Bom dia, café! 260126 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 27/01/2026 (há 2 meses) 1:12:35 6 visualizações

O Bom dia, café! tem agora uma playlist de músicas no Spotify. Vá lá conhecer a aproveitar para elevar os pensamentos através de boa música. Acesse e ouça: sptfy.in/bom-dia-café A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias e bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade

Transcrição

เฮ >> Olá, bom dia a todos. Bom dia a todas. Eu sou a Estela Vasconcelos, não a Estela Martins, né? Hoje tem essa troquinha de Estela. Não estranhem, não estamos na Matrix, mas é o Bom Dia Café iniciando com as boas notícias, com o bom entretenimento de todas as manhãs. Eu faço minha apresentação inicial, né? O meu nome é Estela Vasconcelos. Eu falo de Erechim, no Rio Grande do Sul. Sou uma mulher branca, olhos verdes, pele clara, cabelos loiros longos. Estou no norte do Rio Grande do Sul, já divisa com Santa Catarina. E o Bom Dia começa agora com o Jornal Espírita. Bom dia, café tem como objetivo trazer sempre para vocês os bons exemplos, as boas reflexões, as boas notícias, sempre com a ótica cristã, tendo como Jesus nosso mestre, modelo e guia e usando como chave para aplicar seus ensinamentos em nossa rotina, nossa rotina diária e também de uma forma simples de pensar o espiritismo, equilibrando as informações. que resultam da movimentação da sociedade que criamos e oferecida pela mídia convencional às redes sociais, como aquela que muitas vezes ficam escondidas. Por isso, nós sempre trazemos aqui boas notícias, pois contam sempre com gente do bem, agindo para o bem de todos. e exigem que essas exigem aos milhares. Somos nós a prova disso. As notícias de hoje e evangelho das obras básicas leve e bem morada. Participe, curta de segunda a sexta-feira a sempre às 7:30 da manhã. Pode chamar seus amigos, seus parentes e principalmente aqueles que estão desanimados e deseludidos. Esses seres humanos, assim como nós, precisam também desse espírito, né, de boas ações, de boas notícias e de bom papo. Como eu já fiz a minha autodescrição, eu vou dar aqui o bom dia aos nossos participantes que já estão aqui na salinha nos aguardando. Vamos dar aqui o bom dia a nossas queridos amigos que já chegaram cedinho, sempre bom dia, fé, é recheado, né, de bons amigos. Mas antes de falar de bom dia também aos nossos canais parceiros, né? O Renovando Consciências, o nosso canal Matriz

amigos que já chegaram cedinho, sempre bom dia, fé, é recheado, né, de bons amigos. Mas antes de falar de bom dia também aos nossos canais parceiros, né? O Renovando Consciências, o nosso canal Matriz também do Facebook, o canal do Facebook da Estela Martins, que é a coordenadora desse programa, né? a nossa jornalista MOR, mãe e criadora desse programa, o grupo Espírita Fonte Viva, a Rádio Espírita, a Web Rádio Fraternidade, o Conecta Espiritismo, o Renovando Consciências e o Instituto Goiano também estão aqui. Então vamos, a Rádio Espírita também está aqui conosco. E agora vamos aos comentários aqui, que eu sei que já tem muitos bons dias aqui acontecendo. Vamos lá. A minha querida, amada amiga Terezinha lá de Brasília. Bom dia, Terezinha. Bom dia para você também, minha querida. Bom dia, Patríciao. Olha, se eu precisar de você, você fica atenta aí, tá? Eu não sou muito boa em operar trem, você sabe disso, né? Bom dia com alegria. Começamos o dia sempre com alegria. A nossa querida eh desenrolio aqui. Ela desenrola tudo para nós, esta amada que está lá na Espanha e de lá ela consegue nos ajudar, ó. Tá pedindo like já. Vamos lá. Vamos dar like então, minha amada. Temos aqui também a nossa Olga Ferrarini. Bom dia, abençoado dia para todos nós. A minha xará, que bom que você tá aqui. Temos chimarrão, mas temos também o nosso café quentinho saindo agora do fogão. Tenho certeza que você colocou muita lenha nesse fogão aí, Estela, porque tá bem quente esse café aqui. Vou devagarinho para não queimar a boca aqui. Cristiane também está aqui. Bom dia, minha querida. Bom dia a minha amiga, minha doce Marilda, que está sempre comigo também no evangelho. Ela me coloca nessas frias de vez em quando, sabe? Tô aqui por intimação dela, né, Marilda? Você sabe disso, que a intimação foi sua. Bom dia, Terezinha. Sim, meu amor, nós não, todas nós somos de luz aqui, né? Olha só que tá aqui também o nosso ministro Paulo Winter. Bom dia para você, ministro. É uma brincadeira que a gente

i sua. Bom dia, Terezinha. Sim, meu amor, nós não, todas nós somos de luz aqui, né? Olha só que tá aqui também o nosso ministro Paulo Winter. Bom dia para você, ministro. É uma brincadeira que a gente faz aqui, né, de chamar os os colegas de de ministro, ministra, mas agora a gente tem aqui o café lux, né? Ele já tudo tem um lux no final. Então vamos fazer aqui para iniciar. A gente não pode iniciar um bom dia café. Sim. que estejamos aqui conectados com o nosso mestre Jesus. Então, antes da gente começar, vamos fazer aqui o que a gente faz todos os dias, né? Uma prece para começar o nosso dia, a nossa semana para que ela seja iluminada, muito iluminada. Então, vamos colocar aqui a vinheta da prece. Não vou esquecer não, Chora. Não [música] vai aí. >> E como eu tô tentando botar a prece de Caritas aqui, ela não tá entrando, eu vou ler a prece de Caritas para nós todos. Agora ela começou a entrar, mas vamos, eu vou ler a prece de Cáritas porque eu acho que não tem como a gente começar uma boa semana, um bom momento da espiritualidade quando nós nos conectamos com essa prece. Deus nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai a força aquele que pós passa pela provação. Dai a luz aquele que procura a verdade. Ponde no coração do homem a compaixão e a caridade. Deus dai ao viajor a estelaria, ao aflito a consolação, ao doente o repouso. Pai, dai ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, a criança o guia, ao órfão o Pai. Senhor, que vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste. Piedade, Senhor, para aqueles que não vos conhecem, esperança para aqueles que sofrem. Que a vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a esperança, a fé. Deus, um raio, uma faísca de vosso amor pode abrasar a terra. Deixa-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita. E todas as lágrimas secarão, e todas as dores se acalmarão. Um só coração, um só pensamento subirá até vós como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, nós vos

