ACALENTAR BOAS IDEIAS - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 14/08/2025 (há 8 meses) 36:25 244 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição. >> Bom dia a todos, boa tarde. É uma alegria estarmos aqui nesse nosso momento da palestra do horário do almoço, que é o nosso momento de alimentação espiritual. Nós nos alimentamos fisicamente, também é muito importante a nossa alimentação espiritual, assim como Jesus nos disse, né, que nós devemos buscar o pão do alimento físico, mas também o pão da vida, que é o próprio Jesus, que é a lei divina e a mensagem divina, né? Então, devemos buscar essa alimentação. A comunhão de segunda a sexta sempre tem essas oportunidades para nós. meio-dia nós temos uma palestra de harmonização que é virtual, transmitida pelo pelo canal da comunhão e uma hora nós temos essa palestra presencial aqui na no auditório Bezerra de Menezes, que às quartas-feiras ainda é acompanhada pelo passe físico, o passe presencial, enquanto que nos outros dias é o passe virtual. Mas então é um privilégio para nós podermos ter esse alimento espiritual. para além do nosso alimento físico, é importante alimentar o corpo e o espírito. E para começarmos essa nossa alimentação espiritual do Cristo e das ideias da doutrina espírita, vamos começar com o nosso instrumento de alimentação do espírito principal, que é a nossa prece, elevando o nosso pensamento a Deus, a Jesus, nosso mestre, agradecendo pelo dia de hoje, por todas as belezas que nós recebemos, pelo sol que brilha, que rompe com a madrugada fria e escura, trazendo para nós mais do que calor, trazendo vida, trazendo esperança, trazendo a certeza do recomeço, assim como Deus prometeu aos seus povos há milênios, que sempre depois de uma noite escura haveria um novo dia, sempre depois de uma longa chuva haveria um arco-íris a sinalizar, um novo sol que brilha e esse sol brilha e há de brilhar para nós sempre. Agradecemos a oportunidade de estarmos aqui encarnados, de termos merecido renascer e refazer aquilo que precisamos refazer, aprimorar as nossas qualidades, refazer os nossos laços, desatar os nossos nós,

decemos a oportunidade de estarmos aqui encarnados, de termos merecido renascer e refazer aquilo que precisamos refazer, aprimorar as nossas qualidades, refazer os nossos laços, desatar os nossos nós, transformando também em novos laços e aproveitar da melhor forma possível essa oportunidade para seguir a nossa jornada de evolução que nos levará até é a perfeição e a felicidade. Agradecemos aqueles que estão conosco na nossa jornada, aqueles que muitas vezes nós nem vemos, mas que não nos abandonam, aquelas mãos que se estendem para nós e que se colocam, aqueles nossos companheiros de jornada que vieram conosco, a nossa família, os nossos amigos, nossos companheiros de trabalho e todos aqueles que permeiam a nossa vida e que fazem tanta diferença. também aqueles que ainda nos desafiam e que nos têm lições para mostrar, que nós saibamos percebê-las com o coração e elevar-nos compreendendo essas missões e essas lições que essas pessoas nos trazem e compreendendo que também nós precisamos nos aprimorar e melhorar aquilo que existe em nós. Agradecemos a os mentores dessa casa, em especial a Bezerra de Menezes, o nosso querido médico, que cuida de nós, cuida da nossa saúde, do nosso corpo físico, das nossas almas, dos nossos espíritos e também das nossas emoções, que nos dá o remédio que precisamos para tratar as nossas moléstias, que nos dá os unguentos que aliviam as nossas dores, que tratam as nossas feridas e as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. Agradecemos a Jesus, que é o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida. que ele não seja apenas um ponto de chegada, mas um companheiro de caminhada, aquele que estende a nossa mão e que saibamos reconhecê-lo, não apenas no final do dia, quando já chegamos ao destino, não apenas no partir do pão, mas em toda a caminhada saibamos aproveitar a presença do Cristo, seja em que forma ele aparece na nossa vida. E que tenhamos sempre essa conexão com Deus que torna a nossa vida mais leve e que nos faz enxergar a luz

