O ESPIRITISMO E O DIA DE FINADOS - Mário Augusto Araújo (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 31/10/2022 (há 3 anos) 44:06 5,601 visualizações

Palestra Espírita realizada no Auditório Bezerra de Menezes, na Comunhão Espírita de Brasília. Se você gostou desta Palestra, deixe seu like e seu comentário. Compartilhe o vídeo e se inscreva no Canal. #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ O que é uma Palestra Pública Espírita? A palestra espírita é uma apresentação oral cujo objetivo é informar, esclarecer e consolar, através de temas do Evangelho e da Doutrina Espírita, promovendo a reflexão, auto aperfeiçoamento e a vivência dos ensinamentos de Jesus. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Programação de Palestras Públicas na Comunhão Espírita de Brasília (Horários de Brasília): Segunda a Sexta, às 08h00, 16h00, 18h00 e 20h00. Aos Sábados, às 17h00 e 19h00 e aos Domingos, às 18h00. Transmissões ao vivo pelos Canais da TV Comunhão: @TV Comunhão - Comunhão Espírita de Brasília @TV Comunhão 2 - Comunhão Espírita de Brasília ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. TV Comunhão: https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 TV Comunhão 2: https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 TV Comunhão Kids: https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: Site: http://www.comunhaoespirita.org.br Telegram: https://www.t.me/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br

Transcrição

nas três dimensões da vida, digamos assim, reencarnados e desencarnados presencialmente e para quem nos acompanha também das nossas redes sociais da comunhão espírita de Brasília em mais uma manhã de estudo e reflexão sobre a doutrina espírita, sobre o evangelho do Cristo, que tanto nos ensina que não estamos desamparados, que tanto nos ensina que não estamos sozinhos e que tanto nos convida a praticar um sentimento inato que todos temos que se chama fé. Para quem porventura esteja aqui pela primeira vez, receba os nossos o nosso abraço de boas-vindas em um breve registro. A nossa reunião pública, ela se divide em três momentos, que é a prece inicial, que é um momento em que a gente tenta serenar os nossos corações, apaziguar as nossas mentes, conectá-los à equipe espiritual que tanto chega cedo para preparar esse ambiente de amor, solidariedade e fraternidade. Em um segundo momento, a palestra propriamente dita e um terceiro momento, a prece final. Logo após tem o passe, que não é obrigatório. Para quem porventura não saiba o que é um passe. É um momento, digamos assim, entre aspas, de doação de energia, de conexão de amor, em que a equipe de médiuns, juntamente com a equipe espiritual do nosso centro espírita, faz aí essa conexão sempre existente entre o mundo espiritual e a gente reencarnados em uma perspectiva de nos dar um pouco mais de ânimo, nos dar um pouco mais de esperança e também, entre aspas, recarregar as nossas energias. Feitos esses breves e importantes registros, vamos à nossa prece inicial para quem puder e quiser fechar os olhos, conectar o pensamento e o coração ao nosso anjo da guarda, um espírito protetor que cada um de nós tem. que tanto nos intui diariamente, colabora com o nosso desenvolvimento, nos acolhe em nosso sofrimento, que possamos todos comungar do sentimento de amor que nos que nos ensina Jesus, o nosso irmão mais velho, o governador espiritual da terra, que vem em nossa direção, de braços abertos, apaziguando os nossos corações, serenando as nossas