e infinita. E todas as lágrimas secarão, e todas as dores se acalmarão. Um só coração, um só pensamento subirá até vós como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, nós vos esperamos com os braços abertos, ó bondade, ó beleza, ó perfeição. e queremos de alguma sorte alcançar a vossa misericórdia. Deus, dai-nos a força de ajudar o progresso a fim de subirmos até vós. Dai-nos a caridade para pura. Dai-nos a fé e a razão. Dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas o espelho onde se refletirá. A vossa imagem é linda essa prece, né? E ela é sempre atual, ela sempre edificante. Se encontra para quem tem esse livro, esse evangelho antigo, capa dura. Eles, ela está lá no finalzinho, a última página do Evangelho Segundo Espiritismo. Essa coleção segue comigo há pelo menos 50 anos e ela é meu modelo, meu guia. É nela em que eu estudo. A linguagem é diferenciada. Nesses livros antigos, a gente sabe disso, foram surgindo outras versões mais simplificadas, mas o meu carinho está aqui nesses aqui, que trazem toda a o conhecimento do evangelho, assim como ele é, assim como ele deve, né, eh, ser sempre, né, apesar das mudanças que nós temos na existência, nós temos aí e sempre algumas pequenas nuances que podem modificar de versão a versão, né? A gente sabe que as traduções antigas talvez não tenham sido as as mais corretas, mas são aquelas que cada um de nós, né, tem a sua escolha, o seu modelo. Alguns têm os os evangelhos de bolso, outros maiores. Eu ainda sou apaixonada por essa. Então, para vocês verem como eu sou novinha, né? Se só o evangelho comigo está a 50 anos, façam ideia a minha idade, que beleza, né? Mas a gente vai aqui antes de trazer hoje nós temos uma visita muito especial, muito especial mesmo. E como nós temos uma efemérides hoje, a gente sempre fala das efemérides, eu vou trazer essa efemérites aqui antes de então começarmos aí com a nossa visita. Eu quero dar aqui o meu bom dia ao Thago que acabou de chegar. Bom dia, Thago. Suas contribuições são sempre

érides, eu vou trazer essa efemérites aqui antes de então começarmos aí com a nossa visita. Eu quero dar aqui o meu bom dia ao Thago que acabou de chegar. Bom dia, Thago. Suas contribuições são sempre maravilhosas. Seja bem-vindo, né, Terezinha? Que também tá falando que gosta muito da prece de Cáritas. E vamos aqui, então. Achará me coloca um monte de vinheta aqui, né? Para quem não tá acostumado com as vinhetas, né? Para quem eh tá acostumado com ela, se torna fácil. para quem não e tem um mouse que não ajuda, fica meio meio complicadinho, mas vamos lá, né? Então, vou colocar aqui a vinheta das efemérides e vamos falar então da única efemérios hoje, mas única, mas especial, né? Muito especial essa efemite de hoje. Vamos lá. Onde é que tá as efemites? aniversário. Eu não tenho nenhum aniversário aqui. Então vamos a efeiros. Hoje nós temos uma efeméite aqui bastante especial, né? a nossa querida amiga, nossa querida jornalista, mãe desse programa, manda pra gente o roteiro bonitinho aqui, fica fácil da gente trabalhar, né? E no dia de hoje, então, em 1869, ah, foi fundada, aconteceu a fundação do comitê da Sociedade Dialética de Londres para investigar fenômenos espíritas, né? Eh, esses fenômenos espíritas foram resultados de um relatório em 1971, embora não provasse a existência do espiritismo, concluiu que era digno de investigação científica mais profunda, influenciando a fundação da sociedade de pesquisas psíquicas, elevando o espiritismo para a esfera científica. o contexto da formação, né, da origem, deu origem à Sociedade Dialética de Londres, que era um fórum de debate filosófico. E também a partir daí foi criada a resolução, né, uma resolução em 26 de janeiro de 1869, onde a sociedade votou para investigar os fenômenos do espiritismo moderno. A comissão desse comitê era com cerca de 33 34 membros. e foi os foi ela quem deliberou essas tarefas, né? Houve relatório também dessa comissão, né, que trabalhou durante 18 meses de 1800 69 a 1861, com foco em relatório nos aspectos

rca de 33 34 membros. e foi os foi ela quem deliberou essas tarefas, né? Houve relatório também dessa comissão, né, que trabalhou durante 18 meses de 1800 69 a 1861, com foco em relatório nos aspectos fonológicos das manifestações, mas não nas implicações filosóficas ou morais. A conclusão desse imp dessa eh desse estudo, a sociedade concluiu que os fenômenos eram dignos de maior investigação e que alguns eram reais, embora causas espirituais ou não fossem determinadas. teve um legado bastante importante, né, criando então essa fundação e o relatório, né, preservou registros importantes, experiências servindo como base para estudos futuros com as críticas céticas que recebeu, né, embora tendo recebido essas críticas, né, ela ela foi de extrema importância a criação desse cometê, a influência, né, o trabalho estimulou o interesse científico pelo tema devendo muitos membros a migrar para recém fundada sociedade for Psicle, que é, né, acho que deve ser assim, em 1888, que adotou métodos mais rigorosos da pesquisa. E aí a gente tem aqui então a formação de um comitê que nos traz informações mais pormenorizadas, né, sobre a criação do comitê que investigava os fenômenos espíritas naquela época. Dito isso, e como não percebo que aqui nós temos é aniversário, se tiver alguém de aniversário, por favor, nos contem quem está de aniversário aí. E a gente vai trazer então, porque eu tô aqui ansiosa, maluca aqui para trazer aqui a nossa visita de hoje, né? Vamos trazer as a visita de hoje. Nós temos aqui os links, a vinheta de preces. Deixa só ver onde é que tá aqui a abertura. Tô procurando a vinheta das visitas, minha amiga, e não tô achando. Mas a gente vai aqui trazer a visita. Então, quem será essa nossa visita de hoje e qual é a importância dela no nosso cenário aqui, gaúcho, no cenário nacional de tudo que a gente tem aqui, né, de de conhecimento, a espiritualidade, a influência desses seres para para nossa comunidade brasileira. Eu preciso ligar uma lâmpada aqui porque eu tô meio