minhada saibamos aproveitar a presença do Cristo, seja em que forma ele aparece na nossa vida. E que tenhamos sempre essa conexão com Deus que torna a nossa vida mais leve e que nos faz enxergar a luz que existe no mundo e tanta beleza que está presente. Que assim seja. E falando em alimentação, eu quero trazer uma historinha que tá aqui nesse livro, Pai Nosso. É uma história que Meimei conta, né? Nesse livro, ela traz vários versículos do Pai Nosso e para cada um deles, ela conta uma, duas, três historinhas que nos ajudam a exemplificar essa que foi a prece principal que Jesus nos ensinou quando foi pedido a ele que nos diga como orar. E aí tem uma uma das dessas histórias que se refere a justamente aquele verso que fala do pão e fala justamente da necessidade do alimento espiritual. Nessa história, Meimei nos conta de um professor que estava numa escola muito difícil, uma escola em que os alunos eram indisciplinados, eram agressivos, eram difíceis mesmo de se lidar. e o professor já não sabia o que fazer. Eles chegavam na sala de aula, falavam palavras duras, xingavam, utilizavam palavras, enfim, que são lamentáveis de se ver utilizando. Eh, gritavam uns com os outros e, enfim, faziam referências pouco educativas. E o professor já havia tentado de tudo, pedir, falar, eh, castigar e não sabia mais o que fazer para que esses alunos melhorassem e que o clima ficasse mais propício, à amizade e até o aprendizado que é necessário. Então, determinado dia, ele resolveu fazer o seguinte, dizer para os alunos que iria fazer um grande evento ali na sala de aula e que, por isso traria um lanche especial, seria um dia festivo e esse dia teria um lanche especial. E aí ficou todo mundo, nossa, um lanche especial, um lanche festivo. O que será que o professor vai trazer? Ele falou que os alunos nesse dia nem precisariam trazer lanche de casa. porque ele mesmo propiciaria isso, né, esse alimento. E aí os alunos ficaram naquela expectativa, o que será que vai ser? O que será que vai ter? Será que eu vou

nem precisariam trazer lanche de casa. porque ele mesmo propiciaria isso, né, esse alimento. E aí os alunos ficaram naquela expectativa, o que será que vai ser? O que será que vai ter? Será que eu vou gostar? Será que eu não vou gostar? Será que vai ser bom? O que é de tão especial que esse professor está preparando? E no dia eles vieram e tinha uma mesa como essas aqui coberta com um pano na primeira parte da aula, o que aumentou a curiosidade e a ansiedade. E aí quando chegou na hora do intervalo, o professor ergueu o pano e aquela expectativa acabou se transformando num grande susto pros alunos. Ali naquela mesa tinham os melhores bolos, os pães mais gostosos, as frutas mais deliciosas. Mas tudo aquele, aquele banquete maravilhoso estava cheio de lama, com algumas partes apodrecidas, cheio de bichinhos, cheio de coisas que tornavam incomível aquele alimento, que não se era possível comer. E aí os alunos ficaram: "Mas, professor, o senhor disse que tinha um alimento maravilhoso pra gente, que ia ter um lanche delicioso, que a gente ia gostar demais. E como é que o senhor prepara uma coisa dessa? E o professor disse: "Mas olha como é bonito esse bolo. Olha como essa fruta é deliciosa. Você não gosta de de morango? Você não gosta de de manga, não gosta de frutas as mais chiques, as mais belas." E aí o aluno, mas professor, com essa lama eu não posso comer. Com esses bichinhos como é que eu vou comer? Queimado, apodrecido? E aí então o professor falou assim: "É também o alimento do nosso espírito. Pode ser o mais belo, pode ser o mais chique, mas muitas vezes nós trazemos lama, trazemos apodrecimento, trazemos esses bichinhos que nos corroem e aí nós não queremos comer o alimento. É preciso que a gente perceba a necessidade de cuidar, de aprimorar aquilo de que nós nos alimentamos. Da mesma forma que o alimento físico se torna incomível quando tem esses elementos, também é o nosso alimento espiritual, também é o nosso alimento moral, que são as palavras, que são os pensamentos.

