BEM AVENTURADOS OS QUE SÃO BRANDOS E PACÍFICOS
Palestrante: Wainer Augusto E S E, cap. IX
Boa noite, queridos irmãos. Que a paz de Jesus esteja conosco. Sejamos todos bem-vindos a mais um encontro fraterno de estudos e reflexões do Evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Cumprimento também aos nossos irmãos que nos acompanham pela internet. Que Jesus entre em cada um dos lares, levando a sua mensagem consoladora, o seu amor, o seu amparo a todas as famílias. Meus irmãos, quando a gente amanhece o nosso dia de trabalho na quinta-feira, eh, para nós é um dia especial e nós temos um grupo dos trabalhadores onde a gente se comunica e trocamos mensagens e trocamos eh bom dia, boas-vindas ao dia, porque é o nosso dia de trabalho e nós Nós fazemos um pacto entre nós da gente ter um dia diferente, começar um dia diferente com a nossa prece, eh, com a nossa vibração pelo nosso trabalho do dia, porque nós recebemos instruções dos espíritos que coordenam os nossos trabalhos, que durante esse dia a gente recebe muito, muitas pessoas muitos espíritos para serem tratados aqui nesse nosso encontro. Então, antes de começar o nosso trabalho físico, tem uma equipe espiritual que vem preparar esse nosso ambiente e vem também trazer esses nossos irmãos que vão participar desse tratamento. Então, entre nós aqui, além da nossa eh equipe física, né, nós tem uma grande uma quantidade grande de irmãos que vem estudar conosco, vem participar conosco. E André Luiz até faz uma um relato muito interessante em uma das obras, eh, explicando como é que isso acontece. Então, tem uma equipe espiritual que vem mais cedo preparar o ambiente. Tem uma equipe de benfeitores que vem trazer os recursos magnéticos que nós precisamos para nos tratar. E tem uma equipe que vem preparada para trazer esses espíritos para que eles também possam ser tratados. Então eles eh fazem uma descrição de que aqui acima, né, acima desse nível nosso fica uma um auditório à parte para esses espíritos com as mídias também que eles precisam para visualizar todas as informações, porque eles captam dos nossos pensamentos. Então, quando o
e nível nosso fica uma um auditório à parte para esses espíritos com as mídias também que eles precisam para visualizar todas as informações, porque eles captam dos nossos pensamentos. Então, quando o palestrante descreve uma cena, aquela cena que nós entendemos na nossa mente, ela é reproduzida para que esses espíritos também possam assistir, né, na vibração deles. Então a gente, eu gosto de falar, falar essas coisas que a gente conversa isso também no grupo, né, para que a gente possa preparar o nosso coração, os nossos sentimentos, os nossos pensamentos enquanto a gente tiver aqui, porque nós também participamos desse tratamento, né, nós auxiliamos outras pessoas. Então, quando a gente tá com os pensamentos alinhados, fraternos, serenos, a gente consegue também auxiliar essa equipe espiritual, né? E hoje aí eu sempre fico pensando assim, que que eu poderia trazer de mensagem para trocar com vocês de tudo que a gente vem pensando durante o dia? E e hoje eu me vi, me deparei com uma mensagem de um pai que perdeu um filho e hoje ele tava fazendo aí eh uma homenagem a esse filho que morreu há um ano. É uma figura muito conhecida, é o Abílio Dinis, que perdeu um filho no ano passado por um motivo normal, né? ele teve um infarto. O que é o que não é anormal é porque ele só tinha 58 anos e o pai já tinha 85. Então foi foi pro pai foi muito sofrido. E ele conta essa história lá. Mas o que eu queria trazer pra gente aqui é como Deus nos iguala na dor, né? Porque a dor de um pai tanto faz se o filho tinha 58 anos, se era de uma família bem-sucedida ou se teve um motivo adequado, né? Mas não importa, porque o pai que perde o seu filho num atropelamento ou numa enfermidade, no câncer, em qualquer idade, ele também sente essa dor. Então, a dor nos iguala. E no relato, né, desse desse pai, ele conta que todos os dias ele ora e ele pede que Deus cuide do filho dele. Então, o que me o que me tocou é a fé com que ele traz essa essa declaração, né? Porque ele, apesar de ter já 86 anos, ele fala