o nacional de tudo que a gente tem aqui, né, de de conhecimento, a espiritualidade, a influência desses seres para para nossa comunidade brasileira. Eu preciso ligar uma lâmpada aqui porque eu tô meio escura aqui na tela. Obrigada, gente. E aí a gente vai trazer a nossa querida amiga Maria Elizabe Barbie pro palco. Bem-vinda, minha querida amiga Bet. >> Bom dia, Café. >> Seja muito bem-vinda. Um bom dia, Café. >> Bom dia. >> Eu peço para você se apresentar. Então, todos aqueles que estão nos apoiando, >> a minha, eu sou Maria Elizabete Barbieri, mais conhecida como Bet Barbieri. Sou uma mulher negra, tem os cabelos escuros, hoje eles estão amarrados na nuca e eu tô vestindo uma blusa branca com rosa. Eu sou trabalhadora espírita do Centro Espírita Leon de Porto Alegre, do Hospital Espírita de Porto Alegre. Sou voluntária da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. Sou autora, escritora, palestrante e integro a equipe de formação de lideranças espíritas da nossa fé. Hoje eu estou falando com vocês do interior do Rio Grande do Sul, Lavras do Sul, uma cidadezinha pequena que fica aqui no no sudoeste do nosso estado. A gente trouxe aqui porque a gente tem acompanhado aí a série que tá tão bem, né, sendo apresentada pela Cris Drux, que afinal de contas ela esteve aqui no Bom Dia Café no ano passado, ocasião em que também te convidamos e por compromissos você não poôde comparecer. Exato. >> E hoje a gente e hoje a gente mantém aqui, a gente manteve o convite, ficamos aguardando, passou-se um ano e te trouxemos aqui. Mas nós estamos falando da série CP, nós temos também aí eh um documentário que foi construído, né, um documentário dramatizado também pela Federação Espírita do Rio Grande do Sul. E nós que somos conterrâneas, a gente sabe, né, da importância de ser pé. Mas eu gostaria que você nos contasse quem foi CET Araju e que importância ele tem para o espiritismo. Pois Sepé é um espírito, primeiro é um espírito missionário que reencarnou entre os guaranis na nação guarani,

ia que você nos contasse quem foi CET Araju e que importância ele tem para o espiritismo. Pois Sepé é um espírito, primeiro é um espírito missionário que reencarnou entre os guaranis na nação guarani, nas nas reduções, né? jesuíticas do nosso Rio Grande do Sul, com uma tarefa delegada pelo Cristo de integrar a grande falange de Ismael, que como nós lemos no livro Brasil, coração do mundo, pá do evangelho, Ismael é aquele espírito ao qual Jesus confiou a gerência dos patrimônios espirituais da terra do Cruzeiro. Então, Cepé é um espírito que integra a falange de Ismael com a tarefa de trazer o evangelho de Jesus para esta região, né, para o sul da pátria do Cruzeiro do Sul. e integrando esse esse imenso projeto que começa já com a fundação das missões antes do nascimento de CEP e que hoje na espiritualidade se se constitui assim num grande trabalho, né, de auxílio a a todos aqueles que sofrem. Eh, enfim, a falange de CPÉ, ela é imensa hoje, fazendo trabalho espiritual, nos apoiando nesta nesse momento de transição da do nosso planeta. em linhas gerais, é esse é esse espírito missionário CPÉ, essa visão espiritual que vai muito além da lenda, do folclore, do do guerreiro, né? Mas é uma figura espiritual imponente que o espiritismo hoje começa, eu eu não vou dizer conhecer, porque é conhecido nos nossos centros espíritas há muito tempo, como havia aquele certo preconceito com as entidades indígenas, até por uma questão de de da nossa falta de conhecimento, que tá muito claro na na em o livro dos espíritos, que os missionários nascem em quaisquer povos, né? Mas por alguma razão a gente teve esta esse momento em que entidades indígenas, entidades africanas eram tidas como espíritos eh inferiores, né? Tanto que CPÉ, até hoje a maioria dos dos nossos dos nossos médiuns associam muito a falange de CPÉ, apenas integrados por indígenas, por guerreiros. Não é assim. Ele ele ainda mantém por vezes, não é sempre, a aparência indígena em gratidão, em gratidão ao povo que o acolheu naquele

falange de CPÉ, apenas integrados por indígenas, por guerreiros. Não é assim. Ele ele ainda mantém por vezes, não é sempre, a aparência indígena em gratidão, em gratidão ao povo que o acolheu naquele período. Eh, necessariamente, não é? A falange de CPÉ é uma falange com espíritos de todos os de todas as etnias, né? de todas as as aparências, de tod os perespíritos já transitados em várias em várias etnias. Então, a gente vai conhecendo melhor, né, essa história, esse espírito e o seu a sua importância na nossa gênese espiritual. Sim, >> a gente sabe, né, nós que somos espíritas, não é, Bet? A gente sabe que nós carregamos sabedoria de outras existências, né? E que não é só o conhecimento cultural, aquele pedagógico dos livros, né, ou dos estudos que a gente tem na academia, é que são a sabedoria, de fato, né? Não que eles não sejam, mas a sabedoria vem de muito além disso, né? E a gente vem carregando de geração em geração e se pernas prova isso, né? Com todos com toda a sua maneira de ser, com toda a sua eh os seus conceitos morais e éticos, seu cuidado com o povo e com tudo da natureza, né? Eu eu especialmente eh tenho esse cuidado até com as pequenas folhas que a gente pisa quando pisa na grama, a gente tem esse cuidado porque são seres vivos e que estão também em evolução, como nós também um dia tivemos, né, nesse estágio ainda rodimentar. Mas eu queria saber de você, Bet, você que foi a médium que psicografou o livro dele, como foi que você conseguiu perceber que essas mensagens realmente vinha de CPÉ? Em que momento você teve essa certeza que era esse espírito tão valioso que ele não é só para nós no Rio Grande do Sul, ele é pro Brasil inteiro, já que ele é falange de da falange de Ismael, né? É, >> olha, eu tenho eu tenho em torno de 45 anos de trabalho mediúnico ininterrupto. E a psicografia é uma delas, a psicografia, psicofonia, algumas algumas outras tarefas mediúnicas. Eh, eu sempre costumo dizer que a minha faculdade mediúnica, ela é muito pequeninha, ela é bem tacanha, mas