Da mesma forma que o alimento físico se torna incomível quando tem esses elementos, também é o nosso alimento espiritual, também é o nosso alimento moral, que são as palavras, que são os pensamentos. muitas vezes se torna sempre se torna incomível quando contaminado com a lama, né, da dos dos maus pensamentos, com os bichinhos que corroem os bons propósitos que nós temos, com a podridão às vezes que nós emprestamos até as melhores intenções e as coisas mais belas. Então, é muito importante que a gente cuide também do nosso alimento espiritual. E aí ele levantou outra, trouxe outra mesa que ali estava o verdadeiro banquete, um alimento totalmente bonito, totalmente rico e totalmente apetitoso, com o qual os alunos se fartaram. E eles compreenderam muito bem essa lição. A partir de então, eles procuraram moderar as palavras, procuraram se tratar com mais respeito, procuraram, como o professor sempre dizia, buscar informações em lugares mais elevados, buscar eh nas próprias redes sociais eh fontes que fossem de maior elevação, de menos, eh, podridão, né? E isso serviu como lição. E aqui é o que fala a nossa mensagem de hoje, que vem aqui do nosso livrinho Conselhos Úteis, um livrinho que foi escrito por duas trabalhadoras aqui da casa e o da Alonso, que é médium aqui da casa, pelo espírito de sua própria mãe, Hilda Pereira Magalhães. Elas aproveitaram esse vínculo de amor, essa que foi reforçado nessa existência para fazer esse trabalho. A própria filha recebeu mensagens edificantes da mãe e elas constam desse livrinho aqui. São mensagens de uma página, no máximo um pouquinho mais, que trazem grandes grandes lições para nós. E a de hoje é justamente acalentar as boas ideias. E elas nos dizem para acalentar aquilo de bom que nos vier à mente, sempre reforçando aquilo que existe de bom e alimentando-nos do bem. alimentando-nos daquilo que é bom, daquilo que é belo e daquilo que realmente serve como um pão precioso pra nossa alma, que não tem apenas beleza, mas que realmente nos alimenta.

mentando-nos do bem. alimentando-nos daquilo que é bom, daquilo que é belo e daquilo que realmente serve como um pão precioso pra nossa alma, que não tem apenas beleza, mas que realmente nos alimenta. Eu me lembro de uma música que era de uma banda, eu acho que do do J Quest, em que ele falava assim, o nome da música era o Sol e ele dizia assim: "Eidor, eu não te escuto mais. Você não me leva nada. Ei, medo, eu não te escuto mais. Você não me leva nada. E se quiser saber para onde eu vou, para onde tenha sol, é para lá que eu vou. E essa música traz algumas verdades com as quais eu concordo parcialmente, porque ela diz: "Ei, dor, eu não te escuto mais". E a mesma coisa em relação ao medo. E aí, na minha maneira de perceber, nós precisamos sim escutar a nossa dor. Nós precisamos escutar o nosso medo, precisamos compreender aquilo que é trazido para nós, né? A dor é um alerta. A dor é necessária para que a gente perceba aquilo que é um problema, que nos incomoda, que precisa eh trazer uma lição para nós, né? Tem estudos que falam de pessoas que não sentem dor. Uma criança que foi muito estudada pela ciência e pelo fato de não sentir dor, ela já tinha quebrado, com menos de 10 anos, se eu não me engano, ela já tinha quebrado vários ossos do corpo, porque a dor é um alerta dos nossos limites, daquilo que nós ali é o ponto onde nós devemos parar. Se tá doendo, existe algo de errado. Da mesma forma o sangue, né? O sangue não é vermelho à toa. Ele é vermelho para chamar atenção que algo está errado. Se tá sangrando é porque tem alguma coisa acontecendo que não tá certo. O lugar do sangue é do lado de dentro do nosso corpo. Se ele está do lado de fora, algo está errado. E ele é vermelho porque talvez se ele fosse transparente a gente não reparasse, se ele fosse de uma cor fofinha a gente até gostasse de ver o sangue, mas ele é vermelho porque se ele está ali, algo exige nossa atenção imediata. Da mesma forma o medo, né? Hoje já se diz que o medo é adaptativo, como dizem os cientistas, os psicólogos,

