AS ALEGRIAS DA BENEFICIÊNCIA - Adolfo Marques [PALESTRA ESPÍRITA]
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Per de coração a paz dentro de mim que [música] encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo [música] tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. [música] Obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Muito boa tarde a todos que nos assistem, que nos ouvem pelas redes sociais vinculadas a essa nossa casa, Comunião Espírita de Brasília e a todos vocês, encarnados e desencarnados que comparecem essa casa para mais uma atividade da casa. Certamente todos que frequentam a quarta-feira às 16 horas devem estar sentindo falta da nossa querida amiga Rute Daia, que nesse instante não está podendo estar conosco, mas na próxima eh na próxima quarta-feira, nesse horário, ela estará presente trazendo as suas mensagens tão edificantes e acolhedoras. Meus queridos irmãos, para a nossa harmonização, é, selecionamos uma mensagem desse livro Episódios Diários, de autoria do espírito Joana de Angeles na psicografia do nosso saudoso e querido Divaldo Franco. é a mensagem número nove, que tem o título Ação Bondade e Joana inicia e faz a sua reflexão da seguinte maneira. E essa mensagem tem muito a ver com o que faremos, o que falaremos hoje na nossa palestra. diz ela, "A cobrança da gratidão diminui o valor da dádiva." Quer dizer, quando você cobra a gratidão, diminui o valor da dádiva. O bem não tem preço. Por quê? Pois que a semelhança do amor igualmente não tem limite. Quando se faz algo meritório em favor do próximo, aguardando recompensa, eis que se apaga a qualidade da ação em favor do interesse pessoal grandemente pernicioso. O Sol aquece e mantém o planeta sem qualquer exigência. A chuva abençoa o solo e o preserva rico em nome do Criador, sustentando os seres e se repete em períodos ritmados, não
grandemente pernicioso. O Sol aquece e mantém o planeta sem qualquer exigência. A chuva abençoa o solo e o preserva rico em nome do Criador, sustentando os seres e se repete em períodos ritmados, não pedindo nada. O ar, que é a razão da vida, existe em tão harmonioso equilíbrio e descrição que raramente as criaturas se dão conta da sua imprescindibilidade. Faz o bem com alegria e no ato de realizá-lo, fluirás a sua recompensa. Ajuda a todos com naturalidade, como dever que se impões a favor de ti mesmo e te aureolarás de paz. Se estabeleces qualquer condição para ajudar, desmereces a tua ação, empalidecendo-lhe o valor. Une-te ao exército anônimo dos heróis e apóstolos da bondade. Ninguém te saberá o nome. No entanto, o pensamento dos beneficiados sintonizará com a tua generosidade, estabelecendo pontes de ligação e segurança para a harmonia do mundo. Os que se destacam na ação comunitária e são aplaudidos, homenageados, sabem que sem as mãos desconhecidas que os ajudam, coisa alguma poderiam produzir. Sim, os benfeitores verdadeiros são os da retaguarda e não os que brilham nos veículos de comunicação. Aproveita o teu dia e vai semeando auxílios, esparzindo bondade de que esteja rica a tua vida e provarás o licor da alegria na taça da felicidade de servir. harmonizado que já estamos. Eu convido a todos para a nossa prece inicial. Quem se sentir confortável pode fechar os seus olhos e vamos unir o nosso coração em prece, agradecendo o nosso pai criador, essa inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. e a Jesus, nosso guia, nosso modelo, aos nossos mentores espirituais e ao patrono dessa casa, Bezerra de Menezes, para que estejam conosco nesse instante, que possam nesse momento adentrar a nossa tela mental e verificar o que que se passa nela, o que estamos buscando, aqueles conflitos que pretendemos resolver e que nesse instante de reflexão, as palavras que aqui que forem ditas possam nos servir para nos consolar e para nos mostrar uma maneira de caminharmos junto a Jesus.
