Wilter Coelho | DIANTE DO MESTRE (GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER)

Comunhão Espírita de Brasília 21/08/2024 (há 1 ano) 36:41 510 visualizações

GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER Você está em busca de harmonia, equilíbrio e paz interior? Então não pode deixar de conhecer o Grupo de Harmonização Chico Xavier, um projeto incrível da Comunhão Espírita de Brasília! Com o objetivo de harmonizar aqueles que estão em tratamento espiritual e todos que buscam equilíbrio, o Grupo trabalha com temáticas inspiradoras tiradas de mensagens enviadas por espíritos amigos. Em seguida, é realizado o passe virtual, um momento de muita energia positiva e cura espiritual. As edições do Grupo de Harmonização Chico Xavier vão ao ar diariamente, ao vivo, no Canal da Comunhão no Youtube, às 12h00. É a oportunidade perfeita para você se conectar com a espiritualidade e encontrar a paz que tanto busca. Não deixe de participar do Grupo de Harmonização Chico Xavier e transformar a sua vida com a energia positiva e as mensagens inspiradoras que são compartilhadas. Inscreva-se agora mesmo no canal da Comunhão Espírita e não perca nenhuma edição! #GrupoDeHarmonizacaoChicoXavier #ComunhaoEspirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu Whatsapp! Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais no Youtube, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. - Comunhão Espírita de Brasília (canal de Palestras e Lives) https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 - TV Comunhão (canal de Projetos e Programas Espíritas): https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 - TV Comunhão 2 (canal de Transmissão 24 horas e mensagens espíritas): https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 - TV Comunhão Kids (canal infantil): https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Transcrição

Mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, bem, eh, mais um dia desse nosso projeto, né, de harmonização, de passe, eh, virtual, e a gente tá trabalhando nessa preparação e são sempre textos que trazem o evangelho, que trazem reflexões pra gente se preparar para esse passe e ir paraa vida. Eh, hoje a gente vai falar sobre um texto Diante do Mestre, a nossa presença e aproximação a Jesus. É o texto do livro Palavra de Vida Eterna, capítulo 135. Mas antes de entrar no texto, a gente vai fazer uma prece. E nesse momento de oração, nós tentamos entrar em conexão com essa energia, com esses fluidos, com esse auxílio, com essa presença divina em cada um e que possamos receber as bênçãos, a presença, os fluidos que toquem os nossos corações e nos preparem cada vez mais para esse grande desafio de evolução espiritual. Que Deus nos abençoe. Que assim seja. Bem, o texto é escrito a partir de um versículo do Evangelho de João, capítulo 15, versículo 14. É uma fala de Jesus. Vós sereis meus amigos se fizerdes o que vos mando. Eh, a questão maior aqui é o se fizerdes, né? Se fizerdes, se seguirem a minha mensagem. E essa mensagem, ela é seguida, eh, com duas asas. A asa da razão, que é a asa da e a asa do coração, que é a asa do sentimento. É o pensamento e o sentimento. E nós temos uma tendência eh eh a e uma dificuldade a fazer, a cumprir essa mensagem. Cumprir essa mensagem é viver de acordo com a mensagem. Muitas vezes a gente fala da mensagem, a gente lê a mensagem, a gente estuda a mensagem, a gente faz uma série de coisas em relação à mensagem, mas temos muita dificuldade em viver essa mensagem. E a questão nossa é

