A MORTE É A RESSURREIÇÃO - Terezinha de Jesus [PALESTRA ESPÍRITA]
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Irmãos, que a paz de nosso Senhor Jesus Cristo permaneça conosco. É uma alegria muito grande estarmos juntos meditando, refletindo sobre a misericórdia de Deus, >> estudando a doutrina espírita. O tema de hoje é a morte é a ressurreição. Interessante aqui, porque essa é uma frase que nós vamos eh encontrar em O Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo sexto, o Cristo Consolador. Essa esse essa frase é do espírito de verdade. Ele diz assim, é o o capítulo, o a dissertação é instruções dos espíritos, advento do espírito de verdade. E ele vai dizer, né? Orai e crede, pois que a morte é a ressurreição, sendo a vida a prova buscada e durante a qual as virtudes que houverdes cultivado crescerão e se desenvolverão como cérebro. Escolhemos esse tema de hoje porque amanhã é aquele dia de finados. É interessante que essa ideia, né, de ter um dia especial para os nossos centes queridos que partiram, nós vamos encontrar naturalmente em culturas diferentes. Mas assim, muitas vezes essa palavra dia de finados, pelo menos para mim quando criança, eh era uma coisa que que me assustava um pouco, né? Esse dia dos mortos era o dia que a minha família estava muito chorosa, né? Era um dia de muita tristeza. E a doutrina espírita, ela vem justamente nos lembrar das alegrias da ressurreição de Jesus, né? Às vezes a gente diz assim: "Em que se funda o espiritismo?" Em que se funda o espiritismo é o cristianismo retivo. E o qual é a base do cristianismo? é a ressurreição, a ideia da ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo. Se não houvesse ressurreição, não teria cristianismo, não teria por se falar do evangelho, não teria nem como se falar do evangelho. Aqui no livro A Bíblia de Jerusalém, eh nós vamos encontrar no Evangelho de João o momento eh em que Jesus aparece a Maria de Madalena. Gente, a gente consegue imaginar o que foi a dor daqueles discípulos de Jesus? O que foi o sofrimento daqueles que viam o mestre ressuscitar os mortos? Jesus ressuscitou o filho da viúva de Naim. Jesus ressuscitou Lázaro. Ele se
inar o que foi a dor daqueles discípulos de Jesus? O que foi o sofrimento daqueles que viam o mestre ressuscitar os mortos? Jesus ressuscitou o filho da viúva de Naim. Jesus ressuscitou Lázaro. Ele se aproxima de Marta e de Maria e diz: "Teu irmão se levantará. Teu irmão ressuscitará. Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. Muitas vezes a gente pensa nessas palavras, né? E Marta até diz: "E, eu acredito na ressurreição do último dia." Mas Jesus ali diante de todos chama aquele que estava sepultado há quatro dias e diz: "Lázaro, vem para fora". Tem um sentido simbólico, tem um sentido real? Seja como for, aquele que ressuscitou o Lázaro, em um dado momento, ele morreria, né? Então aqui é é muito importante que a gente comece a pensar no símbolo que é Jesus nos arrancar da morte propriamente dita, nos arrancar do sepulcro que muitas vezes nós construímos para nós mesmos. Então, quando nós falamos da morte, a palavra morte, né, uma palavra é um assunto que não se fala, a morte é um dos grandes tabus, né? Não, a gente não fala sobre morte nessa família, né? Às vezes você diz: "Não, mas quando eu morrer, eu gosto". Não, por favor, não toquem nesse assunto. A gente vive como se a morte não fizesse parte da nossa trajetória humana e ela é fundamental. Eu gosto muito das palavras de Emanuel aqui na lição ressuscitará. É um comentário a essa frase de Jesus, a esse versículo que está em João 11:23. Jesus lhe diz: "Teu irmão se levantará". E Emana diz uma frase que eu acho que nós precisamos guardar para sempre. Reponhamos a morte em seu lugar de processo renovador. Imaginem vocês se não houvesse morte. Imagine vocês se não houvesse esse processo renovador da vida. Ah, nós queremos a imortalidade. O desejo de imortalidade é um desejo natural do ser humano. Quando a gente é muito feliz, né? Quando a vida é muito boa pra gente, a gente se sente porque quando é que é uma vida? É uma vida boa. Para muita gente. Uma vida é boa quando você tem tudo que você
