A VIDA CONTINUA - Cacilda Pereira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 25/02/2026 (há 1 mês) 1:06:31 592 visualizações

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Transcrição

Viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de coração a [música] paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. >> Doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor. >> Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos e aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Vamos ver se eu melhora o som, né? Que sempre o livro Mãos Unidas, Ante a Vida. Não há lugar em que nos vejamos sem algum benefício a prestar ou alguma coisa a fazer. Seja qual seja a circunstância da estrada, aí encontramos a ocasião precisa para realizar o melhor. Por isso mesmo, o tempo é o prodigioso indicador, descerrando-nos situações inesperadas ao dom de compreender e de auxiliar. Ainda mesmo nas trilhas mais obscuras da prova ou da aflição, somos defrontados por ensejos valiosos de renovação e progresso. Se te diante de rotinas deterioradas, comquanto a rotina seja abençoada a escola de formação espiritual, é necessário reflita nas possibilidades novas que se te descortinam a existência. Se obstáculos te surgem amontoados na senda, reconsidera as próprias atitudes e observa que haverá chegado um instante para mais alto aproveitamento de teus recursos nos domínios da expressão de ti mesmo ante a seara do mundo. Imagino o que seria experiência na terra sem a lei da mudança. Se a semente não fosse atirada a solidão no seio da greba e se as árvores não renunciasse à posse dos próprios frutos, impossível seria calentar a vida planetária. Se a infância não marchasse para a juventude e se a juventude não se dirigisse para a madureza, a evolução humana resultaria impraticável. Quando te reconheças a bica do desespero do desânimo, ergue-te sobre os motivos

marchasse para a juventude e se a juventude não se dirigisse para a madureza, a evolução humana resultaria impraticável. Quando te reconheças a bica do desespero do desânimo, ergue-te sobre os motivos de tristeza ou desalento e contempla os quadros da natureza em torno. Novos minutos se despencam do coração das horas em teu benefício. Dezenas e centenas de criaturas aparecem por todos os flancos a te endereçarem sorriso de esperança. Tarefas múltipl te pedem devotamento e os dias sempre renovados te apontam o céu de horizonte a horizonte como sendo imensa porta libertadora, através da qual, em cada manhã, a sabedoria do Senhor te convida, sem palavras, a recomeçar e progredir, trabalhar e viver. Sabemos o que que tá vendo com som? Não, mas vamos nós vamos nesse instante pedir a Deus, a Jesus, aos amigos espirituais, especialmente os nossos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão na estão na nossa tela mental, aqueles necessitados da nossa vibração de amor e que possamos dizer: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja. Nós vamos passar para palavra a Cilda, que vai nos brindar com A vida continua. >> Boa noite a todos. Vamos lá, gente. Eu estou vendo vocês aqui. Vocês não sabem o tanto que é bom. Olha, a vista daqui é ótima, viu? Boa noite a todos. Ah, que bom vê-los por aqui. Vamos hoje falar sobre um tema tão interessante, tão intrigante. Nós hoje vamos falar sobre a vida continua. Mas para que a gente compreenda que vida que continua, que seria essa vida, vamos entender um pouquinho o que estamos fazendo aqui hoje. De acordo com os espíritos, a encarnação, ela serve para que nós

as para que a gente compreenda que vida que continua, que seria essa vida, vamos entender um pouquinho o que estamos fazendo aqui hoje. De acordo com os espíritos, a encarnação, ela serve para que nós possamos atingir o objetivo maior, que é a nossa purificação, a nossa perfeição moral. Nós estamos aqui, os os nossos espíritos estão aqui utilizando este meio carnal para que através de provas, para que através de várias situações que passamos na vida, nós possamos atingir a nossa perfeição moral. Esse é o nosso objetivo. Nós viemos aqui com uma programação, de acordo com eles. Nós viemos aqui já com tudo programadinho para fazer e acontecer, mas nós nos esquecemos do mundo material. Nós temos o vel do esquecimento. Poxa, mas aí parece uma desvantagem, não é? Mas não é. O vel do esquecimento, ele é importante e necessário para que nós possamos aqui caminhar. Vocês já imaginaram se nós tivéssemos que conviver e lembrar perfeitamente de uma pessoa que nos fez mal, ou pior, que nós fizemos mal? Provavelmente teríamos muita dificuldade nessa convivência. E é por intermédio desse esquecimento que nós justamente vamos modificando e transformando uma dívida e transformando uma raiva num amor, um ódio numa amizade por esse vel do esquecimento. Mas quando chegamos aqui em que pese a gente ter toda uma programação, muitas vezes a gente se perde, a gente encontra esse mundo material que nos dá tantas oportunidades e a gente acaba se esquecendo. E por também esquecer aquilo que vivenciamos ainda na nossa pátria espiritual, nós esquecemos do mundo espiritual, esquecemos do que vivemos anteriormente. Ou seja, ao chegarmos aqui, a incerteza bate, porque a gente não sabe exatamente, nem se lembra mais daquilo que a gente se comprometeu, em que pede eles informarem pra gente que toda hora nós somos lembrados. Basta a gente observar quais são as provas que nos são colocadas em nossa existência. Toda hora ali é o mesmo estilo de prova, justamente para que a gente compreenda e modifique aquele ponto que tanto martela

