Bloco 5 - Fraternidade Sem Fronteiras em Goiânia - 2025
Bloco 5: 17h - CORAL VIDA E LUZ 17h30 – PALESTRA: A MISSÃO com Wagner Moura 18h15 - ÓRFÃOS DO CONGO (BURUNDI) com Paula Alcausa, Amanda Moraes, Satyaki Afonso, Renato Marques 19h - PALESTRA FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO com Gustavo Musa 20h - PALAVRAS FINAIS E ENCERRAMENTO
Vai, vai. Pera aí, eu vouar Vai aqui, ó. Tem problema de eu tentar com sapatinho para eu já >> sair daqu? >> Não, não pode horas são >> não qu >> não. Eu não canto, né? Viiluz, viiluz palco. Oi, oi, oi. no palco. Gente, Vida e luz. Atenção, >> sapatos aqui atrás da mesa. Sapatos. Sapatos atrás da mesa. Era aqui, ó. Sapatos. Você tá quase rapid formação. Formação 273 de luz. F. Ele funciona depois confiar. Tem que abrir espaço para sa Gente, relacionamento a Vai ser duas, três dá paraar lá mais. A fala mexu, né? Agora só vem cá. Senhoras e senhores, queiram, por favor, todos retornarem a seus assentos dentre de dois 2 minutos iniciaremos a programação normal. Senhoras e senhores, vamos dar continuidade à fraternidade sem fronteiras em Goiânia, dando início ao coral vida e luz. com a maestrina Bianca. Bom, boa tarde. A primeira peça que nós vamos cantar chama escolha o amor. Gostaria de chamar Sara Esméria. Um pouquinho, a Sara. Boa tarde. Essa música Escolho o Amor foi uma música composta pro Congresso Espírito do Estado de Goiás, cujo tema foi conhece-te a ti mesmo e vem falar pra gente voltar pro nosso autoconhecimento, para nos conhecermos melhor e buscarmos o amor, escolhermos de fato o amor ao invés da dor. no piano. Ângela entre o amor e a dor, escolheu o amor. Conhece-te a ti. Contre o teu ser maior. Entre o amor e a dor, escolha o amor. >> Conhece-te a ti, encontre o teu ser maior. Busque há profundidade em teu espírito. Em tua consciência está a chave da evolução. >> Eleve tua alma. Deixe que o amor te conduza. A mim em oração. >> Entre o amor e a dor, escolha o amor. Conhece-te a ti. o teu ser maior e paternal. Quando fala ampara, calma a alma. O momento é agora para iluminar-se. O lugar é aqui. Entre o amor e a dor, escolha o amor. >> Conhece-te a ti. Contre o teu ser maior. És autor da tua história. Tire o véu da ilusão. É preciso coragem para aceitar o teu ser e crescer. reviver o amor e o belo que há em você. Entre o amor e a dor, escolha o amor. Conhece-te a ti.
aior. És autor da tua história. Tire o véu da ilusão. É preciso coragem para aceitar o teu ser e crescer. reviver o amor e o belo que há em você. Entre o amor e a dor, escolha o amor. Conhece-te a ti. Encontrei o teu ser maior. Entre o amor e a dor, escolha o amor. Conhece-te a ti, encontre o teu ser maior. Obrigado. >> É, então, PR Obrigada. Para essa segunda peça, nós vamos convidar querido Maurício Keller para uma composição também dele, que é Deus e eu. Essa primeira peça, quem não compreendeu, é uma peça Sara Esméria, ela que compôs. Ao teclado piano é a Ângela Cristina Coelho na percussão. É isso. Eh, e na percussão nosso querido Nândilo Ricardo, nosso feijão. >> Obrigada. >> Boa tarde. Essa canção chama-se Deus e eu, que foi criada, composta carinhosamente para o Congresso Espírita do Estado de Goiás também. E o tema do congresso naquela época chamava-se a gênese. E a o arranjo vocal foi feito pelo Vinícius e também pela Fia, pela Bianca. OK? Deus e eu. Então, Deus e eu pelo infinito espaço, pelo infinito tempo, amor. Big Bang, uma explosão celeste, todo o universo feito por Deus. Não há milagres para exaltar. É tudo natural nas leis da criação. Ciência e religião se dão as mãos e querem penetrar em cada dimensão e renascer. Moradas do além, por quantas já passei. >> Pai, quero viver em você, cada vez mais te amar. Jesus me ensinou a estrada. Pai, quero viver em você. cada vez mais te amar. Jesus me ensinou a estrada. Deus e eu pelo infinito espaço, pelo infinito tempo, amor. Mais celo por Deus não há milagres para exaltar. É tudo natural, mas a criação sejam seão as mãos e querem penetrar em cada dimensão. Ser, viver, morrer em por quantas já passei. Pai, quero viver em você, >> cada vez mais te amar. Jesus me ensinou a estrada, pai. Quero viver em você, cada vez mais te amar. Jesus me ensinou a estrada cada vez mais te amar. Jesus me ensinou a estrada. A estrada, >> a estrada, >> a estrada, a estrada. A estrada, a estrada, >> a estrada Eu Ele tem que correr porque tem sai com
us me ensinou a estrada cada vez mais te amar. Jesus me ensinou a estrada. A estrada, >> a estrada, >> a estrada, a estrada. A estrada, a estrada, >> a estrada Eu Ele tem que correr porque tem sai com gan assim, sai de um correndo, pula para lá só um pouquinho baixinho. E a terceira peça, eu gostaria de chamar, quem que é que vai falar, gente? A Ivana, não, né? >> Ah, já mudamos, gente. É porque assim, é só pegadinha. Só um pouquinho, minha filha. Eh, Sara Paiva, >> boa tarde. Essa peça agora que a gente vai cantar é o do J Quest, uma canção conhecida de do ano de 2000, eh, Dias Melhores. A peça fala sobre a, principalmente, a perseverança que a gente tem de buscar, de esperar e de trabalhar por dias melhores. Então, que nós possamos insistir, mesmo que em dias não tão bons, mas que a gente tenha essa esperança de que dias melhores virão. F esperando dias melhores. Dias de paz, dias a paz, dias que não deixaremos para trás. Esperar. Melhores, melhores amor, melhores melhores em tudo. Melhoramos o dia queemos para sempre. dias melhores para sempre. Dias melhores, dias melhores para sempre. está melhor tudo o melhor Deus esperando, Deus esperamos para sempre o dias melhores para sempre. para sempre senhores. Não seas melhores para sempre. Dias melhores paraas melhores para sempre dias melhores para sempre. Ivana, boa tarde. Essa próxima peça é muito conhecida de todos nós, que ela é a oração do Pai Nosso, só que ela é feita no dialeto sua ilado, quando eu estive numa banca, eu vi o coral buntu cantando babaieto e eu fiquei tão entusiasmada que eu disse, eu sei cantar essa então gente, babaieto de Christopher Timoral e Luz. Oi. Oi. >> No sol. Robson Souza e a Marta Caroline Oh. com eles. Juá com ela. O meu amor o da calor Amin. Ah. Baba Yesu Yesu Yesu. Oh. A Ivana esqueceu de falar uma coisinha. Pera aí, gente. É porque o mais importante, eu esqueci. Wagner, foi em sua homenagem. Tá bom. Ela ela falou assim: "Diz lá que é a homenagem pro Wagner que nós esquecemos aí. Você vai falar?
coisinha. Pera aí, gente. É porque o mais importante, eu esqueci. Wagner, foi em sua homenagem. Tá bom. Ela ela falou assim: "Diz lá que é a homenagem pro Wagner que nós esquecemos aí. Você vai falar? Não fui eu que esqueci, foi ela. É para você, gente. É, acabou. Obrigado. Eu falei assim, gente, a gente é bobo demais, né? Eu falei assim: "Se por um acaso alguém perdi biso", ó, sou besta, porque assim, nós nem ensaiamos a música, sabe? A pessoa é mais besta ainda de falar que não ensaiou, né? Eu falei, vai aqui, se eles pedir, aí a gente canta o aleluia de rendelhou. É, tá bom. Eh, Eh, eu vou convidar o Emerson para falar sobre aleluia de Hendel. Senhores, e senhoras, sobre tantas coisas interessantes em torno dessa parte que nós vamos cantar, de um trabalho completo que se chama Messias, essa é o aleluia apenas. Está vendo na Inglaterra, disse que está em inglês, foi composto em inglês. E começaram os primeiros ensaios. Todos os trechos dessa parte são do apocalipse de João. E quando vieram esses primeiros ensaios, o rei escutou o primeiro ensaio e ficou tão impressionado que ele se pôs de pé rei. E é claro, a corte não ia ficar mal com o rei, ela se pôs de pé também. Isso virou uma espécie de tradição. Pegaram drive? Hum. Chega o alelu de Handle. Não importa em qual continente, as pessoas se põem de pé. Hã, com vocês essa parte do Messias. Aleluia. >> Isso antigamente, porque isso que ele faz, é forçando vocês ficarem de pé, mas não precisa. Tá bom? A gente entendeu que vocês amaram. Eu abri assim, ó. Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! Deus! Aleluia! the Lord and Christ and Christ forever forever tera alleluia Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. teraz Halleluja. Halleluja. Lorda aleluia Alleluia. Gratidão, gratidão aqui a nossa maestrina Bianca. E eu gostaria das considerações finais da nossa maestrina, porque o que
Aleluia. Aleluia. Aleluia. teraz Halleluja. Halleluja. Lorda aleluia Alleluia. Gratidão, gratidão aqui a nossa maestrina Bianca. E eu gostaria das considerações finais da nossa maestrina, porque o que é o coral? Este coral, gente, você sentado aqui à frente, você sente uma camada de amor, um ectoplasma sendo gerado para o público. E eu gostaria dessas palavras para que a gente possa encerrar ela convidando o que é o coral vida e e luz. Bom, um coral de luz é uma grande família e só que ele não funciona sozinho. Eh, quando ele falou que é um grande ectoplasma, é porque ele não é, meu Deus, de novo. Eh, não é um só, é uma grande família, essa ún a família vida e luz com a família nossa biológica, né? E a gente aprende a cantar junto, a gente respira junto, senão não funciona. Se a gente não aprender a ter o mesmo pensamento, o mesmo objetivo, a gente não chega onde a gente quer, não alcança o nosso principal objetivo, que é alcançar esse amor, é a mensagem da paz. Eu vou convidar aqui o Ivana. >> É, é porque a gente faz dobradinha aquele dia lá na na live, lembro. Então, gente, o objetivo do Coral é levar essa mensagem de amor, de espiritualidade, de Deus, de espiritismo, de coisa boa para todas as pessoas, em todos os lugares que o coral tem a oportunidade de se apresentar. Nós nos apresentamos em festivais de coros, né, na igreja do Rosário, em na cidade de Goiás, em centros espíritas pelo estado inteiro. Corv de Luz já se apresentou nos congressos espíritas mundiais, na Espanha, na França, já fez apresentações em vários lugares no Brasil e aceitamos convites. >> Esse foi por minha conta. Eh, eu às vezes eu peço para lá, eu esqueço que eu tenho que tirar um pouquinho, sabe? Antes da hora, gente. Mas muito obrigada. Eu queria até dar um exemplo, por exemplo, o que é um coral? Vocês escutaram aleluia de rendel, né? Baixa, baixaria. É, é baixaria tudo baixo. Aleluia. Eu dou a nota e já mando fazer. Aleluia. Ah, só baixo e aleluia. Aleluia, aleluia aleluia. >> Que um errou. Não vou falar quem foi
ia de rendel, né? Baixa, baixaria. É, é baixaria tudo baixo. Aleluia. Eu dou a nota e já mando fazer. Aleluia. Ah, só baixo e aleluia. Aleluia, aleluia aleluia. >> Que um errou. Não vou falar quem foi porque senão >> é foi uma soprana que errou. Essa é baixaria. E o tenor? Tudo bem. A gente conversa no domingo com eles carinhosamente. São os terrores que são, né? Tenores. Aleluia. Gente, a cara deles parece que nunca viu a música. Aleluia. E >> aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. >> É uma voz só. Então esse é um couro. Se juntar os baixos com os tenores. Ah, e aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia. Alô, aleluia. Então, ou seja, eh, só uma voz. Ah, é bonito, mas você não entende nada. Que música é essa, né? Vamos ver as meninas. Oh, como é que você? Aleluia. D. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. >> Um detalhe, são as vozes mais graves dos homens são os baixos e as vozes mais agudas são os tenores. As vozes mais gradas mulheres contra e as vozes mais agudas soprando. Ah, aleluia. Ela tá só brincando. É. Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! Alelu! Aleluia! Aleluia! Aleluia! Aleluia! >> Isso. Então são mais as agudinhas, né? Vou juntar tudo agora. Vou formar o que? moral. Segura. >> Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Vita e Luiz. Vamos dar só um tempinho aqui para troca de palco. Senhoras e senhores, sua atenção, por favor. Daremos continuidade às atividades de hoje, Fraternidade Sem Fronteiras em Goiânia. E na programação, nós vamos estar aqui ao palco com o nosso querido Papa Vag. >> Alô, pessoal. Fraternidade. Oi. >> Oi, >> pessoal. Vou precisar, pessoal lá do fundo vem aqui paraa frente que tem uma dinâmica importantíssima. Quem puder, por gentileza. Por gentileza. Isso. Aqueles que puderem, porque agora a conversa é um pouco mais séria. Então eu vou precisar da atenção de todos ali, ó. Giovan Paulo aqui na frente todo vocês, por favor, por gentileza. Isso. Quem Raniere, por favor,