. Quando a gente é muito feliz, né? Quando a vida é muito boa pra gente, a gente se sente porque quando é que é uma vida? É uma vida boa. Para muita gente. Uma vida é boa quando você tem tudo que você quer, do jeito que você quer, na hora que você quer. Ou seja, uma vida impossível. Tem pessoas que têm essa condição, tem uma condição financeira alta que permite ter todos os prazeres, ter tudo e todos à tua sua disposição, mas isso não é garantia de felicidade. A gente sabe disso, né? Quem estuda um pouco mais sabe exatamente o que é isso. Porque nós, seres humanos, nós somos aqueles seres que temos uma, nós costumamos dizer, nos constituímos. Nós somos feitos de falta, dessa falta que é essa necessidade de amar e de ser amado, né? Nós somos seres relacionais, nós somos seres sociais, mas acima de tudo nós somos seres espirituais. Então, nós temos um tempo, né? Aqui há um intervalo importante, né? Eh, esse tempo que nós estamos aqui na vida é o intervalo, eh, o dia do meu nascimento, o dia da minha da do meu falecimento. Aqui a minha história tá contada, né? Ela terminou aqui para esse mundo. Então, o que que nos importa, né? Colocar a morte em seu lugar de processo renovador da vida. Isso é fundamental a gente vê, né? Tudo renasce, tudo na natureza, a beleza da natureza. A natureza tem os seus ciclos. Nós também na vida temos os nossos ciclos, né? Então tudo vai se transformando. Emanuel vai dizer aqui, "Reponhamos a morte em seu lugar de processo renovador. Enchei-vos de confiança no futuro, multiplicando as sementeiras de afeições e serviços. Santificantes, quando perderdes temporariamente a companhia direta de um ente amado, recordai as palavras do Cristo. Aquela reduzida família de Betânia é a miniatura da imensa família da humanidade. Essa lição está em Vinha de Luz, no capítulo 151. Jesus lhe diz: "Teu irmão se levantará". Muito bem, gente. Aí a gente volta aqui para o dia de amanhã. Muitas vezes eu sou chamada, né, para ir até o campo da esperança, né, para
Luz, no capítulo 151. Jesus lhe diz: "Teu irmão se levantará". Muito bem, gente. Aí a gente volta aqui para o dia de amanhã. Muitas vezes eu sou chamada, né, para ir até o campo da esperança, né, para alguns já até fora de de Brasília já aconteceu para aqueles momentos do funeral, aqueles momentos dolorosíssimos em que alguém perde um ente querido, em que alguém que a gente ama, né, sai dessa dessa vida. E os sentimentos nessas horas são muito contraditórios, porque o luto eh o luto não é uma coisa, a gente até falou disso recentemente na própria comunhão espírita numa palestra perda de ente queridos. Eh, o luto não é algo que tem o tempo de finalizar, né? você, um ente querido falece, morre, desencarna, chamemos como nós eh preferirmos, mas o que que acontece? Aquela perda, ela é irreparável mesmo, no sentido de que não teremos mais aquela pessoa ali junto da gente fisicamente nos almoços de família. Eu não posso correr paraa minha mãe para contar as minhas vitórias, as minhas alegrias ou pedir a ela que ela reze mim, né, como eu fazia sempre. E isso dói muito. Agora, o que que fica, né? Às vezes a gente chora sem parar dias seguidos, né? Eu me lembro quando eh eu estava quando a minha mãe faleceu, eh o choro vinha assim, eu irrompi em choro em qualquer lugar. De repente é uma, porque é uma dor muito grande. Com o tempo a gente vai, a, a vida vai tomando o seu lugar, tudo vai se renovando, a gente vai aceitando, a gente vai agradecendo aquela convivência maravilhosa. Eu costumo dizer que da minha mãe, eu tenho saudade até das brigas, porque de vez em quando a gente tinha uns desentendimentos sérios por conta da religião dela, que era diferente da minha, que isso é o que realmente a incomodava. Há coisas que ela me dizia, que eu que ela dizia quando eu morrer. Você vai entender. Há coisas que eu realmente só pude compreender depois dessa ausência dela, depois dessa dessa falta imensa que ela me faz, embora eu saiba que ela está aqui. já tive provas eh incríveis, impressionantes da
isas que eu realmente só pude compreender depois dessa ausência dela, depois dessa dessa falta imensa que ela me faz, embora eu saiba que ela está aqui. já tive provas eh incríveis, impressionantes da presença dela, da do auxílio dela. E a gente vai entendendo, né? Aí vem e o pai, as idealizações que eu tenho em relação ao meu pai. Ele morreu, eu era criança, minha mãe tava grávida do meu irmão mais novo. Então são quando nós olhamos para paraa nossa existência aqui no mundo físico, nós vamos entendendo que é muito difícil pensar a vida sem essa possibilidade de imortalidade. Muitas pessoas convivem muito bem com essa ideia de que, ah, de tudo bem, não tem problema, não quero viver para sempre, não quero imortalidade, eu quero mesmo que morra e se acabe tudo e tá tudo certo. Para muitas pessoas isso é suficiente, né? Agora para outras pessoas não. Eu gostaria, eu quero sim encontrar com os meus pais, com a minha bisavó Isabel e bisavó da minha mãe, que minha mãe falava dela com tanto carinho, que eu tenho uma imagem dela que é uma coisa incrível. Ou seja, a doutrina espírita vem nos arrancar desse lugar escuro que é esse sofrimento causado pela perda de um ente querido. Por que que a gente tem tanto pavor da morte, tanto horror à morte? Por