos do chat, Flavinha, o chat bombou, bombou? Que bom. Até o Dudu veio falar que você tava brilhante. >> Ah, ele é super momento. Novo membro, né? Ele falou aqui, Flavinha, o Dudu, você está brilhando, mulher. >> Bom a Maridinha. >> Oi. >> Eh, eu não sei. Eh, você me interrompe no momento, né, com relação ao tempo. >> Tá. É, mas hoje hoje tá permitido. O chefe já disse que a gente pode ir até meio-dia. >> Ah, meu Deus. Tem que buscar repertório. Coloquei a Terezinha porque a gente tem que conversar com o chat, né? Nós temos que conversar com os nossos amiguinhos aqui. Teres assim: >> "Flavinha, suas reflexões me tocaram profundamente. Elas falaram de mim também. me alertar alertaram a tomar certas atitudes e acertar meu interior. Gratidão, querida, né? Obrigada, outras vezes. Ela pediu para vir outras vezes. A Estela Martins, mais uma contratada aqui. E a Eliana disse assim, que ela disse assim porque ela me conheceu online faz pouco tempo, não tem problema. Eu só aquela frase eu achei importante, ela deu um link para o que eu queria dizer, porque esse programa também é uma forma de nós colocarmos as nossas experiências até para tentarmos resolver aqui nesse momento atual com a Flavinha. Ela é terapeuta, minha gente. Ela nos ajuda em nossas dificuldades. >> E a Rosiane Caetano, Rosiane Caetano, eh, ela diz que o o Júlio Silv faz um lindo, é, s e o V e que vocês me expliquem depois o que significa. para quem tá aí no chat, um lindo trabalho, Júlio. A casa espírita que ela é voluntária, né? É o Ceária dos pobres, 70 anos de trabalho no bem. Olha que legal. >> Ah, a Estela tá dizendo que é ele amar.
ra quem tá aí no chat, um lindo trabalho, Júlio. A casa espírita que ela é voluntária, né? É o Ceária dos pobres, 70 anos de trabalho no bem. Olha que legal. >> Ah, a Estela tá dizendo que é ele amar. Tá certo, El. Obrigada. E aí a Dolores? Beijinho para vocês tudinho. Chegou em Juiz de Fora. Maravilha. Oh, que bom. Ela chegou agora em Juiz de Fora. Que maravilha. >> E aí, você pode dizer mais alguma coisa, não é? Porque eu só vou dizer aqui, minha gente, que o Bom Dia Café agora tem uma playlist de músicas no Spotify, né? Vá lá conhecer, aproveitar para elevar os pensamentos através de boa música, né? Acesse o site ou >> spotify.café. Vamos lá, gente. Vamos lá. Vamos lá. Vamos lá. >> Pode dizer mais algumas coisas aí que está no seu roteiro que agora eu vou me calar. >> Eu eu tava lembrando aqui, né, a gente conversando, né, sobre essas esses nossos desafios. Eu escutei outro dia um homem, um pai de duas crianças pequenas, duas menininhas. Eh, >> ó, deixa só falar, só interromper. É, é boa notícia, então é boa notícia. >> Ela é uma boa notícia. >> Então, espera aqui que boa notícia tem vinheta. Vamos lá, >> então. Vamos lá. Pode falar. Boa notícia. >> Então vamos. Eh, a gente tem que fazer barulho para poder falar das coisas boas também, né? pro bem não ficar tão tão tímido. >> Exato. >> Eh, o o esse pai com duas meninas eh e as duas com eh fazendo, né, parte do espectro eh autista, as duas crianças pequenas, quatro e 6 anos, me parece. Eh, e aí eh, olha só o que que ele fez. Ele matriculou as meninas no balé, mas para que elas pudessem ter um desenvolvimento melhor, ele começou a ir fazer as aulas junto com elas e ele conta que eh ele é pedreiro, né? Então assim, uma pessoa que a princípio, né, ele mesmo fala, eh, difícil, né, essa essa delicadeza do balé. né? Mas ele diz paraas minhas filhas, pelas minhas filhas, eu faço qualquer coisa, né? Se precisar eu fico todo de cor de rosa para dançar balé junto com elas. E o quanto isso tá fazendo diferença na vida delas, sabe? Ele falou que elas já
