A TRANSFORMAÇÃO MORAL POR INTERMÉDIO DO SERVIÇO AOS VULNERÁVEIS - Débora Moraes [AUTA DE SOUZA]
SEMANA AUTA DE SOUZA NA COMUNHÃO ESPÍRITA COM A PALESTRA ESPECIAL "A TRANSFORMAÇÃO MORAL POR INTERMÉDIO DO SERVIÇO AOS VULNERÁVEIS - Débora Moraes" E APRESENTAÇÃO MUSICAL CORAL ELOS DE LUZ. 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
que aprendi, toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Cristo De poder do Senhor. Auto armado de amor para trabalhar cantando. Na construção do amanhã, na construção do amanhã. Sos de amor para trabalhar cantando na construção do amanhã, na construção do amanhã. aos De Maria, ave Maria. Amin. Ая. Amen. Amen. Ave. Maria Ave Maria. Amém. Ave Maria. Ave Maria. Ave Maria. Amen. em pazara começar em mim, irmãos, nós todos somos filhos O mesmo Deus juntos pois caminemos a paz que vem dos céus. meu senhor não faço seja de amor que sej A cada momento estareiendo em plena paz e amor. Paz na terra. Amor está เฮ Já parou para refletir o que você faz aqui. aonde vai? E se estamos aqui, vamos todos nos unir. Melhor a mais. Muitos mundos, muitas vidas, muitas horas, muitas guas. É o caminho que se faz. E se essa não deu certo, pode. Está certo. Deus te deu uma chance a mais. Deus de justiça. Se você errou aqui, não reconstruí e ficou para trás. para refletir o que você faz aqui. Aonde vai? E se estamos aqui aos todos nos uniram o melhor mais. Muitos muitos, muitas vidas, muitas voltas, todas as é o caminho que se faz. E se essa não deu certo, você pode. Está certo. Deus te deu uma chance ação de justiça. Se você errou aqui, reconstruí e ficou para trás. Deus pão de justiça. Se você errou aqui, não é reconstruído e ficou para trás. Enemos esperando dias melhores, dias de paz. dias a mais dias que não deixaremos para trás para nós. em tudo o melhor está. E vamos esperando e vamos esperando o dia que seremos para sempre. Espera e gooso. Dias melhores para sempre. Dias, dias melhores para sempre. Dias. A paz. A paz. Deos em tudo o melhor está. E vamos esperando e vamos esperando o dia que seremos para sempre. Deus esperaou dias melhores para sempre. Dias melhores para sempre. Dias melhores para sempre. dia melhor di asas melhores. As melhores para dias, dias glórias, dias melhores para sempre dias, dias de adoras, dias melhores para sempre. Dias melhores e dias melhores para
as melhores para sempre. dia melhor di asas melhores. As melhores para dias, dias glórias, dias melhores para sempre dias, dias de adoras, dias melhores para sempre. Dias melhores e dias melhores para sempre. Alô. Alô, som. Alô, alô, som. Alô, alô, alô. >> Tá. com ele O F o fique o Eso Jesus ador de sua vida. Essa é a Alessandra. Alessandra, o José Mauro, nosso solista. O Edmilson lá, que foi nosso solista também. A Paulinha, nossa flautista transversal, a Suzi, a nossa pianista querida, a Evelise, maravilhosa, Andreia Dionísio, a nossa soprano que solou Ave Maria de Catine e o coral maravilhoso Elos de Luz. Gente, essa última música, a tradução dela é O Pai Nosso, é o Pai Nosso em Suaril, uma língua lá de Uganda e de alguns outros países lá da África. Então, eh essa música bonita, alegre aí que vocês ouviram, a tradução é: "Pai nosso que estáais no céu, santificado seja". Literal, tradução literal do Pai Nosso, por isso que ela tem essa energia maravilhosa. Nós agradecemos o convite, agradecemos Teresa, agradecemos a todos aí do Mãos Estendidas. aos nossos conselheiros que estão que estão aí. André, seja muito bem-vindo mais uma vez, né? E a esposa também. Muito obrigado por tudo, gente. Então, agora a palestra da Dra. Débora e aí eu vou pedir para pra gente voltar lá pra nossa sala que a gente ainda tem que conversar algumas coisinhas, avisos, avisos bacanas sobre o nosso ensaio e o que nós temos pela frente. E no ano que vem, Coral Elos de Luz estará completando 20 anos de existência. 20 anos. E aí nós vamos comemorar em todas as apresentações de 2026. Todas vão ser comemorativas. Obrigado, gente. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando
o a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando Muito obrigada pela presença. Boa noite aos queridos internautas. Hoje nós estamos dando sequência à semana alta de Souza. Já tivemos um belo trabalho pela manhã. Tivemos a apresentação do coral Elo de Luz e agora nós vamos dar prosseguimento com a palestra que a Dra. Débora vai proferir para nós. E com a prece nós vamos ler um poema de Alta de Souza, a homenageada do dia, a mentora dos trabalhos sociais da nossa casa. Vem e ajuda. Repara além das rosas do teu orto, onde a luz do teu sonho brilha e mora, os romeiros que seguem vida aa padecendo aflição e desconforto. Fortunados náufragos sem porto, tristes rogando a paz de Nova Aurora, levam consigo a dor que clama e chora sob as chagas do peito quase morto. Não te detenhas. Vem, socorre e ajuda a multidão que passa inquieta e muda, implorando-te amor, consolo e abrigo. Reparte o pão que te enriquece a mesa, estendendo teu hortto de beleza, e o mestre amado habitará contigo. E assim, Jesus nós damos início
passa inquieta e muda, implorando-te amor, consolo e abrigo. Reparte o pão que te enriquece a mesa, estendendo teu hortto de beleza, e o mestre amado habitará contigo. E assim, Jesus nós damos início a palestra da noite de hoje, rogando a ti, Jesus, rogando aos espíritos, amigos, mensageiros do bem, rogando a nossa querida alta a sua presença. que ela possa intuir a nossa irmã palestrante e que todos nós possamos ser tocados no nosso coração e despertar para a fraternidade, para o amor incondicional, sem limites. Esse amor que cura, esse amor que move as montanhas, a caridade. E assim seja. Caridade, onde estiveres lenindo as dores de alguém, onde sirvas, onde fales, Jesus estará também. Com esta doce poesia, nós abrimos a nossa fala de hoje em homenagem à Alta de Souza, autora desses versos tão singelos e tão profundos sobre a caridade. nossa homenageada de hoje, posto que no dia 12 de setembro achou por bem mergulhar novamente nos palcos da carne, escolheu para isso o nosso país em sua última estada, Rio Grande do Norte. Macaíba. Esse espírito iluminado, esse espírito de scol, fez uma breve passagem, considerando a contagem do tempo que fazemos aqui, pouco mais de 20 anos, mas como só acontecer com as grandes almas, fez um grandioso trabalho. deixando-nos o perfume de sua sensibilidade numa belíssima obra Orto. Mas foi já no mundo espiritual que a Alta de Souza fez recender ainda mais o seu perfume, trazendo através da lavra mediúnica de Francisco Cândido Xavier. Belíssimos poemas que ainda hoje nos aquecem o coração, falando-nos de caridade, falando-nos de fraternidade, falando-nos de amor. E é assim que neste momento nós dedicamos o nosso preito de gratidão a essa alma generosa Alta de Souza, a patronce dos trabalhos da nossa diretoria de promoção social. Nós temos a honra, o privilégio de conviver com ela e sentimos essa mentora nos envolver com os eflúvios que só as grandes almas são capazes de ofertar. Alta de Souza, receba agora as nossas vibrações de muita gratidão.