causa do modo também como ela é tratada. A morte deveria ser tratada como a parceira da vida, né? Tem uma hora que a gente precisa ir. Tem uma hora que aquele nosso ente querido terminou a missão dele e precisa ir. Tem aqueles que vão e passam breves dias, horas. Eu sou espírita graças a um filho que viveu apenas 30 horas aqui no mundo físico, apenas 30 horas, né? E ele me, foi ele que me tornou espírito, foi ele que foi, me fez buscar respostas para o estar aqui no mundo, né? Ah, mas foi uma criança que a gente, gente, é muito duro isso. Às vezes as pessoas me diziam: "Ah, mas você nem vai sentir falta tentando me consolar, né?" né? Eh, eu carregava uma outra dor, a dor dos braços vazios, que é muito grande. É, é um ponto difícil esse e eu acho
s pessoas me diziam: "Ah, mas você nem vai sentir falta tentando me consolar, né?" né? Eh, eu carregava uma outra dor, a dor dos braços vazios, que é muito grande. É, é um ponto difícil esse e eu acho importante de ser focado num estudo sobre as questões da morte, porque há muitos lutos invisíveis. E eu falo do luto pela morte, porque nós temos vários tipos de luto, os lutos antecipatórios, você sabe ali você está e diante da perda iminente dessa pessoa amada, né? Ela está ali num estado, né, caminhando para a terminalidade da vida. Isso é profundamente doloroso. E às vezes a gente se apega a qualquer coisa para manter aquela pessoa vida viva a qualquer custo e ainda faz parte do nosso do nosso tempo, né? Essa essa angústia. Eu tenho que fazer tudo para manter o meu pai, minha mãe, meu marido, meu filho vivo ali. Eh, e a gente não sabe muito lidar com isso, porque a gente não fala sobre a morte. Seria muito interessante se fosse possível para nós ter essa coragem de conversar com os com a família e dizer: "Olha, gente, eh vamos combinar algumas coisas, né? O nome disso é diretivas". Quando chegar a hora de ir embora, eu gostaria de que algumas coisas eh fossem compreendidas, que esses são desejos que eu carrego, né? Como que eu gostaria que fosse esse dia tão importante. Tem um livro belíssimo da Dra. Ana Cláudia Quintana Arantes, A morte é um dia que vale a pena viver. Porque assim, eu Terezinha, cheguei nesse mundo um dia, segundo os meus pais, eu fui alegria da vida deles, a primeira filha, aquela filha queridinha, nossa, primeira neta, primeiro tudo, eu recebi mais muito amor na no instante que cheguei, ao longo da minha vida, eh, recebi muito amor também, graças a Deus. Eh, eh, sou uma pessoa profundamente feliz. A minha felicidade nasce na fonte da fé que me anima e dos amores que a vida me deu. Mas vai ter uma hora que eu preciso ir. Às vezes eu converso isso com as minhas filhas. Eu tive sérios problemas com com pensamentos suicidas e quando eu era adolescente antes de ser espírita.
me deu. Mas vai ter uma hora que eu preciso ir. Às vezes eu converso isso com as minhas filhas. Eu tive sérios problemas com com pensamentos suicidas e quando eu era adolescente antes de ser espírita. E mas o espiritismo me colocou no lugar, né? me mostrou o que é o lugar da vida e o lugar da minha vida. Então aqui, como é que eu quero que seja esse dia em que eu vou sair desse mundo. Eu quero que seja um momento alegre. Eu quero que aquele instante as pessoas que estejam à minha volta compreendam que a minha tarefa terminou aqui e que eu preciso começar outras tarefas num outro plano. Às vezes a pessoa pode dizer assim: "Mas o meu ente querido, Terezinha é uma pessoa que viveu uma vida não muito recomendável, é uma pessoa que causou muito sofrimento a outras pessoas. Porque esta, minhas irmãs, meus irmãos, também é uma realidade. Em toda família, nós temos aquelas pessoas que são um pouco de muito de que que são muito diferentes às vezes. E tem situações que são muito graves. A doutrina espírita, meus amados, minhas amadas, ela nos dá justamente essa consolação. Eu me lembro de uma amiga muito querida. O filho dela viveu numa condição muito difícil, muito difícil. Eu não preciso, ninguém precisa expor o sofrimento alheio. Cada um sabe o que é a vida mais difícil que um ser humano pode chegar. E foi o caso dele. E o filho mais velho dessa senhora, que inclusive é engenheiro, abraçou a mãe. A mãe na Eu eu estava de um lado e ele do outro. E ele disse: "Mamãe, esta é uma obra começada". Então, muitas vezes aqueles que nós amamos seguem trajetórias totalmente diferentes de nós e saem dessa vida em condições muito difíceis, espiritualmente falando, mas são obras começadas. A doutrina espírita é a doutrina da esperança. A doutrina espírita é o Cristo consolador, que vem nos dizer, né? vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Kardec vai dizer aqui nessa nessa nesse comentário, né, o item dois do capítulo sexto, Cristo Consolador, que todos os
? vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Kardec vai dizer aqui nessa nessa nesse comentário, né, o item dois do capítulo sexto, Cristo Consolador, que todos os sofrimentos, misérias, decepções, dores físicas, perda de seres amados, encontram consolação na fé, no futuro, na confiança, na justiça de Deus, que o Cristo veio ensinar os homens, né? Ensinar aos homens o que é essa justiça de Deus, né? A gente muitas vezes em torno da morte, como lembra o Emanuel aqui nessa lição que eu acabei de mencionar para vocês, ressuscitará, ele vai dizer que o grande problema, né, é revestir o fenômeno da morte com paisagens deprimentes, né? Então assim, meu Deus, os as ameaças do castigo do inferno, das flas gerações, aquelas ideias que se t de você cometeu erros nessa vida, erros graves, erros que você nem sabia que estava cometendo, você nem tinha consciência muitas vezes e de repente você é condenado eternamente, né? Então assim, isso é difícil de compreender. E a doutrina espírita, um século XIX, que é um século de muitas transformações, um século em que o homem é estudado de todas as formas, né, o século XIX, no finalzinho do século XVI, a gente vê as ciências humanas começando a ter o seu lugar, né? as ciências eh físicas e biológicas também estão ali, né, sendo compiladas até culminar no avanço técnico que nós temos hoje, no avanço de conhecimento que nós temos hoje. Mas ali meio, no meio em 1857, para ser mais exata, nós vamos ter essa obra ímpar, o livro dos espíritos, que vai trazer umas questões profundas pro ser humano. vem lembrar que esse homem que tá sendo estudado ali pelas ciências do ponto de vista da economia, da sociologia, da psicologia, da filosofia, da neurologia, da psiquiatria, esse homem é um ser espiritual que está, né, vivenciando uma trajetória ao longo do tempo e que nessa trajetória ele vai se reconhecendo como esse ser espiritual que vem aqui na terra, passa um tempo, tem uma tarefa, realiza, né, determinadas
é, vivenciando uma trajetória ao longo do tempo e que nessa trajetória ele vai se reconhecendo como esse ser espiritual que vem aqui na terra, passa um tempo, tem uma tarefa, realiza, né, determinadas determinadas conquistas, como disse o espírito de verdade a nós há pouco, né? A vida, a morte é a ressurreição, mas a vida é a prova buscada, onde as virtudes florescerão, se desenvolverão, crescerão como cedro, né? Então assim, qual é o objetivo da vida? Desenvolver a virtude. Por isso que nós vamos encontrar existências e existências, né? Pessoas que vêm aqui na vida e que passam uma encarnação inteira num sofrimento físico intenso. Tem uma lição belíssima no livro Céu e o Inferno, a história de um garoto, um garoto judeu chamado Marcel. Ele deve ter entre 8 e 9 anos de idade. E ele pede ao médico que lhe dê um medicamento eh eh porque ele sente muita dor e ele e aí quando ele tá com muita dor, ele acaba gemendo e acordando e incomodando as outras pessoas e ele precisa orar. E o médico diz: "Ele mas eu já te dei, né, tudo que eu podia. Mais tarde, Marcel é evocado na Sociedade Espírita de Paris e ele dá uma explicação muito bonita sobre a razão do seu sofrimentos e ele diz que uma delas é justamente essa, ele servir de exemplo de consolação, de coragem, de resignação para quem o via. e desencarnado. Ele pertence à equipe dos espíritos que são encarregados de consolar a humanidade. Ele até diz: "Eu não sou dos do grupo de espíritos que instrui, sou o grupo de do espíritos que consola. Tu a missão dele, qual é a missão dos espíritos consoladores? Levar paz, felicidade, harmonia, esperança, fé as pessoas que estão em dificuldade. Às vezes a gente olha paraa vida e diz assim: "Meu Deus, mas como pode um sofrimento tão grande, uma para uma vida tão curta? Porque nós, minhas amadas, meus amados, olhamos para a vida eh medindo a justiça divina pela nossa. Quando nós falamos de justiça divina, nós não estamos falando de um sistema de contabilidade de deve haver. Nós não estamos um falando de um sistema de
