Bem-aventurados os que têm os olhos fechados, com Hélio Blume | Palestras Virtuais FEB

FEBtv Brasil 28/04/2025 (há 12 meses) 1:03:57 363 visualizações

Acompanhe semanalmente, aos domingos às 17h as palestras Virtuais da Federação Espírita Brasileira. Bem-aventurados os que têm os olhos fechados. ESE, Cap. 8, itens 20 e 21. Link de Acesso: https://febtv.live/palestrasFeb Apoie a FEBtv! Para que este e outros estudos continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Boa tarde a todos. É com alegria que recebemos todos vocês nesta casa de amor, neste hospital de almas que a todos acolhe indistintamente. Hoje damos continuidade ao estudo do Evangelho Segundo Espiritismo, que é o estudo feito nos domingos, com a preparação também de forma quanto mais com uma página do Fonte Viva Viva Fonte, que hoje está a cargo do nosso irmão Rafael. Mas antes de iniciarmos propriamente dito os estudos, convido a todos para que unamos o nosso pensamento, que elevemos as nossas vibrações ao mestre de todo amor, rogando a ele que mantenha próximo de nós, junto a nós, os seus enfermeiros de luz, para que nós ainda doente possamos receber o alívio. da medicação da sua palavra, colocar em prática, em exercício os ensinamentos que recebemos e que eles possam assim frutificar, auxiliando a nós e aqueles que estão em nosso derredor, para que cada dia mais nos aproximemos da estrada do amor que leva a luz que todos buscamos. Que assim seja, Senhor. Então eu peço ao Rafael que nos conduz aqui nas primeiras, boa tarde a todos. afastar um pouquinho, desligar o outro. Pronto. Vamos lá. Hoje vamos ler o item 135 do livro Fonte Viva do nosso querido Chico, pelo espírito de Emana, intitulado Desculpa sempre. Se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará. Essas palavras de Jesus está no Evangelho de Mateus, capítulo 6, versículo 14. Por mais graves te pareçam as faltas do próximo, não te detenhas na reprovação. Condenar é cristalizar as trevas, opondo barreiras ao serviço da luz. Procura nas vítimas da maldade algum bem com que pessoas com que possa sorguê-las. Assim como a vida opera o milagre do reverdecimento nas árvores aparentemente mortas. Antes de tudo, lembra quão difícil é julgar as decisões de criaturas em experiências que diversem da nossa divergem da nossa. Como refletir apropriando-se da consciência aleia e como sentir a realidade usando o coração que não nos pertence? Se o mundo hoje grita alarmado em der redor de teus passos, faz

sa divergem da nossa. Como refletir apropriando-se da consciência aleia e como sentir a realidade usando o coração que não nos pertence? Se o mundo hoje grita alarmado em der redor de teus passos, faz silêncio e espera. A observação justa é impraticável quando a neblina nos cerca. Amanhã, quando o equilíbrio for restaurado, conseguirá suficiente clareza. para que a sombra te não altere o entendimento. Além disso, nos problemas de crítica, não te suponhas isento dela. Através da nociva complacência para contigo mesmo, não percebes quantas vezes te mostras menos simpático aos semelhantes. Se há quem nos ame as qualidades louváveis, há quem nos destaque as cicatrizes e os defeitos. Se há quem ajude, exaltando-nos o porvir luminoso, há quem nos perturbe, constrangendo-nos a revisão do passado escuro. Usa, pois, a bondade e desculpa incessantemente. Ensina-nos a boa nova, que o amor cobre a multidão dos pecados. Quem perdoa, esquecendo o mal e avivando o bem, recebe do Pai Celestial na simpatia e na cooperação do próximo, o qual vará libertação de si mesmo, habilitando-se as sublimes renovações. Ao ler essa mensagem, a gente chegou chega alguma reflexão interessante sobre essa questão do perdão, não é? O perdão se a gente poderia encarar como o ápice, né, o o resumo praticamente de toda a obra de Jesus, né, de todos os ensinamentos que eles nos trouxe. Então, a gente sabe pelo livro dos espíritos que o perdão é um dos pilares do amor em ação, né, da caridade. A pergunta 886 do livro dos espíritos, quando é perguntado qual que é o sentido da caridade para Jesus, qual que é o significado da caridade, a resposta que os espíritos superiores nos trazem é que é a benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições dos outros e perdão das ofensas. Mas quando a gente se aprofunda um pouco mais nessa resposta, a gente percebe que o perdão, na verdade, ele é uma consequência das outras das outras duas qualidades, né? Quando a gente é benevolente com todos, quando a gente

rofunda um pouco mais nessa resposta, a gente percebe que o perdão, na verdade, ele é uma consequência das outras das outras duas qualidades, né? Quando a gente é benevolente com todos, quando a gente deseja o bem, tá sempre pensando em benefício do próximo, né? nunca desejando mal, tendo inveja, é um primeiro passo pra gente seguir na eh conseguir o objetivo do perdão. E a segunda característica importante é indulgência, quando a gente não se apega aos defeitos, aos eh aos erros que todo mundo ainda aqui comete, né? e começa a enxergar mais as qualidades, os pontos positivos, é o segundo passo necessário para que a gente consiga perdoar. Então, eh eh essa essa lição da da questão 886, ela ela sempre em qualquer comentário, qualquer palestra, ela sempre resume bem tudo isso. Uma coisa legal da mensagem é que eh ele destaca que pra gente conseguir perdoar, a gente também tem que ter de alguma maneira empatia. a gente tem que tentar se colocar no lugar daquela pessoa que no momento também de desequilíbrio cometeu alguma coisa que nos ofendeu. Eh, tentar entender o que que tá se passando com ela, né? E de e dessa forma a gente se humaniza mais, né? a gente consegue enxergar até às vezes nós mesmos cometendo esse mesmo erro em outras situações. Então é uma é um outro atributo que a gente tem que tá sempre desenvolvendo, né? a empatia, a humildade, a gente engolir o próprio orgulho e e às vezes mesmo numa suposta superioridade, você se rebaixar para conseguir buscar esse perdão é um outro exercício muito importante. E é importante também aqui na mensagem ele usa a simbologia da neblina, né, que em meio à neblina você não tem a clareza de tomar as melhores decisões. Isso é a mais pura verdade. Então, perdoar exige de nós um aperfeiçoamento, um autoconhecimento e um autocontrole muito grande. Então, eh eh saindo um pouco da teoria, indo paraa prática, né? Como que a gente consegue exercitar o perdão, essa característica tão difícil, mas tão importante? Eu lembro da minha mãe eh

