A verdadeira propriedade

Estudantes do Evangelho TV 23/01/2026 42:49

Com Paulo César

Transcrição

Na hora [música] da oração. A hora da oração. [música] Luz. Na hora da oração. Na hora [música] da oração. Jesus. Na hora da oração. Na hora [música] da oração. Na hora da oração. Na hora [música] da oração. Jesus. Na hora [música] da oração, na [música] hora da oração, na [música] hora da oração, traga [música] a sua luz. Traga a sua [música] luz. Traga sua luz, meu amado [música] Jesus, na hora [música] da oração, na hora da oração, [música] na hora [música] da oração. Traga a sua luz, traga a sua [música] luz. Traga sua luz, meu amado [música] Jesus, traga [música] a sua luz. Traga a sua luz. [música] Traga a sua luz. Meu amado [música] Jesus. >> Boa noite, queridas irmãs e queridos irmãos. É uma satisfação estar novamente com vocês, mesmo que de forma online, para realizar nosso estudo do Evangelho. A palestra pública de hoje mantém esse formato por imprevisto nas obras do nosso auditório. E como primeiro aviso, lembramos a todos que a previsão é que a reunião pública deste domingo deve ser presencial em nosso auditório, como de costume. Lembramos também do retorno dos cursos do estudo espiritismo da Casa Espírita e Estudante do Evangelho, que vão retornar a partir da primeira quarta-feira de fevereiro. Mais informações podem ser encontradas nas nossas redes sociais e também convidamos a todos a se inscreverem e participarem do 42º Congresso da Federação Espírita do Estado de Goiás, previsto para 14 a 16 de fevereiro de 2026. Iremos fazer agora uma leitura, aproveitando o momento e a sintonia promovida pela música anterior do livro Palavras de Vida Eterna de Chico Xavier pelo Espírito Emmanuel, capítulo 38, salvar-se. Palavra fiel é esta e digna de toda aceitação que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores. Paulo, primeiro Timóteo 1:15. É digno de nota a afirmativa do apóstolo, asseverando que Jesus veio ao mundo salvar os pecadores, para reconhecermos que salvar não significa arrebatar os filhos de Deus a lama da terra, para que fugurem de imediato

a afirmativa do apóstolo, asseverando que Jesus veio ao mundo salvar os pecadores, para reconhecermos que salvar não significa arrebatar os filhos de Deus a lama da terra, para que fugurem de imediato entre os anjos do céu. Sinalemos que logo após a passagem do Senhor entre as criaturas, a fisionomia íntima dos homens, de modo geral era a mesma do tempo que lhe antecedera a vinda gloriosa. Mantinha-se os romanos no galope de conquistas ao poder. Os judeus permaneciam algemados a racismo infeliz. Os egípcios desciam a decadência. Os gregos demoravam-se sorridentes, impassíveis e sua filosofia. reclamada de dúvidas e prazeres. Os senhores continuavam senhores, os escravos prosseguiam escravos. Todavia, o espírito humano sofrera profundas alterações. As criaturas, ao toque do exemplo e da palavra do Cristo, acordavam para a verdadeira fraternidade e a redenção por chama divina. Começou a clarear os obscuros caminhos da terra, renovando o semblante moral dos povos. Salvar-se, pois, não será subir ao céu com as alparcas do favoritismo religioso, mas sim converter-se ao trabalho incessante do bem para que o mal se extinga no mundo. Salvou-nos o Cristo, ensinando-nos como erguer-nos da treba para a luz. Salvar é, portanto, levantar, iluminar, ajudar e enobrecer e salvar-se e educar-se alguém para educar os outros. Livro de Chico Xavier pelo espírito Emânuel, Palavras de Vida Eterna. Fechemos os nossos olhos por um instante, irmãos e irmãs. Tendo em nossa tela mental a imagem de Cristo, observamos a vida exemplar do nosso mestre, do nosso modelo e do nosso guia. Humilde desde a manjedora a cruz, humilde em todas as suas expressões e exemplos. Jesus, que nos demonstrou esse caminho de trabalho na construção do bem, na fraternidade que envolva toda a humanidade, nos orientou a sempre a buscar descer e iluminados. Espíritas do mundo, [música] amai-vos e educai-los. Nesse sentido, tendo Jesus como nosso modelo e guia, rogamos aos céus que nos abençoe, abençoe o nosso palestrante

