Alberto Almeida responde perguntas sobre sua palestra "Transtornos Mentais"
Alberto Almeida responde perguntas sobre sua palestra "Transtornos Mentais" durante o Congresso Espírita de Dourados.
nós temos aqui um algumas perguntas como diferenciar em consultório se um transtorno psicológico mental uma normalidade não patológica depressão por exemplo identifica-se origem espiritual ou não a diferença para lidar com a normalidade em consultório dependendo da sua origem o trabalho do nosso amigo alexander moreira que é um psiquiatra mineiro de juiz de fora a sua tese de doutorado foi sobre mediunidade e ele pôde trazer estudando 115 pacientes de que os médiuns eles têm uma saúde mental um pouco acima da média de que a mediunidade não só não é patologia mas ela em seja que tenhamos saúde em pouco acima da maioria caracterizando muito bem de quê mediunidade não é doença porque todo o processo mediúnico ele envolve aquilo que se chamava outrora de histeria que é um quadro de social ativo todo médio tem uma dissociação mas a dissociação ela pode ser que seja uma disfuncionalidade uma doença mental ou ela pode ser para normal que o caso da mediunidade então uma pessoa médium de uma pessoa que traz um transtorno mental ela se diferenciam por vários pontos o que traz o transtorno mental tem uma história que envolve patologia habitualmente médio necessariamente não tem uma história o transtorno mental genética de doença mental o médio não pode trazer uma história genética de para uma qualidade mas não de doença mental o que traz o transtorno mental traz um comportamento claudicante ele não é alguém que funciona habitualmente legal bem profissionalmente familiarmente ele traz alternâncias que envolve alterações o médio não o médium ele tem uma vida normal ele é apenas alguém diferente mas ele por conta da mediunidade ele não tem dificuldade no emprego não tem alterações comportamentais no emprego não falta ao emprego cada mediunidade ou na família ele não é alguém que apresenta problemas com a família porque ele tá no transe mediúnico porque ele faz o transe mediúnico dentro do enquadramento adequado e exerce a mediunidade dentro de um lugar que é o centro espírita portanto ali e faz o seu transe ele num
ele tá no transe mediúnico porque ele faz o transe mediúnico dentro do enquadramento adequado e exerce a mediunidade dentro de um lugar que é o centro espírita portanto ali e faz o seu transe ele num e não é alguém que fica como doente mental apresentando transtorno na sua manifestação ele o faz em qualquer lugar porque é um transtorno não é um processo para normal então o médio ele traz uma normalidade de funcionamento profissional familiar diferentemente do transtorno mental o transtorno mental traz um déficit da sua produção de saúde mental o médio traz um processo prospectivo de melhora da sua saúde mental ele é o oposto do transtorno mental o transtorno mental sempre traz um prognóstico mais reservado um prédio que não quisesse a mediunidade com jesus ele traz uma perspectiva de vida cada vez mais alvissareira a cada vez mais prospectiva a gente ver chico xavier com todos aqueles achaques físicas dever de valdo franco com todos aqueles achaques física quase mortais no corpo tanto a saúde que tem do ponto de vista mental do ponto de vista social e do ponto de vista subjetivo o corpo vai se digitalizando mas vejam quanta longevidade qualitativa eles têm diferente do transtorno mental que a qualidade de vida vai empobrecendo e tanto mais quanto maior é a alteração da patologia mais grave a patologia que a pessoa traga então vejam que são coisas bem diferenciadas uma da outra enquanto o exercício da mediunidade nos coloca numa posição é muito é alvissareira era muito consoladora uma uma visão que nos dá uma expectativa muito boa o transtorno mental ele nos coloca em dentro de um olhar mais reservado mais cuidadoso o médio não precisa tomar remédio o transtorno mental precisa do apoio medicamentoso o médio necessariamente não precisa de psicoterapia às vezes pode precisar por último título pela mediunidade o transtorno mental precisa de apoio psicoterapêutico então vejam que há uma diferença gritante de uma coisa e outra muito embora a base de funcionamento esteja no psiquismo que apresenta uma