derem, porque agora a conversa é um pouco mais séria. Então eu vou precisar da atenção de todos ali, ó. Giovan Paulo aqui na frente todo vocês, por favor, por gentileza. Isso. Quem Raniere, por favor, e todos que tiverem aqui puderem, é um convite, não exigência, convite vocês que sabem. Se quiserem ver, Andrei na frente, por favor. Tá bom. Só se quiser, mas depois a gente conversa. Isso muito bom. Meus amigos, eu vou falar, a minha fala é rápida, porque a missão da fraternidade, ela é coletiva. Então, não tem necessidade que eu fale muito. não tem necessidade que uma pessoa fale muito, uma vez que o coletivo tá falando, porque e é sobre isso que eu queria falar nesse momento. Esses dias eu fazendo uma um bate-papo, tava o Raniere, tava o Andrei, pessoal estão mais na diretoria ali, né, gente conversando. E eu falei para eles assim, a Giovana, eu falei assim: "Paulo, eu tô sentindo paz. Eu tô sentindo paz. 30 anos na busca. E eu falo para vocês, eu tô sentindo paz. E eu comecei a refletir por que eu tô sentindo p tudo gosto de refletir, pensar, porque é tudo uma escola. A vida é uma escola. Tudo que a gente tá fazendo é uma escola. E eu tento entender essas coisas maravilhosas que estão acontecendo. Então, ô bem, eu achei que nós atingimos a primeira fase. Dani, eu tô sentindo paz porque eu acho que nós ating fase. Não sei quantas que vem pela frente, talvez são 100 fases, 200, não sei. Eu não sei. Eu não sei, mas eu sinto que a primeira fase nós atingimos. Porque eu comecei depois a refletir e aí eu fui lá paraa Uberlândia, 100, 200, 300 voluntários. E quando eu tô lá, eles estão falando a mesma coisa que a gente tá falando aqui. Aí eu tive nos Estados Unidos fraternidade na rua Las Vegas. Fraternidade na Las Vegas. E aí eu escutei a mesma coisa que a gente tá falando aqui. Aí eu fui em Madagascar conversando com os meninos. Eu escutei a mesma coisa. Estamos falando aqui. Então, quando eu converso com a Gisele e ela eu vejo a força, a identificação com uma causa, com o amor, e ela dizia
agascar conversando com os meninos. Eu escutei a mesma coisa. Estamos falando aqui. Então, quando eu converso com a Gisele e ela eu vejo a força, a identificação com uma causa, com o amor, e ela dizia dizendo para mim, Wagner, eu sou fraternidade sem fronteira desde os 14 anos. E aí eu encontrei, eu encontrei. Aí eu vejo uma irmã Ila que chora ao falar comigo e dizer o seguinte: "A fraternidade é tudo aquilo que eu pedia a Deus, eu não sabia que tinha quando eu encontrei a freira, irmã. Por isso eu sou fraternidade sem fronteiras". Eu tô falando isso para vocês com zero de qualquer tipo de vaidade, orgulho. Éão de uma de uma tarefa satto, nós estamos chegando a primeira fase, amigo. Chegamos. Quanta gente, Amanda. Coisa mais rica. Que coração lindo, gente. Henrique Renato, um ano e meio lá no projeto, um ano e meio servindo. Olha o espírito de servir. Vocês vão ver agora órfã como vocês vão sentir, vocês vão saber o que eu tô falando. Vejam. Eu fiz uma uma fala no caderno fraternos e falei assim: "Olha, eu a gente não quer controle, eu quero que seja descontrolado." Fizeram até aqueles moldes, como é que fala aqueles? Eh, hã, >> é, então esse negócio aí deu falando isso, eu quero que esteja descontrolado, né? Falei: "Quem foi?" "Vocês comunicação que fizeram, n?" Mas no sentido de que aonde nós fomos, existe um princípio forte as caravanas quando chegam. E então assim, foi formado, meus amigos, eu acho isso tão importante, tão sério e tão sem controle, né? Por o que, qual é o controle? A missão, a missão está nas nossas almas, está nossos corações. E todas as vezes aí falando, por exemplo, eu levei, eu levei um uma pessoa que eh em tese teria muito dinheiro, né, que queria conhecer um dos projetos que eu levei. Quando cheguei no projeto, não demorou algumas horas, o coordenador falou: "Wagner, esse rapaz não tem nada a ver com a fraternidade". Não demorou muito. Ele foi embora. Não porque a gente mandou ele embora, porque não deu liga, porque não encaixou. Todos aonde eles onde ele ia. as pessoas
apaz não tem nada a ver com a fraternidade". Não demorou muito. Ele foi embora. Não porque a gente mandou ele embora, porque não deu liga, porque não encaixou. Todos aonde eles onde ele ia. as pessoas meio que não, não é isso, mas não falava com respeito e caminhava para uma outra direção de tal forma que ele falou: "Não é esse, não é aqui". E ao contrário disso, hoje uma legião do bem tá vindo, tá chegando, pensando, vibrando e construindo. Então, eu não sei como é que vai ser o futuro. Mas uma coisa eu tenho muito no meu coração que nós fazemos parte de uma célula e é uma célula regeneradora. Eu costumo falar isso, uma célula, uma hemácia que custa, que mede sete micras, é invisível ainda, mas é uma célula tronco que vai se multiplicando e nós somos os multiplicadores dessa célula. sem fronteiras religiosa, política, de nacionalidade, paciência, respeito, humildade, valorizar todos, todas as pessoas são importantes. Todas as pessoas são importantes. Não tem discriminação nenhuma de gênero de sabe de cor, de raça, de não existe. E se você é ateu, até até ateu, ateu é muito bem-vindo no projeto. Olha que coisa linda. Ah, eu sou ateu. Que lindo, irmão. Vem para dentro. Por que que você tá aqui? Porque eu quero ajudar meu irmão. Tá dentro. Você não precisa ser, você não precisa ser cristão, você pode ser muçulmano, você pode ser judeu. Tem espaço nesse movimento. Eu acredito que nós estamos coletivamente, a gente deu um passo, o primeiro passo. E o que fazer então para que a gente possa evoluir, crescer nesse movimento, conectar conexão a Deus, a busca honestamente pedir, sabe bem, Senhor, dê-me a oportunidade, a bênção de trabalhar na sua vinha e que eu possa ser esse pequenino instrumento de tua vontade, que eu possa fazer mais um pouco, mas que esse pouco a mais que eu possa fazer seja com amor, seja com verdade e seja servindo a tua causa e não a minha causa individual e não a minha vaidade, prepotência. as desejos psicológicos, ou seja qual que tipo for, mas que seja servir uma causa,
amor, seja com verdade e seja servindo a tua causa e não a minha causa individual e não a minha vaidade, prepotência. as desejos psicológicos, ou seja qual que tipo for, mas que seja servir uma causa, olhos de ver, ouvidos de ouvir. Para mim hoje é uma honra, uma honra poder caminhar com todos vocês. E eu oro com muito com muito amor. Eu fico, eu vibro, né? Eu fico vibrando. Eu acho tão lindo todos os painéis, eu acho tão lindo todas as palavras, todas as as colocações. E eu fico ali sentado agradecendo a Deus, dizendo: "Senhor, muito obrigado por mesmo sendo tão pequenos, tão imperfeitos, o Senhor nos deu, nos confiou essa tarefa dessa organização chamada organização fraternidade sem fronteiras, cada vez Mais eu acredito mais uma vez no que a irmã Ila disse que nasceu no coração de Jesus. Gente, muito obrigado por vocês assistir. Gratidão. Gratidão ao nosso querido papa. Ele realmente é um papa para nossos corações. Bom, deixa eu far duas duas duas respostas. Primeira resposta, ou melhor, a primeira pergunta. E a resposta é: tem um tênis vermelho para combinar. Eh, vocês podem adquirir isso aqui do nosso irmão Edmar. Ele toca uma Edmilson. Isso, Edmilson. Ele tá com uma gaita maravilhosa, tá? Ela é de São José, é responsável pelo pela ação chamand Futu. Entre na nossa na nossa www.fraternidadesfronteiras.org.br. Entre lá no setor de presentes, vocês vão encontrar algo parecido, meu exclusivo, tá bom? Eh, e a segunda, não se esqueçam, a fraternidade, gente, como ato fraterno, a gente não pode desperdiçar. Então, quando nós terminarmos aqui, todos vão seguir ali para terminar com o churrasquinho que o nosso irmão tá esperando, por favor. E também não esqueçam da minha irmãzinha aqui. Eu já adquiri uma, então não esqueçam porque toda ação é bem-vinda, tá? Qualquer um que queira produzir, nós temos ação dos cadernos. Coisa mais linda. Pensem, façam, faça aqui, ó. Seja você a mudança que quer ver no mundo. Então, nós estamos aqui na Fraternidade Sem Fronteiras em Goiânia e nós vamos chamar
temos ação dos cadernos. Coisa mais linda. Pensem, façam, faça aqui, ó. Seja você a mudança que quer ver no mundo. Então, nós estamos aqui na Fraternidade Sem Fronteiras em Goiânia e nós vamos chamar ao palco a nossa querida Paula a Causas. Olha que linda. El Olha só. Vamos chamar Amanda Moraas. Olha, ela fica Cadê Renatinho? Eu amo esse menino. E eu vou chamar meu chefe, Satiaque Afonso. Ah, eles vão falar sobre o tema órfã do Congo de Porti. É com você nosso saque. >> Olá, boa noite pessoal. Nosso moderador aqui vai ser o Renatão, então eu vou passar primeiro para ele. >> Boa noite. Boa noite, minha gente. Coisa boa ver tantos sorrisos aqui já depois de tanto tempo, né? Todo mundo tá um pouquinho cansado também, mas com a alma renovada, né? muito alimento paraa alma que a gente teve aqui hoje. E nesse tempinho aqui, agora no final, a gente vai falar um pouquinho sobre mais um dos projetos da fraternidade sem fronteiras lá na África, que é o projeto órfãos do Congo. Eh, eu queria pedir para colocar a nossa apresentação, eu não sei se vai ficar aqui nesse painel da direita, vai que ah, já começou. E enquanto vai eh colocando, a gente já começa aqui falando algumas coisas do projeto, né? A Fraternidade Sem Fronteiras tem uma missão que é uma missão lindíssimaas desse planeta, nos lugares mais remotos, naqueles lugares onde não chega governo, não chega ONU, não chega nenhum tipo de ajuda. E assim vocês já viram na apresentação dos projetos anteriores em Moçambique, em Madagascar, lá no Malau e no campo de refugiados. E lá no Congo, gente, não é diferente. O Congo é tem hoje uma das maiores crises humanitárias desse planeta, principalmente na região leste do Congo, onde a gente estava. O Congo é recordista de tudo que é ruim nesse planeta, tá? entre os 10 piores países em qualquer índice que vocês pesquisarem de desenvolvimento humano, de qualquer área econômica, tá sempre lá na lista dos 10 últimos. O Congo, por conta das guerras, é um país em guerra a número de deslocados do
índice que vocês pesquisarem de desenvolvimento humano, de qualquer área econômica, tá sempre lá na lista dos 10 últimos. O Congo, por conta das guerras, é um país em guerra a número de deslocados do mundo. São cerca de 7 milhões de pessoas deslocadas. O deslocado era como se fosse um refugiado dentro do mesmo país. Eh, aquela pessoa que teve que deixar sua casa, sua região e ir para um lugar seguro dentro do mesmo país, porque eh por conta da guerra, por conta da insegurança. Então, 7 milhões de pessoas estão deslocados hoje no Congo e cerca de 2 milhões de refugiados, o refugiado é a mesma pessoa que teve que se deslocar, só que foi para outro país. Então são índices alarmantes lá no campo de Disaleca, onde a fraternidade tem o trabalho. Malaui, cerca de 80% dos refugiados lá são congoles e considerando toda todo esse cenário de dificuldade, a fraternidade sem fronteiras começou eh o trabalho lá no Congo e o é o projeto mais novo da fraternidade, começou em 2021 e a maior necessidade que foi identificada Foi, estima-se que mais de 1 milhão de de crianças sejam órfãos no Congo. Talvez também seja o maior número do planeta. e a fraternidade sem fronteiras. Tomando consciência dessa situação, começou o projeto órfãos do Congo, resgatando as crianças dessas áreas de guerra e trazendo para um lugar seguro, para um lugar onde elas podem ser crianças, um lugar onde tem um monte de mama social para dar carinho, para dar amor, onde elas conseguem ter roupa, conseguem ter alimentação, conseguem ter escola. E eu queria mostrar um videozinho agora no início para vocês de 2 minutos, que é meio que um resumão desde que o projeto começou até onde o projeto tá hoje. apertar menos. Eita, não passou. É, o segundo slide, ele é um vídeo, na verdade era para tá rodando assim que que colocasse. Volta um, por favor, volta, volta. É aí, ó. >> Tem um play ali a esquerda embaixo. Será que vai passar? Ah, não. Ele, >> enfim, dá para ele tentar fazer uns testes lá e se conseguir a gente volta.
