A NATUREZA É NOSSA MÃE

FEEGO 17/05/2025 1:49:48

Venha saber mais sobre a Campanha Espírita Permanente de Conscientização Ecológica

Transcrição

Olhe a natureza, sente a natureza. Sinta a natureza. Boa noite a todos. É com muita alegria que a área do atendimento espiritual da Federação Espírita do Estado de Goiás apresenta a live A natureza é nossa mãe. A nossa proposta é a é a difusão da campanha permanente da conscientização ecológica da Federação Espírita Brasileira e refletir a respeito da contribuição que o Espiritismo e o movimento espírita podem oferecer para a solução dos atuais problemas socioambientais com a finalidade de melhoria dos indivíduos e da coletividade. Nós queremos lembrar que os documentos de orientação ao Centro Espírita da FEB, plano de trabalho para o movimento espírita 2023 a 2027 e o documento da campanha permanente de conscientização ecológica estão disponíveis para download no site da Federação Espírita Brasileira e também da Federação Espírita do Estado de Goiás. E também gostaríamos de informar que o documento de de orientação para o atendimento espiritual no centro espírita da FEB passou por uma atualização que já foi aprovado pelo Conselho Federativo Nacional em fevereiro e brevemente ele será disponibilizado também. Caso queiram esses documentos de forma física, pode acessar na livraria.org.br. BR ou ir até a livraria na Federação Espírita do Estado de Goiás, na Avenida eh, esqueci o nome, Cadu, eh, a Avenida Ricardo Paros, desculpem. Bom, eu gostaria de apresentar agora os nossos queridos irmãos que estão conosco. O Cadu Santana, que é biólogo, mestre e doutor em biologia, professor da Universidade Federal de Goiás, ex-diretor de unificação e atual membro do Conselho de Administração da FE. Boa noite, Cadu, seja muito bem-vindo. Boa noite, Glácia, querido Geraldo e todos os irmãos e irmãs que estão nos ouvindo. Uma alegria estar com todos aqui. Bom, eu vou apresentar agora o nosso querido irmão, conhecido por todos nós, Geraldo Campete Sobrinho, está vice-presidente da Federação Espírita Brasileira na área de divulgação doutrinária, autor, editor, palestrante e apresentador de programas da FEB TV, é

do por todos nós, Geraldo Campete Sobrinho, está vice-presidente da Federação Espírita Brasileira na área de divulgação doutrinária, autor, editor, palestrante e apresentador de programas da FEB TV, é professor bibliotecário, mestre em ciência da informação e servidor público federal. Boa noite. Nós agradecemos pela gentileza, por ter atendido ao nosso convite para esse tema que é muito especial. Boa noite, querida Cláusia. Boa noite, Cadu, amigo, irmão querido. Boa noite, o Toninho que está conosco aí nos bastidores e a todos vocês que vão nos acompanhar ao vivo e também depois, né, que ficar disponível pelo YouTube. Uma gratidão enorme, querida Gláusia, querido Cadu, a oportunidade de estarmos juntos, esse convite que vocês fizeram pra gente poder conversar sobre esse tema tão oportuno, tão necessário. E eu começo aqui, Gláuscio, com uma pergunta. Essa plantinha que você tem aí, ela é natural? Sim, natural. É uma góia. Olha que linda. É natural. E ela está linda mesmo. Que bção. Muito obrigado pelo convite, viu, Gláusic Cador? A gratidão é nossa, Galdo. Nós, então, como todas as atividades que nós desenvolvemos, nós iniciamos com uma prece. Eu gostaria de pedir o Cadu que fizesse a nossa prece inicial. Seu áudio está fechado, Cador. Então vamos nos dirigir ao nosso querido mestre Jesus e rogar a ele que durante todo esse momento em que pensamos as atividades da nossa Federação Espírita do Estado de Goiás e da Federação Espírita Brasileira, particularmente nos interessando, nos dedicando e buscando divulgar as atividades ambientais de todas essas as instituições que ele e toda a equipe espiritual que inspira o nosso movimento espírita brasileiro, coordenado pela nossa Federação Espírita Brasileira, que possa estar conosco em todos os momentos e que além de tudo, mestre, todas as nossas atividades, todos os nossos pensamentos, as nossas palavras e ações sejam sempre voltadas para o estabelecimento do teu evangelho. aqui na terra. Muito obrigado. Continue conosco, Senhor. Assim seja.

atividades, todos os nossos pensamentos, as nossas palavras e ações sejam sempre voltadas para o estabelecimento do teu evangelho. aqui na terra. Muito obrigado. Continue conosco, Senhor. Assim seja. Obrigada, Cadu. Nós já temos, olha, participantes aqui. A Denise C dando para nós o boa noite, a Ilane. Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos. Coloque o nome, a cidade onde estão falando, a sua pergunta, que o Geraldo irá com certeza responder para todos nós. A Clara Nascimento também. Nosso boa noite, a nossa gratidão por estarmos juntos. Com certeza será uma noite muito valiosa. Então eu já passo a palavra para o geral. Fique à vontade. Muito obrigado, querida Cláuscia. Eh, pessoal e com a equipe da área de atendimento espiritual da Federação Espírita, né, do Estado de Goiás. Muito obrigado pela iniciativa tão necessária, tão oportuna. E nós vamos trazer esse tema que a gente encontrou, Cadu e Glácia num livro, num livro muito interessante que o nosso escritor do interior de São Paulo, que se chama Carlos Abranches, ele recebeu da querida dama da mediunidade a dona Selly Caldas Schubert, ainda num papel que era quase que mimiografado uma mensagem. E essa era uma mensagem ditada eh por um espírito que se identificou como eu o espírito, apenas o espírito, não colocou o nome, mas se designou como o espírito. E muito interessante essa mensagem, porque ela se chamou Vozes do Espírito, que acabou tendo o nome do livro publicado pela Federação Espírita Brasileira, de autoria de Carlos Abran, esse amigo querido. E é tão assim curioso que ele tomou cada um dos itens da mensagem como um capítulo do livro. Então, a mensagem tem cerca de 30 frases e ele tomou essas frases e desenvolveu-as em cada um dos capítulos do livro. E uma das frases é exatamente: "A natureza é minha mãe". A mensagem toda ela é muito linda, muito bonita. E essa a natureza é minha mãe, não é? a gente colocou aqui como nossa mãe, chama-nos muita atenção, porque quando a gente pensa na natureza, qual é assim o

nsagem toda ela é muito linda, muito bonita. E essa a natureza é minha mãe, não é? a gente colocou aqui como nossa mãe, chama-nos muita atenção, porque quando a gente pensa na natureza, qual é assim o sentimento que nós temos quando a gente imagina a natureza, quando a gente caminha, quando a gente está assim vendo as árvores, escutando os pássaros, sentindo o vento, quando a gente eh sente a chuva, Qual que é a nossa sensação diante da natureza? Quando a gente observa as árvores frondosas com os seus galhos, as suas folhas, produzindo sombras, trazendo frutos, quando a gente observa os animais, o qual é a sensação que a gente tem? Vocês podem, por favor, escreverem aí nos comentários que o nosso Toninho vai trazendo aqui na medida que a gente for chamando aqui também, se possível. Olha, a Elane Cap, querida amiga, a nossa querida CAP, ela lá de eh de Santa Catarina, viu? É de como é que é o nome da sua cidade, Elane? Anota aí para nós. Jaraguá do Sul, não é? E ela diz que para ela, você tão queridíssima, lindíssima Eline, trabalha conosco aí em vários projetos. Acho que o Cadua conheceu já tá no Palavras de Luz, né? Tá no Fratespero, tá no Evangelho Rede Vivo, né? Que é uma maravilha. A Ilane diz assim para nós que a natureza, né, para ela significa restauração. Olha que coisa curiosa, né? restauração. A natureza, segundo a Denise Curi, que é amiga, irmã também querida, que está aqui conosco, representa o amor de Deus por nós. Olha só que significado, né? E a gente tá com a música de fundo aí propositada, né, Toninho? É isso mesmo, né? A música que tá tocando é a natureza. Olha que lindo. Representa o amor de Deus por nós. Como é bonito, né? Deus que é amor, ele nos ama. nos criou num gesto, num ato de amor. E essa restauração aqui a Elane se refere é exatamente a oportunidade que a gente tem de se renovar, de se regenerar, de se restaurar. É como se a gente tivesse renascendo. A natureza é o exemplo estuante da vida constante, não é? Olha essa querida Deusilenecadu Lausa, não sei se vocês a

se renovar, de se regenerar, de se restaurar. É como se a gente tivesse renascendo. A natureza é o exemplo estuante da vida constante, não é? Olha essa querida Deusilenecadu Lausa, não sei se vocês a conhecem, ela é de Goiânia, viu? Ela é de Goiânia, uma amiga querida. A gente já se conhecia aí pelas pelas lives, né, pela pelo Instagram e ela ela acabou nos, né, nos nós nos conhecemos no congresso aí do DF. A gente teve a oportunidade de se conhecer pessoalmente. Um amor de pessoa, né? Que gracinha. Muito bem. Então, pessoal, Marineil, é isso, Marineila, né, de Trindade, Goiás. A Rose Kelly de Jataí, coisa mais linda, não é? A Rose Kelly conosco. Tivemos lá também no congresso juntos, né? Lá em Jataí. Obrigado pela presença. O SEAC também está conosco aí. Vão chegando, gente. Então, a natureza representa essa questão do amor de Deus sobre a nossa vida. Eh, essa oportunidade de restauração, de reconstrução, eu achei muito bonito no livro, eh, que assim que a gente teve a oportunidade de ler e de encontrar esse capítulo Vozes do Espírito, trazendo a natureza e minha mãe. E é tão curioso por que que a gente compara a natureza com a mãe, gente? O que representa a mãe para nós? Eu achei tão bonita essa conexão, porque quando a gente, a figura da mãe é algo muito especial, é algo assim de uma elevação, a mãe é a representação do amor mais perfeito que a gente pode ter aqui na Terra. Então, a figura da mãe, ela é, não é, Jess? Coloca para nós aí, pessoal do SEAC também, por favor. para Denise, Lane, Deusilene, Marineila, todo o pessoal que tá conosco, quem tá chegando aí também. Olha aí, pessoal da equipe da FEG tá dizendo que a mãe representa o berço. O berço é quem seja, né, exatamente quando nós nascemos e nós vamos ser ali cuidados, né? Jesus fala de Caratinga, Minas Gerais. Que bênção. Então, o berço é a oportunidade que a gente tem de ter todos os cuidados. quando ainda pequeninos, que vamos receber proteção, assistência, amor, conforto, não é assim? A gente vai se

ais. Que bênção. Então, o berço é a oportunidade que a gente tem de ter todos os cuidados. quando ainda pequeninos, que vamos receber proteção, assistência, amor, conforto, não é assim? A gente vai se sentir muito acolhido por essa mãe que nos oferta o regaço materno, maternal, para que a gente possa se sentir tão bem, não é? Olha que beleza, o Johnny tá conosco. Johnny Ribeiro de Itumbiara na divisão de Goiás, né, com Minas Gerais, não é isso? É, é Goiás com Minas Gerais. É isso mesmo, não é? E ele tá falando carinhosamente me chamando de Geraldinho. Ô, ô, a Marine aí, mãe representa amparo, né? A mãe ampara. Denise diz que o amor de mãe é uma conexão divina. Como é interessante, não é? A mãe representa acolhimento, né, Dani? É verdade. A gente se sente acolhido, se sente protegido, se sente amparado, auxiliado, assistido. Tudo pelo amor de mãe. A mãe que nos acolhe, a mãe que nos inclui, a mãe que nos recebe, a mãe que zela por nós, a mãe que cuida de nós. Tudo isso. Quando a gente pensa na mãe, a gente, de certa maneira lembra da proteção, mas também lembra-se que a mãezinha querida precisa de proteção, precisa também de auxílio, de amparo, de assistência, não é isso? À medida que nós vamos crescendo, a mãezinha vai envelhecendo, ela também precisa de nós. A Deus diz que para mim a natureza representa a presença do criador. Obrigado pelas palavras de Cainho Geraldo. Meu, né, se enche de gratidão. Meu coração se enche de gratidão. Olha, querida, essa sua fala me lembrou, né, que a natureza representando a presença do criador que e Joana de Angeles, a mentora de Divaldo Franco, nosso querido amigo, irmão, pai do coração, né, que retornou à pátria espiritual às 21:45 da terça-feira, dia 13 de maio, né? Uma data tão significativa. O nosso irmão retornando à pátria espiritual. com esse legado maravilhoso de trabalho, né, de disciplina, de perseverança, de fidelidade. Deixo o exemplo do amor, né, da caridade. E esse legado do ensino através das obras das quais, né, ele foi

