DIANTE DA HERESIA - Débora Moraes [PALESTRA ESPÍRITA]
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Doando [música] amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. [música] Senhor, estou aqui. para agradecer [música] de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de [música] viver. Doando amor, vibrando. >> Amigos, amigas, rendamos graças a Jesus pela alegria de estarmos aqui novamente sob sua tutela, envolvidos pelas suas bênçãos. Hoje nós temos a alegria de receber novamente a Débora, que traz sempre uma reflexão que toca o nosso coração. Então, peçamos a Jesus que a nossa mente e o nosso coração estejam abertos para a sua mensagem, a fim de que saiamos daqui e possamos multiplicar os ensinamentos que nos chegam, como sempre fazemos. Vamos paraa nossa mensagem, nossa harmonização. E a mensagem de hoje é o lado bom, bem adequada para os momento em que nós vivemos. Aprende a destacar o lado bom das pessoas. Não há quem seja tão completamente isento de qualidades, como podes supor. Todos trazem Deus dentro de si. O maior delinquente é um anjo em potencial. Das profundezas do abismo é que se emerge para o cume do monte. Experimenta cultivar o cacto e abandonar a própria sorte, o jasmim. O lado bom das pessoas necessita de quem o auxilie a prevalecer. Elevemos o nosso pensamento a Jesus, agradecendo a ele por nos aceitar em sua caminhada, apesar de nossas humíimas possibilidades, por estar sempre conosco, nos inspirando, nos mostrando o caminho do bem, o roteiro seguro a ser seguido. E peçamos ao mestre que renove as nossas forças. que abençoe os nossos esforços aqui, a fim de que não nos percamos durante o caminho e nem nos deixemos envolver pelas ilusões da vida na carne, que tenhamos o olhar do espírito para a vivência da matéria. que Jesus possa inspirar a Débora e possa estar em nossa companhia como tem sido sempre. Que assim seja. Então vamos lá. É com muita alegria que mais uma vez aqui nos encontramos nessas sextas-feiras à tarde, em que de maneira tão alegre, tão
estar em nossa companhia como tem sido sempre. Que assim seja. Então vamos lá. É com muita alegria que mais uma vez aqui nos encontramos nessas sextas-feiras à tarde, em que de maneira tão alegre, tão fraterna, nós nos reunimos para falar acerca do evangelho. Então eu quero dizer da minha alegria e da minha gratidão a Deus pela oportunidade de estar aqui hoje. Bem, meus amigos, aqueles que têm vindo há mais tempo já sabem que nós estamos estudando sequencialmente essa obra Caminho, verdade e vida, de autoria espiritual de Emanuel, pela lavra mediúnica de Francisco Cândido Xavier. E hoje a lição que nos foi trazida é a lição 36, que tem um título muito interessante, heresias. E quando eu me preparava, fazendo o estudo do texto paraa nossa conversa de hoje, eu fui pesquisar, fui estudar um pouco sobre as heresias e fui ver que o estudo da teologia nos traz um entendimento acerca deste tema. nos primeiros séculos do cristianismo, ali por volta do terceiro, quarto século, o entendimento, a interpretação, a análise dos ensinamentos acerca do Evangelho começaram a apresentar divergências, entendimentos particularizados, E então a o poder vigente da época, não é? religioso achou por bem formalizar o seu entendimento e tudo aquilo que não estivesse concordante com o que havia sido formalizado como a verdade acerca do entendimento religioso, na época era considerado como heresia. Então, para entender heresia, que é uma palavra do grego, a herese é escolha. É interessante, não é? Ela traz hoje um cunho pejorativo, mas a herese do grego é escolha. Para entendermos heresia, é importante lançarmos um olhar também sobre ortodoxia. Outra palavra originária do grego, ortos reto, doxia, conhecimento, crença, portanto, ortodoxia, a crença reta, o entendimento reto, a verdade. É interessante, não é? Será que há uma verdade que poderíamos trazer com esse entendimento de ortodoxia? Pois naquela época foram se criando esse entendimento, os ortodoxos, a ortodoxia criando os dogmas, os entendimentos
