ARROGÂNCIA COMPETITIVA - Tassiane Nunes (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 02/05/2023 (há 2 anos) 40:25 548 visualizações

Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. Se você gostou desta Palestra, deixe seu like e seu comentário. Compartilhe o vídeo e se inscreva no Canal. #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ O que é uma Palestra Pública Espírita? Uma palestra pública espírita é uma atividade que faz parte da programação de muitos centros espíritas ao redor do mundo. É um momento em que um expositor espírita, geralmente um voluntário, apresenta um tema relacionado à doutrina espírita para um público interessado em conhecer mais sobre essa filosofia. Essas palestras podem abordar uma ampla variedade de tópicos, desde temas mais gerais, como amor, caridade e espiritualidade, até temas mais específicos, como a reencarnação, mediunidade e o processo de evolução espiritual. O objetivo das palestras públicas é compartilhar conhecimentos e esclarecimentos sobre a doutrina espírita e suas práticas, além de proporcionar um espaço para reflexão e debate sobre questões importantes da vida e do mundo espiritual. As palestras públicas espíritas são abertas ao público em geral e geralmente não têm custo. É comum que os centros espíritas promovam essas atividades regularmente, em diferentes dias e horários, para que um número maior de pessoas possa participar e aprender sobre a doutrina espírita. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Programação de Palestras Públicas na Comunhão Espírita de Brasília (Horários de Brasília): Segunda a Sexta, às 08h00, 16h00, 18h00 e 20h00. Aos Sábados, às 17h00 e 19h00 e aos Domingos, às 18h00. Transmissões ao vivo pelos Canais da TV Comunhão: @TV Comunhão - Comunhão Espírita de Brasília @TV Comunhão 2 - Comunhão Espírita de Brasília ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. TV Comunhão: https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 TV Comunhão 2: https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 TV Comunhão Kids: https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: Site: http://www.comunhaoespirita.org.br Telegram: https://www.t.me/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br

Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração [música] a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão [música] foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver [música] doando amor, vibrando luz. [música] Bom dia. Com muita alegria, vamos começar as nossas atividades. Hoje nós alegremente teremos a possibilidade de ouvir a Taciane falar sobre arrogância competitiva, um assunto deveras interessante que tá no livro Imensidão dos Sentidos do Ramedo Paulo Espírito Santo Neto. Paulo, né? Francisco do Espírito Santo Neto. Obrigado. A cor tá sendo tá me corrigindo aqui corretamente, que é uma um médium sensacional, uma pessoa extremamente doce e que nos tem brindado com vários livros doutrinários todos sobre essa temática da reforma íntima, sobre do autoexame, sobre o autoconhecimento que a Taciane vai falar aqui hoje. Mas antes que a gente seja premiado com essa palestra de 30 minutos, eu vou pedir a todos vocês dos dois lados da vida, mas também dos dois lados da câmera, você que tá em casa, você que tá indo pro trabalho, você que tá escutando pela rádio comunhão, que tá assistindo pela TV Comunhão, também vamos todos fechar os nossos olhos, se possível, inspirar suavemente. mente, elevar os nossos pensamentos ao mais alto e agradecer. Pai de infinito amor e bondade, Jesus, mestre amigo de todas as horas, obrigado por mais uma vez estarmos aqui reunidos, por mais uma vez podermos refletir sobre nossas limitações, sobre nossas possibilidades, sobre as oportunidades que temos de melhorar, nos conhecendo, de nos aperfeiçoar, desbastando as arestas que ainda insistem em permanecer em nosso ser. Com esse sentido, Senhor, vos pedimos a inspiração do mais alto para a nossa palestrante, a sabedoria para cada um de nós para receber de coração aberto essa mensagem