a a vida eh medindo a justiça divina pela nossa. Quando nós falamos de justiça divina, nós não estamos falando de um sistema de contabilidade de deve haver. Nós não estamos um falando de um sistema de pagamento de penas e recompensas. Nós estamos falando de equilíbrio. A justiça divina se manifesta no equilíbrio de tudo que existe. Essa é a justiça divina. Então, muitas vezes, né arbítrio, na minha capacidade de realização, eu vou me exceder. A justiça divina vai fazer o quê? Vai colocar para mim limites. O bem é ilimitado, porque o bem é o amor de Deus sempre. Mas o mal tem limites. Então, as dores que nós causamos também tem um limite. Tem uma hora que nós nos cansamos, né? E a nossa consciência nos diz: "Chega, basta". Porque a consciência moral está onde, né? Está aqui onde? Onde está a lei de Deus? Na consciência, né? Então a nossa consciência vai nos dizer: "Não, chega, Terezinha, basta, né? Agora é hora de fazer um novo aprendizado." Então, o equilíbrio na justiça, a justiça divina é exatamente esse. Tem uma hora, há existências que nós vamos escolher desenvolver uma determinada virtude, né? A gente vê aqui no caso do Marcel que eu acabei de mencionar, ali está a resignação, a obediência a Deus, não é? A a compreensão, o olhar paraa vida de uma outra forma. Às vezes nós olhamos a vida por aquilo que nos falta. Olhamos por a vida pela beleza que nós um dia tivemos e estamos perdendo, pela juventude, né? pela pela pelas possibilidades que nós temos de realização de sonhos pelo sucesso na vida material. E a doutrina espírita nos acorda e nos mostra justamente isso. A vida ela tem essa prova buscada. É esse. Quando nós estamos desencarnados, diz o livro dos espíritos, que nós olhamos a vida de uma outra forma e nós escolhemos determinados caminhos. Ah, mas você quer dizer que eu escolhi? Eu lembrei do meu amigo agora. Você acha, Terezinha, que se eu tivesse que escolher uma encarnação, eu ia escolher nascer feio, pobre e ainda mais com o nome de Francisco, ele nasceu no
ue eu escolhi? Eu lembrei do meu amigo agora. Você acha, Terezinha, que se eu tivesse que escolher uma encarnação, eu ia escolher nascer feio, pobre e ainda mais com o nome de Francisco, ele nasceu no interior do Ceará? Eu falei, mas pensa, pelo menos o teu sobrenome é um sobrenome estrangeiro, né? Então, às vezes a gente olha assim, diz assim, mas por que a gente olha, meus amados, minhas amadas, do ponto de vista da nossa razão. E aqui em um Evangelho Segundo o Espiritismo, ele vai nos falar eh quando trata da perda de entes queridos. O espírito Sanson, eu não me canso de repetir essa frase, ele vai falar da razão divina. Ele faz essa pergunta: "Porque, a vez de avaliar a justiça divina pela vossa? Podeis supor que o Senhor dos mundos se aplique por mero capricho a vos infligir penas cruéis, né? Nada se faz sem um fim que não seja útil, né? Tudo tem a sua razão de ser. Se se a gente fosse observar, né, analisar melhor as nossas dores, ele vai dizer aqui que a gente encontraria sempre a razão divina, uma razão regeneradora. Então, a morte, né, eu penso no meu filho, ele viveu 30 horas, nasceu no sétimo mês de gestação, uma gestação dificílima numa condição dificílima. Foi ele que me fez buscar a doutrina espírita. o evangelho, porque até então eu tinha notícias da do da da do espiritismo, né? Mas ali é quando eu começo a trabalhar de fato, começo a buscar, né? Esse a tarefa dele foi exatamente essa. Às vezes aquela pessoa que está ali, hoje eu vi uma um caso lindo na internet, no Instagram para ser mais exata, uma senhora de 92 anos de idade que ao aos 84 resolveu aprender piano, resolveu tocar piano, toca piano maravilhosamente, né? E aí a gente fica vendo o que que é a vida. Nós estamos aqui para nos desenvolver. Às vezes a morte ela é importantíssima porque ela diante ali dessa desse quando a gente vai ao funeral de alguém, quando a gente vê ali uma pessoa em estado terminal, recentemente acompanhei uma pessoa muito querida nessa condição. Foi muito bonito quando
e ali dessa desse quando a gente vai ao funeral de alguém, quando a gente vê ali uma pessoa em estado terminal, recentemente acompanhei uma pessoa muito querida nessa condição. Foi muito bonito quando ela me disse, né, depois de tanto tempo de sofrimento, de luta, ela falou para mim: "Chegou a hora, eu estou muito bem, eu estou pronta. Eh, ainda quero ir à praia, mas eh não devo nada à vida e a vida não me deve nada". Ela saiu desse mundo feliz, amada, cuidada, sem revolta. todos à volta dela, agradecidos por aquela vida maravilhosa que foi a vida dela, porque ela é uma pessoa maravilhosa. Agora é parte para um outro para um outro momento, para um recomeço. A morte como um processo renovador da vida. É a ressurreição de Jesus que nós vamos pensar nesse momento, né? tem aqui no capítulo eh vou vou vou vou aqui no Apocalipse no capítulo 21 a Jerusalém futura. É muito comovente. Eu me lembro do dia que eu compreendi essa passagem. Eh, ele diz aqui, Apocalipse 21, a Jerusalém celeste via então um novo céu e uma nova terra. Pois o primeiro céu e a primeira terra já se foram e o mar já não existe. Vim também descer do céu de junto de Deus a cidade santa, uma Jerusalém nova, pronta como uma esposa que se enfeitou para o seu marido. Nisso ouvi uma voz forte que do trono dizia: "Eis a tenda de Deus com os homens. Ele habitará com eles. Eles serão o seu povo e Deus com eles será o seu Deus. Ele enxugará toda lágrima dos seus olhos, pois nunca mais haverá morte, nem luto, nem clamor e nem dor haverá mais. Sim, as coisas antigas se foram. Eu reconheço nessas palavras, minhas amadas, meus amados, a doutrina espírita, o Cristo consolador, que vem nos lembrar que a ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo não foi o delírio de alguns discípulos assustados, com medos, com medo, desesperados, não. Por quê? Porque os o espiritismo nos traz as provas da imortalidade. Mas Terezinha, meu ente querido desencarnou e eu nunca recebo uma mensagem. Vou nos médiuns, pedir aos médiuns. Minhas amadas, meus amados, a
