A PERDA DE ENTES QUERIDOS - Terezinha de Jesus [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 25/10/2025 (há 5 meses) 39:43 471 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. Boa tarde, meus irmãos, minhas irmãs. É uma alegria muito grande estar aqui juntos, junto com vocês, para fazermos algumas reflexões sobre o evangelho. Nossa perda de entes queridos é um tema difícil, mas fundamental para que nós possamos refletir sobre a partida daqueles que amamos, mas também sobre o modo como nós estamos conduzindo as nossas vidas. E nós somos espíritas. Esta é uma casa espírita. A casa espírita é aquele lugar onde a gente revive o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. E é justamente sobre a ressurreição que de de nosso Senhor Jesus Cristo, que todo o evangelho foi pregado, né, que todo o cristianismo foi fundado. E a doutrina espírita e vem justamente para isso, né, para nos trazer as provas da imortalidade da alma. A doutrina espírita vem nos dizer que os nossos entes queridos não estão mortos, estão vivos. E é por isso que nessa tarde de hoje nós vamos refletir um pouco mais e sair dessa casa com coração cheio de esperança, de alegria, porque a doutrina espírita é a doutrina consoladora por excelência. Então vamos à nossa prece. Vamos nesse instante pensar em todas as pessoas que nós amamos, nas pessoas que nós estamos, que nós sabemos que estão vivendo grandes desafios. grandes sofrimentos, aquelas que estão enlutadas, que é a maior de todas as dores, aquelas que estão em um luto antecipatório, porque muitos de nós estamos enfrentando na família, né, alguns conhecidos nossos, pessoas próximas, enfrentando na família aqueles momentos que de terminalidade da vida de alguém. Então, esse é o momento em que nós buscamos com maior de todos os fervores, a oração, a comunhão com as esferas superiores. E todos juntos, quem quiser pode com falar em voz alta, sem nenhum problema. Vamos orar aquela oração que Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino,

s, quem quiser pode com falar em voz alta, sem nenhum problema. Vamos orar aquela oração que Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os que nos são devedores. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém. >> Com certeza Maria Angélica está no coração de Deus. Maria Zélia está no coração de Deus, né? Vamos bem, minhas amadas, meus amados. Eh, às vezes a gente diz assim, eh, muitas pessoas dizem, né? Ah, mas a gente não pode chorar pelas pessoas que que morrem. A gente precisa manter o equilíbrio espiritual. Tudo isso é verdade. Mas antes eu gostaria de chamar a atenção para o Evangelho de João, o versículo 11, o capítulo 11, versículo 35. Jesus chorou. Esse versículo está justamente no capítulo que trata da ressurreição de Lázaro. Todos nós conhecemos essa história. Jesus se dirige a Betânia. Ele tem lá seus amigos Lázaro e Marta. Ele vai, ele recebe a notícia de que Lázaro morreu e ele chega a Betânia. Muitas pessoas estavam se dirigindo até lá, estavam ali para confortar as irmãs que tinham perdido o seu irmão. E logo que Jesus chega, ela diz: "Senhor, se tu estivesses aqui, o meu irmão não teria morrido". Quem nunca pensou isso? Jesus, se tu tivesses aqui, o meu pai, a minha mãe, meu irmão, meu marido, minha minha filha, meu filho, minha esposa, meu amigo, não teria morrido. Nós temos uma dificuldade imensa com a morte. E Jesus é justamente aquele que vem vencer a morte. Ele vem nos mostrar, nos provar, né, que a morte é uma passagem. Não é que a morte não seja importante, não é que a morte seja, devamos desprezá-la, não é? Não se trata disso. A morte é esse processo de transformação pelo qual todos nós passaremos. E é profundamente doloroso perdermos, eu vou utilizar essa palavra propositadamente, perdermos alguém que nós amamos. E a dor