o privilégio de conviver com ela e sentimos essa mentora nos envolver com os eflúvios que só as grandes almas são capazes de ofertar. Alta de Souza, receba agora as nossas vibrações de muita gratidão. Portanto, meus amigos, boa noite. O tema que nos foi sugerido para essa nossa conversa de hoje é a reforma moral através do serviço aos vulneráveis. Enquanto eu refletia sobre o tema, fiquei pensando quem seriam os vulneráveis? E matutei, matutei. E cheguei à conclusão que os vulneráveis somos todos nós, as criaturas que estagiam neste orbe terra, nessa mãe generosa que nos recebe, para que aqui possamos empreender a nossa tarefa de redenção. Vulneráveis somos todos nós. Frágeis criaturas carescentes de amor, carescentes de fraternidade. Estar de um lado ou de outro é um caminho de mão dupla. Transformação moral através do serviço aos vulneráveis. Transformação moral talvez seja o convite mais importante que todos nós recebemos. reformar em nós o que precisa ser reformado. Várias ferramentas nos são oferecidas para esta tarefa. Dentre elas, o trabalho no bem, o serviço em favor do semelhante, o serviço em favor do próximo, o trabalho em favor do vulnerável, que assim como nós, se faz frágil também. Quantas vezes ao nos vincularmos a um trabalho voluntário, acreditamos estar ali para ajudar os assistidos. E muitas vezes chegamos mesmo com a capa do benfeitor, aquele que irá oferecer para o outro frágil, necessitado da minha ajuda, que irá receber. Quantas vezes nos vinculamos aos trabalhos, portas adentro das nossas casas espíritas, alicerçados na síndrome do salvacionista, alimentando expectativas de que o outro nos devolva exatamente aquilo que acreditamos. deva noos ser devolvido frente ao nosso trabalho. E quantas vezes ao percebermos que isso não acontece, desligamos-nos dos trabalhos, afinal de contas, de que adianta? Estou aqui. Dou meu tempo, minha energia. Dou o sangue neste trabalho, mas não sou reconhecido. Os assistidos não agradecem. Não é assim, meus amigos?
dos trabalhos, afinal de contas, de que adianta? Estou aqui. Dou meu tempo, minha energia. Dou o sangue neste trabalho, mas não sou reconhecido. Os assistidos não agradecem. Não é assim, meus amigos? Quantas ilusões! Quantas ilusões! Quando cristalizados no orgulho e na vaidade, não somos capazes de compreender que o trabalho no bem é ferramenta, em primeira instância para a nossa transformação, para o nosso autoconhecimento, posto que o outro atuará como espelho de nós mesmos. a refletir as nossas próprias imperfeições, as nossas próprias fragilidades. E aí então nós vamos encontrar o benfeitor Emanuel a nos dizer na obra Caminho, verdade e vida, sobre transformação moral, que o trabalho de purificação não é tão simples quanto parece. Será muito fácil ao homem confessar a aceitação de verdades religiosas, operar a adesão verbal a ideologias edificantes. E é verdade. Nós enchemos o peito para dizer sou espírita. trabalho na comunhão espírita de Brasília e muitos de nós vaidos dizemos há 40 anos, há 50, 30 e vamos elencando os trabalhos realizados nos grupos mediúnicos, nas salas de passe, entregando as cestas básicas as famílias vulnerabilidade, recebendo os ditos vulneráveis. Mas a pergunta que nos cabe fazer a nós mesmos, para quê? Porque não estamos colocados onde estamos por força do aleatório? Deus não se engana e não perde seu tempo. Somos direcionados para os trabalhos, para os locais onde devemos estar, mas muitas vezes caminhamos por essas cendas luminosas que deveriam representar o elemento para a nossa reforma moral. Só olhando o exterior, fazemos coisas e às vezes fazemos muitas coisas. Mas em que estamos nos transformando nesses trabalhos? É preciso que tenhamos a humildade de nos colocar como aprendizes da vida, identificando na medida em que vamos lidando com o outro as nossas próprias fragilidades. Então, o benfeitor vai nos dizer que realizar a obra de elevação é outra coisa, porque a criatura deverá valer-se da autodisciplina, da compreensão fraternal