. com esse legado maravilhoso de trabalho, né, de disciplina, de perseverança, de fidelidade. Deixo o exemplo do amor, né, da caridade. E esse legado do ensino através das obras das quais, né, ele foi intermediário, recebendo da sua mentora Joana deângeles e benfeitora de toda a humanidade, tantos ensinamentos. E há uma passagem exatamente no livro que trata da presença de Deus em que havia um senhor que estava no campo capinando uma leira. para quem é da do sítio vai saber do que eu tô falando. Tava lá capinando uma, né, uma terra ali limpando, né, eh, tirando o mato, enfim, preservando a plantação. Então, ele tava capinando e chegou um senhor da cidade, um cidadão então urbano. E ele viu aquele senhor simples, humilde, lá capinando e perguntou para ele assim: "Ô, meu amigo, você acredita em Deus? já perguntou meio num tom desafiador, né? E o senhor naquela simplicidade assim fala: "Mas é claro, crente, né?" Assim, ele falou: "Eu acredito sim, acredito em Deus. É claro que eu acredito em Deus". Aí o senhor da cidade todo com sua, né, arrogância, com seu orgulho, disse assim: "Uá, então você poderia provar para mim onde é que Deus está aqui? Aí o senhor, muito simples, olhou para ele, parou de captar, segurou o cabo assim da sua enchada e disse: "Ô doutor, eu não sei explicar pro senhor onde é que Deus está aqui, mas eu gostaria que o senhor, na condição de doutor, me explicasse aonde é que Deus não está." Então o SEAC do pessoal da Aparecida de Goiânia, né? Coisa linda. Que significado que tem essa mensagem? Porque Deus está em todos os lugares. Deus é onipresente e Deus se manifesta através da natureza dessa sua criação, que é a própria representação do amor. E a natureza é mãe. Essa figura de mãe que a gente tá falando, que nos abriga, nos acolhe, nos cuida, né? Nos zela, nos ama. Também à medida em que a gente vai se desenvolvendo, a gente vai crescendo, nós sentimos também que a nossa mãe, ela precisa de apoio, de amparo, ela precisa também ser cuidada, porque quem ama

s ama. Também à medida em que a gente vai se desenvolvendo, a gente vai crescendo, nós sentimos também que a nossa mãe, ela precisa de apoio, de amparo, ela precisa também ser cuidada, porque quem ama cuida, quem ama ela. Então, que interessante. Se a natureza é nossa mãe, como é que a gente trata a nossa mãe? Escrevam para mim aí, por favor, como é que nós tratamos a nossa mãe, como é que a nossa mãe é tratada, qual o olhar que a gente tem para essa figura maternal, essa mãe que representa amparo, que é conexão divina, que representa acolhimento, que é a manifestação, né, de Deus aqui para nós. Então, coloca aí para nós, por favor, escrevam como é que a gente deve tratar a mãe. Como é que eu trato a minha mãe, a minha mãezinha, dona Maria Aparecida, a gente tá todo dia às 8:30 da manhã no Evangelho no Lar da Dona Maria. Pelo Instagram a gente faz um momento inicial com o público, né, ali ao vivo, depois deixa gravadinho, depois a gente faz as nossas preces em particular. Então, como é que eu trato a minha mãe? Vocês vão escrever aí. Enquanto vocês vão escrevendo, eu vou trazer aqui do livro de Carlos Abrancos, Vozes do Espírito, capítulo segundo, que vai desenvolver exatamente a natureza é minha mãe e que nós chamamos aqui a natureza é nossa mãe para trazer essa globalidade. Então diz assim, já fechando o capítulo para tomar aqui mais diretamente o ponto que nos interessa. É nesse palco de sublimes manifestações do Pai que o Pai Criador em seus mistérios ainda sondados pela inteligência humana. Ou seja, muitas coisas a gente não consegue ainda eh entender. Nós não conseguimos ter uma abrangência completa no entendimento da própria natureza divina. Aí Deus cria a figura materna, a alma do universo, que vai receber as obras da criação e definir-se como o sentido mais elevado da própria vida. Olha que informação bonita, escrita de um jeito elegante e com significado altamente profundo. A mãe natureza é o elo que une a causa e os efeitos, o interior e o exterior, o homem e Deus. Olha, coisas que vocês

formação bonita, escrita de um jeito elegante e com significado altamente profundo. A mãe natureza é o elo que une a causa e os efeitos, o interior e o exterior, o homem e Deus. Olha, coisas que vocês falaram aqui, não é? A gente vai vendo que ele está também representando aqui para nós forma de vida receptora de tudo que é criado. Mãe, por ser o terreno vivo das manifestações do amor cósmico, torna-se capaz de acolher em si os seres filhos desse sentimento e oferecer-lhes, em nome de Deus novas oportunidades de serviço, através das quais todos os elementos se encontram para o concerto da evolução, dito com palavras bonitas e com significado profundo. a mãe natureza nos ensejando a oportunidade da evolução. Então, olha, por ser mãe, a natureza alimenta, veste, educa, orienta e define normas de postura do filho diante da existência. Seu discurso é silencioso e contém uma das mais belas melodias universais, a da responsabilidade individual de cada um diante das próprias atitudes como corolário natural do livre arbítrio. É essa posição que, se bem compreendida, pode colocar o homem em paz com a consciência e a serviço permanente do trabalho no bem. Então aqui, olha, a Denise já respondeu 21 e 20. Devemos tratar com todo amor, respeito e carinho. É assim que a gente deve tratar a nossa mãe com amor, com respeito, com carinho. Olha, Deusene diz: "Eu não tenho mãe, mas imagino que seria com carinho e cuidado, como você trata a sua mãe, dona Maria." Muito bem, querida. Carinho e cuidado, né? Respeito com amor. Não é assim? A gente trata a nossa mãezinha e a gente vê aqui a mãe natureza fazendo tanta coisa por nós, oferecendo tudo que é necessário para nossa sobrevivência. Isso está em o livro dos espíritos. Se a terra poderia oferecer tudo o de que nós necessitamos, sim, a terra pode oferecer e ela oferece. Mas por que que nem todos têm então o suficiente para sobreviver? Aí não é por conta da terra da mãe Gaia, nem da natureza mãe natureza. Aí é por conta dos homens, de nós, seres humanos,

ela oferece. Mas por que que nem todos têm então o suficiente para sobreviver? Aí não é por conta da terra da mãe Gaia, nem da natureza mãe natureza. Aí é por conta dos homens, de nós, seres humanos, que infelizmente pelo egoísmo, pelo orgulho, pela vaidade, pela presunção, pela prepotência, abusamos do livre arbítrio, da liberdade que a gente tem e acabamos nos desviando do caminho que seria o normal, o natural, que é o caminho divino, caminho para felicidade. E aí então construímos neste decorrer de decisões equivocadas, prejuízos aos semelhantes que redundarão em prejuízos a nós mesmos. Porque toda vez que a gente afeta alguém também somos afetados. E quando estamos prejudicando alguém provavelmente não estamos bem, não estamos saudáveis. Então, vejamos, a natureza alimenta, ela veste, ela educa, ela orienta. Jesus tomou a natureza muitas vezes nas suas falas, no seu discurso, nos seus exemplos para poder trazer exatamente o ponto essencial da harmonia, do equilíbrio, do provimento, da provisão. Nunca ficamos desassistidos, desamparados. Tanto é que Jesus toma inclusive a simbologia para dizer que a gente não precisa se preocupar com o dia de amanhã. Isso não significa a gente vai ser irresponsável. Evidentemente que não. Cada um tem que fazer, né, a sua previdência, porque a providência divina sempre olha por nós, sempre nos cuida, mas é preciso que de nossa parte nós sejamos previdentes. Mas isso significa nessa previdência saber usufruir das oportunidades, dos elementos que a gente tem, fazendo o melhor ao nosso alcance, com responsabilidade, com a consciência de que nós integramos este ecossistema ou fazemos parte desses ecossistemas na biodiversidade. A vida que se manifesta de múltiplas formas e que contempla a beleza da criação divina, expressando-se com as suas próprias condições e peculiaridades para dizer que nós precisamos aprender a conviver respeitosamente, a viver dignamente com aqueles que, no entendimento de Francisco de Assis, que segundo alguns estudiosos é o ser que mais se

aridades para dizer que nós precisamos aprender a conviver respeitosamente, a viver dignamente com aqueles que, no entendimento de Francisco de Assis, que segundo alguns estudiosos é o ser que mais se aproximou do ensinamento de Jesus, vivenciando-o no seu cotidiano, pelo desapego, desprendimento, pela renúncia, né, por abandonar as questões materiais e se dedicar de uma maneira minimalista, não é assim, à própria sobrevivência, mas tomando o que é essencial. E ele entendia que a natureza ela era a obra de Deus, como nós também assim entendemos, e que a manifestação de Deus se apresentava nas diversas formas de vida que deveriam ser entendidas como irmãos. Isso que ele falava, toda a criação divina, o irmão sol, né, irmã Lua, o irmão Lobo, inclusive havia um lobo que estava atacando a aldeia e Francisco Francesco foi chamado porque aquele lobo ele ia acabar, né, matando pessoas e também acabaria sendo morto. E Francisco, com todo esse amor para com os animais, os pássaros, todos os seres da natureza, todo o cuidado como um ecólogo, né, natural mesmo, ele foi chamado para ver o que poderia fazer. Ele falou: "Pode deixar, eu vou conversar com esse lobo". Claro que é toda uma simbologia tão bonita, não é? tem várias interpretações para isso. E ele foi então conversar com o lobo. O lobo tava redigo, agressivo, inicialmente, queria atacar. E ele foi com o jeitinho dele assim, o lobo foi cedendo por conta daquele magnetismo, né, humano, espiritual. Imagina com toda a bondade, o amor e os animais reconhecem isso, as plantas reconhecem isso. E aí então foi se aproximando e Francisco falou com ele, falou: "Olha, meu irmão Lobo, aqui você está atacando as pessoas porque você está com fome, você tá precisando se alimentar". Eu gostaria de fazer um acordo com você, que você pudesse visitar a vila em alguns horários para se alimentar, porque nós vamos deixar a comida para você. Mas se você não atacasse mais as as outras criações, não atacasse mais as pessoas. E o lobo sensatamente aceitou e disse que então o

rios para se alimentar, porque nós vamos deixar a comida para você. Mas se você não atacasse mais as as outras criações, não atacasse mais as pessoas. E o lobo sensatamente aceitou e disse que então o lobo vinha nos momentos de alimentação e ele acabou antes que era um atacador, era um, né, um agressivo, ele se tornou, na verdade depois um defensor com o povo, com as pessoas, com as outras criações ali. Ele era manso, mas para com os que pudessem prejudicar a vila, ele era aquele protetor também. tava ali, né, como um vigilante. Então isso é muito interessante porque demonstra esse amor para com todos os seres da natureza. Então, a natureza é nossa mãe e a mãe a gente trata com carinho. Nós temos visto, queridos, assim, inúmeras ocasiões, circunstâncias e as notícias são diárias. Se a gente abrir assim noticiário, internet, um jornal, uma revista, sempre a gente vai tá vendo eh algumas ações que não são adequadas no que diz respeito ao meio ambiente, algumas assim decisões humanas que vêm prejudicar o próprio e vai dizer do sistema que é a nossa própria morada, a nossa própria casa, o nosso ambiente. E quando a gente prejudica esse ambiente, nós estamos prejudicando a nós mesmos. Nós não somos nem inteligentes para prejudicar o ambiente, porque estamos prejudicando a nós mesmos. Agora, a gente vai essa visão para que não sejamos também egoísta a ponto de não querer prejudicar para não ser prejudicado. Mas se pelo menos já tivesse a visão, seria menos pior do que aquela que acaba prejudicando, achando que não vai causar dano algum. Recentemente eu vi uma entrevista de uma pessoa falando que nós não interferimos no meio ambiente. Nós não interferimos porque nós somos seres pequenininhos e o ambiente é muito grande, a natureza é enorme, os continentes e tudo. E a pessoa mandou aquilo para dizer assim, tá vendo? Essas ações dos ambientalistas e, né, acaba sendo excessivas, muitas coisas que não precisa e tal, são muito radicais, são muito rigorosos, aquela coisa toda. Olha