ito grande. Então, eh eh saindo um pouco da teoria, indo paraa prática, né? Como que a gente consegue exercitar o perdão, essa característica tão difícil, mas tão importante? Eu lembro da minha mãe eh ensinando assim pra gente quando criança, aquelas confusões de criança, primeira coisa que ela falava pra gente era pra gente se afastar, né? Na hora da confusão, não adianta você querer forçar, pedir desculpa pro irmão. Então essa é uma característica interessante, a gente se recolher, ser humilde de entender que a gente não tem condição ainda de tomar uma boa decisão, em seguida refletir, meditar, tentar se conectar com a esfera mais elevada. E uma outra coisa muito importante também que pode parecer que não está diretamente relacionado ao perdoar, mas é trabalhar, principalmente em relação a a exercer, exercitar a caridade, né, buscar algum trabalho. Aqui na casa espírita a gente tem muitas opções de começar a ver que o nosso problema às vezes é muito pequeno, a gente se vitimiza muito sem conhecer diversas realidades aí muito piores que a nossa. Isso é uma coisa que nos dá uma uma energia, uma motivação muito maior e ajuda a gente enxergar de fora o nosso problema, né? E só depois disso, então, de se afastar, refletir, orar muito e trabalhar, é que a gente terá mais condições de aí sim perdoar. Então, eh, para nós ainda que estamos aqui nesse mundo de provas e expiações, onde ainda cometemos muitos erros, às vezes esse tipo de exercício de de reflexão é mais importante do que ficar eh se forçando na teoria, tentando buscar esse tipo de coisa que às vezes não parece natural, né? Esse perdão ainda é muito difícil para nós, né? Eh, é importante a gente também lembrar de uma outra característica, que de todo homem de bem, que é a coerência, né? Jesus nos alerta várias vezes, né, ao longo de todas as os seus ensinamentos. questão de perdoar sempre os 70 x 7, a parábola também do credor cruel, do credor incompassível, né, que pede perdão pro seu senhor, que era um rei,

zes, né, ao longo de todas as os seus ensinamentos. questão de perdoar sempre os 70 x 7, a parábola também do credor cruel, do credor incompassível, né, que pede perdão pro seu senhor, que era um rei, ele era um servo, pede perdão de suas dívidas, o senhor perdoa ele, mas na primeira oportunidade ele não perdoa um outro servo que tinha uma dívida pequena com ele, né? E aí a gente vê como que eh a gente tem que ser coerente com aquilo. Se a gente deseja algo para nós mesmos, a gente também tem que de alguma maneira ofertar pros outros, né? E e por fim, a questão do perdão é uma oportunidade ímpar que a gente tem de resolver problemas, desligar laços de ódio, de rancor que a gente possa ter aqui. Mesmo que a outra parte não internalize isso, a gente consegue unilateralmente romper essa esse compromisso que a gente de alguma maneira teria com algum irmão, algum problema que a gente ainda tem aqui. Então, eh, a gente lembrando disso até na na nas últimas no último parágrafo da mensagem, é lindíssima, né, que a que quem perdoa recebe um alvará de libertação de si mesmo, habilitando-se as sublimes renovações. Então, quando a gente rompe essa âncora, essa coisa pesada que ainda fica aqui nos atrapalhando, a gente consegue alçar voos mais altos, né? E por fim, já eh só gostaria de refletir junto com o Chico numa passagem onde é perguntado para ele se ele conseguia realmente perdoar seus semelhantes. Ele disse que não, porque simplesmente ele não se ofende, então não tem por ele perdoar. Então assim, é uma meta pra gente, né? É isso, é típico de um espírito angelical, né? como Chico, mas tentar chegar um dia lá, enquanto não somos eh dessa grandeza, exercitar esse passo a passo de buscar ir se melhorando para conseguir perdoar. Eram essas as reflexões. Obrigado. Como falamos no início, hoje damos continuidade ao estudo sequenciado do livro O Evangelho Segundo Espiritismo. Estamos no capítulo oito. Bem-aventurados os que tm puro coração. E hoje o Dr. Hélio vai nos abordar aqui, nos conduzir nas

continuidade ao estudo sequenciado do livro O Evangelho Segundo Espiritismo. Estamos no capítulo oito. Bem-aventurados os que tm puro coração. E hoje o Dr. Hélio vai nos abordar aqui, nos conduzir nas reflexões dos itens 20 e 21 que traz ou que fecha este capítulo. Obrigado, Maurício. Boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos a essa casa. tava olhando ainda alguns chegando e me lembrando, né, das reuniões que o Cristo fazia. E é sempre muito bom a gente invocar isso, porque Jesus costumava, principalmente nos domingos à tarde, como muitas tardes, se reunir, a multidão buscava, se concentrava nessa hora e ele nos falava. Então a gente de uma certa forma busca, faz essa citação paraa gente buscar as reminiscências desse período, já que ele continua como espírito entre nós, buscando nos ensinar e segue com essa mesma, o mesmo ofício, com as suas divinas vibrações, buscando-nos a todos. e todos vocês. Então, sejam muito bem-vindos a essa casa e que vocês se sintam na extensão das suas casas, porque um processo de entendimento do evangelho precisa muito coração. As nossas mentes até muitas vezes abem, entendem as coisas, mas depois quando a gente não pratica, a gente percebe que na verdade a gente não fixou e não terminou de compreender. a gente só entender, compreender é para colocar em prática e vivenciar isso. Às vezes a gente tem dificuldades por várias razões. E nesse sentido, então é fundamental que a gente estude o Evangelho Segundo Espiritismo. Por quê? Porque ele é, de uma certa forma a obra mais original, né? E que nos resgata essa parte tão importante que é a moral cristã. Então, ainda saudosos do nosso Papa Francisco, mas agora em espírito, tenho certeza que ele vai nos ajudar mais, porque do conhecimento dele, ele obviamente está nos auxiliando, já que ele é um dos 200 que São Francisco e o próprio Cristo escolheram para nos ajudar tanto e o tem feito. Então, talvez isso faça sentido, essa lembrança para eu acaso. Mas eh por que que eu faço essa menção? Porque a