pre a buscar descer e iluminados. Espíritas do mundo, [música] amai-vos e educai-los. Nesse sentido, tendo Jesus como nosso modelo e guia, rogamos aos céus que nos abençoe, abençoe o nosso palestrante para que possamos ter um momento agora edificante e profundo. E sobre a proteção e a orientação do Cristo, iniciamos essa reunião pública. Que assim seja. Convido agora a participar conosco nosso palestrante Paulo César. Eh, Paulo César, olá, Paulo. Boa noite. Seja muito bem-vindo novamente. Me escuta bem o seu somo, Paulo. >> Mas pronto, agora deu. >> Ah, ótimo. Ótimo. >> É um prazer, irmãos e irmãs. >> Apresentando rapidamente aqui o Paulo. Paulo César, foi presidente da nossa Federação Espírita aqui de Goiás. E Paulo, ele ainda é integrante do Conselho de Administração da Federação Espírito do Estado de Goiás e presidente do Lar Espírito Francisca de Lima, além de palestrante espírita e como bem disse, né, por alguma forma que nós todos nos identificamos como um espírita. Paulo, muito obrigado pelo seu tempo, pela sua atenção e estar conosco aqui, mesmo que virtualmente. >> Alegria, né, num momento como este, termos esses recursos capazes de chegar aos lares, né, independente de qualquer situação que estejamos vivendo. Hoje a federação está impedida em função de uma reforma, mas nós não deixamos de estar nos lares e e dando continuidade aos trabalhos. Então é muito importante a tecnologia de hoje nos trazendo esse favorecimento. Posso prosseguir? Bom, amigos, a nossa fala de hoje é muito importante para podermos nos situar e ver como que nós estamos considerando a nossa vida. Porque o tema é do capítulo 16 do Evangelho Segundo o Espiritismo, e uma parte que fala em relação à propriedade, a verdadeira propriedade. Quando nós falamos de propriedade, a gente leva em consideração, talvez a maioria de nós, as questões simplesmente de ordem material, né? É uma casa que eu adquiri. Vou no cartório, faço registro em meu nome, uma fazenda, um veículo, eu faço o registro de Odetran, está no meu nome. Algum bem,

questões simplesmente de ordem material, né? É uma casa que eu adquiri. Vou no cartório, faço registro em meu nome, uma fazenda, um veículo, eu faço o registro de Odetran, está no meu nome. Algum bem, né, valoroso que eu tenho, eu também posso registrar, porque se acaso acontecer de se perder, de se roubar, existe uma identificação daquilo para que se possa retornar ao meu poder, né? Então a gente faz toda essa ligação quando fala de propriedade das coisas de ordem material. Então é aquilo que nos satisfaz, né? Pode ser que por muitos se acham que vão ser felizes adquirindo alguma coisa. E a gente vê muito disso, né? Eu vou ser feliz quando tiver na minha casa. Vou ser feliz quando eu puder desfrutar das coisas que me interessa, sempre de ordem, de satisfação, do prazer material. Mas aí a gente começa a refletir sobre algumas questões, porque se eu coloco toda a minha felicidade nesses bens e quando advém alguma enfermidade que me limita a usufruir desses bens, eu passo a ser achar que eu vou ser feliz quando estiver são, quando estiver curado dessa dificuldade orgânica que me impede de defrir das coisas de ordem material. Quando eu passo por alguma situação de algum transtorno emocional, né, e aí eu encontro amigos que vê a me consolar, eu passo a colocar a própria amizade, os próprios amigos como uma propriedade valiosa de ter a amizade. Então a gente vai com transcorrer da nossa vida no cotidiano, descobrindo outras coisas que possam nos satisfazer e quem sabe, né, que a gente identifique como uma verdadeira propriedade. Agora, quando nós nos preocupamos exclusivamente com essas, inclusive da manutenção do nosso corpo físico, a gente passa a lembrar de uma questão importante, todas elas, né, vão se perder com o advento da morte física, a minha casa, a minha fazenda, os meus bens. vão ser registrado lá no cartório em nome de outra pessoa. O meu veículo lá no Detran vai transferir para outra pessoa. O meu corpo vai ser jogado fora. Então fica a questão, qual é a

