Alberto Almeida | JORNADA FRATERNA (SEMINÁRIO FAMÍLIA)
Palestra "JORNADA FRATERNA", realizada na Comunhão Espírita de Brasília, por Alberto Almeida. Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. https://www.youtube.com/c/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 #ComunhaoEspirita #PalestraEspirita #Espiritismo Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.
Sejam todos muito bem-vindos a essa casa maravilhosa, Comunão Espírita de Brasília. É uma grande alegria receber cada um aqui para essa jornada fraterna. E na comunhão rumo aos 60 anos, nós vamos ter alguns eventos interessantes e este é um deles. Eh, vamos chamar para compor a mesa a diretora de orientação espiritual, Evani Bueno. Cláudia Maria, diretora de infância e juventude e o expositor da manhã de hoje, Alberto Almeida, que vem para essa jornada maravilhosa. Nós vamos convidar Cláudia Maria para a leitura do Evangelho Segundo o Espiritismo. Bom dia a todos. Bom dia. O trecho do Evangelho que caiu para nós hoje, capítulo 14. Honrai vosso pai e vossa mãe, piedade filial. O mandamento: "Honrai a vosso pai e a vossa mãe". É um corolário da lei geral de caridade, de amor ao próximo, visto que não pode amar o seu próximo, aquele que não ama a seu pai e a sua mãe. Mas o termo honrai encerra um dever a mais para com eles, o da piedade filial. Quis Jesus mostrar por essa forma que ao amor se devem juntar o respeito, as atenções, a submissão e a condescendência, o que envolve a obrigação de cumprir-se para com eles, de modo ainda mais rigoroso, tudo o que a caridade ordena relativamente ao próximo em geral. Esse dever se estende naturalmente às pessoas que fazem às vezes de pai e mãe, as quais tanto maior mérito têm, quanto menos obrigatória para elas o devotamento. Deus pune sempre com rigor toda violação desse mandamento. Honrai a seu pai e a sua mãe não consiste apenas em em respeitá-los, é também assisti-los na necessidade. É proporcionar-lhes repouso na velice. é cercá-los de cuidados, como eles fizeram conosco na infância. Convidamos a Evani Bueno para a prece inicial. Bom dia a todos. Vamos a serenar os nossos corações, agradecendo ao Pai por estar aqui hoje nesse encontro de tamanha grandeza para todos nós. Então, muitos agradecidos por este momento, fazer essa participação nessa casa e sermos acolhido por toda a espiritualidade, pelo mentor da nossa casa, Dr. Bezerra
de tamanha grandeza para todos nós. Então, muitos agradecidos por este momento, fazer essa participação nessa casa e sermos acolhido por toda a espiritualidade, pelo mentor da nossa casa, Dr. Bezerra de Menezes, pelo mentor da nossa diretoria, José Grosso, que nós possamos aprender um pouco mais como aprendizes que somos, para que possamos enxugar lágrimas daquele que chega à nossa casa. Então, agradecidos, vamos orar a prece que Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis, Senhor, cair em tentação, mas livrai-nos de todo mal. Que assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Convidamos agora o presidente desta casa, Adilson Maris, e a vice-presidente Malu, para as boas-vindas ao nosso convidado. Deixa eu só pegar aqui. Som. Som. Bom dia. Bom dia. Ninguém tomou café? tá esperando o lanche lá fora. Bom dia. Ó, gente, só para avisar que o Alberto vai dar, vai começar, vai falar o pouco e depois será aberto as perguntas. Então, nós vamos ter os meninos voluntários, papelzinho e caneta e vocês façam as perguntas que virão aqui para as meninas para passar pro Alberto, tá bom? Queridos, bom dia. Nosso irmão Alberto Almeida. Seja bem-vindo mais uma vez à nossa casa. É sempre uma satisfação, uma honra tê-lo entre nós. Esse é um evento fechado para a comunhão, para os trabalhadores da nossa casa, aqueles que trabalham na orientação, no recebimento dos nossos que frequentam a nossa casa vendo com coração muito partido, né, na diretoria de atendimento e orientação da casa e também da DIG, um tema que a gente vai tratar sobre a família, a nos fortalecer dentro daquilo que a gente se propõe a fazer de melhor e um bom trabalhador para exercer bem tem a sua função, tem que estudar, tem que pesquisar, tem que assistir palestra, tem que questionar. É
ecer dentro daquilo que a gente se propõe a fazer de melhor e um bom trabalhador para exercer bem tem a sua função, tem que estudar, tem que pesquisar, tem que assistir palestra, tem que questionar. É um momento em que a gente vai ter o Alberto Almeida entre nós. Então, um momento de fazer pergunta naquilo que ele fala. Tô com dúvida. Por mais simples que essa dúvida seja, vamos questionar, porque não vamos ter vergonha disso. A ninguém vai ser chamado aqui à frente para fazer a pergunta. faz no papelzinho. A gente vai fazer aqui a triagem para que ele possa enriquecer esse conhecimento que nós temos, a fim de nós atingirmos cada vez melhor o nosso papel de trabalhadores na seara de Jesus. E com isso eu vou dar a palavra ao nosso querido irmão para que ele possa iniciar as nossas atividades e nós vamos encerrar impreterivelmente, gente, porque ele tem outros compromissos. 15 para meio-dia lá no Gama. Tem ter que almoçar, né? Então, 15 para meio-dia a gente encerra. Alberto Almeida, muito bem-vindo. A casa é sua. Microfone tá ali. Queridos amigos, é com imensa alegria que a gente retorna à comunhão espírita de Brasília, que se reveste sempre de uma importância capital no movimento espírita do Distrito Federal e Brasileiro, pelo trabalho, pela envergadura, pela seriedade, pelo sequenciamento sistemático com que dá e pela fidelidade com que trata o espiritismo fiel a Kardec, a Jesus. Quando Allan Kardec faz a questão aos espíritos, cuidando dessa temática fundamental para a humanidade, ele nos deixa a oportunidade de ouvir dos espíritos sobre a importância do lar. Então, a questão 774, 775, elas nos remetem a essa dimensão grandiosa que é a família. Na medida em que os espíritos assinalam ao codificador que a família é lei da natureza, não é uma contingência circunstancial de uma sociedade, não é um costume desta ou daquela nacionalidade, não é uma expressão antropológica situada num ponto do globo terrestre, de que a família ela efetivamente ente representa expressão da lei natural e através dela
ostume desta ou daquela nacionalidade, não é uma expressão antropológica situada num ponto do globo terrestre, de que a família ela efetivamente ente representa expressão da lei natural e através dela os outros grupos sociais que se refletem, repercutem a família, traduzem a família. Daí afirmarem os espíritos ao codificador da importância dos laços de família. E o codificador então faz uma pergunta muito incisiva, indagando o que seria para a sociedade se houvesse o relaxamento dos laços de família. E os espíritos respondem: "Seria a recrudescência do egoísmo". Efetivamente, nós vivemos hoje essa dimensão de questionamento de valores. É uma época prevista pelos espíritos que já antecedia a própria codificação. 70 anos antes de surgir o espiritismo, o espírito manifestando-se na Gênese através de Kardec nessa mensagem inserida lá, propõe de que há 70 anos antes o espiritismo emergia no seio de uma movimentação que traduzia uma nova era para a sociedade que estava há aproximadamente um século já em movimento. e de que o espiritismo fazia parte desse processo de transformação. Então, nós estamos experimentando aquilo que os espíritos assinalaram na lei do progresso ao codificador. As transformações sociais, as transformações morais, elas se insurgem durante séculos. Não é durante anos, é séculos. Não são só décadas, é séculos, significando de que mudanças extraordinárias, mudanças estruturais na humanidade, elas não se dão de improviso. Elas elas estão num sequenciamento da providência divina que a tudo provê e prevê. E estamos exatamente no seio dessa transformação. O espiritismo com um pouco mais de um século e meio, com 100 anos para trás, poderíamos, a grosso modo dizer que nós estamos um pouco mais de 250 anos nesse movimento de transformação planetário a caminho de uma nova formatação de sociedades no campo da habitação da Terra, que vai se configurar naquilo que os espíritos chamaram de o mundo regenerador, os mundos regenerados. a terra vai passar a essa condição, saindo daquela
de sociedades no campo da habitação da Terra, que vai se configurar naquilo que os espíritos chamaram de o mundo regenerador, os mundos regenerados. a terra vai passar a essa condição, saindo daquela condição de prova e expiação. Então, é natural que nesses dias nós possamos observar como que uma luta, como que essa alternância de expressões hoje você não sabe mais avaliar se não tiver uma filosofia de vida, o que é normal e o que é anormal de estão tão estapafúrdio como as coisas comparecem no cotidiano das vidas, das mídias sociais, das praças públicas, nas avenidas. Então hoje, se você não tem uma perspectiva filosófica existencial que lhe seje uma compreensão da vida, você fica muito confuso porque parece que tudo vale. Então, é nesse horizonte que eu quero trazer para que a gente possa fazer alguma inserção na nossa cultura espirítica de que a família que tem sido questionada, que tem sido às vezes eh lesionada nessa movimentação, com alguns que dizem de que a família já era, com alguns outros que propõem outros formatos sociais excluindo a família. Nós precisamos estar muito atentos a essa perspectiva com que colocar os espíritos, porque eles assinalaram que em sendo a família lei da natureza, ela não é ultrapassável. Nós podemos rever a forma como a família se comporta, mas tentar excluir a família, negar a família, suprimir a família do contexto social, como se pudéssemos voltar ao movimento tribal já experimentou, como se fôssemos capazes de poder nos reunir em bandos, seria exatamente declinar do progresso e negar que a família é uma expressão do do progresso que estamos estabelecendo, guiada, por assim dizer, pelos benfeitores espirituais, representando em si mesma lei da natureza. E lei da natureza não sofre abrogação. Ninguém consegue dizer bem, agora a lei da gravidade tá suspensa, não vai mais existir a lei da gravidade. Ah, agora não. Solidariedade foi suspensa. Não existe mais a lei de solidariedade. A lei de amor, de justiça, são leis da natureza. Então, é nesse viés que nós
não vai mais existir a lei da gravidade. Ah, agora não. Solidariedade foi suspensa. Não existe mais a lei de solidariedade. A lei de amor, de justiça, são leis da natureza. Então, é nesse viés que nós queremos trazer algumas reflexões no sentido de nos ajudar primeiro a não perdermos de vista a importância da família. Nada pode se sobrepor às necessidades que a família traz. Nada pode ser superior à finalidade que a família impõe quando os espíritos se reúnem numa microciedade, experimentando nesse laboratório a construção de valores e princípios que vão ser exportados para a vida comum. Porque é na família que nós vamos cultuando, estruturando, modelando o caráter dos espíritos. É aí que se estabelece valores, é aí que se estabelece os princípios que vão nortear a caminhada de os espíritos que reencarnaram. É aí que nós estruturamos a ética, é aí que nós esculpimos os valores morais que vão suscitar uma ética com que os filhos, os membros da família deverão se movimentar nos diversos grupos sociais. Não foi sem razão que Madre Teresa de Calcutar haveria dizer numa fase que parecia assim meio sem nexo: "Se você quiser combater a guerra, vai e ame a sua família". Parece que não tem nada a ver a guerra com família, né? Tem tudo a ver. A guerra é uma expressão exterior daquilo que se se estabelece no interior. O macro representa o micro. A dimensão da família, portanto, é essa matriz que vai sendo replicada e vai estabelecer o movimento de construção macrossocial. Então, o espiritismo cultiva os valores da família e o olhar para a família com muita centralidade, com muita proficiência e mostra que o ego é uma das grandes manifestações que pode comprometer a estruturação, a vitalização da família, porque o ego gera o egoísmo, a egolatria, o egocentrismo, essas Essas manifestações egoicas, elas caracterizam um olhar da família aonde a gente observa apenas seres humanos e não espíritos reencarnados. O nosso olhar da família é perceber como almas que estão postas ao nosso lado, espíritos que
s caracterizam um olhar da família aonde a gente observa apenas seres humanos e não espíritos reencarnados. O nosso olhar da família é perceber como almas que estão postas ao nosso lado, espíritos que reencarnaram e que, portanto, como humanos, vamos fazer uma jornada espiritual. Nós não somos seres humanos cultivando uma espiritualidade. Nós somos espíritos vivendo uma humanidade. O que é inteiramente diferente. Esse olhar, ele nos inclina, portanto, a colocar a dimensão do ego no lugar que ele deve obter, no lugar próprio, na instância própria. Nós não podemos viver uma família centrado numa visão que o mundo propõe nessa perspectiva, mesmo concordando com a família, mesmo favorecendo a família. Mas o culto dentro da família tem sido muito paradoxal no que tange ao olhar da família, porque de um modo geral a cultura mesmo, as ciências elas olham a família como apenas humanos. Nós espíritas não olhamos como humanos, olhamos como transhumanos, incluindo o humano. Somos espíritos que estamos reencarnados, vivendo uma humanidade, mas não deixamos de ser espíritos ao reencarnar e não deixaremos de ser espíritos ao desencarnar. Esse olhar nos traz o embasamento para que a gente possa fazer um investimento na família nos valores essenciais da família. em cada membro da família, olhando para o que há de mais profundo em cada filho, em cada parceiro de conjugalidade, em cada avô que se aproxima da desencarnação, o nosso olhar, ele muda-se inteiramente quando nós compreendemos que nós somos um grupo de espíritos e não apenas um grupo de pessoas, de que nós somos almas reencarnadas, nós não somos corpos biológicos que pensamos, que sentimos emoções. Nós somos almas que trazemos as emoções, já temos pensamentos e nos vestimos de um corpo para nos relacionar. Isso faz uma diferença inteiramente incrível quando nós olhamos desse lugar a nossa família. Portanto, nos dias que passam, para avaliar aqueles que olham a família numa perspectiva de tentar fazer o manejo dela, nós experimentamos numa