200 que São Francisco e o próprio Cristo escolheram para nos ajudar tanto e o tem feito. Então, talvez isso faça sentido, essa lembrança para eu acaso. Mas eh por que que eu faço essa menção? Porque a história nossa, a história de vocês, ela é bastante rica e ela tem todo um valor que nós precisamos considerar. Considerando o que, primeiro, nós somos seres imortais. Essa não é a única existência. Nós estamos aqui temporariamente, nós encarnados que estamos nos falando, os espíritos que estão nos acompanhando, obviamente percebe e sente isso em maior dimensão. Mas é bom que a gente faça uma reflexão que não é a primeira vez que nós paramos para estudar, não é a primeira vez que nós falamos do Cristo, porque nós somos espíritos milenares. E sendo espíritos milenares, nós temos em nós toda uma história que não precisa resgatar. de nada como evangelho. algumas formas. Rafael já trouxe alguns aspectos, o perdão é extremamente importante, mas vamos dizer assim, a prática do amor que se resume na solução de todas as nossas problemáticas, a gente tem vários impedimentos e esses impedimentos são resolvíveis se nós nos convencermos da simplicidade, da humildade, desses aspectos virtuosos que constróem o amor. E se a gente já é um bom pai, um bom filho, um bom esposo, uma boa esposa, etc. Nós já estamos exercitando este amor humano. Esse amor humano, na medida que ele vai ganhando dimensão, vai se ampliando e vai ficando mais incondicional, ele vai se transformando nesse maior, nesse amor maior que o amor cristão. Então, um desafio dos tempos atuais, né, é a gente conseguir exatamente praticar isso que muitos de nós já sabemos que é o caminho mais importante. E nós temos vários impedimentos que são facilitados na medida que a gente fica mais simples, que a gente admite e que a gente se aproxima mais do evangelho, que a gente tira o evangelho desses textos belíssimos e traga para vivência, traga pro dia a dia. E aí me vem na mente a irmã venerando de nosso lar, que sempre nos diz o seguinte: "Abre aspas, as

ho, que a gente tira o evangelho desses textos belíssimos e traga para vivência, traga pro dia a dia. E aí me vem na mente a irmã venerando de nosso lar, que sempre nos diz o seguinte: "Abre aspas, as ordens imediatas de Deus para convosco são as situações que o dia vos apresenta." Fecha aspas. Então, gente, o dia de hoje reservou para todos nós uma série de situações e ainda vai nos reservar e os demais dias de nossa existência também, que a gente consiga estar mais atento, lúcido e colocar em prática isso. Por que que eu faço esse preâmbulo? Porque eu vou falar de um capítulo, na verdade vou falar de dois itens que são os que encerram um capítulo. E esse evangelho ele é muito rico porque ele é estruturado, né, de uma forma muito interessante. Não sei se vocês já se deram conta em termos de tópicos, ele começa falando do amor, ele começa falando exatamente Jesus nos dizendo: "Eu não vim destruir a lei". Então, todos aqueles como eu, por exemplo, que não nasceram em lares espíritas nessa encarnação, a gente traz heranças religiosas. E essas heranças religiosas, elas são valorosas, porque muitas se remetem a um Velho Testamento. E Jesus não veio destruir a lei, ao contrário, ele veio complementá-la, vivenciá-la, torná-la mais eh assimilável por todos nós. Mas nós ainda na maioria das vezes, complicamos. Por quê? Como diz André Luiz, quando alguém fala um pouco mais complicado, quando a gente lê um texto mais complicado, parece que ele é mais verdadeiro e tem mais essência. E esse é um equívoco nosso. André Luiz, lembra-nos que o evangelho é muito simples. Ele é feito do exercício do bem, que ele é feito deste amor que eu vou colocando em prática e ele é uma energia que, ao contrário dele se gastar colocando em prática, ele se expande, ele se amplia, ele se vincula e essa energia bendita que todos nós possamos buscar. Então, lembrando-nos do Cristo, aí eu sugiro, né, a leitura de um livro chamado Jesus de Nazaré, que é do Federico Kremer, muito disciplinado, organizou em termos de artigos, né, os 3

possamos buscar. Então, lembrando-nos do Cristo, aí eu sugiro, né, a leitura de um livro chamado Jesus de Nazaré, que é do Federico Kremer, muito disciplinado, organizou em termos de artigos, né, os 3 anos da vida pública do Cristo e acrescenta ali se aquela hora que Jesus falou isso era de manhã, se era de noite, se estava chovendo, estava fazendo sol, que isso faz sentido, isso nos aumenta o entendimento. E é claro, o convite sempre pra gente botar o coração na frente e trazer a nossa mente, ajudando-nos racionalmente avaliar, analisar, mas nós precisamos muito abrir o coração. E o Rafael citando Chico, é dele, né? Alguns mais antigos talvez se deram conta de umas entraram em contato com umas fitinhas cassete que ele gravava e ele nos convidava abrir o coração para que a luz divina penetrasse. Aí ele com aquela voz melodiosa, amorosa, ia falando, passando os minutos lá por uns 5 minutos, ele dizia: "E aí, já sente a presença do Cristo? Já sente alguma luz em vossos corações?" Ele dizendo, né? Muitas vezes a janela tão fechada, a tramelinha tá muito forte, essas coisas todas. resumo da história. Nada como ele para nos ensinar na simplicidade, na humildade, o viver cristão. Então, que essas lembranças possam também aproximá-lo de nós, assim como vocês todos tem o seu guia, tem os espíritos benfeitores, a familiares e que estão aí nos ajudando a ampliar a compreensão desta obra Evangelho segundo o Espiritismo. E como eu já mencionei, nós estamos hoje no no capítulo oitavo, mas ele é antecedido de vários capítulos que fazem sentido a gente olhar pra gente entender a importância desse evangelho, porque as coisas não são desconexas, as coisas são encadeadas. Então nós temos, por exemplo, lá no capítulo 5 começa as bem-aventuranças. E tenho certeza que a maioria de vocês já ouviu falar que se a gente perdesse do evangelho e tudo que tá escrito e ficasse só com as bem-aventuranças, nós teríamos o material suficiente para sermos melhores, obviamente entendermos o Cristo. E lá ele

alar que se a gente perdesse do evangelho e tudo que tá escrito e ficasse só com as bem-aventuranças, nós teríamos o material suficiente para sermos melhores, obviamente entendermos o Cristo. E lá ele começa, ele começa com a questão da aflição no item cinco, no capítulo 5, depois obviamente no seis ele já traz o Cristo consolador. Isso que nós estamos buscando compreender e como diria Dr. Bezerra de Minezes, se essa doutrina que veio como Cristo consolador não está conseguindo consolar, vamos repensar, vamos refazer, avaliar, porque tem alguma coisa errada, porque essa doutrina é consoladora. E foi Jesus que nos disse isso. A ele insere na sequência os bem-aventurados os pobres do espírito para daí chegar no capítulo que nós vamos comentar hoje, encerrar, que é o oitavo, que tem por título Bem-aventurados os pobres de espírito. Dessas bem-aventuranças todas, talvez seja aquela que mais eh sugere alguns questionamentos, porque por pobres de espírito a gente pode entender inúmeras coisas. Mas a lição nos esclarece aí, antes que me esqueça, eh, Kardec estrutura cada capítulo iniciando com o evangelho, com as citações evangélicas. Depois ele faz o seu comentário dessas citações, às vezes no contexto como um todo, às vezes em partes, e depois ele vai inserindo a instrução dos espíritos e que são mensagens que ele de uma certa forma captou de inúmeras que ele recebeu que ajudam a consolidar e fechar o capítulo. E eu hoje vou falar de uma mensagem do cura darms. E por que que eu digo isso? Porque é importante que a gente não leia só uma parte, que a gente leia o capítulo, que a gente faça essa amarração, que a gente também não leia só o Evangelho, só a citação evangélica, que a gente leia os demais, a gente leia e preste muita atenção ao Kardec, que a gente costuma dizer que era o bom senso encarnado. E aí cada um de nós sabe que nós precisamos muito do bom senso, do equilíbrio. Precisamos de tantas questões que nos fazem viver melhor. E tenho certeza que se todos vocês estão

