Autismo evangelização

FEEGO 16/04/2024 1:05:37

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Transcrição

Jesus eu preciso te dizer meu coração só deseja comunhão com o senhor da minha vida Jesus tanto tempo se passou mas acordei Finalmente eu despertei pras virtudes esquecidas mesmo quando eu vacilei e de tristeza me afastei jamais deixaste de insistir na luz que existe em mim contigo a minha alma cresce e a Deus eu agradeço em prece por ser Jesus Meu Mestre Jesus Eu prometo repartir aonde eu for repartir o pão do amor é a verdade que ilumina Jesus os teus passos vou seguir vou assumir meu papel na criação ser com Deus a mais perfeita comunhão mesmo quando eu vacilei e distraído me afastei jamais deixaste de insistir na luz que existe em mim contigo a minha alma cresce e a Deus eu agradeço em prece por Jesus Meu Mestre mesmo quando eu vou se ler e de tristeza me afastei jamais deixaste de insistir na luz que existe em mim contigo a minha alma cresce e a Deus eu agradeço por ser Jesus mestre por ser Jesus Meu Mestre coner Jesus Meu Mestre Olá amigos amigos boa noite a todos é com muita alegria que iniciamos mais esta Live do nosso EAD nesta noite especial temos uma convidada especial que nos trará um assunto muito de muita relevância e é uma demanda muito grande muito atual que nós temos em todos os evangelizadores do nosso estado e do nosso país Então nós vamos primeiro antes de chamar a nossa convidada eu vou nós vamos fazer a prece a Emily vai dar boa noite apresentar aí para vocês também e fazer a vossa prece Boa noite amiga e amigas que alegria estarmos juntos em mais esta noite como a ta falou é um momento de muita alegria porque a gente vai trazer um assunto muito importante né e de extremamente atual então para agradecer essa oportunidade nós convidamos a todos acalmar os nossos corações fecharmos os nossos olhos por alguns instantes trazendo figura amiga do nosso querido mestre Jesus que nos ampara que nos intui a espiritualidade amiga que nos envolve Nesta noite de tanto aprendizado de oportunidades e reflexões a luz desta doutrina espírita que nos consola que

uerido mestre Jesus que nos ampara que nos intui a espiritualidade amiga que nos envolve Nesta noite de tanto aprendizado de oportunidades e reflexões a luz desta doutrina espírita que nos consola que nos esclarece Obrigada Jesus pela oportunidade que as luzes desta noite alcancem os corações de evangelizadores pelo Brasil e o mundo inteiro que possamos unir cabeças corações e mãos no trabalho com Cristo trazendo a sensibilidade a escuta a fala o olhar sensível para para acolher os pequeninos corações que nos procuram Obrigada Jesus que assim seja que assim seja então para falar conosco hoje no mês de abril que é o mês de conscientização sobre o autismo nós convidamos a Ana Cárita para estar conosco Ana Cárita é advogada palestrante evangelizadora Espírita infantil e também a mãe da lar de 13 anos e do T de 10 anos seja bem-vinda an Cárita olha só que alegria estar aqui com vocês gente muito obrigada pelo convite viu muito obrigada E para falar de um tema que chegou em nossas vidas aqui em casa né Há mais ou menos 10 anos e desde então a gente tem estudado muito falado muito e eu eu espero poder auxiliar de alguma forma as amigas evangelizadoras nessa caminhada Sem dúvida Ana Cárita nós já fizemos outras lives falando sobre inclusão né a inclusão de uma maneira como um todo porque nós sabemos que ela é bem abrangente esse tema de inclusão falando sobre os transtornos também né sobre algumas outras eh outras questões particularidades das Crianças mas hoje em especial nós falaremos então sobre o autismo e eu gostaria que você iniciasse travou lá isso bem Ó então dando continuidade ao que a Taísa tava falando eh a gente quer a a Ana carta sugeriu que seja um bate-papo né que a gente possa estar à vontade também para trazer contribuições para essa noite então a qualquer momento vocês podem colocar no chat alguma pergunta alguma dúvida e a gente vai né trazendo essas observações Ana carita vai colocando as percepções dela não só né como mãe mas também como evangelizadora como quem vivencia de

ar no chat alguma pergunta alguma dúvida e a gente vai né trazendo essas observações Ana carita vai colocando as percepções dela não só né como mãe mas também como evangelizadora como quem vivencia de pertinho e que pode trazer ampliar os nossos olhares né para para esse trato mais sensível mais acolhedor com todas as crianças né então Ana carta para começar né a gente queria que você falasse o básico que talvez Sabe aquela história do Óbvio o óbvio que precisa ser dito Então você sabe que eu onde eu passo é essa frase que eu trago o Óbvio precisa ser dito porque muita das vezes para nós que vivemos dentro do autismo as mães as evangelizadoras né que TM um autista dentro da sala de de aula da da evangelização é muito Óbvio mas muitas pessoas na casa Espírita não sabem o que é o autismo e às vezes rotulam a as pessoas e aí eu vou falar de pessoas não só crianças né porque nós temos muitos jovens também que estão descobrindo se descobrindo autistas né Por causa do conhecimento conhecimento é poder de verdade e o Óbvio precisa ser dito Então pessoal Olha só o autismo não é uma doença o autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento o que que isso quer dizer isso quer dizer que a pessoa que é autista ela nasce autista e vai desencarnar autista Porque hoje a ciência ainda não tem uma forma de modificar a genética né a gente não pode dizer que nunca vai acontecer porque evolução é uma lei que tá aí então ess esse transtorno ele traz algumas características muito marcantes e que nós precisamos como evangelizadoras saber para que a gente possa inclusive auxiliar as famílias nessa minha caminhada o que a gente tem visto sabe meninos são famílias adoecidas famílias em desespero famílias desorientadas por isso que o conhecimento é tão importante porque se nós evangelizadoras soubermos pelo menos um pouquinho né o simples a gente pode por exemplo orientar Ah mas eu não sou da área médica eu não sou da área médica né Mas se a gente souber um pouquinho o que que é a criança eh e o que que nós