incrível quando nós olhamos desse lugar a nossa família. Portanto, nos dias que passam, para avaliar aqueles que olham a família numa perspectiva de tentar fazer o manejo dela, nós experimentamos numa certa medida um movimento que é próprio da humanidade, que é o movimento de polarização. Nós estamos num polo e quando nós estamos nesse polo e experimentamos a dificuldade desse polo, nós vamos pro outro extremo numa perspectiva de encontrar o equilíbrio. E habitualmente nós avançamos no extremo oposto e perdemos a mão, perdemos a dimensão da razoabilidade e então fazemos uma síntese. É esse o movimento de progresso. Nós fazemos ensaios extremos para encontrarmos o caminho do meio na linguagem budista. Então, nós percebemos que nós vivemos atualmente um movimento de contraponto a uma família que existiu, uma família que existiu, que era muito autoritária, uma família que era muito eh do sermão, uma família que centralizava muito uma autoridade autoritária, uma família na qual as relações eram relações e muito ríg rígidas. E agora nós experimentamos um extremo oposto, uma família que abriu muito mão das regras, a então tem uma permissividade. Os pais deixaram de ser pais para serem amiguinhos dos seus filhos. As regras foram rompidas e os filhos hoje mandam nos pais. O autoritarismo não é dos pais em relação aos filhos, é dos filhos em relação aos pais. Então nós quebramos uma movimentação que era inadequada pela rigidez, uma família autocrática, é uma rígida e fomos para uma família laça, difusa, aonde o diálogo também não comparece. Acarece mesmo, é uma confusão. Saímos do monólogo para eh um burburínio familiar. nós não conseguimos encontrar o ponto de equilíbrio. E nós, nessa movimentação, nós estamos buscando no espiritismo as referências para que a gente possa funcionar de uma forma mais adequada. Então, a autoridade autoritária já era, mas a autoridade abdicata, aquela em que o pai e a mãe não mandam ninguém e são mandados também isso já deve ter passado do tempo. Já passou do tempo, porque a
Então, a autoridade autoritária já era, mas a autoridade abdicata, aquela em que o pai e a mãe não mandam ninguém e são mandados também isso já deve ter passado do tempo. Já passou do tempo, porque a crise de autoridade que nós observamos hoje na humanidade, ela decorre da família. O jovem não respeita professores e não respeita as instituições, não respeita as autoridades constituídas, porque em casa ninguém se respeita. A autoridade doméstica faleceu. Então, há uma crise de autoridade. Nós saímos do modelo autocrático pro modelo abedicrata, pro modelo no qual a autoridade ficou absolutamente lecefé, ficou sem manifestação. Nós, numa perspectiva da compreensão espírita, temos que entender de que o lar ele tem uma hierarquia, uma hierarquia funcional. Ninguém é pai por acaso. Nós somos resultado de um planejamento no mundo espiritual. fazemos acordo desse planejamento. Quem vem como filho, quem vem como parceiro, como parceira, essa estratégia de planejamento é para que possamos aproveitar a reencarnação. Não é um destino rígido, mas é um esboço daquilo que pode ser o melhor para o conjunto e para cada um individualmente dentro da família. Então, há uma hierarquia que nós discutimos antes. Então, quando os pais renascem e os filhos surgem no seio da família, essa hierarquia precisa ser respeitada. Pai e mãe é pai e mãe. Pode ser amigo confidente até, mas jamais será amigo em detrimento da paternidade ou da maternidade, porque os pais precisam maternar e paternar os seus filhos. É da posição dessas duas figuras. que assumem esse lugar. Se eles abrem mão de ser pais para serem só amigos, cadê os pais? Esses filhos ficam órfãos. Porque alguns pais numa tentativa de chegarem bem próximo dos filhos começam a dizer assim: "Não, eu não sou seu pai, eu sou seu amigo não, eu sou seu pai e sou seu amigo e talvez seja o seu melhor amigo." Se você analisar muito bem, a gente pode dizer assim pro nosso filho: "Não podemos abrir mão da figura do pai e da mãe dentro do lar e da
sou seu pai e sou seu amigo e talvez seja o seu melhor amigo." Se você analisar muito bem, a gente pode dizer assim pro nosso filho: "Não podemos abrir mão da figura do pai e da mãe dentro do lar e da autoridade, que não precisa ser autoritária como fora no século passado, mas também não precisa ser dessa movimentação de que o lar mais se assemelhe uma pensão onde todo mundo e toma a sua iniciativa própria e não tem uma hierarquia de autoridade. lar, ele se investe de uma de uma hierarquia de autoridade, mas é uma autoridade que não deve estar presa no cinturão, na violência. é uma autoridade que está centrada numa amorosidade. Porque só existe autoridade se há amor. Se não há amor, não há autoridade. Um filho não obedece o pai ou a mãe porque eles gritam, porque eles têm faniquito. Não. Eles obedecem o pai e a mãe porque eles são amados. E em razão do amor, a voz de comando do pai e da mãe funciona para eles como uma regra. e uma regra que lhe define os limites do seu comportamento. Vá ou não vá? Pode ir ou não pode ir. Esses colegas sim, esses colegas não, deixo ou não deixam? Há, portanto, uma construção de regras que está centrado numa autoridade amorosa. Não é uma autoridade da força. Se a força existe, é a força do amor, não é a força física. Então essa construção que vai nos remetendo a essa interação doméstica com uma qualidade superior a essas dois modelos que nós colocamos aqui didaticamente para fazer menção a esse movimento pendular que a sociedade estabeleceu e ainda estabelece. Nós vamos perceber que a família ela é tanto mais funcional, obedecendo seus objetivos fundamentais, quando os pais nesse lugar são capazes de estabelecer diálogo. Diálogo significa: "Eu falo e escuto." Às vezes eu mais escuto do que falo. E quando falo, falo em cima do que foi construído na troca, na permuta. Eu, portanto, deixo aquele modelo anterior, aonde eu só falo e não vejo como é que chega nos filhos, aonde eu não escuto os filhos que eles têm para dizer para mim. Eu vou às cegas dizendo
na permuta. Eu, portanto, deixo aquele modelo anterior, aonde eu só falo e não vejo como é que chega nos filhos, aonde eu não escuto os filhos que eles têm para dizer para mim. Eu vou às cegas dizendo que ele tem que fazer. Essa é uma movimentação que não pode mais comparecer em casa, mas tampouco aquela que a gente só conversa quando tem um conflito que às vezes culmina até beirando a violência física, o confronto de dois filhos, um filho com pai ou os dois pais junto com os filhos ou perante os filhos, assistido pelos filhos. Portanto, uma família que vai sendo construída numa perspectiva que respeite as leis naturais, ela tem autoridade amorosa e tem o diálogo como um instrumento fundamental no processo da construção do caminho que estamos fazendo dentro de um espaço de convivência. A convivência, portanto, é um elemento fundamental na família. Se não temos tempo para conviver em família, essa família se fragiliza, ela se enfraquece. Porque ninguém educa a distância no processo da educação da alma. À distância eu posso passar conteúdos, instruções, mas o exemplo vivencial é um processo e transformador é um processo presencial. Aliás, é isso, é um dos problemas que nós enfrentamos nessa família moderna, que vive o mundo virtual em detrimento do presencial. Crianças e jovens hoje sofrem consequências do uso dos computadores, dos smartphones e eles não conseguem ter o tempo de convivência que deveriam ter e experimentam dores, dores físicas de ficarem tanto tempo rigidamente no smartphone, a ponto de serem chamado de crianças catatônicas. Elas perdem flexibilidade. Corporalmente nós já encontramos consequências do uso abusivo dos instrumentos eletrônicos em detrimento de um movimento do ser. Porque as próprias escolas elas encurtaram o tempo de entretenimento, o famoso recreio, aonde as crianças se relacionam, elas supervalorizam os conteúdos e a escola. que tinha a fundamentação de educar a escola que filosoficamente lá desde Platão estava centrada num processo de olhar para o saber que
nças se relacionam, elas supervalorizam os conteúdos e a escola. que tinha a fundamentação de educar a escola que filosoficamente lá desde Platão estava centrada num processo de olhar para o saber que envolvia o estudo, a reflexão e o corpo. Haja já vista que o corpo fazia parte do processo de educação. A movimentação corpórea. Cuidar do corpo é uma necessidade fundamental da escola também, mas mais fundamental da família. Mas se a criança, seja na escola e também na família, ela está fixada num aparelho eletrônico, ela sofre de uma imobilidade física e ela passa a viver um mundo virtual, tendo muitas tribos, tendo muitos contactos e ela não experimenta o desenvolvimento da emoção, porque a emoção ela é treinada na vivência, essas competências se reduzem e quando ela entra nos tindes da vida, os aplicativos de relacionamento e que elas se lançam para o relacionamento. É empobrecedor, é frustrante o contacto dos jovens e adultos através do Tinder. Por quê? Porque eles não desenvolveram a competência que se desenvolve na infância. Então, a família funcional, ela precisa ter tempo para conviver. Nós precisamos estar com os nossos filhos. Nós não podemos de modo algum ficar aprisionado nos instrumentos eletrônicos, porque os adultos fazem isso, dão para os filhos para ficarem quietos, para quietarem os filhos, para não terem tantas demandas, esquecendo de que às vezes estão influenciando os filhos de uma forma negativa. Porque os influenciadores digitais, outro dia eu estava vendo uma entrevista de uma influenciadora digital muito jovem e ela dizendo assim: "Não, o smartphone faz parte do meu corpo, é uma parte do meu corpo, como é a minha mão, eu durmo com ele, eu não tenho hora. Porque se eu escolhi ser uma influenciadora digital, a hora que me demandarem é a hora que eu tenho que comparecer". Aí o repórter fez uma pergunta para ela meio embaraçosa. Ela disse: "É, eu percebi que estava exagerado quando a minha mãe criou o Instagram para poder falar comigo. A mãe coabitando com ela criou o
. Aí o repórter fez uma pergunta para ela meio embaraçosa. Ela disse: "É, eu percebi que estava exagerado quando a minha mãe criou o Instagram para poder falar comigo. A mãe coabitando com ela criou o Instagram para poder se comunicar com ela. Então, vejam a que ponto nós chegamos coabitando na mesma casa e numa distância imensa configurada essa distância ratificada, carimbada. quando eu preciso de um instrumento digital para poder entrar em contacto. Quando eu ouvi ela responder ao repórter dessa forma, eu me lembrei de um paciente que eu tinha orientado para que ele fizesse uma aproximação da irmã, era um distanciamento familiar. E então ele chegou no outro dia e me disse que tinha se aproximado. Eu digo, como é que foi? Não, eu entrei em contacto pelo computador. Digo, foi? Como é que você fez? Não, eu entrei, comecei a conversar com ela e tudo. E como você entrou? Não, eu entrei com um ícon, ele entrou escondido com um ícone. Aí começou a falar com ela e eu digo, mas ela não sabe quem é você. Disse: "É, mas aí depois eu fui me revelei para ela que era eu". Eu digo, mas é curioso que você tenha feito isso, porque você está num quarto que se você abrir a porta e der um passo, é o corredor, é o outro quarto onde ela dorme. Se você abrisse a porta, você poderia dizer: "Oi". E talvez esse oi fosse mais rico do que entrar pela rede virtual com um ícone escondido para conseguir chegar nela para depois se revelar de que você é você o irmão. Vejam paradoxal é essa família que se contrapôs aquela família tradicional e que perdeu as referências da convivência. Uma família funcional, ela convive, ela organiza os seus horários, ela faz não só o evangelho no lá se espírita, mas ela faz o evangelho da refeição inicial, o evangelho do almoço, o evangelho do jantar. Eu não estou dizendo que é para ler o evangelho no almoço, no jantar. Não é essa perspectiva que poderia sugerir até um fanatismo. Eu tô dizendo que é o processo da evangelização se dá na convivência. Então eu estou fazendo a
é para ler o evangelho no almoço, no jantar. Não é essa perspectiva que poderia sugerir até um fanatismo. Eu tô dizendo que é o processo da evangelização se dá na convivência. Então eu estou fazendo a evangelização das crianças quando eu estou com elas. E se nós estamos tomando café juntos, eu tô evangelizando. Não estou evangelizando apenas nos códigos sociais. Feche a boca, não fale com a boca cheia. Olhe, não, aqui não é o garfo. Não se pega o garfo assim. Eu estou evangelizando porque ela, por assim dizer, tirou o alimento do irmão ou não pensou no irmão quando sacou de um quindim e tirou todo para ela e não olhou pro irmão. Disse: "Meu filho, solidariedade é seu irmão, a gente divide as coisas". Ah, mas ele não quer. Você perguntou para ele? Não, pergun. Mas eu sei que ele não gosta, mas a gente pergunta por educação também. E talvez você pudesse até ensinar ela a gostar de quem di. Isso é educação. Você tá falando de solidariedade, você tá falando de justiça, você tá evangelizando o seu filho ali. Porque a evangelização real quem faz é os pais. O Centro Espírita faz o plus, arremata, faz a construção social dentro da casa espírita, os relacionamentos sociais, integra numa cultura de natureza filosófico-religiosa, mas quem faz o caráter fundamentalmente é pai e mãe na relação com os filhos. Então, a evangelização não é o momento do centro espírita ou do evangelho no lar, é também esses momentos. É todos os momentos que você convive. E quando você tá no trânsito levando as crianças para a escola, ali é evangelização. Dependendo da forma como você responde a alguém que trancou você de alguém que veio e bateu você por trás, como é que você sai do carro para enfrentar alguém que colidiu com você, batendo você por trás? De que jeito você sai? Qual é o temperamento com que você corresponde? Alguém que passou, gritou e fez uma coreografia nos dedos ofensiva a você. Como é que você responde pro filho que tá vendo você? Enfim, essas questões elas são traduzidas na convivência.
corresponde? Alguém que passou, gritou e fez uma coreografia nos dedos ofensiva a você. Como é que você responde pro filho que tá vendo você? Enfim, essas questões elas são traduzidas na convivência. Quanto mais tempo você tem de convivência com seu filho, maior é a possibilidade de construí-lo, evangelizá-lo, modelá-lo. É nesse processo de convivência que eu vou dialogando. É nesse processo de convivência que eu vou fazer um investimento emocional no meu filho, mostrando que o meu amor é tão incondicional quanto possível, já que a incondicionalidade absoluta é crística. Talvez não consigamos mesmo nesse nível evolutivo, mas tanto quanto possível nós estamos investindo amorosamente nele. E ele sabe disso quando a gente pega no pé dele. Porque pai e mãe que não pegam um pé no filho não se importam com seu filho. É indiferença. E dói mais para um filho, um pai e uma mãe que não olham para ele, que se excluem da convivência com o filho, do que um pai e uma mãe que lá pelas tantas agarra ele pelo braço e dá uma sacudidela nele assim que pode transparecer violência, mas o filho que tá sendo agarrado pelo braço, por exemplo, e que tá sendo sacudido, ele sabe que o pai e a mãe que tá fazendo isso, tá fazendo isso porque quer o melhor para ele. Mas um pai e uma mãe que não olham para os seus filhos, que não se vinculam com seus filhos, eles não se importam com seus filhos e os filhos se sentem desamados, seja porque os pais estão ausentes, seja porque os pais estão presentes, mas ausentes, porque eles estão com filhos, mas eles estão no smartphone também. Eles estão com filho, mas eles estão comatosamente vendo aquela televisão que não abre o espaço nem nas propagandas para olhar para os filhos. Eles vão pro parque, mas estão no jornal, lendo o jornal, não estão com os filhos. Se eu estou com filho, eu estou com filho. Eu preciso, eu não preciso necessariamente estar agarrado nele, mas se ele tá no parque, eu tô olhando. E quando ele me olha, ele vê que eu tô olhando para ele.