a, os meus bens. vão ser registrado lá no cartório em nome de outra pessoa. O meu veículo lá no Detran vai transferir para outra pessoa. O meu corpo vai ser jogado fora. Então fica a questão, qual é a propriedade minha? já que essas que eu imagino ser vão perder-se todas, vão ser jogad fora ou serão transferidas. Qual é então a verdadeira propriedade? Porque para mim entender que é meu, eu não posso pensar que é só meu enquanto eu estou aqui na terra, porque eu vou partir. E mesmo que eu não tenha um conhecimento da vida espiritual, eu tenho que saber que eu vou ter alguma coisa do outro lado que vai respaldar a minha vida lá do outro lado. A doutrina espírita é maravilhosa, mas na realidade é a volta de Jesus. E tudo que a doutrina fala e nos traz como esclarecimento é simplesmente trazendo luz aos ensinos de Jesus, que na sua época trouxe dentro de uma fala alegórica de parábolas e de exemplos vivos, mas não tinha o conhecimento científico que hoje tem, não tinha o conhecimento da vida espiritual que hoje temos. Então ele deixou tudo e ele até disse, né, que mandaria um consolador, que seria o que é a doutrina espírita para nos explicar. Então, quando a gente fala da realidade espiritual, da vida espiritual, nada mais estamos fazendo do que nos reportando aos ensinos de Jesus e trazendo ele com essa claridade que a doutrina nos explica. Emuel preface no livro dos nos domínios da mediunidade, ele fala que a matéria não passa de uma energia condensada. Então, a partir desse dessa visão nos mostra que existe outro tipo de matéria que para nós o que aqui nós estamos fazendo e tocando e sentindo é nesse momento de vida material que estamos tendo. E quando passamos a conhecer a realidade espiritual muda por completo, porque os valores tendem a se modificar. Porque nós passamos a ver que existem outras questões que vamos considerar como valores, como propriedades, que são talvez muito mais importantes do que essas. Só o fato de sabermos que vamos deixar tudo isso já é algo paraa gente

existem outras questões que vamos considerar como valores, como propriedades, que são talvez muito mais importantes do que essas. Só o fato de sabermos que vamos deixar tudo isso já é algo paraa gente refletir e pensar e tentar entender o que que seria verdadeiro, né, para nós. Porque todas essas questões que levantamos aqui e que às vezes colocamos a nossa felicidade nelas vão ficar. Então, o que que seria essa esse bem, né, do futuro nesse capítulo que trata, né, do do da a mamon, né, que a gente fala da questão de não ter dois senhores, né, que é o capítulo não pode servir a Deus e ao mamom. Tem uma, Jesus conta uma parábola que os espíritos aproveitam aqui, que é muito interessante e que ela define para nós a nossa situação, como ela fala ali quando Jesus fala daquela parábola da divisão dos bens ali, de separação dos bodes, das ovelhas, é semelhante a ela, né, que ele fala: "Apartai-vos de mim, vós, né, que não deste eh, de comer aqui. aquele que tava precisando aos pobres, né? E ele sabe, mas quando que deixamos de fazer isso? Toda vez que deixar de atender aqueles mais pequeninos, né? E vai pra direita aqueles que quando eu for tive fome, me deste comer, tive sede, me deste beber, estive nu e me vestiste, estive preso e doente e me foste visitar. Mas quando que eu fiz isso, Senhor? Quando fizeste isso a um desses mais pequeninos? Então são questões, opa, como é que é isso? Porque ele tá falando de um futuro. O que que vai acontecer em um futuro nessa separação dos bordes das ovelhas? Mas essa parábola do mau rico, ela é muito direta, né? Ela é muito direta porque ela diz assim: "Havia um homem rico que vestia de púpro e linho e se tratava magnificamente todos os dias. Havia um pobre chamado Lázaro, deitado à sua porta, todo coberto de úlceras, que muito estimaria poder mitigar a fome com as migalhas que caíam da mesa do rico, mas ninguém lhes dava e os cães deviam lamber as chagas. Ora, aconteceu que este pobre morreu e foi levado pelos anjos para o seio de