istem em permanecer em nosso ser. Com esse sentido, Senhor, vos pedimos a inspiração do mais alto para a nossa palestrante, a sabedoria para cada um de nós para receber de coração aberto essa mensagem e que possamos dela fazer o melhor uso na nossa reforma íntima. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. A audiência é sua. Queridos irmãos e irmãs, que a paz de Jesus seja em nossos corações. O espírito Ramed nos traz esta reflexão oportuna sobre a arrogância competitiva. E o que consiste essa arrogância, senão a derivação daquilo que ainda nos é ignorância em nosso ser interior, egoísmo que nós não conseguimos trabalhar? Ramed nos fala médiuns, da capacidade que cada um temos, que cada um de nós tem de sentir e perceber a realidade espiritual. Nos fala sobre a realidade dos médiuns competindo entre si. E sobre a chaga da inveja daqueles que, vendo alguém que detém determinada ostensividade para compreender e perceber o mundo espiritual, inveja a capacidade daquela pessoa. Mas podemos trazer para a nossa realidade de vida e verificar em nós o que nos inquieta, o que nos leva às atitudes impulsivas perante o próximo, perante aquele outro que muit das vezes nós consideramos melhor do que nós mesmos em uma atitude infeliz de comparação, muit das vezes derivada da nossa incompreensão interior sobre os nossos sentimentos e emoções. Nós estamos em determinadas circunstâncias e nos exemplifica, Ramed. Não significa que ao termos um sentimento ou uma emoção menos feliz, resumimos a nossa história, aquela ocorrência. Assim como ao exercitarmos o bem e ao fazermos uma atitude boa, não nos torna essencialmente bons. Na verdade, nós transitamos por esses diversos mananciais e matizes emocionais. exatamente para construir o nosso aprendizado interior. E ele nos conclama a, na verdade transformar tudo aquilo que nos é sombra íntima em virtude. Todas as vezes que nos sentirmos inferiorizados perante o outro, isso deriva da nossa conduta infeliz ou da nossa ignorância com relação às

transformar tudo aquilo que nos é sombra íntima em virtude. Todas as vezes que nos sentirmos inferiorizados perante o outro, isso deriva da nossa conduta infeliz ou da nossa ignorância com relação às nossas potencialidades e talentos que todos nós temos. Ele fala para transmutar a inveja e a admiração e compreender no outro aquela capacidade que o outro tem e como podemos desenvolvê-la em nós de maneira saudável. Se é algo positivo, próspero, bom, que nos traz alento e elevação de pensamentos, que nos traz equilíbrio emocional. Muit das vezes queremos ter capacidades mediúnicas diversas. E nos diz, Chico Xavier, falando também sobre essa importância da compreensão, de que o mais importante é de que fora da caridade não há salvação. E para sairmos dessa competição de querermos as potências que eventualmente não temos plenamente desenvolvidas, mas que não nos são necessárias em determinados momentos, porque em todo lugar que nos encontramos podemos evoluir e exercitar o bem. Então nos diz Chico, todos querem a mediunidade ostensiva, mas bem poucos. querem a mediunidade da paciência, da serenidade, da renúncia e da abnegação, da doação ao outro, do trabalho interior de autoconhecimento, porque muit das vezes somos clareevidentes com relação ao próximo, mas cegos, com relação a nós mesmos e enterramos os nossos talentos. e nos arrojamos em uma conduta impulsiva e muit das vezes infeliz de inferioridade. Ao nos compararmos e nos esquecermos de que cada um de nós é único na sua capacidade de compreender, ver a vida e entender o próximo. Por isso Deus nos coloca em sociedade para que possamos viver a lei de sociedade e de verdadeira fraternidade, compreendendo-nos uns aos outros e assim nos desenvolvendo intimamente para elevarmo-nos em espírito e verdade, elevarmos o nosso ser interior e construirmos as virtudes de que necessitamos. desenvolvendo aquilo que nos é essencial, porque também nos diz remed nesta mensagem a importância de nos conhecermos. Se nós estamos incomodados com a conduta