eu estou com filho, eu estou com filho. Eu preciso, eu não preciso necessariamente estar agarrado nele, mas se ele tá no parque, eu tô olhando. E quando ele me olha, ele vê que eu tô olhando para ele. Ele vê que eu não tô desvinculado dele. Eu tô vendo ele brincando com os coleguinhas, com o irmão, com a irmã. Faço movimentos de aproximação, abordo uma movimento perigoso que ele possa fazer ou uma atitude inadequada que ela, menina po possa fazer. De que foi, meu filho? O que foi que aconteceu? Não, maninho, não quer deixar agora eu sentar no balanço, na cadeira de balanço, sei vocês chamam assim, né? E aí o que é que você faz? Você vai intervir, meu filho. Então vai e conversa com ele, diga que é o seu direito agora, que ele já teve o tempo dele. A gente não resolve encrenca dos filhos. A gente tá ensinando na convivência o processo do diálogo, a necessidade do respeito. E você estimula que eles conversem entre si. Você não chega lá, acabou seu tempo, agora é ela. Não, você não faz isso. Você estimula que eles conversem, que eles dialoguem. Quando eles esgotam as suas possibilidades, aí você faz a intervenção, meu filho, vamos lá, vamos conversar. Você já não usou bastante, já não teve um tempo, agora você não acha que é da sua irmã? Ele, hum, hum. Aí você tá construindo ancula grupo. Depois deles ter esgotado as possibilidades de resolução no nível de idade que eles têm, esse é o pai e a mãe que está na convivência, amando os filhos, dialogando com os filhos, se importando com os filhos. funcionalmente, porque cada filho que vem, ele não traz uma bula, um manual de educação próprio. Ó, tá aqui, você me educa desse jeito. A gente vai descobrindo, porque eles já mal vão saindo do útero com um computador na mão, porque hoje as crianças já nascem assim, já demonstram a sua inquietude. você vai ter que usar o aplicativo que essa criança uma hora de smartphone ou de computador por dia, por dia. E você vai enquadrando, porque na excitação que ele tem, se ele se lançar nos smartphones, ele terá muitas
usar o aplicativo que essa criança uma hora de smartphone ou de computador por dia, por dia. E você vai enquadrando, porque na excitação que ele tem, se ele se lançar nos smartphones, ele terá muitas chances de ser uma criança hiperativa, que sara impulsiva. E aí os desdobramentos pro manejo educativo é muito maior. E já tem um outro que parece uma mosca morta, parece que não reencarnou. Você tem que dar um choque nele, tem que estimular. Se você põe o smartphone, uma programação mais ativa, por exemplo, e aí ele se é melhora um pouquinho, aí você usa junto com ele para que ele se ative um pouco, enquanto que um é mais atirado, o outro você precisa empurrar. Cada filho é um filho. E trazendo os mesmos valores, os mesmos princípios, o manejo com cada um vai ser diferente, porque tem um que já quer levar vantagem sobre outro. Você sabe aquele espírito danadinho, ele é o ex-político corrupto do passado repetente. Então ele vem desde pequenino mostrando aquele veio e você veio como um aquele que vai fazer o manejo da educação para remetê-lo a um bom lugar, para poder educá-lo. Ele traz na sua índole, desde criança, a tentativa de subverter a ordem, de levar sempre vantagem, de passar o outro para trás. E você atento no processo educativo vai estar com o olhar para aquela criança e com as intervenções necessárias, fazendo o necessária modelação, modulando aquele comportamento com sanções, não é com castigo, porque castigo é quase uma vingança, como a gente faz com os presos, os detentos. Nós nos vingamos dele, colocamos tudo amuado no lugar. é uma sociedade vingadora, não tem a menor fraternidade e solidariedade com as pessoas. Não tenho o cuidado de poder atender a maioria dessas pessoas que estão lá, que são de uma classe social desprovida, que habitualmente não tiveram família que lhes pudesse educar e que tendo alguma inteligência razoável tentaram sair para sobreviver, subvertendo as regras sociais e foram alcançados com pequenos crimes e estão lá. A maioria é assim, a
ia que lhes pudesse educar e que tendo alguma inteligência razoável tentaram sair para sobreviver, subvertendo as regras sociais e foram alcançados com pequenos crimes e estão lá. A maioria é assim, a maioria é assim dos nossos mais de 700.000 detentos. E como é que a gente trata? a gente trata dessa forma, castigando. é uma vingança social, não é uma intervenção reeducativa, aonde uma pena deveria ser aplicada com o objetivo reparador, aonde ele deveria ali responder pelo que fez, responder pelo a sua própria sustentação trabalhando, responder trabalhando para manter a sua família dentro da penitenciária, trabalhando para restituir a família que ele lesou, se ele lesou alguém. Esse olhar que é um olhar da justiça reparativa, que é um olhar de alguém que está se reencontrando dentro de si mesmo, que é um olhar de alguém que está sendo reeducado, ele não existe. O preso quando sai, ele vai comete o crime na mesma semana. Mais de 90% dos presos que saem cometem o crime naquele mês, naquele mesmo mês, porque eles saem, não foram educados e eles saem machucado pelo que aconteceu com eles ou ele sai ainda se sentindo culpado da pessoa que ele matou. Então ele ainda não se perdoou e não deram chance para que ele se perdoasse. Então ele sai e comete um crime para voltar. Numa análise lacaniana do ponto de vista psicológico, nós vamos encontrar muitos presos que são reincidentes no crime porque não consegue ainda dispor da liberdade. Eles acham que não podem ser livres e nós não nos ajudamos a eles repararem esse processo de autoperdão. Eles estão perdidos de si mesmos. Então, vejam que eu estou fazendo essa análise para mostrar que em casa a gente castiga um filho. Quando você coloca um filho sentado, se é que você coloca sentado, porque tem gente que nem coloca sentado, larga logo a mão. Cometeu erro, não, você fez por que mereceu. Vem acabar o pau na criança e larga o pau mesmo. Todas as vezes que você atua fisicamente como uma criança, habitualmente você não está bem.
ga logo a mão. Cometeu erro, não, você fez por que mereceu. Vem acabar o pau na criança e larga o pau mesmo. Todas as vezes que você atua fisicamente como uma criança, habitualmente você não está bem. É raro aquele que faz uma intervenção dessa ordem reflexivamente de caso pensado e ele faz porque ele acha que é o melhor. Ele faz como impulso, ele faz na raiva. Não fazem como um amigo em Belém, nós tínhamos um amigo espírita, ele era presidente da federação da época antiga. O filho chegou com o boletim reprovado. Aí o filho entregou o reboletim, ele olhou, disse: "Eu vou ver que eu vou fazer com você". subiu e foi fazer o evangelho. E o filho ficou, era uma casa de dois andados, o filho ficou esperando de puxa, graças a Deus o papai vai fazer o evangelho, então não vou apanhar, porque naquela época a surra fazia parte do processo de correção. Aí o pai lá fez o evangelho, orou, fez o evangelho, orou, quando acabou, pode, pode subir. Quando ele subir, ele deu uma surra nele. Quer dizer, ele deu uma surra de carro dispensado, tranquilo, sereno. Isso é uma exceção. Não estou dizendo que ele tá certo. Nem que dev vocês devam fazer. Eu tô levantando de que quando a gente parte habitualmente para corrigir uma criança, a gente vai com raiva e ainda que a gente não bata nela o que representaria uma violência, sobretudo se é um um um um processo que manifesta um desforço, uma vingança, a nossa fala às vezes ela é tão agressiva quanto uma puxada de orelha ou um tab. Ela é lesiva, porque a gente está dominado pela raiva. Por isso que o processo de educação é uma via de mão dupla. Você para educar pai e mãe, você nunca tá pronto. Você tá sempre se aprumando. Nós estamos aprendendo a ser pais e mães. E alguns estão aprendendo pela déma vez. Alguns já avançaram, tem o manejo legal, faz intervenções adequadas, tem a medida adequada para cada situação, mas muitos de nós temos muita dificuldade. Então a criança fez a eu vou como um leão para cima dela. Ela já tem um pavor só com aquele o tamanho nosso é de um
tem a medida adequada para cada situação, mas muitos de nós temos muita dificuldade. Então a criança fez a eu vou como um leão para cima dela. Ela já tem um pavor só com aquele o tamanho nosso é de um dinossauro. Se ela tem 5 anos, você vai para cima dela batendo o pé, gritando. Que que essa criança sente? Se coloque no lugar dela. E se você tocar nela, qualquer toque que você der é um acréscimo de lesão. Eu não estou dizendo que agora vocês vão sair daqui e vão ficar: "Meu filho, em nome de Deus". Não, eu tô querendo dizer que a gente segure os nossos impulsos, porque o primeiro impulso do instinto vinculado a uma emoção de raiva, ele nos possibilita ir além das medidas, dizer coisas que se nós refletíssemos não diríamos, ter uma intervenção que habitualmente se refletíssemos não teríamos. Então, deveriam ser sanções e não castigos. Meu filho, sente lá. É uma sanção. Quanto tempo? Dê o horário que você acha que é pertinente, uma criança de 5 anos, 5 minutos, 10 minutos. Aí você avalia isso. Enquanto ela senta lá, você senta aqui, porque não é botar sentado numa cadeira que a criança vai aprender. Isso não é isso faz parte de uma intervenção educativa. Você interrompe um processo, põe ela sentada lá e vai pensar. Ela vai pensar e você vai pensar, porque você diz para ela, você vai pensar que você fez com seu irmão, sente lá. É a irmã mais velha, por exemplo. Aí você põe ela sentada lá. Enquanto ela tá sentada lá, tu tá aqui com os teus botões pensando o que é que você vai fazer, porque você ficou com raiva, porque ela meteu o dedo no olho do irmão, machucou o irmão, re repetente, tem mais idade, tem 8 anos, o irmão tem quatro, muito desproporcional, aí você põe ela lá, você tá aborrecida, você vai calar um pouco esse vulcão. E se for jovem, nunca responda a uma demanda de um jovem de pronto, porque se a gente responde depois, a gente vê que não foi legal. Uma dica para vocês, hein, que os jovens não me escutem. Todas as vezes que eles demandarem você, a opinião de vocês,
jovem de pronto, porque se a gente responde depois, a gente vê que não foi legal. Uma dica para vocês, hein, que os jovens não me escutem. Todas as vezes que eles demandarem você, a opinião de vocês, todas as vezes que eles reclamarem de que querem uma posição se sim ou se não, você diga: "Vou pensar". É linda essa resposta. Por quê? Porque ela dá chance de você, porque a gente não é espírito superior. O espírito superior não precisa pensar porque já tem integrado nele a forma ideal de ação. Então ele age. Ele age e age sempre justamente. Vocês acham que Jesus ficava pensando bem agora o que é que eu vou fazer com Simão que tá me negando, Judas que vai estar me traindo? Eu tô sabendo? Não. Jesus não. Jesus tinha a lei de amor, de justiça e caridade integrada dentro dele. Ele não precisava pensar. Quem precisa pensar é a gente que tá fora do eixo há muito tempo ou que nunca entrou no eixo direito, né? Então a gente pensa, pensa, repensa, vai conversa com um, conversa com o outro, vai, olha, pede ajuda do benfeitor e age. E às vezes age, erre, dá ainda erra, mas erra muito menos e se aproxima muito mais do acerto. Agora, se a gente for por conta própria no impulso no homem velho, gerindo o nosso comportamento, aí Inês é morta ou o filho é morto. que a gente mata um filho, não só assassinando no infanticídio, a gente mata um filho quando emocionalmente, afetivamente, nós vamos esmagando essa criança. Então, ela põe lá para sentar, depois dos 5, 10 minutos que você elegeu, aí você chama e vamos conversar sobre o que você fez com o seu irmão de novo. O que é que você pensou aí? Pronto, você já está bem, já está centrado. O seu autoocessor, que é você mesmo, já foi dominado, você já doutrinou ele, já refletiu que você queria engasgar ela, que queria meter o dedo no olho dela para ela poder pensar. Tem gente que faz assim, né? Morde o outro, morde a criança. Mas por que você mordeu a criança? Não, ela me mordeu para ela saber o quanto que dorme uma mordida. Mordia ela também. Quer dizer, duas
r. Tem gente que faz assim, né? Morde o outro, morde a criança. Mas por que você mordeu a criança? Não, ela me mordeu para ela saber o quanto que dorme uma mordida. Mordia ela também. Quer dizer, duas crianças se encontraram. Eu vi outro dia isso no aeroporto, no avião indo para Belémia, um avião da da TAN, o cidadão que estava fazendo a prestação de serviço lá, né? Eh, eh, de repente, atendendo um usuário lá que tava com a sua criança bem enfurecida, mordeu o dedo, mordeu o dedo lá do funcionário da Tan. ia de Brasília, não sei se ele era brasiliense, mas ele ia de Brasília para Belém, para para Macapá. Quando chegou em Belém, era uma escala. O cidadão lá que foi mordido por ele, o funcionário da Tan, comunicou ao piloto, foi todo mundo pra delegacia, o mordedor, olha, se você morde o dedo de alguém, é a sua criança interna. Ele brincando de que mordeu. Foram pra delegacia depor. Eu perguntei depois funcionário da e aí o mordedor disse: "Não, o mordedor é do Macapá". Ele foi depois para Macapá, mas ele não pega Mazatã. O cidadão tava meio aborrecido com ele porque mordeu o colega dele, né? Isso já era o cidadão lá do balcão, porque mordeu o comissário de bordo. Então, quando a gente não está bem, às vezes a gente age infantilmente com a nossa criança. E quando a gente age infantilmente, são duas crianças, uma que tá obsediando um adulto e tem mais força porque é adulto e uma outra que é pequenina, frágil, vulnerável. Mas a nossa atitude às vezes é tão infantil quanto da criança. Ela xingou o irmão, a gente vai xingar ela. A irmã, a criança vai de oito, diz para de quatro. Você não vale nada, você é um cocô. Aí a gente vai, cocô é você. Você é mais do que cocô. Você é isso. Você, olha um adulto, um pai dizendo uma criança isso. E quando ele faz isso, ele está enfurecido porque ela agrediu o outro. E ao invés dele agir como adulto, como educador, ele age como uma a partir da criança que ele traz dentro que ele não tratou, que aliás é o tema da nossa palestra de amanhã à noite aqui. Ele age