. A morte é esse processo de transformação pelo qual todos nós passaremos. E é profundamente doloroso perdermos, eu vou utilizar essa palavra propositadamente, perdermos alguém que nós amamos. E a dor é muito grande quando nós estamos totalmente despreparados, quando nós eh temos aquela notícia súbita, todo mundo tem uma experiência parecida. E quando é uma morte por suicídio, essa é que é a mais dolorosa de todas. Ao longo desses meus 40 e tantos anos de trabalho espírita nessa área de de divulgação do evangelho, eh são as dores eh inconsoláveis. E eu queria deixar uma coisa muito clara hoje aqui, eh porque essa dor vem com a culpa. Eu não vi, eu não percebi. Quantas vezes eu ouvi pais, mães, né, pessoas queridas, eh, amigos desesperados, assim, eu devia ter visto, essa pessoa me falou isso, me falou isso. Gente, a gente precisa entender uma coisa. Uma pessoa que chega a esse ponto, ela está profundamente adoecida. Há várias razões que nós não temos tempo aqui para falar sobre elas, mas uma delas é o transtorno mental. daquelas que a natureza nos impõe, nós estamos profundamente adoecidos. Mas a doutrina espírita é a doutrina da esperança. A doutrina espírita vai dizer que o nosso ente amado, seja qual for a forma como ele volta para a vida verdadeira, que é a vida espiritual, ele está amparado. Mesmo que nós não percebamos, meus irmãos, nós estamos amparados. Então o luto ele é essa é um processo de uma vida inteira. Às vezes as pessoas me dizem assim: "Ah, mas eh faz tanto tempo que meu pai, minha mãe faleceu e ainda meu filho e eu ainda sinto como se fosse hoje". Às vezes é assim mesmo. Tem 10 anos que a minha mãe faleceu. De vez em quando eu choro de saudade dela. Há coisas que eu gostaria de cantar, contar para ela, há músicas que eu gostaria de cantar para ela, há histórias que eu gostaria de contar para ela. Essa dor é uma dor legítima. Só que esse processo ele vai ocorrendo ao longo da vida e nós vamos dando um lugar muito especial para esse ser que jamais vai

istórias que eu gostaria de contar para ela. Essa dor é uma dor legítima. Só que esse processo ele vai ocorrendo ao longo da vida e nós vamos dando um lugar muito especial para esse ser que jamais vai deixar de ter um espaço no nosso coração. Às vezes a gente diz assim: "Não, eu quero sentir essa dor, eu não quero parar de chorar". Eu digo isso porque eu já ouvi. Eu não quero parar de chorar pela minha neta, pelo meu neto, pelo meu filho. Eu não quero parar de chorar. Eu quero continuar sentindo essa dor, porque muitas vezes a pessoa acha que é justamente esse choro, essa dor que ali continua ligá-la a esse ente amado. O que nos liga é o amor. Eu sempre digo que se não houvesse vida depois da morte, se Deus não existisse, se nada existisse, o amor que a minha mãe sentia pelo meu pai seria suficiente para me provar que há algo maior e mais poderoso do que a morte, do que tudo, que é o amor que a gente sente por alguém. Durante 44 anos, a minha mãe sempre falou do meu pai, eles tinham um amor muito grande um pelo outro, como se ele tivesse ali, como se ele fosse chegar daqui a pouco. Então, não é que a gente, cada um tem o seu jeito, né, de expressar o seu amor. Aquele foi o dela, né? Então, nós não nos esquecemos. Nós vamos aos poucos dando esse lugar especial, vamos retomando a vida que é fundamental. Um dos problemas maiores que eu já vi, né, foi no principalmente no meu trabalho, é alguém dizer: "Eu devia ter morrido no lugar do meu irmão, porque a minha mãe, depois que meu irmão morreu, ela se esqueceu que nós existimos. Isso não foi uma pessoa, foram outras pessoas. É muito comum acontecer isso. A gente se prende a dor. Este é o luto patológico. O luto patológico a gente trata no consultório terapêutico. A gente busca ajuda médica e não tem nenhum problema em a gente senti-lo. A morte ela traz muitas questões para nós. Muitas questões dentro de nós que não estão resolvidas aparecem ali naquela hora. muito muito do daquilo que nós eh eh temos dentro da nossa alma de sabe