conta que todos os dias ele ora e ele pede que Deus cuide do filho dele. Então, o que me o que me tocou é a fé com que ele traz essa essa declaração, né? Porque ele, apesar de ter já 86 anos, ele fala assim que ele tem certeza que ele vai reencontrar com o filho, mas ele não tem pressa, porque ele sabe que o filho dele tá bem cuidado por Deus. E aqui, né, entre nós tem pais, né, tem uma tem uma amiga muito querida que também perdeu filha, perdeu uma filha, né, e a gente às vezes conversa e a dor é igual, né? Então, Deus nos iguala nessa dor e Deus nos fortalece também nessa fé. Então, eh, eu queria que nessa noite a gente pudesse refletir nessa realidade da vida, né? Porque a pessoa que entende que nós vivemos e que nós vamos desencarnar no momento em que Deus programou para nós, é um momento e é um um episódio muito sublime e que a gente tem que encarar isso como uma coisa natural, é um é um fato natural na nossa vida, né? E que a gente possa se preparar cada dia para que a gente possa exercer essa nossa fé, né? para quando chegar o nosso momento, a gente se comportar como um filho de Deus que confia, que sabe que a gente vai continuar vivo, né, que isso é o mais importante. Então, meus irmãos, a parso, né, eu queria também, hoje a gente começou um pouquinho mais cedo, 5 minutinhos, para que a gente possa falar sobre isso. E aí, como a gente tá inaugurando um novo semestre, nós queremos reforçar com vocês as atividades que nós temos aqui na nossa casa para que a gente possa usufruir de todo, porque é uma equipe muito grande, muito competente, que trabalha voluntariamente para que a gente possa ter todos os departamentos na nossa casa espírita, como foi descrita por Kardec. Kardec fez uma recomendação aos Centro Espíritas, né? na época dele ainda não tinha sido espírita, mas ele já fez uma recomendação. Então, nós temos aqui eh o atendimento fraterno, um diálogo fraterno. Então, nós temos pessoas preparadas que ficam à disposição de qualquer pessoa que tiver necessidade, né, de de ter um diálogo
ção. Então, nós temos aqui eh o atendimento fraterno, um diálogo fraterno. Então, nós temos pessoas preparadas que ficam à disposição de qualquer pessoa que tiver necessidade, né, de de ter um diálogo fraterno, de entender as próprias emoções, como a doutrina espírita se manifesta através dessas nossas necessidades. Então, nós temos a partir das 19 horas até às 20 horas aqui no piso um, nós temos também a evangelização infantil. Todos os dias da nossa reunião pública, na quinta-feira e no domingo, nós temos a a evangelização infantil. Então, as crianças elas estudam também o evangelho de Jesus na sua linguagem. E é importante que a gente eh compreenda que as crianças têm necessidade de serem evangelizadas. Nós temos também a mocidade no nesse horário da nossa reunião pública tem um grupo que também evangeliza a mocidade, né, na linguagem adequada para eles. Nós temos também o armário de luz, que é esse espaço em que a gente comercializa produtos que são doados e que a gente cataloga e coloca num espaço adequado e e que a gente possa fazer esse movimento de reciclar, né, esses itens e também que a gente gere uma renda para manutenção. são das nossas atividades aqui na casa, né, que o nosso trabalho é todo voluntário, mas a gente tem os custos, né, pra gente tá aqui. Nós temos também a obra do berço Maria de Nazaré, que é uma oficina onde as nossas irmãs voluntárias, costureiras fabricam enxovaizinhos e são doados para as mães em situação de carência, de vulnerabilidade. essas eh essas peças, esses enxovais, eles são doados para instituições nas periferias da cidade. Então tem tem famílias cadastradas, instituições cadastradas que que recebem essas doações. Nós temos também o nosso departamento de estudos e a partir desse mês agora, dessa semana a gente já vai iniciar. Então, nós temos o estudo sistematizado da doutrina espírita, nós temos o estudo avançado, nós temos estudo de obras espíritas. Então, qualquer necessidade ou vontade que você tiver de fazer um curso, algum estudo, nós temos aqui para
izado da doutrina espírita, nós temos o estudo avançado, nós temos estudo de obras espíritas. Então, qualquer necessidade ou vontade que você tiver de fazer um curso, algum estudo, nós temos aqui para te ofertar. Nós temos um seminário que todo ano acontece no segundo semestre de agosto até novembro de uma obra espírita. E essa esse seminário vai começar também na nas próximas semanas e a obra estudada vai ser sexo e destino. Nós temos também um grupo de estudos na segunda-feira paraas pessoas iniciantes, para quem tá chegando agora na casa espírita, algum simpatizante, eh, quem quer conhecer mais superficialmente a doutrina espírita, tem esse grupo em que são estudados as obras básicas. Eh, nós temos também muitas lives agora a partir da pandemia, né? A gente foi um um uma ferramenta utilizada pela FEGO para que continuasse a divulgação da doutrina espírita. Então, tem várias lives espíritas, temáticas