mento de amor que nos que nos ensina Jesus, o nosso irmão mais velho, o governador espiritual da terra, que vem em nossa direção, de braços abertos, apaziguando os nossos corações, serenando as nossas mentes e sempre nos dizendo sobre uma vida em abundância, sobre uma paz divina que habite os nossos corações e nos pede para nós termos fé, fé no porvir e fé em dias melhores. Amado mestre Jesus, que nessa manhã de segunda-feira possamos abrir os nossos corações, conectar a nossa mente ao teu evangelho de esperança, luz e reconforto, que nos serve de um porto seguro sempre que estamos em um estado de turbulência. que não esqueçamos da tua obra que atravessa o oriente ao ocidente há mais de 2022 anos, nos ensinando que a misericórdia divina é algo intrínseco a todos nós. Vem, mestre amigo, vem conosco e que possamos nos fazer sensíveis à tua obra e, principalmente a tua intercessão. Com essa prece, damos por iniciados os trabalhos da manhã de hoje. O tema de hoje, ele se apresenta, ele se intitula como o espiritismo e o dia de finados. Depois de amanhã, nós temos uma data simbólica que em que a gente tem aí um reencontro, digamos assim, temporal com quem já partiu. E o Espiritismo, ele vem nos quebrar alguns paradigmas em relação à lógica da vida. E o primeiro e um dos mais fortes paradigmas que o espiritismo nos quebra, nos apresenta informação palpável, compreensível e principalmente acessível, é de que ninguém morre. Todos nós, enquanto espíritos imortais sempre continuamos. O que padece é o corpo, o que morre, digamos assim, é uma composição celular. E dentro de uma ideia de filosofia espírita, a morte nada mais é do que um ato fisiológico, assim como é o ato de respirar, o qual nos é aqui um ponto de intercessão para quem está reencarnado. Mas é muito difícil para a gente ainda se desfazer de vínculos corpóreos com quem nos amamos. E nessa data do dia dos finados, do dia dos mortos, do dia do reencontro, do dia da lembrança, do dia da dor, do dia da aflição, do dia da angústia, mas

azer de vínculos corpóreos com quem nos amamos. E nessa data do dia dos finados, do dia dos mortos, do dia do reencontro, do dia da lembrança, do dia da dor, do dia da aflição, do dia da angústia, mas principalmente do dia da vida, do dia do amor. Às vezes, quando nós estamos em um processo de luto, a gente estremece. O choro é intenso, muitas vezes sem lágrimas. e bastante silencioso. A gente não compreende porque aquela relação de amor termina. Pode ser numa perspectiva de desencarne fisiológica/ra natural ao longo do tempo por um processo de validade corpórea, digamos assim. Pode ser uma inversão da lógica da vida, uma inversão temporal. Quando um filho ou uma filha desencarna antes de um pai, de uma mãe, pode ser um desencarne eh instantâneo, imprevisível, que nos pega de surpresa. A gente sempre fica estremecido. Mas o espiritismo reverberando os ensinamentos de Jesus, no capítulo 14, versículo 2 do Evangelho de João, em que Jesus nos ensina que na casa do Pai há muitas moradas, pelos seus princípios da imortalidade da alma e da pluralidade das existências, a doutrina espírita nos ensina realmente que ninguém morre. A perspectiva corpórea nada mais é do que uma etapa cíclica da vida, a qual todos nós já passamos, a qual todos nós estamos passando e a qual todos nós passaremos novamente. Porque o progresso espiritual ele depende de uma composição corpórea. O progresso espiritual que nos ensina o amor do Cristo nos proporciona uma passagem pelo corpo que é bastante passageira, independente da idade com a qual nós desencarnaremos. E sinto muito em falar uma realidade fática. Todos nós, entre aspas, morreremos um dia novamente e continuaremos novamente, porque essa é a lógica da vida. E os nossos laços de amor, os nossos laços de afeto, eles são inquebrantáveis, eles continuam em uma vida futura. E o que é, por exemplo, a vida futura? O que é que se descordina além da morte? É uma interrogação que nós sempre fizemos ao longo da história do pensamento religioso. Uma conexão com Deus numa perspectiva de

