AMIZADE E COMPREENSÃO - Adolfo Marques [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 15/01/2026 (há 2 meses) 44:56 275 visualizações

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Transcrição

Por [música] estou aqui para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu [música] entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando. Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Vocês aqui que estão presencialmente, aqueles que estão nos ouvindo através dos meios de comunicação da comunhão. Para começar esse nosso momento, vamos fazer uma breve leitura pra gente já continuar a nossa harmonização. Quem chegou agora já pega, já pega carona nessa leitura. é desse livro aqui, Ausca do Melhor, a busca do melhor é do é do espírito Ramed, psicografia do Francisco, do Espírito Santo Neto, el são 22, que fala momento presente. Ele citou uma partezinha do do evangelista Mateus, capítulo 6, versículo 34, que diz assim: "Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta cada dia o seu mal. E aí vem a leitura. Na margem do rio, quando colocamos a mão na correnteza, ficamos sem saber se a água que tocamos é a única que flui, fluiu ou a primeira que passa. Pois o tempo, assim como a água, também passa num trazastras nas mãos do presente. Não fiquemos na expectativa do futuro. E vamos aproveitosamente o presente para não ter que encarar os fantasmas do passado, visto que não podemos determinar com exatidão onde termina o pretérito, começa o presente e se avista o porvir. Como o tempo é algo que desliza sem interrupções, é dificíimo distinguir o presente, já que a cada espaço de tempo o presente vira passado, o que representa uma roda viva infinita. São poucos que aproveitam viver bem e sabiamente, usufruindo as vantagens do hoje, do hoje. A maioria espera o futuro para

ço de tempo o presente vira passado, o que representa uma roda viva infinita. São poucos que aproveitam viver bem e sabiamente, usufruindo as vantagens do hoje, do hoje. A maioria espera o futuro para realizar o que poderia começar desde agora. Quem vive do ontem deixa de viver o contentamento do hoje e perde a esperança do amanhã. A única coisa que temos é o presente com seus inúmeros apelos. ao desenvolvimento e crescimento pessoal, bem como as diversas alternativas de agir ou não agir. Na realidade, as coisas do passado não podem ser alteradas, já do presente, do futuro podem ser melhor melhoradas a partir de agora. Portanto, este é o momento, o melhor dia para criar, executar, recomeçar e sobretudo para aprimorar-se. Então, que mensagem linda que o espírito Ramed nos traz. Então vamos fazer nossa prece inicial, elevando os nossos pensamentos e o nosso coração a esse Deus Pai de infinita bondade, a Jesus, esse irmão que nos apoia, que nos tá sempre conosco, nos ajudando a enfrentar o nosso presente e preparando-nos, ajudando-nos a preparar para o futuro. E assim nós agradecido ficamos, mas ainda rogamos que nos assista para que nós possamos escolher o que é melhor para nós dentro desse presente, aquilo que nos faz vitoriosos dentro de possibilidade, aquilo que nos faz sermos melhores cristãos dentro do hoje, para que amanhã a gente possa estar mais evoluído, a gente está mais acessível a dor do nosso próximo. E assim, com esse pedido, nós rogamos também que nos que nesse momento aqui e agora nós possamos nos desligar de qualquer pensamento que não está, não nos faz bem para nós podermos usufruir da lição da manhã de tarde de hoje e daqui a pouco também do passe, que é a nossa alimentação espiritual. E assim nós começamos dando graças a Deus e graças a Jesus. Bom, amigos, hoje nós temos aqui o nosso irmão Adolfo Marques, né? Ele vai falar para nós depois que eu escolhi a lição que eu vi o tema dele. Eu podia ter trazido alguma coisa para relacionada ao tema. Eu gosto muito de trazer a