gente observar quais são as provas que nos são colocadas em nossa existência. Toda hora ali é o mesmo estilo de prova, justamente para que a gente compreenda e modifique aquele ponto que tanto martela em nossa vida. Mas ao chegarmos aqui, nós temos uma única certeza que temos uma passagem de volta. Nós não sabendo, não sabemos quando, não sabemos como, não sabemos o onde, mas a única certeza que nós temos é a morte do corpo físico. Essa é inevitável. Nosso corpo físico tem uma data para expirar. Não existe outra possibilidade. É inevitável o desgaste físico e o corpo físico vai ficar. Nós como espíritos vamos partir, mas a morte física chegará um dia para todos nós. Mas o que que acontece conosco? Pergunta 149 e 150. Em que se torna a alma logo após a morte? Volta a ser espírito, ou seja, retorna ao mundo dos espíritos que havia deixado temporariamente. Pergunta 150. A alma após a morte conserva sua individualidade? Sim, nunca a perde. O que seria ela se não a conservasse? Ou seja, a morte física não põe o fim a tudo. Nós continuaremos como espíritos e voltaremos para a nossa pátria. Voltaremos para casa. Mas o ciclo aqui é do berço ao túmulo. Do berço ao túmulo. Fazemos esse círculo até que nós cheguemos ao a perfeição moral, ao objetivo maior que devemos alcançar aqui. Só que muitas vezes, aliás, na maior parte das vezes, nós não nos preparamos para esse momento morte, este momento que termina o nosso prazo físico e se inicia o que a vida continua na pátria espiritual. Aliás, eu achei intrigante. Eu tava pesquisando para fazer a palestra e descobri que existe sindicato dos cemitérios e eles fizeram uma pesquisa que eu achei intrigante. Nessa pesquisa diz que 79% dos brasileiros não acha que está na hora de morrer, não vê o momento exato e certo para morrer. Ou seja, nós nunca estamos preparados para morrer, porque 79% é muita gente. E realmente quando a gente para para analisar, a gente sempre tem alguma coisa ainda para fazer, sempre tem alguma coisa pendente,

, nós nunca estamos preparados para morrer, porque 79% é muita gente. E realmente quando a gente para para analisar, a gente sempre tem alguma coisa ainda para fazer, sempre tem alguma coisa pendente, a gente sempre acha que tem algo para resolver. E 73,7% sequer gosta de tocar no assunto. Tem gente então que não gosta para de morte de jeito nenhum. É mau agoro, vai puxar energia negativa. Deus que me livre, eu não quero falar porque eu não quero que a morte lembre de mim. Ah, mas não adianta. Ela tem hora marcada direitinho para chegar. Ela um dia vai chegar para todos. Mas será que estamos preparados para ela e para essa vida que continua e nos aguarda? Será que estamos agora? Hora que intrigante. A única certeza que nós temos quando a gente reencarna aqui é que um dia a gente vai partir. Mas a gente não gosta de falar dessa partida. Não gostamos de discutir sobre ela, porém existe também uma pesquisa que diz, por exemplo, ela se divide em países, mas na América Latina 2/3 da população acredita em vida pós morte. Nós acreditamos em vida pós-me. Seja em qualquer tipo de religião, 2/3 da população que vive hoje na América Latina acredita em vida após morte. E aí vem também o livro dos espíritos, pergunta 958, do por a gente acredita tanto nessa vida pós morte. Por que o homem tem instintivamente horror ao nada? Porque o nada não existe. Pergunta 95. De onde vem para o homem o sentimento instintivo da vida futura? Resposta. Já dissemos. Antes de sua encarnação, o espírito conhecia todas as coisas. A alma guarda uma vaga lembrança do que sabia e do que viu em seu estado espiritual. Aqui ainda tem uma resposta bem grande, uma explicação, mas essa parte resolve pra gente aqui. Ou seja, nós temos a ideia sim de que essa vida continua. Contudo, quando chegamos aqui, nos concentramos tão somente na matéria, em que pese a gente ter a certeza de que isso é transitório? Porque nós temos a passagem de volta marcada. a gente não sabe quando e pela pesquisa a gente nem quer saber, mas que a gente tem a data

a, em que pese a gente ter a certeza de que isso é transitório? Porque nós temos a passagem de volta marcada. a gente não sabe quando e pela pesquisa a gente nem quer saber, mas que a gente tem a data marcada, tem. E eu essa sensação do nada, por que que a gente às vezes se preocupa tanto? A gente fica tão preocupado se a gente já sabe que o nada não existe. O livro dos espíritos nos explica que essa sensação do nada é instintiva. E por que ela é tão instintiva? Ora, nós somos espíritos. em que pés nós termos o vel do esquecimento. Quando a gente chega aqui, a gente tem lá no fundo aquela memória. Às vezes a gente quando pensa que existe, de repente tem um nada, a gente repudia imediatamente esse pensamento. Por quê? Porque nós temos gravado conosco essa impressão que fica lá no nosso âmago, que fica ali nas nossas memórias internas, de que existe algo muito maior e que o nada não existe. Além do que Deus, nosso pai, um pai muito amoroso que quer o nosso sucesso total aqui, ele também deixou a marca em cada um de nós. Ele deixou uma semente em cada um de nós, que nada mais é do que a marca do criador, onde ele deixa para nós a sua essência. E assim, ao saber que o nada não existe, ao saber que Deus, nosso pai está conosco, por muitas vezes também não pensamos nessa vida que nos aguarda, que é uma vida muito intensa, que na verdade é a nossa verdadeira pátria. Mas na terra, mesmo quando aquelas pessoas se dizem céticas, mesmo quando uma pessoa se declara ateu, nos momentos de grande dificuldade, a gente ainda pensa no alto. Às vezes ainda fazemos, mesmo diante de todas as comprovações científicas, tem gente que ainda bate o pé e diz que nada existe, mas no momento da dificuldade lembra e às vezes faz a sua oração. Tem uma história que eu achei bastante interessante, que eu recebi da internet, que exemplifica para bem, pra gente muito bem essa questão de justamente quando a gente fica ali, mesmo a gente achando que não tem nada, que tudo acabou, a gente ainda para para analisar diante