espíritas que estão disponíveis nos sites da casa FEGO. à disposição de todos. Então, nós temos muito conteúdo para acesso fácil e rápido sobre doutrina espírita. E a gente queria convidar vocês para conhecerem todos esses recursos que nós temos. E temos aqui também a nossa livraria espírita de livros espíritas, de livros revisados. Todos os livros que estão na livraria são livros que foram aprovados pelo por uma comissão para que esses livros eh só cheguem na livraria temas e autores que são conhecidos e que não tem nenhum risco de ter alguma deturpação do que é o ensino dos espíritos. Bom, então agora terminou aqui a nosso momento de de avisos e a gente convida a todos a serenar o coração, o pensamento e a gente vai fazer a nossa leitura e a prece para o início das nossas atividades e a Rogéria falar isso para nós. Obrigada, Sônia. Boa noite a todos. A prece de hoje é do livro Calma de Francisco Cândido de Xavier. Relacionamento. Se dificuldades e provações te visitam no relacionamento com o próximo, não te permitas requentar mágoas no coração. Deixe que a confiança na sabedoria
de Francisco Cândido de Xavier. Relacionamento. Se dificuldades e provações te visitam no relacionamento com o próximo, não te permitas requentar mágoas no coração. Deixe que a confiança na sabedoria divina te dissipe qualquer sombra do pensamento, lembrando o sol a desfazer nuvens diariamente para vitalizar e revitalizar os processos da vida. Para isso é imperioso que a compreensão te precá saber que os outros são criaturas autônomas, gravitando sempre na direção de objetivos diferentes dos teus. A certeza disso te levará da solidão negativa capaz de induzir-te a desânimo e desespero. A verdade nos ensina que ninguém realiza o bem e nem caminha para o bem sem os outros. Mas por isso, mas para que isso aconteça, ninguém pode exigir que os outros lhe carreguem a existência nas sendas a percorrer. Os outros serão nossos cooperadores, intérpretes, associados e companheiros. enquanto isso se lhes faça possível, ocorrendo o mesmo conosco em relação a eles. À vista disso, ama aos amigos sem prendê-los. Esse terá sido o sustentáculo de tuas esperanças por meio tempo. Entretanto, é possível surja um dia em que não consiga permanecer inteiramente ao teu lado, em face de novas tarefas que lhe disponham na senda. Outro te entendia os propósitos até ontem. No entanto, experiências que se lhe fizeram necessárias alteraram-lhe provisoriamente os raciocínios. Aceita os quais se mostram, continuando a agir no exercício do bem e seguindo adiante na construção da vida melhor em ti mesmo. Ninguém aprende algo de bom e nem melhor a si mesmo sem os outros. Mas ninguém pode depender totalmente dos outros nas realizações que demandem. Nos momentos de mudança e renovação. Para aqueles a quem mais amas, afasta de ti a ideia de separação. E não te lastimes. Prossegue trabalhando, porque pelos desígnios da vida superior, outros virão ao teu encontro para a execução das tarefas que o mundo te conferiu. E os que se afastam de ti voltarão depois. com mais força de amor, a fim de auxiliarem ou serem auxiliados. A
uperior, outros virão ao teu encontro para a execução das tarefas que o mundo te conferiu. E os que se afastam de ti voltarão depois. com mais força de amor, a fim de auxiliarem ou serem auxiliados. A verdade não se deteriora, somente perde os seres queridos aquele que possivelmente os procura quando se fazem distantes. Portanto, quem ama ama sempre e de tal modo que ainda mesmo quando os corações amados se distanciam, o coração que ama prossegue amando-os e abençoando-os. sabendo conscientemente que pelas forças do espírito jamais deles se afastará. Agora vamos fechar os nossos olhos. Esse é o momento da gente serenar o nosso coração, da gente manter o nosso estado de presença naquilo que a gente se propôs a fazer aqui na Casa Fé Ego. Hoje vamos agradecer a Deus a oportunidade de estarmos aqui, irmãos encarnados e desencarnados. a oportunidade que a equipe espiritual está nos dando, que chegou antes, como a Sônia disse, e nos preparou para estar aqui. Preparou um ambiente para nos receber, com certeza com muito amor. Jesus passa na nossa frente o tempo todo, trazendo luz, trazendo acolhida pros nossos corações, trazendo resposta pro nosso desespero. Mas será que nós estamos dispostos a esticar os nossos braços e tocar Jesus? Tocar a bênção que ele traz para todos nós? Então, que Jesus possa tocar hoje o nosso palestrante para que tudo que ele preparou para nós, que entre nos nossos corações e que nos transforme. Que foi para isso que a gente vê aqui, é para isso que nós somos espíritas, para essa fé raciocinada. Vamos pedir permissão para iniciar as nossas atividades. Que assim seja. Obrigada, Rogéria. Então, nós vamos convidar o nosso irmão Weiner Augusto. Vainer já é conhecido nosso, já teve aqui outras vezes. Ele hoje tava me contando que ele foi alfabetizado aqui na Casa Fego, fez mocidade, cresceu aqui, né? Mas hoje, por motivo de trabalho ele mora em Brasília. E sempre que pode, o bom filho retorna à casa do pai e aqui ele está conosco e com certeza ele vai trazer uma mensagem