ia poder mitigar a fome com as migalhas que caíam da mesa do rico, mas ninguém lhes dava e os cães deviam lamber as chagas. Ora, aconteceu que este pobre morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão. Então, vejam bem, Jesus tá contando uma história e ele fala que esse pobre, esse mendigo que ficava ali querendo comer o que caía da mesa, foi levado ao seio de Abraão, ou seja, a uma podcção bem superior. rico também morreu e teve por sepulcro o inferno. Essa ideia de céu e inferno é uma interpretação que normalmente os católicos, os evangélicos fazem em muitas outras religiões, mas não é o que a religião, nós como espíritas defendemos, que nós não acreditamos nesse lugar, acreditamos em um ambiente de dificuldades, de dor e um ambiente de oportunidades, né, de outras vivências felizes. Então o rico, né, teve por sepulcro o inferno. Quando se achava nos tormentos, quando se achava nos tormentos, levantou os olhos e viu de longe Abraão e Lázaro em seu seio. Então ele olhou, né, e viu, ó, mas que que esse miserável está fazendo ali do lado de Abraão, né? E aí que que ele fala? Pai Abraão, tem piedade de mim. Manda-me Lázaro, a fim de que mole a ponta do dedo na água para me refrescar a língua, pois sofro horrível tormento nessas chamas. Então ele pede, né, para que Abraão permita que Lázaro venha molhar ali com uma gota de água, né, a sua língua de tanta sede que ele tava vivendo, né? Mas Abraão lhe respondeu: "Meu filho, lembra-te de que recebeste em vida teus bens e de que Lázaro só teve males. Por isso ele agora está na consolação e tu nos tormentos. Olha que observação interessante. Lembra que recebeste em vida os teus bens e que o Lázaro só teve mais. Então, por que então que ele estaria sofrendo e Lázaro não? é porque ele não usou bem os benefícios que lhe foram concedidos, a riqueza, o poder. E aí nós vamos entender lá quando fala que é difícil um rico entrar no reino dos céus, exatamente por essa postura desse homem, né, que se vestiu de linho e púrpuras.

m concedidos, a riqueza, o poder. E aí nós vamos entender lá quando fala que é difícil um rico entrar no reino dos céus, exatamente por essa postura desse homem, né, que se vestiu de linho e púrpuras. Ele não concedia a divisão dos seus bens em trabalho, em emprego, em oportunidade. Então ele fala, né, Abraão diz, por isso que ele está na consolação e tudo nos tormentos, porque ele não teve nada e você teve e não usou bem, né? Ele não tá aqui descrevendo isso, mas tá mostrando que é assim que aconteceu. Ao demais, existe para sempre um grande abismo entre nós e vós. Olha que interessante. Quem está no mundo feliz e quem está no mundo de tormentos, há um abismo. Então, tá mostrando a dificuldade que existe de esse acesso, especialmente do mundo de tormentos a esse mundo feliz. Porque a gente já aprendeu, né, que aqueles que já têm muito podem repartir com aqueles que estão em sofrimento, então tem a oportunidade, né, de ir lá socorrer. Então não tem como, né, não podem, existe um abismo, então eles não podem, como também ninguém pode passar do lugar de onde estás para aqui. disse o rico: "Eu então te suplico, Pai Abraão, que mandes à casa de meu pai, onde tenho cinco irmãos, a dar-lhes testemunho dessas coisas, a fim de que não venham também eles para este lugar de tormento." Então, o que que ele tá dizendo? Ele tá dizendo assim: "Abraão, deixa então que alguém vá lá falar pros meus, pros meus irmãos não fazer o que eu fiz, porque se eles fizer o que eu fiz, eles vão estar sofrendo como eu." Então, vá lá, peça para alguém lá falar para eles, para que eles não passam pelo que eu estou passando. E aí Abraão responde: "Eles têm Moisés e os profetas que os escutem. Olha só que que Abraão fala. Eles têm Moisés e os profetas que eu escutem. Quer dizer, os profetas já foram, né? Já levaram a lei, já mostraram o que que tem que ser feito. Não, meu pai Abraão", disse o rico, "se algum dos mortos não." E Abraão retrucou. Eles têm Moisés, mas ele fala: "Não, meu pai Abrão", disse o rico, "se