rnet, que exemplifica para bem, pra gente muito bem essa questão de justamente quando a gente fica ali, mesmo a gente achando que não tem nada, que tudo acabou, a gente ainda para para analisar diante dos problemas da vida. Nessa história, um professor de ciências estava próximo ali à época da Páscoa e ele começou a falar na aula. que a Páscoa era um mito, que cientificamente falando, era impossível que Jesus tenha levantado do túmulo. Era impossível os milagres que ele realizou, cientificamente falando, não existia essa possibilidade. E ali ele começou a falar dos milagres, falar da dessa sensação de acordar do túmulo, que isso era impossível. explicou biologia, explicou cientificamente e um dos alunos que era muito religioso começou a ficar chateado, que ele tinha muita fé, falou: "Pediu para falar pro professor, mas pera aí, eu acredito que exista assim a a uma vida pós morte. Acredito sim que Jesus levantou-se do túmulo. Acredito em tudo isso. Acredito que ele fez os milagres e o professor olhou para ele e falou: "Não, você acredita no que você quiser, não tem problema nenhum, mas cientificamente falando, isso é impossível". E o aluno ainda continuou: "Mas professor, foi Deus que criou a ciência. Para Deus não há limites, ele pode tudo. Eu acredito firmemente. E o professor, naquela sua posição, olhando para todos os alunos, teve uma ideia. foi até a geladeira, eles estavam no laboratório e o professor pegou um ovo. Ele olhou pro aluno e falou: "Então, vamos provar que Deus existe pela lei da gravidade, eu vou jogar este ovo e ele vai cair e se espatifar no chão." Mas já que você acredita tanto em Deus, já que você acredita tanto em tudo isso, então você vai orar, pedir a Deus para que este ovo não quebre quando eu jogar ou então que ele não caia, tanto faz, mas para que ele não quebre. E o aluno, observando aquela situação, olhou para o professor e começou a orar. Deus, nosso pai, eu gostaria muito de que quando esse ovo caísse no chão, ele se espatifasse. Mas eu também gostaria de pedir

luno, observando aquela situação, olhou para o professor e começou a orar. Deus, nosso pai, eu gostaria muito de que quando esse ovo caísse no chão, ele se espatifasse. Mas eu também gostaria de pedir para que o professor tenha um ataque cardíaco fulminante e morra aqui na sala. Neste momento, os alunos começaram murmurinho, mas daqui a pouco vem um silêncio sepulcral. E o professor permanecia com ovo completamente imóvel. Neste momento, o professor então decidiu guardar o ovo. Guardou, olhou para todos os alunos e disse: "Aou". E ali todos se retiraram. Ou seja, mesmo diante de uma pessoa que tem dúvida, quando ela é confrontada, o nada desaparece, vem a dúvida. E é melhor não testar, né? Porque ele optou por não testar. Imagina se esse ovo cai e esse cara tem um ataque cardíaco. Às vezes ele já até tinha problema de coração, então ele pensou logo: "Não, nem quero fazer esse teste". E muitas vezes nós somos assim. A gente às vezes não acredita vida após morte, ai não sei, não quero nem pensar, isso me dá medo. Ai que medo. Só que na mesma hora que a gente tem essa sensação, vem um certo conforto, vem essa dúvida que apareceu nesse professor, porque instintivamente a gente já tem esse conhecimento, por mais que ele seja vago, por mais que ele fique sem a gente ter uma resposta objetiva, mas o que que seria então a vida futura, essa A vida que continua e nos espera. Pergunta 960 do livro dos espíritos. De onde vem a crença que se encontra em todos os povos das penalidades e recompensas futuras? Porque essa é a nossa maior preocupação, não é verdade? A resposta é sempre a mesma coisa. pressentimento da realidade trazida ao homem pelo espírito nele encarnado. Porque sabei-o, não é em vão que uma voz interior vos fala, e o erro está em não escutá-la com bastante atenção. Se pensásseis bem nisso e mais frequentemente, melhores vos tornaríis. Ou seja, a vida futura que nos aguarda no mundo espiritual, desde os primórdios do homem, quando a gente vai olhar lá atrás, muito antes de

eis bem nisso e mais frequentemente, melhores vos tornaríis. Ou seja, a vida futura que nos aguarda no mundo espiritual, desde os primórdios do homem, quando a gente vai olhar lá atrás, muito antes de Jesus, já havia essa ideia, não é verdade? De se a gente, né, se nós fôssemos bons aqui, iríamos pro céu. Se a gente fosse ruim, iria pro inferno. Já tinha assim bem delimitado, o céu ou o inferno. Era uma delimitação que o homem sempre o fez. como é que ele sabia desde os primórdios, antes inclusive de Jesus, porque mais uma vez aí vem a comprovação de que nós trazemos essa impressão no nosso espírito. Nós já trazemos essa questão. E o intrigante é que são dois lugares bem distintos, né? Muitas vezes, né, historicamente falando, eles eram representados de uma forma bem distinta. Inclusive o céu muitas vezes é um lugar vasto, né? Gramado, bonito, que a gente fica olhando as borboleta. Gente do céu, eu com uma semana do céu já estaria esgotada. Imagina ficar sentada olhando para o nada. Nossa, mas olha, não é assim não, viu? De acordo com os espíritos que a gente trabalha com uma beleza. E quanto mais evoluído, mais a gente quer trabalhar, mais a gente quer fazer pelo próximo. E o inferno, o que às vezes a gente acha que é inferno pra gente, pode não ser para os outros, né? Vocês podem olhar, não é muito diferente aqui do plano terrestre, não. Às vezes a gente passa em um lugar e pensa: "Meu Deus, quem frequenta aquele lugar?" E tem gente que adora um inferninho, né? que a gente chama de inferninho. A gente pensa: "Nossa, eu não ia nem de graça". E tem gente que tá lá na fila esperando qualquer momento para entrar. Então nós não, o nosso lugar, a vida continua da forma como a gente optar aqui, como nós vamos fazer aqui, vai se refletir a nossa escolha para continuar do além túmulo. Pergunta 962, aliás, 962 é: "Por que existem descrentes, uma vez que a alma traz o homem o sentimento das coisas espirituais?" A resposta: existem menos do que se acredita. Muitos se fazem espíritos fortes durante a vida