qui o nosso irmão Adolfo Marques, né? Ele vai falar para nós depois que eu escolhi a lição que eu vi o tema dele. Eu podia ter trazido alguma coisa para relacionada ao tema. Eu gosto muito de trazer a mensagem que já a gente já começa a pensar na reflexão do tema. ele vai falar para nós de um tema lindo que é amizade e compreensão. Então a fala tá com ele. Boa tarde a todos que nos assistem, que nos ouvem pelas redes sociais vinculadas à Comunão Espírita de Brasília e a todos vocês encarnados e desencarnados que comparecem ao nosso auditório, auditório Bezerra de Menezes, para mais uma de nossas atividades. A nossa irmã Rute disse que escolheu uma mensagem que não se adequaria ao tempo, mas se adequa sim, ô irmão, porque o espírito Ramed, ele nos ensinou na mensagem sobre passado, presente e futuro. Passado nada mais é do que memória, futuro imaginação e presente são agora, agora, agora, agora vários agoras. e que nesse momento é que nós fazemos a decisão do do rumo que vamos dar na nossa vida, do que vamos plantar para esse futuro que imaginamos. Isso tá muito adequado, porque nós falaremos aqui sobre amizade e compreensão, que é um tema que nós devemos desenvolver no presente. Aqueles problemas de amizades que já aconteceram no passado, vamos resolvê-los no presente, imaginando no futuro sempre harmonia, que todos nós possamos estar unidos em coração nessa virtude que é tão importante para todos nós. Então nós rogamos a Deus, ao nosso pai criador, a Jesus, nosso mestre querido, que nos intua, que nos favoreça na compreensão desse tema tão importante para o nosso dia a dia. Eu gostaria de iniciar citando um conto que o poeta Gibran, Cali Gibran é poeta e filósofo, ele nos conta, ele fala que Orfalis Al Mustafa, que era o escolhido e bem amado, narra que depois de 12 anos, esse Mustafale se preparava para partir para sua ilha natal. Então ele era uma pessoa muito querida e se preparava para sua ilha natal. E o povo entristecido pede que ele fale pela última vez. E ele diz: "Povo orfaléis,

reparava para partir para sua ilha natal. Então ele era uma pessoa muito querida e se preparava para sua ilha natal. E o povo entristecido pede que ele fale pela última vez. E ele diz: "Povo orfaléis, de que vos poderei falar, excesso daquilo que agora se está a passar na nossa alma?" E um jovem disse: "Fala-nos da amizade". E ele respondeu, dizendo: "O vosso amigo é a resposta às vossas necessidades. Ele é o campo que cultivais com amor e colheis com gratidão. E é o vosso apoio e o vosso abrigo. Pois ides até ele com fome e procurai-o para terdesaz. Quando o vosso amigo fala livremente, vós não receis o não, nem retendes o não. E quando ele está calado, o vosso coração não deixa de ouvir o coração dele. Pois na amizade todos os pensamentos, todos os desejos, todas as esperanças nascem e são partilhadas sem palavras, mas com alegria. Quando vos separais de um amigo, não fiqueis em dor, pois aquilo que mais amais nele tornar-se há mais claro com a sua ausência, tal como a montanha para quem escala, ela é mais nítida se vista da planície. E não deixeis que haja outro propósito na amizade que não o aprofundamento do espírito. Pois o amor que só procura a revelação do seu próprio mistério não é amor, mas uma rede lançada que só apanha o que não é essencial. E deixai que o que de melhor em há em vós seja para o vosso amigo, já que ele tem de conhecer o refluxo da vossa maré, que conheça também o fluxo. Pois para que serve o vosso amigo se o procurais para marcar o tempo, procurai-o também para viver, pois ele preenchervos há os desejos, mas não o vazio. E na doçura da E na doçura da amizade, que haja alegria e a partilha de prazeres, pois é nas pequenas coisas que o coração encontra a frescura da sua manhã. Portanto, eu vou ousar chamá-los de amigos, porque congregamos numa mesma doutrina. E não apenas por isso, porque na amizade e na compreensão, nós podemos já daqui, mesmo sem conhecê-los com profundidade, entender que a nossa busca, a nossa procura é a mesma. E quando buscamos a

