Mayse Braga | DESVINCULAÇÕES DIFÍCIES E REENCONTROS NECESSÁRIOS (PALESTRA ESPÍRITA)
Mayse Braga | DESVINCULAÇÕES DIFÍCEIS (PALESTRA ESPÍRITA) Descubra os desafios das desvinculações difíceis e a transição na hora da morte, inspirados pelos ensinamentos de André Luiz em "Obreiros da Vida Eterna". Entenda como nossa consciência nos acompanha e a importância de resolver pendências enquanto encarnado, preparando-se para o mundo espiritual. Explore a complexidade da vida após a morte, a necessidade do perdão, e como relações de vidas passadas impactam o presente. Aprenda a enfrentar desafios com coragem, buscando a caridade e o autoconhecimento para uma transição mais serena. Se você gostou desta Palestra, deixe seu like e seu comentário. Compartilhe o vídeo e se inscreva no Canal. #palestraespirita #comunhaoespirita #tvcomunhao ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ O que é uma Palestra Pública Espírita? A palestra espírita é uma apresentação oral cujo objetivo é informar, esclarecer e consolar, através de temas do Evangelho e da Doutrina Espírita, promovendo a reflexão, auto aperfeiçoamento e a vivência dos ensinamentos de Jesus. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Programação de Palestras Públicas na Comunhão Espírita de Brasília (Horários de Brasília): Segunda a Sexta, às 08h00, 16h00 e 20h00. Aos Sábados, às 17h00 e 19h00 e aos Domingos, às 18h00. Transmissões ao vivo pelos Canais da TV Comunhão: @TV Comunhão - Comunhão Espírita de Brasília @TV Comunhão 2 - Comunhão Espírita de Brasília ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ TV Comunhão - Inscreva-se nos nossos canais, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. TV Comunhão: https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 TV Comunhão 2: https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 TV Comunhão Kids: https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: Site: http://www.comunhaoespirita.org.br Telegram: https://www.t.me/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br
Amigos, no capítulo 18 do livro Obreiros da Vida Eterna, psicografado por André Luiz através de Chico Xavier em 1946, o título do capítulo é Desprendimentos difíceis. E Obreiros da vida eterna é um livro escrito logo que a Segunda Guerra acabou através do Chico. Cada capítulo André Luiz acompanhou o desencarne de alguém, desde uma alma sofredora até uma alma já responsável e que saía do corpo com as suas responsabilidades, com com as suas dívidas, enfim, refeitas. Tudo estava pago. Nesse capítulo 18, ele nos fala do cavalcante, que era muito católico, estava morrendo já numa situação muito difícil, numa enfermaria de hospital, mas ele tinha um drama. Ele não queria morrer sem pedir perdão à esposa. E isso gerava um problema porque os espíritos amigos queriam libertá-lo, queriam tirá-lo do corpo físico e não conseguiam porque ele insistia em permanecer no corpo, embora o corpo já não criasse a mínima condição de vida. Os médicos não sabiam como ele ainda estava dentro do corpo, mas ele insistia, ele precisava reencontrar a esposa, que há muitos anos atrás o havia abandonado por um outro homem. E aí André Luiz vai ficando tão aflito com aquilo, porque eles tinham a tarefa de levá-lo. Ele não queria ir. E eu me lembrei muito do seu Ercílio, que foi nosso tesoureiro aqui da comunhão, por toda a vida até o seu desencarne. Era uma pessoa formidável. Ele tinha pavor de morrer. Se você fizer uma análise, a maioria dos espíritas têm pavor de morrer. E eu tenho amigos que dizem: "Vocês espíritas são maravilhosos. Vocês não tm medo nenhum de morrer." E eu digo, realmente, não temos. Estamos sempre com a mala pronta, mas eu sei que com nem com todo mundo é assim. Bom, seu tinha pavor e quando a mãe Isabel, essa alma nobre, trabalhadora dessa casa desencarnada, é claro, se comunicava através de dona Irene, a médium que através de tantos anos orientou os trabalhos da casa, esposa de seu Mário, nosso fundador e presidente. Quando ela incorporava na dona Irene, ela para brincar com seu