icografia é uma delas, a psicografia, psicofonia, algumas algumas outras tarefas mediúnicas. Eh, eu sempre costumo dizer que a minha faculdade mediúnica, ela é muito pequeninha, ela é bem tacanha, mas ela é disciplinada, né? O fato de ser disciplinada me permite alguns trabalhos, me me permite uma certa confiança da espiritualidade pela disciplina, pela dedicação, não é pela pujança da minha faculdade, muito longe disso, né? Eh, então psicografa muito tempo e a gente no exercício da psicografia e da psicofonia a gente aprende a identificar as entidades que trabalham conosco. Eu nunca tive nenhuma perspectiva de escrever obras espíritas. Tanto que Sepé foi a primeira obra de psicografia e ela saiu assim quase 20 anos depois que eu iniciei o exercício mediúnico, tá? Quase 20 anos. tempo psicografei, mas as mensagens eram entregas para o centro espírita, onde a gente trabalhava, né? Eh, algumas publicadas na revista Reencarnação da nossa Federação Espírita eh no Unificador e era por aí. TP, ele começa a a se aproximar mais com esta característica de CP, ele começa a se aproximar. Ah, quando eu vim no ano de 2000, de 1998, eu saí de Bagé por questão profissional e fui para Santa Maria. Em Santa Maria fui trabalhar no abrigo espírito Oscar José Pitã e separa um dos benfeitores protetores do abrigo. Então ali eu comecei a perceber a aproximação daquela entidade com a aparência indígena e a partir dali ele começa a se aproximar mais e mais da minha ambiência mediúnica. Vim para Porto Alegre, fui para o Hospital Espírita, que tem como patrono espiritual do Hospital Espírita Dr. Oscar José Pitan. Então, trabalhando também com o Dr. Pitan, que era o patrono espiritual do abrigo em Santa Maria, no Hospital Espírita. A presença dessa entidade, o CP continua e ele continua ditar as as mensagens, tá? Mas eram mensagens que veravam sobre vários pontos assim. Não era um uma obra, não era um livro, eram mensagens, eram trabalhos feitos em desdobramento com ele nas regiões de sofrimento e tudo mais.

? Mas eram mensagens que veravam sobre vários pontos assim. Não era um uma obra, não era um livro, eram mensagens, eram trabalhos feitos em desdobramento com ele nas regiões de sofrimento e tudo mais. E as pessoas começaram a perguntar, porque vez por outra nas palestras eu citava a presença dele, falava sobre ele, falava sobre o trabalho que ele fazia. eh compartilhava alguns conceitos, alguns ensinamentos que ele me trazia através da mediunidade. Isso começou a despertar curiosidade. Os companheiros começaram a perguntar: "Mas como é que a gente faz para conhecer melhor essa entidade? Eh, não vai sair um livro sobre CPÉ." Eu dizia: "Olha, eu não sei porque eu eu não entendo como isso pode ser feito". E eu não sabia mesmo, né? Porque um espírito superior não vem falar de si. Eu eu nunca vi um espírito falar de si mesmo. Quem fala normalmente sobre eles são outros espíritos. Então, não sei se vai sair algum livro. Eu nunca psicografei livro nenhum. é psicografo, mensagens e tal, mas e isso foi foi um dia conversando com o nosso querido Divaldo e comentei com ele essa essa curiosidade, porque como ele também percebia CPÉ quando vinha ao nosso estado. E ele me disse assim: "Pois é, minha filha, os espíritas precisam conhecer melhor este anjo". Ele disse exatamente essas palavras. E quando ele me disse isso, eu eu fiquei empolgada porque eu achei que talvez ele pudesse escrever sobre Ceté e e pedia a ele, Divaldo, então escreve sobre ele e ele me disse assim: "Não, eu não, eu não tenho sintonia necessária". Claro que ele teria, né? Mas é cada um com a sua tarefa, né? E ele me disse: "Não, eu não tenho sintonia suficiente para escrever uma obra sobre ele. Eu o vejo quando venho aqui, mas fica por aí". E aquele assunto se encerrou e eu fiquei pensando, puxa vida, então nada feito até aqui, né? Mas um dia, numa reunião no hospital espírita, o Dr. Oscar Pitã se apresentou na reunião e me disse: "Vamos, vamos escrever sobre Cepé." E eu disse, "Vamos, né, mentalmente conversando com ele, vamos."

as um dia, numa reunião no hospital espírita, o Dr. Oscar Pitã se apresentou na reunião e me disse: "Vamos, vamos escrever sobre Cepé." E eu disse, "Vamos, né, mentalmente conversando com ele, vamos." E aí ele começa a ditar aquela primeira mensagem que está no livro, quem é CPF? E o Dr. Era uma entidade que eu já conhecia bastante assim de trabalharmos juntos, né? CPÉ também já tinha um razoável, uma razoável afinidade fluídica com ele. E aí saiu o livro. Quando saiu o livro, eu fiquei pensando, puxa vida, isso é um desafio, porque eu não sou historiadora, não conheço absolutamente nada da história das missões e eu acho que isso foi proposital para não contaminar a informação. E eu imaginei, né, esse livro sai, isso vai suscitar um um um levante por parte de historiadores e tudo mais, mas eh isso também faz parte do testemunho do médium, né? Eu tô sendo fiel em em escrever aquilo que eu estou recebendo. Então, na época, mandei para duas pessoas que necessitavam autorizar a edição do livro através da nossa federativa ou não. Então, entreguei ao presidente da federação à época, que era o nosso querido amigo Gabriel, ele, olha, o responsável pela editora Ferges é o seu presidente. Então, tu precisas ler, né, e verificar. Se tu autorizares o livro sair, sai, senão não vai sair. Eu não vou entregar para outra para outra editora que não seja a nossa federação. E mandei também querido amigo, que foi meu dirigente mediúnico e que eu considero um divisor de águas na minha faculdade mediúnica, que é o Teltos Farias do abrigo espírito Oscar Pitan que também é um médium que recebe TP. e disse a ele: "Olha, aí é o olhar espiritual e técnico." Então, foram as duas pessoas que avalizaram a obra, né? E e depois quando ela foi publicada, eu encaminhei ao nosso querido Divaldo e ele encontrou comigo uma semana depois que recebeu a obra. Nós nos encontramos em Brasília na reunião do Conselho Federativo Nacional da FEB. Ele me chamou, disse que estava lendo o livro e que ele iria ler todo o livro, que os capítulos