o bom senso encarnado. E aí cada um de nós sabe que nós precisamos muito do bom senso, do equilíbrio. Precisamos de tantas questões que nos fazem viver melhor. E tenho certeza que se todos vocês estão aqui e os internautas que nos ouvem, todos nós buscamos viver melhor e o evangelho nos ajuda a viver melhor. Então, que a gente possa refletir muito sobre isso, lembrando que ele é o código da vida moral. Todos podem, todos não, maioria das religiões podem criticar o o que o Espiritismo traz. Mas ninguém critica essa parte moral do Cristo e ela é essencial, ela é fundamental. Aí vocês podem me dizer assim: "Ah, mas estamos num momento muito delicado. A humanidade está no momento de crise moral, de crise existencial de muitos, né? Então, Dr. Bezerra sempre diz: "A humanidade sempre precisou do Cristo como farol para ajudar ela avançar, mas mais do que nunca ela precisa agora". Por quê? Porque nós estamos numa fase de transição, acelerados nós mesmos com o caminhar milenar, porque eu queria voltar esse assunto. Nós somos espíritos que viver que vivem já há 4, 5000 anos. Não são só 2000 anos, não. Muitos de nós têm lembranças muito fortes do Velho Testamento, daquelas reuniões de muita pregação e aquela coisa toda, né? e de um aspecto assim de vida comunitária e essas coisas todas são heranças que a gente traz na igreja, da igreja e dessas práticas. Mas mas Jesus veio, né, como homem para nos ensinar, para mostrar e a gente complicou. os três, os 100 primeiros anos, né, foram muito interessantes. A gente ainda tava muito viva a presença do Cristo Homem entre nós, mas depois a gente começou a inventar moda, acrescentar, interpretar como não satisfeito com aquilo que ele nos deixou. E aí surgem as igrejas, surgem esses elementos todos que a gente precisa ver. Eu trago essa lembrança porque o cura foi um pároco de uma cidadezinha pequena na França chamada Arms. E por causa disso que ele tem o pseudônimo que ele incluiu no seu nome de cura. Jan Marie e cura dar. Então, era

embrança porque o cura foi um pároco de uma cidadezinha pequena na França chamada Arms. E por causa disso que ele tem o pseudônimo que ele incluiu no seu nome de cura. Jan Marie e cura dar. Então, era uma cidade pequena e como toda cidade pequena, um páco muito devotado à sua comunidade ajudava muito. E essa ajuda às vezes era inclusive de cura, de inúmeros que o buscavam, nunca deixou de ajudar. E obviamente Kardecen dele, faz a vocação e ele vem no momento onde tem uma pessoa cega. E aí nós estamos fechando, tô falando o item 2021, que o Curadams vai nos falar algumas coisas, mas antes disso, como isso está precedido no capítulo de alguns aspectos, eu vou citar para que facilite. Primeiro, o título do nosso capítulo é Baventurados que tem puro coração. Isso é uma coisa muito boa, né? Eu acho que vocês já pararam para pensar a pureza do coração. Logo no início, Kardec insere, texto evangélico e coloca o título simplicidade e pureza do coração. Para não chamar atenção, a simplicidade é fundamental. Ela é uma das virtudes mães pra gente construir o amor que a gente tanto quer. A humildade é outra, talvez um pouco maior, mas junto com a simplicidade fazem milagres. edificam em nós um sentimento melhor. Depois tem pecado por a por pensamento, porque gente, nós temos pensamentos a cada segundo. É uma energia que nós emitimos. Essa energia é mento eletromagnética, energia mental e que corre elétrons e que gera paralelo ao campo de corrida desses elétrons, a energia magnética e pensamento é tudo isso. Ele não encontra oposição, ele viaja distâncias enumeráveis. Então, nós precisamos pensar muito sobre como pensamos. Eh, tem um certo cuidado. Muitos sabem dessa colocação eh de tipo assim uns pensamentos são feito macacos que estão em galhos e eu não consigo segurar eles puram para cá e para lá. E a gente precisa educá-los, a gente precisa parar, prestar atenção e ajudar a fazer com que eles tenham um bom sentido, porque senão nós estamos, e aí claro que eu não vou me ater ao estudo,

para lá. E a gente precisa educá-los, a gente precisa parar, prestar atenção e ajudar a fazer com que eles tenham um bom sentido, porque senão nós estamos, e aí claro que eu não vou me ater ao estudo, mas está aí como segundo título desse capítulo para nos fazer pensar. E uma pequena recordação, nós temos em torno, então, de um o a duração de um pensamento é mais ou menos 1 segundo. Então, se nós formos ver isso dá entre 70 e 80 pensamentos no dia. E quando a gente vai avaliar isso, e a ciência já nos traz essa amostra, a maioria de nós temos 40% dos pensamentos voltados para um passado. Aí nós nos amarramos, prendemos e ficamos mais pesados para avançar, chumbados muitas vezes ao chão, ao problema e por aí vai. Aí nós temos também o que a física quântica nos ajuda a entender que 30% do nosso pensamento é projetado para amanhã, pra semana que vem, pro ano que vem, pro futuro. E a física quântica nos diz que isso é importante porque nós temos a lei da probabilidade. Quanto mais eu pensar, mais eu facilito em relação ao futuro as coisas acontecerem. Mas eu abro o caminho. Mas daí tudo, a conclusão maior é que nós pensamos muito pouco no agora e aí a gente deixa para amanhã o que a gente deveria resolver hoje. Então, gente, o 30% de agora a gente fica pelo menos alavado. pelo menos 30%. Só que aí chega uma avaliação que é muito delicada e ela nos diz o seguinte: a humanidade desses 30% dos pensamentos atuais, só 8% são os que são altruístas, o que se preocupam com os outros, fora do nosso umbigo. Então, na verdade nós somos o quê? Nós já somos melhores do que fomos nas outras encarnações. Nós estamos melhorando, mas nós ainda estamos muito culpado com o nosso umbigo. Eu não posso falar de você, mas posso falar de mim. Dentro dessa casa aprendi que os espíritos dizem: "Tudo muito bem, você já está se ocupando de fazer o bem. Mas veja bem, esse bem é muito o seu bem, o que lhe parece bem. E não é o bem maior coletivo que o Cristo nos ensina. E demorou um tempinho, mas entendi porque