iunidade o transtorno mental precisa de apoio psicoterapêutico então vejam que há uma diferença gritante de uma coisa e outra muito embora a base de funcionamento esteja no psiquismo que apresenta uma descoloração uma dissociação interior que a gente chama de dissociação do ponto de vista mental que um é disfuncional patológica e de que o outro é funcional prospectivo de saúde nós estamos recebendo muitas perguntas nós não teríamos tempo hábil pra lá todas mas nós vamos fazer o seguinte como doutor já vai respondendo algumas eu já vou verificando que algumas já foram sanadas então do total de nós vamos selecionando porque olha só que delícia uma pessoa com a mediunidade ostensiva é de diagnosticada com síndrome de bozo borderline faz uso de vários psicotrópicos diariamente o uso destes psicotrópicos podem a longo prazo influenciam na mesma unidade de forma negativa porque kardec é muito claro no livro dos médios se a pessoa traz um transtorno ela do ponto de vista da mediunidade a mediunidade ela pode agravar esse transtorno como qualquer outra atividade pode agravar esse transtorno dependendo da suscetibilidade da pessoa então quem tem um psiquismo doente e é médio não deve trabalhar mediunicamente vai desencarnar médio mas não deve ser colocado para o exercício da mediunidade é contra indicado porque a mediunidade ela exige uma mente que esteja minimamente equilibrada então se a mente está desequilibrada e têm medo unidade é contra-indicado exercício da mediunidade eu por teimosia nunca fiquei convencido disso suficiente então eu peguei dois pacientes meu médiuns sob a minha meu acompanhamento pessoal na reunião mediúnica e fui acompanhando naquele teste do teimoso para ver se dava certo e não dava certo enquanto eles estavam mais ou menos equilibrado da mediunidade ilegal na reunião mediúnica mas quando eles cairiam psiquicamente haiti trabalhava então eu concluir que o codificador tinha razão quando a pessoa tem um transtorno mental e tem medo unidade ela não deve exercer a
nião mediúnica mas quando eles cairiam psiquicamente haiti trabalhava então eu concluir que o codificador tinha razão quando a pessoa tem um transtorno mental e tem medo unidade ela não deve exercer a mediunidade nas reuniões mediúnicas ela vai apresentar a mediunidade espontaneamente onde ela estiver mas ela não vai sobre esse tarô psiquismo com a mediunidade porque ela não tem equilíbrio mesmo usando o medicamento tal como esses dois pacientes meus que me serviram de testes e eu acordei com eles são espíritas e só não vamos fazer um teste com vocês vamos acompanhar você e vamos ver como é que funciona não deu certo os donos das cenas afastar em um vídeo única e ambos até hoje querer não mas será que eu não aí eu tenho ao contrário agora né você viu nós fizemos acompanhamos mais de dois anos nesse trabalho ali ao lado então o médio que tem transtorno mental cuida da doença mental ele é tratado como um alguém que traz um transtorno mental e fica com a mediunidade como uma característica da sua personalidade mas ele não veio com a mediunidade para participar de reuniões mediúnicas como médium a uma inadequação dos centros espíritas e porque a pessoa média tem que trabalhar e às vezes não cuidam de observar algum mais princípios que o espiritismo propõe com kardec para que uma pessoa participe da reunião mediúnica e um desde que contra indica é doença mental então se teve doença mental está catalogado tudo bem eu não estou falando de alguém por exemplo um médico que perdeu a mãe entrou em depressão ele não tem um transtorno depressivo craf ele teve um transtorno obssessivo depressivo circunstancial pontual porque perdeu a mãe amanhã é muito significativa pessoa em toda a tristeza do luto depois deprimiu tomou remédio equilibrou fechou no trecho psicoterapia o topo normal essa pessoa não tem transtorno do humor ela teve um episódio ela pode participar da reunião mediúnica pode ela não tem um transtorno mental ela teve uma circunstância em que ela desenvolveu um transtorno mental pontual como alguém