u aquilo para dizer assim, tá vendo? Essas ações dos ambientalistas e, né, acaba sendo excessivas, muitas coisas que não precisa e tal, são muito radicais, são muito rigorosos, aquela coisa toda. Olha aí, eu fiquei vendo aquilo, falei: "Gente do céu, nós aprendemos na relação de conexão que nada está desconexo na natureza, no universo." Veja que amplidão, a mãe, né? universo, os multiversos tem toda uma conexão, tudo tem a ver com tudo. As formas de vida, o respeito, tudo tem o seu papel, tem a sua função. Quando a gente atua de alguma maneira, né, por exemplo, retirando uma árvore, aquilo tem consequências. A gente tem que ter providências no sentido de substituição, né, de preparação adequada para que aquilo não se perca. Então, eh, a gente tá vendo, por exemplo, ações que são para desbastar, né, fazer aquele desmatamento, né, assim, que vai com trator de um lado e do outro uma corrente no meio e aí devorando tudo que está ali destruindo, não dá nem tempo da própria, né, fauda a se locomover. acaba tudo ali sendo, né, levado a perder naquela ação eminentemente eh essa é muito primitiva. Eu eu ia usar um adjetivo que não posso usar porque não está correto. Não dá nem para dizer que é animalesco, porque nem os animais fazem isso, não é? Os animais irracionais não fazem isso, que são nossos irmãos. Mas a gente vê o ser humano que é inteligente fazendo essas coisas. uma destruição, né, abusiva. Porque, ah, vai, mas a destruição existe, os próprios animais eles se devoram, né, aquela questão toda. Existe a lei da destruição, existe. A lei da destruição faz parte do conjunto das leis divinas no próprio trabalho de preservação. A destruição, nesse caso, é um processo de regeneração. Como a Ilane colocou aqui, a natureza nos lembra a questão de regeneração, da gente, né, se renovar, se reencontrar, se ressignificar. Então, eu preciso processar isso de uma forma que não seja possível, porque a própria destruição da natureza por si só, é natural. Então, não há abuso, não há excesso. Quando há

rar, se ressignificar. Então, eu preciso processar isso de uma forma que não seja possível, porque a própria destruição da natureza por si só, é natural. Então, não há abuso, não há excesso. Quando há abuso, há excesso, é que há prejuízo. O homem pela ganância, por querer mais, pelo poder, uma coisa que chega até a ser assim e de uma ignorância estúpida, porque acaba se prejudicando a médio e a longo prazo, não é? Então, a gente precisa cuidar bem tantas coisas que estão acontecendo já por atuação humana nesse contexto todo. Eh, por volta de 2022, a Federação Espírita Brasileira, ela iniciou uns estudos internamente acerca desses assuntos, assuntos que já vinham de há tempos, já sendo ventilados, já sendo colocados inclusive pelos amigos e irmãos espirituais, gente, nas obras psicografadas e obras escritas por estudiosos encarnados sobre o meio ambiente, a preservação, a biodiversidade, não é? O clima, eh todo o cuidado que a gente precisa ter com a natureza, não é? As águas, os oceanos, os mares, os rios, enfim, eh tudo isso, a questão do solo também, não é? as questões climáticas, tudo isso vem sendo colocado há muito tempo e a gente eh devido à ocupação que precisamos tomar de fazer algo no meio espírita, reconhecendo a importância desses ensinos, desses chamados que nós temos, começamos então e foi levado internamente essa proposta. E aí, naturalmente, o caminho para que se pudesse fazer algo mais abrangente seria via Conselho Federativo Nacional, que é um órgão da Federação Espírita Brasileira, que traz a a representatividade de todos os as entidades federativas do Brasil. Então, cada estado tem a sua federativa estadual, como aqui, né, no estado de Goiás tem a Federação Espírito do Estado de Goiás, no DF tem a FEDEF, né? Federação Espírito do Distrito Federal. São Paulo tem a união da Sociedade Espírito Estado de São Paulo, a US, né? No Pará tem a União Espírita Paraense e por aí vai. Todas as 27 unidades a federação tem eh a sua unidade ali, né? né, a sua federativa estadual, que tem

iedade Espírito Estado de São Paulo, a US, né? No Pará tem a União Espírita Paraense e por aí vai. Todas as 27 unidades a federação tem eh a sua unidade ali, né? né, a sua federativa estadual, que tem esse assento no Conselho Federativo Nacional para representar o movimento, né, nacionalmente. E dali é que saem exatamente as diretrizes, as campanhas, os programas, as ações para poder trabalhar a divulgação, o estudo e a prática do espiritismo, tá certo? É assim que funciona, não é, o movimento espírita. E tem existem as comissões regionais que também se reúne assim no sentido de cada regional, cada região, por exemplo, estado Nordeste, né? Aí vem todos os os estados representantes dessa região Nordeste, do sul, do centro e também é do norte. E isso é muito interessante porque tem uma organização para poder fazer esse funcionamento, né? E bom, e aí que acontece? Nós levamos o assunto, conversamos, a proposta foi levar ao Conselho Federativo Nacional e dali eh se organizou o uma comissão que pudesse trabalhar esse assunto, porque o foco era exatamente trabalhar os cuidados, a preservação, o meio ambiente, não é? A sustentabilidade, eh toda essa questão voltada também para as preocupações, né, espirituais, a nossa postura, a nossa educação, enfim. E aí levamos o assunto. Foi constituída uma comissão com representantes de todas as comissões regionais. Vale dizer assim, nós tivemos dois representantes de cada regional, dois do norte, dois do sul, dois, né, da eh do centro e dois do Nordeste, tá? inicialmente e mais uma equipe que a gente se somou também trazendo alguns irmãos nossos do móvel, né, do movimento eh espírita pela ética animal, somando ali como assessores, nos ajudando no trabalho e também o pessoal que tivesse interesse como colaboradores. Formamos uma equipe, gente. Essa equipe se reuniu durante um ano para preparar um documento e isso foi de 2022 para 2023. Esse documento foi preparado, a gente fazia reuniões semanais e vejam, tínhamos profissionais ali de todas as

a equipe se reuniu durante um ano para preparar um documento e isso foi de 2022 para 2023. Esse documento foi preparado, a gente fazia reuniões semanais e vejam, tínhamos profissionais ali de todas as áreas vinculadas a essa questão da ecologia, né, do meio ambiente, do clima, do solo, né, eh, biólogos, o pessoal estudioso, que geralmente aí você vê, né, como o o nosso amigo Cadu, esse pessoal tudo é doutor, é pós-doutor, é o pessoal que sabe muito, são estudiosos mesmo, não é? E aí a gente vê que interessante, olha Denise colocando que o contato com a natureza nos permite questionarmos, permite entrarmos em um contato mais profundo com o nosso eu. Verdade. Leão Deni, Denise querida, Leão Deni, o apóstolo, né, o o filósofo e o poeta do espiritismo, ele disse que encontrou Deus na natureza. Aí nós temos um livro de Camilo Famarrion que chama-se Deus na natureza, né? tão bonita. A gente vai vendo como é importante isso. Então, essas reuniões foram acontecendo, gente, com esses representantes, somaram-se outras pessoas também, né, integrando a equipe, enfim, um ano de reunião, a gente se reunia toda ali, né, toda semana, depois passamos nos reunir por mês e e fomos construindo esse documento, um documento com a visão múltipla, né, várias pessoas participando, enfim, e foi agregando valor, tínhamos vistas visões distintas, diferentes, peculiares, não foi muito assim, ah, todo mundo pensa igualzinho, nada, gente. O pessoal pensa diferente, até hoje pensa diferente. Esse assunto ele não é pacificado, mas nós tínhamos um objetivo em comum, que era necessário elaborar um documento que tivesse a proposta de sensibilizar para educar e para conscientizar o cidadão espírita, principalmente focado no espírita e depois se ampliando para outros seres, não é? Para outros que tivessem as suas crenças específicas. Mas, primeiramente ali a nossa responsabilidade junto ao espírita. Aí esse documento foi construído, né, foi redigido em vários pontos assim, e nós chegamos em 2023. O documento foi aprovado, foi levado em

primeiramente ali a nossa responsabilidade junto ao espírita. Aí esse documento foi construído, né, foi redigido em vários pontos assim, e nós chegamos em 2023. O documento foi aprovado, foi levado em reuniões, assim como a gente está aqui, em reuniões que fossem eh online. Houve várias observações pela, né, os representantes das federativas. E aí a gente tomou as experiências também que várias federativas já tinham. fomos agregando valor. E em novembro o documento foi oficialmente apresentado em novembro de 2000 eh 23, não é isso? E ele foi, aliás, 20202 ele foi aprovado. É, 2021 a gente foi fazendo o trabalho todo. Em 2022 ele foi aprovado. 2023, não é? a gente levou ao conhecimento do público num evento em Brasília que ficou conhecido como eh foi assim um festival da terra. Aí tivemos representantes, foi uma coisa muito bonita, muito significativa. E esse documento, gente, ficou pronto, foi aprovado. Esse é o documento que a nossa querida Pode deixar a gente na tela aqui, meus irmãos. Deixa todo mundo na telinha aqui, por favor, viu? Se isso aí, não é? A gente teve ali, Glácio, exatamente esse documento aprovado que você fez referência. E esse documento ele prevê uma série de ações, ações que aí nós fomos ao longo, né, de 2023, 2024, o ano passado, fazendo as visitas nas comissões regionais, tratando, né, com o pessoal da área de atendimento espiritual, que a gente agradece muito, que sempre abriu espaço, a área também, não é, é vinculada ali à família, à divulgação, não é? Então nós tivemos espaço assim com esse pessoal aí, área de estudo, isso foi muito bom e a gente foi levando os assuntos, né, para que o pessoal pudesse aos pouquinhos e entendendo tudo isso. Vários seminários, palestras, várias iniciativas existem nas casas espíritas. E aí agora nós estamos, né, para este ano de 2025, nós no dia do ou nesse período, né, do lançamento aqui da campanha vinculada ao meio ambiente, que é o dia mundial do meio ambiente, a gente lançar um site da campanha espírita permanente

ano de 2025, nós no dia do ou nesse período, né, do lançamento aqui da campanha vinculada ao meio ambiente, que é o dia mundial do meio ambiente, a gente lançar um site da campanha espírita permanente de conscientização ecológica e logo em seguida a gente vai lançar um programa com essa mesma temática. É uma campanha, gente, porque ela é empreendida em ações, em iniciativas, em movimento. É espírita porque tem todo o arcabolso do espiritismo. É a contribuição do espiritismo para essa temática. Realmente é permanente, gente, porque esse é um assunto que a gente tem que est tratando o tempo todo. Ele nunca se esgota, não é, Cadu? sempre tem alguma coisa e a gente vai vendo como nós precisamos ainda, não é, nos sensibilizarmos, nos educarmos e a campanha de conscientização ecológica poderá ninguém conscientiza ninguém de fato, mas nós podemos sensibilizar, trabalhar a educação para que a própria pessoa, o indivíduo se conscientize e a gente passe a entender que nós somos parte da natureza. A natureza não existe para nos beneficiar. Nós integramos a natureza para vivermos em harmonia e ter da natureza um exemplo que ela nos dá cotidianamente de solidariedade, de fraternidade, porque no fundo, no fundo, todos nós somos uma só família e todos somos irmãos. Então é esse, gente, o objetivo dessa campanha que trabalha os vários objetivos de desenvolvimento, né, os chamados ODSs que foram aqui desenvolvidos neste livro que é Desenvolvimento Sustentável, papel dos Espíritas na Agenda 2030. vai ter a cópia agora, não é, em Belém, exatamente para trazer essas informações. E os ODSs foram desenvolvidos aqui. Cada ODS virou um capítulo desse livro, não sei se vocês conhecem, é de Carlos Vila Raga, publicado pela FEB Editora. E aí é interessante que nesse livro ele traz para nós assim o desenvolvimento, né, do assunto e depois traz umas questões reflexivas pra gente poder pensar, a gente refletir, responder e traz ações práticas que nós podemos empreender na casa espírita, desde coisas mais simples