ravés de dona Irene, a médium que através de tantos anos orientou os trabalhos da casa, esposa de seu Mário, nosso fundador e presidente. Quando ela incorporava na dona Irene, ela para brincar com seu Ercílio dizia assim: "Ecílio, você sabe o que que a gente faz com o povo que frequenta a comunhão? Quando a pessoa tá para desencarnar, Ercílio, a gente chega perto dela e diz assim: "Vamos embora, meu filho, esse corpo não te sustenta mais." E aí a pessoa responde: "Não, não quero ir". Aí, Ercílio, a gente pergunta uma segunda vez: "Vamos embora, meu filho. Olha só como está o seu corpo. Ele não tem mais condições de permanecer na terra. Nós viemos te buscar. vem conosco. E a pessoa responde: Não e o seu Ercílio já apavorado, perguntou a ela: "E a terceira vez?" A terceira vez, Ercílio, a gente não pergunta, a gente pega e leva. O seu ficava apavorado. Anos depois, de forma suave, ele viu que na sala uma lâmpada tinha se queimado. Pegou uma escada, subiu nela para trocar a lâmpada, levou um tombo na escada e morreu. Mãe Isabel tinha vindo buscá-lo. Eu conto essa história porque somos todos trabalhadores dessa casa, sejamos na prática ou nas nossas mentalizações ou na busca das nossas vontades ou nas nossas necessidades. Então, quando o espírito te falar pela segunda vez, você aproveita e vai. Não olha para trás, não. Você não insiste. Você diz: "Me leva que eu tô pronto". Mas Cavalcante não estava e ele precisava reencontrar a mulher. Porque olhando no seu leito de morte para trás, ele viu que ele é que não tinha sido um bom marido. Ele era tão católico, tão católico, que vivia dentro da igreja, vivia para caridade e muitas vezes se esquecera da relação familiar, de dar mais atenção à esposa. E talvez por isso, pensava ele agora. Ele, ela havia se sentido tão sozinha que havia se enamorado de outra pessoa. Aí, André Luiz, aflito, vira-se para Jerônimo, o mentor, e diz: "Meu Deus, nós não podemos buscar a esposa dele para ver se ela visita ele aqui no hospital e ele se
havia se enamorado de outra pessoa. Aí, André Luiz, aflito, vira-se para Jerônimo, o mentor, e diz: "Meu Deus, nós não podemos buscar a esposa dele para ver se ela visita ele aqui no hospital e ele se acalma antes de morrer?" Então Jerônimo disse, ele não sabe, mas a esposa já morreu há um ano, está deste lado da vida. E o que nós podemos fazer é trazê-la na hora em que ele estiver adormecido para que, enfim, os dois se encontrem. Para surpresa de André Luiz, a esposa do cavalcante aparece. Ela era uma sombra do que André Luiz imaginava. Era uma mulher sofredora. E quando ela viu o marido, ele estava semiadormecido. Ela se joga aos seus pés e diz: "Cavalcante, me perdoe. A culpa foi minha. Eu não soube honrar o nosso compromisso e sofri tanto. Fui abandonada por aquele homem que eu julgava era o amor da minha vida. quando o amor da minha vida era simplesmente você. E aí cavalcante estasiado diz: "Vejam, vejam, ela veio me visitar, agora eu posso morrer tranquilo porque ela veio me perdoar. Me perdoe. Eu tenho certeza que que você fez não foi culpa sua, foi culpa minha." E aí André Luiz aliviado. Meu Deus, graças a Deus agora nós vamos poder levá-lo. Mas quem disse que ele queria ir embora? Não queria. Porque o medo que ele tinha do que ele encontrar do outro lado era muito grande. As noções que ele tinha de céu, purgatório, inferno, ainda estavam muito vívidas no seu coração. E aí, claro, com as horas passando, com o magnetismo que os amigos espirituais começaram a colocar nele, ele começou a se desprender. Mas naquela enfermaria havia muitas pessoas sofredoras, inclusive desencarnadas. E quando ele começou a ver esses espíritos sofredores, ele achou que ele ia sair do corpo para um lugar de muito sofrimento. E aí a coisa ficou ainda mais complicada. Ele ficou muito agitado. O médico veio transmitir-lhe um tranquilizante que o paralisou dentro do corpo físico. Então ele nem conseguia sair do corpo, nem conseguia ficar com tranquilidade. E foi preciso, então, que um mentor seu fosse
eio transmitir-lhe um tranquilizante que o paralisou dentro do corpo físico. Então ele nem conseguia sair do corpo, nem conseguia ficar com tranquilidade. E foi preciso, então, que um mentor seu fosse chamado para cortar essa ligação que temos todos no plexo solar do nosso espírito com o nosso corpo físico e que os nossos protetores espirituais têm permissão de tirar. Por isso, quando a pessoa começa a agonizar, ela primeiro vai ficando gelada nos pés. é o primeiro centro de força que é cortado. E por último aqui, este que nos liga à espiritualidade. Cavalcante ao final do capítulo é levado para o mundo espiritual, não sem dificuldades. E André Luiz percebe que a nossa consciência viva nos acompanhava em todos os instantes do nosso processo, não só das enfermidades, mas principalmente na nossa hora de declarar a nossa consciência livre para prestar contas à aquilo que tínhamos que fazer. Ainda ontem a minha fisioterapeuta me