m o outro as nossas próprias fragilidades. Então, o benfeitor vai nos dizer que realizar a obra de elevação é outra coisa, porque a criatura deverá valer-se da autodisciplina, da compreensão fraternal e do espírito de sacrifício. Autodisciplina, compreensão fraternal e espírito de sacrifício. Quantos de nós estamos dispostos a regimentar esses elementos no trabalho, no bem, no trabalho voluntário. E eu me recordo, já que estamos falando de transformação moral, de Santo Agostinho a nos dizer em o livro dos espíritos, na questão 919. Um meio prático que o homem pode adotar para transformar-se moralmente é seguir a recomendação de fazei o que eu fazia quando vivi na terra. Ao fim do dia interrogava minha consciência, passava em revista o que havia feito e perguntava a mim mesmo se não faltara algum dever, se ninguém tivera motivo para queixar-se de mim. E foi assim que cheguei a me conhecer e a ver em mim o que precisava de reforma. O trabalho voluntário é uma excelente ferramenta para que possamos fazer esse exercício de Santo Agostinho, ver em nós o que precisa ser reformado, porque nós estaremos convivendo com diferentes temperamentos, com diferentes necessidades. É o irmão que chega trazendo uma agressividade, motivado pela dor. É o outro que traz a sexualidade em desequilíbrio. É o outro que traz a revolta. É no convívio com os companheiros das lidas. que nós vamos tendo a oportunidade de nos conhecer e de nos ver para que possamos então, ao reconhecer em nós as fragilidades, as vulnerabilidades, posto que todos somos os vulneráveis, é que poderemos então nos reformar. Mas para isso é preciso que nos dispamos da capa do benfeitor. É preciso que de vez em quando nos coloquemos como homem caído na estrada. Porque quando temos contato com a parábola do Cristo, é fácil nos colocarmos como o bom samaritano. Idealizamos em nós aquela conduta e é bom que o façamos. É um vir a ser, mas precisamos também visitar o lugar do homem caído, frágil, necessitado de ajuda, porque necessitamos
como o bom samaritano. Idealizamos em nós aquela conduta e é bom que o façamos. É um vir a ser, mas precisamos também visitar o lugar do homem caído, frágil, necessitado de ajuda, porque necessitamos da ajuda daquele que num primeiro momento vem a nós solicitando ajuda. Transformação moral é via de mão dupla. Precisamos nos conscientizar disso. Raras são as pessoas que não admitem o valor da melhoria espiritual. No entanto, entre o desejo e a ação há uma grande distância, pois o querer nem sempre se traduz como realização. E nesse aspecto, o apóstolo Tiago irá lembrar aos discípulos presos ainda as imperfeições. Purificai vossas mãos pecadores, e santificai os vossos corações como o apóstolo Tiago compreendia. O coração humano. Ele dizia: "Purificai vossas mãos no sentido de melhorem as vossas ações exteriores no fazer, no fazer o bem, no fazer a caridade, mas disso nada resultará se não santificarmos os nossos corações. indecisos, que oscilam entre o querer e o não querer. Mas o apóstolo irá dizer ainda que este é um trabalho para os de duplo ânimo, para os que tm a coragem de se ver, para os que se colocam na vida com esse espírito de humildade como um aprendiz. Porque se assim não fizermos, transitaremos pelos trabalhos todos da casa espírita e retornaremos à pátria espiritual, tal qual como aqui chegamos. Levaremos na nossa bagagem algumas horas de atividades externas. Mas nós não viemos para isso, meus amigos. Nós não viemos para fazer coisas. Nós viemos para nos transformar. E a importância da transformação moral surge quando a criatura humana constata que os prazeres da vida, da vida material já não lhe satisfazem, falta-lhes um sentido a mais. Diz então que neste momento quando a criatura percebe que os valores do mundo, os prazeres sensualistas do mundo já não lhe trazem satisfação, ela inicia a sua jornada de verticalização, de ascensão em direção ao Supremo bem afastando-se aos poucos da caminhada horizontal, nitidamente assinalada pelas ordenações da subsistência