do humor ela teve um episódio ela pode participar da reunião mediúnica pode ela não tem um transtorno mental ela teve uma circunstância em que ela desenvolveu um transtorno mental pontual como alguém que vai no avião o avião cai não cai cai não cai a pessoa fica com fobia de avião ela tem um processo foco é um transtorno mental fobia transtorno mental ela pode participar de reunião mediúnica pode mais é que trabalhar tratado a fobia trabalhando a fobia ela pode freqüentar minha mãe nunca pode porque ela não é um um paciente que tem um transtorno obsessivo compulsivo que é um transtorno de ansiedade que envolve um quadro muito intenso ela não tem um transtorno fóbico generalizado múltiplas fobias um é um paciente portanto psiquiátrico ela esteve com psiquiatra pontualmente necessariamente para ajustar o psiquismo nenhuma intercorrência então esse indivíduo tratado que já não me toma medicamento que é uma pessoa que voltou seu ponto de equilíbrio e é médio ele pode participar da reunião mediúnica assim mas quem tem transtorno de mediunidade grave e generalizada que desde criança traziam a mediunidade a ansiedade acentuada que tomar medicamentos e se não deve participar de reunião mediúnica porque ele tem um transtorno aquele que tem um transtorno bipolar não deve participar da reunião mediúnica ele tem um transtorno ele usa remédio habitualmente e às vezes a vida inteira e que bom que os a vida inteira vai se manter equilibrado levar uma vida normal mas sempre tem mediunidade não vai sobre esse tá da mente exercendo a mediunidade então nesses casos a minha sugestão aos companheiros que tiverem dúvida procure um médico espírita das ames um médico psiquiatra ele vai ter toda a habilidade para poder ajudar no diagnóstico diferencial aí desses limites que estou colocando pra você e dá oportunidade para que a pessoa tenha segurança de participar ou não participar de determinadas atividades que envolvem a mediunidade até porque a pessoa mesmo não trabalhando a mediunidade mas tendo
á oportunidade para que a pessoa tenha segurança de participar ou não participar de determinadas atividades que envolvem a mediunidade até porque a pessoa mesmo não trabalhando a mediunidade mas tendo a mesma unidade vai mesmo continuando a ser médio ela vai poder trabalhar no bem ela não traz o compromisso de trabalhar mediunicamente trazendo transtorno mental no trazes compromisso ela tem outras formas de trabalhar no bem que não o trabalho mediúnico propriamente dito do socorro espiritual de desobsessão de apoio à saúde ela não precisa participar desses trabalhos muitas perguntas notória acerca do autismo ou autista tem de fugir da realidade pergunto tudo autista foi suicida e complementando como a família e os profissionais devem lidar com a pessoa que está no eu acho que o espectro autista de forma espiritualista o suicídio é não existe uma relação no espiritismo de um comportamento doente com uma patologia com um comportamento específico e graças a deus nós somos muito complexo e somos muito variáveis é dois suicidas três suicidas não vão ter menos consequências na outra vida porque cada um é um psiquismo tem agravantes e atenuantes tem uma história de vida anterior tem créditos têm formas e formas de trabalhar as consequências de um subsídio o autista necessariamente não é alguém que se suicidou o autista pode ser aquele foi um homicida que cometeu muitos homicídios está fugindo das suas vítimas por exemplo tá fugindo de ser reconhecido socialmente tenha semelhança do daquele que o trecho de fobia social que não pode ver gente porque está sempre parece que está sendo é pode ser descoberta a qualquer momento junto mais de dez pessoas a pessoa fica incomodada ou então tem show de personalidade paranóico sempre tem a sensação de que querem persegui lo não é um esquizofrênico para ter um transtorno de personalidade e está sempre preparado e cometeu crimes com os outros e agora foge do crime que cometeu esse mesmo achando que os outros estão então o autista tem várias motivações
ter um transtorno de personalidade e está sempre preparado e cometeu crimes com os outros e agora foge do crime que cometeu esse mesmo achando que os outros estão então o autista tem várias motivações para gerar o autismo às vezes há a motivação para o outro pode estar nessa vida eu vi uma criança porém ela tava o desenvolvimento normal com três anos normal absolutamente normal viu pai no enfrentamento físico no processo de agressão na porta da casa ea partir daí a criança sofreu um trauma embutiu se e ficou com comportamento autista out forme e estava lá com oito anos o comportamento de forma então tenho uma história para trás tem um evento que acontece aqui essa criança especificamente por exemplo ela não tinha matriz no tinha o desenvolvimento ao tite desenvolveu depois de três anos com o comportamento normal que por um motivo externo que foi muito intenso pra ela ultrapassou o seu limite e ela fez um movimento regressivo e daquele movimento regressivo que ela fez daquele episódio ela nunca mais voltou a ser o que era então a gente tem que tomar muito