APRENDIZADO DO BEM - Wilter Coelho [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 12/03/2026 (há 3 semanas) 30:41 201 visualizações

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Transcrição

Bom, eh, sempre um prazer participar desse projeto, desse grupo de harmonização que precede o o passe virtual. E hoje a gente vai falar de um livro, Recado de Anacleto, e um capítulo que fala de Asvelhas de Jesus, mas o título do nosso trabalho hoje é aprendizado do bem. é um aprendizado do bem inspirado nesse texto, As ovelhas de Jesus. Mas antes de iniciar qualquer coisa, a gente vai fazer uma prece para nossa harmonização. E sempre em nome de Deus, em nome de Jesus, em cumprimento a essa bela mensagem trazida pelo Evangelho, que ilumina nosso pensamento, que trabalha os nossos sentimentos, nós nos colocamos à disposição para recebermos essas bênçãos do equilíbrio, da harmonia, da inspiração, da intuição. e que todos nós possamos ser preparados para o entendimento e pro recebimento desse passe que virá em seguida. Que Deus nos abençoe e que nós possamos receber essas bênçãos com coração aberto. Que assim seja. Bem, esse texto começa com uma uma um versículo do Evangelho de João. Eu sou o bom pastor e conheço as as minhas e das minhas sou conhecido. Eu sou o bom pastor e conheço as minhas e das minhas são conhecidos. Jesus está falando das suas ovelhas. E a gente tem no no sempre que a gente vê essa linguagem evangélica que Jesus está sempre eh falando das coisas da época, né, do do pastor, das ovelhas, do plantil da terra, a gente confunde um pouco eh quebrando essa esse caráter atemporal do evangelho. Mesmo que Jesus tenha falado eh as coisas onde as pessoas da época pudessem entender a sua mensagem, essa mensagem não foi exclusiva paraa época e muito menos essa mensagem eh literal. Jesus não falou para aquele tempo, somente pro seu tempo de presença na terra, somente para aquelas pessoas presentes no tempo de Jesus. Claro que não. Ele falou para todos os tempos. Então, a mensagem é atemporal, porque ela serve a todos os tempos, embora ele estivesse falando da da do pastor, que era uma características daquela época, ele tá falando do pastor divino, do e colocando a gente nessa condição

ral, porque ela serve a todos os tempos, embora ele estivesse falando da da do pastor, que era uma características daquela época, ele tá falando do pastor divino, do e colocando a gente nessa condição simbólica de ovelhas, né? E ao mesmo tempo é universal. E o caráter da mensagem evangélica é um caráter atemporal e uma e um caráter universal. é universal porque serve a todos e é atemporal porque em qualquer tempo essa mensagem tem a sua validade porque é uma mensagem da verdade e da vida. A nossa mensagem ela se perde no tempo porque ela fica defasada. O nosso alcance de consciência eh limita a nossa mensagem, mas a mensagem trazida por Jesus não tem essa limitação, porque foi a mensagem trazida por alguém que conhecia esse caminho e trazida por alguém que estava em comunhão com o Pai. Se ele traz uma mensagem de quem tá em comunhão com o Pai, essa mensagem tem que ser atemporal e essa mensagem tem que ser universal. Então, a gente não pode, em primeiro lugar olhar esses textos que falam de ovelhas, de pastores e etc, imaginando somente eh a época em que Jesus estava encarnado. É uma coisa simbólica esse evangelho. E a gente tem que começar a entender dessa forma. Eh, e esse e esse esse momento é uma advertência, né? Jesus sempre falou: "Eis que vos mando eh eh como ovelhas em meio a lobos, em meio de lobos". Quer dizer, eh nós somos as ovelhas e nós somos também os lobos, porque somos imperfeitos e trazemos muitas coisas ainda do lobo. E nós somos ovelhas porque eh eh precisamos percorrer esse caminho, temos esse pastor, mas ainda não temos as características todas da ovelha. A ovelha é dócil, a ovelha é pacífica. A ovelha tem a obediência ao pastor, ela reconhece o pastor, ela identifica o pastor. A ovelha é de verdade, inclusive. E nós precisamos também dessas características, né, de reconhecer. Reconhecer o pastor é o quê? Que seja feita a vossa vontade, né? A docilidade e eh a gente ser pacífico, né? Buscar essa paz. Francisco de Assis, fazer de mim um instrumento da vossa