ocidade, cresceu aqui, né? Mas hoje, por motivo de trabalho ele mora em Brasília. E sempre que pode, o bom filho retorna à casa do pai e aqui ele está conosco e com certeza ele vai trazer uma mensagem maravilhosa pros nossos corações. Seja bem-vindo, tá? Tá ótimo. Prezados amigos e amigas, boa noite. Que a paz do Mestre Jesus esteja convosco. É sempre uma alegria poder estar nesta casa, retornar a esta casa, relembrando os tempos da juventude, os tempos da mocidade, os tempos da evangelização, tendo a oportunidade de retribuir um pouco do que eu aqui aprendi através de trabalhadores incansáveis, encarnados e desencarnados, que são responsáveis por colaborar com os pais, que se dedicam a trazerem os seus filhos aqui, a fim de receber os ensinamentos cristãos do nosso Senhor Jesus Cristo, à luz da doutrina espírita, à luz da claridade consoladora que nos liberta, que nos ajuda e que nos exorta constantemente a realizarmos essa transformação íntima Dia após dia, o nosso divino mestre no sermão do monte, nas bemaventuranças, ele era claro em uma das suas frases: "Bem-aventurados os mansos e pacíficos, porque herdarão a terra, como dizia o nosso querido Mahatma Gandi, Esse espírito iluminado que viera em outra religião, trazer o exemplo, vivenciar o exemplo de um espírito brando, de um espírito pacífico, de um espírito bom, colaborador direto do Cristo. dizia: "Se todos os escritos se perdessem, se todos os livros da terra fossem perdidos e sobrasse o sermão do monte, nada seria perdido." Porque Jesus, o espírito responsável pela reencarnação de todos nós, aquele espírito que comanda a evolução do órbit terrestre, condensa a sua moral cristã no sermão do monte. E ele é categórico. Bem-aventurados, felizes daqueles que são brandos e que são pacíficos. E o Kardec, através dos imemoráveis espíritos que colaboraram com a codificação, vem no capítulo 9º do Evangelho Segundo Espiritismo nos dizer o que é ser brando, o que é ser pacífico. mostrar a nós a nossa pequenez moral
os imemoráveis espíritos que colaboraram com a codificação, vem no capítulo 9º do Evangelho Segundo Espiritismo nos dizer o que é ser brando, o que é ser pacífico. mostrar a nós a nossa pequenez moral baseada nas injúrias, nas violências, na falta de paciência, na falta de resignação, na falta de obediência à vontade soberana, justa e misericordiosa de Deus, aquele que nos oportuniza inúmeras reencarnações, a fim de tentar angarear cada reencarnação um pouco mais de paciência, um pouco mais de brandura, um pouco mais de mansuetude, que é o que nós precisamos para que possamos um dia realizar a transformação e uma transição planetária para que no mundo regenerado o seu irmão, a sua irmã possam conviver em harmonia na paz, no equilíbrio, no discernimento e na tolerância recíproca. Seja o espírita católico, evangélico, budista, ateu, mas o verdadeiro manso e pacífico, aquele que é bom, aquele que é humilde de coração, aquele que é resiliente, tolerante às dificuldades para que a evolução possa oportunizar o amadurecimento do espírito através das dificuldades. Mas Jesus aquela época já dizia para os seus discípulos que era necessário ser manso, que era ser necessário ser pacífico, porque herdariam a terra. Só que os discípulos, assim como nós até hoje, muitas vezes não conseguimos compreender as mensagens do governador espiritual, porque era de uma psicologia profunda que muitas vezes escapa à nossa compreensão. E então Jesus estava com seus discípulos na casa de Simão Pedro e ele fala da brandura, da mansuetude e os discípulos perguntam para Jesus o que significava aquilo. E então o nosso querido Neio Lúcio através do Chico Xavier no livro Jesus no Lar, na questão 17, na no capítulo 17, denominado exaltação da cortesia, vem revelar qual que era esse esse sentido, o que era ser brando, o que era ser pacífico. frente da multidão de sofredores e desalentados, relacionou o mestre às bem-aventuranças, destacando com ênfase a declaração de que os mansos herdariam a terra.