, né, do assunto e depois traz umas questões reflexivas pra gente poder pensar, a gente refletir, responder e traz ações práticas que nós podemos empreender na casa espírita, desde coisas mais simples a coisas um pouquinho mais complexas. E também nós tivemos a oportunidade desse evento do Festival da Terra de lançar a quinta edição do livro do querido, não é, André Trigueiro, essa edição colorida, lindíssima, que a gente tem aqui várias informações, né, também do que a gente precisa fazer, do que a gente pode e deve fazer nesse sentido da preservação, da conservação e da nossa atuação para que tudo funcione de uma maneira mais integrada, mais harmonizada. Então, olha aí, o Ramon tá dizendo: "Parabéns, estamos avançando no movimento, temos muito a caminhar, mas estamos dando os primeiros passos." É isso mesmo, viu? Ou Ramon são os primeiros passos. A crise ecológica, né? Ele continua ali, é também civilizatória. Não temos a menor dúvida. Quando tá se falando, né, de uma crise ecológica da natureza, há essas questões todas, não é? é a necessidade nossa do ser humano realmente ser humano, ser humanista e tratar a todos de uma maneira igualitária e respeitosa. A natureza não está para servir o homem, o animal não está para servir o homem, como a gente tinha visão há pouco tempo. Quando a gente vai estudando mais profundamente, a gente vai ver que nós estamos para nos ajudar uns aos outros e precisamos ser solidários. A natureza é solidária o tempo todo conosco, né? ela nos serve o tempo todo e a gente tem que fazer o mínimo para poder dar um retorno, uma resposta, né, a tudo isso que ela nos oferta. Então, por isso que essa campanha é no sentido do que nós podemos fazer, né, para preservar, para conservar, mas para viver de forma harmoniosa e conquistar essa plenitude e a felicidade que todos nós buscamos. Bom, gente, eu tô falando há tempo, né? Agora a gente abre as participações de vocês, né? Os comentários também, as perguntas. Eu tudo que eu não souber responder, o Cadu e a Glósia vão

nós buscamos. Bom, gente, eu tô falando há tempo, né? Agora a gente abre as participações de vocês, né? Os comentários também, as perguntas. Eu tudo que eu não souber responder, o Cadu e a Glósia vão responder. Tá bom. Muito bom. Muito bom mesmo. Geral, eu estive, aliás, o o Cadu também. Nós estivemos no Festival da Terra em Brasília e eu fiquei muito emocionada para marco, porque o espiritismo já traz para nós essa questão, né, de preservação, de cuidado, de respeito pela natureza, pelo ambiente. O atendimento espiritual, por exemplo, toda todo o atendido que busca o atendimento espiritual, nós sugerimos, além da prece, do passe, da água magnetizada, do atendimento fraterno pelo diálogo, a busca por espaços da natureza para respirar, para entrar em contato consigo, com Deus, para buscar o equilíbrio íntimo. Então, por isso que esse tema também especialmente nos chama muita atenção, é muito relevante. E eu queria destacar, Geraldo, que foi um marco porque o espírita ele já tem esse lado, né? Já tem todos aí toda a fundamentação doutrinária que nos leva a a buscar essa essa vivência em harmonia. Agora o marco porque partiu da Federação Espírita Brasileira, nossa casa mat. E aí traz para cada um de nós, trabalhadores espírita, muita responsabilidade e a busca do comprometimento em relação aos muda o nosso olhar em relação. Por isso que a gente queria deixar essa observação. Mas eu quero também passar a palavra para o Cadu. Está aí. conosco. Glácia, você lembrou os momentos que nós estivemos lá no Festival da Terra, né? Então, Geraldo, foram momentos realmente emocionantes em que nós eh podemos assim ficar muito felizes com todo esse processo de construção. que como você falou muito bem, foi uma construção realizada coletivamente por contribuições de todos os lugares, assim como todos os documentos, né, que são aprovados pelo Conselho Federativo Nacional, são sempre eh, na verdade, aprovados dentro de uma perspectiva de ampla participação, né, de todo o nosso país. e ele veio a um encontro de uma

né, que são aprovados pelo Conselho Federativo Nacional, são sempre eh, na verdade, aprovados dentro de uma perspectiva de ampla participação, né, de todo o nosso país. e ele veio a um encontro de uma necessidade histórica muito grande de envolvermos as questões nossas de explicações doutrinárias e tentar de alguma forma compatibilizar com as nossas ações, né, com as potenciais ações que poderíamos desenvolver. Então, eh, o documento realmente, eh, foi simbólica a apresentação dele, eh, no, no Festival da Terra, quer dizer, um ano depois, né, porque foi junto com o CFN de 2023, né? Isso. Nós estávamos lá participando, né, em alguns momentos do CFN também isso. A campanha foi aprovada, né, Cad um ano antes em 2022. Isso. E naquele momento, né, de do Festival da Terra, um ano depois, né, quer dizer, praticamente um ano depois, né, ele coincidiu com o CFN de 2023, como eu estava falando, né, e e como nós acompanhamos esse processo, até porque estávamos lá, né, no CFN durante as votações. Então, esse esse processo realmente foi muito importante para todos. Um segundo passo também muito importante seria nós chegarmos realmente em todas as instituições espíritas, né, dos nossos estados, com desde um planejamento dos companheiros que lá se encontram e o desenvolvimento, começando com pequenas ações mais práticas, né, que sejam realmente possíveis de ser operacionalizadas no dia a dia das instituições. nós na nossa área de atendimento espiritual durante os módulos, né, no no curso de formação, ele tem abordado essas questões, inclusive questões práticas do dia a dia dentro das instituições, né? Então é isso que a gente gostaria realmente com essas nossas iniciativas da FEGO, de chegar o máximo possível em todas as nossas regiões do estado e naturalmente colaborar, né, com as ações em nível nacional como coordenadas pela nossa pela nossa fé, né? Parabéns, Cadu. Parabéns, Glácio, porque esse é o caminho e nós estamos caminhando, né? A campanha ela é permanente, não para que

ações em nível nacional como coordenadas pela nossa pela nossa fé, né? Parabéns, Cadu. Parabéns, Glácio, porque esse é o caminho e nós estamos caminhando, né? A campanha ela é permanente, não para que a gente fique permanentemente esperando, né, as coisas acontecerem, não. Nós vamos fazer acontecer, estamos agindo num trabalho coletivo em equipe e toda a participação é muito válida. A nós tivemos aqui uma fala, né, da da querida, quem que foi a Deus colocou aqui que ela falou do nosso lar. Vê se tem ali. O Toninho traz para nós a informação de que ela leu no nosso lar, não é? Deixa eu recuperar aqui a Deus Lene, ó, em 21:45, Toninho, né? Eh, André Luiz, em nosso lar, fala da importância da natureza. Gosto muito da parte do bosque das águas. E eu queria lembrar, a Deusilene que já foi gerado aqui nesta campanha alguns materiais, alguns produtos. Esse aqui, por exemplo, é o volume dois do em Defesa da vida também dos animais. Violência não, não é? Volume dois. O que que são aqui? são extratos da literatura, gente, com trechos aqui que foram, né, trazidos da literatura espírita, de autores encarnados e e também de dos espíritos, enfim, para trazer todas essas questões, né, vinculadas à terra, ao meio ambiente, à vida animal, né, pela ética ecológica, não é? Eh, somos todos natureza, até a questão da alimentação gradativamente, né? Tudo isso foi trazido aqui em muitas coisas mais. Com esse site agora, Cadusia, nós vamos ter uma oportunidade de reunir numa única fonte ou no único local, que é um repositório informacional de tudo que tiver acontecendo. Então lá vai ter as notícias, os eventos, né? Vai ter material de indicação, por exemplo, de livros, de periódicos, de palestras, né, de seminários, de exemplos do que está acontecendo nas federativas e nas casas espíritas. Vai ter também, por exemplo, ações propostas, vai ter receita para alguma alimentação ali mais leve, entendeu? Não de origem animal, mas vegetal, enfim, coisas assim. Vai ser muito bacana. A gente tá preparando esse

por exemplo, ações propostas, vai ter receita para alguma alimentação ali mais leve, entendeu? Não de origem animal, mas vegetal, enfim, coisas assim. Vai ser muito bacana. A gente tá preparando esse site. Olha, ele já tem o esqueleto todo prontinho. O conteúdo tá sendo alimentado. Amanhã mesmo a gente tem uma reunião para poder finalizar esse conteúdo. O pessoal vai subir. Vai ser lindo, lindo, lindo. E a gente vai tá mobilizando constantemente porque ele vai sendo atualizado. E nós vamos ter também aquele momento semanal, né, que se a gente já conseguir em julho, senão o segundo semestre, no máximo a gente começa com um programa exatamente sobre essa questão da ecologia. Então vocês estão certinho, o caminho é esse e nós vamos estar numa interação constante. E vale dizer, Cadu, né, nossa, que cada um faz a sua parte. Vocês que estão aqui participando, queridos, né, de casas espíritas, a gente tem a responsabilidade e a gente pode começar fazendo coisas pequenas, coisas simples, sabe? Quando ah, mas não dou conta, eu tô sozinho. Junta mais um, pelo menos mais um, não fica sozinho, não. Faz em dois pelo menos, né? ou forma ali um time, um grupinho três, quatro, que der, quem tiver interessado fazer coisas simples, pequeninas, né? Uma ação, por exemplo, que a gente fala, né, Cadão simples, a gente gosta da água fluidificada, né, porque a gente tem essa questão da da fluidoterapia pelo passe, né, pela oração e pela água fluidificada. Que que a gente vai estimulando? Cada um leva a sua garrafinha de casa, gente. Leva a garrafa para ser fluidificada lá no momento e depois você vai tomando ao longo da semana, porque você não precisa deixar a água acabar. Você pode ir completando a água, ela vai est fluidificada do mesmo jeito. É uma coisa impressionante, né? Então não tem mais aqueles copinhos plásticos, né? Já erradicá-los. E se se não tiver condições totalmente, coloca aqueles plásticos mais biodegradável, né? que que ele vai ser degradado em menor tempo que os outros, duram muito tempo. Então

icos, né? Já erradicá-los. E se se não tiver condições totalmente, coloca aqueles plásticos mais biodegradável, né? que que ele vai ser degradado em menor tempo que os outros, duram muito tempo. Então você oferece a água, mas cada um leva a sua, né, o seu copinho, a sua garrafinha, a sua canequinha, não é? E enfim, tudo isso assim é coisa simples que a gente pode fazer, não é, Cad Glócia? Sim, Geraldo. Inclusive, nós organizamos a sala do atendimento espiritual nos congressos, nos eventos espíritas e nós compramos eh uma com o material que nós lavamos, nós já organizamos para levar detergente, a bucha, eh pano de prato. Então, antes de sujar tudo, já pegamos a bandeja, já lavamos e nós não utilizamos mais copinhos descartáveis. Então isso realmente é possível. Possível é possível. Eu gostaria de dizer que nós fizemos alguma mobilização pelos centros espíritas do estado de Goiás, eh solicitando dos coordenadores regionais, aos quais nós temos muita gratidão, que nos atendeu, para buscar perguntas referentes a esse tema já. E nós temos algumas questões aqui. Ótimo. Estamos aqui. Aqui eu falei, eu tô à disposição. Se eu não souber responder, o Cadu vai responder. E o pessoal que tá participando também, tendo conhecimento, fique à vontade. Aqui é uma troca, mas eu fico muito feliz, viu, do envolvimento pessoal. Parabéns pela iniciativa e pelo engajamento. Nós é que agradecemos pela oportunidade. Bom, nós temos aqui algumas questões que você durante a fala já respondeu e outro, olha, algumas pessoas dizem que nós religiosos devemos cuidar da parte espiritual da oração, não de assuntos de ordem material, como cuidado com a natureza. Qual a posição da febre sobre esse posicionamento? Masz, eu acho que você até já respondeu. É, ó, quem tem esse pensamento, Gláus, é muito simples. Desencarna logo. Então, meu irmão, eu não tô falando posicionamento da fé, eu tô dando a minha resposta aqui. Uai, pera aí. Nós não estamos no mundo material, nós não estamos encarnados uma existência física, nós não temos um

eu irmão, eu não tô falando posicionamento da fé, eu tô dando a minha resposta aqui. Uai, pera aí. Nós não estamos no mundo material, nós não estamos encarnados uma existência física, nós não temos um corpo de carne. Uhum. Você quer cuidar? Claro que a essência é espiritual, mas a recomendação é cuidar do corpo e do espírito. Senão não estaria encarnado, só cuidaria de um corpo espiritual, né, que é matéria mais sutil do que esse corpo mais denso. Então eu preciso sim cuidar do meio ambiente da casa, preciso cuidar da água que eu bebo. Vai beber uma água contaminada para você ver. Então, a gente tem que ter o mínimo de bom senso, gente. É uma questão lógica. E é tão simples. Eu deixo a minha casa desarrumada, ao levantar, eu não arrumo a minha cama. Uhum. Quando eu não saio, eu não visto uma roupa, eu não procuro tomar um banho. Ora, eu não preciso me transportar, eu não uso um veículo coletivo ou pessoal. Tudo isso, gente, faz parte de um ambiente que exige organização, que exige regularização, que exige relacionamento. Então, eu não posso simplesmente pensar que eu vou viver a vida dos acetas ou vou viver aquela vida lá absolutamente isolado. Isso não traz desenvolvimento. Posso ter momentos íntimos, mas a gente vai aprendendo cada vez mais, que é exatamente do cuidado com esse meio, com esse entorno, que tudo que nos cerca, seja próximo ou também distante, é que vai fazer essa construção do ar que nós respiramos, da qualidade de vida que a gente tem. Então, os espíritos respondem isso com clareza. Essa questão é muito comum de surgir, mas é a mesma coisa às vezes da gente tá falando o seguinte: "Olha, eu não preciso cuidar do meio ambiente porque sou tão pequeno que a minha interferência é mínima. Olha, você não tá sendo humilde, tá sendo ignorante. Ah, é diferente. Eu preciso ter o mínimo de conhecimento, refletir um pouquinho e verificar que eu sou responsável por tudo que estou fazendo e deixando de fazer. E toda vez que eu me sinto tão pequeno a ponto de não ser capaz de agir