é, por exemplo, a vida futura? O que é que se descordina além da morte? É uma interrogação que nós sempre fizemos ao longo da história do pensamento religioso. Uma conexão com Deus numa perspectiva de espiritualização do pensamento para quem acredita em Deus. Sempre existe algo além da vida. Allan Kardec faz esse registro na introdução do livro dos espíritos, quando ele vem trazer uma reflexão sobre a espiritualização dos nossos pensamentos. E espiritualização dos nossos pensamentos não necessariamente é uma percepção espírita sobre a vida. Porque outras denominações religiosas, outras adorações a Deus possuem uma perspectiva de espiritualização da vida, de crença na intercessão divina. Mas a espiritualização da vida proposta pela doutrina espírita, ela é bastante racional e a vida e a vida futura nada mais é do que uma sucessão de atos. Do mesmo jeito que nós continuaremos depois dessa palestra, nós também continuaremos depois desta oportunidade reencarnatória. Allan Kardec, no livro Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 2, logo no começo do capítulo, ele tem um texto intitulado Vida Futura. E nesse texto ele vem dizer um resumo do que a gente tem falado aqui ao longo desses minutos. Ele vem nos ensinar que a vida futura sempre foi uma preocupação do ser humano, independente da prática religiosa que ele tiver. E no final do texto, Kardec vem nos ensinar que o pensamento espírita, ele nos dá uma visão prática da vida futura. a partir de uma concepção de realidade. E qual é essa concepção de realidade ensinada, refletida, trazida, apresentada pelo livro dos espíritos, pela doutrina espírita. nada mais é do que comunicações de espíritos que já passaram pelo que nós estamos passando. Imaginemos se nós parássemos no nosso último processo de arrependimento. Se em nosso último processo de arrependimento as luzes fossem apagadas, não conseguíssemos mais ver nada, não conseguíssemos ter uma perspectiva reconciliatória com a consciência. Não dá para imaginar porque Deus não

mo processo de arrependimento as luzes fossem apagadas, não conseguíssemos mais ver nada, não conseguíssemos ter uma perspectiva reconciliatória com a consciência. Não dá para imaginar porque Deus não quer assim. E da mesma forma é quando a gente desencarna, quando a temporalidade do corpo termina. Existe uma vida em abundância, conforme o Cristo nos registra no capítulo 10 do Evangelho de João, na passagem do Bom Pastor, que nos que nos espera. E a vida em em abundância é uma vida reconciliatória. A vida em abundância é uma vida de reencontros, de novas oportunidades e de recomeços. A doutrina espírita também nos quebra outro paradigma sobre a perspectiva do tempo. Quando nós caímos na nossa consciência, quando nós despertamos o nosso processo de pertencimento cristão, que a gente se vê realmente errado no nosso processo de socialização, o que é algo completamente natural, porque somos espíritos em estado de imperfeição, mas sempre progredindo rumo ao progresso. Nós temos um clichê de pensar quanto tempo perdemos. Mas na verdade a filosofia espírita nos apresenta um raciocínio. Aperta um F5 atualizando o nosso cérebro de que não existe tempo perdido. Existe tempo de despertar. Existe tempo de aprendizado, existe tempo de arregaçar as mangas, existe tempo de recomeço. Do mesmo jeito é nas nossas relações de além túmulo. Quando a gente fala em morte, e a morte ainda nos é um paradigma, tanto numa perspectiva fantasmagórica daqueles filmes de terror, como também numa perspectiva de desconhecido, nós temos duas propostas de horizontes. A primeira proposta de horizonte, quando a gente fala em morte, é de quem vai, ou numa linguagem mais técnica de quem continua. E a segunda proposta de horizonte é a de quem fica enlutecido, triste, sufocado, desesperançoso. A primeira proposta de reflexão quando a gente pensa sobre morte, quando a gente pensa sobre dia de finados, essa ideia do que acontece além da matéria. As questões 163 e 164 de O livro dos Espíritos, Kardec vem nos dizer que