ver o sangue, mas ele é vermelho porque se ele está ali, algo exige nossa atenção imediata. Da mesma forma o medo, né? Hoje já se diz que o medo é adaptativo, como dizem os cientistas, os psicólogos, porque o medo nos faz evoluir. Quando a gente sente medo de alguma coisa, significa que ali também é um ponto de atenção, um ponto de parada. E nós devemos sentir medo de algumas coisas. Sim, há coisas que podem nos ferir, que podem nos prejudicar, que podem nos fazer sofrer. E o medo, assim como a dor, são sinais de atenção aos quais nós precisamos prestar atenção. No entanto, ele não deve nos paralisar, ele não deve servir como um impecílio total, porque eu senti uma dor, eu nunca mais vou chegar perto, nunca mais vou fazer isso, nunca mais vou passar por esse caminho, porque eu senti medo, eu não devo ultrapassar, devo evitar a toda a toda a toda a todo custo, devo adotar comportamentos de fuga ou de esquiva daquela determinada situação. Mas a gente sabe que a coragem não é ausência de medo. A coragem é o enfrentamento do medo. Significa nós termos medo, mas irmos mesmo com medo, ultrapassarmos o medo e conseguirmos fazer. Não ter medo é ter temeridade. A, existe um equilíbrio que a gente sabe, né, o caminho do meio. Existe um equilíbrio entre o medo extremo, que a gente pode chamar de covardia ou de pânico, e a ousadia extrema, que é a temeridade. O caminho do meio é a coragem. E existe um um uma parcela de medo na coragem, né? A gente vai são gradações, não são extremos. que se opõe. Então, a gente vai indo do medo em direção à coragem até a gente chegar na ousadia extrema, que também não é saudável. Então, o medo faz parte. A coragem nada mais é do que o medo trabalhado, vencido, ultrapassado. Assim como o aprendizado muitas vezes envolve a superação, o enfrentamento e a superação da dor. Então, a dor é também um caminho para que a gente supere as nossas dificuldades e aprenda, né? Todo mundo que quer, quem vai na academia sabe que nos primeiros dias a gente sente dor, a gente acorda no dia

, a dor é também um caminho para que a gente supere as nossas dificuldades e aprenda, né? Todo mundo que quer, quem vai na academia sabe que nos primeiros dias a gente sente dor, a gente acorda no dia seguinte mal conseguindo sentir as pernas. Quando a gente tá aprendendo alguma coisa, né, aprendendo música, os dedos dóem quando a gente tá, quando eu tava aprendendo violão, né, quando eu fui, eh, enfim, a gente vai, eu fui aprender cálculos intensos de matemática, né, matemática muito difícil, além da minha capacidade, eu acordava com dores de cabeça, né, eu saía da aula com dores de cabeça e até mesmo uma tontura. Então, a dor significa que a gente tá ultrapassando os nossos limites também, que a gente tá superando determinadas dificuldades, elas são necessárias na nossa vida. E ultrapassar, encarar e ultrapassar a dor é um instrumento de melhoria também, né? É um instrumento de crescimento, sem dúvida. Evitar a dor vai nos manter muitas vezes na zona de conforto, que não necessariamente é confortável, mas que é aquilo que a gente já conhece, podemos dizer que é o desconforto conhecido, né, e que nos impede o progresso. Então, muitas vezes é preciso enfrentar o a o desconhecido que nos causa medo. É preciso enfrentar o caminho que nos traz dor para que a gente possa seguir. E aí com a outra parte da música eu concordo integralmente. E se quiser saber para onde vou, pra onde tenha sol, é para lá que eu vou. Porque isso sim, a gente deve sempre se guiar pela luz, sempre se guiar pelo que existe de bom, de belo, sempre se guiar pelo caminho da luz. A gente passa pelas dificuldades, passa pela escuridão, passa pelas trevas, mas aquela luz no final do túnel nos conduz. E a luz é o nosso caminho, o nosso caminho paraa nossa felicidade, o nosso caminho paraa perfeição. Então, busquemos a luz, busquemos o caminho do bem para que a gente possa superar todas essas dificuldades, para que a gente possa vencer essa dor, para que a gente possa vencer esse medo e seguir no nosso