mínimo de conhecimento, refletir um pouquinho e verificar que eu sou responsável por tudo que estou fazendo e deixando de fazer. E toda vez que eu me sinto tão pequeno a ponto de não ser capaz de agir em alguma coisa, é o meu orgulho que tá falando, a minha humildade. Portanto, queridos, essa campanha ela vem nos sensibilizar, vem buscar a nossa educação para que a gente se conscientize, não é? Muito obrigado pela pergunta, viu? Ela é necessária sim pra gente poder tratar do assunto. Sim. Olha, a destruição ambiental em muitos em muitos casos movida por interesses materiais. Como o espiritismo interpreta essa relação entre ganância e as consequências espirituais para a coletividade? Podemos dizer que o descaso com a natureza também é uma forma? É uma forma. É uma forma da gente estar ignorando, deixando de dar atenção ao que é importante, é necessário, a nossa própria vida e ao bem-estar de todos os seres, né, que compõem essa humanidade. E mais que isso, né, eh constitui tudo que existe criado por Deus. Nós, por ganância, eh, por prepotência, por querermos muito, a gente acaba prejudicando os outros e acaba ficando tão enceguecido que a gente não nota que no fundo a gente tá prejudicando a nós mesmos, que toda ação em desequilíbrio, ela acaba desequilibrando o seu próprio agente. No fundo, no fundo, a ação do desequilíbrio já vai tá dizendo que o agente está desequilibrado, mas se ele acha que tá firme, tá forte, retornará aquilo para ele numa espécie de ação e reação. Mas a lei não é de ação e reação. A lei divina é de causa e efeito. Então ela dá o tempo da oportunidade, da reencarnação pra gente ir melhorando, como meu papaizinho falava, nos seus 88 anos de vida entre nós. Deus é tão misericordioso que ele nos concede o tempo e a reencarnação pra gente se melhorando. Então, gente, vamos fazer desde agora para não esperar a próxima encarnação, porque o tempo urge, os tempos não são chegados, os tempos chegaram. Então, é importante aproveitar desde agora para fazer o melhor, né?

vamos fazer desde agora para não esperar a próxima encarnação, porque o tempo urge, os tempos não são chegados, os tempos chegaram. Então, é importante aproveitar desde agora para fazer o melhor, né? Vamos agir com equilíbrio, agir com harmonia, com respeito, com consideração, tudo que a gente puder fazer. Não jogue um lixo fora. Não jogue um papel de qualquer coisa, uma casca de banana lançada fora. Assim, você tem o local para jogar adequadamente. O lixo orgânico, o lixo seco, a mínima coisa que se faz em casa, isso já faz uma diferença. Deve ter aí também, né, o recolhimento dos lixos específicos, né, que onde eu moro tem. Tem uns dias que passa pro lixo orgânico, outros dias pro lixo seco. Então isso já facilita muito a gente criando essa cultura de separar os lixos, porque fica tudo mais fácil o que vai ser reciclado e o que vai ser, né, transformado aí na natureza, né, de maneira espontânea. Então, e também, claro, trabalhada pela inteligência humana. Então a gente tem que fazer assim, Glácio, essa preservação, ter esse cuidado, fazer a nossa parte, tudo fica melhor. Tudo vai ficar melhor com a nossa ação. E não precisa de muito. A natureza não pede muito. Agora tá pedindo socorro, que a gente diria, né, Cador? Ah, o planeta tá pedindo socorro. Quem tá pedindo socorro é o ser humano, porque senão amanhã ele não vai ter o amanhã com esse ecossistema, né, com essa moradia, porque nós estamos destruindo essa moradia. Às vezes pessoa olha, ah, mas isso é um excesso. Deus não vai permitir que isso aconteça. Deus não vai permitir, mas se a gente fizer, a responsabilidade não é de Deus, é nossa. Por isso que a gente tem que cuidar sim da vida material, cuidar do que você come, do que você veste, de como você se comporta, porque além, né, da parte material é também sentimental, é psíquica, é espiritual, né, dessa relação com o outro. cuidar daqueles que a gente ama, não prejudicar aqueles que não são antipáticos. Tudo isso faz parte também de uma atmosfera espiritual,

ental, é psíquica, é espiritual, né, dessa relação com o outro. cuidar daqueles que a gente ama, não prejudicar aqueles que não são antipáticos. Tudo isso faz parte também de uma atmosfera espiritual, digamos, de uma sustentabilidade, não é, de harmonia, de fraternidade. Então, cuidemos sim da essência que somos nós espiritualmente, mas cuidemos do nosso corpo, dessa instrumentalidade, de tudo o que é material ao nosso redor, não valorizando em excesso, mas utilizando como uso frutuares no melhor benefício para todos, não só para nós. Sim, Cad, pois não. Eh, o, o Geraldo tocou em questões assim bastante importantes e lembrando, geral do nosso documento, né, publicado da da campanha permanente, ele aborda uma questão que do ponto de vista ambiental é fundamental, que é papel nosso da espécie humana também contribuir não só com o processo evolutivo, mas também com o bem-estar de todas as outras espécies do nosso planeta. E quando a gente fala de espécie, não é só o ser vivo, mas também todos aqueles recursos naturais que existem à disposição de todas as espécies. E e durante essa escrita lá no documento, ele aborda uma questão muito importante, porque boa parte do nosso comportamento agressivo em relação aos outros, às outras espécies e ao próprio meio tem a ver com o fato de nós julgarmos que a nossa espécie humana, ela é mais importante ou aquela que realmente tem todo o direito de fazer o que quiser com tudo que existe no ambiente, na natureza. Ou seja, é uma visão, né, que não é muito adequada na perspectiva espírita, que é a visão antropocêntrica, né, é aquela que coloca o ser humano, eh, não só no centro do universo, em termos de importância, mas também, eh, hierarquicamente, de forma verticalizada, o ser humano como sendo o topo da pirâmide, né, o mais importante, aquele que tem realmente o poder, né, de decisão e de ação sobre todos. É interessante porque o André Luiz no evolução em dois mundos, né, pela psicografia do saudoso e querido Chico Xavier, ele fala que na natureza existem

e o poder, né, de decisão e de ação sobre todos. É interessante porque o André Luiz no evolução em dois mundos, né, pela psicografia do saudoso e querido Chico Xavier, ele fala que na natureza existem todos os processos de atuação, inclusive de cocriação, né? Então existe, existe a cocriação, né? Seriam aqueles espíritos em condições as mais variadas, em termos espirituais, mais elevadas que contribuem com o Criador nesse processo de manutenção dos mundos, né? Existem cocriadores de várias formas, em níveis mais complexos, maiores e em níveis menores, mas com certeza nós podemos até não estar na posição de cocriadores, mas deveríamos estar na condição de comantenedores, né, de todo o bem-estar, né, do nosso planeta e das nossas espécies, inclusive da nossa. Então, quando nós falamos assim em termos de de lei do progresso na Terra, nós também somos responsáveis pelo progresso, pela evolução, pelo desenvolvimento das outras espécies, né, que estão nesse nessa longa jornada evolutiva pela qual inclusive nós já passamos. Assim como a gente tem o papel de educar os nossos filhos, né, as crianças que estão sob a nossa responsabilidade, nós também devemos, precisamos estar realmente no, no papel de acolhedores daqueles que também, como nós estão nesse mesmo processo evolutivo. se refere às plantas, aos animais, aos processos ambientais, aos recursos naturais, tudo aquilo que Deus colocou à nossa disposição, né, no nosso planeta e em todo o universo. E falando de matéria, né, como você falou e explicou muito bem, quer dizer, ah, o nosso corpo tem elementos materiais, né, necessários paraa vida que nós desenvolvimento desenvolvemos aqui no planeta, naturalmente em outros planetas, em outros órbes. a constituição material é adequada a essas mesmas realidades, né? Mas no final nós temos um complexo, né, que Allan Kardec tratou muito bem dele, né, na codificação espírita a respeito do fluido cósmico universal, que é a nossa grande fonte, né, de matéria para tudo aquilo que existe no universo. E nós

é, que Allan Kardec tratou muito bem dele, né, na codificação espírita a respeito do fluido cósmico universal, que é a nossa grande fonte, né, de matéria para tudo aquilo que existe no universo. E nós somos realmente responsáveis por tudo aquilo que nós fazemos, né, do ponto de vista de como agimos. com a matéria que está à nossa disposição, né? Verdade. O Cadô tem uma participação importante aí do Centro de Estudos, né, Allan Kardec? É, o Toninho trouxe para nós aí eh esse daí, né, Cláuso? Olha só que que fala importante que a divulgação do projeto nas redes sociais do censo, é a campanha, né? Divulgação da campanha nas redes sociais do centro espírito, poderia contribuir para alcançar os brasileiros paraa conscientização. Com certeza. Aqui nós estamos falando dos cidadãos espíritas, não é? e eh já está no site da FEGO, eh deve estar no site de cada casa espírita. Essa é a intenção. Então o Centro de Estudos Allan Cadeé conosco já coloca o documento, pode pedir aí com o Cadu, com a Gláuscia, né? Eles encaminham para vocês. Pode colocar até o link aqui mesmo ou vocês acessando a página, vai tá fácil de ver. Nós vamos ter em breve o site específico, já está lá no no portal da FEB, mas nós estamos criando agora, Cadu e Glácius, um site específico da campanha. Mas olha, gente, tá lindo a campanha em si, né? O a logo da campanha, né? A identidade visual é maravilhosa. Vocês vão ver assim tudo integrado realmente com a natureza, né? Então a gente pede essa gentileza de vocês acessarem e reproduzirem no que couber, né, na página de vocês, no site, se vocês estiver na Casa Espírita esses documentos, não é? Porque é importante, é cria um grupo de trabalho, está previsto na campanha, né? Um grupo de trabalho, uma equipe dentro do que for possível, nas condições de cada um e já começar a trabalhar. A campanha também vai fornecer material, viu? material específico para poder a gente tá sabendo o que fazer, como fazer, né? Vai ter inclusive para organização de eventos, né, Cadu e Gláus, que, né, a gente já

a também vai fornecer material, viu? material específico para poder a gente tá sabendo o que fazer, como fazer, né? Vai ter inclusive para organização de eventos, né, Cadu e Gláus, que, né, a gente já foi em evento assim que às vezes que que eu vou comer no evento, né, claro, né, que Bezerra recomendou, reunir, reunir-vos e alimentar-vos. Aí você vai, a gente que não come carne, né, e tudo e tal, mas é tão bonitinho. A gente tem visto cada exemplo, né, o pessoal às vezes percebe, se não preparou, eles preparam. é uma coisa maravilhosa. Então você vai criando, né, essa essa sensibilidade e vai se educando, daí porque tá conscientizado, porque a conscientização algum interno, né, vai acontecendo naturalmente. E essas iniciativas são muito boas. Então, no CFN mesmo a gente já coloca a comida, né, que é para aqueles que comem, né, as proteínas de origem animal e para aqueles que não comem, né, comem, são vegetarianos ou veganos, enfim. E é uma delícia, gente. Agora mesmo a gente faz lá as festinhas na editora, o Cadô e Glácius, sem eu pedir nada. Aí o pessoal fez lá porque uma menina vai se casar e tudo e fiz uma festinha de despedida dela, né, antes do casamento. Tava toda assim a mesa posta, tudo muito simples e tal. Só tinha um patê que era lá, não sei do que mais que era, um patê lá que era de origem, né? Eh, eh, eh, ali acho que era de atum. Os restante tudo era tudo assim vegetariano, vegano. Falei: "Gente, todo mundo come e se e se delicia, porque é a questão do do sabor, do tempero e tudo mais. Olha, Fego já fez essa gentileza aí, o grupo Mensageiros da Luz também, né? Já colocou aí o o link, viu, gente? Tá no drive aí, vocês podem esse daí já tá o documento, não é? Cadou e Gláuscia? Confere isso? Basta clicar ali, vocês já vão abrir o documento, salvam lá no no né, no site de vocês e vocês vão acompanhando, gente, nesse site que a gente tá construindo. Quem tá construindo, gente, é a campanha, são os integrantes da campanha, um grupo de facilitadores e lá vai ter espaço,