? Será que há uma verdade que poderíamos trazer com esse entendimento de ortodoxia? Pois naquela época foram se criando esse entendimento, os ortodoxos, a ortodoxia criando os dogmas, os entendimentos ditos, então os reais e verdadeiros. E tudo aquilo que fugia disso era então tido como a crença não verdadeira, não reta e, portanto, digna de sofrer todo tipo de anátema, de não aceitação, de perseguição. E nós sabemos então que vários dess várias dessas doutrinas ditas heréticas e nós poderíamos aqui citar várias, o donatismo, o docetismo, o gotismo, o arianismo dos seguidores diários, a crença juda, todos eles foram vítimas de perseguição. de dificuldades. Quem de nós desconhece que em algumas fases da evolução da humanidade na Terra, ser dito herege ou professar um entendimento, uma doutrina considerada para a época herética era uma sentença de morte. Vemos então na idade média, vemos então nos períodos em que a inquisição esteve vigente, quantos foram perseguidos e mortos em decorrência de terem suas crenças consideradas não concordantes como que era tido como a verdade, né? A ortodoxia vigente na época. Muito bem. Tendo feito essa análise, eu me pus a perguntar: "Mas será que Emanuel nos trouxe o item 36 da obra Caminho, verdade e Vida para fazer uma análise histórica, teológica, das doutrinas heréticas?" ou trazendo um cunho pejorativo em cima da palavra. Penso que não. E ao ler o texto do benfeitor, pude me certificar que realmente não era isso o não era esse o objetivo de Emmanuel. Então ele pensa uma fala de Paulo na primeira epístola aos Coríntios, em que Paulo irá dizer aos assim: "E até importa, é até interessante que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós." Então eu fui entendendo que erevia, tanto na fala de Paulo, na sua primeira epístola aos Coríntios, como no texto de Emanuel, não traz o caráter pejorativo que nós fomos acostumados a ter todas as vezes que tínhamos contato com esse tema, com essa palavra. Heresia aqui na carta de Paulo e no
íntios, como no texto de Emanuel, não traz o caráter pejorativo que nós fomos acostumados a ter todas as vezes que tínhamos contato com esse tema, com essa palavra. Heresia aqui na carta de Paulo e no texto de Emanuel faz referência aqueles que trazem escolhas diferentes das nossas, crenças diferentes das nossas, aqueles que não pensam como nós. Então, Emanuel começa dizendo: "Recebamos os hereges, aqueles que não pensam como nós, com simpatia. Já começa aí o benfeitor desconstruindo tudo aquilo que ao longo da história da humanidade havia sido construído com a temática heresia. Herees, recebamos aqueles que não pensam como nós com simpatia. Falem livremente os materialistas. Ninguém se insurja contra os que duvidam. que os descrentes possuam tribunais e vozes. Isso é justo. Então, logo no início, Kardec nos coloca três situações daqueles que realmente não professam as mesmas crenças que nós. Nós quem? Nós espiritualistas, espíritas, aqueles que cremos em Deus, na sua bondade, na sua infinita misericórdia, na sua justiça. Deus, a inteligência suprema, a causa primeira de todas as coisas. o criador dos mundos e seres. Nós que cremos na imortalidade da alma, na continuidade da vida, no contínuo da vida, nós que cremos na reencarnação como mecanismo da misericórdia e da justiça de Deus. Nós que cremos no Cristo como orientador da terra, o nosso bom pastor. Nós que acreditamos na máxima do amor, acreditamos em Deus em suas leis perfeitas e mutáveis. Amar a Deus sobre todas as coisas, ao próximo, como a nós mesmos? Então, o benfeitor nos traz os materialistas, aqueles nossos irmãos que creem ou querem crer que tudo se acaba com a finalização da experiência na matéria. O benfeitor nos traz os que duvidam, os que dizem não crer em Deus, muito menos na sua bondade infinita. O benfeitor nos traz os descrentes, três exemplos de movimentos atuais que encontramos hoje em indivíduos, em sistemas, em instituições. Podemos dizer que o materialismo vige em vários segmentos da experiência humana atual.