, busquemos a luz, busquemos o caminho do bem para que a gente possa superar todas essas dificuldades, para que a gente possa vencer essa dor, para que a gente possa vencer esse medo e seguir no nosso caminho. Joana de Angeles fala-nos muito da resignação dinâmica e ela fala assim como Paulo falava, né, que a gente deve eh aceitar o que existe na nossa vida, mas apenas manter, apenas reter o que é de bom. Joana deângeles trabalhando a partir desse conceito de Paulo, ela fala dessa resignação dinâmica que nós recebemos e não controlamos pelo menos naquele momento, o que nós eh recebemos, né? Os históicos, os filósofos históricos já diziam isso, que a vida nos traz diversas situações, diversos estímulos, diversas eh ocorrências com as quais nós precisamos lidar. Talvez já tenhamos trabalhado para isso no passado. Talvez tenhamos escolhido, talvez tenhamos plantado e estejamos naquele momento colhendo. Não podemos voltar atrás e modificar o nosso plantil, mas nós podemos trabalhar a partir do que recebemos. Então, ser gratos pelo que recebemos, ainda que não possamos compreender, e trabalhar para modificar as circunstâncias e melhorar o nosso presente e o nosso futuro, como dizia Chico, né? Não posso voltar atrás e mudar aquilo que estava que eu já fiz, mas eu posso transformar, mudar no presente e transformar o meu futuro. Joana deângeles diz também que é inevitável que nessa vida, que nesse momento, no planeta em que vivemos, nas circunstâncias em que estamos colocados, nós sejamos em determinados momentos, em vários momentos da nossa vida, afetados inclusive negativamente por várias circunstâncias. Não existe uma pessoa que não passe por uma dificuldade, que não passe por uma dor, que não passe por uma intolerância, que não passe por um, que não cometa erros, que não passe por um mau julgamento, uma injustiça, que não leve uma fechada no trânsito, que, enfim, não tenha um trabalho com o qual você se esforçou mal avaliado, que lamente um erro profundamente e se arrependa do que fez, mas não possa

injustiça, que não leve uma fechada no trânsito, que, enfim, não tenha um trabalho com o qual você se esforçou mal avaliado, que lamente um erro profundamente e se arrependa do que fez, mas não possa voltar atrás. Isso tudo são circunstâncias que nos levam à dor, que nos levam até ao medo do enfrentamento e que nos causam dificuldades eh e um sentimento de apequenamento. E aí ela fala que mesmo que seja inevitável, o que nós devemos fazer não é negar ou fingir que isso não aconteceu, né? Quando eu era criança, eu li um livro chamado Poliana, né? era Poliana Menina e Poliana Moça, que jogava o jogo do contente, né? E o jogo do contente, de certa forma, tem aspectos positivos, né? Que é a gente ressignificar aquilo que a gente recebe, mas não deve ser um jogo de ilusão, né? de a gente negar o que existe no mundo e fazer de conta que que é tudo é bom, tudo é belo e tudo é lindo. Joana de Angeles diz que pelo contrário, a gente deve reconhecer aquilo que existe, que precisa ser melhorado em nós e na situação. Então, olha, eu recebi uma avaliação injusta. Aquilo me trouxe dor. Aquilo me trouxe revolta, me trouxe raiva, me trouxe mágoa, me trouxe coisas que são feias de dizer. Mas eu preciso reconhecer que eu tenho isso e trabalhar a partir disso, trabalhar a partir dessa realidade que eu reconheci para modificar esse sentimento. Ela diz que reconhecendo um mau sentimento, nós não devemos oferecer para ele uma cadeira para sentar, mas trabalhar positivamente para modificar aquele sentimento, aquela situação, aquela ação para que a gente possa melhorar. O Rossandro Cllindey, um palestrante conhecido, ele fala de um dia em que ele se percebeu com inveja, que ele tem uma vida boa, tranquila, tem uma família ótima, não passa por dificuldades financeiras, muito pelo contrário, mas teve um dia que o vizinho dele, que é um que eles são próximos, bem amigos, apareceu com um carro novo, um carro lindo, maravilhoso, bonito, uma grande vitória. E eles são tão amigos que ele trouxe isso na maior boa fé.