perguntou no meio da aula, mas o que que é o céu para você? E eu rapidamente respondi: "O céu é o lugar onde os nossos sonhos se realizam, onde as felicidades que não conseguimos viver na terra nos esperam, onde os familiares e amigos que nos antecederam nos aguardam para o abraço e aqueles a quem temos que pedir perdão também estão nos esperando." Eu falei isso com tal convicção que ela me olhou surpresa. "Você acredita mesmo nisso?" Eu falei, eu tenho certeza absoluta. É mais do que acreditar que aqueles que foram homens e mulheres na terra hoje estão fora da matéria e nós estamos no lugar deles. Vamos trocar de lugar. Amanhã seremos nós, os invisíveis e eles virão para cá. Quando a Cristina fazia a oração inicial, eu vi nas paredes e principalmente daqui para vocês, ondas de luzes, as mais diversas e muito mal comparando, era como se fosse um durex, não esses que existem hoje, que não colam nada, os de antigamente. E passando por cada um de nós, cada um de nós, aquelas luzes se transformavam ao chegar a nossa cabeça e nos envolver como se fosse uma onda do mar, só que
hoje, que não colam nada, os de antigamente. E passando por cada um de nós, cada um de nós, aquelas luzes se transformavam ao chegar a nossa cabeça e nos envolver como se fosse uma onda do mar, só que coloridas, e assumiam cores diferentes para cada um de nós. E me arrepia ao lembrar essa visão, porque os muitos desencarnados aqui presentes, muitos deles se preparando para voltar à Terra, muitos em futuras situações difíceis também estavam passando por esse processo. Era como se essas ondas grudassem em nós e ao mesmo tempo que retiravam determinados pontos escuros do nosso corpo físico e do espiritual, lançavam sobre nós novas energias. Isso com certeza deve acontecer em todas as casas religiosas das mais diversas matrizes, porque o importante é que o nosso coração esteja disposto a receber. Mas quando André Luiz em Obreiros da Vida eterna falou sobre morte, não foi por acaso. Desde o livro Nosso Lar, do início da década de 40, que os espíritas que então viviam na época criaram muita dificuldade pro Chico porque acharam que os livros eram muito fantasiosos, achavam que havia muita imaginação. E Emanuel, no prefácio de obreiros da vida eterna, um lindo prefácio que se intitula Rasgando véus, fala que nem metade do que realmente existia no mundo espiritual estava sendo permitido ser colocado por André Luiz. Ou seja, André Luiz tinha que ser seguro porque ele queria contar tudo que ele via, que ele encontrava, que ele estava aprendendo e começou a perceber que os próprios encarnados, os espíritas da época, tinham preconceito, ainda preferiam acreditar naquele céu maravilhoso, que nada é problema, que tudo é uma nuvenzinha branca, que a nossa consciência é feliz o tempo todo. Não era preciso que as obras de André Luiz fossem escritas através do Chico para contar detalhes, embora muitos detalhes naquela época não tenham sido contados. E houve uma certa diferença entre Emanuel e André Luiz, porque Emanuel tinha que segurar André, porque ele queria, como médico e sanitarista que tinha sido, ao perceber
época não tenham sido contados. E houve uma certa diferença entre Emanuel e André Luiz, porque Emanuel tinha que segurar André, porque ele queria, como médico e sanitarista que tinha sido, ao perceber a ignorância com que havia chegado no mundo espiritual, ele queria contar tudo, mas percebeu, seguindo o conselho de Emanuel, que era complicado contar, porque mesmo no meio espírita, as pessoas não queriam acreditar que a cada um, segundo suas obras, Conforme o que havia dito Jesus. Oscar Wide, um escritor impressionante, autor de um livro magnífico chamado Retrato de Dorian Grey. A história de um homem cheio de vícios, que manda pintar um quadro de si mesmo, esconde no porão e, ao invés de envelhecer, rejuvenece, enquanto, aproveitando-se das piores coisas da vida, vê secretamente o quadro envelhecer do lugar dele. É uma obra magnífica, mas Oscar Wide tinha um problema. Ele amava a esposa e os filhos, mas também amava homens. numa época em que isso era um absurdo. Ele tinha tanta vontade de morrer pela situação emocional que tinha numa época de preconceito absoluto. Fico preso várias vezes. Era considerado um homem escandaloso que certa vez entrou num bar, num pub e o garçom que o conhecia disse: "O senhor quer que bebida? que eu lhe sirva hoje. Ele disse: "Meu filho, eu não sei se quero uma grande dose de whisky ou se eu quero se cultar para morrer, porque a sua amargura em viver numa época de total preconceito era enorme. Ele não conseguia desvincular-se da esposa que ele amava. Entretanto, as suas dificuldades psíquicas o acompanhavam por todo o tempo. Picasso era um homem abusivo com todas as mulheres com as quais se relacionou e lutou muito no mundo espiritual para controlar a o próprio temperamento. Na década de 70, Gaspareto, então um jovem ainda promissor dentro da mediunidade, começou a pintar quadros, pictografar, na verdade, quadros de pintores famosos desencarnados e Picasso era um deles. A comunhão, sempre à frente convidou Gaspareto, então ainda espírita,