se. Volta um, por favor, volta, volta. É aí, ó. >> Tem um play ali a esquerda embaixo. Será que vai passar? Ah, não. Ele, >> enfim, dá para ele tentar fazer uns testes lá e se conseguir a gente volta. para mostrar os vídeos, tá bom? Eh, e para manter todo esse projeto funcionando, assim como todos os outros, nós precisamos muito que essa mensagem chegue nas pessoas. A gente precisa jogar luz nessa realidade. É uma realidade muito dura. É uma realidade que toca, uma realidade que nenhum de nós gostaria que existisse, mas é uma realidade que está posta. E a gente tem que tá sempre nos perguntando o que que a gente pode fazer diante disso, né? E com certeza muitas almas estão sendo tocadas aqui hoje, assim como outras tantas já foram no passado e tiveram até a curiosidade de ir lá conhecer de perto esse trabalho lindo. E eu vou passar a palavra agora para uma dessas almas caridosas, a nossa querida Paula. A Paula, que é uma médica pediatra, já foi duas vezes lá no Congo, para ela contar um pouquinho da história dela, o que que ela sentiu lá no projeto. >> Boa noite, meus irmãos. É com uma alegria imensa que eu tô aqui falando de um projeto que arrebatou meu coração. Eu já havia sido chamada pela mamá África há 5 anos e tinha participado de uma caravana para Moçambique e desde então não tinha ido mais em alguma caravana. O ano passado, num encontro da fraternidade, eh ao ouvir sobre o projeto e, eh, com Mike falando sobre o projeto As Crianças, eu me eu me encantei. Eu senti um chamado gigante, eh, uma necessidade de estar lá. E em dois meses eu estava indo paraa República Democrática do Congo, eh, na contramão das opiniões de familiares e amigos, mas, eh, com a certeza no coração que eu estava cumprindo um chamado. E antes de ir, eu pensava como eu iria ajudar as crianças, eh, tinham passado por tantas, tantas tristezas, orfandade, abandono, privações. E que boba que eu fui, né? Eh, Jesus só falou para mim, vai. E chegando lá, a gente é recebido com muita alegria, muita música, dança. E
o por tantas, tantas tristezas, orfandade, abandono, privações. E que boba que eu fui, né? Eh, Jesus só falou para mim, vai. E chegando lá, a gente é recebido com muita alegria, muita música, dança. E quando eu vi aquelas, aqueles mais de 300 meninos eh sorrindo, olhando pra gente, nos abraçando, eu vi Jesus no olhar de cada um e é impossível não se emocionar. são são crianças maravilhosas, uma força espiritual gigante, uma força de alma que não dá para explicar, só estando lá mesmo. E lembrei de um provérbio que falava africano que fala: "Quando você quiser ir rápido, eh, vá sozinho, mas quando você quiser ir longe, vá acompanhado." E essa essa realidade que a gente vê lá nas crianças, essa partilha, essa esse sentimento de fraternidade, não só entre eles, mas com a gente. Lá eu fui acolhida, eu fui cuidada, eu realmente eu me curei lá. Eh, foi uma transformação para mim aquele projeto, tanto que depois de 4 meses está voltando, gostaria de um dia passar mais tempo. Eh, ali só umas fotos das crianças, eh, o amor que eles dão pra gente eh descomunal assim. Eh, e é isso, pessoal. Eh, eu aprendi muito, eu mudei minha vida, eu voltei de lá mais amorosa, mais generosa, eu renovei a minha fé porque a fé que eles têm é enorme, a gratidão que eles têm é gigante você passar por uma criança eh dar duas jujubas e ela te agradecer, ter gratidão por isso. Você vê uma criança chorando no meio de uma de uma quadra no escuro, porque ela quer ajudar ajudar a servir os outros e e ela não foi deixada. Então ela tava chorando porque ela queria ajudar. É só isso que a gente vê lá, só amor, eh só caridade. Eu tenho uma alegria imensa de participar da Fraternidade Sem Fronteira. Eh, para mim a fraternidade é uma expressão do amor de Jesus no mundo. Então, é com muita alegria que eu falo do desse projeto e gostaria de conhecer outros também. E só para finalizar a minha fala sobre eh uma das crianças que eu conheci lá, o Inossan, esse menino doce com esse olhar cativante. Esse menino é um líder
projeto e gostaria de conhecer outros também. E só para finalizar a minha fala sobre eh uma das crianças que eu conheci lá, o Inossan, esse menino doce com esse olhar cativante. Esse menino é um líder amoroso, eh, de uma gentileza, de um cuidado com a gente e um cuidado com as crianças. Ele tá o tempo inteiro atento a você, vendo o que você tá precisando. Ele ele vai, ele fala: "Cuidado, mama, aqui é perigoso". Eh, ele tá participando de todos a todas as as participando da horta, participando da do ambulatório médico, eh ajudando as crianças. O Inossan, como o próprio nome diz, Inocente é um anjo na terra, dentre muitos outros. que eu encontrei lá. E o site vai continuar a história do Inoan. Tem uma história maravilhosa esse anjo. E não tá funcionando os vídeos, né? Mas tudo bem, gente. Importante é vocês saberem que eh vale a pena participar das caravanas. São transformadoras e eu posso falar que eu sou outra pessoa realmente depois que eu fui nas caravanas. Obrigada. Passar pro site que o maior investimento que você pode fazer em você mesmo é ir numa caravana. é muito melhor do que qualquer curso. Muitas vezes a gente desperdiça tanto dinheiro, usa mal e aí quando chega a oportunidade na caravana falar: "Eu não vou conseguir ir porque é muito caro, porque a passagem tá cara". Então, se você sentiu tocado hoje, eu recomendo que faça esse investimento em você hoje, porque também mudou minha vida lá atrás e hoje eu sinceramente não consigo viver sem isso. Passar pro site aqui para continuar falando da experiência dele. Boa tarde, turma. >> Boa tarde. >> Primeiramente eu queria agradecer por vocês estarem aqui até agora, né? esses corações que ficaram até o final para ouvir a gente falar um pouquinho, né, daquilo que toca nosso coração e a gente espera que toque o coração de vocês porque o nosso objetivo maior, como diria o Wagner no livro e nas palestras é sermão. Então o cargo mais alto da fraternidade sem fronteiras não é o do presidente, né, Wagner, é o do irmão. O dia que a gente aprender a
etivo maior, como diria o Wagner no livro e nas palestras é sermão. Então o cargo mais alto da fraternidade sem fronteiras não é o do presidente, né, Wagner, é o do irmão. O dia que a gente aprender a sermão um do outro de verdade, aí sim a gente vai ter cumprido a nossa missão. Falando sobre o Congo, eu chego lá pela primeira vez em fevereiro desse ano, apesar de uma trajetória já um pouco grande, né, longa aí na Fraternidade Sem Fronteiras. a primeira vez que eu tive a em um momento crítico em que havia um resgate emergencial dessas crianças do Congo, eh, Renato e Amandinha sofreram muito isso de perto, né, de modo visceral na pele, esse resgate, porque os guerrilheiros eles estavam avançando. O local onde essas crianças viviam o local seguro. Os guerrilheiros disseram que tá estavam em cessar fogo, mas eles não estavam. E de modo intuitivo e às vezes mediúnico também, né, Amanda, eh, Wagner autoriza a retirada dessas crianças e nós tiramos elas do Congo e levamos elas pro país vizinho, o Burundi. E eu chego nesse momento, em fevereiro no Burundi, para recepcionar essas crianças, né, junto com uma uma pequena caravana nesse momento emergencial. Eu imaginei que eu fosse encontrar crianças desesperadas, crianças muito mal do ponto de vista de saúde, mas no meu primeiro impacto, quando eu desço, eu recebo a recepção mais calorosa e mais amorosa que eu já tive em todos esses anos dos projetos da fraternidade sem fronteiras. Porque apesar de terem acabado de passar por um processo de refúgio, de medo, de ouvirem tiros e ficarem abaixados perguntando: "Mamãe, a gente vai sobreviver?" Não é, Amanda? Quando eles entendem que eles estavam a salvo, tudo que eles nos entregaram quando nós chegamos lá foi amor. Esse amor, ele não pode parar em mim, não pode parar no Renato, na Paula, ele tem que chegar até vocês também. E é isso que a gente quer falar, é sobre esse sentimento tão nobre, tão puro, e que ele tá tão bem contido nas crianças, porque elas são puro amor por nós e elas
, ele tem que chegar até vocês também. E é isso que a gente quer falar, é sobre esse sentimento tão nobre, tão puro, e que ele tá tão bem contido nas crianças, porque elas são puro amor por nós e elas nos ensinam em relação a isso. Eu falo que eu gosto muito de contar história, né? Eu acho que a melhor maneira da gente exemplificar as coisas é contando históriaso. Eu peço para que vocês não se foquem nisso, porque a ideia é que a gente foque naquilo que pode ser feito, naquilo que aconteceu, graças ao destino e graças à fraternidade sem fronteiras. E Deus no comando de tudo isso. Mas o desfecho dessa história, ele é tão bonito que ele precisa ser contado por muitos e muitos anos. Eu espero que vocês um dia repitam essa história também, que possam conhecer. E ele foi encontrado assim. Rongico é filho de um pai e uma mãe, ficou órfão de pai. E a mãe, uma vendedora de bananas que saía todos os dias para vender bananas e voltava às vezes com dinheiro para dar alimento pras crianças, às vezes não. Manguiko tinha mais dois irmãos, mas ele adoece. devido à grave desnutrição, emagrece a esse ponto. Esse é o ponto bonito, tá, pessoal? É depois que ele saiu do hospital. chega nesse estado até a fraternidade sem fronteiras com algumas semanas de vida, duas semanas de vida, mas a vida dele que chega até nós vemado, amarrado junto ao corpo da mãe morta devido à guerra. É muito natural. A gente vê as mães carregando as crianças atadas nas capuranas, mas essa criança foi encontrada amarrada junto ao corpo da mãe morta. E graças a Deus que tinha alguém para encontrá-lo e trazê-lo até nós, porque nós precisamos desse material divino para que nós possamos evoluir. Então o convite é para todos. Lembra de ontem, né? Vamos descer. Então o convite é para descer. Então vamos descer até eles, né? E aqui algumas semanas depois que ele já estava conosco, um dia depois é o pessoal do time aqui é quem morou lá, não sou eu, não, tá? Aqui ele em evolução, tá? Mas a foto que eu quero mostrar não é essa,
qui algumas semanas depois que ele já estava conosco, um dia depois é o pessoal do time aqui é quem morou lá, não sou eu, não, tá? Aqui ele em evolução, tá? Mas a foto que eu quero mostrar não é essa, não, é essa aqui, ó. Ele com um aninho no aniversário dele, que foi no mesmo dia do aniversário da Amanda, tá? A gente comemorou e eu tive esse presente de comemorar esse primeiro ano de vida do Elias. Vida longa a você, querido Elias. Esse aqui é ele com a roupa indiana ontem, tá? Ele ganhou dos vizinhos indianos e aí ele tá desse jeito aí, ó. Bonitinho demais, né, gente? >> É, meus amigos, são muitas histórias, muitas histórias. E eu lembro quando tava prestes aí pro Congo, pro pro meu período de voluntariado lá, eu falei no telefone com Wagner e e falei: "Wagner, qual é a principal missão que você espera que eu faça lá?" Aí o Wagner falou: "Olha, tem muita coisa para fazer lá. Eu tenho certeza que você vai ajudar em tudo. Mas uma coisa que é muito importante, mas muito importante fazer, é arrumar a documentação das crianças. A gente precisa ter tudo isso muito bem organizado paraa gente não ter problema com fiscalização. E eu preciso que alguém com a experiência em documentação faça isso para ficar eh arrumadinho, bem feito, para quando a gente bater fiscalização lá ser possível mostrar tudo para organizar e começa a organizar criança e tudo, ler, né, os documentos. E no final das contas, a gente teve que fazer um grande recadastramento de todas as crianças, até para saber qual documento era de qual criança tirar foto, etc. Foi um trabalho longo e muito bacana. E me chamava atenção nesses documentos, principalmente na ficha que é preenchida pela assistente social quando a criança é resgatada, que ela contava ali em três, quatro, cinco linhas, no máximo, uma historinha sobre cada criança. E aí vinha um morava com a avó, tava em desnutrição grave, foi encontrada e acolhida. E aí começou a surgir uma curiosidade dentro do meu coração. Eu falei: "Cara, imagina quais são as histórias dessas crianças,