s que recebeu a obra. Nós nos encontramos em Brasília na reunião do Conselho Federativo Nacional da FEB. Ele me chamou, disse que estava lendo o livro e que ele iria ler todo o livro, que os capítulos que eles que ele tinha lido e tinham deixado ele profundamente impressionado. Dias depois ele encontrou o nosso presidente das Pergírita de Goiás, chamou o nosso presidente e mandou uma um recado para mim dizendo que o Dr. procurado ele e tinha dito que eu tinha sido muito fiel na transcrição, na daquilo que ele tinha ditado, que a obra estava muito bem filtrada e que se eu quisesse escrever mais sobre CPÉ, poderia fazer, né? Então são avais assim que a gente recebeu e que nos tranquilizaram, né? Eh, em muito coração, porque a gente tem responsabilidade com o trabalho que faz. A gente não busca nenhum tipo de retribuição. Nosso trabalho, como autores da Ferd é totalmente voluntário. A gente entrega os direitos autorais, patrimoniais dos livros para que ele reverta integralmente pro movimento espírita, o centro espírita, paraa federação espírita. Então, o nosso o nosso a nossa preocupação, vamos dizer assim, né? O nosso interesse que o trabalho seja o mais límpido, né, possível. Tu é médium, tu sabe disso. Quanto a gente tem cuidado com essas notícias do mundo espiritual, né? Então é um muito cuidado, né? Muito cuidado muito cuidado. Está nos trazendo aqui a informação que eu sempre sempre faço questão de passar. Eh, até porque eh eu faço parte de um grupo na Casa Espírita que eu frequento, que a gente faz o preparatório para médium, né? aquele curso onde a gente coloca em contato com as várias dinâmicas, né, do do nosso do da nossa experiência mediúnica para que eles tenham esse contato, saber o que que é uma psicografia, o que é uma psicofonia antes de iniciar o trabalho. Porque às vezes você faz a leitura do livro dos médiuns, estuda o livro dos médiuns, mas sem esse contato primeiro, né, acaba ficando algum algum fio aí ainda por ser conectado. E você nos traz essa

. Porque às vezes você faz a leitura do livro dos médiuns, estuda o livro dos médiuns, mas sem esse contato primeiro, né, acaba ficando algum algum fio aí ainda por ser conectado. E você nos traz essa importância da disciplina, de ser um médium disciplinado, do cuidado com quem você está receifica esse cuidado, né? E isso é muito importante para nós espíritas. Eu tenho um exemplo aqui da dona Martinha, uma senhorinha que eh faz poucos anos desencarnou com mais de 100 anos. Eh, ela foi da Federação Espírita do Estado de São Paulo por durante a vida inteira. Durante a vida inteira. E quando ela eh sentiu a necessidade de fazer, de construir uma casa espírita parafias consoladoras, ela consultou a espiritualidade dentro da Federação Espírita com seus colegas que trabalhavam com ela. E a espiritualidade lhe disse: "Martinha, estude por 20 anos. 20 anos de estudo, a Martinha se dedicou. Passado esses 20 anos de estudo, de trabalho, de benevência, de cuidado com tudo aquilo que ela fazia, a casa se abriu assim como um piscar de olhos. as coisas aconteceram, fluíram com muita clareza e e esta casa espírita eh existe até hoje em São Paulo e funciona também ali há mais de 60 anos. Até onde eu sabia, o dia que eu visitei essa casa, eh, ela já existia há mais de 60 anos. Isso já deve ter mais uns 10 anos, então faz ideia o quanto tempo, né? E aí está o que você nos traz de novo, né, da dessa disciplina. Mas Bet, eu quero te mostrar aqui que tem muita gente te dando as boas-vindas aqui, ó. A Terezinha Feiro, ela é lá de Brasília, uma querida. Aqui nós temos também, né, a Maria Angélica também muito tocada por te encontrar aqui, né? Temos outros cafezeiros aqui também dando seu bom dia a Chirley que acaba de chegar aqui. Gente, não existe o atrasado aqui, existe o tempo certo de cada um, né? Olha só, tá dando excelente explicação que você está nos trazendo, né? A Shirley Petri também tá aqui dando os o bom dia pra gente. O bom dia café é esse programa assim que as pessoas vão

cada um, né? Olha só, tá dando excelente explicação que você está nos trazendo, né? A Shirley Petri também tá aqui dando os o bom dia pra gente. O bom dia café é esse programa assim que as pessoas vão aparecendo, vão dando bom dia pra gente. Olha aqui a minha querida irmã, a Elisa Braga, que é lá de São Paulo, também nos conhecemos lá, trabalhando numa casa espírita num tempo em que eu morei em São Paulo. Rúbia também. Bom, bom dia para você. A Tânia Maria, a Tânia Maria é aqui do Rio Grande do Sul também, uma querida que está sempre aqui conosco, eh, assiste o Evangelho, onde eu duas ou três vezes por semana apresento, né? Aqui também o nosso querido Thago, ele sempre traz contribuições, né, maravilhosas, né, o trabalho do Cristo não há rótulos. lá quando nós estávamos falando, né, do espírito indígena, trazendo esse conhecimento aí da falange de Ismael, que a gente ama tanto, né? Bom dia. Tá para você também, Ana Paula. Bem-vinda. Você que é de BH, a gente tá aqui trazendo todas essas informações. Antonieta Bezerra, essa querida que é lá de Sergipe também está em quase todos os programas. ela está assistindo, mas ela já faz parte aqui do nosso canal também. A gente aqui vai recrutando, sabe, as pessoas para virem fazer parte do canal, porque esse canal aqui, olha só, a a Tânia Maria, né, falando do orgulho de ouvir você, Bet. Que coisa boa, né, ter essa visita tão especial que eu esperei, Tânia, um ano para ter ela aqui. Um ano, né? Ah, o Thiago tá falando, né, de Salvador, Bahia. Sim, Thaago, a gente Ah, não, a Sheila, perdão. Sheila Soares, bom dia, Sheila. Desculpa ter trocado os nomes aqui. Eu não tô muito acostumada com todo esse tempo, tanto de gente aqui, né? Então, a Chará sabe disso. Ela que é a coordenadora, Estela Martins que é a coordenadora desse programa. Ela é jornalista e ela tem um programa, Bet, eh, que ela apresenta nos domingos à noite, que se chama, que ela tá fazendo a leitura, o estudo do livro A Esquina de Pedras. E ontem ela estava realmente,