descrentes, três exemplos de movimentos atuais que encontramos hoje em indivíduos, em sistemas, em instituições. Podemos dizer que o materialismo vige em vários segmentos da experiência humana atual. E olha o que ele nos diz. Acolhamos com simpatia, porque é justo que eles falem, é justo que eles tragam os seus pontos de vista. os seus entendimentos. E Paulo foi inspiradíssimo nessa assertiva que ele trouxe na primeira epístola aos Coríntios, dizendo que é importante que convivamos com essas doutrinas para que possamos então dar o testemunho da nossa fé para que aqueles de nós que tão sinceros se manifestem. se manifestem como nos duelos verbais, vibracionais, nas perseguições a aqueles que não pensam como nós, nos movimentos de morte, matando relações, convivências, prejudicando. Não. Este caminho já foi trilhado por muitos de nós. E vejam onde esses caminhos nos trouxeram. Muitas vezes em cenários de dor, de perturbação, de inquietude. O benfeitor vai nos dizer que os que condenam esses heres da atualidade, aqueles que não creem em nada disso que trouxemos aqui, não ajuízam sobre o amor divino. dizer do Pai que amaldiçoa o Filho por haver regressado à terra enfermo e sem esperança? Quem são os filhos que retornam as experiências da carne? A casa do Pai que é todo local no universo infinito? Enfermos e desesperançados. São esses que o benfeitor elencou, os materialistas, os descrentes, os que duvidam. E olha o que Emanuel vai dizer. Quem não consegue crer em Deus está doente. Está doente da alma, está doente do psiquismo, porque nós somos criaturas de Deus. Há incito em nós, em nossa consciência, a ideia de Deus e de suas leis. inscritas em nossa consciência, em nossa essência, o conhecimento da continuidade, da imortalidade. Então, cabe-nos pensar, meus amigos, em que ponto da trajetória dessas almas enfermas e sofredoras, foram elas feridas a ponto de romperem relações com a divindade, colocando-se nesse lugar de tamanho desespero, que é o materialismo. E o benfeitor abre-nos o entendimento.
lmas enfermas e sofredoras, foram elas feridas a ponto de romperem relações com a divindade, colocando-se nesse lugar de tamanho desespero, que é o materialismo. E o benfeitor abre-nos o entendimento. Ele vem nos dizer que quem não crê em Deus, que quem não consegue crer em Deus está doente, mesmo que o seu grito de socorro, mesmo que o seu desespero se acoberte por lindos discursos filosóficos, científicos, mas são doentes da alma, nos solicitando, muitas vezes nos implorando, algo que os faça recobrar a capacidade de crer. E nós vamos encontrar isso dito com todas as letras na questão 148 livro dos espíritos, quando Kardec trata do tema o materialismo nas questões 147, 148, no finalzinho da resposta dos espíritos à questão 148, eles irão dizer: "A maior parte desses irmãos só é materialista por não ter nada que possa preencher esse vazio ante o abismo que se abre à frente deles, mostrai-lhes uma âncora de salvação e a ela se agarrarão imediatamente. Porque é da essência humana crer em Deus. É da essência humana crer na bondade de Deus. É da essência humana crer na imortalidade da alma. Então, esses nossos irmãos muitas vezes são colocados no nosso caminho para que possamos oferecer a eles esta âncora de salvação que os fará recobrar a consciência e retomar o caminho. Então, Emanuel vai nos dizer numa outra mensagem maravilhosa dele na obra Chico Xavier pede licença, em que ele diz assim que existem doentes da alma tanto quanto existem doentes do corpo. Quando encontrarmos companheiros envolvidos na sombra do materialismo destruidor, ao invés de atacá-los verbalmente, como às vezes fazemos em duelos verbais, ríspidos, descaridosos, o benfeitor nos diz: "Compadece-te, que tenhamos Compaixão de quantos tercados pela vida abundante que demonstra a existência de Deus nos permeando a todo instante, se acham aparentemente desligados da ideia de Deus. Aparentemente, porque Deus está neles, eles só perderam a capacidade de enxergar isso e trazem o coração intransitório desequilíbrio.