lei, já mostraram o que que tem que ser feito. Não, meu pai Abraão", disse o rico, "se algum dos mortos não." E Abraão retrucou. Eles têm Moisés, mas ele fala: "Não, meu pai Abrão", disse o rico, "se se algum dos mortos for ter com eles, farão penitência, né? Eles eles acha que se alguns for lá falar", e ele disse não. Disse: "Se eles não ouvem Moisés nem aos profetas, também não acreditarão, ainda mesmo que algum dos mortos ressuscite. Olha que coisa! extraordinária. Então ele tá dizendo que não adianta nenhum dos mortos ressuscitar, porque isso também aconteceu, né, dentro de todo esse processo. Naquela época eles entendiam que era ressuscitação lá de Lázaro e muitos não se converteram por causa disso, né? Então não vai acontecer de nada disso. Então isso é um chamamento muito sério para nós, porque nós além de termos Moisés com toda a estrutura e todos os profetas nos trazendo ensinamentos maravilhosos, nós temos agora a doutrina espírita. Então imagine a nossa responsabilidade para quando partirmos. Vamos lá pro seio de Abraão ou nós vamos ficar em tormentos? Então Jesus na realidade vem nos trazendo toda essa proposta de uma vida em um outro plano, numa situação feliz ou infeliz. Quando ele fala da caridade como a chave do céu, é o instrumento que nós temos para entender que é através da caridade, porque Jesus já diz, quando fizeste isso a um desses mais pequeninos, foi a mim que o fizestes. Então Jesus traz para nós uma série de observações muito sérias que às vezes não temos dado muita atenção. Em Mateus 619 a 21, ele fala uma passagem que chama muito atenção, que a gente precisa estar atento para ouvir. Não ajuntar ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros do céu, onde nem a traça, nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. Isso tá em Mateus, no capítulo 6 e tem eh versículo 19 a 21. Não junteis tesouros

nsomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. Isso tá em Mateus, no capítulo 6 e tem eh versículo 19 a 21. Não junteis tesouros na terra. Então, como eu falei lá no começo, essas coisas, se não forem roubadas, se a ferrugem não consumir, vão ficar aqui e nós vamos passar pro outro lado vivenciando uma experiência talvez dolorosa, porque valorizamos essas coisas que pro mundo espiritual não tem valor. Porque onde estiver o vosso tesouro, qual que é o meu tesouro? O meu tesouro são essas coisas. Então, meu coração vai estar aí. Então, meu coração vai estar nesse lugar. Não quer dizer que devamos restringir as coisas que são importantes pro nosso crescimento e progresso, própria terra aqui com as coisas de ordem material. Mas ele nos fala pra gente procurar primeiro o reino dos céus, que as outras coisas serão dadas por acréscimo. Não tá dizendo pra gente não viver a vida material, mas valorar outras questões. Aí a gente lembra daquela passagem do jovem rico, né? Aquele mancego que procura o mestre, ele já começa falando uma coisa assim que Jesus já dá uma correção de cara o que ele fala. Bom mestre, que devo fazer para adquirir a vida eterna? E Jesus diz a ele: "Bom, só Deus o é. Se queres entrar na vida eterna, guarda os mandamentos." Aí o jovem pergunta: "Que mandamentos, né? É mandamentos que Moisés deixou. Não matarás, não comatarás adultério, não furtarás, não darás demo falso. Honra teu pai e tua mãe, ama o teu próximo como a ti mesmo. E o moço diz: "Não, eu faço isso desde a juventude. O que que é que me falta?" Veja bem o que Jesus pediu para que ele fizesse, que ele cumprisse os mandamentos. Mas ele falou: "Não, mas que mais eu preciso fazer?" Aí Jesus pergunta Pedro se quer de ser perfeito, olha, quer dizer um passo a mais, um degrau a mais. Se queres ser perfeito, vai e vende tudo o que tendes, dá aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me. Ouvindo essas palavras, o moço ficou tristonho porque