nflitos que pretendemos resolver e que nesse instante de reflexão, as palavras que aqui que forem ditas possam nos servir para nos consolar e para nos mostrar uma maneira de caminharmos junto a Jesus. Que todos nós possamos ser abençoados. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Ontem, no dia de ontem, estivemos aqui nessa casa, nesse mesmo horário, fazendo uma palestra. E o tema que foi escolhido e que foi refletido ontem foi: "Por que devo praticar o bem?" Era uma pergunta, por que devo praticar o bem? Ou poderíamos dizer também, porque devo praticar a beneficiência? Isso conversamos ontem e hoje o tema é exatamente sobre as alegrias que nascem da beneficência, ou seja, as alegrias que s que surgem quando praticamos o bem. E não poderíamos iniciar essa nossa fala sem lermos uma mensagem, a mensagem que é fonte do que falaremos. E essa mensagem está no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 13, item 11, que tem exatamente esse título, beneficiência. E ela eh ela é é trazida por Adolfo, bispo de Argel, bordô, 1861. Vou ler apenas um trecho da mensagem que diz assim: "A beneficência, meus amigos, dar-vos a neste mundo os mais puros e suaves deleitos, deleites, as alegrias do coração que nem o remorço, nem a indiferença perturbam. Ó, pudesses compreender tudo o que de grande de agradável encerra a generosidade das almas belas? sentimento que faz olha a criatura as que olha as criaturas outras como olha a si perdão a si mesma e se dispa, jubilosa para vestir o seu irmão. Pudesses, meus amigos, ter por única por única ocupação tornar felizes os outros? Quais as festas mundanas que poderias comparar as que celebrais quando, como representantes da divindade, levais à alegria essas famílias que da vida apenas conhecem as vicissitudes e as amarguras. Quando vedes nelas semblantes macerados refugirem subitamente de esperança, porque faltos de pão os desgraçados ouviam seus filhinhos ignorantes de que viver é sofrer, gritando repetidamente a chorar essas palavras que com agudo punhal se lhes
ugirem subitamente de esperança, porque faltos de pão os desgraçados ouviam seus filhinhos ignorantes de que viver é sofrer, gritando repetidamente a chorar essas palavras que com agudo punhal se lhes enterravam no coração materno. Estou com fome, ó. Compreendei qual deliciosas são as impressões e recebe aquele que vê renascer a alegria, onde um momento antes só havia desespero. Compreendei as obrigações que tendes para com os vossos irmãos. Ide, ide ao encontro do infortúnio. Ide em socorro, sobretudo de misérias ocultas, por serem as mais dolorosas. Ide, meus bemados, e tendem e tende em mente essas palavras do Salvador. Quando vestirdes um desses pequeninos, lembrai-vos de que é a mim que o fazeis. É uma mensagem belíssimas que nos inspira a sermos felizes, não com a miséria do outro, mas pela oportunidade que todos nós temos de fazer o bem. E o bispo de Argel encerrou a sua mensagem. pelo menos essa que nós lemos falando sobre Jesus, o que ele disse naquela parábola eh do juízo final. Quando vestirdes um desses irmãos, é a mim que estareis vestindo. E falando no nosso querido Jesus, nós perguntaríamos, já que estamos falando de beneficiência. E Kardec perguntou a ele, tá na questão 886 do livro dos espíritos. Kardec perguntou assim: "Qual o verdadeiro significado da palavra caridade?" conforme entendia Jesus. E aí vem os espíritos e dizem: "Benevolência para com todos, indulgência para outrem e perdão das ofensas". Então, pelo entendimento dos espíritos, eh, dando um significado da palavra caridade, conforme Jesus entendia, ele compõe o termo caridade por três virtudes. Benevolência. O que é benevolência? Benevolência é a vontade de fazer o bem. Quando nasce a vontade de fazer o bem, é benevolência. E no entendimento de Jesus, a benevolência, ela está conjugada com a beneficência, que é a prática do bem. Então, quando você une a vontade de fazer o bem com a prática do bem, você já tem uma virtude da caridade, conforme entendia Jesus. E a outra é indulgência para os defeitos