izinho dele, que é um que eles são próximos, bem amigos, apareceu com um carro novo, um carro lindo, maravilhoso, bonito, uma grande vitória. E eles são tão amigos que ele trouxe isso na maior boa fé. olha, vou te mostrar o carro que eu comprei, tô tão feliz, etc. mostrou, deixou ele lá sentar, dar uma volta e tudo. E ele disse que a partir de então ele chamou de sequestrado, que ele foi sequestrado pelos seus sentimentos, que ele passou um fim de semana completamente perdido, completamente transtornado, por causa disso, começou a pesquisar carros de de do mesmo nível do amigo dele para melhor, começou a ver, começou a fazer contas. Aí quando chegou no domingo à tarde, ele descobriu que se ele passasse seis meses sem almoçar, sem jantar, sem andar de carro, sem pagar gasolina, sem viajar, cancelasse as férias e diminuísse a escola das crianças, ele poderia, talvez daqui a se meses pensar em dar uma entrada para um carro desses. Aí ele falou: "Olha, ali, eu percebi que algo tava errado, porque ele tava considerando mesmo essa possibilidade. E aí ele chegou pra esposa dele e disse: "É, é melhor eu não fazer isso, né?" Aí ela disse: "Finalmente você percebeu, né? Eu tava esperando o seu tempo, tava esperando você perceber". E aí ele fez essa essa essa autoavaliação e viu que ele realmente disse a palavra. Eu estava com inveja do meu vizinho. Por mais que eu fosse amigo, por mais que eu fosse eh, que ele seja uma pessoa querida para mim, eu estava morrendo de inveja dele e não suportei a ideia de que ele tinha um carro melhor, mais bonito do que o meu, que ele tinha um carro que eu sonhava em ter e que neste momento, por outras prioridades da minha vida, eu não vou alcançar. Posso ter outras coisas que ele não tem também e ele vai ter que lidar com isso também. Mas aí ele percebeu e mas ele precisou dar o nome para aquilo para poder sair desse sequestro emocional. Precisou reconhecer que estava sentindo inveja e trabalhar a partir dessa inveja, né? Isso não é fácil para

ercebeu e mas ele precisou dar o nome para aquilo para poder sair desse sequestro emocional. Precisou reconhecer que estava sentindo inveja e trabalhar a partir dessa inveja, né? Isso não é fácil para ninguém. Tem um caso que é da o Chico Xavier, né? o Chico que nós amamos e que conhecemos tanto, que entrou num processo difícil, difícil, difícil, que num determinado momento pareceu intransponível para ele. Ele, Chico, sempre adorou animais. Ele era um Francisco de verdade, né? E ele tinha um cachorro que ele amava e que ele acolheu. Era um cachorro muito doente, que já tava passando por situações difíceis. Ele tava tão doente que cheirava até mal. E o Chico trabalhava muito, né? trabalhava na fazenda modelo, trabalhava com as cartas, trabalhava com a psicografia dos livros, ficava às vezes até de madrugada. E esse cachorro ninguém chegava perto porque ninguém aguentava, só o Chico mesmo, né? E o cachorro só aceitava o Chico e ele chegava cansado ainda, ia cuidar do cachorro, dar banho, alimentar, dar o carinho que ele precisava, né? fazer o o, enfim, tentar fazer os instrumentos de cura ou de alívio da dor. E isso levava um tempo. E uma das pessoas próximas do Chico, percebendo todo aquele esforço, eh, achou que era exagerado e não dando tanto valor à vida desse cachorro, acabou eh tirando a vida dele para dar alívio pro Chico. E o Chico ficou sabendo e essa pessoa fez para ajudar o Chico, né? Mas ele não levou isso numa boa. Quando ele soube, ele que amava esse cachorro, se já havia se entristecido com a morte dele, eh, começou a alimentar uma mágoa muito grande a ponto de mal querer ver essa pessoa, né, de, enfim, a presença incomodar. E aí, um determinado dia, ele foi seguindo a vida. Pouco tempo depois o Emanuel veio conversar com ele, disse: "Chico, não tá dando." O que que houve, Emanuel? O que que tá acontecendo? Você tá alimentando um sentimento de mágoa, muito difícil, muito pesado, muito duro. E esse sentimento de mágoa tá trazendo uma crosta, tá criando uma crosta em