flexão quando a gente pensa sobre morte, quando a gente pensa sobre dia de finados, essa ideia do que acontece além da matéria. As questões 163 e 164 de O livro dos Espíritos, Kardec vem nos dizer que todos nós passaremos por um estado chamado perturbação espiritual. O que é que é a perturbação espiritual? A perturbação espiritual nada mais é do que a intensidade do nosso pensamento sem a limitação da matéria. A intensidade do nosso pensamento sem as nossas máscaras sociais. O espírito desencarnado, ele vivencia em sua plenitude tudo o que ele vibra. Ele vivencia em sua plenitude tudo que ele sente, tudo que ele percebe. E aqui vai um registro de uma reflexão trazida pelo Cristo no Evangelho de Mateus. Onde está o teu tesouro, lá estará o teu coração. Na questão 166 de O livro dos Espíritos, onde há uma mensagem mais extensa sobre o estado de perturbação espiritual, Kardec aprofunda esse pensamento com um comentário em cima da resposta dos espíritos. E ele vem nos dizer que realmente nós somos tudo o que nós pensamos. E nas relações de além túmulo nada muda. Muito pelo contrário, o registro das reuniões mediúnicas é que tudo fica muito mais intenso. segunda perspectiva sobre morte, na segunda perspectiva sobre o dia de finados, que é, entre aspas, o lado de cá, o lado do luto, o lado do sofrimento onde não há dor. E o sofrimento, onde não há dor, é o sofrimento mais pesado. Porque a dor da alma, embora ela não doa o corpo numa perspectiva física, ela nos coloca em um estado de doenças psicossomáticas, como depressão, ansiedade e outras que lhe são derivadas numa perspectiva desesperançosa. Meu pai morreu, minha mãe morreu. Meu Deus, por que você tirou o meu filho de mim? São perguntas que as respostas simplesmente não chegam, porque em uma perspectiva de incompreensão, de luto perante a obra divina, a gente não consegue perceber o que se discortina além da gente. a gente não consegue perceber o que se discortina além desse deserto sufocante. E o Evangelho, o Novo Testamento, nos

te a obra divina, a gente não consegue perceber o que se discortina além da gente. a gente não consegue perceber o que se discortina além desse deserto sufocante. E o Evangelho, o Novo Testamento, nos traz algumas respostas sobre o processo de reconciliação. O Evangelho nos traz algumas respostas sobre o processo, por exemplo, de paz, de espírito. Qual é o pai que o filho pedindo um pão dá uma pedra? Qual é o pai que o filho pedindo um peixe dá uma cobra? Deus, enquanto criação, enquanto causa primeira de todas as coisas, fonte de inteligência divina, ele opera em nossas em nossas vidas diariamente. E por incrível que pareça, por incrível que pareça, é quando a gente mais sofre, é quando a gente mais precisa que a intercessão divina se disponibilize. pelo nosso anjo da guarda, pelos espíritos protetores que nos acompanham, pela ciência, como por exemplo, a psiquiatria e a psicologia, que conseguem afagar o nosso processo de luto. E principalmente pela fé. E por falar em fé, tem um texto do espírito Lázaro no Evangelho Segundo Espiritismo intitulado Resiliência. Na verdade, desculpe, intitulado obediência e resignação, em que Lázaro vem fazer um comparativo entre esses dois pensamentos, entre esses dois sentimentos. A primeira perspectiva que é obediência, Lázaro nos traz sobre um viés racional. Estou em uma fila. Tenho que ter obediência sobre essa regra de conduta social. Estou vivenciando um processo de luto. Tenho que ter obediência em saber que aquele parente que desencarnou não voltará àela realidade do atual convívio reencarnatório. É uma constatação lógica. Da metade pro final do texto, Lázaro vem nos dar uma aula sobre resignação. Estou em uma fila, mas tenho fé que ela vai terminar. Estou em um processo de luto, mas com as alternativas cristãs, com as alternativas espirituais, com as alternativas espíritas que eu tenho, eu posso consolar o meu coração. Porque ninguém morre, o espírito é imortal. E nesse processo de vai e vem, a passagem pelo corpo é algo completamente