os um pouquinho né o simples a gente pode por exemplo orientar Ah mas eu não sou da área médica eu não sou da área médica né Mas se a gente souber um pouquinho o que que é a criança eh e o que que nós estamos fazendo aqui nesse planeta a gente vai conseguir orientar e quais as características a gente vai conseguir orientar para um tratamento dentro da casa Espírita mesmo depois eu vou contar um pouquinho da minha experiência para vocês verem que isso é possível então quais são essas características marcantes o autista ele tem dificuldades de interação social de comunicação eh e ele tem alguns comportamentos repetitivos e estereotipados que que quer dizer isso são comportamentos que eles têm para se organizar Então até meu menino Ele tem 10 anos né E esses dias na escola ele escreveu alguém perguntou no dia 2 de Abril que foi o dia da conscientização o que era ser autista E ele disse ele escreveu tá lá no no Instagram dele né que ele tem pra gente falar sobre o autismo ele escreveu eh o autismo não é doença é uma forma diferente de observar e é exatamente isso é uma forma diferente de ver o mundo mas se a gente parar um pouquinho para pensar em tudo que a gente estuda dentro da doutrina espírita o que é autista é aquele corpo não é verdade é o cérebro que não desenvolveu como deveria né como como eh tipicamente e o Espírito não é autista né o espírito Quem são as crianças as crianças nada mais são do que espíritos Imortais que já viveram outras experiências Assim como nós que também angariaram débitos e créditos Assim como nós e que estão aqui nessa passagem nesse momento terreno para resgatar algum débito ou não porque tem alguns Alguns relatos espíritas de livros conceituados né na doutrina que dizem que há muitas pessoas autistas que vem por missão Então pessoal evangelizadoras se vocês começarem a perceber uma criança que tá mais quietinha no canto ou não que é eh se movimenta muito que tem alguns movimentos que são repetitivos né Eh o meu menino por exemplo ele

gelizadoras se vocês começarem a perceber uma criança que tá mais quietinha no canto ou não que é eh se movimenta muito que tem alguns movimentos que são repetitivos né Eh o meu menino por exemplo ele instalava os dedos e ficava instalando os dedos parece uma coisa normal de criança mas não era para ele se autorregular depois ele passou a ficar passando a mão no no rosto de tanto que ele passava a mão que saia sangue ele se autom mutilava para poder se regular inserta situações aqui em casa a gente só percebeu o autismo né Depois eh quando ele já tinha dois anos e ele não falava que é uma outra característica né a falta de comunicação todos os Marcos eh motores foram atingidos que que é isso quando a gente tem filho né das evangelizadoras que não não tem a gente tem tem o bebezinho a gente tem que levar todo mês não é meninas todo mês tem que levar no pediatra para ver os Marcos temporais se a cabecinha tá crescendo se sentou se levantou o pescocinho isso tudo o meu menino teve mas aí com dois anos ele não falava e foi a escola que me chamou e disse alguma coisa tá errada e eu não aceitei mas procurei a fono hoje eu sei que a fono eh apesar de ter algumas eh Vertentes que dizem queo também pode dar esse diagnóstico mas hoje Quais são as especialidades que podem acertadamente dar um diagnóstico de autismo para as crianças né os psiquiatras os neuropediatras eh as neuropsicólogos algumas psicólogas que T eh essa especialidade então é importante que a gente saiba disso para que a gente possa orientar as famílias nós sabemos que o diagnóstico ainda é eh algo difícil para algumas famas porque eu não sei vocês mas aonde eu evangelizo há muita vulnerabilidade social então o diagnóstico ainda é algo distante mas nós percebemos algumas características e já encaminhamos através do SUS né está numa fila de espera para que essas crianças tenham a possibilidade de ter as intervenções E aí vocês quem já procurou saber sobre autismo sempre escuta isso que quanto mais cedo melhor por quê Porque o nosso

la de espera para que essas crianças tenham a possibilidade de ter as intervenções E aí vocês quem já procurou saber sobre autismo sempre escuta isso que quanto mais cedo melhor por quê Porque o nosso o cérebro tem uma plasticidade quando é menor né se a gente souber que a gente o treino que ele precisa fazer para eh se desenvolver é mais fácil para os os eh especialistas claro que eh no meu caso com dois anos ele não falava procurei a fon a fono disse que não tinha nada continuei a minha caminhada com o menino né não queria falar ela falava que era preguiça de falar 4 anos a escola Me cham e disse alguma coisa tem porque o comportamento dele tá disto então nós procuramos uma psicóloga mas ela não era especialista em autismo e ela fez um ano de terapia com ele disz que era comportamental que eu precisava ser mais firme enfim e não deu nenhum diagnóstico nós continuamos né quando então com se cinco para se anos nós procuramos uma neuropsicóloga e foi ela que fez os testes e nos deu o diagnóstico foi com esse diagnóstico que nós começamos as intervenções certas para criança gente eu tô falando de forma muito muito muito muito resumida nesse inteirinho o menino se agredia agredia a si e a mim eh ele batia a o o corpo na parede uma forma de chamar a atenção né hoje eu sei que é isso e ele não ficava dentro da sala de aula da evangelização eu eu tenho fotos dele sentado no na porta com pezinho para trás e o bu na sala por quê eu e meu esposo trabalhadores espíritos a gente falava você tem que ir pra evangelização você precisa ficar na evangelização né Nós tínhamos que dar o exemplo mas nós não sabíamos da sensibilidade que ele tinha porque os autistas são muito sensíveis ou não isso também é interessante falar o autismo é um espectro sabe por quê o espectro tem é como se fosse um arco-íris que tem várias cores não é verdade dentro de cada uma daquelas cores ainda tem várias tonalidades isso significa a singularidade dos autistas não existe um autista igual ao outro não existe e o

o-íris que tem várias cores não é verdade dentro de cada uma daquelas cores ainda tem várias tonalidades isso significa a singularidade dos autistas não existe um autista igual ao outro não existe e o autismo geralmente ele não vem sozinho ele vem com uma comorbidade então aqui em casa Eu não aceitei o diagnóstico de autismo eu fui procurar mais alguns psiquiatras porque eu não queria entender o que que era autismo aqui na minha casa por quê gente porque naquela época há 7 anos atrás não tinha tanto não se falava tanto de autismo como a gente tem hoje hoje mesmo eu estava na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás e Recebi uma cartilha sobre o autismo né S algumas com algumas eh alguns conceitos feitos mas isso já tá assim palpável as famílias têm eh acesso a isso né isso é importante os professores isso é muito importante que nós estamos fazendo aqui com as evangelizadoras é muito legal então Eh saber que não existe um autista igual a outro né e que eles V com novidades é importante para uma série de de fatores eu procurei oito psiquiatras Depois dessa neuropsicóloga e cada psiquiatra que eu ia me falava uma letrinha a mais que ele tinha Então teve psiquiatra que falou não ele é ateia mesmo que é o transtorno do especto autista Mas ele também é Todd transtorno opositor desfiador não ele é teia mas ele também é tei transtorno de explosão intermitente e eu fui aprendendo um monte de letrinhas e até que eu caí em mim falei gente eu já tenho alfabeto inteiro Então bora cuidar né Eu até brinquei com H na outra Live que cair em mim de que precisava aceitar o autismo e e fazer as intervenções foi a partir de então dessas intervenções que a gente intensificou que meu menino teve melhoras ele saiu do suporte dois e está no suporte um que que é isso de suporte tem certeza vocês vão me perguntar deixar vocês falarem um pouquinho tô falando falando falando Ana eu acho que esse processo de aceitação né esse processo de de conhecimento de buscar de conhecer de saber esse processo de dessa aceitação é tão é tão