ia, que é a prática do bem. Então, quando você une a vontade de fazer o bem com a prática do bem, você já tem uma virtude da caridade, conforme entendia Jesus. E a outra é indulgência para os defeitos de outrem. E o que é indulgência? Indulgência é a tolerância, é a paciência em você ver o defeito no outro e não apontar, não julgar. É você ter tolerância, não divulgar aquilo, salvo em questões especialíssimas. Por que isso? Porque você também tem seus defeitos, também tem aquelas situações que você vive, que você tem na sua vida e que os outros também poderiam apontar. Então nós devemos ter indulgência, ter essa tolerância e não fazer do defeito alheio um motivo de julgamento, um motivo de criminalização, um motivo de apontar o dedo. Então é mais uma virtude que compõe o trio da caridade. E a última que Jesus compreende como uma das virtudes que compõe a caridade é o perdão. o perdão para todos. Quer dizer, o perdão é é um é uma virtude das mais importantes que nós devemos cultivar na nossa vida, no nosso caminhar, no nosso aprendizado. Porque perdão é o esquecer daquilo que, daquelas faltas, daquelas injúrias, daquelas ofensas que recebemos dos outros. E esse esquecimento não é você eh desmemorizar do que aconteceu com você, porque isso a gente não esquece. Se alguém faz o mal pra gente, aquilo tá naturalmente na nossa memória. Mas o esquecimento aí é você ao lembrar daquilo que fez, você não ter nenhum sentido, nenhum sentimento de vingança, de mágoa. Porque muitos de nós diz: "Ah, eu já perdoei". Mas no momento em que você se depara com aquele que causou mal a você, um sentimento assim corrói o teu coração, dá aquela mágoa, dá aquele aperto. Então, o esforço que se pede, porque isso aí não é fácil ou não em muitas situações, mas o esforço que se pede é que você procure esquecer. E mais do que isso, se precisar um dia fazer o bem àquela pessoa, que você o faça. Não é trazer para a sua casa, porque aquele que te faz o mal poderá fazê-lo novamente. Então, perdoar não é trazer
r. E mais do que isso, se precisar um dia fazer o bem àquela pessoa, que você o faça. Não é trazer para a sua casa, porque aquele que te faz o mal poderá fazê-lo novamente. Então, perdoar não é trazer para dentro da sua casa, nem para o seu convívio. Se um dia chegar a isso, ótimo, mas fazendo o perdão, estabelecendo o perdão para conosco mesmo. Porque às vezes a nossa falta nós produzimos contra nós. Então, no momento em que você exercita o perdão, você também está prestando a caridade. Então, caridade tem todas essas três virtudes, onde a beneficência que nós estamos tratando hoje faz parte desse contexto, porque para o Mestre Jesus é o amor em ação. Caridade. A caridade é esse amor em ação, exigindo de nós paciência, humildade e a prática de fazer ao próximo o mesmo que desejaríamos fazer a nós mesmos. Então, se em algum momento nós temos dúvida de como agir com o próximo, vamos pensar, se isso fosse feito para nós, como é que nós gostaríamos? Nós gostaríamos que fosse feito, então faz com outro também. Então, beneficiência é o fazer, é a prática que está incluída na virtude da caridade, é o amar agindo. E Allan Kardec, no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 15, ele afirma que que fora da caridade não há salvação. Percebam que a nossa doutrina, ela escolheu a caridade como um elemento norteador das nossas atitudes, da nossa vida. Mas fora da caridade não há salvação. Mas salvação de quê? É salvação o que que salvação é essa que a caridade pode nos conduzir? Certamente não é a salvação das coisas do mundo, desse mundo de mamã, é a salvação que todos nós precisamos ter para tirar de dentro de nós todos aqueles elementos que nos aprisionam nesse mundo, que esse mundo é uma grande ilusão. Nós estamos aqui para aprender a desiludir e sair daqui, mas não sair daqui por meios do desespero, é sair daqui por meio da elevação moral. Porque todos sabemos, estamos numa casa espírita, a maioria de nós é espírita, então nós sabemos que todos, sem exceção, fomos criados simples e