elas minhas filhas, eu faço qualquer coisa, né? Se precisar eu fico todo de cor de rosa para dançar balé junto com elas. E o quanto isso tá fazendo diferença na vida delas, sabe? Ele falou que elas já estão mais desenvolvidas, falam mais, interagem mais socialmente. Então, gente, eu fiquei assim tão encantada com essa vontade, com esse cuidado dele em relação às filhas, né? Olha o amor em movimento aí, né? Que ultrapassa qualquer preconceito, né? ele, um homem, um pai, eh, numa, numa sala com crianças, professora, e dançando balé junto com elas, né? Então, eu acho que é isso, assim, eh, são esses exemplos que que traz que nos inspiram, né, a acreditar que a o as coisas boas elas estão por aí, nós temos é que nos sintonizar com elas. né, Marilda? >> Maravilha. O, como diz o outro, o amor está no ar. E aí, o Júlio tá dizendo aqui no chat que SOV é Sociedade Espírita Obreiros da Vida Eterna lá em Florianópolis. E a Zilma, essa a Zilma deve ser a Zilminha, né? A Zilma Helena Pinto. >> É a Zilminha. Isso. Ela disse que tá maravilinda, reflexões, amiga. É por isso que eu gosto de você, hein? Nos faz pensar. >> Verdade. Aia Soares e a Enza dizendo, querida, lê minha mensagem pra Flazinha lá de cima, por favor. Misericórdia. Ai, ai, ai. Escreve de novo, escreve de novo que eu dá tempo. Escreve de novo que eu vou, eu falo aqui muito. A Tânia Maria, muito bem lhe ouvir, Flavinha. Vamos ver se eu acho que que a Enza colocou, porque eu acho que eu eu passei de todo mundo. Enza. Ah, eu acho essa aqui. Quando vi a Flavinha pensei: "Vai no banheiro mesmo". É essa? Não entendi. >> É, é, >> é essa. >> É. Aí tem ela fala também, estava guardando esse abraço desde o céu do ano passado e aí vai >> é colocando foi muito bom. >> Helena de Souza como novo membro, muito obrigada por apoiar a mensagem espírita e apoiar aqui o Bom Dia Café. E é isso mesmo, minha gente. Eh, eu acho muito importante. Se não for essa, se for essa, tudo bem. Se não for, coloca de novo, ô Enza, que dá tempo ainda. Só para falar, minha
iar aqui o Bom Dia Café. E é isso mesmo, minha gente. Eh, eu acho muito importante. Se não for essa, se for essa, tudo bem. Se não for, coloca de novo, ô Enza, que dá tempo ainda. Só para falar, minha gente, que eh o Bom Dia Café, ele vai ao ar de segunda a sexta-feira às 7:30. A apresentação cada dia uma é Estela Martins, Patrícia de Roios, eu, Marilda Veiga, o Pedro de Paiva e o nosso queridíssimo Jairo de Jesus. A produção é da Estela Martins, ela é espírita, jornalista e é para que vocês vocês possam encontrar as edições anteriores do Bom Dia Café na playlist aqui no canal Renovando Consciências, Consciência e Espiritualidade. que tem também um convite para participar do grupo Bom Dia Café para facilitar o compartilhamento, o compartilhamento que a Estela faz dos links das lives do Bom Dia Café, informações sobre o programa para entrar e no chat depois nós colocamos aqui o link e aí eh o que a Enza disse é quis dizer que não devemos guardar abraços, né? E aí a Marildinha e pitonisa. Pitoniza. Pitonisa. Beijo. >> Tá vendo? Ela tá aqui. E aí ela quis dizer que não devemos guardar abraços. Legal, né? E aí a >> gente, né? A música fala que o melhor lugar do mundo é dentro de um abraço. >> Exatamente. E aí apareceu agora atrasado o nosso Pedro de Paiva. Olá, cheguei no final uma hora depois. Pedro >> Pedro e o Júlio diz: "Bom dia, Enza. Estão conversando aí". Ele disse: "Lindas". E aí? Aí a nossas as nossas queridas esperantistas, a Terezinha diz: "Saluton, Dodô". Elas falam, né? Salutam dodô. E a Ana Carolina disse: "Flavinha querida, amiga que Deus me presenteou, estou assistindo o programa desde o começo. Obrigada por tanto aprendizado que vocês nos proporcionam, né? Aí, amor, eu é que agradeço a oportunidade. >> Eu eu tô só aprendendo, gente. Eu tô só no caminho, igual todo mundo. >> Tá aí a Helena diz assim: "Maridinha, passei mensagem pra Flavinha, gentileza passar as mensagens do chat pra amada Flavinha". Ah, pode deixar. E aí o Ped Pedruques diz: "Já vou pegar lá no