ina. E não apenas por isso, porque na amizade e na compreensão, nós podemos já daqui, mesmo sem conhecê-los com profundidade, entender que a nossa busca, a nossa procura é a mesma. E quando buscamos a mesma coisa que a doutrina nos oferece, que a busca de um caminho que nos oriente para um reino de paz, de amor, esse reino que Jesus nos prometeu que tá dentro de cada um de nós. Então, quando nós conseguimos compreender cada um, nós podemos começar a construir a amizade. E antes de adentrarmos propriamente no tema, eu gostaria de tercer um plano maior, porque a doutrina que nós abraçamos, a doutrina espírita, é o cristianismo redivo, que tem como Jesus o seu guia e seu modelo e seu exemplo. E é dentro dessa doutrina que que tem Jesus como guia modelo que nós vamos encontrar no capítulo dois, item dois. do Evangelho segundo o Espiritismo, que Jesus tem uma missão quando veio à Terra. Ele que é o governador espiritual do nosso planeta, aqui chegou com uma missão. E que missão foi essa? A missão de implantar o reino de Deus no coração dos homens. Essa é a missão de Jesus. E todo o ensino que ele nos trouxe por parábolas, pelos seus exemplos, sempre estiveram voltados para esse objetivo. Assim sendo a doutrina, o cristianismo red vivo, a doutrina em todas as suas mensagens, todos os espíritos, em todas as suas mensagens, por mais diversas que possam aparentar ser, elas têm um objetivo. É a construção desse reino dentro de cada um de nós. E essa mensagem de hoje que é amizade e compreensão não é diferente. Ela vem trazer s uma série de valores, de circunstâncias, de conhecimentos, de soluções, mas todos eles têm um objetivo, é a construção desse reino dentro de cada um de nós. Então, é sobre isso que nós vamos falar. E já que nós estamos falando de Jesus, eu vou citar um livro que deveria ser e deve ser um livro de cabeceira cabeceira para para todos nós. É o livro Boa Nova, do espírito Humberto de Campos, que foi e editado em 1941, espírito Humberto de Campos, que depois

o que deveria ser e deve ser um livro de cabeceira cabeceira para para todos nós. É o livro Boa Nova, do espírito Humberto de Campos, que foi e editado em 1941, espírito Humberto de Campos, que depois adotou o pseudônimo de irmão X. Esse livro ele tem 30 mensagens. Em em todas essas mensagens, elas dizem respeito a a fatos que constam no Evangelho. Mas o espírito Humberto de Campos, ele teve acesso a detalhes dos acontecimentos que aconteciam, dos acontecimentos. Ele vem nos nos narrar e esses detalhes preciosos no livro. E tem uma mensagem que é a mensagem número 12, que tem o título Amor e Renúncia. Essa mensagem, ela transcreve um diálogo de Jesus com Pedro, seu discípulo. Então, nesse momento, nesse instante, vamos imaginar nesse diálogo, como é que ele aconteceu. Humberto de Campos narra que ao anoitecer depois de Jesus ter feito o seu trabalho, ter divulgado a boa nova, ele pernoitava na casa de Pedro e eles seguem para a casa de Pedro e essa casa, essa residência era em Cafarnaum, as margens do lago de Genezaré. Eu fico a imaginar, Jesus sentou-se e Pedro ao lado dele. E Pedro naquele instante ele tinha uma dúvida muito grande sobre amizade. Amizade. Ele tinha várias dúvidas a esse respeito. Mas a mensagem é um pouco grande e nós selecionamos um item dessa mensagem. Quando Pedro, depois de discutir sobre amizade com Jesus, ele indaga assim: "Jesus, como devemos proceder quando os amigos não nos entendam ou quando não retribuam ou quando nos retribuam com ingratidão?" Aí Jesus olhou para ele, tava anoitecendo. Maravilha, aquele lago calmo. Jesus olha nos olhos dele, aquele olhar sereno de Jesus. E diz assim: "Pedro, o amor sincero e verdadeiro não exige recompensa. A renúncia é o seu apoio, assim como o ato de dar é a essência da sua vida". E Pedro ficou assim estupeçado. É, há 2000 anos atrás ele fala de amor, no caso da amizade, porque amizade também é amor. Pedro ficouflado de Jesus falar com isso. Não existe recompensa naquela época. Quanto hoje nós temos uma amizade, a gente sempre