lo. A morte ela traz muitas questões para nós. Muitas questões dentro de nós que não estão resolvidas aparecem ali naquela hora. muito muito do daquilo que nós eh eh temos dentro da nossa alma de sabe aquelas coisas assim, tipo, às vezes a gente diz uma palavra que não devia, a gente briga, a gente encrenca. Eu sempre digo que eu e a minha mãe, nós brigávamos de vez em quando porque eu sou espírita e ela não conseguia compreender isso, mas hoje ela já vem as palestras, é possível que ela esteja aqui, de vez em quando alguém vê. Outro dia a gente tava numa reunião mediúnica e todo mundo, a mãe de todo mundo tava presente. Era uma festa de mãe, pelo visto. E eu, cadê a minha mãe? El as minhas colegas deve ter ido paraa missa. Eu digo, deixa eu dar um pulinho na igreja de São Judas Tadeu, né? Porque ali é onde até as minhas filhas sentem a presença dela. Nós temos divergência e quando a morte vem e leva esse ente querido, a gente, meu Deus, eu devia ter feito, a culpa vem junto, devia ter feito isso, devia ter feito aquilo, devia ter brigado menos, né? Devia ter amado mais, como diz aquela música linda. E e não é bem isso, é que a morte também nos põe em contato com a vida. Por isso que para nós espíritas a morte é essa passagem. E é por isso que Jesus vai dizer aqui para pra Marta, né? Eh, se eh quando ela diz: "Senhor, se tu estivesses aqui, o meu irmão não teria morrido. Eu sei que tudo quanto pedirdes a Deus agora Deus te dará. Jesus diz a ela: "Teu irmão se levantará. Teu irmão ressuscitará". E aí a Marta diz: "Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição do último dia". E Jesus diz: "Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, mesmo se morrer, viverá. E todo o que vive e crê em mim, jamais morrerá para todo sempre." Crêis nisso? Então, aqui tem um ponto importante, que a morte, ao mesmo tempo, ela é essa transformadora da vida e ela nos mostra o que que nós precisamos fazer. quando estamos aqui ainda. Aquele que partiu terminou o seu tempo. Eu gosto muito

tante, que a morte, ao mesmo tempo, ela é essa transformadora da vida e ela nos mostra o que que nós precisamos fazer. quando estamos aqui ainda. Aquele que partiu terminou o seu tempo. Eu gosto muito dessa mensagem do livro Evangelho Segundo Espiritismo. Esse aqui é uma edição de Letras Grandes, gente, que beleza, né? Que alguém quiser, tá lá na livraria da comunhão. Perda de entes de pessoas prematur perda de pessoas amadas e mortes prematuras. Ele vai falar assim: "Quando a morte seiva se ceifa nas vossas famílias, arrebatando-se em restrições os mais moços antes dos mais velhos costumais dizer: Deus não é justo". E ele continua a a leitura. Em seguida, ele vai dizer aqui: "Humanos, é nesse ponto que precisais elevar-vos acima do terra a terra da vida, para compreenderdes que o bem muitas vezes está? Onde julgais ver o mal e a sábia previdência? Onde pensais de visar a cega fatalidade do destino? Vejam essa pergunta. Por que avalei aveis de avaliar a justiça divina pela vossa? Essa pergunta ela é fundamental. Há uma justiça divina. O que é a justiça divina? O que é a justiça humana? é um espaço de reivindicação dos nossos direitos. A justiça divina é o equilíbrio do universo que fundamenta-se no amor. Então, a justiça divina, ela é diferente, ela tem outra razão. Ele diz aqui: "Podei supor que o Senhor dos mundos se aplique por mero capricho as inflingir penas cruéis? Nada se faz sem um fim inteligente, e seja o que for que vos aconteça, tudo tem a sua razão de ser. Se perscutásseis melhor todas as dores que vos advém, nelas encontrariais sempre a razão divina. Temos a nossa razão humana que nos diz isso ou isso ou aquilo. Nós buscamos essa fazemos correlações, relações de causa e efeito, fazemos experimentos, desenvolvemos a ciência, afinamos, afiamos o pensamento. Mas há uma razão divina, felizmente ele vai dizer aqui. E essa razão é uma razão regeneradora. E ele diz assim: "Os vossos miseráveis interesses se tornariam de tão secundária consideração que os atiraris