la é jornalista e ela tem um programa, Bet, eh, que ela apresenta nos domingos à noite, que se chama, que ela tá fazendo a leitura, o estudo do livro A Esquina de Pedras. E ontem ela estava realmente, >> eu não sei se você conhece esse livro, mas ontem eh, >> ela estava falando e eu concordo plenamente com ela, que nós nos perdemos em algum momento, né, achando que o conhecimento pedagógico é maior do que essa sabedoria ancestral que a gente traz. E o nosso CP prova isso, né? Ele prova isso quando ele traz toda essa humanidade num tempo de guerra, num tempo de lutas, onde ele era humano, em especial com os adversários, né? O adversário não precisava ser humilhado, ele era preso, mas não era humilhado. Ele era bem alimentado, ele era bem cuidado. E isso por ordem de pé. Aí já está a sua humanidade, a sua demonstração de espírito elevado. >> Eu você nos conte um pouquinho mais sobre isso, que como é que como é que a gente sabe que ele é um espírito da falange de Ismael e que significado tem isso para você? assim, nesses diálogos durante quando você foi escrevendo esses diálogos de José, do padre José com o CPÉ, quanto significado, quantos ensinamentos você mesma enquanto escrevia foi colhendo. Conte para nós alguns deles ou alguma coisa que você acha que é realmente importante aqui a gente conhecer também sobre tudo isso. Bom dia, bem-vinda. >> Uma das questões toca o coração da gente, a emoção da gente, é aquela humildade enérgica de ser pé, porque eu eu travei contato muito antes de conhecê-lo na personalidade CPÉ. apresentando-se com as com as características dos indígenas guaranis, eu conheci como um nobre varão que se apresentava com o nome com um nome diferente. Um dia ele fez uma uma transformação perespiritual, se apresentou como eu conhecia aquele espírito que eu recebi muito poucas vezes e eu tinha uma dificuldade muito grande de filtrar as mensagens, porque elas eram de uma profundidade de um conhecimento muito além daquilo que a gente tá habituado. Eu precisava de um nível de concentração

inha uma dificuldade muito grande de filtrar as mensagens, porque elas eram de uma profundidade de um conhecimento muito além daquilo que a gente tá habituado. Eu precisava de um nível de concentração eh muito profundo para conseguir filtrar as mensagens que aquele espírito trazia. Aí um determinado dia, CPÉ me revelou que aqui aquela tinha sido uma das reencarnações dele. Então o o conhecimento ele é uma das asas sabedoria. A gente precisa valorizar e adquirir conhecimento sempre. O grande desafio da humanidade é como aplicar esse conhecimento. Porque nas próprias reduções jesuíticas, os jesuítas da Companhia de Jesus eram homens extremamente sábios. A comunidade que eles estabeleceram nas missões eram comunidades que entendiam das técnicas mais avançadas da época em todos os campos, na literatura, na música, na fundição, na agricultura, em do em tudo, na nas construções, nas nas edificações. nas na questão das esculturas, tudo, porque eram homens que vinhamotos jesuítas com conhecimento imenso. Cepé era uma liderança que conhecia tudo isso também, que tinha essa essa cultura tanto de outras vidas por onde ele já havia passado, como a que ele adquiriu das missões com os jesuítas. Então, era um era um homem extremamente culto. Ele falava várias línguas, né? Ele era um músico ele ele conhecia o que era possível da questão médica, estratégia de guerra. CPÉ sabia. Eh, ele não ele não foi paraa guerra porque ele entendeu naquele momento, não foi para a guerra mais longa de destruição dos exércitos, porque ele entendeu naquele momento que deveria parar ali, porque não havia uma forma de manter aquela comunidade que foi o triunfo da humanidade, como disse Volter naquele momento, né? Mas ele conhecia inclusive como manusear a pólvra, como fazer armas, né? Então a eh não era um indígena a a aculturado, né? um indígena primitivo, não, ele era um espírito de escol vestindo a roupagem indígena para conseguir trazer naquele momento ali o o as sementes as sementes, né, de uma geração que

a a aculturado, né? um indígena primitivo, não, ele era um espírito de escol vestindo a roupagem indígena para conseguir trazer naquele momento ali o o as sementes as sementes, né, de uma geração que ainda vai florescer, que ainda vai florescend a questão espiritual das ainda está por vir. Ela ainda não foi completamente compreendida, né? Mas é claro que dali ela já floresceu em outros lugares e e continua esse legado. Então, Zepé ele era magnânimo com os adversários, né? Ele era alguém que tinha um cuidado especial com a natureza. tinha aquele método de ensinar que é muito que é semelhante análogo, inspirado no método de Jesus, que é utilizar as coisas simples da natureza, do cotidiano, para trazer grandes lições. Aquela aquela mensagem que ele traz nas cordas do arco. É lindíssima aquela mensagem parando o preparo das cordas do arco com o nosso preparo para a vida. o quanto as dores resinam à nossa alma, o quanto nos tornam melhores, o quanto nos fazem cultivar a paciência, a atenção, o foco. Então, é realmente um espírito magnâo a presença dele. que quando ele se apresentou as primeiras vezes, na minha ignorância e na cultura que nós tínhamos sobre os espíritos indígenas, eu fiquei assustada por conversar com o meu dirigente mediúnico do abril, o Tél, e perguntar: "Olha, eu tô sentindo a presença de um indígena, eu tô vendo ele". E ele me disse assim: "Tu deves estar vendo CP e CP é um dos benfeitores do nosso abrigo. Eu fiquei mais confusa ainda a época como um indígena, benfeitor espiritual. E ele, eu não, eu não falei isso, não verbalizei, mas eu pensei. E ele com aquela sensibilidade, com aquela experiência das grandes almas, ele disse assim: "Minha flor". Ele costumava chamar assim, "minha flor, observa. Tu vais perceber quem éta ala, quem é esse espírito. Tu vais perceber. Não me disse mais nada. Eu sempre fui muito disciplinada. Se é para fazer assim, vamos fazer. Eu fui me deixando envolver pela atmosfera daquele espírito e fui percebendo a grandeza daquela

