NISTO TODOS CONHECERÃO QUE SOIS MEUS DISCÍPULOS: SE VOZ AMARDES UNS AOS OUTROS | ARTUR VALADARES

Comunhão Espírita de Brasília 18/01/2026 (há 2 meses) 1:07:35 2,066 visualizações

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Transcrição

Ição. Aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de [música] viver. Doando amor, vibrando luz. >> Buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim. Boa tarde. >> Boa tarde. >> Sejam todos muito bem-vindos à nossa casa, Comunhão Espírita de Brasília. Boa tarde aos irmãos que nos acompanham pela TV Comunhão, pelas mídias sociais e eu espero que todos estejam com o coração tão alegres quanto nós lá na DALP. a nossa diretoria de atendimento e orientação. A Dal ano passado, revendo o seu planejamento, tinha um sonho, né? Nós queríamos começar o nosso ano de atividades na casa, trazendo reflexões sobre o evangelho de Jesus, sobre o nosso querido mestre, orientando os nossos trabalhos dentro da casa. E nós ficamos pensando como fazer, quem convidar. E aí diz que sonho que se sonha só é só um sonho, mas sonho que se sonha junto é realidade. E aí nós falamos assim: "Vamos fazer um convite, quem sabe dá certo". E aí encontramos a equipe do Artur, fizemos o convite, falamos assim: "Olha, o dia que ele puder vir, nossa casa vai estar de braços abertos". E de uma forma muito amorosa, muito gentil, essa equipe nos acolheu. E foi possível então no dia de hoje contarmos com a presença desse irmão querido no movimento espírita, um estudioso que sempre nos traz reflexões extremamente importantes e esse é o motivo da nossa alegria de poder recebê-lo aqui com o nosso carinho, com a nossa amizade, para que ele possa compartilhar conosco um pouco dos seus estudos, das suas reflexões, fortalecendo em nós a nossa disposição ao trabalho. Então, este é o nosso propósito desse encontro que não se encerra aqui. Nós vamos ter um segundo momento. Então, desde já a gente já convida para que vocês fiquem até às 19 horas conosco paraa gente aproveitar o máximo possível da presença do Artur. Mas já um pouquinho harmonizados, né? Estávamos aqui aguardando o início desse

e já convida para que vocês fiquem até às 19 horas conosco paraa gente aproveitar o máximo possível da presença do Artur. Mas já um pouquinho harmonizados, né? Estávamos aqui aguardando o início desse nosso momento já em oração, já em prece, mas para que a gente possa estar bem sintonizado com os nossos irmãos superiores, com o nosso querido mentor dessa casa, Bezerra de Menezes, com o nosso querido José Grosso, mentor da nossa diretoria. Eu quero convidar então Evani Bueno, que é a nossa diretora de atendimento e orientação, para fazer a nossa prece inicial. >> Boa tarde a todos. Seja todos muito bem-vindos à nossa casa. E hoje estamos alegres por essa presença tão ilustre na nossa casa do Artur. Tenho certeza que trará muitos ensinamentos para nós, vai acalmar os corações. Então vamos pedir a Deus, nosso pai, a Jesus nosso irmão maior, que possa nos acolher na tarde de hoje, nos dando entendimento de tudo aquilo que for falado aqui. Que possamos ser fortalecidos, Senhor, nas nossas demandas, fortalecido na fé e que Jesus nos ilumine cada dia mais. que a nossa jornada terrena seja mais suave, mais leve, como prometeu o Cristo que seria. Então, pedimos, Jesus ser conosco hoje e sempre. Que assim seja. Bom, o nosso irmão Artur vai falar para nós hoje nessa tarde sobre uma assertiva do nosso querido mestre Jesus. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos se vos amardes uns aos outros. Artur, a casa é toda sua. Queridos amigos, queridas amigas, boa tarde para todos nós. Que o Senhor nos abençoe com a sua paz e que sintamos-nos todos aqui envolvidos pela sua misericórdia, também por meio da presença dos espíritos amigos que aqui nos amparam. Antes de mais nada, eu gostaria de agradecer por essa oportunidade de pela primeira vez estar aqui participando de uma atividade na comunhão e desde já agradecendo pelo carinho recebido e rogando ao alto que nos ajude para que de fato consigamos estabelecer isso que é a meta, o propósito principal de toda reunião espírita, seja ela qual

ão e desde já agradecendo pelo carinho recebido e rogando ao alto que nos ajude para que de fato consigamos estabelecer isso que é a meta, o propósito principal de toda reunião espírita, seja ela qual for, de qual natureza for, estabelecer entre os que dela participam a verdadeira comunhão em espírito, em verdade. Comunhão essa mantida sobretudo pelo amor. E o tema que nos foi proposto é dos mais centrais quando tratamos do cristianismo, porque ao longo dos séculos da história cristã, essa muitas das vezes tem sido uma preocupação muito frequente, aquela assinalarmos para o mundo que somos cristãos. Quais os sinais? Quais os distintivos realmente destacariam que um determinado coração é de fato um discípulo de Jesus. E é justamente nesta fala que o mestre nos apresenta a proposta fundamental do evangelho. Mas para refletir de maneira mais profunda sobre isso que Jesus nos disse e que, como dizíamos, é algo realmente muito importante em nossa experiência com o evangelho, vamos percorrer aí os caminhos de um tarefeiro. Vamos mergulhar na experiência e na jornada desse coração que foi ele próprio ao longo do tempo, reconhecendo qual é efetivamente o sinal que caracteriza um cristão. Vamos ao Oasis de Dan na soletude daquele local distanciado de tudo, onde ali estavam presentes apenas aqueles três corações que por ali passaram. alguns anos entre o trabalho no tear e entre as meditações acerca do evangelho. Como sabemos, Saulo de Tarso ali a princípio comparece como um anônimo. Foi muito bem acolhido pelo casal que já estava lá, Áila e Prisca. A princípio também eles não sabiam se ele era cristão ou não. Por isso, com muita descrição, faziam as suas reuniões de estudo do evangelho, né? poderíamos dizer, o seu culto diário do evangelho, o faziam ali de maneira discreta, pois não sabiam qual era a crença daquele novo companheiro que se juntava a eles. Mas com o passar do tempo, Saulo foi notando aqueles pequenos detalhes, os manuscritos, os pergaminhos, o palavreado. foi notando que estava ali