há uma razão divina, felizmente ele vai dizer aqui. E essa razão é uma razão regeneradora. E ele diz assim: "Os vossos miseráveis interesses se tornariam de tão secundária consideração que os atiraris para o último plano." Então, nós precisamos compreender essa razão divina que há, esse processo da que que é estabelecido quando nós entramos aqui na encarnação. Mas nós só conseguimos compreender isso quando nós compreendemos que há uma vida, que nós saímos do seio do criador como uma faísca, como uma centelha. Pensa num incêndio, numa num fogo, numa fogueira, pensa nas faíscas que saltam. Aquelas faíscas somos nós. Toda faísca tem potencial de causar também uma um incêndio, né, um fogarel. Assim somos nós. Nós saímos do seio de Deus como faíscas, como centelhas e voltaremos a ele consciente das nossas possibilidades. Por isso que nós temos muitas existências. Às vezes nós passamos dias aqui, 120 anos aqui na terra, são dias diante da eternidade. Mas por que que nós nascemos? Por que que nós encarnamos? Por que que nós assumimos um corpo que nos impõe um trabalho intenso, um trabalho intenso à alma? Justamente porque nós precisamos desse tempo para consolidar alguns aprendizados quando nós estudamos a doutrina espírita e particularmente particularmente uma obra que é a Evolução em Dois Mundos de André Luiz. Evolução em dois mundos é uma obra que a gente precisa de um pouco mais de de tempo e maturidade para compreendermos, né? Nós vamos entendendo ali que aqui esse lugar da encarnação, o lugar aqui da da do mundo físico, desse mundo biológico, é o lugar onde nós consolidamos todo um aprendizado espiritual. E o Evangelho Segundo o Espiritismo aqui no capítulo sexto, o Cristo Consolador, ele vai dizer justamente isso, né? que a vida é a quem diz isso é o espírito de verdade. Instruções dos espíritos, advento do espírito de verdade. Vejam vocês, ele vai dizer aqui: "Orai e crede, pois que a morte é a ressurreição e a vida a prova buscada, durante a qual as virtudes que houverdes

ções dos espíritos, advento do espírito de verdade. Vejam vocês, ele vai dizer aqui: "Orai e crede, pois que a morte é a ressurreição e a vida a prova buscada, durante a qual as virtudes que houverdes cultivado crescerão e se desenvolverão como cedro." Eu tenho repetido muito essas palavras justamente porque nós precisamos entender qual é o objetivo da nossa existência. Desenvolver a virtude. O que são as virtudes, as potências divinas que nós carregamos em nós. Aqui temos um copo d'água. Se eu tirar uma gota da água e examinar, ela tem a mesma constituição da água do copo e do lago da qual foi retirada. Assim somos nós. Nós somos filhos do Criador, criados à sua imagem e semelhança. Aqui estamos utilizando a energia divina que o nosso Pai nos oferece com um objetivo sublime e supremo, o bem. O bem sempre. Fiz um monte de coisa errada. Como é que eu resolvo os problemas que eu criei fazendo bem? Como é que eu desmancho os nós que eu fui criando ao longo da vida, fazendo bem, ao longo das minhas existências, meu Deus, eu chego do outro lado da vida cheia de problemas que eu criei, de arrependimentos. Aqui Allan Kardec capítulo 5, quando ele vai falar das causas atuais das aflições, no capítulo 5 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, ele vai lembrar, é o próprio Kardec quem escreve isso, né, que capítulo 5, tá gente? Causas atuais das aflições, ainda o evangelho, ele vai dizer que mesmo modo que o aquela pessoa, o trabalhador preguiçoso desiste, perdi o meu dia, né? Passei o dia nas redes sociais procrastinando. Pois é, do mesmo modo, muitas vezes a gente diz assim: "Eu perdi a minha vida. Eu queria ter uma nova oportunidade, mas é tarde. Mas a doutrina espírita, que é a doutrina consoladora por excelência, vem nos dizer que do mesmo jeito, diz aqui Kardec, do mesmo modo que para o homem, eh, contudo, assim como para o obreiro, o sol se levanta no dia seguinte, permitindo-lhe neste reparar o tempo perdido, também para o homem, após a noite do túmulo, brilhará o sol de uma