rás ele fala de amor, no caso da amizade, porque amizade também é amor. Pedro ficouflado de Jesus falar com isso. Não existe recompensa naquela época. Quanto hoje nós temos uma amizade, a gente sempre quer um retorno daquilo. Eu sou amigo, mas eu quero isso de volta. E Jesus deu uma lição. O amor, quer dizer, a amizade sincera e verdadeira não exige recompensa. E Pedro então ficou eh maravilhado com aquela e continuaram a discutir sobre o assunto. Hoje à noite leiam essa essa mensagem número 12. E esse esse diálogo de Pedro com Jesus nos faz lembrar o Evangelho de João, no capítulo 15 versículo 13, onde Jesus nos fala: "Ninguém tem maior amor do que aquele que dá vida pelos seus amigos". Então ele já definiu, ele procurou definir o amigo. Ninguém tem maior valor do que aquele que dá vida pelos seus amigos. E eu fiquei a pensar, puxa vida, vamos ficar sem amigo, porque dificilmente alguém hoje em dia ráas vezes dá vida por um amigo, mas essa não é interpretação. Jesus sempre nos falava para que nós pudéssemos ampliar o nosso horizonte. Às vezes ele falava com certo rigor, mas é para ampliar a nossa compreensão. Ele nos quis dizer e falou por no sentido figurado que nós podemos achar muitos amigos se assim procedermos, porque dar a vida para o outro não significa propriamente morrer pelo outro, mas dar a vida é dedicar-se ao outro. É isso. E isso é um trabalho da amizade que se constrói pela compreensão do outro. Então aqui o nós começamos a a visualizar que amizade e compreensão estão relacionadas. Você não tem uma amizade se você não compreende outro. Se você não compreende o outro, se você não está buscando uma amizade, porque somente os amigos podem se dedicar uns aos outros sem qualquer cobrança. Então, é um momento de nós refletirmos, porque todos nós temos amigos e hoje em dia a gente chama de amigo a todas as pessoas. amigo, você encontrou na internet um dia, é, amigo. E e e começamos a vulgarizar esse tema chamando aqueles que são colegas, que são eh pessoas que

je em dia a gente chama de amigo a todas as pessoas. amigo, você encontrou na internet um dia, é, amigo. E e e começamos a vulgarizar esse tema chamando aqueles que são colegas, que são eh pessoas que conhecemos ontem como amigos, sem você ter um início de compreensão da vida do outro, não como se intrometer da vida do outro, mas compreender. Porque ao compreendermos o outro, nós começamos a desenvolver dentro de cada um de nós o sentido do maior mandamento, que é amar ao próximo como a nós mesmos. Você não ama se você não compreende. O amor não é uma fórmula mágica que você vai achar na mercearia e vai adotar na sua vida. Não. O amor, ele nasce de um esforço, de uma devoção, de uma compreensão do outro. E você começa então a amá-lo. E Emanuel vai nos falar exatamente sobre essa questão e destaca nesse texto essas duas virtudes, amor e amizade, no texto fonte da nossa da nossa reflexão de hoje. E ele logo no início ele fala assim: "Vou ler um trecho e a gente vai fazer algum comentário. Muitos companheiros de luta exigem cooperadores esclarecidos para as tarefas que lhes dizem respeito. Amigos valiosos que lhes entendam os propósitos e valorizem os trabalhos esquecidos de que as afeições quanto as plantas reclamam cultivo adequado. O que ele quis dizer? Quer dizer que a maioria de nós, na escolha de cooperadores e amigos, optamos quase sempre por aqueles que já chegam prontos, entendendo e que entenda os propósitos que desejamos chegar da empreitada que pretendemos desenvolver. E Jesus quando aqui esteve, olha que era o governador. Ele tem um conhecimento absurdo de tudo que existe. Ele veio aqui e ele escolheu os doutores da lei. Ele escolhe escolheu quem tinha um conhecimento, quem sabia ler, quem sabia isso ou aquilo. Não. Ele saiu e escolheu pescadores, tecelães, coletor de impostos que pouco conheciam do das das escrituras. Então o que ele faz? ele começa a compreender porque ele já os compreendia, sabia da situação de cada um e aí começou a dar o leite, conforme