o a mais, um degrau a mais. Se queres ser perfeito, vai e vende tudo o que tendes, dá aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me. Ouvindo essas palavras, o moço ficou tristonho porque ele possui muitos haveres. Então Jesus faz essa colocação aos discípulos, né? Digo-vos em verdade que é bem difícil que um rico entre no reino dos céus, mas não tá dizendo que não entraria. É mesmo? Então ele tá dizendo para nós que as coisas de ordem material é importante pro nosso progresso material mesmo, porque em outras passagens, se eu não colocar isso como objetivo final, e muitos de nós fazemos isso o tempo todo, colocamos os bens acima das coisas e aí como a gente dirige instituição que trabalha com criança, é muito comum a pessoa chegar ar pra gente e falar assim: "Ó, assim que der eu vou lá ajudar". E eu lembro de uma história de uma amiga, né, que tem mais ou menos a nossa idade e ela, quando a gente iniciou esse trabalho, há uns 50 anos atrás, ela dizia: "Ó, deixa eu organizar a minha vida financeira que a gente vai lá ajudar". Passa uns um tempo, né? Talvez uma década, ó, tá tudo bem agora, mas meu filho tá fazendo vestibular e eu tenho que ajudá-lo nesse momento. Assim que ele estabilizar, a gente vai para lá te ajudar. Passa mais uma década. Olha, eh, meu filho casou, eu tô com neto agora, eu preciso encaminhar meus netos, mas assim que der, nós vamos para lá ajudar nessa proposta educacional dessas crianças aí. E assim vai, né? E aí um dia: "Olha, eu já tô velha, já não tô em condições mais, criança é pesada, eu vou ter que fazer esse manejo, eu não vou dar conta". Falei: "Não, calma, fica tranquila, você vai ver". Quem sabe na próxima encarnação vem como uma criança para ser assistida pela instituição. Então, é porque a gente fica muito risando as questões de ordem da nossa vida material. Eu não quero puxar a sardinha para minha esposa, mas nós tivemos cinco filhos e todos eles foram criados nas obras sociais e dentro do Santo Espírito. Ela podia, né, ter tido