orque os o espiritismo nos traz as provas da imortalidade. Mas Terezinha, meu ente querido desencarnou e eu nunca recebo uma mensagem. Vou nos médiuns, pedir aos médiuns. Minhas amadas, meus amados, a consolação que a doutrina espírita nos oferece não está na mensagem que nós recebemos. Bom, quando nós recebemos, qual é o objetivo de uma mensagem consoladora? é nós eh nos oferecer, né, uma prova da mais uma prova da imortalidade. Esse é o papel dos médiuns, né? O médium tem esse papel nessa transformação moral, social que ocorre na humanidade nesses tempos, né? Isso é dito em O Evangelho Segundo o Espiritismo, na prece para os médiuns, porque os médiuns são aqueles que têm as provas que trazem que as provas da imortalidade são através dos médiuns que os espíritos se comunicam. Mas pensemos em algo que o espiritismo nos fala. Todos somos médiuns. Todos podemos receber a influência da espiritualidade superior. Se nós nos se primeiro nós precisamos acreditar, né? Primeira coisa que eu preciso acreditar. Segunda coisa, entender que a mediunidade não é um privilégio de alguns. Todos somos médiuns. Mediunidade é orgânica, ela é inerente, é um sentido como a visão. Aí tem uma coisa, alguns têm uma percepção por quê? Mais desenvolvida porque desenvolveram, né? Porque vieram com esse compromisso, com esse compromisso de serem os testemunhas, vamos dizer assim, sim, né? Daqueles que já partiram dessa vida. o compromisso de trazer como a obra extraordinária do Chico Xavier, da Ivone Pereira, do do Divald e outros tantos, outros tantos espíritos que vêm trazer as instruções dos espíritos. O André Luiz usa a expressão enxertia psíquica, né? Vem nos induzir a a melhorar os nossos pensamentos, a renovar os nossos pensamentos. vem nos ensinar que nós precisamos fazer uma educação mental, uma educação moral, preparar o nosso coração para receber as ideias superiores. E aí vem a essa questão é importante, importantíssima, porque a morte dos outros, nós não temos a experiência da nossa própria morte, né? A morte dos
o nosso coração para receber as ideias superiores. E aí vem a essa questão é importante, importantíssima, porque a morte dos outros, nós não temos a experiência da nossa própria morte, né? A morte dos outros lembra a nossa finitude. E lembrar da nossa finitude, ela pode ter um lado que vai nos dizer: "O que que eu gostaria se hoje fosse o dia de eu voltar para a casa do pai? O que que eu gostaria de fazer? Como que eu quero que a morte me encontre o coração recheio de mágoa, de ódio, de rancor, que eu não perdoo, que eu não suporto? Se eu estou assim carregando uma mágoa profunda, um um ódio intenso, uma dor que não se resolve, uma agonia que não passa, eu preciso de ajuda, ajuda médica, psicológica, atendimento fraterno na casa espírita, né? Eu preciso de ajuda, preciso de amparo espiritual para que eu possa me renovar. Porque hoje, nesse instante, se eu eu morrer aqui agora, imagina, tô aqui fazendo a palestra com vocês e tem um infarto. Não se preocupe, Lucas. Meu meu cárdio, meus exames cardiológicos estão em dia, mas dizendo dizendo que isso aconteça, né? Como está o meu coração? Como é que eu quero estar nesse dia? Como é que eu quero ser lembrada? Isso são reflexões importantes para que nós façamos como é que eu quero que que eu que as pessoas que conviveram comigo se lembre de mim. O que que eu quero deixar no coração de cada pessoa? Isso é uma responsabilidade minha. Ah, mas muita gente jogou muita coisa ruim dentro de mim. Tá, pode até ter jogado, mas eu não quero ficar com isso, né? no meu coração não é lata de lixo, ele tem outra função. Eh, é importante que a gente pense nessas coisas para que a gente se prepare, para que a gente chegue, às vezes vem uma doença grave. Todos, né? Todos nós, meu Deus. Eh, às vezes vem a grande surpresa. Isso aqui é grave, é uma doença grave, seja de mente querido, seja nosso mesmo. E o que que eu faço com isso, né? Eu preciso, a doutrina espírita me ensina, né? Ah, ah, Terezinha, ninguém tá preparado. A gente se prepara minimamente.