uve, Emanuel? O que que tá acontecendo? Você tá alimentando um sentimento de mágoa, muito difícil, muito pesado, muito duro. E esse sentimento de mágoa tá trazendo uma crosta, tá criando uma crosta em prol do seu coração. Os nossos espíritos amigos que precisam trabalhar com você não estão conseguindo acessar. Essa crosta rígida está impedindo a que eles se aproximem de você e vai acabar inviabilizando o nosso trabalho. Nós vamos ter que interromper ou dar pelo menos uma pausa. Aí o Chico, não, isso não pode acontecer. O que que pode ser feito? Eu faço qualquer coisa. E aí o Emanuel disse: "Olha, vou conversar, vou confabular e aí eu te digo, mas você precisa resolver essa questão". E aí depois de um tempo, o Emanuel disse: "Chico, conversamos e descobrimos o seguinte. Existe essa pessoa de quem você está alimentando mágua e tá trazendo essa crosta pro seu coração. Você precisa fazer algo muito bom para ela para poder quebrar essa crosta. Você precisa tomar iniciativa e fazer algo bom. Aí o Chico, ah não, não é possível. Essa pessoa vai e faz algo tão terrível. Agride a minha gride é um ser inocente e eu preciso fazer alguma coisa para ela. Não pode ser. Eu não disse é o único jeito. Ainda disse: "Essa solução não é minha. Essa solução é do Cristo. E aí o Chico suspirou. Ele, claro, não estava disposto a interromper a missão dele e aceitou. E aí disse: "Você vai precisar dar algo muito bom, muito significativo para ela." E aí ele foi e foi investigar. Nem teve coragem de chegar perto, pediu paraa outra pessoa saber o que essa pessoa queria, né? E aí ele descobriu que ela queria uma máquina de costura, mas uma máquina boa, cara, e queria inclusive para ajudar nas obras do Chico. Aí o Chico disse: "Nossa, mas não podia ser algo mais simples, não? Não podia ser algo que eu pudesse resolver assim, não. Tem que ser isso." O Emanuel dizendo. Aí o Chico foi no centro lá da cidade, pesquisou, viu onde tinha, pediu para parcelar em três encarnações, pediu para embrulhar, trouxe, né? não

olver assim, não. Tem que ser isso." O Emanuel dizendo. Aí o Chico foi no centro lá da cidade, pesquisou, viu onde tinha, pediu para parcelar em três encarnações, pediu para embrulhar, trouxe, né? não tinha Amazon nessa época para entregar em casa. Então ele mesmo trouxe, porque também o Emanuel disse que isso era necessário, que ele mesmo entregasse. Saiu, respirou fundo, venceu tudo, entregou para ela o presente. Mas essa mulher ficou tão feliz, beijava, abraçava e beijava e abraçava e e trouxe uma alegria tão grande, ficou tão esfuziante, que o Chico quebrou toda aquela coisa que ele tinha. E não apenas isso, mas ela começou a trabalhar com ele e a destinar todas as costuras pras obras também, destinar as costuras para o trabalho que estava sendo feito. E com isso aquela crosta se rompeu, a luz se acendeu e ele conseguiu vencer essa dificuldade e seguir na sua tarefa. E com isso eu quero dizer que na matemática dos do espírito, menos com menos não dá mais. Então, a mágoa não se vence com afastamento, né? A raiva não se vence com a vingança. As trevas não se vencem adicionando mais escuridão. Para que você possa superar o fio, é preciso acender uma chama. Para que você possa vencer a noite escura, é preciso acender uma luz. Pode não ser uma luz tão brilhante, pode não ser um ol forte, pode não ser uma luz do sol, mas é preciso que a gente rompa aquele frio do inverno, que às vezes é um inferno, para que a gente possa fazer com que a luz chegue. Então, para que a gente possa vencer o que existe de negativo, é preciso que a gente traga o positivo. E cada um sabe o que é o positivo para si. Às vezes eu tô num momento de tristeza, melancolia, ouço uma música e essa música me traz alegria. Eu gosto de caminhar no parque que fica lá perto de casa. Teve uma época que eu tinha crises de enxaqueca terríveis e eu ficava em casa com a com apagava todas as luzes, fechava todas as portas e ficava e passava dias e dias perdida. Aí eu decidi começar, isso é a minha solução, cada um tem a sua, né? a vestir uma