crença daquele novo companheiro que se juntava a eles. Mas com o passar do tempo, Saulo foi notando aqueles pequenos detalhes, os manuscritos, os pergaminhos, o palavreado. foi notando que estava ali diante de corações que também seguiam a Jesus até o momento em que eles então se reúnem efetivamente como com disciscípulos, irmãos de ideal. Saulo se abre para eles dizendo ser também cristão. E começam então a estabelecer laços ainda mais profundos à medida que estudavam em conjunto as lições de Jesus. no trato do Evangelho, iam fortalecendo aquela amizade que seria uma das mais marcantes para a trajetória do grande apóstolo. Em determinado momento, contudo, Saulo vai sentindo a necessidade de se abrir ainda mais com aqueles anfitriões. Ele ouvia falar alguns relatos da trajetória de vida pregressa daqueles dois, como haviam saído de Jerusalém em fuga, dadas as perseguições que ali haviam sido iniciadas, justamente pelo rabino Saulo de Tarso. Então, ouvindo tudo aquilo, sabendo do desfecho para Áila ainda mais doloroso, seu pai havia sido morto em decorrência dessas perseguições. Ele foi cada vez mais sentindo-se impelido a tangenciar essa questão, esse assunto, e o foi fazendo gradualmente. Em um determinado dia, ele volta-se para Áquila, também para Prisca, e os indaga: "Que pensais de Saulo de Tars?" A resposta que ele ouve é certamente uma dessas que lhe marcaria o coração e o que o ajudaria a encontrar na experiência cristã esse caminho, esse eixo central que não podemos perder de vista se não quisermos nos afastar daquilo que é realmente mais importante. Aquila responde assim: "O evangelho nos manda considerá-lo como irmão extremamente necessitado da luz de Jesus Cristo. Tem orado por ele, rogando que um raio do céu possa esclarecê-lo. Não tanto por mim, que nada valeho, mas acima de tudo por conta de Simão Pedro, que tenho na figura de um outro pai. Penso que a casa do caminho mereceria um caminho mais livre para poder atuar e expandir os seus serviços no amor e na

, mas acima de tudo por conta de Simão Pedro, que tenho na figura de um outro pai. Penso que a casa do caminho mereceria um caminho mais livre para poder atuar e expandir os seus serviços no amor e na fraternidade. Então, imaginemos só, Saulo estava diante daquele cujo pai havia sido morto em decorrência das perseguições iniciadas por ele mesmo. não diretamente por ele, mas por alguns de seus asclas, alguns de seus colaboradores. E diante de um coração marcado por aquela experiência dolorosa, o vê referir-se ao alges termos. Ali ele começava a penetrar uma outra percepção mais profunda, mais verdadeira do que realmente caracteriza uma criatura. Ele que vinha de outros tempos onde os adereços eram muito importantes, as titulações, os rótulos, as influências, os nomes eram designativos muito importantes na consideração social de alguém, na leitura superficial que se fazia de uma pessoa. Considerava-se muito isso. Qual o rótulo? Qual o título? Qual a vestimenta? qual a origem, qual o nome? E de repente ele começa a notar naqueles corações com os quais convivia, não somente ali no deã, mas antes também na igreja de Damasco, na pequenina igreja de Damasco, que foi a sua primeira e também profundamente marcante experiência com o evangelho já como cristão, ele começa a notar outras uma outra espécie ou alguns outros tipos de distintivos. de características. Então ele prossegue nesse diálogo com Áaila e eles então lhe dizem, né, Ála volta-se para Prisca e acrescenta: "Lembra-te, Prisca, como nas orações, na casa do caminho, o nome de Saulo de Taro era sempre lembrado para nos ajudar o espírito fraco ainda no perdão. Simão Pedro nos ensinava a enxergá-lo como um irmão cujas violências obscureciam. Então, Simão Pedro, aquela figura central no cristianismo nascente, que absorvia no seu coração imenso muitas daquelas lutas e sofrimentos. Simão que havia perdido um filho da alma na figura de Estevão. Simão que via muitos e muitos corações fugindo da cidade em decorrência das perseguições.