mediunidade, começou a pintar quadros, pictografar, na verdade, quadros de pintores famosos desencarnados e Picasso era um deles. A comunhão, sempre à frente convidou Gaspareto, então ainda espírita, então ainda filho de Zíbia Gaspareto. foi filho dela a vida inteira, mas depois ambos tomaram rumos diversos da doutrina espírita, porque abriram um grande centro de psicologia e psiquiatria, cobravam pelas consultas, enfim, os dois já estão hoje no mundo espiritual. Mas naquela época eu era garota ainda, mas dirigia a mocidade e aqui não tinha esse palco. O palco era bem para trás e nós colocamos as tudo para ele pintar, as tintas e os pintores desencarnados, Tulusl Treck, enfim, eles não eram muito fáceis no mundo espiritual não, porque eles faziam questão das tintas importadas e isso começou a gerar problema porque elas eram muito caras. E Gaspareto foi ao Chico e disse: "Ó, Chico, não tá dando porque eu não cobro nada. Mas as tintas são muito caras. E na época Zibia Gaspareto não tinha muito dinheiro. Eh, o o Gasparito menos ainda. E o Chico preocupado porque Gasparito tinha uma missão na pictografia, disse: "Meu filho, vamos arranjar uma maneira, porque o que não pode é você deixar a sua tarefa. Tarefa que mais tarde ele deixou". Mas naquela noite eu fiquei responsável no escuro, porque era escuro absoluto, mas quando você tem 17 anos, você enxerga tudo. Eu fiquei do lado dele e Picasso começou a pintar um quadro incorporado no Gaspareto. Ele pegou um tubo de tinta laranja e quando ele botou a tinta no quadro não tinha mais tinta. Alguém tinha colocado ali uma tinta laranja que já que tava vazia. Este picasso jogou o tubo de tinta naquela parede ali. Lá foi Maise, que na época não usava a Belinha, no escuro para catar o tubo de tinta vazio. Trouxe o tubo de tinta vazio de novo pro lugar. Ele resolveu fazer com outra cor e o quadro ficou belíssimo. Era picasso, afinal de contas. Mas o mais interessante é que eu fiquei impressionada com o mau humor daquele homem. Ele estava desencarnado
Ele resolveu fazer com outra cor e o quadro ficou belíssimo. Era picasso, afinal de contas. Mas o mais interessante é que eu fiquei impressionada com o mau humor daquele homem. Ele estava desencarnado e ainda era malmorado. E como eu era malmorada naquela época também, eu falei: "Tô, tô contigo, porque ninguém vai botar farinha em mim quando eu chegar desencarnada e malumorada, não, né? Picasso tá malumorado. Mas para quê? No final da reunião, na hora da prece de encerramento, depois de Tú trek vir, de Monet vir, pintaram quadros belíssimos. Eu já morta de vergonha. Dr. Bezer de Menezes, incorporado na dona Irene, chega perto de mim e diz: "Mais Picasso me disse, peça desculpas à mocinha, porque eu fui muito rude com ela quando joguei o tubo de tinta vazio na parede. Aí, pronto, eu percebi que de alguma forma Picasso havia mudado, porque quem era eu na fila do pão? Ninguém. Ele tinha sido Picasso, ainda era, mas pediu desculpa porque lá fui eu no escuro catando o que ele havia jogado na parede. Nunca me esqueci disso. Aprendi que parece que deu do outro lado da vida você se transforma. Ó, não se transforma não. Você chega do lado da do outro lado da vida, vão perguntar a você: "E aí, o que você me traz da terra? O que você fez?" Leeni em página maravilhosa diz: "Este pórtico das regiões extraterrestres, a chamada morte, será penetrado com serenidade se a consciência separada da sombra da matéria erguer-se como um juiz representante de Deus, perguntando: "Que fizeste da vida? E ele responder: "Lutei, sofri, amei, ensinei o bem, a verdade e a justiça. Dei a meus irmãos o exemplo do correto e da doçura. Aliviei as dores dos que sofrem e consolei os que choram. Agora que o eterno me julgue, pois estou em suas mãos." Que coisa extraordinária! Quando Leondeni complementa o pensamento de André Luiz a nos lembrar que se há algo que nos reúne a todos é a certeza invidável de que o corpo ficará cremado, enterrado, não importa. Mas a nossa alma eterna será convidada a prestar contas a