ruirmos as virtudes de que necessitamos. desenvolvendo aquilo que nos é essencial, porque também nos diz remed nesta mensagem a importância de nos conhecermos. Se nós estamos incomodados com a conduta do outro, devemos observar o que em nós nos incomoda. Porque ao sentirmos incômodo perante o nosso próximo, há uma projeção. Nos diz Joana de Angeles. algo a ser observado em nosso íntimo para que venhamos a compreender aquilo de que necessitamos desenvolver para melhor e assim domar as nossas más inclinações. Não é por outro motivo que os espíritos vieram para nos trazer o consolador prometido e fazer rememorar a mensagem cristã do Evangelho Rede Vivo, nos concitando a esse desenvolvimento interior. Nos é um desafio muit das vezes porque não damos consciência à aquilo que necessitamos e nos conduzimos de maneira automática. sem refletir. Não refletimos sobre os nossos pensamentos, sobre os nossos atos e palavras, e muit das vezes somente o sofrimento para ser o buril a lapidar as arestas morais que possuímos. Mas a escolha do amor, do auto amor, também nos proporciona paz. E não necessariamente o sofrimento pode nos convidar ao exercício do bem e ao despertamento interior. Quando dormimos perante a nossa arrogância de acreditarmos sermos melhores do que o outro, nos compararmos, invejarmos ou alimentarmos sentimentos de mágoa e ressentimento desnecessários. O sofrimento proporciona despertamento, mas também igualmente podemos despertar pelo processo de autoamor ao nos conduzirmos para melhor, ao nos abrirmos aos ensinos evangélicos, ao nos abrirmos e despertarmos o Cristo interno. Quando os filhos de Zebedeu foram colocados no caminho de Jesus, a esposa de Zebedeu perguntou a Jesus se era possível que os seus filhos, Tiago e João, sentassem no trono do reino dos céus ao lado do mestre. E todos nós temos esses ímpetos de querermos o destaque, queremos ser melhores, queremos uma mediunidade melhor do que o outro, um cargo melhor do que o outro, competindo desnecessariamente

do mestre. E todos nós temos esses ímpetos de querermos o destaque, queremos ser melhores, queremos uma mediunidade melhor do que o outro, um cargo melhor do que o outro, competindo desnecessariamente pelas posições transitórias. E Jesus, na sua amorosidade e justeza que o conduzia, olhou para aquele casal que perguntava de maneira inocente ainda, compreendendo o reino dos céus como um reino, como são nos moldes do plano encarnado, esquecendo-se de que o reino dos céus se faz em nosso íntimo, em nosso interior, edificado em nossos corações, para que sejamos verdadeiras cartas vivas do evangelho aonde quer que nos encontremos. Jesus fitou aquele casal com profundidade e disse: "Não sou eu que decido isto, e sim, meu Pai que estás no céu. Não sei se eles terão a coragem de tomar o fé junto a mim." Porque muit das vezes estamos entusiasmados com as ideias do primeiro momento e queremos muito nos modificar, mas desanimamos perante as renúncias que devemos fazer. Porque o processo de autoconhecimento nos conduz sim ao autoamor, mas nos exige invariavelmente a mudança e a transformação íntima, a coragem e a vontade bem direcionada de querer se modificar para melhor. E é um sacrifício. Muit das vezes abre mão de um hábito infeliz que arregado ao longo de anos carregamos. Abrir mão da vaidade, da arrogância, que muit das vezes nos ensufla a querer ser superior ao outro, a querer humilhar as pessoas, mesmo que inconscientemente e desnecessariamente. Abrir mão dos ressentimentos e das mágoas perdoar. olhar nos olhos daquele que muit das vezes nos feriu e cumprimentar. É um sacrifício ser cristão muit das vezes, porque nós temos que nos modificar e nos abrir a essa mudança para melhor. Mas ao sacrificarmos esses sentimentos infelizes, nós descobrimos em nós a bujança da vida. A capacidade que temos de carregar em nós esperança, vontade de viver melhor, paz de consciência, sem comparações, sem inquietações, olhando para dentro, dentro daquilo que nos é necessário modificar e transformar,