ção imenso muitas daquelas lutas e sofrimentos. Simão que havia perdido um filho da alma na figura de Estevão. Simão que via muitos e muitos corações fugindo da cidade em decorrência das perseguições. Outros que ali chegavam sem quaisquer esperanças, a não ser aquela casa do caminho. Simão, que na imensidade daquele amor que já conseguia nutrir, inspirado, é claro, no amor incomensurável de Jesus, ele fazia questão de, nas preces da casa do caminho, mesmo depois de todos aqueles acontecimentos, lembrar-se sempre da figura de Saulo de Tars, ajudando ainda aqueles que se sentiam fracos no perdão, dizendo a eles, mudemos um pouco o ponto de vista. Analisemos o nosso irmão por uma outra perspectiva e talvez nos será mais fácil compreendê-lo na sua condição. Um irmão cujas violências obscurecem. a grandeza de alma de alguém que viu o filho da alma ser lapidado, apedrejado por aquele indivíduo ou em decorrência da sua atuação e que nestes termos se referia a ele. Para desfazer os ressentimentos mais vivos. Prossegue Águila. Simão Pedro historia, historiava-nos a sua própria história, o seu passado, recordando-nos das suas próprias negações a Jesus. como a dizer, né, ele que era aquela figura de referência, olha, o meu passado também tem as suas nóduas, também tem as suas marcas. Saulo de Tars, portanto, não estará perdido. Jesus me trouxe de volta ao caminho à seara, por que não o faria também em relação a ele? Haveremos de confiar, portanto, no seu poder. Então, para estimulá-los ainda mais a desfazer no coração qualquer mágo ou ressentimento que garregassem em relação à aquele algóz, ao primeiro perseguidor do cristianismo, Simão lembrava as suas próprias falhas, as suas próprias quedas. E mais, Pedro chegava mesmo a dizer de Isáquela que toda aquela perseguição de Saulo era útil, porque os mantinha mais focados, mais vigilantes, mais atentos ao caminho que tinham por percorrer. como não ser marcado por uma tal experiência, por uma tal descrição. Saulo, naquele processo que vinha

rque os mantinha mais focados, mais vigilantes, mais atentos ao caminho que tinham por percorrer. como não ser marcado por uma tal experiência, por uma tal descrição. Saulo, naquele processo que vinha vivendo, desde o encontro marcante em Damasco até ali aquele momento no Asis de Dan, ele vinha vendo o seu mundo, a sua concepção de mundo anterior ruir. Ele outrora, como dizíamos, tão fixado nessa importância das aparências, das conveniências, das fórmulas, das influências, da rotulagem do mundo, porque vivia entranhado naquele meio onde isso era valorizado, tão valorizado, a ponto de ele considerar todos os que estavam lá naquela casa do caminho legítimos perdedores. criaturas fracassadas. O escândalo com que ele recebe a notícia de que o seu mestre havia se disposto a ir lá passar uma tarde, porque ele não concebia outro tipo de grandeza, ele não considerava outros tipos de distintivos que não fossem os do poder, da vaidade, do prestígio, da fortuna, da influência. Embora existisse também no seu coração o anseio sincero de servir a Deus, mas ainda muito contaminado pelas vaidades humanas, pelas ilusões do mundo, mas Jesus havia propiciado a ele aquela experiência de uma visal transformação em que os seus olhos agora desprovidos daquelas escamas que obscureciam a sua visão, começavam a enxergar a vida e as pessoas por um outro prisma. O que antes tinha tanto valor, já não tinha aos seus olhos agora tanto valor mais. E o que antes ele ignorava, agora se realçava, começava a se destacar cada vez mais outro tipo de características, outros valores, outras maneiras de analisar realmente uma pessoa, um espírito. E é o que ele então podia ver naquele singelo relato. homens e mulheres que eram caracterizados por uma tal capacidade de amar. Para muitos, no mundo de então, aquilo passava desapercebido, não era um sinal de grandeza. Imagina só humilhar-se ao ponto de perdoar quem me feriu. Era tido a conta de humilhação. Jamais enxergariam nisso verdadeira força ou poder. O poder de quem perdoa,

ido, não era um sinal de grandeza. Imagina só humilhar-se ao ponto de perdoar quem me feriu. Era tido a conta de humilhação. Jamais enxergariam nisso verdadeira força ou poder. O poder de quem perdoa, a fortaleza de quem é capaz de perdoar. Era visto como fraqueza. Jamais veriam riqueza naquela vida simples, desprovida de recursos, mas cheia de fraternidade, de uma fraternidade que muitos ainda não conseguiam sentir ou valorizar. Ele, rabino prestigioso em Jerusalém, outrora não via, não enxergava isso. Mas é o que o evangelho vai fazendo conosco, arrancando as escamas que nos turvam a visão, para que tenhamos da vida e das pessoas uma compreensão cada vez mais real, cada vez mais baseada ou fundada nas verdadeiras leis da vida, as leis de Deus. Então, o que aquelas pessoas buscavam, o que as definia, não eram os rótulos de influência, poder ou fortuna, mas sim aquele sinal que ele começava a perceber como uma constante por onde passava, desde a primeira visita na casa do caminho até naquele momento quando vê Estevão perecer. Depois quando acolhido na igrejinha de Damasco e agora ali naquele oas distante de tudo junto àqueles dois corações, ele começava a notar esse sinal, esse distintivo sempre muito marcante, presente, um amor, uma forma de lidar com as outras pessoas, mesmo aquelas que eram adversários ou algozes que ele antes não havia. havia visto, talvez, justamente em decorrência desse amor, uma outra característica, uma tal serenidade, uma tal confiança nesses corações que era de impressionar. Uma imagem que jamais ele pôde descolar de sua retina espiritual, de sua memória, foi o olhar de Estevão para ele, Saulo, quando naquele dia da lapidação, por mais que estivesse Estevão banhado em sangue, seus olhos eram como um farol do seu olhar projetado uma paz, uma serenidade que o marcaram para sempre. Ele jamais pôde esquecer aquele olhar que foi para ele o sinal, agora melhor compreendido, de algo absolutamente diferente que até então ele não conhecia. Então ele começava a observar isso.