um morava com a avó, tava em desnutrição grave, foi encontrada e acolhida. E aí começou a surgir uma curiosidade dentro do meu coração. Eu falei: "Cara, imagina quais são as histórias dessas crianças, o que que aconteceu para essas crianças antes delas chegarem aqui. E lá, como S falou aqui, quando durante todo o período que você tá na caravana lá, você fica assim, ó, cercado por eles. Eles querem te abraçar, eles querem conversar, eles querem brincar. E eu botei essa foto que ela é muito marcante, porque desses bebês aqui a gente nunca vai conseguir saber o que que aconteceu com eles antes, que que tem aí por trás, o que que essas crianças passaram. Todas elas chegaram num estado muito complicado de saúde, de desnutrição. Mas a gente começou a fazer um trabalho muito muito lindo, que foi coletar as histórias dos maiorzinhos, dos adolescentes, de quem já consegue contar o que que passou com eles na vida, né? como Inoçan e o Mungu que a Paula e o e o S contaram aqui e foi uma jornada incrível, incrível. Eu sinceramente não eh imaginava quando eu comecei o quanto que seria rico fazer essas entrevistas com as crianças. Dezenas de crianças foram ouvidas, tem quase 100 horas de gravação de entrevistas que eu não sei exatamente onde isso vai chegar ainda, mas se Deus quiser vai começar com o livro. Se vai ser beste céo ou se vamos cortar a árvore à toa, ninguém sabe, né? Espero que is seja a primeira opção e que a gente consiga, né, eh, jogar luz nessas histórias, porque o mundo precisa saber disso. Isso a gente não encontra no noticiário que tá ali eh se repetindo entre política, entre as guerras que são famosas, né? Se é que tem algum mérito em alguma guerra ser famosa, mas a gente precisa jogar luz no que acontece na República Democrática do Congo e em vários outros países da África. Foram histórias muito duras de serem ouvidas, né? Muito difíceis. Eh, mas todas elas, como o S falou, não é para nós ficarmos tristes ou essa história. Essa história ela aconteceu, mas tem sempre uma lição de superação
ito duras de serem ouvidas, né? Muito difíceis. Eh, mas todas elas, como o S falou, não é para nós ficarmos tristes ou essa história. Essa história ela aconteceu, mas tem sempre uma lição de superação por trás. Sempre tem uma lição de superação por trás. entre as nossas 326 crianças lá, das poucas que foram eh ouvidas, né, que conseguem contar suas histórias, tem muita história de gente que passou fome a vida inteira, né? É muito comum que eles contem que quando tava bom na vida deles, quando tava tudo legal, quando eles estavam com o pai e com a mãe, a família toda junta, eles comiam uma vez por mês por por dia. Era o bom, gente, à noite para não dormir com fome. Tem história de criança que já ficou dois, três dias sem comer. Eles contam que, ah, depois que meu pai morreu, começou a ficar muito ruim. E tem diversas histórias do que o pai morreu, desde uma bananeira que caiu em cima do pai, pasm, como a família encontrar o corpo do pai esquartejado no quintal de casa, que o pai tava eh no no quintal colhendo mandioca. Os rebeldes eles costumam chegar nas vilas à noite, muito tiro, muita bomba. As famílias abandonam a casa e saem correndo. Família de pai e mãe e 10 crianças. As cri correndo lá não tem energia elétrica numa região rural. Todo mundo se perde quando vai ver. Ficou dois irmãos juntos, ficou ninguém. Eu corri, nunca mais vi minha família. E aí depois aparece um irmão eh morto, aparece a as roupas do outro, né? Tem um menino que tava com a avó e foram cap e os rebeldes capturaram eles, levaram eles pro acampamento dos rebeldes e fizeram uma marca no cabelo. Na avó fizeram um sinal de mais, na cabeça do menino fizeram um sinal de menos. E eles foram entregues no acampamento e os soldados te entregaram. saíram para continuar as rondas, não sei. E aqueles sinais diziam quem ia morrer e quem ia ficar vivo. E esse menino, ele viu a avó ser fortada na frente dele. E ele gritou, ele berrou, ele xingou. E os rebeldes bateram nele. Bateram até que um esquentou um ferro e falou: "Vou
rer e quem ia ficar vivo. E esse menino, ele viu a avó ser fortada na frente dele. E ele gritou, ele berrou, ele xingou. E os rebeldes bateram nele. Bateram até que um esquentou um ferro e falou: "Vou enfiar um ferro em brasa". na boca desse menino que ele nunca mais vai conseguir falar na vida dele. E quando veio com esse ferro em brasa, ele se desviou, o ferro ainda pegou aqui, ele tem uma cicatriz e ele começa a pedir desculpa e diz que vai ficar quieto. E aí finalmente deixaram ele em paz. No dia seguinte fizeram ele de escravo para mudar o acampamento de um lugar pro outro. E quando chega no novo acampamento, ele carregou um saco de arroz. falam para ele deixar o saco num canto e ele deixa esse saco e sai correndo pro meio do mato. E essas são apenas algumas histórias, eh, como temos tantas outras, por exemplo, temos crianças que vieram das ruas de Bucavo também. Nós temos mamã sociais que foram acolhidas. No início do projeto, nós acolhíamos mulheres que moravam na rua e tinham filhos, bebês e e algumas depois de de algum tempo passaram da condição de acolhidas para condição de empregadas e até hoje elas estão no projeto com os filhos. E e uma delas, que tem dois filhos, ela diz que o segundo filho foi por conta de um estupro. Ela foi estuprada por diversos homens e foi enforcada até perder a consciência. E nessa situação, eh, foi abusada ali por diversos homens e não faz a mínima ideia de quem pode ser o pai do filho dela, do segundo filho, mas ela dá graças a Deus por ela tá acolhida lá com a gente. Nós temos meninos que vieram dessas áreas de guerra que por ter perdido a família toda, eles queriam ser rebeldes também. Eles queriam se alistar em grupos rebeldes, rivais. ao grupo rebelde principal lá, o M23. E graças a Deus por eles terem chegado na fraternidade, eh, eles não se alistaram. E esses meninos, um deles até eu escolhi ele para para fazer a entrevista porque ele tava tendo diversos casos de indisciplina dentro do projeto. Inclusive tinha ameaçado um dos
eles não se alistaram. E esses meninos, um deles até eu escolhi ele para para fazer a entrevista porque ele tava tendo diversos casos de indisciplina dentro do projeto. Inclusive tinha ameaçado um dos monitores, por um motivo banal lá de uso de roupa, de pegar uma faca e dar uma facada no monitor. Aí a gente falou: "Vamos ouvir esse menino, vamos ver o que que tá por trás da vida desse menino". E foi simplesmente uma das histórias mais incríveis que eu já ouvi na minha vida. E tudo que ele conta, ele mostra as cicatrizes no corpo. Esse menino, ele já tomou um tiro na perna numa fuga dessa, quando os rebeldes chegam atirando. E aí ele com o sangue da perna, que ele não conseguia mais correr, ele espalhou sangue pelo corpo enquanto ainda tinha alguma lucidez para os rebeldes acharem que ele tava morto. E ele se fingiu de morto, acabou desmaiando, ficou lá, sabe-se lá por quantas horas, até que muito tempo depois viram que ele tava vivo, socorreram ele, ele ficou eh 5 meses eh num num hospital até se recuperar e ele é um dos que queria se alistar para ser rebelde. E a transformação dessas crianças é uma coisa assim de outro planeta. Hoje em dia, quando a gente conversa com eles, eles agradecem por tá sendo ouvido pela primeira vez na vida. Eles falam que eles nunca conseguiram contar a história deles para ninguém, porque nunca ninguém quis saber. A mudança de comportamento depois das entrevistas é uma coisa assim de outro planeta. A criança que tá dando problema, ela começa a querer participar de tudo, participa da limpeza, participa de ajudar os menores a dar banho, participa da cozinha, participa das oficinas e eles botaram a dor deles para fora. E aí que tá, depois de algumas entrevistas, eu fui compreendendo qual era a maior razão da gente estar fazendo aquele trabalho, que era fazer eles botar essa dor para fora e saber, como a nossa amiga psicóloga falou aqui antes, saber que eles não estão sozinhos, que eles estão aqui com a gente. E um desses meninos queria ser um rebelde, né? Porque essa era a
r para fora e saber, como a nossa amiga psicóloga falou aqui antes, saber que eles não estão sozinhos, que eles estão aqui com a gente. E um desses meninos queria ser um rebelde, né? Porque essa era a única coisa que ele conhecia. Ele só conhecia a violência e agora ele tá conhecendo a transformação pelo amor. Ele virou no final da entrevista e falou: "Papai, eu queria muito cantar, mas nunca me deram oportunidade de cantar. Eu já falei já com os monitores de música, mas são sempre as mesmas crianças que cantam". E aí eu falei: "Não, você vai cantar agora e eu vou filmar e onde eu for eu vou levar a tua música comigo". E aí, infelizmente o vídeo não tá passando, mas ele cantou a música e eu pedi paraa nossa amiga tradutora eh fazer a tradução, né, pra gente eh entender. E tu e vocês podem Vamos, vamos. Eu tenho aqui. >> E vou botar só o áudio. Vou botar. Vocês acompanham ali, vão conseguir entender quando ele fala o nome do Vag, né, do Mike? Enquanto o Renato vai procurando ali essa pulseirinha aqui colorida, ó, o Monguico me deu espontaneamente. Ela vai seguir comigo por muito tempo, viu? E eu tô vendo ali na na frase primeira, né? Nós te amamos, Papa Wagner, que Deus te dê vida longa. Chegamos lá à noite, eu e a Janaí estávamos cuidando da parte da saúde das crianças. Nós chegamos lá para ver uma das crianças que que a gente ia iniciar medicação. Chegamos de surpresa. Quando a gente chegou, estavam todas as crianças do orfanato sentadas junto com o monitor cantando, pararam e fizeram uma prece que eles fazem todo santo dia pedindo para que Wagner resgataram eles fossem abençoados. Então, a força que mantém o equilíbrio de tudo isso vem da oração deles também para que a gente continue. Mungu wakupe maishaenda sana hatutaweza kuiacha kamwe. Tunashukuru kwa upendo wako unaotuonesha. il souffrance il est envoyé pour sauver les enfants. Il est envoyé pour sauver les enfants. Amanda il est envoyé pour sauver les enfants bang il est envoyé pour sauver les enfants. que il est envoyé
. il souffrance il est envoyé pour sauver les enfants. Il est envoyé pour sauver les enfants. Amanda il est envoyé pour sauver les enfants bang il est envoyé pour sauver les enfants. que il est envoyé et il est envoyé pour sauver les enfants et travailler pour les travaux. Je suis en fort. Je suis en fort. Je suis en fort. Je suis en for de la fraternité que tu combaar mazi wako wengi katika hii dunia lakini hawana roho ya kusaidiana kwa msaada wa kwetu twasema asante Esses são nossos filhos, meus amigos, de todos nós. Isso é um trabalho eh conjunto muito grande para tudo isso acontecer. E eu espero que todo mundo continue fazendo parte e que a gente consiga trazer cada vez mais corações. O projeto tá sendo reconstruído agora no Burundi para que a gente pulecas crianças para 500, para 600, para 1000, para 2000, para quantas essas crianças, elas só conhecem a guerra, a violência. E a gente tá plantando a sementinha do amor para daqui, eu não sei quantas décadas, séculos, talvez eh a gente tenha uma situação diferente nessa região do mundo. Muito obrigado. Passar a palavra aqui pra Amanda, para ela compartilhar um pouquinho dos quase do anos que ela passou lá no órfã do Congo. microfone para falar para vocês se esse projeto tocou seu coração ou qualquer um outro. Tem um que é recode no seu crachá. Então você pode entrar, pode apadrinhar o projeto, pode apadrinhar as crianças. Esse é o que tocou seu coração, viu? >> Oi, gente. Eu sempre acompanhei os encontros da e há 3 anos eu fui para Uberlândia. Meu Deus, mudou minha vida. E eu eu era fominha, eu ficava onde que o Henrique tá na primeira cadeira. Antes de abrir a porta, eu era primeira. Eu falei: "Ninguém pode sentar na frente porque eu de cara reservado". E eu tava naquela cadeira ali e eu ficava assim: "Meu Deus, eu queria ser amiga desse povo. Meu Deus, encontrei a minha tribo." Eu falei: "Caramba, olha as histórias". Eu e eu e eu bebia aquelas histórias. Eu tô falando isso para falar assim, eu não sei explicar, tá? aqui
r amiga desse povo. Meu Deus, encontrei a minha tribo." Eu falei: "Caramba, olha as histórias". Eu e eu e eu bebia aquelas histórias. Eu tô falando isso para falar assim, eu não sei explicar, tá? aqui para falar para vocês do presente que esse cara aqui me deu de ter conhecido aquelas crianças no Congo, de ter vivido com aquelas crianças no Congo, de ser mãe daquelas crianças no Congo. E eu não vou começar com algo triste, eu vou começar aqui, ó, no o Congo, a minha experiência do Congo foi a mais transformadora que eu já tive na minha vida e foi a mais feliz. Quando eu cheguei lá, as pessoas que me conhecem da minha cidade falou: "Eu nunca vi você tão feliz. Como é que você tá feliz na guerra? Que bruxaria é essa? Não sei. Eh, é isso, ó. A gente se torna mãe de crianças que parece que a gente que deu a luz para essas crianças. Só olha lá, é muito amor. Só que no meu primeiro dia, como o SAT disse, eu levei um soco no estômago. Esse foi o primeiro dia. A gente chegou numa caravana eh de umação deplorável. Esse menino, ele não tá nem com cueca, né? sujo. Como disse a ontem a a atriz aqui do teatro, a poeira era a pele dele. E eu queria pegar todas as crianças de uma vez. E aquele trem foi doendo e eu fui chorando. Meu olho tá de choro ali. Esse aí também do resgate, aquela desilusão. Mas não é disso que eu vim falar, porque o Papa Wagner um dia perguntou para mim e ele não falou com sarcasmo. Ele falou assim: "Por que que você chora tanto? te ajuda, te alivia. Ele falou com carinho, né? Eu falei: "Caramba, se eu tô chorando, não tô com tempo para trabalhar, então vamos trabalhar, né? E eu quero falar do Aguisha. O Aguisha, ele é o nosso garoto propaganda. Todo mundo que vai ia lá no Congo, o primeiro lugar que eu levava era na casa dos bebê. O Aguisha chegou na mesma semana que eu no Congo. A mãezinha dele leite da mãe com a mãe morta. Ele chegou nos 7 meses a 1,700 e ele não foi porfanato diretamente, ficou três meses no hospital, foi o nosso primeiro bebê acolhido.