cuidado quando a gente leu um caso para não generalizar os casos são para a gente entender por isso que kardec é importante kardec trata da tese os casos que os andré luis está parecendo casos são vai perceber que ele virá em vários casos a reação ele vai levantando vários casos aquilo não é pra gente fazer uma relação estrita e linear porque nada é linear nós sempre seremos muito plurais as coisas têm múltiplas motivações e teve múltiplas possibilidades de resolver uma ação indébita e uma ação em débito pode ser resolvida pelo amor é que ela tenha consequência negativa e manda dizer isso com muita clareza o mal só chega se o bem não chegar primeiro você promove o mal as conseqüências dele só chega se você não receber um revés se mal fazendo bem então as coisas são muito muito plásticas essa beleza que esse objetivo mostrar do livre arbítrio da capacidade de sermos livres para fazermos e fazemos a cada dia o nosso destino pode gerar nos
o bem então as coisas são muito muito plásticas essa beleza que esse objetivo mostrar do livre arbítrio da capacidade de sermos livres para fazermos e fazemos a cada dia o nosso destino pode gerar nos comportamentos libertadores o aprisionam ante antello cita um caso por exemplo do livro no mundo maior que a de esquizofrenia onde a pessoa que os que sofrem nessa vida cometendo crimes e injustiçado ela saiu saiu ela entrou no remoto que desenvolvemos que sofrerem está lá vocês vejam que o estranho enfermidade então eu possa desenvolver uma esquizofrenia cuja causa estejam nessa vida dependendo de como a gente vai fazendo as falcatruas se tem uma mente muito sensível ea consciência é ativada a pessoa é corretamente pode entrar num quadro que surya departmento de ruptura e gerando uma esquizofrenia aliás nesses dias está muito possíveis isso no âmbito político sobretudo né tem muita coisa trapalhada e nem e e aí e tem muita gente escorregando e aí as coisas podem gerar doenças graves com motivações nessa vida veja que kardec foi muito sábio ele quando ele vai buscar as causas das aflições ele começa com as causas atuais porque a gente corre logo passado né as causas atuais depois se as causas atuais não justifica que tiveram as causas anteriores então e não poucas vezes ou habitualmente agentes em causa os atuais em casa de causas anteriores esse olhar nos faz ter essa flexibilidade e esse olhar que o espiritismo seja de não colocar nas caixinhas todas em quadradinhos porque nós não somos quadrado não sou um redondo até 11 de redondo ea gente tem que ter essa plasticidade essa flexibilidade para olhar a diversidade ea complexidade com essa profundidade que a gente não dá conta um cara mata outro na rua a gente dá uma explicação simplória mas se você for analisar profundamente a motivação daquele crime você vai desde a fabricação da arm o país em que ela foi fabricada quem bancou a empresa percebendo isso uma sociedade que inclina assassinato ou não até os fatores que vão envolvendo mais próxima
ime você vai desde a fabricação da arm o país em que ela foi fabricada quem bancou a empresa percebendo isso uma sociedade que inclina assassinato ou não até os fatores que vão envolvendo mais próxima a mente aquela cidade aquele indivíduo aquele momento ali no automóvel puxou um ar matou o outro mas antes não ele matou alguém no passado e agora veio no rio isso é uma explicação muito simplória que a gente usa a fazer para tentar explicar tudo mas explicar de uma forma às vezes a banalizar a perspectiva que o espiritismo nos traz de olhar a vida de uma forma sistêmica e sempre de uma forma muito profunda terminando o doutor como a psicopatologia junto com o espiritismo pode colaborar no meio hospitalar levando em conta a mediunidade juntamente ou acompanhado com uma possível patologia no paciente e como trabalhar isso sendo eu espírita e percebendo a mediunidade eu penso que hoje nós avançamos muito no brasil especialmente no brasil as ames tentado uma grande contribuição do estudo que tem o que tem de psiquiatra espírita hoje você pode enlouquecer com certeza vai ser bem cuidado hoje essa salvaguarda e nós temos sem nenhuma arrogância gente de alta classe que está no ambiente da associação brasileira de psiquiatria à frente do departamento que trata dessa questão que envolve espiritualidade e religiosidade abrindo um leque para os psiquiatras novas novos que vêm com vanguarda no olhar bem diferenciado incluindo espiritualidade e dando um olhar para a psiquiatria mais humanístico e transcendente e transcendente então não há hoje mas aquele espaço que ficava só com uma psiquiatria organicista materialista teísta hoje os congressos de psiquiatria abre espaço para olhar a espiritualidade e religiosidade para olhar na paranormalidade porque a psiquiatra já tinha um olhar de que você não caracteriza um paciente por exemplo dentro de um contexto cultural religioso quando ele faz um transe quando ele faz um transe e associativas ele está numa reunião por exemplo de candomblé umbanda por exemplo faz um