tor de impostos que pouco conheciam do das das escrituras. Então o que ele faz? ele começa a compreender porque ele já os compreendia, sabia da situação de cada um e aí começou a dar o leite, conforme Paulo diz no início, eu vos dou o leite. O leite quer dizer, aquele conhecimento inicial. E assim fez Jesus, foi compreendendo, dando conhecimento que aos poucos foi formando o seu o seu apostolado. Posteriormente ele já junto com Jesus, vendo os exemplos que Jesus dava, cresceram. E Jesus então já pôde passar por uma outra fase de dar a cada um dele o manjar, quer dizer, ensinamentos mais superiores, porque eles carregariam em suas costas, depois que o mestre partisse toda a construção do da igreja de de Jesus. E que igreja é essa? a igreja do amor dentro do coração de cada um de nós. E Jesus, ao construir esse reino, não se impressionou quando ele quando ele estava com as pessoas que o cercavam na vida. Ele não se impressionava, ele procurava compreender. Então, ele não se impressionou, por exemplo, com a usura de Zaqueu, nem com o comportamento de Madalena, nem pela vaidade intelectual de Nicodemos. Ele compreendia, ensinava e ao compreender ensinar, ele angarea uma amizade. Porque a pessoa cheia da vaidade ou cheia da usura, quando ele se deparava com aquele mestre que o compreendia e o ensinava, demonstrando que aqueles valores que aqueles irmãos amealhavam no seu coração, eles poderiam ser modificados. E ele exemplificava e ensinava. E o que ele fez? trouxe amigos para a sua a sua o seu direcionamento. E existe uma ciência de cultivar amizade, diz eh Humberto de Campos. Existe uma ciência de cultivar a amizade e construir o entendimento, como acontece com o trigo no campo espiritual do amor. Não será possível colher semear. E essa ciência nos foi ensinada por quem? Por Jesus. E qual é, e qual é a ciência de cultivar a amizade? É a ciência da paciência, da tolerância, a ciência do respeito, da lealdade, da fidelidade. Porque se você quer construir uma amizade, esse é básico. Você tem que

al é a ciência de cultivar a amizade? É a ciência da paciência, da tolerância, a ciência do respeito, da lealdade, da fidelidade. Porque se você quer construir uma amizade, esse é básico. Você tem que respeitar, você tem que ser fiel, você tem que tolerar, você tem que ser paciente. E aí você constrói. Você não vai encontrar um amigo de uma hora para outra. Você fala: "Ah, você quer ser meu amigo? Eu sou seu amigo, aí vamos ali fazer alguma coisa. Não. Amizade é construção, às vezes um pouco mais rápida, às vezes um pouco mais demorada, mas é uma construção. E ele segue nos dizendo, Humberto de Campos, já vos não chamarei. Ah, não, isso aqui é é importantíssimo, não é Humberto de Campos. Eu tava lendo o verso de Campos e agora passamos para Cristo porque ele dá uma definição da maior importância para cada um de nós. E porque Jesus deixou, ô Jesus deixou registrado em João que ele entendia por amizade. Vocês já viram isso no evangelho? Mas Jesus definiu o que entendia por amizade. Tá em João 15:15. Ele falou assim: "Já vos não chamareis servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor, mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer". Observe que aqui é uma mudança significativa da obediência para a compreensão. Portanto, Jesus quis nos demonstrar que quando você quer se fazer entender, quer se fazer compreender pela imposição, você não está querendo amigo, você tá querendo servo. Então você tem que conquistar amizade. E muitos de nós queremos impor um ponto de vista ao outro para que ele nos compreenda. Você não desenvolve um conhecimento, você não desenvolve toda uma lógica amor, amorosa, para que você possa conquistar. Então, o nosso coração que deve ser uma sala para os amigos. O amigo quando se reunir conosco, ele tem que sentir no nosso coração uma sala de acolhimento. O nosso amigo, quando você chega perto de um amigo, você sente alegria, você não sente medo, você sente respeito, você sente confiança de que você possa