é, de reconhecer. Reconhecer o pastor é o quê? Que seja feita a vossa vontade, né? A docilidade e eh a gente ser pacífico, né? Buscar essa paz. Francisco de Assis, fazer de mim um instrumento da vossa paz, né? É buscar ser esse instrumento da paz, fidelidade ao pastor. Outra característica da ovelha, a gente sabe que que a ovelha quando perde o pastor por alguma razão, eh ela ela tem dificuldade de assimilar a convivência com um pastor novo. Isso significa a fidelidade dessa ovelha. E a nossa fidelidade a esse pastor eh da humanidade, a esse pastor que que que traz essa mensagem da lei divina, essa mensagem precede a comunhão. Eu não vou eu não vou chegar à comunhão com essa mensagem divina, então eu não vou chegar à comunhão com o Pai. Portanto, eu não vou falar: "Eu e o Pai somos um". Eu também não vou falar: "Não sou mais eu". Quem vive é o Cristo que vive em mim. Porque quem tá vivendo em mim é muito do lobo ainda, né? Quem tá vivendo em mim é é o é o é o predador, é o lobo predador, é o lobo feroz, né? é aquele que disputa poder, aquele que disputa dinheiro, é aquele que traiçoeiro. Olha as características desse lobo. Então, eh eh esse caminho é o caminho da evolução, é o caminho da transformação, é o caminho de de superar essas características do lobo, trazendo características novas, que são as características do cordeiro que segue esse bom pastor, esse pastor que conhece as suas ovelhas, porque eh nós temos a informação nossa a partir do nosso sentimento, do nosso pensamento, da nossa vibração, da nosso, do nosso grau de iluminação, né? E o próprio Jesus também falava, né? Quando estiveres em mim, as minhas palavras estiverem em vós, tudo que pedides será feito. Quando ele vai estar em mim e eu vou estar nele, quando eu conseguir manifestar, eh eh eu sou um espírito que se manifesta através desse corpo. E as minhas manifestações são imperfeitas pelo meu olhar, pelo meu ouvir, pelo meu falar, pelo meu fazer. De todas as formas que eu me manifesto através desse

ito que se manifesta através desse corpo. E as minhas manifestações são imperfeitas pelo meu olhar, pelo meu ouvir, pelo meu falar, pelo meu fazer. De todas as formas que eu me manifesto através desse corpo, eu manifesto as minhas imperfeições, eu manifesto ainda as características do lobo. Portanto, eu preciso aprender a expressar a mensagem divina através de mim, mas eu só vou conseguir eh expressar essa mensagem divina quando essa mensagem divina estiver dentro de mim. Enquanto eu não tiver essa mensagem, enquanto essas palavras não estiverem em mim e eu estiver nessas palavras, eu não vou conseguir expressar essa mensagem. Eu vou continuar sempre expressando o homem velho, expressando aquele homem egoísta, aquele homem orgulhoso, aquele homem perfeito. E são esses que a gente expressa. Basta ver nossa vida, basta ver o trânsito, basta ver o dia a dia, basta ver as casas, as famílias, eh basta ver a vida, basta ver o mundo de imperfeições, né? Basta ver as tribulações, basta basta ver os escândalos. É, o escândalo é necessário, mas ai daquele porque o escândalo vem. Que escândalo que é necessário, né? É necessário porque ele é característico das imperfeições. Os imperfeitos expressam as imperfeições. Daí é o é é o escândalo ser ser normal, normal, comum, né? mas precisa ser transformado, precisa ser modificado e a gente precisa trabalhar essa transformação. E no texto, eh o o texto já já fala dessa advertência, né, do evangelho. Eh, adverte-nos o evangelho é a necessidade, né, de e e fala de um tempo de separação dos filhos, né, segundo as suas obras. Separação dos filhos dessas ovelhas segundo suas obras. como separação das das ovelhas e eh segundo suas obras. Então, a separação não é o que a gente pensava que tem um julgador que tá ali separando. Você vai, você não vai, você isso, você aquilo. Não. Se é segunda as suas obras, a separação, na verdade quem faz sou eu. Quem faz a sua própria separação sou eu que ao me me expressar, eu vou fazendo, eu vou adquirindo essa