do desespero, é sair daqui por meio da elevação moral. Porque todos sabemos, estamos numa casa espírita, a maioria de nós é espírita, então nós sabemos que todos, sem exceção, fomos criados simples e ignorantes. E a partir desse dessa dessa criação, seguimos uma linha evolutiva, encarnação após encarnação, no processo de evoluir. E quando fomos criados, isso tem um livro muito interessante que é A Caminho da Luz, escrito pelo espírito Emanuel na psicografia de Chico Xavier, que ele vai falar sobre essa genealogia, sobre a gênese da criação. E, e é muito interessante, é muito bonito nesse livro, porque você vê todo um, um todo, eh, da criação de uma maneira bem resumida, onde a terra é criada, os elementos da vida vem para cá, a terra resfria, a vida orgânica ela nasce, um a a o princípio inteligente é derramado aqui, depois ele se individualiza, o ser humano começa, ah, então, depois de bilhões de anos, a caminhar sobre a crosta terrestre. E nesse processo ele necessário que o espírito, então, ele esteja ligado à matéria para essa evolução. Então ele começa a caminhar nessa terra e no naquele momento ainda no mundo primitivo, onde os instintos eles eram e eh essenciais para que aquele espírito mergulhado naquela matéria pudesse evoluir. Então ali era uma coisa toda instintiva. Mas quando nós já passamos para esse mundo de expiação e provas, nós já temos capacidade de caminhar um pouco mais. E nesse caminhar um pouco mais para nos auxiliar, o próprio Cristo planetário, governador espiritual do nosso planeta, ele vem e mergulha na carne e vem aqui há 2000 anos para nos ensinar o caminho, porque nós estávamos muito mergulhados, muito presos à matéria. E quando ele vem e mergulha nesse planeta, ele dá o primeiro exemplo. Quando ele vem, nasce de uma mulher judia, um pai carpinteiro, nascendo em Belém e morando em Nazaré, que nem no mapa existia. E ele vem, não tinha uma pedra para deitar a cabeça. Ele dá o primeiro exemplo da humildade. Ele nasce no estábalo, no estábulo
inteiro, nascendo em Belém e morando em Nazaré, que nem no mapa existia. E ele vem, não tinha uma pedra para deitar a cabeça. Ele dá o primeiro exemplo da humildade. Ele nasce no estábalo, no estábulo cercado pelos animais, por alguns pastores. aquele que era o governador do mundo, ele dá esse exemplo e vem aqui e caminha junto com seus apóstolos, aquele que ele desenvolve o aprendizado da amizade, porque ele congrega aqueles pescadores e cobrador de cobradores de impostos e faz com que eles compreendam a sua missão. Porque no momento em que eles compreendem a missão do mestre, eles adotam aquela aquela missão e seguem junto com Jesus. Então Jesus vem aqui e dá o exemplo. E queremos dizer tudo isso para falar que essa liberdade que nós devemos exercitar, devemos conquistar e é individual essa liberdade que devemos conquistar para sairmos desse mundo por uma esfera de consciência elevada. Jesus nos disse quando perguntado por Pilatos, ele disse que o reino dele não era desse mundo. E anteriormente, quando perguntado pelos fariseus, ele disse que o reino de Deus está dentro de cada um de nós. E nesse dizer que o reino de Deus está dentro de cada um de nós, ele diz também que ele é o caminho da verdade, da vida. Então, ele é o caminho para nós adentrarmos e chegarmos nesse reino. E qual é o caminho? A o caminho é a própria mensagem de Jesus que nós devemos interiorizar, fazer com que ela ilumine o nosso comportamento a partir das nossas atitudes. Não a partir somente das nossas atitudes, mas a partir dos nossos pensamentos, palavras e ações. E ele vem, ele diz, além dizer que o o reino dele não era desse mundo, ele coloca muito distintamente o reino que não é dele. Ele fala: "Não podeis seguir a dois senhores, adorar a dois senhores. Não podeis seguir a Deus e a mamã." Então ele estabelece Deus e mamão representando o dinheiro e o poder desse mundo. Ele diz: "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Ele estabelece muito bem as leis humanas, aquilo que o mundo material