utro. E ao invés dele agir como adulto, como educador, ele age como uma a partir da criança que ele traz dentro que ele não tratou, que aliás é o tema da nossa palestra de amanhã à noite aqui. Ele age a partir da criança que ele não tratou e age com a criança infantilmente e fica bufando ainda como criança, como a criança bufava. Agora é uma relação desproporcional, porque um adulto é ele, não é o outro. O outro que ofendeu o irmão é irmão. Qual é a criança que não faz bulho com a outra dentro de casa? Qual é o espírito que trata o outro assim? Meu irmão, você quer um pedaço do meu bolo? Não sei o quê. Dá licença, agora eu vou passar. Não, venha cá, agora é a sua vez. Sente aqui para você brincar o jogo. Qual é a criança? Não tem. Esses espíritos estão reencarnados. Só vem pé de chinelo, só não sei aqui em Brasília, mas lá em Belê só espidumbral que veio. Então esses espíritos na fase egóica infantil, no egoísmo infantil normal, eles se manifestam assim. Então é normal a criança agredir, se estapear, é normal. Então, no processo da convivência e da educação, você precisa estar muito bem consciente de que você é o adulto e de que você precisa estar bem centrado para agir como adulto com a criança. Então você aplica sanção e não castigo. Vai lá pro ponto de reflexão, pra cadeira da meditação. Faça isso, crie o nome, cadeira da meditação. Quanto ela medita lá, tu meditas aqui. Para alguns não funciona a cadeira de meditação. Para outros não, eu fico aqui, não quero sair ainda. Ainda diz assim: "Não quero sair." Pode sair. Não quero sair, eu quero ficar aqui. Tem espírito que é binhoso, então você tem que aplicar outras técnicas, outras sanções. Você vai escolhendo as sanções, mas as sanções não são vinganças. As sanções são intervenções que suscitem a criança reflexão, espaço de reflexão. A subtração, por exemplo, de uma atividade ajuda a criança a refletir e você analisa com ela. Você não tá fazendo isso só para que ela passe mal, porque você veja que ela passar mal para
de reflexão. A subtração, por exemplo, de uma atividade ajuda a criança a refletir e você analisa com ela. Você não tá fazendo isso só para que ela passe mal, porque você veja que ela passar mal para você ficar bem, porque ela tá passando mal, com raiva. É uma raiva se descedentando da outra raiva que que frustrada. Não é assim. Então, vejam que essa família funcional, ela prevê uma atitude de autoridade, uma autoridade que está centrado na amorosidade, uma autoridade que usa o diálogo como grande estratégia para a resolução de conflitos e para o aprendizado em comum, independente dos conflitos, que se estabelece num espaço de convivência, que nesse espaço de convivência você configura que você se importa com seus filhos, porque você investe seus filhos e de que quando esses filhos merecem, você usa intervenções que você chama de sanções para poder fazer os seus filhos refletirem sobre os pontos vulneráveis desse espírito que reencarnou, que está aos teus cuidados para que tu possas educá-lo te educando. Repito, para que você possa educá-lo se educando, porque na família você não vai perder tempo de se educar. Nunca esgotará o tempo em que você já deixou de se educar. Nunca você será um pai que se completou. Nunca você será um espírito que não precisa aprender mais nada. Nós estamos aprendendo todos os dias com os nossos filhos, com os nossos netos, todos os dias. Então, abra-se para esse processo, mas não esqueça, você é o adulto, é você quem tá no comando. Naturalmente que quando a criança vai crescendo, a sua convivência que detém regras. Toda família tem que ter regras, normas. Essas regras elas vão se ajustando de acordo com a idade e com a condição psicológica da criança. Porque uma regra que se ajusta para uma criança de 8 anos que tem o seu desenvolvimento normal, não é a mesma regra que você ajusta para uma criança de 8 anos que tem um transtorno invasivo do desenvolvimento do espectro autista, por exemplo. São regras que você vai ajustando para cada filho. E essas regras você vai revogando
usta para uma criança de 8 anos que tem um transtorno invasivo do desenvolvimento do espectro autista, por exemplo. São regras que você vai ajustando para cada filho. E essas regras você vai revogando essas normas, essas regras e vai colocando outras. que são mais adequados com o nível evolutivo de cada criança, mas os princípios e os valores são os mesmos. É esses que a gente aprende no espiritismo. Então essa família é uma família, portanto, que faz do espaço de convivência, das sanções e faz ao lado das sanções as validações, faz o sistema de reconhecimento do filho. Nossos filhos precisam receber elogios. Não é para estimular a va, a vaidade. Os elogios é a validação de comportamentos positivos. Às vezes a criança é muito agressiva e lá no momento ela não é agressiva, não reage com agressividade ou não reage. Aí, meu filho, que bonita a sua, é a primeira vez. Que bonito o seu comportamento. Eu já fiquei tô impressionado. Você tá fazendo, dizendo para ele que bom que você não bateu na sua irmã, porque toda vez ele bate. Agora ele não bateu, conversou. Fiquei, fiquei pensionado com você, meu meu filho. Você conversou com a sua irmã, que bonito. Olha que coisa bonita. O garoto fica assim meio assustado quando vê o pai e a mãe elogiando um comportamento que não é habitual nele. O comportamento habitual é o tapa, o chute. E quando ele usa a estratégia da conversa, aprendendo com os pais, o pai vai e valida, reforça. O reforço é muito importante no processo da educação. Nós não podemos desconsiderar o reforço. Essa educação de só não, não, não, não, não pode. Castigo, castigo, castigo. Isso é penitenciário, isso é enlouquecedor para todo mundo. Mesmo que o espírito seja da pavirada, você vai precisando criar movimentos aonde você vai validando coisas positivas e vai chamando atenção e aplicando sanções quando necessário. Esse movimento, esse manejo faz com que a gente olhe pro nosso filho como espírito, sombra e luz. você vai lutando para transformar as sombras, estimulando
enção e aplicando sanções quando necessário. Esse movimento, esse manejo faz com que a gente olhe pro nosso filho como espírito, sombra e luz. você vai lutando para transformar as sombras, estimulando para que a luz emerja. É esse o movimento do processo educativo. Então, a validação e o processo de reforço positivo, ele faz parte do nosso processo de educação. Veja então essa família que não é mais aquela tradicional, que não é mais essa fast food, a família que não se encontra, família pensão, é a família que guarda uma relação na qual a família expressa as leis naturais da vida. Tem a autoridade constituída em cima de uma amorosidade, tem espaço de convivência, tem diálogo, portanto, ir e vir, tem hierarquia funcional, tem quem manda, quem é pai e quem é mãe, não é só coleguinha, amiguinho, pai e é mãe. É uma família que está atenta para a criação de normas, que valoriza as sanções, mas jamais esquece do reforço positivo. Sanções que nunca representam o desbordar, o transbordar da agressividade do adulto que apanhou muito do pai e agora ele replica no filho dando no filho. Não é sanção, é ajudar o filho a se recompor. e reforçando o aspecto positivo. E é essa família cujos filhos olham para os pais como os seus pais heróis. A cultura norte-americana criou inúmeros ícones superheróis. Isso empobrece muitas vezes a autoridade do pai. Pai e mãe, vamos ter muito cuidado com os nossos filhos para falar de um herói. Eu fiz uma vez isso com meu neto, estava no meio da sala e eu disse: "Você sabe que é o maior superherói?" Ele disse: "O Hulk de que Hulk nada. Homem-Aranha homem nada. Tu?" Eu digo que eu, cara. Aí disse: "Ah, já sei. Eh, o Deus." Aí eu fiz o refinamento doutrinário. O filho de Deus. Aí eu estava em pé. Ele tava em pé. Ele fazia assim, eu peguei que ele tava na época do Homem-Aranha, ele fazia assim. Aí a comida, o peixe que tinha só pouquinho, cada de gente com fome se multiplicou, ele fazia, aí a pessoa andava sobre a água, ele fazia, aí eu saí fazendo uma
época do Homem-Aranha, ele fazia assim. Aí a comida, o peixe que tinha só pouquinho, cada de gente com fome se multiplicou, ele fazia, aí a pessoa andava sobre a água, ele fazia, aí eu saí fazendo uma construção ali, ele ficou me olhando, um teatro espontâneo. Usei os teatro espontâneo, a técnica teatro espontâneo. Aí no outro dois dias, três dias depois, eu tava deitado na cama e eu perguntei: "Noa, quem é o maior superherói do mundo?" Aí ele disse: "O filho de Deus, Jesus, digo, vi que ele aprendeu, né?" Digo, "É". Ele disse: "É". Ele fazia. Aí ele começou a dizer tudo que eu disse e começou a inventar um bocado de coisa. Eu até achei que ele era um apóstolo reencarnado e tava trazendo o evangelho apócrifo, né? Eu fiquei espantado de ver que ele fui ampliando, mas ficou até hoje. Ficou. Eu entro, ele está Fortnite na televisão. Aí ele vou, mas isso aqui não é matar de verdade. Aí ele tenta desculpar a violência, porque essas brincadeiras hoje virtuais, a maioria delas são violentas, são ruins. Agora estão surgindo um novo modelo de jogos pedagógicos, uma nova cultura começou a surgir, mas a produção bate com a necessidade desses espírit a desnecessidade desses espíritos que são violentos, encaixa e aí não abre mão. Não abre mão e ficam viciados se você não nortear, controlar e regrar o tempo de participação dele nos jogos virtuais. Então, os superheróis para os filhos, só um cabe, o Cristo. Aí quando você falar do Cristo, você faz a menção de que é quem você admira. E os filhos então vão abandonando esses superheróis que entram numa determinado momento, podem entrar para que você possa discutir algum assunto, mas ele começa a mirar que é o Cristo e o superherói mais próximo dele é você. Por que você? Porque pai e mãe são expressões da divindade. Muita gente tem colapso com o divino. Eu vejo muitos adolescentes entrando para o materialismo por conta da relação com os pais. Porque nós pais somos uma referência da divindade. Nós somos o cocriadores dos nossos filhos.
o com o divino. Eu vejo muitos adolescentes entrando para o materialismo por conta da relação com os pais. Porque nós pais somos uma referência da divindade. Nós somos o cocriadores dos nossos filhos. Então, se eu me empaco com você, eu me empaco por transferência a Deus. Eu aponto para lá só para vocês entenderem pedagogicamente, porque Deus não tá lá. Deus tá, né? Então, mas você é a deve ser a principal referência do seu filho, não a referência de perfeição, a referência de esforço, de luta. E aí veio os valores morais que você fala do evangelho, traz pra evangelização e que você cultua na atitude, porque o que vai arrastar os teus filhos é o teu comportamento. A fala é a ilustração daquilo que tu fazes. E quando você faz mal, você dis: "Meu filho, você tem razão. O pai falhou agora. Você viu? Pai falhou. É, pai, tu tá fazendo toice, né?" "É, pai falhou. Mãe, você tá fazendo toice?" E a mãe reconhece quando está ultrapassando uma regra de razoabilidade que ela deveria observar. Então, os valores morais, eles são esculpidos dos filhos não pelo ouvido, eles são esculpidos pela convivência. Eu me lembro de um promotor que me disse: "Eu escolhi ser promotor sem me dar conta quando eu vi o meu avô dizer para um funcionário dele que tava misturando no leite água para aumentar a quantidade de leite e aumentar a renda." E ele deu uma bronca no vaqueiro porque tava usando essa estratégia e ele era o dono. Eu aprendi naquele momento que era justiça como criança, vendo o meu avô dando uma lição de moral no vaqueiro. Quando poderia concordar com vaqueiro numa outra cultura, cultura da corrupção, para levar vantagem. era um promotor que cuidava de crianças, protegia as crianças dos maus pais que ficam brigando e coloca a criança como bucha de canhão entre eles. Então, vejam que nós alinhavamos aqui um modelo de família funcional que não está nos dois modelos que nós colocamos aqui, a guisa de movimento pedagógico e que traz da perspectiva espírita todos os recursos para que a gente possa transformar a
elo de família funcional que não está nos dois modelos que nós colocamos aqui, a guisa de movimento pedagógico e que traz da perspectiva espírita todos os recursos para que a gente possa transformar a nossa família num espaço de construção agradável, aonde tem conflito, tem problema, tem dor, mas tem superação, tem aprendizado, tem aconchigo. tem graça, tem cumprlicidade, tem solidariedade. Essa família, portanto, ela logrará não só entre si ser uma família de ouro, mas ela vai exportar filhos que mais tarde estarão no no Senado da República, estarão à frente de uma empresa, estarão à frente de um grupo espírita ou outro grupo religioso, estarão à frente de uma outra família replicando o que ela aprendeu contigo em casa. Esse olhar, portanto, é o olhar que o Espiritismo nos oferece, procurando colocar o ego no lugar dele, para que o egoísmo não tome conta das nossas crianças e dos nossos corações adultos. e a nossa família recrudeça os seus laços e experimente no egoísmo a falência da funcionalidade e a falência dos objetivos daquele planejamento que eu assinalei no início, que fez parte de um projeto que ele não alcança o seu objetivo porque nós nos esquecemos do essencial e ficamos nesse mundo que cultua o ego, que vive a egolatria. perdemo-nos no egoísmo e não demos conta de avançar individual e coletivamente. Beleza? Então, então a gente vai pras perguntas. Não, vai ter um lanche. Ah, vai ter um lanche. Se não tiver lanche, não é espírita. Queridos, nós vamos ter 15 minutos de intervalo. Temos um lanchinho, um café da manhã. Todos estão convidados. Depois nós voltamos para as perguntas e respostas. Atenção, agora melhorou. Bom dia. Bom dia. Agora nós vamos paraa segunda etapa com as questões e eh gostaria de agradecer a presença de pessoas que estão de outros centros, que apesar de que foi divulgado, que era interno, mas todos são muito bem recebidos aqui. Sintam-se acolhidos e bem recebidos, tá? Então vamos retomando paraa segunda etapa que vão que vai encerrar às eh 15 para