gente fala da mensagem, a gente lê a mensagem, a gente estuda a mensagem, a gente faz uma série de coisas em relação à mensagem, mas temos muita dificuldade em viver essa mensagem. E a questão nossa é viver essa mensagem. A mensagem do mestre é para ser vivida, é para ser compreendida, é para ser sentida e é para ser vivida. No momento em que a gente compreende, a gente usa esse pensamento, essa razão, mas no momento em que a gente para viver essa mensagem tem que aperfeiçoar esse sentimento, tem que trazer esse Jesus mais para perto, né? E trazer esse Jesus mais para perto é trazer essa fraternidade, essa caridade que é o amor em movimento, essa compreensão em relação aos outros e uma série de coisas que representam essa conduta trazida pelo evangelho. E no texto o Emuel começa dizendo, né, eh, que nós, eh, eh, aspiramos o a esse título de amigo, né? Eh, que esse amigo é essa aproximação, essa aproximação é ficar mais perto, é trazer esse Jesus mais para dentro de nós. Então, a gente vai conseguir trazer esse Jesus mais para perto, mais para dentro de nós, ou o contrário, nós chegaremos mais próximo de Jesus à medida em que fizermos aquele aquela mensagem, que praticarmos aquela mensagem. Mas o título diz que quando a gente aspira, sim, todos nós queremos eh eh fazer parte desse processo e e essa nossa aspiração eh eh é preciso que a gente não perca essas instruções que é a instrução de conduta, de comportamento, de vida, né? E ele comenta que esse nosso entusiasmo, eh, por causa desse nosso entusiasmo, que é só o entusiasmo às vezes mais superficial ou às vezes apenas mais eh eh racional, eh nós somos pródigos em manifestações exteriores, então nós somos muito melhores na forma do que no conteúdo. Nós somos muito melhores eh eh em falar do que em fazer. Nós somos muito melhores em em razão do que em coração. Embora o texto, o Emmanuel não diminui a importância da razão em momento nenhum, porque são as duas asas. A questão é é usar apenas uma asa. Historicamente,

ito melhores em em razão do que em coração. Embora o texto, o Emmanuel não diminui a importância da razão em momento nenhum, porque são as duas asas. A questão é é usar apenas uma asa. Historicamente, em um momento da história da humanidade, o homem usava menos essa razão, porque tinha aquela fé absoluta que era obediência pura e tinha um sentimento do fiel em em obedecer. E por causa dessa obediência sem a razão, por causa dessa tentativa de viver o sentimento sem a razão, eh eh isso teve desdobramentos tristes paraa história da humanidade, o que fizeram eh eh de exploração e de abuso em relação à fé. Mas isso é no processo histórico. Depois a gente já vem eh eh depois de renascimento, depois de Iluminismo, a gente já vem eh com o uso maior da razão. E muitas vezes ficamos muito racionalistas e esquecemos um pouco até pelo pêndulo, né? Às vezes a gente tá muito de um lado e vem uma força, a gente vai muito pro outro lado. E agora é o momento de vivermos esses dois lados. o lado da razão, que é o lado do pensamento, e o lado do sentimento. Eles formam uma rua de mão dupla entre o pensamento e o sentimento, eles vão trazendo para mim mais consciência e eu mais consciente da lei divina gera para mim mais deveres. Aí eu vou cumprindo esses deveres por causa da da minha consciência que vai se ampliando. Aí eu vou por causa dos deveres, eu vou conseguindo cumprir essa mensagem divina. essa essa boa nova na minha conduta. E o Emano diz que olha, nós escrevemos páginas que expressam essas diretrizes. O homem é pródigo, né, em escrever essas páginas, mas esses essa escrita tá muito ligada ao estudo, à razão, né? E não nos cabe agir de outro modo que não que eh para que se amplie na Terra a cultura de espírito. Ele não tá negando a razão, não tá negando a escrita, pelo contrário, ele tá compreendendo, ele acha correto que a coisa seja escrita também, seja compreendida, né, para que se amplie na terra a cultura de espírito. É uma compreensão. É preciso que se compreenda isso. É preciso