larem um pouquinho tô falando falando falando Ana eu acho que esse processo de aceitação né esse processo de de conhecimento de buscar de conhecer de saber esse processo de dessa aceitação é tão é tão importante e a gente tem que ter essa sensibilidade na casa Espírita Porque muitas crianças ali muitas famílias não chegam para nós e dizem que a criança tem um diagnóstico são poucas as famílias que chegam com essa informação depois que eu peguei o diagnóstico aí E Eu Sou Espírita de berço né Eu brinco que eu brinco não eu evangelizo desde os 8 anos de idade na minha cidade não tinha evangelizar Enfim então eu tenho conhecimento meu pai meu pai sempre fez o culto do Evangelho no Lar a gente sempre conversou sobre a imortalidade para mim não existe outra né vertente eu não entendia outra coisa mas quando eu recebi o diagnóstico eu caí eu não tenho vergonha de dizer isso sabe por porque a gente prisa prisa falar da nossa experiência para que outras mães e para que as evangelizadoras possam ajudar as famílias eu eu passei por um período de depressão sim tem até um nome para isso sabia chama o luto da expectativa do Filho Perfeito e quando o médico falou isso para mim eu falei gente eu tô no mundo de provas e expiações esperando que o meu filho seja perfeito quem sou eu então eu comecei a perceber o que que eu tava Pando daquela criança lembrei do ponto de vista de Kardec e fui buscar na casa Espírita aí Mas voltando ao que você falou esse acolhimento com as famílias é essencial quando a quando a criança autista eh percebe que a família está mais eh Segura que a família eh sabe qual que é o caminho é muito melhor a criança consegue seguir o trilho que ela precisa dependente do suporte hoje a gente fala isso a partir da sm5 que trouxe que é um protocolo eh de apresentação de critérios para o diagnóstico das doenças mentais de um todo partir do dsm5 que é de 2013 eh os requisitos para o autismo ficaram melhores estabelecidos é por isso que nós percebemos um aumento né Tem muita gente falar ah mas todo mundo

enças mentais de um todo partir do dsm5 que é de 2013 eh os requisitos para o autismo ficaram melhores estabelecidos é por isso que nós percebemos um aumento né Tem muita gente falar ah mas todo mundo é autista agora porque não sei o qu Não não é modo autismo Ele tá em tendência por conta disso há mais conhecimento e o dsm5 veio colocar tudo no que era porque antes os a os autistas eram tidos como esquizofrênicos bipolares então el colocava em outra situação em outros rotos porque não havia esses critérios tão definidos bom quando a gente recebe um diagnóstico seja qual for ele a mãe que recebe esse diagnóstico é doloroso por isso que a casa Espírita precisa estar preparada para receber as crianças e as famílias todos não só os evangelizadores porque por exemplo a minha criança ela não espera numa fila E aí Tem passe como que eu passo ela na frente de todo mundo se as pessoas não souberem que ela tem essa limitação vai ficar achando que a é filho de trabalhador já tá dando trabalho né e não é isso eu preciso colocá-lo ele na frente para que ele não se desorganiza na na fila do passe né então lá na minha casa Espírita as pessoas já sabem e ele F ele vai na frente é necessário eh conversarmos mais sobre para que não fique eh estigmatizado sabe por quê gente vocês sabem qual que é a incidência do autismo hoje 15 de abril de 2024 vocês sabem a última pesquisa é de agosto de 2023 que que lá dos Estados Unidos Porque aqui no Brasil a gente não tem como né nem o IBGE perguntou né aqui só perguntava se uma ou outra casa enfim o CDC dos Estados Unidos apontou depois de uma grande pesquisa que a cada 36 crianças até 8 anos uma é autista vou falar de novo a cada 36 crianças uma é autista ou seja numa sala que tem 36 crianças uma vai ser autista mesmo que não tenha o diagnóstico né porque como eu disse para vocês o diagnóstico ainda é um privilégio então nós precisamos acolher essas famílias para que as crianças também se sintam acolhidas e possam se desenvolver é a verdadeira

é porque como eu disse para vocês o diagnóstico ainda é um privilégio então nós precisamos acolher essas famílias para que as crianças também se sintam acolhidas e possam se desenvolver é a verdadeira inclusão e eu acho que esse acolhimento ele só acontece através do conhecimento também né Ana Car quando a gente fala de Conhecereis a verdade e ela vos libertará a gente tem que conhecer então assim é uma sempre falo PR os evangelizadores o primeiro passo pra gente enfrentar um desafio enfrentar uma novidade porque é uma coisa nova a primeira criança eh autista que chega numa sala de evangelização é uma novidade pro evangelizador ele sai da zona de conforto né não é mais o que ele está acostumado Então como que a gente lida com isso eu falo o primeiro passo é buscar conhecimento conhecimento conhecer verdadeiramente né pelo menos os princípios e é oportunidade né é oportunidade acima de tudo então assim quando a gente fala sobre isso de compreender né do do ponto de vista científico e e trazer também esse acolhimento para as famílias É porque quando a gente se propõe a conhecer e a compreender o que é não é pra gente sair dando diagnóstico né ou a gente sair rotulando Ah não sabe por é por causa daquilo é porque porque ele tem isso ou porque ele tem aquilo não Mas acima de tudo para que a gente aguce a nossa sensibilidade né e começa a perceber o que a gente às vezes não percebia o que precisou vir algo gritar para nós né porque naquela sala onde tem né nos 36 que tem um autista quantas outras singularidades especificidades tem que os nossos olhos não né Eh já ali muito no automático não percebe então que oportunidade maravilhosa que a gente tem com isso de abrir mesmo né de expandir as os nossos olhares para tanta singularidades que nós temos enquanto espíritos Imortais que somos eu tenho dito nas formações com os evangelizadores que uma técnica muito legal é realmente fazer a matrícula nós sabemos que tem muitas casas espíritas que a evangelização não tem tanto uma

que somos eu tenho dito nas formações com os evangelizadores que uma técnica muito legal é realmente fazer a matrícula nós sabemos que tem muitas casas espíritas que a evangelização não tem tanto uma organização né mas se você tiver uma folha simples gente coloca o nome da criança chame a família para conversar Às vezes a família não vai dizer um diagnóstico ou falar alguma coisa mas ela vai falar algumas características da Criança e aí se você estudar um pouquinho ler um pouquinho sobre o autismo você já vai tentar entender claro que nós não podemos diagnosticar nós não vamos falar nada mas a gente pode orientar buscar ajuda né E outra coisa sem julgamentos então eu já tive pessoas que chegaram eh para mim olha só que absurdo e disseram Ah mas seu filho deve ter sido suicida em outra vida deve ser por isso que ele é autista né E aí Da onde você tirou isso né enim bom ele tudo bem se ele foi se não foi se foi e daí nós estamos aqui para aprendermos para evoluirmos débito certamente Todos nós temos todos nós Senão nós não estávamos aqui né só um passou por aqui sem débito nenhum e era perfeito não é assim eh mas eu quero trazer para vocês uma frase que Joana de Angela Angeles nos fala naquele livro SOS família não sei se vocês conhecem ela diz assim ó a criança não é um adulto miniaturizado nem uma ca plástica facilmente moldável trata--se de um espírito em Recomeço momentaneamente em esquecimento das realizações positivas e negativas que traz das vidas pretéritas empenhado na conquista da felicidade e aí olha só que interessante o autismo ele é diagnosticado não tem nenhum exame Clínico né não tem nenhum exame eh Laboratorial ele é só do da observação do comportamento então Eh precisa de ter essa essa observação os critérios estão no dsm5 e o que eu quero dizer para vocês que hoje os médicos conseguem diagnosticar menos com menos de um ano as crianças os pais estão com mais conhecimento quando eles percebem algum tipo de característica Eles já buscam ajuda é mais um motivo