de André Luiz a nos lembrar que se há algo que nos reúne a todos é a certeza invidável de que o corpo ficará cremado, enterrado, não importa. Mas a nossa alma eterna será convidada a prestar contas a cada um segundo suas obras", afirmou Jesus. Camilo Castelo Branco, o grande escritor português que teve de dos seus livros uma obra magnífica, Amor de Perdição. Eu sabia que era uma coisa assim meio louca. Amor de Perdição foi o seu grande livro. E ele em 1891 se suicida com tiro no ouvido porque havia ficado cego e não admitia estar cego. Mas para sua surpresa, mesmo cego, ele sabia onde estava. Ele via almas tão sofredoras quanto ele. Ele por um tempo julgou que não tinha morrido, mas que estava apenas ferido até ser chamado de suicida, descobrir que estava deitado sobre o próprio túmulo. Ele que gritava durante dias para que os criados viessem trocar os seus lençóis que cheiravam mal, percebeu que tinha sido enterrado. estava preso no seu no próprio cemitério onde seu corpo havia ficado. E ele escreve na década de 20 através de Vony Pereira esse clássico que é memórias de um suicida, em que ele conta a sua luta de mais de 50 anos no mundo espiritual para não voltar pra Terra, porque ele sabia que teria que voltar cego novamente. E ele consegue adiar ao máximo a sua volta até que não consegue mais e volta então para viver uma existência de cegueira, resgatando assim o suicídio como grande escritor português Camilo Castelo Branco. A verdade é que as tragédias que t acontecido entre pais e filhos, entre companheiros e companheiras e que nos abismam quase que diariamente, estão relacionados com esses desprendimentos que nós não conseguimos fazer. São inimigos de ontem que se reencontram na mesma família, no mesmo relacionamento afetivo e que não estão conseguindo se perdoar. Por isso atravessamos uma época tão decisiva em que o desequilíbrio tem que ser combatido em nós de todas as maneiras. Nós temos que, ainda que a nossa família seja difícil, procurar harmonia dentro
. Por isso atravessamos uma época tão decisiva em que o desequilíbrio tem que ser combatido em nós de todas as maneiras. Nós temos que, ainda que a nossa família seja difícil, procurar harmonia dentro dela. Nós temos que passar os nossos filhos, netos, a todos aqueles que vierem depois de nós, aos nossos tutelados, aos nossos alunos, a melhor atitude possível para que a troca de energia seja sempre a mais positiva. senão nós vamos nos deixar envolver por tudo isso que está deixando as pessoas macambúzias, desanimadas, irritadas e do outro lado da vida vamos começar a repetir esses episódios que deveriam ter sido decididos na Terra. Aquilo que nós não se não decidimos aqui permanece dentro de nós e nos acompanha. E nós viemos para solucionar, para resolver, não importa em que religião ou até sem nenhuma religião. Eu acredito, digo a vocês com sinceridade que no futuro todos nós estaremos sobre a bandeira da caridade e as futuras gerações simplesmente farão bem. Estaremos todos unidos por essa capacidade extraordinária que o homem tem para vencer a si mesmo quando ele realmente quer. Quando ele não quer, nem Deus pode fazer nada. Nós temos um conhecimento energético e psíquico muito grande que trazemos de outras vidas. Já usamos para o mal, hoje precisamos usar para o bem. É aquilo que forma o nosso mundo interior, onde nós vamos viver depois da nossa morte física. Você já tiveram pesadelos daqueles que quando você acorda, você tem certeza que não foi pesadelo? Que você esteve em contato com aquelas pessoas que te ameaçavam? Já aconteceu de você acordar abraçado com o seu colchão? Porque a impressão que você tem é que você voou e caiu de novo dentro do seu corpo. Pode ter certeza que são sintomas de quando você sai do corpo nas horas de sono e depois volta. Por isso, aprender a orar na hora de dormir, ensinar aos nossos filhos, netos a orar para dormir é caridade suprema. Porque aí nos preparamos para a energia que vai absorver o nosso psiquismo durante as horas de descanso. E ao