962 é: "Por que existem descrentes, uma vez que a alma traz o homem o sentimento das coisas espirituais?" A resposta: existem menos do que se acredita. Muitos se fazem espíritos fortes durante a vida por orgulho, mas no momento da morte não são tão fanfarrões. Mais uma vez aí a explicação de que quando nós somos confrontados, muitas vezes nós paramos, analisamos e vem aquele sentimento inato dessa vida futura. A responsabilidade da vida futura é nossa. De acordo com o livro dos espíritos, veja bem, a consequência da vida futura decorre da responsabilidade de nossos atos. A razão e a justiça nos dizem que na partilha da felicidade a que todo homem aspira, os bons e os maus não podem ser confundidos. Deus não pode querer que uns sem esforços desfrutem dos bens que outros alcançam com esforços e perseverança. A ideia que Deus nos dá de sua justiça e bondade pela sabedoria de suas leis não nos permite acreditar que o justo e o mal estejam no mesmo plano aos seus olhos. Nem duvidar que receberão um dia a recompensa ou a punição pelo bem ou o mal que fizerem. É por isso que o sentimento natural que temos da justiça nos dá a intuição das penalidades e das recompensas futuras. Por isso, quando nós estamos aqui na Terra, é tão importante que a gente saiba viver de uma forma tão digna, de uma forma tão boa, porque é exatamente como vivemos aqui, que vai nos direcionar para a nossa vida futura. A responsabilidade pela nossa vida futura é totalmente nossa. Nós iremos chegar em uma em um bom local se assim fizermos a nossa vida aqui. Em que pese nós chegarmos aqui na Terra e termos já esse conhecimento de que efetivamente nós estamos aqui para melhorar, a gente acaba fazendo isso aqui? Não, infelizmente, de acordo com a espiritualidade, muitos de nós se perde no caminho. Esquece dos verdadeiros objetivos que aqui estão e esquecem de investir na sua espiritualidade, esquecem de investir em si mesmos. Nós vamos desfrutando dos bens materiais, vamos nos preocupando com as situações existentes da vida. Claro que

i estão e esquecem de investir na sua espiritualidade, esquecem de investir em si mesmos. Nós vamos desfrutando dos bens materiais, vamos nos preocupando com as situações existentes da vida. Claro que elas são necessárias. Enquanto seres físicos, precisamos sim dessa preocupação. Precisamos sim ter toda, né, trabalhar, estudar, fazer toda a nossa parte. Contudo, nos esquecemos de trabalhar a nós mesmos. nos esquecemos que a nossa vida futura também depende de nós. Aqui nós vamos partir daqui e vamos encontrar um local que seja adequado à nossa situação moral, a nossa vibração. Ou seja, a morte, gente, ela não só não é o fim, como ela também não é mágica. Ninguém vai chegar do outro lado completamente modificado. Que é interessante que às vezes nós temos justamente nós vemos, né, isso em filmes em desenhos animados, quando a pessoa morre ela já sobe com a harpa. Gente, que ilusão. Se nós somos egoístas aqui, vamos chegar egoístas do outro lado. Se somos orgulhosas, vamos chegar orgulhosos do outro lado. Nós vamos chegar iguaizinhos. Estamos aqui trazendo as nossas, levando as nossas mazelas e as nossas qualidades. A morte não é mágica, não é transformadora. Nós vamos simplesmente mudar do plano físico para o plano espiritual e vamos carregar na nossa bagagem tudo aquilo que fizermos aqui. E quantos não chegam lá do outro lado e reclamam: "Nossa, como é que eu vim parar aqui? Mas eu fui bom. Não, às vezes a pessoa não foi má, não fez nada de ruim, mas também não fez nada de bom, porque a gente acha às vezes que simplesmente não ser ruim já tá no lucro, gente. Mas às vezes vou posto, às vezes nós viemos em uma outra existência justamente assim, deixando a vida nos levar e não fizemos absolutamente nada. Viemos e voltamos com a malinha vazia, sem nada para contar, sem nada para acrescentar. Ah, mas eu não fui ruim, mas também não foi bom. Então, a gente tem que se esforçar. Ah, mas eu não tive tempo. Ai, eu não sabia como. Ai, eu não tinha dinheiro. Mais uma vez é importante a gente

tar. Ah, mas eu não fui ruim, mas também não foi bom. Então, a gente tem que se esforçar. Ah, mas eu não tive tempo. Ai, eu não sabia como. Ai, eu não tinha dinheiro. Mais uma vez é importante a gente relembrar, a gente a gente grava muito a caridade como sendo aquela que a gente dá o pão, mas a caridade ela pode ser muito mais que isso. Ela pode ser um abraço, um sorriso, uma pessoa bem humorada. Gente, como uma pessoa bem humorada abre um ambiente. Vocês já perceberam? Tem gente quando é malumorada, a pessoa chega no ambiente de trabalho, a gente fica, nossa, fulana chegou, meu Deus. E a gente já quer ir embora, né? Agora quando chega uma pessoa bem humorada, ai que feliz, que bom, então até nisso, até no nosso comportamento, faz diferença pra nossa vibração. Vocês acham que uma pessoa malumorada vai para onde? uma pessoa que é malmorada, difícil, carrancuda, uma pessoa que a gente mal consegue conversar, a vida continua, a morte vai chegar, infelizmente. Eu digo infelizmente porque a gente tem ainda um certo receio dela. Por quê? Porque a gente não sabe para onde vai. A gente não sabe aonde vamos parar. Essa é a nossa maior preocupação. Porém, contudo, todavia, se nós já temos o conhecimento aqui, que a responsabilidade para onde vamos depende de nós, por que não mudar o agora? Por que não fazer o agora? Por que não a gente simplesmente melhorar a nós mesmos e começar a preocupar com verdadeiros valores? Pergunta 163. Eu marquei aqui errado, gente. Um minutinho aqui, ó. 163. Como que funciona essa nossa partida? Como que é essa nossa partida? E aqui diz o seguinte: 163. A alma ao deixar o corpo tem imediatamente consciência de si mesma? Resposta: consciência imediata não. Ela passa algum tempo como num estado de perturbação. Pergunta 164. Todos os espíritos experimentam no mesmo grau e com a mesma duração a perturbação a que se segue a separação da alma e do corpo? Resposta: Não. Isso depende de sua elevação. Aquele que já está depurado reconhece a sua situação quase