ece Deus e mamão representando o dinheiro e o poder desse mundo. Ele diz: "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus". Ele estabelece muito bem as leis humanas, aquilo que o mundo material esperto espera de cada um de nós e aquilo que nós devemos também buscar nesse nesse reino de Deus. no que o no que o nosso Deus pode nos oferecer. Mas muitas vezes nós ficamos aprisionados numa mão, no dinheiro, no poder e não acreditamos, não temos fé no que Jesus disse, que ele fala assim: "Buscai primeiro o reino de Deus e tudo mais vos será concedido." Mas a gente tem medo. A gente tem medo que se eu buscar primeiro o reino de Deus, eu não sei nem como é que eu busco isso, mas se eu buscar primeiro, vai me faltar dinheiro no final do mês, vai me faltar isso, vai me faltar aquilo. Quando a gente se esquece que medo, medo é escassez. Toda vez que nós temos medo, nós atraímos para nós escassez. Amor é abundância. Então, quando você se reconhece como espírito imortal que todos nós somos, quando você reconhece que essa carne que nós estamos mergulhado, ela vai se decompor um dia e nós vamos sair dela e ao sairmos dela, sairemos com as virtudes, com os verdadeiros tesouros, porque também Jesus nos disse: "Não ajunteis os tesouros da terra, onde a traça e a ferrugem corroem, e o ladrão rouba. Ajunteis os tesouros do céu. E quais são os tesouros do céu? São as virtudes. Então, quando a nossa doutrina vem e nos diz que fora da caridade num há salvação, Jesus foi o maior exemplo. Então essa salvação é seguir essa mensagem de Jesus. Essa é a salvação que a caridade nos conduz. E ao nos conduzir pela caridade, uma delas é a beneficência. É a beneficiência, é fazer o bem. Mas aí nós podemos dizer assim, mas fazer o bem, tá certo? Olha, eu vou na comunhão, eu vou pro trabalho de passe, vou lá dar o passe, é uma prática do bem. Sábado eu vou na campanha alta de Souza, vou distribuir alimentos para as pessoas necessitadas. É uma prática do bem. Ora, eu vou fazer isso, vou fazer aquilo, é a
á dar o passe, é uma prática do bem. Sábado eu vou na campanha alta de Souza, vou distribuir alimentos para as pessoas necessitadas. É uma prática do bem. Ora, eu vou fazer isso, vou fazer aquilo, é a prática do bem. É, mas essa prática do bem que nós estamos falando e que ela nos traz a alegria da vida é a prática do bem como um modo de viver. Nós devemos viver a nossa vida na prática do bem. Não é aquele ser bonzinho, você bonzinho e tolerante, ficar baixando a cabeça. Não é isso. É você remover da sua mente, do seu coração, todos aqueles elementos que corroem o egoísmo, a vaidade e o orgulho. E a doutrina espírita, ela é enfática em dizer que o que o materialismo, o egoísmo devem ser destruídos. E nós devemos fazer isso dentro de nós. E como é que nós vamos fazer isso? na prática do bem, porque praticando o bem é um momento em em que você vai ficar de em frente daquele necessitado, daquele seu irmão que está nessa mesma terra que você está, onde por ele está necessitando do pão, não quer dizer que você seja melhor do que ele. Estamos em caminhos, no mesmo caminho, mas em pontos diferentes do caminho. Somos todos irmãos. Então, quando você vai paraa prática do bem e você lança o olhar no outro e você enxerga o outro necessitado, aquele que ninguém olha, aquele que está completamente abandonado, você olha a ele, você começa a exercitar. É alguma coisa que surge dentro de você de