e vocês e vocês vão acompanhando, gente, nesse site que a gente tá construindo. Quem tá construindo, gente, é a campanha, são os integrantes da campanha, um grupo de facilitadores e lá vai ter espaço, inclusive, para est trazendo as experiências das federativas e das casas espíritas, que já somam muitas experiências, né, Cadu? Inclusive, Geraldo, eh nós estamos fazendo também na FEGO, nos nossos encontros regionais, a divulgação da campanha. No ano de 2024, a Gláuscia também acompanhou isso conosco, né? Em todos os meses, nós tivemos 12 encontros regionais em 2024, quatro em nas imediações na grande Goiânia e oito em várias regiões do interior. Em todos esses encontros regionais, nós tivemos um momento na plenária inicial em que nós divulgamos, né, o documento, a campanha, falamos do da da importância desse trabalho conjunto com a FEB, com o CFN, né, e em todos os 12 encontros regionais foram mencionados, nós divulgamos, falamos a questão do download e e divulgamos amplamente pros companheiros que posteriormente eh eh solicitaram e e também só um pequeno pequeno uma questão histórica, né, bacana que você falou há cerca de 30 anos atrás, quando eu eh me tornei colaborador da da federação, né, porque eu vim eh de outro local, né, eu vim eh de Brasília para Goiânia, né, e aí o no início, há cerca de 30 e poucos anos atrás, eu vim colaborar na federação. Eu já era vegetariano nessa época, né? E e foi muito engraçado porque as pessoas tinham até uma certa, no início, né, uma uma certa dificuldade de entender o que que era isso e e como é que seria a alimentação, né? E ao longo dos anos as coisas foram eh acontecendo devagarzinho e e já tem vários anos na federação que nós temos essa alegria, né, de termos sempre as opções para eh para pessoas que não se alimentam, né, de proteína animal e, né, e e temos sido assim agraciados com essa não só contribuição, adesão, mas também o carinho dos companheiros que sempre pensam em nós assim nesse nesse movimento, né? Então, tem tem melhorado

al e, né, e e temos sido assim agraciados com essa não só contribuição, adesão, mas também o carinho dos companheiros que sempre pensam em nós assim nesse nesse movimento, né? Então, tem tem melhorado progressivamente, felizmente, né? Ótimo. Eu gostaria de fazer uma observação, Geraldo, que esse documento ele é escrito de uma forma muito clara, muito simples, com toda a fundamentação doutrinária. Então, vale a pena todos acessarem. Nós fizemos na formação esse módulo tratando desta campanha e imediatamente eu já compartilho o documento, material que é todo utilizado em cada grupo de WhatsApp que nós vamos criando. Então quer dizer que nós estamos devagarzinho, mas nós estamos continuamente eh trabalhando em relação a essa proposta que é maravilhosa. Ô Cláus, vê que coisa linda aqui. a pedindo a área de atendimento espiritual dando todo esse suporte, né? Isso é muito bonito, né, Cadu? Claro que tem várias áreas da casa espírita, porque a campanha ela permeia todas as atividades, todas as áreas. Mas acho tão bonita essa iniciativa da área de atendimento espiritual, porque vai ver exatamente aqui no livro, né, o Trigueiro trouxe inclusive uma mensagem que é de Joana de Ângeles do livro Após a Tempestade que fala da poluição e psicosfera. para entrar exatamente nessa abordagem, né, inclusive do do que é espiritual, do que é psíquico, que tem tudo a ver, porque é cuidar também de uma higienização, né, mental, emocional, da gente trabalhar o amor, né, de superar a o ódio, a raiva, quer dizer, buscar os elementos de equilíbrio, tudo isso tá dentro desse dessa sustentabilidade que também é espiritual, que também é ambiental, né, que envolve todas as nossas relações e todos, né, os seres com os quais nós estamos aí trabalhando constantemente todos os elementos da natureza. Então, só queria fazer esse adendo, Glócia, e faz todo sentido, né, Tiral? Se nós, quando a gente busca essa relação íntima consigo mesmo, com Deus, nós externalizamos no mundo. Então, a natureza ela está a nosso favor, ao

esse adendo, Glócia, e faz todo sentido, né, Tiral? Se nós, quando a gente busca essa relação íntima consigo mesmo, com Deus, nós externalizamos no mundo. Então, a natureza ela está a nosso favor, ao nosso bem. E como é que nós vamos tratá-la? Como é que é essa relação que nós temos com ela? Essa preservação, na verdade, não preservar de deixá-la intacta, mas de usar os seus recursos de modo de eh moderadamente, né, sem exageros e e trazendo essa essa questão muito muito vivo que todos colocaram aqui no chat. A natureza ela revela o amor de Deus para conosco. Então, se eu estou um pouco distante dele, tem algo visível, palpável, em que eu posso me aproximar e reconectar. No caso é a natureza. Tem uma pergunta aqui, eh, Geralda, olha, em um centro onde a situação econômica é de extrema pobreza, que sugestões poderemos propor ao centro de conscientização a serem pensadas e implementadas? O fim do uso do copo descartável nem sempre é uma medida eficaz em função de limitações de limpeza. Como trabalhar a conscientização com esse público onde falta o necessário, o acesso à educação, bem como pão material. Olha, muito interessante a questão e a gente vai viver muito dessa realidade. Mas veja, tudo é um processo de sensibilização, de educação para essa conscientização. São passos gradativos. a gente não vai conseguir do dia paraa noite, né, da noite pro dia resolver tudo. A gente é um processo que a gente vai eh caminhando passo a passo, sem pressa, mas coisas pequenas já podem ser feitas. Por exemplo, eh na casa espírita, mesmo nas regiões mais simples, se a gente consegue trocar a lâmpada que é quente por uma lâmpada fria, não é isso? Cadu, né, Gláus? Você já vai ter uma economia de energia. Você fala: "Ah, mas essa lâmpada pode custar mais não necessariamente, não é?" E inclusive aqueles que estão ali colaborando, normalmente que integram a equipe, né? de quem dirige, de quem preside, de quem sim são aqueles, né, coordenadores, enfim, dos trabalhos, acabam também colaborando financeiramente, né, para

laborando, normalmente que integram a equipe, né? de quem dirige, de quem preside, de quem sim são aqueles, né, coordenadores, enfim, dos trabalhos, acabam também colaborando financeiramente, né, para que a comunidade carente ali receba também esse apoio, né, e seja incluída. Então, são coisas pequenas, vocês querem ver uma horta, uma horta pode ser feita, porque geralmente a casa espírita, por menor que seja, já tem um pedacinho de terra ali, um quintalzinho, né? A gente tem aqui, saí aqui do meu quarto, tem aqui uns 10, 12 m² e já deu até pepino aqui, sabe assim? Então, uma coisa assim impressionante. Rúcula, que é o que eu mais gosto assim da direto, né? Eh, tomatinho, cereja, né? Ah, aí você vai plantando as coisas simples assim, né? De temperinhos, coisas que você pode, eh, cultivar ali e pode oferecer gratuitamente para aqueles que vêm visitar. não é? Ou pode até vender de repente, né, para ter um recurso ali para poder também colaborar, não é? Então, horta comunitária é como o Ramon tá colocando, ó, que já serve para a comunidade, tanto para atender, ó, você vem, você já leva ali, sei lá, algumas coisas, né, de alimentação ou às vezes vai utilizar, né, para para, né, alguém comprar e tem um recurso também. Então isso é muito bom, são coisas simples que dá para fazer. E outra, a a própria comunidade reunida, né, junto ali com os coordenadores do trabalho, podem conversar para ver, olha aqui, nós temos uma situação tal, né, o que que nós podemos fazer, como cada um pode ajudar. Aqui a nossa casa, a gente quer sempre limpa, né? Ah, não tem nem onde o centro espírita onde a gente começou lá em Urânia, no interior de São Paulo, Cadu e Glócia no Noroeste, né? Cidadezinha chamado Urânia. Tinha 4.000 habitantes, não é? Quando eu me mudei de lá, ficaram 3999, né? E só tinha um centro espírita. O centro espírita ele era de de chão assim que era batido. Depois botaram aquele um chão meio vermelhão, sabe? aquele chão de vermelhão e a mamãe fazia a gente escovar o chão que era uma coisa

pírita. O centro espírita ele era de de chão assim que era batido. Depois botaram aquele um chão meio vermelhão, sabe? aquele chão de vermelhão e a mamãe fazia a gente escovar o chão que era uma coisa de dor, tinha que est brilhando o chão, negócio de casa espírita, mas ela mandava lá também assim para botar, olha, tem que limpar, não pode ficar sujo não. Então a gente ia e não tinha enceradeira, era aquele escovão tudo e e até recentemente estive lá e era mesmo aquele mesmo chão, eu botei o pé no chão mesmo, fiquei tão satisfeito, gente, que coisa linda, né? Então, sei lá, coisa simples, gláicad que pode ser feita. O Ramon tá dando as sugestões também. de farmácia viva também com plantas medicinais que às vezes não tomam tanto espaço. É um pedacinho de terra que você consegue fazer. Ai faz um negócio lá, faz um chazinho, aí falar lá o chá fluidificado, né? Mas é você toma um chazinho como um biscoitinho ali, já sai com alimento, né? Coisa simples, mas que já ajuda. Muito bom. Eu também penso, Geraldo, olha que o Centro Espírito pode colocar comedouros para os animais de ruas, de rua que vivem na rua, que não tem, né, um lugarzinho. Sim, sim. Há há vários exemplos, né, que tem ocorrido nas cidades, impostos, né, que às vezes você tem lá os animaizinhos, alguns que têm já essas casas, né, de pets, eles colocam ali também e tudo. E a gente pode fazer isso, né, eh, lá na mansão do caminho, vou dizer para vocês aqui que tem, viu, em vários locais assim para geralmente para gatinho, né, que tem os gatos lá. Então, tem os locais que os cartas vão fazer a alimentação deles, tem água para beber e tal, tem a casinha para, né, para ali para dormir. É muito bacana. Olha, tem uma pergunta aqui que eu acho que é válido, você já explicou, mas eu acho que é válido enfatizar. Os espíritos desencarnados do bem estão preocupados com a questão ambiental na Terra. Olha que pergunta interessante. Estão naturalmente porque eles se vinculam com as questões também da Terra, porque mais cedo ou mais tarde eles vão reencarnar,

upados com a questão ambiental na Terra. Olha que pergunta interessante. Estão naturalmente porque eles se vinculam com as questões também da Terra, porque mais cedo ou mais tarde eles vão reencarnar, né? Não é só porque estejo pensando, né, no neles, mas pensando que haja essa integração harmônica, essa solidariedade fraternal, que haja uma um equilíbrio, não é? Mesmo que você tenha as diferenças, né? Hoje eu tava lendo um texto do meu filho, né, falando do filho dele, que é o meu netinho e dizendo que o equilíbrio não, que a vida era uma dinâmica que você não tinha, pelo contrário, você tinha tensões para lá e para cá e sempre tava crescendo, né? Mas assim, o equilíbrio nessa busca, né, de você eh e tá tentando encontrar uma participação efetiva, que você se sinta bem, como o Cadu falou, né, o bem-estar, né, coletivo, isso é fundamental. Então, os espíritos que estão vinculados a nós, que querem o nosso bem, claro que eles eles estão pensando que seja melhor. E aí também essa questão ambiental afeta, porque gente, os eh tem aqui nesses livrinhos e a gente tô lendo voltei, né? Nós estamos lendo com a mamãezinha no Evangelho no Lar da Dona Maria. O voltei ele coloca para nós a questão do mar, né, da areia, da praia, o que André Luiz também nos traz, né, em alguns dos seus livros ali. Então, belíssim, você vê como a natureza é importante. Então, se você tem aquilo poluído e tudo agora, mas eu tava sendo mostrado na TV ali, né, eh, a Baia da Guanabara com uma cor totalmente diferente, porque vazou um produto lá e aquela coisa que foi lançada ali. Quer dizer, é, são todas ações nossas, humanas, que a gente mesmo quando vê, pera, eu não tô acreditando nisso, sabe? Assim, parece que gente é é ter um pouco de de cuidado, né, de zelo, né, tá vinculado à aquilo, porque a gente se distrai tanto e acaba não dando atenção. Então, a sensibilização vem para isso, vem para despertar. Pera aí, olha, isso aqui existe, ah, eu não posso fazer assim porque eu tô prejudicando o outro, né? Ah, seu. Quantas já coisas,