você já está se ocupando de fazer o bem. Mas veja bem, esse bem é muito o seu bem, o que lhe parece bem. E não é o bem maior coletivo que o Cristo nos ensina. E demorou um tempinho, mas entendi porque a gente precisa sair dos nossos eus. E quanto mais eu tenho coragem para diminuir o nosso eu, mais eu sou instrumento colocado para servir Jesus. Porque se eu insisto em fazer do meu jeito, tentando conciliar Deus com uma mão, eu não consigo fazer. O se eu faço, não faço como deveria fazer. Então, gente, nós temos esse subitem. Depois verdadeira pureza, mãos não lavadas, ele inclui todo um hábito, todo um cuidado higiênico louvável, mas aí no na época do Cristo muito importante e era considerado assim mais sagrado a gente lavar as mãos do que propriamente ter um bom pensamento. E nos de hoje nós ainda temos alguns aspectos que a gente precisa ver. Depois ele introduz a questão dos escândalos, que os escândalos são necessários para nos tirar do status quo daquela situação de conforto e nos fazer andar. E aí, por fim, ele insere, eh, entra na no na instrução dos espíritos no item 18, deixai que venham minhas criancinhas, que é aquele exemplo mais eh próximo de todos nós, porque as crianças não conseguem mentir. Elas são muito verdadeiras, são muito puras, com exceções, né? Tem uns que são já nascem abes até para enrolar a gente, mas a maioria não. Eles são mais verdadeiros. Nesse sentido, Jesus usa isso, coloca os meninos no colo e fala: "Ninguém vai entrar no reino dos céus nem se não forem simples como estes, como essas criancinhas." E por que que Kardec insere isso? Porque nós temos aqui a mensagem, né, obviamente de João Evangelista, aquele evangelista de coração mais próximo de Jesus e que nos mostra que por Jesus fez isso. Mas também não vou me ater porque o meu compromisso pela programação é nós falarmos sobre bem-aventurados os que têm fechados os olhos. Esse é o título do capítulo 20, do capítulo oitavo, item 20, e que basicamente então é em cima de uma mensagem do Curadarmos que eu já citei.

larmos sobre bem-aventurados os que têm fechados os olhos. Esse é o título do capítulo 20, do capítulo oitavo, item 20, e que basicamente então é em cima de uma mensagem do Curadarmos que eu já citei. 1786 ele nasceu, 1850 e pouco, 54, se não me engano, ele desencarnou. Então essa mensagem se estima, né, eh que eh essa ação que ele tenha feito seja lá pelos anos 1800. Por que que eu faço referência a isso? Porque são 200 anos, 220 anos, 200 anos que nós temos aí de histórias belíssimas. Ele é muito venerado por inúmeras igrejas e que a gente possa se até o que ele nos diz. E eu vou ser fiel à sua mensagem, considerando o que eu já falei. Diz aqui: "Meus bons amigos, para que me chamaste?" Porque ele foi evocado pelo Kardec numa sessão mediúnica. Terá sido para que eu imponha as mãos sobre a pobre sofredora que está aqui e a cure? Ah, que sofrimento, bom Deus. Ela perdeu a vista e as trevas a envolver. Pobre filha, que ore e espere. Não sei fazer milagres eu, sem que Deus o queira. Todas as curas que tenho feito, tenho podido obter e que vos foram assinaladas, não as atribuais, senão aquele que é o pai de todos nós. E a gente faz uma referência. Nós temos hoje uma invasão do movimento espírito espírita como outras igrejas pela busca da cura. Então, centros espíritas que se dedicam um pouco mais estão cheios, lotados. e centros espíritas que fazem mais prções, estudos às vezes vazios. É natural, como diz a jornal de ano, que no estágio espiritual que nós estamos, que busquemos a cura, mas nós precisamos ater o que está no site da Organização Mundial da Saúde. 86% dos nossos problemas são mentais e emocionais. Eles não são físicos. Não é a minha perna que manca por um acaso qualquer. Nós temos todo um uma importância e nós só vamos conseguir compreender isso verdadeiramente se nós admitirmos que nós somos espíritos, que a nossa casa não é aqui, que a nossa casa é no plano espiritual. E aí nós temos muita incoerência porque o espírito tem medo da morte, o espírita. E a gente busca muitas vezes trazer esse

píritos, que a nossa casa não é aqui, que a nossa casa é no plano espiritual. E aí nós temos muita incoerência porque o espírito tem medo da morte, o espírita. E a gente busca muitas vezes trazer esse tema por como é que eu vou explicar o medo à morte seria o medo de voltar para casa. Então o que que nós temos feito ao longo das existências? Muitas vezes confusão. A gente acha que é um ser encarnado vivendo as experiências espirituais. E aí adoramos, gostamos muito das comunicações, pedimos mensagens, pedimos a cura, a presença dos espíritos, mas nós muitas vezes nos esquecemos que nós somos espíritos e que estão tendo a bênção de numa faísca de segundo ter uma existência e aprender as coisas, porque a gente aprende muito é aqui. Lá vai se ampliar a nossa condição de enxergar as coisas, de saber por onde andar. Mas a oportunidade verdadeira de nós nos melhorarmos é aqui. Tanto é que tem fila inúmera paraa encarnação. Porque nós vamos, daqui a pouco nós estamos um plano espiritual e aí nós vamos nos dar conta de uma coisa que de uma certa forma a gente tem que comentar. Uma das maiores questões que o espírita tem quando ele desencarna, ele se dá conta disso e diz assim: "Ah, meu Deus, eu devia ter feito tanta coisa que eu não fiz." E ele percebe que é aqui que a gente tem que fazer. A roupa suja a gente tem que lavar aqui. Se temos problema em nossos lares, é lá que nós temos que nos reunir, fazer uma oração, evangelho do lar e buscar fazer com que a nosso lar possa ser uma dimensão espiritual e possa acontecer que viram aí no nosso lar dois, aí tá vindo três e vai nos ajudar a compreender melhor que os nossos lares são oficinas de trabalho do Cristo. E como diz, por louvá-lo nas igrejas, muitas vezes falar muito dele, mas em nosso larcabá-lo, na rua, negá-lo que nós temos a situação que nós temos. Então nós precisamos refletir muito. E o Chico é um dos grandes exemplos, porque o Chico sempre disse, a mediunidade, o espiritismo não veio para fazer grandes preleções, passar a mão na cabeça. Ah,