todo instante, se acham aparentemente desligados da ideia de Deus. Aparentemente, porque Deus está neles, eles só perderam a capacidade de enxergar isso e trazem o coração intransitório desequilíbrio. Se nos hostilizam por aquilo que cremos, silenciemos. Se nos provocam, abençoemos. Não lhes atiremos p ao vinagre que se lhes represa a existência. Vamos pensar nas dificuldades e nas lágrimas que os fizeram assim. Nós não conhecemos a trajetória trilhada por esses irmãos que descreem, que duvidam, que vacilam, que entregaram-se ao materialismo. Surpreendemos nessa trajetória aqueles que foram orientados com rebeldia desde a primeira infância e que não dispõem de facilidades imediatas para renovarem as suas convicções. E os que se viram mentalmente espancados por desenganos e perderam a confiança em si próprios. E o que dizer daqueles que se supunham superiores à sabedoria divina e desejavam subjulgar seus irmãos, caindo em amargas experiências que os constrangeram ao reconhecimento da própria pequenez, que ainda não conseguem admitir. os que tiveram a casa visitada pela morte e se revoltaram contra as leis da vida, que lhes favoreceram os entes amados com a libertação, antes que as cadeias do sofrimento se lhe apertassem. E o que dizer daqueles que se enredaram em laços de angústia e pranto? pretendendo a fuga dos processos expiatórios que criaram para si mesmos na liberação das próprias culpas. São esses, meus amigos, os nossos irmãos tão sofredores, que em virtude desses caminhos resolveram romper a sua relação, a sua conexão com a divindade e dizem: "Não acredito em nada. Não creio em Deus, porque se Deus existisse, eu não estaria passando por isso. Não teria levado meu filho, não teria me trazido a essa circunstância. São gravemente enfermos. Que luta e que dor é caminhar pela vida sem o beneplácito do entendimento e da certeza de que o amor de Deus nos envolve a todos, nos ampara sempre. Então, diante desses irmãos, jamais devemos acusar. Antes devemos estender-lhes
r pela vida sem o beneplácito do entendimento e da certeza de que o amor de Deus nos envolve a todos, nos ampara sempre. Então, diante desses irmãos, jamais devemos acusar. Antes devemos estender-lhes as mãos seguras do nosso entendimento e tanto quanto possível que possamos fazer frente à dor deles com a nossa palavra de esperança, de bom ânimo, de fé, com o nosso silêncio. fraterno, envolvendo-os nas vibrações amorosas daquele que caminha pela vida, entendendo o valor da solidariedade, da fraternidade, mas acima de tudo, que demonstremos com convicção, com sinceridade a nossa fé pelas as nossas atitudes que são a todo instante observadas frente à dor, como se coloca o espírita imortalista, reencarnacionista, que crê em Deus na sua justiça e sabe que nada nos chega sem a quiess do Pai. A nossa postura frente à morte, a nossa postura frente à aquele que nos solicita ajuda. é no exemplo, é na atitude, é na condução que vamos trazendo a esses nossos irmãos, os hereges do hoje, que permitiram-se abandonar-se na própria dor, uma fresta um pouquinho de luz. que vem daquilo que já somos capazes de compreender acerca das realidades eternas. Há uma questão em livro dos espíritos, a questão 799. De que maneira o espiritismo pode contribuir para o progresso? E os espíritos começam de maneira perempitória, destruindo materialismo, que é uma chaga da sociedade. O espiritismo pode fazer com que os homens compreendam onde estão seus verdadeiros interesses. Como a vida futura não mais estará velada pela dúvida, o homem perceberá melhor que pode garantir seu futuro desde agora no presente, destruindo os preconceitos de seita, de casta, de cores. O Espiritismo ensina aos homens a grande solidariedade que os há de unir como irmãos. E ainda em um livro dos espíritos, os espíritos nos ensinam sobre a liberdade de consciência, nos dizendo que não nos cabe violentar. Nenhum dos ditos herees, no entendimento de Emanuel, são livres para aceitar e pensar como quiserem, mas que devemos não violentá-los,