perceber. Não me disse mais nada. Eu sempre fui muito disciplinada. Se é para fazer assim, vamos fazer. Eu fui me deixando envolver pela atmosfera daquele espírito e fui percebendo a grandeza daquela atmosfera, daquela daquela psicosfera, daquela presença, o quanto de de de bem-estar, o o quão profundas eram as suas manifestações. E em desdobramento, quando saímos nas regiões de sofrimento, eu lembrava quando via ele trabalhando com a sua falange e levando a gente, os médiuns, encarnados em desdobramento, eh, que era um uma tarefa que ele realizava semelhante àquela que o Divaldo descreve nos seus nos nos livros que psicográfica semelhante à rainha santa de Portugal, as regiões mais difíceis, mais dolorosas da espiritualidade, onde ele adentra, forma o seu círculo de luz, protege encarnados e desencarnados, resgata almas que às vezes estão em sofrimento. Lembro que nas primeiras vezes em que eu ia nessas excursões, era como se eu fosse dentro de um tubo vibratório, assim, eu não, pela minha falta de de de treinamento, né, eu tava iniciando para adentrar essas regiões, era como se eu fosse dentro de um tubo. Eu só podia ver as cenas como se tivesse uma parede. Tinha realmente, né, uma parede vibratória. Era assim que eu via dentro daquilo ali. Eu acho que uns 4 5 anos depois eu comecei a me ver sem aquela aquela parede vibratória e já inserida nos locais onde a gente ia. comecei a perceber que eu já havia adquirido, né, o treinamento necessário para adentrar essas regiões e auxiliar nos resgates. São momentos muito belos. A gente tem um grupo do Hospital Espírita de Porto Alegre, que é o grupo Ivone Pereira. é um grupo que trabalha muito com com suicidas e e a gente faz muitas dessas atividades e aí a gente é capaz então de ver o quanto esta esse espírito ele é de uma envergadura moral e espiritual que em qualquer destas regiões assim ele Ele ele se impõe pela autoridade moral, pela bondade, pela grandeza do coração, né? A gente aprende muito com eles. >> Bet, olha aqui o que o Thago está nos

al que em qualquer destas regiões assim ele Ele ele se impõe pela autoridade moral, pela bondade, pela grandeza do coração, né? A gente aprende muito com eles. >> Bet, olha aqui o que o Thago está nos dizendo. A sabedoria e o conhecimento milenar indígena é fantástico. Só quem já teve contato com este conhecimento e sabedoria sabe quanto extraordinário. A gente tem muitas contribuições aqui e vários outros. Bons dias aqui o pessoal que vai chegando, né, que vai chegando um pouquinho mais tarde, não é, seu Jairo? O Jairo, que também é um dos apresentadores desse programa, junto com Marilda Veiga, junto com Pedro Paiva, Estela Martins e a Patrícia eh de Roios, que a gente chama desenrolio, porque ela desenrola tudo que a gente tem aqui de informática. Patrícia, alguém comentou aqui comigo também que no renovando consciência estava tudo escuro, não tava conseguindo visualizar a imagem. Não sei se você conseguiu ver isso, né? Mas a gente tá chegando aqui no final do programa e a gente tem sempre esse cuidado de não passar. Quando é a Estela Martins ou outros colegas que estão fazendo aqui o programa, a gente gosta que vá até o meio-dia, mas não podemos porque tem outros programas acontecendo. E e confesso assim, Bet, eu estou muito, muito feliz por ter você aqui hoje. Eu esperei com ansiosidade esse ano todo, né, quando a a minha xá me convidou para vir de novo fazer esse programa de férias dela, de férias do grupo que apresenta, a gente faz um revesamento entre os apresentadores do Renovando Consciência. Eu tubei, eu fiquei meia quietinha no meu canto, porque realmente eu não gosto das telinhas, eu não gosto dessa exposição. Eh, é meu mesmo da minha mediunidade, né? Eu costumo até trazer aqui para pro pessoal. Eu não sou simpática nem antipática, sou andropática, que é aquela pessoa que gosta de estar com as pessoas, mas não gosta de multidão, não gosta de exposição, né? esse novo nome que criaram ali me identificou muito bem nesse nesse lugar. Então, quando eu tô aqui na telinha, eu tô conversando com

as pessoas, mas não gosta de multidão, não gosta de exposição, né? esse novo nome que criaram ali me identificou muito bem nesse nesse lugar. Então, quando eu tô aqui na telinha, eu tô conversando com quem está na minha frente e hoje é contigo, né, Bet? essa felicidade de ter você aqui sempre eh trazendo essas informações, esse conhecimento milenar, né, que o nosso CEP traz para nós, não porque eh obviamente como a pessoa que ele foi, o encarnado que ele foi, né, esse índio guerreiro que defendeu aí os povos das missões, principalmente trazendo para nós valores, né, valores tão importantes de fé, de conhecimento, que continua ainda influenciando as terras brasileiras, né? o espírito dele continua influenciando. E nós temos em cada região do país, se nós formos estudar a história dos nossos estados brasileiros, nós temos um índio aí influenciando >> sim >> aquele estado. nós temos no Rio de Janeiro, que inclusive dia 20 agora, né, nós era o dia do índio, né, comemorado em função, né, das das muitas e muitas eh a representações que nós tivemos, os povos indígenas em cada estado. E eu vejo o Cepé assim como um guerreiro que esteve conosco durante todas as tragédias rigorandenses, inclusive nessa última que nós tivemos das cheias, influenciou muito o cuidado e também esses outros índios dos outros estados, proclamando as populações que estão aqui nessa existência para nos ajudarem. Eu veio pessoas de vários estados nos ajudar, contribuindo, fazendo doações, vindo de estados distante aqui fazer resgate, que foi algo muito muito significante. E a partir daí a gente teve uma mudança geoclimática. Eu acho que as nossas cheias foram um ponto para dizer assim: "Agora o clima começa a mudar. O Brasil já não é mais o mesmo. Nós não tínhamos furacões, nós não tínhamos tantas tempestades como nós temos agora. A minha cidade novembro, no dia 23 de novembro, eh, passado, agora poucos meses, foi vítima de, eh, uma chuva de pedras muito grandes, né? Pedras que normalmente chuvas de