no mesmo grau e com a mesma duração a perturbação a que se segue a separação da alma e do corpo? Resposta: Não. Isso depende de sua elevação. Aquele que já está depurado reconhece a sua situação quase imediatamente, porque já se libertou da matéria durante a vida do corpo. Enquanto o homem carnal, aquele cuja consciência não é pura, conserva durante muito mais tempo as sensações da matéria. Ou seja, ao chegarmos do outro lado, nós vamos ter aquela sensação como que se a gente tivesse passado por uma cirurgia e toma ali um remedinho para dormir. A gente quando faz uma cirurgia aqui na terra, a gente logo de imediato não é colocado numa sala de recuperação lá igualzinho. E ali a gente vai recobrando a memória. Vocês podem ver na sala de recuperação, toda hora vem uma enfermeira perguntando, vendo se a gente tá bem, né, se a gente vai conseguir falar o nome inteiro, porque tem uns remedinho para dormir, né, gente, que a gente demora a voltar e ali a gente vai ficando. E isso depende de cada organismo. Tem gente que faz uma cirurgia, por exemplo, fica na sala de recuperação pouco tempo, agora outros já ficam mais tempo, já passam mal, tem efeitos colaterais. Então, o mundo espiritual é igualzinho. Justamente essa nossa passagem nós adormecemos e quando chegamos lá nós vamos recobrando de forma lenta, gradativa. E isso depende de nosso, aqui no caso depende do nosso organismo e lá no caso depende da nossa consciência. Se assim formos uma pessoa que estudamos, né, viemos aqui, estudamos como que seria, como que acontece e a gente vai tendo essa consciência, é mais fácil, porque existem esses espíritos que ficam ainda aqui na terra durante um bom tempo e sequer percebem que morreram. É algo bastante intrigante, mas eles sequer percebem que morreram. Não sei se vocês já tiveram a oportunidade de ler o livro de Chico Xavier pelo espírito de André Luiz e A vida continua. E tem também um filme e a vida continua, tá? Inclusive no YouTube, aqueles que tiverem a curiosidade para

m a oportunidade de ler o livro de Chico Xavier pelo espírito de André Luiz e A vida continua. E tem também um filme e a vida continua, tá? Inclusive no YouTube, aqueles que tiverem a curiosidade para assistir lá exemplifica pra gente perfeitamente como é essa passagem, como ocorre para uns e como ocorrem para outros. No filme é bastante intrigante que a personagem Eveline, quando ela foi fazer uma cirurgia, era uma cirurgia que ela tinha pouquíssimas expectativas de sobrevida e realmente não conseguiu a sobrevida. Contudo, ela acorda do outro lado num hospital. E quando ela acorda, ela acorda tão bem, mas tão leve, que ela pensa logo consigo mesma: "Nossa, essa cirurgia foi um sucesso, tô ótima, nunca estive tão bem. Eu tenho até que agradecer ao médico porque realmente, nossa, anos que eu não me sinto tão bem assim". mas mal sabia ela onde ela estava e qual era a sua situação. E no filme, assim como no livro também, mas eu vou falar um pouco mais do filme, porque vocês podem ter um acesso bem tranquilo pelo YouTube. No filme ela ainda fica questionando: "Ai, cadê meus parentes? Onde eles estão?" E as enfermeiras, na maior simpatia, ah, você ainda não pode vê-los. Aguarde mais um pouco a sua recuperação, fique tranquila. E ela começa a ficar encucada com aquilo, né, gente? Que hospital é esse que não deixa ver minha família? Como é que pode? Até que ela teve a oportunidade para andar pelos jardins. Ao andar pelos jardins, ela encontra um conhecido e lá eles começam a conversar. Eles fizeram a cirurgia mais ou menos, né, na mesma época, em hospitais diferentes. E ali ele eles começam a se questionar um para o outro, eh, como é que você chegou aqui? Não lembro, não sei. Você anda se sentindo bem? Muito bem, eu também. E ali eles começam a confabular, porque eles não compreendem ainda a situação em que se encontram. E ali uma das pacientes também chega para ele de baixinho e fala: "Olha, eu acabei de saber, me falaram que nós estamos mortos." E os dois levam um susto. Como assim?