rave, seja de mente querido, seja nosso mesmo. E o que que eu faço com isso, né? Eu preciso, a doutrina espírita me ensina, né? Ah, ah, Terezinha, ninguém tá preparado. A gente se prepara minimamente. Kardec diz uma coisa importante no livro dos médiuns, quando você vai a um país, você se informa sobre os seus habitantes, sobre os costumes desse país, né? Sobre as vestes, sobre aquilo, o modo como você vai, você não vai, você vai sair para Paris, né? Agora em dezembro tem que levar no mínimo a roupa de frio, né? Tem que saber. É lindo Natal, mas com neve e neve é fria. E fria precisa de casar. Por que a morte não é algo que a gente devesse se ocupar dela? No sentido de que o que que acontece depois? Se eu vou, se todos vão, se meus antes amados vão, se outros já foram. Ah, ninguém voltar, voltou lá para dizer como é. Voltou sim. voltou através do Chico Xavier, voltou através dos médiuns com os quais Kardec trabalhou, voltou através do Evento Pereira, voltou através de Minas semana passada reunião mediúnica, né, nas nossas casas espíritas, nós temos as reuniões mediúnicas são privadas. É verdade. Por que que as reuniões são privadas? Qual é o objetivo, minhas irmãs, meus irmãos, das reuniões mediúnicas onde nós recebemos os nossos irmãos desencarnados na nossa casa espírita e em outras tantas? Socorro e amparo espiritual. Existem milhões e milhões e milhões e milhões e milhares e bilhões de espíritos desencarnados em condições difíceis espiritualmente. Qual é o lugar onde eles são amados, acolhidos, amparados e são encaminhados para as regiões superiores, espirituais superiores? Esse lugar também é o centro espírito. Onde houver culto sincero, não importa a religião, haverá aqueles espíritos consoladores, trabalhadores, que em nome do Cristo, em nome de Jesus, que é o responsável pela nossa evolução nesse planeta, é o nosso modelo e guia, eles estão ali trabalhando para o resgate desses espíritos. Mas das nossas reuniões mediúnicas tem algo importante aqui, que eles vêm também, além de
a evolução nesse planeta, é o nosso modelo e guia, eles estão ali trabalhando para o resgate desses espíritos. Mas das nossas reuniões mediúnicas tem algo importante aqui, que eles vêm também, além de servir para encaminhá-los também, esse trabalho nos auxilia a nos lembrar dos nossos dias aqui na terra e da brevidade desses dias. Não foi por outra razão que Jesus ressuscitou. Quando nós pensamos em Jesus, pensamos na ressurreição. Nós temos aqui uma a no capítulo João 30, aliás, versículo 20, a aparição aos discípulos à tarde desse mesmo dia. Não, eu vou ler a parte de Maria de Madalena, né? Ah, todo mundo sabe que Maria de Madalena foi ao sepulcro de madrugada. E ainda estava escuro. Quando ela chega lá, a pedra tinha sido retirada. E ela correu e foi para dizer, para dizer a Simão Pedro e a João, né? Retiraram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde colocaram. E Pedro e o e o João, né, foram ao sepulcro, né, os dois foram depressa. E ele diz que chega lá estavam as faixas de Lim, mas eh ele não viu eh eh eles eles não não compreenderam e voltaram para casa, né? E aí Maria já tava junto do sepulcro chorando. E enquanto ela chorava, ela viu dois anjos vestidos de branco sentados no lugar onde o corpo de Jesus fora colocado. E ela ele diz a ela: "Mulher, por que choras?" Ela diz: "Porque levaram o meu Senhor e eu não sei onde o puseram". E ele se volta dizendo isso, ela se volta e vê Jesus de pé. E é, mas Maria não sabia que era Jesus. Jesus diz ela: "Mulher, por que choras? A quem procuras?" E ela pensa que é o jardineiro e diz assim: "Senhor, se fosse tu que o levaste, diz-me onde o puseste e eu irei buscar". E Jesus disse: "Maria, né? Imagina, Maria. E voltando-se, ela diz em hebraico rabone, que quer dizer mestre. E Jesus diz: "Não me toque, porque ainda não subi ao Pai, mas vai, porém, aos meus irmãos, e dize-lhe que subo ao meu Pai e vosso pai, a meu Deus e vosso Deus". E Maria foi anunciar aos discípulos dizendo: "Vi o Senhor", né? E na tarde, nesse mesmo dia, que era o
ai, porém, aos meus irmãos, e dize-lhe que subo ao meu Pai e vosso pai, a meu Deus e vosso Deus". E Maria foi anunciar aos discípulos dizendo: "Vi o Senhor", né? E na tarde, nesse mesmo dia, que era o primeiro da semana, né? A tradição vai dizer que é o dia de domingo. Ele vai dizer que as portas estavam fechadas e os discípulos estavam dentro com medo dos judeus. E Jesus aparece no meio deles e lhe diz: "A paz seja convosco". E mostra-lhe as mãos, né? Os discípulos ficam cheios de alegria por verem o Senhor e dizem de novo: "A paz seja convosco". Depois disso, Jesus passa um tempo, dá algumas instruções. Aqui é interessante porque, minhas amadas, meus amados, nossa fé, a nossa fé é alicerçada justamente nessa ideia da ressurreição. Nós temos espíritos materializados, temos trabalhos e trabalhos e trabalhos com espíritos materializados. alguém vai dizer: "Ah, fraude, estude." Nós temos os trabalhos, a obra fantástica do Chico, a