alegria, porque você começa a reconhecer uma grande família. Porque no momento em que você faz isso, você começa realmente a retirar do seu coração as mágoas. Você começa a tirar os, perdão, os conflitos, eles já deixam de existir. Quando você vai trabalhar junto aos moradores de rua, aquelas pessoas que abandonaram a família, abandonaram tudo, tão no vício, muitos julgam, são bandidos, são isso, aquilo. Não são, não são irmãos e nós não podemos julgá-los. Devemos estender as mãos para cada um deles, que alguma coisa de equivocado eles possam fazer. Existe elementos outros da própria sociedade que vão vão
são, não são irmãos e nós não podemos julgá-los. Devemos estender as mãos para cada um deles, que alguma coisa de equivocado eles possam fazer. Existe elementos outros da própria sociedade que vão vão atuar. Mas a nossa missão como cristãos, como espíritas cristãos, é sempre tá na prática do bem. Eu vou contar para vocês uma história muito interessante. Eh, há muitos anos atrás nós trabalhávamos aqui na campanha Alta de Souza, tem algum tempo. E a campanha Alta de Souza, ela te dá umas duas ou três famílias para você, num determinado momento, você vai uma vez por mês e leva alimentos para aquela família, material de limpeza, faz o evangé, faz o evangelho, conversa. Então, é uma situação mais ou menos assim. E nós, esse nosso grupo, ele foi dirigido para duas famílias lá no Novo Gama, mas era lá o interiorzão do Novo Gama, um lugar que terrível você chegar lá, você assusta, né? A primeira casa quando nós entramos da dona Marinalda, era uma casa de alvenaria, mas muito humilde. Tinha caído a porta do banheiro pra cozinha. Então o banheiro e a cozinha eram conjugados. Não tinha água no banheiro também. tinha que buscar água lá no Riozinho ali peré ou enfim, a história não é essa, mas o fato é que nós começamos a a trabalhar ali junto à aquela família e nós só fazemos ajuda a tornar Marinal. A família dela era uma senhora bem escura. chega, era azul, mas era um azul, era tão bonita ela, magra, alta, cabelinho branquinho, branquinho, não tinha um dente na boca e ela não tinha marido, era ela, vários filhos, vários netos e bisneto. E uma dessas filhas, ela tinha problemas mentais e tinha sido violentada sexualmente e tinha um filho também. Então, imaginem como é que era aquilo dali. E nós só atendíamos ela. Ao lado dela tinha a dona Ana, 46, 47 anos, já com 15 filhos. E do outro lado a dona Rute estavam ali. Aí um dia nós levamos, recebemos cestas a mais e levamos essas cestas para lá. Eram umas três cestas mais ou menos. Dona Marinalva, era muita gente na casa dela. Entregamos aquelas,
Rute estavam ali. Aí um dia nós levamos, recebemos cestas a mais e levamos essas cestas para lá. Eram umas três cestas mais ou menos. Dona Marinalva, era muita gente na casa dela. Entregamos aquelas, entregamos aquelas cestas pra dona Marinalda. Ela agradeceu muito, mas ela nem pensou. Ela chamou a netinha dela e falou assim: "Chama a Ana e a Rut. Lá vem a dona Ana, a dona Rud, entraram lá na casa que aquela humildade toda, ela falou: "Olha, eu recebi esse alimento e eu vou dividir com vocês porque vocês não têm nada o que comer." Olha a prática do bem por quem não tinha nada para comer. E nós muitas vezes estamos em abundância na nossa casa e não temos assim o incentivo, a vontade de levantar da cama e ir por uma atividade de fazer o bem. Não apenas o bem, ele apenas não se desenvolve na nossa atividade, na casa espírita, no trabalho, no trabalho comunitário, não. É dentro da nossa casa também, onde a prática do bem mais do que em qualquer outro lugar deve ser desenvolvida. deve o nosso lar de uma maneira tão bem construída que nós tenhamos a alegria de adentrar no nosso lar. Mas nós não podemos esperar que essa alegria desça de para-queda, porque às vezes é difícil. Às vezes a convivência dentro de casa é um é difícil. Às vezes