para o homem, eh, contudo, assim como para o obreiro, o sol se levanta no dia seguinte, permitindo-lhe neste reparar o tempo perdido, também para o homem, após a noite do túmulo, brilhará o sol de uma nova vida em que lhe será possível apresentar, aproveitar a experiência do passado e suas boas resoluções para o futuro? Eu posso dizer, meu filho foi a pessoa que cometeu as maiores atrocidades da vida, mas era meu filho e eu estou aqui chorando por ele porque eu o perdi, eu o amo. Qual é a esperança que eu tenho? Pois a esperança que você tem tá lá no livro Libertação de André Luiz, uma mãe que nas esferas superiores trabalha há 500 anos e o filho dela tá lá nas trevas mais profundas e 50 anos atrás ela detecta o movimento na alma dele de cansaço do mal. E aí um novo projeto eh feito para que possa resgatá-lo e ele renascer aqui na vida com algumas dificuldades naturalmente, porque todos nós temos dificuldades e recomeçar a sua jornada espiritual. Por isso que a doutrina espírita é a doutrina da consolação. Por isso que Jesus diz: "Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. Porque não existe morte, meus irmãos. Não existe morte no sentido de desaparecimento completo, né? O que existe é a vida. André Luiz aqui no livro Os mensageiros, ele diz uma frase que me encanta. Ele diz assim: "É necessário difundir a ideia da vida vitoriosa". Aliás, o evangelho já nos ensina há muitos séculos que Deus não é Deus dos mortos e sim o pai das criaturas que vivem para sempre. Essa foi a grande mensagem que Jesus vem trazer ao mundo. Estavam ali os seus discípulos angustiados, desesperados. o seu mestre havia sido crucificado. Ele aparece e diz: "Paz seja convosco". E aí começa mais tarde, né, a difusão das ideias de Jesus. Mas até 1857, quando a doutrina espírita é apresentada ao mundo em o livro dos espíritos, até essa obra magnífica ter sido publicada a partir de uma investigação profunda feita por Kardec e tantas outras pessoas, porque antes de Kardec já havia 10 anos de pesquisa eh dos fenômenos

píritos, até essa obra magnífica ter sido publicada a partir de uma investigação profunda feita por Kardec e tantas outras pessoas, porque antes de Kardec já havia 10 anos de pesquisa eh dos fenômenos espíritas e depois de Kardec continuará a pesquisa continuará a acontecer. Nós temos aí uma doutrina que tem um objetivo, preparar uma nova era para a humanidade, a era do espírito. O espiritismo vem justamente para nos dizer que a vida continua, né? Que a vida, a existência física é a prova buscada. Estamos ali no mundo espiritual, nos preparamos, buscamos os nossos entes amados, eles nos auxiliam, vem, preparam um lar para nós, nós escolhemos aquilo que nós precisamos aprender dessa vez. Por isso que de vez em quando a gente, meu Deus do céu, né? Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece, né? Pois é. Lugar de assombração é onde? aqui no centro espírito. Então traz a assombração para cá e a gente vai tratando, né? Por vocês acham que eu, Terezinha, se eu não tivesse passado por um processo que eu vivi de uma obsessão suicida, vocês não tm ideia, né? Eu estaria aqui hoje, eu gosto de lembrar sempre que quando eu cheguei à Federação Espírita Pernambucana, pela primeira vez, eh, os espíritos passavam passe paraas pessoas e orientação espiritual lá. E aí passaram 11 passos para minha amiga e para mim passaram 74, viu? Pois é, tô aqui até hoje. Segunda-feira eu tô aqui na comunhão tomando passe. Teve oportunidade, né? Então, gente, a doutrina espírita vem nos lembrar isso. A consolação espírita não é a negação do luto, né? A consolação espírita é: eu sei, né? A dor é grande. Há uma dor dessa separação, né? O nosso tempo tá terminando. A dor da separação é muito grande, mas nossos entes amados não estão perdidos para sempre. Jesus se emociona. Jesus chora ao ouvir a notícia da morte de Lázaro. É impossível. Às vezes a gente diz: "Não, eu não sou, eu sou forte. Eu não vou chorar, eu vou dar conta. Quando a primeira palestra que eu fiz depois da do falecimento da minha