ompreendendo, ele acha correto que a coisa seja escrita também, seja compreendida, né, para que se amplie na terra a cultura de espírito. É uma compreensão. É preciso que se compreenda isso. É preciso escrever sobre isso, escrever bem, eh para que se compreenda isso. O perigo é eh ler, eh escrever e não viver de acordo com o que tá escrito. E até quem escreve muitas vezes não vive de acordo com o que tá escrito. E a gente participa de tribunas, levantamos tribunas, retratamos o ensino pelo verbo bem posto, né? Fala-se muito das tribunas, as palestras e etc. né? Tribuna no sentido mais amplo possível, qualquer tribuna, qualquer possibilidade de fala. Então, nós temos essa capacidade melhor de falar do que de viver também. E nós falamos dessas tribunas e ele acha a tribuna também necessária, porque é preciso difundir esclarecimentos edificantes. E a tribuna é um mecanismo, é um meio de difusão de tudo isso e favorece a educação dos sentimentos. favorece a educação. Agora, a gente não pode viver da escrita e do e da tribuna sem viver essa essa essa esse amor trazido pelo evangelho, sem viver essa mensagem, sem vivenciar essa mensagem que é o complemento da razão, que é o o o sentimento. Ele diz também, ele falou da da da escrita, falou da tribuna, que é a fala, e agora fala de pesquisa. Nós realizamos muitas pesquisas, ah, estudo bíblico e tanta coisa que a gente faz, né? Pesquisas demoradas, cansativas, ajustando elucidações inspiradas por ele a preceitos gramaticais. Nossa, a gente quer escrever cada vez melhor. A gente faz pesquisas para entender melhor, para escrever melhor. E tudo isso é possível e é e é positivo. Eh, eh, e o Emanuel justifica, não existe outra via senão essa para fazer-lhe a orientação respeitada nas assembleias humanas. Não dá para falar de Jesus usando uma linguagem chula, usando uma linguagem ignorante, usando uma linguagem qualquer, usando desinformação, distorcendo os fatos. Então, quando a gente escreve, quando a gente usa uma tribuna ou quando a gente pesquisa essa

usando uma linguagem ignorante, usando uma linguagem qualquer, usando desinformação, distorcendo os fatos. Então, quando a gente escreve, quando a gente usa uma tribuna ou quando a gente pesquisa essa eh a história da da de Jesus pelo pela boa nova, pelo pelo pelo evangelho, pelo Novo Testamento e etc., a gente tá eh eh trazendo respeito, conhecimento, esclarecimento a respeito dessa doutrina. Só que tudo isso não pode ser seco, não pode ser apartado do sentimento, não pode ser apartado do amor, não pode ser apartado da prática, não pode ser apartado da vivência disso que a gente tá falando, disso que a gente tá escrevendo ou disso que a gente tá pesquisando. Porque o complemento é exatamente a prática. A gente entende quando Jesus fala: "Por que me chama Senhor, Senhor e não faz o que eu digo"? Né? Eh, tá muito claro essa frase, essa esse essa fala de Jesus. Por que que a gente fala? Por que que a gente escreve? Por que que a gente pesquisa e a gente não consegue viver aquilo que a gente fala, aquilo que a gente prega e aquilo que a gente pesquisa, né? Falar é muito mais fácil, escrever é mais fácil, né? Eh, eh, viver esse amor requer uma transformação muito grande. Não é só usar o pensamento, não é o pensamento puro, é também o pensamento. Eh, eh, e eh mas ele é ele é completo com a prática. E a prática pressupõe esse sentimento novo, renovado, né? Um sentimento novo se aproxima da gente a partir desse evangelho. E é esse sentimento novo que que faz o complemento da razão, o complemento da fala, o complemento da escrita. o complemento da pesquisa precisa adquirir isso, né? Eh, o Emanuel diz que eh eh Jesus ele ele substancializou a na eh na construção do bem de todos, deu substância à fala, deu substância à escrita, deu substância à aquilo que ele dizia. Então, os seus exemplos deram substância, eh concretizaram a sua fala, demonstraram a sua fala. Ele não falou uma coisa e viveu outra, né? Eh, tudo que ele fazia eh era completamente de acordo com o que ele falava. E é essa