era ser brando, o que era ser pacífico. frente da multidão de sofredores e desalentados, relacionou o mestre às bem-aventuranças, destacando com ênfase a declaração de que os mansos herdariam a terra. A afirmativa, porém, soou entre os discípulos de maneira menos agradável. Tal asserção não seria encorajamento à ostosidade mental? é o que nós muitas vezes refletimos, ser manso e ser pacífico, principalmente há 2000 anos atrás, que o mundo era muito mais violento, em que a sobreposição do mais forte era mais clara, mais contundente, onde era trazido ao seu semelhante as dores, as lágrimas, as injustiças, os assassinatos, Então os discípulos ficam espantados com aquilo. Se o evangelho reclamava espíritos valorosos na sementeira das verdades renovadoras, como como acomodar a promessa com a necessidade do destemor? Se o mal era atrevido e contundente em todos os climas e posições, como estabelecer o triunfo inadiável do bem? através da incapacidade de reagir, embora pacificamente. Eram os questionamentos dos discípulos. Nessas interrogações imprecisas, reuniu-se a assembleia familiar no domicílio de Pedro. Iniciados os comentários edificantes da noite, entreolhavam-se os discípulos entre a indagação e a curiosidade. Jesus na sua pedagogia esplêndida, deixavam os questionamentos se transbordarem no ar para que depois de certo tempo ele arrematasse com a sua sabedoria de um espírito de escol, de um espírito de luz. O divino amigo parecia perceber os motivos da expectação em torno, mas esperava sereno, sereno que os seguidores se pronunciassem. Foi então que Judas, rompendo o véu de respeito, que aurolava a presença do divino mestre, inquiriu loqu. Senhor, por que atribuíste aos mansos a posse final da terra? Os corações acovardados gozarão de semelhantes bênçãos? Os incapazes de de testemunhar a fé nos momentos graves de luta e sacrifício serão igualmente bem-aventurados?" Jesus não respondeu de imediato. Olha o questionamento de Judas. Fazia sentido como é que a gente iria contemporizar a
a fé nos momentos graves de luta e sacrifício serão igualmente bem-aventurados?" Jesus não respondeu de imediato. Olha o questionamento de Judas. Fazia sentido como é que a gente iria contemporizar a violência, ficar sem reação, sem fazer nada diante de pessoas injustas que sobrepujava os seus semelhantes, principalmente aquela época. Vagiou o olhar através dos circunstantes, como a pedir-lhes a exposição de quaisquer dúvidas que lhes povoassem a alma. Pedro então cobrou ânimo e perguntou: "Sim, mestre, se o malfeitor visitar minha casa, não devo recordar-lhe os imperativos do acatamento recíproco? Entregar-me ei, sem qualquer admoestação fraternal, aos seus delituosos caprichos, a pretexto de guardar a mansidão a que te referiste." Então, Simão Pedro também estava com dúvida. Ele queria entender o que era aquele manso, o que era aquele pacífico. Se alguém o desfeiteasse na sua casa, se o desrespeitasse, o que ele deveria fazer então para possuir a terra? Porque até então aqueles discípulos estavam ávidos por conhecimento, estavam ávidos querendo entender as passagens, os ensinamentos do mestre que eram vivenciados cotidianamente ao lado dos escolhidos que ele queria ensinar e demonstrar. O Cristo sorriu como tantas vezes e anunciou calmo. Enganaram-se todos naturalmente. Eu não fiz o elogio da preguiça que se mascara de humildade, nem da covardia, que se veste de gordura para melhor acomodar-se às conveniências humanas, que se veste de uma prudência em excesso para melhor acomodar-se às conveniências humanas. As criaturas que se afeiçoam a semelhantes artifícios sofrerão duramente os instrumentos espirituais de que o mundo se utiliza para reajustar os caracteres tortuosos e indecisos. Então, não é se acovardando na inação, na preguiça, na covardia para satisfazer o convencionalismo humano que nós iremos resolver os problemas. Não precisamos de injúrias, de violências, de cólera. Entretanto, às vezes é necessário o verbo construtivo, o verbo consolador, o verbo edificante.