a sempre. Ele jamais pôde esquecer aquele olhar que foi para ele o sinal, agora melhor compreendido, de algo absolutamente diferente que até então ele não conhecia. Então ele começava a observar isso. Aqueles discípulos do Nazareno preocupavam-se com outra espécie de distintivos. Estavam mais voltados para outros ornamentos que não eram assim palpáveis ou materiais. E isso naturalmente foi moldando a sua visão, porque ele ainda não havia começado de fato a sua grande tarefa de divulgação do cristianismo, levar a mensagem do Cristo até os confins. Ele estava ainda em preparação. E quando a gente lê o livro Paulo Estevão ou mesmo o Evangelho, né, as cartas de Paulo, em que podemos aprender muito sobre o seu processo de formação, de desenvolvimento ao longo do tempo, Atos dos Apóstolos, a gente nota como que Jesus foi realmente reunindo ao seu caminho os corações e as experiências no justo momento para moldar a visão. que ele precisaria ter para de fato universalizar a mensagem cristã como ele o fez, torná-la assim prática, trazê-la de fato à vida, conectar essa mensagem do céu à sua aplicação na terra. Porque de certo modo foi o que Paulo fez. Ao fazer uma referência ao apóstolo, numa mensagem muito bela em que Emanuel nos orienta a ler as suas cartas e meditar, ele diz assim: "Ele foi o o coração escolhido por Jesus por para aclimatar a flor divina do evangelho no campo do mundo. Trazer isso para a dimensão da vida. como é que é o cristianismo realmente aplicado? E claro, ele o faria antes de mais nada em sua própria vida, para que por meio dos seus escritos, da suas cartas, dos seus ensinamentos, ele pudesse também compartilhar isso. Então Jesus vai de fato o conduzindo, moldando a partir de experiências como essas, de encontros. sempre sob a tutela também de Estevão, que era agora no mundo espiritual, o braço direito de Jesus, designado para ser o companheiro dileto e sempre presente daquele que havia sido oficial ao gós, mas que agora seria, passaria a ser o seu grande amigo.

no mundo espiritual, o braço direito de Jesus, designado para ser o companheiro dileto e sempre presente daquele que havia sido oficial ao gós, mas que agora seria, passaria a ser o seu grande amigo. Isso foi moldando então a visão do apóstolo, o preparando para questões que surgiriam mais à frente e que são questões graves, fundamentais, que já naquele início do cristianismo foram levantadas e que podemos dizer ainda perduram até hoje. desafios na nossa experiência com o evangelho, desvios muitas das vezes sutis em que temos incorrido ao longo de tantos séculos. Muitos de nós que aqui estamos, há quanto tempo temos conhecido o evangelho? desvios sutis nos quais temos incorrido e que nos cabe hoje com o auxílio do espiritismo, estarmos muito atentos a eles, claro, resgatando a palavra primordial do mestre, que já nos trazia uma reflexão nesse sentido, para que estivéssemos atentos a esse ponto capital. Refiro-me a que mais à frente na trajetória de Paulo, quando ele já era a figura mais conhecida na divulgação da mensagem do Cristo, surgiria no seio da comunidade cristã uma das maiores polêmicas da história do desenvolvimento do cristianismo, que levou à primeira grande reunião entre os discípulos. aquele que foi conhecido como o concílio de Jerusalém. São vários os fatores que estão envolvidos para que se chegasse a essa reunião, mas um deles era essa questão do que caracterizava o discípulo de Jesus. A imensa maioria dos primeiros seguidores vinham do judaísmo. E entre os judeus, há muito tempo, eles traziam essa ideia de uma marca. no corpo que caracterizasse a sua aliança com Deus, a circuncisão, entre outras práticas que eram rigidamente observadas, sobretudo pelos fariseus. E esses primeiros cristãos vindos do judaísmo, à medida que o trabalho de Paulo se expande e começa a alcançar os gentios, passam a apresentar essa questão. Para serem considerados discípulos de Jesus, precisarão também dessa marca no corpo, deste sinal. Sem este sinal, não poderão ser considerados discípulos

os gentios, passam a apresentar essa questão. Para serem considerados discípulos de Jesus, precisarão também dessa marca no corpo, deste sinal. Sem este sinal, não poderão ser considerados discípulos de Jesus. E aí que entra Paulo. E aí que entra todas essas experiências que ele veio tendo. Ele outrora judeu vindo do farisaísmo. Talvez em outros tempos isso para ele não fosse uma questão, mas agora já profundamente transformado e por isso mesmo chamado por Jesus para ser aquele que levava a mensagem aos gentios, o apóstolo dos gentios, ou seja, aqueles que não eram judeus. Ele então bate o pé sobre essa questão e diz: "Não pode ser assim. Se assim for, nós não estaremos entendendo a essência do que Jesus nos trouxe." Mas ele encontra resistências da parte até de alguns dos apóstolos. E aí surge então aquele atrito que foi depois resolvido no clima do amor entre ele e Thago. Atrito que prejudicou de alguma maneira a comunidade da Galácia, as comunidades lá por ele fundadas. Tanto que na carta aos Gálatas, ele vai tratar muito dessa questão. Depois também na carta aos romanos, porque os romanos em geral eram gentios. E volta a baila essa mesma questão. Os chamados judaisantes queriam de toda maneira impor essas essa necessidade não só da circuncisão, como de outras práticas de ordem mais exterior, para que fossem então considerados cristãos os que vinham de outras nações. E Paulo, firme na sua oposição, diz: "Não poderá ser assim. A questão ia se volumando e escalando até que então Pedro e os demais resolvem convocar aquele concílio para que pudesse ser resolvida a questão no clima do amor, da fraternidade, sob a luz e a inspiração de Jesus. Paulo na sua carta aos Gálatas, no capítulo 5, versículo 6, traz para nós a essência daquilo que ele foi dependendo de todas aquelas experiências. Olha, eu tenho visto por onde tenho passado, que o que realmente caracteriza o cristão não é esse ou aquele sinal exterior, esta ou essa ou aquela vestimenta, esta ou aquela maneira de se