deram substância, eh concretizaram a sua fala, demonstraram a sua fala. Ele não falou uma coisa e viveu outra, né? Eh, tudo que ele fazia eh era completamente de acordo com o que ele falava. E é essa conduta que se espera da gente. E a gente tem muita dificuldade de agir de acordo com aquilo que a gente estuda, de acordo com aquilo que a gente fala. Tem até uma expressão conhecida de todos nós que fala sobre isso. Fala o que eu digo, mas não faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. É uma expressão popular. Eh, isso demonstra a nossa fraqueza. Faça o que eu digo, por eu entendi, eu sei dar conselho sobre isso, eu sei falar com meu filho, uma série de coisas para ele não fazer, mas ao mesmo tempo que eu falo para não fazer, ele me vê fazendo. Às vezes eu tô numa tribuna falando coisas e alguém que me conhece sabe que eu não faço aquilo que eu tô falando, aquilo que eu tô pregando, né? Eh, eh, a gente tem que aproximar, porque ao fazer é demonstrar o fruto. O fruto é no fazer, né? Porque a gente faz, porque a gente compreende, porque a gente entende, porque a gente fala, lê, estuda, pesquisa, mas porque a gente se transforma com tudo isso. Esse estudo serve para transformar o nosso coração, serve para transformar a nossa postura diante da vida, porque aí a gente consegue viver o evangelho entendendo essa boa nova como um instrumento de transformação do espírito, que é não não é uma coisa meramente formal. tem a forma. A forma é importante. É preciso ter uma forma adequada, é preciso ter uma forma inteligente, é preciso ter uma forma justa, é preciso ter uma forma que a gente compreenda bem aquela mensagem, mas só a forma não é suficiente. A forma é preciso ser compreendida também com o coração e vivenciada. Tem um texto do Emmanuel numa coletânea do além de de de Emanuel, Chico Xavier, eh eh comungar com Deus, eh se aproximar desse Jesus, ficar amigo desse Jesus é comungar com Deus. Quando Jesus fala: "Eu e o Pai somos um". É comungar com Deus. Quando Paulo de Tá falava: "Não

avier, eh eh comungar com Deus, eh se aproximar desse Jesus, ficar amigo desse Jesus é comungar com Deus. Quando Jesus fala: "Eu e o Pai somos um". É comungar com Deus. Quando Paulo de Tá falava: "Não sou mais eu quem vive, é o Cristo que vive em mim". Ele tava entrando também em comunhão. E ficar amigo de Jesus é aproximar desse Jesus. é buscar essa comunhão. E não se faz essa comunhão sem fazer. E fazer é a fidelidade. A gente fala muito de fidelidade. E fidelidade eh eh às vezes a palavra leva a gente para outros lugares, mas a fidelidade ao evangelho é exatamente agir de acordo. Agir de acordo com o que se fala, com o que se escreve, com o que se pensa, né? E agir de acordo é é muito difícil. E a exemplificação de Jesus foi exatamente essa. Eu não só falo, eu faço exatamente aquilo que eu faço. Eu vivo a mensagem porque eu sou fiel. Tem uma fidelidade a viver essa mensagem. E a Mana diz nesse texto, a a fidelidade a Deus e a comunhão com seu amor são virtudes que se completam. A fidelidade e a comunhão são virtudes que se completam. são virtudes e que se completam, só que elas não vêm ao mesmo tempo. Não se chega à comunhão sem passar primeiro pela fidelidade. A fidelidade é é caminho para comunhão. E é o que ele diz, né? Eh, as lutas do mundo representam a sagrada oportunidade do homem para que seja perfeitamente fiel ao criador. As lutas do mundo são possibilidades para que eu seja fiel, para que eu tenha essa fidelidade que lutas do mundo e as aflições e a humildade e o perdão e a compreensão e viver como cordeiro em meio de lobos. Tudo isso representa essa fidelidade. E a fidelidade tá naquilo que eu faço. A fidelidade tá na minha ação, tá no meu comportamento, na minha conduta, né? Tá nesse sentimento transformado e e utilizando claramente também a razão. Então, a gente precisa desses desses dois desses dois polos, né? razão e emoção. E lembrando que a gente quer essa fidelidade. A fidelidade é a comunhão, é o processo da comunhão. É fazer essa amizade que Jesus falou,