liberdade de consciência, nos dizendo que não nos cabe violentar. Nenhum dos ditos herees, no entendimento de Emanuel, são livres para aceitar e pensar como quiserem, mas que devemos não violentá-los, mas usarmos de persuasão e de brandura, não É pela força que se convence ninguém. Se alguma coisa, meus irmãos, nos é dado impor, é o bem e a fraternidade. Frente ao materialismo, trabalhemos pelo bem, pela fraternidade, porque esses são frutos que o materialismo jamais poderá oferecer. E a doutrina que professamos tem o condão de oferecer consolação, amparo, apoio, bem. O melhor meio de convencermos esses nossos irmãos não é pela violência, pelo duelo verbal, pela perseguição, mas pela brandura, pela perseverança, pelo nosso caminhar nas estradas do bem. E encerrando a nossa fala na questão 842, Kardec pergunta: Considerando-se que todas as doutrinas têm a pretensão de ser a única expressão da verdade, por que sinais poderemos reconhecer? a que tem o direito de se apresentar como tal. E nós espíritas poderíamos dizer: "Ah, é o espiritismo". Mas não foi isso que os espíritos responderam. Porque se tivessem respondido é o espiritismo, talvez. nós devêsemos repensar. Não, meus amigos, eles dizem assim: "Será aquela que fizer mais homens de bem e menos hipócritas, isto é, homens que pratiquem a lei de amor e de caridade na sua maior pureza e na sua mais ampla aplicação. Por esse sinal reconhecereis que uma doutrina é boa, visto que toda doutrina que tiver por efeito, semear a desunião e estabelecer linhas de separação entre os filhos de Deus, só pode ser falsa. e perniciosa. Então, meus amigos, com essa belíssima explanação dos espíritos superiores, nos dispamos das crenças que alimentamos até aqui acerca das heresias, sejam as de ontem, quando nos vestíamos com as capas muitas muitas vezes hipócritas dos defensores das ortodoxias vigentes até as heresias do hoje, quando muitas vezes do alto das nossas vaidades e orgulhos acreditamos ser superiores porque já temos contato
as muitas vezes hipócritas dos defensores das ortodoxias vigentes até as heresias do hoje, quando muitas vezes do alto das nossas vaidades e orgulhos acreditamos ser superiores porque já temos contato com os ensinamentos. da doutrina dos espíritos. Acolhamos todos aqueles que não pensam como nós, com compaixão, como irmãos que somos todos. E aprendamos a lição. Não basta ostentarmos o rótulo A ou B. É preciso fazer, é preciso caminhar, nos transformando em homens de bem, destruindo em nós a hipocrisia, o farisaísmo que ainda habita os nossos corações e que nos abracemos como irmãos, porque enquanto a lei de fraternidade e de solidariedade não for uma realidade na terra, a dor se fará necessária. Pela atenção de vocês, o meu muito obrigada. O nosso muito obrigado as palavras da Débora, a explanação que ela nos trouxe no momento em que presenciamos hoje no mundo as religiões querendo determazia sobre Deus e querendo excluir todos aqueles que não compartilham da mesma fé. Jesus é sempre muito claro ao nos lembrar em seu evangelho que seríamos reconhecidos tão somente pelas nossas obras. E ele ainda é mais enfático quando ele diz: "Nem todos que dizem: "Senhor, Senhor", entrarão nos rein no reino dos céus, mas somente entrará aquele que faz a vontade do meu Pai que está nos céus. Então, é a partir desta premissa que nós precisamos escolher o bem, indiferente da nossa escolha religiosa, não é? Nós sempre lembramos que a doutrina espírita não tem nenhum objetivo de converter ninguém. Nós abraçamos o propósito de levar a todos aqueles que sofrem a palavra de consolo que Jesus nos deixou. Tão somente isso, mas nos lembrando sempre que o que nos acompanha é uma responsabilidade enorme diante das escolhas que nós fazemos como seres imortais. Então, que o convite de Jesus seja aceito por cada um de nós e que possamos levar as suas bênçãos, indiferente da opinião, da crença ou da vivência espiritual do outro, porque o bem só chegará onde se fizer necessário e podemos ser multiplicadores desse bem.
ós e que possamos levar as suas bênçãos, indiferente da opinião, da crença ou da vivência espiritual do outro, porque o bem só chegará onde se fizer necessário e podemos ser multiplicadores desse bem. Elevemos o nosso pensamento até Jesus, agradecendo a ele por este momento, estes momentos de esclarecimento, de inspiração da Débora, por este alimento que abastece o nosso espírito e rogando a ele que nos permita todos os dias ao abrir abrirmos os olhos, estarmos com ele, para ele e por ele. Que Jesus possa levá-los em segurança de retorno a seus lares e que na próxima sexta-feira que estejamos mais uma vez nos alimentando deste alimento espiritual. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios [música] por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade.
enéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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