hoje os médicos conseguem diagnosticar menos com menos de um ano as crianças os pais estão com mais conhecimento quando eles percebem algum tipo de característica Eles já buscam ajuda é mais um motivo para que aumente eh a os diagnósticos né e isso é muito legal por quê Porque sabendo o que é a gente tem um caminho para seguir que são as intervenções o tratamento nada mais é do que terapias multidisciplinares de acordo com a necessidade da criança ou da pessoa autista então a gente fala hoje A gente não fala mais autista leve Severo e moderado a gente fala de níveis de suporte que é o o a quantidade de suporte que a criança precisa para ter uma vida funcional então Eh por isso que eu falei para vocês o meu menino saiu do suporte dois para suporte um hoje as nossas intervenções são mais no sentido de interação social Aquela fase da agressão né né da eh da impulsividade graças a Deus passou mas ele tem muita sensibilidade então Sabe por que ele não entrava na sala de aula que eu contei para vocês por causa do cheiro e a gente não sabia que era isso e ele não sabia falar ele não comunicava ele não explicava hoje eu entendo que era isso porque a sala era abafada Então qual foi a estratégia a turma dele hoje fica na maior sala que nós temos na casa Espírita porque é mais arejada então quando a gente a gente tem conhecimento do como é a criança como que a criança funciona a evangelização né a casa Espírita tem o dever de adaptar para que aquela aqueles limites né aquelas dificuldades aqueles Desafios que a criança tem sejam superados Então hoje minha criança ela participa da evangelização Mas ele tem um hiperfoco as crianças autistas TM isso hiper Focus e rigidez do pensamento por isso que é muito complicado mudar a rotina deles e aí mais uma estratégia que eu falo sempre paraas evangelizadores que dá para fazer pra sala inteira aliás gente quem não gosta de saber o que que vai acontecer no dia não é verdade Nós também gostamos de ter previsibilidade então a previsibilidade

s evangelizadores que dá para fazer pra sala inteira aliás gente quem não gosta de saber o que que vai acontecer no dia não é verdade Nós também gostamos de ter previsibilidade então a previsibilidade é a chave para com os autistas que que eu tenho falado lá na casa Espírita chegou escreva no quadro ou mostre pras crianças o que que vai acontecer ó agora nós vamos fazer a prece Depois tem alegria Cristã depois a gente vai fazer uma história e vai ser assim sabe por quê o o pensamento deles já vai se preparando para aquilo Porque eles também têm uma dificuldade de um pensamento se for TDH uma coisa anula a outra e o pensamento é acelerado por isso da singularidade gente tá vendo as evangelizadoras ficam um pouco preocupadas às vezes com eh temor né de de receber essas crianças mas são crianças de uma inteligência são crianças que entregam tanto né Eh eu não sei se a gente vai ter tempo aqui de eu contar algumas historinhas do T mas assim como me emociona saber o quanto a evangelização o auxiliou nesse processo né de sair lá do suporte dois que ele já tava indo gente para um suporte de sabe de eu e ele né já tendo que internar eu ia para as festas de aniversário com ele por exemplo e eu morria de vergonha porque ele queria destruir a mesa do Poo depois a gente foi entender o que que era o barulho a sensibilidade auditiva ele não sabia me falar isso e eu não entendia o porque que ele se desorganiza daquela forma era o barulho que que a gente fez comprou o abafador e a gente explica para ele antes Olha nós vamos pro aniversário lá vai ser assim hoje sabe o que que ele faz na hora do Parabéns ele sai de perto ele vai pro banheiro por quê autoconhecimento Mas ele já é um rapazinho de 10 anos né treinamento há 6 anos já com terapias para que ele entenda que quando tiver um barulho muito alto ele eh procure o silêncio eh mais alguma pergunta é você falou duas coisas interessantes Ana Car sobre a rotina né a gente sempre que tem oportunidade a gente fala para evangelizador sobre a

uito alto ele eh procure o silêncio eh mais alguma pergunta é você falou duas coisas interessantes Ana Car sobre a rotina né a gente sempre que tem oportunidade a gente fala para evangelizador sobre a rotina ela surgiu muito na evangelização com a evangelização de bebês né a partir da evangelização de bebês porque ali a gente tem a rotina direitinho com os bebês é é necessário para eles mas isso a gente pode estender para todas as faixas etárias a criança saber isso traz segurança ela saber exatamente o que que vai acontecer que a aula tem uma uma sequência para ela saber se tá no meio se tá quase no fim então isso é muito legal a gente sempre tem para todas as crianças para todas todas para todas né independente e também que você comentou agora da a gente nós enfrentamos muito na evangelização de bebês esse constrangimento das Mães Porque as mães estão em sala com os bebês e elas ficam envergonhadas elas ficam constrangidas já chegou mãe falar para mim falar eu acho que eu não volto mais na aula de evangelização porque meu filho tá atrapalhando a aula e aí é o momento da gente acolher da gente ter essa essa escuta sensível e direcionar da melhor forma eu falo muitas vezes eu falo eh para elas saírem da sala um pouco se elas sentirem que que o bebê tá nervoso ou que o barulho tá incomodando que elas saiam da sala dá uma volta com a com o bebê lá fora depois voltem pra aula se elas acharem que que que é o momento então a gente ter essa essa sensibilidade gente porque a mãe muitas vezes na maioria das vezes ela tá está constrangida exato Ela tá com vergonha ela tá con anida né E a gente tem que ter essa empatia a gente tem que ter essa essa solidariedade esse olhar sensível para essa famí você me fez lembrar que eu quase Desisti de ir pra casa Espírita por conta dele eu fiquei mais de seis meses sem ir ir para qualquer qualquer evento de Família Natal eu ficava em casa com ele falava pro meu esposo você quer ir com a menina vai eu vou ficar com ele fugindo Porque se deixar isso que a gente faz a gente