ecisa desses desses dois desses dois polos, né? razão e emoção. E lembrando que a gente quer essa fidelidade. A fidelidade é a comunhão, é o processo da comunhão. É fazer essa amizade que Jesus falou, né? Eh, vós sereis meus amigos se fizerdes o que mandam. Então, a gente vai est a comunhão, essa fraternidade é a aproximação. Essa amizade é a aproximação, né? Eh, a gente não vai ser amiguinho de Jesus. Não é nesse sentido que é essa amizade. É no sentido de fraternidade, é no sentido de sentimento, é de trazer esse Jesus mais para perto. Eh, mana diz no texto, podemos reverenciar o Cristo aqui e ali dessa ou daquela forma, mas para sabermos como usufruência a sublime intimidade, é forçoso que que ouçamos a afirmação: "Vós sereis meus amigos se fizerdes o que mando." Eh, eh, eh, é esse o coroamento dessa amizade, dessa aproximação, né? Paulo se aproximou, Paulo se fez esse amigo quando conseguiu dizer: "Não, não, não, não, não, não sou mais eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim". Tem um texto também do do livro Caminho, Verdade e Vida, que é exatamente isso, agir de acordo. Agir de acordo com o quê? Com esses preceitos. Não é só falar desses preceitos, não é só escrever sobre esses preceitos, não é só pesquisar sobre esse esses preceitos, embora tudo isso faça parte, embora tudo isso seja importante, mas é preciso sentir esses preceitos e, acima de tudo, viver e vivenciar esses preceitos, praticar esses preceitos no dia a dia. diz nesse nesse nesse nesse nesse texto e a partir de uma carta de Paulo a Tito, né? Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras. É muito comum isso, né? A gente confessa que conhecemos a Deus, que temos fé, que acreditamos e etc., mas negamos com as obras. E a gente fala da negação de Pedro. e ao não conseguirmos eh vivenciar esses preceitos, a gente tá fazendo a negação também. Então, nesses momentos, nós somos também esses Pedros negando esses preceitos, porque não conseguimos eh eh viver esses preceitos. Emanuel diz: "A terra até agora, no que

tá fazendo a negação também. Então, nesses momentos, nós somos também esses Pedros negando esses preceitos, porque não conseguimos eh eh viver esses preceitos. Emanuel diz: "A terra até agora, no que se refere às organizações religiosas, eh, têm vivido repleta dos que confessam a existência de Deus, negando, porém, com as suas obras, né? A gente conhece muito isso. Eh, um outro texto que eu trouxe para complementar esse texto, esse texto do do do Palavras de Vida Eterna, eh, aprendamos servindo." Quer dizer, como é que a gente aprende sem a prática, né? Tá no livro Correu Fraterno, capítulo 43. Olha que Olha que coisa interessante. As letras erguem o magistério, mas a consagração do ensino gera o professor, né? Eh, as letras erguem o magistério, as teorias, mas viver essas teorias geram professor. Então, o professor não é só aquele que que fala das teorias, é aquele que vive essa teoria de aprendizagem, de ensino e etc. A técnica estende os patrimônios da indústria. Técnica, aprendo a fazer assim, a forma, técnica é muito ligada a forma, como fazer, né? Eh, mas o devotamento ao trabalho eh levanta os missionários do progresso. Mas o que vai me fazer evoluir não é só conhecer a técnica, é praticar essa técnica, é vivenciar essa técnica. Então essa técnica pode trazer essa informação, estende esses patrimônios da indústria que aprendeu a fazer, né, e e tem esses processos, mas sem o trabalho, né, não vem o o o progresso. Da mesma forma, a teologia, a teologia plasma a religião, a teologia estrutura a religião, fala da religião, são e eh é o escrito, é o é o é o falado, é o pesquisado, né? Essa teologia plasma a religião, mas as virtudes da fé realmente vividas erigem o sacerdote. Então o sacerdote não é só não é aquele que sabe somente teologia, é aquele que vive essa teologia. Então, em todos esses passos aqui das letras eh do do magistério, da técnica, da indústria, da teologia, isso não não não abedica a prática. É preciso praticar essas letras, é preciso praticar essa