ana que eu no Congo. A mãezinha dele leite da mãe com a mãe morta. Ele chegou nos 7 meses a 1,700 e ele não foi porfanato diretamente, ficou três meses no hospital, foi o nosso primeiro bebê acolhido. E para vocês verem a transformação que é o projeto, eu não ficar contando histórias longas, mas eu quero mostrar o resultado. Esse é o aguista. Isso aqui, ó, é razão para todo mundo querer apadrinhar, porque existem muitos aguistas nos campos de refugiados agora com essa piora da situação do Congo. E esse é o nosso amor. E essa foto aqui, só para vocês entenderem a evolução espiritual dessas crianças aí. Tá na frente da nossa casa. A nossa casa era casa e escritório. A gente morava junto eh no orfanato, né? Várias casas. E essas crianças elas têm uma condição espetacular de cara, corta lá uma batata doce, um trem da do cardápio delas. E aí que acontece? Quando eu cheguei, a gente tinha 180 crianças. Logo no dia que eu cheguei, a gente chegou a caravana, a gente a gente resgatou 20. Aí fomos visitar um campo, o Wagner falou: "Pega mais aquelas 50 lá e trás". O Wagner ele é assim, vocês conhecem aquela história, põe o pé que Deus põe o degrau. O Wagner ele não espera a gente ter padrinho para pegar criança. Ele pega a criança na na esperança de vir mais padrinho. Então, de uma levada só de dois meses, foram 70 crianças que chegaram no projeto. E aí naquela né? E eles também tinham três vezes por semana carne de vaca e nos domingos peixe. Cara, a alimentação deles era assim, 10, era sensacional. Com a vinda dessas 70 crianças, o Wagner nos fez uma visita e a gente foi na cozinha, a gente foi, a gente estudou, a gente fez conta de preço de quilo, de grama de sal, a gente fez conta. Vai falar, Amanda, corta carne, corta aquijão no almoço, pão de manhã, um pão seco, que eles faziam, que é muito gostoso, mas não tinha uma margarina, um pão, arroz, feijão no almoço e de noite uma batata cozida. No outro dia, para não ser arroz, feijão de novo, cima com legume, mesma coisa e de noite uma
muito gostoso, mas não tinha uma margarina, um pão, arroz, feijão no almoço e de noite uma batata cozida. No outro dia, para não ser arroz, feijão de novo, cima com legume, mesma coisa e de noite uma batata. Gente, essas crianças se organizaram na frente da nossa casa revoltadíssimos. Mamã, a gente que é nossa, mas não, eles não falam todos ao mesmo tempo. Eles erguem a mão. Pode falar, fulano, mamãe, eu quero, a gente quer a carne, a gente quer o peixe. Eles não estavam entendendo. Aí a gente respira porque, gente, falar não para uma criança ófã e tal é difícil demais e a gente tem que ser muito forte ali naquela naquele momento. E aí, junto com a tradução do Mike, ele me ajudou. Eu falei assim: "Ó, vocês viram as 20 crianças que chegaram e depois as 70 crianças que chegaram?" Sim. Então, aí eu fui explicar para eles o que que é o apadriamento, porque o os meninos do off eles acham que o Wagner é rico e o Wagner que paga tudo. Aí quando eu cheguei, eles achou que eu e o Wagner rachava conta. Aí vê o Renato mais dinheiro. Eles não entendem que tem uma porção de brasileiro aqui que dou um pouquinho por mês para ser possível, né? Eles não entendem isso. Aí eu fui explicar porque ninguém nunca falou: "Ó, tem muito brasileiro, milhares que dou assim um dinheirinho para comprar comida de vocês." Só que não aumentou o número de gente, mas a gente pegou mais 70 criança, né? Vocês entendem que daí a mamã não tem como comprar a carne, porque se a gente comprar carne vai ser pouquinho, vai ter que tirar o arroz e feijão, vocês vão ficar com fome. E aí eles reclamavam e reclamava e eu falei: "Mas ó, eu falo para vocês, eu vou fazer vídeo no Instagram, eu vou mandar para todo mundo, vou mandar pro marketing, a gente vai conseguir mais padrinho, a gente vai voltar com carne". Mas eu prometo para vocês. E eu, para mim prometer uma coisa pra criança não é fácil. O Mike prometi o mundo pr as crianças, eu ficava fula. Falei: "Não promete, você não pode prometer algo com uma criança e não cumprir". Mas eu
eu, para mim prometer uma coisa pra criança não é fácil. O Mike prometi o mundo pr as crianças, eu ficava fula. Falei: "Não promete, você não pode prometer algo com uma criança e não cumprir". Mas eu falei: "Não, a gente vai trabalhar, a gente vai volotar com a carne dessas crianças". E aí dentre aquelas crianças, uma dela levantou a mão. Falei: "Pode falar, mamã tava pensando aqui, no dia que você conseguir os padrinh, não compra carne não. Vai lá onde você me pegou que tem um monte de criancinha precisando vir para cá também. Traz eles para cá". Aí eu engoli o choro, eu engoli o choro, lembrando do Wagner, onde eu choro não tem lugar para trabalhar. Então vamos, né, engolir e falei tá bom nisso todos falou verdade, lá em Calerre tem mais gente lá em Minova, lá em Saque, cada um começou a falar os nomes para mim não esquecer de lá pegar os meninos. Falei: "Então, combinado". Mas um dia eu liguei pro Wagner, Wagner, pelo amor de Deus, 600 por mês, deixa eu comprar uma vez por semana uma carne para esses meninos. Tá bom, Amandinha, pode comprar cá pros meninos. E aí vocês, que que é isso aqui? Você conhece isso aqui? >> É o quê? >> Não é. >> É uma rodela de banana. Essa história é uma das mais assim impactantes, uma das primeiras impactantes que eu tive. Eu tava com 5 meses lá, a gente recebeu a nossa amiga Silvia Vidovix. E para as crianças com extrema eh desnutrição, a gente oferecia eh alimentação, refeição entre a café da manhã e almoço, então pelas 10 horas da manhã e à tarde. Então elas tinham cinco refeições por dia, que era uma banana e um ovo cozido. Então, a essas 40 que era um estado assim que nem a gente mostrou e certa vez a pessoa que comprou comprou muita banana e tava sobrando, só que não era a quantidade de banana suficiente pra gente dar para todas as crianças e ela manda, vamos dar eu falei: "Você tá doida? Tem 300 crianças que você vai dar banana, não vai dar, vai dar uma briga, eu já sei, eles vão ficar desesperado. Essa mulher me atasanou, Amanda, a gente tem que dar essa banana
falei: "Você tá doida? Tem 300 crianças que você vai dar banana, não vai dar, vai dar uma briga, eu já sei, eles vão ficar desesperado. Essa mulher me atasanou, Amanda, a gente tem que dar essa banana para essas crianças. perder. Ela já sei, vou cortar em rodela. A gente dá rodela para cada criança. Falei: "Não vai dar, Silvia". Então tá bom. A gente vai lá na casa dos bebês que tem 100 bebês. Eu garanto que rodela a gente tem aqui. Eu cansei de falar para ela que não era uma boa ideia. Falei: "Vai, vamos, vai passar no projeto, eles vão ver a banana, mas vamos, vamos lá". Quando a gente chegou na casa dos bebês, que é assim, é uma casa de bebê, mas eh tem criança de 5 anos que parece bebê, ele tem tamanho de um, de um, de 2 anos, né? Então é aqueles mudaram aquele mar de menino pequenininho assim. E na hora que eles viram que a Silvia tava com uma panela de banana, foi a coisa mais triste que eu já vi na minha vida. As crianças que nem tm entendimento, elas se jogavam no chão gritando e chorando de lágrimas pelo desespero de ficar sem uma rodela de banana. Foi muito difícil que a Silva ficou desesperada e ela falava inglês city, né? Todo mundo certa, ninguém entendia. É, são bebês. Eles estavam desesperados. Eu não conseguia ajudar a Silvia, eu podia ajudar. Eu tinha algumas palavras de comando que eu sabia em sua ril e tinha uma mesinha assim. Ali eu sentei naquela mesinha, escorei na parede e eu comecei a chorar. Eu nunca chorava na frente das crianças. E eu comecei a chorar porque as crianças se jogavam no chão e as maiorzinhas estavam na porta de vidro olhando e a Silvia dando uma rodela de banana para cada criança. E eu pensei nas tantas bananas que tava amassadinha, eu joguei fora quando eu morava no Brasil. Quanta comida eu desperdicei, quanta comida eu não dei valor. E eu me senti muito culpada enquanto humanidade. O que que a gente tá deixando acontecer lá no Congo? O que que, por que que uma criança tá chorando por conta de uma rodela de banana num país onde que é o a capital da banana?
da enquanto humanidade. O que que a gente tá deixando acontecer lá no Congo? O que que, por que que uma criança tá chorando por conta de uma rodela de banana num país onde que é o a capital da banana? Só tem banana lá. Então essa história da banana me marcou muito e a gente vai fazer ponte daqui a pouquinho com outra história da banana que começa aqui, ó. As crianças lá elas criam os brinquedinhos dela com barro. Ó o carrinho. Dá para ver, né? Eles pegam eh o que eles acham lá e faz brinquedinho, eles fazem guitarra. E aí um amigo meu de Cuiabá, ele falou: "Mandinha, tá chegando o dia das crianças. Eu vou fazer uma ação entre meus amigos aqui e eu vou mandar dinheiro para você comprar um presente para cada criança". E eu falei, acho que para Paulo ou pro Renato, nessa época existia uma única criança no projeto, 300 e poucas, 326 crianças, uma criança que tinha uma boneca que era miudiza, ela carregava a bonequinha dela nas costas e nenhuma criança implicava com ela, porque aquele bebê era tudo para ela. E eu falei: "Meu Deus, as crianças vão ganhar o primeiro presente da vida delas". E assim foi, a gente comprou na hora de escolher, colocamos num saco preto, elas fechavam o olho e tirava o brinquedo. Então foi muito divertido. Essa é a Mildisa, é a segunda boneca dela. Então as crianças todas ganharam presentes. E por que que isso tem a ver com a banana? Fala agora. Essa é Helena. Essa é a filha do meu amigo de Cuiabá. A Helena vendo o movimento do pai dela pedindo dinheiro para todos os amigos. para mandar pro órfã do Congo para comprar um presente do Dia das Crianças. Ela pegou o cofrinho. Isso é um vídeo, né? Então ela pega um cofrinho e pede pro pai dela gravar. Papai, eu quero mandar o dinheiro pra titia Amanda, tia Amandinha, para você ajudar aquelas criancinhas. São muitos dinheiros, muitos dinheiros que eu tenho aqui. Eu acho que eu tenho mil dinheiros aqui. Manda presos para ela comprar alguma coisa e fala para ela me falar. É longo o vídeo, deixa falar para ela me
os dinheiros, muitos dinheiros que eu tenho aqui. Eu acho que eu tenho mil dinheiros aqui. Manda presos para ela comprar alguma coisa e fala para ela me falar. É longo o vídeo, deixa falar para ela me falar o que que ela vai fazer com esse dinheiro. E aí ela me mandou ai eu não lembro quantos dólares, mas não chegava 200. E aí eu contei e falei assim: "Vine, com esse dinheiro para tanto de criança que tem, o que a gente pode comprar é uma banana para cada um." Ele pois compra uma banana para cada um. E foi a primeira vez no projeto que a gente comprou uma banana para cada criança, que dá mais ou menos R$ 1 por por banana, né? E aí as crianças, vocês não têm ideia da alegria que essas crianças ficaram e elas dançavam com a banana, só que elas não comiam só a banana, elas comiam até a casca. E devagarzinho, devagarzinho. Eu falei: "Gente, eu pensei que eles iam devorar essa banana". Não é devagarzinho degustando aquela banana. Então eu eu lembrei da minha experiência mais triste e uma das mais felizes por uma criança de 4 anos partiu dela quebrar o cofrinho dela e mandar lá pra África para tia Amandinha dar pr as crianças. Tô quase acabando, eu prometo. E essa foto, igual o, não sei se foi o site o Renato que falou, as crianças oram, não é todo dia, é toda refeição. E é assim, ó. Olha que gracinha. Olha a quantidade de alimento. Vocês acham que é muito? É pouco? São dois pratos que compõem um alimento. Só que os dois pratos é para duas crianças. Então acima branca vai para as duas crianças. Elas vão dividir colocando nesse molhinho que é o legume, a folha de mandioca que a gente fala, né? E a e eles são gratos, eles nos agradecem. Eles, a palavra que eu mais ouvi lá foi a Santessana, que é a obrigada em Suaril e Merc em francês. Ah, essa é a outra mildisa. E para finalizar, estamos finalizando. Eu ganhei o maior presente da minha vida, porque esses são meus filhos. Eu morro de orgulho de falar deles. Eles são os filhos dos meus amigos também. E eu convido a todos vocês a serem pais
alizando. Eu ganhei o maior presente da minha vida, porque esses são meus filhos. Eu morro de orgulho de falar deles. Eles são os filhos dos meus amigos também. E eu convido a todos vocês a serem pais e mães dessas crianças para nunca mais essas mãozinhas estarem vazias. E para finalizar, o violão S. Na minha primeira experiência na África que foi no Malaui, a Raíça, a maestrina lá, ela compôs uma música pra gente gravar junto no estúdio que não cabia quatro pessoas, pequenininho lá no lá em Desaleca. E e essa música se chama Amani, que é o nome da nossa escola, que se chama que significa paz. Você é seguro. >> Não sei se vai cair. Oi. Oi. Então eu coloquei a letra da música com a tradução porque eu aprendi com a Raíça em Zaleca e eu cantei uma vez no Congo. Essas crianças elas decoraram e é uma música assim hino. Toda caravana que vai elas cantam. Vou tentar tocar o tão aqui ou tem cabo? >> Colocar a mani. Quem sabe que tem muita gente já foi em caravana. Pode cantar também sem medo de errar. Amani não am não pendana capa África, Europa, Ásiana, América, sotto mundial, refugiar Negros, brancos e crianças. S tu amar. >> Obrigada. >> Laternidade. Oi. Obrigada. E vamos apadrinhar. Se já, se já é padrinho, já é madrinha, vai buscar o amigo, quem não é, e vamos apadrinhar esse projeto, porque ele é lindo. Que maravilha, maravilha. Vamos acordar. Ele falou a fraternidade, eu lembrei. Mas antes da gente falar nosso grito de amor, só para lembrar para vocês, o nosso próximo encontro, no qual eu estarei também lá, será em Maceió, dia 18 e 19 de outubro. Aracaju, desculpa, já eu já tô é do lado. Aproveitem, vamos passeando ali pelo pelo Atlântido, né? Então, em Aracaju, dia 18 e 19 de outubro. Tranquilo? Estaremos juntos. Bom, vamos então dar continuidade aqui às nossas ações. Eu gostaria de chamar ao palco o nosso irmão Gustavo Musa. Gustavo Musa. Já está ali. Olha, o cara é show. Gustavo Musa vai trazer pra gente a palestra Fora da Caridade Não há salvação. Bem-vindo, meu irmãozinho.