de que foi divulgado, que era interno, mas todos são muito bem recebidos aqui. Sintam-se acolhidos e bem recebidos, tá? Então vamos retomando paraa segunda etapa que vão que vai encerrar às eh 15 para meio-dia, tá bom? Bom, vamos começar então com as as perguntas. Eh, nós vamos fazer a leitura para que Alberto possa nos atender. E aí vimos que algumas perguntas têm alguma referência com as palestras que ainda ele vai proferir aqui na casa hoje, amanhã. Então, eh, vai ficar a critério dele da dar o segmento, né, que ele achar melhor para atender as dúvidas de todos nós aí da melhor maneira possível. Então, Alberto, hoje estamos vivendo momentos em que a mídia tem dado voz para grupos menores, ditos excluídos, que defendem publicamente a destruição da família existente e apoiados por políticos. Temos observado um comportamento tímido dos espíritas, como se estivessem com medo ou receio de questionar essas posturas para não sofrerem perseguições. O que podemos fazer para encorajar esses irmãos espíritas para não se deixarem intimidar perante o convite do Cristo ao trabalho? Nós precisamos comparecer socialmente sem precisar afrontar ninguém, demonizar ninguém, desrespeitar ninguém, baixar o nível da discussão com ninguém, mas é dever nosso nos expressarmos e podemos fazê-lo nas redes sociais, podemos fazê-lo nas falas, nos centros espíritas, seminários, congressos e fazendo isso de uma forma até crítica, discutindo do ponto de vista daquilo que foi apresentado como alguém que faz o contraargumento. Nós não podemos ficar nessa timidez que é apenas timidez e que é nociva. Porque quando Kardec, no seu tempo, teve uma experiência de sono e saiu desdobrado durante o sono e ouvia muitos sofrimentos numa região do mundo espiritual que ele não sabia explicar, então ele começou a indagar, esses aí são os crucificadores? E uma voz lhe respondia: "Não, não são os crucificadores." Os crucificadores fizeram isso por ignorância, já se recompuseram. E Kardec então volta e indaga, disse:
gar, esses aí são os crucificadores? E uma voz lhe respondia: "Não, não são os crucificadores." Os crucificadores fizeram isso por ignorância, já se recompuseram. E Kardec então volta e indaga, disse: "Então, esses são os imperadores romanos que junto com outros chefearam o morticínio. Não, os imperadores reencarnaram, tiveram sofrimentos expiatórios e logo se puderam, ao tempo em que foram espiando, refazerem suas vidas. Não são eles que estão aqui. Ah, então deve ser os grandes genocidas, Alarico, eh, Gengjiscan, Aníbal e os espíritos não, os grandes genocidas e fizeram outro apanhado mostrando que os genocidas já tiveram tempo de refazer o caminho. Então, Kardec pergunta: "Então, quem são? são os perseguidores dos cristãos. E as perguntas se enfileirando até que os espíritos disseram: "Não, esses são aqueles que conheceram a verdade, o bem e não viveram". Então, Kardec acorda, diz o espírito Humberto de Campos, e formula aquela questão que ficou muito marcada em o livro dos espíritos. Será suficiente para agradar a Deus? Estabelecer um comportamento de evitação da concretização do mal, da ação do mal. E os espíritos disseram: "Não, é necessário fazer o bem no limite das forças, porque em conhecendo o bem e não fazê-lo já é um mal. Então, nós temos essa formatação tímida, que também foi uma outra questão que os espíritos propuseram a Kardec acerca do mal que se propaga. E até ontem eu estava conversando com o nosso Paulo, dialogando com ele sobre essa questão acerca de uma servidora lá da federativa muito graciosa. Eu estava elogiando e daí nós saímos conversando exatamente sobre isso. Quanta gente boa tem no mundo. Mas nós somos bons, meio acomodados, meio tímidos. E os males, os maus que fazem muito mal, eles são ousados, intrigantes, como diziam os espíritos Allan Kardec. Os maus são ousados intrigantes e os bons são tímidos. Era porque o mal predomina sobre o bem na terra? É a pergunta que Kardec faz lá aos espíritos. E os espíritos por culpa dos bons, os maus
Kardec. Os maus são ousados intrigantes e os bons são tímidos. Era porque o mal predomina sobre o bem na terra? É a pergunta que Kardec faz lá aos espíritos. E os espíritos por culpa dos bons, os maus são intrigantes e ousados e os bons são tímidos. Então essa nossa timidez ela nos impede de propagar o bem. Nós não nos colocamos, nós ficamos como um bem passivo ou como Paulo coloca no Evangelho Segundo Espiritivo Espiritismo, uma virtude passiva, uma virtude morta. Você sabe o que tem que fazer, mas não faz. não é o bem operante. Então nós precisamos mostrar a cara, comparecer sem nenhum tipo de desrespeito a ninguém, porque essa não é o viés ético do espírita. Não precisamos ser beligerantes para podermos propagar o bem, mas a nossa timidez faz que muitos façam o mal. As redes sociais, elas estão aí com a mesma força que a gente divulga os vídeos desses protagonistas políticos que preconizam a divulgação de que a família já era e de que a pedofilia e o incesto deveriam ser restituído, porque isso são ingredientes de família burguesa. Nós poderíamos fazer uma fala ao contrário, por que não fazemos? Mas a gente acha que pode incomodar alguém ou então a gente não quer se dispor com ninguém. Então a gente fica em cima do muro e fica num bem passivo, numa virtude inoperante, mais ousadia. Porque enquanto a gente fica contabilizando os os inconvenientes que pode causar, os maus estão postando, estão convencendo os ignorantes, estão levando o povo que está no meio da multidão esperando o norte. Mas qual norte é é oferecido? são pelos ousados e os intrigantes. Então eu penso que nós espíritas calçamos, como diz Bezerra de Menezes, calçados de veludo, enquanto que os maus fazem alarido, trombeteiam. Então, eu penso que postar, fazer falas eh nessa direção, usar as redes sociais para comunicar, fazer jornadas, congressos, trazendo a temática e para o debate, isso é de bom tom. Nós conseguimos então reverter, porque se não sei se vocês sabem, nos Estados Unidos tem grupos própedofilia,
nicar, fazer jornadas, congressos, trazendo a temática e para o debate, isso é de bom tom. Nós conseguimos então reverter, porque se não sei se vocês sabem, nos Estados Unidos tem grupos própedofilia, tem grupos na Europa pro zoofilia. transar com animais. Tem grupos que propõe a relação de incesto como como normal. Nesse mundo de liberdades, os grupos se agrupam e protagonizam suas expressões e fazem filiações, tem seus seguidores. Então, como a gente vai se colocar? Eu particularmente tenho uma crítica nesse âmbito das redes virtuais que também mais ainda nós somos burocrático. Para fazer um site é uma dificuldade para botar um programa em ação. Aí pega um cidadão lá do interior, ele faz com celular e posta. E ele tem mais seguidores do que uma federação. Ele tem mais seguidores do que uma federa. E não adianta dizer que ele tá falando antidoutrinariamente, que ele tá propondo ideias que não são espíritas. Não adianta que você não consegue detê-lo. Então a gente não não tem como fiscalizar a nossa posição. Eu ocupar espaço. Nós precisamos ocupar espaço, precisamos publicar, precisamos comparecer. Então eu tenho feito um esforço nesse sentido por onde vou e no próprio Jardim das Oliveiras para implementar. Agora mesmo tava conversando aqui uma ocorrência que é banal. A pessoa com HD simplesmente murchou tudo, apagou tudo, ela não consegue acessar o HD. Está todo um conteúdo de uma instituição num do ponto de vista eh divulgação, cursos, propostas, eh tudo no HD, num só lugar. Quer dizer, é inadmissível isso. Isso já tinha sido posto de que nós, então nós somos assim muito, a gente fica esperando os guias tomar em conta, mas isso é coisa de gente no corpo, espírito encarnado da alma, não é dos espíritos. Então nós precisamos tomar as nossas providências e ficamos aguardando. Então postagem, vocês não imaginam quanto esforço a gente faz. para botar as redes sociais, falando de mim agora, botar as redes sociais do jardim em ação. E aí fico cobrando de um, cobrando de outro, porque algumas
vocês não imaginam quanto esforço a gente faz. para botar as redes sociais, falando de mim agora, botar as redes sociais do jardim em ação. E aí fico cobrando de um, cobrando de outro, porque algumas coisas eu não sei tecnologicamente, não sou da área e vou aprendendo e vou empurrando um e vou empurrando outro. Aí tem uma indisposição, aí um fica obsediado e um fica emborrecido, fica chateado, porque gente, todo o povo melindroso. Enquanto isso, o mal tá se propagando, mas você não sabe o que uma postagem é capaz de fazer. Eu já tive a oportunidade de ver mais de uma vez a pessoa chegar e vir me agradecer, porque ela ia cometer um suicídio e viu uma postagem não espírita. Eu cheguei numa cidade, a senhora disse assim: "Olha eu com o esposo, eu ia à sua cidade lhe agradecer". Ele começou a chorar. Eu não sou espírita. Me tornei espírita. Eu ia me suicidar. Eu orei e fui pro YouTube e caiu uma fala sua. Isso impediu de eu cometer o suicídio. E aí eu fui pesquisar o espiritismo. Então nós precisamos fazer valer as nossas ideias sem nenhuma tentativa de querer converter o mundo, mas disponibilizá-las, ocupar espaço. Porque se Kardec tivesse hoje, ele usaria todas as redes sociais, como ele usou na época, os recursos disponíveis. Então, vamos ousar e trabalhar esses temas e no diálogo poder expor os nossos pensamentos e falar deles. Segunda pergunta: Como os pais ou a família podem auxiliar filhos, crianças ou jovens em processos depressivos ou outros transtornos emocionais, principalmente que apresentam sinais de pensamentos suicidas? Que comportamentos da criança ou do jovem devem receber atenção dos pais para cuidar desses transtornos? acolhimento por parte da família, não julgamento, não perseguição e não desqualificar os filhos que apresentam sinais de ideiação suicida ou menos sem suicídio, apresentam depressão. Nós temos uma mania de querer resgatar as pessoas que estão depressivas com falas que estão na contramão. O depressivo é um doente, não é um triste. Ele é um depressivo, ele é um doente.
am depressão. Nós temos uma mania de querer resgatar as pessoas que estão depressivas com falas que estão na contramão. O depressivo é um doente, não é um triste. Ele é um depressivo, ele é um doente. Então não adianta você chegar e dizer: "Olha, o sol tá brilhando. Você tem duas pernas, tem uma cabeça, tem dois braços. Você tem os pais. Isso às vezes empurra mais o depressivo para baixo. Você pode dizer isso se conhecer a pessoa e avaliar que isso pode ter uma boa repercussão, mas você não pode ter uma fala assim, achando que você vai mostrar o óbvio, que a pessoa, o óbvio, ela já sabe. É que nem você falar pro dependente químico que a a a os as substâncias químicas elas fazem mal. Toda pessoa que sofre de transtorno de substância sabe que as substâncias fazem mal, elas tem um um problema, elas são doentes, elas precisam ser tratadas. Então o depressivo a gente precisa acolher o depressivo. Nós vamos superar junto. Isso vai passar. Nós estamos com você. Conte comigo. Não abra a mão de mim como ponto de apoio para você. E como pai, nós precisamos chegar com filhos. É isso. Aceite a nossa ajuda, nos dê oportunidade de ajudar você e levá-los ao profissional para tratamento, porque é doença. Nós não podemos economizar tratamento especializado para quem está em depressão. Se é uma depressão leve, o protocolo é psicoterapia. Não precisa de remédio, psicoterapia. Mas isso o profissional avalia. o próprio psicólogo, psicanalista, psicoterapeuta, se é uma depressão moderada, precisa de medicamento, homeopático ou alopático, precisa de medicamento e grave mais ainda. Então, levá-la ao profissional para trabalhar a emergência da doença e trabalhar o doente, que é a psicoterapia. A nossa doutrina é farta, pródiga de recursos para atender as necessidades do espírito, porque a depressão já é a consequência final do desarranjo de um espírito que tá atrapalhado, adoece quimicamente do ponto de vista cerebral e deprime. Então você vai atender a química cerebral, que é consequência,
ssão já é a consequência final do desarranjo de um espírito que tá atrapalhado, adoece quimicamente do ponto de vista cerebral e deprime. Então você vai atender a química cerebral, que é consequência, não é causa. E o espiritismo junto com a psicoterapia ajustam a pessoa para que ela possa passar-se a limpo, ela possa revisaronde é que tá na sua história os pontos que inclinaram para a depressão, resolveram os conflitos. E o espiritismo tem essa envergadura porque ele olha para além desta vida e traz uma abordagem energética através da fluidoterapia que entra, portanto, nessa perspectiva do magnetismo e se soma. Aí entra o atendimento fraterno através do diálogo que pode sofrer o acompanhamento. reuniões especializadas de evangelho para atender a pessoa que precisa estar recebendo reforços positivos. Entra o atendimento psicoterapêutico aos espíritos desencarnados, como Kardec propõe. Então, nós temos uma vasta gama de possibilidades e de recursos para colocar em auxílio do nosso filho que está depressivo. E se ele tem, como fez na pergunta, a a tendência ao suicídio ou ideação suicídio, pensamento suicídio, nós precisamos levar a um profissional. Não economize isso. Vocês não imaginam quantos dos nossos filhos podem passar por isso e não nos falam. E às vezes é uma incursão obsessiva. Às vezes há um quadro depressivo cuja causa eh máxima predominante é uma obsessão que se acoplou em função de uma de uma imperfeição do nosso filho ou nossa, de um adulto. E um tratamento desobsessivo, ele libera amplamente e às vezes não. processo de conflito psicológico e emocional, precisa da psicoterapia e o espiritismo entra catalisando, somando, fermentando essa psicoterapia, empurrando a pessoa na resolução dos seus conflitos. Mas a gente precisa ter essa abertura para que haja espaço de comunicação familiar. Há três semanas eu atendi um jovem e disse assim: "Eu penso em suicídio todos os dias, filho de espíritas, casal espírita, trabalhadores e você, seus pais sabem disso: "Não, não