. Então nós precisamos refletir muito. E o Chico é um dos grandes exemplos, porque o Chico sempre disse, a mediunidade, o espiritismo não veio para fazer grandes preleções, passar a mão na cabeça. Ah, não, meu filho, é assim mesmo. Não, ele veio para transformar. E a melhor forma de se transformar é ajudar, porque como disse São Francisco de Assis, eu vou ser ajudado se eu ajudar e aí não vou nem lá, vou na Cora Colarina aqui de de Minas, de Goiás, de Goiás Velha, Cora diz muito isso e agora uma pessoa diz isso, eu tô falando porque eu eu entendo e vejo a importância disso, que diz assim: "Feliz é aquele que aprende o que ensina". Então, os ouvidos mais próximos disso que eu tô falando são os meus. Então, eu preciso refletir. Nós precisamos refletir. Nós precisamos perder o medo de conversar conosco, de dialogar. E aí precisamos nos apoiar em espelhos que são as nossas famílias, os nossos companheiros e que às vezes não tão muito bem. e o espelho tô meio sujo, a gente já acha que tá bom e nós não estamos bom, porque senão nós não estaríamos aqui. Então, nesse sentido, bem-aventurados que t fechado os olhos, a gente vai ver que Viana Curadaps vai caminhar por um entendimento de que felizes são aqueles que enxergam as coisas erradas, mas não gastam energia e nem então ficam lá rezando um terço, criticando, comentando aquilo. E aí entra um grande problema nosso, porque nós somos muito bom de conversa. E o Chico dizia que nós éramos uma turma boa para conversar, mas a grande maioria de nós ficava na conversa e ele chamava isso de Maria vai com as outras. E nós, de uma certa forma não aplicávamos e não parávamos para conversar conosco. E a gente precisa refletir sobre isso, porque cada um de nós é um templo vivo do Cristo. Não existem dois iguais espíritos consequentemente encarnados. Nós não temos duas pessoas iguais. Então, muitas vezes a gente perde tanto tempo, gasta energia em querer que o outro pense igual eu penso e seguir a minha trilha. O que nós temos que fazer é seguir a

Nós não temos duas pessoas iguais. Então, muitas vezes a gente perde tanto tempo, gasta energia em querer que o outro pense igual eu penso e seguir a minha trilha. O que nós temos que fazer é seguir a trilha do Cristo. E de uma certa forma simples e humilde, ele tem nos ajudado. E Curadam segue aqui dizendo: "Ela perdeu a vista e as trevas envolveram. Já mencionei. Eh, não sei fazer milagres também já disse todas as curas. Aí vem a questão das aflições. Nas vossas aflições, volvei sempre para o céu, olhar e dizei do fundo do coração: "Meu pai, cura-me, mas faz que minha alma enferma se cure antes que o meu corpo." Gente, se eu for oferecer isso no sente espírito para aqueles que buscam a cura do corpo, o pessoal vai sair me xingando. E a gente precisa refletir sobre isso. É natural que a gente busca a cura do corpo, mas nós precisamos convencer que quem manda nesse corpo, a energia que cria, que mantou, que gerou o corpo, foi o espírito. E tudo que ele tiver de errado, ele vai se fazer no corpo. Então, de uma certa forma, quem organiza as nossas células, esse corpo maravilhoso que a gente tem, que é colocado a serviço, é o nosso espírito. Por causa disso, toda vez que a gente tiver problemas, mazelas, situações difíceis que afetam o nosso físico, a gente busca o entendimento e a vinculação. Aí eu vou pro consolador, por exemplo, andemando, ele diz que maioria dos nossos males procedem da vida espiritual. E bezerra é mais enfático quando ele diz: "Todos os males do corpo físico procedem do espírito". E é claro, por exemplo, pegando o exemplo chulo aqui de quem bebe, né? quem eh de uma certa forma gere muito álcool, ele ele tá de uma certa forma criando um problema orgânico, adquirindo um problema, mas na verdade não deixa de ser uma manifestação do espírito. Então, nesse sentido, precisamos refletir. Hoje nós temos uma busca incansável de novo, um crescimento dessa busca, porque os males estão aí, as angústas estão aí, mas a gente precisa pensar em curar o nosso espírito e ele vai nos dar algumas

Hoje nós temos uma busca incansável de novo, um crescimento dessa busca, porque os males estão aí, as angústas estão aí, mas a gente precisa pensar em curar o nosso espírito e ele vai nos dar algumas recomendações. Eh, que a minha carne seja castigada, se necessário, para que minha alma se eleve ao teu seio com a brandura que possuía quando a criastes. Ou seja, nós somos criados simples e, de uma certa forma caminhamos ao longo dessas nossas existências milenares, arrumando, como diz o cabôlo, sar na pseção. E hoje nós temos situações que a gente precisa resolver nesse sentido. Então, após essa prece, porque na verdade foi a prece que Curadams começou antes de falar com a cega. Após essa prece, meus amigos, que o bom Deus ouvirá sempre, dadas vos serão a força e a coragem, que quissá também a cura que apenas timidamente pedistes em recompensa da vossa abnegação. Bom, a maioria de nós sabe disso, mas maioria de nós se até a orar e não atenta para que antes disso é interessante e é necessário a gente vigiar. E aí nós vamos pro Marcos evangelista que lá no versículo 33 fala: Jesus nos ensinou a observar, vigiar e orar. Então muitas vezes as nossas orações não têm o resultado, primeiro porque não temos merecimento e também não entra pro nosso bem, vamos se dizer assim, mas segundo que nós não atentamos pros descaminhos, pros desenganos, pros equívocos que nós cometemos. Então, nos tempos atuais, é muito interessante, Dr. Bezerra segue nos insistindo. Essa casa começou um trabalho há cerca de uns 15 anos atrás sobre o poder da transformador da oração. Oração consegue fazer muito mais coisas, mas como às vezes a gente faz ela viciada, repetindo palavras e não busca nos conectar verdadeiramente de coração com os espíritos que estão intercedendo por nós, a gente às vezes não tem esta força. Mas eu queria mais falar da palavra coragem também. Todas as nossas palavras, elas têm etimologia, elas têm composição. E a palavra coragem, ela foi composta de coração. Você pegou o cora, que é de coração, e

ueria mais falar da palavra coragem também. Todas as nossas palavras, elas têm etimologia, elas têm composição. E a palavra coragem, ela foi composta de coração. Você pegou o cora, que é de coração, e aí o a vem de agem, que é de ação. Então, a verdadeira coragem que o Cristo nos ensinou e que a gente precisa aprender é a coragem do coração. É a coragem onde a gente consulta o nosso coração para trabalhar, para agir, e a gente muitas vezes deixa ele no canto. E aí nós sabemos que nós precisamos melhorar isso, mas estamos a caminho. Contudo, uma vez que aqui me acho numa assembleia onde principalmente se trata de estudos, porque era lá na na França junto com Kardec, dir-vos ei que os que são privados da visão deveriam considerar-se os bem-aventurados da expiação. Então, gente, eu demorei muito, não posso falar de vocês, mas posso falar de mim, eu demorei muito para entender, né, os males físicos como bênçãos. para fazer com que a gente com eles de uma certa forma melhorasse a própria alma. E nós temos tantas situações de tantos espíritos que têm limitações e aí como encarnados eles manifesta as limitações e eles precisam verdadeiramente cuidar do espírito, como todos nós precisamos nos atentar para isso. Lembrai-vos de que o Cristo disse: "Convir que arrancás o vosso olho se fosse mal". E Jesus falou isso. E que mais valeria lançá-lo ao fogo que deixar se tornasse causa da vossa condenação. Quantos há no mundo que um dia nas trevas maldirão o terem visto a luz? Como são felizes os que por expiação são atingidos na vista. Os olhos não lhe serão causa de escândalo e queda. Podem viver inteiramente da vida das almas. Podem ver mais do que vós que tendes límpida visão. Quando Deus me permite descerrar as pálpebras a alguns desses pobres sofredores, ele receituir a luz. Digo a mim mesmo, alma querida, porque não conheces todas as delícias do espírito que vive de contemplação e de amor? Não pedirias então que se concedesse ver imagens menos puras e menos suaves entrevendo a tua cegueira? Bom, o