ndo atenção. Então, a sensibilização vem para isso, vem para despertar. Pera aí, olha, isso aqui existe, ah, eu não posso fazer assim porque eu tô prejudicando o outro, né? Ah, seu. Quantas já coisas, exemplos assim pequenos, você vê um buraco na rua, gente, aquele buraco, você não caiu num buraco, outro vai cair, mas pode ser que você caia depois também. Mesmo se o outro cair, não era para ter caído se você pudesse ter evitado. Então, coisas simples, ele tá pro buraco, bota alguma coisa ali indicando, né? Eh, as coisas pequenas, assim, eu vou, por exemplo, né, fazer, vai fazer uma construção, mesmo que seja o simples possível, faça para que escoe direitinho as coisas, né, que tem os destinos do que for, porque senão acaba jogando no ambiente natural coisas que já pode ser feita de uma forma, né, com tratamento e tudo mais. Então, os amigos espirituais, protetores, gláus, estão sim ocupados e, claro, e orientando para que as melhores soluções surjam. E a gente já tem muita gente da geração nova tendo assim ideias brilhantes, fazendo assim muito com pouquíssimas coisas, sobretudo no Nordeste, vários estados, né, que a gente vê muita penúria também, né? Às vezes o tratamento da água com coisas simples, sabe? Da pouca água que a água tá poluída, você consegue tratar aquela água para ela se tornar consumível. É uma coisa assim muito interessante, né? Que bom. Eu vi no documento também que vocês também planejam, né, reorientam ações envolvendo a criança e o jovem. Você poderia falar um pouquinho a respeito? Posso? Obrigado pela excelente, né, questão, porque na verdade a campanha ela tem como público alvo também a criança, o jovem, o adulto, né, o ancião, todos nós. E trabalhando na evangelização, a evangelização, né, infantil, a evangelização juvenil, o estudo, né, para os adultos, sempre levando essa mensagem. E a própria campanha Cláuscia vai preparar materiais para dar esses subsídios junto com a própria área de evangelização, a produção desses materiais. Inclusive

s adultos, sempre levando essa mensagem. E a própria campanha Cláuscia vai preparar materiais para dar esses subsídios junto com a própria área de evangelização, a produção desses materiais. Inclusive conversando com a Miriam Cadu, não é, que é responsável, falou: "Vamos trabalhar juntos para que a gente possa levar isso. Não é um momento assim único, ah, um momento isolado, é um momento que ocorre, né, esporadicamente, não. É uma coisa para estar inserida no contexto, porque a sensibilização e a educação se dá com isso para chegar a conscientização. Daí você vai tratando daquilo de maneira se tá inserido no dia a dia. Eu tô ali na evangelização, olha, eu fiz um negocinho ali, eu joguei um um papel, o papel vai no lixo, né? É o papel assim, ah, eu comi alguma coisinha ali, tudo tudo, opa, aquele ali vai num lixo diferente, porque a criança já vai aprendendo. E ela às vezes, muitas, muitas vezes tem mais consciência do que o adulto, né? Que ela começa a cobrar também, observar. Então, a o trabalho da evangelização importante, um dos objetivos é essa, é exatamente isso, preparar o material para que esse assunto esteja inserido no contexto, né, do que vai ser compartilhado com as crianças nas aulas de evangelização, com os jovens da juventude e nos estudos com os adultos também. Eh, Cláuscia, eh, o essa questão que você colocou das comunidades que às vezes tem bastante dificuldade, né, do ponto de vista material, eh, recentemente, agora numa ação, eh, que nós em que nós estivemos, numa comunidade que fica no interior de Goiás e é uma comunidade assim, situação bastante vulnerável do ponto de vista eh socioeconômico. né? E ela, nós fizemos a festinha de Dia das Mães com as crianças e e as mãezinhas lá para comemorar esse momento, né? E foi um uma situação bem bonita, porque chegou um determinado momento, as crianças estavam lanchando, né, nas salinhas e lá é é um centro espírita bastante simples, não tem calçada, né? É o é o chão batido, né? que o Geraldo lembrou bem e que a gente

determinado momento, as crianças estavam lanchando, né, nas salinhas e lá é é um centro espírita bastante simples, não tem calçada, né? É o é o chão batido, né? que o Geraldo lembrou bem e que a gente já viu muitas vezes, né, ao longo ao longo das nossas experiências, né? E a chegou um determinado momento quando as crianças já estavam do meio pro final do lanchinho delas e das mamães, né? Que a gente começou a fazer o recolhimento eh dos materiais que iriam ser ou reciclados ou ou descartados, né? E aí todas as crianças todas as crianças geraldo contribuíram e participaram. As mãezinhas também foram lá, cada uma pegou a sua a sua parte dos seus resíduos e contribuiu colocando no saquinho. E a a as próprias crianças falavam: "Tio, naquela outra sala lá tem que ver se as crianças já juntaram os lanchinhos". Ou seja, eles vão aderindo aos poucos. E e essa é uma ação interessante, porque quando você pensa eh em recolhimento, né, dos resíduos, também tem a ver com a questão da higiene. E uma boa higiene no ambiente simples é uma porta para a melhora das condições de saúde. Então é uma ação que conjuga elementos da saúde com elementos ambientais e de forma simples que todos podem realmente contribuir, né? contribui e e contribui espontaneamente. Isso que você fala, porque é tão bonito a criança, ela adere assim de uma maneira natural, que a criança já é, a criança é natureza, ela já é natural, naturalmente natureza, nós adultos é que vamos nos distanciando. Então para ela, essas ações, né, Cadu, são bem mais assim, espontâneas, são espontâneas. Aí você via os irmãos menores, menorzinhos, né? aqueles de 2, 3 anos querendo ir lá também para pegar as coisinhas e colocar dentro do saquinho, porque eles estavam vendo que os irmãos maiorzinhos estavam fazendo. Então cria aí um um círculo, né, do bem, né, positivo no sentido nas pequenas ações, porque ao invés de depender das campanhas, né, futuramente pode ser que as novas gerações já sejam bem mais predispostas, né, pelas próprias influências positivas da

ivo no sentido nas pequenas ações, porque ao invés de depender das campanhas, né, futuramente pode ser que as novas gerações já sejam bem mais predispostas, né, pelas próprias influências positivas da geração anterior, né, nós consegu consigamos amplamente, né, distribuir essas ações e essas esses pequenos gestos, né, de cuidado com o nosso ambiente, né? São ações pequeninas, né? Tudo pode começar da forma mais simples possível, como você falou muito bem geral. Isso mesmo. Muito bom. Para finalizarmos, porque a hora passa, né? Está muito boa a conversa, muito esclarecedora, reflexiva, mas o pessoal do programa Ouvind a Natureza lá de Japaí, que é aqui em Goiás, eh realizado pela Clene, pelo pelo Luiz, e, aliás, é uma rádio espírita, sintonia do bem, eles perguntam: "Como esta está a aceitação dos centros espíritas em relação à campanha nacional? permanente de conscientização ecológica lançada pela FEB. A FEB tem informação de quantos centros espíritas do Brasil já aderiram a esse trabalho com as temáticas de preservação da natureza e dos animais. O nosso abraço ao pessoal do Sintonia do Bem, né? Quando tivemos lá uma vez, eles eh nos presentearam com uma camisa tão bonita assim do Sintonia do Bem. E a gente até foi gravar um e coincidentemente gravar pela FEB TV que era sobre música, né, que era o comentário sobre a música. Tão bonitos, botava música, tinha que comentar. E eu tava com a camisa sintonia do bem, fazendo a divulgação espontânea, né? Mas obrigado, queridos. Olha, eh, esse trabalho ele é nacional e ele parte inclusive da Federação Espírita Brasileira pelo Conselho Federal Nacional. Então, já tem uma força grande e ele conta, evidentemente, com toda essa rede, como por exemplo a FEG está aqui bonitamente fazendo e significativamente também, não é? Então, a federativa tem esse papel de atuar junto às casas espíritas do seu estado para que essa campanha ela realmente chegue em todos os rincones, não é? Não há impedimento de repente, né, de fazer um contato direto com a FEB e tal, mas

atuar junto às casas espíritas do seu estado para que essa campanha ela realmente chegue em todos os rincones, não é? Não há impedimento de repente, né, de fazer um contato direto com a FEB e tal, mas os canais mais propícios até para que haja uma intensidade, né, o trabalho de união e unificação realmente efetivo, se dá pelas federativas. com esse material que a gente vai ter tudo, né, como repositório no único ambiente, vai facilitar todo o trabalho das federativas e das casas espíritas também. Mas assim, eh hoje a gente tem eh várias federativas com iniciativas já definidas, com departamentos ou com áreas. Eh eh por exemplo, a gente tem a FEB, né, que é da Bahia, que já tem lá um trabalho muito bonito. Nós temos o saber ambiental na Fergs, né, Cadona Federação Espírito do Rio Grande do Sul. Eu recebi a notícia agora semana passada que eh Mato Grosso a Fente tem um trabalho muito bonito que eles constituíram uma comissão e agora a comissão já foi para um status lá de eh como se fosse uma área, alguma coisa assim dentro da casa, né? Então, eh, já tem uma uma quer dizer, já foi evoluindo e quando a gente participou do congresso lá, todo o congresso foi ecologicamente adequado. Interessante. Não havia lixo, né? Você não via lixo assim, interessante. Então, não produzia lixo, né? Assim, que lá tinha o restaurante e tudo, mas especificamente lá. Mas assim, você vê papel não existia, então todo o material foi assim, né, de origem, tudo bem preparado, né, ecologicamente adequado, coisa linda. E então isso a gente vai tendo e várias outras casas. O congresso do DF aqui foi sobre a temática, né, eh, vinculada exatamente à conscientização ecológica. Então, a gente tá tendo essa preocupação, essa ocupação cada vez maior e várias casas espíritas vão replicando. Não temos ainda número porque até o site vai permitir a gente ter uma visão mais estatística, tá, de como está esse funcionamento. Mas a própria federativa vai poder nos dar um retorno também gradativamente, né, Cad Gláuscia? E é

até o site vai permitir a gente ter uma visão mais estatística, tá, de como está esse funcionamento. Mas a própria federativa vai poder nos dar um retorno também gradativamente, né, Cad Gláuscia? E é importante o engajamento de vocês, inclusive auxiliando nesse processo. Eu sei que esse pessoal da rádio aí, Gláus Cadusson, eles são muito organizados e eles têm uma força muito grande. Pode usar inclusive os recursos, né, da própria rádio como elemento de divulgação, né, de ampliar essa campanha lá na região, entendeu? ali próximo, né? E já tá aí na região toda ali daquela daquela área, né? Rio Verde ali. Enfim, nós vamos estar em Santa Helena agora, mas acho que vai ser em agosto ou setembro, né? Que é pertinho ali de Rio Verde também. Então são coisas assim que a gente pode ir fazendo, né? Não temos ainda esse levantamento, mas nós nós vamos ter esses números, sim, tá? Com certeza. O importante é a gente começar. Nó estamos no início e vamos dar sequência. Aliás, o reformador desse gente, ele tá trazendo na aqui, ó, deixa eu ver se eu abro aqui. Dá para vocês verem, ó. Reformador é esse é de junho, viu? O mês que vem. E o tema ecologia é um artigo que a Martinha querida, né, Marta Antunes, o papel de cada um na preservação do planeta virou matéria de capa. a revista Deus Conosco, que é o sistema de comunicação Deus Conosco lá de Alagoas e conta com participação de gente vários, né, estados e tal e também do mundo. A gente da FEP tá lá participando em várias coisas, é tão tão bonito. teve um número específico da revista sobre, né, também ecologia e todo o número, ela é eletrônica, a gente pretende est escrevendo também sobre esse assunto, porque levar, né, a informação está prevista na campanha, ter artigos, né, ter programas, eh ter, né, comentários, eh, rodas de conversas, seminários, como aqui nós estamos fazendo, por exemplo, isso, isso é a campanha, né, Cadlaus em movimento, é a campanha fazendo a sua campanha, a sua ação, não é? E a gente agradece muito, Gláuscia, eh, complementando um