alismo humano que nós iremos resolver os problemas. Não precisamos de injúrias, de violências, de cólera. Entretanto, às vezes é necessário o verbo construtivo, o verbo consolador, o verbo edificante. Era isso que Jesus estava explicando aos discípulos através da cordialidade, através do respeito aos semelhantes. Jesus então disse: "Exaltei na realidade a cortesia de que somos credores uns dos outros. Todos nós, em qualquer situação, seja ela qual for, de agressão a nós, nós devemos a cortesia. Nós devemos a cortesia aos semelhantes. A maioria de nós, e muitas vezes na maioria das situações não conseguiremos, mas era o que Jesus queria passar, era o que Jesus queria nos ensinar e é o que nós devemos esforçar constantemente para matar todos os dias esse leão que habita em nosso espírito, em nossa alma. que nos que nos exorta ao revide, que nos exorta à vingança, ao revanchismo, porque somos acostumados. A nossa estrutura espiritual, psicológica, está acostumada à vingança que trazemos de outras eras, ao revide, ao revanche, a resposta desequilibrada que não constrói, que não agrega. ao desequilíbrio. Bem-aventurados os filhos do equilíbrio. Bem-aventurados os filhos da gentileza que aprendem a negar o mal sem ferir o irmão ignorante que o solicita sem saber o que pede. solicita sem saber o que pede. Então, Deus te oportuniza pessoas para exigir de nós, no nosso convívio diário, a tolerância, a paciência, a brandura de coração, a mansuetude, a cordialidade, essa doçura que nós devemos ter no trato humano, mesmo que aquela convivência seja seja difícil, mas a gente só vai aprender se a convivência nos exigir, porque como é que a gente torna paciente exercitando a paciência? Como é que você se torna brando e pacífico? É tendo as experiências, é tendo as oportunidades no trabalho dentro de casa, com seus familiares, com seus entes queridos, com os nossos amigos, com os espíritos que Deus coloca em nossas vidas, para que essas pessoas, esses irmãos, possa serem o cinzel que
lho dentro de casa, com seus familiares, com seus entes queridos, com os nossos amigos, com os espíritos que Deus coloca em nossas vidas, para que essas pessoas, esses irmãos, possa serem o cinzel que vão de que vão lapidando o nosso íntimo através através das experiências, das oportunidades. E quantas vezes nós falhamos diariamente, constantemente? É quando a gente olha para uma ratma grande que faz uma uma revolução pela paz, pelo amor, sem ofender, sem agredir. Quando ele estava caminhando e é agredido por um soldado com soco no rosto, Mahatm Gand cai no chão machucado, silenciosamente, aure forças, levanta novamente, leva outro golpe, cai no chão e o soldado critica, perguntando-lhe: "Quem que te ensinou a se acovardar desse jeito? Mahatratma gand naquela mansuetude, naquela brandura, mas que aquele magnetismo de alma, aquele magnetismo que se impõe com o olhar de um espírito maduro, olha para ele nos olhos do soldado, aponta para o crucifixo que ele carregava no pescoço e diz: "Foi este homem que você carrega no seu crucifixo esse é um espírito manso. Esse é um espírito pacífico. E o soldado começa a chorar compulsivamente, de vergonha, de constrangimento, afetado com aquele magnetismo daquele espírito bom, com aquela energia magnética que constrangeu aquele espírito que até então não conseguia compreender a lição que Mahatma Gand queria nos ensinar. Essa é a mansuetude que nós devemos desenvolver. Mahatm Gand se acovardou. Ele ficou em silêncio, apanhou calado, não conversou e explicou, mostrando ao soldado agressor o que ele aprendera com aquele homem que ele carregava no seu crucifixo. Esse é o exemplo de um espírito manso, de um espírito brando, de um espírito pacífico. Jesus continua: "Abençoados os que repetem mil vezes a mesma lição sem alarde, para que o próximo lhes aproveite a influenciação na felicidade justa de todos. A violência pode até resolver o problema de imediato, mas é por pouquíssimo tempo. A violência resolve o problema de forma imediata,
róximo lhes aproveite a influenciação na felicidade justa de todos. A violência pode até resolver o problema de imediato, mas é por pouquíssimo tempo. A violência resolve o problema de forma imediata, mas é por pouquíssimo tempo. A brandura, a mansuetude, o exemplo no bem é uma plantinha. que demora a crescer no corações dos espíritos que observam aquele espírito que tá exemplificando a brandura, que tá demonstrando a caridade, mas a mansuetude e a brandura transformam almas e corações em definitivo. Em definitivo. E quando nós olhamos para o mundo, analisando a a geopolítica, as dores, as guerras, as guerras entre nações, as guerra entre as guerras entre bairros, dentro de bairros, a necessidade que nós temos de transformar através do exemplo edificante e construtivo da humildade, da paz. Somente a paz para transformar, porque a violência gera corações revoltados. A violência gera corações de crianças revoltadas que se perdem para o