de chamar ao palco o nosso irmão Gustavo Musa. Gustavo Musa. Já está ali. Olha, o cara é show. Gustavo Musa vai trazer pra gente a palestra Fora da Caridade Não há salvação. Bem-vindo, meu irmãozinho. >> Deixa eu só me ajeitar aqui. A gente já começa. Fiquei um pouco preocupado porque tava vendo o pessoal falar aqui, Satia, o pessoal e não passaram os vídeos, né? E eu preciso dos vídeos, senão tô lascado. Será que o pessoal lá de cima tá tudo OK? Hã, a gente vai saber já já, né? P lá que eu preciso de do violão também. Eu vou ajeitar e a gente já começa. OK. Pegar o violão, ele já vem. Tanto faz. Sendo um violão. Tá bom. Pessoal lá de cima consegue me dar um OK? Se tá tudo bem os vídeos? Quer ver? Pera, pera, per faz assim, ó. Se tiver OK, você mexe o mouse. Pronto. Então vamos lá. Tudo isso para dizer para vocês que vai dar certo. Tô esperto. Vocês viram, né? A dona do violão tá ali. Ela deve ter olhado, falou: "Ai, esa lá, deixa eu ver. Vai, >> vai soltar de novo. Pelo jeito é aqui, ó. Pronto, pronto, pronto, pronto, pronto, pronto, pronto, pronto. Senão o tempo passa. >> Nós temos mais um microfone ou não? >> Temos. Então, tá bom. Tudo isso para dizer para vocês antes da gente começar que, apesar de vocês estarem me vendo aqui com violão e nós vamos ter música. Vamos sim, porque a música é importante para dizer para vocês que eu não sou cantor, tá bom? É toda essa cena, eu não tenho a mínima intenção de me apresentar como cantor. Eu tenho a proposta de trazer a música para o nosso momento de reflexão, de escuta e de levar para casa alguma coisa que a gente possa ouvir, porque a música tem o poder de abrir os nossos corações. Nós tivemos aqui o coral, né? Tivemos aqui outras participações musicais. Então, como eu não sou cantor, eu preciso muito que vocês cantem. E eu tive a eh a iniciativa ainda não de convidar o Fernando para me ajudar a cantar, já que eu não sou cantor, ele vai cantar. Então, uma salva de palmas para Fernando Sabino, ele me ajuda nessa nessa primeira música. E aí, na
ainda não de convidar o Fernando para me ajudar a cantar, já que eu não sou cantor, ele vai cantar. Então, uma salva de palmas para Fernando Sabino, ele me ajuda nessa nessa primeira música. E aí, na última música vocês cantam para mim, tudo bem? >> Então, vamos começar trazendo a luz. Cadê a Mair Rocha? Foi embora. Boa, boa noite. Eu improviso, hein? >> Se ela é se ela tivesse aqui, eu ia deixar ela triste, porque eu vou cantar a música que ela que ela fica triste. Mas fazer o quê? Já tava preparada, né? Agora não vou mudar. Foi embora por causa disso. Já sabia, né? E na improviso a gente não ensaiou. A gente não sabe o que vai acontecer. O que sair saiu. Vou pedir pro pessoal aumentar bastante porque essa primeira música é baixinha. Hora que tiver pronto pode soltar pra gente então, por favor. Pode subir aí e vocês podem ajudar também. Quanta luz de vocês neste ambiente descendo sobre nós, vibrando em nossas mentional, né? Quanta luz quando assim prece como a alma cresce aos olhos de Jesus. >> Pode subir um pouquinho que eu não tô ouvindo. Quanta luz em oração. >> Todo mundo vai. A voz do mestre fala aos vossos corações. Quanta luz descendo sobre nós. >> Quanta luz, quanta luz. Vamos pedir a Maria, ó mãe santíssima, esteja conosco nesse encerramento de evento, abrindo os nossos corações para fraternidade, levando a tua luz a todos aqueles que precisam do teu amor. Quanta luz, quando prece como a alma cresce aos olhos de Jesus. Voltando vocês pro final. Quanta luz, pois em oração a voz do mestre fala aos nossos corações. >> Quanta luz descendo sobre nós. >> Quanta luz. Quanta luzando Sabino. Obrigado. >> Uma honra, hein? Treinado. Treinamos pelo direct do Instagram. muito generoso. Ele tinha compromisso, saiu de lá para vir aqui. Obrigado. Mas foi um prazer estar aqui com vocês. Boa noite, um beijo no coração. >> Valeu. Não precisa não. Eu devo dizer a vocês que eu tô numa situação um pouco difícil para mim. Apesar da gente ter o costume de cada semana tá num lugar falando por
oa noite, um beijo no coração. >> Valeu. Não precisa não. Eu devo dizer a vocês que eu tô numa situação um pouco difícil para mim. Apesar da gente ter o costume de cada semana tá num lugar falando por uma plateia. O assunto fraternidade mexe um pouco comigo. Quando me convidaram para falar desse tema, eu fiquei pensando exatamente o que que eu ia falar. Porque imaginei que aqui iríamos ouvir muitas histórias do Malaui, ouvíamos, iríamos ouvir muitas histórias de fraternidade que tocariam os nossos corações. E eu sou mais um desses tocado porque conheço Fasonteiras há muito tempo. E essa não é o meu lugar de fala. Hoje é a expressão que se usa, né? E eu quis buscar alguma coisa sobre fraternidade que fosse mais próxima, pelo menos da minha realidade. Sei que de vocês não, mas enquanto brasileiros, a fraternidade ainda tá precisando de ser repensada de outras maneiras para que a gente possa encontrar de fato um sentimento mais puro e mais nobre, até pra gente poder entregar para aquele que vai receber a verdadeira fraternidade. Então eu me peguei pensando naquilo que a gente gostaria de ser e naquilo que a gente tem feito para ser o que a gente gostaria de ser. Por exemplo, aquele que quer ser jogador de futebol, então ele vai treinar futebol para ser um jogador de futebol. Aquele que quer ser arquiteto, então ele vai estudar a arquitetura para ser um arquiteto. E quem quer ser fraterno faz o quê? Como é que treina isso? Eu vou me valer aqui de umas palavras de um poeta popular dos anos 80 que vocês certamente conhecem chamado Renato Russo. Renato Russo dizia assim: "É preciso amar como se não houvesse amanhã, porque se você parar para pensar, não há". Eu encontrei um sentido, um caminho pra gente refletir nessa noite nessas palavras que é preciso amar como se não houvesse amanhã. Fraternidade, o sentimento universal que nos faz olhar uns aos outros como irmãos de uma família universal. Fratter em latim, irmão. Irmão. Por isso que a gente se olha quando somos fraternos,
amanhã. Fraternidade, o sentimento universal que nos faz olhar uns aos outros como irmãos de uma família universal. Fratter em latim, irmão. Irmão. Por isso que a gente se olha quando somos fraternos, como se ele tivesse um irmão, não uma pessoa que eu não conheço ou que eu acabei de ver agora a pouco, mas eu olho para aquele que eu acabei de ver e vejo nele um irmão e vejo nele a mais pura expressão de igualdade a mim. Então, a fraternidade me faz reconhecer no outro um semelhante. Por isso que a fraternidade ela vai além da religião. Ela está além da caridade, inclusive muito além. Porque a caridade muitas vezes a gente faz a doação, mas o sentimento às vezes ainda é de superioridade. A fraternidade não permite isso. A fraternidade exige que nós nos coloquemos na mesma altura, digno das mesmas benéces que a vida pode oferecer, digno dos mesmos confortos, digno do mesmo carinho e do mesmo amor, independendo do que eu tô doando. Mas é olhar o outro na mesma altura que nós olhamos. É ter o respeito por todos os outros. H h há 2000 anos passou por aqui o Cristo e o Cristo nos trouxe o maior manual de fraternidade universal que o mundo já conheceu chamado evangelho. O evangelho é o maior manual de fraternidade que nós podemos conhecer e seguir. istam todas as lições que nós precisamos para sermos fraternos, para praticarmos de fato o que o mestre nos ensinou, amar a todos. E talvez aqui esteja o problema da orientação que Jesus nos deixa. Problema para nós, óbvio, amar a todos. Porque amar difícil. Difícil é o a todos. É aí que pega amar quem me ama, amar quem me me ajuda, quem me empresta um dinheirinho quando eu preciso, quem me dá o colo para eu chorar quando eu tô triste. Qual dificuldade existe nisso? Quero ver você amar quem te enfrenta. Quero ver você amar aquele que te calunia, aquele que te ofende, aquele que te persegue, aquele que não gosta da tua religião, aquele que não torce pro mesmo time de futebol que você. Eu não tô falando de futebol. Isso é ser fraterno.
calunia, aquele que te ofende, aquele que te persegue, aquele que não gosta da tua religião, aquele que não torce pro mesmo time de futebol que você. Eu não tô falando de futebol. Isso é ser fraterno. Em tempos de isolamento que estamos criando de dor social. É preciso entender que a fraternidade é o convite ao a aproximação e não ao isolamento. É o combate ao egoísmo, a olhar a todos como merecedores, como disse indistintamente, que é o amar a todos. Dia desses, vi por aí num desses vídeos que o Instagram às vezes apresenta pra gente. A gente não sabe como é que foi parar aquele vídeo na nossa página, mas apareceu o tal do algoritmo me mostrou um vídeo lá, falei: "Olha que bacana". E trazia uma história para nós refletirmos. Pedro, o apóstolo, iniciava o seu trabalho na igreja primitiva. Começava então a atender as pessoas quando Cristo já havia partido e a fila se fazia grande. Quando ao longe veio um homem com os braços machucados, clamando para que fosse atendido, pois a sua dor era muito grande. E então Pedro olha para um dos seus amigos que estava próximo a ele e diz assim: "Aquele que está vindo lá, eu o conheço". Até ontem batia na sua mãe e agora vem aqui pedir que o ajudemos aliviar as suas dores. Diga a ele que a fila é grande para entrar ao final da fila e no final do dia, se der, a gente atende ele. Logo mais chegou um homem sendo carregado nos braços, pois as suas pernas não se mexiam mais. de dor, pedia que fosse atendido na frente dos outros, pois a dor era aguda. Então Pedro identifica e fala para as pessoas próximas, aquele que está chegando carregado nos braços é um dos maiores ladrões que nós temos por aqui. já roubou quase todos que aqui estão presentes e agora pede para que nós o tratemos na frente dos outros. Diga a ele para entrar no fim da fila e se ao final do dia pudermos, a gente o atende. E a fila corria. Até que então Pedro está ali atendendo um por um e chega à sua frente um homem. E quando Pedro pega em suas mãos, Pedro reconhece as chagas
ao final do dia pudermos, a gente o atende. E a fila corria. Até que então Pedro está ali atendendo um por um e chega à sua frente um homem. E quando Pedro pega em suas mãos, Pedro reconhece as chagas que lhe chama atenção. Emocionado, já imaginando que fosse o Cristo, olha para baixo, então vê nos pés também as marcas, identifica. Era o Cristo. O Cristo veio me ver. O Cristo veio até mim. E Pedro se ajoelha e começa a chorar. Então o mestre passa as mãos, a mão na cabeça de Pedro como se fosse um filho. E Pedro olha para cima e fala: "Mestre, por qual razão viestes me ver? Qual a honra da tua visita?" E aí Jesus olha para Pedro, que está em lágrimas, emocionado, e diz: "Pedro, o meu evangelho é para todos. Não escolha a tua fé". 2000 anos e um pouco mais se passaram e nós continuamos escolhendo a quem entregar o nosso amor, a nossa fraternidade, a nossa caridade num ato de egoísmo que nos afasta do verdadeiro sentimento que o evangelho nos convida. Nós perdemos o direito de respeitar o próximo e as suas diferenças. Eu sou são paulino, torço pro São Paulo, mas se tem um corintiano ali, a gente não tem mais direito de conversar. Eu vou repetir o que eu disse há pouco. Eu não tô falando de futebol. Cadê a fraternidade? Porque se eu não lapidar esse sentimento, eu não consigo entregar. Fica uma entrega vazia, perdida, murcha. É só o amar a todos. Não, você não. Vou amar aquele. E é o o respeito às diferenças nos afasta. Porque sim, nós somos diferentes. Sim, nós temos opiniões diferentes, nós pensamos diferente sobre a vida. Nós temos dores diferentes. Nós rezamos por coisas diferentes. E as nossas diferenças é justamente o que deveria nos aproximar. Pois nós temos o direito de ser diferentes. Pois temos bagagens diferentes. Nessa e em outras encarnações, nenhuma só encarnação. Fomos criados diferentes, temos educação diferentes, vivemos em convívio social diferente um do outro. Como que somos iguais? Como que eu quero que o outro pense igual a mim? Sim, nós pensamos diferentes.