ida, porque não conheces todas as delícias do espírito que vive de contemplação e de amor? Não pedirias então que se concedesse ver imagens menos puras e menos suaves entrevendo a tua cegueira? Bom, o que que o Corads tem buscado nos mostrar? Que é claro que se o meu espírito peca, e aí nós temos que refletir sobre o que que eu faço com meus olhos. Os meus olhos são lentes com os quais eu enxergo o mundo, mas eles são, acima de tudo, eles são espelhos da alma. E se eu enxergo alguma coisa que não me agrado, eu não preciso nem criticar em palavras, mas a minha alma vai receber. Porque de uma certa forma os olhos, gente, eles têm um poder imenso. Eles têm o poder de condenar, de julgar e fazer uma série de coisas. Então, a gente precisa ter olhos de ver, como diz o próprio Cristo. A gente precisa trabalhar a nossa forma de enxergar as coisas, ampliando o ângulo de quem são estas coisas. Eu aprendi muito nessa casa com o seu Nestor, foi um ex-presidente, quando ele disse tudo na vida é oportunidade, aí eu dizia para ele mesmo os meus problemas, mesmo as situações às vezes difícil que pegam o pé da gente, ele diz assim: "Um dia você vai compreender, meu filho." E as coisas vão passando e a gente vai entendendo. A nossa vida não tem nada errado, senão a veneranda não viria e diria isso. E a veneranda acrescenta, são ordens imediatas de Deus para convosco. não pede para Deus nos ajudar. Deus já tá nos ajudando. Ele tá na oficina do dia nos oferecendo uma condição de sermos melhores. Então, os olhos são importantes para nós situarmos as nossas almas. Então, se os nossos olhos são críticos, é bom que a gente nem tenha eles, vamos ser dizer assim. E essa questão, muitos, obviamente, nascem cegos por quê? Usaram mala visão, usaram para, de uma certa forma se honerar no campo das existências. Bem-aventurado o cego que que quer viver com Deus. Mais de todos do que vós que estais aí, ele sente a felicidade, toca, vê as almas e pode alcançar alçar-se com elas as esferas espirituais. Abertos os olhos estão

o o cego que que quer viver com Deus. Mais de todos do que vós que estais aí, ele sente a felicidade, toca, vê as almas e pode alcançar alçar-se com elas as esferas espirituais. Abertos os olhos estão sempre prontos a causar a falência da alma. fechados estão prontos sempre ao contrário, a fazê-la subir para Deus. Crede-me, bons e caros amigos, a cegueira dos olhos é muitas vezes a verdadeira luz do coração, ao passo que a vista é com frequência o anjo tenebroso que conduz à morte. Então, precisamos refletir, precisamos continuar, claro, com a nossa visão crítica, avaliar as coisas, mas precisamos refletir muito se eu no lugar daquele que estou criticando, talvez não fizesse a mesma coisa ou até pior. Então, nesse sentido que a gente tem olhos de ver. E vou fechar aqui a mensagem dele quando ele diz agora algumas palavras dirigidas a ti, minha pobre sofredora, falando diretamente pra cega. Espera e tenha ânimo. Se eu te dissesse: "Minha filha, teus olhos vão abrir-se, quão jubilosa te sentirias. Mas quem sabe se este júbilo não ocasionaria a tua perda? Confia no bom Deus que fez aventura e permite a tristeza. Farei tudo que me for consentido a teu favor, mas a seu a teu turno ora e ainda mais pense em tudo quanto acabo de te dizer. Então gente, veja bem, Curadams tinha essa mania. Ele não ficava pregando lição, né, dando o sermão pros outros, mas ele não faltava com a verdade. E como diz o Chico, nós não temos o direito de faltar com a verdade, porque quem mais se honera faltando com a verdade somos nós mesmos. E a gente tem que então fazer um esforço muito grande quando a gente tiver falando do evangelho, quando tiver falando da moral, quando tá falando da conduta cristã, muitas vezes no sentido de criticar, de acertar com boa intenção, mas quando a gente muitas vezes não enxerga a nossa forma de ser, andar e a gente vai prendendo aos poucos, descendo esse caminho aqui ao lado dessa casa, indo pro pé de calmeia aqui, um belo dia os espíritos disseram assim: "É muito

ão enxerga a nossa forma de ser, andar e a gente vai prendendo aos poucos, descendo esse caminho aqui ao lado dessa casa, indo pro pé de calmeia aqui, um belo dia os espíritos disseram assim: "É muito interessante o que você já faz, você já tem uma preocupação de ajudar, mas você precisa ampliar esse entendimento do que é ajudar. E olha o que que diz Emmanuel. Ele diz ajudar não é dividir o que eu tenho, porque doar na opinião de Emmanuel é dar o que eu tenho. Então, gente, muitas vezes nós criticamos alguém que faz doações, aquela coisa toda. E aí entra o óbulo da viúva pra gente entender isso. Tem tantas lições do evangelho, mas a gente precisa refletir muito, principalmente porque São Francisco de Assis continua nos dizendo, é dando que a gente recebe. nós verdadeiramente refletirmos na nossa vida vivida nesse evangelho estudado, refletido, então conhecido, refletido, meditado, sentido, porque nós temos sensações durante as horas do dia em relação ao evangelho que nos remete, que nos fazem pensar no evangelho, sub certo errado. Por fim, gente, fazer com que a gente viva esse evangelho. O grande desafio nosso é a gente edificar na gente o que a gente gostaria de ver nos outros. É a gente edificar o mundo de regeneração em nós para que o planeta possa de regeneração, possa ser de regeneração. Então, como diz Dr. Bezerra, ainda vocês vão ver cataclismas, problemas aí, algumas emigrações em massa, porque a humanidade vai ser uma humanidade regenerada. Mas vocês, antes desta humanidade ser, vocês vão ser regenerados, porque vocês vão compor essa humanidade. Então a gente precisa edificar na gente aquilo que a gente gostaria muitas vezes de ver, porque aí entra os nossos olhos de novo, os nossos olhos como espelho da alma. Toda vez que algo me chama atenção, que eu reflita se isso eu não tô fazendo, porque em mim eu tenho algo que me faz dar atenção a isso. E a gente precisa refletir. Mas a editora colocou uma nota aqui que insere que é o item 21. Quando uma aflição não é consequência dos atos da