xperiências. Olha, eu tenho visto por onde tenho passado, que o que realmente caracteriza o cristão não é esse ou aquele sinal exterior, esta ou essa ou aquela vestimenta, esta ou aquela maneira de se portar lá na comunidade. Eu tenho visto sempre o traço que mais me tem chamado atenção é o do amor. Por isso ele diz na carta aos Gálatas, capítulo 5, versículo 6, porque em Cristo nem a circuncisão, nem a incircuncisão são coisa alguma, mas sim a fé que opera pelo amor. Acrescentando mais à frente no capítulo 6, versículo 15, mais uma vez, em Cristo, nem a circuncisão, nem a incircuncisão são coisa alguma, mas o ser nova criatura é o que de fato importa. Porque lá Paulo já havia entendido o sinal mais efetivo que caracteriza o verdadeiro discípulo de Jesus não poderá ser visto com os olhos físicos apenas. É preciso seja ele sentido, porque é um sinal que tem a ver com a vida da criatura, sua conduta, sua postura, mais do que simplesmente um rótulo ou um indicativo exterior. Aquele tempo, nem cristãos eram ou nem cristão era ainda o título daqueles seguidores, eram homens do caminho. Mais tarde surge o designativo de cristãos. Mas é como é como se Paulo quisesse pontuar que nem mesmo adotando o título de cristãos, poderíamos, por isso mesmo, efetivamente nos caracterizar como tais, porque a rotulagem não basta. Alo que ele desenvolveria mais ainda na sua carta aos Romanos, quando ele diz assim no capítulo 8 versículo 9: "Se alguém não tem o espírito de Cristo, esse tal não é dele." Ser do Cristo, portanto, ser reconhecido como alguém que o segue é trazer conosco, conosco algo do seu espírito. E todos sabemos no cerne o que o Cristo demonstrou, o que o Cristo nos trouxe. De modo que desde aqueles tempos, antes pela própria fala de Jesus, nisto serão conhecidos os meus discípulos por muitos se amarem ou por se amarem uns aos outros. E depois, com todo esse esforço de Paulo para que não déssemos mais valor ou atenção a quaisquer rotulações e titulações externas do que aquilo que se expressa em nossa vida.

se amarem uns aos outros. E depois, com todo esse esforço de Paulo para que não déssemos mais valor ou atenção a quaisquer rotulações e titulações externas do que aquilo que se expressa em nossa vida. Desde aqueles tempos está para nós claro o que realmente deve caracterizar um cristão. Mas ao longo dos séculos ainda temos visto essa luta, ainda temos muitas vezes tropeçado justamente neste quesito. Cristo, em muitas de nossas experiências, tem estado presente em imagens, em quadros, em frases, em textos, em sermões, em livros, em adornos, em medalhas, em contendas. Mas isso por si só não caracteriza o verdadeiro discípulo. Se não o trazemos em espírito e verdade o ensinamento vivo em nossa consciência, em nosso coração, em nossas mãos, ainda dele não somos. É o que vai nos dizer ao comentar justamente esse versículo de Paulo, Romanos 8:9, no livro Fonte Viva, capítulo 170, com o título Rotulagem. Emanu nos diz, a rotulagem não tranquiliza. Procuremos a essência. Nossa experiência com Cristo muitas das vezes tem sido marcada por toda espécie de adorno exterior que nos vinculha a ele, a começar pelo título de cristãos. Mas também em muitas dessas experiências temos sido efetivamente cristãos sem Cristo. Acrescenta ainda o benfeitor. É fácil externar convicção e entusiasmo, votos brilhantes e frases bem feitas, mas demonstrar verdadeiramente o Cristo em uma vida é o que se nos pede. Isto não se fará sem que ele pulse em nós, sem que ele esteja viva em nós. Porque o sinal exterior na vestimenta, no carro, no quadro, na frase da bio, pode de alguma maneira revelar que pelo menos buscamos a ele, mas não chega a marcar as pessoas. O que marca as pessoas, o que realmente revela o discípulo quando ele é capaz de deixar uma marca do Cristo em alguém. E isso a frase na Bio não fará. O quadro em nossa sala não fará. Mas o gesto de amor, de renúncia, de indulgência e de misericórdia, isso o fará. É o que Paulo foi entendendo. Vocês estão muito preocupados em marcar exteriormente, mas estão preocupados em

não fará. Mas o gesto de amor, de renúncia, de indulgência e de misericórdia, isso o fará. É o que Paulo foi entendendo. Vocês estão muito preocupados em marcar exteriormente, mas estão preocupados em marcar os corações. Isso só se alcança, só se consegue com a força do espírito, com a força do amor, com a força da exemplificação. A marca que mais nos importa não é aquela que exteriormente nos caracterize como cristãos, mas aquelas que possamos deixar em outras vidas, trazendo-as para mais próximo do Cristo, 1 milímetro que seja, fazendo-as querer conhecer algo mais de Jesus, um pouco que seja, porque desde os primórdios já entendiam os verdadeiros cristãos. que deve ser o discípulo de Jesus, um pequeno Cristo em construção. Cristianos alter Cristos. O cristão deve ser um pequeno Cristo, deve revelar o Cristo e deixar marcas por onde passa. E só o amor consegue deixar marcas indeléveis. Por isso, só o amor será o distintivo infalível para reconhecer um cristão, um discípulo de Jesus. As marcas do amor do Cristo em nós, em nossa transformação pessoal, mas aquelas que por meio disso também consigamos deixar em outros. Se existir em nós esse entendimento, teríos, teremos compreendido o que mais importa o evangelho, porque tudo mais é decorrência disso, é consequência disso, a centralidade do amor que nos vincula de fato ao Cristo, ao espírito do mestre, tornando-nos veículos, canais do mundo, por meio dos quais ele possa atuar. A visão de Paulo, de um cristão era essa. Dizia ele, o bom cristão ou o legítimo cristão é o bom perfume do Cristo no mundo. Ao fazer referência à igreja, isto é, a comunidade dos seguidores, dizia ele, Cristo é a cabeça. Nós somos no mundo as suas mãos. O corpo de Cristo, as suas mãos, os seus olhos, os seus ombros, os seus ouvidos, os seus pés. por meio dos seus discípulos, daqueles que amam, sobretudo pode o Senhor estender os seus benefícios à humanidade sofredora. Assim tem sido. Embora como vemos na história, muitas das vezes, fiávamos mais, confiávamos mais