entir no nosso coração uma sala de acolhimento. O nosso amigo, quando você chega perto de um amigo, você sente alegria, você não sente medo, você sente respeito, você sente confiança de que você possa falar o que você quiser. Você não vai ser julgado, não vai ser repreendido. Você muitas vezes poderá até ser aconselhado, mas o nosso coração deve ser uma sala para os nossos amigos e não uma cela, porque uma cela aprisiona e o aprisionamento que a cela, que o nosso coração pode fazer, ela quer para ela. Eu quero você para mim. Você tem que me compreender. Você quer ser meu amigo, tem que fazer o que eu quero. Isso é egoísmo, é vaidade, é orgulho, meus irmãos. E aí que nós podemos fazer a relação nessa missão de Jesus, do reino dele dos céus, porque essa mensagem nos faz compreender que exatamente o que nos afasta do outro é o orgulho, é o egoísmo, é a vaidade, é o interesse pessoal. Olha, o interesse pessoal, particularmente quando nós falamos de amizade, o interesse pessoal é uma chaga. Porque quando você constrói uma amizade com interesse de alguma coisa, não é amizade. Pode ser alguma coisa, pode ser um negócio que você queira fazer, um interesse, mas amizade, perdão, amizade não é. Então essa mensagem, amizade e compreensão, ela tem muito disso, de fazer com que nós, quando passamos a compreender o outro, nós deixamos de lado tudo que possa existir dentro de cada um de nós. O nosso objetivo é compreender aquele irmão. Às vezes ele tá num sofrimento, ele tá numa busca, ele tá num determinado ponto da sua caminhada e você procura compreendê-lo. Ou então ele a você. Normalmente a gente fala sempre nós compreendendo o outro, mas o outro também nos compreendendo, sabendo o estágio que eu tô na vida e que eu preciso realmente que ele venha ao meu encontro e juntos possamos caminhar. Isso não se dá apenas no aspecto da amizade que nós encontramos na nossa casa, no local de trabalho, no nosso local de lazer, é principalmente dentro do nosso lar. Eu já vi pessoas dizerem:

caminhar. Isso não se dá apenas no aspecto da amizade que nós encontramos na nossa casa, no local de trabalho, no nosso local de lazer, é principalmente dentro do nosso lar. Eu já vi pessoas dizerem: "Não, eu sou casado, não sou amigo. Minha mulher é minha mulher, não é minha amiga, porque eu não vou misturar a esposa com amizade. Cada um pensa o que quiser, mas é ali que nós forjamos as principais amizades. Quando você dentro da sua casa, com a sua esposa, com seu esposo, com seus filhos, com os parentes, de uma maneira geral, você passa a ter uma compreensão do que se passa dentro de cada um desses que estão nessa esfera familiar. E ao compreender você passa a angarear, porque a compreender você não julga, você não ataca, você não não faz, não toma nenhuma atitude que possa ferir o perdão, ferir o outro. Esse esse esse momento de compreensão é um momento em que você vai chamar a pessoa para você e a partir daí desenvolver diálogo, conversa, ter paciência, ter tolerância. E isso começa dentro da casa de cada um de nós. E a nossa relação com o mundo, tudo que escutamos, tudo que guardamos, escondemos e continuamos a construir relações por causa do egoísmo. Porque quando nós nos escondemos, porque a gente acaba colocando máscaras em cada um de nós, a gente quer compreender para ter algum algum ganho naquilo. vou compreender, mas por detrás disso eu tenho um interesse que às vezes a pessoa não sai. Isso isso é absurdo. Isso é absurdo. Para nós que pretendemos a evoluir, estamos evoluindo e atingimos um mundo melhor. Se nós não modificarmos o nosso ponto de vista a respeito dessas situações do mundo. E a doutrina espírita, ela é particularmente ela muda todo o ponto de vista, sobretudo. Ela muda todo o ponto de vista. Então, esse é mais um ponto de vista dessa compreensão que nós devemos ter. E primeiro é buscar esse reino de amor, porque estamos aqui de passagem. Isso é um momento muito pequeno na nossa vida. É um pequeno momento mínimo na vida. A verdadeira vida, essa é a vida futura