porque em mim eu tenho algo que me faz dar atenção a isso. E a gente precisa refletir. Mas a editora colocou uma nota aqui que insere que é o item 21. Quando uma aflição não é consequência dos atos da vida presente, deve-se ele buscar a causa numa vida anterior. Então, uma cegueira numa numa encarnação, é claro, principalmente para quem nasce na cegueira de nascença, vamos ser dizer assim, é, nós temos aspectos da vida espiritual que nos remete a isso. Tudo aquilo a que se dá o nome de caprichos da sorte, mais o que se tem efeito da justiça de Deus, que não aflinge, inflinge punições arbitrárias. Ou seja, Deus, maioria de nós que somos pais tem uma ideia. O nosso amor para com os nossos filhos é ampliado numa dimensão de justiça e amor pelo nosso pai criador. Então, nosso pai criador, quem melhor reflete isso, uma mensagem de Emanuel 1950, tem título Determinismo divino. Ele diz: "O vosso pai deseja para vocês unicamente o bem, o resto é coisa de vocês." E aí a mensagem é muito bella, porque ele vai nos convencendo disso. Eu, em função do tempo pra gente fechar, nós temos tantas situações nas nossos atos, nossos dia a dias que vão apontando o caminho. Muitas vezes o mal-estar, uma mazela, um problema físico que eu tenho, ele é um esforço que os espíritos fazem entre eles o nosso guia para nos reconduzir um caminho do qual nós desviamos e que a gente então preste atenção. Então, é muito importante a gente se dar conta das aflições, da dos nossas questões mentais, mas a gente pode resolvê-los com a luz do amor cristão. Então, gente, o tormento de quem perde a vista e de uma certa forma a perdeu por mau uso, só pode ter um ressarcimento, como diz aqui, né, que de uma certa forma se faz citado aqui. Então, é possível, como diz aqui, que o próprio cego tomado de arrependimento haja escolhido essa prova ou expiação, aplicando a si mesmo as palavras: "Se o teu olho for motivo de escândalo, arranca-o." Então, gente, volto a insistir, nós temos várias lições e temos uma lição chamada olhos de

essa prova ou expiação, aplicando a si mesmo as palavras: "Se o teu olho for motivo de escândalo, arranca-o." Então, gente, volto a insistir, nós temos várias lições e temos uma lição chamada olhos de Emanuel, tá? No vinho de luz. E essa lição, em sempre nos ajuda a entender um pouco mais quando ele fala sobre isso que a gente vos falou em função do tempo. Eu só queria então finalizar lembrando o seguinte, esse Cristo que muitos de nós ainda honram porque foi alguém que fez belas coisas lá para trás, nos deixou belíssimos exemplos. Aí levamos ele à cruz, mas ele ressuscitou. E aí esse Cristo está entre nós. Esse Cristo nos visita. Ele nos busca e são as horas do dia que nos mostram isso. Mas às vezes quando ele se faz na forma de necessitado, nós fechamos os nossos olhos fazendo de conta que não é conosco e aí a gente deixa de atendê-lo. A gente precisa refletir de uma certa forma, viver uma vida um pouco mais consciente, buscar a iluminação da nossa própria alma, porque é muito interessante a gente querer ajudar os outros. Mas palavras sem obras, sem exemplos, são folhas secas, como dizo, que leva geralmente para ilusão. E a gente precisa ter cuidado porque nós temos toda uma oportunidade belíssima de nós conversando conosco, descobrirmos os nossos potenciais, espíritos que somos. E aí cito Paulo de Tarso quando ele diz: "O impedimento nunca vai estar na lei". Tipo assim, ah, você não vai conseguir fazer porque isso não foi feito para sua encarnação. Isso não existe, né? Como diz o Paulo, o impedimento não está na lei. A lei permite tudo. A lei permite, como a própria eh encarnação e de Saulo, que se transformou em Paulo, e é um dos exemplos belíssimos para isso. Então, que cada um de nós reflita sobre a riqueza que nós temos, espíritos que somos dotados de um poder imenso e temos a nossa escala de mente que é um fulcro do nosso, é uma espécie de centro do nosso espírito. Nós temos vários gabinetes da imaginação, do desejo e da terra dos olhos, vamos se dizer assim,

nso e temos a nossa escala de mente que é um fulcro do nosso, é uma espécie de centro do nosso espírito. Nós temos vários gabinetes da imaginação, do desejo e da terra dos olhos, vamos se dizer assim, mas acima dele nós temos a vontade. E essa vontade nos governa por causa disso que quando Jesus se fez menino entre nós, quando ele nasceu, todos os espíritos de outras esferas entoaram: "Glória a Deus nas alturas, paz na terra e boa vontade entre os homens ou para com os homens." reflitamos sobre isso. Nós podemos fazer mais coisas. Então é com coragem, é com força que nós vamos conseguir transformando as nossas situações, dificuldades, aflições em degraus pra gente escalar e poder realizar o avanço dos nossos espíritos. Finalizando com o que tá lá no Consolador. O Emanuel nos diz: "Não é possível avançar sem sacrifícios. A evolução espiritual só vai acontecer a partir dos sacrifícios. Então todos têm uma excelente reflexão. Muito obrigado pela atenção. Agradecemos a brilhante condução do irmão Hélio. Agradecemos a presença de todos, em especial os que nos acompanham pelas redes sociais. Eh, a mensagem inicial trazida na lição 135 do Fonte Viva. A mensagem que o seu Hélio nos apresenta do capítulo 8 traz a questão da serenidade para que convidando-nos a nos conhecer melhor. E Joana de Ângeles vai dizer que nada de fora perturba um coração que pulsa tranquilo ao compasso do dever retamente cumprido. Então, que possamos todos cumprir retamente os deveres que nos são apresentados, que possamos todos retornar aos nossos lares, levando conosco estas bênçãos de luz que inundaram este cenáculo. que possamos refletir essas bênçãos na semana que inicia, fazendo com que o amor do Cristo seja a nossa mola propulsora. Que sua paz seja a bússola e que a sua luz o fará a brilhar dentro de cada um de nós, conduzindo-nos a reflexões, a mudanças, nos encaminhando para a estrada da luz que todos queremos. Que tenhamos muita paz, que a paz do Cristo envolva a todos. E aos irmãos que querem o benefício do

, conduzindo-nos a reflexões, a mudanças, nos encaminhando para a estrada da luz que todos queremos. Que tenhamos muita paz, que a paz do Cristo envolva a todos. E aos irmãos que querem o benefício do passe, convidamos que fiquem seus lugares, que os nossos irmãos da equipe do Pass vão preparar um ambiente assim que preparados vão convidá-los.

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