uais, com as alternativas espíritas que eu tenho, eu posso consolar o meu coração. Porque ninguém morre, o espírito é imortal. E nesse processo de vai e vem, a passagem pelo corpo é algo completamente temporário e necessário. Ainda falando sobre resignação, é importante fazer uma reflexão sobre o conceito de amor. Se pudéssemos fazer uma atividade experimental, fazermos um círculo e questionar cada um o que é que significa amor, provavelmente os conceitos seriam muito semelhantes, alguns até iguais, mas no processo de construção mental para verbalizar, cada um de nós vivencia um sentimento específico. E todos nós fomos criados por amor e para o amor. Deus não quer o nosso sofrimento. Se assim eu quisesse, ele não teria não teria nos dado a oportunidade de reencarnar. Se assim eu quisesse, Deus nem sequer nem sequer teria nos criado. E qual é a lógica da vida? Se a gente passa por uns perrengues, por uns processos de sofrimento, a lógica da vida é aprender. Mas a gente vai saber disso quando a gente começa a conjugar o pensamento do Cristo em nossas vidas. E é outro paradigma que a doutrina espírita quebra, que não existe sofrimento, existe aprendizado. Mas como nós ainda somos muito ligados à matéria, como nós ainda somos criancinhas espirituais, a gente associa como um processo de sofrimento, o que é algo completamente natural. Mas o Cristo nos apresenta alguns panoramas para nós refletirmos. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Vinde a mim, os que estão cansados e sobrecarregados, porque eu vos aliviarei. O meu fardo é leve e o meu jugo é suave. Os sãos não precisam de médicos. mas sim os doentes. A eles, a nós doentes da alma, dou a minha misericórdia. E tem uma passagem de Jesus sobre sofrimento. A gente fala sobre sofrimento, mas só fala sobre consolação, porque é um diálogo que Jesus nos estabelece. Se a gente for estudar o Novo Testamento, muito se fala em sofrimento, muito se fala em ranger de dentes, mas muito se fala também em um processo restaurativo do sujeito. E no

ue Jesus nos estabelece. Se a gente for estudar o Novo Testamento, muito se fala em sofrimento, muito se fala em ranger de dentes, mas muito se fala também em um processo restaurativo do sujeito. E no capítulo 15, versículo 33 do Evangelho de João, Jesus nos dá uma dica, um conselho, praticamente nos coloca no colo e nos faz um cafuné em nossos processos de desilusões, de aflições e de sofrimentos. No mundo tereis aflições, mas tendes bom ânimo, porque eu venci o mundo. No mundo tereis aflições, mas tendes bom ânimo, porque eu venci o mundo. Jesus, enquanto o espírito mais perfeito que habitou o nosso planeta, enquanto nosso modelo e guia, enquanto o nosso governador espiritual do planeta, ele passou não pelos mesmos sofrimentos que nós passamos, porque o sofrimento ele é algo individual. Jesus passa, passou por sofrimentos semelhantes, mas com muita perseverança, ele venceu e vem dar o seu relato de amor. O espiritismo e o dia dos finados. O livro dos espíritos, entre as questões 320 a 329, ele traz alguns componentes em relação esse assunto. Então, às vezes a gente nesse dia se recolhe na tristeza, vai ao cemitério. Às vezes esse dia é tão intenso que a gente evita o trânsito de pessoas no cemitério e vai na véspera. a gente se programa. Existe o registro no livro dos espíritos entre essas questões, que isso sim no mundo espiritual é válido, porque é um componente de amor e o amor sempre chega onde tem que chegar. Mas a celebração dos mortos, que a gente vê ainda em uma perspectiva muito triste, na verdade é uma celebração da vida, é uma celebração do amor. Primeiro, porque ninguém morre. E segundo, numa perspectiva paradoxal, quanto mais dói um processo de de luto, mais viva é a lembrança de quem se foi. Mais palpável e mais concreta é a prova, na verdade, de quem de que ninguém se vai. Nós somos ligados por laços de amor. Existe uma comunicação mediúnica de um espírito chamado Chanim. confundi com Sanson que daqui a pouco eu falo sobre ele. E o espírito Chanim uma