para qualquer qualquer evento de Família Natal eu ficava em casa com ele falava pro meu esposo você quer ir com a menina vai eu vou ficar com ele fugindo Porque se deixar isso que a gente faz a gente põe num casulinho e quer deixar falar né por conta disso do constrangimento de não saber o que fazer né Eh teve um aniversário que eu tive que cono e nós dois caímos no chão precisou de dois homens para tirá-lo de lá e Nossa meu Deus como eu fiquei mas foi a casa Espírita através das amigas dos companheiros né que não me fizeram desistir E é isso que você tá dizendo é o acolhimento mas é também o conhecimento hoje eu também falo muito de estratégia de ter os grupos de pais para passar essas informações né tem algumas casas espíritas que não t então é importante ter a evangelização de adultos ter a evangelização fazer a reunião com os pais para mostrar isso principalmente para lembrá-los que a casa Espírita é um hospital de almas é uma escola de almas e no hospital não tem pessoas sãs não é verdade inclusive nós nós vamos pra casa espírita para buscar alento consolo instrução e nós não podemos furtar isso das Crianças Então eu queria contar para vocês que me emociona muito que em 2022 nós passamos por uma dificuldade muito grande que foi a perda do primo mais velho do meu menino que tinha 9 anos a época por causa de um câncer agressivo e naquele momento eh eu tinha muito receio de como falar isso pro meu menino né que na época Ele tem 10 Hoje ele tinha sete e era muito apegado é muito apegado ao primo mas os terapeutas me disseram objetividade é tudo pros autistas não adianta gente eles têm a teoria da mente nós temos também a teoria da mente para eles não funciona is significa o quê que eles não entendem o que o como o outro pensa então muita gente Julga os os autistas Pens falando assim ah eles não tem Eles não têm sentimento não é isso eles são tão objetivos e literais que eh eles não entendem o Como que você pensaria como que você tá pensando naquela situação então eu ficava pensando como que eu ia

les não têm sentimento não é isso eles são tão objetivos e literais que eh eles não entendem o Como que você pensaria como que você tá pensando naquela situação então eu ficava pensando como que eu ia contar pro T aquele processo que tava acontecendo com o primo né mas os os os médicos diziam seja objetiva conte a verdade né e ele evangelizado evangelizando desde o ventre então passou-se Infelizmente o Jean Lucas veio a desencarnar com 9 anos e eu estava lá em barretes quando ele desencarnou né Fizemos lá a prece e tudo foi assim muito muito difícil pra família e quando eu cheguei eu contei pra menina que na época tinha 11 anos né ela chorou muito e tal entendeu não quis ir ao velório Ok e para ele eu não tive coragem de contar sou o velório no dia depois que a gente passou tudo eu contei para ele que o primo tinha desencarnado e falei Exatamente isso porque o médico disse não vai falar para ele que virou estrelinha você você falar para ele que virou estrelinha ele vai ficar pensando como que uma pessoa vira estrel e ele vai entendeu E aí eu falei para ele cheguei té ele passou por uma doença o corpinho dele não aguentou e ele desencarnou meu menino não falou nada eu pensei não entendeu deixei no outro dia ele fez uma pergunta Como que ele foi enterrado aí eu contei olha T quando o corpo eh todo mundo vai ser enterrado porque o corpo é só o corpo né o espírito vai tudo que a gente fala na evangelização uhum falei para ele só um pouquinho mas ele tava com qual roupa ele foi processando e foi me perguntando as coisas 10 dias depois no culto do Evangelho no Lar a gente fez uma prece pelo primo e ele caiu no choro ele chorou muito mas muito ele desabafou tudo assim eu acho que foi quando ele entendeu E aí depois disso né a gente conversou falou Té nós vamos conseguir nós vamos encontrar com ele em sonho né Nós vamos ter oportunidades ele não morreu tudo isso que a gente ensina na na evangelização desde pequenininho pras crianças e hoje é muito interessante porque nos cultos todo culto ele lembra

onho né Nós vamos ter oportunidades ele não morreu tudo isso que a gente ensina na na evangelização desde pequenininho pras crianças e hoje é muito interessante porque nos cultos todo culto ele lembra porque a gente divide aqui né quem vai fazer o quê e ele na prece dele ele sempre pede Senhor Jesus peça pro Jean Lucas me encontrar hoje porque a gente vai jogar futebol e é com tanta naturalidade e é com tanto amor que ele fala isso que eu agradeço a evangelização a não desistência de levá-lo porque todas as vicissitudes da vida eh que ele que ele precisar passar porque gente o autismo a gente fala muito eu falo sorrindo eu falo conto histórias na formação sabe a gente ri muito mas não é romântico cada dia é um dia então tem dia que um um um alimento diferente desregula então as mães atípicas vão me entender eh uma Teve uma época que ele comia só bisnaguinha imagina para uma mãe uma criança que só come bisnaguinha não tem vitamina nenhuma não tem nada mas era o que ele comia O que que a mãe faz dá aquilo a nutricionista quase morre né mas enfim eh e é cada dia o seu mal mesmo se não fosse a terapia da casa Espírita o fortalecimento com Os cultos do Evangelho no Lar e teve época que a gente fez todos os dias foi num tratamento na casa Espírita de fluidoterapia que o mentor me pediu para que fizesse o culto todos os dias então quando ele sente que vai se desregular ele já pega o evangelho numa situação na escola ele não não escreve né ele gosta muito de matemática então hiperfoco dele é matemática objetividade mil mas não pede para ele interpretar texto não escrever hum gosta não mas aí ele precisava eh naquelas atividades de sondagem no início do ano e precisava escrever o que era ele e ele escreveu meu nome é T E eu sou luz então é algo que a gente fala muito no Evangelho no Lar aqui em casa Todos nós somos luzes e o que que a gente pode levar pro outro né eu tenho para mim que os autistas eh Independente de julgamento que que fez Sabe eles existem desde sempre em

elho no Lar aqui em casa Todos nós somos luzes e o que que a gente pode levar pro outro né eu tenho para mim que os autistas eh Independente de julgamento que que fez Sabe eles existem desde sempre em 1984 uma uma família levou o autista para Chico Xavier naquela época nem se falava de autismo era idiotia né enfim e Chico conta né fala para Valdo essa criança é autista e a mãea precisa fazer muita oração Principalmente a mãe para que essa criança continue encarnada os autistas ficam no seu mundo porque eles recordam mais do plano espiritual gente eu acho que se eu recordasse do plano espiritual eu também ia querer ir não ia querer ficar aqui então os autistas são isso é um jeitinho diferente de ver que nós temos que nos adaptar e quando a evangelizadora pega o jeito com a rotina estabelecida vida com sabe o que que eu fiz com o meu autista eu eu sou sozinha dentro da sala que essa é a realidade de muitas casas espíritas né poucos trabalhadores eu não sei se é assim Mas na minha casa são poucos trabalhadores você você fica na sala com hotel na evangelização ele fica na sala não é uma regra que a gente pôs mãe não fica com seu filho da evangelização porque sãoos né mãe evangelizador isso é é eles são muito espertos né o té comigo n é uma coisa o tel contra evangelizador é outro então a gente não eu tenho mas eu tenho um autista na minha sala e eu sou sozinha e ele precisa de suporte que que eu faço eu chamei a criança maior que eu tenho na sala expliquei para ela a situação e ela fica do ladinho do meu autista me ajudando então há várias estratégias que a gente pode eh fazer e adaptar para que a gente possa ter eh momentos e e conseguir passar o conteúdo outra Outra coisa o té ele tem hiperfoco em LEGO você sabe aquelas pecinhas de montar sim então eu a gente fez um combinado com a evangelizadora dele ele tem uma caixa enorme né então ele não leva a caixa enorme porque senão as outras crianças se desorganizam dentro da sala ele pode levar um pouquinho ele leva como ele não