a a situação em que se encontram. E ali uma das pacientes também chega para ele de baixinho e fala: "Olha, eu acabei de saber, me falaram que nós estamos mortos." E os dois levam um susto. Como assim? Olha aqui, eu tô me tocando. Isso é impossível. E a Eveline ainda, achei bastante intrigante essa hora. Ela fica batendo o pé no chão e fala: "Claro que não. Olha que firmeza". Por quê? Porque muitas vezes nós achamos que ao morrermos vamos ficar como numa nuvem, vamos ficar assim meio transparentes. Não, gente, o envoltório corporal vai continuar. Esse involtório, essa aparência corporal, o corpo físico fica, mas a nossa aparência vai ficar. Nós vamos conseguir nos tocar. Aliás, as cidades espirituais muitas vezes elas são um espelho daqui, são muito semelhantes. Neste hospital onde ela estava, ele ficava numa cidade espiritual de mais ou menos 100.000 habitantes. E ela, não compreendendo o que havia acontecido, ela começou a ficar intrigada e imaginar que aquilo era impossível. até que ela foi questionar ali os responsáveis e eles começaram de uma forma bastante franca a explicar a ela o que estava acontecendo e ela simplesmente não aceitava que ela tinha uma ideia fixa de ser um local diferenciado, completamente diferenciado aqui da Terra e principalmente ela não imaginou que que ela continuasse com o mesmo aspecto físico. Mais uma vez, é importante a gente lembrar, a morte é apenas o fim do nosso corpo físico, mas o espírito permanece em nós e ela não é mágica. Nós vamos levar a mesma bagagem que estávamos aqui. É uma pessoa ciumenta, vai continuar ciumenta. É uma pessoa egoísta, vai continuar egoísta. é uma pessoa boa, vai continuar a pessoa boa. E ali a história se desenrola e ali ela vai questionando várias situações e é realmente bastante intrigante como ela vai se adaptando até que ela finalmente chega a ter a oportunidade de visitar uma região umbralina próxima ali àquela cidade. E ela fica assim completamente assustada e fica, gente, como é que essas pessoas se

aptando até que ela finalmente chega a ter a oportunidade de visitar uma região umbralina próxima ali àquela cidade. E ela fica assim completamente assustada e fica, gente, como é que essas pessoas se encontram aqui desse jeito? Elas não querem ir conosco. E quando elas aproxima-se ali para de repente as pessoas chegarem e pedirem o que ela acha que elas vão pedir, que é o socorro, muitos espíritos que estão ali falam para eles irem embora, que eles não querem ser acomodados. e ela fica assustadíssima com aquela situação. E aí, mais uma vez, então, a gente tem que lembrar, nós vamos para o mundo espiritual de acordo com a nossa bagagem, de acordo com a nossa vibração. Então, muitas vezes a gente acha que umbral é um local terrível, mas as pessoas tem gente que quer ficar ali e se sente bem, por incrível que pareça, até que aquela pessoa perceba, porque nós sabemos do nosso livre arbítrio, até que aquela pessoa perceba por si mesma que ela está numa situação difícil e que ela precisa ali se modificar, ela precisa ali encontrar uma saída daquele local. Mas muitos ficam ali realmente porque o seu padrão vibratório é aqueles. Ela, eles inclusive sequer conseguiriam às vezes se aproximar de uma cidade como aquela estava, porque o padrão vibratório é diferente. Por isso, daí a importância gigantesca que a gente entenda o que estamos fazendo aqui hoje para que a gente chegue lá do outro lado numa situação de conforto muito maior. Por isso a importância tão grande que a gente deve ter esse cuidado maravilhoso que a gente deve ter conosco mesmo. Poxa, então já que eu tenho que me preparar, como é que eu faço essa bagagem? Como é que eu preparo a minha malinha para chegar lá do outro lado e encontre realmente um destino que eu que eu fique muito bem, que eu possa ficar bem naquele local? Que é que nós estamos esquecendo aqui de tratar a nossa espiritualidade? Ao chegarmos aqui, nos depararmos com o mundo físico, muitas vezes nos jogamos de corpo e alma no mundo físico, nos

uele local? Que é que nós estamos esquecendo aqui de tratar a nossa espiritualidade? Ao chegarmos aqui, nos depararmos com o mundo físico, muitas vezes nos jogamos de corpo e alma no mundo físico, nos esquecendo de tratarmos a nossa alma, a nossa espiritualidade. E isso é tão importante em nossa vida que até mesmo a ciência, até mesmo a medicina fala pra gente tratar essa parte espiritual que nada mais é do que justamente é como nós vivemos, é como nós pensamos, é a gente ter aquele momento do nosso dia de reflexão, é a gente ter aquele momento de calma, é a gente ter aquele momento de empatia, é a gente ter aquele momento conosco mesmo de uma autoavaliação. A própria ciência já fala, quanto mais espiritualizado, muitas vezes essa pessoa tem uma melhora muito maior de saúde. Às vezes enfrenta um tratamento, enfrenta uma cirurgia com uma forma muito melhor. Então, a espiritualidade ela não só importa para o mundo espiritual, não, é também para o modo como vivemos aqui. Agora, se a gente já sabe que temos uma passagem de volta, a gente só não sabe quando, se a gente já sabe da existência do mundo espiritual, por que a gente ainda não começou a fazer a nossa verdadeira transformação? Eu sempre falo em todas as minhas palestras, a espiritualidade superior já nos alerta. 2/3 da população que vive hoje no planeta Terra, ao desencarnar, vai dar uma passadinha no umbral. Isso não é bom. Significa que a nossa espiritualidade a gente tá deixando. Significa que nós não estamos cumprindo com os nossos deveres e as nossas tarefas. Significa que não estamos nos preparando para a única certeza que nós temos nesta vida, que é o dia da partida, que nós vamos partir em termos físicos do corpo física fica, mas a alma segue em frente. Será que estamos aproveitando as oportunidades que a vida nos traz? Porque tem gente também que pensa o seguinte: "Ah, já que eu tenho reencarnação, então vamos deixar pra próxima, né? Vamos deixando pra próxima. Já tá difícil aqui. Vamos deixar. Pois é, mas olha o perigo.