é muito difícil. É muito difícil, mas não cabe a cada um de nós dizer que aquilo dali eu não suporto ou não. Dentro da nossa família estão exatamente todas aquelas pessoas que nós necessitamos conviver e que elas necessitam conviver. Então, se estamos nessa família, nada melhor do que partir de cada um de nós, tornar que o ambiente se torne mais agradável, mais alegre, talvez não comece de um dia para o outro, mas a partir do momento em que você deixa de alimentar a discórdia que possa estar existindo naquele momento em que você engole ou dilui o orgulho que faz com que você eh replique uma ofensa, uma palavra que é dito, porque às vezes entra num vício, né? A pessoa falou, já toma de já toma de volta. Então, cabe a você, cabe a mim, cabe a cada um de nós tomar a
que você eh replique uma ofensa, uma palavra que é dito, porque às vezes entra num vício, né? A pessoa falou, já toma de já toma de volta. Então, cabe a você, cabe a mim, cabe a cada um de nós tomar a iniciativa. É tomar a iniciativa. Eu quero viver bem, eu quero viver com alegria. E o que dá a verdadeira alegria é a prática do bem. Muitos buscam alegria em em outras situações do mundo material, mas é uma alegria eh tão ínfima, tão pequena, que no dia seguinte você já tá querendo em doses maiores. Isso aí vai numa numa numa crescente que não vale a pena. Não tô dizendo que a gente não deva se se distrair, ir numa festa e ir num clube com os amigos. Não, não é viver enclausurado, não. Não é isso que nós estamos dizendo, não. Faz parte da vida, as alegrias, a a confraternização com os amigos, inclusive é uma lei divina, né? A lei de sociedade, conviver com as pessoas. Mas conviver com as pessoas não significa que você passe a adotar os os mandamentos desse eleite, mamã. Nós temos que ter muita convicção dos espíritas que nós somos. Nós temos que ter muita convicção de, em determinado momento, você saber dizer o não, saber se posicionar, porque se posicionar em determinadas situações também é praticar o bem, não deixar que o materialismo, que a as coisas desse mundo do poder possam eh nos iludir e mudar nosso caminhar, porque o nosso caminhar ele é certeiro, não tem outro. O nosso caminhar é chegar à perfeição. Então a gente não pode ficar patinando encarnação após encarnação. Ah, na próxima eu faço, depois eu faço isso. Não é fazer agora. E aí nós vamos fazer um compromisso e vamos fazer, não precisa levantar a mão para dizer que tá feito o compromisso, porque eu sei que vocês vão fazer esse compromisso aqui conosco. Compromisso é o seguinte: todos os dias, todos os dias vamos fazer dois dois praticar dois bens, dois bens que seja, às vezes é difícil dar o bom dia dentro de casa, então se tá difícil começa a dar o bom dia. Vamos telefonar para aquela pessoa, aquele parente amigo que
s dois praticar dois bens, dois bens que seja, às vezes é difícil dar o bom dia dentro de casa, então se tá difícil começa a dar o bom dia. Vamos telefonar para aquela pessoa, aquele parente amigo que tá tão distante, que às vezes está tão isolado, conversa com ele um pouquinho. Você foi no supermercado, a caixa do supermercado tá com aquele olhinho triste, salário pequeno, o patrão em cima cheia de serviço. E você fala: "Olha, você tá tão bem, olha, seu cabelo ficou bonito para você. Ela tá com aquele cabelo rastafari, roxo, amarelo e tal, mas tá tão bonito, que sorriso bonito você tem." Então você começa a desenvolver uma atividade de levantar o moral do outro e não daquelas pessoas que quando vê o sujeito caído ainda põe mais para baixo, não é isso? Então, se você ver alguém para baixo, não é virar Carola, não, de sair aí, ah, olha, eu sou bonzinho, venham todos para cá que eu tenho a consolação. Não é isso que nós estamos dizendo, é a oportunidade que ela cruza o seu caminho a todo instante. Surgiu a oportunidade, pratica o bem. Ah, desse jeito não tá dando. Aquela