tráfico, que se perdem para facções, que estão dispostas a matar ou morrer sem um sentido, simplesmente porque só aprenderam a violência. As guerras geram o fundamentalismo religioso. A raiva, o ódio, não se lava o sangue com sangue. E quantos séculos afio a humanidade tem na sua estrutura psicológica dos espíritos encarnados? A chave como solução de problemas, a imposição através da força, a subjulação coletiva ou individual. Coletiva ou individual. E aqui eu me refiro em todos os extratos sociais, as revoltas de corações dentro dos lares, pais que não souberam educar os filhos com amor. Muitas vezes quando estou de plantão na delegacia, infelizmente nós temos que prender e deter um agressor de violência doméstica. Nós assistimos adolescentes jovens participando de um lar de violência em que ele crescera, que esse jovem crescera 15, 20, 30 anos. O pai agredindo a mãe, o resultado provavelmente será filhos violentos, porque é o que ele aprendeu. É o que ele aprendeu. Nós vamos incorporando na estrutura psicológica o que a gente vê, o que o filho vê o pai fazer, fazendo, a
ltado provavelmente será filhos violentos, porque é o que ele aprendeu. É o que ele aprendeu. Nós vamos incorporando na estrutura psicológica o que a gente vê, o que o filho vê o pai fazer, fazendo, a mãe fazendo, os seus familiares fazendo. O exemplo arrasta. O exemplo é o verdadeiro transformador. O exemplo é o verdadeiro transformador. E Jesus continua: "Bem-aventurados aqueles que sabem tratar o rico e o pobre, o sábio e o inculto, o bom e o mau, com espírito de serviço e entendimento, dando a cada um de conformidade com seus méritos e necessidades, e deixando sinais de melhoria, de elevação, bem-estar e contentamento por onde cruzam." Olha o que Jesus fala. tratar o rico e o pobre. Saber tratar o rico e o pobre. Às vezes você trata bem o pobre e joga o pobre contra o rico, o empregado contra o patrão. Temos que ter sabedoria para para tratar todos com mansetude, com brandura, com amor. saber tratar o culto e o inculto. Porque muitas vezes nós ficamos ensados num pensamento pequeno de criticar o rico, de criticar oculto. Mas a humildade do espírito independe de condição financeira, independe conhecimento intelectual. Obviamente, a prova da riqueza é mais perigosa. A prova da intelectualidade do poder é mais perigosa. Como dizia Chico, necessitam de nossas preces, de nossas orações, porque a queda é bem maior. E nós muitas vezes temos a mania de criticar, de apontar ao invés de criticar e de apontar, porque às vezes na condição do outro faríamos igual ou pior, elevemos o nosso pensamento ao alto e façamos uma oração para aquele que está abusando do poder, que está abusando da riqueza, que está abusando da intelectualidade. São provas perigosas. São provas perigosas. E Jesus abraçava a todos. Jesus acolhia a todos. Não por acaso o nosso divino mestre visitar a Zaqueu. Não por acaso, porque aquele rico estava ávido pelos ensinamentos do divino mestre. E Jesus fora até ele, foram almoçar com Zaqueu, seus discípulos. Ao invés de apontarmos, de criticarmos, critiquemo-nos.
por acaso, porque aquele rico estava ávido pelos ensinamentos do divino mestre. E Jesus fora até ele, foram almoçar com Zaqueu, seus discípulos. Ao invés de apontarmos, de criticarmos, critiquemo-nos. critiquemo-nos, porque a gente tem a capacidade de nos transformar, de evoluirmo-nos, como a nossa irmã lera a mensagem anteriormente. Nós precisamos de todos porque nós precisamos praticar. A escola é o mergulho na carne para que nós possamos praticar com os nossos familiares, com as pessoas que Deus coloca em nossas vidas. Mas a caminhada ela é individual. A caminhada é individual. Ninguém vai evoluir por você. Ninguém vai ficar brando e pacífico por você. O trabalho é em nós. O trabalho é em nós. Em verdade vos digo que a eles pertencerá o domínio espiritual da terra. Porque todo aquele que acolhe os semelhantes dentro das normas do amor e do respeito é o Senhor dos corações que se aperfeiçoam no mundo. Olha o que Jesus fala. Todo aquele que acolhe os semelhantes dentro das normas do amor e do respeito, é Senhor dos corações que se aperfeiçoam no mundo. o governador da terra, nos exortando a mansuetude, nos exortando o respeito. Alívio e alegria transbordaram do ânimo geral e de olhos fitos agora nas águas imensas do grande lago. O Senhor pediu a Mateus que encerrasse o fraterno entendimento da noite, pronunciando uma prece. Depois, passados 19 séculos, os espíritos sobre a sob a coordenação do Cristo nos ensina no capítulo 9 o que é brando, o que é ser pacífico. Mas a brandura não é brandura hipócrita só de boca, só de língua. A brandura deve ser de coração. A brandura, a mansuetude deve ser de coração. Mas devemos fazermos os exercícios diariamente, passar em revista os nossos atos, as nossas atitudes, para que possamos transformarmos um pouco mais. Porque muitas vezes nos encolerizamos, proferimos injúrias, violências, agredimos, machucamos. Devemos conquistar a nós mesmos, como dizia Emanuel, aqueles brandos e pacíficos que possuíram a terra. Primeiramente devem