e tem gente também que pensa o seguinte: "Ah, já que eu tenho reencarnação, então vamos deixar pra próxima, né? Vamos deixando pra próxima. Já tá difícil aqui. Vamos deixar. Pois é, mas olha o perigo. Realmente nós temos o nosso ciclo, berço e túmulo. Berço e túmulo. Contudo, as oportunidades não se repetem. Nós não voltaremos mais com o mesmo envoltório físico, talvez nem sempre dentro do mesmo ciclo. Então, as oportunidades elas não se repetem. As oportunidades que a vida nos traz, elas são únicas. E por que não aproveitar essas oportunidades? Por que não aproveitar o nosso dia a dia? Porque por menores que sejam as oportunidades, nós temos que garantir sempre a melhor oportunidade que nós pudermos. Temos que agarrar com tudo, porque são essas oportunidades que vão fazer com que a gente chegue muito mais preparado no outro mundo. E não se iludam, nós temos a passagem de volta. Será que nós somos o 79% que não está preparado para partir e acha que nem tá no momento adequado? que a gente não sabe. Nós temos que viver nosso dia sempre imaginando, sempre saindo do nosso horizonte e olhando para cima, lembrando que o nosso mundo é vai muito além do físico. Nós temos ainda o mundo espiritual. Quantos são aqueles que chegam do outro lado e se assustam, sequer entendem a situação em que se encontram. Nós que temos aqui essa possibilidade, essa explicação maravilhosa que nós temos dos espíritos, por não aproveitar, por não realmente vivenciar um mundo claro físico, que faz parte da nossa existência, mas também lembrando que temos muito mais, muito mais do que fazer, que é tratar a nossa espir a espiritualidade a nós mesmos. Pergunta 165. O conhecimento do espiritismo tem alguma influência sobre a duração mais ou menos longa dessa perturbação que quando a gente passa, né, assim que a gente chega do outro lado? A resposta, uma influência muito grande, uma vez que o espírito já compreendia antecipadamente sua situação, mas a prática do bem e a consciência pura exercem maior influência. E aqui vem uma

ro lado? A resposta, uma influência muito grande, uma vez que o espírito já compreendia antecipadamente sua situação, mas a prática do bem e a consciência pura exercem maior influência. E aqui vem uma explicação. No momento da morte, tudo é inicialmente confuso. A alma necessita de algum tempo para se reconhecer. Ela fica atordoada, semelhante à situação de uma pessoa que desperta de um profundo sono e procura se dar conta da situação. A lucidez das ideias e a memória do passado voltam à medida que se apaga a influência da matéria da qual acaba de se libertar. E à medida que vai se dissipando, uma espécie de névoa que obscurece seus pensamentos. O tempo da perturbação que se segue à morte do corpo é bastante variável. Pode ser de algumas horas, de alguns meses ou até mesmo de muitos anos. É menos longa para aqueles que se identificaram já na vida terrena com seu estado futuro, porque compreendem imediatamente sua posição. Essa perturbação apresenta circunstâncias particulares de acordo com o caráter dos indivíduos. e principalmente com o gênero da morte. Nas mortes violentas por suicídio, acidentes, apoplexia, ferimentos e etc. O espírito fica surpreso, espantado e não acredita estar morto. Sustenta a ideia, né, com insistência e teimosia. Entretanto, vê seu corpo, sabe que é o seu e não compreende que esteja separado dele. Procura aproximar-se das pessoas que estima. Fala com elas e não compreende porque não as escutam. Aqui ainda a explicação é bem comprida e aqui eu faço um paralelo. Eh, não sei se vocês já tiveram a oportunidade de estudar aqui na casa, né, um fazer parte de algum grupo mediúnico. E realmente é bastante intrigante quando a gente vê ali um espírito se manifestando e ele imaginando perfeitamente que ele ainda está na terra e reclamando dos parentes. Ele reclama Beessa. Olha, eu tava em casa agora. Você acredita que sentaram na minha poltrona? Eu tava sentado, o povo tá fingindo que não me vê. Um absurdo. Hoje eu entrei no ônibus e quis pagar. Não aceitaram. E é

ssa. Olha, eu tava em casa agora. Você acredita que sentaram na minha poltrona? Eu tava sentado, o povo tá fingindo que não me vê. Um absurdo. Hoje eu entrei no ônibus e quis pagar. Não aceitaram. E é impressionante. A gente fica, gente, como é que não percebe? Mas é incrível isso. E realmente a pessoa não percebe. E detalhe, nós não podemos ali na sala mediúnica já quebrar de uma vez e falar: "Você morreu". A gente não pode falar isso. Eles se assustam. Então a gente tem que ir bem devagarzinho conversando, tentando mostrar eh o que que o senhor lembra da última vez? Ai eu tive uma dor muito grande no coração e o que que aconteceu? Ai eu caí no chão. E depois disso, então a gente vai ali caminhando, tentando. É impressionante. Por isso que a gente tem sim que tentar buscar, compreender um pouco mais o que o que acontece na nossa partida, porque a gente já sabe que um dia vai. Então, por que não complementar o nosso estudo? Eu sei que às vezes a gente não quer pensar nisso, dá um uma certa preocupação, mas é a única certeza que nós temos. E a vida espiritual que a gente pode encontrar, ela pode ser simplesmente incrível. Pode ser como aconteceu, por exemplo, e a vida continua com Eveline, que ela acordou ótima, acordou tão bem que queria parabenizar o médico. Então, a gente tem que se esforçar para que a gente possa justamente encontrar este caminho. Hoje nós estamos aqui por uma questão de prova e expiação. Hoje nós estamos aqui para trabalhar quem somos, melhorar a nós mesmos, mas a pátria espiritual, que é o nosso verdadeiro lar, está nos aguardando. Por que não chegar lá nunca de mãos abanando, mas com uma mala gigantesca. E vocês sabem que eu gosto muito de contar histórias. E para que a gente possa ir finalizando, tem uma história que eu peguei na internet, que eu achei maravilhosa, que consegue demonstrar muito bem pra gente justamente essa essas dúvidas que às vezes, enquanto nós estamos aqui na Terra, nós levantamos acerca da vida espiritual e dessa vida