cípulos, daqueles que amam, sobretudo pode o Senhor estender os seus benefícios à humanidade sofredora. Assim tem sido. Embora como vemos na história, muitas das vezes, fiávamos mais, confiávamos mais nas vestimentas ou na rotulagem de ordem exterior, tendo a nossa vida ou na nossa vida. a própria contradita de tudo aquilo que considerávamos ou julgávamos seguir. Então isso é muito importante entendermos essa centralidade do amor que Paulo poôde encontrar lá no Oasis de Dan, as referências a Pedro, aquelas marcas que a postura de Ála, uma vez que ele se revela sendo o próprio Saulo de Tarso, ela que o abraça, essa postura deixou nele essas marcas inolvidáveis a ponto de consolidar a sua visão. O cristão realmente tem de ser conhecido por isso. Isso é o que marca uma vida. Isso é o que define a mensagem sendo aproveitada. Mas se é o amor assim uma força tão central na experiência cristã, é preciso entend o que é de fato esse amor proposto por Jesus. Algo que Saulo pôde notar naquela referência de Áila. Que amor é esse que diante do Algóz tem uma tal postura de orar por ele, de abraçá-lo quando ele se revela? O que é esse amor que nos é proposto por Jesus no Evangelho que chega ao ponto de nos dizer: "Amai os vossos inimigos!" Porque aqui é um outro ponto onde ao longo dos tempos temos tropeçado. Talvez por isso não tenhamos avançado tanto na vivência real do evangelho, por não entendermos de fato o que é amor. Porque confundimos muitas vezes o amor com afinidade, com o gostar. E é claro que no clima da amizade existirá reciprocidade, afinidade, sintonia, mas pede-nos o Senhor que amemos até os adversários, os inimigos. Que é o amor, portanto, segundo Jesus? É um sentimento, sem dúvida, que se depura no tempo, mas antes de mais nada, notaremos, é uma decisão, é uma postura de vida, que é o que vemos Pedro fazer ante o Algóz, que gerava tantas dores à comunidade cristã, qual a postura de Pedro de esperança na sua mudança, de boa vontade para com ele, de esquecimento do mal, de confiança no

e vemos Pedro fazer ante o Algóz, que gerava tantas dores à comunidade cristã, qual a postura de Pedro de esperança na sua mudança, de boa vontade para com ele, de esquecimento do mal, de confiança no poder do bem. para um dia trazê-lo a outros horizontes e a outras posturas. É o amor, portanto, antes de mais nada, uma decisão da alma, uma postura inspirada naquilo que o mestre divino nos ensinou. Por isso eu gosto bastante de uma definição do amor que está no livro Pensamento e Vida, o último capítulo 30, em que Emanu encerra a obra, quando ele diz-nos assim que o amor é uma silenciosa esperança do céu, aguardando a evolução de todos os princípios e respeitando a decisão de todas as consciências. Olha que maravilha, gente. Eu posso não concordar em nada com a decisão daquela consciência, mas o amor me faz ter para com ela um olhar esperançoso, um olhar compreensivo. Talvez seja realmente a decisão dela absolutamente infeliz, mas isso não inviabiliza de todo o seu futuro. É ela ainda um espírito, filha do mesmo pai, essa criatura com a mesma destinação que eu próprio. Portanto, uma esperança que jamais ferece, que aguarda o tempo de cada criatura e de cada consciência. prossegue Emanu na sua definição, merced, ou seja, graças a essa bênção divina, cada ser é alentado no degrau da vida em que se encontra. Olha que definição belíssima do que é amor. É ter para com todas as criaturas um olhar de esperança daquele que não desiste, daquele que segue orando por ela se orar foi o máximo que pudermos fazer. Daqueles que segue confiando nas suas possibilidades de mudança. É o amor alentar essa criatura. no estágio da vida, no degrau da vida em que ela está, como eu posso de alguma maneira ampará-la, estimular a dar mais algum passo? Então, veja que sob essa nova consideração entendemos melhor o que seja o amor, inclusive aos adversários, aos inimigos. O Emanu tem uma mensagem, adversários, no livro A verdade responde, capítulo 9, em que ele vai dizer assim: "Amar os adversários, os