s nos encolerizamos, proferimos injúrias, violências, agredimos, machucamos. Devemos conquistar a nós mesmos, como dizia Emanuel, aqueles brandos e pacíficos que possuíram a terra. Primeiramente devem possuir a terra do seu próprio eu, a terra do seu próprio espírito, porque só assim possuiremos a Terra no mundo regenerado. Não tem como possuirmos a terra, herdarmos a terra se nós não possuirmos a nós mesmos, se nós não dominarmos a nós mesmos, as nossas más tendências, os nossos arroubos de egoísmo, os nossos arroubos de orgulho ferido, é um trabalho silencioso e demorado. E demorado. E aqui para finalizar e demonstrar também outro exemplo de um espírito muito querido por mim e por nossa família. Para finalizar, eu trago o exemplo do meu querido tio Bolivar, um foi um grande trabalhador espírita aqui em Goiânia. trabalhou muitos anos no Centro Espírita Lar de Jesus com o Dr. Veirmar, com a dona Cleusa. E muitos anos atrás, muitos e muitos anos atrás, ele estava na mocidade espírita em Minas Gerais, na cidade de Ituitaba, realizando a campanha do Quilo. campanha do quilo. Para quem não sabe, você passa com o pessoal num num bairro, leva um saquinho, entrega pra pessoa e pede o alimento, fala que vai passar na próxima semana para colher alimentos, donativos, mantimentos, para formar cestas básicas para as pessoas carentes, para levar levar para outros bairros. E o meu tio Bolivar assim foi, bateu na casa de um senhor, explicou que estava participando de uma campanha que precisava de 1 kg de mantimento e deixou um saquinho pedindo para que ele pudesse dar alguma coisa para fazer aquela cesta básica. E o e o senhor pede para ele esperar um momento, vai lá dentro da casa, enche o saquinho de terra e entrega pro meu tio com aquele abuso, com aquele desden, com aquela ironia. Tá aqui seu mantimento, meu tio silenciosamente agradece, pega esse saquinho de terra, 1 kg de terra preta. Vai embora para casa na outra semana, volta com um vasinho de plástico, com a terra dentro e com a flor pro homem.
, meu tio silenciosamente agradece, pega esse saquinho de terra, 1 kg de terra preta. Vai embora para casa na outra semana, volta com um vasinho de plástico, com a terra dentro e com a flor pro homem. Bate na porta, o homem atende e o meu tio Bolivar, segurando o jarro de flor, devolve a terra com uma rosa. O homem chora compulsivamente, pede perdão e aprende a necessidade da cordialidade, do respeito. Esse foi exemplo de um espírito brando, de um espírito pacífico. Será que nós diante desse achaque nós teríamos essa paciência, essa mansuetude, essa brandura de plantar uma rosa no vaso e devolver a terra preta para este homem? Façamos essa reflexão. Pedimos aos espíritos, aos nossos anjos da guarda, que nos ajude a transformarmos, a melhorarmos, a fim de sermos brandos e pacíficos. Que nosso Senhor Jesus Cristo possa abençoar cada um de nós, possa nos dar o bom ânimo, a força e a coragem para seguirmos de cabeça erguida diante das dificuldades da vida e assim herdarmos essa terra maravilhosa. Muito obrigado. Que Deus os abençoe, que assim seja. É. Ah, agora sim. Eh, não é à toa que entre as bem-aventuranças Jesus disse: "Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus, né? Essa questão ela é muito mais profunda do que parece. Eu acho que todos nós aqui vamos sair com uma grande reflexão no coração. Afinal de contas, quando nós estamos em um local ou quando nós vamos para algum local, somos nós que resolvemos os conflitos e levamos essa paz. Onde nós estamos, nós é que somos a encrenca e causamos os conflitos, não é verdade, gente? É uma grande reflexão sobre paz. Acho que pra gente no nosso dia a dia seria essa, né? Bom, vamos então nos despedindo dos nossos irmãos internautas. que nos acompanham pelos canais da internet. Foi uma grande satisfação poder assim recebê-los, né, na nossa reunião hoje, mesmo que distantes, que continuem conosco aí até o final e da transmissão. enquanto nós ministramos o passeio, por onde eu caminhar, contigo vou seguir.
r assim recebê-los, né, na nossa reunião hoje, mesmo que distantes, que continuem conosco aí até o final e da transmissão. enquanto nós ministramos o passeio, por onde eu caminhar, contigo vou seguir. Venha comigo ver. que juntos temos força para vencer. Vamos seguir na mesma direção, buscando a união. Seremos um só. Vamos buscar o amor dentro de nós. vai sempre existir a força para viver no coração, para nos iluminar dentro de nós. Nós vamos acreditar que em nosso olhar existe a luz. O amor vai nos guiar. O amor vai nos guiar. dentro de nós vai sempre existir a força para viver no coração, para nos iluminar. dentro de nós. Vamos acreditar que em nosso olhar existe a luz. O amor vai nos guiar. O amor vai nos guiar. O amor vai nos guiar.
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