m satisfação, ela inicia a sua jornada de verticalização, de ascensão em direção ao Supremo bem afastando-se aos poucos da caminhada horizontal, nitidamente assinalada pelas ordenações da subsistência biológica, a alimentação, a reprodução, o controle do outro, o desenvolvimento exclusivo das faculdades intelectuais. Percebe-se nessa fase a vontade vacilante, ela é marcada por um querer, um não querer, um fazer, um não fazer. O indivíduo revela dificuldade em administrar as suas imperfeições e as suas más tendências, os seus condicionamentos do ontem. Os desejos que tanto nos seduzem, como diz o Chico, essas tentações que estão dentro de nós representam aquela situação de alguém correndo de um grande cachorro bravo, doido para ser alcançado. Então, é este o momento. Sentimos que já não nos satisfazemos com as coisas do mundo, mas ainda há em nós muito das tentações, muito do ontem, muito dos condicionamentos, como vencer os nossos conflitos interiores? De que modo eliminar as tendências menos construtivas que aindam ainda nos caracterizam a individualidade? Indagamo-nos de que modo esparzir a luz se muitas vezes nos afinizamos com a sombra. Este é o primeiro estágio. No estágio seguinte, depois de superadas as vacilações iniciais, a pessoa desenvolve a conscientização de que é preciso permanecer firme no programa de melhoria espiritual. em atendimento a uma necessidade íntima, irá nos dizer o codificador que há no homem o desejo incessante pelo melhor. Esforça-se então por combater as suas imperfeições. compreende que é preciso abrir mão de certos comportamentos e atitudes, sacrificando-se ainda sob o peso de provações e de graves desafios. Quantos de nós, meus amigos, estamos dispostos a sacrificar condicionamentos do ontem? mudando atitudes, abrindo mão de determinados comportamentos. Essa já é uma fase para além da primeira. Nessa fase, a vontade vence o desejo. A vontade vence o desejo. Na primeira, o desejo ainda é muito forte e a criatura oscila. Nessa fase, a vontade funciona então
já é uma fase para além da primeira. Nessa fase, a vontade vence o desejo. A vontade vence o desejo. Na primeira, o desejo ainda é muito forte e a criatura oscila. Nessa fase, a vontade funciona então como gerência vigilante, governando todos os setores da ação mental. Quando atinge esse estágio de compreensão, a criatura se torna mais tolerante em relação às falhas do outro. Aprende a perdoar as ofensas, revela-se mais solidário e fraterno, vigia mais a si mesmo do que ao outro. Fica atento ao preceito evangélico, porque olhas o cisco no olho do teu irmão e não consegues ver a trave no teu. sofre pelas lutas que enfrenta consigo mesmo, vencendo a cada dia quando se esmera. Uma batalha a mais. É o bom combate de Paulo. A ação incessante da transformação moral é trabalho de todo dia, de toda hora, não dá tréguas. A vigilância deve ser permanente para se evitar tropeços e quedas. Jesus dizia: "Reconhece-se a árvore pelos frutos". Nessa fase cabe ao trabalhador do bem perguntar que frutos está gerando? Que frutos está gerando? para o próximo e para si mesmo. Nesse movimento duplo, é quase impossível melhorar-se moralmente, sem sacrifícios, sem renúncias. E aquele que utiliza-se dessa ferramenta de transformação moral, o serviço ao semelhante, o trabalho no bem, o trabalho voluntário, a assistência aos vulneráveis, encontra um caminho luminoso. Quando chega nessa fase, percebe os sacrifícios que deve fazer, encontra a cada dia, é como se Deus lhe enviasse através de cada criatura que lhe chega, solicitando ajuda, a temática que precisa trabalhar em si, a demanda que há em si e o outro lhe traz como um grande espelho, refletindo o seu próprio interior, aquilo que precisa reformar em si. Dói, dói. Quantas vezes no trabalho do bem derramamos lágrimas? legítimas, dolorosas, porque estando no trabalho verdadeiro de autoconhecimento, identificamos em nós as nossas imperfeições e queremos nos melhorar e lutamos para que isso aconteça. E vamos caminhando, porque é só assim que alcançaremos um dia o patamar de