melhor o que seja o amor, inclusive aos adversários, aos inimigos. O Emanu tem uma mensagem, adversários, no livro A verdade responde, capítulo 9, em que ele vai dizer assim: "Amar os adversários, os inimigos, não é uma genuflexão improdutiva diante deles. Não é simplesmente nos ajoelharmos e não. O Senhor pede, acima de tudo entendimento, esquecimento do mal e disposição para o bem. Boa vontade, boa vontade esperançosa que opera milagres. Porque só aqueles capazes de conquistar os adversários no transcurso às vezes do séculos. Pela boa vontade e pelo amor, só estes terão entendido o que é a essência divina dessa força que verte do próprio criador e que Jesus nos ensinou em cada passo, em cada gesto seu, mesmo diante dos algozes mais endurecidos. Então, veja o que que é o amor, a luz do evangelho. Eu me recordo que uma experiência marcante que me ajudou a penetrar um pouco mais nessa essência do amor foi quando certa feita li o sermão de Martin Luther King justamente sobre amai os vossos inimigos. E aqui vale até um parêntese. De todos os versículos comentados por Emânel do Novo Testamento nas diversas obras, adivinhe qual o mais comentado? Amai os vossos inimigos. Martin Luther King, nesse sermão, lembremos o contexto em que ele vivia. E ele propõe um caminho pacífico, não de ódio em resposta, não de devolução na mesma moeda. E por isso era até incompreendido por muitos outros. E o que que ele diz nesse irmão? Dentre outras tantas coisas profundas e belas, ele diz assim: "Compreendamos, meus amigos, que amar não é gostar. é algo muito maior e profundo, porque gostar tem a ver com a afinidade e existirão pessoas com as quais não teremos ainda afinidade, seja por questão evolutiva, seja por trajetórias espirituais, seja pela própria personalidade, mas isso de maneira alguma impede-nos ou deveria nos impedir de amá-las, porque amar não é gostar, é ter para com elas também boa vontade, disposição para o bem, espírito de auxílio. Mesmo quando essa pessoa chegue aos limites de nos freirr, nos prejudicar

edir de amá-las, porque amar não é gostar, é ter para com elas também boa vontade, disposição para o bem, espírito de auxílio. Mesmo quando essa pessoa chegue aos limites de nos freirr, nos prejudicar como um adversário um inimigo, ainda assim é ver ela com algo do olhar de Deus, deixar que Jesus olhe ela através de nossos olhos, que o Cristo a ame por meio de nosso coração, porque isso é o amor, como define lá no pensamento e vida. O gostar um dia surgirá ou já existe no âmbito da amizade quando há sintonia, afinidade, mas o amor é muito mais do que isso. De modo que o amor, portanto, não exclui ninguém. Por mais diferente seja a pessoa, por mais diferentes sejam as nossas ideias, o amor é a única força no universo capaz de harmonizar todas as diferenças. E por isso ele é tão central no evangelho, porque o evangelho não exclui ninguém. Independente da visão política, independente da casta social, independente da trajetória, dos pensamentos da criatura, eu a amo quando estou sempre com boa vontade. Possa existir ainda diferença de visão como existia entre Paulo e Tiago, mas eles nunca deixaram de se amar. Tanto que quando Paulo é chamado, ele vai ao encontro de Tiago. Porque o amor é maior do que todas as diferenças. O amor faz-nos sobrepor aos nossos pontos de vista pessoais o compromisso com Jesus. É o Cristo que nos chama harmonizar tanto quanto nos seja possível aquilo que ainda é desafio de convivência. Então essa é a chave, é o segredo desses corações. Por justamente amarem, nunca desistem. Sabe que no tempo, no espaço, tudo se transforma e só o amor perdura e só o amor constrói paraa eternidade. É por isso que Jesus não desistiu de Saulo, nem Pedro, amando como Jesus ensinou, ao ponto de conseguirem trazê-lo pela boa vontade de tantos corações para a causa do evangelho. E quais os frutos dadivos desse amor que esperou, desse amor que orou por ele, do amor de Ála que o abraçou, sendo ele o algóz de seu pai. Só assim para entendermos realmente a centralidade do amor. E por quis Jesus

os dadivos desse amor que esperou, desse amor que orou por ele, do amor de Ála que o abraçou, sendo ele o algóz de seu pai. Só assim para entendermos realmente a centralidade do amor. E por quis Jesus definir para nós que de todos os sinais, de todos os distintivos, o que realmente importa para reconhecer um discípulo seu é este. Isso já podemos depreender. é essencial em todas as dimensões da nossa vida, da vivência no lar, onde muitas das vezes encontraremos não almas afins de outros tempos, mas justamente antagonistas. Somos chamados a amar. Paciência, compreensão, confiar no potencial que há em toda criatura, alimentar o que há de bom. Como diz Emanu: "Alimenta a boa parte de teu irmão. O mal converterá, perdão, o tempo converterá o mal em detritos e o Senhor fará o resto." Isso é o amor. Não há afinidade, não há ainda um entendimento tão fácil, mas há a possibilidade de alimentar o que há de bom naquela criatura. Alentá-la no degrau da vida em que ela está, manter para com ela uma esperança, como outros tantos têm mantido para conosco, principalmente os nossos benfeitores, alimentar a boa parte e deixar ao tempo o resto. É o que amor vai fazendo no âmbito do lar, no âmbito de nossas casas espíritas, onde sabemos também existirão muitas divergências. Mas se chegamos ao ponto de nos afastar, de rompermos em decorrência de algo que nos diferenci, é porque o amor ainda não estava elevado ao patamar que deveria estar. ou o Cristo e o evangelho não adquiriram ainda em nossa vida a predominância que deveriam ter, porque nada é mais importante do que ele e ele pede-nos em relação a todos amor e compreensão, porque é a única força que dá liga a qualquer coisa que se faça em nome dele. O cristianismo está cheio de obras erguidas em nome de Jesus e que ruíram e que foram imensos fracassos. Porque faltou o único sinal que deveria lhe caracterizar. Jesus estava lá em estátuas, em placas, em nomes, em rótulos, mas não estava lá em espírito e em verdade. E é o que se nos pede hoje,