na hora de dormir, ensinar aos nossos filhos, netos a orar para dormir é caridade suprema. Porque aí nos preparamos para a energia que vai absorver o nosso psiquismo durante as horas de descanso. E ao acordar, vamos sentar na beiradinha da nossa cama. E ainda que estejamos atormentados por dificuldades, vamos pedir que Jesus nos aponte todos os caminhos para que não seja a morte o nosso temor, mas que superar a morte de todos os dias pela beleza das coisas extraordinárias que podemos fazer será sempre o nosso grande desafio. Quando nós temos, por exemplo, ciúme exagerado ou de filho ou de filha, não duvidemos, são relações do passado, mas agora aquele é meu filho, aquela é minha filha. Eu tenho amigas cujo pai, um homem extraordinário, um espírita daqueles assim que não existem mais. Ele quando casou as filhas, ele era muito divertido. Ele levava as filhas até o noivo, mas o caminho todo de braço com a filha, ele ia dizendo assim: "Eu tenho um carro lá fora te esperando. Papai está aqui." E ele adorava os genros. Os genros estão com as filhas até hoje. Papai está aqui. Você querendo, minha filha? Nós saímos por uma porta lateral. Eu tenho tudo organizado, você tem certeza? Mas até chegar noivo, as quatro escutaram a mesma coisa. E hoje, claro, já são avós e conta essa história divertida do pai, que de propósito fazia tudo ilumado para que elas desistissem, mas justamente ali na hora em que ele ia iniciar a cerimônia de casamento. A verdade é que quando nós temos uma relação familiar conflituosa, às vezes um filho, um neto, uma neta nos olha assim com aquele olhar tipo: "Eu estou aqui". E a gente finge que nem percebe que é um compromisso do passado que está de volta. Trocamos de lugar, mas as famílias geralmente se procuram novamente até que tudo esteja solucionado para o bem comum, até que as paixões de ontem sejam serenos amores da renovação e da bênção. Mas até lá, quem não consegue atravessa dramas muito difíceis. Por isso, se não queremos ter uma família, não formemos uma família.
e as paixões de ontem sejam serenos amores da renovação e da bênção. Mas até lá, quem não consegue atravessa dramas muito difíceis. Por isso, se não queremos ter uma família, não formemos uma família. Vamos viver sozinhos. Se não queremos ter filhos, não deixemos que ninguém nos cobre. Ah, você tinha que ter filho. Ah, como que você não tem filho? Não, você não quer, não tenha, porque se você tiver a alma que veio do espaço para progredir dos seus braços, é uma vinculação de ontem que vai se estender ao infinito e seremos sempre responsáveis. Quando nós eh precisamos, vamos dizer assim, né, partir, nós temos que deixar tudo mais ou menos arrumados, arrumado. Mas a verdade é que às vezes nós precisamos ir embora porque alguém deixou de nos amar ou nós deixamos de amar alguém e aí a desvinculação se far necessária. Pulando diz para você: "Eu não te amo mais". Então complica, complica muito mais quando você se casa com uma pessoa com papel, sem papel, passam-se poucos anos e você resolve o que você enjoou de estar junto. E pior, de ser pai. Não dá para enjoar. Você pode até se separar. Meu Deus, o divórcio é um dos itens do Evangelho Segundo o Espiritismo do século XIX. Mas enjoar de ser pai, de ser mãe, não dá. Então, precisamos ter responsabilidade. Não dá para trocar. Ah, meu filho me decepcionou muito. Eu não esperava essa vinculação difícil. Eu não esperava essa cobrança, mas nossos filhos são nossos cobradores. Ainda que suaves cobradores são nossos cobradores. E muitos deles não são suaves, não. Mas é aquilo, é você dizer: "Sou seu pai, sou sua mãe, antes de sermos amigos, sou pai, sou mãe." O problema de hoje é que pai e mãe muitas vezes tem vergonha de chamar atenção de um filho, tem vergonha de dizer: "Olha, até que você seja independente, as regras aqui são essa, essa e essa." Ah, meu Deus, que trauma, que trauma, meu Deus do céu. Isso é terrível, não é? Não, quando minha irmã nasceu, eu tinha 1 ano e 3 meses. E quando ela chegou da maternidade, do hospital do exército, meus pais contam
que trauma, que trauma, meu Deus do céu. Isso é terrível, não é? Não, quando minha irmã nasceu, eu tinha 1 ano e 3 meses. E quando ela chegou da maternidade, do hospital do exército, meus pais contam que eu peguei uma lata de talco. Naquela época, a lata de talco não era de plástico, era de ferro. Joguei na cabeça dela. Foi uma coisa sutil. Claro que naquele momento a menina chegando em casa pela primeira vez, eu peguei a laça de tal que pucutuf e acertei, hein? Mas aí meu pai naturalmente me abraçou e disse: "Maíse, é sua irmãzinha, você vai ser a melhor amiga dela, você vai cuidar dela." E olha, eu juro a vocês, nunca mais ouvi nada entre nós duas. Somos amigas até hoje. A minha irmã caçula, que já devia estar vendo isso do mundo espiritual, só nasceu 7 anos depois, porque ela percebeu que ia