ro de autoconhecimento, identificamos em nós as nossas imperfeições e queremos nos melhorar e lutamos para que isso aconteça. E vamos caminhando, porque é só assim que alcançaremos um dia o patamar de puros espíritos. Pouco a pouco a par e passo, nos autoconhecendo, trilhando o caminho reto. O espírito prova a sua elevação quando todos os atos de sua vida corporal representam a prática da lei de Deus. Combate as más inclinações e os maus hábitos. Cultiva laços de amizade e simpatia. O trabalho no bem nos permite cultivar laços de amizade e simpatia. É fácil? Não, porque na convivência com o companheiro, nós vamos nos espinhando e vamos sendo espinhados porque somos vulneráveis. Todos nós somos frágeis. E é na convivência que a gente expressa essa fragilidade. Então, eu firo e sou ferida. Mas é na superação dessas feridas que nós vamos nos transformando. E aquele que está verdadeiramente empenhado na sua transformação moral, durante a lida no trabalho, no bem, utiliza-se da oração como meio de fortalecimento espiritual e o trabalho incessante, porque é pela bênção do trabalho que nós vamos esquecer endo as nossas dores, ressignificando as nossas compreensões da vida e do mundo. Vamos nos despindo pouco a pouco daquelas ideias do ontem. Vamos nos liberando dos condicionamentos tão lesivos, tão ilusórios. Como temos ilusões quando começamos um trabalho voluntário, as ilusões vão sendo deixadas para trás e um novo mundo, um novo olhar vai se apresentando para os intimoratos, para os de duplo ânimo, para aqueles que se colocam como esses aprendizes e aceitam essa ferramenta valiosa de transformação moral. Quero trazer-lhes, meus irmãos, já entrando no final da nossa fala, o exemplo de alguém, de um coração que utilizou-se desta ferramenta de assistência aos vulneráveis para a sua transformação moral. Estamos falando de Pedro, de pescador humilde a pescador de almas, de Simão Bar Jonas, as cefas, de pequena ovelha atemorizada, balindo negação, como irá nos dizer os lindos versos de
sformação moral. Estamos falando de Pedro, de pescador humilde a pescador de almas, de Simão Bar Jonas, as cefas, de pequena ovelha atemorizada, balindo negação, como irá nos dizer os lindos versos de Gladston que ficaram Mais lindos ainda na maviosa voz de Tim e Vanessa, a apóstolo intimorato da casa do caminho, Pedro, que naquela manhã em que o mestre chegando à praia, o sol começava a nascer, os homens da pesca que ali estavam, posto que nas primeiras horas do dia a lida começava. E naquela bela manhã lhe estavam reunidos, um pouco afastados, mexendo na embarcação que logo deveria sair para a pesca do dia. Os dois irmãos, Simão e André. Chega Jesus, aborda-os alegremente com uma certa intimidade. Simão, André, venho da parte de meu pai para construir o reino de Deus na terra. André, Simão, olham para Jesus como se o conhecessem. Sede bem-vindo. E logo André apressa-se a dizer: "Um reino, mas Cafarnaum é tão pequena. Ao que Simão objeta, mas poderemos arregimentar as casas. dará certo. Poderemos aqui construir este reino. Jesus sorri para os dois como se encontrasse ali crianças sinceras, ingênuas e de boa vontade. E aguarda para depois maiores explicações. Querem ser meus discípulos? Senhor, te seguiremos. E ali começa a jornada de Simão Bar Jonas, 3 anos convivendo com o mestre, 3 anos de aprendizado, ouvindo o mestre dizer que não deveriam cultivar a vaidade, que não deveriam