ue temos de carregar em nós esperança, vontade de viver melhor, paz de consciência, sem comparações, sem inquietações, olhando para dentro, dentro daquilo que nos é necessário modificar e transformar, voltando-nos para o nosso íntimo e não mais preocupando-nos com o exterior, com aquilo que é a conduta do outro. E nos diz Chico Xavier mais uma vez, ao outro como ele quiser ser, a mim como deve ser. O cristão se coloca no mundo desta forma e assim se liberta das amarras do egoísmo e da inveja. O que segundo Fenelon em um evangelho, segundo o Espiritismo, já é uma alegria. Porque viver no mundo sem inveja, sem querer o que é do outro, mas ao contrário, admirando aquilo que é positivo na outra pessoa e buscando aprender com ela para se tornar um indivíduo melhor, já é em si alegria de viver, já é também uma oportunidade de vivenciarmos essa felicidade singela que podemos ter no nosso dia a dia, porque a felicidade sem mescla no mundo não há. Ao sairmos de casa, muit das vezes defrontamos situações desafio. E aquela alegria, aquele dia que parecia perfeito, perde um pouco a cor. Então, felicidade sem mescla não há, mas podemos cultivar em nós virtudes que nos levem a uma vida mais leve. a compreensão de que o sofrimento é transitório e que podemos aprender e retirar o aprendizado dele, de que temos sim talentos e podemos desenvolver e assim multiplicá-los para melhor servir aos nossos semelhantes e doarmo-nos uns aos outros. Quando havia competição entre os discípulos e sempre melhor. E na atualidade ciências, mesmo as empresariais, elas demonstram a importância da colaboração e da cooperação mútua em equipe. E Jesus como nosso guia e modelo maior da humanidade. Todas as vezes que os discípulos entre si competiam em egoísmo, em vaidade, esquecendo-se daquilo que eles deveriam desenvolver no mais íntimo, que era a amorosidade e a colaboração, ele se colocou na posição de servo de todos ao lavar os pés de todos aqueles que o seguiam. Assim também fez João Batista. quando disse: "É preciso que eu me

mo, que era a amorosidade e a colaboração, ele se colocou na posição de servo de todos ao lavar os pés de todos aqueles que o seguiam. Assim também fez João Batista. quando disse: "É preciso que eu me diminua para que ele cresça é preciso diminuir o nosso egoísmo interior, o nosso egotismo para que o Cristo venha a crescer em nós, para que venhamos a refletir as virtudes e aquilo que precisamos em nós iluminar e não mais nos deixarmos levar por uma conduta luta infeliz e automática que faz com que a nossa vida perca a cor e o brilho, muit das vezes do sentido, porque somos assaltados às vezes pelas sensações íntimas de vazio, de incompreensão, de questionamento do porqu. Por que estou na vida desta forma e não posso ser uma pessoa melhor? Porque determinada dor me alcança neste momento? Se não estivermos abertos a deixar esse Cristo interno falar em nós, o self e a capacidade de autoconhecimento, viveremos uma vida como sonâmbolos, adormecidos em nossas consciências, mortos intimamente para aquilo que devemos desenvolver, esquecendo-nos que a matéria é apenas instrumento e transitória e que não devemos depositar a vida e a nossa felicidade naquilo que é efêmero, naquilo que se encerra muito rapidamente de uma hora para outra. até mesmo a alegria de um êxito, de uma conquista. Porque ao conquistarmos algo que é eminentemente material, seja uma posição, seja um cargo, seja um reconhecimento público, após a conquista há a perda de sentido, porque um novo horizonte surge, uma nova necessidade e já não damos mais importância àquilo que passou. Então, novamente caímos e tombamos em um processo de ansiedade contínua, de querer a posição do outro, de competir por arrogância e muit das vezes por ambição irrefreada. Qual a necessidade disso? Quando Jesus nos pediu que amemos-nos uns aos outros, o seu ensinamento pautado na humildade e na misericórdia, pedia de nós apenas isto. Por isso, o fardo e o julgo são leves e brandos. Por isso também está ao nosso alcance ressignificar cada instante de nossas