mediunidade do Chico, não só as cartas consoladoras, mas as obras que ele psicografa, que está ali, né, nos provando o tempo inteiro. Eu nunca esqueço da minha filha quando ela gosta do poeta Augusto dos Anjos. E eu na época ela estava lendo eu de Augusto dos Anjos. E aí eu fui buscar para ela o Augusto dos anjos do Parnaço. Ela disse: "Meu Deus, a semelhança é muito grande, né? Claro, é Augusto dos anjos. Como que você psicografa 50 poetas? Se você compara um poeta com outro, isso são estudiosos que dizem, não, não sou eu. A obra de André Luiz, que é uma um um tratado, um compêndio de ciência de medicina e psicologia espiritual, só quem estuda essa obra a fundo e estuda outras obras científicas começa a perceber de ite. Mas quero aí, né? A gente vai se encantando com André Luiz, né? com a obra que ultrapassa para uma pessoa que tinha apenas a quarta série primária e ainda foi reprovado. Um menino de Pedro Leopoldo sem contato nenhum com o mundo. Então, meus amados, minhas amadas, a morte é a grande renovadora dos processos da vida. A morte é a ressurreição. Então, diante
i reprovado. Um menino de Pedro Leopoldo sem contato nenhum com o mundo. Então, meus amados, minhas amadas, a morte é a grande renovadora dos processos da vida. A morte é a ressurreição. Então, diante dos nossos entes amados mortos, choremos. Deixa o coração, né? Como diz aqui Emanu nessa lição, ele diz aqui: "Ninguém nega o sofrimento da separação. Espírito algum se furtará do plantio da saudade no jardim interior. Nós sentimos saudade, né? Saudade. Saudade é maravilhoso de sentir. Você não sente saudade do que é ruim, só do que é bom. Agradecer pela convivência com aquele ente amado, né? E ele diz assim: "O próprio Cristo emocionou-se junto ao sepulcro de Lázaro, né? Tá lá Mateus, eh, João 11, capítulo 11, versículo 35. É, ele diz: "Jesus chorou. Quando ele recebe a notícia da morte de Lázaro, ele chora. Ele vai ressuscitar Lázaro, mas antes ele chora, porque o coração dói. Nós somos humanos. Uma coisa é você chorar de ir volta. Por que que Deus fez isso comigo, né? Outra coisa é deixar a lágrima vir, né? E ele diz aqui, entretanto, a comoção do celeste amigo edificava-se na esperança, acordando a fé viva nos companheiros que o ouviam. A promessa dele ao carinho fraternal de Marta é bastante significativa. Teu irmão há de ressuscitar, asseverou o mestre. Então, meus amados, as consolações que a doutrina espírita nos oferece não é a negação da nossa dor, não é a negação do nosso luto, não é a paralisia, vamos dizer assim, do nosso coração, impedindo que as lágrimas caiem. Recentemente uma pessoa disse: "Não consigo entender um espírita que fica chorando, sofrendo porque era uma pessoa morreu. Eu respondi dizendo: "Tem 10 anos que a minha mãe faleceu e ainda hoje eu choro de saudade dela de vez em quando." Pronto. E olha que ela já me apareceu. Não tem outra resposta. Amor, saudade, carinho, tudo isso é, né? Mas outra coisa é o choro da desesperança, da revolta, né, e outras coisas. Então, a as consolações que a doutrina espírita nos oferece nesse sentido nos dá a possibilidade de viver uma vida
so é, né? Mas outra coisa é o choro da desesperança, da revolta, né, e outras coisas. Então, a as consolações que a doutrina espírita nos oferece nesse sentido nos dá a possibilidade de viver uma vida com mais dignidade, lembrando-se, há uma hora que eu também irei. Aqueles que estão do outro lado da vida me nós nos encontraremos. Ah, os que me auxiliam, os que me amparam, né? A André Luiz vai dizer que a mitologia nasce justamente dessa ideia, né? Através da mediunidade, os nomes tutelares daquelas famílias primitivas vinham, traziam orientações e a eles foram eles foram chamados de deuses, né? E é isso. Os nossos entes queridos aqui estão conosco trabalhando, sofrendo muitas vezes acompanhando as nossas lutas. né? Nos incentivando a ter paciência, calma, resignação, coragem, porque a vida é a prova buscada e nela as virtudes deverão se desenvolver como cedro, né? Então, minhas amadas, meus amados, pedir a Jesus que nos ampare, nos abençoe. Agradecemos ao Senhor da vida pelas alegrias de aqui estarmos. Te agradecemos, mestre amado, porque o teu coração cheio de amor vem, vives aqui nesse mundo físico, sai, sais desse mundo nos braços de uma cruz, mas ressuscitas para nos lembrar que aqueles a quem amamos e aqueles que nos amam jamais estão estarão longe de nós. Obrigada Jesus por ternos enviado o consolador. Obrigado pela doutrina espírita. Obrigada divino amigo pela tua infinita misericórdia que nos ampara, que nos auxilia, que nos sustenta. Que a tua paz, que a tua luz divina permaneça conosco hoje e sempre. Assim seja. Graças a Deus. Obrigada meus irmãos, minhas irmãs. Obrigada meu querido, que está aí me acompanhando. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no
os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra
inais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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