ue ninguém se vai. Nós somos ligados por laços de amor. Existe uma comunicação mediúnica de um espírito chamado Chanim. confundi com Sanson que daqui a pouco eu falo sobre ele. E o espírito Chanim uma revista espírita que agora esqueci o ano e o mês, ele vem nos dizer mais ou menos assim: "Olhe, se vocês acham que aí dentro da limitação da matéria vocês vivenciam o amor em sua plenitude, vocês estão por fora do que é o amor em sua plenitude". Porque o amor em sua plenitude acontece realmente do lado de cá, do lado do mundo espiritual, onde não existem amarras da matéria, onde não existem limitações de tempo, onde não existem dermarcações geográficas. É do lado de cá onde o amor efetivamente pulsa. Então, toda vez a recomendação do espírito Chanim que a gente vivencie um processo de luto, lembremos do seu porquê. Porque o processo de luto, ele se ele se se apresenta em dois porquês. O primeiro é o da ausência, o da dor, o da composição corpórea, que a gente não entende, como se tivesse tropeçado e batido a cabeça no chão e ficado em um estado atônito. E o segundo, quando a gente começa a racionalizar através de um sentimento que todos nós temos, que é a fé, a gente começa a lembrar das relações de amor. E as relações de amor, elas nos proporcionam lembranças de perespírito. As lembranças de perespírito são as aquelas lembranças da alma. que aconteceram há inúmeros anos e que até hoje reverberam e estão vivos nos nossos corações e nas nossas mentes. se encaminhando ao final da nossa palestra, do nosso encontro, da nossa conversa, da nossa reunião, desse momento de reflexão sobre dos de finados. Tentaremos colocar uma luz na escuridão do luto. Tentaremos colocar uma luz na escuridão da tristeza com duas comunicações mediúnicas e um exemplo prático. As duas comunicações mediúnicas são do livro O Céu e o Inferno, que é o quarto na codificação cardequiana. E o céu e inferno é uma construção dogmática que ao longo do tempo a gente vê que não existe, porque a intercessção divina ela

ão do livro O Céu e o Inferno, que é o quarto na codificação cardequiana. E o céu e inferno é uma construção dogmática que ao longo do tempo a gente vê que não existe, porque a intercessção divina ela acontece diariamente. Ninguém é mau porque quer. O estado de maldade é um estado passageiro da ignorância cristã. Na segunda parte do livro Céu e Inferno, logo no segundo capítulo, tem a comunicação de um espírito chamado Sanson. Sanson era uma pessoa que trabalhou na sociedade de estudos espíritas parisiense. E nas reuniões de estudo ele costumava brincar dizendo: "Olhe, quando eu morrer, se preparem que eu vou pedir para dar uma comunicação". E todo mundo ali no estudo dizendo: "Não, realmente, então a gente vai te esperar". É como se tivesse um amigo no ESD. O que que é o ESD? Estudo sistematizado da doutrina espírita. Para quem quiser, tiver interesse estudar o espiritismo, procurem aos nossos colaboradores, as nossas redes sociais, que a gente oferece esse curso que é gratuito. E são, desencarne, assim como todos nós desencarnaremos. E ele dá uma comunicação ainda do necrotério e ele vem falar na reunião mediúnica, olhe, parece uma coisa, tudo que a gente estudava aí realmente acontece. E agora eu me vejo muito mais ligado ao pensamento de vocês, porque não existe mais o componente corporal, existe laços de amor que são inquebrantáveis, que ficam mais coesos depois que a gente morre. E o segundo exemplo também do livro Céu e Inferno é de uma criança chamada Ana Bitter. Tá no último capítulo do livro Céu Inferno, na antepenúltima mensagem, a terceira de trás paraa frente. Ana Bitter desencarnou muito nova. É um exemplo para quem porventura conheça ou para quem porventura vivencie. é um exemplo da inversão da lógica da vida. Quando o filho vai antes, Anaber desencarna nova, criança e o pai fica desesperançoso, se rende ao luto. O fardo realmente pesa e ele vivencia aquele processo de luto por muitos anos. E o processo de luto, ele pode durar dias, meses e anos. é algo natural da gente.