comunicação familiar. Há três semanas eu atendi um jovem e disse assim: "Eu penso em suicídio todos os dias, filho de espíritas, casal espírita, trabalhadores e você, seus pais sabem disso: "Não, não sabe que eu não quero preocupá-los". Ó, na linha ali na no limite. Porque do ponto de vista do suicídio, nós temos etapas que a gente precisa consagrar. Dependendo do nível que essa ideação vem, a pessoa tá no limite de poder fazer uma tentativa de suicídio. Está num ponto. Uma coisa é pensar, uma coisa é desejar, outra coisa é planejar e outra coisa é tentar. São níveis diferentes. Então, às vezes a pessoa está no planejamento, ela está na emergência. Você não pode deixar passar essa pessoa. Você precisa comunicar-se com os familiares dela. Ela é uma pessoa que está em risco e pode cometer o suicídio a qualquer momento. Ainda que ela saia bem do atendimento fraterno, tenha tido uma boa conversa, não relaxe. O suicida potencial, ele pode entrar por esse descaminho no impulso. E se ela é uma pessoa que tem um transtorno impulsivo? Mais ainda. Então esse jovem, por exemplo, disse: "V, você precisa falar paraos seus pais." Aí eu disse: "Eu quero a sua permissão. Eu quero conversar com seus pais. Chamei os pais. Os pais estavam viajando a maionese sobre a gravidade do filho. O filho introspectivo. Na verdade, o filho era bipolar. Então, quando ele tava na depressão, ele fazia a ideiação suicida, precisando de um atendimento psicoterapêutico consequente, precisando de medicação para regularizar, regularizar o humor, estabilizador do humor. E os pais afetuosos, carinhosos, mas precisavam romper algum outros espaços para abrir essas outras portas. Eu conversei com os pais, depois chamei ele e fiz os pais conversarem com ele. O pai disse: "Meu filho, o pai levantou, foi, abraçou e beijou o filho na minha frente. O pai não foi a mãe. Você conte conosco, não com você, pais bonitos. Por qu? Mas o garoto querendo poupar os pais que são tão generosos, não queria falar de uma coisa que era
o filho na minha frente. O pai não foi a mãe. Você conte conosco, não com você, pais bonitos. Por qu? Mas o garoto querendo poupar os pais que são tão generosos, não queria falar de uma coisa que era perigosa. Nós não podemos regatear, adiar, retardar quando entra indção suicida. Temos levar isso com bastante eh seriedade. O Brasil é um país que ele tem a metade do índice de suicídio no mundo. A média do suicídio no mundo é em torno de 11, quase 12. O Brasil ficava em torno de 4,5 nas estatísticas, com exceção de algumas regiões que têm um índice epidemiológico mais agressivo, como é o Rio Grande do Sul nas plantações de tabaco, que os pessoal usam inteticidas, isso afeta em nível cerebral e há um índice de depressão muito grande e de suicídio lá, igual do mundo, 11. Mas nos últimos tempos, tal como Kardec preveu lá em obras póstumas, o índice de suicídio tem aumentado muito, especialmente em crianças e adolescentes. É muito grande o índice de suicídio em adolescente. Eu quero dizer que é difícil passar uma semana onde eu não encontro alguém que tá pensando em suicidar. Eu trabalho numa área vulnerável. E os psiquiatras é quase todos os dias houve pacientes que estão na eminência de suicídio com ideação, suicídio com pensamento, com desejo ou com planejamento ou que já tentaram. Os psiquiatras têm que se tratar porque é invasivo demais. Você tá jogando sempre com risco de vida com alguém ali atendendo no cotidiano. Então, quando a família tem um filho, um parente que está assim, nós precisamos se chegar. Alguns deles precisam de vigilância e nada disso também é garantia. Isso aqui é curioso. Eu vivi uma experiência que posso compartilhar com vocês que me marcou muito. Eu atendo uma jovem desde 4 anos de idade, ela era tinha 4 anos até a família. Houve um desconcerto, um processo separatório, muitas dores. E essa menina hoje com 26 anos aproximadamente, não, 32 anos aproximadamente, entrou num surto e ela era vegano. E o povo vegano tem uma mania de são muito rígido nas suas regras, nas suas
itas dores. E essa menina hoje com 26 anos aproximadamente, não, 32 anos aproximadamente, entrou num surto e ela era vegano. E o povo vegano tem uma mania de são muito rígido nas suas regras, nas suas normativas. E eu tentava persuadi-la que ela tomasse medicamento psiquiátrico, mas ela queria só homeopatia, porque em sendo vegana, a homeopatia era compatível. Eu quero dizer a vocês que me esforcei por demais nessa tentativa de convencê-la a fazer uso de remédio psic porque ela precisava. E na última consulta em em agosto, ela estava melhor, ela estava bem. Fiquei muito satisfeito com abordagem. Ela está fazendo psicoterapia, mas eu não sei o que é que houve uma semana depois com a mãe que ela entrou num desalínio. A mãe me telefonou, eu disse: "Leve ao psiquiatra ou estabeleça um grupo de resgate, se for necessário, porque ela precisa agora de um atendimento, mesmo não querendo, ela tá em risco. A mãe veio do interior, pegou, convenceu, levou ao Unimed. Os profissionais não habilitados não souberam fazer uma abordagem. Ela levou suscitando um problema que ela tinha de útero, como se fosse fazer a investigação do útero. Mas a abordagem aí era para pegar o psiquiatra. Ela saiu porque não foi atendida adequadamente. O profissional profissional achou que ela tava rebarbada, mas a mãe tinha ido por trás, tinha dito que a filha estava em surto. A filha foi paraa casa, subiu no prédio, ficou lá em cima do prédio. Prédio tem que tá a porta fechada, ninguém pode ir pro teto de um festo. A porta tava aberta, subiu. Aí essa mãe me telefonou no meio da manhã, filha tava lá em cima e eu corri para lá, mas ela estava surtada. Quando eu me apresentei, ela me xingou. xingou o espiritismo, xingou, tava num processo com as interferências naturais, mas com um quadro psiquiátrico muito claro. Os bombeiro já lá numa tentativa de mobilizá-la, mas sem conseguir. E nós estávamos tentando com o medicamento colocado num coco, que ela tomasse o medicamento sem saber, mas o primeiro medicamento ela percebeu no gosto. Aí eu
tativa de mobilizá-la, mas sem conseguir. E nós estávamos tentando com o medicamento colocado num coco, que ela tomasse o medicamento sem saber, mas o primeiro medicamento ela percebeu no gosto. Aí eu alterei o remédio, botei no outro coco remédio, ela tava em cima, ficou umas umas 2 horas me 3 horas em cima. E aí houve uma providência dos profissionais que foi chamar o BOP para usar aquelas armas que mobilizam. E a decisão é sempre uma decisão muito difícil. O cidadão subiu, eu tava no terceiro coco tentando, o cidadão subiu, deu três tiros e não acertou. Ela pegou, se protegeu a partir do primeiro tiro, ela se protegeu com uma mochila que ela estava em cima na caixa d'água. E ele, acho que ele ficou tão fora de si e ainda vestido de ninja. Fiquei impressionado com isso. E ela estava com surto, achando que a polícia vinha pegá-la. Ela estava com crise, com um aspecto persecutório, policial. E o cara vai, polícia nunca deve ir vestida de polícia. numa situação dessa ordem. É uma situação médica, não é uma situação de crime. Sabe o que ele fez? Ele foi para cima dela, ela foi e se jogou, se projetou dramaticamente filmado, porque os outros prédios estavam acompanhando o drama. Aí aquele sentimento, eu atendendo a mãe embaixo, chamei a mãe para um lugar que se ela se projetasse pra mãe não ouvir o justo lugar aonde a mãe foi fazer um xixi num dado momento, foi a hora que ela caiu. Você esquece jamais esse barulho, filho Caim. Aí como é que trabalha isso? Lógico, o suicídio aí estava num surto psiquiátrico, numa abordagem inadequada, num homem que foi para cima dela. Ela não se suicidou. Do ponto de vista consciente, ela não seou. Tanto é que a forma como ela vai é como que alguém vai correndo. Os espíritos devem estar cuidando dela e o grau de consequência é consciencial. E a misericórdia divina é infinita. Eu espero atendê-la. Foi em agosto. Eu espero atendê-la na reunião mediúnica, no tempo que os espíritos acharem que é conveniente trazê-la, a fim de que a gente possa num
sericórdia divina é infinita. Eu espero atendê-la. Foi em agosto. Eu espero atendê-la na reunião mediúnica, no tempo que os espíritos acharem que é conveniente trazê-la, a fim de que a gente possa num acolhimento poder acolher a família que fica destroçada. Destroçada. Então, nós precisamos levar isso muito a sério. Se alguém traz depressão com ideação, suicida, nós precisamos colocar alinevar intervenções. A colocação de um profissional, nós não podemos, como casa especificar com isso só com a gente. É demais. Nó precisamos fazer links. Então, a gente negocia profissionais e negocia a falar com o familiar. Uma das situações em que você rompe o sigilo é quando há ameaça de suicídio para proteger a pessoa. Você rompe o sigilo, se precisar você rompe o sigilo, ou seja, chama o familiar. Então são situações muito delicadas que podem ter um desfecho fatal numa tentativa de resolver domesticamente. Não podemos tratar desse assunto domesticamente. Temos um arsenal imenso à nosso favor, que é a doutrina espírita, com todos os recursos que ela tem, mas não podemos negligenciar o apoio ou nexo ou a parceria com os profissionais da área para o atendimento de cada caso. O depressivo em si, ele melhora devagar, então a gente vai um passo, outro passo. Não diga, não basta dizer: "Olha, você vai caminhar". E não vai caminhar. Nenhum depressivo gosta de caminhar, mas na caminhada faz bem. Ele sai quando ele volta, ele volta melhor. Ele diz que ele volta melhor, mas ele não sai para caminhar. Você tem que caminhar com ele. E a forma tem que ser paciente. Não pode dizer: "Não, você não quer melhorar, você quer ficar aí nessa cama, você tá dando moleza para pro azar, você tá pro obsessor, se a pessoa conhece espiritivo." Esse não é uma abordagem legal. A nossa abordagem tem que ser persuasiva e a gente tem que ir conduzindo a pessoa porque ela não está em condições de se conduzir sozinha, sobretudo ser uma depressão moderada e grave. E precisa ter resistência o familiar e precisa de ajuda o familiar
tem que ir conduzindo a pessoa porque ela não está em condições de se conduzir sozinha, sobretudo ser uma depressão moderada e grave. E precisa ter resistência o familiar e precisa de ajuda o familiar para poder cuidar do depressivo, porque ele é assim, ele é pessimista, tudo tá ruim, ele não vê nada de bom, mas não pense que isso é moleza. Eu me desculpe a a expressão que eu vou usar agora que é frescura, não é doença. Não coloque nesse lugar que você empurra ele para baixo quando você coloca nisso. Nós vamos vencer isso. Pai tá aqui, mãe tá aqui, mano tá aqui, filhão tá aqui com o pai, com a mãe e a gente vai, leva, faz a caminhada com ele e vai melhorando. Se tiver ideiação suicida, vigilância, a gente não deixa só apartamento, tem que estar telado, não deixa só a pessoa de jeito nenhum. administra os remédios e vai sem que isso se constitua uma garantia. Mas você tá fazendo o que precisa fazer, filho de Deus, você faz o que tá no seu limite, porque é dramático, gente. Um impulso, se ele é bipolar, tem um transtorno psiquiátrico desse nível, é mais grave ainda, porque o bipolar ele vive essa alternância e quando chega na depressão, ele não esquece do que ele fez na euforia. Isso se agrava. Os processos obsessivos são mais graves, porque o bipolar normalmente é um espírito que fez mais atrapalhação no passado, então ele é mais assediado, processo obsessivo, cursa junto. Então a gente precisa ter mais vigilância com bipolar. No impulso, ele vai, pega os remédios e toma. Outro dia eu atendi uma senhora, uma mãe de filho único, lutando bravamente. Ele chegou, tomou todos os comprimidos de café, cafeína que vende na academia. Não, o remédio tá com ela. Ela que dava o remédio para ele. Ele pegou os remédios que aparentemente não fazem mal, cafeína, tomou tudo de uma vez, depois se arrependeu e foi com ela. Mamãe, eu tomei os remédios da academia tudo uma vez e me arrependi. Ela correu paraa Unimed, chegou na Unimed, jovem, profissional da área do direito, recém formado, garoto adorável, mas bipolar,
la. Mamãe, eu tomei os remédios da academia tudo uma vez e me arrependi. Ela correu paraa Unimed, chegou na Unimed, jovem, profissional da área do direito, recém formado, garoto adorável, mas bipolar, com alternâncias, com crises frequentes. Chegou lá, fez uma parada cardíaca, não conseguiu voltar. Essa mãe estava destroçada. Aí eu segurar a mãe pra mãe não se suicidar. O pai, sem motivo para viver, não queria nem ser atendido por profissionais e ela lá sofrida. É muito doloroso o suicídio. E olha, nós temos uma doutrina espírita. Sem nenhuma arrogância, não tem doutrina que consiga ter uma visão mais abrangente da vida após a morte, como o espiritismo tem. É uma ciência que nos traz fatos, não são conceitos, informações, conjecturas filosóficas, fatos. Mas ainda assim é duro enfrentar o suicídio, mesmo sabendo que não vai pro inferno, que você a pessoa é imortal, mas é o seu amor. É o seu amor. E quando passa pro lado de lá, passou pro lado de lá. A sua intervenção é mínima. Agora é oração eventualmente desdobrado. Às vezes você não consegue chegar que você chegar você atrapalha, você se atrapalha e os benfeitores vão vão vão cuidar. Mas dá um sentimento de falência na família, dá um sentimento de impotência, porque às vezes a família fez tudo que podia fazer e ainda assim não consegue. Então, a gente faz o que precisa de fazer para se sentir tranquilo de que a gente fez, seja familiar, seja entrevistador, acompanhador, através do diálogo que nós precisamos. Esses quadros a gente precisa atender semanalmente na entrevista. A gente não é um psicoterapeuta, a gente vai dar o melhor, a gente vai acolher. Ouvir já é de grande coisa. Se ele tem um compromisso para, porque se ele vier paraa casa espirit, ele não vem. Ah, não, mas tem um marcado lá com você, você precisa ir. Então ele vem porque tá marcado. Então ele vem. Ele entrar na casa ele já é beneficiado na psicosfera, nos amigos espirituais. Hem interferência espiritual, os espíritos atuam. E tem alguém com ouvido, com coração