m da nossa vida material. Eu não quero puxar a sardinha para minha esposa, mas nós tivemos cinco filhos e todos eles foram criados nas obras sociais e dentro do Santo Espírito. Ela podia, né, ter tido motivos para não, agora não posso depois que eles crescerem. Não, todos, até hoje nós nunca saímos da do centro espírita, né? Eu coloco isso como uma grande virtude dela. Nós não botamos o pé fora do centro. ou do trabalho assistencial por nenhum dia. E aí nos faz lembrar daquela passagem extraordinária que também Mateus, nesse capítulo 6, que é de 25 a 34, quando ele fala sobre a questão da nossa ânsia pelo comer e vestir, né? Por que andais preocupados com que a vez de vestir ou comer, né? Por que está preocupado com o vosso corpo? Não é a vida mais que o alimento e o corpo mais que o vestuário. Aí ele faz aquela comparação extraordinária. Olhar para as aves do céu que não semeiam, não ceifam, não colocam em celeiros e Deus as alimenta. É lógico que elas trabalham para alimentar, vão atrás dos dos bichinhos, né, das plantas, das coisas que elas alimentam. Mas ele tem o alimento. Aí ele fala: "Porque andais preocupado com que a vez de de vestir olhe os liros do campo, nem Salomão se vestiu tão belo, não é? E aí essa erva, né, é atada e jogada ao fogo. Acaso não valeis mais do que isso?" E aí vem aquela colocação, buscai primeiro o reino de dos céus e a sua justiça, e todas as outras coisas vos serão dadas por acréscimos. Então, que a gente lembre dessas questões e saiba que a gente tem um pai olhando por nós, cuidando de nós. Então, nós não precisam ficar ansiosos por essas questões. A verdade, na realidade é que nós estamos sempre buscando a felicidade, né? E quando a gente pega, né, na questão 614 da lei natural, que fala que nós seremos felizes quando estivermos dentro da lei natural. Qual que é a lei natural? Qual que é? E quando a gente se afasta dela, segundo os espíritos, nos tornamos pessoas infelizes. Então, a lei natural é a lei do amor, a lei, né, que Deus nos trouxe através de

que é a lei natural? Qual que é? E quando a gente se afasta dela, segundo os espíritos, nos tornamos pessoas infelizes. Então, a lei natural é a lei do amor, a lei, né, que Deus nos trouxe através de todos os profetas e que Jesus nos deu esse ensino maravilhoso quando nos fala do maior mandamento. Então, quando nos traz essa lição, os comentários que os espíritos fazem aqui da verdadeira propriedade e Pascal, né, faz um comentário, foi em Genebra em 1860, tá no livro dos espíritos, nesse capítulo 16, ele coloca que o que é a verdadeira propriedade é aquilo que a gente leva. E tudo que a gente encontra aqui quando a gente chega e deixa quando parte. Não nos pertence. Nós estamos sendo usufrutuários. Só disso. É como se eu arrendasse uma terra para me plantar, cuidar ou criar e ter criação, alguma coisa. Não é minha. Eu tenho que devolver pro dono. Então ele fala, Pascoal faz esse comentário muito importante, dizendo que o que é verdadeiro é o que eu posso levar daqui. Então o que eu posso levar daqui não é nem o meu corpo, nada material, mas as coisas que são de uso da alma, né? inteligência, os conhecimentos, as qualidades morais, as conquistas que eu faço de amizade, né? Então isso eu vou levar, eu vou ter a prece meu favor com as vibrações lindas daqueles que eu pude beneficiar, né? Esse é o valor que eu vou ter para adquirir um local para mim morar. É como se eu fosse, eu chego para lá, a moeda que eu tenho para pagar uma boa moradia são os bens que eu fiz, as conquistas morais. Então é isso que vai me servir no plano material. E Jesus deixou claro quando fala da lição do amor. E o credo nosso é como espírita. Fora da caridade não há salvação. Então quando chegar dos lados de lá, ninguém vai perguntar que que eu tinha, que que eu fui, que que eu deixei de ser. Vai perguntar o que que eu tô levando, né? Se eu sou rico nessas qualidades, né, da alma, eu vou ter um lugar como Lázaro teve lá. Se eu não sou, eu vou para aquele adequado ao que eu tenho de bem para colocar ou para pagar esse lugar,