sinamento pautado na humildade e na misericórdia, pedia de nós apenas isto. Por isso, o fardo e o julgo são leves e brandos. Por isso também está ao nosso alcance ressignificar cada instante de nossas existências. para sermos pessoas melhores e para compreendermos que a felicidade não está fora, não está no transitório, não está tão somente nas conquistas que são louváveis. Construir metas, alcançar determinados objetivos são importantes, mas não são fim. Ao alcançarmos autoridade, ao alcançarmos determinadas competências, ao compreendermos melhor determinados conhecimentos, responsabilidade. Como multiplicá-los para melhor, ao invés de competir, como colaborar ao invés de dissentir desnecessariamente? Como admirar e compreender ao invés de invejar? Este é o sentido maior da vida. E ao ressignificarmos a nossa existência, damos cor e leveza. Compreendemos que toda passagem é transitória e desenvolvemos em nós paulatinamente humildade. Porque sabemos que se um dia estamos bem, no outro podemos não estar. E olhamos com mais compaixão e empatia para todo aquele que nos cerca. E assim entendemos que ele também tem o seu momento de limitação, de fraqueza e de transição. Desenvolver misericórdia e luz interior é a razão de existir. E ao mantermos esse propósito aceso em nós de nos conhecermos melhor, a vida sempre ganha um hálito novo. E não nos deixamos levar pelo desânimo que muit das vezes nos acomet. Os sentimentos menos felizes, nos diz Ramed também nessa mensagem, tem muito a nos ensinar para que venhamos a despertar aquilo que necessitamos modificar. E assim esse espírito nos traz com muita amorosidade esta compreensão de observarmos aquilo que não nos é bom em nós, aquela conduta que não nos tr, não está nos trazendo paz interior. E por quê? Muit das vezes não é porque o Cristo os benfeitores se afastaram de nós, é porque nós estamos fazendo ouvidos mocos, estamos ignorando as mensagens e os símbolos da vida, as intuições benéficas, ou nos mantemos em uma conduta

ue o Cristo os benfeitores se afastaram de nós, é porque nós estamos fazendo ouvidos mocos, estamos ignorando as mensagens e os símbolos da vida, as intuições benéficas, ou nos mantemos em uma conduta prepotente, de nos considerarmos sempre certos na posição em que nos encontramos, esquecendo os de observar a nossa postura, a forma como utilizamos as palavras, a forma como nos conduzimos. O convite do Mestre permanece para todos nós e nos dias atuais, mais do que nunca, porque precisamos cuidar de nós mesmos para servirmos uma vez mais e despertarmos intimamente para sermos diferentes diante da desesperança alheia, diante das condutas de maldizer, de invejar, de competir gratuitamente. Nós como cristãos, podemos dar as mãos, podemos ofertar um convite diferenciado a todo aquele que se achegar até nós em busca de sombra e de um alimento fresco, alimento espiritual. O alimento espiritual de um sorriso, de um abraço, desta mediunidade verdadeira que é pautada na caridade e que faz um bem sem alarde, esta capacidade de sentir o mundo espiritual e utilizá-lo a nosso favor de maneira benéfica, ouvindo as intuições que nos dizem melhor perdoar do que cultivar. Esse sentimento negativo que nos levará invariavelmente à doença, ao desequilíbrio psíquico. Melhor é compreender e às vezes calar do que de sentir diante muit das vezes daquele que se encontra em desequilíbrio e que não vai nos escutar naquele momento. Melhor é sempre respeitar do que desrespeitar o outro. E nos dirá: "Bezerra de Menezes, patrono desta casa, que melhor é sempre nós sofrmos e sermos ofendidos do que nós ofendermos." É assim, meus irmãos, que nos libertaremos paulatinamente das amarras do orgulho e do ódio, da arrogância e da competição que tanta inquietação, ansiedade nos trazem e não constrói, não edificam, porque somos todos fraternidade. Vivemos em um grande sistema integrado em que a interdependência se faz. E nos adiantou o Cristo a dizer: "Enquanto houver um único infeliz no mundo, aí não haverá felicidade plena".