cia da morte de Lázaro. É impossível. Às vezes a gente diz: "Não, eu não sou, eu sou forte. Eu não vou chorar, eu vou dar conta. Quando a primeira palestra que eu fiz depois da do falecimento da minha mãe, que eu falei: "Gente, eu tô muito triste, né? É, o meu coração tá doendo muito tudo, porque a gente é espírita e tem uma confiança e uma fé profunda, a gente sabe que durante as alegrias nós estamos aqui nas bodas de Caná nós estamos aqui no Calvário, nós estamos aqui e na hora da ressurreição, nós estamos aqui. E o que me surpreendeu muito, as pessoas, pessoas que vieram falar comigo dizendo: "Terezinha, eu tinha meio quando meu pai morreu ou minha mãe morreu, alguém morreu da minha família, né, pessoas diferentes vem me dizer, eu, as pessoas diziam que eu não podia chorar, mas eu fui muito fraca, eu acabava chorando. Isso não é fraqueza, é a manifestação, é a expressão da nossa dor. Agora, se eu não consigo retomar a vida, porque aos poucos a gente vai retomando a vida a durante o processo de luta, o que dura a vida toda, né? Nunca mais eu vou ter, eu vou à missa com a mamãe. Nunca mais, né? Pelo menos nessa vida não. E quando chegar no mundo espiritual, tudo já mudou, né? Então, né? Nunca mais eu vou ter aquela pessoa ali na no meu almoço de domingo, né? Isso é doloroso. Mas que coisa maravilhosa é quando nós estamos ali, né, em algum momento em casa ou no centro espírita ou alguém diz: "Olha, eu tenho a impressão que eh eu recebi uma mensagem ou talvez a gente nem tenha aquela mensagem, porque às vezes a gente fica ali angustiado. Eu queria tanto uma mensagem, queria tanto uma mensagem. Meus irmãos, minhas irmãs queridas, será que eu não tenho merecimento de receber uma mensagem de um ente querido? Isso não é uma questão de merecimento. Quando nós estudamos a doutrina espírita, estudamos, eu tô falando estudar a doutrina espírita mesmo, a gente compreende melhor o que Jesus diz assim: "Deixa aos mortos o cuidado de de com os mortos. Vamos deixar. Hoje eu penso, não, deixa a mamãe quieta, né?

falando estudar a doutrina espírita mesmo, a gente compreende melhor o que Jesus diz assim: "Deixa aos mortos o cuidado de de com os mortos. Vamos deixar. Hoje eu penso, não, deixa a mamãe quieta, né? Eu já dei trabalho para ela. Descansa de mim, mamãe. Já dei trabalho demais para você. Deixa você quieta lá. Ou seja, a gente precisa aprender essa essa conformação, essa aceitação e pensar o que que eu posso fazer para outras pessoas, né, que estão aqui na vida, que precisam de mim. Essa é a questão. É aquela mãe que perde o filho, mas ela tem outros filhos. É aquela, ela tem outros filhos. Às vezes ela tem o casamento dela, ela tem. Eu acho muito, uma das mulheres que eu mais admirei na minha vida é a mãe do Casusa. Ela consegue transformar a dor que ela viveu. É lógico que quando todos os dias ela vai chorar a morte do filho dela, a saudade do filho dela. Mas é aquela saudade ativa, é aquela saudade que a gente trabalha, né? É aquela saudade que a gente vai aliviando, aliviando outras dores. Foi aqui na comunhão que eu recebi uma mensagem do Dr. Dias da Cruz através da dona Irene Carvalho, muitos anos atrás. Filha querida, a medicação colocada. Obrigada, dona Irene. Dona Irene não pode ter morrido nunca. A morte não pode existir para sempre, né? Não cabe na nossa cabeça, filha querida, a medicação colocada na dor dos outros é o remédio para a nossa própria dor. E fica a lição de hoje. Se alguém aqui tá com coração apertado de saudade por um ente querido e agora que chega o dia 2 de novembro e aí é aquela aumenta a dor, é natural. Tudo bem, a gente chora, Jesus também chorou, mas também a gente ressuscita aquela criatura. na nossa alma, se lembrando das coisas mais lindas que ela deixou na nossa vida, o privilégio que foi ter sentido aquele amor. É aí que a gente se apega nessa alegria de ter sentido aquele amor, de ter convivido com aquela pessoa. A gente vai procurar as coisas mais lindas, né? Aquelas fotos às vezes que a gente olha de meu Deus, olha que dia lindo que a