com a evangelizadora dele ele tem uma caixa enorme né então ele não leva a caixa enorme porque senão as outras crianças se desorganizam dentro da sala ele pode levar um pouquinho ele leva como ele não escreve e ele já tá num num nível mais adiantado ele responde as questões através do lev então outro dia ele precisava falar sobre a família e ele fez a família dele com LEGO no culto do Evangelho no Lar então Minhas irmãs tem jeito é a gente hoje hoje ser evangelizadora Não adianta só ter Boa Vontade a gente sabe disso a gente precisa ter conhecimento e buscar mais conhecimento Mas se a gente tiver essa Boa Vontade guiada orientada a gente consegue atingir esses corações como o meu filho é atingido e como eu sei que outras crianças também são e como vocês estavam falando não são só os autistas está chegando para nós muitas crianças com dificuldades Eh que que da família mesmo nós estamos passando por um momento e isso aí todo mundo tá vendo de modificação e tá Power essa essa transformação tá a 1000 por hora e a gente tá vendo isso muitos transtornos mentais né muita depressão dentro da da casa Espírita muitos melindres se a gente não se amparar um aos uns aos outros se a gente não se amparar no estudo e no trabalho a gente não vai conseguir passar então isso é muito importante então eu coloquei aqui para vocês eh que nós precisamos mais é observar e acolher a família porque quando isso acontece a gente consegue caminhar com essa criança sem dúvida porque nós falamos aqui né o quanto eh Você conhece o seu filho e ajuda as evangelizadoras a lidarem com isso eu acho que isso para mim foi uma mensagem que ficou muito clara do quanto nós evangelizadores precisamos nos aproximar cada vez mais da família e compreender a criança então nós tivemos aqui algumas perguntas né uma delas eu acho que você já respondeu a pergunta da Elisama que ela falou com o que fazer né se a gente deixa uma pessoa só uma pessoa por conta da do da da criança autista mas a gente sabe que a maior a realidade da maioria

já respondeu a pergunta da Elisama que ela falou com o que fazer né se a gente deixa uma pessoa só uma pessoa por conta da do da da criança autista mas a gente sabe que a maior a realidade da maioria das casas é igual a sua né Ana cara u evangelizador tá sozinho em sala ou estão de dois em sala não tem como ter um evangelizador para cada criança e se o suporte é maior se ele precisa de um suporte maior permita que a mãe fique né O importante é que essa criança esteja na evangelização recebendo o tratamento recebendo o conteúdo você acha que ela não tá ouvindo ouve tudo Independente se ela é verbal se ela é não verbal entendeu eu eu tenho experiência aqui em casa gente a gente acha que ele não tá ouvindo porque ele tá lá no Lego ele dá notícia de tudo todas as histórias ele fez um teatro sobre família eu tenho provas Tá tudo gravado e olha essa sua fala responde também duas pessoas colocaram aqui a Márcia e a Daniela perguntaram eh sobre a criança que não interage Eu acho assim a maneira deles interagirem é muito diferente do que a gente do que a gente espera Talvez nós estamos esperando demais deles né e eles não vão interagir como nós estamos acostumados né é igual vocês falaram no início nós estamos muito acostumados com aquela criança que dá o o feedback o tempo todo né e estão chegando para nós outros tipos e é isso é normal que chegue mesmo nós estamos em transformação e as crianças têm que ir paraa casa Espírita mesmo essa ajuda somos nós que temos que dar mesmo né então vamos nos preparar para recebê-las e tem também essa pergunta da Uni teve justamente em relação ao planejamento da aula né se então a gente devia observar a a condução digamos a partir da criança autista e na verdade no que a gente tá tá ouvindo e tá refletindo juntos é justamente no sentido de quando a gente não existe a criança autista né Cada um tá trazendo um pouquinho de si ali e se a gente observa o nosso agrupamento a gente consegue trazer o que vai fazer fazer sentido para cada um deles o nosso

nte não existe a criança autista né Cada um tá trazendo um pouquinho de si ali e se a gente observa o nosso agrupamento a gente consegue trazer o que vai fazer fazer sentido para cada um deles o nosso agrupamento porque não é um estereótipo né a gente tá falando disso aqui é um espectro muito amplo pra gente parar e pensar Ah não todos os autistas são assim então isso é muito especial porque a gente tem que olhar com profundidade né para todas as nossas crianças e aí você falou uma coisa essencial eh a programação da aula né o planejamento quantas casas eu passo e as e as evangelizadoras não para planejar às vezes elas entram na internet pegam uma aula pronta e é aquilo gente não podemos ser assim mais né passou dessa época nós precisamos nos preparar para as nossas crianças e cada uma delas e quando a gente sabe como é a nossa sala igual a Emily tá falando a gente até coloca eh dinâmicas Diferentes né que vão o autista as peculiaridades Dele deles precisam ser respeitadas como por exemplo a sensibilidade Ao Cheiro que eu falei para vocês ou eh auditivo ou da comida né mas isso é com o observar o conhecimento conversar com a família estar mais próximo mesmo aquela família que tem vergonha que tem o constrangimento de dizer o que tá acontecendo o jeito de falar né Às vezes a evangelizadora não consegue mas chama alguém algum amigo ou ou uma evangelizadora que tá coordenando o trabalho para conversar com essa família com certeza dá certo sim e é é legal a gente quando tem o o papel da coordenadora da Coordenação é legal o evangelizador reportar paraa coordenação porque muitas vezes ali no no final da aula ele tá ali naquela ansiedade A aula foi difícil ele já tá cansado ele abordar o conversar com a mãe e o pai o responsável talvez não seja o melhor momento né então é melhor ele repassar pra coordenadora talvez em algum momento mais propício ela entre em contato com a família ou sondando alguma coisa para ver se percebe se capta alguma alguma particularidade dessa criança inclusive Taíssa é uma