sobrar para ela. Mas detalhe, eu fui com 4 anos pra escola. Ela chorava tanto que a minha mãe naquela época recuada teve que pedir na escola para ela ir paraa escola junto comigo. E ela começou na escola com 3 anos de idade. O que há 60 anos atrás era impraticável, mas ela foi. Hoje ela é pós-doutora em sociologia e professora da UnB há muitos anos. foi a vingança dela, porque eu joguei a lata de talco na cabeça, formou um galo, mas isso em nada prejudicou a sua inteligência. Entretanto, é melhor você resolver de uma vez uma coisa do que você ficar cozinhando o negócio. Ai, agora eu sou amiga. Ah, agora eu não sou. Ah, agora eu tô bem com fulana. Ah, agora eu tô péssima com fulana. Não dá. Ou você resolve de uma vez, senta a pessoa, conversa franca, porque de uma conversa franca sempre surge solução. Sempre, mesmo que seja, cada um pro seu lado, mas quando tá na família não tem jeito, tem que haver a convivência. Aproveita que hoje as latas de talco são de plástico, entendeu? Você não vai precisar depois pagar nenhuma terapia porque ali mesmo o negócio já se resolve. Tem uma linda música de Milton Nascimento que diz assim: "Tem gente que chega para ficar, tem gente que vai para
não vai precisar depois pagar nenhuma terapia porque ali mesmo o negócio já se resolve. Tem uma linda música de Milton Nascimento que diz assim: "Tem gente que chega para ficar, tem gente que vai para nunca mais." E é isso que acontece nas nossas múltiplas existências. Tem gente que se torna o nosso amor ou os nossos amores. Tem gente que nós encontramos nessa ou naquela vida e damos por encerrada a tarefa. Eu tenho certeza que você tem pessoas que você vai querer reencontrar em muitas vidas futuras e tenho certeza que você também tem gente que você não vai querer reencontrar nem como vizinho do primeiro andar e você morando no 19º. Eu tenho já uma pequena lista. Então, dependendo de como a coisa acontece, a pessoa sobe ou desce um andar. Mas não tem jeito. Você tem que ter merecimento para dizer no mundo espiritual: "Não, não, com fulano eu já me resolvi. Eu não quero mais me relacionar com fulano porque eu já vi que não dá certo." Quantas vezes eu vi bezerra de Menezes dizer aqui em orientações: "Minha filha e a moça chorando. Você está casada com essa alma? Você se casa com ela desde da Grécia antiga. Eu ficava olhando aquilo. Assim que o trabalho acabava, eu pegava a moça, dizia: "Minha filha, pelo amor de Deus, desiste. Ter da Grécia antiga, o que que você tá fazendo ainda com esse homem criatura?" Entendeu? E a pessoa me dava razão, porque pelo amor de Deus, era década de 70 e ela ainda trazendo a pessoa. Não tem coisa que não dá. Desde Roma. Meu Deus do céu, põe a pessoa para correr. Eu me lembro de um casal de origem japonesa que veio no início da década de 70 à comunhão e eles tinham um filho de 4 anos e um bebê de meses. Por incrível que possa parecer, naquela época parecia mais incrível ainda. O menino de 4 anos já tinha tentado matar o irmão bebê várias vezes, jogando a bajur na cabeça do menino, abajur faca na cozinha. Os pais não dormiam mais à noite. O pavor daquele menino de 4 anos conseguir fazer algum mal pro irmãozinho. E aí Dr. Er de Menezes contou que os dois tinham sido samurais,
no, abajur faca na cozinha. Os pais não dormiam mais à noite. O pavor daquele menino de 4 anos conseguir fazer algum mal pro irmãozinho. E aí Dr. Er de Menezes contou que os dois tinham sido samurais, lutadores, guerreiros em muitas vidas e que se perseguiram ao longo de encarnações, matando um ao outro, até que tinham vindo para nascer em Brasília, a terra dos grandes reencontros espirituais. e que até que o menino de quatro fizesse sete, Dr. Bezerra deu uma lista de orientações aos pais. E é claro que os pais, até o menino fazer 7 anos, frequentaram a comunhão para que tudo fosse feito da melhor maneira. E ao completar 7 anos, a alma se esquece das vidas anteriores. O processo reencarnatório está completo. E aí eles poderiam ser amigos, dependendo, é claro, de como os pais orientassem os dois. Mas nunca me esqueci dessa história que mostrava muito bem que nem sempre conseguimos desvincular o coração que nos detesta de nós. E aí Dr. Bezerra, claro, disse ao casal: "Eles contam vocês que se amam, que vão amá-los para que eles possam finalmente se tornar amigos". Então, a responsabilidade daquela união era enorme, porque os dois precisavam estar juntos em definitivo, para avançar. Em todas as religiões, as preces são ouvidas para que haja harmonia. Um