você isso, você aquilo. Não. Se é segunda as suas obras, a separação, na verdade quem faz sou eu. Quem faz a sua própria separação sou eu que ao me me expressar, eu vou fazendo, eu vou adquirindo essa essa essa separação. Então, se tem a separação segundo as obras, essa separação não é segundo a critério de um ou de outro, é segundo as obras que são ou não de acordo com a lei divina. E as obras, de acordo ou não com a lei divina são realizadas por cada um. Então, é cada um que trabalha a sua a sua a sua inclusão ou não nesse momento simbólico que o evangelho tá falando, né? Eh, aí o critério é único, a lei divina, né? Mas é um critério único aplicado de maneira diversa. Por que é que aplicado de maneira diversa? Quem faz a diversidade da aplicação divina é a obra de cada um. Então, olha que coisa interessante. A lei divina é uma só porque ela é justa e ela é a mesma para todos. Mas quem faz essa separação sendo segundo a sua obra é a obra de cada um. E aí é essa obra que a gente precisa modificar, porque nós somos trabalhadores do Cristo. E pra gente ser trabalhadores, a gente tem que entrar nessa obra de transformação espiritual. E o texto fala de que reiteradas são as mensagens espirituais, as mensagens da doutrina espírita, né, que fala da nossa reforma da de conduta, que fala da nossa maneira de expressar eh eh a voz, o olhar, o ouvir, expressa o espírito. E se eu tô expressando a imperfeição, a imperfeição é do espírito. Eu preciso modificar isso. E eu posso fazer uma modificação eh exterior, as pessoas vão ver eh o meu falar diferente, o meu olhar diferente, o meu eu eu posso ser um hipócrita que eu posso modificar as coisas que as pessoas estão vendo, a manifestação material, mas eu não consigo transformar o eu interior, eu não consigo transformar o elemento espiritual. Então, existe um descompasso entre a manifestação exterior e o sentimento interno e o sentimento interior. Esse descompasso é uma hipocrisia e Jesus sempre condenou essa hipocrisia, né? Ah, portanto, eu eu eu

xiste um descompasso entre a manifestação exterior e o sentimento interno e o sentimento interior. Esse descompasso é uma hipocrisia e Jesus sempre condenou essa hipocrisia, né? Ah, portanto, eu eu eu necessito me transformar por dentro. Esse é o bom combate. Esse não é o combate exterior. Esse não é o combate lá de fora. Esse é o combate que eu faço aqui dentro. Eu preciso me transformar. Eu preciso combater em mim as minhas imperfeições. Eu preciso combater essas características do lobo que eu ainda trago. E esse combate é um combate muito difícil. O o apóstolo Tiago dizia que esse combate é para aqueles que têm duplo ânimo. O combate exterior é preciso ter ânimo. Agora, pro combate interior é preciso ter duplo ânimo. Por isso que o Paulo falava que travou um bom combate, porque ele teve o duplo ânimo de fazer esse esse esse combate que é de de evolução espiritual. E a evolução espiritual, eu expressando a minha evolução, eu vou expressar pelo falar, pelo ouvir, pelo pelo me comportar, eu vou expressar a evolução. Então eu vou entrar na obra de maneira diferente. E se cada um for segundo a sua obra, à medida que eu me transformo por dentro, que eu reflito essas transformações nas atitudes externas, eu tô na obra e de maneira diferente. E aí o texto diz que mais uma vez ele lembra, né, pra gente ser rápido no aprendizado, eh, para que a gente possa exercitá-lo tão logo se pretendemos ao ir ao encontro com Cristo. Olha que coisa curiosa. Eh, e ele tá nos lembrando primeiro porque é lembrança mesmo, porque não tem imposição. O evangelho não tem imposição, é lembrança, porque a gente tem o livre arbítrio. nenhum momento nada que vem dessa lei divina quebra o livre arbítrio, porque se quebrar o livre arbítrio tira o mérito. E eu preciso ter o livre arbítrio para eu fazer por consciência, que se eu fazer por consciência eu tenho mérito. Então é é necessário o livre arbítrio. Então tem um convite, tem um eh eh tem um um uma lembrança. Então ele quer lembrar pra gente ser rápido, não perder

se eu fazer por consciência eu tenho mérito. Então é é necessário o livre arbítrio. Então tem um convite, tem um eh eh tem um um uma lembrança. Então ele quer lembrar pra gente ser rápido, não perder tempo. Os trabalhadores de última hora, né? no aprendizado dessa lei divina e execução dessa lei divina para que a gente possa exercitá-lo. Esse aprendizado, que a gente possa agir. Eu tenho que aprender para poder agir, porque se eu não aprender, eu não vou agir. Por que que Jesus falou lá atrás? Por que que me chama Senhor, Senhor e não fazes o que eu digo? Porque o aprendizado não foi real. Eu quis ser religioso, comecei a falar: "Senhor, Senhor, ajoelha, reza, não sei o quê, faz isso e aquilo". Mas lá dentro não transformou. Então eu me transformei externamente, mas internamente eu continuei o mesmo. Aí a esse hipócrita e assim eu não vou Jesus já tava reclamando. Por que que isso me chama Senhor? Senhor, a questão não é me chamar de Senhor, Senhor, a questão é fazer o que eu digo. Então, a questão não é idolatrar o mestre, a questão é utilizar a mensagem do mestre para uma transformação. E a gente adora idolatrar o mestre, Jesus para lá, Jesus para cá, Jesus isso, Jesus aquilo, mas e a mensagem dele? A gente brinca que às vezes a gente apaixona pelo carteiro e esquece de ler a carta. Eh, o Jesus foi um carteiro eh eh eh sublime, né? Mas foi um carteiro que estava em comunhão com o Pai e trouxe uma carta do Pai que trouxe a carta da lei divina. E a gente mantém essa carta fechada e fica apaixonado pelo carteiro. Ah, que o carteiro foi embora. Quando é que o carteiro volta e Jesus vai voltar e o carteiro vai voltar? Mas a mensagem do carteiro ficou. Mas muitas vezes essa mensagem tá numa carta fechada e nós somos cartas vivas do Cristo. Porque a gente tem que viver essa carta, porque nós também somos, nós escrevemos a nossa vida diariamente. É a nossa carta, é a nossa resposta à carta do do a mensagem do do Cristo, né? Eh, aí eu preciso exercitar rapidamente, eu preciso me transformar rapidamente. Se