stades como nós temos agora. A minha cidade novembro, no dia 23 de novembro, eh, passado, agora poucos meses, foi vítima de, eh, uma chuva de pedras muito grandes, né? Pedras que normalmente chuvas de pedra, elas têm 2 a 3 cm no máximo. As nossas pedras aqui passaram de 10 cm de diâmetro. A cidade toda foi destelhada. Ainda temos casas que estão ainda sem sem o telhamento, mas isto nos traz, eu não tô falando pela minha cidade, tô falando dessa mudança geoclimática do nosso país, essa mudança que talvez venha aí dessa transição planetária que nós estamos passando e que chaqualha, chacoalha os seres humanos brasileiros para que pensem sobre isso. E a cultura indígena, ela traz esses valores do cuidado com a natureza. Talvez nós, como a a minha xorá tava falando ontem no esquina de pedra, nós nos perdemos em algum momento do caminho, nós nos perdemos da espiritualidade, nós precisamos nos religar a esta fé, espiritualidade maior. Então, e essa mudança talvez esteja acontecendo para que a gente comece não só a olhar mais para baixo, pro nosso umbigo. Quando a gente olha para baixo, a gente tá olhando pro nosso umbigo, pro nosso ego. Mas olhar para cima, olhar para esses seres espirituais e entender o que que eles estão querendo nos dizer com tudo isso e religar-nos novamente eh a essa espiritualidade que é o que nós somos, né? Não existe o outro, existe nós nesse planeta. Nós somos todos um e a gente precisa ter consciência disso. A partir do momento que todos nós somos filhos de Deus, então nós todos somos irmãos. Não dá mais pro egoísmo prevalecer. E dito isso para ti, Bet, eu gostaria que você trouxesse aí as tuas ponderações finais, que eu aqui já, com tudo isso que eu te digo, eu já trago também as minhas, que você traga as tuas ponderações e nos diga também, né, que lições se pé e que contribuições pé traz para essas terras brasileiras. Todo espírito alinhado com a proposta do evangelho de Jesus nos traz sempre o convite de que nós precisamos nos tornar homens,

e lições se pé e que contribuições pé traz para essas terras brasileiras. Todo espírito alinhado com a proposta do evangelho de Jesus nos traz sempre o convite de que nós precisamos nos tornar homens, mulheres de bem. E todas as lições de seté ainda hoje é que a gente possa adequar a nossa vibração com o momento do planeta Terra. A Terra passa por um momento de transformação geral. E como nos diz São Luís em o livro dos espíritos, nós ficaremos, nós herdaremos a terra se compatibilizarmos a nossa vibração, o nosso estado de espírito, as nossas emoções, os nossos sentimentos, os nossos pensamentos com o estágio atual da técnica. Ou então nós integraremos as grandes emigrações para mundos inferiores, como aconteceu com a emigração de Capela para a Terra lá nos primórdios do nosso planeta. A terra passa por um estágio em que aqueles que conseguirem se afimizar com essa proposta de um mundo regenerador, onde predomina o bem, herdarão a terra. Outros marcharão como benfeitores de mundos inferiores aí pela misericórdia divina, trabalhando em outros lugares e até o dos espíritos que tem coordenadas as grandes emigrações. na última obra que nós editamos pela Federação Espírita do Rio Grande do Sul, os mensageiros, poemas, crônicas, que é uma uma singela homenagem à obra Os Mensageiros do Chico Xavier, psicografada pelo Chico, que é uma obra muito atual para os dias que nós vivemos. E ali nós colocamos uma mensagem ditada por CPÉ, CPé e as imigrações, onde ele fala desse momento em que grandes levas de almas desencarnadas estão sendo encaminhadas para outros mundos porque não tem mais condições de renascer na Terra. Então, o que nós podemos fazer nesse momento? aprimorarmos o nosso caráter, a nossa essência e o quanto pudermos influenciarmos aqueles a quem amamos os nossos afetos para que façam o mesmo. Porque nós podemos estar à beira de grandes despedidas daqueles a quem amamos. despedidas, ainda que provisórias por um longo tempo. Então, não vamos perder o nosso paraíso.

os para que façam o mesmo. Porque nós podemos estar à beira de grandes despedidas daqueles a quem amamos. despedidas, ainda que provisórias por um longo tempo. Então, não vamos perder o nosso paraíso. A terra é o nosso paraíso com todos os desafios, com todas as lutas, mas é um lugar onde nós já nos habituamos a trabalhar, a entender, a construir. Então, façamos o melhor por nós e o melhor pelos nossos irmãos. Isso é uma lição de serpé. E que Deus nos abençoe. Muito obrigada pelo carinho, pelo convite. Bom dia, Caché. [risadas] Gratidão, Bet, por esse momento, pelas tua pela tua fala, por trazer esse espírito bemfazer para pro nosso Brasil, pátria do Evangelho, esse espírito tão importante que falar dele sempre me emociona. Eu já chorei ontem com esquina de pedra e tô segurando aqui para não chorar agora porque realmente eh para quem ama a natureza, para quem ama os animais, isso tem um valor que não tem palavras pra gente descrever, né? Então eu te agradeço muitíssimo. Nós já passamos do horário. Gratidão a todos que estiveram aqui, a querida Estela Martins por terme convidado mais uma vez. Eh, a Marilda que me intimou para estar aqui, né, Marilda? E hoje a gente está de novo, eh, no Evangelho no Lar no final da tarde, então até lá. Gratidão a todos. Gratidão mais uma vez, Bet. Que Jesus nos abençoe nesse nessa segunda-feira e nessa nova semana que se inicia. Bom dia a todos. [música] >> Так.

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