s criados diferentes, temos educação diferentes, vivemos em convívio social diferente um do outro. Como que somos iguais? Como que eu quero que o outro pense igual a mim? Sim, nós pensamos diferentes. E eu vou dar um exemplo para vocês na prática. Às vezes eu faço por aí, por onde eu passo, eu vou pedir para vocês pensar uma palavra. Eu vou dizer uma palavra. Eu quero que você associe essa palavra que eu vou dizer a algo que para você signifique a palavra que eu vou dizer. A palavra é amor. Eu tô olhando para ver se tem uma aguinha para mim que minha garganta tá seca. Tem ali atrás amor. Essa é a palavra. Pense algo que para você signifique amor. Pensou? Sim. >> Quer falar ou ou não? >> Acolhimento. >> Olha lá, acolhimento. Que bacana. Quem mais? >> Consolo. >> Consolo. Quem mais? >> Filhos. Olha que bacana. >> Quando eu passo por aí, eu geralmente faço essa mesma proposta. E dia desses alguém disse: "Amor". A pessoa disse: "Filhos", eu falei: "Poxa, bela resposta, né? O sentimento de um pai para um filho é nobre, sublime." E alguém disse: "Mãe, que amor de mãe é incomparável, nada supera". E alguém disse mais um pouco ao fundo, é o meu cachorrinho eu falei: "Legal, cachorrinho". E teve uma pessoa uma vez que disse lá no fundo: "É a minha caminhonete, porque eu amo a minha caminhonete. Eu trabalhei tanto para conseguir essa caminhonete, era o sonho da minha vida eu consegui realizar. E ele tá certo. Todos estão certos. Ainda que a gente já consiga com um pouquinho de amadurecimento espiritual entender que amor não é caminhonete, mas para ele é. No momento que ele está, da forma que ele pensa, que ele sente, para ele é e tá tudo bem. Porque isso é respeito pelo outro que pensa diferente de mim. Eu vou só fazer mais um exemplo, porque esse é muito didático e para mim significa muito. Só mais uma palavra rapidamente. Ventania. O que que significa vento para você? Aquele vento forte. E talvez você agora, para resumir, eu vou tocar adiante, deva estar pensando, associando o vento, ventania ou algo
lavra rapidamente. Ventania. O que que significa vento para você? Aquele vento forte. E talvez você agora, para resumir, eu vou tocar adiante, deva estar pensando, associando o vento, ventania ou algo assim. A vida. >> Oi. >> Sopro da vida. >> Sopro. Primeira vez que essa resposta. Sopro da vida. Lindo. Mas geralmente as pessoas associam a destruição, a furacão, a vendaval, né? um vento muito forte, há coisas desse sentido, mas para mim não. Para mim, ventania significa amor de mãe. Eu vou contextualizar para vocês. Quando eu tinha lá os meus 9 ou 10 anos, uma criança, eu tive que tomar a decisão mais difícil da minha vida e eu só tinha 9 anos. Os meus pais resolveram se separar. Eles entenderam que não dava mais para continuar juntos. E então eu e minhas irmãs tivemos que decidir, vai morar com o pai ou vai morar com a mãe? E minhas irmãs resolveram ficar com a minha mãe. E eu vi meu pai sozinho, indo embora, me cortou o coração. Eu falei: "Não, meu pai não vai sozinho". Eu falei: "Pai, eu vou com você". Ele falou: "Ah, ô filho, papai, fica feliz que você vai comigo". Eu peguei uma meia duzinha de roupa e fui com ele, acabou virando 7, 8 anos. Só que nesse momento em que eu decidi ir com o meu pai, criou um afastamento natural da minha mãe, porque eu não tinha mais a rotina, o dia a dia, aquela coisa da mãe, coloca o filho para tomar banho, cerve a jantinha, põe na cama para dormir, dá um beijinho de boa noite. Isso acabou. E minha mãe sabia que isso ia acontecer. Então, quando eu disse: "Pai, eu vou com você". Minha mãe já sabendo disso, ela falou assim pro meu pai. Ela falou assim: "Tá bom, ele vai com você, mas eu levo e busco na escola todos os dias, porque era uma forma que ela encontrou da gente ter contato, pelo menos um pouquinho por dia e não se afastar tanto." E minha mãe me buscou na escola e me levava todos os dias, me buscava na casa do meu pai, me levava na escola, no final do dia ela me pegava e me trazia de volta. E assim foi a nossa rotina. Todos os dias a minha mãe me buscava e
la e me levava todos os dias, me buscava na casa do meu pai, me levava na escola, no final do dia ela me pegava e me trazia de volta. E assim foi a nossa rotina. Todos os dias a minha mãe me buscava e me levava na escola. E eu fico emocionado, meu. Sou canceriano. Até que um dia a gente tava voltando da escola e minha mãe parou o carro, os dois quarteirões estãoando chegar na casa do meu pai. Ela estacionou o carro, eu não entendi por ela olhou para trás e falou: "Filho, a mamãe sente falta de você". Eu falei: "Eu também, mãe." A gente se afastou um pouco. A mamãe sente falta daqueles momentos que a gente tinha todos os dias. Eu falei: "Eu também, mãe." Ela falou assim: "Então, filho, eu quero te pedir uma coisa. Eu tinha 10 anos, talvez. De hoje em diante, meu filho, toda vez que você sentiu uma ventania, você imagina que a mamãe tá te dando um beijo e quanto mais forte for o vento, mais forte é o meu beijo." Eu tinha 10 anos, hoje eu tenho 47. Minha mãe ainda é viva e onde eu tiver no mundo e bateu um vento, eu falo: "É minha mãe". que tá me mandando beijo. E você vai falar para mim que ventania não é amor de mãe. Eu ten um monte de mamãe chorando aí agora, né? Eu também tô. Você entendeu como a gente tem o direito de ser diferente um do outro, de pensar diferente. Só que hoje no contexto que a gente vive, quando a gente encontra alguém diferente, a gente faz o quê? briga, enfrenta, >> tira a razão do outro, acaba com a paz de quem nem quer se envolver na história, porque acha que é o dono da razão, porque a fraternidade ficou totalmente esquecida. O sentimento, fraternidade tá verde, muito verde. É por isso que nós estamos aqui hoje. Vocês sabiam? Não é que tô dizendo aqui nesse evento, aqui neste planeta. Aqui nós estamos exatamente por isso, porque o nosso sentimento é verde, é cru. E nós precisamos amadurecer esse sentimento para podermos caminhar e o mundo ser um lugar mais feliz. E estas histórias que nós vimos aqui, um dia sejam só histórias, mas enquanto o sentimento for verde,
ós precisamos amadurecer esse sentimento para podermos caminhar e o mundo ser um lugar mais feliz. E estas histórias que nós vimos aqui, um dia sejam só histórias, mas enquanto o sentimento for verde, nós vamos ter formiguinhas como essas que estão aqui na minha frente e outras que passaram por aqui, semeando amor, semeando a verdadeira fraternidade. uma outra legião que ainda não entendeu o que que é fraternidade. No livro Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho, vocês conhecem, mas eu vou resumir. Jesus decide então que o espaçoonde hoje é o Brasil, que até então o resto do mundo não conhecia, só os povos primitivos, seria descoberto. Então os portugueses saem a navegar, bate um vento, eles erram o caminho sem querer e tchum, vem parar aqui onde é o Brasil. Então Jesus convida Ismael para ser o guia espiritual, o anjo que regiria o Brasil espiritualmente. Ismael topa a proposta do Cristo fala: "Eu vou te ajudar. Vamos lá". Passado algum pouco tempo, Ismael percebe que não tá dando certo, tá uma bagunça danada. E ele resolve pedir uma reunião com Cristo. O Cristo atende, ele fala: "Mestre, não tá dando certo não. Você pediu para eu vir aqui para tomar conta desse povo. Eu tô aqui fazendo o meu melhor, mas tá difícil. Sabe aquele povo que a gente trouxe lá da África? Os nossos irmãos africanos chegaram aqui, foram escravizados, estão abusando deles. Os índios que estavam aqui, o povo primitivo, coitados. estão sendo feitos até de escravos sexuais. As índias não têm paciência, estão sendo enganados, estão sendo tapeados. Os europeus estão levando todas as riquezas que tu plantastes aqui embora. Tá acabando tudo. E aí o Cristo fala assim para ele, Ismael, fazer o seguinte, pega a tua bandeira e escreve nela Deus Cristo, caridade e sai pelas regiões mais trevosas do planeta, convidando esses espíritos que estão aí nas regiões umbralinas a a voltarem, encarnar aqui neste país. Eles não estão lá sofrendo, pedindo uma chance, por favor, deixa eu voltar. Tô arrependido aqui, tá sofrido demais.
spíritos que estão aí nas regiões umbralinas a a voltarem, encarnar aqui neste país. Eles não estão lá sofrendo, pedindo uma chance, por favor, deixa eu voltar. Tô arrependido aqui, tá sofrido demais. Então vão dar uma chance para eles. Eles estão pedindo. Aí Ismael pega a bandeira, escreve Deus, Cristo, caridade. Sai pelas regiões umbralinas, um monte de espíritos acompanha ele. Ele propõe para esses espíritos voltarem para cá para se refazerem. E o monte espírito topa. Acompanha Ismael. Então começa a encarnar e desencarnar, encarnar, desencarnar aqui nesse país. Sabe quem são esses espíritos? Quem? nós nós que até ontem estávamos pedindo uma oportunidade para voltar para nos aproximarmos uns dos outros, para nos refazermos moralmente, ganhamos a oportunidade, chegamos aqui e a gente briga, ofende, xinga e não é fraterno. Vocês entenderam porque que nós estamos encarnados no Brasil? Porque na encarnação não tem erro. Deus não pega o espírito e joga para cima. Sim, ele cai. Onde cair caiu, né? Nossa, podia ter caído lá na Finlândia, pensou? Na Noruega, né? Na Alemanha, pensou? Não, caiu no Brasil. Por que azar? Não, não existe. Tem o propósito. Espíritos com a mesma característica moral da intolerância, que precisam encarnar próximos. E precisa que um esteja pensando de assim, o outro pensando de assim para que através dessa discordância possam treinar fraternidade, o que é um cenário, vamos dizer hoje também mundial, né? Não é só Brasil preocupante. E aí a gente chega aqui, faz tudo o contrário. Então me fiz essa reflexão quando comecei a pensar o que eu ia falar aqui. Porque se a proposta é falar de fraternidade, começa dentro de casa, no lugar mais próximo possível, dentro do lar mesmo, depois na rua, no trabalho e etc. Então, que a gente possa levar hoje para casa essa mensagem que tá na hora de dar um passo para trás urgente e deixar a fraternidade vi amar a todos como se não houvesse amanhã. Pois um dia um jovem inglês ousou imaginar que o mundo poderia ser melhor.