dos fraternidade. Vivemos em um grande sistema integrado em que a interdependência se faz. E nos adiantou o Cristo a dizer: "Enquanto houver um único infeliz no mundo, aí não haverá felicidade plena". Então, que estejamos embuídos desta mensagem amorosa do meigo Rabi, que ao ver os discípulos discutindo na estrada, quem seria o mais amado por Jesus, eles invejavam João, o mais jovem entre os apóstolos, que tinha todas as vezes a carícia de um olhar do mestre. Eles estavam ali amordaçados pelo orgulho e a vaidade. Quando Jesus se voltou para eles na estrada com um olhar lacrimoso e perguntou: "O que dizem? O que discutem entre si? Porque isso não é o mais importante. Quando na verdade o mestre amava a todos, até mesmo os inimigos e os algozes que o crucificaram e ama a cada um de nós até hoje e nos aguarda para que nos libertemos de uma vez. do egoísmo que há em nós. Que o autoconhecimento e a vivência do evangelho nos repletem de paz em mais uma manhã. que possamos fazer a maior viagem que é a daqui para o coração, e assim sentir no mais íntimo de nossos espíritos imortais a punjança da vida, a importância de que só há um remédio aos nossos males e a solução a qualquer problema é o amor. Muito obrigada pela atenção de todos. Gratidão pelas presenças. Que tenhamos uma ótima manhã. Muito agradecidos, Taciane. E vamos com certeza refletir, né, sobre essa nossa necessidade de autoconhecimento, essa necessidade de transmutarmos esse impulso que ainda temos em nós, de invejar aqueles que estão em posição de maior destaque. aqueles que já alcançaram aquilo que queremos alcançar. E que saibamos, como Chico nos orientou, que o próximo vive como ele quer, mas eu vou viver como eu devo viver, né? Se fosse, se mais, se mais não fosse necessário, isso já seria bastante pra gente refletir aí por mais uma semana, pelo menos, né? Então, agradecendo muito as palavras do Ramed, agradecendo muito a sua apresentação, vamos elevar o nosso pensamento ao Pai Eterno, né? Então, a você que tá nos

aí por mais uma semana, pelo menos, né? Então, agradecendo muito as palavras do Ramed, agradecendo muito a sua apresentação, vamos elevar o nosso pensamento ao Pai Eterno, né? Então, a você que tá nos assistindo pela Rádio TV Comunhão, para todos nós que estamos aqui no Auditório Bezerra de Menezes, dos dois lados da vida. Vamos elevar o nosso pensamento, fechar os nossos olhos, inspirar de forma mais suave. Pai de infinito amor e bondade, obrigado por mais essa reflexão, por mais essa apresentação de sabedoria sobre como devemos nos portar diante da vida. Que sejamos capazes, Senhor, de compreender os nossos sentimentos, compreender porque agimos como agimos e que sejamos cada vez mais seres conscientes diante da vida, para que possamos desenvolver a integralidade do nosso íntimo em nossas atitudes externas. Obrigado, Senhor, por mais um dia. Obrigado pela espiritualidade amiga que todas as horas nos ilumina e quando permitimos nos conduz aos caminhos do Senhor. Que assim seja. Graças a Deus. Aos que quiserem participar do passe, formem uma fila aí à esquerda. Os que não puderem subir à escada, é só avisarem que serão atendidos de forma diferenciada. Um bom dia. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a

cação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam [música] visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua [música] vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à

ada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim M.

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