acassos. Porque faltou o único sinal que deveria lhe caracterizar. Jesus estava lá em estátuas, em placas, em nomes, em rótulos, mas não estava lá em espírito e em verdade. E é o que se nos pede hoje, portanto, essa capacidade de amar verdadeiramente, de entender o que é o amor, de compreender que pede-nos Jesus o nosso coração em oferta. para que ele então o aprimore. Alguém poderá dizer: "É muito difícil em relação a tal ou qual pessoa". E nós diremos: "De fato, é, alguns corações nos desafiam imensamente. Mas pense o seguinte, não é apenas você quem deve se mover no intuito de amá-la. Pense que é você com Jesus. Você sozinho, talvez encontrarás imensas dificuldades para fazê-lo ou até mesmo a impossibilidade, mas você não está sozinho. Se você estiver com Jesus, não será mais apenas o seu frágil ainda amor. Ámala-la. Será o amor do Cristo a preencher-nos o coração, inundando-o, transbordando-o, impelindo-nos agora a amá-la. Quando Paulo foi chamado a rever Thaago, como dizíamos, ele a princípio sente um uma pontinha de, vamos dizer assim, amargura, né? Como assim? Agora que eu estou preparando para ir para Roma, um sonho tão antigo que eu acalentava, o Thaago vem agora me pedir para voltar para Jerusalém? Mas ele era uma alma já experementada no trato do evangelho. Ele falou assim: "Eu não vou decidir sozinho. Meu coração sozinho talvez possa falhar, mas se eu recorrer à fonte de todo amor, haverei de escolher com propriedade." Então ele pede um tempo, vai a um local em separado, faz a sua oração, abre uma página do Evangelho que então lhe diz: "Enquanto estás a caminho com o teu adversário, reconcilia-te com ele. O que faltou de estímulo já existiu amor. Existiu compromisso com a causa, acima de tudo. Isso é amor." Jesus veio suprir o que faltou e disse: "Vamos lá, Paulo, é chegada a hora. Não é somente o seu amor, conta com o meu amor também". E o que parecia difícil se tornará fácil, porque é tamanho o amor de Cristo por todos nós, que o nosso pequenino e parco amor há de com ele se

. Não é somente o seu amor, conta com o meu amor também". E o que parecia difícil se tornará fácil, porque é tamanho o amor de Cristo por todos nós, que o nosso pequenino e parco amor há de com ele se expandir e engrandecer, abarcando cada vez mais a grande família humana dentro daquilo que é o projeto maior do evangelho para todos nós. Nisto, meus amigos, é que seremos reconhecidos. Somos hoje espíritas, cristãos, temos o rótulo que nos caracteriza perante o mundo. Diz-nos Emanuel, seja espírita, o nome de teu nome. Mas acima de tudo, que possamos ser reconhecido como os espíritas, os grandes nomes de outrora, aqueles que eram reconhecidos pela sua capacidade imensa de amar. que ao se proferir esse nome espírita cristão, possa cada criatura associar esse adjetivo a uma imensa capacidade de amar. Assim estaremos cumprindo o nosso compromisso e a nossa missão com Jesus. Que ele a todos nos abençoe. A todos muita luz e muita paz. Vamos manter a nossa sintonia e harmonia com os nossos irmãos plano superior e fazer então a nossa prece de agradecimento, de encerramento desse primeiro momento com Artur. E eu convido o Tomás, o conselheiro da nossa diretoria, para fazê-la. >> Boa tarde a todos. Após esse momento tão magnífico em que podemos ter a bênção de presenciar, queremos agradecer mais uma vez a Jesus, nosso irmão maior, nosso divino mestre, por esse momento tão importante em nossas vidas, que nós possamos, Jesus, aproveitá-lo da melhor maneira possível, que ele possa cada vez mais ficar em nossos pensamentos, para que nossas palavras, nossas ações possam ser de acordo com os teus ensinamentos, que nós possamos amar verdadeiramente com tanta dedicação como nosso irmão nos trouxe agora. Artur Valadares deixou bem claro para nós o que é o amor. Que nós possamos melhorar o nosso vocabulário, estudar a palavra amor e praticá-la diariamente em nossas vidas. Que esse momento, Jesus seja de mudança do nosso ser. Que nós possamos ser verdadeiramente teus seguidores, mestre. que seja um

ulário, estudar a palavra amor e praticá-la diariamente em nossas vidas. Que esse momento, Jesus seja de mudança do nosso ser. Que nós possamos ser verdadeiramente teus seguidores, mestre. que seja um milímetro, como o nosso irmão palestrante falou, mas que nós possamos seguir em frente, seguindo todo o teu evangelho e lembrar que a cada momento temos uma resposta adequada a cada caso, que nós possamos, então, Jesus, sermos realmente espíritas, cristãos, que queremos a cada dia sermos melhores. E o exemplo de agora nos está ajudando muito para que nós possamos realmente seguir em frente. Então, queremos mais uma vez agradecer ao irmão palestrante Artur Valadares, a toda a espiritualidade amiga que está aqui entre nós, doando o melhor para cada um de nós. Agradecer sempre dizendo muito obrigado. Graças a Deus e graças a ti, Jesus. Que assim seja. Nós convidamos a todos a permanecerem conosco, porque às 19 horas o Artur vai estar conosco novamente para falar um pouquinho do que ele introduziu aqui quando ele disse da nova criatura. Então ele vai falar pra gente como se tornar nova criatura com Jesus na vivência do trabalho na casa espírita. Então, nós esperamos que todos possam retornar e estar aqui conosco. Um abraço também aos que nos assistem pela TV Comunhão e vamos permanecer em silêncio harmonizados pros trabalhos do passe. >> Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa [música] auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um

tabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos [música] espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, [música] venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como

santificado seja o teu nome, [música] venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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