porque tá marcado. Então ele vem. Ele entrar na casa ele já é beneficiado na psicosfera, nos amigos espirituais. Hem interferência espiritual, os espíritos atuam. E tem alguém com ouvido, com coração aberto, que não vai dar nenhuma mágica para ele, não vai dar nenhuma fórmula mágica. Vai tocar às vezes na mãos e nós vamos vencer, nós estamos caminhando, Jesus é grande, você vai vencer, você vai superar isso. Isso é uma doença, mas você é maior que a doença. E aí você vai conseguindo fazer esse trespasso, que é um trespasso que às vezes demora, mas às vezes é uma virada de esquina. A depressão, uma virada esquina, a pessoa equilibra e pronto, muda a vida. Às vezes a depressão foi a porta de entrada na casa espírita, muda a vida da pessoa, muda uma história que estava num descaminho. Mas nós somos demandados como familiares e como trabalhadores da casa espírita, atuar hoje porque aumentou muito o índice de depressão e aumentou muito o índice de suicídio, incluso de jovens. E nós precisamos estar melhor preparados para podermos atuar nesse lugar de acolhedor, de ouvir, de poder ser solidário com o companheiro, com a família. Precisamos ter tempo disponível para isso. Porque o depressivo até para falar, ele fala devagar, até para abrir a boca ele abre devagar. Mas o encontro já é terapêutico. A tua compaixão já é energia. Você não atende só quando fala, você atende com a energia que se envolve. Você nem encosta na pessoa, mas a energia, a compaixão, isso é energia. Isso, isso tá é cardequiano, é fluido, é psicosfera, é transferência de fluido. Eu duvido que essa pessoa não saia melhor da casa espírita. Agora não tem mágica, a pessoa não cura assim, porque ela não adoeceu também assim. Ela vai fazer os passos para poder sair da quadro maior da doença e depois melhorar como doente, procurar saúde como pessoa, como espírito encarnado. Atualmente vejo a culpa como um dos grandes obstáculos do espírito. Pais e mães, por exemplo, em seu processo de evolução. Eles se culpam e transferem
curar saúde como pessoa, como espírito encarnado. Atualmente vejo a culpa como um dos grandes obstáculos do espírito. Pais e mães, por exemplo, em seu processo de evolução. Eles se culpam e transferem essa insatisfação, esse sentimento aos filhos. Como trabalhar esse tema, a culpa, de forma a vencer esse sentimento que nos impede muitas vezes de avançar. A culpabilidade é efetivamente um mal que gera a maioria dos outros males. Por trás de uma depressão, sempre tem uma culpa. Sempre. E a culpa no processo educativo é muito frequente, porque às vezes a gente quer ser pai perfeito e começa aí a culpa. Porque todo pai que quer ser perfeito tá atrapalhado. Você não precisa ser um pai meia boca, mas não exija que você seja pai perfeito, porque você vai construir culpas, porque não tem ninguém que tenha a medida certa com todos os filhos e todos os dias. Ora, a gente vai, diz uma coisa, depois descobre que foi foi muito, foi pouco. As nossas intervenções elas estão sempre precisando ser ajustadas e é normal isso. São ensaios, as nossas intervenções são ensaios. Então, a gente relativiza isso pra gente ficar bem na posição de pai e de mãe, de que a gente tá aprendendo esse lugar a desenvolver essa função, ocupando esse essa posição pai e mãe. E aí a gente relaxa um pouco porque eu vejo os pais se culpando lá atrás, não quando ele tinha dois anos. Aí a pessoa guarda uma culpa e não consegue ir paraa frente agora porque tem uma culpa do que fez com os filhos há dois anos atrás. Bem, dois anos atrás, a sua cabeça era essa cabeça que tinha? Não, eu não. Agora conheci o espiritismo, descobri que eu fiz errado. E aí você era uma outra cabeça. Então não vá buscando culpa retroativa, não. Não vale a pena. O que aconteceu? Vá pra frente. E aquilo que você fez e que descobriu que fez equivocado há meses atrás e que você descobriu hoje, vai refaça, faça com a minha sobrinha ensinando, a minha cunhada ensinando meu sobrinho. Pá, faça isso assim, mamãe. Mas você não me ensinou assim, eu ensinei errado, agora
e que você descobriu hoje, vai refaça, faça com a minha sobrinha ensinando, a minha cunhada ensinando meu sobrinho. Pá, faça isso assim, mamãe. Mas você não me ensinou assim, eu ensinei errado, agora tô ensinando certo. Faça proativa. Então, não deixemos que essa culpa assuma cidadania na nossa vida, porque ela vai congelar a nossa posição de pai. Pais erram. A gente vai lutar para acertar mais do que errar. E quando errar, você diz assim: "Eu sinto muito pro filho. Mas o senhor fez? Eu sinto muito, meu filho. O que eu fiz? Pai foi além da conta. O pai foi menos, o pai foi mais. A mãe pode dizer isso, não vá ficar na mão do filho, porque tem o pai e a mãe que pede perdão pro filho. Aí o filho não dá o perdão para ficar com o pai na mão. Então temos muito cuidado porque a gente vai inverter essa hierarquia. E esses espíritos eles são sabidos, astuciosos. Então ele pega a culpa da mãe e aí manipula a mãe com a culpa que a mãe teve porque fez alguma coisa equivocada com ele. E aí ele não perdoa a mãe, não perdoa nada. Ele tá cobrando para tirar vantagem. Então não fique na mão de filho, não. Reconheça que olha, fui além, acho que exagerei um pouco, eu sinto muito. E siga, não fica, ah, meu filhinho, me perdoa e tal, mãezinha vai dar bronca. Se o filho for o espírito capeta, como a maioria dos são, esses que são nossos, ele vai manipular você. Não deixa ele manipular você pela culpa. E aprenda a ser humilde de que você erra. O processo não é errar o processo é não aprender com os erros. Porque se nós somos espíritas, espíritos e aprendizado, os erros fazem parte dos nossos ensaios de acerto e erro fazem parte do nosso da nossa pedagogia evolutiva. Então a gente vai aprendendo, vai aprendendo, compartilha com os outros. Cada ano que passa a gente fica melhor, compreende mais, aprende mais, acerta mais. vai compartilhando com os filhos para que eles não façam com os netos. Vai compartilhando com os amigos. Isso é um processo lindo de solidariedade, de mutirão. Agora, se a gente quiser ser
certa mais. vai compartilhando com os filhos para que eles não façam com os netos. Vai compartilhando com os amigos. Isso é um processo lindo de solidariedade, de mutirão. Agora, se a gente quiser ser perfeccionista na mania de ser perfeito, ah, nós vamos ficar congelado. Vamos ficar congelado. Se a gente achar que não erra nunca, porque a gente sempre tem razão, não, a gente tem razão e às vezes a gente erra e aí a gente precisa voltar atrás e volta. Não, essa regra aqui que eu acho que me equivoquei com você, meu filho. Pronto. E segue, refaz e segue. Não fica muito chororô com filho, porque senão você vai perder a mão em você e vai perder a mão do processo da educação e da autoridade. Então, nós não podemos transformar a culpa nessa tirana que abre espaço como plug na tomada para conexões obsessivas e nos impedem de desempenhar a nossa função de pai e de mãe. E como filhos, não transformemos os nossos pais em mártires tampouco em depositário das nossas infelicidades. Porque papai, porque mamãe e aí a gente fica congelado na vitimização que é horrível. Enquanto a gente fica na vitimização, a gente não sai do lugar porque a gente é vítima. Temos todos nós, se somos pais mais ou menos, nós tivemos pais mais ou menos também. Então a gente tem que lidar bem com os nossos pais. Não vamos ficar grudado neles, na mágoa, no rancor, que é o reverso da culpa, grudado neles, impedindo-nos de fluir. A gente vai, reconhece o que não foi legal de um e de outro, reconhece o que foi bom, faz um mix e traz para nós. Essa é a síntese da relação com os nossos pais. reconhecer os nossos pais, nos deram um corpo, no mínimo, deram um corpo não nos abortar no mínimo, ainda que tenha desaparecido, reconhecer que eles nos aquilo de bom que eles nos deram, ser grato pelo que eles nos ofereceram e honrar tudo que recebemos, tocando paraa frente a vida, fazendo do que foi bom pra gente, bom pros nossos filhos e pra sociedade. Essa é a atitude que sintetiza uma relação nossa de quanto filhos em
e honrar tudo que recebemos, tocando paraa frente a vida, fazendo do que foi bom pra gente, bom pros nossos filhos e pra sociedade. Essa é a atitude que sintetiza uma relação nossa de quanto filhos em relação aos nossos pais. reconhecê-los como os nossos pais tudo que recebemos, sermos gratos por tudo que recebemos e honrá-los, como disse a mensagem inicial do Evangelho, procurando fazer o máximo de bom que pudermos fazer aos nossos filhos e a eles mesmos, se tiverem sobre os nossos cuidados na posição de pais dependentes por conta da idade avançada. Com os nossos filhos é a mesma coisa. Lá pelas tantas nossos filhos poderão nos emparedar que você nós fizemos isso, nós fizemos aquilo. Você há de reconhecer que a exemplo dos seus pais, você fez o melhor que você tava ao seu alcance. E eu quero dizer que a cada dia a gente melhora um pouco. E se a gente for achar que a gente tem que fazer, tinha que fazer há 5 anos atrás, que nós sabemos hoje, a gente vai entrar na culpa, porque há 5 anos atrás a gente era menos, a gente aprendeu muita coisa, viveu. Então a gente vai aprendendo cumulativamente. Nós não podemos cumulativamente buscar uma culpa retroativa e nem tampouco um remorço fixando aos nossos pais de que a gente é como é por causa dos nossos pais. Aí a gente fica imobilizado na vítima. Autonomia, empoderamento é poder assumir o que a nossa vida tá na nossa mão a despeito do que os nossos pais nos fizeram. A pergunta é assim: o que os meus pais me fizeram? Uma pergunta muito sábia pra gente se reconhecer, se conhecer, se autoperceber o que os meus pais me fizeram. E a segunda pergunta, que é mais sábia ainda. O que eu escolho fazer com que os meus pais me fizeram? Sou eu que vou escolher. O que eu escolho fazer com os meus pais me fizeram? Significa dizer o quê? Eu trago a minha vida pra minha mão. Eu não deixo a minha vida na mão do que os meus pais me fizeram. Eu vou escolher agora. O que é que eu vou fazer com isso? E se eu faço a escolha nessa direção que o
trago a minha vida pra minha mão. Eu não deixo a minha vida na mão do que os meus pais me fizeram. Eu vou escolher agora. O que é que eu vou fazer com isso? E se eu faço a escolha nessa direção que o Espiritismo nos sugere, nós seremos melhores pais, porque vamos ser melhores que os nossos pais foram conosco. E muito provavelmente os nossos filhos serão melhores filhos em relação aos nossos netos. E o inverso é verdadeiro. Se os nossos pais foram meia boca e a gente saiu só um terço de boca, na terceira geração, os estudos de ciência, de família, do ponto de vista sistêmico, dizem que na terceira geração vão surgir tais desarranjos que aquelas pessoas viverão processos psiquiátricos, porque é uma geração que vai se degenerando pós geração e o inverso é verdadeiro. uma geração que se empodera, que cresce, ela gera uma outra melhor, uma outra melhor. E assim é o lar que vai tendo possibilidades de construções mais ricas. Tenho dois filhos já, rapazes. Sinto agora o distanciamento que novas referências pessoais, tecnologias e a falta de encontros entre os integrantes, como lidar com os as constantes contestações que agora ocorrem. Deparo-me com uma realidade como se eu tivesse passado uma experiência educacional de mentiras, porque agora eles buscam suas próprias verdades, muitas absurdas que desejam impor para a relação de convivência. Não há mais diálogo, apenas contestações. Estou muito aflita, amparo-me nas orações. Logo se vê que são jovens, né? Esses filhos são estão na idade jovens. ou de adultos bem jovens na pós adolescência. Adolescência é um período parto de 10 a 20 anos e tem a pós-olescência e a pré-adolescência. São mais alguns anos que se anexam. Um espírito que reencarna, quando ele vai na vivência da adolescência, ele vive a transição, né, planetária, a transição do mundo termo. Ele recebe um conteúdo educativo que foi bom, ruim e agora confronta com que ele traz no seu processo de acordamento em relação à herança que ele traz. Diz lá o livro dos espíritos, Allan Kardec, quando trata do
um conteúdo educativo que foi bom, ruim e agora confronta com que ele traz no seu processo de acordamento em relação à herança que ele traz. Diz lá o livro dos espíritos, Allan Kardec, quando trata do assunto da adolescência. Então é um período de conflito, conflito biológico, os hormônios vêm à tona, conflito social, ele deixa de ser criança para ser adolescente, ele já não quer os pais como referência. Ele busca outras referências, busca outros grupos sociais além da família. é transição de natureza espiritual, porque ele está vivendo agora um novo movimento a partir de todo seu processo corpóreo, em que a reencarnação se consolida. Se consolida, como diz Manuel Filomeno de Miranda. Então é um período de transição. O adolescente que só concorda com os pais, ele está infantilizado, tá mamãezado. Cuidado. Se ele só Sim, sim. Não. O adolescente que tudo contesta, talvez esteja fazendo um contraponto de uma abordagem que foi muito rígida e aí ele faz um contraponto de uma forma muito despótica ou é um espírito difícil. Mas o adolescente que só contesta, ele tá normal, porque ele quer se diferenciar psicologicamente, ele quer ter nome, porque até então ele só tem sobrenome. Ele é da família, ele é filhinho. Quando chega na adolescência, ele quer ter a cara dele. Então, ele troca de grupo de futebol, ele tem as opiniões contrárias. Aí é, esse é um período difícil porque ele faz o movimento do contra em família. Ele não quer mais sentar naquele lugar. Ele já não gosta mais daquela comida. E os pais ficam assustados achando que ele tá obsediado. Às vezes está, mas às vezes na maioria das vezes não. Ele tá ali na adolescência. Adolescência é assim. E a gente pensa que é contra a gente paz. Não encare de que faz parte. Só avalie a intensidade e regule a sua intervenção. Não vá brigar por ele por qualquer coisa, porque senão você vai tornar a vida um tormento, uma guerra. Segure os pontos essenciais. Não abra a mão dos pontos essenciais. Mas ah, não. Ah, ele quer, sei lá,
vá brigar por ele por qualquer coisa, porque senão você vai tornar a vida um tormento, uma guerra. Segure os pontos essenciais. Não abra a mão dos pontos essenciais. Mas ah, não. Ah, ele quer, sei lá, cortar o cabelo meio punk. É melhor ele cortar o cabelo meio punk do que ele virar punk. Então a gente vai aí a blusa que você ele andava todo mauricino, agora ele quer usar uma música, uma música florida, linda, e aí bate contra, porque ele quer usar uma uma camiseta regata e você e às vezes quer para um ambiente que não combina muito bem. Aí você vai fazendo vistas grossas para algumas coisas, dependendo do da forma como tá a convivência para legitimá-lo. Ele quer mudar de clube, mude. Ele, se ele torcer pelo pai Sandou agora, quer torcer pelo Remo, vai ser infeliz por um tempo que depois vai voltar a torcer pelo pai Sandu. Deixe, pegue os pontos essenciais. Os pontos sensais, você segura firme, porque você é o pai de você responsável, mas não dá para segurar tudo. E se você segurar tudo, ele não vai conseguir se constituir. Ele quer ser ele. Isso é o fenômeno da diferenciação. É um, é uma gestação, 10 anos, 11, 12, 13 anos para surgir um adulto. É uma criança que vai nascer um adulto com a cara. E esse adulto, ele se constitui exatamente desses movimentos e aonde a gente vai regulando a liberdade dele, vai soltando, fazendo o contraponto com a com a responsabilidade, ele vai se apropriando e aí ele vai ganhando aquilo que o caracteriza como um adulto independentização. Ele vai se tornar uma pessoa autônoma emocionalmente e financeiramente. Enquanto ele não conseguir essa autonomia, ele tá na adolescência. E enquanto isso não se der, ele vai estar no confronto. Quando ele chegar nesse lugar, aí é natural que depois que a pessoa fique adulto, aí passe, a gente chama de aborrescência. Não, não é aborrescência, é adolescência. Mesmo que é assim, mas pais que eram excelentes pais de criança pequena, não é, não são excelentes pais de adolescentes porque querem tratar os adolescentes como