paciente por exemplo dentro de um contexto cultural religioso quando ele faz um transe quando ele faz um transe e associativas ele está numa reunião por exemplo de candomblé umbanda por exemplo faz um transe você não pode dizer que ele tem ali está fazendo tanto o transtorno dissociativo que interessa é aquela patologia não tem o psiquiatra sabe que não pode fazer isso porque ele tem um ambiente cultural e que as coisas funcionam daquele jeito já têm essa observação mas não diz tudo nessa área mas agora tem havido pesquisas estudos para pegar separar normal de paranormalidade mediunidade a um psiquiatra americano de alta categoria chamada história lá groff que produziu muito nessa área onde ele mostra as experiências e para as experiências místicas os trabalhos meditativos haja os pacientes a experiência de quase-morte os pacientes terminais e as emergências espirituais dentro das emergências espirituais ele vai buscar com daline os trabalhos xamânicos e o trabalho da mediunidade ele inclui a mediunidade dentre esses outras várias coisas que não são doença mental estado meditativo experiências místicas despertada com galini pm não tem nada a ver com doença mental então a psiquiatria hoje ela está ocupando um novo lugar não os psiquiatras que estão os não estão em dia mas a psiquiatria hoje ela tem avançado muito e o espiritismo tem contribuído muito com esse do brasil especialmente para esse olhar que está para além da psicose da neurose e dá-nos mose que o olhar da mediunidade do paranormal que além da paranormalidade como fenômeno anímico tenha para a normalidade como fenômeno mediúnico a visão espiritismo portanto ela vai para além daquela visão para psicológica que estava muito restrita a uma para a normalidade como fenômeno da alma para o fenômeno da transita do transe com espíritos e esse olhar nos dá a oportunidade de afirmar de que nós estamos caminhando para um bom momento de olhar as pessoas humanas com pessoas dignas de serem percebidas como sendo um ser que tenha sua transcendência que tem
dá a oportunidade de afirmar de que nós estamos caminhando para um bom momento de olhar as pessoas humanas com pessoas dignas de serem percebidas como sendo um ser que tenha sua transcendência que tem um corpo que têm as suas repercussões na saúde mental mas também como sendo um sector para além do corpo nos trânsitos variados seja um dos fenômenos quase morte os fenômenos moribundos as experiências no campo da existe meditativo ou no fenômeno da mediunidade é dentro dessa perspectiva do espiritismo ou dentro de outras formas de olhar da mediunidade e outros campos religiosos e culturais eu vou passar um vídeo é curta e tem só 30 minutos ou seja conhece o jardineiro mete trata se de uma plataforma online que dá aos seus assinantes acesso a centenas de vídeos com conteúdos da doutrina espírita e psicologia transpessoal e muito mais é uma importante ferramenta de auxílio para pessoas que buscam se aprimorar e espiritual intelectual e emocionalmente ao assinar jardineiro net você adquire acesso ilimitado ao conteúdo e pode assistir onde e quando quiser isso porque a plataforma é compatível com qualquer aparelho conectado à internet como computadores mark teve vez videogames smartphones ou tablets e jardineiro net é possível encontrar seminários palestras e vídeos exclusivos do alberto almeida e amigos que jardim das oliveiras assinando jardineiro net você também contribui com as obras assistenciais do jardim das oliveiras uma organização sem fins lucrativos localizada no bairro castanheira em belém há mais de 45 horas no jardim das oliveiras oferece apoio assistencial a diversas famílias do bairro proporcionando atividades de cultura arte e educação para crianças jovens adultos e idosos sócio economicamente vulneráveis acesse www.viajanet.com.br seu plano assim agora jardineiro net conteúdo e transforma
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