e eu ficava em casa com a com apagava todas as luzes, fechava todas as portas e ficava e passava dias e dias perdida. Aí eu decidi começar, isso é a minha solução, cada um tem a sua, né? a vestir uma roupa e caminhar no parque. Em duas horas eu estava bem melhor, porque para mim estar na natureza, caminhar na natureza faz toda a diferença. E isso para mim fez bom. Para cada um pode ser ouvir sua música, assistir o seu filme ou série de conforto, né? visitar uma pessoa querida, comer o seu sabor de sorvete predileto, comer aquela comida da sua infância, vir aqui assistir uma palestra, tomar um passe virtual, fazer qualquer coisa, mas acender uma luz onde há escuridão, colocar um ponto positivo. Quando nós percebermos que existe algo ruim na nossa vida, um sentimento negativo, uma fragilidade, uma dor, devemos reconhecer a existência desse ponto negativo e trabalhar para colocar algo positivo, não mascarar e não fazer de conta que isso não existe, mas trabalhar, ter esse compromisso conosco mesmo. E a gente vai treinando e vai ficando cada vez melhor nisso. Cada vez mais a gente vai reconhecendo mais rápido e vai tendo menos dor. Para encerrar, eu quero, comecei contando uma historinha, eu quero terminar contando uma historinha também, né? que é uma historinha em cinco capítulos, mas eu vou contar bem rapidinho porque o nosso tempo já tá encerrado, mas para lembrar como é que a gente faz esse processo de transformação e é a história do buraco. Essa história do buraco é assim. Eu caminhava por uma estrada, tinha um buraco nessa estrada. Eu não vi o buraco, caí no buraco, sofri, sofri, sofri, chorei, chorei, chorei. De repente vi uma mão que se estendeu, me deu a mão e me tirou do buraco. E aí eu consegui seguir a minha vida. No segundo capítulo, eu caminho novamente por essa estrada. Eu sei que ali tem um buraco, mas eu esqueço. Caio no buraco de novo, sofro, sofro, sofro, choro, choro, choro e vou. Existe uma mão que me traz e eu vou adiante. No terceiro capítulo,

r essa estrada. Eu sei que ali tem um buraco, mas eu esqueço. Caio no buraco de novo, sofro, sofro, sofro, choro, choro, choro e vou. Existe uma mão que me traz e eu vou adiante. No terceiro capítulo, novamente, eu tô caminhando por essa estrada. Eu sei da existência do buraco, mas mesmo assim eu vou lá e caio no buraco. Eu sofro, sofro, sofro, choro, choro, choro, mas eu já percebi por onde aquela mão me tirou e eu consegui ver um caminho ali e sair do buraco, mesmo por minha própria conta. No quarto capítulo, eu tô tramitando pela mesma estrada, sei que tem um buraco, vejo o buraco, contorno o buraco e não caio no buraco. No quinto e último capítulo, eu tô passando por essa mesma estrada. Eu sei que tem um buraco ali. Eu me aproximo do buraco. Quando eu entro nesse buraco, quando eu percebo na borda do buraco, tem uma pessoa lá dentro. Então eu vou lá e dou a mão e ajudo essa pessoa a sair. É assim que nós nos tornamos, como diz Yung, curadores feridos. É assim que a partir das nossas próprias dores e das nossas próprias experiências, nós passamos a iluminar. A partir das nossas próprias sombras, nós constituímos a luz, não apenas para nós, mas para todos aqueles que estão no nosso caminho. Isso é acalentar as boas ideias. Isso é transformar aquilo que existe dentro de nós e transcender aquele ser que nós somos, nos tornando em seres melhores. E é disso que nós estamos falando hoje, de transformar a nós mesmos e transformar o mundo, o mundo ao nosso redor, de acalentar as boas ideias e permitir que elas ganhem força, que o sol nos ilumine e que nos iluminando ilumine o mundo aí ao nosso redor. Muito obrigada a todos. Desejo um ótimo dia para todos e uma ótima vida. E convido o pessoal que hoje veio dar o passe para nós, para nos alimentar um pouquinho mais de luz e de coisas boas. Muito obrigada a todos. É, é uma E ele

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