a. Então, em todos esses passos aqui das letras eh do do magistério, da técnica, da indústria, da teologia, isso não não não abedica a prática. É preciso praticar essas letras, é preciso praticar essa técnica, é preciso praticar essa teologia. E ele diz também do conhecimento, né, sobre a universidade, que representa aqui o conhecimento. A universidade lavra diplomas, eu tô habilitada. A universidade ensina técnicas, ensina profissões e ensina conteúdos e te e te habilita aquele aquela profissão. A universidade tem essa competência, mas a escola do exemplo no nos testemunhos de elevação dentro da luta cotidiana forma os verdadeiros servidores do mundo. Então, não é somente a questão intelectual, é a questão da prática de tudo isso. Eh, tem um outro texto também que complementa esse muito bonito, eh, saber e fazer. Uma coisa é saber, outra coisa é fazer. Quem lê pode saber, mas ali na frente não faz aquilo que leu que tá sabendo. Então, o fazer eh eh eh é o complemento do saber. Sem saber eu não posso fazer. Eu preciso aprender a a a eu preciso saber, eu preciso aprender. Agora, eu sabendo eu preciso fazer. E ele é nesse sentido. O Emanuel diz nesse texto, Caminho, verdade, vida, capítulo 49. Entre saber e fazer existe singular diferença. Quase todos sabem, poucos fazem. E é bem isso, né? Muita gente sabe, muita gente lê, muita gente decora. Muita gente até entende aquilo que tá lendo, mas aquilo não tá sendo lido eh eh por um acaso. Aquilo é um processo de transformação. Aquilo é o caminho e não se não se vai pelo caminho sem caminhar. E o a prática é o caminho. Então, a a a o saber é compreender esse caminho e depois e fazer é seguir esse caminho, não parar, não amolecer, não desesperar, né? É seguir esse caminho com aquilo que eu aprendi a saber. E a mana diz: "Há sempre vozes habilitadas a indicar os caminhos". Aqueles que falam, há sempre vozes prontas para falar, para ensinar. É a palavra dos que sabem. raras criaturas penetram valorosamente eh a vereda muitas vezes em silêncio ou abandonadas,

s caminhos". Aqueles que falam, há sempre vozes prontas para falar, para ensinar. É a palavra dos que sabem. raras criaturas penetram valorosamente eh a vereda muitas vezes em silêncio ou abandonadas, porque é difícil, a porta é estreita, é o esforço supremo dos que fazem. Então tem muita gente que que fala, mas não tem tantas pessoas que fazem. É o esforço supremo dos que fazem. Fazer requer um esforço, porque fazer requer vencer as nossas tentações, requer fazer diferente daqueles conceitos velhos que eu tinha, é fazer mais, é fazer melhor, é fazer de acordo com o que eu tô aprendendo, do que eu tô ouvindo. Então, quando Jesus andou com os discípulos falando uma série de coisas e exemplificando essas coisas, com o tempo os os discípulos quando saíram pelo mundo para pregar o evangelho, não tinha como eles pregarem sem a prática do evangelho. Então, eles praticaram o evangelho e até aprenderem a praticar demorou. O Pedro já tinha escutado muito Jesus, já tinha visto inclusive eh comportamento de Jesus, mas negou. O Judas também tinha escutado muito Jesus e tinha visto também a prática de Jesus, mas traiu porque tinha outros conceitos, não conseguiu transformar antes de tudo. E e o Emanuel continua: "Jesus compreendeu a indecisão dos filhos da terra e, transmitindo-lhes a palavra da verdade e da vida, fez a exemplificação máxima. ele exemplificou até com o sacrifício da própria vida e eh mostrando a a mensagem da cruz. Tem um outro texto também complementando esse eh tá no livro Fonte Viva. Eh, fala de apóstolos. É bonito também esse trechinho. Os apóstolos são os condutores do espírito. Meu reino não é desse mundo. Os apóstolos são condutores do espírito. Eles não estão falando de de riqueza, eles não estão falando de templos de pedra, eles não estão falando de eles estão conduzindo o espírito. Esse é aperfeiçoamento, né? Os apóstolos são os condutores do espírito em todas as grandes causas da humanidade. Eles são instituições vivas do exemplo revelador. Eles são instituições vivas. Eles vivem