sa alegria de ter sentido aquele amor, de ter convivido com aquela pessoa. A gente vai procurar as coisas mais lindas, né? Aquelas fotos às vezes que a gente olha de meu Deus, olha que dia lindo que a gente viveu, as encrencas também que a gente fez e tudo isso passa. Só a misericórdia divina que não passa. Finalizando aqui, ele vai dizer, Emanuel, Jesus lhe diz: "Teu irmão se levantará". João 11 23. Essa lição está no livro Vinha de Luz. Ressuscitará é o termo. Ele vai lembrar que há muitos séculos as escolas do cristianismo revestiram a morte de paisagens deprimente, né? Esse é o grande problema. Por que que a gente tem tanto medo da morte, gente? Tem um livro lindo de Allan Kardec, o céu e o inferno. Maravilhoso esse livro. Por que que a gente tem tanto medo da morte? Porque a gente tem medo do desconhecido. A gente tem medo das coisas que a gente fez e que a gente não resolveu, sei lá. Mas também tem a forma como a morte é colocada, né? Né? Não sei. O imaginário social. E aí o o Emanuel continua, eu vou pular alguns trechos por causa da hora. Ele diz aqui: "Ninguém nega o sofrimento da separação. Ninguém. Um passarinho. Bem-vindo, passarinho. Ninguém nega o sofrimento da separação. Espírito algum se furtará ao plantil da saudade no jardim interior. O próprio Cristo emocionou-se junto ao sepulcro de Lázaro. Entretanto, a comoção do celeste amigo edificava-se na esperança. Nossas lágrimas tem que conter esperança, acordando a fé viva nos companheiros que o ouviam. Porque, meus irmãos, minhas irmãs, Lázaro seria ressuscitado, mas um dia ele iria morrer de novo. Morreu, né? Essa é a questão. A promessa dele ao carinho fraternal de Marta é bastante significativa. "Teu irmão há de ressuscitar", asseverou o Mestre. Daí a instante, Lázaro era restituído à experiência terrestre, surpreendendo os observadores do inesperado acontecimento, né? Pulando aqui pra gente terminar, ele diz aqui: "Reponhamos a morte em seu lugar de processo renovador da vida. A morte é o processo renovador da vida.

os observadores do inesperado acontecimento, né? Pulando aqui pra gente terminar, ele diz aqui: "Reponhamos a morte em seu lugar de processo renovador da vida. A morte é o processo renovador da vida. De vez em quando eu digo que eu morrerei aos 120 anos. Quero ver quem vai me aguentar até lá, tá? Reponhamos a morte em seu lugar de processo renovador e enchei-vos de confiança no futuro, multiplicando as sementeiras de afeições e serviços santificantes. Quando perderdes temporariamente a companhia direta de um ente amado, recordai as palavras do Cristo. Aquela reduzida família de Betânia é a miniatura da imensa família da humanidade. Então Jesus está aqui e Jesus vai ressuscitando cada um de nós, né, do sepulcro da ignorância. Então, minhas amadas, meus amados, agradeçamos ao Senhor da vida, agradeçamos a Jesus, aos amigos e benfeitores espirituais, aos espíritos consoladores que aqui se encontram, retirando de nós as melhores energias para levar para toda parte, espalhando fé, consolação, amor, esperança, caridade divina. Obrigada aos amigos e benfeitores espirituais, aos trabalhadores dessa comunhão espírita no plano físico e no plano espiritual. Ao Dr. Bezerra de Menezes, que é o condutor dessa casa. Que Jesus nos abençoe e nos ampare e que nós possamos, amado mestre, honrar o teu evangelho, aplicando as nossas vidas, as tuas palavras de vida eterna. Assim seja. Obrigada, minhas queridas, meus queridos. Boa tarde, muita paz para todos nós. Agora é a hora do passe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta

entimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as

u nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. e agradecidos.

Vídeos relacionados