mundo. >> Tá aí a Helena diz assim: "Maridinha, passei mensagem pra Flavinha, gentileza passar as mensagens do chat pra amada Flavinha". Ah, pode deixar. E aí o Ped Pedruques diz: "Já vou pegar lá no início e ouvir". OK, não tem problema. O importante é chegar. Ninguém chega atrasado aqui, tá? >> É. >> E aí o Dudu diz aqui: "O tempo é agora. O tempo é agora". E tem um um >> a gente fala que é poeta, né? Esses músicos, né? Que ele diz que é preciso amar como se não houvesse amanhã, porque se você parar para pensar, na verdade não há. E realmente não é. Não há, né, Flavinha? Nós só temos o presente, é o agora. É, então vamos expressar essa energia do bem, essa maravilha do bem para muitas pessoas. Então, Flavinha, sua palavra, as suas palavras finais, a sua mensagem que você gostaria de desejar a esse nosso público seleto do BDC, porque é um público seleto. Quem procura todos os dias ouvir e ver boas notícias é público seleto, porque com essa visão e pensamento, nós emitimos boas energias, porque nós modificamos o mundo pela nossa modificação. A paz do mundo começa em mim e se eu tenho amor, com certeza eu sou feliz. E a paz do mundo começa em mim. Palavras finais. Vamos lá. >> Bom, só agradecer, agradecer por esse momento que vocês me proporcionaram, eh, por essa amorosidade. Eu me senti super acolhida. Muito obrigada. Eh, lembrando aqui que o Dudu colocou, né, que o tempo é agora, né, tem uma uma frase em uma poesia de Carlos Brumão de Andrade, né, o tempo é agora, eh, o tempo é o presente, o homem é presente e a vida é o presente. Então, a vida é, a gente entende dessas duas formas, que é o momento de ser vivido, não vamos deixar para depois, né? Tudo que a gente puder fazer, vamos pedir pra espiritualidade nos proporcionar momentos para que a gente possa ser útil, para que a gente possa fazer o bem. E a vida é o presente, porque nós estamos nessa reencarnação em uma existência muito especial. A gente tem agora a oportunidade de fazer diferente, né? Então, que a gente possa eh
e possa fazer o bem. E a vida é o presente, porque nós estamos nessa reencarnação em uma existência muito especial. A gente tem agora a oportunidade de fazer diferente, né? Então, que a gente possa eh celebrar, continuar celebrando a vida da melhor forma, que é aprendendo a lidar com o outro, com as limitações, com as diferenças, mas querendo servir, querendo amar, né? Porque quando Jesus fala pra Maria de Magdala, né, dela sofrendo ali as carências do amor, e ele fala para ela, eh, Maria, eh, eh, e fala, né, Maria de Madalena, quem quem prefere, ama, ama, porque o seu coração é preenchido com o que você doa, não é com o que você recebe, né? O retorno é a lei da vida, porque a vida não dá, a vida devolve. Então, que a gente possa seguir amando e que todos possam ter um ano maravilhoso, com muitas realizações, muito aprendizado, muito trabalho e precisando de mim à tua disposição. Um beijo, gente. >> Que maravilha. E aí, eu só vou terminar com uma música também da minha época. Vamos ver. Somos todos companheiros animados pela mesma chama. Por divisa nosso peito leva o nobre coração que ama. Um amor sem preconceito, um anseio fraternal. Somos todos companheiros. Cristo é o nosso ideal. Que esse nosso dia, começando assim, com essa energia, com esse carinho, com essa vibração, possa ser transmitido a mais pessoas. Muita paz a todos. Obrigada, Flavinha. E café. Vamos lá, terminamos o nosso bom dia hoje. Muita paz a todos. Vamos terminar terminar como a gente começou, não é? Súplica de Jesus. >> Deixa eu cantar. >> Hã? Canta. Então, canta. Vai. >> Então, vou cantar. Jesus no silêncio da prece, teus irmãos aqui pedem paz para aliviar um pouco as aflições. Senhor, enxugi nosso pranto. Precisamos do teu amor e sentir tua presença, envolver nossos corações. Por isso vem Jesus e ir ao teu encontro queremos te seguir e afastar o mal da terra e acabar de vez com a guerra. e caminharmos juntos a luz. Até mais, gente linda. Até mais. Muito obrigada. >> เ
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