nadora talvez em algum momento mais propício ela entre em contato com a família ou sondando alguma coisa para ver se percebe se capta alguma alguma particularidade dessa criança inclusive Taíssa é uma estratégia bacana que a a família leve a criança na casa Espírita num dia que não é da evangelização para mostrar a casa espírita para essa criança lembra que a gente falou sobre previsibilidade inclusive daquele local outra coisa eh é importante que a casa Espírita também tenha um espaço que seja aquele que vai ser da evangelização daquela criança por todo semestre ou por todo ano porque toda modificação traz desorganização claro que se não tiver jeito é necessário conversar explicar Aí você vai falar assim ah mas as crianças pequenininhas Pois é aí nós temos que adaptar a forma e outra coisa gente nós sabemos que estamos falando com espíritos Espíritos milenares não é assim que a gente aprende lá na evangelização dos bebês tem muitas evangelizadoras falam mas eu vou ficar falando bebê não fala nada e tal você tá falando com espírit espírito então nós temos que lembrar que as crianças autistas ou todas as crianças são espíritos milenares e a gente precisa conversar com esses espíritos milenares explicando inclusive é uma estratégia que eu aprendi no tratamento que eu fiz com o meu menino conversar com ele enquanto ele dorme Uhum eu não tô conversando com o corpinho tô conversando com o espírito pedindo perdão pedindo para que conversando com ele no sentido de meu filho nós estamos aqui encarnados para passar por essa prova nós vamos passar juntos e vai dar certo porque se você tem uma família entendeu isso é um tipo de orientação que a gente pode dar pras pras famílias Independente se é autista ou não gente hoje as crianças estão TDH Tod T estão burbur aí burbur e a gente precisa auxiliar essas famílias exato e observar né a oni colocou aqui que teve uma experiência que é criança não gostava de balão Então ela eles tiveram que adaptar e é por causa do barulho então tem várias outras

ar essas famílias exato e observar né a oni colocou aqui que teve uma experiência que é criança não gostava de balão Então ela eles tiveram que adaptar e é por causa do barulho então tem várias outras questões a gente tem um caso de um evangelizando que não podia apagar luz na hora da prece então gente tá tudo bem e faz a prece de luz acesa e tá tudo certo então tudo que a gente vai percebendo e conhecendo as crianças em sala de aula a gente vai adaptando E aí quando a gente for planejar a aula a gente já vai ter o cenário E isso não é só nesse caso gente quando a gente planejar a gente tem que ter em mente e nós sabemos que os mentores espirituais né De acordo com a literatura que os mentores espirituais das crianças eles auxiliam e se utilizam dos evangelizadores no momento em que eles estão preparando a aula para auxiliarem nesse processo de evangelização das Crianças então por isso que não dá mais pra gente planejar aula um dia antes meia hora antes de ir paraa casa Espírita A gente sabe do nosso compromisso da nossa do nosso comprometimento com a tarefa então a gente precisa de um tempo para preparar a aula e dar essa oportunidade para que nós sejamos intuídos para que nós possamos ser realmente instrumentos nesse nesse auxílio de evangelizar as crianças e essa aação né também ó porque a gente vai se despindo de tantos conceitos equivocados né Então essas questões por exemplo que às vezes são assim são até às vezes dogmáticos né Ah porque a gente tem todo mundo tem que fechar o olho para fazer fazer a prece tem que fazer prece com luz apagada se a gente contar a história e as crianças não tiverem olhando pra gente é porque a história não foi então a gente vai se despindo de algumas coisas que não fazem sentido né meninas eu tenho falado que os autistas muita gente romantiza né e fala ah os autistas síndrome de D vieram para mudar o mundo são an azuis e tal não existe nada disso nós estamos aqui para mudar o mundo Todos nós nós estamos encarnados nesse planeta nós nós imploramos para vir

autistas síndrome de D vieram para mudar o mundo são an azuis e tal não existe nada disso nós estamos aqui para mudar o mundo Todos nós nós estamos encarnados nesse planeta nós nós imploramos para vir neste momento de transição para modificarmos o planeta mas eu tenho certeza que os autistas vieram para modificar o mundo daqueles que estão próximos dele por o nosso olhar nosso caminhar é completamente diferente a gente começa a ver o mundo de uma maneira diferente pelo olhar deles que é um olhar muito mais simplório Porque nessa da objetividade a gente começa a pensar mas é mesmo então eu eu até falo que eles são muito ingênuos né ingenuidade de coração assim porque eles brigam aqui com coleguinha vira as costas tá de boa então Eh meu menino ele sofre muita muito bullying vamos dizer assim né ele ele às vezes ele é colocado de lado porque ele não consegue interagir com os coleguinhas e para ele ele não sofre Quem sofre somos nós os pais que ficam vendo na nas festinhas ele não interagindo ou na escola né Oi Maria Eduarda um beijo Eh mas eles Com certeza eu sou uma pessoa muito muito muito melhor a mãe a mãe quando nasce o filho já é uma Reforma Íntima forçada né gente a mãe verdadeira que quer passar bons valores tem que dar o exemplo mas a mãe atípica a essa E aí eu estava escutando o Divaldo hoje e ele diz que o autismo ele não vem como eh como consequência de Atos só do autista família também o auxiliou de alguma forma e a família precisa passar por aquilo só que se não fosse a casa Espírita se não fosse a evangelização e é por isso que eu me proponho a falar da minha história nós não conseguiríamos eu não estaria aqui se não fosse a casa Espírita se não fosse aquele mentor me dizer para fazer culto todos os dias se não fosse a evangelização Espírita infantil para dar o sustentáculo porque é igual vocês disseram a evangelização é um alto é uma alto evangelização né e eu vejo o progresso que o meu menino teve e sei que dá certo dá certo então a água fluidificada fluidoterapia os o culto do

igual vocês disseram a evangelização é um alto é uma alto evangelização né e eu vejo o progresso que o meu menino teve e sei que dá certo dá certo então a água fluidificada fluidoterapia os o culto do Evangelho no Lar meu Deus o culto gente Às vezes a gente não dá o valor que ele tem e o culto aqui em casa são 15 minutos mas a gente faz o culto e todos participam e a semana que não tem o culto aqui tem problema e a minha criança ela foi medicada por um tempo para que ele quando ele tava lá no suporte dois porque ele precisava da medicação para ficar dentro da sala da terapia depois de um tempo nós retiramos a medicação Hoje ele tá com a homeopatia Olha que maravilhoso Isso é uma criança suporte um hoje mas a gente não deixa de levar pras pras terapias e a família toda está em tratamento então nós estamos na casa Espírita nós não não deixamos que a gente sabe que lá é o nosso tratamento parei de falar com ele à noite porque eu eu tô assim tombando né gente ao que cansaço Mas se for necessário eu volto a falar com ele e é isso a gente aprende muito e eu tenho certeza que as evangelizadoras T muito muito Olha eu sou muito agradecida à evangelizadoras do hotel né evangelizadora que já chegou para mim essa que é hoje dele ela fez a formação comigo na última carnaval que a gente teve e ela ela confessou lá que teve momentos que ela pensou em desistir porque ela não soube entendê-lo E aí eu abracei e falei minha irmã mas nem eu sou mãe o entendo não coloque isso né as as evangelizadoras Com certeza fazem o seu melhor é claro que a gente tem que buscar conhecimento e saber essas peculiaridades sabe essas coisinhas mínimas uma sala mais ampliada Menos barulho não levar balão a gente pode trocar o balão por outras coisas não é coisas simples que a gente pode fazer e que dão muito resultado hoje o meu menino não hoje o meu menino é trabalhador na casa Espírita gente outro dia nós tivemos a a beleza solidária porque a gente vai pro posto de assistência lavar a mãozinha das crianças o pezinho e tal e eu não