envolver-se em contendas, mas que deveriam buscar todos aqueles sofredores do caminho, os filhos do calvário, seus bem-amados, aqueles que se perdem nos cipoais do erro, do engano e do crime e que os acolhessem a todos, mas pobres apóstolos ainda perdidos sem compreender muito bem o que vinha a ser aquele reino de Deus que deveria ser construído portas adentro dos seus corações. E num primeiro momento acreditavam ser algo exterior. O reino de Deus não vem com aspectos exteriores e brigavam e defendiam Jesus com brigas, com contendas. Simão Bar Jonas era o mais velicoso de todos. Simão, embaha a tua espada,
vam ser algo exterior. O reino de Deus não vem com aspectos exteriores e brigavam e defendiam Jesus com brigas, com contendas. Simão Bar Jonas era o mais velicoso de todos. Simão, embaha a tua espada, posto que aquele com a espada fere, com a espada será ferido. Senhor, quantas vezes perdoarei a meu irmão? Quando houver pecado contra mim, será até sete vezes. Simão, Simão, não vos digo que até sete vezes, mas até 70 vezes, sete vezes. E com a fala mansa o mestre ensinava aquele espírito ainda infantil, o valor do perdão, o valor da fraternidade, o valor do amor. O que dizem ser eu, Simão? O que dizem ser o filho do homem? Senhor, dizem ser João Batista? Elias. E tu, Simão, que dizes ser eu? Tu és o Cristo, Senhor, o filho do Deus vivo. Abençoado seja, Simão, posto que não é a carne que te diz dizer, traduzindo a mediunidade do apóstolo que ali começava a se manifestar. Senhor, onde for, ireis contigo, Simão, Simão, antes que o galo cante três vezes, tu me negarás. E Simão, ovelha atemorizada, nega o Cristo. Quantas vezes nós, atemorizados, infantis ainda, negamos o convite de Jesus para nos tornarmos apóstolos. Não conheço esse homem. Andavas com ele, diz o servo do sumo sacerdote, não sei quem é. És um dos homens também. Não sei do que dizes por três vezes. Simão Barjonas nega o mestre e chora amargamente. aquele momento, a criança ia ficando para trás, já identificava-se nele no choro amargo do alto reconhecimento. Ao reconhecerte enganado. Mais uma vez, o mar e a praia extensa se fazem testemunhas de um novo encontro entre Simão Barjonas e o Mestre. Após os acontecimentos que culminaram no desencarne de Jesus, Simão com profunda dor em seu coração, atravessar a noite buscando na pesca o alívio. Nada conseguiu. A manhã chegou caminhando, ouvindo o barulho das sondas que vinham e voltavam. Ele ouve a voz amorosa do Mestre, lança as redes para a direita e ele assim faz num ato maquinal. E qual não é a sua surpresa quando as redes se enchem de peixes? Mestre, és tu,
que vinham e voltavam. Ele ouve a voz amorosa do Mestre, lança as redes para a direita e ele assim faz num ato maquinal. E qual não é a sua surpresa quando as redes se enchem de peixes? Mestre, és tu, Simão? Tu me amas, mestre, sabes que o amo, Simão, tu me amas mais que estes. Mestre, tu sabes o quanto amos o amo. Simão, tu me amas. Pela terceira vez, ele ouve o questionamento do mestre. Mestre, tu sabes que o amo mais do que tudo. Como se Jesus com as três inquirições lhe quisesse recordar do compromisso que deveria sumir com ele. Simão, se me amas, apacenta os meus cordeiros. Simão, se me amas, apacenta as minhas ovelhas. E Simão se lembrou de tudo, desde o primeiro momento, o encontro na praia, as noites luminosas de aprendizado, as curas, a negação. E agora então se via fortalecido. Houver atravessado o deserto interior, estava pronto para começar a sua transformação moral através do trabalho no bem de assistência aos vulneráveis. E transforma-se então Simão no amigo de todos, naquele que construiu na casa do caminho a primeira casa de benemerência cristã. Foi ali que ele colocou em prática os ensinamentos dos três anos em contato com Cristo. Foi ali que pôde exercer a lição do perdão, recebendo Paulo. Ora, Saulo, o perseguidor dos cristãos, e