er. E primeiro é buscar esse reino de amor, porque estamos aqui de passagem. Isso é um momento muito pequeno na nossa vida. É um pequeno momento mínimo na vida. A verdadeira vida, essa é a vida futura que deu, que Jesus nos falou, a vida futura que deve ser o objetivo da nossa vida, porque lá ele diz que teremos a recompensa. Que recompensa é uma maneira de falar, né? É onde encontraremos paz, harmonia, porque nós só atingiremos essa vida futura se realmente atendermos uma das das bem-aventuranças quando Jesus falou: "Bem-aventurados que t puro coração, perdão, porque conhecerão a Deus. E essa amizade e compreensão não se restringe apenas aos círculos da nossa fé espírita. Deve ser estendida, como falamos, ao nosso lar, marido, mulher, filhos, para ampliação da nossa rede de amizades com um novo enfoque que talvez não chegamos a vivenciar, o da construção da fraternidade universal. E eu gostaria de compartilhar com vocês um uma poesia bem sucinta da do espírito Maria Dolores na psicografia de Chico Xavier e com ela encerrar essa nossa participação. Diz Maria Dolores: "Agradeço Senhor, cada afeição querida, o nome dessa poesia é Oração da Amizade. Agradeço Senhor, cada afeição querida. com o que me destes a vida. Alegria, esperança, entendimento, amor. Enaltece por mim a amizade que vem. Resguarda minha fraqueza em caridade infinita, em caridade enchinda, sem perguntar porque não posso ainda entregar-me de todo à prática do bem. Ser louvado Jesus pela criatura boa que me escora no caminho, estendendo-me paz, reconforto e carinho. Toda vez que me encontra, auxilia ou perdoa. Faz brilhar no mundo o olhar brando e perfeito, que me tolera as faltas de hora a hora, que me percebe o anseio de melhora e me ensina a servir sem notar meu defeito. Santifica na terra o ouvido que me escuta, espalhar a queixa e as aflições que faço nos erros que cometo, passo a passo, nos meus dias de mágoa, sombra e luta. Abrilhanta onde esteja aquele coração que me acolhe nos dons da palavra serena e nunca me censura e nem