s escrevemos a nossa vida diariamente. É a nossa carta, é a nossa resposta à carta do do a mensagem do do Cristo, né? Eh, aí eu preciso exercitar rapidamente, eu preciso me transformar rapidamente. Se eu pretendo ir ao encontro do Cristo, olha, eu só fico invocando o Cristo para que ele venha, mas não é ele que vem, eu é que vou. Ele chamou, vinde a mim, os cansados, os aflitos, né? E ele diz que ele é o caminho, a verdade e a vida. Quem quiser vir após mim, eh, eh, nega a si mesmo. Quer dizer, eu preciso ir. Quem vai sou eu. Quem vai a cada um. E não é um caminho exterior, é um caminho interior. É um caminho de dentro para fora. É ali que eu me que eu vou fazer a comunhão. É aí que eu vou me encontrar com ele, né? Eh, e eu preciso fazer esse percurso. Esse percurso é o caminho. O o Jesus eh, como qualquer espírito, nasceu eh foi criado na simplicidade, na ignorância e gastou o tempo dele, que ninguém sabe que tempo, que foi, como foi. Mas, enfim, Jesus está em comunhão com o Pai. Ele fez esse percurso. É um espírito que fez esse percurso. E por fazer esse percurso, ele tá em comunhão com o Pai e consegue trazer essa mensagem. Por isso que ele é o caminho, porque ele conhece o caminho. Ele não conhece o caminho de ouvir e dizer, ele conhece o caminho porque fez o percurso. E nós não fizemos esse percurso e não conhecemos o caminho. Mas o nosso orgulho, a nossa prepotência acha que nós sabemos o caminho. E o caminho que a gente acha que sabe, normalmente é um caminho material que nos conduz a ilusões, a decepções, a a outras coisas. Então, é preciso compreender essa mensagem do evangelho o quanto antes pra gente fazer esse processo de transformação, de transformação real, sincera, né? Eh, e para que um dia eu também possa dizer: "Não sou mais eu quem vive, é o Cristo que vive em mim. Se eu fizer esse percurso, eu encontro o Cristo, né? Não adianta eu ficar deitado na minha, no meu óscio, deitado na minha preguiça, na minha covardia e ficar eh eh ajoelhado pedindo para Jesus vir para fazer isso.

se percurso, eu encontro o Cristo, né? Não adianta eu ficar deitado na minha, no meu óscio, deitado na minha preguiça, na minha covardia e ficar eh eh ajoelhado pedindo para Jesus vir para fazer isso. Não, esse caminho não é esse. O caminho é invertido. Eu tenho que ir. O Paulo já dizia: "O bem vai vencer o mal debaixo dos vossos pés". Por que debaixo dos vossos pés? É com a caminhada de cada um. Então, se eu não fizer essa caminhada, se eu parar, se eu dormir, se eu descansar, se eu se eu se eu desistir, se eu me acomodar, eu paro de caminhar. E essa caminhada é é longa e é subida, é íngreme, né? É a caminhada, é o sermão do monte, é o sermão da subida das bem-aventuranças para ser esse bem-aventurado, né? E e o texto fala que que nós gastamos longos dias na indiferença da ignorância dos textos sagrados. Eh, a ignorância do conteúdo da carta fez a gente ter essa indiferença. E muitas vezes a própria forma de ensinar essa carta pra gente foi uma forma distorcida. Leram a carta, leram a carta de maneira equivocada pra gente. A gente, alguém leu essa carta pra gente e leu essa carta com outras intenções. E por que que a gente teve que eleger pessoas para lerem essa carta pra gente, né? É claro que a gente conta com o auxílio dos espíritos. Felizmente, a doutrina espírita trouxe espíritos como o do Emanuel, que que que faz essa leitura para facilitar a nossa compreensão dessa carta. Mas eh eu tenho que aprender a ler essa carta. Eh o critério e é a minha consciência. Eu tenho que ampliar a minha consciência nesse estudo, nessa compreensão, para que a minha consciência eh assimile essa carta. E aí sim eu vou ter a carta na consciência. Aí a lei divina vai estar na minha consciência. Quando ela tiver na minha consciência, a minha consciência vai ditar os meus deveres. Aí eu não, se eu tiver força suficiente e vontade suficiente, eu não vou desobedecer a minha consciência. Se eu não desobedecer a minha consciência, eu não vou desobedecer a lei divina. É, é um processo e é um processo difícil, né?