ensagem que tá na hora de dar um passo para trás urgente e deixar a fraternidade vi amar a todos como se não houvesse amanhã. Pois um dia um jovem inglês ousou imaginar que o mundo poderia ser melhor. Ele sonhou que poderíamos ser fraternos, irmãos, que o mundo poderia não ter fronteiras, ser um mundo sem fronteiras. E através desse sentimento a gente pudesse ser uma única nação, a nação do amor. Esse jovem chamava-se John Lennon. E através da música e medne, ele nos convidou a pensar sobre um mundo sem fronteiras e o nosso papel estabelecer tudo isso. Porque o Buda uma vez disse: "Nada cresce sem ser alimentado". E o Buda não tava falando de corpos, tava falando de sentimentos. Se cresceu do jeito que cresceu, porque foi alimentado por nós. E que a gente possa agora aceitar a proposta de John Lennon e construir um mundo sem fronteiras e darmos as mãos numa decisão de irmãos fraternos, de sairmos daqui hoje de mãos dadas, compromisso conosco, com o próximo e com o mundo, porque o mundo sem fronteiras pode existir também. E eu peço ao pessoal lá de cima soltar essa última canção pra gente fazer ela juntos nesse final para casa pensando nisso. Tcharã. Tá sem áudio. Tá sem áudio. Ai, começou. Vocês podem ajudar lá, tá? Eu preciso de vocês. Pode subir um pouquinho mais, por favor. Imaginar que o mundo possa viver em paz. Não há inferno, não há céu. É só tentar imaginar somente oamento feito apenas para sonhar. Suas sem fronteiras, vivendo para viver. Nenhuma nem guerras, nada por morrer um Deus apenas. >> Sai, Fátima. >> Tudo é bom imaginar. Não é loucura nem sonho. Além de há mais alguém. Se junte a quem está sem esse mundo vai ser. Bom dia, o maluco beleza. Raul Seixas disse: "Sonho que se sonha junto". Sonho que sonha sozinho é apenas um sonho, mas sonho que se sonha junto é a realidade. Eu sei que vocês sonham também em ter um mundo melhor, dias melhores pra gente. Vem comigo. >> Dias melhores para sempre. Aproveita que tá acabando. >> Dias melhores para sempre. dias
o é a realidade. Eu sei que vocês sonham também em ter um mundo melhor, dias melhores pra gente. Vem comigo. >> Dias melhores para sempre. Aproveita que tá acabando. >> Dias melhores para sempre. dias melhores para gente é preciso amar pessoas como se não houvesse amanhã. Porque se você pensa na verdade não irá, sou uma gota d'água. Sou um grande areia. Você me diz que seus pais não entendem, mas você não tem seus pais. É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã. Dias melhores para sempre. Valeu, parabéns pelo trabalho de vocês. Show de bola. Obrigado. Gratidão, gratidão ao nosso irmão Gustavo Musa. Bom, gente, chegamos, chegamos ao final de mais um encontro aqui em Goiânia, Fraternidade sem Fronteiras. E para que a gente possa terminar com essa energia que papai do céu nos encaminhou, eu gostaria, antes de me despedir, antes de chamar nossos amigos para fazer uma prece, eh, eu agradeço sempre a Fraternidade Sem Fronteiras de estar aqui com vocês, de poder brincar com vocês e de ser iluminados por vocês. Gratidão com Papai do Céu. Um momento de silêncio. Gostaria de chamar ao palco o nosso querido Raner Dias e a nossa querida Luciana Pinelli para fazer as considerações finais e logo após a prece com o nosso irmão Rani. Gratidão e uma boa noite a todos. Fraternidade. >> Oi. >> O importante não é quantidade, é qualidade. Queria agradecer a todos que estão aqui, né, principalmente quem tá lá de casa assistindo, vibrando, mas principalmente a todos que fizeram o evento Sati. Eu não saberia falar o nome de todo mundo, né? Porque eu tô fora da minha região. Apesar de ser fronteiras, né? E a gente não combinou, passaram WhatsApp, mandaram eu fazer encerramento, né? Pediram, né? Ninguém manda em ninguém aqui. Então, eu queria agradecer a todos de Goiânia, a todos da região que fizeram esse evento, todo mundo sabe quem é, né? e dizer para vocês o seguinte: quando eu comecei a servir na fraternidade, fui para Moçambique, voltei, eu achei que eu tivesse descoberto o ovo de Colombo. Falei:
evento, todo mundo sabe quem é, né? e dizer para vocês o seguinte: quando eu comecei a servir na fraternidade, fui para Moçambique, voltei, eu achei que eu tivesse descoberto o ovo de Colombo. Falei: "Nossa, é um trabalho tão bonito, é uma causa tão nobre, que agora aqui na minha cidade, em Campinas eu vou arrumar um monte de padrinho". E comecei sair falando para Deus e o mundo. Falava para duas, tr, 20, 100, 200, 300 pessoas e nunca arrumei um padrinho. Durante do anos eu nunca fiquei sabendo que eu que eu contagiei nenhum coração. E aí um dia eu liguei pro Wagner e falei assim: "Wagner, acho que eu tô fazendo alguma coisa errada". Eu falei: "Por quê?" Eu falei: "Eu não tô conseguindo trazer nenhum padrinho pra fraternidade". Aí ele falou assim: "Não, irmão, fica tranquilo". Me contou uma história que não vai dar tempo para contar. Lembra disso, Wagner? Não lembra, né? Faz tempo. Me contou uma história da caixinha de verdura do Seasa, lembra? Lembrou que ele teve um sonho parará parará e me falou para mim que o importante não é quantidade, é qualidade. E aí, só para finalizar, eu estive hoje ouvindo as palestras, sentei hora lá, hora aqui, hora lá, conheci a Cristina. Cristiane, perdão, como faz pouco tempo. Cristiane é professora em Anápolis e ela já conectou o coração. Ela veio sozinha aqui, ela já conectou o coração. E aí eu vim aqui pra frente para terminar me chega um senhor ali que chama Clayber, né, Clayber? E disse para mim assim: "Eu precisava falar com você". E para não atrapalhar o evento aqui, eu saí com ele e a gente foi ali no canto. Ele tava com a dor de cabeça tremenda. Eu acabou, né? É, eu respirei com ele um pouquinho, fiz uma pressa, a dor de cabeça dele passou e ele contou que levantou bem cedo. Hoje foi numa olimpíada de robótica, que ele é professor, mas ele chegou em casa, ele tava assistindo por por pela YouTube. Não chora não. E aí ele disse assim: "Eu preciso ir lá para dar uma ideia". e me deu duas ideias. Não vou dar spoiler que eu falei para ele, não, não compartilha
tava assistindo por por pela YouTube. Não chora não. E aí ele disse assim: "Eu preciso ir lá para dar uma ideia". e me deu duas ideias. Não vou dar spoiler que eu falei para ele, não, não compartilha dessa ideia, porque se outra organização descobrir, a gente vai perder essa oportunidade. Mas logo logo vocês vão saber do que é que o Cleber deu a sugestão para nós. E aí eu queria dizer para vocês assim, eu não sei quantas pessoas conectaram o coração aqui hoje, não sei. Tem mais alguém aqui que conectou hoje? Uma, duas, 3, 4, 5, 6. Nossa Senhora, Wagner, já valeu a pena. Eu tô há 12 anos só de saber que aqui mais de 20 pessoas conectou o coração. Então, assim como a música que o Gustavo cantou agora aqui, né, que a gente pode tudo, né, eu queria encerrar dizer que para mim eh não tem alimento melhor do que tá compartilhando com todos vocês. Cada um daqui é muito importante. E assim como Wagner contou a história, o importante não é o a quantidade, mas sim a qualidade. Depois que a gente consegue entender realmente o que é a proposta da fraternidade, que não é acabar com a fome, não é acabar com a sede, não é levar saúde, não é levar educação, não é fazer tudo isso que vocês viram que a gente faz. Depois que a gente aprende que é só aproveitar a oportunidade de ser fraterno. E quando a gente consegue enxergar que vem uma pessoa de longe e vira a chave, né? Então, como o Wagner falou, eu repito, nós estamos talvez no primeiro quilômetro da maratona de 42. Talvez daqui 100, 200, 300 anos, milhões de pessoas vão levantar ou carregar essa bandeira que a gente, porque um doido sonhador começou, né, e a gente foi atrás, a gente vai fazer um mundo melhor. Então, gratidão a todos. Eh, nós vamos encerrar com uma prece, que vocês voltem para casa tranquilos e que amem, principalmente, os que estão em casa. Meus amigos, dois dias tão intensos de emoção, tantas pessoas novas que a gente teve chance de conhecer. coração tá um tumulto, uma boa perturbação. E aí a gente gostaria de convidá-los
estão em casa. Meus amigos, dois dias tão intensos de emoção, tantas pessoas novas que a gente teve chance de conhecer. coração tá um tumulto, uma boa perturbação. E aí a gente gostaria de convidá-los então para encerrar esse momento com a prece, fechar os nossos olhos para agradecer e para conectar. Mas para fazer essa conexão, eu quero pedir a vocês para que façam um exercício de visualização. Daqui a pouco nós vamos chegar em nossos lares, nossas casas e em algum momento a gente vai comer. Nós vamos colocar pratos à mesa, vamos colocar talheres à mesa, vamos colocar copos. E nós temos uma geladeira cheia de alimentos. A geladeira que muitas vezes guarda os alimentos que algumas vezes vão pra lixeira. Mas nós vamos tirar dessa geladeira, esquentar no microondas ou num fogão ou num forno, colocar a mesa e chamar nossa família. Nossos filhos, nossos pais, irmãos estarão à mesa com a gente. A gente tem comida. E a gente tem paz para poder sentar à mesa sem escutar nenhum tiro, sem ter que sair correndo e abandonar irmãos pela noite escura. Nós podemos nos alimentar em paz e conversar sobre coisas. Podemos planejar o dia, podemos conversar sobre como foi o dia, podemos planejar como será a semana e podemos fazer uma oração. Mas nós ainda não sentamos, nós ainda estamos de pé e a nossa mesa está ali pronta, nossa família está ali junto e ainda de pé a gente erga os olhos e vê Jesus à nossa frente. nosso olhar no olhar de Jesus. Jesus, o Senhor conhece todas as minhas fraquezas, conhece todos os meus anseios e sabe que nesse dia, incendiada pela pelas vibrações, pelas ideias, pelas vivências desses amigos, o nosso coração tá cheio de compaixão. Mas eu lhe peço, Senhor, que me ajude em minha fragilidade, que essa chama não se apague, que a gente consiga manter essa chama acesa. Senhor, mantém essa chama em mim acesa e que eu possa hoje com minha família entender as diferenças de pensamento de cada um ali no meu lar, que eu possa compreender as diferenças no meu trabalho, na minha escola.
m essa chama em mim acesa e que eu possa hoje com minha família entender as diferenças de pensamento de cada um ali no meu lar, que eu possa compreender as diferenças no meu trabalho, na minha escola. e amar o meu irmão justamente porque é diferente. E que eu possa ao longe pensar e lembrar que existem crianças que estão querendo uma rodela de banana. Ao final de nossa refeição hoje à noite, se alguém tiver uma banana em casa, faça o exercício de partir essa banana como sobremesa, em número igual à aqueles que estão à mesa e uma única banana, servir de sobremesa para cada um daqueles que estão lá e agradecer a Deus pela presença desse alimento, desse lar, dessa paz e que mantenha em nós essa compaixão e que de alguma forma a gente possa fazer chegar a aquele chão árido um pouco do que podemos levar para lá para que eles não tenham só uma rodela de banana. Senhor Jesus, muito obrigada por essa oportunidade. Muito obrigada pela existência da fraternidade que é sem fronteiras e que a gente possa exercer o direito e o dever de sermos fraternos. Que assim seja. Gente, boa noite. Só mais uma coisinha, né? Eh, num preto de gratidão a essa rede de voluntariado da fraternidade sem fronteiras. Vocês não imaginam quantos corações que vão se conectando, que vão se entrelaçando e ao final o que ficam são esses são essas relações. Eu queria convidar, não vou citar o nome, pois não os conheço, mas recebeu a todos nós aqui nessa cidade. Eu que sou de do interior de Minas, com muito amor. Então, todos esses que fizeram esse evento acontecer e que, enfim, prepararam esse ambiente tão harmônico, que a gente possa recebê-los com uma salva de palmas e um passe coletivo. Turma de voluntários de Goiânia. Vamos chegar até aqui nossos voluntários. Cadê Aúcia? Bahia tá vindo ali. Cadê a Rafa? Priscila já tá aqui. Lorena já tá aqui. Antônio Paulo, cadê >> Zé Luiz? >> Meu chefe. Zé Luiz, eu vou chamar vocês por nome, não, vocês levantam e vem. Vamos embora, gente. >> Bora. Cadê a Marcela? Quem mais? Atenção
qui. Lorena já tá aqui. Antônio Paulo, cadê >> Zé Luiz? >> Meu chefe. Zé Luiz, eu vou chamar vocês por nome, não, vocês levantam e vem. Vamos embora, gente. >> Bora. Cadê a Marcela? Quem mais? Atenção todos os voluntários de Goiânia. Vou passar o microfone para pra chefe, pra Ivana. >> É, tem chefe não, gente. Nossa gratidão a todos vocês. Eh, eu preciso dizer que quando nós começamos ontem, nós nos sentimos muito frustrados porque nós abrimos as inscrições do evento e rapidamente nós chegamos a 700 inscritos. Esse auditório tem capacidade para 550 pessoas. Então nós pensamos, se nós já temos 700 inscritos, nós vamos ter que fechar as inscrições, porque senão as pessoas vão chegar e não vão ter onde serem acolhidas. E nós dissemos para muitas pessoas que nos procuraram depois disso que elas até poderiam vir, mas não era garantia que elas teriam lugar para assistir o evento. E ontem, quando nós chegamos aqui, nós devíamos ter 150 pessoas por aí. E nós começamos a nos perguntar onde estão as pessoas que se inscreveram. E aí nos disseram assim: "Amanhã elas virão". É porque hoje é sexta-feira, né? Dia útil. E hoje de manhã novamente algumas outras apareceram. Mas onde estão as pessoas que se inscreveram? Mas no fim de tudo, Wagner nos consolou ali dizendo assim: "Não, minha irmã, que vale a qualidade das pessoas, né? A quantidade, né?" Eh, mas fica pra gente esse aprendizado, porque Jesus ele falou, né? Muitos são chamados, mas são poucos aqueles que ouvem esse chamado e que escolhem realmente participar. Então, obrigada a vocês que escolheram estar aqui e que estão conosco até o encerramento. Que Jesus possa abençoar de forma muito abundante a todos vocês e a essa equipe aqui que faz a fraternidade sem fronteiras aqui em Goiânia, que faz esse trabalho de amor. E a gente convida para que quem quiser tem vaga pro trabalho, não tem S >> muita. Podem vir, viu? São todos muito bem-vindos. >> Muito obrigada, gente. Um abraço a todos. Agora eu quero chamar para quem trabalhou direto ou
que quem quiser tem vaga pro trabalho, não tem S >> muita. Podem vir, viu? São todos muito bem-vindos. >> Muito obrigada, gente. Um abraço a todos. Agora eu quero chamar para quem trabalhou direto ou indiretamente ou sentiu parte conectado, vem para cá, sobe no palco, vamos nos abraçar e vamos nos despedir com muito amor, muito calor e muita fraternidade. Oiê! >> Quem trabalha há mais de 5 anos na fraternidade já é convocado, assim, não pode deixar de subir nesse palco, tá? Os restantes pode vir também, mas os tem uns convocados aí. >> Mandinha, canta para nós alguma música aqui, ó. >> Eu >> é, tem cantar não, homem. Não, em Brasília. Quando eu falei contigo, eu não tava nem sabendo. >> Tudo bem?
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