eu achei maravilhosa, que consegue demonstrar muito bem pra gente justamente essa essas dúvidas que às vezes, enquanto nós estamos aqui na Terra, nós levantamos acerca da vida espiritual e dessa vida maravilhosa que continua, porque espírito não morre, só o corpo físico. E era uma conversa de dois bebês no ventre da mãe. E é uma conversa intrigante que exemplifica muito bem pra gente justamente essa essas questões a que a gente tanto se preocupa. E um dos bebês olha pro outro e diz: "Você acredita em vida após após o parto?" E ele responde: "É claro, tem que haver uma vida após o parto. Talvez nós estejamos aqui justamente para nos preparar para essa vida após o parto." E aquele primeiro que questionou respondeu o seguinte: "Bobagem, bobagem. Não há vida após o parto. Que tipo de vida existe após o parto?" E o segundo diz: "Eu ainda não sei, mas eu acredito que é sim possível". Aí o primeiro retrucou: "Não, isso é, isso é um absurdo. Isso é um absurdo. É impossível com Como é que a gente vai fazer para comer com a boca? Não, ó o tubo aqui que nos traz todo alimento, todo esforço. Não tem como não. Não existe vida após o parto." Mas o segundo insistiu. Bem, eu acho que há alguma coisa sim. Eu acho que alguma coisa talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente nem precise mais usar aí o tubo físico. Mas aquele lá que perguntou, que tava na dúvida, falou: "Bom, eu acho que não, mas o outro ainda assistiu". Bom, quem sabe na vida pós-parto a gente não encontra a mamãe. Quem sabe a gente não consegue encontrar com ela e aí ela vai cuidar da gente. E o primeiro respondeu: "Mamãe, você acredita realmente que exista mamãe? Não é possível. Se a mamãe existe, aonde ela está agora?" E aí aquele que tava tentando trazer as ideias novas disse: "Ela está ao nosso redor, estamos cercado por ela. Nós somos dela, é nela que vivemos. Sem ela, este mundo não seria possível e nós não iríamos existir. E o primeiro disse: "Eu não posso ver, então eu não acredito." Ao que o segundo respondeu: "Às vezes,

somos dela, é nela que vivemos. Sem ela, este mundo não seria possível e nós não iríamos existir. E o primeiro disse: "Eu não posso ver, então eu não acredito." Ao que o segundo respondeu: "Às vezes, quando você está em silêncio e se você se concentrar, você consegue perceber a presença dela e consegue ouvir a voz dela lá de cima." E foi assim que nós devemos observar como realmente quando estamos dentro do ventre das nossas mães, nós não sabemos o que vai nos que nós encontraremos na vida pós-parto, mas ela existe. A mamãe nada mais é do que figurativamente Deus, não é verdade? Deus está em toda parte. Se nós silenciarmos o nosso coração, seremos capazes de ouvi-lo. Se nós melhorarmos a nossa sintonia, teremos então a grande oportunidade dos espíritos que nos auxiliam tanto nessa jornada difícil que a gente encontra aqui. Eles poderão nos auxiliar e quem sabe assim nós vamos ouvir aquelas vozes lá no interiorzinho que dizem pra gente seguir ou não fazer, que nos ajudam e muito. E vamos ter essa certeza de que a vida continua. A vida física, ela tem um prazo de validade e ela vai cessar um dia para todos nós. Mas a vida continua. E se nós quisermos encontrar um local bom, um local tranquilo, onde nós possamos permanecer e vivenciar a nossa vida espiritual, a nossa verdadeira morada, precisamos nos esforçar mais aqui, porque nós encontraremos e iremos para o local de acordo com a nossa vibração e com a bagagem espiritual que aqui carregarmos. Então vamos investir mais na nossa espiritualidade, vamos investir mais em nós mesmos, na forma como vivemos, porque nós só vamos colher bons frutos se assim o fizermos. Eu desejo a todos uma boa semana e que nós possamos sair daqui hoje com essa sensação de que e a certeza de que nada não existe e que a vida pode ter um fim físico, mas a vida espiritual, a vida, nossa vida, nossa verdadeira essência permanecerá. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus irmãos, a casa mantém o atendimento fraterno. É um dia sim, outro dia também, né?

mas a vida espiritual, a vida, nossa vida, nossa verdadeira essência permanecerá. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus irmãos, a casa mantém o atendimento fraterno. É um dia sim, outro dia também, né? Segunda a segunda. E são vários horários. E aqueles que precisar desabafar, precisar de fazer um tratamento espiritual, eh procurar na parte do prédio novo, mais novo, né? Eh, e que será encaminhado para o atendimento fraterno. Temos dia de segunda, 8:30 às 10:30, 15:30 às 21 hor. Na sexta 8:30 às 10:30 e 13:30 às 21 hor. No sábado, 10 às 11:30, de 15:30 às 19:30. E no domingo 17:30, 19:30. E o trem tá começando outra vez. Trem de mindjiro, né, gente? Eh, o Teatro Vida apresenta o musical Chico Xavier, o anjo das escritas iluminadas. É dia 13, 14 e 15 de março, certo? Então, eh, tem aqui o o Qode, né? Se alguém eh quiser copiar aqui e diz que já está sendo muito procurado, né, fazer a nossa prece. Nós vamos nesse instante agradecer a Deus, agradecer a Jesus e agradecer esses abnegados amigos espirituais que aqui estiveram ou estão conosco nessa noite. agradecer pela família que temos, agradecer pelo teto que nos abrica, agradecer pelo prato de comida que nos foi ofertado à mesa no dia de hoje. Agradecer, Senhor, pelo dia de ontem, pelo dia de hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã, mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje. E que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passo podem aguardar sentados que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, [música] mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que

que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso [música] passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu.

ntão a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso [música] ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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