ficiente e vontade suficiente, eu não vou desobedecer a minha consciência. Se eu não desobedecer a minha consciência, eu não vou desobedecer a lei divina. É, é um processo e é um processo difícil, né? Eh, então nós vivemos muito tempo nessa indiferença eh causada pela ignorância dos textos, seja porque a gente não lia, seja porque a gente não interessava, seja porque traduziram errado pra gente, como até hoje tem muita gente que traduz essa carta de maneira errada e tem muita gente acreditando em traduções loucas, em traduções eh eh com fundamentos eh totalmente humanos e eh interesseiros, interessados, quando Jesus falava que no mundo teria Vimos tribulações. Tem gente que lê essa carta prometendo loucuras, prometendo poderes, dinheiros e não sei o quê. Mas essa carta não promete essas coisas. Essa carta foi uma carta pro elemento espiritual, não foi uma carta pro elemento material. E a gente quer no exercício da nossa espiritualidade que essa carta seja invocada por nós para resolver as nossas questões materiais. E na verdade essa carta não foi uma orientação para resolver minhas questões espirituais, ao menos no primeiro plano. Pode até resolver, mas por consequência, a partir da transformação interna, porque esse amor cobra multidão de pecados. Bom, eh, agora que o conhecimento da doutrina vos favorece, olha, o conhecimento da doutrina só favorece, mas o fato de eu conhecer não me garante nada. Favorece por quê? Porque se eu conhecer, eu trouxe para consciência e eu consciente dessas informações, por isso é que é difícil ser espírita, porque eu tomo consciência de uma série de informações. E aí às vezes eu nem quero ter a consciência dessas informações, porque a minha consciência vai ficar me cobrando uma série de coisas que eu não quero fazer ainda, porque eu tenho uma série de tentações que me que me vencem. E aí a doutrina, o conhecimento da doutrina me força a a cumprir deveres que eu não quero cumprir, porque eu tô ligado às tentações que ainda me vencem. Aí eu

série de tentações que me que me vencem. E aí a doutrina, o conhecimento da doutrina me força a a cumprir deveres que eu não quero cumprir, porque eu tô ligado às tentações que ainda me vencem. Aí eu preciso aprender a vencer essas tentações para poder eh eh a minha consciência prevalecer. Eh, esse conhecimento da doutrina me favorece me favorece o entendimento, o entendimento de várias coisas. Eu eu entendo o mais o sofrimento. Não cultuo o sofrimento, não desejo o sofrimento, mas entendo melhor o sofrimento, né? Eh, e porque bem-aventurados os aflitos que serão consolados. O entendimento que eu tenho das circunstâncias da minha vida favorece esse consolo, né? E aí ele, para encerrar, ele diz: "Olha, eh eh pra gente eh mostrar o sinal dos seguidores. Quais são o sinal dos seguidores? os sinais do cordeiro, os os sinais da ovelha, a docilidade, eh, ser pacífico, ser obediente à lei divina, não a pessoas. E aí são essas características que esperam dessas ovelhas e que a gente seja realmente essas ovelhas no sentido mais amplo e mais profundo dessas características da ovelha. Não a ovelha cega, não a ovelha que é jogada em meio de lobos para ser devorada pelos lobos. Essa ovelha vai até os lobos e ela ajuda na transformação desses lobos, especialmente do lobo que tá dentro ainda de cada um de nós. Que Deus nos abençoe e que cada um possa usufruir desse passo em seguida e já mexer nesse coração onde ainda mora um pouco desse lobo e que a gente consiga fortalecer a ovelha que também já mora dentro de nós e que esse dilema entre ovelha e lobo e nós seja vencido pela nossa consciência, pela nossa força, pela nossa coragem. Que Deus nos abençoe. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o

ritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de

estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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