se é aperfeiçoamento, né? Os apóstolos são os condutores do espírito em todas as grandes causas da humanidade. Eles são instituições vivas do exemplo revelador. Eles são instituições vivas. Eles vivem exatamente aquilo que falam. Eles vivem exatamente aquilo que tá de acordo com essa mensagem, porque eles são instituições vivas, né? são as cartas vivas do Cristo. Essas cartas vivas do Cristo são essas instituições vivas do exemplo revelador. O exemplo revela, o exemplo arrasta, né? Eh, respirando no mundo das causas e efeitos, quer dizer, tá no mundo como todo mundo, dando causa e recebendo os efeitos, causas e e consequências, mas oferecem em si mesmos. Eu não ofereço no papel, eu não ofereço na tribuna, eu não ofereço na fala, eu ofereço em mim mesmo, né? Oferecendo em si mesmos a essência do que ensinam. A minha prática mostra o que eu ensino, a verdade que demonstram, a a a aquilo que que tá sendo demonstrado pelo apóstolo é é vivido essa verdade do que demonstram. E vive também oferece em si mesmo a claridade que asem ao redor dos outros. Então, essa claridade que esse que essa fala gera em torno dos outros é preciso ser vivida, né? Ensinar, demonstrar, acender. Tudo isso precisa ser vivida. E o o texto diz que quem vive tudo isso são os apóstolos. O resto são aprendizes. Eh eh normalmente a gente, por alguma razão, a gente se aproxima de tudo isso, né? pelo pensamento, às vezes pelo sentimento. E essa rua de mão dupla que se comunica permanentemente é que vão me forjando. Não dá para eu ser um teórico do evangelho. Não dá para sem viver o evangelho. E também não dá para eu achar que eu vou fazer um evangelho sem conhecimento. São as duas asas. Essas duas asas que vão fazer cada um voar, cada um ir para mais longe, cada um ir para mais alto, como diz, né? Eh, siga, sigo para a frente e para o alvo. E eh o caminho é para frente e para o alvo, né? Eh eh eh e para o alto. Eh caminhar sempre na horizontal, buscando a vertical. Então a gente vai fazendo uma tangente e essa

ara a frente e para o alvo. E eh o caminho é para frente e para o alvo, né? Eh eh eh e para o alto. Eh caminhar sempre na horizontal, buscando a vertical. Então a gente vai fazendo uma tangente e essa tangente é a elevação, que eu continuo caminhando, eu não paro, eu não desanimo, eu não desisto, mas ao mesmo tempo eu tenho um foco, o foco no espírito. Então eu caminho paraa frente e para o alto. Que Deus nos abençoe, continue nos inspirando, continue nos abençoando e que a gente aproveite cada vez mais essas bênçãos, essas inspirações, essas intuições, essa exemplificação e essas falas de Jesus, para que cada um traga tudo isso para dentro de si e que a gente consiga cada vez mais praticar aquilo que a gente vai entendendo, que a gente continue entendendo, buscando entender, buscando compreender cada vez mais e tudo aquilo que a gente compreende, que a gente consiga fazer, que a gente não seja aquela frase tão popular: "Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço." Que Deus nos abençoe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos

sericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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