, não é aborrescência, é adolescência. Mesmo que é assim, mas pais que eram excelentes pais de criança pequena, não é, não são excelentes pais de adolescentes porque querem tratar os adolescentes como criança. As regras precisam ser ajustadas. Então, alguns pais querem tratar como crianças. Se o espírito cede, fica infantilizado. Mas se os pais acham que agora ou não, agora você já sabe o que vocês querem e abre mão tudo, os filhos se perdem porque não tem maturidade ainda. Eles são adolescentes, vão pular como uma ave do ninho antes de ter plumagem. Vai cair, o predador vai comer. Então esse é um período dificílimo. Veja que no movimento espírito, qual é o grupo de etário mais difícil de lidar no movimento espírito? É a juventude, não é a infância. Fácil, a gente leva. O adulto sofridor não, ele vem. Mas o adolescente, você segurar um adolescente numa reunião espírita, o coordenador precisa ser magável, conhecer todos os instrumentos musicais. Prec e por quê? Pedagógicos, psicológicos, porque é muita exigência, é alternância. Eu hoje eles acordam, vão mudar o mundo amanhã e já tão contra a mudança do mundo, tão alegre, logo tão triste, chegam querendo se matar e logo no final da reunião tão convidando para uma rodada de de de música em algum lugar. Como é que ele mudou? Ele tava terminou o namoro, tava querendo morrer, agora já é assim. Adolescente é assim, muda de um telefonema, ele sai, sai, já mudou. Aí ele tá obsediado, tá obsado. Então é bipolar, não é? é tripolar, quadripolar na adolescência. Essas mudanças são assim, até que vai estabilizando. E esse manejo é difícil pros pais, é difícil paraa casa espírita, é muito difícil. Agora mesmo eu estive numa cidade de São Paulo, pela Cicaba, e os companheiros estavam dizendo: "Alberto, o que tá acontecendo que a nossa juventude a gente não consegue sustentar?" Eu digo porque é a faixa etária mais difícil em todos os lugares? Porque ela exige muito para que você possa transformar os jovens que frequentam uma casa espírita,
de a gente não consegue sustentar?" Eu digo porque é a faixa etária mais difícil em todos os lugares? Porque ela exige muito para que você possa transformar os jovens que frequentam uma casa espírita, participantes, frequentadores. Porque se você não conseguir ter um jogo de cintura e não tiver um repertório legal, o que vai acontecer? Ele vai embora. Ele vai embora. Ele não fica. Ele contesta e vai embora. Então, bem-vindo à adolescência. Os pais que chegaram com os filhos nessa idade, vocês vão ser surpreendidos. Como é linda a adolescência é muito desafiador quando o espírito é arrumado. Mas olha, gente, espírita arrumado quando é espírito arrumado é difícil, né? É, eu tava ontem falando lá na na na federação contando lá do meu neto. Meu neto tem 9 anos, tá na pré-adolescência. Então você veja, um pouco antes, ele já me disse na mesa de almoço, vou quando eu crescer, eu vou comprar minha Ferrari e vou passar por cima de ti com raiva de mim. Vocês verem a honra morrer atropelado por uma Ferrari. Eu fiquei assim tão emocionado. Por que morrer pelado por um ônibus, né? Pelo uma carroça, pelo um Fusca. Hum. Mas pelo uma Ferrari. Agora você veja o espírito, ele não vai matar de qualquer jeito. Ele vai comprar uma Ferrari. Só faltou dizer que era vermelha. Quer dizer, um espírito franciscano e vai me atropelar só porque eu tava dando os nãos que ele precisava receber. é a infância, porque a adolescência é resultado do que muito do que você fez na infância. É na infância que tu cria os links, fortalece os vínculos da amorosidade. Aí quando chega na adolescência, ele vive o conflito dele lá, quer ser ele, contesta, mas ele tem sob ele ou sobre ele uma autoridade de amor constituída ao longo de 10, 12 anos. aqueles parques na beira humã que acompanharam que de limpar o bumbum a ir pra escola, de ficar na cabeceira da cama, de ir pro hospital com eles. Então isso tudo é que marca a relação pai e filho, a forma como você faz isso. Aí adolescência, você tem investimento construído para
scola, de ficar na cabeceira da cama, de ir pro hospital com eles. Então isso tudo é que marca a relação pai e filho, a forma como você faz isso. Aí adolescência, você tem investimento construído para poder ter um melhor manejo na adolescência, mas ainda assim não é garantia. depende de quem é o espírito. Então eu quero dizer, se você perdeu esse contacto, talvez você precisa investir numa aproximação. Não fique esperando que ele pense como você, seja como você, porque às vezes ele até concorda com você, mas ele diz que não concorda só para ser do conto. Aí você com você mesmo, não, ele tá querendo ser ele, OK? tá querendo ser ele, não entre na dele, não vai querer ficar perdendo tempo discutindo. Então você tá falando sobre corrupção, aí você fala mal de alguém internacionalmente, aí ele começa a defender. Mas como você tá defendendo aí? Pronto, ele defende o Estado Islâmico. Aí você diz, putz, vai ser coaptado pelo Estado Islâmico, aí você já fica, porque mãe tem logo, mãe é assim, mãe logo alucina, né? O estado Islâmico deve estar cooptando ele pelo pela internet. Não, ele está só se afirmando. Então você deixa e tudo, cede, tira por menos, faz as argumentações são necessárias, mas não faça daquilo um cavalo de pau. Agora marque presença. Marque presença, porque você vai ter muitas surpresas no âmbito da droga. Então, hoje em dia, você vai ter muitas surpresas. pelo menos uma experiência no âmbito do sexo. Então, ih, tem muitas surpresas. Então, vá fortalecendo na infância, falando antes da adolescência, os seus laços de amor. E quando chegar na adolescência, não desista dele. Agora, entenda que o seu filho, como diz o evangelho, os pais têm que fazer tudo que ele está ao alcance. Depois cabe ao espírito fazer as escolhas. Se os pais fizeram tudo, tava a seu alcance, ele não tem de que se inculpar nada. O espírito de Zacardec, então ele tem que respeitar a escolha dos filhos. Ah, mas eu queria que ele fosse advogado. Tem um escritório prontinho para ele. Mas ele não, ele vai
de que se inculpar nada. O espírito de Zacardec, então ele tem que respeitar a escolha dos filhos. Ah, mas eu queria que ele fosse advogado. Tem um escritório prontinho para ele. Mas ele não, ele vai ser um advogado, vai ser preso. Não vai ser advogado, ele vai ser preso. Então deixa o pobre coitado ser engenheiro. Ele quer ser artesanão, deixa ele ser artesão. Eu tinha, cuidava de um engenheiro que era engenheiro do ano, o cara máximo. Aí ele queria que os filhos fizessem engenharia. disse: "Doutor, ten uma loja de venda de material de construção, tudo prontinho." Eu disse: "Mas os seus filhos não estão prontos. Quando vão ficar pronto?" Nunca. Para seguir o caminho de engenheiro e comerciante. Eles vão seguir um outro caminho. Mas eu eu construí tudo isso que o senhor construi pro senhor. A vida profissional deles é deles. Aí um foi paraa informática, o outro fez engenharia civil e de Belém. construindo estrada e o pai ficou lá com o patrimônio dele, com a loja dele, querendo passar. Não, não torne o seu filho infeliz, fazendo com que ele assuma a clínica que você montou para ele, o escritório que você montou para ele, a loja que você montou para ele. O seu filho tem a sua própria vocação. Como espírito, ele tem um planejamento. Respeite o seu filho. Respeite. Ele precisa estar no bem. No bem. Esse é o que é o fundamental. Agora a profissão é escolha dele. Não escolha nora e nem genro. Você vai se dar mal porque o casamento não vai se sustentar se ele casar com alguém só porque você gosta. A escolha de conjugalidade é da pessoa. É ele que vai conviver. É ela que vai conviver um longo tempo. Não é você. Você tem momentos com a nora e momentos de sogra, de sogro. São momentos. você não convive com a pessoa. Então, às vezes a gente faz um jogo para que o filho fique com aquela pessoa ou não fique com aquela outra. Aí a gente, não, essa pessoa não é boa para você não, meu filho. Ela tem um olho assim, ela tem uma genética assim, ela tem um comportamento, não. Ela tem um uma
pessoa ou não fique com aquela outra. Aí a gente, não, essa pessoa não é boa para você não, meu filho. Ela tem um olho assim, ela tem uma genética assim, ela tem um comportamento, não. Ela tem um uma questão espiritual que eu sinto quando mãe não consegue dizer nada, a mãe sente. Eu sinto uma coisa no ar que essa pessoa, não sei, é uma intuição, meu filho. Intuição de mãe. Intuição de mãe não falha. Deixa sua então sua intuição para lá, mentirosa, e deixa o seu filho fazer a escolha. Se ele perguntar, você diz o que você vê, o que você percebe, o que você dá conta, porque pode ser uma furada e você não vai se omitir. Mas não é você quem vai escolher o futuro do seu filho. Não dá conta de escolher profissional, conjugal, né? Se ele quiser ir para Belém do Pará, deixa ele ir para Belém do Pará. Ele vai ser feliz lá. Lá tem açaí. Não, mas é longe. Não é longe. É perto, fica embaixo da linha do Equador. Deus fica sentado lá. Vocês é que moram longe aqui mais pro sul, deixem, porque a gente quer que os filhos fique baixo da nossa asa. Qual é o jovem hoje que não quer fazer intercâmbio, não quer não sei para onde? Quer às vezes quer ir por conflito, porque ele quer se distanciar de você. Mas manter o filho debaixo das asas na mesma. Não, meu filho, já construiu, já tô comprando aqui um apartamento. Ele vai casar. Gente, quem casa faz casa longe da casa, onde casa. Se casar e ficar próximo no mesmo apartamento, no mesmo andar, não vai dar certo. Isso é mãe habitualmente, sogra, que vai acabar com casamento, pelo menos no outro quarteirão, se possível do outro na asa ao contrário, sul ou norte. É, sogra, a gente tem que ter uma regular distância. Não pode ser muito longe, porque se for muito longe, for no outro, além do oceano, ela vem e passa muito tempo. E se for muito perto, ela não dá sossego. Então a gente fica mais ou menos assim, coisa e tal, almoço de domingo de 15 em 15 dias e tudo e vai que vai. Então a adolescência é um pouco disso aí. Infelizmente nós teremos que encerrar
á sossego. Então a gente fica mais ou menos assim, coisa e tal, almoço de domingo de 15 em 15 dias e tudo e vai que vai. Então a adolescência é um pouco disso aí. Infelizmente nós teremos que encerrar com as perguntas. Temos várias ainda, mas a gente vai ter que contar com a vinda do Alberto novamente aqui para dar Vamos guardar as perguntas para a próxima oportunidade. Fica com os diretores do departamento. Pessoal, vamos agradecer então a presença do nosso querido irmão Alberto Almeida. Muito obrigado, Alberta pela sua presença, da vontade de nós ficarmos aqui, né, esquecermos até do almoço. Muitas perguntas ali foram feitas, mas em função dos compromissos que o Alberto Almeida ainda tem, tem que almoçar, tem que ir pro Gama. Lembrando que hoje às 19 hor ele estará aqui com a Maíse, né, com os meninos que a Maíse chama. Então, quem quiser chegar, chegue cedo, porque esse auditório sempre no primeiro sábado costuma ficar lotado. A gente coloca outras cadeiras aqui. Então, ele vai estar falando sobre sexualidade. Amanhã às 14:30, correto? Também ele estará conosco com o mesmo tema, mas com outra abordagem, 1 hora30, 2 horas de encontro na prece dos suicidas. Ele também vai ficar às 17:30 ele vai estar conosco. Então domingo de tarde, o início da noite ele vai ficar com a gente aqui. É mais uma oportunidade. Vocês todos estão convidados. Roberto, muitíssimo obrigado pela sua presença e a porta dessas dessa casa está sempre aberta para você, tá? Muito obrigado. É, né? Tá. Ó, queridos. Vamos fazer a nossa prece para nós agradecermos a Deus esse momento maravilhoso que ele proporcionou a cada um de nós. Com os nossos pensamentos voltados ao Pai, queremos agradecer, Senhor, o maior dom que o Senhor nos concedeu, o dom da vida, a possibilidade de reencarnarmos neste planeta onde temos o Cristo Jesus. a nos amparar em teu nome, Senhor, nos apresentando o caminho, a estrada a ser seguida, o Evangelho de luz que nos convida a todos a uma transformação íntima, Senhor, onde devemos compreender cada um de nós
amparar em teu nome, Senhor, nos apresentando o caminho, a estrada a ser seguida, o Evangelho de luz que nos convida a todos a uma transformação íntima, Senhor, onde devemos compreender cada um de nós a missão que abraçamos, sejam como filhos, irmãos, pais e demais situações. Urge o tempo dessa modificação e a doutrina libertadora, o espiritismo trazido pelos mentores superiores. Senhor, abre as portas para que a ignorância não fique instalada em nós. E no convite de Jesus, saibamos realizar a nossa tarefa sem medo, colocando o nosso posicionamento, defendendo o amor que Jesus nos trouxe, mas sendo firmes, apresentando sempre as revelações que a doutrina dos espíritos nos trouxe. onde estivermos, Senhor, tenhamos coragem e fé para sermos testemunhas da tua presença entre nós. Estarmos sempre de braços abertos, de ouvidos atentos aos lamentos daqueles que baterão a casa da casa espírita, a porta da casa espírita. Que estejamos sempre dispostos, Senhor, a vivenciar o teu amor. Abençoe-nos a todos aqueles que frequentam esta casa. aqueles que aqui trabalham, Senhor, aqueles que nos acompanham pelas mídias sociais, abençoe o nosso Brasil que tem uma missão incrível, ser o coração do mundo, a pátria do evangelho, aqueles que estão a administrar essa nação e, por que não o nosso planeta e todos que t a responsabilidade de conduzi-lo para a paz. Seja sempre conosco, Jesus, e que Deus nos abençoe. Que assim seja.
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