pessoa não dá para chegar. Para e faz uma oração por ele. Então, esse é o nosso compromisso, fazer o bem duas vezes por dia. Se der para fazer mais, vamos fazer. Na primeira semana duas, daqui a pouco nós vamos ver. E eu me incluo nisso. Eu tô fazendo esse compromisso comigo agora. Nós daqui uns dias nós vamos ver que isso vai ficar muito fácil. Vai ficar muito fácil. E quando isso se tornar fácil, vai significar o quê? que nós conseguimos retirar do nosso coração orgulho, vaidade, egoísmo, interesse pessoal. E aí a gente vai lembrar da parábola da bem-aventurança de Jesus quando ele falou: "Bem-aventurados que têm puro coração, porque verão a Deus". E o que é ter puro coração? Ter puro coração é aquele coração que a boa semente foi plantada, tá na parábola do semeador. A boa semente foi plantada e produziu frutos. Quando o nosso coração produzir os frutos do amor, os frutos da compreensão, os frutos da fraternidade,
semente foi plantada, tá na parábola do semeador. A boa semente foi plantada e produziu frutos. Quando o nosso coração produzir os frutos do amor, os frutos da compreensão, os frutos da fraternidade, esse nosso mundo já começará a adentrar na regeneração. Porque a regeneração não é uma mágica. Ela não vai vir aqui dizer: "O mundo tá regenerado". Não, a regeneração começa pela regeneração que cada um de nós faz consigo no perdão, no momento em que todos nós já tivermos regenerado. Quer dizer, quando o bem prevalecer em nós, aí sim, quando todos estiverem assim, o mundo já é de regeneração. Então, é esse o nosso compromisso, é essa a nossa vontade e é esse o nosso desejo de que cada um de nós possa se alertar, possa ficar alerto, possa ficar vigilante e praticar o bem. Então, com essas poucas palavras é o desejo que nós temos para todos nós. Muito obrigado por por me ouvirem e espero que eu tenha tocado pelo menos um pouquinho no coração de cada um, porque esse é o meu desejo. Quando a gente sobe aqui e vai falar de Jesus, vai falar da sua mensagem, é uma emoção muito grande. E o desejo é esse, que a gente possa ser o burrinho da mensagem de Jesus, porque o palestrante é um burrinho da mensagem de Jesus. Então, possa o coração de vocês terem sido tocados e de alguma maneira possa ter contribuído para que vocês desenvolvam mais do que já fazem, certamente a prática do bem. E convido a todos a antes da, perdão, antes da prece, eu quero falar, dar um aviso aqui. Teatro Vida Apresenta o Musical Chico Xavier, os o anjo das Escrituras Iluminadas. Tá tendo, ainda tem convites sendo vendidos pro dia 13, 14 e 15 de março. Já comprei o meu. É 13, 14 e 15 de março no Teatro Nacional Cláudio Santouro. É uma realização da comunhão espírita. Então vamos fazer essa caridade para nós. Não, não é bom divertir. Eu tava falando da h pouco de diversão. Olha aqui uma diversão boa. Vamos pro teatro. Convido a todos paraa nossa prece final. elevando o nosso pensamento ao pai criador, agradecendo por essa
ivertir. Eu tava falando da h pouco de diversão. Olha aqui uma diversão boa. Vamos pro teatro. Convido a todos paraa nossa prece final. elevando o nosso pensamento ao pai criador, agradecendo por essa oportunidade maravilhosa de estarmos aqui reunidos, juntos, unidos. Pai amado, abençoe a cada um de nós e peço a tua permissão para orar o que tu nos ensinastes, Cristo amado. Que essa oração possa ser repleta de vibrações e levadas aos nossos lares, à nossas famílias. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores. E não nos deixeis cair quando em tentação, mas livrai-nos de todos os males. Graças a Deus e graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento [música] que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os
casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e [música] a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja. >> เฮ
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