i nós estamos fazendo, por exemplo, isso, isso é a campanha, né, Cadlaus em movimento, é a campanha fazendo a sua campanha, a sua ação, não é? E a gente agradece muito, Gláuscia, eh, complementando um pouquinho o que o Geraldo eh falou, no nosso estado, a gente gostaria muito eh de assim, uma das metas que a gente teria Geraldo a médio longo prazo é que nós conseguíssemos integrar essa temática nas diversas áreas, né, como educacionalmente falando, né, um tema transversal que pudesse permear por todas as as áreas nossas, né, as nove áreas eh que nós temos na FEB, né? Então, a área de atendimento espiritual, ela desde o primeiro momento, né, quando até antes, para falar a verdade, né, já havia a as preocupações com as questões ambientais e e ela sempre recebeu, né, o apoio institucional para essas iniciativas, né, e mas a nossa vontade seria que outras áreas, e isso aos pouquinhos está acontecendo, nós estamos começando a a conseguir algumas inserções em certos momentos também nas atividades das outras áreas, né? Exatamente. Nós pudéssemos ter assim uma uma participação de todas as áreas. Todas são importantes, viu? Você tem razão, Cadu. E aí você pega atendimento espiritual, pegar a área de comunicação, estudo e família. Eu digo que se começar por essas a gente já vai ter um resultado muito importante. E família não precisa nem explicar. Estudo também não precisa explicar. Em comunicação também não precisa explicar. precisaria talvez explicar o atendimento espiritual, mas já tá explicado por si mesmo. Que maravilha que é o primeiro teve a iniciativa. Que lindo, né, Geraldo, nós temos um projeto integrado com a juventude que é de trazer o jovem para o trabalho no atendimento espiritual. Nós estamos desde 2019, nós damos a formação na área com o documento orientador. Nós realizamos todas as atividades junto com o jovem e nós organizamos a sala do atendimento, o atendente mais experiente com o jovem. E a proposta é a de que acolher melhor o jovem que está passando por determinadas

odas as atividades junto com o jovem e nós organizamos a sala do atendimento, o atendente mais experiente com o jovem. E a proposta é a de que acolher melhor o jovem que está passando por determinadas situações, depressão, ideiação, suicídio e outras tantas questões. E por outro lado, garantir essa continuidade da área, porque é uma área que vai envelhecendo. Nós precisamos passar para para a juventude para que ela dê continuidade. Então, é um benefício muito eh é importante e nós acreditamos muito nesse processo. Esse processo é feito paulativamente. Vamos ter uma retomada agora com mais eh, digamos assim, mais força ainda, né? A juventude está bem empenhada nessa questão para que o jovem ele receba a formação e ele faça a atuação no atendimento espiritual. E aí nós já pensando nessa questão da ecologia também com a juventude. Excelente. Excelente. Muito bem. A área da infância da juventude fundamental. E o jovem, porque a gente diz assim, a criança é o futuro, mas o jovem é o presente. O jovem para trabalhar agora, ele não vai ficar preparado pro futuro. Já vai, vai, vai se preparando, trabalhando, que ele já tem que estar, a criança vai se preparando sim pro futuro, mas o jovem ele já tem que tá integrado agora, né? Ó, Johnny tá lembrando ali, ó. Estamos tentando implantar ações ambientais no centro espírito da nossa região. Muito bem. É assim que é feito o trabalho. Em parceria com a federativa, não é, do estado, a FEBO ajuda muito e a gente também, claro, né, nesse nessa campanha toda que todo o amparo, uma rede funcionando, gente, e com material que porque como por exemplo o Cadô é biólogo, né? é doutor em biologia. Aí você tem vários ali doutores, especialistas, pós-doutores, pessoal, assim, pessoal entende muito, tanto é que vai ter até um glossário lá, porque tem umas palavras que a gente nem sabe o que significa. O nosso intuito não é essa questão muito técnica, né? Mas é como a Gláuscia falou, o documento ele tem várias abordagens e tinha que ter o o aspecto espírita porque é uma campanha

abe o que significa. O nosso intuito não é essa questão muito técnica, né? Mas é como a Gláuscia falou, o documento ele tem várias abordagens e tinha que ter o o aspecto espírita porque é uma campanha espírita, mas buscando uma simplicidade, embora havendo, né, a a especificidade temática, que essa é uma área de de muito estudo, de conscientização ecológica, né, ambiental e tal, ecologia, mas a gente precisa simplificar e a busca é essa. Nada melhor que simplificar através da educação. que tem toda uma metodologia, viu, Caduto, já sendo desenvolvida, maravilhosa ali para poder ser aplicada. Queridos, nós temos que ver o tempo de vocês aí, né? Sim. Nós já vamos encerrar. Agora quero dizer documento, ele é importante, Geraldo, eh porque ele nos traz uma unidade de pensamento, de princípios, sabe, para que a gente tenha um norte, né, por onde começar, como é que surgiu isso, qual caminho eu posso percorrer de forma segura, de forma clara. a gente não impõe nenhum documento, nenhum documento de orientação do da do atendimento, mas a gente sempre traz numa perspectiva bem reflexiva, sensível, para que a gente perceba que se a gente tem um norte seguro, o nosso trabalho ele alcança um êxito com segurança, né? E realizamos as nossas atividades com aquela certeza de que olha, eu estou no caminho, né? que eu tenho a fidelidade aos princípios filosóficos doutrinados. Eu am Olha aqui o o Cadu, só para falar aqui, você e eu eh estamos amando, amando da Gláuscia, então a gente assina embaixo que ela falou, né, Gláuscia? É só uma questão bem rapidinha. O Geraldo tocou num ponto que é fundamental. Numa certa ocasião, um companheiro nosso do movimento espírita de Goiás, ele perguntou o seguinte: "Ah, Cadu, de um modo geral, né, eh eh nessa campanha é só quem deve participar é quem tem formação específica na área acadêmica ou quem tem conhecimento mais aprofundado. Absolutamente não. A campanha não é para eh esse essa finalidade. campanha para todas aquelas pessoas, todas, todas as pessoas que

pecífica na área acadêmica ou quem tem conhecimento mais aprofundado. Absolutamente não. A campanha não é para eh esse essa finalidade. campanha para todas aquelas pessoas, todas, todas as pessoas que tiverem vontade e disponibilidade, né, para auxiliar nas atividades na casa espírita, independentemente a questão. É claro que no momento de necessidade nós temos alguns companheiros com com alguma formação que podem auxiliar nesse suporte, mas o objetivo não é agregar apenas as pessoas que têm conhecimento aprofundado, muito pelo contrário, é uma ampla rede, né? Geraldo falou isso muito bem, é uma ampla rede, né, que todas as pessoas que tiverem interesse, boa vontade, afinidade, né, nas mais variadas idades, os mais variados graus de conhecimento, de formação, não importa essa questão técnica. O suporte será dado certamente, né, pelos documentos, pelos materiais e pelas pessoas colaboradoras, mas o objetivo é realmente agregar o maior número de pessoas em todas as as faixas etárias, em todas as os as atividades na no centro pública, né? Ô Cadu, exatamente isso você tá falando. Eu posso me dar como exemplo, porque eu sou o mais ignorante de todos, do grupo, da equipe, da onde a gente tá falando, eu sou o que menos entendo, mas a gente vai compartilhando porque a gente vai aprendendo, né? Então a gente vai trocando informações e vai tocando com amor, né, gente? Com porque aí tem o pessoal que conhece bem o que é preciso fazer direitinho, né? as orientações técnicas. Sim, mas essa boa vontade, o interesse que o Cador tá falando é o principal, gente, é o amor por fazer, né? É o querer realizar e vai dar tanto tudo certo, né? Sim. O Geraldo sempre com a sua generosidade, né, Cad? Porque ele tem um conhecimento profundo do espiritismo. E aí que está a questão, alinhar a ciência humana. com os fundamentos doutrinários para que a gente possa realizar realmente um trabalho que seja benéfico para todos, em pró de todos. Acho que é isso. Eu já passo para você, Geraldo Campete, te agradecendo

os fundamentos doutrinários para que a gente possa realizar realmente um trabalho que seja benéfico para todos, em pró de todos. Acho que é isso. Eu já passo para você, Geraldo Campete, te agradecendo imensamente por essa valiosa, né, eu vou dizer aula com reflexões, eh, com sentimentos tão assim, nós percebemos a sua dedicação, o seu amor a essa campanha também. Eh, em nome da Feb do atendimento espiritual, nós te agradecemos e que esses laços possam dar continuidade até para que a gente possa, né, ter um norte para dar continuidade a essa proposta aqui no Estado de Goiás. Eu deixo com você para suas considerações finais, Gláuscia Cadu, queridos, eh queria agradecer do fundo do coração a oportunidade, parabenizar pela iniciativa, porque esse é um tema que ele precisa andar, não tem como a gente postergar. Os momentos efetivamente chegaram pra gente fazer, para realizar. Nós precisamos agir e a gente tem agido. Isso que eu acho bonito, porque é uma campanha tão envolvente, ela é tão bonita no seu conceito, na sua filosofia, nas propostas, que quando a gente conhece a gente vai se engajando. E por isso que é importante vocês conhecerem. Visitem o site da FEGO, vejam o documento, repliquem aí nas suas casas, acompanhe esse site que a gente vai em breve disponibilizar. O programa também que vai surgir em breve vai ser sempre às quintas-feiras 19:30 até às 20 horas. São 30 minutinhos apenas. E aí beleza, não é? Então a gente queria agradecer do fundo coração, parabenizar pela iniciativa e dizer que nós estamos à disposição nesse trabalho em rede, esse trabalho coletivo em equipe, tá? Agradecer a vocês, queridos. Olha a rádio, a rádio flashback de São Paulo. Parabéns pelo conteúdo, os ensinamentos, né, Adriano? Barueri aí conosco. Baruer isso, né? Obrigado, viu, Adriano, pela presença, cara. Vocês fazem um trabalho muito, muito bonito, assim, né? É importante esse resgate. Ó, Chico Xavier em seu lar com a família, exemplo do tema. Bonito, né, SEC? Colocando isso de fato, né? É que

, cara. Vocês fazem um trabalho muito, muito bonito, assim, né? É importante esse resgate. Ó, Chico Xavier em seu lar com a família, exemplo do tema. Bonito, né, SEC? Colocando isso de fato, né? É que beleza, né? Nossa gratidão a todos aí e vamos seguir trabalhando, né? É muito importante. Nós estamos sobre o amparo e a inspiração da espiritualidade. Jesus, o maior ecólogo, né, da terra, porque ele cocriou a terra com Deus em plano maior. A gente vai cocriando em plano menor as coisinhas que a gente dá conta, né, Cadu? Mas aí mantendo, né, nesse esforço e maravilhosamente Jesus é o nosso guia, nosso modelo, né, o nosso mestre, nosso Senhor, que nos ampara. E agora eu digo para vocês, queridos, que toda vez que eu vou fazer um tema assim espírita, a luz do espiritismo, é muito difícil não ter essa abordagem que é da própria natureza. dá muito mais sentido, fica muito mais rico, não é? Se a gente for estudar o evangelho com esse olhar, né, ecológico, com esse olhar do meio ambiente, da, né, desse ponto da gente considerar biodiversidade, o tempo todo o evangelho traz isso, é, é o lago de Genesaré, o mar do Tiberíades, né, que é tudo é a mesma água que é água doce, tudo is fazendo. É o barquinho, é o peixe, não é? É a árvore, é o fruto, não é isso, gente? É, é o chão ali batido mesmo, a poeira, não é isso? Então, é o burrinho. Quer dizer, é tudo muito trazendo a natureza o tempo todo. E a gente vai se envolvendo com isso. Fica tão bom, tão profundo e ao mesmo tempo tão simples, porque o evangelho é simplicidade e é coração. E a natureza tem tudo a ver com isso. Deus abençoe os nossos esforços. Vamos seguir trabalhando. Eu lembrei da metodologia de Euríp do Senor, a palavra, a arte e a natureza. Muito bom. Olha, agradeço por estar conosco, por atender também ao nosso convite de ombrear essa campanha aqui no estado. A você, Geraldo, que pede a nossa alegria, o nosso coração enche de alegria e de gratidão. Muito obrigada. Agradecemos a todos que estavam aqui conosco, estão

de ombrear essa campanha aqui no estado. A você, Geraldo, que pede a nossa alegria, o nosso coração enche de alegria e de gratidão. Muito obrigada. Agradecemos a todos que estavam aqui conosco, estão aqui conosco ainda e que acessarão esse conteúdo. Muitíssimo obrigada. Nós só temos que agradecer também a Jesus pela oportunidade de nos unirmos em torno do seu evangelho nessa noite de sexta-feira. Boa noite a todos. Bom descanso. Muita paz. Nossa vida dele recebemos para o nosso bem um mundo melhor. A vida é um grande efeito da sublime causa que é Deus. Aproveite esta escola tão bendita. He

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