as aflições que faço nos erros que cometo, passo a passo, nos meus dias de mágoa, sombra e luta. Abrilhanta onde esteja aquele coração que me acolhe nos dons da palavra serena e nunca me censura e nem condena quando me vejo em treva e irritação. Clama de esplendor para a glória celeste, a mão cuja bondade em júbilo proclamo, que me socorre e ampara aquele que mais amo no refúgio do lar que me fizestes. A ti, Jesus, meu pálido louvor, pelo gesto mais leve e pequenino das santas afeições que me destes ao destino. Agradeço, Senhor. Graças a Deus e graças a Jesus. Como é lindo falar de amizade, né? A gente fica assim, amizade e compreensão, né? Porque todo amigo ele compreende. E essa o Rodolfo começou com o Cali de Brancail, né? que é muito bonito e eu acompanho toda a explicação do livro através da nova acrópole e e a e a pessoa que fala lá, Lúcia Galvão, ela fez cada capítulo, cada capítulo do livro, ela fez um uma palestra. E quando ela falou da amizade ficou muito bonito, né? de quando ele foi embora paraa terra dele e alguém falou: "Fale-nos da amizade que se vocês tiverem a oportunidade, procura lá no YouTube, né? Eu sigo muitas palestras dela que eu gosto muito porque eu acho que filosofia para mim é muito difícil ainda, entendeu? Então ela quando ela explica uma coisa, à luz da filosofia, eu falo assim: "Nossa, Rute, acho que você teria que fazer um curso para poder acompanhar bem, porque é uma outra parte, é uma outra, um outro olhar amoroso e compreensiva, né? E vai no, na profundeza daquela situação. Vale a pena vocês assistirem. Eu salvei todas elas porque sempre eu tô vendo ali, assistindo, inclusive até convidamos ela para uma para um evento aqui, né, um seminário, mas ela carinhosamente disse que ela não faz palestra eh para instituições religiosas. E eu entendi e aí explicou o motivo, né? Porque senão daqui a pouco ela só fica na na nas instituições porque é convidada e ela tem ainda todo um trabalho da Nova Acrópole, né, que já é extenso demais. Bom, vamos terminando,

ou o motivo, né? Porque senão daqui a pouco ela só fica na na nas instituições porque é convidada e ela tem ainda todo um trabalho da Nova Acrópole, né, que já é extenso demais. Bom, vamos terminando, né? Vamos agradecendo, né, primeiro Adolfo, né, por nos trazer esta belíssima fala sobre amizade, compreensão, que a gente encanta, né, porque é algo que nós temos, né, amizade, nós temos, nós temos compreensão, temos, mas ainda falta algo mais. Então, acho que com com a reflexão que ele trouxe do tema, a gente pode começar a observar melhor, né, como que está a nossa amizade. Que amizade é essa? É uma amizade que de barganha ou que a gente diz ou não? É uma amizade, é aquele que que precisa e quando precisa lá eu estou, não é? Eh, de menzes, um dia que amigo é aquele que chega quando todo mundo vai embora. Eu achei isso tão lindo, porque é sim, né? Na hora das coisas tranquilas, nós temos muitos que falam que é amigos, mas na hora da dificuldade que a gente se vê só, aí chega. E sabe quem chega? Um só, no máximo dois só. Mas esses são tão verdadeiros e tão são importantes, são assim um diamante para nós, né? Então, a gente agradece muito Adolfo, mas também agradecemos a espiritualidade da casa e acolheu todos nós aqui, tratando de cada um individualmente, de acordo com a sua necessidade e rogamos que continue nos atendendo nas nossas nas nossas imperfeições ainda, que não vou dizer que são muitas, porque nós já estamos a caminho para compreender, para depois fazer diferente. Então, que essa paz que hoje, que nesse momento está nesse auditório, no coração de cada um, permaneça, permaneça. Vamos tomar o passe para nos abastecer das energias que lá vão oferecer para nós. que a gente vai pra casa e no caminho da casa, onde passarmos, se for necessário, que nós possamos ser aquele foco de luz para aqueles que estão à beira do caminho, que às vezes a gente nem nota, mas a nossa energia é tão boa, tão tá tão iluminada que a espiritualidade usa para socorrer muitos outros. Então,

foco de luz para aqueles que estão à beira do caminho, que às vezes a gente nem nota, mas a nossa energia é tão boa, tão tá tão iluminada que a espiritualidade usa para socorrer muitos outros. Então, fiquemos na doce paz dele e que assim seja. Agradecemos a todos vocês pela presença. Agradecemos os que estão nos ouvindo, que os que irão nos ouvir e até quarta-feira que vem, família, né? Família de quarta-feira das 16 horas. Uma boa tarde. Sejam bem-vindos. A nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares,

ra os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso [música] passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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