pôde abraçá-lo como irmão querido. foi ali que a sua belicosidade, a sua agressividade se diluíram no contato com a dor do outro. Era cada olhar, cada toque, cada braço. Simão ia identificando Cristo, ia se transformando até que no fim de seus dias reconhece a tarefa cumprida. Então, aceita o sacrifício, não sem antes dizer que as mãos que lhe tocou, os pés que lhe tocou, apontarão o céu. Não serei crucificado como Cristo. Não me sinto digno e pede para ser crucificado de cabeça para baixo. Meus amigos, é no modelo de Simão que se tornou Pedro Cefas, esse apóstolo que até hoje engrossa as falanges crísticas em serviço na terra. Vem nos estimular, vem nos convidar. Sejamos nós, esses pescadores de almas, começando pela transformação da nossa própria
sse apóstolo que até hoje engrossa as falanges crísticas em serviço na terra. Vem nos estimular, vem nos convidar. Sejamos nós, esses pescadores de almas, começando pela transformação da nossa própria alma, no contato com o outro, no contato com a dor, vamos encontrando as nossas estradas de redenção. E assim como Pedro, que um dia possamos de maneira corajosa e sincera respondermos à inquirição de Jesus. Tu me amas, tenho. Sabes que o amo, apacenta os meus cordeiros. os nossos cordeiros íntimos. Ao mesmo tempo que apacentamos a dor dos cordeiros que chegam a nós como os vulneráveis. Somos todos estes cordeiros do Cristo a caminho da luz, a caminho da redenção. Pela atenção de vocês, o meu muito obrigada. Queridos irmãos, nós agradecemos, né, pela presença aos que estão em casa também. E gostaríamos de convidar a todos para amanhã às 19 horas assistir a palestra do nosso irmão André Luiz. Ele fará, ele vem de São Paulo, está aqui conosco, né? É mestre em física quântica e vai proferir a a palestra com o título O poder espiritual das mitocôndrias na cura e autocura. Antes, às 18:30, teremos a a harmonização musical com Luís Gonzaga. Nós agradecemos a Débora, né, pela palestra e convidamos a todos também a fazer parte do nosso corpo de voluntários. Temos aqui à nossa direita, a casinha azul, a diretoria de promoção social e uma série de trabalhos aos vulneráveis sociais, né? E com isso vamos convidar o nosso conselheiro que estar aqui presente para proferir a nossa prece de encerramento. Nosso querido irmão Edmar. Bom, meus irmãos, depois da palestra maravilhosa da nossa irmã Débora, confesso a minha emoção. e o convite da Teresa para que possamos aqui fazer a nossa prece. Eu convido a todos a nos acomodarmos aonde sentamos, se pudermos fechar os nossos olhos para efeito de concentração e vamos levar no nosso pensamento a Deus, esse pai amoroso, a Jesus, esse irmão querido, para agradecer os momentos em que nos despertamos para amar, para sentirmos em nós esse amor do Pai,
ncentração e vamos levar no nosso pensamento a Deus, esse pai amoroso, a Jesus, esse irmão querido, para agradecer os momentos em que nos despertamos para amar, para sentirmos em nós esse amor do Pai, para sentirmos em nós o amor de Jesus, pedindo ao Pai que nos fortaleça no nosso trabalho de transformação moral, que possamos em todos os instantes das nossas vidas fazer a escolha de amar e que possamos sentir em nossos corações a alegria de poder servir, de poder olhar o outro e sentirmos fortalecidos nessa caminhada. Então, agradecemos também a presença dos nossos amigos espirituais, do mentor espiritual da nossa casa, Dr. Bezerra de Menezes, a Alta de Souza, a aniversariante do dia. possamos, irmãos queridos, nos fortalecer no trabalho da tua seara, Jesus, junto com esses irmãos seareiros e benfeitores, que as nossas vibrações, que possamos deixar que essa luz que existe em cada um de nós brilhe. com as nossas escolhas do bem. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso
o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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