rapaz morreu afogado no interior de Minas e a sua mãe, muito católica, foi a igreja de Santo Espedito, o Santo das causas impossíveis. se ajoelhou e disse: "Santo espedito, os bombeiros não acharam o corpo do meu filho, mas eu já tô velha. Eu queria tanto enterrar meu filho. Eu queria ter onde depositar flores. Se o corpo dele nunca aparecer, eu não vou poder fazer isso. Já que o Senhor é o santo das causas impossíveis, eu queria tanto que meu filho fosse achado. O rapaz já fora da matéria estava sentado na beira do rio e o seu corpo físico tinha ficado preso numa enorme árvore do outro lado. Naquele dia, ele já tinha perdido a noção do tempo. aparece um espírito de luz na beira do rio e diz a ele: "Meu filho, eu vim te buscar porque o nosso
a ficado preso numa enorme árvore do outro lado. Naquele dia, ele já tinha perdido a noção do tempo. aparece um espírito de luz na beira do rio e diz a ele: "Meu filho, eu vim te buscar porque o nosso irmão Espedito, chefe da nossa falange, me pediu que viesse te achar." E o rapaz começou a chorar, vendo que não estava mais no corpo, e disse: "Mas o meu corpo tá lá naquela árvore e ninguém consegue passar por lá". Nisso vem um pescador e ele vê aquele espírito de luz alcançar o pequeno barco. Coloca a mão sobre a cabeça do pescador e o pescador olha para aquela árvore e pensa: "Será que atrás daquela árvore eu não vou encontrar uns peixes grandes?" e leva o barco para lá, achando o corpo do rapaz pendurado na árvore. E assim, aquela mãe que com tanta fé pedira a santito que o filho fosse achado, teve o seu desejo realizado. Graças à falange do espírito iluminado de expedito, ela pôde enterrar o filho. em todas as religiões. O que as almas invisíveis querem é que nos unamos, é que nos amemos, é que façamos todo o bem que for possível para finalmente na verdadeira vida poder dizer: "Fizemos tudo que o nosso coração pôde conseguir realizar". Há uma frase muito bonita de de um rapaz chamado Sérgio Tererê. É um compositor de músicas de Umbanda. Ele tem uma frase linda que diz: "As lágrimas que eu choro, que eu chorei no rio, já foram levadas pelo mar. As lágrimas que eu chorei no rio já foram levadas pelo mar. que nós possamos pensar nisso para não deixar que mágoas de ontem, que coisas que ficaram e devem ficar esquecidas permaneçam ainda no nosso coração, nos magoando, nos ferindo, nos deixando doentes. Ah, eu tô achando que tô esquecendo alguma coisa. Ah, sim. Uma vez Chico Xavier disse a Emanuel: "Poxa, o senhor não sabe como tá difícil viver na terra?" E Emanuel disse a ele: "Eu sei que está muito difícil. Como é que o senhor faria? O que que o senhor acha que é possível fazer, que é importante fazer hoje?" E Emuel, muito sincero, disse: "Chico, para viver na terra hoje é preciso ter
está muito difícil. Como é que o senhor faria? O que que o senhor acha que é possível fazer, que é importante fazer hoje?" E Emuel, muito sincero, disse: "Chico, para viver na terra hoje é preciso ter couro de rinoceronte. De rinoceronte. Portanto, sejamos meigos por dentro, fortes por fora. Que a nossa palavra possa testar a nossa candura, a nossa beleza espiritual, mas que, principalmente, a nossa atitude seja a de buscar a beleza sem desanimar. Coragem e alegria é o que os amigos espirituais nos aconselham. Mas é claro, com toda a sinceridade do nosso coração, se uma pessoa existe ao nosso lado e nos maltrata, ela não está reencarnada para nos maltratar, não. E nós também não vamos ficar, ai que fofo, ai como você é fofinho. Ai, como eu te amo, ai como você é injusto comigo. Mas eu sou tão agradecida a você. Não, nós vamos botar para quebrar primeiro, depois a gente fala em fofura, porque é claro que precisamos ser firmes para sermos corretos. Se não fosse assim, Pedro não teria se erguido após negar Jesus três vezes e se tornado a pedra fundamental do cristianismo. Maria não tem teria ido até o Vale dos Suicidas para convidar Judas a voltar à Terra em múltiplas existências. E hoje Judas, que traiu Jesus porque não entendeu a missão do Cristo, é uma alma perfeita, muito mais evoluída do que todos nós. Aquele que não desiste, aquele que sabe que seguimos para evolução, para a luz, para a bênção para a qual fomos criados, é que permanece sobre a tutela do amor de Deus. Por isso, meus amigos, que até o nosso próximo encontro, no início de setembro, nós possamos fazer o melhor ao nosso alcance. Eu não podia deixar de agradecer demais a todos vocês pelo
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