do, né? Se eu sou rico nessas qualidades, né, da alma, eu vou ter um lugar como Lázaro teve lá. Se eu não sou, eu vou para aquele adequado ao que eu tenho de bem para colocar ou para pagar esse lugar, né, de uma forma grosseira de se colocar. E uma outra comunicação também sobre esse assunto, um espírito protetor em 1861, ele coloca, né, que os bens que são daqui são bens hereditários, são para ser usado aqui, não nos pertence, né? e que essas questões de que nós adquirimos com nosso esforço, ótimo, são legitimamente adquiridas, mas nós também vamos deixar. Então, eh, são inúteis as preocupações que a gente toma para transmitir bens, porque quantos casos a gente conhece de que alguém que algo e rapidamente perdeu tudo, né? Então, nós não temos que ter essa ânsia das coisas e de querer ter as coisas, porque se não estiver no nosso destino ter esses recursos para bem usá-los, nós não vamos ter. E se tiver, vai acontecer de forma natural. Então, que a gente possa usar bem isso e não ter aquele sabor de quando chegar de lá e ouvir assim: "Você já recebeu a sua recompensa". Então, que a gente possa construir um mundo de felicidades para nós, sabendo usar e deter morais e éticos que tem à nossa disposição. Basta a gente querer. Então, que Jesus nos abençoe e nos faça despertar neste conhecimento para dar valor àilo que realmente tem valor e adquirir a verdadeira propriedade. Gratidão. Obrigado pela atenção, Paulo, pela palestra edificante, pelas pelos exemplos, pelas mensagens, né? É muito importante pra gente não só refletir sobre o evangelho, segundo o espiritismo, como fazemos semanalmente, mas também ter essa troca de experiências, né? E de certa forma meu testemunho pessoal e familiar que se nos nos deu ilustrando o evangelho, porque esse o interesse do evangelho, né? Não é não se trata de um ensaio teológico, mas sim uma uma um guia de orientação pra gente refletir sobre o nosso dia a dia, né? sobre aquilo que devemos nos orientar, né? Então, muito obrigado mais uma vez.

ão se trata de um ensaio teológico, mas sim uma uma um guia de orientação pra gente refletir sobre o nosso dia a dia, né? sobre aquilo que devemos nos orientar, né? Então, muito obrigado mais uma vez. Eh, convidamos a todos a sentar confortavelmente paraa nossa prece de encerramento, tomando respiração simples, é profunda e calma, mentalizando nosso mestre Jesus. Ó Senhor, nosso Deus, agradecemos por essa oportunidade de leitura e de reflexão [música] sobre sua obra, sobre seu exemplo. Agradecemos, Senhor, pela oportunidade de, mesmo que por meio de ferramentas de intercomunicação, nos conectarmos e nos integrarmos para refletir sobre sua palavra. Pedimos ao mesmo [música] que ilumine, fortaleça todos os trabalhadores da casa dos estudantes do Evangelho da Federação Espírita do Estado de Goiás, bem como todo aquele trabalhador e trabalhadora das obras espíritas no Brasil e mundo. Rogamos ao mestre que ilumine a casa e a família de cada um e cada uma que está aqui conectado a esse vídeo. Pece Jesus. Somos gratos por tudo que temos e tudo o que somos, pela oportunidade que estão diante de nós cotidianamente. E rogamos, ó Mestre, que nos ilumine e permita, Senhor, que possamos a cada dia nos educar e nos elevar moral, intelectualmente. M Jesus, derrama sobre nós a sua generosa luz. Não olhais, Senhor, por nossas faltas. e sim pelo esforço que diariamente empenhamos no nosso melhoramento contigo. Esteja conosco, mestre, hoje e sempre. Que assim seja. Bom, eh reforçamos os avisos da nossa casa, do retorno presencial já no domingo no nosso auditório. Eh, a próxima quinta-feira também, então, estaremos todos presentes no auditório. O retorno dos cursos do Espiritismo, do estudo do Espiritismo da Casa Espírito Estudança do Evangelho, a qual nós convidamos a todos a buscar mais informação nas redes sociais. começam na primeira semana de fevereiro e o convite também para se inscrever e participar do 42º Congresso Espírita da Federação Espírita do Estado de Goiás, previsto para 14, 16 de fevereiro de 2026. Muito

m na primeira semana de fevereiro e o convite também para se inscrever e participar do 42º Congresso Espírita da Federação Espírita do Estado de Goiás, previsto para 14, 16 de fevereiro de 2026. Muito obrigado a todos e a todas. Quejamos uma ótima semana e que ficamos com Deus. Que assim seja e boa noite. Что?

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