não hoje o meu menino é trabalhador na casa Espírita gente outro dia nós tivemos a a beleza solidária porque a gente vai pro posto de assistência lavar a mãozinha das crianças o pezinho e tal e eu não coloquei nenhum posto porque não coloquei ele em nenhum trabalho porque eu falei pensei ele vai machucar uma criança não vou colocar ele foi lá na evangelizadora dele e falou minha mãe não quer deixar eu ajudar a evangelizadora veio me puxar a orelha Sim ele é da turma ele vai ajudar eu ai meu Deus né vai machucar uma criança mas gente que gracinha ele lavou a mãozinha passava fazia carinho sabe Então não vamos subjulgar os autistas vamos olhar pras potencialidades que eles têm e não pras limitações porque as limitações a gente dá um jeito a gente consegue a gente coloca alguém perto a gente leva o LEGO deixa o menino levar o LEGO ele tá fazendo lá o negócio dele tá ouvindo né E não é só isso de sei que tem autistas que gostam de um bichinho tem hiperfoco em carrinho gente tá tudo bem o importante é ouvir o evangelho de Jesus muito obrigada Ana carita eu acho que a gente já vai para finalizando a Live se deixasse a gente ficava aqui até 10 horas da noite falando porque tem muito assunto né Nós já vamos aí para 1 hora de Live Então vamos para as nossas considerações finais né eu gostaria só de ressaltar que você comentou né de talvez chamar a mãe ou um responsável né Eu acho que isso é muito muito válido principalmente na fase de adaptação da criança porque é a primeira vez que ela tá chegando ali na casa Espírita muitas vezes ela não conhece o ambiente ela não conhece o evangelizador então assim acolher E permitir que um familiar fique em sala com a criança eu acho que é é afetuoso é é realmente acolher é trazer o responsável que é a pessoa que ele tem segurança e quem sabe mais para frente ele consiga ficar sozinho mas algumas crianças não conseguem nós tivemos uma criança né Emily que até aos 8 anos o pai ainda fica em sala ele não tem segurança de ficar sozinho e o pai é

s para frente ele consiga ficar sozinho mas algumas crianças não conseguem nós tivemos uma criança né Emily que até aos 8 anos o pai ainda fica em sala ele não tem segurança de ficar sozinho e o pai é extremamente grato ele fala gente eu sou tão agradecida de vocês me deixarem ficar em sala né E para ele tá tudo bem para ele tá tudo bem ficar e a gente tem que ter essa essa abertura A gente tem que ter essa essa flexibilidade e tratar de forma natural gente natural para não constranger ninguém julgar ninguém ali é a casa de todo mundo é o hospital de amor é a casa das Almas é ali que eles T que tá mesmo sim é e a gente traz muito Exatamente isso do acolher consolar esclarecer iluminar mas às vezes falta pô em prática né é muito bonito quando tá lá na parede da casa Espírita mas para além disso a gente precisa internalizar trazer pros nossos corações não é fácil porque muitas vezes são corações né enrijecidos Eh machucados difíceis ali né a plasticidade passou longe e nós estamos aqui nessa nessa função exatamente para também né Eh amaci armos um pouquinho esse solo né perceber o quanto nós também precisamos aprender então assim eh é mais uma vez para cada evangelizador né que se propõe a a est aqui essa noite a compartilhar mais um pouquinho de tudo isso que ouviu ampliar os olhares se despir de preconceitos mudar um pouquinho a forma de de olhar né pras crianças e paraas suas famílias é uma uma doce oportunidade mesmo porque a gente tem tanto para aprender não só sobre isso mas sobre tantas outras coisas e as vivências que nós já tivemos né Taísa assim que são poucas têm sido maiores com o passar do tempo mas nos ensinaram tanto nos fizeram como você disse na Car Assim você nos perguntou né antes no início se a gente tinha convivência se era na sala de evangelização se era na família e Sem dúvida nenhuma assim a o primeiro contato que eu tive eh com o autismo foi na evangelização e foi de através de acompanhando a vivência de uma mãe que mudou para mim assim foi uma

era na família e Sem dúvida nenhuma assim a o primeiro contato que eu tive eh com o autismo foi na evangelização e foi de através de acompanhando a vivência de uma mãe que mudou para mim assim foi uma um divisor de águas tanto do meu olhar pro autismo paraas crianças como um todo pra maternidade atípica né E para o que que aquilo representava para nós enquanto evangelização então a gente pode aprender e mudar tanto o nosso trabalho e isso assim impacta É é quase que uma geração porque eu acho que a gente tem ali o nosso trabalho antes deles e depois deles então e eles que eram Gente o que eu quero dizer de de finalmente é que há muita coisa na internet para ler sabe mas procurem eh eh notícias fidedignas tem muita bobagem sendo falado que vacina dá autismo gente não existe isso eh colocam muita culpa na mãe Ah a mãe usou tela demais isso eu ouvi de uma terapeuta você usou tela demais seu filho vem altisa então assim tem muita coisa errada por aí inclusive no meio Espírita não vamos colocar todos no mesmo Balaio porque não é assim a gente sabe que não é então vamos estudar mais principalmente o pentateuco de Allan Kardec né da doutrina espírita que nos responde muita coisa e vamos ter um olhar mais sensível para essas crianças né Eh elas precisam da casa Espírita elas precisam das evangelizadoras né talvez a gente vocês não consigam tocá-las o meu menino não gosta de toque já tem artistas que amam toque então cada um é cada um ele não gosta de toque mas ele olha ele canta porque ele foi treinado por uma evangelizadora e eu sou muito grata aos evangelizadores e é isso obrigada pela oportunidade que nós tenhamos mais falas que nós possamos falar mais sobre autismo para que seja normal né hoje ainda é um tabu né Às vezes a mãe Fala Baixinho mas que deixe de ser porque tá tornou normal gente cada 36 um é autista Obrigada viu pela oportunidade Obrigada a você boa noite pessoal obrigada a todo mundo que esteve conosco nessa Live estamos à disposição podemos marcar uma outra conversa né Ana carita

6 um é autista Obrigada viu pela oportunidade Obrigada a você boa noite pessoal obrigada a todo mundo que esteve conosco nessa Live estamos à disposição podemos marcar uma outra conversa né Ana carita podemos pensar numa formação presencial mas aí prestigiarem só as pessoas que estão em goian na sua na sua proximidade mas muito obrigada obrigada por você pela sua dedicação pela sua fala pelo seu carinho muito obrigada boa noite F com boa noite gente até mais

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