fica desesperançoso, se rende ao luto. O fardo realmente pesa e ele vivencia aquele processo de luto por muitos anos. E o processo de luto, ele pode durar dias, meses e anos. é algo natural da gente. E um dia o pai desencarna. E vem a comunicação da criança na Bíter, da criança numa perspectiva corpórea, que ela desencarnou em um processo natural do seu estágio progressivo em relação ao próprio progresso do espírito e que ela continuava ali vivenciando. E vem também a comunicação do pai desesperançoso, que nem sequer do lado de lá consegui encontrar a filha. A gente volta pro começo da reunião de hoje sobre perturbação espiritual e vem o arremate do texto da comunicação de Ana Bitter, que ninguém morre e que os nossos processos de luto eles são individualizados. Não existe isso de dor maior do que a outra. A dor do outro é maior, é menor do que a minha. Não existe isso, porque a dor é individualizada. O espiritismo nos ensina que o nosso processo de luto, a depender da nossa perspectiva conjugal da carne, da matéria, ele pode ser temporário, mas como também pode ser libertador. E ele é libertador quando a gente conjuga o nosso processo de sofrimento através da crença em Deus, da intercessão divina. E para finalizar, falando em luto, falando em laços de amor e falando sobre reencontros, a gente termina o nosso encontro pela faixa etária do público. Todo mundo deve se lembrar de uma novela chamada A Viagem, que tinha lá a personagem de Alexandre, Diná, Otávio Jordão. Vamos resumir aqui porque o tempo já acabou. Então, na novela Viagem, a personagem de Ná, quando o irmão Alexandre morreu, sofria, chorava. A mãe também e a mãe ali sempre num processo de certeza. Meu filho tá vivo, meu filho tá vivo. E de também, porque quando existe o amor, a gente sabe realmente no fundo, no fundo, que ninguém morre. E um dia de nada desencarne se reencontra com Alexandre, o resgata de um processo de perturbação espiritual. A gente finaliza com esse exemplo para quem porventura vivencie numa

do, que ninguém morre. E um dia de nada desencarne se reencontra com Alexandre, o resgata de um processo de perturbação espiritual. A gente finaliza com esse exemplo para quem porventura vivencie numa perspectiva reencarnatória um processo de luto. A arte imita a vida ou a vida imita a arte? A doutrina espírita nos ensina que todos nós passamos por um processo passageiro de sofrimento. E o dia de finados ou celebração dos mortos é um dia difícil ainda numa perspectiva corporal. Mas quando a gente coloca a fé em Deus, amar Deus sobre todas as coisas, conforme o próprio Cristo nos recomenda no Evangelho de Marcos, o fardo realmente fica leve, porque com Deus e com Jesus sempre há uma porta aberta para os reencontros da alma. Temos uma um bom dia e uma boa semana. Agora vamos para a nossa prece final. Em seguida, a equipe de passe vai chamar aqui para quem quiser tomar o passe nas cabines aqui atrás. Amado mestre Jesus, o nosso muito obrigado por esse banquete espiritual que o Senhor sempre nos oferece, nos ensina sobre perseverança, coragem, trabalho e amor. Jesus, mestre amigo, ilumina as nossas as nossas sombras, socorre os nossos corações, apazigua as nossas mentes e acalma as nossas emoções. Tu, bom pastor, que não deixa uma ovelha para trás, estende as tuas mãos para todos nós que estamos em um processo de aflição. A dor é regenerativa e nos ensina a viver. Mas com a fé em Deus, todos nós temos uma nova perspectiva, porque o Cristo tem um horizonte a nos a nos oferecer fé, perseverança e trabalho. Que esses sentimentos funcionem como se fossem um corolário. Deus Pai amado, a ti toda a nossa gratidão, porque em nosso desespero és tu que consola o nosso coração. o dia de finados, que a nossa dor se transforme em esperança e que o reencontro seja mais um componente da nossa lembrança. Luz, esperança e amor são os remédios oferecidos pela doutrina espírita no nosso processo de dor. Graças a Deus e que possamos seguir firmes e confiantes na intercessão divina. Muito obrigado.

brança. Luz, esperança e amor são os remédios oferecidos pela doutrina espírita no nosso processo de dor. Graças a Deus e que possamos seguir firmes e confiantes na intercessão divina. Muito obrigado. [música] Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar

ue lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, [música] levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre [música] Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado [música] seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim [música] na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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